A Polícia Civil prendeu o ex-vereador Kerling Aparecido Moreira, conhecido como Kerling Brito, e o irmão dele, Kerli Moreira, suspeitos de serem os mandantes de um triplo homicídio ocorrido em novembro de 2024, na zona rural de Guajará-Mirim, em Rondônia. A ação foi realizada durante a Operação “Nó Górdio”, deflagrada nesta terça-feira (19).
Gabriele Melo Augusto Bramini, de 24 anos, Wellington Rodrigues Gutierrez, de 32 anos, e Raimundo Nonato Rodrigues Cardoso, de 42 anos (da esquerda para a direita) — Foto: Reprodução/Redes sociais
Segundo as investigações, os irmãos teriam participado do planejamento das mortes de Gabriele Melo Augusto Bramini, de 24 anos, Wellington Rodrigues Gutierrez, de 32, e Raimundo Nonato Rodrigues Cardoso, de 42 anos. O suspeito apontado como executor dos disparos, Victor Moreira de Souza, segue foragido.
Kerling Brito foi preso preventivamente em um estabelecimento comercial. De acordo com a Polícia Civil, pelo menos seis pessoas teriam envolvimento no planejamento do crime, que pode ter sido motivado por uma dívida financeira ligada a uma grande quantia em dinheiro que Raimundo Nonato teria para receber.
O triplo homicídio aconteceu na Estrada do Palheta. As vítimas estavam em uma caminhonete branca quando foram surpreendidas por diversos tiros. Wellington e Raimundo morreram ainda no local.
Gabriele chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Regional Perpétuo Socorro, mas não resistiu aos ferimentos.
As investigações seguem para localizar o suspeito foragido e esclarecer todos os detalhes da execução do crime.
A docente de 33 anos, recebeu alta médica após apresentar melhora no quadro clínico...
A Secretaria Municipal de Saúde de Rolim de Moura descartou nesta terça-feira (19) o segundo caso suspeito de meningite investigado no município. A paciente, uma professora de 33 anos, recebeu alta médica após apresentar melhora no quadro clínico.
O caso estava relacionado à morte do adolescente Eduardo Nascimento, de 14 anos, diagnosticado com meningite bacteriana. O estudante morreu no início deste mês em um hospital de Ji-Paraná após complicações da doença.
Segundo as autoridades de saúde, a professora leciona na Escola Carlos Drummond de Andrade e teve contato próximo com o adolescente, o que levou à internação para investigação epidemiológica. Ela permaneceu internada no Hospital Regional de Cacoal (Heuro) até receber avaliação médica favorável para alta.
A Semusa informou que os exames realizados descartaram a doença na paciente. O caso vinha sendo monitorado devido à proximidade entre os dois e ao risco de transmissão da meningite bacteriana.
A morte de Eduardo gerou preocupação entre familiares, alunos e moradores do município, mobilizando equipes de saúde e ações de monitoramento preventivo na rede escolar.
Entre os agrotóxicos encontrados estava um considerado extremamente tóxico (fosfeto de alumínio) e outros dois que são moderadamente tóxicos...
O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça contra um proprietário de área rural e dois arrendatários por uso de agrotóxicos que têm causado intoxicação em indígenas Puruborá e também gerado contaminação do meio ambiente, em Seringueiras (RO). A propriedade rural tem plantio de soja e outros cultivos.
O MPF considera que a pulverização de agrotóxicos é parte de um conflito maior de intimidação pelos quais os indígenas passam em decorrência da pressão causada pelo plantio de soja e tentativa de expulsá-los da região. A comunidade indígena reivindica a demarcação de seu território, o que desagrada os fazendeiros da região.
O imóvel rural se chama Sítio Boa Esperança e fica próximo à aldeia Aperoí, da etnia Puruborá. A aldeia tem cerca de 40 indígenas. Após pulverizações de agrotóxicos por aeronave, várias crianças, adultos e idosos indígenas dessa aldeia tiveram erupções cutâneas espalhadas pelo corpo, além de dores de cabeça e náuseas.
