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Pesquisa mostra que vacinação diminuiu prevalência de HPV entre jovens

Benefícios se estenderam até a pessoas que não se imunizaram...

Rio Branco (AC), 07/05/2026 – Frasco da vacina Comirnaty JN.1 da Pfizer, que é indicada para a prevenção da COVID-19 aplicada durante o curso Sala de Vacina, da MSD, ministrado em Rio Branco (AC). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
© Tomaz Silva/Agência Brasil

A prevalência dos principais tipos de HPV caiu quase à metade no Brasil após a vacinação, aponta o maior estudo sobre a eficácia do imunizante já realizado na América Latina.

Dados coletados em 2016 e 2017 mostram que 14,98% dos participantes já tinham sido infectados por pelo menos um dos quatro tipos cobertos pela vacina. Já nas amostras coletadas entre 2020 e 2023, essa proporção ficou em 7,95%.

A pesquisa Pop-Brasil foi realizada pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde. Na primeira fase, foram analisadas amostras de 6.388 participantes não vacinados de ambos os sexos. Já na segunda fase, foram mais de 10 mil participantes, vacinados e não vacinados. As amostras foram coletadas em unidades de saúde.

Nos dois períodos, o foco foram os jovens de 16 a 25 anos, como explica a médica epidemiologista e líder da pesquisa Eliana Wendland:

"Essa faixa etária é a que tem a maior prevalência de HPV, porque é o início da atividade sexual. Essa faixa etária também foi escolhida porque todo mundo ali já deveria ter sido vacinado"

Infelizmente, não foi isso o que aconteceu. Entre as meninas e mulheres da pesquisa, apenas 61,8% estavam vacinadas, e a proporção foi ainda menor entre os participantes do sexo masculino: 31,1%. A taxa de cobertura ideal é de 90%.

Ainda assim, a vacina comprovou o seu potencial. Entre as meninas e mulheres, a prevalência dos tipos de HPV cobertos pelo imunizante foi de 15,6% na primeira fase, quando apenas pessoas não vacinadas participaram da pesquisa. Já na segunda fase, a detecção do vírus entre as participantes vacinadas caiu para 3,1%.

De acordo com Eliana, a pesquisa verificou ainda que o imunizante já foi capaz de produzir um certo "efeito rebanho":

"Nós também percebemos nas meninas um efeito populacional da vacinação. Mesmo entre aquelas que não foram vacinadas, nós tivemos uma diminuição da prevalência de HPV."

Isso acontece porque a vacinação em altas coberturas diminui a circulação dos agentes causadores de doença, protegendo indiretamente toda a população. Na parcela de meninas e mulheres não vacinadas, a prevalência dos quatro tipos de HPV combatidos pela vacina foi de 10,5% na segunda fase da pesquisa.

Já entre os homens, a prevalência desses subtipos do vírus caiu de 13,8% para 4,6% entre os vacinados, mas não houve mudança estatisticamente significativa entre os participantes não vacinados da segunda fase. De acordo com Eliana, a explicação é a baixa cobertura vacinal desse público.

"Esse achado não é inesperado, uma vez que os meninos costumam receber menos incentivo à vacinação contra o HPV do que as meninas, em parte porque o vírus ainda é amplamente percebido como uma causa predominantemente do câncer do colo do útero", destaca a prévia do artigo que será publicado na revista npj Vaccines com os resultados da pesquisa.

Vacinação eficaz

Outro dado reforça o poder e a importância da vacina é que, entre as duas fases da pesquisa, a prevalência geral de HPV na população, considerando todos os subtipos existentes, subiu de 46,7% para 56,6%, ao contrário do que aconteceu com os quatro subtipos combatidos pelo imunizante.

A pesquisa também encontrou evidências de que o esquema atual oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de apenas uma dose, é eficaz, porque não encontrou diferença na prevalência do vírus comparando pessoas vacinadas com uma, duas ou três doses.

A vacinação contra o HPV pelo Sistema Único de Saúde começou em 2014, apenas com meninas, mas passou a englobar também os meninos a partir de 2017, com algumas mudanças na faixa etária ao longo dos anos. Em 2024, o esquema básico mudou de duas doses para uma.

Hoje, o público-alvo são todas as crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, além de alguns públicos adultos vulneráveis, como imunossuprimidos, vítimas de violência sexual, usuários de profilaxia pré-exposição para prevenção do HPV e pessoas que já tiveram lesões precursoras no colo do útero.

O HPV, sigla para papilomavírus humano, é o principal causador do câncer do colo do útero, mas também pode provocar a doença em outros órgãos como pênis, ânus e garganta. Nem todo subtipo do vírus têm potencial cancerígeno, mas a vacina disponível no sistema público protege contra os quatro principais tipos oncogênicos.

FONTE - AGENCIA BRASIL.

