O narrador e apresentador Galvão Bueno foi internado nesta sexta-feira (22), em São Paulo, onde será submetido a uma cirurgia na coluna neste sábado (23). O procedimento acontece após o comunicador apresentar problemas na região lombar, que passaram a comprometer os movimentos da perna esquerda.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Galvão tranquilizou os fãs e afirmou que a cirurgia é considerada simples. Segundo ele, a previsão é de uma recuperação rápida, com retorno às atividades em cerca de cinco dias.
A expectativa é de que o apresentador já esteja de volta ao comando do programa “Galvão FC”, no SBT, no próximo dia 1º de junho. Poucos dias depois, em 7 de junho, ele embarca para os Estados Unidos, onde participará da cobertura da Copa do Mundo de 2026.
O SBT transmitirá 32 partidas do Mundial, incluindo todos os jogos da seleção brasileira. Durante a fase de grupos, a emissora exibirá 14 confrontos em parceria com a N Sports.
As partidas do Brasil terão narração de Galvão Bueno.
Dados da Semusa apontam redução nos casos e óbitos por meningite em Porto Velho...
Porto Velho registrou redução de 29,7% nos casos de meningite entre 2024 e 2025, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). Em 2026, até o mês de maio, o município contabiliza 14 casos da doença.
Os óbitos relacionados à meningite também apresentaram redução no período analisado. De acordo com a Semusa, a queda foi de 42,9% entre 2024 e 2025. Os dados de 2026 seguem em monitoramento e ainda não podem ser comparados aos anos anteriores, já que o período analisado não está fechado.
A meningite é uma inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal, podendo ser causada por vírus, bactérias e outros agentes infecciosos. A transmissão acontece principalmente por secreções respiratórias, como gotículas liberadas ao tossir, espirrar ou falar. Crianças menores de 5 anos, especialmente bebês, e idosos acima de 60 anos estão entre os grupos mais vulneráveis.
De acordo com a Semusa, os casos registrados no município foram, em sua maioria, de meningite bacteriana, considerada uma das formas mais graves da doença e que exige diagnóstico rápido e tratamento imediato. Não houve confirmação de meningite meningocócica no período analisado.
Para a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Geisa Brasil, mesmo com a redução observada nos indicadores, a população deve permanecer atenta aos sinais da doença. “Mesmo com a redução observada nos últimos anos, a meningite continua sendo uma doença séria e que precisa de diagnóstico rápido. Quanto mais cedo o paciente procura atendimento, maiores são as chances de recuperação e menores os riscos de complicações”.
A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, reforçou a importância da prevenção e da vacinação. “A vacinação é uma das principais formas de prevenção, com vacinas que protegem contra bactérias causadoras da meningite. Além disso, é fundamental que a população esteja atenta aos sintomas e procure atendimento médico rapidamente diante de qualquer suspeita”.
O prefeito Léo Moraes destacou que o trabalho de prevenção, monitoramento e conscientização tem sido fundamental para a redução dos casos no município. “A saúde preventiva salva vidas. Seguimos fortalecendo a vacinação, a vigilância em saúde e o atendimento à população para garantir diagnóstico rápido, tratamento adequado e mais proteção para as famílias de Porto Velho”, afirmou o prefeito.
Como identificar a meningite
Os sintomas podem variar conforme o tipo da doença e a idade do paciente, mas os principais sinais de alerta incluem febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, náuseas, vômitos, sonolência, confusão mental e sensibilidade à luz. Em alguns casos, também podem surgir manchas vermelhas pelo corpo.
Em bebês e crianças pequenas, a doença pode provocar irritabilidade, choro persistente, dificuldade para se alimentar e moleira inchada.
Ao apresentar sintomas suspeitos, a orientação é procurar imediatamente uma unidade de saúde. O diagnóstico precoce é fundamental para iniciar o tratamento adequado e reduzir o risco de complicações graves.
Como prevenir a meningite
Alguns tipos de meningite podem ser prevenidos por vacina, disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além da imunização, outras medidas também ajudam a reduzir os riscos de transmissão da doença, como lavar as mãos frequentemente, evitar compartilhar objetos pessoais, manter ambientes ventilados e cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar.
No caso da meningite relacionada à tuberculose, a prevenção também inclui o diagnóstico precoce e o tratamento adequado da doença.
A Semusa reforça que, diante de sintomas suspeitos, a população deve procurar atendimento médico imediatamente.
