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Ypê volta atrás e diz que vai reembolsar clientes com produtos suspensos

Em última atualização, empresa afirmou que continua "atendendo todos aqueles que ainda preferirem efetuar a troca ou obter o ressarcimento pelos produtos adquiridos"...


Em um dia de mudanças de posicionamento, a Ypê informou, no final da tarde desta sexta-feira (15), que está disponível para atender clientes que desejam trocar ou obter o reembolso de produtos adquiridos da empresa, que estejam dentro do escopo da suspensão determinada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Na manhã desta sexta, a Agência negou por unanimidade o recurso apresentado pela Ypê e manteve a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso de diversos produtos de limpeza da marca, conforme a Resolução 1.834/2026, determinada no último dia 7 de maio.

Após a decisão da Diretoria Colegiada da Anvisa, ainda nesta manhã, a empresa já havia começado a reembolsar os clientes afetados. A fabricante passou a solicitar a chave Pix dos consumidores para efetuar os pagamentos, enquanto mantinha o processo de ressarcimento para itens atingidos pela medida cautelar da agência.

No entanto, por volta das 18h10, o diretor-executivo de assuntos jurídicos e corporativos da Ypê, Sergio Pompilio, conversou com a CNN Brasil e afirmou que, naquele momento, não se falava em ressarcimento aos clientes por parte da empresa.

"Não há o que se falar, nesse momento — em razão da determinação da própria Anvisa —  em reembolso [...] Há uma grande parcela desses produtos [indicados pela agência] que hoje estão segregadas nos nossos clientes [...] Na medida em que ele [produto] apresenta a segurança para o consumidor, ele vai ser liberado para ser colocado a venda novamente", destacou Pompilio.

Porém, às 18h55 desta sexta, a Ypê voltou atrás e divulgou uma nota oficial, afirmando que continua "atendendo em seus canais oficiais todos aqueles que ainda preferirem efetuar a troca ou obter o ressarcimento pelos produtos adquiridos". Leia na íntegra:

"A determinação da Anvisa de 15 de maio estabeleceu que os produtos lava-roupas líquidos, lava-louças líquidos e desinfetantes com lote final 1, elencados na Resolução 1.834/2026, não precisariam mais ser recolhidos neste momento. A orientação é que eles permaneçam guardados até a emissão de novos laudos de laboratórios independentes. Porém, em alinhamento com a Anvisa e devido ao foco na satisfação dos nossos consumidores, a Ypê seguirá atendendo em seus canais oficiais todos aqueles que ainda preferirem efetuar a troca ou obter o ressarcimento pelos produtos adquiridos. A empresa reitera que, de acordo com os controles e análises internas realizados pela Ypê, os produtos são seguros para o consumidor. Ainda assim, a companhia propôs para a Anvisa apresentar testes realizados por laboratórios independentes autorizados pela agência, de todos os lotes já colocados no mercado, para garantir a segurança dos mesmos e sua consequente liberação para uso o mais rápido possível. A Ype segue executando em ritmo acelerado o investimento de R$ 130 milhões com o foco em se adequar aos requisitos acordados em colaboração com a Anvisa. A empresa reitera seu compromisso inegociável com a transparência e a saúde de seus consumidores."

Em nova entrevista à reportagem, Sérgio Pompilio ressaltou o novo posicionamento da empresa. "Quando a gente fala de consumidor... caso o consumidor não esteja 100% confortável com essa decisão e ele queira efetuar a troca desse produto e não a manutenção, a suspensão do uso, ele deve, sim, entrar em contato com o nosso serviço de atendimento, tanto pelo SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) como pelos nossos canais telefônicos, fazer a solicitação e ele vai ser devidamente reembolsado ou oferecido a troca por um produto diferente".

Em nota enviada à reportagem, a Anvisa informou que não trata de aspectos sobre ressarcimento de clientes, já que o foco do órgão é segurança sanitária.

FONTE - Bruna Lopes, da CNN Brasil*, Julia Farias e Rafael Saldanha, da CNN Brasil, São Paulo.

Exame confirma m*rte de estudante por meningite em Rolim de Moura e professora permanece internada

A docente está hospitalizada há cerca de uma semana e apresenta quadro clínico estável, segundo a Secretaria de Saúde...

A Secretaria Municipal de Saúde de Cacoal confirmou nesta sexta-feira (15) que o adolescente Eduardo Nascimento, de 14 anos, morreu em decorrência de meningite bacteriana em Rondônia. O estudante, morador de Rolim de Moura, estava internado desde o agravamento do quadro clínico e morreu na última segunda-feira (11), após ser transferido para uma unidade hospitalar em Ji-Paraná.

De acordo com a Semusa, o exame realizado antes da morte confirmou que o jovem foi vítima de uma variante bacteriana da meningite que não possui vacina disponível atualmente. Segundo as autoridades de saúde, o tipo identificado não pertence aos grupos prevenidos pelos imunizantes meningocócico, pneumocócico ou Haemophilus influenzae tipo B.

