Últimas Notícias
Brasil
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

Casos de Mpox chegam a oito em Rondônia após confirmação de infecções em mulher e criança

Rondônia passou a registrar oito casos confirmados de Mpox após a identificação de mais dois diagnósticos nesta quarta-feira (25), de acordo com a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa). As novas ocorrências envolvem duas pacientes do sexo feminino, uma mulher de 28 anos e uma criança de 8 anos, ambas em Porto Velho.


Com a atualização, o conjunto de pessoas diagnosticadas no estado reúne cinco homens entre 20 e 35 anos, uma adolescente de 16 anos e as duas pacientes confirmadas agora, totalizando oito infectados. Todos passaram por avaliação clínica, receberam orientações e seguem em isolamento.

A mpox é uma doença viral que pode provocar febre e lesões na pele, com possibilidade de evolução para bolhas e feridas. 
A orientação das autoridades de saúde é que qualquer pessoa com lesões suspeitas, com ou sem febre, procure atendimento em unidades de saúde. O estado mantém vigilância epidemiológica e monitoramento dos casos.

A transmissão entre humanos ocorre principalmente pelo contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. Também há risco por meio do compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais provenientes das lesões.

Entre os sintomas associados estão manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, que podem vir acompanhadas de febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse. 

Em situações de suspeita, a recomendação é buscar avaliação médica e, em caso de confirmação, adotar medidas para reduzir a transmissão e seguir o manejo clínico indicado para cada paciente.

Como prevenção, a orientação inclui higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel, não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais, evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que apresentem lesões na pele e manter isolamento imediato diante de suspeita ou confirmação.

Brasil registra 88 casos de Mpox em 2026; saiba como evitar a doença

Estado de São Paulo contabilzia maioria dos casos...

FILE PHOTO: Christian Musema, a laboratory nurse, takes a sample from a child declared a suspected case of Mpox  at the treatment centre in Munigi, following Mpox cases in Nyiragongo territory near Goma, North Kivu province, Democratic Republic of the Congo July 19, 2024. Reuters/Arlette Bashizi/Proibida reprodução
© REUTERS/Arlette Bashizi/Proibida reprodução

O Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, com a maioria sendo no estado de São Paulo, que desde janeiro contabiliza 62 casos. Os outros registros aparecem no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), em Minas Gerais (3), no Rio Grande do Sul (2), no Paraná (1) e no Distrito Federal (1). Os quadros leves a moderados predominam e não há óbitos. Em 2025, foram registrados no país 1.079 casos e 2 óbitos. Os dados são do Ministério da Saúde.

O que é Mpox e quais são os sintomas?

Causada pelo vírus Monkeypox, a doença tem seu contágio por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum da doença é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal.

Como a Mpox é transmitida?

O vírus se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato próximo com alguém infectado, incluindo falar ou respirar próximos uns dos outros, o que pode gerar gotículas ou aerossóis de curto alcance; contato pele com pele, como toque ou sexo vaginal/anal; contato boca com boca; ou contato boca e pele, como no sexo oral ou mesmo o beijo na pele.

O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença.

Em quanto tempo a doença se manifesta?

O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da Mpox (período de incubação) é tipicamente de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

Ao notar os sintomas, é preciso procurar uma unidade de saúde para fazer o exame laboratorial, que é a única forma de confirmação. O diagnóstico complementar deve ser realizado considerando as seguintes doenças: varicela zoster, herpes zoster, herpes simples, infecções bacterianas da pele, infecção gonocócica disseminada, sífilis primária ou secundária, cancróide, linfogranuloma venéreo, granuloma inguinal, molusco contagioso, reação alérgica e quaisquer outras causas de erupção cutânea papular ou vesicular.

“Pessoas com suspeita ou confirmação da doença devem cumprir isolamento imediato, não compartilhar objetos e material de uso pessoal, tais como toalhas, roupas, lençóis, escovas de dente, talheres, até o término do período de transmissão”, orienta o Ministério da Saúde.

Qual é o tratamento?

O tratamento consiste no alívio dos sintomas, na prevenção, no manejo das complicações e em evitar sequelas. A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves e moderados. Não há medicamento aprovado especificamente para Mpox.