Evento reuniu centenas de participantes com atuação integrada das secretarias municipais para incentivo à ocupação saudável dos espaços públicos em Porto Velho
A Prefeitura de Porto Velho apoiou, na noite desta terça-feira (19), o movimento urbano FunPace, evento esportivo que reuniu centenas de participantes no centro da capital em uma ação voltada à promoção da saúde, incentivo ao esporte, mobilidade urbana, cultura e segurança pública.
Com concentração em frente ao Prédio do Relógio, sede administrativa da prefeitura, o evento contou com a atuação conjunta de diversas secretarias municipais, garantindo organização, segurança e suporte aos atletas e ao público presente durante todo o percurso.
O prefeito Léo Moraes destacou a importância de iniciativas que promovam qualidade de vida e ocupação positiva dos espaços públicos.
“Eventos como o FunPace mostram que Porto Velho está preparada para incentivar práticas saudáveis e fortalecer o convívio social. Nosso compromisso é apoiar ações que aproximem as pessoas da cidade, do esporte e da cultura, sempre com segurança e organização”.
A coordenação geral do movimento ficou sob responsabilidade da FunPace, que organizou toda a dinâmica da corrida e das atividades urbanas realizadas durante a noite. O fundador do evento, Lucas Rômulo, agradeceu o apoio da administração municipal.
“Esse apoio da Prefeitura foi essencial para que conseguíssemos entregar um evento seguro, estruturado e acessível para todos. O FunPace pioneiro no país, nasce justamente dessa proposta de conectar esporte, cidade e pessoas”.
A Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran) coordenou as interdições temporárias e o ordenamento viário nas principais vias do percurso. Segundo a pasta, a atuação integrada garantiu fluidez no trânsito e segurança aos participantes.
“O planejamento viário foi fundamental para minimizar impactos e garantir tranquilidade durante toda a programação. Trabalhamos de forma preventiva e estratégica”, destacou a equipe da Semtran.
A Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel) contribuiu com a estrutura de sonorização e apoio logístico do evento, enquanto a Fundação Cultural de Porto Velho (Funcultural) promoveu apresentações e ações de entretenimento para o público presente.
“Nosso objetivo foi transformar o espaço público em um ambiente de integração e lazer para toda a família”, destacou Vanderlei Pereira da Silva, presidente da Funcultural,.
A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) disponibilizou equipes de apoio médico, orientações preventivas e atendimento de primeiros socorros ao longo da programação.
“A presença das equipes de saúde em eventos esportivos é essencial para garantir atendimento rápido e conscientização da população sobre cuidados preventivos”, informou a Semusa.
A segurança, também foi reforçada com apoio da Atividade Delegada, que posicionou agentes em pontos estratégicos da região central para assegurar tranquilidade aos participantes e ao público.
O evento encerrou a programação com ampla participação popular, reforçando o incentivo às práticas esportivas e à ocupação saudável dos espaços urbanos em Porto Velho.
A docente de 33 anos, recebeu alta médica após apresentar melhora no quadro clínico...
A Secretaria Municipal de Saúde de Rolim de Moura descartou nesta terça-feira (19) o segundo caso suspeito de meningite investigado no município. A paciente, uma professora de 33 anos, recebeu alta médica após apresentar melhora no quadro clínico.
O caso estava relacionado à morte do adolescente Eduardo Nascimento, de 14 anos, diagnosticado com meningite bacteriana. O estudante morreu no início deste mês em um hospital de Ji-Paraná após complicações da doença.
Segundo as autoridades de saúde, a professora leciona na Escola Carlos Drummond de Andrade e teve contato próximo com o adolescente, o que levou à internação para investigação epidemiológica. Ela permaneceu internada no Hospital Regional de Cacoal (Heuro) até receber avaliação médica favorável para alta.
A Semusa informou que os exames realizados descartaram a doença na paciente. O caso vinha sendo monitorado devido à proximidade entre os dois e ao risco de transmissão da meningite bacteriana.
A morte de Eduardo gerou preocupação entre familiares, alunos e moradores do município, mobilizando equipes de saúde e ações de monitoramento preventivo na rede escolar.
Vacinas como BCG, HB, VSR e ROTA estão entre as aplicações...
Inaugurado no início deste ano, o primeiro Centro Intermediário de Imunobiológicos Especiais (CIIE) de Porto Velho já começa a trazer resultados concretos para a sociedade, promovendo a imunização de recém-nascidos até idosos com mais de 80 anos.
Montado como uma unidade estratégica de imunização, o CIIE conta com uma estrutura capaz de armazenar vacinas e outros imunizantes que antes só eram encontrados na rede estadual de saúde.
Contando com um rigoroso protocolo de atendimento, por se tratar de imunizantes não convencionais no sistema público de saúde, o CIIE já realizou 614 aplicações desde fevereiro até o início deste mês de maio.
