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Tratamento gratuito oferece acompanhamento e medicamentos para quem deseja parar de fumar

Serviço está disponível nas unidades de saúde urbanas e rurais, com atendimento profissional e medicamentos quando necessários...



Quem deseja parar de fumar pode contar com tratamento gratuito oferecido pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). O serviço está disponível nas unidades de saúde das zonas urbana e rural e oferece acompanhamento profissional, atendimento individual ou em grupo e medicamentos, quando necessários.

Para iniciar o tratamento, o cidadão deve procurar a unidade de saúde mais próxima de sua residência, informar que deseja parar de fumar e realizar o cadastro. A partir desse primeiro contato, a equipe realiza uma avaliação para identificar o grau de dependência da nicotina e definir a estratégia de acompanhamento mais adequada às necessidades do paciente.

TRATAMENTO INDIVIDUAL OU EM GRUPO

O tratamento é realizado de acordo com as necessidades de cada pessoa. O acompanhamento pode acontecer individualmente, com médico ou enfermeiro, ou por meio de encontros em grupo, nos quais são desenvolvidas atividades e orientações para auxiliar os participantes a lidar com a dependência da nicotina.

A participação nos grupos não é obrigatória. Quem prefere um atendimento individual também pode receber assistência profissional, conforme a avaliação da equipe de saúde.

Durante o acompanhamento, os profissionais avaliam a evolução de cada paciente e identificam a necessidade de outras medidas para auxiliar no processo de parar de fumar.

Rede municipal oferece medicamentos gratuitos para auxiliar quem deseja abandonar o cigarro

MEDICAMENTOS GRATUITOS

Além do acompanhamento profissional, a rede municipal disponibiliza gratuitamente medicamentos que podem auxiliar no tratamento, como adesivos e gomas de nicotina, além da bupropiona.

O uso desses medicamentos depende de avaliação clínica e, quando indicado, deve ser acompanhado por profissionais de saúde. Nem todos os pacientes precisam de medicamentos, e o tratamento considera as condições e necessidades individuais.

O acompanhamento também inclui orientações para lidar com a vontade de fumar e prevenir recaídas, podendo se estender por aproximadamente um ano, conforme a evolução de cada paciente.

ACESSO AO SERVIÇO

Com profissionais capacitados nas unidades de saúde das zonas urbana e rural, o município busca oferecer atendimento próximo da população, permitindo que os usuários procurem assistência na própria região onde moram.

Prefeito Léo Moraes destaca a importância do acesso gratuito ao tratamento contra o tabagismo

O prefeito Léo Moraes destacou a importância de manter os serviços de saúde acessíveis à população.

“Queremos uma saúde cada vez mais próxima das pessoas, com serviços gratuitos e acessíveis para quem precisa”, afirmou o prefeito.

A oferta do tratamento nas unidades de saúde permite que os moradores busquem orientação e recebam acompanhamento profissional durante o processo de parar de fumar, sem a necessidade de recorrer exclusivamente a serviços particulares.

Para a secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, a oferta do serviço facilita o acesso da população ao acompanhamento necessário.

“Nosso objetivo é que a população encontre nas unidades de saúde o apoio necessário para iniciar e continuar o tratamento”, ressaltou a secretária.

O acompanhamento contínuo é importante porque parar de fumar pode envolver dificuldades relacionadas à dependência da nicotina. Durante o tratamento, os profissionais podem orientar os pacientes sobre como lidar com esses desafios e ajustar as estratégias adotadas.

A referência técnica municipal do Programa de Controle do Tabagismo, Gilmara Magalhães, destacou que as equipes estão preparadas para acolher os moradores interessados em abandonar o cigarro.

“Atualmente, todas as nossas unidades de saúde, tanto urbanas quanto rurais, estão capacitadas para acolher e realizar o tratamento dos usuários que desejam parar de fumar”, destacou Gilmara.

Para iniciar o acompanhamento, o cidadão deve procurar a unidade de saúde mais próxima de casa e manifestar interesse em parar de fumar. A equipe responsável realizará o acolhimento, avaliará suas necessidades e fornecerá as orientações para o início do tratamento.

O atendimento é gratuito e oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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Texto: Helen Paiva

Fotos: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Ministério da Saúde autoriza compra de 20 mil doses de vacina contra Mpox

Segundo a pasta, a aquisição tem caráter preventivo e busca garantir a disponibilidade do imunizante

O Ministério da Saúde autorizou a compra de até 20 mil doses da vacina contra a Mpox, por meio da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), para reforçar os estoques do SUS (Sistema Único de Saúde).