A prevenção consiste em evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Caso seja necessário ter contato, a recomendação é a de utilizar luvas, máscaras, avental e óculos de proteção.

Também é recomendado lavar as mãos com água e sabão ou utilizar álcool em gel frequentemente. As medidas de higiene são especialmente importantes após o contato com a pessoa infectada, suas roupas, lençóis, toalhas e outros itens ou superfícies que possam ter entrado em contato com as erupções e lesões da pele ou secreções respiratórias.

“Lave as roupas de cama, roupas, toalhas, lençóis, talheres e objetos pessoais da pessoa com água morna e detergente. Limpe e desinfete todas as superfícies contaminadas e descarte os resíduos contaminados (por exemplo, curativos) de forma adequada”, alerta o Ministério.

Mpox pode matar?

Na maioria dos casos, os sintomas da doença desaparecem sozinhos em poucas semanas. Mas, em algumas pessoas, o vírus pode provocar complicações médicas e mesmo a morte. Recém-nascidos, crianças e pessoas com imunodepressão pré-existente correm maior risco de sintomas mais graves e de morte pela infecção.

Quadros graves causados pela Mpox podem incluir lesões maiores e mais disseminadas (especialmente na boca, nos olhos e em órgãos genitais), infecções bacterianas secundárias de pele ou infecções sanguíneas e pulmonares. As complicações se manifestam ainda por meio de infecção bacteriana grave causada pelas lesões de pele, encefalite, miocardite ou pneumonia, além de problemas oculares.

Pacientes com Mpox grave podem precisar de internação, cuidados intensivos e medicamentos antivirais para reduzir a gravidade das lesões e encurtar o tempo de recuperação. Dados disponíveis mostram que entre 0,1% e 10% das pessoas infectadas pelo vírus morreram, sendo que as taxas de mortalidade podem divergir por conta de fatores como acesso a cuidados em saúde e imunossupressão subjacente.

São Paulo

Apesar dos números apresentados pelo governo federal, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo (SES-SP) afirma que o número de casos no estado é de 50. A capital paulista é a cidade com maior número de casos: 31. Campinas, Paulínia, Sumaré, Hortolândia, Sorocaba, Várzea Paulista, Araquaquara, Osasco, Cotia, Jandira, Serrana, Arujá, Santos, Guarulhos e Pradópolis registram um caso. Em Ribeirão Preto e Mogi das Cruzes, são dois em cada. No ano passado, em janeiro foram registrados 79 casos e em fevereiro 47 casos, totalizando, 126 casos nos dois primeiros meses do ano.

fonte - agencia brasil.

Mutirão vai atender mulheres para implante de contraceptivo em PVH

Pacientes inseridas na regulação serão contatadas; quem ainda não iniciou o processo deve procurar a UBS mais próxima...


A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), realiza neste sábado (28) um mutirão para inserção do implante contraceptivo subdérmico em mulheres que já estão inseridas no sistema de regulação municipal.

Ao todo, 1.700 mulheres estão reguladas e fazem parte do público previsto para atendimento nesta etapa da ação.


A equipe da regulação entrará em contato diretamente com as pacientes para repassar as orientações sobre data, horário e demais informações necessárias. A Semusa orienta que as mulheres verifiquem se o número de telefone informado no momento da regulação está atualizado, para evitar dificuldades no contato.

Método seguro e de longa duração

O implante contraceptivo é um método de longa duração, com 99% de eficácia e proteção por até três anos. A inserção é realizada por profissional capacitado, de forma rápida e segura.

“O implante contraceptivo é um método moderno, seguro e com valor alto no atendimento particular. Ao disponibilizá-lo gratuitamente pelo SUS, garantimos que mais mulheres tenham acesso a essa opção de planejamento reprodutivo. É uma medida que amplia o cuidado com a saúde da mulher e oferece mais segurança para quem deseja se organizar antes de uma nova gestação”, disse o prefeito Léo Moraes.