Entre as vacinas aplicadas estão BCG, Covid-19, HB, VSR, INF3 e ROTA, imunizantes fundamentais para salvar vidas, prevenir hospitalizações e controlar surtos.
“Essas vacinas precisam de um laudo médico para serem aplicadas no CIIE. Por isso, é importante que o cidadão procure nossos serviços com a prescrição médica. Estando tudo certo, ele já sai vacinado”, explicou Sandra Cardoso, secretária municipal de Saúde.
De acordo com o prefeito Léo Moraes, o serviço prestado pelo CIIE é inovador para o município e demonstra que, através de um trabalho técnico e eficiente, é possível fortalecer a política de saúde pública da capital.
“Esse trabalho é muito importante porque resguarda vidas e mostra que Porto Velho vive um novo momento na saúde pública. Saímos de uma condição precária e agora avançamos com a aquisição de um hospital, reforma de unidades e outras medidas que elevaram a qualidade desse serviço”, declarou o prefeito de Porto Velho.
O CIIE funciona dentro da estrutura do Centro de Especialidades Médicas Dr. Rafael Vaz e Silva, localizado na rua Jacy Paraná, nº 1943, bairro Mato Grosso, região central de Porto Velho.
Pacientes com comorbidades como diabetes, cardiopatias, pneumopatias, imunodeprimidos, gestantes e bebês prematuros, mediante laudo médico, estão entre o público atendido.
O CIIE funciona de segunda à sexta-feira, das 13h às 18h.
Texto: João Paulo Prudêncio Fotos: Arquivo / Secom
Unidade vai ampliar atendimentos especializados pelo SUS, reduzir filas da regulação e garantir estrutura própria de saúde para a população de Porto Velho...
Mais do que um sonho da maioria da população que não possui acesso à rede privada de saúde, o Hospital Municipal adquirido pela Prefeitura de Porto Velho vem sendo visto como um verdadeiro “remédio” para a saúde pública da capital rondoniense.
Com uma estrutura pronta e moderna, a unidade contará com a gestão clínica de profissionais ligados ao corpo docente da Universidade Federal de Rondônia (Unir). O Hospital Municipal será referência em cirurgias e atendimentos de maior complexidade, contribuindo para reduzir drasticamente a fila da regulação.
A gestão administrativa ficará sob responsabilidade da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), em um modelo inédito de parceria no Estado, que promete oferecer um serviço médico de qualidade comparável aos grandes centros urbanos do país.
A aquisição da unidade encerra uma espera histórica de mais de cem anos por uma rede hospitalar própria do município.
COMO IRÁ FUNCIONAR
Inicialmente, o cidadão deverá buscar atendimento na atenção primária, através das unidades básicas e postos de saúde. Após esse primeiro atendimento, o paciente poderá ser regulado e encaminhado para exames, procedimentos e cirurgias no Hospital Municipal.
Com isso, Porto Velho deixará de depender exclusivamente da rede estadual para a realização de cirurgias e atendimentos especializados pelo SUS.
“Com a ampliação da capacidade de atendimento, o município poderá oferecer um fluxo mais ágil e organizado para os pacientes do SUS. A proposta é garantir um cuidado mais preventivo, humanizado e eficiente para a população”, destacou a secretária municipal de saúde, Sandra Maria Pettilo.
Segundo o prefeito Léo Moraes, a proposta é oferecer um serviço mais ágil, humanizado e digno, ampliando o acesso à saúde por meio de uma rede própria em parceria com o governo federal.
“É uma entrega histórica para a população de Porto Velho, que além de oferecer um serviço de qualidade, também irá fomentar o conhecimento científico e contribuir na formação de novos profissionais da medicina. Isso é fruto de um trabalho dedicado e pensado no bem-estar da população”, declarou.
Os procedimentos finais para a entrega da unidade à população da capital rondoniense já estão em andamento.
Animal foi encontrado com mandíbula e pernas quebradas em Rio Branco. Protetora mobiliza redes sociais para custear tratamento do cão
Um cão batizado de Feijão, que passou mais de 24 horas gritando por socorro em um lixão de Rio Branco, no Acre, foi resgatado pela protetora Isabella Macowski.
O animal foi encontrado prostrado sobre detritos, sem conseguir mover as patas ou fechar a boca, após sofrer uma violência que quebrou a mandíbula, pelve e o fêmur.
Um vídeo publicado em 29 de abril registrou o momento em que, exausto, o cachorro desistiu de latir e passou a apenas aguardar até a chegada do socorro.