Hemorrede de Rondônia faz apelo urgente por doadores de sangue dos tipos O+ e O-

Estoques dos tipos sanguíneos mais utilizados em transfusões estão em nível crítico; unidades de hemoterapia reforçam o chamado à população...

A Hemorrede Estadual de Rondônia emitiu um alerta sobre a situação crítica dos estoques de sangue, especialmente dos tipos O positivo (O+) e O negativo (O-), considerados essenciais para o atendimento de pacientes em hospitais de todo o estado.

Segundo a rede, o sangue O+ é o mais utilizado em transfusões por atender a maioria dos pacientes com fator Rh positivo. Já o O- é conhecido como doador universal para hemácias e é indispensável em atendimentos de urgência e emergência, quando não há tempo para identificar o tipo sanguíneo do paciente.

Diante da baixa nos estoques, a Hemorrede reforça o pedido para que doadores compareçam às unidades de coleta e contribuam para garantir o abastecimento e a continuidade dos atendimentos.

Para doar sangue é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos (menores de idade devem estar acompanhados do responsável legal), pesar no mínimo 50 quilos, apresentar documento oficial com foto e seguir as orientações sobre alimentação antes da doação.

As coletas são realizadas nas unidades de Porto Velho, Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná, Rolim de Moura, Vilhena e Guajará-Mirim, em horários específicos de atendimento. 

Em Porto Velho, o Hemocentro Coordenador funciona de segunda a sexta-feira, das 7h15 às 18h, e aos sábados, das 7h15 às 12h, na Avenida Governador Jorge Teixeira, nº 3.766, bairro Industrial. Informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (69) 99387-2804.

HEMOCENTRO COORDENADOR DE PORTO VELHO
Avenida Governador Jorge Teixeira, nº 3766 – Industrial – Porto Velho/RO.

Telefone: (69) 99387- 2804 (Whatsapp).

Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h15 às 18h, e aos sábados, das 7h15 às 12h.


ARIQUEMES

Rua: Cassiterita, nº 3613 – Centro

Telefone: (69) 99216-2238 (Whatsapp)

Segunda a sexta das 07h às 12h


CACOAL

Av. Malaquita, s/nº – Bairro Josino Brito. Ao lado do Hospital Regional

Telefone: (69) 98481-9766

Segunda a sexta  das 07h15 às 12h 


JI-PARANÁ

Rua: Clóvis Arraes, nº 1440 – Centro

Telefone: (69) 99287-1247 (Whatsapp)

Segunda a sexta 07h15 às 12h 


ROLIM DE MOURA

Rua Tocantins, Nº 3932, Bairro Planalto

(Ao lado do Hospital Municipal)

Telefone: (69) 99220-4362

Segunda a sexta  7h15 às 12h30 


VILHENA

Av. Jô Sato, nº 405 – Bairro Jardim América

Telefone: (69) (69) 99381-7559 

Segunda e sexta das 07h às 12h 

Terça, quarta e quinta das 07h às 18h


GUAJARÁ - MIRIM 

Av. XV de Novembro, 1299, Centro

Segunda a sexta 07h15 às 12h 

Turista sofre grave lesão íntima em passeio em Honduras; veja

Acidente em um balanço de corda interrompeu a viagem de cruzeiro da norte-americana e gerou gastos de R$ 250 mil

O que era para ser a primeira viagem de cruzeiro de Kirsten Lindsey, de 28 anos, acabou se transformando em um pesadelo. A americana sofreu uma grave lesão na região íntima durante um passeio com um balanço de corda em Roatán, ilha de Honduras, e precisou passar por cirurgias de emergência. Os gastos já giram em torno de US$ 50 mil (aproximadamente R$ 250 mil) em despesas médicas e transporte, segundo publicação da vítima em uma rede social.



O acidente aconteceu no terceiro dia da viagem, durante uma excursão em Little French Key. De acordo com Blake Ford, namorado da jovem, uma corda auxiliar do balanço teria sido instalada de forma incorreta. Quando Kirsten se lançou sobre a água, a linha se apertou entre as pernas dela instantes antes da queda, provocando uma lesão considerada "catastrófica" na região genital.


Inicialmente, a norte-americana acreditou que havia sofrido apenas um arranhão e chegou a voltar ao píer rindo da situação. No entanto, poucas horas depois, a dor aumentou rapidamente e o inchaço se agravou. Segundo Ford, a região lesionada chegou a ficar do tamanho de uma bola de beisebol, e Kirsten precisou ser levada em uma cadeira de rodas até a cabine do navio.



Ela recebeu atendimento por mais de 12 horas no centro médico da embarcação, mas o quadro continuou piorando. Diante da gravidade do caso, o casal precisou escolher entre permanecer na enfermaria do cruzeiro até o fim da viagem, buscar atendimento em um hospital no México ou pagar por uma evacuação médica de emergência para os Estados Unidos.