Além do caso confirmado, uma professora que teve contato próximo com o adolescente também segue internada no Hospital Regional de Cacoal. A mulher está hospitalizada há cerca de uma semana e apresenta quadro clínico estável, segundo a Secretaria de Saúde.

Apesar de ainda não haver confirmação laboratorial no caso da professora, a Semusa informou que existe relação epidemiológica entre os dois casos devido ao contato direto entre ambos. Equipes de saúde acompanham a situação e monitoram possíveis novos casos.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que revestem o sistema nervoso central. A doença pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas, sendo as formas bacterianas consideradas as mais graves devido ao alto risco de morte e sequelas permanentes.

Entre as possíveis complicações estão perda auditiva, danos neurológicos e comprometimento dos movimentos. Crianças e adolescentes estão entre os grupos mais vulneráveis à doença.

O tratamento varia conforme o agente causador. Nos casos bacterianos, o atendimento deve ser imediato, com internação hospitalar e uso de antibióticos. Autoridades de saúde reforçam a importância da vacinação e da procura rápida por atendimento médico diante de sintomas como febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez no pescoço e vômitos.


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Professora de adolescente que m*rreu com suspeita de meningite é internada em RO; quadro é estável

A Secretaria Municipal de Saúde investiga um segundo caso suspeito de meningite em Rolim de Moura, interior de Rondônia. A paciente é professora do adolescente Eduardo Nascimento, de 14 anos, que morreu na última segunda-feira (11) em um hospital de Ji-Paraná com suspeita da doença.


Segundo as autoridades de saúde, existe relação epidemiológica entre os dois casos, já que ambos tiveram contato próximo. A professora, que atua na Escola Carlos Drummond de Andrade, está internada no Hospital Regional de Cacoal (Heuro), onde recebe acompanhamento médico. O quadro de saúde dela é considerado estável.

A suspeita inicial é de meningite bacteriana, mas o tipo da doença ainda não foi confirmado. Os exames laboratoriais seguem em análise e o resultado oficial ainda não foi divulgado.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que revestem o sistema nervoso central, e pode ser causada por bactérias, vírus, fungos ou parasitas. As formas bacterianas da doença são consideradas mais graves e exigem tratamento imediato com antibióticos em ambiente hospitalar.

De acordo com o Ministério da Saúde, a doença pode causar sequelas graves, como surdez, comprometimento neurológico e perda de movimentos, além de apresentar alto índice de mortalidade em alguns casos.

As autoridades reforçam que a principal forma de prevenção é a vacinação, disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de cuidados com higiene e acompanhamento médico diante de sintomas suspeitos.

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Vigilância em saúde intensifica ações preventivas e orienta população sobre prevenção à meningite em Rondônia

Casos suspeitos em investigação mobilizam equipes de vigilância e reforçam alerta para vacinação e diagnóstico precoce...

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) intensificou as ações de vigilância epidemiológica diante da investigação de dois casos suspeitos de meningite registrados no município de Rolim de Moura. As medidas envolvem monitoramento diário, investigação laboratorial, acompanhamento de contatos próximos e reforço das orientações preventivas à população, com o objetivo de evitar agravamentos e reduzir riscos de transmissão.

Os dois casos seguem em investigação laboratorial. Um dos pacientes permanece internado no município de Ji-Paraná, em estado estável e sob sedação. O segundo paciente, que teve contato com o primeiro caso suspeito, está em acompanhamento pelas equipes de saúde. A Agevisa esclarece que a confirmação de casos isolados não significa situação de surto ou epidemia, mas reforça a importância da vigilância ativa e do diagnóstico precoce.

A atuação é coordenada pela Gerência Técnica de Vigilância Epidemiológica (GTVEP), responsável pelo monitoramento, investigação epidemiológica e orientação técnica aos municípios. O trabalho envolve integração entre estado, municípios, hospitais, laboratórios e vigilâncias epidemiológicas para garantir resposta rápida e segura diante das notificações.

Foto: Reprodução

As medidas envolvem monitoramento diário, investigação laboratorial

De acordo com o diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima, a atuação integrada das equipes de vigilância é fundamental para garantir segurança à população. “A Agevisa acompanha todos os casos suspeitos de forma criteriosa, com investigação epidemiológica, monitoramento dos contatos e suporte técnico aos municípios. Nosso trabalho é agir rapidamente para reduzir riscos e garantir uma resposta eficiente em saúde pública”, ressaltou.

MONITORAMENTO

Até o momento, Rondônia contabiliza 77 casos suspeitos de meningite notificados em 12 municípios. Após investigação epidemiológica e análise laboratorial, 31 casos foram confirmados e 46 descartados. Entre os confirmados, predominam meningites bacterianas, virais e outras etiologias identificadas durante a investigação.

