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TJRO mantém júri em Alta Floresta de acusados de fazer emboscada para m*tar um prestador de serviço

Dois homens acusados de atrair uma vítima para um estabelecimento comercial e executá-la a tiros não conseguiram reverter, no Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), a decisão que os leva a julgamento pelo Tribunal do Júri. 



O crime ocorreu em 7 de fevereiro de 2024, em Alta Floresta d’Oeste, em uma loja de materiais de construção. Ao analisar recursos das defesas, a 2ª Câmara Criminal manteve a sentença de pronúncia proferida pela Vara Única da comarca, afastando os pedidos de absolvição sumária e de anulação da decisão.

A motivação do crime teria sido um desentendimento com o sobrinho de um dos réus devido à instalação de uma calha em uma residência.

Ambos responderão por homicídio qualificado. Um dos réus responderá, ainda, pelo crime de fraude processual, sob a acusação de ter ocultado a arma da própria vítima — instrumento que teria sido utilizado no assassinato.


Defesa 

Um dos réus está preso, enquanto o outro está foragido e não foi ouvido em Juízo. Durante a sessão, os defensores realizaram sustentação oral por videoconferência.

A defesa alega que o crime ocorreu em legítima defesa. Nas razões do recurso, consta que, embora a materialidade tenha sido demonstrada, não haveria elementos de prova sobre a autoria. Os advogados sustentaram que um dos denunciados não teria vínculo com a desavença, limitando-se a apaziguar a situação e socorrer feridos após uma troca de tiros. Segundo a defesa, durante o confronto, a vítima teria matado o sobrinho de um dos réus e baleado um dos acusados antes de vir a óbito. 

 Voto

O relator, desembargador José Jorge Ribeiro da Luz, destacou em seu voto que as provas testemunhais e documentais colhidas no processo apontam indícios suficientes de materialidade e de autoria. Contudo, o magistrado ressaltou que a análise aprofundada do caso e das demais alegações defensivas cabe ao Conselho de Sentença (jurados).

Dessa forma, o relator entendeu que não estavam presentes os requisitos legais para a impronúncia, absolvição sumária ou exclusão de qualificadoras neste momento processual.

O caso foi julgado em sessão presencial realizada no dia 11 de março de 2026, presidida pelo relator, desembargador José Jorge Ribeiro da Luz, com a participação dos desembargadores Álvaro Kalix e Adolfo Theodoro Naujorks Neto.

Recurso em Sentido Estrito n. 7001013-98.2025.8.22.0017.

FONTE - TJRO.

Após pedido do Ministério Público de Rondônia, agressor de animal é preso em Colorado do Oeste

Foi preso na manhã desta quinta-feira (12/3), o homem suspeito de ter agredido um cão, na última segunda-feira (9/3), causando graves ferimentos no animal utilizando uma roçadeira. A prisão ocorreu após a atuação da Promotoria de Justiça de Colorado do Oeste.

FOTO - MPRO

A brutalidade do episódio gerou grande repercussão na mídia e nas redes sociais, mobilizando defensores da causa animal e a comunidade local. 

Diante da gravidade dos fatos e da existência de antecedentes criminais do agressor, o Ministério Público requereu e obteve a prisão preventiva deferida pela 1ª Vara de Garantias do Poder Judiciário de Rondônia. O mandado foi cumprido pelas Polícias Civil, Polícia Militar e Batalhão de Polícia Ambiental.

Consequências

No Brasil, crimes de maus-tratos contra cães e gatos são regidos pela Lei 9.605/98. A punição pode incluir reclusão de 2 a 5 anos, multa e a perda do direito de cuidar dos animais. Além disso, a Lei Estadual nº 4.332/2018 prevê que o agressor deve pagar todos os custos do tratamento do animal. Isso inclui consultas, remédios e outros cuidados. O MPRO também poderá mover uma ação na área cível para reparar dano moral que atinge a coletividade.

O Ministério Público atuou neste caso juntamente com as forças de segurança do Estado, reafirmando o compromisso das instituições envolvidas (Ministério Público, Polícias Civil, Militar e Ambiental) com a proteção da vida e da dignidade animal. “É uma demonstração clara de que o Estado não tolerará atos de barbárie e que a legislação ambiental e de proteção aos animais será aplicada com rigor no Estado de Rondônia”, reforçou o Promotor de Justiça, Bruno Ribeiro. 

O caso segue em análise pelas autoridades competentes. O MPRO continuará atuando conforme o andamento das investigações.

fonte - MPRO.