A opção escolhida foi o transporte aéreo. Kirsten foi levada de ambulância até um aeroporto em Costa Maya, no México, e embarcou em um jato médico particular rumo à Flórida, onde passou pela primeira cirurgia. Para a evacuação, o casal precisou pagar um depósito inicial de US$ 20 mil e outros US$ 30 mil na chegada aos Estados Unidos, totalizando US$ 50 mil (cerca de R$ 250 mil).


Antes disso, eles já haviam desembolsado US$ 3,5 mil (cerca de R$ 19 mil) pelo atendimento na enfermaria do navio, valor que, segundo a campanha de arrecadação da família, não incluía honorários médicos, medicamentos nem procedimentos.


Depois de receber alta na Flórida, a americana retornou de carro para a Louisiana, já que não tinha condições de viajar de avião. Poucos dias depois, ela precisou ser internada novamente e passou por uma segunda cirurgia. Em uma publicação nas redes sociais, Ford afirmou que os médicos disseram nunca ter visto um ferimento semelhante e trabalham para evitar danos permanentes.


Para ajudar a custear a recuperação, familiares criaram uma campanha de arrecadação online. Segundo eles, além das despesas médicas e do transporte de emergência, Kirsten também teve gastos com hospedagem, deslocamentos e perda de renda durante o período de recuperação.

Anvisa manda apreender lotes de azeite e doces; veja de quais marcas

Produtos são da San Olivetto e da Fatti a Mano...

16/03/2026 - Anvisa determina apreensão de azeite San Olivetto. Foto: Anvisa/Divulgação
© Anvisa/Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quarta-feira (22) a apreensão de todos os lotes do azeite de Oliva Extra Virgem da marca San Oliveto e de todos os produtos da Indústria e Comércio de Doces Fatti a Mano Ltda.

O azeite tem origem desconhecida e é importado no Brasil pela empresa Comercial Alimentícia e Cerealista Vale do Carioca Ltda, que possui CNPJ inapto desde 23 de junho de 2026 e endereço desconhecido.

De acordo com a medida, divulgada no Diário Oficial da União, o produto apresentou resultado insatisfatório no ensaio de determinação do índice de refração, usado para avaliar a pureza, e não pode ser importado, distribuído, divulgado e utilizado.

Em relação a Fatti a Mano Ltda, os itens não estão regularizados no órgão competente e são fabricados por estabelecimento não licenciado.

Com isso doces, sobremesas e demais produtos não podem ser fabricados, distribuídos, divulgados e consumidos segundo Resolução (RE) 2.856/2026.

Entre os doces da marca que devem se apreendidos estão:

  • cocada branca;
  • cocada com maracujá;
  • doce de leite;
  • doce de leite com coco;
  • palha italiana;
  • doce de jaca;
  • beijinho;
  • pé de moleque;
  • fatticoco (leite com coco);
  • pé de moça;
  • brigadeiro.

*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia - AGENCIA BRASIL.

Anvisa aprova medicamentos pediátricos para lúpus e esclerose múltipla

Passam a ser liberados o belimumabe e o ocrelizumabe...

Brasília-DF, 10.11.2023, Fachada do Prédio da Agência de Vigilância Sanitária ANVISA, em Brasília.  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (20), a ampliação do tratamento de lúpus e esclerose múltipla para para crianças e adolescentes por meio de medicamentos. A medida foi publicada no Diário Oficial da União.

Para crianças a partir de 5 anos de idade com lúpus eritematoso sistêmico (LES) ativo, o Benlysta (belimumabe) passa a ser indicado como tratamento complementar. O medicamento é destinado a pacientes que apresentam alto grau de atividade da doença, e que já estejam em tratamento padrão, com corticosteroides, antimaláricos, anti-inflamatórios não esteroides ou outros imunossupressores.

A medida abrange as alternativas em caneta aplicadora/autoinjetora, visando reduzir a necessidade de deslocamentos a centros de infusão e o conforto dos pacientes. A formulação intravenosa do medicamento já estava aprovada para pacientes pediátricos

Outro medicamento que teve ampliação de uso em pacientes a partir de 12 anos e 40 kgs é o Ocrevus (ocrelizumabe), destinado ao tratamento da esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR). O produto é um anticorpo monoclonal recombinante, que contribui para a redução da atividade inflamatória associada à doença.

Sobre o lúpus

O lúpus eritematoso sistêmico é uma doença inflamatória autoimune, que pode afetar múltiplos órgãos e tecidos, como pele, articulações, rins e cérebro. Em casos mais graves, se não tratada adequadamente, pode levar ao óbito. Entre os principais sintomas estão febre, rigidez muscular e inchaços, lesões na pele que surgem ou pioram quando expostas ao sol, linfonodos aumentados e queda de cabelo.

Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a doença afeta entre 150 mil e 300 mil pessoas no Brasil, principalmente mulheres entre 20 e 45 anos. O diagnóstico é feito a partir de uma série de exames médicos, como hemograma, biópsia renal, exame de urina, entre outros. O tratamento é principalmente paliativo.

