Gestão municipal atua para promover mais agilidade na assistência na rede de saúde...
A Prefeitura de Porto Velho segue trabalhando de forma intensa para fortalecer o atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e garantir mais qualidade e agilidade na assistência à população. Mesmo diante do aumento da demanda por serviços de urgência e emergência, a gestão municipal tem adotado medidas para ampliar a capacidade de atendimento e assegurar o cuidado adequado aos pacientes.
As UPAs desempenham um papel fundamental na rede de saúde, realizando o primeiro atendimento, estabilizando os pacientes e oferecendo observação clínica até que seja necessária a transferência para unidades hospitalares de maior complexidade. Para melhorar o fluxo de atendimento, a Prefeitura já solicitou ao Governo do Estado a ampliação das vagas hospitalares, buscando acelerar a transferência dos pacientes que precisam de internação especializada.
Enquanto aguarda a ampliação da oferta de leitos estaduais, a gestão municipal continua fazendo a sua parte: investindo na reforma e modernização das unidades de saúde, fortalecendo as equipes de atendimento e avançando na construção do primeiro Hospital Municipal de Porto Velho, uma obra histórica que ampliará significativamente a capacidade de atendimento da capital.
O prefeito Léo Moraes o compromisso com a saúde pública da população.
“A Prefeitura de Porto Velho já oficiou o Governo do Estado solicitando a ampliação das vagas hospitalares e segue fazendo a sua parte, reformando unidades e avançando para entregar o primeiro Hospital Municipal”
Com planejamento, responsabilidade e trabalho contínuo, a Prefeitura de Porto Velho reafirma seu compromisso de construir uma rede de saúde cada vez mais forte, humana e preparada para atender as necessidades da população.
Uma plataforma que tem como objetivo assegurar a transformação digital e garantir mais agilidade no atendimento prestado à população, esse é o propósito da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), ela permite o compartilhamento seguro e padronizado de informações entre os serviços assistenciais, contribuindo para um atendimento mais ágil e integrado aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
A RNDS reúne e centraliza os dados de saúde dos usuários do SUS. Esses dados ficam disponíveis de forma segura e padronizada para os profissionais autorizados, o que torna o atendimento mais rápido e eficiente.
O coordenador de Saúde Digital, Heraclito Ferreira Souza, diz que o principal benefício da RNDS é a continuidade do cuidado. “Independentemente do nível de atenção, o histórico clínico pode ser acessado para uma visão completa da condição. Exames, registros, vacinas e prescrições são compartilhados entre serviços de saúde. Isso reduz exames desnecessários, evita retrabalhos e aumenta a segurança, garantindo atendimento ágil e integrado”, frisou.
MAS PARA ONDE OS DADOS VÃO?
As informações de saúde são enviadas para o DATASUS, onde ficam armazenadas e organizadas conforme os padrões da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).
Durante todo o processo de envio, guarda e compartilhamento, os dados são protegidos por medidas de segurança, como criptografia e controle de acesso, garantindo sigilo, integridade e disponibilidade, de acordo com a lei.
Essas informações podem ser consultadas por sistemas autorizados e também por aplicativos voltados ao cidadão, como o Meu SUS Digital. Assim, o histórico de saúde pode ser acessado de forma segura e ajuda na continuidade do cuidado em qualquer ponto da rede de atenção.
BENEFÍCIO PARA TODA A SAÚDE PÚBLICA
A RNDS é uma fonte importante de informações estratégicas para a gestão do SUS. Ao reunir dados de diferentes pontos da rede de atenção, ela apoia o planejamento, o acompanhamento e a avaliação das políticas de saúde.
Com acesso a dados atualizados e confiáveis, gestores federais, estaduais e municipais conseguem identificar as principais necessidades da população, acompanhar o perfil epidemiológico, avaliar o uso dos serviços, monitorar indicadores e tomar decisões baseadas em evidências.
Essas informações ajudam a definir metas e indicadores mais próximos da realidade local, melhoram a distribuição de recursos, aumentam a eficiência dos serviços e fortalecem ações de promoção, prevenção e assistência. Assim, a RNDS se torna uma ferramenta essencial para aprimorar a gestão e desenvolver políticas públicas mais eficazes e voltadas às necessidades da população.