Adolescente suspeita de m*tar avô em Ariquemes pode ter agido após bloqueio de herança de R$ 350 mil

A adolescente apontada como suspeita de matar o avô e tentar matar a avó em Ariquemes pode ter cometido o crime após um conflito familiar envolvendo herança e a transferência irregular de dinheiro. Segundo familiares, cerca de 350 mil reais teriam sido desviados pela jovem para a conta do namorado, valor que fazia parte de uma herança deixada pela mãe dela.


De acordo com a filha das vítimas, o dinheiro estava sob a tutela do avô, José dos Santos, e só poderia ser acessado pela adolescente quando ela completasse 18 anos. Após descobrir as transferências, o idoso registrou um boletim de ocorrência e solicitou à Justiça o bloqueio dos valores para preservar o patrimônio. 

Ainda conforme a família, ao saber da decisão judicial que impediu a movimentação da conta, a jovem teria ficado irritada.

A familiar relatou que o valor foi transferido por meio de PIX e que parte do dinheiro estaria na conta do namorado da adolescente. Ela também afirmou que, apesar de ter pouca escolaridade, o avô ajudava a neta a lidar com documentos e questões relacionadas à herança deixada pela mãe.

O Ministério Público de Rondônia informou que a Justiça manteve a internação provisória da adolescente. A decisão foi tomada pela 2ª Vara Cível de Ariquemes após representação do MP e posterior validação pelo Tribunal de Justiça de Rondônia.

O caso ocorreu no dia 24 de fevereiro, em uma residência localizada na zona rural de Ariquemes. Segundo a Polícia Militar, a adolescente teria pedido que os avós se sentassem no sofá para conversar e, em seguida, efetuado disparos contra os dois. O avô foi atingido pelas costas e morreu no local.

A avó, Maria Aparecida, foi baleada no rosto e no peito, mas sobreviveu. Para escapar, ela fingiu estar morta, o que fez com que os disparos cessassem. Mesmo ferida, a idosa conseguiu enviar um áudio para familiares pedindo ajuda logo após o ataque.

Ela foi socorrida e levada ao Hospital Regional de Ariquemes, onde permanece internada. Segundo a família, a vítima já deixou a Unidade de Terapia Intensiva, porém segue hospitalizada e em recuperação após passar por várias cirurgias.

No dia seguinte ao crime, a adolescente se apresentou à polícia acompanhada de dois advogados e foi apreendida. A Polícia Civil também investiga a possível participação do namorado da jovem no caso. A defesa informou que ainda analisa os fatos antes de se manifestar.

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Audiência é marcada para abril...


O Ministério Público de Rondônia (MPRO) obteve nesta terça-feira (10/3) decisão favorável do Poder Judiciário de Rondônia (TJRO), que recebeu a representação e manteve a internação provisória de uma adolescente acusada de matar o avô e tentar matar a avó na zona rural de Ariquemes. 

A decisão da 2ª Vara Cível de Ariquemes foi expedida após a representação apresentada pelo MPRO na segunda-feira (9/3).


Com isso, a jovem permanece custodiada na Fundação Estadual de Atendimento Socioeducativo (Fease). 

A audiência de apresentação foi designada para o dia 1º de abril. Conforme a 1ª Promotoria de Justiça de Ariquemes, a adolescente foi representada pela prática de atos infracionais análogos aos crimes de homicídio triplamente qualificado, consumado e tentado.

De acordo com a apuração, os fatos ocorreram na noite de 24 de fevereiro de 2026. As vítimas estavam em casa quando foram atingidas por disparos de arma de fogo. O avô morreu no local após ser baleado na nuca. A avó foi atingida no rosto e novamente na região do tórax, mas sobreviveu. Após os disparos, a adolescente fugiu.

Conforme a representação, os fatos foram praticados por motivo torpe e fútil, com uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas. 

A investigação aponta ainda que o crime teria sido premeditado e motivado por sentimento de vingança. A possível participação de outras pessoas segue em apuração.

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FONTE - MPRO

Empresário é alvo de operação após alertar facção sobre ação policial em Rondônia

Uma operação realizada nesta quarta-feira mobilizou equipes do Ministério Público de Rondônia para cumprir ordens judiciais contra um investigado suspeito de atrapalhar investigações relacionadas a uma organização criminosa armada. A ação ocorreu no município de Nova Mamoré e faz parte de um desdobramento de apurações iniciadas em 2025.

FOTO - MPRO

A ofensiva, denominada Operação Eco, teve como foco o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara de Garantias de Porto Velho. As diligências foram realizadas em um endereço residencial e também na sede de uma empresa ligada ao investigado.