A titular da Gerência Técnica de Vigilância Epidemiológica (GTVEP) da Agevisa, Luma Kubota, explicou que o monitoramento é contínuo e envolve ações imediatas diante de qualquer suspeita. “A meningite exige atenção rápida das equipes de saúde. Por isso, intensificamos a vigilância, investigação laboratorial e acompanhamento dos contatos próximos, além das orientações preventivas à população e aos serviços de saúde”, afirmou.

Diante da situação, a Agevisa reforçou o monitoramento diário dos casos suspeitos e confirmados, ampliou as orientações às unidades de saúde para diagnóstico precoce e tratamento oportuno, além do acompanhamento dos contatos próximos dos pacientes investigados. Também estão sendo realizadas coletas laboratoriais para identificação do agente causador e alinhamento constante entre os municípios e os serviços de saúde.

VACINAÇÃO

A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra as meningites bacterianas, consideradas as formas mais graves da doença. A orientação é que a população mantenha o calendário vacinal atualizado, especialmente com as vacinas meningocócica, pneumocócica e Haemophilus influenzae tipo b (Hib), disponibilizadas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Entre os principais sintomas da meningite estão febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, rigidez na nuca, sonolência, manchas avermelhadas pelo corpo e alterações neurológicas. Crianças, idosos e pessoas imunossuprimidas exigem atenção redobrada, devido ao maior risco de agravamento.

A Agevisa também orienta a adoção de medidas preventivas, como higienização frequente das mãos, evitar compartilhamento de objetos pessoais, cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar e manter ambientes ventilados. Em situações específicas, contatos próximos podem receber quimioprofilaxia conforme avaliação das equipes de saúde.

As ações seguem sendo realizadas de forma integrada entre Agevisa, Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), municípios, unidades hospitalares e laboratórios, fortalecendo a vigilância em saúde e a proteção da população rondoniense.

FONTE - SECOM RO.

Adolescente de 15 anos m#rre com suspeita de meningite em Rolim de Moura

A meningite é uma inflamação das membranas que revestem o sistema nervoso central e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas... 

foto - imagem meramente ilustrativa/ reprodução Governo de RO

Um estudante de 15 anos morreu com suspeita de meningite em Rolim de Moura, interior de Rondônia. Eduardo Nascimento estava internado em um hospital de Ji-Paraná após apresentar sintomas da doença, mas não resistiu e morreu nesta segunda-feira (11).

O caso acendeu alerta na rede pública de saúde do município, que já investigava outros pacientes com suspeita da doença. Até o momento, os exames laboratoriais que devem confirmar oficialmente o diagnóstico ainda não foram concluídos.

Em nota de pesar, a escola onde o adolescente estudava lamentou a morte e informou a suspensão das aulas nesta terça-feira (12). A instituição se solidarizou com familiares, amigos e colegas de Eduardo diante da perda.

A Secretaria Municipal de Saúde informou anteriormente que os casos seguem sendo tratados como suspeitos até a divulgação dos resultados laboratoriais. A reportagem tentou novo contato com a Semusa para atualização das investigações, mas não obteve retorno.

A meningite é uma inflamação das membranas que revestem o sistema nervoso central e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas. Segundo o Ministério da Saúde, os casos bacterianos são os mais graves e podem provocar sequelas severas, como perda auditiva, danos neurológicos e até morte.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, rigidez na nuca e manchas pelo corpo. O tratamento varia conforme o agente causador da infecção.

O Ministério da Saúde reforça que a vacinação é uma das principais formas de prevenção da doença. O SUS disponibiliza imunizantes contra os principais tipos de meningite bacteriana no calendário nacional de vacinação.

Colesterol elevado em cães e gatos pode revelar doenças ocultas

Condição muitas vezes silenciosa geralmente está associada a diabetes, hipotireoidismo e obesidade...


Durante muito tempo, o colesterol foi tratado como um marcador quase exclusivo da saúde humana. O que poucos responsáveis sabem é que cães e gatos também podem apresentar alterações nos níveis de colesterol e, embora as consequências sejam diferentes, o alerta clínico é igualmente relevante.

Na medicina veterinária, o aumento do colesterol no sangue é chamado de hipercolesterolemia e a principal diferença é que, nos pets, essa alteração raramente está associada à aterosclerose clinicamente significativa, sendo eventos cardiovasculares, como infarto, extremamente incomuns na rotina clínica de cães e gatos. “O colesterol elevado nesses animais geralmente é secundário a outras doenças. Ele não é o problema principal, mas um indicativo importante que precisa ser investigado com atenção”, explica a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah Ramalho.

Como o colesterol atua no organismo dos pets

O colesterol é uma gordura essencial para o organismo, presente em todas as células, que participa da produção de hormônios, da síntese de vitamina D e da formação das membranas celulares. No sangue, é transportado por lipoproteínas como LDL e HDL, conhecidas, respectivamente, como “colesterol ruim” e “colesterol bom” na medicina humana.