IMPLANTAÇÃO
Consultas na atenção básica, vacinas e registros de regulação já estão sendo transmitidos para a RDNS, mas ainda está em processo para interoperar os demais serviços em saúde. O secretário de Estado da Saúde, Edilton Oliveira, conta que Rondônia já iniciou esse processo e continuará investindo para que todos os serviços de saúde estejam integrados à plataforma.
“Nosso compromisso é garantir que cada cidadão tenha acesso a uma saúde moderna, segura e humanizada. A tecnologia é nossa aliada para cuidar melhor das pessoas e construir um futuro mais saudável para toda a população”, frisou.
João Paulo II não consegue absorver a demanda de casos de alta complexidade...
A falta de vagas em hospitais públicos da rede estadual na capital rondoniense tornou-se um problema crônico que afeta diretamente a população. Na prática, pacientes atendidos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Porto Velho acabam permanecendo por vários dias à espera de uma transferência para uma unidade hospitalar.
Principal porta de entrada para atendimentos de urgência e emergência de alta complexidade em Rondônia, o Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II enfrenta dificuldades para absorver a demanda de pacientes encaminhados de todas as regiões do Estado. Com isso, pessoas que deveriam permanecer nas UPAs apenas pelo tempo necessário à estabilização acabam ocupando leitos por dias, aguardando uma vaga na rede estadual.
Enquanto a Prefeitura de Porto Velho vem ampliando investimentos, serviços e obras na área da saúde municipal, a falta de leitos e de capacidade hospitalar sob responsabilidade do Governo de Rondônia tem limitado o avanço do atendimento. Como os procedimentos cirúrgicos e os casos de alta complexidade são de competência da rede estadual, o gargalo acaba refletindo diretamente nas unidades municipais.
O resultado é a superlotação das UPAs, que passam a funcionar como locais de internação improvisada, reduzindo a capacidade de atendimento a novos pacientes e aumentando o sofrimento de quem aguarda por uma vaga hospitalar.
A expectativa é que esse cenário comece a mudar a partir da entrada em funcionamento do Hospital Municipal de Porto Velho, prevista para 2027. Com a realização de cirurgias e internações na nova unidade, a tendência é reduzir a dependência da rede estadual e desafogar a fila de pacientes que hoje aguardam transferência para hospitais do Estado.
Mailson Araújo se preparava para disputar um campeonato em Curitiba; causa da morte ainda não foi divulgada
Bahia – O fisiculturista Mailson Araújo, de 35 anos, morreu na noite desta segunda-feira (13) após passar mal dentro de casa, em Alagoinhas, no interior da Bahia. A causa da morte ainda não foi divulgada.
Segundo a família, o atleta pediu ajuda aos pais após sentir-se mal. A mãe, técnica de enfermagem, iniciou manobras de reanimação enquanto acionava o socorro. Como a residência fica em frente ao quartel do Corpo de Bombeiros, os militares chegaram rapidamente e deram continuidade ao atendimento.
Em seguida, uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada, mas, apesar das tentativas de reanimação, Mailson morreu no local.
Preparo para competição
Conhecido no fisiculturismo baiano, Mailson acumulava títulos na modalidade e se preparava para disputar uma competição marcada para esta quarta-feira (15), em Curitiba (PR).
Nas redes sociais, onde tinha mais de 30 mil seguidores, compartilhava a rotina de treinos, alimentação e preparação física. Horas antes de passar mal, publicou imagens de um treino e de uma sessão de fisioterapia.
Velório
O velório ocorre nesta terça-feira (14), no Lar São Francisco, em Alagoinhas. O sepultamento está previsto para as 15h, no Cemitério Jardim Paraíso da Saudade.
Até o momento, a causa da morte não foi informada oficialmente.
Recursos antes destinados ao hospital e a contratos de PPPs serão usados em convênios, manutenção de hospitais, terceirização de serviços e repasses aos municípios; Estado ainda não explicou impactos no projeto...
O Governo de Rondônia sancionou uma lei que remaneja R$ 231,5 milhões do orçamento da Saúde, retirando recursos que estavam previstos para a implantação do Hospital de Urgência e Emergência de Rondônia (Heuro), em Porto Velho, e para contratos de Parcerias Público-Privadas (PPPs). Os valores passarão a financiar outras despesas da rede estadual de saúde ao longo de 2026.
A medida foi publicada em edição suplementar do Diário Oficial do Estado na última sexta-feira (10) e é assinada pelo governador em exercício, desembargador Alexandre Miguel.