Além das buscas, a Justiça autorizou o acesso aos dados telemáticos de dispositivos apreendidos durante a operação. O investigado também foi alvo de uma medida cautelar que o impede de manter qualquer tipo de contato com outros 79 alvos ligados a uma organização criminosa anteriormente investigada durante a Operação Godos.

De acordo com as apurações, o alvo da investigação é sócio-administrador de um provedor de internet e teria quebrado o dever de confidencialidade ao avisar integrantes do grupo criminoso sobre o início de uma ação policial anterior. A suspeita é de que ele tenha utilizado o telefone para enviar mensagens e realizar ligações alertando que a operação estava em andamento.

As investigações apontam que o aviso teria permitido que integrantes da organização tentassem destruir provas e dificultar o avanço das investigações. O grupo investigado é suspeito de envolvimento em crimes graves, como extorsão, homicídio e lavagem de dinheiro.

O nome da operação faz referência ao suposto comportamento do investigado de repassar informações sigilosas para dentro da organização criminosa, funcionando como um alerta antecipado sobre a atuação das autoridades.

Com informações MPRO.

Servidor de RO investigado por desviar R$ 13 milhões para apostas online tem R$ 500 mil bloqueados

A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de Polícia de São Francisco do Guaporé, deflagrou operação policial destinada a apurar o desvio de recursos públicos que pode ultrapassar o montante de R$ 13 milhões. Durante a ação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência do investigado e na sede da Prefeitura Municipal, além do afastamento cautelar do servidor público de suas funções.


As investigações tiveram início após o Prefeito Municipal e o Procurador do Município formalizarem comunicação de possíveis irregularidades junto à Delegacia de Polícia. 

A partir dos elementos informativos colhidos no curso da apuração, a Polícia Civil, em conjunto com o Ministério Público, representou pela adoção de medidas cautelares junto ao Poder Judiciário.

Em decisão proferida pelo Juízo de Garantias da Comarca de Porto Velho, foram deferidas medidas que resultaram na indisponibilidade de valores e no bloqueio de aproximadamente meio milhão de reais em contas vinculadas ao investigado, com a finalidade de assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos.

Conforme apurado até o momento, o inquérito policial indica que o servidor teria atuado de forma isolada e que parte significativa dos valores desviados, estimada em cerca de R$ 9,5 milhões, teria sido direcionada a plataformas de apostas online.

As investigações permanecem em andamento para a coleta de novos elementos probatórios e o completo esclarecimento dos fatos.

A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso com a sociedade no combate à corrupção e na defesa do patrimônio público, atuando com rigor técnico e em estrita observância à legislação vigente.

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FONTE - PC/RO.

Pai m*rre após dias internado e explosão por vazamento de gás deixa três mortos em Ji-Paraná

Uma explosão provocada por vazamento de gás dentro de uma residência no bairro Valparaíso, em Ji-Paraná, terminou de forma trágica com a morte de três integrantes da mesma família. O pai, Emerson P. de Souza , que estava internado em estado grave desde o acidente, não resistiu aos ferimentos e morreu nesta segunda-feira (9), tornando-se a terceira vítima da ocorrência.

FOTO - REPRODUÇÃO

A explosão aconteceu na manhã de domingo (1º), em uma casa localizada na T-19. Informações apontam que havia acúmulo de gás no interior do imóvel e, no momento em que uma lâmpada foi acionada, ocorreu a ignição que desencadeou uma forte explosão seguida de incêndio. A força do impacto deixou os três moradores gravemente feridos.

A primeira vítima fatal foi o pequeno Benício Nathanael de Paulo Souza, de 1 ano e 7 meses. A criança sofreu queimaduras em praticamente todo o corpo, chegou a ser socorrida e levada para a unidade de terapia intensiva infantil, mas morreu ainda na noite do mesmo dia do acidente.

A mãe do menino, Kyara de Souza, também sofreu queimaduras graves e permaneceu internada em estado crítico por alguns dias. Apesar dos esforços das equipes médicas, ela não resistiu aos ferimentos e morreu durante o período de internação.

Emerson, pai da criança e marido de Kyara, continuou hospitalizado lutando pela vida após sofrer queimaduras severas. No entanto, ele acabou morrendo nesta segunda-feira devido às complicações provocadas pelas lesões, confirmando a terceira morte decorrente da explosão.

A tragédia causou grande comoção entre moradores de Ji-Paraná, que acompanharam o caso com preocupação e manifestações de solidariedade nas redes sociais. 

O episódio também serve como alerta para os riscos de vazamentos de gás em ambientes residenciais, que podem provocar explosões quando entram em contato com qualquer fonte de ignição.

As autoridades devem apurar as circunstâncias do acidente para identificar as causas do vazamento e verificar se houve algum fator que contribuiu para a explosão. 