A oferta do implante integra as ações do Planejamento Reprodutivo no âmbito da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM)

O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, destacou a importância da iniciativa. “Estamos avançando na política de saúde da mulher e garantindo acesso a um método seguro e eficaz pelo SUS. O mutirão é uma forma de acelerar o atendimento e assegurar que essas mulheres tenham acesso ao planejamento reprodutivo com responsabilidade”.

Para a atendente Klicia Oliveira Sampaio, a iniciativa representa segurança e planejamento. Mãe desde os 20 anos, hoje com 27, ela destaca a importância do preparo antes de uma nova gestação.

“Ser mãe exige preparo emocional e financeiro. A gente aprende o quanto é importante se organizar antes de ter outro filho. O implante é muito seguro, dura anos e no particular é caro, nem todas conseguem pagar. Ter acesso gratuito pelo SUS faz muita diferença. Estou ansiosa para colocar e ter essa tranquilidade pelos próximos anos”.

A oferta do implante integra as ações do Planejamento Reprodutivo no âmbito da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM), coordenada pelo Ministério da Saúde. O método é adquirido de forma centralizada pelo governo federal e distribuído aos estados e municípios para atendimento na rede pública.

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Semusa, já solicitou novas remessas do implante ao Ministério da Saúde, com o objetivo de ampliar o atendimento e garantir a continuidade da oferta do método às mulheres que estão em processo de regulação no município.

Como participar

O mutirão é destinado exclusivamente às mulheres que já estão inseridas na regulação municipal.

As mulheres que ainda não iniciaram o processo devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência para realizar a inclusão no sistema de regulação municipal.

No dia da inserção do implante, todas as pacientes passarão por avaliação médica antes do procedimento, garantindo segurança e adequação ao método.

É necessário apresentar documento oficial com foto, cartão do SUS ou CPF, e comprovante de regulação, no momento do atendimento.

A Semusa reforça que o atendimento segue critérios técnicos e protocolos do Ministério da Saúde, assegurando organização e cuidado em todas as etapas do processo.

O implante contraceptivo previne a gravidez, mas não protege contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Por isso, o uso de preservativo continua sendo fundamental para a prevenção de doenças como HIV, sífilis e outras infecções, devendo fazer parte do cuidado com a saúde sexual.

Texto: Tatiana Mendonça
Imagens: Arquivo

Edição: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Butantan antecipa entrega de 1,3 mi de vacinas contra dengue ao SUS

Serão distribuídas 2,6 milhões de doses no primeiro semestre...

Botucatu (SP), 18/01/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, iniciou a vacinação contra a dengue com a primeira vacina 100% nacional, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. Foto: Walterson Rosa/MS
© Walterson Rosa/MS

O Instituto Butantan anunciou nesta terça-feira (24) que antecipará para o primeiro semestre de 2026 a entrega de 1,3 milhão de doses da vacina contra dengue Butantan-DV ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Inicialmente. o lote seria entregue no segundo semestre deste ano. Com o novo prazo, serão distribuídas ao todo 2,6 milhões de doses no primeiro semestre.

A vacina Butantan-DV é produzida no parque fabril do próprio instituto, na capital paulista. O imunizante, aplicado em dose única, tetraviral e 100% nacional, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser utilizado na população brasileira de 12 a 59 anos. Nesse público, o imunizante mostrou 74,7% de eficácia geral, 91,6% de eficácia contra dengue grave e com sinais de alarme e 100% de eficácia contra hospitalizações por dengue.

Na segunda semana de fevereiro, o Ministério da Saúde iniciou a vacinação contra a dengue dos profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde das Unidades Básicas de Saúde) da Atenção Primária, com a previsão de proteger 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente do SUS.

Novo terreno

O governo do estado de São Paulo anunciou, também nesta segunda-feira, a transferência de um terreno no bairro do Jaguaré, zona oeste do município de São Paulo, para a criação de um novo polo de inovação e desenvolvimento de imunobiológicos do Instituto Butantan, além do investimento de R$ 1,38 bilhão em novas fábricas para produção de vacinas e imunobiológicos.

“Nessa área, vamos produzir nosso parque fabril para levarmos São Paulo onde queremos: um expoente máximo da ciência, da biotecnologia, do desenvolvimento e da inovação em Saúde no nosso país”, disse o secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva.

fonte - agencia brasil.