Do montante remanejado, R$ 70 milhões eram destinados à locação do prédio do Heuro, com previsão de que o imóvel pudesse ser incorporado ao patrimônio do Estado ao fim do contrato. Outros R$ 161,5 milhões estavam reservados para o pagamento de contratos de PPPs.
Conforme a nova legislação, os R$ 231,5 milhões serão transferidos ao Fundo Estadual de Saúde (FES) para custear despesas de manutenção da rede pública, terceirização de serviços, convênios e repasses a municípios e entidades.
Entre as principais destinações dos recursos estão R$ 89,7 milhões para convênios e contratos com a rede privada de saúde, R$ 76,5 milhões para apoio financeiro a prefeituras e entidades, R$ 25,2 milhões para manutenção das unidades hospitalares estaduais e R$ 12,4 milhões para outras despesas de funcionamento dos hospitais.
A lei entrou em vigor na data da publicação. No entanto, o texto não esclarece se a retirada dos recursos compromete o cronograma de implantação do Heuro ou o contrato de locação inicialmente previsto para a unidade.
Até a publicação desta matéria, o Governo de Rondônia ainda não havia informado os motivos do remanejamento nem se a alteração terá impacto na execução do projeto do Hospital de Urgência e Emergência de Rondônia.
O aviso ganha força após a confirmação de que, das 40 amostras de animais suspeitos enviadas ao Laboratório de Referência (LACEN-RO) desde o início de 2026, três testaram positivo para a doença...
A Agência de Vigilância em Saúde de Rondônia (AGEVISA-RO) emitiu um alerta epidemiológico à população sobre os riscos de transmissão do vírus da raiva por meio de morcegos. O aviso ganha força após a confirmação de que, das 40 amostras de animais suspeitos enviadas ao Laboratório de Referência (LACEN-RO) desde o início de 2026, três testaram positivo para a doença. Os casos foram registrados nos municípios de Cacoal, Cacaulândia e Jaru.
Embora o vírus continue circulando entre os quirópteros, as ações de controle têm evitado o transbordo para a população. O último caso de raiva humana registrado em Rondônia ocorreu há mais de duas décadas, no ano de 2004, no município de Pimenta Bueno.
COMO SUSPEITAR
Especialistas da saúde alertam que qualquer espécie de morcego, seja frugívora (que se alimenta de frutas), insetívora ou hematófaga (que se alimenta de sangue), pode transmitir a enfermidade se estiver infectada. Como esses animais possuem hábitos estritamente noturnos, qualquer alteração drástica em sua rotina deve ser encarada como sinal de que o espécime está doente.
A orientação é desconfiar imediatamente caso o cidadão aviste morcegos voando ou expostos ao sol durante o dia, caídos em calçadas ou quintais, apresentando incapacidade de voar (rastejando) ou esbarrando em objetos de forma desorientada.
PROTOCOLO DE EMERGÊNCIA
A raiva é uma doença grave transmitida pela saliva do animal infectado, seja por mordidas, arranhões ou lambeduras em peles que já possuam lesões. Em caso de qualquer contato físico, o protocolo de emergência prevê lavar exaustivamente o local com água corrente e sabão e procurar atendimento médico imediato em um posto de saúde ou hospital para a aplicação de vacina e soro antirrábico.
O Médico Veterinário Antônio Salviano de Matos, Coordenador do Programa de Vigilância e Controle de Quirópteros do NRB/GTVAM/AGEVISA-RO, ressalta que o cuidado deve ser estendido também a pessoas que acordem e percebam a presença do animal no mesmo quarto, já que picadas noturnas podem passar imperceptíveis.
As autoridades reforçam que a população jamais deve tocar no animal diretamente, mesmo se ele parecer morto. O correto é isolá-lo cobrindo-o com um balde ou caixa de papelão e acionar o serviço de zoonoses local. Em Porto Velho, o Centro de Controle de Zoonoses atende pelo telefone (69) 98473-6712 ou presencialmente na Avenida Mamoré, 1120, bairro Cascalheira/Lagoinha.