Segundo a pasta, a aquisição tem caráter preventivo e busca garantir a disponibilidade do imunizante diante de possíveis mudanças no cenário epidemiológico.


A reportagem questionou o Ministério da Saúde sobre o custo, o fabricante, o prazo de entrega e a distribuição das doses, além do estoque atual e do andamento da compra. Não houve resposta até a publicação deste texto.


Em 2026, o Brasil confirmou 665 casos da doença, número 94% inferior ao registrado em 2022, quando foram contabilizadas mais de 10 mil ocorrências.


Apesar da redução nacional, alguns estados passam por um aumento de casos. É o caso do Rio de Janeiro, onde foram confirmados 211 casos até 1º de novembro, ante 119 em todo o ano de 2025, segundo a Secretaria Estadual da Saúde.


Na capital fluminense, as confirmações passaram de 94 no ano passado para 167 neste ano, segundo a prefeitura. Não houve registro de mortes nos períodos analisados.


COMO FUNCIONA A VACINAÇÃO CONTRA MPOX?


O SUS oferece a vacinação contra a Mpox a grupos com maior risco de desenvolver formas graves da doença.


A estratégia nacional prioriza pessoas vivendo com HIV/Aids que apresentam menos de 100 células CD4 por milímetro cúbico de sangue. Essas células são responsáveis por ajudar o organismo a combater infecções. Quanto menor for a quantidade, maior o risco de complicações.


O esquema prevê duas doses, com intervalo de 28 dias entre elas. Para se vacinar, essas pessoas devem procurar os centros de referência onde já fazem acompanhamento médico, para realizar o cadastro e agendar a aplicação.


Também podem receber doses remanescentes pessoas com HIV/Aids que apresentam menos de 200 células CD4 por milímetro cúbico de sangue, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), medicamento usado para prevenir a infecção, e profissionais de laboratório que manipulam amostras do vírus.


A vacina também pode ser aplicada após contato próximo com uma pessoa infectada. A recomendação é que a vacinação ocorra preferencialmente nos primeiros quatro dias após a exposição.


O prazo pode chegar a 14 dias, mas, nesse intervalo, a vacina tem menor capacidade de evitar a infecção. Ainda assim, pode ajudar a reduzir o risco de formas graves da doença.


O QUE É MPOX E QUAIS OS SINTOMAS?


A Mpox é uma doença infecciosa causada pelo vírus monkeypox, que circula naturalmente entre animais silvestres, principalmente roedores. A transmissão para humanos pode ocorrer pelo contato com animais infectados.


Uma vez na população humana, o vírus também pode passar de uma pessoa para outra, principalmente pelo contato direto com lesões na pele ou mucosas.


Os sintomas iniciais são febre, dor de cabeça, dor no corpo, cansaço e aumento dos linfonodos. Se evoluir para a chamada fase eruptiva, surgem também lesões na pele, que podem ocorrer na face, região genital, perianal, mucosas, palmas das mãos e dos pés.


Pessoas com sinais compatíveis com a doença devem procurar um serviço de saúde para avaliação. Quem teve contato próximo com um caso suspeito ou confirmado também deve buscar atendimento para avaliar o risco de exposição e receber orientações sobre o monitoramento de sintomas.


O acompanhamento epidemiológico é realizado pelo Ministério da Saúde em conjunto com as secretarias estaduais e municipais.


As ações incluem investigação de casos suspeitos, diagnóstico laboratorial, isolamento de pessoas infectadas e identificação de contatos.


COMO PREVENIR MPOX


A prevenção envolve principalmente evitar o contato com pessoas que apresentem sinais e sintomas suspeitos da doença. Entre as principais recomendações estão:


Evitar contato físico direto com lesões na pele ou nas mucosas de pessoas com suspeita ou confirmação da doença;


Evitar contato íntimo e relações sexuais na presença de sinais ou sintomas suspeitos, até avaliação por um profissional de saúde;


Não compartilhar objetos pessoais -como toalhas, roupas de cama e vestimentas- que possam estar contaminados;


Fonte: Notícias ao Minuto

Prefeitura implanta faixa elevada em frente à unidade de saúde Manoel Amorim de Matos

Estrutura em construção na rua Angico busca reduzir a velocidade dos veículos e facilitar a travessia de pedestres...