Entenda
Cenário de indiferença: testemunhas relataram ter ouvido os gemidos de dor do cão durante todo o dia, mas a única intervenção feita antes do resgate foi arrastar o animal ferido para a beira da calçada.
Gravidade do quadro: encaminhado com urgência para uma clínica veterinária, os exames confirmaram traumas severos que impediam Feijão até mesmo de buscar água ou comida.
Mobilização e cirurgias: os procedimentos ósseos e a reconstrução da mandíbula foram orçados em 7 mil reais. Isabella arrecadou a maior parte do valor nas redes sociais e realizou as cirurgias.
Recuperação delicada: o cão segue internado sem previsão de alta, necessitando de medicação constante para dor, fisioterapia para voltar a andar e, futuramente, castração.
O caso de Feijão se soma aos 344 animais salvos por Isabella Macowski em Rio Branco, evidenciando um ciclo contínuo de abandono e resgate na região. O processo de reabilitação do cão, contudo, está longe do fim, e os custos com a internação hospitalar continuam a subir.
Para ajudar a custear o pós-operatório e a internação, doações podem ser feitas pela chave Pix 68992382228. Quem estiver na capital acreana também pode contribuir diretamente no balcão da clínica Clinivet, destinando o valor para os cuidados do paciente.
O cão Feijão já passou por cirurgia e espera por um lar
O objetivo final é fazer com que o animal, que um dia foi tratado como descarte, consiga caminhar sem dor e encontre um lar definitivo e responsável. Os interessados em adotá-lo podem entrar em contato pelo WhatsApp (68) 99238-2228.
A protetora alerta para a necessidade de um compromisso real por parte de quem decidir acolhê-lo. “O Feijão precisa de uma família, mas uma de verdade, sabe? Não é só aquela que provavelmente ele deve ter tido por ser “peludinho”… porque é nisso que dá quando querem por estética: descuido e negligência”, concluiu Isabella. (Metrópoles)
Em última atualização, empresa afirmou que continua "atendendo todos aqueles que ainda preferirem efetuar a troca ou obter o ressarcimento pelos produtos adquiridos"...
Em um dia de mudanças de posicionamento, a Ypê informou, no final da tarde desta sexta-feira (15), que está disponível para atender clientes que desejam trocar ou obter o reembolso de produtos adquiridos da empresa, que estejam dentro do escopo da suspensão determinada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Na manhã desta sexta, a Agência negou por unanimidade o recurso apresentado pela Ypê e manteve a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso de diversos produtos de limpeza da marca, conforme a Resolução 1.834/2026, determinada no último dia 7 de maio.
Após a decisão da Diretoria Colegiada da Anvisa, ainda nesta manhã, a empresa já havia começado a reembolsar os clientes afetados. A fabricante passou a solicitar a chave Pix dos consumidores para efetuar os pagamentos, enquanto mantinha o processo de ressarcimento para itens atingidos pela medida cautelar da agência.
No entanto, por volta das 18h10, o diretor-executivo de assuntos jurídicos e corporativos da Ypê, Sergio Pompilio, conversou com a CNN Brasil e afirmou que, naquele momento, não se falava em ressarcimento aos clientes por parte da empresa.
"Não há o que se falar, nesse momento — em razão da determinação da própria Anvisa — em reembolso [...] Há uma grande parcela desses produtos [indicados pela agência] que hoje estão segregadas nos nossos clientes [...] Na medida em que ele [produto] apresenta a segurança para o consumidor, ele vai ser liberado para ser colocado a venda novamente", destacou Pompilio.
Porém, às 18h55 desta sexta, a Ypê voltou atrás e divulgou uma nota oficial, afirmando que continua "atendendo em seus canais oficiais todos aqueles que ainda preferirem efetuar a troca ou obter o ressarcimento pelos produtos adquiridos". Leia na íntegra:
"A determinação da Anvisa de 15 de maio estabeleceu que os produtos lava-roupas líquidos, lava-louças líquidos e desinfetantes com lote final 1, elencados na Resolução 1.834/2026, não precisariam mais ser recolhidos neste momento. A orientação é que eles permaneçam guardados até a emissão de novos laudos de laboratórios independentes. Porém, em alinhamento com a Anvisa e devido ao foco na satisfação dos nossos consumidores, a Ypê seguirá atendendo em seus canais oficiais todos aqueles que ainda preferirem efetuar a troca ou obter o ressarcimento pelos produtos adquiridos. A empresa reitera que, de acordo com os controles e análises internas realizados pela Ypê, os produtos são seguros para o consumidor. Ainda assim, a companhia propôs para a Anvisa apresentar testes realizados por laboratórios independentes autorizados pela agência, de todos os lotes já colocados no mercado, para garantir a segurança dos mesmos e sua consequente liberação para uso o mais rápido possível. A Ype segue executando em ritmo acelerado o investimento de R$ 130 milhões com o foco em se adequar aos requisitos acordados em colaboração com a Anvisa. A empresa reitera seu compromisso inegociável com a transparência e a saúde de seus consumidores."