Importância ecológica
Paralelamente às ações de saúde, a vigilância enfatiza que o extermínio indiscriminado é proibido. O morcego é um animal silvestre protegido pela legislação e sua caça ou perseguição configura crime ambiental. Os mamíferos voadores têm papel vital no ecossistema: os insetívoros controlam pragas e consomem milhares de insetos por noite, incluindo o mosquito transmissor da dengue, enquanto os frugívoros atuam diretamente na dispersão de sementes e na recuperação de áreas florestais degradadas.
Quando um caso positivo é detectado pelo laboratório, equipes municipais desencadeiam o bloqueio vacinal de foco, imunizando cães e gatos da região afetada. A vacinação dos animais domésticos funciona como uma barreira sanitária essencial, impedindo que o vírus chegue aos seres humanos.
A campanha de vacinação contra a gripe da Coordenação Estadual de Imunização da Agevisa-RO, entra na reta final e tem data marcada para encerrar no dia 31 de julho. Iniciada em novembro do ano passado, a mobilização ainda não atingiu a meta estipulada de 90% de cobertura vacinal, registrando um índice geral de apenas 41,88% no Estado, o que equivale a 368.867 doses aplicadas. Embora o grupo de gestantes tenha superado as expectativas com 94,34% de cobertura, os dados acendem um alerta para os grupos de crianças (51,13%) e de idosos (32,30%).
Prazo Limite
A Responsável Técnica da Rede de frio da Agevisa-RO, Eliza Ferraz, ressalta que todos os municípios rondonienses estão plenamente abastecidos com a vacina trivalente, que protege contra os três principais tipos de vírus da Influenza. “O imunizante está disponível tanto para os grupos prioritários quanto para a população em geral que ainda não se vacinou”.
A Agevisa-RO reforça que, após o encerramento do prazo em 31 de julho, as doses só voltarão a ser disponibilizadas em novembro deste ano, com a abertura da campanha de 2026. Por isso, a recomendação é que os cidadãos procurem o posto de saúde mais próximo o quanto antes.
Espaço Saúde
Para garantir um atendimento ágil e seguro a população conta também com o Espaço Saúde, localizado no Shopping de Porto Velho. O local conta com uma equipe da Agevisa-RO. É indispensável apresentar a caderneta de vacinação e o CPF no momento do atendimento. O espaço funciona no primeiro piso entre 10h e 21h de forma a acolher os cidadãos com segurança, sendo recomendado que os pais ou responsáveis acompanhem as crianças e evitem aglomerações, respeitando o fluxo de atendimento indicado pelas equipes de enfermagem locais.
Mudanças à vista
Está em fase de introdução a nova vacina Pneumocócica 20 (Pneumo 20) no calendário de crianças menores de 5 anos e para a alteração no esquema da vacina contra a paralisia infantil (VIP), que passará a contar com um novo reforço aos 4 anos de idade a partir de 3 de agosto de 2026.
Imunizante passa a integrar o calendário vacinal e está disponível nas unidades de saúde, CIIE e Porto Velho Shopping para os públicos recomendados...
O Ministério da Saúde começou a mudar a forma de proteger a população contra a pneumonia e outras infecções graves. A novidade é a chegada da vacina Pneumo 20 (VPC20), que é mais moderna e consegue proteger contra um número maior de tipos da bactéria causadora de doenças como pneumonia, meningite e otite.
Em Porto Velho, a nova vacina já foi distribuída pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) e está disponível para o público recomendado em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS), no Centro Intermediário de Imunobiológicos Especiais (CIIE), localizado na Policlínica Rafael Vaz e Silva, e também no ponto de vacinação do Porto Velho Shopping.
A gerente da Divisão de Imunização da Semusa, Elizeth Gomes, explica que a atualização do esquema vacinal representa um avanço importante para a saúde pública. "A Pneumo 20 oferece uma proteção ampliada contra a bactéria pneumocócica, responsável por doenças que podem evoluir para quadros graves, especialmente entre crianças e pessoas com condições de saúde específicas. Por isso, é fundamental que a população procure uma unidade de saúde para esclarecer dúvidas e mantenha a vacinação em dia, conforme as orientações do Ministério da Saúde", destacou.
No entanto, é preciso atenção: a chegada desta vacina não significa uma campanha para toda a população. Existem regras claras sobre quem deve receber a dose neste momento.
Como funciona o novo esquema para os bebês?
