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Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).


Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.

fonte - Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil.

Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos

Estudo do Butantan mostra proteção de 80% contra casos graves...

Botucatu (SP), 18/01/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, iniciou a vacinação contra a dengue com a primeira vacina 100% nacional, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. Foto: Walterson Rosa/MS
© Walterson Rosa/MS

Um novo estudo publicado pelo Instituto Butantan mostrou que a vacina brasileira contra a dengue permanece eficaz por pelo menos cinco anos após a aplicação.

O imunizante Butantan-DV foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro do ano passado e já começou a ser aplicado em profissionais de saúde de diversas partes do país.

Durante esse período nenhuma pessoa vacinada apresentou dengue severa, nem precisou de hospitalização por causa da doença. Com isso, a eficácia da vacina contra as formas graves da doença ou a infecção acompanhada de sinais de alerta ficou em 80,5%.

A diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos, explica que esse resultado é positivo não somente por confirmar a eficácia da vacina, mas por demonstrar a eficiência do esquema de dose única. A vacina produzida pelo Instituto é a primeira do mundo contra a dengue aplicada em apenas uma dose.

"Vacinas que precisam de duas ou mais doses, a gente tem vários dados que mostram que muitas pessoas não voltam pra completar o esquema. Então, essa demonstração de que uma única dose mantém a proteção alta é muito importante. Mas é claro que nós vamos continuar acompanhando, para saber se realmente não vai ser necessário um reforço depois de 10 ou 20 anos", afirmou.

Crianças e idosos

A eficácia do imunizante contra a dengue, de forma geral, foi um pouco menor, de 65%. Mas o índice sobe para 77,1% entre as pessoas que já contraíram a doença antes de receber o imunizante.

Os resultados também apresentaram algumas variações de acordo com a faixa etária, com maior eficácia entre adultos e adolescentes do que entre as crianças.

Por essa razão, a Anvisa registrou a Butantan-DV apenas para pessoas de 12 aos 59 anos, apesar da vacina ter sido testada também em crianças, a partir dos 2 anos.

"Eles reconhecem que os dados de segurança pra crianças estão corretos, mas como depois de cinco anos, a eficácia entre as crianças cai mais do que entre os adultos, nós precisamos saber se elas vão precisar de reforço", explicou a diretora médica do Butantan.

Fernanda Boulos acrescentou, no entanto, que o Butantan já está planejando, junto com a Anvisa, a realização de um estudo adicional em crianças para embasar a inclusão desse público no esquema de vacinação no futuro. Além disso, o Instituto já está fazendo testes em idosos, em um estudo que deve ter resultados no ano que vem.

"O sistema imunológico também passa por um processo de envelhecimento, então é importante entender se os idosos tem a mesma capacidade de gerar resposta imune com a vacina", explicou.

O acompanhamento dos pacientes vai ser feito por um ano, depois os dados serão comparados com os dos adultos, e enviados para a Anvisa para uma possível ampliação do público-alvo.

O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), Juarez Cunha, afirma que essa inclusão seria muito importante, considerando que a maior taxa de mortalidade por dengue é verificada entre idosos. Ele ressalta, ainda, os resultados importantes sobre a segurança da vacina apresentados no estudo.

"Ele nos mostra que a vacina se mantém protetora por um prazo bastante longo, e é extremamente segura. E esse também é um aspecto fundamental. Qualquer medicação, incluindo vacina, a gente precisa ver como eles vão se comportar com a sua utilização", complementa.

Segurança

Botucatu (SP), 18/01/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, iniciou a vacinação contra a dengue com a primeira vacina 100% nacional, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. Foto: Walterson Rosa/MS
Foto: Reprodução

O estudo de longo prazo da Butantan-DV foram publicados na quarta-feira (4), na revista Nature Medicine e explica que a vacina foi, de modo geral, bem tolerada e não foram observadas preocupações de segurança a longo prazo."

Eles foram obtidos após o acompanhamento de mais de 16 mil pacientes, sendo que cerca de 10 mil receberam a vacina, e quase 6 mil receberam placebo, para compor um grupo de comparação.

"Em termos estratégicos é fundamental que a gente tenha uma pesquisa nacional conseguindo chegar a esses produtos de ponta, eficazes e seguros. Possibilita que a gente consiga abastecer mais fácil o nosso Programa Nacional de Imunizações e também é um ativo de negociação com outros países", destaca o diretor da SBIM.

