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França e Inglaterra disputam terceiro lugar da Copa do Mundo 2026 neste sábado (18)

Rivalidade histórica teve poucos capítulos em Copas do Mundo...

França e Inglaterra entram em campo neste sábado (18) para decidir a terceira colocação da Copa do Mundo de 2026. A rivalidade entre os dois países atravessa séculos, sendo marcante para a história europeia – ainda que com poucos capítulos em termos de Copas do Mundo.

A batalha de hoje será às 18h, em Miami, nos Estados Unidos. A partida reúne duas seleções que chegaram ao torneio apontadas como favoritas ao título, mas acabaram eliminadas nas semifinais.

A França foi derrotada pela Espanha nas semifinais, enquanto a Inglaterra perdeu para a Argentina. Duas derrotas que colocaram frente a frente duas das maiores potências do futebol europeu que raramente se enfrentaram em Copas do Mundo.

Histórico em Copas do Mundo

  • 1966: Inglaterra 2 x 0 França
  • 1982: Inglaterra 3 x 1 França
  • 2022: França 2 x 1 Inglaterra

Antes da disputa pelo terceiro lugar de 2026, os dois países haviam se encontrado apenas três vezes na história da competição, que tem o Brasil como o maior ganhador com cinco títulos. O retrospecto favorece a Inglaterra, com duas vitórias, contra uma da França.

O primeiro duelo ocorreu na fase de grupos da Copa de 1966, disputada na Inglaterra. Em Wembley, os anfitriões venceram por 2 a 0 – resultado que ajudou na campanha que terminaria com a conquista do único título mundial inglês.

Os países voltaram a se enfrentar em 1982, também na fase de grupos. Novamente a Inglaterra levou a melhor, vencendo Les Bleus (como os franceses são conhecidos) por 3 a 1.

A primeira vitória francesa veio apenas quarenta anos depois, durante as quartas de final da Copa do Mundo do Catar, em 2022. A França derrotou a Inglaterra por 2 a 1, garantindo vaga nas semifinais da competição.

Guerra dos Cem Anos

Assim, além da medalha de bronze, a partida em Miami representará, na verdade, o confronto esportivo mais importante da história entre estes dois países que são rivais seculares, protagonistas da história do Continente Europeu.

Uma rivalidade que vai muito além de campos de futebol, envolvendo os dois adversários da chamada Guerra dos Cem Anos (1337-1453), disputa travada pelo controle do trono francês e de territórios estratégicos.

Nos primeiros anos da guerra, os ingleses saíram na frente, com vitórias militares que possibilitaram a conquista de extensas áreas do território francês.

Na sequência, os franceses conseguiram se reorganizar e, em contra ataques, recuperaram territórios que estavam sob domínio inglês.

A partida começou a mudar quando entrou em campo Joana d'Arc. Sob sua liderança, tropas francesas obtiveram vitórias importantes em momentos decisivos como o levantamento do Cerco de Orléans (1429), considerado o ponto de virada da guerra, quando os franceses conseguiram romper o bloqueio inglês. 

A França, então, conseguiu se fortalecer, ampliando a resistência aos ataques ingleses.

A Guerra dos Cem Anos terminou com a vitória francesa, após a retomada de quase todos os territórios ocupados pelos ingleses, o que contribuiu para a atual configuração dos Estados europeus. 

fonte - Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil.

Jogos de Hoje (14) na Copa do Mundo 2026: França e Espanha abrem a semifinal

França e Espanha se enfrentam nesta terça-feira (14), às 16h, na partida que abre a semifinal...


A Copa do Mundo de 2026 entra nesta terça-feira, 14 de julho, em sua fase de semifinal. O jogo de hoje abre a disputa por uma vaga na decisão do Mundial e coloca frente a frente França e Espanha, duas seleções europeias que chegam à reta final depois de passarem pelas quartas de final.

A partida será disputada às 16h, no horário de Brasília. Quem vencer avança para a final da Copa do Mundo de 2026. Quem perder ainda terá pela frente a disputa pelo terceiro lugar.

A semifinal marca um dos momentos mais importantes da edição de 2026, que teve formato ampliado e uma fase extra antes das oitavas de final. Depois de um caminho mais longo até o mata-mata decisivo, apenas quatro seleções seguem vivas na briga pela taça: França, Espanha, Inglaterra e Argentina.

A outra vaga na final será decidida na quarta-feira, 15 de julho, também às 16h, no duelo entre Inglaterra e Argentina.

Jogo desta terça-feira (14) na Copa do Mundo 2026

  • 14 de julho (terça-feira)
  • 16h – França x Espanha
  • Horário de Brasília

Onde assistir à Copa do Mundo

Os direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2026 no Brasil ficam divididos entre diferentes plataformas e emissoras:

  • TV Globo
  • ge
  • SporTV
  • N Sports
  • CazéTV
  • SBT

A CazéTV transmite os 104 jogos da competição. As demais emissoras exibem principalmente os jogos das principais seleções.

Como foi a campanha do Brasil na Copa do Mundo de 2026

A trajetória do Brasil nesta edição terminou nas oitavas de final. A seleção foi eliminada pela Noruega por 2 a 1, no MetLife Stadium, em Nova York.

Os gols da Noruega foram marcados por Erling Haaland, aos 79 e 90 minutos. O Brasil ainda teve dois pênaltis a favor. Bruno Guimarães desperdiçou a cobrança no primeiro tempo, defendida por Orjan Nyland, enquanto Neymar converteu nos acréscimos, diminuindo a diferença no placar.

Com a derrota, o Brasil foi eliminado nas oitavas de final, registrando sua saída mais precoce em Copas do Mundo desde 1990, quando caiu para a Argentina, também por 1 a 0, na mesma fase.

Como funciona a Copa do Mundo de 2026

A edição de 2026 marca uma mudança importante no formato do torneio. A competição passou de 32 para 48 seleções, divididas em 12 grupos de quatro equipes.

Cada seleção disputa três jogos na fase de grupos. Avançam para o mata-mata:

  • Os dois primeiros colocados de cada grupo;
  • Os oito melhores terceiros colocados.

Com isso, foi criada uma fase adicional, chamada rodada de 32, antes das oitavas de final. O total de partidas passou de 64 para 104 jogos.

Principais datas da Copa do Mundo de 2026

  • Abertura: 11 de junho de 2026
  • Última rodada da fase de grupos: 27 de junho
  • Rodada de 32: de 28 de junho a 3 de julho
  • Oitavas de final: de 4 a 7 de julho
  • Quartas de final: de 9 a 11 de julho
  • Semifinais: 14 e 15 de julho
  • Disputa do terceiro lugar: 18 de julho, em Miami
  • Final: 19 de julho, em Nova York/Nova Jersey.
FONTE - FORBES.

Lamine Yamal x Mbappé: rivalidade chega à Copa do Mundo pela 1ª vez

Francês leva vantagem em participações diretas em gols, mas jovem espanhol domina o retrospecto e venceu oito dos dez confrontos entre clubes e seleções...