Uma das casas dos indígenas, que fica no meio de duas plantações de soja, foi abandonada após as pulverizações causarem problemas de saúde aos moradores – um casal e seus dois filhos.
Foto: Reprodução
A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) autuou e notificou mais de uma vez os arrendatários e o proprietário do imóvel rural para que interrompessem a intoxicação dos indígenas e a poluição do meio ambiente. Ao analisar o solo da área, a Idaron encontrou herbicidas de soja, milho, café e pasto.
Entre os agrotóxicos encontrados estava um considerado extremamente tóxico (fosfeto de alumínio) e outros dois que são moderadamente tóxicos aos seres humanos (metonil; bifentrina e acetamiprido). Entre todos os agrotóxicos encontrados na análise, 12% tinham grau elevado de toxicidade.
Aumento da tensão – Antes de acionar a Justiça Federal por ação civil pública, o MPF tentou uma solução extrajudicial para o problema: expediu uma recomendação e posteriormente iniciou negociações para assinatura de um acordo (termo de ajustamento de conduta), mas ainda durante as tratativas ocorreram novas pulverizações de agrotóxicos, afetando a saúde de diversos indígenas.
Foto: Reprodução
Segundo o MPF, os réus não só mantiveram, mas intensificaram a pulverização de agrotóxicos na plantação de soja em 2024 e 2025. Nessa época, crianças e adultos Puruborá passaram a apresentar graves lesões e feridas na pele. Para o MPF, houve um escalonamento de ações por parte dos réus que buscavam forçar a expulsão dos indígenas da área que habitam.
O órgão relaciona a intoxicação com outros episódios contra os indígenas na mesma época, como a queima de uma maloca, considerada sagrada pelos Puruborá, além de tiros de revólver em direção à residência de indígenas durante os trabalhos do grupo de demarcação da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Antes disso, os indígenas já haviam relatado incêndios criminosos próximos às suas casas e às suas plantações.
Entre os motivos para a tentativa de expulsão dos indígenas também estaria o fato de que, em março de 2024, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) visualizou na aldeia Aperoí, vizinha ao Sítio Boa Esperança, diversos fragmentos de antigos vasilhames cerâmicos na superfície nos dois lados da cerca que divide as terras. Os achados arqueológicos motivaram o Iphan a emitir uma notificação ao proprietário da fazenda para suspender as atividades de intervenção no solo e enviar a documentação de regularidade de suas atividades agrícolas. A intenção do Iphan com a medida foi preservar o sítio arqueológico Puruborá.
Danos ambientais – Em 2024, a Idaron constatou que a aplicação de agrotóxicos não respeitou a distância mínima de 90 metros em relação à margem do Rio Manoel Correia, que é área de preservação permanente. Na época, a Idaron atestou a inviabilidade da área arrendada (52 hectares) para o plantio de soja. Isso porque o local é ambientalmente sensível, pois é uma bacia de captação e de nascentes do rio. Nesse tipo de área é recomendado apenas cultivo de produtos orgânicos e de recomposição florestal, como cacau e cupuaçu.
Em inspeção ao local, o Idaron encontrou resíduos de cultivo de soja não colhidos, em estado de pouco desenvolvimento ou grãos inviáveis devido à umidade excessiva. Como forma de dar vazão à água das partes alagadas, os réus escavaram valas que saem do imóvel rural e vão até um pequeno igarapé, que tem abundantes nascentes e é afluente do Rio Manoel Correia. As valas foram feitas em uma área de preservação permanente, com despejo direto no rio, impactando o ecossistema, sem autorização dos órgãos ambientais.
Na ação, o MPF destaca que a insistência no cultivo de soja e na aplicação de agrotóxicos em local sabidamente inadequado ocorreu mesmo após advertências formais por meio de autos de infração ambiental, recomendação do órgão e tentativa de pactuar um acordo. Além disso, o documento afirma que a degradação do meio ambiente também causou desequilíbrio ecológico, com mortandade de peixes no rio Manoel Correia, onde os indígenas pescavam, agravando a subsistência da comunidade.