A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade (Semtran), está implantando uma faixa elevada para pedestres em frente à Unidade de Saúde da Família (USF) Manoel Amorim de Matos, localizada na rua Angico, nº 5030, bairro Cohab, zona Sul da capital. A intervenção tem como objetivo reduzir a velocidade dos veículos e proporcionar mais segurança às pessoas que utilizam os serviços de saúde.

A obra está em andamento e integra as ações de melhoria da sinalização viária desenvolvidas pelo município. A escolha do local levou em consideração a circulação de pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde, além das reclamações sobre a velocidade dos veículos que trafegam pela via.

Diferentemente de uma faixa de pedestres convencional, a faixa elevada combina a sinalização de travessia com uma estrutura física semelhante a uma lombada. O dispositivo induz os condutores a reduzir a velocidade e facilita a passagem dos pedestres, especialmente idosos, pessoas com deficiência e pacientes com dificuldades de locomoção.

SEGURANÇA PARA OS PEDESTRES

A implantação busca solucionar dois problemas identificados no trecho: o excesso de velocidade de carros e motocicletas e a dificuldade enfrentada pelos pedestres para atravessar a rua com segurança.

Faixa elevada facilita a travessia e oferece mais segurança aos usuários da unidade de saúde

O prefeito Léo Moraes ressaltou a importância de investir em intervenções que proporcionem mais segurança e acessibilidade nos espaços públicos.

“Estamos trabalhando para tornar nossas ruas mais seguras e acessíveis. Em frente a uma unidade de saúde, esse cuidado é ainda mais importante, porque muitas pessoas precisam de condições adequadas para atravessar a via. É uma intervenção que busca proteger vidas e melhorar o dia a dia da população”.

A localização da faixa elevada em frente à unidade de saúde considera as necessidades de quem precisa atravessar a rua para acessar os atendimentos. A estrutura busca proporcionar melhores condições de travessia, especialmente para pessoas com mobilidade reduzida.

O secretário municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade, Iremar Lima, explicou que a medida foi planejada para oferecer mais proteção aos usuários da unidade de saúde.

“Recebemos reclamações sobre veículos que passavam em alta velocidade e dificultavam a travessia dos pedestres. Como é uma unidade de saúde, frequentada por muitos idosos e pessoas com mobilidade reduzida, estamos implantando a faixa elevada para controlar a velocidade e garantir uma travessia mais segura”.

Após a conclusão dos serviços, a expectativa é que a nova estrutura contribua para organizar a circulação no trecho e reduzir os riscos de acidentes, principalmente nos horários de maior movimento da unidade.

Durante a execução dos trabalhos, a Semtran orienta os condutores a redobrarem a atenção ao trafegar pela rua Angico, respeitando a sinalização existente e os profissionais envolvidos na intervenção.

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Texto: Jhon Silva

Fotos: Hellon Luiz

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Anvisa aprova primeiro medicamento de GLP-1 oral para obesidade

Wegovy só era disponível no Brasil em forma de caneta injetável...

Comprimidos de Wegovy . Foto: silukstockimages/Adobestock
© silukstockimages/Adobestock

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quarta-feira (4), o registro para o medicamento Wegovy (semaglutida) com administração por via oral. O remédio só era disponível no Brasil na forma de solução injetável para administração subcutânea.

A nova apresentação prevê administração de comprimidos uma vez ao dia, com escalonamento progressivo de dosagem, iniciando com 1,5 miligramas (mg) e avançando para 4 mg e 9 mg, até atingir a dose diária de manutenção recomendada, fixada em 25 mg.

O medicamento deve ser tomado em jejum, com pequena quantidade de água, aguardando-se pelo menos 30 minutos antes da ingestão de alimentos, bebidas ou outros medicamentos.

O produto é indicado para o tratamento da obesidade e do sobrepeso (associado a comorbidades) em adultos, como complemento a uma dieta saudável e à prática de atividade física.

O medicamento é o primeiro agonista do hormônio glucagon tipo 1 (GLP-1) em formato oral aprovado para uso no país.

"A semaglutida atua na regulação do apetite e da ingestão alimentar, promovendo redução do peso corporal e melhora de parâmetros metabólicos associados à obesidade", diz a Anvisa.

Terapia

Para a agência reguladora, a chegada da nova apresentação traz mais flexibilidade terapêutica aos pacientes e profissionais de saúde, o que inclui a possibilidade de transição entre as formulações oral e subcutânea, quando clinicamente apropriado, de acordo com as orientações aprovadas em bula.