Em cães e gatos, essa classificação existe do ponto de vista bioquímico, mas seu impacto clínico é diferente. “Os animais apresentam menor predisposição à formação de placas ateroscleróticas, em parte devido à predominância de HDL e diferenças no metabolismo lipídico, o que torna eventos cardiovasculares extremamente raros”, reforça a veterinária.

Principais causas e sinais de alerta

A hipercolesterolemia pode ser primária, mais rara e geralmente de origem genética, ou secundária, sendo esta a forma mais comum na rotina clínica. Entre as principais causas estão hipotireoidismo (principalmente em cães), diabetes mellitus, hipercortisolismo (síndrome de Cushing), doenças hepatobiliares (como colestase), pancreatite, obesidade e dietas inadequadas. Em gatos, a hipercolesterolemia é menos comum como achado isolado, estando frequentemente associada a doenças como diabetes mellitus, lipidose hepática e colestase.

Na maioria dos casos, a alteração não provoca sinais clínicos evidentes, o que torna o diagnóstico ainda mais desafiador. Quando presentes, podem incluir alterações oculares, como lipemia retiniana, e, raramente, xantomas cutâneos; além disso, a hiperlipidemia pode atuar como fator predisponente para pancreatite, especialmente em cães. “O grande risco não está apenas no colesterol em si, mas nas doenças que ele pode estar sinalizando”, destaca Farah.

Diagnóstico e opções de tratamento

O diagnóstico é realizado por meio de dosagem sérica de colesterol, preferencialmente após jejum adequado (8–12 horas), podendo ser complementado pela avaliação de triglicerídeos. A interpretação dos resultados deve sempre considerar o histórico, a espécie e o estado geral do animal.

O tratamento depende da causa. Quando o colesterol elevado é secundário, o foco está no controle da doença de base, aliado a ajustes nutricionais e ao controle de peso. Podem ser indicadas terapias farmacológicas em casos persistentes ou quando há risco clínico associado, como a ezetimiba, que atua reduzindo a absorção intestinal de colesterol, diminuindo sua entrada na circulação. Já o bezafibrato, da classe dos fibratos, age no metabolismo hepático, reduzindo triglicerídeos e auxiliando no equilíbrio do perfil lipídico.

“A escolha do tratamento depende do tipo de alteração apresentada. Há casos em que o colesterol está elevado, outros em que o principal problema são os triglicerídeos, e isso muda completamente a estratégia terapêutica”, explica Farah.

A possibilidade de manipulação veterinária desses ativos permite ajustar doses e formas farmacêuticas ao perfil do animal, aumentando a adesão ao tratamento, especialmente em casos que exigem acompanhamento prolongado. “Medicamentos manipulados em forma de biscoito ou molho, em sabores como picanha, bacon e frango, por exemplo, são mais atrativos para os animais, o que facilita a administração”, comenta a veterinária.

Prevenção e acompanhamento fazem a diferença

A principal estratégia para evitar complicações é o acompanhamento veterinário regular. Exames periódicos permitem identificar alterações precocemente, especialmente em pacientes com fatores de risco metabólicos ou doenças endócrinas, e iniciar intervenções antes que o quadro evolua. Além disso, manter uma alimentação equilibrada, evitar excessos e estimular hábitos saudáveis são medidas fundamentais para preservar a saúde metabólica dos pets.

“Assim como nos humanos, o colesterol elevado pode ser silencioso, mas nunca irrelevante. Ele sempre indica que algo precisa ser investigado”, conclui a veterinária. Mais do que um dado laboratorial, o colesterol passa a ser interpretado como um marcador importante da saúde metabólica dos animais e um aliado no diagnóstico precoce de doenças que podem impactar diretamente sua qualidade de vida e longevidade.

fonte - assessoria

Anvisa apreende canetas emagrecedoras sem identificação de fabricante

Produto de origem desconhecida não tem registro ou cadastro...

Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão dos produtos Ozempic Power, Mounjmax, Maxtwo + 3D Slim e Maxtwo Detox, fabricados por empresa não identificada. A medida também proíbe a comercialização, distribuição, exportação, fabricação, propaganda e o uso dos itens..

De acordo com a agência reguladora, a ação foi motivada por anúncio de venda dos produtos, que não têm registro, notificação ou cadastro na Anvisa, e ainda são produzidos por fabricante desconhecido.

A determinação foi publicada no Diário Oficial da União.

Mounjaro Kwikpen

A medida também prevê a apreensão de dois lotes irregulares de Mounjaro Kwikpen, medicamento injetável utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e obesidade. A Anvisa alerta que os lotes D830169 e D830169D estão proibidos de serem armazenados, comercializados, distribuídos, divulgados, transportados e utilizados.

A determinação foi feita após identificada a circulação, no mercado nacional, de produto com rotulagem em inglês sem registro na Anvisa, de origem não comprovada e transportado em desacordo com a legislação sanitária.