Sobre a esclerose múltipla

Já a esclerose múltipla é uma doença inflamatória crônica e autoimune do sistema nervoso central. O sistema imunológico ataca a mielina que reveste e protege as fibras nervosas, prejudicando a comunicação entre o cérebro e o restante do corpo.

Na forma remitente-recorrente, a doença é caracterizada por episódios de novos sintomas neurológicos ou agravamento dos já existentes, seguidos por períodos de recuperação parcial ou completa. A manifestação dos sintomas antes dos 18 anos é considerada uma condição rara e mais grave da doença.

Entre os sintomas mais comuns estão fadiga extrema, dormência, formigamento, alterações visuais (como visão turva ou dupla), fraqueza muscular, desequilíbrio e dificuldade de controle da bexiga. As causas envolvem predisposição genética e fatores ambientais que funcionam como gatilhos, como infecções virais, tabagismo e obesidade. O diagnóstico é feito por um neurologista junto a exames complementares.

*Estagiário sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. - AGENCIA BRASIL.

Novo aparelho de ultrassonografia fortalece atendimento às gestantes no Creami

Equipamento permite exames na própria unidade e torna o acompanhamento da gravidez mais ágil e seguro...


O novo Centro Regional Especializado de Atenção Materno Infantil Madeira-Mamoré (Creami), inaugurado na Zona Leste de Porto Velho, passou a contar com um moderno aparelho de ultrassonografia que amplia a capacidade de atendimento às gestantes de alto risco e garante mais rapidez no diagnóstico e no acompanhamento da gravidez.

Instalado em uma estrutura planejada para oferecer assistência especializada, o equipamento permite que as pacientes realizem consultas e exames no mesmo local, reduzindo deslocamentos e proporcionando mais conforto durante o pré-natal.

Para a secretária-adjunta da Semusa, Mariana Prado, a disponibilidade da ultrassonografia dentro da própria unidade representa um ganho importante para a qualidade do atendimento.

"A gestante passa a realizar o exame durante o próprio acompanhamento, sem precisar buscar outro serviço. Isso agiliza a conduta médica, fortalece o cuidado integral e oferece mais segurança para a mãe e o bebê."

Equipamento permite que as pacientes realizem consultas e exames no mesmo local

O prefeito Léo Moraes disse que o investimento fortalece a rede municipal de saúde e amplia o acesso a um atendimento mais humanizado.

"O Creami foi estruturado para reunir profissionais e equipamentos no mesmo espaço. A ultrassonografia faz parte desse cuidado, permitindo diagnósticos mais rápidos e um acompanhamento mais eficiente para as gestantes de alto risco, principalmente na Zona Leste."

Além da sala de ultrassonografia, o Creami conta com consultórios especializados, equipe multiprofissional e estrutura preparada para oferecer atendimento completo às gestantes encaminhadas pela rede municipal de saúde.

Texto: Jhon Silva
Fotos: José Carlos

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Prefeitura de Porto Velho reforça ações para ampliar atendimento nas UPAs

Gestão municipal atua para promover mais agilidade na assistência na rede de saúde...


A Prefeitura de Porto Velho segue trabalhando de forma intensa para fortalecer o atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e garantir mais qualidade e agilidade na assistência à população. Mesmo diante do aumento da demanda por serviços de urgência e emergência, a gestão municipal tem adotado medidas para ampliar a capacidade de atendimento e assegurar o cuidado adequado aos pacientes.

As UPAs desempenham um papel fundamental na rede de saúde, realizando o primeiro atendimento, estabilizando os pacientes e oferecendo observação clínica até que seja necessária a transferência para unidades hospitalares de maior complexidade. Para melhorar o fluxo de atendimento, a Prefeitura já solicitou ao Governo do Estado a ampliação das vagas hospitalares, buscando acelerar a transferência dos pacientes que precisam de internação especializada.

Enquanto aguarda a ampliação da oferta de leitos estaduais, a gestão municipal continua fazendo a sua parte: investindo na reforma e modernização das unidades de saúde, fortalecendo as equipes de atendimento e avançando na construção do primeiro Hospital Municipal de Porto Velho, uma obra histórica que ampliará significativamente a capacidade de atendimento da capital.

O prefeito Léo Moraes o compromisso com a saúde pública da população.

“A Prefeitura de Porto Velho já oficiou o Governo do Estado solicitando a ampliação das vagas hospitalares e segue fazendo a sua parte, reformando unidades e avançando para entregar o primeiro Hospital Municipal”

Com planejamento, responsabilidade e trabalho contínuo, a Prefeitura de Porto Velho reafirma seu compromisso de construir uma rede de saúde cada vez mais forte, humana e preparada para atender as necessidades da população.