A semifinal da Copa do Mundo entre França e Espanha, nesta terça-feira (14), terá um duelo que já se tornou um dos mais marcantes da nova geração do futebol. Ainda que atuem em lados opostos do campo, Kylian Mbappé e Lamine Yamal voltarão a se enfrentar em um confronto que reúne estrelas de diferentes gerações e um retrospecto amplamente favorável ao espanhol.

Os dois já estiveram frente a frente em dez partidas, somando compromissos por clubes e seleções. O balanço mostra oito vitórias de Lamine Yamal contra apenas duas de Mbappé. Apesar disso, o atacante francês foi mais decisivo individualmente: marcou nove gols e distribuiu duas assistências nos confrontos, enquanto o espanhol soma seis gols e três passes para gol.

O primeiro encontro aconteceu nas quartas de final da Champions League de 2023/24. No jogo de ida, o Barcelona venceu o Paris Saint-Germain por 3 a 2, em Paris. Na volta, Mbappé comandou a reação francesa com dois gols na vitória por 4 a 1, resultado que garantiu a classificação do PSG.

A rivalidade ganhou um novo capítulo com a chegada de Mbappé ao Real Madrid. Desde então, os dois protagonizaram diversos El Clásicos e decisões nacionais. O Barcelona venceu as finais da Supercopa da Espanha de 2025, por 5 a 2, e de 2026, por 3 a 2, além da decisão da Copa do Rei de 2025, quando bateu o rival por 3 a 2 na prorrogação.

Pelo Campeonato Espanhol, o domínio catalão também apareceu. O primeiro clássico terminou em goleada por 4 a 0 para o Barcelona. No segundo, Mbappé marcou três vezes, mas viu o Real Madrid ser derrotado por 4 a 3 em um duelo que também contou com gol de Lamine Yamal. A única vitória do francês em LaLiga veio em outubro de 2025, quando os merengues venceram por 2 a 1.

A disputa entre os dois também ultrapassou o cenário dos clubes. Em julho de 2024, a Espanha eliminou a França na semifinal da Eurocopa com vitória por 2 a 1. Um ano depois, os espanhóis voltaram a superar os franceses em um eletrizante 5 a 4 na semifinal da UEFA Nations League.

Agora, o confronto ganha seu maior palco. A Copa do Mundo colocará Mbappé e Lamine Yamal frente a frente pela primeira vez no torneio, em um duelo que vale vaga na decisão. De um lado, o francês tenta reduzir a diferença no retrospecto. Do outro, o jovem espanhol busca ampliar a vantagem e manter a escrita diante de um dos principais jogadores da última década.

Retrospecto de Mbappé x Lamine Yamal

10 jogos

  • 8 vitórias de Lamine Yamal
  • 2 vitórias de Kylian Mbappé

Participações diretas em gols

  • Kylian Mbappé: 9 gols e 2 assistências
  • Lamine Yamal: 6 gols e 3 assistência.
fonte - CNN BRASIL.

Quartas com Haaland, Kane e Messi; veja a agenda da Copa neste sábado (11)

Programação começa às 18h (de Brasília), quando Noruega e Inglaterra se enfrentam no Hard Rock Stadium, em Miami Gardens...

As quartas de final da Copa do Mundo de 2026 chegam ao fim neste sábado (11), com os dois últimos confrontos que definirão os semifinalistas do torneio. Depois das classificações de França e Espanha, mais duas seleções garantem presença entre as quatro melhores do Mundial.

A programação começa às 18h (de Brasília), quando Noruega e Inglaterra se enfrentam no Hard Rock Stadium, em Miami Gardens. Embalada pela vitória sobre o Brasil nas oitavas de final, a equipe de Erling Haaland tenta seguir fazendo história diante dos ingleses.

Mais tarde, às 22h, é a vez de Argentina e Suíça duelarem no Arrowhead Stadium, em Kansas City. Os argentinos eliminaram Cabo Verde nas oitavas, enquanto os suíços avançaram após superarem a Colômbia nos pênaltis.

Os vencedores dos dois confrontos se enfrentarão na semifinal da Copa do Mundo, marcada para a próxima quarta-feira (15).

Agenda da Copa do Mundo neste sábado (11)

  • 18h: Noruega x Inglaterra - Quartas de final - Miami Gardens
  • 22h: Argentina x Suíça - Quartas de final - Kansas City.
FONTE - CNN BRASIL.

Veja o grupo e adversários do Brasil na Copa do Mundo de 2026

A Seleção Brasileira conheceu seus primeiros adversários no sorteio realizado nesta sexta-feira (5), nos Estados Unidos

O Brasil já conhece parte do cenário que enfrentará no Grupo C da Copa do Mundo de 2026. Os três adversários da primeira fase sorteados foram Marrocos, Escócia e Haiti.



O sorteio dos grupos ocorreu no Kennedy Center, em Washington, nesta sexta-feira (5), reunindo dirigentes, treinadores, históricos jogadores e presidentes de federações.


A Copa do Mundo de 2026 marca a primeira edição com 48 seleções, ampliando o número de jogos e a diversidade de participantes. Sediada em Canadá, Estados Unidos e México, a competição promete recordes de público, 16 cidades envolvidas e um calendário de jogos agitado.


Ordem das partidas do Brasil

A Seleção Brasileira fará sua estreia na Copa do Mundo de 2026 diante do Marrocos. O confronto acontecerá no dia 13 de junho do ano que vem.


Na sequência, os brasileiros encaram o Haiti pela segunda rodada, em duelo que será realizado no dia 19 de junho. Por fim, a equipe encerrará sua campanha na fase de grupos diante da Escócia no dia 24.


Formato da Copa do Mundo

Ao todo, todos os países serão divididos em 12 grupos (A até L) de quatro times cada um. Eles se enfrentarão dentro da chave, com os dois primeiros colocados avançando ao mata-mata. Além disso, oito dos 12 terceiro lugares também seguirão adiante no Mundial.


Diferente das outras edições, o mata-mata da Copa de 2026 terá uma fase anterior às oitavas de final, com as 32 melhores seleções seguindo vivas na briga pelo título. Serão 104 partidas no total, 40 a mais que em 2022, no Catar.


Depois de avançar por 16 avos, oitavas, quartas e semifinais, duas equipes farão a final da competição no dia 19 de julho de 2026. O duelo acontecerá no MetLife Stadium, em East Rutherford, nos Estados Unidos.


Confira todos os grupos da Copa do Mundo de 2026

Grupo A

México

África do Sul

Coreia do Sul

Repescagem Europa D (Dinamarca, Macedônia do Norte, Tchéquia ou Irlanda)


Grupo B

Canadá

Catar

Suíça

Repescagem Europa A (País de Gales, Itália, Bósnia ou Irlanda do Norte)

Grupo C

Brasil

Marrocos

Haiti

Escócia

Grupo D

Estados Unidos

Paraguai

Austrália

Repescagem Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)

Grupo E

Alemanha

Curaçao

Costa do Marfim

Equador


Grupo F

Holanda

Japão

Tunísia

Repescagem da Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia)

Grupo G

Bélgica

Egito

Irã

Nova Zelândia

Grupo H

Espanha

Cabo Verde

Arábia Saudita

Uruguai

Grupo I

França

Senegal

Repescagem Mundial 2 (Iraque, Bolívia ou Suriname)

Noruega


Grupo J

Argentina

Argélia

Áustria

Jordânia

Grupo K

Portugal

Repescagem Mundial (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia)

Uzbequistão

Colômbia

Grupo L

Inglaterra

Croácia

Panamá

Gana

Argentinos comemoram tri e queimam bandeira do Brasil; veja o vídeo

O fato aconteceu no desfile da seleção argentina

Durante a comemoração do tricampeonato mundial da Argentina, um grupo de torcedores queimaram a bandeira do Brasil e aplaudiram, durante o desfile da seleção na terça-feira (20).