Em nova entrevista à reportagem, Sérgio Pompilio ressaltou o novo posicionamento da empresa. "Quando a gente fala de consumidor... caso o consumidor não esteja 100% confortável com essa decisão e ele queira efetuar a troca desse produto e não a manutenção, a suspensão do uso, ele deve, sim, entrar em contato com o nosso serviço de atendimento, tanto pelo SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) como pelos nossos canais telefônicos, fazer a solicitação e ele vai ser devidamente reembolsado ou oferecido a troca por um produto diferente".
Em nota enviada à reportagem, a Anvisa informou que não trata de aspectos sobre ressarcimento de clientes, já que o foco do órgão é segurança sanitária.
FONTE - Bruna Lopes, da CNN Brasil*, Julia Farias e Rafael Saldanha, da CNN Brasil, São Paulo.
A docente está hospitalizada há cerca de uma semana e apresenta quadro clínico estável, segundo a Secretaria de Saúde...
A Secretaria Municipal de Saúde de Cacoal confirmou nesta sexta-feira (15) que o adolescente Eduardo Nascimento, de 14 anos, morreu em decorrência de meningite bacteriana em Rondônia. O estudante, morador de Rolim de Moura, estava internado desde o agravamento do quadro clínico e morreu na última segunda-feira (11), após ser transferido para uma unidade hospitalar em Ji-Paraná.
De acordo com a Semusa, o exame realizado antes da morte confirmou que o jovem foi vítima de uma variante bacteriana da meningite que não possui vacina disponível atualmente. Segundo as autoridades de saúde, o tipo identificado não pertence aos grupos prevenidos pelos imunizantes meningocócico, pneumocócico ou Haemophilus influenzae tipo B.
Além do caso confirmado, uma professora que teve contato próximo com o adolescente também segue internada no Hospital Regional de Cacoal. A mulher está hospitalizada há cerca de uma semana e apresenta quadro clínico estável, segundo a Secretaria de Saúde.
Apesar de ainda não haver confirmação laboratorial no caso da professora, a Semusa informou que existe relação epidemiológica entre os dois casos devido ao contato direto entre ambos. Equipes de saúde acompanham a situação e monitoram possíveis novos casos.
A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que revestem o sistema nervoso central. A doença pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas, sendo as formas bacterianas consideradas as mais graves devido ao alto risco de morte e sequelas permanentes.
Entre as possíveis complicações estão perda auditiva, danos neurológicos e comprometimento dos movimentos. Crianças e adolescentes estão entre os grupos mais vulneráveis à doença.
O tratamento varia conforme o agente causador. Nos casos bacterianos, o atendimento deve ser imediato, com internação hospitalar e uso de antibióticos. Autoridades de saúde reforçam a importância da vacinação e da procura rápida por atendimento médico diante de sintomas como febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez no pescoço e vômitos.
A Secretaria Municipal de Saúde investiga um segundo caso suspeito de meningite em Rolim de Moura, interior de Rondônia. A paciente é professora do adolescente Eduardo Nascimento, de 14 anos, que morreu na última segunda-feira (11) em um hospital de Ji-Paraná com suspeita da doença.
Segundo as autoridades de saúde, existe relação epidemiológica entre os dois casos, já que ambos tiveram contato próximo. A professora, que atua na Escola Carlos Drummond de Andrade, está internada no Hospital Regional de Cacoal (Heuro), onde recebe acompanhamento médico. O quadro de saúde dela é considerado estável.
A suspeita inicial é de meningite bacteriana, mas o tipo da doença ainda não foi confirmado. Os exames laboratoriais seguem em análise e o resultado oficial ainda não foi divulgado.
A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que revestem o sistema nervoso central, e pode ser causada por bactérias, vírus, fungos ou parasitas. As formas bacterianas da doença são consideradas mais graves e exigem tratamento imediato com antibióticos em ambiente hospitalar.
De acordo com o Ministério da Saúde, a doença pode causar sequelas graves, como surdez, comprometimento neurológico e perda de movimentos, além de apresentar alto índice de mortalidade em alguns casos.
As autoridades reforçam que a principal forma de prevenção é a vacinação, disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de cuidados com higiene e acompanhamento médico diante de sintomas suspeitos.