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Casos suspeitos de Mpox devem procurar UPAs 24h

Unidades de saúde estão preparadas para atender o público reduzir risco de transmissão...



A prefeitura de Porto Velho junto com a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) atualizou a orientação de atendimento para casos suspeitos de Mpox em Porto Velho.

A partir de agora, pessoas com sintomas compatíveis com a doença devem procurar preferencialmente as unidades de pronto atendimento 24 horas da rede municipal.

A Semusa lembra que o paciente não terá atendimento negado nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). No entanto, para reduzir o risco de transmissão em outros pontos da rede e garantir maior agilidade na assistência, a orientação é que casos suspeitos busquem diretamente às unidades de urgência e emergência.

A medida foi adotada porque, ao procurar inicialmente uma UBS, o paciente suspeito tende a ser posteriormente encaminhado para unidades de pronto atendimento, o que pode gerar deslocamentos desnecessários.

Onde procurar atendimento?

Devem buscar avaliação pessoas que apresentem sintomas como febre, ínguas e lesões na pele, incluindo na região genital

A orientação é que casos suspeitos se dirijam preferencialmente às unidades:

UPA Leste (Provisória) — Rua Fernando Corona, nº 2704, esquina com a Rua Plácido de Castro, bairro Juscelino Kubitschek (JK)

UPA Sul — Rua Urtiga Vermelha S/N (esquina com Avenida Jatuarana), bairro Nova Floresta

Pronto Atendimento Dra. Ana Adelaide — Rua Padre Chiquinho, nº 1060, bairro Pedrinhas

Pronto Atendimento José Adelino da Silva (Pronto-socorro) — Rua Órion, 11646, bairro Ulisses Guimarães

Devem buscar avaliação pessoas que apresentem sintomas como febre, ínguas e lesões na pele, incluindo na região genital.

A Secretaria reforça que mantém vigilância ativa sobre a doença no município e orienta a população a evitar contato direto com lesões de pele de outras pessoas, não compartilhar objetos de uso pessoal e procurar atendimento ao surgimento de sintomas.

"Importante a população ficar informada que a prefeitura disponibiliza toda sua estrutura de saúde das UPAs, para que os casos notificados sejam tratados por meio das nossas equipes", disse o prefeito Léo Moraes.

"Nas unidades de pronto atendimento temos equipes de saúde preparadas para orientar a população e adotar as medidas necessárias para cada paciente", afirmou Jaime Gazola, médico e Secretário Municipal de Saúde (Semusa).

A prefeitura por meio da Semusa segue monitorando continuamente o cenário epidemiológico em Porto Velho.

Texto: Taiana Mendonça
Fotos: Arquivo
Edição: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Anvisa investiga 65 mortes associadas a Ozempic, Mounjaro e outras canetas emagrecedoras

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) investiga a relação do uso de canetas emagrecedoras com 65 mortes registradas no país. Os casos aconteceram entre dezembro de 2018 e dezembro do ano passado. As informações são da Agência Pública.


Além disso, a agência também registrou 2.436 notificações de eventos adversos relacionados ao uso dos medicamentos, incluindo náuseas, diarreia e até "experiência de morte iminente".


As notificações envolvem quatro tipo de medicamentos: a semaglutida (presente na Ozempic e Wegovy), a liraglutida, a dulaglutida e tirzepatida (presentes no Mounjaro).


Não há nos registros, no entanto, a informação sobre a regularidade dos medicamentos utilizados por essas pessoas, se eram falsos, se foram prescritos por médicos etc.


No início do mês, a Anvisa já havia divulgado a investigação de seis mortes suspeitas por pancreatite associada ao uso de canetas emagrecedoras. Esses casos estão ligados aos medicamentos Ozempic, Mounjaro, Saxenda.


No entanto, o dado geral, considerando todas as causas é dez vezes maior. Já quanto aos eventos adversos, os casos mais graves representam apenas 1% do total, ou 71 ocorrências do total de 2.436.

FONTE - CORREIO 24 HORAS.

Casos confirmados de Mpox em Porto Velho envolvem homens de 20 a 40 anos sem viagens recentes

Quatro casos de Mpox foram confirmados em Porto Velho, todos em homens com idades entre 20 e 40 anos, sem histórico recente de viagens. A informação foi divulgada nesta sexta-feira durante coletiva com representantes da Secretaria de Estado da Saúde e da Agência Estadual de Vigilância em Saúde. Das seis notificações registradas na capital, quatro tiveram resultado positivo e duas foram descartadas após análise laboratorial.