Em vídeo que circulam nas redes sociais, mostra um torcedor segurando a bandeira brasileira e outro jogando fogo com maçarico. Após o fato, todos comemoram.

Ao longo da celebração, ao menos 31 pessoas ficaram feridas. Segundo o serviço de emergência médica, oito tiveram politraumatismo.

De acordo com informações do Governo da Argentina, cerca de 5 milhões de pessoas estavam nas ruas durante essa comemoração.


Veja o vídeo:



Entenda a rivalidade entre Brasil e Argentina


A rixa entre Brasil e Argentina começou ainda no século XIX, partindo de uma concepção política entre os dois países. De acordo com coautor Boris Fausto, essa disputa pela liderança da América do Sul, iniciou com a briga entre os colonizadores dos países, Portugal (Brasil) e Espanha (Argentina), assim se alastrando até o futebol.

Além disso, a rivalidade também acontece na Copa Libertadores, que vira definitivamente um campo de guerra entre os brasileiros e os argentinos.

Brasileiro tatua imagem de Messi após título da Argentina na Copa do Mundo de 2022

Além de apaixonado pelo futebol argentino, Nildo Honorato possui tatuagem com outros rostos famosos

Além de apaixonado pelo futebol argentino, Nildo Honorato possui tatuagem com outros rostos famosos



A imagem escolhida foi a de Messi beijando a taça após receber o troféu de melhor jogador do Mundial. O processo teve cerca de oito horas de duração, começou às 20h e terminou somente às 4h20 no estúdio de tatuagem.


Além de apaixonado pelo futebol argentino, Nildo Honorato possui tatuagens com outros rostos famosos. Entre eles está o influenciador Luva de Pedreiro e o ator Leonardo DiCaprio.


O Liberal

Argentina conquista o tricampeonato mundial e consagra Lionel Messi

Hermanos voltam a levantar a taça do mundo após 36 anos de espera

A conquista da última Copa América, no Brasil, encerrando um jejum de 28 anos sem títulos oficiais, devolveu à Argentina o prazer de celebrar. A vitória sobre a Itália na Finalíssima, duelo entre os campeões sul-americano e europeu, mostrou que os hermanos queriam mais. 



Queriam o mundo. E ele veio, após 36 anos de espera e dois vices dolorosos (1990 e 2014). Neste domingo (18), a equipe albiceleste derrotou a França por 4 a 2 na disputa de pênaltis, após empate de 3 a 3 com a bola rolando, no Estádio de Lusail, na decisão da Copa do Catar, assegurando o tricampeonato mundial.



Campeã em casa, em 1978, e no México, oito anos depois, a Argentina ergueu a taça do mundo pela primeira vez longe do continente americano. Em 22 edições, esta é a terceira vez que o feito acontece. As anteriores foram em 1958 (Suécia) com o Brasil e em 2014 (Brasil) com a Alemanha.


Assim como em 1986, o título argentino tem um protagonista destacado. Se lá atrás, o cara foi Diego Armando Maradona, desta vez, teria de ser Lionel Messi. Quis o destino que o craque, de 35 anos, na última Copa da carreira, pudesse, enfim, levantar a taça mais cobiçada do planeta. Mais que isso, sendo o maestro de uma equipe que jogou, é claro, pelo país, mas também pelo camisa 10. Além de campeão, Messi encerrou a competição como vice-artilheiro (com sete gols) e jogador com mais partidas na história dos Mundiais (26, à frente do alemão Lothar Matthäus).


O título coroa uma campanha que, na primeira rodada, parecia improvável. Apesar de favorita, a Argentina estreou derrotada pela Arábia Saudita, por 2 a 1, de virada. O tropeço deu fim a uma sequência de 36 jogos de invencibilidade. A recuperação teve início com a vitória por 2 a 0 sobre o México. O triunfo para cima da Polônia, pelo mesmo placar, deu aos hermanos a liderança do Grupo C. Nas oitavas e nas quartas de final, classificações sofridas ante Austrália (2 a 1) e Holanda (nos pênaltis, após empate em 2 a 2 no tempo normal). Na semifinal, a grande atuação da equipe, no 3 a 0 aplicado na Croácia.


Os franceses, então atuais campeões, sentiram o gosto amargo do vice pela segunda vez - a primeira foi em 2006. Perderam a chance de repetir o Brasil de Pelé e Garrincha, última seleção a vencer duas Copas seguidas, entre 1958 e 1962. A juventude do elenco dos Bleus, cheio de nomes abaixo dos 30 anos (21 dos 25 convocados), entre eles o craque Kylian Mbappé, mostra, porém, que os europeus permanecerão fortes rumo ao próximo Mundial, em 2026 (Estados Unidos, Canadá e México). O camisa 10, aliás, marcou três gols na final e acabou a competição no Catar como artilheiro, com oito gols, chegando a 12 na história do torneio, mas acabou não sendo suficiente.



Na França, Didier Deschamps mandou a campo uma formação sem surpresas, com as voltas do zagueiro Dayot Upamecano e do volante Adrien Rabiot, recuperados de gripe, em relação ao time que bateu Marrocos por 2 a 0, na semifinal. Do lado argentino, a expectativa era que Lionel Scaloni escalasse um time com três zagueiros, para segurar Mbappé. O treinador, porém, não apenas repetiu a linha de quatro defensores da vitória sobre a Croácia, como trocou o volante Leandro Paredes pelo atacante Ángel Di Maria.


A opção de Scaloni se mostrou acertada. Foi justamente com Di Maria, aberto pela esquerda, infernizando o lateral Jules Koundé, que a Argentina tomou conta do primeiro tempo. Aos sete minutos, o atacante rolou para o volante Rodrigo De Paul soltar a bomba da entrada da área. A bola desviou no zagueiro Raphael Varane e quase surpreendeu o goleiro Hugo Lloris. Aos 16, após retomar a bola no meio e tabelar com Messi pela direita, De Paul chegou à linha de fundo e cruzou rasteiro para Di Maria chegar batendo, por cima da meta.


A superioridade argentina se consolidou a partir dos 20 minutos, novamente com Di Maria. O camisa 11 invadiu a área pela esquerda e foi derrubado pelo também atacante Ousmane Dembelé. Messi, de pênalti, deslocou Lloris e abriu o marcador. Aos 35, o meia Alexis Mac Allister puxou contra-ataque com Messi, que achou Júlian Álvarez pela direita. O atacante lançou Mac Allister, que entrou na área e rolou na esquerda para Di Maria, na saída do goleiro francês, ampliar a vantagem sul-americana e se emocionar na comemoração.