Enquanto isso, familiares, amigos e moradores da cidade lamentam a perda da família, em um caso que marcou profundamente a comunidade local.


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Suspeito troca tiros com a Polícia Civil e abandona carro com 30 kg de drogas em Guajará-Mirim

A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de Guajará-Mirim, realizou uma ação de combate ao tráfico de drogas na região de fronteira na noite do último domingo (8). A operação é resultado de investigações sobre o transporte de entorpecentes entre os municípios de Guajará-Mirim, Nova Mamoré e Porto Velho.

Foto - PC/RO

Durante a diligência, os agentes montaram uma barreira em um trecho da zona rural. Ao aproximar-se do bloqueio, o motorista de um veículo acelerou em alta velocidade e passou a disparar contra os policiais, que reagiram à agressão. 

O suspeito iniciou uma fuga, sendo acompanhado de perto pelas equipes.

Após cerca de 10 quilômetros de acompanhamento tático por estradas próximas à rodovia BR-425, o condutor continuou atirando para tentar impedir a aproximação das viaturas. Em determinado momento, ele abandonou o automóvel próximo a uma área de mata fechada e fugiu a pé. 

Devido à escuridão e à densidade da vegetação, o indivíduo não foi localizado.

No interior do veículo, os policiais encontraram diversos tabletes de cocaína e maconha, totalizando aproximadamente 30 kg de drogas. Também foram apreendidos 2 rádios de comunicação, 1 base de antena de internet via satélite e 1 coldre para arma de fogo.

Outras equipes da Polícia Civil prestaram apoio nas buscas durante toda a madrugada. As investigações prosseguem para identificar e prender os responsáveis, reafirmando o compromisso da instituição no combate ao crime organizado nas estradas de Rondônia.

FONTE - PC/RO.

Homem investigado por est*pro de vulnerável é preso pela Polícia Civil

A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Cacoal, deu cumprimento, na manhã desta segunda-feira (09), a mandado de prisão preventiva contra um homem investigado pelo crime de estupro de vulnerável, fato ocorrido no município de Cacoal. 

FOTO - PC/RO

O investigado foi localizado e preso na cidade de Pimenta Bueno, durante ação coordenada pela equipe policial responsável pelas investigações. 

A ordem judicial foi expedida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Cacoal, com base nos elementos reunidos no curso da investigação conduzida pela Polícia Civil. 

Após o cumprimento do mandado, o investigado foi conduzido à unidade policial para a adoção das medidas legais cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição do Poder Judiciário. 

A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso com o enfrentamento aos crimes de violência sexual e com a proteção de vítimas em situação de vulnerabilidade, atuando de forma permanente na investigação e repressão de delitos dessa natureza.

FONTE - PC/RO.

TJRO mantém condenação de ex-prefeita de Guajará-Mirim e marido por uso irregular de maquinário público

Os julgadores da 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) mantiveram a sentença do Juízo da 1ª Vara Cível da comarca de Guajará-Mirim, que condenou a ex-prefeita do Município e o marido dela por ato de improbidade administrativa. 

FOTO - REPRODUÇÃO

A condenação aplicada ao casal deve-se à utilização ilícita, em janeiro de 2023, de maquinários — trator com calcareadeira e retroescavadeira — e servidores do referido município para espalhar calcário na propriedade privada dos acusados.

A sentença condenou o casal à suspensão dos direitos políticos por oito anos; proibição de receber incentivos fiscais e celebrar contratos com o poder público por 10 anos; ressarcimento do dano causado ao município (a ser apurado) e multa civil. 

FOTO - REPRODUÇÃO

Somente ao marido da ex-prefeita foi aplicada a "perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio", relativa à locação dos maquinários da prefeitura.

A defesa do casal ingressou com recurso de apelação solicitando a anulação da sentença condenatória sob o fundamento de cerceamento de defesa, o que, na análise dos julgadores da 1ª Câmara Especial, não ocorreu.

O julgamento do caso ocorreu durante sessão eletrônica realizada entre os dias 2 e 6 de março de 2026. Participaram do julgamento o desembargador Gilberto Barbosa (relator do caso) e os juízes convocados Ilisir Bueno Rodrigues e Flávio Henrique de Melo.

Apelação Cível n. 7002618-56.2023.8.22.0015.

FONTE - TJRO.

Ministério Público de RO pede que adolescente suspeita de m*tar avô e tentar mat*r avó continue internada

O Ministério Público de Rondônia (MPRO) representou, nesta segunda-feira (9/3), uma adolescente pela prática de atos infracionais análogos ao cometimento de homicídios triplamente qualificados consumado e tentado, ocorridos na zona rural de Ariquemes.