Vacinação contra dengue é iniciada para servidores da atenção básica

Ação ocorre entre 24 de fevereiro e 10 de março, com aplicação nas próprias unidades de saúde...


A enfermeira Maria Zilma, foi uma das primeiras servidoras da gestão municipal que receberam imunização contra a dengue, na manhã desta terça-feira (24) por meio da campanha que acontece em todas as unidades de saúde de Porto Velho.“Não senti dor nem tive reação. É uma vacina muito tranquila. Aconselho todos os colegas a procurarem a sala de vacina e se prevenirem”, afirmou.

A Prefeitura e a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) iniciaram a vacinação contra a dengue em servidores ativos da Atenção Básica da rede municipal. A ação segue até o dia 10 de março e será realizada de forma programada, diretamente nas unidades de saúde, nos períodos da manhã e da tarde.

A estratégia tem como objetivo proteger os profissionais que atuam na linha de frente do atendimento à população, como medida preventiva e de cuidado com os trabalhadores da rede municipal.

A vacina utilizada é a dengue (atenuada) do Instituto Butantan, aplicada em dose única, conforme diretrizes do Ministério da Saúde. A imunização integra o planejamento nacional de ampliação da proteção contra a doença e segue critérios técnicos estabelecidos pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).
Maria Zilma também lembrou que a estratégia de levar as equipes de imunização até as unidades facilita o processo e evita sobrecarga nas salas de vacina. “A equipe esteve conosco e vacinou um a um, de forma organizada e eficiente. Isso diminui o fluxo ao mesmo tempo na sala de vacina e garante mais agilidade”, explicou.

Elizeth Lima explica que a vacinação segue um cronograma organizado por unidade

Zilma comentou sobre a importância da adesão dos agentes comunitários de saúde e dos médicos da rede. “Os agentes que estão em campo precisam estar protegidos para orientar a população. E os médicos que atendem pacientes com sintomas também devem se vacinar. Precisamos dar o exemplo e fortalecer a campanha”.

A chefe da Divisão de Imunização da Semusa, Elizeth Lima, explica que a vacinação segue um cronograma organizado por unidade, garantindo segurança e eficiência no processo. “Estruturamos um planejamento para que a aplicação ocorra dentro das próprias unidades, nos dois turnos, assegurando que todos os servidores contemplados possam ser vacinados de forma organizada e segura”, destacou.

Ampliação para a população

A Secretaria Municipal de Saúde informa que a ampliação da vacinação contra a dengue para a população seguirá as diretrizes do Ministério da Saúde. A estratégia será implementada de forma escalonada e gradativa, conforme a disponibilidade de doses e a definição das faixas etárias prioritárias, que serão comunicadas por meio de nota técnica oficial.

A Semusa reforça que todas as informações oficiais sobre a vacinação serão divulgadas pelos canais institucionais da Prefeitura.

Texto: Taiana Mendonça
Edição: Secom
Fotos: Arquivo / Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Equipamentos com tecnologia de IA agilizam exames no Pronto-Socorro João Paulo II, em Porto Velho

Com o objetivo de garantir atendimento eficaz e assistência imediata aos pacientes, o governo de Rondônia passou a utilizar, no Pronto-Socorro João Paulo II, em Porto Velho, equipamentos com tecnologia de Inteligência Artificial (IA) para a realização de exames. O recurso permite análises em tempo recorde, para alguns casos em apenas um minuto, oferecendo diagnósticos mais precisos e reduzindo o tempo de resposta em situações de urgência e emergência.

Hospitais estaduais já começam a aderir ao uso de equipamentos e assistentes virtuais, integrando a IA ao Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é que a tecnologia contribua para maior eficiência nos diagnósticos e tratamentos em todo o estado.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, os novos métodos são resultados de investimentos do governo na saúde do estado. “A Inteligência Artificial se tornou uma parceira poderosa. Com a tecnologia avançando, a utilizamos em favor de quem mais precisa. Assim, seguimos fortalecendo a rede pública e garantindo o melhor atendimento para o cidadão”, ressaltou.