Elizeth Gomes explica que a atualização do esquema vacinal representa um avanço importante para a saúde pública
Para os pais que estão iniciando agora a vacinação dos filhos pequenos, o calendário oficial mudou. A primeira dose deve ser aplicada aos 2 meses de idade, utilizando a nova Pneumo 20. A segunda dose, aos 4 meses, será feita com a vacina Pneumo 10.
Já a dose de reforço, que completa o esquema, será aplicada aos 12 meses de idade, novamente com a Pneumo 20.
Se a criança já iniciou a vacinação e ainda não concluiu o esquema, a orientação também mudou. Quem recebeu apenas a primeira dose da Pneumo 10 fará as duas etapas seguintes com a Pneumo 20. Já as crianças que receberam as duas primeiras doses da Pneumo 10 receberão apenas o reforço com a nova vacina.
Vale destacar que as crianças que já completaram todo o esquema vacinal anterior, incluindo o reforço, permanecem protegidas e não precisam receber uma nova dose.
Quem pode tomar a vacina além dos bebês?
Por se tratar de uma transição técnica do Ministério da Saúde, além do calendário infantil regular, a vacina é destinada exclusivamente às pessoas que apresentam condições clínicas que exigem maior proteção.
Entre os grupos contemplados estão pessoas com diabetes, asma moderada ou grave, doenças cardíacas, pulmonares ou hepáticas graves, pessoas vivendo com HIV/Aids, pacientes oncológicos e transplantados. Também têm direito ao imunizante crianças prematuras, nascidas com até 36 semanas de gestação, até completarem 23 meses de idade.
Onde procurar as doses em Porto Velho?
Léo Moraes destacou que ampliar o acesso à vacinação é uma estratégia essencial para fortalecer a prevenção e proteger a população
Para garantir o atendimento, os moradores podem procurar qualquer Unidade Básica de Saúde, o Centro Intermediário de Imunobiológicos Especiais (CIIE), na Policlínica Rafael Vaz e Silva, ou o ponto de vacinação do Porto Velho Shopping.
No momento da vacinação, é necessário apresentar um documento de identificação, como CPF ou Cartão Nacional do SUS. Para as pessoas que fazem parte dos grupos especiais, também é obrigatório apresentar laudo, receita ou documento médico que comprove a condição clínica.
A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, reforça que a incorporação da Pneumo 20 fortalece a estratégia de prevenção. "A chegada da Pneumo 20 representa mais uma conquista para a saúde pública, ampliando a proteção dos grupos prioritários e fortalecendo a prevenção de doenças que podem ser evitadas por meio da imunização. Vacinar é um gesto de cuidado, proteção e responsabilidade com a saúde de todos".
O prefeito Léo Moraes destacou que ampliar o acesso à vacinação é uma estratégia essencial para fortalecer a prevenção e proteger a população.
“Investir na imunização é investir em qualidade de vida. A chegada da Pneumo 20 representa mais um avanço para a saúde pública de Porto Velho, oferecendo uma proteção ainda maior aos grupos prioritários. Nosso compromisso é garantir que as vacinas estejam disponíveis e que a população tenha acesso a um atendimento de qualidade, prevenindo doenças e salvando vidas.”
As previsões climáticas indicam a possibilidade de novos períodos de seca e estiagem em Rondônia, associados à influência do fenômeno El Niño. Esse cenário pode comprometer o acesso à água de qualidade e aumentar o risco de Doenças Diarreicas Agudas (DDA), reforçando a importância das medidas de prevenção.
VIGILÂNCIA E MONITORAMENTO
O acompanhamento rigoroso dos índices epidemiológicos tem sido uma prioridade para evitar surtos de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar (DTHA), além de conter o número de internações e óbitos associados.
O monitoramento da Vigilância Epidemiológica aponta oscilações expressivas: o estado saltou de 50.470 casos em 2023 para 78.463 em 2024, registrando 63.385 em 2025 e 18.792 casos até o momento em 2026. Diante disso, a Agevisa-RO alerta que a prevenção e o cuidado domiciliar são as principais armas para proteger a população, especialmente em áreas de maior vulnerabilidade social, como comunidades rurais, ribeirinhas e indígenas.