A diretora médica do Instituto Butantan, Fernanda Boulos, confirma que a prioridade absoluta é abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, assim que a demanda nacional for suprida, a instituição pública, vinculada ao estado de São Paulo, deve negociar a venda de doses para outros países, especialmente da América Latina, que também tem sofrido com epidemias da doença.

fonte - agencia brasil.

Servidor do Detran-RO confirma diagnóstico de Mpox e relata sintomas em vídeo nas redes sociais; veja

O servidor do Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran-RO) Sáimon Flores informou que testou positivo para Mpox e decidiu relatar o caso publicamente nas redes sociais. Em um vídeo, ele descreveu os sintomas iniciais, explicou como chegou ao diagnóstico e orientou que pessoas com sinais suspeitos procurem atendimento médico.



Segundo o próprio servidor, os primeiros sintomas apareceram com lesões na pele e desconfortos físicos, o que motivou a busca por assistência médica. Após avaliação clínica e exames laboratoriais, a infecção foi confirmada. Ele afirmou que tornou a situação pública para alertar amigos, familiares e contatos recentes sobre a necessidade de atenção a possíveis sintomas compatíveis com a doença.

No relato, Sáimon também disse que segue as orientações médicas e permanece em isolamento, medida indicada para reduzir o risco de transmissão. A Mpox é uma infecção viral associada principalmente ao contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados, como roupas e objetos pessoais.

Entre os sintomas mais comuns estão febre, dores musculares, aumento dos gânglios linfáticos e o surgimento de erupções ou lesões cutâneas. A Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) informou que monitora ocorrências suspeitas e confirmadas e orienta que pessoas com sintomas procurem unidades de saúde para avaliação, além de reforçar medidas de prevenção, como evitar contato direto com lesões, não compartilhar objetos pessoais e manter hábitos de higiene.

SUS inicia teleatendimento gratuito para quem tem compulsão por bets

Serviço é confidencial a se direciona a maiores de 18 anos...

03.03.2026. São Paulo (SP) - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante lançamento do Meu SUS Digital para jogos e apostas no Hospital Sírio Libanês. Fotos: Rafael Nascimento/MS
© Rafael Nascimento/MS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta terça-feira (3) o início do teleatendimento em saúde mental pelo SUS (Sistema Único de Saúde) com foco em jogos de apostas. O serviço é direcionado a pessoas a pessoas com 18 anos ou mais que apresentam compulsão por jogos, além de familiares e rede de apoio.

Realizado em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), o serviço gratuito garantirá assistência especializada a pessoas com compulsão pelas conhecidas bets. A expectativa inicial é a de 600 atendimentos online por mês, mas o ministério poderá ampliar esse número, a depender da demanda. A ideia é chegar a 100 mil atendimentos mensais.

“Somos nós podendo dar mais um passo para acolher e ajudar essas pessoas a sair do sofrimento mental que está diretamente associado à compulsão nas apostas eletrônicas que, além de ser um problema de saúde mental, leva ao acometimento financeiro e problemas familiares. Quando olhamos os dados dos CAPs [Centros de Atenção Psicossocial ], vemos, nos últimos anos, de 2 mil a 3 mil atendimentos apenas de pessoas que vão presencialmente falar que têm um problema com compulsão de jogos”, afirmou Padilha.

As consultas são realizadas por vídeo, duram em média 45 minutos e fazem parte de ciclos estruturados de cuidado, que podem incluir até 13 consultas por paciente, em grupo com sua rede de apoio ou individualmente. O atendimento é gratuito e confidencial. A equipe é multiprofissional, formada por psicólogos e terapeutas ocupacionais, com apoio de médico psiquiatra quando necessário, além de articulação com assistência social e medicina de família para integração com os serviços locais.

Como acessar

Para acessar o serviço, o interessado deve se cadastrar por meio do aplicativo Meu SUS Digital. Para utilizar o novo serviço, é preciso baixar o aplicativo, que está disponível de forma gratuita nas lojas Android, IOS ou na versão web, fazer login com a conta gov.br e, na página inicial, clicar no item “Miniapps”. Em seguida, selecionar a opção “Problemas com jogos de apostas?”.

A pessoa terá acesso a um autoteste, baseado em evidências científicas e validado no Brasil por especialistas, com perguntas que ajudam a identificar sinais de risco e orientar o próximo passo. Se o resultado indicar risco moderado ou elevado, o encaminhamento para o teleatendimento é automático. Nos casos de menor risco, o aplicativo orienta a procurar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que inclui desde Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) a Unidades Básicas de Saúde (UBS).