Passados 40 minutos, a França praticamente não tinha passado do meio-campo, levando Deschamps a mexer duas vezes no time, ainda no primeiro tempo: Ousmane Dembelé e Olivier Giroud deram lugar aos também atacantes Marcus Thuram e Randal Kolo Muani, os mesmos que entraram no jogo contra Marrocos e ajudaram a equipe a sacramentar a classificação à final. Mesmo assim, os Bleus foram para o intervalo sem uma única finalização, nem sequer para fora.


Na volta para o segundo tempo, os argentinos se mantiveram no campo ofensivo, encurralando os franceses. Aos 13 minutos, Álvarez recebeu de Di Maria na área, pela esquerda, mas o chute, sem ângulo, foi salvo por Lloris, no canto direito. No lance seguinte, Di Maria, mais uma vez, passou como quis por Koundé na área e cruzou rasteiro. A bola passou por De Paul, mas não por Messi, que driblou Thuram, mas foi travado por Rabiot na hora certa, já na pequena área.


Somente aos 22 minutos da etapa final é que a França, enfim, conseguiu finalizar, após 74 minutos bola rolando (considerando os acréscimos do primeiro tempo), em cabeçada para fora de Kolo Muani. Aos 25, foi a vez de Mbappé encontrar brecha para dar o primeiro chute na partida, por cima. Ainda pouco, é claro, mas sinal de que os franceses estavam vivos na partida.


Tão vivos que, em dois minutos, buscaram o empate de forma inacreditável. Aos 34, quando a torcida argentina já cantava olé nas arquibancadas, Kolo Muani disparou pela esquerda, entrou na área e sofreu a carga do zagueiro Nicolás Otamendi. Pênalti claro, que Mbappé converteu, soltando a bomba no canto direito do goleiro Emiliano Martínez. Aos 36, o atacante Kingsley Coman desarmou Messi na direita, avançou e cruzou na medida para Mbappé, que acertou um lindo chute de primeira. Tudo igual no Lusail.



Em choque e já sem Di Maria (que deu lugar ao lateral Marcos Acuña) a Argentina sofreu a blitz de uma França acesa, muito graças às entradas de Coman e Eduardo Camavinga. Nos acréscimos, aos 47 minutos, o volante (que substituiu o lateral Théo Hernández) desarmou De Paul na esquerda e lançou Mbappé, que bateu cruzado, de fora da área, com desvio, por cima. Na sequência, após jogada de Thuram em cima de Otamendi pela esquerda e passe de Camavinga para dentro da área, Rabiot chutou rasteiro, livre, para boa defesa de Martínez, em dois tempos. Três minutos depois, enfim, a resposta dos hermanos em finalização de Messi, da meia-lua, que Lloris defendeu de mão trocada.


O duelo foi à prorrogação, com a França mais inteira fisicamente que a Argentina. Não que isso, em algum momento, fosse um empecilho para os hermanos, que conseguiram se reorganizar. Se o primeiro tempo extra foi de poucas emoções, o segundo teve de sobra. Aos três minutos, o meia Enzo Fernández lançou o atacante Lautaro Martínez (que tinha acabado de entrar), que entrou na área pela direita e bateu. Lloris defendeu, mas Messi, na sobra, mandou para as redes.



A celebração sul-americana, porém, durou pouco. Aos dez minutos, Mbappé chutou da entrada da área, pela direita, e a bola explodiu no braço do lateral Gonzalo Montiel (que estava dentro da área). Mais um pênalti a favor dos franceses e mais um gol do camisa 10 dos Bleus, o terceiro dele na final, repetindo o feito do inglês Geoff Hurst, em 1966, último a marcar três gols em uma decisão. A virada só não saiu aos 17 minutos, já nos acréscimos, porque Martínez fez milagre em chute de Kolo Muani.


A decisão da taça, como em 1994 e 2006, seria nos pênaltis. Craques da final, Mbappé e Messi abriram a série convertendo as respectivas cobranças. Na segunda rodada de batidas, Martínez pulou no canto direito para defender o chute de Coman e o atacante Paulo Dybala, que entrou na segunda etapa da prorrogação, colocou os argentinos à frente.


A pressão em cima dos franceses aumentou quando o volante Aurelie Tchouaméni, tentando tirar a bola do alcance de Martínez, exagerou na cobrança e mandou à direita, para fora. Paredes, na sequência, aumentou a vantagem dos hermanos. Na quarta rodada, Kolo Muani soltou a bomba no meio do gol para manter os europeus vivos, mas coube a Montiel (o mesmo que cometera o pênalti na prorrogação) fazer o gol do título. (Agência Brasil)

França supera Marrocos para disputar final da Copa com Argentina

Franceses triunfam por 2 a 0 no Estádio Al Bayt

A França fez valer a sua condição de favorita e derrotou o Marrocos por 2 a 0 para alcançar a final da Copa do Catar. Após triunfar, na tarde desta quarta-feira (14) no Estádio Al Bayt, a seleção francesa concentra suas atenções na equipe da Argentina, sua adversária na grande decisão do próximo domingo (18), oportunidade na qual será proclamado um novo tricampeão do Mundial de seleções da Fifa.



Na semifinal desta quarta, o futebol colocou frente a frente um duelo que mistura esporte com história contemporânea: a França contra uma de suas ex-colônias. Entre 1906 e 1956, o território marroquino foi um protetorado francês. A tribuna de honra do Estádio Al Bayt contou com a presença do presidente Emmanuel Macron, que, antes de a bola rolar, pediu formalmente “desculpas pela ocupação francesa em vários países da África ao longo século XX”.


Dentro de campo os marroquinos tinham dois jogadores que oficialmente nasceram na França, mas que preferiram defender a camisa vermelha e honrar a origem de seus pais: Romain Saïss (zagueiro) e Sofiane Boufal (meia).


Com 4 minutos de jogo, Théo Hernández pegou o rebote de uma bola ricocheteada na defesa e, de voleio, calou o estádio Al Bayt. Era o primeiro gol da França, que saiu mais rápido do que a imensa torcida esperava (cerca de 95% dos torcedores presentes apoiavam os marroquinos). Aos 10 minutos surgiu a chance do empate. Ounahi, meia do Angers (França), arriscou de fora da área buscando o canto do goleiro francês Lloris, que espalmou.



Precisando se abrir para ir ao ataque, o Marrocos deu espaço na defesa e, aos 16 minutos, Giroud foi lançado na frente, ajeitou e bateu firme, mas a trave salvou o goleiro Bounou.


Aos 35 minutos surgiu outra chance claríssima de gol para a França, Tchoumeni achou Giroud dentro da área. Com liberdade, o atacante bateu de primeira, mas para fora. Parecia não ser o dia do gigantesco centroavante francês.


O lance mais incrível da etapa inicial saiu aos 44 minutos. A bola foi levantada na área francesa em cobrança de escanteio e El Yamiq tentou marcar de bicicleta. A bola foi no cantinho e Lloris saltou para espalmar com a ponta dos dedos. O lance empolgou toda a comunidade árabe presente ao estádio.



No 2º tempo, o time do técnico Walid Regragui fez várias triangulações, chegando com muita facilidade à área francesa, mas sem conseguir concluir à gol. Restrita à defesa, a França apostava na velocidade de Mbappé para puxar contra-ataques. Se o craque francês não conseguiu criar melhores oportunidades, foi por causa da forte marcação que recebeu.