OMS confirma sete casos de hantavírus andino em passageiros de cruzeiro

Cepa Andes é a única variante conhecida que pode se espalhar por meio de contato próximo e prolongado entre humanos; organização atualizou número total de casos relatados para nove...


Pelo menos sete casos do hantavírus andino foram confirmados entre os passageiros do cruzeiro atingido por um surto do vírus, informou a OSM (Organização Mundial da Saúde) nesta segunda-feira (11).

A agência atualizou seu número total de casos relatados para nove nesta segunda-feira, disse um porta-voz da OMS por e-mail, após a França informar que uma passageira francesa retirada do MV Hondius testou positivo para o vírus.

Outros dois, dos nove casos, são suspeitos de serem hantavírus, incluindo a pessoa que se acredita ter sido a primeira infectada no surto. Ela morreu antes de poder ser testada. No total, três pessoas morreram no surto, informou a OMS.

Apesar do hantavírus ser transmitido, sobretudo, pela interação de humanos com as secreções de roedores, a cepa andina do hantavírus é a única variante conhecida que pode se espalhar por meio de contato próximo e prolongado entre humanos.

Ela é encontrada principalmente na Argentina (de onde partiu o navio) e no Chile.

O que é hantavírus?

O hantavírus pertence a uma família de vírus que causa duas doenças: uma que afeta principalmente os pulmões e outra que ataca os rins. A primeira recebe mais atenção por apresentar uma alta taxa de letalidade, de cerca de 40%. A síndrome pulmonar por hantavírus, a doença respiratória, é mais comumente encontrada nas Américas do Norte e do Sul. A pianista Betsy Arakawa, esposa do ator Gene Hackman, morreu de síndrome pulmonar por hantavírus no Novo México em 2025, conforme resultados da autópsia.

Sintomas

A hantavirose geralmente começa com sintomas semelhantes aos da gripe, como fadiga e febre, de uma a oito semanas após a exposição, segundo o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA). De quatro a dez dias depois, surgem tosse, falta de ar e acúmulo de fluido nos pulmões. O diagnóstico nas primeiras 72 horas de infecção é difícil, diz o CDC, portanto os sintomas podem ser facilmente confundidos com os de uma gripe comum.

Tratamento

Não existe uma terapia específica para a infecção por hantavírus, por isso o tratamento foca em cuidados de suporte, incluindo repouso e hidratação. Os pacientes podem precisar de suporte respiratório, como o uso de ventiladores.

Prevenção

Especialistas afirmam que a exposição ao hantavírus pode ser minimizada ao afastar e eliminar roedores de áreas onde há presença humana. Evite usar aspirador de pó ou varrer excrementos secos, o que pode transformar o vírus em aerossol (partículas que flutuam no ar).

FONTE - CNN BRASIL.

Hantavírus: infectologista do Hospital Barros Barreto explica transmissão, sintomas e formas de prevenção da doença

Surto em cruzeiro internacional reacende alerta sobre a infecção viral transmitida por roedores silvestres...


Casos confirmados de hantavírus em um navio no Atlântico colocaram a doença novamente no centro das atenções internacionais. A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou, nesta quinta-feira (7), cinco infecções entre passageiros do cruzeiro MV Hondius, incluindo três mortes. Apesar do alerta sanitário e do monitoramento de pessoas em diferentes países, a própria entidade avalia que o risco de disseminação em larga escala é baixo.

Os hantavírus circulam entre roedores silvestres e podem infectar seres humanos em situações de exposição ambiental, sobretudo em áreas rurais ou de manejo florestal e agrícola. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2007 e 2024, foram confirmados 1.386 casos da doença no Brasil, com 540 óbitos registrados no período. A doença é considerada rara, mas pode evoluir rapidamente para quadros graves, especialmente quando afeta pulmões e coração.

No Pará, o tratamento de doenças infectocontagiosas faz parte da expertise do Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB), integrante do Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Pará (CHU-UFPA) e vinculado à Rede HU Brasil.

Segundo a infectologista Rita Medeiros, gerente de Atenção à Saúde do HUJBB, a transmissão ocorre a partir da exposição às secreções de roedores infectados. “É uma doença viral transmitida através de vírus presentes nas excretas desses animais, como fezes, urina e saliva. A partir desse contato, pode haver formação de aerossóis que ficam suspensos no ar, especialmente em ambientes fechados por muito tempo, e podem ser inalados pelas pessoas”, explica.

Baixa circulação entre humanos

Os sintomas iniciais costumam incluir febre, dores no corpo, mal-estar, dor de cabeça, náuseas e cansaço. Nas Américas, incluindo o Brasil, a doença pode evoluir rapidamente para comprometimento pulmonar e cardíaco, com falta de ar intensa e insuficiência respiratória. Já em países da Europa e da Ásia, são mais frequentes manifestações hemorrágicas e renais, com alterações na pressão arterial, sangramentos e comprometimento dos rins.