O Meu SUS Digital também conta com conteúdos informativos sobre sinais de alerta, prevenção e impacto da prática na saúde mental. Além disso, a Ouvidoria do SUS está treinada e preparada para orientações sobre o tema. Os profissionais atendem pelo telefone 136, por teleatendimento, via formulário, WhatsApp ou chatbot no site do Ministério da Saúde. Todas as informações seguem as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Um estudo recente apontou que as bets provocam perdas econômicas e sociais ao país estimadas em R$ 38,8 bilhões anualmente. “Esta ação do Ministério da Saúde é mais uma resposta ao fenômeno recente de comportamentos problemáticos relacionados a jogos e apostas, principalmente online. A procura espontânea por atendimento presencial ainda é baixa, muitas vezes por vergonha, medo de julgamento ou dificuldade de reconhecer o problema. Desta forma, o teleatendimento foi estruturado justamente para ampliar o acesso ao cuidado deforma reservada, segura e acessível”, diz o ministério.

Capacitação

Segundo Padilha, a pasta está capacitando os profissionais de saúde para esse atendimento específico, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Foram oferecidas 20 mil vagas aos trabalhadores da saúde.

“Nós já tivemos 13 mil inscrições para o curso e 1,5 mil já concluíram essa formação. Temos mais 7 mil vagas e acredito que teremos que abrir mais quando esse número acabar. Esse plano de cuidado tem como objetivo, se possível, resolver a compulsão com o teleatendimento. Senão, poder direcionar essa pessoa para o conjunto da Rede de Atenção Psicossocial”, ressaltou.

O teleatendimento faz parte da Linha de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas, que também contém orientações clínicas encontradas no Guia de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas.

Bloqueio por autoexclusão

Dentro do conjunto de ações do governo federal para prevenir e auxiliar na compulsão por apostas online, há também a Plataforma de Autoexclusão Centralizada, para o bloqueio de sites de apostas, disponível desde dezembro passado. A ferramenta permite ao apostador que deseja interromper o vício, solicitar ser bloqueado dos sites de apostas, além de deixar seu CPF indisponível para novos cadastros ou para o recebimento de publicidade das bets. Pela plataforma, é possível escolher por quanto tempo o apostador deseja bloquear os sites de aposta: dois meses, seis meses, ou indeterminado. O cadastro pode ser feito pelo endereço eletrônico gov.br/autoexclusaoapostas, utilizando conta gov.br de nível prata ou ouro.

“Mais de 300 mil pessoas já estão se tratando ao se autoexcluir, reduzindo a exposição a esse risco, inclusive com bloqueio das propagandas. E a maioria das pessoas que acessou a plataforma selecionou o bloqueio por tempo indeterminado", aponta Padilha.

Ele destaca que, quando o usuário se autoexclui, por meio do CPF é possível saber qual é o cartão SUS dele e se frequenta alguma Unidade Básica de Saúde.

"O esforço é identificar riscos graves de saúde mental e encaminhá-la para o atendimento corretamente e rapidamente”, disse Padilha.

FONTE - AGENCIA BRASIL.

Jovem de 21 anos que ficou paraplégico após acidente será o primeiro mato-grossense a tentar recuperar movimentos com polilaminina

Aplicação foi feita no Hospital Regional de Rondonópolis, na semana passada... 


Kawan Vinnicyus Soares dos Santos, de 21 anos, da cidade de Rondonópolis, é o primeiro matogrossense a receber a polilaminina, proteína descoberta pela pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Tatiana Coelho de Sampaio, associada à recuperação de conexões nervosas na medula espinhal e que pode levar à retomada da função motora em pacientes paraplégicos ou tetraplégicos.

A aplicação foi feita no Hospital Regional de Rondonópolis, na semana passada. A madrasta de dele, Ana Alice Soares dos Santos, conversou com o site Olhar Direto, e explicou que o próprio Kawan, com auxílio do pai, Ailton Celestrino dos Santos, foi o responsável por conseguir a inclusão na pesquisa e ser o 28º brasileiro a receber o composto.

Em 14 de novembro de 2025, em Rondonópolis, Kawan estava indo trabalhar de moto, quando colidiu contra um caminhão que invadiu a preferencial da via, o que perfurou seus dois pulmões e causou rompimento completo da coluna, entre a T8 e T9, o que lhe deixou com paraplegia.