Segundo a representação, a jovem é acusada de matar o próprio avô e tentar matar a avó na noite de 24 de fevereiro de 2026, em Ariquemes. Ela está internada provisoriamente na Fundação Estadual de Atendimento Socioeducativo (Fease).


De acordo com a apuração, as vítimas estavam em casa quando foram alvejadas pelos disparos de arma de fogo. O avô morreu no local, com os disparos que o atingiram na nuca. A avó sobreviveu. Ela foi atingida primeiramente no rosto e novamente baleada na região do tórax. Após os disparos, a adolescente fugiu.

Medida

A 1ª Promotoria de Ariquemes, que atua no caso, informou que o MPRO representou a adolescente pelos dois atos infracionais e solicitou, ao Poder Judiciário, a manutenção da internação provisória diante da extrema gravidade dos atos.

Segundo a representação, os atos infracionais análogos aos crimes de homicídio foram praticados por motivo torpe e fútil, além de recurso que dificultou a defesa das vítimas. 

A investigação aponta que os fatos teriam sido praticados por motivo fútil, além de terem sido premeditados e motivados por sentimento de vingança. 

A eventual participação de outras pessoas segue em apuração.

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FONTE - MPRO.

Justiça cobra plano urgente para garantir educação especial a alunos com deficiência em Guajará-Mirim

A Justiça de Rondônia determinou que o Município de Guajará-Mirim apresente, no prazo de 60 dias, informações detalhadas sobre o atendimento educacional especializado ofertado na rede municipal de ensino. A decisão é da 1ª Vara Cível da comarca, em ação civil pública proposta pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO), que aponta possível insuficiência de estrutura e profissionais para atender estudantes com deficiência e outras necessidades educacionais específicas.

FOTO - REPRODUÇÃO 

Na decisão que concedeu parcialmente tutela de urgência, determinou-se que o município informe a quantidade de alunos matriculados em 2026 que demandam atendimento educacional especializado (AEE), além da relação das escolas que possuem salas de recursos multifuncionais e o quadro completo de profissionais que atuam nesse atendimento, com comprovação de formação e carga horária. O município também deverá apresentar as medidas adotadas para suprir eventual falta de profissionais e ampliar a estrutura necessária ao atendimento dos(as) estudantes.

Segundo o Ministério Público, o levantamento administrativo apontou que, das 13 escolas municipais da área urbana, apenas seis dispunham de salas de recursos multifuncionais. Em 2024, cerca de 143 estudantes estavam matriculados para atendimento especializado, assistidos por apenas oito profissionais, o que indicaria possível insuficiência de estrutura e de pessoal qualificado para atender a demanda.

Na decisão, o juiz Eduardo Abílio Kerber Diniz enfatizou o direito fundamental à educação inclusiva, conforme garantido pela Constituição Federal e pela legislação, como a Lei Brasileira de Inclusão. Essa legislação impõe ao poder público a obrigação de assegurar os recursos humanos e materiais necessários para o atendimento de estudantes com deficiência.

O magistrado considerou que há indícios suficientes que exigem esclarecimentos com base em dados concretos, principalmente com o início do ano letivo. 

Destacou ainda que a ausência de documentos por parte do município enfraquece suas alegações de regularidade do serviço e pode indicar uma possível violação ao direito à educação inclusiva. 

Em caso de descumprimento da decisão, foi estabelecida uma multa diária de mil reais.

FONTE - TJRO.

Carreta carregada de soja cai em rio durante desvio em obra na zona rural de São Miguel do Guaporé

Uma carreta carregada com soja caiu dentro do rio São Joaquim na tarde de domingo, na zona rural de São Miguel do Guaporé. O acidente ocorreu por volta das 14h, na Linha 86, em um trecho onde está em andamento a construção de uma ponte de concreto. O motorista do veículo, de 26 anos, conseguiu sair da cabine com ajuda de pessoas que estavam no local e não sofreu ferimentos.


De acordo com relatos de moradores, por causa da obra os veículos estão utilizando um desvio provisório. Ao realizar uma curva considerada acentuada nesse trecho, o caminhão passou sobre toras de madeira utilizadas para sustentar o aterro. As estruturas teriam se deslocado, fazendo com que o veículo perdesse sustentação e caísse dentro do rio.

Após o acidente, o motorista foi retirado da cabine por populares. Ele estava consciente e não precisou de atendimento médico. Parte da carga de soja acabou sendo perdida, já que os grãos se espalharam na água. A carreta permaneceu parcialmente submersa no local.