As autoridades orientam que, diante de sintomas suspeitos, a população procure inicialmente uma Unidade Básica de Saúde ou uma Unidade de Pronto Atendimento, seguindo rigorosamente as recomendações médicas para evitar a transmissão do vírus.

Entre os casos investigados, houve ainda a notificação de um paciente atendido no Hospital Infantil Cosme e Damião, que teve resultado negativo para Mpox, sendo confirmado diagnóstico de varicela. 

Os pacientes com confirmação da infecção foram atendidos no Centro de Medicina Tropical de Rondônia, onde passaram por avaliação clínica, receberam orientações e permanecem em isolamento conforme os protocolos de vigilância.

Segundo a secretária adjunta da Saúde, Mariana Bragança, o estado está estruturado para enfrentar a situação. Ela afirmou que os pacientes seguem sob acompanhamento das equipes de saúde, com monitoramento clínico e epidemiológico contínuo.

No cenário nacional, o Brasil soma 47 casos de Mpox em 2026, com predominância de quadros leves e moderados, sem registro de mortes. Dados do Ministério da Saúde indicam que, entre janeiro e fevereiro de 2025, foram contabilizados 260 casos da doença no país.

A Mpox é causada por vírus do gênero Orthopoxvirus, o mesmo grupo relacionado à antiga varíola humana. Embora geralmente apresente evolução controlada, a infecção requer atenção devido ao risco de disseminação por contato físico direto e prolongado. 

Não se trata de doença transmitida pelo ar a longas distâncias, mas ambientes com aglomeração e proximidade aumentam o risco de contágio.

Os sintomas iniciais mais comuns são febre, mal-estar, dor de cabeça e dores musculares. Após alguns dias, podem surgir lesões na pele características da doença. 

O tratamento consiste em medidas de suporte, como controle da dor, hidratação e acompanhamento médico, sendo que a maioria dos pacientes apresenta recuperação satisfatória quando há diagnóstico precoce e isolamento temporário.

Atendimentos e procedimentos em pessoas com fissuras labiopalatinas serão realizados gratuitamente em Porto Velho

Com o objetivo de garantir mais qualidade de vida a crianças e adultos com fissuras labiopalatinas, a Associação Operação Sorriso do Brasil, em parceria com o governo de Rondônia, realiza entre os dias 26 e 30 de março atendimentos e procedimentos cirúrgicos gratuitos em Porto Velho.

A ação contará com profissionais de diversas especialidades, como pediatria, cirurgia plástica, fonoaudiologia, enfermagem e psicologia, assegurando cuidado integral em cada caso.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a iniciativa busca ampliar o acesso à saúde e oferecer melhores condições de vida. “Essa parceria com a Operação Sorriso é um compromisso com todos os cidadãos que nascem com essa condição, que não é uma sentença, e que podem sim ter a qualidade em saúde que merecem”, ressaltou.

COMO PARTICIPAR

Qualquer pessoa com fissura labiopalatina que deseje realizar a consulta deve se inscrever previamente no formulário disponível no link oficial. Após a inscrição, é necessário comparecer à triagem no dia 26 de março, no endereço: Rua das Araras, 241, Bairro Eldorado, no Centro Universitário (FIMCA). Na ocasião, os pacientes passarão por avaliação com profissionais de saúde.

Os selecionados para cirurgia serão atendidos no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, entre os dias 27 e 30 de março. Para agilizar o processo, é importante levar documentos pessoais (identidade, comprovante de residência e cartão SUS), além de exames atualizados: hemograma completo, TAP (Tempo de Atividade da Protrombina) e tipagem sanguínea. Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp: (69) 98118-6949.

OPERAÇÃO SORRISO

A Operação Sorriso Brasil é uma das maiores organizações médicas voluntárias do mundo, reunindo profissionais de mais de 60 países para atender pessoas com deformidades faciais, especialmente fissuras labiopalatinas. Em Rondônia, a iniciativa tem sido uma parceira constante do governo, promovendo ações e capacitando profissionais para ampliar o acesso da população às cirurgias. Mais informações estão disponíveis em: operacaosorriso.org.br.