SINAIS DE ALERTA
A diarreia, embora comum, pode evoluir rapidamente para quadros graves de desidratação se não houver a devida atenção. Sintomas como náuseas, dor abdominal, presença de muco ou sangue nas fezes demandam vigilância constante. A Coordenadora Estadual das DTHA, Viviane de Carvalho Nascimento, alerta para a importância de procurar atendimento em uma unidade de saúde diante de sinais de desidratação ou agravamento do quadro e reforça que a automedicação deve ser evitada. É fundamental aumentar a ingestão de líquidos ao primeiro sinal de diarreia e observar sinais de alerta, como sede intensa, diminuição da urina, sonolência ou piora do estado geral. Não utilize antidiarreicos ou antibióticos por conta própria, pois o tratamento adequado depende de avaliação por um profissional de saúde e pode variar desde os cuidados domiciliares com terapia de reidratação oral até a necessidade de atendimento imediato nos casos de desidratação grave."
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Com monitoramento contínuo dos estoques, a Prefeitura adota medidas para garantir o atendimento nas unidades de saúde...
A Prefeitura de Porto Velho segue com o abastecimento de medicamentos na rede municipal de saúde e mantém o acompanhamento diário dos estoques para garantir o atendimento à população. Entre os medicamentos disponíveis para distribuição às unidades estão a Furosemida 40 mg, o Enalapril 10 mg e a Doxazosina 2 mg, todos com reposição regulares no sistema municipal.
No caso da Losartana Potássica 50 mg e do Enalapril 20 mg, a Secretaria Municipal de Saúde informa que a aquisição foi realizada pelo município, mas a entrega ainda depende dos fornecedores contratados, em razão de dificuldades na cadeia de abastecimento da indústria farmacêutica e do não cumprimento dos prazos de entrega.
A Secretaria Municipal de Saúde vem adotando medidas permanentes para reduzir impactos pontuais no abastecimento, como o monitoramento diário dos estoques, a redistribuição de medicamentos entre unidades e o acompanhamento rigoroso dos contratos de fornecimento.
Semusa segue adotando medidas permanentes para reduzir impactos pontuais no abastecimento
Para o prefeito Léo Moraes, manter o abastecimento da rede municipal de saúde é uma das prioridades da administração.
“Nossa determinação é garantir que a população encontre os medicamentos essenciais nas unidades de saúde. Estamos acompanhando os estoques diariamente, cobrando os fornecedores e adotando todas as medidas necessárias para reduzir os impactos de atrasos na entrega. Cuidar da saúde das pessoas também é assegurar que o tratamento não seja interrompido por falta de medicamentos”.
De acordo com a secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, a gestão tem atuado de forma contínua para manter o abastecimento da rede e evitar prejuízos à população.
“A Prefeitura tem trabalhado de forma permanente para garantir o fornecimento de medicamentos nas unidades de saúde, com monitoramento dos estoques e adoção de medidas imediatas sempre que há qualquer intercorrência no abastecimento”.
Investimentos do Ministério da Saúde vão ampliar o atendimento odontológico na capital, distritos, zona rural e comunidades ribeirinhas...
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), oficializou na terça-feira (30) a entrega de novos equipamentos destinados ao fortalecimento da saúde bucal no município. Os investimentos são provenientes do Ministério da Saúde, por meio dos programas Novo PAC Saúde e Brasil Sorridente.
Entre os equipamentos recebidos estão uma Unidade Odontológica Móvel (UOM), um combo de equipamentos para endodontia e um moderno sistema de fluxo de prótese digital, tecnologia inédita na rede pública de saúde de Rondônia.
A nova Unidade Odontológica Móvel permitirá ampliar o acesso aos serviços odontológicos, levando atendimento diretamente às comunidades da capital, distritos, zona rural e regiões ribeirinhas. A estrutura conta com cadeira odontológica, refletor, autoclave, compressor, aparelho de raio-X e gerador de energia próprio, possibilitando o funcionamento de forma totalmente autônoma.
Para o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), a Semusa recebeu seis motores rotatórios endodônticos e seis localizadores apicais. Os equipamentos vão modernizar e agilizar os tratamentos de canal realizados na rede municipal, proporcionando maior precisão aos procedimentos e reduzindo o tempo de atendimento aos pacientes.
Outro grande avanço é a implantação do fluxo de prótese digital. Porto Velho passa a ser o único município de Rondônia contemplado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com essa tecnologia, que inclui scanner oral, impressora 3D, notebook de alta performance e kit de resinas para a confecção das próteses.
Com a inovação, o processo de produção de dentaduras e próteses será totalmente digitalizado, oferecendo mais conforto aos pacientes, maior precisão na confecção dos dispositivos e eliminando os tradicionais moldes manuais.