Texto: Letícia Regis

Edição: Secom

Foto: Arquivo

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Saiba o que é a Rede Nacional de Dados em Saúde e como ela pode ajudar os usuários do SUS

Uma plataforma que tem como objetivo assegurar a transformação digital e garantir mais agilidade no atendimento prestado à população, esse é o propósito da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), ela permite o compartilhamento seguro e padronizado de informações entre os serviços assistenciais, contribuindo para um atendimento mais ágil e integrado aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). 

A RNDS reúne e centraliza os dados de saúde dos usuários do SUS. Esses dados ficam disponíveis de forma segura e padronizada para os profissionais autorizados, o que torna o atendimento mais rápido e eficiente. 

O coordenador de Saúde Digital, Heraclito Ferreira Souza, diz que o principal benefício da RNDS é a continuidade do cuidado. “Independentemente do nível de atenção, o histórico clínico pode ser acessado para uma visão completa da condição. Exames, registros, vacinas e prescrições são compartilhados entre serviços de saúde. Isso reduz exames desnecessários, evita retrabalhos e aumenta a segurança, garantindo atendimento ágil e integrado”, frisou. 

MAS PARA ONDE OS DADOS VÃO?

As informações de saúde são enviadas para o DATASUS, onde ficam armazenadas e organizadas conforme os padrões da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).

Durante todo o processo de envio, guarda e compartilhamento, os dados são protegidos por medidas de segurança, como criptografia e controle de acesso, garantindo sigilo, integridade e disponibilidade, de acordo com a lei.

Essas informações podem ser consultadas por sistemas autorizados e também por aplicativos voltados ao cidadão, como o Meu SUS Digital. Assim, o histórico de saúde pode ser acessado de forma segura e ajuda na continuidade do cuidado em qualquer ponto da rede de atenção.

BENEFÍCIO PARA TODA A SAÚDE PÚBLICA 

A RNDS é uma fonte importante de informações estratégicas para a gestão do SUS. Ao reunir dados de diferentes pontos da rede de atenção, ela apoia o planejamento, o acompanhamento e a avaliação das políticas de saúde.

Com acesso a dados atualizados e confiáveis, gestores federais, estaduais e municipais conseguem identificar as principais necessidades da população, acompanhar o perfil epidemiológico, avaliar o uso dos serviços, monitorar indicadores e tomar decisões baseadas em evidências.

Essas informações ajudam a definir metas e indicadores mais próximos da realidade local, melhoram a distribuição de recursos, aumentam a eficiência dos serviços e fortalecem ações de promoção, prevenção e assistência. Assim, a RNDS se torna uma ferramenta essencial para aprimorar a gestão e desenvolver políticas públicas mais eficazes e voltadas às necessidades da população.

IMPLANTAÇÃO 

Consultas na atenção básica, vacinas e registros de regulação já estão sendo transmitidos para a RDNS, mas ainda está em processo para interoperar os demais serviços em saúde. O secretário de Estado da Saúde, Edilton Oliveira, conta que Rondônia já iniciou esse processo e continuará investindo para que todos os serviços de saúde estejam integrados à plataforma. 

“Nosso compromisso é garantir que cada cidadão tenha acesso a uma saúde moderna, segura e humanizada. A tecnologia é nossa aliada para cuidar melhor das pessoas e construir um futuro mais saudável para toda a população”, frisou. 

FONTE - SECOM RO.

LOTADO - Sem leitos no João Paulo II, pacientes ficam dias à espera de transferência nas UPAs de Porto Velho

João Paulo II não consegue absorver a demanda de casos de alta complexidade...

A falta de vagas em hospitais públicos da rede estadual na capital rondoniense tornou-se um problema crônico que afeta diretamente a população. Na prática, pacientes atendidos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Porto Velho acabam permanecendo por vários dias à espera de uma transferência para uma unidade hospitalar.

Principal porta de entrada para atendimentos de urgência e emergência de alta complexidade em Rondônia, o Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II enfrenta dificuldades para absorver a demanda de pacientes encaminhados de todas as regiões do Estado. Com isso, pessoas que deveriam permanecer nas UPAs apenas pelo tempo necessário à estabilização acabam ocupando leitos por dias, aguardando uma vaga na rede estadual.

Enquanto a Prefeitura de Porto Velho vem ampliando investimentos, serviços e obras na área da saúde municipal, a falta de leitos e de capacidade hospitalar sob responsabilidade do Governo de Rondônia tem limitado o avanço do atendimento. Como os procedimentos cirúrgicos e os casos de alta complexidade são de competência da rede estadual, o gargalo acaba refletindo diretamente nas unidades municipais.

O resultado é a superlotação das UPAs, que passam a funcionar como locais de internação improvisada, reduzindo a capacidade de atendimento a novos pacientes e aumentando o sofrimento de quem aguarda por uma vaga hospitalar.