NUFIS

O estado também oferece atendimento especializado por meio do Núcleo de Fissurados de Rondônia (Nufis), com equipe multiprofissional. O serviço funciona em anexo ao Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, na Avenida Governador Jorge Teixeira, nº 3766, Bairro Industrial, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.
Contato: (69) 99341-5950.

Para o secretário de estado da saúde, Jefferson Rocha, ao oferecer atendimentos e cirurgias gratuitas para pessoas com fissuras labiopalatinas, garantimos inclusão, dignidade e acesso a cuidados especializados que transformam vidas.

fonte - SECOM RO.

Sesau confirma quatro casos de Mpox em Porto Velho

Quatro casos de mpox foram confirmados em Rondônia, todos em Porto Velho, conforme informou a Secretaria de Estado da Saúde. Ao todo, seis notificações da doença foram registradas na capital, com quatro diagnósticos positivos e dois descartados.


Os pacientes confirmados receberam atendimento no Centro de Medicina Tropical de Rondônia, onde passaram por avaliação médica, receberam orientações e permanecem em isolamento para evitar a disseminação do vírus. 

A secretaria também esclareceu que um caso suspeito atendido no Hospital Infantil Cosme e Damião foi descartado, tendo como diagnóstico final varicela.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia, a Mpox é uma infecção viral que provoca febre e lesões na pele, que evoluem para bolhas e feridas. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões, fluidos corporais, sangue, mucosas ou objetos contaminados.

Entre os sintomas mais comuns estão erupções cutâneas em diferentes partes do corpo, febre, fraqueza, aumento dos linfonodos, dores musculares, dor nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal e tosse. 

Embora a maioria dos casos apresente evolução leve, é necessário acompanhamento médico e isolamento para reduzir o risco de contágio.

A orientação é que pessoas com lesões na pele, acompanhadas ou não de febre, procurem uma unidade de saúde para avaliação. 

Em caso de confirmação, o paciente deve manter isolamento, reforçar a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel, não compartilhar objetos pessoais e evitar contato íntimo com outras pessoas até a recuperação. 



A vigilância epidemiológica segue ativa no estado.

Prefeitura orienta sobre vacinação contra influenza e atualização da caderneta

Imunização contra gripe atende grupos prioritários...



A Prefeitura de Porto Velho e a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) orientam à população sobre a importância de manter a caderneta de vacinação atualizada e esclarece que, neste momento, a vacina contra a Influenza está sendo aplicada exclusivamente aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.

As demais vacinas do calendário seguem disponíveis para toda a população, conforme faixa etária e histórico vacinal.

“A ação de vacinar todos é super importante para manter a saúde em dia e preservar a sociedade como todo de riscos de saúde. Por isso, estamos fazendo esse chamamento para que todos no grupo de risco procurem nossas unidades de saúde”, comentou o prefeito Léo Moraes.

Ação de vacinar todos é super importante para manter a saúde em dia, comentou Léo Moraes

Segundo o secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, a imunização é uma das principais estratégias de prevenção de doenças. “A vacinação é segura, gratuita e fundamental para reduzir complicações e internações. É importante que cada cidadão verifique sua situação vacinal e procure a unidade de saúde para atualização”, destacou.

Influenza: vacinação direcionada aos grupos prioritários

A estratégia nacional do Ministério da Saúde prioriza os públicos com maior risco de desenvolver complicações causadas pelo vírus da gripe. Devem procurar a vacina contra a Influenza:

crianças dentro da faixa etária definida pelo Ministério da Saúde;
idosos;
gestantes e puérperas;
pessoas com doenças crônicas e outras com comorbidades;
profissionais da saúde;
professores;
pessoas com deficiência permanente;
caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo;
trabalhadores das forças de segurança e salvamento;
entre outros grupos estabelecidos nacionalmente.

Segundo Jaime Gazola, a imunização é uma das principais estratégias de prevenção de doenças

A vacinação contra a Influenza será ampliada para os demais públicos conforme a disponibilidade de doses e definição do Ministério da Saúde. A data de liberação será divulgada oficialmente pela Semusa assim que estabelecida.

Vacinação de rotina: disponível para toda a população

As demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação permanecem disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde para crianças, adolescentes, adultos e idosos, conforme indicação para cada fase da vida.