Apesar da repercussão internacional do surto no cruzeiro, Rita Medeiros reforça que não há motivo para pânico. De acordo com a especialista, a transmissão entre pessoas é considerada extremamente rara e está associada apenas à variante andina do vírus, identificada em alguns países da América do Sul e confirmada em passageiros do navio. “A contagiosidade é muito baixa porque é necessário contato muito próximo e prolongado com a pessoa doente”, ressalta a médica.

A OMS também reforçou que o cenário atual não apresenta características de pandemia. O órgão internacional informou que os casos permanecem restritos e que não há indícios de transmissão em cadeia semelhante ao observado em doenças respiratórias altamente contagiosas, como a Covid-19.

Embora o hantavírus apresente taxas de letalidade consideradas elevadas, a especialista ressalta que a maioria dos pacientes evolui para recuperação quando recebe assistência adequada. “A cura é a regra. A doença é aguda e produz resposta imunológica duradoura”, destaca Rita Medeiros.

Prevenção e atendimento especializado

“Ao chegar em uma casa de campo ou sítio fechado por muito tempo, o ideal é primeiro deixar o ambiente arejado antes da limpeza", orienta a infectologista Rita Medeiros.


Atualmente, não existe tratamento antiviral específico nem vacina contra os hantavírus. Por isso, o diagnóstico precoce e o suporte médico são fundamentais para reduzir complicações e aumentar as chances de recuperação.

No HUJBB, o atendimento de doenças infecciosas integra uma das áreas de referência da instituição, que atua na assistência, ensino, pesquisa e inovação voltados a agravos infecciosos e tropicais na região amazônica.

Entre as principais medidas de prevenção estão o controle de roedores e os cuidados na limpeza de ambientes fechados ou com sinais de infestação. A recomendação é evitar levantar poeira em locais sem ventilação e utilizar equipamentos de proteção.

“Ao chegar em uma casa de campo ou sítio fechado por muito tempo, o ideal é primeiro deixar o ambiente arejado antes da limpeza. O uso de máscara é recomendado, especialmente em locais com poeira ou presença de excretas de animais”, orienta Medeiros.

Sobre a HU Brasil

O CHU-UFPA faz parte da Rede HU Brasil desde 2015. A estatal foi criada por meio da Lei nº 12.550/2011, vinculada ao Ministério da Educação (MEC), e nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. A estatal é responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades de assistência, pesquisa e inovação por meio de uma gestão de excelência. 

fonte - assessoria.

MPF e MPT cobram devolução de R$ 1,7 milhão após uso irregular de verba do SUS em Rondônia

Decisão definitiva determina ressarcimento de recursos do SUS utilizados de forma irregular para pagamento de seguros...


O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) executam judicialmente sentença contra o estado de Rondônia que determina a devolução de valores utilizados de forma irregular ao Fundo Estadual de Saúde. A medida é a etapa final de uma ação iniciada em 2001.

Após décadas de tramitação judicial, houve decisão definitiva em 2022 e, em março deste ano, a Justiça Federal intimou o MPF para apresentar os cálculos atualizados do valor devido, originalmente fixado em R$ 181,8 mil. A perícia do órgão atualizou o valor para R$ 1,7 milhão, montante já apresentado ao Judiciário para o cumprimento da sentença.

A ação civil pública do MPF e do MPT foi contra o estado de Rondônia e a União. Na sentença, proferida em 2005, a Justiça Federal condenou o estado ao ressarcimento dos valores, usados para pagamento de dívida com uma empresa de seguros. A condenação foi confirmada até o trânsito em julgado, quando a decisão se tornou definitiva.

Na sentença, o juízo destacou que uma ordem bancária apresentada pelos MPs como prova revelou, “de forma inconteste, a existência de irregularidades na gestão dos referidos recursos”. Por isso, a decisão judicial estabeleceu que o dinheiro da União volte às contas próprias.

Situação caótica – Em 2001, a ação dos MPs demonstrou a desorganização administrativo-financeira dos hospitais públicos de Rondônia: Hospital de Base Ary Pinheiro (HBAP), Hospital e Pronto Socorro João Paulo II (HPSJPII), Centro de Medicina Tropical (Cemetron), Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron) e Policlínica Oswaldo Cruz, todos na capital, Porto Velho; além dos hemocentros de Ariquemes, Ji-Paraná e Vilhena; hemonúcleos de Guajará-Mirim, Cacoal e Rolim de Moura; e do Hospital de Buritis.

“A verdade é que há pessoas apodrecendo aos poucos nos hospitais públicos de Rondônia sem que o Estado demonstre a mínima intenção de rever esse quadro. […] E a União limita-se a assistir ao quadro caótico e trágico”, afirmaram os MPs na ação. Os órgãos observaram que os recursos federais do Sistema Único de Saúde (SUS) chegavam ao estado por meio do Fundo Estadual de Saúde, conta específica destinada exclusivamente à saúde.