Moradores da região afirmam que o desvio já foi cenário de outros acidentes e relatam dificuldades para a passagem de veículos de grande porte na curva existente no trecho provisório.

Em nota, a prefeitura de São Miguel do Guaporé informou que o motorista teria seguido por um trajeto lateral incorreto, enquanto o fluxo normal ocorre por um desvio provisório devidamente sinalizado. 

A administração municipal também destacou que a obra da ponte está na fase final e que equipes acompanham o local para garantir a segurança dos motoristas que utilizam a estrada.

Copa Porco Solto 2026: Ariquemes consolida força do tiro desportivo com abertura oficial

O Clube de Tiro de Ariquemes (CTAR) foi palco, neste último final de semana, da abertura de um dos circuitos mais relevantes do calendário esportivo rondoniense: a Copa Porco Solto 2026. Marcada pelo alto rigor organizacional e pela integração com o ranking nacional online da Confederação Brasileira de Tiro Prático (CBTP), a 1ª etapa reafirmou o papel do evento como pilar de fomento à modalidade na região.


Reconhecimento e Premiação

Um dos pontos altos do evento foi a cerimônia de premiação das categorias desta fase, onde os atletas que se destacaram nas pistas receberam suas medalhas oficiais. A entrega das honrarias celebrou a precisão técnica e o empenho dos competidores, consolidando o resultado de meses de treinamento. O registro oficial desses momentos de triunfo foi realizado pela equipe stfotos.ro, que acompanhou toda a dinâmica das provas e o pódio.

A etapa inaugural também contou com um momento de confraternização onde foi servido arroz carreteiro, reforçando a integração entre os participantes.


O Esporte como Ambiente Familiar

Para o organizador do circuito e proprietário da CT Hunter, Elton Elena Krajewski, a excelência organizacional visa criar um ecossistema que vá além da disputa por troféus. Segundo Krajewski, o foco está em manter a seriedade do esporte aliada a um convívio saudável.

"Nosso objetivo com a Copa Porco Solto vai além da competição técnica. Queremos fortalecer o ambiente familiar que o tiro esportivo proporciona. É um esporte de disciplina, respeito e convivência, onde recebemos famílias inteiras em um ambiente seguro e acolhedor", destacou o organizador.

Relevância Técnica e Calendário

A importância do evento é chancelada pela parceria com a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) e pela validade das etapas para o cenário nacional da CBTP. Isso garante que os resultados obtidos em Ariquemes e nas próximas sedes tenham peso institucional, elevando o nível dos competidores locais.

O cronograma para o restante do ano já está definido:

2ª Etapa: 25 e 26 de Abril (Clube Buritis)
3ª Etapa: 12 e 13 de Junho (CTAR / Online CBTP)
4ª Etapa: 7 e 8 de Agosto (CTAR)
5ª Etapa: 11 e 12 de Setembro (CTAR / Online CBTP)
6ª Etapa: 6 e 7 de Novembro (CTAR / Online CBTP)

A organização reforça que o sucesso desta etapa inicial projeta um ano de crescimento para o tiro desportivo em Rondônia. Para informações sobre filiações e próximas etapas, o contato oficial é o (69) 9.9362-9813.

Para acompanhar os bastidores, resultados em tempo real de fotos de cada etapa, os interessados podem seguir o perfil oficial no Instagram @ctthunter. A plataforma funciona como canal de comunicação direta, trazendo atualizações constantes via stories e posts sobre o ranking e as novidades das próximas fases.

fonte - assessoria

Mort*s após exames em clínica de Cerejeiras levam Polícia Civil a investigar procedimentos médicos

A Polícia Civil abriu investigação para apurar duas mortes relatadas por familiares de pacientes que passaram por exames de colonoscopia em uma clínica particular no município de Cerejeiras. Os casos envolvem homens que teriam apresentado complicações após os procedimentos médicos, o que levou as famílias a buscarem esclarecimentos sobre as circunstâncias dos atendimentos.

foto - reprodução

Quem são os pacientes

Uma das vítimas é Thyago da Silva Severino, de 34 anos, que faleceu no dia 28 de fevereiro deste ano, um dia após realizar o exame. Segundo familiares, ele fazia acompanhamento médico por possuir síndrome nefrótica e realizava monitoramento frequente de saúde. 

O que aconteceu com Thyago

Durante a colonoscopia, realizada em 27 de fevereiro, teria ocorrido uma perfuração no intestino, o que levou à interrupção do procedimento. Após o exame, Thyago foi encaminhado ao Hospital São Lucas, em Cerejeiras, e posteriormente transferido para o Hospital Regional de Vilhena. Ele passou por cirurgia e chegou a ser internado na Unidade de Terapia Intensiva, mas morreu no dia seguinte.