A expectativa é que esse cenário comece a mudar a partir da entrada em funcionamento do Hospital Municipal de Porto Velho, prevista para 2027. Com a realização de cirurgias e internações na nova unidade, a tendência é reduzir a dependência da rede estadual e desafogar a fila de pacientes que hoje aguardam transferência para hospitais do Estado.

Texto: Redação.

Fisiculturista de 35 anos morre após passar mal em casa na Bahia

Mailson Araújo se preparava para disputar um campeonato em Curitiba; causa da morte ainda não foi divulgada

Bahia – O fisiculturista Mailson Araújo, de 35 anos, morreu na noite desta segunda-feira (13) após passar mal dentro de casa, em Alagoinhas, no interior da Bahia. A causa da morte ainda não foi divulgada.



Segundo a família, o atleta pediu ajuda aos pais após sentir-se mal. A mãe, técnica de enfermagem, iniciou manobras de reanimação enquanto acionava o socorro. Como a residência fica em frente ao quartel do Corpo de Bombeiros, os militares chegaram rapidamente e deram continuidade ao atendimento.


Em seguida, uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada, mas, apesar das tentativas de reanimação, Mailson morreu no local.


Preparo para competição

Conhecido no fisiculturismo baiano, Mailson acumulava títulos na modalidade e se preparava para disputar uma competição marcada para esta quarta-feira (15), em Curitiba (PR).


Nas redes sociais, onde tinha mais de 30 mil seguidores, compartilhava a rotina de treinos, alimentação e preparação física. Horas antes de passar mal, publicou imagens de um treino e de uma sessão de fisioterapia.


Velório

O velório ocorre nesta terça-feira (14), no Lar São Francisco, em Alagoinhas. O sepultamento está previsto para as 15h, no Cemitério Jardim Paraíso da Saudade.


Até o momento, a causa da morte não foi informada oficialmente.


Governo remaneja R$ 231,5 milhões da Saúde e retira verba prevista para implantação do Heuro

Recursos antes destinados ao hospital e a contratos de PPPs serão usados em convênios, manutenção de hospitais, terceirização de serviços e repasses aos municípios; Estado ainda não explicou impactos no projeto...

O Governo de Rondônia sancionou uma lei que remaneja R$ 231,5 milhões do orçamento da Saúde, retirando recursos que estavam previstos para a implantação do Hospital de Urgência e Emergência de Rondônia (Heuro), em Porto Velho, e para contratos de Parcerias Público-Privadas (PPPs). Os valores passarão a financiar outras despesas da rede estadual de saúde ao longo de 2026.

A medida foi publicada em edição suplementar do Diário Oficial do Estado na última sexta-feira (10) e é assinada pelo governador em exercício, desembargador Alexandre Miguel.

Do montante remanejado, R$ 70 milhões eram destinados à locação do prédio do Heuro, com previsão de que o imóvel pudesse ser incorporado ao patrimônio do Estado ao fim do contrato. Outros R$ 161,5 milhões estavam reservados para o pagamento de contratos de PPPs.

Conforme a nova legislação, os R$ 231,5 milhões serão transferidos ao Fundo Estadual de Saúde (FES) para custear despesas de manutenção da rede pública, terceirização de serviços, convênios e repasses a municípios e entidades.

Entre as principais destinações dos recursos estão R$ 89,7 milhões para convênios e contratos com a rede privada de saúde, R$ 76,5 milhões para apoio financeiro a prefeituras e entidades, R$ 25,2 milhões para manutenção das unidades hospitalares estaduais e R$ 12,4 milhões para outras despesas de funcionamento dos hospitais.

A lei entrou em vigor na data da publicação. No entanto, o texto não esclarece se a retirada dos recursos compromete o cronograma de implantação do Heuro ou o contrato de locação inicialmente previsto para a unidade.

Até a publicação desta matéria, o Governo de Rondônia ainda não havia informado os motivos do remanejamento nem se a alteração terá impacto na execução do projeto do Hospital de Urgência e Emergência de Rondônia.

Alerta: Como agir diante de morcegos suspeitos e prevenir a raiva humana em RO

O aviso ganha força após a confirmação de que, das 40 amostras de animais suspeitos enviadas ao Laboratório de Referência (LACEN-RO) desde o início de 2026, três testaram positivo para a doença...

A Agência de Vigilância em Saúde de Rondônia (AGEVISA-RO) emitiu um alerta epidemiológico à população sobre os riscos de transmissão do vírus da raiva por meio de morcegos. O aviso ganha força após a confirmação de que, das 40 amostras de animais suspeitos enviadas ao Laboratório de Referência (LACEN-RO) desde o início de 2026, três testaram positivo para a doença. Os casos foram registrados nos municípios de Cacoal, Cacaulândia e Jaru.

Embora o vírus continue circulando entre os quirópteros, as ações de controle têm evitado o transbordo para a população. O último caso de raiva humana registrado em Rondônia ocorreu há mais de duas décadas, no ano de 2004, no município de Pimenta Bueno.