O técnico Didier Deschamps percebeu que poderia desafogar seu time e colocou Thuram no lugar de Giroud, ficando com três velocistas no comando de ataque: Thuram, Mbappé e Dembelé.


Aos 33 minutos, enfim, Mbappé fez bela jogada, chutou para gol, a bola foi desviada e sobrou limpa para o reserva Muani completar para as redes: 2 a 0. Uma curiosidade é que Muani entrou em campo 40 segundos antes de marcar o gol que deu números finais ao confronto.



Ao apito final, os milhares de marroquinos aplaudiram sua seleção, mesmo sem a tão sonhada conquista sobre os ex-colonizadores. Ela já tinha ido mais longe do que todo o país esperava. A Copa do Mundo, então, vai ser decidida mesma por duas seleções apontadas desde o início como favoritas.


Com a vitória nas semifinais, a França se credencia à finalíssima com a Argentina, oportunidade na qual será coroado um novo tricampeão mundial. Já o aguerrido Marrocos volta a campo um dia antes para disputar com a Croácia o posto de terceiro colocado. (Agência Brasil)

Messi tem atuação de gala, Argentina vence a Croácia e vai à final da Copa

Lionel Messi, de pênalti, e Julian Álvarez, duas vezes, marcaram os gols da classificação. O camisa 10 foi o grande protagonista da partida

A Argentina vai para a sua sexta final de uma Copa do Mundo, pela segunda vez com Lionel Messi em campo. Enquanto a seleção sonha com o tricampeonato, o craque de 35 anos busca o título que falta em sua extensa galeria de troféus na sua última participação no torneio. 



Nesta terça-feira (13), a Albiceleste venceu a Croácia por 3 a 0, no Estádio Lusail, e carimbou a sua vaga na grande decisão do Mundial do Qatar. Agora só falta um jogo para concluir essa história.


Lionel Messi, de pênalti, e Julian Álvarez, duas vezes, marcaram os gols da classificação. O camisa 10 foi o grande protagonista da partida com um gol e uma assistência à la Messi. Com isso, a Argentina está de volta à final oito anos depois de ter sido derrotada pela Alemanha, por 1 a 0, na decisão da edição de 2014, realizada no Brasil. A seleção adversária será França ou Marrocos, que entram em campo nesta quarta-feira (14), às 16h (de Brasília), para definir quem se classifica na outra semifinal.


Após eliminar o Brasil nas quartas de final, a Croácia tinha como missão superar outro gigante sul-americano em busca de seu título inédito. Os croatas mal criavam perigo e até conseguiram segurar os argentinos por meia hora, mas começaram a ceder espaço e levaram dois gols em cinco minutos antes do final do primeiro tempo. A atual vice-campeã não conseguiu reverter o placar na etapa final, ainda sofreu o terceiro em uma jogada com a genialidade de Messi e terminou derrotada em sua sexta participação em Mundiais.


A Argentina, que disputa a sua 18ª Copa, segue viva na missão de voltar a ser campeã depois de 36 anos -os títulos foram conquistados em 1978 e 1986. No próximo domingo (18), às 12h, será decidido se a seca argentina no torneio terá fim, e se Messi se aposentará com ou sem um título do Mundial. A Croácia, por sua vez, disputará o terceiro lugar. 

Marrocos derrota Portugal e faz história na Copa do Mundo do Catar

Gol de cabeça na etapa inicial garante 1ª equipe africana em uma semi

Marrocos fez história no Catar. Pela primeira vez uma equipe africana chega à semifinal da Copa do Mundo. Com inteligência e uma sólida defesa, o time derrotou Portugal por 1 a 0 e agora espera o vencedor de França e Inglaterra, que se enfrentam às 16h (horário de Brasília) deste sábado (10).

Marrocos derrota Portugal e faz história na Copa do Mundo do Catar


A primeira boa chegada foi de Portugal, logo aos três minutos. Cobrança de falta pela direita que João Félix completou de cabeça. Bono pulou no canto esquerdo e conseguiu jogar para escanteio. Marrocos respondeu logo em seguida, e também na bola aérea, mas En-Nesyri completou cruzamento para fora.


A equipe africana apostava nos lançamentos pelo alto e quase abriu o placar aos 25 minutos, e novamente com En-Nesyri após passe de Ziyech, mas o atacante finalizou mal. Foi a vez de Portugal mostrar que também podia assustar. João Félix tentou aproveitar rebote e chutou forte. A bola desviou na defesa e passou muito perto do gol de Bono.



Na terceira boa chegada por cima, Marrocos abriu o placar. Attiat-Allah desarmou o adversário no campo de ataque e cruzou na área. Diogo Costa saiu mal e En-Nesyri, desta vez, não desperdiçou. Ele pulou no terceiro andar e cabeceou como manda o figurino para fazer 1 a 0 no estádio Al Thumama.


Os portugueses não desanimaram e partiram para o ataque. O empate só não veio aos 44 minutos porque o travessão salvou Bono. Bruno Fernandes descolou um belo chute pela direita, encobriu o goleiro marroquino, mas a bola explodiu na baliza. O time europeu ainda reclamou de um pênalti de Hakimi em Bruno Fernandes, mas o árbitro argentino Facundo Tello mandou seguir.


A segunda etapa começou com Marrocos quase ampliando. Ziyech cobrou falta pela direita e El Yamiq desviou na primeira trave, obrigando Diogo Costa a fazer grande defesa. O técnico português então decidiu mudar. Raphaël Guerreiro e Rúben Neves saíram para as entradas de João Cancelo e Cristiano Ronaldo.



Com CR7 em campo, Portugal passou a ter o domínio da partida e era pouco ameaçado por Marrocos. A pressão começou a dar resultado. Aos 18 minutos, Bruno Fernandes recebeu passe de Otávio e bateu forte, na entrada da área. A bola passou muito perto do gol.


A melhor jogada de Portugal veio aos 38 minutos. Boa troca de passes pela direita entre Ricardo Horta, Cristiano Ronalo e João Félix, que soltou a bomba de perna esquerda de fora da área. Bono voou e fez uma defesaça, salvando Marrocos.


A equipe africana teve a chance de ampliar aos 45 minutos em contra-ataque desperdiçado por Cheddira. Portugal tentou chegar com Cristiano Ronaldo, mas o camisa 7 parou em mais uma boa intervenção do goleiro Bono.


Já nos acréscimos, Cheddira fez falta dura em João Félix e recebeu cartão vermelho. Com um a menos, os Leões do Atlas souberam se defender e ainda perderam uma oportunidade clara com Aboukhal que, cara a cara com Diogo Costa, tentou dar uma cavadinha e jogou em cima do goleiro.


No último suspiro de Portugal, aos 52 minutos, Pepe subiu sozinho depois de cruzamento pela esquerda, mas cabeceou para fora.A semifinal contra França ou Inglaterra será disputada na quarta-feira (14), no Estádio Al Bayt, às 16h. (Agência Brasil)

França sofre, mas supera Inglaterra e vai à semifinal da Copa do Catar

Kane desperdiça pênalti e Les Bleus seguram pressão britânica no fim

Em um jogo emocionante até o fim, a França derrotou a Inglaterra por 2 a 1, no estádio Al Bayt, e garantiu presença na semifinal da Copa do Mundo do Catar. O próximo adversário será Marrocos, que venceu Portugal por 1 a 0 na outra partida do dia.