A aprovação do registro teve como principal sustentação os resultados do estudo clínico pivotal de fase 3, denominado OASIS 4, que avaliou a eficácia da semaglutida oral na dosagem de 25 mg em adultos com obesidade ou sobrepeso associado a comorbidades.

Durante a pesquisa, que acompanhou os participantes ao longo de 64 semanas, o grupo tratado com a medicação registrou uma perda média de peso corporal superior a 13%. Além do desempenho significativamente superior ao do grupo placebo, o tratamento promoveu melhora em diversos marcadores de saúde cardiometabólica dos pacientes.

Doença crônica

A obesidade é uma doença crônica, progressiva e multifatorial, associada ao aumento do risco de diversas condições clínicas, incluindo diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia, doença cardiovascular e apneia obstrutiva do sono. 

fonte - agência brasil.

Anvisa aprova primeiro comprimido de semaglutida para obesidade no Brasil

Versão inédita do Wegovy poderá ser administrada uma vez ao dia e é indicada para adultos com obesidade ou sobrepeso associado a pelo menos uma comorbidade

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o primeiro comprimido de semaglutida do Brasil para o tratamento da obesidade e do sobrepeso em adultos. O Wegovy, que estava disponível apenas na forma injetável, agora poderá ser administrada por via oral, com uso diário.



A decisão, publicada nesta quarta-feira (4) no Diário Oficial da União, autoriza a comercialização do medicamento inédito da classe dos agonistas do receptor GLP-1, desenvolvido pela farmacêutica Novo Nordirsk e indicada para o controle do peso no país.


A indicação contempla adultos com IMC (índice de massa corporal) igual ou superior a 30 kg/m², considerado obesidade, e pessoas com sobrepeso, IMC igual ou superior a 27 kg/m², que tenham pelo menos uma comorbidade relacionada ao excesso de peso.


O tratamento deve ser associado a uma dieta com redução de calorias e à prática de atividade física.


Como funciona o Wegovy em comprimido

A semaglutida é um agonista do receptor do GLP-1, hormônio envolvido na regulação do apetite e da ingestão de alimentos. Ao imitar a ação dessa substância, o medicamento contribui para aumentar a sensação de saciedade e reduzir o consumo alimentar.


A nova apresentação prevê uma dose diária, com aumento gradual da concentração ao longo do tratamento. O esquema começa com 1,5 mg, passa por 4 mg e 9 mg e chega à dose de manutenção de 25 mg.


O comprimido deve ser tomado em jejum, com uma pequena quantidade de água. Depois da administração, é necessário aguardar pelo menos 30 minutos antes de comer, beber ou tomar outros medicamentos por via oral.


A aprovação também prevê a possibilidade de transição entre as apresentações oral e injetável, quando houver indicação clínica e conforme as orientações da bula.


Estudo clínico avaliou perda de peso

A aprovação da Anvisa teve como principal base o estudo clínico de fase 3 OASIS 4, que avaliou a eficácia e a segurança da semaglutida oral em adultos com obesidade ou sobrepeso associado a comorbidades.


Com duração de 64 semanas, a pesquisa identificou perda média de peso superior a 13% entre os participantes que receberam a dose de 25 mg do medicamento, resultado significativamente maior do que o observado no grupo que recebeu placebo.


Segundo a Novo Nordisk, uma análise dos participantes que seguiram o tratamento conforme o protocolo apontou perda média de 16,6% do peso corporal. A empresa também informou que um em cada três participantes perdeu pelo menos 20% do peso ao longo do estudo.


Os resultados não representam uma garantia de emagrecimento individual. A resposta ao tratamento pode variar de acordo com as características de cada paciente e deve ser acompanhada por um profissional de saúde. (CNN)

Profissionais de saúde recebem capacitação para atendimento de emergências obstétricas

Treinamento reuniu enfermeiros do Samu e da UPA de Jaci-Paraná para aprimorar a assistência a gestantes e recém-nascidos

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192), realizou na última semana uma capacitação em emergências obstétricas voltada aos enfermeiros que atuam na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e no Samu de Jaci-Paraná. A formação também disponibilizou vagas para profissionais do Samu da capital.



Capacitação prepara profissionais de saúde para atendimentos de emergências obstétricas em Jaci-Paraná


O treinamento aconteceu no laboratório do Instituto Estadual de Educação em Saúde Pública de Rondônia (Iespro), com carga horária de dez horas, sendo oito presenciais e duas de estudos dirigidos.