Emocionado, ele gravou um vídeo agradecendo toda a equipe médica e, principalmente, a doutora Tatiana Sampaio, a equipe dela e o Laboratório Cristália e o médico Gabriel Chaves, que será o responsável pelo seu acompanhamento até que ele inicie o processo no Hospital Sarah, em Brasília.

“Estou contente, estou alegre, feliz, por essa honra, é uma honra muito grande, para a qual Deus me escolheu, me abençoou, me permitiu estar participando. Bom, agora é esperar que tudo venha dar certo e, se Deus permitir, voltar a recuperar o movimento das pernas”, disse Kawan.

A pesquisa liderada por Tatiana tomou conta das redes sociais e da imprensa mundial por ser considerada promissora. Apesar de a comunidade científica pedir cautela na aplicação da proteína até a conclusão de estudos clínicos controlados, o que não tem prazo para acontecer, alguns resultados foram animadores, como o caso do paciente Diogo Brollo, que rompeu a coluna após cair de um prédio. Ele passou por três hospitais até receber a aplicação. Semanas depois, o resultado apareceu. Atualmente, Diogo controla a própria bexiga e faz movimentos de joelhada.

A Anvisa também aprovou o início de um estudo clínico oficial com a polilaminina para o próximo mês. Se as três fases de testes forem bem-sucedidas, a substância poderá estar disponível em até cinco anos.

Para garantir que Kawan Vinnicyus fosse o primeiro mato-grossense a receber a proteína, e o 28º do país, Ana Alice, Ailton e Kawan tiveram que enfrentar uma série de obstáculos desde o acidente, que causou desespero na família devido a gravidade e porque o jovem era aguerrido nas atividades físicas e amava correr, inclusive sendo atleta de corrida. Segundo ela, após oito dias na UTI, a família o recebeu em casa sem estrutura adequada. “Não tínhamos cadeira de banho, cadeira de rodas, nada. Recebemos ele ferido, direto para casa”, relatou.

Após buscar apoio em hospitais, da empresa do caminhoneiro e do poder público, já em dezembro, com a repercussão da pesquisa de Tatiana Sampaio, Kawan passou a buscar informações sobre a polilaminina e descobriu o contato do laboratório responsável pela aplicação atuava em parceria com a pesquisadora.

De acordo com a madrasta, o primeiro contato por e-mail foi negado, pois o protocolo inicial previa pacientes com até 72 horas de lesão. Mesmo assim, Kawan insistiu após tomar conhecimento de um caso em que houve autorização judicial em outro estado. A família chegou a consultar um advogado, mas desistiu após desconfianças. Persistindo na busca, encontraram uma advogada de confiança que conseguiu contato com um integrante da equipe da pesquisadora.

O passo seguinte foi obter um laudo médico que indicasse a necessidade da aplicação. Após passar por três profissionais em Rondonópolis, Kawan conseguiu atendimento particular com o médico Gabriel Chaves, que elaborou o documento e se propôs a ajudá-lo. Com a documentação e com a lesão já na fase subaguda, etapa contemplada pela pesquisa, o material foi encaminhado à equipe de Tatiana, que realizou reunião com o médico local e definiu a aplicação no Hospital Regional de Rondonópolis, ocorrida nesta quarta-feira (26).

Segundo Ana Alice, dois médicos do Rio de Janeiro, Arthur Luís Freitas Fortes e Luís Felipe Lobo Ferreira,integrantes da equipe da pesquisadora, vieram ao município para realizar o procedimento juntamente com o médico responsável pelo acompanhamento. A aplicação foi feita diretamente no local da lesão. Kawan seguirá sendo monitorado pelo médico assistente e pela equipe da pesquisa.

A madrasta lembrou que se trata de tratamento experimental e que não há previsão imediata de recuperação motora. O jovem iniciará terapia intensiva e exercícios de reabilitação e já é paciente do Hospital Sarah Kubitschek, referência em reabilitação, onde será internado no dia 29 de abril para dar continuidade ao tratamento.

Evangélica, Ana Alice afirmou que a família mantém a expectativa de evolução clínica e disse que o enteado é disciplinado e determinado. “O mérito é do Kawan. Ele não desistiu”, declarou. Segundo ela, a divulgação do caso também tem o objetivo de orientar outras famílias que enfrentam situações semelhantes e buscam o tratamento.