Compensação e reparação – O MPF pede compensação e reparação dos danos causados, inclusive danos morais da comunidade indígena. Entre os pedidos do órgão à Justiça Federal estão a condenação dos réus a: • Pagamento de danos morais coletivos de R$ 2 milhões em favor da comunidade indígena Puruborá; • Pagamento de R$ 30 mil reais a cada morador da aldeia Aperoi; • Pagamento de R$ 100 mil para cada integrante da família (um casal com dois filhos) que necessitou abandonar sua casa após a contaminação por agrotóxicos; • Proibição de pulverizar agrotóxicos e de não promover ou permitir plantação de soja no local; • Proibição de realizar intervenções nas áreas de preservação permanente; • Fazer a recomposição total da área de preservação permanente.
A Polícia Rodoviária Federal divulgou nesta terça-feira (19) o balanço da Operação Fronteira em Rondônia, ação realizada entre os dias 10 e 15 de maio com foco no combate aos crimes transfronteiriços nas rodovias federais e áreas estratégicas do país.
Durante a operação, sete pessoas foram presas no estado. Duas delas possuíam mandados de prisão em aberto, enquanto as demais foram flagradas cometendo diferentes delitos durante as fiscalizações.
Além das prisões, a PRF apreendeu uma arma de fogo, 33 munições e cerca de 60 quilos de entorpecentes. A ação também teve como objetivo intensificar o combate ao tráfico de drogas, armas, munições e outros produtos ilícitos, além da repressão a crimes fiscais e ambientais.
A Operação Fronteira ocorreu simultaneamente em estados que fazem parte da faixa de fronteira terrestre brasileira, incluindo Acre, Amazonas, Roraima, Amapá, Pará, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Segundo a PRF, a operação reforça o trabalho integrado de segurança pública e o compromisso institucional de promover mais segurança nas rodovias federais e áreas de interesse da União.
Erdinei Damivelli, de 20 anos, não resistiu aos ferimentos após permanecer internado em estado grave no Hospital...
foto - edição R1 Rondônia
Morreu na noite desta segunda-feira (18) a segunda vítima do grave acidente registrado em Rolim de Moura, no interior de Rondônia. Erdinei Damivelli, de 20 anos, não resistiu aos ferimentos após permanecer internado em estado grave no Hospital de Urgência e Emergência Regional de Cacoal (Heuro).
O acidente já havia causado a morte do adolescente Clayton Ruan Mesilho dos Santos, de 16 anos. Outras três pessoas seguem hospitalizadas, sendo duas em estado estável e uma em condição considerada gravíssima.
Segundo informações apuradas pela polícia, cinco ocupantes estavam no veículo no momento da colisão. O carro, pertencente a uma revendedora de automóveis, havia sido retirado por um dos envolvidos para passar por um serviço de polimento.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, o motorista trafegava em alta velocidade e realizando manobras em zigue-zague antes de perder o controle da direção e bater violentamente contra uma árvore.
Com a força do impacto, três ocupantes foram arremessados para fora do automóvel. O veículo ficou completamente destruído.
Testemunhas relataram que o automóvel trafegava em alta velocidade e fazendo manobras em zigue-zague antes da colisão...
Um adolescente de 16 anos morreu e outras quatro pessoas ficaram gravemente feridas após um carro bater violentamente contra uma árvore na tarde de domingo (17), em Rolim de Moura, interior de Rondônia.
Segundo informações da polícia, o veículo pertence a uma revendedora de automóveis e havia sido retirado por um dos envolvidos para passar por um serviço de polimento. O acidente aconteceu na Avenida Barão de Melgaço.
Testemunhas relataram que o automóvel trafegava em alta velocidade e fazendo manobras em zigue-zague antes da colisão. Com o impacto da batida, o carro ficou completamente destruído e três ocupantes foram arremessados para fora do veículo.
O Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia confirmou a morte de Clayton Ruan Mesilho dos Santos, de 16 anos, ainda no local do acidente. As outras quatro vítimas foram socorridas em estado grave e encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município.
Durante a perícia, foram encontradas garrafas de energético dentro do automóvel. Os peritos também identificaram forte odor de álcool no interior do veículo e constataram que o carro estava sem os bancos.
A Polícia Civil de Rondônia investiga as circunstâncias do acidente e a possível responsabilidade dos envolvidos na retirada e condução do veículo.
Durante a tentativa de abordagem, o motorista desobedeceu à ordem de parada e fugiu em alta velocidade, dando início a um acompanhamento tático...
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia, com apoio da Polícia Militar (PMRO), apreendeu na manhã deste domingo (18) mais de 168 quilos de substância análoga à skunk durante uma ação no km 50 da BR-364, no município de Alvorada d'Oeste. Um homem de 28 anos foi preso em flagrante.
Segundo a PRF, a equipe recebeu informações após análise de risco sobre um veículo suspeito que trafegava pela rodovia. Durante a tentativa de abordagem, o motorista desobedeceu à ordem de parada e fugiu em alta velocidade, dando início a um acompanhamento tático.
Poucos quilômetros depois, o condutor parou o carro no acostamento e foi abordado pelos policiais.
Durante as buscas no automóvel, os agentes localizaram 162 tabletes da droga, totalizando 168,64 quilos de skunk.
O suspeito, o veículo e todo o material apreendido foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal em Ji-Paraná, onde foram adotadas as medidas cabíveis.
Além das duas vítimas fatais, outras pessoas que estavam nos automóveis também ficaram feridas e receberam atendimento médico...
FOTO - Reprodução
Dois jovens morreram após um grave acidente envolvendo uma motocicleta e dois carros na RO-383, entre Cacoal e o distrito de Nova Estrela, no fim da tarde deste domingo (17). Uma das vítimas, Vinicius Cardoso de Souza, de 31 anos, faria aniversário no próximo dia 29 de maio. O outro rapaz foi identificado como Vanderlei Vieira Coelho Júnior, de 25 anos.
Segundo testemunhas, os ocupantes da motocicleta seguiam em “zigue-zague” pela rodovia momentos antes da colisão, colocando outros motoristas em risco. A moto acabou atingindo inicialmente um carro que trafegava no sentido contrário e, devido ao forte impacto, foi arremessada contra outro veículo que seguia na mesma direção.
foto - reprodução
Vinicius morreu ainda no local do acidente. Vanderlei foi socorrido em estado grave e encaminhado ao Hospital Euro, em Cacoal, onde passou por procedimentos cirúrgicos, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na manhã desta segunda-feira (18).
Além das duas vítimas fatais, outras pessoas que estavam nos automóveis também ficaram feridas e receberam atendimento médico. Parte delas foi levada ao Hospital Euro e outra encaminhada ao Hospital Municipal.
A Polícia Civil informou que o caso foi registrado inicialmente como homicídio culposo e lesão corporal culposa no trânsito, quando não há intenção de matar ou ferir.
A investigação deverá apontar quem conduzia a motocicleta no momento da tragédia.
Segundo a Caixa Econômica Federal, o jogo premiado em Rondônia foi uma aposta simples de seis dezenas, registrada presencialmente em uma lotérica de Cacoal...
Uma aposta registrada em Cacoal, no interior de Rondônia, ficou a apenas um número do prêmio principal da Mega-Sena e faturou R$ 19.052,37 no concurso 3009, realizado na noite deste sábado (16), em São Paulo.
O bilhete premiado acertou cinco das seis dezenas sorteadas. Os números foram: 04, 06, 08, 18, 21 e 30. Nenhuma aposta conseguiu acertar todos os números, fazendo o prêmio acumular para o próximo sorteio especial, que deve pagar cerca de R$ 300 milhões.
Segundo a Caixa Econômica Federal, o jogo premiado em Rondônia foi uma aposta simples de seis dezenas, registrada presencialmente em uma lotérica de Cacoal.