A iniciativa teve como objetivo preparar os profissionais para situações de urgência envolvendo gestantes e recém-nascidos, especialmente nos casos de complicações durante o parto que exigem atendimento rápido e especializado.


A capacitação priorizou as equipes de Jaci-Paraná devido à distância entre o distrito e os hospitais de referência da capital. O deslocamento pode levar aproximadamente uma hora, o que torna ainda mais importante a preparação dos profissionais para prestar assistência adequada enquanto o encaminhamento é organizado.



Capacitação reforça a segurança no atendimento a gestantes e recém-nascidos em situações de emergência

QUALIFICAÇÃO PARA SALVAR VIDAS


O coordenador do Núcleo de Educação Permanente, Adenilson Amaral, explicou que a escolha do tema levou em consideração a realidade dos atendimentos realizados no distrito.


“Jaci-Paraná fica distante dos hospitais de referência e, quando acontece alguma complicação durante o parto, o tempo de deslocamento pode dificultar o atendimento. Por isso, priorizamos essa capacitação, para que nossos enfermeiros estejam preparados para agir com rapidez e oferecer mais segurança às gestantes e aos bebês”.


A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, ressaltou que a qualificação das equipes contribui diretamente para melhorar a assistência prestada à população, principalmente nas regiões mais afastadas.


“Investir na capacitação dos nossos profissionais é fundamental para oferecer um atendimento cada vez mais seguro e humanizado. Sabemos dos desafios enfrentados pelas equipes que atuam nos distritos e queremos garantir que esses servidores tenham o conhecimento necessário para agir diante de situações de emergência, protegendo a vida das mães e dos recém-nascidos”.


O prefeito Léo Moraes falou sobre a importância de fortalecer os serviços de saúde e preparar os profissionais para atender a população em diferentes regiões do município.


“Nosso objetivo é garantir que a população tenha acesso a um atendimento de qualidade, tanto na capital quanto nos distritos. Quando capacitamos nossos profissionais, estamos oferecendo mais segurança às famílias e melhores condições para que as equipes possam agir nos momentos em que cada minuto faz diferença”, disse o prefeito.


A capacitação integra as ações de educação permanente da Semusa, voltadas ao aperfeiçoamento dos profissionais e à melhoria dos atendimentos de urgência e emergência no município.


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Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) 

Morre paciente que cantou Legião Urbana durante cirurgia no cérebro em SP; veja

Fábio Reis tinha 51 anos e estava em pós-operatório; procedimento foi feito para tratar um tumor cerebral

O paciente que emocionou os médicos ao cantar Legião Urbana durante uma cirurgia no cérebro, identificado como Fábio Reis de 51 anos, morreu na última segunda-feira (2), em Pompeia (SP). Ele tratava um tumor cerebral e estava em fase de pós-operatório.



O procedimento, considerado delicado, foi realizado há cerca de três semanas, em 8 de outubro, no Centro Cirúrgico da Santa Casa de Marília.


Antes da operação, Fábio se mostrou esperançoso e pegou um violão para cantar. Durante a cirurgia, precisou ser despertado e, mais uma vez, cantou “Tempo Perdido”, um dos clássicos da Legião Urbana.


O momento foi gravado pela equipe médica e publicado nas redes sociais do hospital. O vídeo viralizou e chegou a 39 mil visualizações.


Veja:


Apesar do procedimento aparentar ter ocorrido bem, Fábio morreu nesta segunda-feira (2), 26 dias depois da cirurgia.


Nas redes sociais, familiares e amigos prestaram homenagens e disseram se tratar de uma pessoa querida, amada e única. (CNN)


SUS detecta quase 10 mil testes positivos para HPV de alto risco

Exame DNA-HPV é indicado pela Organização Mundial da Saúde...

Brasília (DF), 15/08/2025 - Ministério da Saúde oferta tecnologia inovadora 100% nacional para detectar câncer do colo do útero no SUS. Medida do programa Agora Tem Especialistas, novo teste molecular de DNA-HPV será implementado de forma gradativa em 12 estados. Por ser mais moderno e eficaz, substituirá o Papanicolau. Foto: João Risi/MS
© João Risi/MS

Desde que o exame molecular de rastreio de HPV em mulheres começou a ser disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), 9.904 testes apresentaram resultado positivo para HPV de alto risco, que é o subtipo do vírus associado ao risco de câncer do colo do útero.