Elizeth Gomes Pinto explica que o procedimento é simples

Quem tiver dúvida sobre a situação vacinal pode comparecer à unidade com a caderneta para conferência. A gerente da Divisão de Imunização da Semusa, Elizeth Gomes Pinto, explica que o procedimento é simples. “A equipe avalia o cartão de vacinação, identifica possíveis pendências e orienta sobre a aplicação das doses indicadas, garantindo a proteção adequada para cada faixa etária”, afirmou.

Para receber a vacina, é necessário apresentar documento oficial com foto, CPF ou cartão do SUS e caderneta de vacinação, se disponível. No caso de pessoas com comorbidades, pode ser solicitado laudo ou receita médica.

A Semusa reforça que a vacinação é um ato de responsabilidade coletiva e essencial para a proteção da saúde da população.

Texto: Taiana Mendonça
Foto: Arquivo / Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), informa o falecimento de uma adolescente ocorrido na tarde desta quarta-feira (18), na Unidade de Acolhimento Infantojuvenil Municipal, administrada pelo Núcleo de Apoio à Criança com Câncer (NACC).



O Município manifesta solidariedade aos familiares neste momento de dor.


A Polícia Civil e a Polícia Técnico-Científica estiveram no local, realizaram os procedimentos periciais e registraram a ocorrência. 


As investigações estão em andamento para apurar as circunstâncias da morte. 


A Prefeitura está colaborando integralmente com as autoridades competentes e disponibilizando todas as informações necessárias ao esclarecimento dos fatos.


A gestão municipal reafirma seu compromisso com a transparência e com a apuração rigorosa do ocorrido.

fonte - assessoria

Implante hormonal para planejamento reprodutivo é oferecido em Porto Velho

Insumos enviados garantem proteção de alta eficácia por até três anos...


A cidade de Porto Velho alcança um marco histórico na assistência à saúde da mulher com a oferta inédita do Implanon. O método, que consiste em um implante subdérmico (inserido sob a pele), chega à rede municipal através de uma pactuação com o Ministério da Saúde. É a primeira vez que o município recebe e disponibiliza essa tecnologia de ponta através do Sistema Único de Saúde (SUS).

O dispositivo é um pequeno bastonete flexível que libera hormônios de forma contínua, garantindo proteção contra gravidez não planejada por até três anos. Por ser um método de longa duração e que não depende da administração diária de comprimidos, o Implanon possui eficácia superior a 99%, sendo um dos recursos mais seguros da medicina reprodutiva atual. A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), vai oferecer o serviço na rede pública de saúde.

Público-alvo e critérios de atendimento

A nova estratégia de saúde é voltada para mulheres em idade fértil, na faixa etária de 14 a 49 anos. O foco do atendimento prioriza mulheres em situação de vulnerabilidade, adolescentes e aquelas que possuem contra indicações clínicas a outros tipos de anticoncepcionais, como métodos que utilizam estrogênio.

A chegada dos insumos moderniza o atendimento público, segundo o prefeito Léo Moraes. "Pela primeira vez, estamos garantindo que as mulheres de Porto Velho tenham acesso gratuito, pelo SUS, a um método que antes era restrito à rede particular. É um investimento direto na autonomia da mulher e no planejamento das famílias rondonienses, e em breve será realizado um mutirão para reduzir a fila de espera".

Fluxo de acesso e regulação municipal

O acesso ao implante é estruturado para garantir a segurança clínica da paciente

O acesso ao implante é estruturado para garantir a segurança clínica da paciente. A interessada deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência para uma consulta de planejamento familiar. Durante o atendimento, a equipe de saúde avaliará o histórico médico para confirmar se o método é indicado para o perfil da paciente. Após a avaliação inicial, o pedido é inserido no sistema para agendamento, que organiza o encaminhamento da paciente para uma unidade especializada, onde profissionais habilitados realizarão a inserção do dispositivo.

O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, destaca a importância da organização desse processo. "A porta de entrada é a unidade de saúde, onde ocorre a triagem técnica. Após essa etapa, o pedido segue para a nossa regulação, que coordena o agendamento de forma transparente, assegurando que o procedimento seja realizado com todo o suporte técnico necessário".

Texto: Taiana Queiroz
Edição: Secom
Fotos: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Prefeito Léo Moraes anuncia oferta de Implanon e fortalece políticas de saúde da mulher em Porto Velho

O prefeito Léo Moraes anunciou, nesta quarta-feira (18), que a Prefeitura de Porto Velho passa a oferecer gratuitamente o Implanon na rede municipal de saúde. Pela primeira vez na história do município, o implante contraceptivo, considerado um dos métodos mais eficazes do mundo, estará disponível para a população nas Unidades Básicas de Saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS).