Na ação, MPF e MPT apontaram que diversas leis estavam sendo descumpridas:

• Estado de Rondônia não fez a destinação mínima de 7% da arrecadação estadual, deixando de destinar mais de R$ 18 milhões ao fundo estadual entre os meses de outubro de 2000 e fevereiro de 2001;
• Não havia plano de carreira, cargos e salários (PCCS) para os profissionais da área da saúde, mantendo-se os serviços por meio de contratações emergenciais ou por convênio com a extinta Fundação Riomar;
• O secretário estadual de Saúde não possuía autonomia, pois só poderia movimentar os valores do Fundo se houvesse assinatura conjunta com o secretário de Finanças;
• Os representantes dos usuários no Conselho Estadual de Saúde estavam em número menor que 50% do total de conselheiros e não havia paridade, como estabelece a legislação;
• Não existia plano de saúde, documento básico para aplicação e fiscalização dos recursos do SUS, e relatório de gestão, que deveria ser apresentado trimestralmente ao Conselho Estadual de Saúde e à Assembleia Legislativa.

Ao longo do processo, o estado informou as seguintes providências: o gasto de R$ 18 milhões foi para pagamento de pessoal da Saúde; regularizou a contrapartida para o Fundo Estadual de Saúde; o PCCS dos servidores da Saúde estava, na época, em trâmite Assembleia Legislativa; a gestão dos recursos do fundo voltou a ser só de responsabilidade do secretário de Saúde, restabelecendo a autonomia na gestão; estava em elaboração do plano de saúde e do relatório de gestão.

Próximos passos – Com o encerramento da fase de recursos, o MPF vai atualizar os cálculos e apresentar à Justiça Federal o montante exato que deve retornar aos cofres da saúde pública rondoniense. Após a apresentação dos cálculos, o estado de Rondônia será intimado para impugnar os valores ou realizar o pagamento via requisição judicial.

Ação civil pública nº 0003142-32.2001.4.01.4100
Consulta Processual

Criança de 9 anos m*rre em RO após infecção rara causada por ameba que ataca o cérebro

A vítima era moradora de Machadinho D’Oeste e estava internada no Hospital Regional de Cacoal...

Uma criança de 9 anos morreu em Rondônia após contrair uma infecção rara provocada pela ameba Meningoencefalite Amebiana Primária, conhecida popularmente como “ameba comedora de cérebro”. A vítima era moradora de Machadinho D’Oeste e estava internada no Hospital Regional de Cacoal.

Segundo a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), a criança morreu no dia 3 de abril, mas o diagnóstico da doença só foi confirmado uma semana depois, em 10 de abril, após análises laboratoriais realizadas pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.

De acordo com as autoridades de saúde, a infecção foi causada pela ameba microscópica Naegleria fowleri, encontrada em águas doces e mornas, como rios, lagos e açudes. A transmissão ocorre quando água contaminada entra pelo nariz, permitindo que o organismo alcance o cérebro pelo nervo olfativo.

A doença provoca uma inflamação severa no cérebro e pode evoluir rapidamente. Entre os primeiros sintomas estão febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos.

A investigação epidemiológica foi conduzida pela Secretaria Municipal de Saúde de Machadinho D’Oeste, com apoio da Agevisa e do Lacen de Rondônia.

Apesar da gravidade, a Agevisa informou que casos envolvendo a ameba são extremamente raros. 

A orientação é evitar que água de rios, lagos ou açudes entre pelo nariz durante mergulhos e utilizar apenas água tratada ou fervida em procedimentos de higiene nasal.

Prefeitura reforça conscientização no trânsito com palestra educativa em instituição de ensino

Ação busca estimular comportamentos mais seguros e ampliar a conscientização sobre prevenção de acidentes...


Como parte da programação do movimento Maio Amarelo, a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade (Semtran), promoveu uma palestra educativa no Instituto Federal de Rondônia (IFRO), Campus Calama, com foco na conscientização e prevenção de acidentes no trânsito.

J. Silva destacou a importância da educação viária como ferramenta fundamental para reduzir sinistros

Com o tema “Educação para o Trânsito: conhecimento que salva vidas, atitude que transforma!”, a atividade reuniu estudantes, motoristas e membros da comunidade para discutir práticas mais seguras no trânsito da capital, especialmente em áreas com maior índice de ocorrências.

A palestra foi ministrada por J. Silva, gestor em mobilidade urbana e agente de trânsito, que destacou a importância da educação viária como ferramenta fundamental para reduzir sinistros e preservar vidas.

“Hoje acontece um treinamento alusivo ao Maio Amarelo, mês dedicado à redução do número de sinistros e mortes no trânsito. O principal objetivo é justamente ampliar essa conscientização e multiplicar informações dentro da sociedade, das empresas e das instituições”, explicou.