França sofre, mas supera Inglaterra e vai à semifinal da Copa do Catar


Os primeiros dez minutos foram equilibrados, com as equipes se estudando e buscando espaços para atacar, mas sem se expor muito. A primeira boa chance foi da França, aos onze minutos. Cruzamento pela direita de Dembelé que Giroud finalizou de cabeça para a boa defesa de Pickford.


Aos 16 minutos, a França tratou de deixar o jogo mais aberto. Após troca de passes, Tchouaméni dominou na intermediária e soltou um petardo de perna direita, no cantinho direito de Pickford, que não alcançou.



Atrás no placar, a Inglaterra se lançou ao ataque e passou a levar mais perigo. Aos 21 minutos, Harry Kane entrou cara a cara com Lloris, quase na pequena área, mas o atacante chutou em cima do goleiro. Três minutos depois, Kane foi derrubado na entrada da grande área, mas o árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio, com o auxílio do VAR, não assinalou.


A pressão inglesa continuou com seu principal jogador. Aos 28 minutos, Kane arriscou de fora da área e obrigou Lloris a fazer bela defesa no ângulo esquerdo. A França conseguiu acertar a marcação e não sofreu mais com as investidas do adversário na primeira etapa, mas também não ameaçou.


Sem tempo a perder, a Inglaterra voltou para o segundo tempo pressionando. Com um minuto de jogo, Bellingham soltou a bomba de fora da área e Lloris salvou, espalmando para escanteio. Na cobrança, o goleiro francês acabou saindo errado, mas a cabeçada foi em cima de Lloris.


Não demorou muito para o empate. Aos seis minutos, Saka fez linda jogada individual e foi derrubado por Tchouméni. Desta vez Wilton Pereira Sampaio não titubeou e assinalou o pênalti. Harry Kane cobrou com perfeição no ângulo direito de Lloris, que pulou para o outro lado.



A França acordou e quase fez o segundo praticamente na saída de bola. Rabiot recebeu lançamento e apareceu sozinho na frente de Pickford. O francês bateu forte, mas o goleiro defendeu.


Depois do susto, a Inglaterra se reorganizou e voltou a incomodar. O gol da virada quase veio aos 24 minutos. Após cobrança de falta pela direita, Maguire subiu sozinho e, de cabeça, acertou a trave direita. No minuto seguinte, Shaw avançou pela linha de fundo e encontrou Saka na entrada da pequena área. Ele completou de primeira e a bola passou raspando a trave.


Quando parecia que a virada seria inevitável, a França mostrou sua força. Aos 31 minutos, Giroud completou cruzamento pela direita e Pickford fez uma defesa milagrosa, colocando para escanteio. Na segunda bola alçada consecutiva, o goleiro nada pode fazer. Giroud completou, de cabeça, passe de Griezmann e colocou os franceses novamente na frente.



Mas o melhor jogo da Copa do Mundo do Catar até aqui reservava mais emoção. Aos 36 minutos, Theo Hernández derrubou Mason Mount por trás e a Inglaterra pediu pênalti. O árbitro Wilton Pereira Sampaio mandou seguir. O VAR, no entanto, recomendou a revisão e o pênalti foi marcado. Harry Kane foi para a cobrança, mas isolou. O camisa 9 cobrou forte, mas a bola foi muito alta. Foi o sexto pênalti perdido na Copa do Catar dentro dos 90 minutos de cada partida.


A Inglaterra ainda teve a chance de empate no último lance do jogo. Falta frontal na entrada da meia-lua e Rashford foi para a cobrança, mas a bola foi por cima do gol de Lloris.


A França enfrenta Marrocos na quarta-feira (14), às 16h (horário de Brasília), no estádio Al Bayt, na cidade de Al Khor. (Agencia Brasil)

Argentina bate Holanda e está na semifinal da Copa do Catar

Com brilho do goleiro Martínez, hermanos vencem nos pênaltis

A Argentina está classificada para a semifinal da Copa do Mundo do Catar. A vaga veio com a vitória de 4 a 3 sobre a Holanda na disputa de pênaltis, após as equipes ficarem no 2 a 2 com a bola rolando. A partida foi disputada nesta sexta-feira (9) no Estádio de Lusail, em Doha.



O craque Lionel Messi foi responsável pela jogada sensacional que deu origem ao gol do lateral Molina. O astro do PSG (França) puxou o contra-ataque, driblou um adversário e achou um lindo passe para a abertura do placar aos 34 minutos da primeira etapa. O segundo tempo teve Messi batendo falta com muito perigo aos 17 minutos. Aos 27, o atacante cobrou com perfeição um pênalti sofrido por Acuña para fazer 2 a 0.


Na pressão final, a Holanda descontou com o atacante Weghorst de cabeça após falha da marcação argentina. E, incrivelmente, aos 55 minutos da etapa final, Weghorst (que entrou no gramado aos 32 da etapa final) aproveitou cobrança de falta de Berghuis por baixo da barreira para finalizar e levar o confronto para a prorrogação.



No tempo extra as equipes buscaram o gol de lado a lado, mas as defesas foram mais eficientes e o placar permaneceu inalterado, o que fez com que a vaga fosse definida nos pênaltis.


Na disputa de penalidades máximas entrou em ação o outro herói do jogo. O goleiro Martínez defendeu as cobranças do zagueiro Van Dijk e de Berghuis para levar os sul-americanos à próxima fase com o placar de 4 a 3.


Recordes de Messi

Além de ser um dos protagonistas da classificação, Lionel Messi teve ao menos outros dois motivos para comemorar. Ele completou 24 jogos em Copas, se tornando, ao lado do alemão Miroslav Klose, o segundo atleta com mais partidas na história da competição. Ele está a apenas uma partida de Lothar Matthäus, que já entrou em campo em 25 oportunidades em mundiais de seleções.


E com o gol de pênalti diante da Holanda, Messi chegou ao décimo em Copas, se igualando ao lendário centroavante Gabriel Batistuta na liderança da artilharia argentina em mundiais.


Agora, a Argentina medirá forças com a Croácia, a partir das 16h (horário de Brasília) da próxima terça-feira (13) no Estádio de Lusail, para buscar a classificação para a grande final do Mundial do Catar.

Sonho do hexa chega ao fim: Brasil perde nos pênaltis para a Croácia

Após 1 a 1 na prorrogação, seleção é superada por 4 a 2

Para ser hexacampeão era preciso não ser pela sexta vez eliminada na fase de quartas-de-final da Copa do Catar E a seleção de 2022 não conseguiu quebrar esse tabu. 



No estádio Cidade da Educação, na capital Doha, a maior parte dos 44 mil torcedores vestia amarelo. Mesmo que nem todos fossem brasileiros, a preferência era para que o Brasil voltasse a uma semifinal de Copa depois de oito anos. Mas, torcida não ganha jogo.