O Implanon é um pequeno bastonete flexível inserido sob a pele do braço, que libera hormônios de forma contínua e garante mais de 99% de eficácia na prevenção da gravidez por até três anos. Antes, o método só era encontrado na rede particular, com custo superior a R$ 2 mil.

O prefeito disse que “pela primeira vez a Prefeitura de Porto Velho recebe o método contraceptivo mais eficaz do mercado pelo SUS. Antes ele só era possível no particular, pagando mais de dois mil reais. Agora passa a ser oferecido gratuitamente na rede municipal de saúde”.


Público-alvo e como ter acesso

A iniciativa é resultado de pactuação com o Ministério da Saúde, destinado a mulheres em idade fértil, entre 14 e 49 anos, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade, adolescentes ou que possuam contraindicações a outros métodos contraceptivos.

Para ter acesso, a interessada deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência e realizar o agendamento para consulta de planejamento familiar. Após avaliação médica, o pedido será inserido na regulação municipal para que o procedimento seja realizado por profissional habilitado.

Com a nova estratégia, o prefeito Léo Moraes reforça o compromisso com a saúde da mulher, ampliando o acesso a métodos contraceptivos modernos, seguros e de longa duração, garantindo mais dignidade, autonomia e planejamento para as famílias de Porto Velho.

fonte - assessoria.

Prefeitura de Porto Velho passa a oferecer Implanon gratuito pelo SUS

A Prefeitura de Porto Velho anunciou que vai disponibilizar gratuitamente o Implanon por meio do Sistema Único de Saúde. O método contraceptivo é apontado como o mais eficaz disponível atualmente para prevenir a gravidez e será destinado a pessoas em idade fértil, entre 14 e 49 anos, que não desejam engravidar neste momento.

FOTO - REPRODUÇÃO

A divulgação foi feita pelo prefeito Léo nesta quarta-feira. Para ter acesso ao dispositivo, é necessário procurar a unidade de saúde mais próxima da residência e realizar o agendamento por meio da regulação municipal.

O Implanon consiste em uma pequena haste flexível implantada sob a pele do braço, em procedimento simples realizado em consultório, com aplicação de anestesia local. 

O dispositivo libera de forma contínua o hormônio etonogestrel, derivado da progesterona, que bloqueia a ovulação e evita a gestação.

Com eficácia prolongada de até três anos, o método apresenta taxa de falha estimada em 0,05%, índice inferior ao da vasectomia, que varia entre 0,1% e 0,15%, e ao do DIU hormonal, cuja taxa oscila entre 0,2% e 0,8%.

Caso de Mpox é confirmado em Porto Alegre

Foram confirmados 11 casos no município gaúcho em 2025; autoridades reforça orientações para evitar contaminação

A cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, registrou mais um caso de Mpox em 2026. A doença é causada por um vírus que pertence ao mesmo grupo da varíola. Segundo a Vigilância Epidemiológica, a infecção ocorreu fora do município. 



Em 2025, foram confirmados 11 casos na capital gaúcha. 


Com a confirmação de mais um caso, a prefeitura de Porto Alegre reforçou as orientações para evitar a contaminação pelo Mpox durante o Carnaval. A administração municipal destaca que a doença é transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias e saliva. 


Também alertou que a prevenção começa antes da folia. É necessário examinar a pele e observar a presença de bolhas ou feridas, e caso existam, a orientação é procurar uma unidade de saúde. Além disso, recomendou evitar contato íntimo ou físico prolongado com pessoas que apresentem lesões suspeitas na pele. 


Outras medidas preventivas incluem a higienização frequente das mãos, evitar o compartilhamento de objetos e o uso de máscaras. 


Os sintomas aos quais os foliões devem ficar atentos são febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e ínguas, seguidos do surgimento de lesões na pele. (CNN)

Carnaval: metanol em bebidas liga sinal de alerta nos estados

Folião deve consumir apenas bebidas de procedência conhecida...