Durante a palestra, foram abordados temas como direção defensiva, legislação e fiscalização

Durante a palestra, foram abordados temas como direção defensiva, legislação, fiscalização, comportamento no trânsito e os principais fatores de risco registrados atualmente em Porto Velho. Entre eles, o uso do telefone celular ao volante, excesso de velocidade, desrespeito à sinalização e consumo de álcool associado à direção.

Segundo Jota Silva, o uso do celular enquanto dirige tem sido um dos maiores desafios enfrentados atualmente pelos órgãos de trânsito. “O telefone celular combinado com a desatenção e a velocidade em cruzamentos sinalizados tem causado acidentes graves e deixado muitas sequelas. Por isso, precisamos trabalhar cada vez mais a conscientização e a responsabilidade de cada condutor.”

O secretário municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade, Iremar Torres, destacou que ações educativas são fundamentais para mudar comportamentos e salvar vidas.

Luana destacou a importância de iniciativas voltadas à conscientização no trânsito

“A educação no trânsito é uma ferramenta poderosa de transformação social. Quando levamos informação para dentro das escolas e instituições, ajudamos a formar cidadãos mais conscientes, responsáveis e comprometidos com a segurança de todos.”

A técnica em edificações Luana Cristina, que utiliza diariamente as vias de Porto Velho, participou da palestra e destacou a importância de iniciativas voltadas à conscientização no trânsito. “É importante participar de uma palestra como essa porque a gente aprende mais sobre respeito no trânsito, tanto com os outros motoristas quanto com os pedestres. Às vezes a gente sabe que algo está errado, mas continua fazendo. E momentos como esse ajudam a refletir sobre atitudes que podem prejudicar a nossa vida e a do próximo.”

O prefeito Léo Moraes disse que investir em educação viária é uma das formas mais eficazes de preservar vidas e construir uma cidade mais consciente. “Quando levamos informação e conscientização para a população, estamos contribuindo diretamente para a redução de acidentes e para a proteção das famílias. O trânsito seguro depende da responsabilidade de todos, e ações como essa ajudam a fortalecer essa cultura de respeito e cuidado coletivo”.

Texto: Jhon Silva
Edição: Secom
Fotos: José Carlos

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Anvisa suspende venda e proíbe uso de produtos Ypê

Medida vale para produtos de lotes com numeração final 1...

07/05/2026 - Anvisa suspende venda e proíbe uso de produtos Ypê. Foto: Torvim - stock.adobe.com
© Torvim/stock.adobe.com

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de diversos produtos da marca Ypê. Segundo a decisão, lava-louças (detergente), sabão líquido para roupas e desinfetantes terão de ser recolhidos e não poderão ser usados pelos consumidores.

A medida foi adotada após terem sido identificadas “falhas graves na produção” e vale para todos os lotes com numeração final 1.

“Os itens foram fabricados pela empresa Química Amparo (CNPJ 43.461.789/0001-90), na unidade localizada em Amparo (SP)”, informou a agência.

De acordo com a Anvisa, a decisão foi tomada a partir de avaliação técnica de risco sanitário.

“Foram constatados descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”, detalhou a Anvisa, ao explicar que tais requisitos são essenciais em termos de fabricação para garantir a segurança sanitária dos produtos.

Por meio de nota, a agência informa que as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais devem intensificar o monitoramento do mercado e adotar as medidas necessárias para evitar a circulação dos lotes envolvidos.

A empresa Ypê informou que “em novembro de 2025, após uma análise interna que detectou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em alguns lotes específicos de lava-roupas líquidos, a Química Amparo anunciou o recolhimento voluntário cauteloso dos lotes”.

Um comunicado da Ypê foi divulgado no site da empresa com orientações aos consumidores sobre os riscos que o uso desses produtos podem causar à saúde, e o que fazer, caso alguém os tenha adquirido.

Produtos

íntegra da Resolução 1.834/2026 com a relação dos produtos e lotes pode ser consultada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (7).

Somente os lotes que terminam com o número 1, dos produtos abaixo estão afetados:

  • Lava Louças Ypê Clear Care
  • Lava Louças com enzimas ativas Ipê
  • Lava Louças Ypê
  • Lava Louças Ypê Clear Care
  • Lava Louças Ypê Toque Suave
  • Lava Louças concentrado Ypê Green
  • Lava Louças Ypê Clear
  • Lava Louças Ypê Green
  • Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green
  • Lava Roupas Líquido Ypê Express
  • Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT
  • Lava Roupas Líquido Ypê Premium
  • Lava Roupas Tixan Maciez
  • Lava Roupas Tixan Primavera
  • Desinfetante Bak Ypê
  • Desinfetante de uso geral Atol
  • Desinfetante Perfumado Atol
  • Desinfetante Pinho Ypê
  • Lava roupas Tixan Power ACT
FONTE - AGENCIA BRASIL.
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