COMO SUSPEITAR


Especialistas da saúde alertam que qualquer espécie de morcego, seja frugívora (que se alimenta de frutas), insetívora ou hematófaga (que se alimenta de sangue), pode transmitir a enfermidade se estiver infectada. Como esses animais possuem hábitos estritamente noturnos, qualquer alteração drástica em sua rotina deve ser encarada como sinal de que o espécime está doente.


A orientação é desconfiar imediatamente caso o cidadão aviste morcegos voando ou expostos ao sol durante o dia, caídos em calçadas ou quintais, apresentando incapacidade de voar (rastejando) ou esbarrando em objetos de forma desorientada.


PROTOCOLO DE EMERGÊNCIA 


A raiva é uma doença grave transmitida pela saliva do animal infectado, seja por mordidas, arranhões ou lambeduras em peles que já possuam lesões. Em caso de qualquer contato físico, o protocolo de emergência prevê lavar exaustivamente o local com água corrente e sabão e procurar atendimento médico imediato em um posto de saúde ou hospital para a aplicação de vacina e soro antirrábico.

O Médico Veterinário Antônio Salviano de Matos, Coordenador do Programa de Vigilância e Controle de Quirópteros do NRB/GTVAM/AGEVISA-RO, ressalta que o cuidado deve ser estendido também a pessoas que acordem e percebam a presença do animal no mesmo quarto, já que picadas noturnas podem passar imperceptíveis.


As autoridades reforçam que a população jamais deve tocar no animal diretamente, mesmo se ele parecer morto. O correto é isolá-lo cobrindo-o com um balde ou caixa de papelão e acionar o serviço de zoonoses local. Em Porto Velho, o Centro de Controle de Zoonoses atende pelo telefone (69) 98473-6712 ou presencialmente na Avenida Mamoré, 1120, bairro Cascalheira/Lagoinha.


Importância ecológica 


Paralelamente às ações de saúde, a vigilância enfatiza que o extermínio indiscriminado é proibido. O morcego é um animal silvestre protegido pela legislação e sua caça ou perseguição configura crime ambiental. Os mamíferos voadores têm papel vital no ecossistema: os insetívoros controlam pragas e consomem milhares de insetos por noite, incluindo o mosquito transmissor da dengue, enquanto os frugívoros atuam diretamente na dispersão de sementes e na recuperação de áreas florestais degradadas.


Quando um caso positivo é detectado pelo laboratório, equipes municipais desencadeiam o bloqueio vacinal de foco, imunizando cães e gatos da região afetada. A vacinação dos animais domésticos funciona como uma barreira sanitária essencial, impedindo que o vírus chegue aos seres humanos.


FONTE - AGEVISA/RO.

População tem até 31 de julho para vacinar durante a campanha contra a gripe


A campanha de vacinação contra a gripe da Coordenação Estadual de Imunização da Agevisa-RO, entra na reta final e tem data marcada para encerrar no dia 31 de julho. Iniciada em novembro do ano passado, a mobilização ainda não atingiu a meta estipulada de 90% de cobertura vacinal, registrando um índice geral de apenas 41,88% no Estado, o que equivale a 368.867 doses aplicadas. Embora o grupo de gestantes tenha superado as expectativas com 94,34% de cobertura, os dados acendem um alerta para os grupos de crianças (51,13%) e de idosos (32,30%).


Prazo Limite


A Responsável Técnica da Rede de frio da Agevisa-RO, Eliza Ferraz, ressalta que todos os municípios rondonienses estão plenamente abastecidos com a vacina trivalente, que protege contra os três principais tipos de vírus da Influenza. “O imunizante está disponível tanto para os grupos prioritários quanto para a população em geral que ainda não se vacinou”. 


A Agevisa-RO reforça que, após o encerramento do prazo em 31 de julho, as doses só voltarão a ser disponibilizadas em novembro deste ano, com a abertura da campanha de 2026. Por isso, a recomendação é que os cidadãos procurem o posto de saúde mais próximo o quanto antes.


Espaço Saúde 


Para garantir um atendimento ágil e seguro a população conta também com o Espaço Saúde, localizado no Shopping de Porto Velho. O local conta com uma equipe da Agevisa-RO. É indispensável apresentar a caderneta de vacinação e o CPF no momento do atendimento. O espaço funciona no primeiro piso entre 10h e 21h de forma a acolher os cidadãos com segurança, sendo recomendado que os pais ou responsáveis acompanhem as crianças e evitem aglomerações, respeitando o fluxo de atendimento indicado pelas equipes de enfermagem locais.


Mudanças à vista


Está em fase de introdução a nova vacina Pneumocócica 20 (Pneumo 20) no calendário de crianças menores de 5 anos e para a alteração no esquema da vacina contra a paralisia infantil (VIP), que passará a contar com um novo reforço aos 4 anos de idade a partir de 3 de agosto de 2026.