São Paulo- 05/10/2025- Governo de SP intensifica fiscalizações contra falsificação de bebidas e ultrapassa 7 mil garrafas apreendidas. Foto: Pablo Jacob/Governo de São Paulo
© PABLO JACOB/governo de São Paulo

Alguns estados que tiveram mortes e casos por bebidas contaminadas por metanol estarão em alerta neste carnaval para as bebidas adulteradas. Segundo o Ministério da Saúde, em 2025. o Brasil confirmou 76 casos de intoxicação por metanol associada ao consumo de bebidas alcoólicas.

Outras 29 ocorrências ainda estão em investigação. No mesmo período, houve 25 óbitos confirmados, além de oito em investigação. Este ano, até 3 de fevereiro, foram confirmados sete casos e 13 estão sendo investigados.

São Paulo foi o estado mais atingido. A Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) atualizou, nessa quarta-feira (11), o balanço de ocorrências relacionadas à intoxicação por metanol. No total, foram confirmados 52 casos, sendo 12 mortes (quatro homens de 26, 45, 48 e 54 anos residentes da cidade de São Paulo; uma mulher de 30 anos e um homem de 62 anos, de São Bernardo do Campo; dois homens de 23 e 25 anos e uma mulher de 27 anos, de Osasco; um homem de 37 anos, de Jundiaí; um homem de 26 anos, de Sorocaba; e um homem de 26 anos, de Mauá).

Atualmente, quatro mortes permanecem sob investigação: uma em Guariba, de um paciente de 39 anos, uma de São José dos Campos (31 anos) e dois de Cajamar (29 e 38 anos).

A Secretaria de Estado da Saúde alerta a população para os riscos da ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas e reforça a importância de adotar cuidados durante o carnaval. A recomendação é adquirir produtos apenas de estabelecimentos regularizados, verificar a procedência das bebidas e evitar o consumo de itens de origem desconhecida.

O Centro de Vigilância Sanitária (CVS) do estado de São Paulo está coordenando ações junto às Vigilâncias Sanitárias Municipais, responsáveis pela inspeção de estabelecimentos e vendedores ambulantes que oferecem alimentos e bebidas alcoólicas, incluindo a verificação da origem e procedência dos produtos.

Recomendação

O CVS recomenda que bares, empresas e demais estabelecimentos redobrem a atenção quanto à procedência dos produtos e que a população adquira apenas bebidas de fabricantes legalizados, com rótulo, lacre de segurança e selo fiscal, evitando opções de origem duvidosa e prevenindo casos de intoxicação que podem colocar a vida em risco.

São Paulo (SP), 10/10/2025 – São Paulo cria protocolo para detectar metanol em bebidas.
Foto: Governo de SP

Pernambuco

A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) informou que foram confirmados oito casos de intoxicação por metanol no estado, incluindo cinco óbitos em outubro e novembro de 2025. Ela alerta ainda que as bebidas destiladas de procedência duvidosa podem conter metanol ou outras substâncias impróprias para consumo. O metanol é um tipo de álcool extremamente tóxico para o ser humano e pode causar cegueira irreversível, falência renal e até a morte. “Desconfie de bebidas com preço muito abaixo do mercado. Não ingira misturas prontas vendidas em garrafas pet ou recipientes inadequados. Compre de estabelecimentos licenciados pela vigilância sanitária ou vendedores credenciados pela prefeitura. Latas lacradas são mais seguras”, diz a secretaria.

A Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) espera ultrapassar o número de quinhentas inspeções sanitárias. Entre as ações estão a fiscalização em bares, camarotes, restaurantes e locais onde há grande concentração de pessoas, além de inspeções em comércio ambulante garantindo o armazenamento e venda correta de alimentos e bebidas.

Bahia

Foram confirmados nove casos de intoxicação por metanol na Bahia. Três evoluíram para óbito, um residente em Ribeira do Pombal, um em Cansanção e outro em Juazeiro.

A Secretaria da Saúde (Sesab), em parceria com o Ministério da Saúde, informou que reforçou os estoques do antídoto para tratamento da intoxicação por metanol caso haja necessidade. Acrescentou que tem incentivado os municípios a reforçar a fiscalização da venda e distribuição de bebidas destiladas.

Paraná

O Paraná informou que encerrou a Sala de Situação sobre intoxicação por metanol em 24 de novembro de 2025. O estado teve a confirmação de seis casos, sendo que três resultaram em mortes.