No primeiro tempo, a Seleção perdeu muito tempo estudando o adversário. Tanto que, só aos 20 minutos, em uma jogada individual de Neymar, o Brasil incomodou a defesa croata. O chute, no entanto, saiu fraco e no meio do gol. A lentidão caracterizou os 45 minutos iniciais e a boa marcação na intermediária dificultou a infiltração da Seleção. Para piorar, os croatas eram rápidos no contra-ataque, tentando sempre o cruzamento para Perisic.   


Aos 41 minutos, Neymar cobrou uma falta com curva e, novamente, o goleiro Livakovic encaixou sem problemas. Era muito pouco. 


Dessa forma, como se fosse um jogo de xadrez, o irritante empate em 0 a 0 foi mantido até o final do 1º tempo, sem que ninguém tivesse uma oportunidade clara de gol e, o mais preocupante para o Brasil, sem que o ponta Raphinha conseguisse aparecer na partida. Em cinco jogos nesta Copa, foi a quarta vez em que o placar em branco permaneceu durante os 45 minutos iniciais. As palavras de Tite e de Zlatko Dalic nos vestiários seriam decisivas para definir o vencedor. 


Após o intervalo, aos dois minutos do 2º tempo, Richarlison, na pequena área, completou um cruzamento rasteiro e o goleiro Livakovic tirou com o pé. Aos 9 minutos, novamente, Livakovic impede um gol de Neymar com o pé direito. E, como era previsto, Tite tirou o inoperante Raphinha e colocou Antony; substituiu Vinícius Júnior por Rodrygo; e trocou Richarlison por Pedro. 


Aos 20 minutos, mais uma chance desperdiçada: Paquetá brigou pela bola dentro da área e Livakovic colocou à corner. Aos 34 minutos, foi Paquetá quem chutou rasteiro e Livakovic encaixou firme. O Brasil não estava inspirado, mas as alterações melhoraram a equipe, embora não como Tite imaginava. Ou seja, tudo facilitava a marcação croata, especialmente a ausência de chutes de fora da área da Seleção. Por outro lado, era visível que os europeus empurravam a partida para a prorrogação. 


O objetivo da Croácia foi alcançado. Mais meia hora de jogo (algo corriqueiro para a equipe de Zlatko Dalic, que também enfrentou prorrogação e pênaltis contra o Japão nas oitavas-de-final) e a partida continuou com a linha de ataque brasileira batendo no muro croata. Até que, aos 15 minutos do 1º tempo do tempo extra, Neymar fez tabelinha com Paquetá, recebeu na frente, driblou Livakovic e chutou no alto. Era o gol do Brasil! 1 a 0! 


No 2º tempo da prorrogação, quem ficou com a posse de bola foi a Croácia. Afinal, seus jogadores precisavam atacar pela primeira vez no jogo inteiro. E não foi difícil para a vice-campeã empatar a partida. Em apenas 11 minutos eles chegaram ao gol: cruzamento rasteiro da esquerda, Petkovic chutou, a bola desviou em Marquinhos e tirou as chances de defesa de Alisson: 1 a 1. Vieram os pênaltis que eles tanto queriam. 


Tite errou até mesmo na ordem dos pênaltis. Neymar, o melhor cobrador, foi colocado para bater apenas o quinto tiro e acabou nem sendo utilizado... Vlasic, Majer, Modric e Orsic fizeram quatro gols. O Brasil desperdiçou logo a primeira cobrança, com Rodrygo chutando nas mãos de Livakovic. Casemiro e Pedro ainda fizeram seus gols. Marquinhos bateu muito mal, acertando a trave. A Croácia conseguiu fazer o que sempre fez: eliminou mais uma seleção nos penais. Em 2018, bateu a Dinamarca e a Rússia dessa forma. Em 2022, deixou para trás o Japão e o Brasil. O hexa não veio, mas a sexta eliminação nas quartas-de-final foi consumada, assim como em 1954, 1986, 2006, 2010, 2018.


Nos pênaltis, a Croácia venceu por 4 a 2, gols de Vlasic, Majer, Modric e Orsi, contra um de Casemiro e outro de Pedro. Rodrygo e Marquinhos desperdiçaram suas cobranças

Portugal goleia Suíça por 6 a 1 e está nas quartas da Copa do Catar

Com CR7 no banco, centroavante Gonçalo Ramos (foto) marca três vezes

Portugal se tornou a última seleção classificada às quartas de final da Copa do Catar. Os ibéricos golearam a Suíça por 6 a 1, na tarde desta terça-feira (6) no Estádio de Lusail. Com este resultado, Portugal enfrenta Marrocos, a partir das 12h (horário de Brasília) do próximo sábado (10), no Estádio Al Thumama em busca de uma vaga nas semifinais da competição.



Antes de a bola rolar, o grande destaque era a presença do astro Cristiano Ronaldo no banco de reservas. Na versão do técnico português Fernando Santos, a escolha foi por questões técnicas, negando a versão da imprensa europeia de que haviam desentendimentos entre o comandante e o craque. Essa foi a primeira vez em 21 jogos que CR7 apareceu como opção no banco para Portugal em um Mundial de seleções.


Depois que a bola rolou, os holofotes se voltaram para Gonçalo Ramos, que substituiu Cristiano Ronaldo. Logo aos 16 minutos, quando a partida começava a ficar arrastada, o camisa 26 de Portugal recebeu dentro da área e girou de perna esquerda, mandando um chutaço no ângulo do goleiro Sommer para abrir o placar.


Em desvantagem no marcador, a Suíça foi obrigada a sair de trás. E até conseguiu criar uma oportunidade, em bela cobrança de falta de Shaqiri. Mas a tentativa de reação durou pouco. Aos 32, o experiente zagueiro Pepe, de 39 anos, aproveitou uma cobrança de escanteio para concluir de cabeça e fazer 2 a 0.


Aos 37, a Suíça não descontou por muito pouco. Freuler aproveitou o rebote do goleiro Diogo Costa e cabeceou. A bola estava entrando, mas Dalot salvou praticamente em cima da linha. A próxima grande chance foi portuguesa. Aos 42, Bruno Fernandes achou um passe espetacular para Gonçalo Ramos. O centroavante ficou de frente para o goleiro Sommer, concluiu e o defensor suíço evitou o terceiro.


O gol que não saiu no finalzinho da primeira etapa surgiu logo nos primeiros minutos do segundo tempo. Dallot cruzou da direita, aos cinco minutos, e o próprio Gonçalo Ramos se antecipou à zaga para bater por baixo do goleiro.



O quarto gol veio cinco minutos depois. Raphael Guerreiro, após boa jogada pela esquerda, bateu forte para estufar a rede suíça.


Mesmo em situação extremamente complicada, a Suíça seguiu tentando e foi premiada com o gol de honra aos 12 minutos. Após cobrança de escanteio da direita, a bola foi desviada na primeira trave e Akanji finalizou com liberdade para superar Diogo Costa.


Mas o dia não era realmente da Suíça. Em um lindo contra-ataque, João Felix passou para Gonçalo Ramos, que, de cavadinha, marcou pela terceira vez na partida. 5 a 1 para a equipe da Península Ibérica.