Ao todo, 136 apostas em todo o país acertaram a quina e receberam o mesmo valor. Outras 6.714 apostas fizeram quatro acertos e ganharam R$ 636,14 cada.
O próximo concurso da Mega-Sena será realizado no dia 24 de maio em edição especial comemorativa pelos 30 anos da loteria. Diferente dos concursos tradicionais, o prêmio não acumula.
As apostas podem ser feitas até as 22h do dia 23 de maio pelo aplicativo ou portal das Loterias Caixa, além das lotéricas credenciadas em todo o país.
A aposta mínima custa R$ 6. De acordo com a Caixa, a chance de acertar as seis dezenas em um jogo simples é de uma em mais de 50 milhões.
Uma ação da Polícia Militar de Rondônia resultou na apreensão de entorpecentes, armas de fogo, munições e materiais usados no tráfico de drogas na manhã desta sexta-feira (15), em Ouro Preto do Oeste. A ocorrência foi registrada durante a operação nacional “Brasil Contra o Crime Organizado”, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Segundo a PM, equipes do 2º Batalhão realizavam patrulhamento no bairro Jardim Aeroporto quando identificaram um motociclista em atitude considerada suspeita. Ao receber ordem de parada, o condutor ignorou a determinação e fugiu em alta velocidade por várias ruas da cidade, realizando manobras perigosas e colocando em risco pedestres e motoristas, inclusive passando pela área do bosque municipal.
Devido ao grande movimento de veículos e pessoas nas vias, os policiais decidiram interromper o acompanhamento para evitar acidentes. Pouco depois, ao retornarem ao ponto inicial da suspeita, os militares avistaram um homem correndo de uma residência e tentando se esconder em outro imóvel localizado no mesmo terreno.
Durante a abordagem, o suspeito retirou espontaneamente de dentro de uma fronha uma porção com cerca de 28 gramas de substância semelhante à maconha. Com base nas circunstâncias e em informações recebidas pela equipe, os policiais realizaram buscas no imóvel.
Nas diligências, foram encontradas outras porções aparentando ser maconha, cocaína, crack e uma substância sintética semelhante ao êxtase. Também foram apreendidas embalagens para fracionamento de drogas e uma balança de precisão.
Os militares localizaram ainda uma pistola calibre .22, uma arma artesanal tipo garrucha calibre .38 e munições intactas dos calibres .38 e .357.
Todo o material foi apreendido, incluindo uma motocicleta citada em denúncias como possível veículo utilizado para entrega de drogas no sistema delivery. O suspeito e os objetos recolhidos foram encaminhados para os procedimentos legais.
Última semana de inscrições para os concursos da Prefeitura de Ji-Paraná com vagas na educação e saúde...
Os candidatos interessados em ingressar no serviço público municipal devem ficar atentos: termina na próxima quinta-feira, 21 de maio de 2026, o prazo de inscrição para os concursos públicos da Prefeitura de Ji-Paraná destinados às Secretarias Municipais de Educação (SEMED) e de Saúde (SEMUSA). Os certames oferecem vagas imediatas e formação de cadastro de reserva para cargos de níveis médio, técnico e superior, com salários atrativos e diversos benefícios previstos em lei.
As inscrições seguem abertas exclusivamente pela internet, por meio do site oficial do Instituto Consulplan, www.institutoconsulplan.org.br
Na área da Educação, os vencimentos podem chegar a R$ 5.130,63. Já na Saúde, há destaque para os cargos médicos, cuja remuneração pode alcançar R$ 10.170,07, além de gratificação de R$ 3.500,00.
Outras funções também apresentam salários competitivos, variando conforme o cargo, carga horária e nível de escolaridade exigido.
Além da remuneração-base, os aprovados terão acesso a benefícios e adicionais previstos na legislação municipal, incluindo gratificações por qualificação acadêmica, que podem variar entre 10% e 45% sobre o vencimento básico, adicionais de insalubridade, produtividade e incentivos específicos para determinadas áreas da saúde.