Mato Grosso

A Secretaria de Estado de Saúde o Mato Grosso (SES-MT) disse que intensificou as ações de vigilância e fiscalização, mesmo sem registro de novos casos confirmados há mais de 30 dias. O estado registrou seis ocorrências confirmadas. Houve quatro óbitos entre novembro e dezembro de 2025.

A secretaria recomenda cautela aos foliões, que devem consumir bebidas apenas de estabelecimentos regulares e evitar produtos de procedência duvidosa ou sem rótulo adequado. Em caso de sintomas como visão turva, dor abdominal intensa, tontura ou confusão mental após o consumo de bebidas alcoólicas, deve-se procurar imediatamente uma unidade de saúde.

Laboratório móvel no Rio

O estado do Rio de Janeiro não registrou casos nem mortes por metanol nas bebidas. Mesmo assim, a Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor e o Procon estão nas ruas com o Laboratório Itinerante do Consumidor, que circula pelos blocos e no Sambódromo.

Com um laboratório portátil de alta tecnologia, o equipamento é capaz de testar, em tempo real, bebidas com indícios de falsificação. O aparelho reúne as fórmulas originais dos principais destilados do mercado e faz a comparação com amostras coletadas durante as fiscalizações.

No último fim de semana, em ações no sábado (7) e no domingo (8), em blocos da zona sul e do centro da cidade, cerca de 26 litros de bebidas falsificadas foram apreendidos e testados, mostrando o risco que esse tipo de produto representa para a saúde do consumidor.

“A venda de bebidas falsificadas é uma prática criminosa que coloca vidas em risco. Nossa atuação é firme para retirar esses produtos de circulação e alertar a população sobre os perigos desse consumo”, disse o secretário de Estado de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca.

Sinais e sintomas de alerta

- Iniciais (até 6h após ingestão): dor abdominal intensa, sonolência, falta de coordenação, tontura, náuseas, vômitos, dor de cabeça, confusão mental, taquicardia e pressão arterial baixa;

- Entre 6h e 24h: visão turva, fotofobia, visão embaçada, pupilas dilatadas, perda da visão das cores, convulsões, coma e acidose metabólica grave.

- Em casos mais graves, o paciente pode evoluir para cegueira irreversível, choque, pancreatite, insuficiência renal, necrose de gânglios da base com tremor, rigidez e lentidão dos movimentos.

Perigo

O patologista clínico Hélio Magarinos Torres Filho, diretor médico do Richet Medicina e Diagnóstico, explica que, diferente do álcool comum (etanol), o metanol é um álcool que, ao ser metabolizado pelo organismo, gera substâncias altamente tóxicas que interferem, sobretudo, na produção de energia das células e atingem especialmente o sistema nervoso.

Segundo o médico, o resultado pode ser uma acidose metabólica grave (aumento da acidez no sangue) que leva a complicações como alterações visuais (visão turva ou embaçada), lesão do nervo óptico, confusão e desorientação mental, convulsões, queda do nível de consciência (coma), arritmias e insuficiência respiratória podendo evoluir para morte.

O perigo aumenta porque, conforme o patologista, a intoxicação por metanol nem sempre dá sinais imediatos claros e pode ser confundida com uma ressaca mais forte.

“Os sintomas costumam surgir de forma progressiva, geralmente entre seis e 24 horas após a ingestão da bebida, podendo, em alguns casos, aparecer até 48 horas depois”, explica.

Um dos principais diferenciais em relação à intoxicação alcoólica comum, de acordo com o médico, abrange a intensidade e a evolução do quadro, muitas vezes incompatíveis com a quantidade de bebida ingerida.

“As alterações visuais são as mais características e não devem ser ignoradas, mesmo quando discretas. Ao chegar ao serviço de emergência é importante relatar a suspeita de ingestão de bebida de origem duvidosa e, se possível, levar a embalagem ou uma amostra do que foi consumido”, alerta Magarinos.

Ainda de acordo com o patologista, há exames que confirmam a intoxicação como a dosagem de metanol no sangue ou na urina, mas nem sempre o teste está disponível de imediato.

Por isso, o Ministério da Saúde orienta que as pessoas não esperem a confirmação para dar início ao tratamento.

“Como medida de prevenção, a recomendação aos foliões é consumir apenas bebidas de procedência conhecida, evitar produtos sem rótulo ou vendidos em condições suspeitas e buscar atendimento médico diante de qualquer sinal incomum após o consumo de álcool”, finaliza Magarinos.

FONTE - AGENCIA BRASIL.

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