Com o placar e a classificação já garantidos, o técnico Fernando Santos atendeu os diversos pedidos da torcida no Estádio de Lusail e colocou em campo o craque Cristiano Ronaldo.



O astro até tentou marcar e se igualar a Eusébio como o maior artilheiro da equipe em Copas. Mas quem fechou o placar para os portugueses foi Rafael Leão, já nos acréscimos com um chute cruzado.

Goleiro do Sevilla brilha nos pênaltis e Marrocos elimina Espanha

Bounou pega 2 cobranças e põe Leões do Atlas nas quartas pela 1ª vez

Os Leões - ou seriam zebras? - do Atlas estão nas quartas de final da Copa do Mundo pela primeira vez. Nesta terça-feira (6), a seleção de Marrocos foi responsável pela maior surpresa das oitavas de final do Mundial do Catar, ao eliminar a favorita Espanha nos pênaltis, por 3 a 0, após empate sem gols no tempo normal, no Estádio Cidade da Educação, em Doha.



O goleiro Yassine Bounou foi o herói da classificação histórica, defendendo dois pênaltis. Ironicamente, o camisa 1 defende um time espanhol, o Sevilla.


Curiosamente, dois dos 26 jogadores do elenco marroquino são nativos da Espanha, mas escolheram defender o país africano, que foi um protetorado espanhol entre 1912 e 1956. Um deles é o lateral Achraf Hakimi, nascido em Madri, justamente quem bateu o pênalti decisivo. O outro é o goleiro reserva Munir El-Kajoui, natural de Melilla, cidade no território de Marrocos, próximo ao Estreito de Gibraltar, mas que pertence à nação ibérica e possui, inclusive, um muro erguido na região de fronteira.


A classificação garante o melhor resultado marroquino em uma Copa, superando 1986 (México), quando a equipe parou na Alemanha Ocidental, nas oitavas. De quebra, a seleção do norte-africana igualou o desempenho mais positivo do continente em um Mundial, repetindo Camarões (1990, na Itália), Senegal (2002, em Japão e Coreia do Sul) e Gana (2010, na África do Sul).


Para ser o primeiro país da África em uma semifinal de Copa, Marrocos terá que superar o ganhador do confronto entre Suíça e Portugal, que se enfrentam ainda nesta terça, a partir das 16h (horário de Brasília), no Estádio de Lusail. O duelo pelas quartas será no próximo sábado (10), a partir das 12h, no Estádio Al Thumama, em Doha.



A Espanha, pelo terceiro Mundial seguido, fica pelo caminho antes das quartas. Em 2014 (Brasil), a La Roja (A Vermelha, na tradução do espanhol) sequer passou da primeira fase. Há quatro anos, na Rússia, a Fúria (outro apelido da seleção ibérica) também caiu nos pênaltis e nas oitavas de final, só que para os anfitriões. Apesar de terem a equipe com a quarta menor média de idade da Copa e de serem um time em formação para a edição de 2026 (Estados Unidos, México e Canadá), os campeões de 2010 deixam o Catar frustrados, após a empolgação de iniciarem a competição com um 7 a 0 sobre a Costa Rica.


A formação daquela goleada, aliás, foi a base do time que Luís Enrique mandou a campo em Doha, com uma surpreendente novidade: o meia Marcos Llorente como lateral-direito, ao invés de Dani Carvajal e de Cesar Azpilicueta, que era dúvida, com dores na panturrilha. Poupados na derrota por 2 a 1 para o Japão, o zagueiro Aymeric Laporte, o lateral Jordi Alba e os atacantes Ferran Torres e Marco Asensio retornaram à equipe. O último acabou vencendo a concorrência com Álvaro Morata (artilheiro da Fúria no Mundial do Catar com três gols) pelo comando do ataque.


Na seleção marroquina, Walid Regragui repetiu a escalação das duas primeiras rodadas, quando os Leões do Atlas empataram sem gols com a Croácia e venceram a Bélgica por 2 a 0. O treinador fez somente uma mudança em relação ao time que superou o Canadá por 2 a 1, com a saída de Abdelhamid Sabiri e o retorno do também meia Selim Amallah.



As formações deixaram claras as ideias das equipes. Com as peças adiantadas e compactada, a Espanha trocava passes em profusão (foram 383 no primeiro tempo, com 362 acertos, conforme a estatística da Fifa), buscando espaços para quebrar as linhas de marcação de Marrocos, concentradas no campo de defesa. É verdade que a Fúria, na primeira vez que conseguiu furar o bloqueio, chegou perto do gol. Aos 25 minutos, Asensio recebeu na área pela esquerda, às costas do zagueiro Nayef Aguerd, mas o chute foi na rede pelo lado de fora.


Ao longo da etapa inicial, porém, a estratégia dos Leões do Atlas, de aguardar pacientemente o momento ideal para o desarme e sair em velocidade, funcionou melhor, especialmente pela esquerda, com Sofiane Boufal praticamente ignorando a presença de Llorente. Aos 41, o atacante driblou o lateral improvisado com facilidade e cruzou na área para Aguerd, de cabeça, quase abrir o placar.


O cenário se manteve no segundo tempo, obrigando Luís Enrique a buscar alternativas, como a entrada de Morata para ser a referência na área, substituindo Asensio. Pouco adiantou, entretanto. Aos 35, o camisa 7 recebeu entre linhas dos pés do também atacante Nico Willians, pela direita. O chute, sem ângulo, quase na linha de fundo, virou um cruzamento rasteiro, sem ninguém (que, em tese, deveria ser o próprio Morata) para concluir.


Para resistir à pressão espanhola e não perder intensidade, Walid Regragui refrescou o contra-ataque marroquino, tirando Amallah, Boufal e Youssef En-Nesyri para colocar Sabiri, Abde Ezzalzouli e Walid Cheddira. Aos 40 minutos, os dois últimos ficaram no quase em jogada iniciada por Hakim Ziyech. O meia abriu para Hakimi cruzar pela direita, na cabeça de Ezzalzouli, que escorou na pequena área para Cheddira. O atacante, de costas, conseguiu girar, mas o chute saiu prensado.


O duelo, truncado, foi à prorrogação. O maior desgaste físico, apesar de as equipes manterem as respectivas estratégias, provocou os dois lances mais perigosos da partida. Aos quatro minutos do primeiro tempo extra, Cheddira recebeu do meia Azzedine Ounahi, entre os zagueiros Rodri e Laporte, mas bateu em cima do goleiro Unai Simon. Já no último lance da segunda etapa, o atacante Pablo Sarabia foi lançado às costas da zaga e chutou de primeira, cruzado, na pequena área, acertando a trave.



Quis o destino que Sarabia, que entrou em campo no fim da prorrogação, justamente para a disputa de pênaltis, parasse novamente no poste, na primeira cobrança espanhola. O meia Carlos Soler e o volante Sérgio Busquets, por sua vez, tiveram as batidas salvas por Bounou. O zagueiro Badr Banoun, mais um que entrou nos instantes finais, desperdiçou a oportunidade que teve, defendida por Simon, mas não fez falta: Sabiri, Ziyech e Hakimi, de cavadinha, levaram os Leões do Atlas às quartas de final.

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