Outro diferencial importante dos certames é a possibilidade de o candidato realizar inscrição para até quatro cargos, desde que as provas sejam aplicadas em dias e turnos diferentes.
As taxas de inscrição variam entre R$ 76,00 e R$ 86,00, conforme o cargo pretendido.
PROVAS SERÃO REALIZADAS EM JUNHO E JULHO
O processo seletivo contará com prova objetiva para todos os cargos. Para funções de nível superior e cargos do magistério, também haverá avaliação de títulos.
As provas estão previstas para os dias 28 de junho e 12 de julho de 2026, no município de Ji-Paraná, em horários distintos, conforme o cargo escolhido pelo candidato.
Os editais também garantem inclusão e acessibilidade, com reserva de 5% das vagas para pessoas com deficiência, além da possibilidade de solicitação de atendimento especial para realização das provas.
Alguns cargos possuem requisitos específicos, como residência na área de atuação e participação em cursos de formação, conforme previsto nos editais.
OPORTUNIDADE DE FORTALECER A CARREIRA NO SERVIÇO PÚBLICO
A abertura dos concursos reforça o compromisso da administração municipal com o fortalecimento das áreas de Educação e Saúde, ampliando o quadro de profissionais e buscando melhorar os serviços prestados à população de Ji-Paraná.
Com o encerramento das inscrições se aproximando, a orientação é para que os interessados não deixem para a última hora, evitando problemas de acesso ao sistema ou perda do prazo.
Os editais completos, cronogramas, conteúdo programático e todas as informações sobre os cargos estão disponíveis no portal oficial do Instituto Consulplan.
A Justiça de Rondônia condenou a 45 anos de prisão, em regime fechado, o homem acusado de assassinar a ex-companheira Luzia Pedra Vieira no município de Monte Negro. O julgamento ocorreu nesta sexta-feira (15), durante sessão do Tribunal do Júri da Comarca de Ariquemes.
Segundo as investigações, o crime aconteceu na madrugada de 24 de novembro de 2024, depois que vítima e acusado deixaram uma festa em um bar da cidade. Luzia foi atacada enquanto caminhava e sofreu golpes profundos de canivete na região do pescoço, atingindo a jugular.
Vítima, Luzia Pedra Vieira, 43 anos
De acordo com o inquérito, momentos antes do assassinato, o acusado teria enviado mensagens à irmã da vítima afirmando que mataria a ex-companheira por ciúmes.
foto - divulgação MPRO
Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o feminicídio foi motivado por sentimento de posse e ciúmes. Os jurados reconheceram as qualificadoras de motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima diante da violência empregada no crime.
Além da pena de prisão, a Justiça determinou o pagamento de R$ 80 mil de indenização à família da vítima. Luzia deixou uma filha com deficiência visual.
A acusação no júri foi conduzida pela promotora de Justiça Tereza de Freitas Maia Cotta, cujas teses foram acolhidas pelo Conselho de Sentença.
A docente está hospitalizada há cerca de uma semana e apresenta quadro clínico estável, segundo a Secretaria de Saúde...
A Secretaria Municipal de Saúde de Cacoal confirmou nesta sexta-feira (15) que o adolescente Eduardo Nascimento, de 14 anos, morreu em decorrência de meningite bacteriana em Rondônia. O estudante, morador de Rolim de Moura, estava internado desde o agravamento do quadro clínico e morreu na última segunda-feira (11), após ser transferido para uma unidade hospitalar em Ji-Paraná.
De acordo com a Semusa, o exame realizado antes da morte confirmou que o jovem foi vítima de uma variante bacteriana da meningite que não possui vacina disponível atualmente. Segundo as autoridades de saúde, o tipo identificado não pertence aos grupos prevenidos pelos imunizantes meningocócico, pneumocócico ou Haemophilus influenzae tipo B.
Além do caso confirmado, uma professora que teve contato próximo com o adolescente também segue internada no Hospital Regional de Cacoal. A mulher está hospitalizada há cerca de uma semana e apresenta quadro clínico estável, segundo a Secretaria de Saúde.