FONTE - OLHAR DIRETO.

Atendimentos dos casos de Mpox são expandidos pela prefeitura de PVH

Novo fluxo será realizado em três UBS específicas, com equipe exclusiva e treinamento prévio


A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) inicia, a partir desta segunda-feira (2), um novo fluxo de atendimento para casos suspeitos de Mpox em Porto Velho. A medida foi definida após análise técnica dos atendimentos realizados nas últimas semanas.

Segundo a secretaria, os casos registrados até o momento não apresentaram critérios clínicos de urgência ou emergência e podem ser atendidos com segurança na Atenção Básica.

Com a reorganização, os atendimentos para casos suspeitos passam a ser realizados exclusivamente nas seguintes unidades:

U.S.F. Manoel Amorim de Matos – Rua Angico, nº 5030, bairro Cohab
Unidade de Saúde da Família Aponiã – Rua Andréia, nº 5383, bairro Aponiã
U.S.F. Socialista – Rua Mané Garrincha, s/n, bairro Socialista

Semusa designou uma equipe exclusiva para esses atendimentos

Para garantir que o novo fluxo não comprometa o funcionamento regular das unidades, a Semusa designou uma equipe exclusiva para esses atendimentos, composta por médico, técnico de laboratório e servidor administrativo. Este último também será responsável pelas notificações no sistema nacional de vigilância, assegurando o acompanhamento adequado dos casos.

Na sexta-feira (27), as equipes participaram de treinamento específico sobre manejo clínico, coleta de amostras e organização do fluxo assistencial.

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destacou que a medida fortalece a organização da rede municipal de saúde. “Estamos estruturando o atendimento de forma responsável e estratégica. A definição de um fluxo específico garante mais eficiência, evita deslocamentos desnecessários e assegura atendimento com qualidade e segurança à população.”

Situação atual

Semusa orienta que pessoas com sinais e sintomas suspeitos de Mpox procurem atendimento médico

Em 2026, o município registrou nove casos confirmados de Mpox. Desses, sete pacientes seguem em isolamento domiciliar, em estado estável e sob monitoramento das equipes de saúde. Dois casos já foram encerrados, com alta.

O acompanhamento é realizado por até 21 dias ou até a completa resolução das lesões, com monitoramento das equipes de vigilância.

O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, reforçou a orientação à população. “Os casos estão sendo monitorados continuamente. É fundamental que qualquer pessoa com suspeita procure uma das três unidades de referência. Caso busque outra unidade, será atendida e encaminhada corretamente. Estamos acompanhando cada situação com responsabilidade e transparência.”

Sintomas e cuidados

A Semusa orienta que pessoas com sinais e sintomas suspeitos de Mpox — como febre, ínguas (linfonodos inchados), dores no corpo e de cabeça, calafrios, fraqueza e lesões na pele — procurem atendimento médico.

Entre as principais medidas de prevenção estão:
Evitar contato direto com lesões de pele de outras pessoas;
Não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas e roupas de cama;
Higienizar as mãos com frequência;
Observar o surgimento de febre e lesões na pele.

A Secretaria reforça que mantém vigilância ativa e acompanhamento contínuo do cenário epidemiológico no município.

Texto:: Taiana Mendonça
Foto: Arquivo / Secom
Edição: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Vacinação contra influenza é ampliada para toda a população em PVH

Os atendimentos são realizados em todas as unidades de saúde da prefeitura


A vacina contra a influenza está disponível para toda a população de Porto Velho a partir desta segunda-feira, 2 de março, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde. A ampliação ocorre após a etapa inicial da campanha voltada aos grupos prioritários.

Com a medida, todas as pessoas que ainda não receberam a dose podem procurar uma unidade de saúde para se imunizar.

A influenza é uma infecção respiratória que pode causar complicações, especialmente em idosos, crianças, gestantes e pessoas com comorbidades. A imunização é a principal estratégia para prevenir formas graves da doença, reduzir internações e diminuir a circulação do vírus na comunidade.

O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, destacou que a iniciativa segue orientação nacional e representa uma oportunidade para fortalecer a proteção coletiva no município. “Estamos seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde e ampliando o acesso à vacina como forma de fortalecer a proteção da população. É importante que quem ainda não se imunizou procure uma unidade de saúde e garanta essa proteção.”