O exame DNA-HPV é indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 2013 e começou a ser utilizado pelo SUS no início do ano em substituição ao teste Papanicolau. A vantagem do exame molecular é que ele é capaz de detectar a presença do vírus antes mesmo de ele evoluir para uma lesão pré-cancerígena, o que ajuda a prevenir e a identificar de forma precoce muitos casos de câncer de colo do útero.

Um estudo realizado pelo Centro de Atenção à Saúde Integral da Mulher da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com mulheres de um programa na cidade de Indaiatuba, em São Paulo, mostrou que o uso do exame de DNA-HPV antecipou em 10 anos a detecção do câncer de colo do útero.

Enquanto a média de idade de rastreamento desse tipo de câncer pelo exame Papanicolau é de 49,3 anos, com o teste molecular de DNA a média de idade foi de 39,6 anos.

Até agora, 26 estados já utilizam o novo protocolo. O Espírito Santo, estado que ainda não fez a substituição, deve receber os novos testes ainda este ano, segundo o Ministério da Saúde (MS).

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil poderá registrar cerca de 19,3 mil novos casos de câncer do colo do útero por ano até 2028. O tumor é o terceiro mais comum em mulheres no País, mas se detectado precocemente tem chances de cura que superam os 95%.

fonte - agencia brasil.

Hospital Universitário completa um mês com quase 2,4 mil atendimentos especializados em Porto Velho

Unidade oferece consultas e exames em cardiologia, oftalmologia e ortopedia, com acesso pela regulação municipal...

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), apresentou o balanço do primeiro mês de funcionamento do Hospital Universitário, que passou a ampliar a oferta de serviços especializados na rede pública de saúde da capital. Entre os dias 28 de setembro e 24 de outubro de 2026, a unidade registrou 2.397 atendimentos, entre consultas e exames realizados na população.

Atualmente, o hospital oferece atendimentos nas especialidades de cardiologia, oftalmologia e ortopedia. A nova estrutura contribui para ampliar o acesso dos pacientes aos serviços especializados e dar andamento às solicitações que aguardam agendamento pela Central de Regulação do Município.

O prefeito Léo Moraes destacou que a oferta de novos serviços busca reduzir o tempo de espera dos pacientes e ressaltou a importância de utilizar os canais oficiais para obter informações sobre os atendimentos.

“Estruturamos as ofertas no Hospital Universitário para reduzir as filas e atender nossa população com dignidade, e as vagas existem. Mas o cidadão precisa saber que o único caminho correto é procurar a sua unidade de saúde. Pedimos a todos que acompanhem nossos canais oficiais e não compartilhem notícias falsas”, afirmou o prefeito.

Léo Moraes reforça a importância dos canais oficiais para reduzir filas e combater notícias falsas

O encaminhamento para o Hospital Universitário segue os procedimentos da rede municipal de saúde. A avaliação inicial é realizada nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), onde os profissionais identificam a necessidade de atendimento especializado e fazem a solicitação para a regulação.

A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, destacou a importância da integração entre o Hospital Universitário e os demais serviços da rede municipal para a organização dos atendimentos.

“Chegar a quase 2,4 mil atendimentos em apenas um mês mostra o acerto dessa parceria e o empenho das nossas equipes. Estamos organizando os fluxos com muita responsabilidade para que a cardiologia, a oftalmologia e a ortopedia tragam alívio real para a nossa fila de espera e ofereçam um atendimento seguro aos pacientes”, ressaltou a secretária.

Os 2.397 atendimentos registrados no período incluem consultas e exames especializados. A organização das vagas pela Central de Regulação permite encaminhar os pacientes conforme as solicitações realizadas pela rede municipal e os critérios adotados para cada atendimento.

COMO FUNCIONA O ACESSO?

Sandra Cardoso reforça que a parceria busca reduzir filas e melhorar os atendimentos

A Semusa reforça que o Hospital Universitário não realiza atendimento por livre demanda. Para ter acesso às consultas e aos exames especializados, o paciente deve procurar sua Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência e passar por avaliação médica.

Caso seja identificada a necessidade de atendimento especializado, a solicitação será encaminhada à Central de Regulação do Município, responsável pelo agendamento e pelo contato com o paciente para confirmar a data e o horário.

A orientação é que os moradores procurem a UBS de referência e acompanhem as informações pelos canais oficiais da Semusa. Não é necessário ir diretamente ao Hospital Universitário para solicitar consultas ou exames, pois o acesso ocorre por meio da regulação municipal.

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Texto: Taiana Mendonça

Fotos: Arquivo

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)



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