ATENDIMENTOS E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Uma das ferramentas em uso no Pronto-Socorro João Paulo II é a Lívia IA, assistente virtual brasileira desenvolvida especialmente para profissionais da saúde. Treinada por médicos, ela auxilia na tomada de decisões clínicas com foco em agilidade, precisão e segurança, tornando-se uma aliada fundamental no atendimento hospitalar.

Segundo o médico emergencista que atua na unidade, Vinicius Nogueira, “com a IA conseguimos analisar um volume muito maior de informações em menos tempo. Ela nos dá suporte para identificar padrões que, a olho nu, poderiam passar despercebidos”, explicou.

Na prática, exames como ecocardiogramas e ultrassonografias point of care são realizados com base em algoritmos de inteligência artificial, o que garante acesso rápido e simplificado, facilitando a jornada do paciente dentro do hospital.

As especialidades que mais utilizam a ferramenta na unidade são:

  • Medicina de emergência;
  • Cardiologia;
  • Radiologia; e
  • Diagnósticos por imagem.

O titular da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Jefferson Rocha, salientou que a Inteligência Artificial representa um avanço decisivo. “Com o grande fluxo de pacientes no Pronto-Socorro, cada minuto faz diferença. A tecnologia nos permite reduzir o tempo de espera e otimizar processos, o que significa atender muito mais pessoas em menos tempo, sem perder qualidade. A IA garante diagnósticos rápidos e precisos, ampliando nossa capacidade de resposta e oferecendo um cuidado de ponta para os usuários do SUS em Rondônia.”

fonte - SECOM RO.

CPF é utilizado com identificação do SUS em Porto Velho

Mudança adotada pelo Ministério da Saúde moderniza o cadastro dos usuários...

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) informa que o Cadastro Nacional de Saúde passa a utilizar o CPF como identificador principal dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme diretriz do Ministério da Saúde. A medida moderniza o sistema, promove maior integração das informações e facilita o acesso da população aos serviços da rede municipal.

Com a atualização, o CPF passa a substituir gradualmente o número antigo do Cartão Nacional de Saúde (CNS) como chave principal de identificação do cidadão no sistema. A mudança permite unificar registros, evitar duplicidades e tornar o atendimento mais ágil nas unidades de saúde.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, a atualização representa um avanço importante para a gestão e para o usuário do SUS. “Essa integração traz mais segurança às informações e mais eficiência ao atendimento. O uso do CPF como identificador único reduz inconsistências cadastrais e facilita o acesso do cidadão aos serviços de saúde”, destacou.

A diretora do Departamento de Atenção Básica, Raphaela Castiel, explica que a mudança impacta diretamente na rotina das unidades. “Com o CPF como identificador principal, conseguimos localizar o cadastro do paciente de forma mais rápida no sistema, isso reduz o tempo de espera e evita retrabalho”, afirmou.

Atualização cadastral e orientação aos usuários

Embora o atendimento no SUS seja assegurado a todos, a apresentação de documento oficial com foto e CPF é fundamental para agilizar o atendimento e evitar inconsistências no cadastro. A ausência dessas informações pode demandar conferência manual e atualização de dados, o que pode aumentar o tempo de espera.

A Semusa orienta que os usuários mantenham seus dados atualizados e apresentem documento oficial com foto e CPF nos atendimentos, sempre que possível, para facilitar a identificação no sistema e garantir o registro correto dos procedimentos realizados.

A modernização do cadastro integra a estratégia nacional de qualificação das bases de dados do SUS, fortalecendo a gestão da saúde pública e garantindo mais eficiência, transparência e segurança no atendimento à população.

Texto: Taiana Mendonça
Edição: Secom
Fotos: Arquivo / Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Prefeitura atualiza emissão de receitas para medicamentos controlados

Mudança segue norma da Anvisa e garante mais agilidade para profissionais e pacientes...


Com a mudança, médicos e instituições de saúde passam a ter autonomia para imprimir os blocos de notificação em gráficas autorizadas

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) e do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), atualizou o sistema de emissão de receitas para medicamentos de controle especial. A medida atende às diretrizes da Anvisa (RDC nº 1.000/2025) e simplifica o processo de confecção dos receituários.