Jaime Gazola destacou que a iniciativa segue orientação nacional

Embora a aplicação esteja aberta ao público em geral, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) reforça que idosos, crianças, gestantes, pessoas com comorbidades e demais públicos prioritários que ainda não receberam a dose devem buscar a imunização o quanto antes.

A diretora da Divisão de Imunização da Semusa, Elizeth Gomes, reforça a orientação. “A abertura para toda a população amplia o acesso, mas é fundamental que os grupos com maior risco de complicações também se vacinem. A vacina é segura e continua sendo a principal forma de prevenir agravamentos.”

COMO SE VACINAR

Elizeth Gomes disse que a vacina é segura e continua sendo a principal forma de prevenir agravamentos

Para receber a dose, basta procurar a unidade de saúde mais próxima, apresentando documento oficial com foto, Cartão do SUS ou CPF e, se possuir, o cartão de vacina.

A vacinação ocorre nas unidades de saúde das 8h às 18h. No ponto de atendimento do Porto Velho Shopping, o horário é das 10h às 21h30.

A aplicação é gratuita e integra a estratégia nacional de prevenção das doenças respiratórias.

Texto: Taiana Mendonça
Foto: Arquivo / Secom
Edição: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom).

Hospital de Amor Amazônia realiza campanha de prevenção do câncer de colo do útero

“Março Lilás” tem início no dia 02 de março e, mulheres entre 25 e 64 anos podem realizar o exame de Papanicolaou (preventivo).

Hospital de Amor Amazônia realizará, a partir, do dia 02 de março, a campanha de prevenção do câncer de colo do útero, “Março Lilás”, que tem como objetivo conscientizar e sensibilizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), para triênio 2026-2028, a estimativa é que, 19.310 novos casos de câncer de colo do útero sejam diagnosticados para cada ano do triênio no Brasil. No norte do país, se desconsiderar os tumores de pele não melanoma, é a região que possuí o maior índice de câncer de colo do útero, 22,79 por 100 mil mulheres.

“É fundamental reforçar que o câncer de colo do útero é uma doença prevenível. A prevenção começa com a vacinação contra o HPV, que é a principal causa desse tipo de câncer, e continua com a realização periódica do exame preventivo, que permite identificar lesões antes mesmo de se tornarem câncer. Aqui na Região Norte, onde temos os maiores índices da doença, ampliar o acesso à informação, à vacina e ao diagnóstico precoce é essencial para reduzir casos e salvar vidas”, destaca a médica ginecologista oncológica do Hospital de Amor Amazônia, Dra. Isabela Assunção Velho.

Entre os dias 02 e 31 de março, de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h, o Hospital de Amor Amazônia realizará exame de prevenção do câncer de colo do útero. Mulheres entre 25 e 64 anos, podem realizar o exame de Papanicolaou (preventivo).

Não é necessário agendamento, a mulher que atender aos critérios de faixa etária, poderá comparecer no Hospital de Amor Amazônia, localizado na BR 364 - KM 15 (sentido Candeias), portando o RG, CPF, comprovante de residência e cartão SUS.

Havendo alterações nos exames, a paciente será convocada, o mais breve possível, para passar por uma avaliação mais detalhada com a equipe médica, no Hospital de Amor Amazônia.

Além dos exames, a instituição realizará palestras educativas sobre a prevenção do câncer de colo uterino, na própria unidade, em entidades públicas e privadas, com o objetivo de conscientizar sobre a prevenção primária, com a vacinação contra o HPV e prevenção secundária, com realização de coletas do exame de Papanicolaou.

Serviço:

  • Campanha de prevenção do câncer de colo do útero (Março Lilás)
  • Início: 02/03/2026
  • Público-alvo: mulheres entre 25 e 64 anos

fonte: assessoria.

Mulheres recebem implante contraceptivo em mutirão da Prefeitura de PVH

Público do programa pode acessar o serviço pela rede básica de saúde municipal...




Neste sábado (28), Luana Wasczuk chegou cedo ao Centro de Especialidades Médicas Dr. Rafael Vaz e Silva. Ela soube pela imprensa da ação em Porto Velho para aplicação do Implanon, buscou informações, organizou a documentação e, após avaliação dos profissionais de saúde, realizou o procedimento.

“Meu processo com o Implanon começou há algum tempo. Eu tinha interesse em utilizar esse método, porém ele não era acessível. Com esse mutirão, consegui a inserção de maneira muito rápida. Comecei o processo de regularização há uma semana e já fui chamada hoje”, relatou.