Apesar de ainda não haver confirmação laboratorial no caso da professora, a Semusa informou que existe relação epidemiológica entre os dois casos devido ao contato direto entre ambos. Equipes de saúde acompanham a situação e monitoram possíveis novos casos.
A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que revestem o sistema nervoso central. A doença pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas, sendo as formas bacterianas consideradas as mais graves devido ao alto risco de morte e sequelas permanentes.
Entre as possíveis complicações estão perda auditiva, danos neurológicos e comprometimento dos movimentos. Crianças e adolescentes estão entre os grupos mais vulneráveis à doença.
O tratamento varia conforme o agente causador. Nos casos bacterianos, o atendimento deve ser imediato, com internação hospitalar e uso de antibióticos. Autoridades de saúde reforçam a importância da vacinação e da procura rápida por atendimento médico diante de sintomas como febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez no pescoço e vômitos.
A Secretaria Municipal de Saúde investiga um segundo caso suspeito de meningite em Rolim de Moura, interior de Rondônia. A paciente é professora do adolescente Eduardo Nascimento, de 14 anos, que morreu na última segunda-feira (11) em um hospital de Ji-Paraná com suspeita da doença.
Segundo as autoridades de saúde, existe relação epidemiológica entre os dois casos, já que ambos tiveram contato próximo. A professora, que atua na Escola Carlos Drummond de Andrade, está internada no Hospital Regional de Cacoal (Heuro), onde recebe acompanhamento médico. O quadro de saúde dela é considerado estável.
A suspeita inicial é de meningite bacteriana, mas o tipo da doença ainda não foi confirmado. Os exames laboratoriais seguem em análise e o resultado oficial ainda não foi divulgado.
A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que revestem o sistema nervoso central, e pode ser causada por bactérias, vírus, fungos ou parasitas. As formas bacterianas da doença são consideradas mais graves e exigem tratamento imediato com antibióticos em ambiente hospitalar.
De acordo com o Ministério da Saúde, a doença pode causar sequelas graves, como surdez, comprometimento neurológico e perda de movimentos, além de apresentar alto índice de mortalidade em alguns casos.
As autoridades reforçam que a principal forma de prevenção é a vacinação, disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de cuidados com higiene e acompanhamento médico diante de sintomas suspeitos.
A meningite é uma inflamação das membranas que revestem o sistema nervoso central e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas...
foto - imagem meramente ilustrativa/ reprodução Governo de RO
Um estudante de 15 anos morreu com suspeita de meningite em Rolim de Moura, interior de Rondônia. Eduardo Nascimento estava internado em um hospital de Ji-Paraná após apresentar sintomas da doença, mas não resistiu e morreu nesta segunda-feira (11).
O caso acendeu alerta na rede pública de saúde do município, que já investigava outros pacientes com suspeita da doença. Até o momento, os exames laboratoriais que devem confirmar oficialmente o diagnóstico ainda não foram concluídos.
Em nota de pesar, a escola onde o adolescente estudava lamentou a morte e informou a suspensão das aulas nesta terça-feira (12). A instituição se solidarizou com familiares, amigos e colegas de Eduardo diante da perda.
A Secretaria Municipal de Saúde informou anteriormente que os casos seguem sendo tratados como suspeitos até a divulgação dos resultados laboratoriais. A reportagem tentou novo contato com a Semusa para atualização das investigações, mas não obteve retorno.
A meningite é uma inflamação das membranas que revestem o sistema nervoso central e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas. Segundo o Ministério da Saúde, os casos bacterianos são os mais graves e podem provocar sequelas severas, como perda auditiva, danos neurológicos e até morte.
Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, rigidez na nuca e manchas pelo corpo. O tratamento varia conforme o agente causador da infecção.
O Ministério da Saúde reforça que a vacinação é uma das principais formas de prevenção da doença. O SUS disponibiliza imunizantes contra os principais tipos de meningite bacteriana no calendário nacional de vacinação.