Com a mudança, médicos e instituições de saúde passam a ter autonomia para imprimir os blocos de notificação em gráficas autorizadas, mediante solicitação prévia de numeração junto à Vigilância Sanitária Municipal. Antes, as notificações de receita amarela eram confeccionadas exclusivamente pela autoridade sanitária.

“Estamos padronizando, uniformizando a gestão dos nossos atendimentos aos pacientes. Isso significa mais agilidade para os profissionais e à população”, disse o prefeito Léo Moraes.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, a atualização fortalece a rede municipal. “A medida traz mais eficiência ao trabalho dos profissionais e reduz o risco de desabastecimento de receituários, evitando interrupções no tratamento dos pacientes”.

Para o cidadão, a principal mudança é a redução do risco de falta de formulários nas unidades de saúde e consultórios, garantindo a emissão da receita no momento da consulta. Receitas emitidas no modelo anterior continuam válidas até o prazo de vencimento.

Para profissionais e instituições, permanecem obrigatórias a solicitação prévia de numeração e o cumprimento dos critérios técnicos estabelecidos pela Vigilância Sanitária. O controle passa a ser integrado ao Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR), ampliando a rastreabilidade e a segurança na emissão dos documentos.

A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Geisa Brasil Ribeiro, destacou que a integração ao sistema nacional reforça o monitoramento e a transparência. “A centralização das informações amplia o controle das notificações e reduz riscos de irregularidades, ao mesmo tempo em que garante mais autonomia aos prescritores dentro das normas técnicas”.

Profissionais e instituições que ainda não possuem cadastro para solicitar numeração devem procurar o Núcleo de Controle de Risco Sanitário (Nucris). As orientações estão disponíveis no site da Vigilância Sanitária Municipal ou pelo e-mail: nucris.dvisa@portovelho.ro.gov.br

Texto: Taiana Mendonça

Imagens: Arquivo

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Centro de imunobiológicos facilita acesso à vacinação nos distritos

A unidade instalada no Centro de Especialidades Médicas Dr. Rafael Vaz e Silva descentraliza imunização...


Os moradores de Porto Velho passam a contar com uma nova estrutura de saúde. Foi inaugurado na manhã desta segunda-feira (23), o primeiro Centro Intermediário de Imunobiológicos Especiais (CIIE) que funciona no Centro de Especialidades Médicas Dr. Rafael Vaz e Silva, no bairro Mato Grosso.

Imunobiológicos são fundamentais para proteger bebês prematuros contra a bronquiolite associada ao VSR

O centro deixa de ser apenas uma sala de vacina comum para se tornar uma unidade estratégica, equipada com imunizantes que antes só eram acessíveis através do governo estadual. Agora, o município assume a prevenção oferecendo estrutura para pessoas em condições clínicas delicadas, como cardiopatas, diabéticos e bebês prematuros.

Um dos maiores avanços do novo CIIE é o fim da barreira geográfica. Anteriormente, moradores de distritos distantes precisavam se deslocar até a capital para buscar atendimento no Centro de Referência do Estado. Com a nova estrutura municipal, a prefeitura inverte essa lógica.

Para Léo Moraes, a entrega reforça o compromisso com a saúde

Os imunobiológicos são fundamentais para proteger bebês prematuros contra a bronquiolite associada ao Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Além disso, a unidade ofertará doses de Pneumo 13 e 23, Hexavalente e HPV para grupos imunodeprimidos e pessoas que convivem com HIV (até 49 anos).

Para o prefeito Léo Moraes, a entrega simboliza o compromisso da gestão em facilitar o atendimento à saúde de quem mais precisa. “Esse é um projeto importante que atende públicos específicos para que possamos avançar cada vez mais com ações de saúde municipal”.

O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, explica que a logística foi desenhada para beneficiar quem mora longe. “O diferencial é que facilitamos a vida do usuário lá dos distritos. Eles podem nos enviar os pedidos e laudos, que nossa equipe de médicos e enfermeiros avaliam e nós levamos a vacina até eles. Não é mais necessário o deslocamento até Porto Velho”.