O que aconteceu com Alzery

Outro caso citado pelas famílias envolve Alzery Geraldo de Souza, que morreu em 30 de setembro de 2025, cerca de dez dias depois de realizar colonoscopia e endoscopia na mesma clínica. 

De acordo com os parentes, logo após a realização dos exames ele começou a sentir dores intensas na região abdominal ainda dentro da unidade de saúde. Os familiares afirmam que o paciente recebeu medicação para dor e foi liberado.

Com a piora do quadro clínico, Alzery foi levado inicialmente ao hospital de Cerejeiras e depois transferido para Vilhena, onde passou por tomografia. Conforme relato da família, o exame identificou uma perfuração intestinal, sendo necessária uma cirurgia de emergência. 

Após o procedimento, ele entrou em coma, permaneceu internado na UTI por dez dias e acabou falecendo.

Os familiares apontam que os dois exames teriam sido realizados pelo mesmo médico e na mesma clínica, porém até o momento não existe confirmação oficial de ligação direta entre as duas mortes.

A família de Thyago afirma que registrou denúncia para que as circunstâncias do atendimento sejam investigadas e eventuais responsabilidades apuradas. Parentes de Alzery também procuraram a polícia e solicitaram a abertura de investigação para esclarecer o ocorrido.

Polícia investiga

A Polícia Civil informou que instaurou inquérito para analisar os fatos e já solicitou o prontuário médico completo de um dos pacientes. A apuração deve verificar como foram realizados os procedimentos e se houve alguma irregularidade no atendimento.

Procurados, o médico responsável pelos exames e a clínica citada nas denúncias não se manifestaram até a última atualização das informações. 

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia informou que tomou conhecimento do caso e que as informações serão avaliadas internamente, destacando que eventuais investigações na esfera do conselho seguem caráter sigiloso.

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Prefeitura apura denúncia de vi*lência obstétrica e ameaça contra gestante em hospital de Ji-Paraná

A Secretaria Municipal de Saúde de Ji-Paraná (RO) instaurou um procedimento interno para investigar a conduta de um médico denunciado por violência obstétrica no Hospital Municipal Dr. Claudionor Couto Roriz. A acusação foi tornada pública após a divulgação de um vídeo nas redes sociais e envolve supostas falas ofensivas e uma ameaça relacionada à gestação.


A denúncia foi apresentada por Elisângela Vitória, de 18 anos, que afirma que sua mãe, Aparecida de Fátima, de 40 anos e grávida de nove meses, procurou atendimento com fortes dores na última segunda-feira (2). 

Segundo o relato, o médico teria tratado a paciente de forma desrespeitosa, minimizado a dor e feito comentários considerados ofensivos, dizendo que ela estaria com manha e que “até a Virgem Maria sentiu dor”, além de relacionar as queixas à idade da gestante.

De acordo com Elisângela, o profissional também afirmou que, caso a paciente não se acalmasse, aplicaria um remédio capaz de matar o bebê. 

Ela relata que, horas depois, a mãe apresentou queda de pressão e sinais de desmaio e, ao solicitar novo atendimento, o médico teria gritado e repetido a ameaça de aplicar uma injeção que poderia matar o bebê. Após o episódio, outro médico teria assumido o acompanhamento.

O secretário municipal de saúde, Cristiano Ramos, informou que procurou o profissional para ouvir sua versão e que o médico alegou ter havido um erro de interpretação por parte da paciente. 

A secretaria afirmou que todos os envolvidos serão ouvidos e reforçou que não compactua com atitudes de violência ou desrespeito. 

Ao fim da apuração, uma nota oficial deve ser divulgada.

Polícia Civil realiza operação contra venda ilegal de canetas emagrecedoras e prende suspeito em flagrante em Vilhena

A Polícia Civil de Rondônia realizou nesta quinta-feira uma operação para combater a comercialização irregular de medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras no município de Vilhena. A ação foi conduzida por equipes da 1ª Delegacia de Polícia, que apuravam denúncias sobre a venda clandestina dessas substâncias.


Segundo a investigação, os produtos possuem comercialização regulamentada e só podem ser adquiridos mediante prescrição médica, além de exigirem controle sanitário específico. 

A operação teve como objetivo verificar a origem e a forma de venda dos medicamentos, diante da suspeita de que estariam sendo oferecidos fora dos canais autorizados.

Durante as buscas realizadas pelos policiais, foram encontradas unidades de substâncias cuja venda é controlada pela vigilância sanitária. 

Como os itens estavam sendo comercializados em desacordo com as normas estabelecidas, foi efetuada a prisão em flagrante no local.