Luana teve problemas com outro método anticoncepcional, mas o alto custo na rede privada dificultava o acesso ao implante. O método recebido por ela é subdérmico, de longa duração e alta eficácia, considerado vantajoso em relação a outras opções disponíveis.

Léo Moraes destacou que o método amplia o acesso ao planejamento familiar e é ofertado gratuitamente no município

O Implanon atua no organismo por até três anos, sem necessidade de intervenções durante esse período. Após esse prazo, o implante deve ser retirado e, caso haja interesse, um novo pode ser inserido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A fertilidade retorna rapidamente após a remoção.

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), realizou neste sábado o primeiro mutirão para inserção do Implanon. A ação, voltada ao fortalecimento do planejamento reprodutivo, atende mulheres já inseridas no sistema de regulação municipal, garantindo agilidade no atendimento com suporte de equipe multiprofissional.

O prefeito Léo Moraes destacou que o método amplia o acesso ao planejamento familiar e é ofertado gratuitamente no município, seguindo todos os protocolos técnicos. “O mais importante é que elas tomem a decisão sobre o seu corpo. Isso dá autonomia, independência e poder sobre o presente e o futuro”.

Mutirão foi planejado com horários pré-definidos para evitar aglomerações e reduzir o tempo de espera

Atendimento organizado

O mutirão foi planejado com horários pré-definidos para evitar aglomerações e reduzir o tempo de espera. Para atender mais de 400 mulheres nesta etapa, a Semusa mobilizou 14 médicos atuando simultaneamente, além de enfermeiros, técnicos, farmacêuticos e bioquímicos.

O objetivo da gestão municipal é zerar a fila de espera, atualmente com 2,8 mil mulheres cadastradas. Por isso, novos mutirões estão sendo organizados para os próximos fins de semana. “Organizamos um cronograma responsável. Quem ainda não recebeu contato pode ficar tranquila, pois novas etapas serão realizadas aos sábados, sucessivamente, até que a fila seja zerada”, afirmou Mariana Aguiar Prado, secretária-adjunta da Semusa.

Semusa mobilizou 14 médicos atuando simultaneamente

O fluxo de agendamento segue o padrão do SUS, com regulação a partir da Unidade Básica de Saúde (UBS), garantindo legalidade e segurança no procedimento.

Como participar

As mulheres de Porto Velho interessadas no método e que ainda não iniciaram o processo devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência para solicitar a inclusão no sistema de regulação.

Todas as pacientes passam por avaliação médica prévia, conforme protocolos do Ministério da Saúde, assegurando segurança em todas as etapas da inserção.

Texto: Maximus Vargas
Foto: José Carlos
Edição: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Doenças raras: nova tecnologia do SUS reduz tempo de diagnóstico

O Sistema Único de Saúde (SUS) vai contar com uma tecnologia para agilizar e deixar mais preciso o diagnóstico de doenças raras. A estimativa é que nova plataforma de sequenciamento completo de DNA que vai ser ofertada na rede pública atenda até 20 mil demandas de todo o Brasil por ano e reduza o tempo de espera de um diagnóstico de sete anos para seis meses.   


O anúncio foi feito, nesta quinta (26), pelo Ministério da Saúde, em evento em Brasília.  A estimativa é que pelo menos 13 milhões de pessoas tenham doenças raras no País.

“Nós colocamos para o SUS o sequenciamento completo do exoma, que é um exame que custaria R$ 5 mil”, detalhou Padilha. 

A redução do tempo de diagnóstico é fundamental para o tratamento e para a qualidade de vida dos pacientes, conforme ressaltou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que assinou a habilitação de novos serviços para tratamento de doenças raras. Padilha lembrou que o próximo sábado é dia mundial para conscientização sobre doenças raras.  

Alexandre Padilha durante anuncio de um conjunto de ações para reduzir o tempo de espera no diagnóstico e no tratamento de doenças raras no SUS- Joédson Alves/Agência Brasil

Ampliação de serviços

O ministro defendeu que o país tenha autonomia de pesquisa, produção e tratamento de doenças raras, inclusive prevendo transferências de tecnologias de outros centros de ponta nessa área. “Quando a gente amplia esses serviços para estados que não tinham nenhum serviço ainda, a gente está garantindo um acesso mais próximo onde as pessoas vivem e moram”, ponderou. 