Atendimentos

Jaime Gazola explica que a logística foi desenhada para beneficiar quem mora longe

Por se tratarem de vacinas que não fazem parte da rotina comum do calendário vacinal, o atendimento no CIIE possui um protocolo rigoroso. A gerente da Divisão de Imunização, Elizeth Gomes Pinto, reforça a necessidade de documentação.

“Sempre é interessante que o usuário traga seus laudos, prescrição ou indicação médica. Teremos sempre um médico ou enfermeiro para fazer a avaliação. Se o paciente tiver direito, ele já sai daqui vacinado no ato da procura, graças à nossa nova autonomia administrativa”, explicou a gerente.

Serviço

Local: Centro de Especialidades Médicas Dr. Rafael Vaz e Silva (Rua Jacy Paraná, nº 1943, Bairro Mato Grosso).
Horário: Das 13h às 18h (a partir desta segunda-feira).
Público: Pacientes com comorbidades (diabetes, cardiopatias, pneumopatias), imunodeprimidos, gestantes (VSR) e bebês prematuros, mediante laudo médico.

Texto: Maximus Vargas
Foto: Júnior Costa
Edição: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Tratamento inédito para nanismo na região Norte é realizado com investimentos do governo de RO

Após seis meses de acompanhamento pós-cirúrgico, o governo de Rondônia, anuncia o sucesso do primeiro procedimento de alongamento ósseo para tratamento de nanismo por acondroplasia realizado na região Norte do país. A cirurgia, de alta complexidade, foi executada integralmente na rede pública estadual, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), e apresentou resultados expressivos, consolidando um marco histórico para a ortopedia em Rondônia.

A cirurgia foi realizada no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, em Porto Velho, no dia 23 de julho de 2025, e o acompanhamento ambulatorial segue sendo realizado na Policlínica Oswaldo Cruz (POC). Como resultado do tratamento, além da correção do alinhamento das pernas, a paciente obteve um aumento de 10 centímetros de estatura, representando um avanço significativo em sua qualidade de vida e mobilidade.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou o avanço da saúde pública no estado. “Este é o primeiro procedimento desse tipo realizado na Região Norte do país, reafirmando o papel do governo de Rondônia na ampliação e qualificação dos serviços de saúde oferecidos à população”, afirmou.

A paciente é a adolescente Emilly Joaquina da Costa, de 17 anos, moradora do município de Alto Alegre dos Parecis, que passou por cirurgia ortopédica para a implantação de um fixador externo. O dispositivo permite o alongamento gradual dos ossos, estimulando o crescimento ósseo de forma progressiva, controlada e segura, garantindo resultados positivos e significativos ao longo do tratamento.

A mãe da paciente, Rosimeira Morais da Costa, destacou a qualidade do atendimento recebido. “Somos muito gratas por todo o cuidado e atenção que minha filha está recebendo. Nunca imaginamos que um tratamento desse nível pudesse ser realizado pelo SUS aqui em Rondônia”, relatou.

O procedimento é conduzido pelo médico ortopedista Nelson Cesar Marquezini, especialista em alongamento e reconstrução óssea, que explicou que foram realizadas correções no fêmur e na tíbia, além de um alongamento total de 10 centímetros. Segundo o especialista, o objetivo é inovar e ampliar as possibilidades de tratamento. “Buscamos soluções que promovam a melhoria da qualidade de vida dos pacientes, e já temos outros sendo triados para a realização desse procedimento”, destacou.

TRATAMENTO

O alongamento ósseo ocorre em etapas, com acompanhamento contínuo de uma equipe multiprofissional:

  • Avaliação pré-operatória;
  • Cirurgia para implantação do fixador externo;
  • Retorno médico um dia após o procedimento;
  • Consultas e ajustes periódicos a cada 15 dias, podendo ocorrer mensalmente, conforme a evolução clínica;
  • Retirada dos aparelhos ao final do processo;
  • Seguimento ambulatorial contínuo na Policlínica Oswaldo Cruz.