O prefeito Léo Moraes destacou que os investimentos representam mais qualidade e acesso aos serviços de saúde para a população. "Estamos investindo em tecnologia e estrutura para oferecer um atendimento cada vez mais humanizado e eficiente. Esses equipamentos fortalecem a saúde bucal do município e garantem que os serviços cheguem também às comunidades mais distantes, levando dignidade e cuidado para quem mais precisa", afirmou o prefeito.
A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, ressaltou que os novos equipamentos fortalecem a rede de atendimento e ampliam a capacidade de assistência da Semusa. "Esses investimentos representam um importante avanço para a saúde bucal de Porto Velho. Além de modernizar nossos serviços especializados, também ampliamos o acesso da população aos atendimentos odontológicos, garantindo mais qualidade, agilidade e conforto aos usuários do SUS", destacou a secretária.
A entrega reforça o compromisso da Prefeitura de Porto Velho com a modernização da rede municipal de saúde, ampliando o acesso aos serviços especializados e incorporando tecnologias que proporcionam mais eficiência, inovação e qualidade no atendimento à população.
Texto: Taiana Mendonça Foto: Semusa (Editada com IA)
Campanha promovida pela Fhemeron levou unidade móvel ao centro da capital e reforçou a importância da doação voluntária para salvar vidas...
A programação da Rua do Hexa, em Porto Velho, também abriu espaço para um gesto de solidariedade. Nesta quinta-feira (02), a lateral do Prédio do Relógio recebeu a campanha de doação voluntária de sangue “Pelo Meu Time Eu Dou Sangue – Rumo ao Hexa”, promovida pela Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado de Rondônia (Fhemeron), em parceria com a Prefeitura de Porto Velho.
Unidade móvel tem toda a estrutura necessária para receber os doadores durante a programação especial
A ação começou às 16h e levou ao local a unidade móvel da Fhemeron, com toda a estrutura necessária para receber os doadores durante a programação especial. A proposta foi aproveitar a movimentação do público para incentivar a doação e ajudar a reforçar o estoque de sangue do Estado, beneficiando pacientes que dependem de transfusões e outros atendimentos de saúde.
Responsável pela captação e coleta da ação, a gerente Maria Luiza explicou que a iniciativa faz parte do trabalho itinerante da fundação e amplia o acesso da população ao serviço. “Nós já tivemos uma primeira coleta no hemocentro com a participação do prefeito, de servidores e de alguns secretários, e hoje a gente aproveita esse momento da Rua do Hexa para ficar aqui até 20h30, atendendo a comunidade e também os servidores do município. Sangue é qualidade de vida e, para quem precisa, não existe substituto”.
Maria Luiza também ressaltou a estrutura levada ao local para garantir conforto e segurança aos voluntários. “Essa unidade móvel é completa. Ela contempla recepção, pré-triagem, triagem clínica, sala de coleta e o lanche do doador. O ônibus atende todo o ciclo da doação”.
Nikolle Cristinny fez sua primeira doação de sangue durante a ação
Entre os voluntários da campanha esteve a acadêmica de Letras Português, Nikolle Cristinny, moradora do bairro Flodoaldo Pontes Pinto, que fez sua primeira doação de sangue durante a ação. Para ela, a experiência foi importante e reforçou a vontade de contribuir com quem precisa. “Eu sempre tive vontade de doar sangue. Foi bem parecido com o que eu imaginava e eu acredito que outras pessoas também deveriam ter essa iniciativa, porque doando sangue você pode ajudar não só uma, mas várias vidas”.
Para quem não conseguiu participar da ação na Rua do Hexa, a Fhemeron segue recebendo doadores em sua sede, localizada na Avenida Jorge Teixeira com Rua Benedito de Souza Brito, no bairro Industrial. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 7h15 às 18h, e aos sábados, das 7h15 ao meio-dia.
O prefeito Léo Moraes ressaltou que unir um momento de lazer e convivência com uma ação solidária é uma forma de aproximar ainda mais a população de causas importantes. “A Rua do Hexa também é um espaço para mobilizar as pessoas em torno do cuidado com o próximo. A doação de sangue salva vidas, e poder trazer essa ação para perto da população é uma forma de incentivar a solidariedade e ampliar esse gesto tão necessário”.