O coordenador de doenças raras do ministério, Natan Monsores, explicou que todo paciente que for atendido em um serviço de referência ou for identificado dentro de um serviço de referência de triagem neonatal poderá ser encaminhado para os polos de sequenciamento. “Foi um investimento de R$ 26 milhões nesse primeiro ano. Nós conseguimos fazer a oferta desse exame, que em preços de mercado podem chegar até R$ 5 mil, por R$ 1,2 mil”.

Monsores esclarece que a resolução diagnóstica é bastante precisa.

“É um ganho enorme para a comunidade de pessoas com doenças raras. Fornecendo para os médicos geneticistas, para as equipes de neurologia e de pediatria, uma ferramenta essencial para fechar esse diagnóstico”. 

Início com um cotonete

A coleta do material é feita com um cotonete na parte interna da bochecha, que colhe células a serem encaminhadas para os laboratórios. Esse teste também pode ser feito com sangue. 

“Permite avançar no diagnóstico de deficiências intelectuais, de condições que implicam no atraso do desenvolvimento global das crianças, e também uma enorme diversidade de condições genéticas que podem afetar essas crianças”, diz Monsores.

O coordenador disse que existem 11 unidades da federação com serviços ativados. Em 90 dias após ação com a ferramenta, foi possível verificar 412 testes já com sequenciamento feito com 175 laudos.

“A nossa perspectiva é fazer a expansão dessa rede para todas as unidades da federação até abril de 2026”. 

Outro anúncio do Ministério da Saúde foi o tratamento das crianças com uma terapia gênica inovadora para crianças com atrofia muscular espinhal (AME). “É uma doença que, se não tratada em tempo hábil, é letal. Todas as crianças que receberam essa terapia têm a interrupção da progressão dessa condição”. 

Avanços

A presidente da Associação dos Familiares, Amigos e Pessoas com Doenças Graves, Raras e Deficiências, Maria Cecília Oliveira, que estava no evento do anúncio, celebrou o que chamou de “avanços” nas políticas públicas relacionadas aos pacientes com doenças raras.

 “Eu espero que o programa Agora tem especialistas seja realmente um programa que possa impactar significativamente os pacientes com doenças raras, que é a nossa luta”, disse Maria Cecília. 

Outra representante de pacientes nesta condição, Lauda Santos, que é presidente da Associação Maria Vitoria de Doenças Raras e Crônicas (Amaviraras) e cofundadora e vice-presidente da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas) destacou a importância da divulgação do serviço para o SUS.

Lauda diz entender que um dos maiores desafios do governo é que essas informações cheguem até os pacientes. “As dificuldades continuam. A gente espera que isso mude porque tudo leva um tempo para poder entrar nos trilhos”. 

Ela ainda defendeu que deve haver o fortalecimento de entidades que defendam os pacientes e lamentou a carga de impostos para os medicamentos.

fonte - Luiz Cláudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil.

Casos de Mpox chegam a oito em Rondônia após confirmação de infecções em mulher e criança

Rondônia passou a registrar oito casos confirmados de Mpox após a identificação de mais dois diagnósticos nesta quarta-feira (25), de acordo com a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa). As novas ocorrências envolvem duas pacientes do sexo feminino, uma mulher de 28 anos e uma criança de 8 anos, ambas em Porto Velho.


Com a atualização, o conjunto de pessoas diagnosticadas no estado reúne cinco homens entre 20 e 35 anos, uma adolescente de 16 anos e as duas pacientes confirmadas agora, totalizando oito infectados. Todos passaram por avaliação clínica, receberam orientações e seguem em isolamento.

A mpox é uma doença viral que pode provocar febre e lesões na pele, com possibilidade de evolução para bolhas e feridas. 

A orientação das autoridades de saúde é que qualquer pessoa com lesões suspeitas, com ou sem febre, procure atendimento em unidades de saúde. O estado mantém vigilância epidemiológica e monitoramento dos casos.

A transmissão entre humanos ocorre principalmente pelo contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. Também há risco por meio do compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais provenientes das lesões.

Entre os sintomas associados estão manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, que podem vir acompanhadas de febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse. 

Em situações de suspeita, a recomendação é buscar avaliação médica e, em caso de confirmação, adotar medidas para reduzir a transmissão e seguir o manejo clínico indicado para cada paciente.

Como prevenção, a orientação inclui higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel, não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais, evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que apresentem lesões na pele e manter isolamento imediato diante de suspeita ou confirmação.
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