FONTE - AGEVISA/RO.

Nova vacina Pneumo 20 amplia proteção contra pneumonia e já está disponível em PVH

Imunizante passa a integrar o calendário vacinal e está disponível nas unidades de saúde, CIIE e Porto Velho Shopping para os públicos recomendados...


O Ministério da Saúde começou a mudar a forma de proteger a população contra a pneumonia e outras infecções graves. A novidade é a chegada da vacina Pneumo 20 (VPC20), que é mais moderna e consegue proteger contra um número maior de tipos da bactéria causadora de doenças como pneumonia, meningite e otite.

Em Porto Velho, a nova vacina já foi distribuída pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) e está disponível para o público recomendado em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS), no Centro Intermediário de Imunobiológicos Especiais (CIIE), localizado na Policlínica Rafael Vaz e Silva, e também no ponto de vacinação do Porto Velho Shopping.

A gerente da Divisão de Imunização da Semusa, Elizeth Gomes, explica que a atualização do esquema vacinal representa um avanço importante para a saúde pública. "A Pneumo 20 oferece uma proteção ampliada contra a bactéria pneumocócica, responsável por doenças que podem evoluir para quadros graves, especialmente entre crianças e pessoas com condições de saúde específicas. Por isso, é fundamental que a população procure uma unidade de saúde para esclarecer dúvidas e mantenha a vacinação em dia, conforme as orientações do Ministério da Saúde", destacou.

No entanto, é preciso atenção: a chegada desta vacina não significa uma campanha para toda a população. Existem regras claras sobre quem deve receber a dose neste momento.

Como funciona o novo esquema para os bebês?

Elizeth Gomes explica que a atualização do esquema vacinal representa um avanço importante para a saúde pública

Para os pais que estão iniciando agora a vacinação dos filhos pequenos, o calendário oficial mudou. A primeira dose deve ser aplicada aos 2 meses de idade, utilizando a nova Pneumo 20. A segunda dose, aos 4 meses, será feita com a vacina Pneumo 10.

Já a dose de reforço, que completa o esquema, será aplicada aos 12 meses de idade, novamente com a Pneumo 20.

Se a criança já iniciou a vacinação e ainda não concluiu o esquema, a orientação também mudou. Quem recebeu apenas a primeira dose da Pneumo 10 fará as duas etapas seguintes com a Pneumo 20. Já as crianças que receberam as duas primeiras doses da Pneumo 10 receberão apenas o reforço com a nova vacina.

Vale destacar que as crianças que já completaram todo o esquema vacinal anterior, incluindo o reforço, permanecem protegidas e não precisam receber uma nova dose.

Quem pode tomar a vacina além dos bebês?

Por se tratar de uma transição técnica do Ministério da Saúde, além do calendário infantil regular, a vacina é destinada exclusivamente às pessoas que apresentam condições clínicas que exigem maior proteção.

Entre os grupos contemplados estão pessoas com diabetes, asma moderada ou grave, doenças cardíacas, pulmonares ou hepáticas graves, pessoas vivendo com HIV/Aids, pacientes oncológicos e transplantados. Também têm direito ao imunizante crianças prematuras, nascidas com até 36 semanas de gestação, até completarem 23 meses de idade.

Onde procurar as doses em Porto Velho?

Léo Moraes destacou que ampliar o acesso à vacinação é uma estratégia essencial para fortalecer a prevenção e proteger a população

Para garantir o atendimento, os moradores podem procurar qualquer Unidade Básica de Saúde, o Centro Intermediário de Imunobiológicos Especiais (CIIE), na Policlínica Rafael Vaz e Silva, ou o ponto de vacinação do Porto Velho Shopping.

No momento da vacinação, é necessário apresentar um documento de identificação, como CPF ou Cartão Nacional do SUS. Para as pessoas que fazem parte dos grupos especiais, também é obrigatório apresentar laudo, receita ou documento médico que comprove a condição clínica.

A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, reforça que a incorporação da Pneumo 20 fortalece a estratégia de prevenção. "A chegada da Pneumo 20 representa mais uma conquista para a saúde pública, ampliando a proteção dos grupos prioritários e fortalecendo a prevenção de doenças que podem ser evitadas por meio da imunização. Vacinar é um gesto de cuidado, proteção e responsabilidade com a saúde de todos".

O prefeito Léo Moraes destacou que ampliar o acesso à vacinação é uma estratégia essencial para fortalecer a prevenção e proteger a população.

“Investir na imunização é investir em qualidade de vida. A chegada da Pneumo 20 representa mais um avanço para a saúde pública de Porto Velho, oferecendo uma proteção ainda maior aos grupos prioritários. Nosso compromisso é garantir que as vacinas estejam disponíveis e que a população tenha acesso a um atendimento de qualidade, prevenindo doenças e salvando vidas.”

Texto: Taiana Mendonça
Edição: Secom

Fotos: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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