A Polícia Civil destacou que a venda e o uso de medicamentos sem orientação médica e fora das exigências legais podem trazer sérios riscos à saúde da população, além de configurar infrações administrativas e crimes previstos na legislação sanitária.

fonte e foto - PC/RO.

Operação da Polícia Civil prende investigado por homicídio e apreende drogas e arma em Itapuã do Oeste

A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia de Polícia de Candeias do Jamari, cumpriu, nesta quarta-feira (04), mandado de prisão expedido pelo Poder Judiciário em desfavor de W. J. S. M. O indivíduo é investigado por suposto envolvimento no homicídio que vitimou V. H. S. A., ocorrido em 16 de janeiro de 2026, no município de Itapuã do Oeste.

foto - divulgação PC/RO

Durante o cumprimento da decisão judicial, também foi executado mandado de busca e apreensão em um endereço apontado pelas investigações como possível ponto de comercialização de entorpecentes, conhecido popularmente como “boca de fumo”. 

Na residência, os policiais localizaram quantidade de substâncias entorpecentes que indica a prática de mercancia ilícita no imóvel.

Além disso, no momento da prisão, W. J. S. M. foi flagrado na posse de uma arma de fogo, que foi imediatamente apreendida. Ainda no local, um menor de idade foi apreendido pela suposta prática de ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas.

A Polícia Civil de Rondônia reitera que as investigações seguem em andamento, com o objetivo de identificar e responsabilizar todos os envolvidos no crime.

FONTE - PC/RO.

Operação da Polícia Civil investiga est*pr0 e apreende droga durante ação em Vilhena

A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Vilhena, deflagrou, na data de ontem (04), operação policial no município de Vilhena.


O objetivo da ação foi dar cumprimento ao mandado de busca e apreensão no âmbito de investigação que apura os crimes de estupro (art. 213 do Código Penal) e registro não autorizado da intimidade sexual (art. 216-B do Código Penal). Os fatos estão sendo apurados em procedimento que tramita sob sigilo, medida adotada para resguardar a integridade e privacidade da vítima.

Durante o cumprimento da ordem judicial, foram apreendidos dispositivos eletrônicos que serão submetidos à perícia técnica. 

No local, os policiais também localizaram aproximadamente 200 gramas de substância análoga à skunk, conhecida como “super maconha”, além de uma balança de precisão e outros objetos comumente associados à prática do tráfico de drogas. 

As investigações também indicam que o investigado é suspeito de fornecer entorpecentes em festas universitárias.

A Polícia Civil de Rondônia reforça seu compromisso com a proteção das vítimas, especialmente em casos que envolvem crimes contra a dignidade sexual, e informa que novas atualizações poderão ser divulgadas conforme o avanço das investigações.

FONTE - PC/RO.

Polícia Civil coordena força-tarefa e deflagra operação Escórias em Costa Marques



Na manhã desta quarta-feira (4), a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Costa Marques, juntamente com a Polícia Penal e Militar, deflagrou a Operação Escórias, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa violenta que, recentemente, teria proferido ameaças contra policiais penais que atuam na unidade prisional da cidade.

Durante a ação, foram cumpridos oito mandados judiciais de busca e apreensão, sendo seis em endereços situados na zona urbana e dois na zona rural do município. No decorrer das diligências, duas pessoas foram presas em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo.

Ao todo, foram apreendidas três armas de fogo, além de diversas munições, entre elas munições de fuzil calibre 7,62 mm, classificadas como de uso restrito. Todo o material foi recolhido e encaminhado para os procedimentos legais cabíveis.

Conforme informações das forças de segurança, a Polícia Penal já havia realizado, em momento anterior, a transferência de detentos apontados como responsáveis por coagir outros presos e ameaçar servidores do sistema prisional. A operação desta quarta-feira concentrou esforços na identificação e responsabilização de indivíduos que, fora do ambiente carcerário, estariam prestando apoio logístico e operacional às atividades da organização criminosa.

A ação contou com a participação de policiais civis da Delegacia Regional de São Miguel do Guaporé, das Delegacias de São Francisco do Guaporé e Seringueiras, além de policiais penais e policiais militares de Costa Marques e São Miguel do Guaporé, incluindo equipes do PATAMO e do Serviço Reservado. Aproximadamente 30 agentes de segurança pública foram mobilizados para o cumprimento das ordens judiciais.

A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso com o enfrentamento qualificado às organizações criminosas, destacando a importância da atuação integrada entre as instituições para a preservação da ordem pública, a proteção da sociedade e a defesa do Estado Democrático de Direito.
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