O secretário de Estado da Saúde, Jefferson Rocha, ressaltou o fortalecimento da rede estadual. “Esse resultado é fruto de planejamento, investimento e da qualificação das nossas equipes. Realizar um procedimento dessa complexidade dentro do estado, de forma gratuita, demonstra que Rondônia está preparada para oferecer atendimento especializado, resolutivo e de excelência à população”, afirmou.

fonte - SECOM RO.

Casos de Mpox chegam a seis em Rondônia após novas confirmações

Entre os pacientes confirmados estão cinco homens, com idades entre 20 e 35 anos, além de uma adolescente de 16 anos. Todas as ocorrências foram registradas em Porto Velho...


Rondônia confirmou mais dois casos de mpox nesta segunda-feira 23 de fevereiro, elevando para seis o total de registros da doença no estado. A atualização foi divulgada pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde, após resultado laboratorial dos casos que estavam sob suspeita.

Entre os pacientes confirmados estão cinco homens, com idades entre 20 e 35 anos, além de uma adolescente de 16 anos. Todas as ocorrências foram registradas em Porto Velho. Os pacientes passaram por avaliação médica, receberam orientações das equipes de saúde e seguem em isolamento.

Anteriormente, a Secretaria de Estado da Saúde havia informado seis notificações, sendo quatro confirmações e dois descartes. Um caso suspeito atendido no Hospital Infantil Cosme e Damião foi descartado após diagnóstico de varicela, conhecida como catapora.

A mpox é uma doença viral transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O compartilhamento de objetos contaminados também pode facilitar a transmissão.

Os sintomas incluem lesões cutâneas que podem surgir em qualquer parte do corpo, além de febre, fraqueza, inchaço nos linfonodos, dores musculares, dor nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse.

As autoridades de saúde orientam que pessoas com lesões suspeitas, com ou sem febre, procurem atendimento em unidades de saúde. 

Em caso de confirmação, a recomendação é adotar medidas preventivas para evitar a disseminação da doença e iniciar acompanhamento clínico adequado.

Prevenção contra a Mpox:

  • Higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel;
  • Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais;
  • Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele;
  • Manter isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação de Mpox.

Porto Velho inicia vacinação em crianças nascidas na rede privada

Reorganização do atendimento define aplicações contra BCG e Hepatite B...



As crianças que nasceram fora da rede pública de saúde deverão receber as vacinas BCG e Hepatite B na Policlínica Dr. Rafael Vaz e Silva, localizada na Rua Jacy Paraná, nº 1943 – Bairro Mato Grosso.

É mais uma iniciativa da Prefeitura de Porto Velho por meio da Secretaria Municipal de Saúde para reforçar as ações de imunização. Os atendimentos iniciam a partir desta terça-feira (24),

Com a reorganização do fluxo de atendimento, o Centro de Imunização na Maternidade (CIME) continuará aplicando as vacinas apenas nos bebês que nascem na própria maternidade municipal. Já as crianças oriundas da rede privada deverão ser levadas pelos responsáveis até a Policlínica para receber as doses.

O atendimento para vacinação ocorrerá às terças e quintas-feiras, nos seguintes horários:

8h às 12h
13h às 17h

Segundo Elizeth Gomes, a mudança visa qualificar o atendimento

A BCG é fundamental para proteger contra formas graves de tuberculose, enquanto a vacina contra Hepatite B previne a infecção pelo vírus desde os primeiros dias de vida. Ambas integram o calendário nacional de imunização e são recomendadas logo após o nascimento.

Segundo Elizeth Gomes Pinto, gerente da Divisão de Imunização, a mudança visa qualificar o atendimento. “Essa reorganização permite otimizar o fluxo dentro da maternidade municipal e garantir que todos os recém-nascidos, continuem tendo acesso à vacinação de forma gratuita, segura e organizada”.

Documentos necessários:

* Certidão de nascimento;
* Cartão do SUS ou CPF;
* Documento oficial com foto do responsável.

A Secretaria orienta que os pais ou responsáveis fiquem atentos aos dias e horários de atendimento para garantir a aplicação das vacinas dentro do período recomendado.

Texto: Taiana Mendonça
Foto: Leandro Morais
Edição: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Publicidade