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Manaus - Um princípio de rebelião mobilizou o Batalhão de Choque da Polícia Militar do Amazonas na manhã deste domingo (13), no Complexo Pen...
Manaus - Um princípio de rebelião mobilizou o Batalhão de Choque da Polícia Militar do Amazonas na manhã deste domingo (13), no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), localizado no km 8 da BR-174, em Manaus.
A equipe foi acionada por volta das 10h30 para controlar a situação dentro da unidade prisional. Os policiais permaneceram no complexo durante a operação.
A atuação do Batalhão de Choque foi encerrada por volta das 14h, após aproximadamente três horas e meia de mobilização.
Até o momento, não foram divulgadas oficialmente outras informações sobre as circunstâncias do princípio de rebelião.
Professor de Direito Constitucional da UFF alerta que ausência de informações não pode ser pretexto para protelamento
Gustavo Sampaio, professor de Direito Constitucional da Universidade Federal Fluminense (UFF), avaliou, ao CNN Agora de domingo (13), que a ausência de informações cedidas por André Mendonça aos magistrados não deve servir de pretexto para o adiamento da sessão plenária agendada para a terça-feira (15).
Sampaio disse não considerar o acesso ao conteúdo integral, que resultou em uma "guerra de ofícios" ao longo do fim de semana, como crucial. Contudo, ele reconhece que, em tese, quanto mais elementos de prova os magistrados tiverem, melhor será a qualidade da decisão.
"Investigar não é acusar ninguém, muito menos condenar ninguém. Investigar é sair em campo em busca da produção da verdade", declarou.
O professor foi enfático, no entanto, ao afirmar que esse argumento não pode ser usado para justificar atrasos. "O que não pode acontecer é que isso sirva de algum pretexto para se justificar uma postergação do que se há de decidir", disse Sampaio.
Segundo ele, caso o tribunal permita postergações não justificadas, isso prejudicará ainda mais a imagem do STF.
"Isso poderia intensificar a nuvem de desconfiança que paira sobre a Praça dos Três Poderes", reforçou.
O especialista defendeu que o conhecimento amplo deve ser garantido aos juízes, desde que isso não comprometa a cronologia dos trabalhos definida por Edson Fachin.
Sessões distintas
Sampaio considerou "ponderada, razoável e cronologicamente adequada" a decisão de Edson Fachin de separar as análises dos casos de Alexandre de Moraes e de André Mendonça em sessões distintas.
O professor explicou que, no caso de Mendonça, ainda havia prazos processuais a decorrer para manifestações, o que justificaria a designação de data posterior.
Além disso, destacou que as supostas condutas investigadas em cada caso seriam de natureza completamente distinta:
"Não faria bem a uma sessão que já será tormentosa que ambas as suposições de falhas sejam julgadas simultaneamente para se autorizar ou não a instauração de apuratório sobre cada um desses ministros. Isso poderia gerar até uma suspensão do todo, uma frustração absoluta da sessão", observou o professor.
Transmissão ao vivo
Sampaio afirmou não ter certeza se a transmissão ao vivo da sessão presidida por Edson Fachin alteraria o placar da votação, mas destacou que a medida é fundamental para garantir acesso ao que ocorre no interior da mais alta corte judiciária do país.
"A sociedade brasileira é credora de ter acesso ao que se passa no âmago das suas instituições. Isso [a transparência] é necessário para que se recobre a credibilidade em um momento de tensão", afirmou.
O especialista também abordou a possibilidade de pedidos de vista durante a sessão, considerando-a uma técnica que, em princípio, pode ser saudável. Ele explicou que, caso os demais ministros que desejem votar possam fazê-lo imediatamente após o pedido de vista, perde-se o potencial de uso protelatório do instrumento.
"Reserva-se o pedido de vista realmente para quem estiver em dúvida", disse Sampaio. Ele acrescentou que, no passado, esse mecanismo era frequentemente utilizado para evitar a formação de maioria em determinado momento. (CNN)
Operação contra deputado foi autorizada pelo ministro Flávio Dino para apurar irregularidades na destinação de emendas
A PF (Polícia Federal) realiza nesta segunda-feira (14) a terceira fase da Operação Transparência e tem como um dos alvos o deputado Cezinha de Madureira (PL-SP). A ação mira possíveis irregularidades na destinação de emendas parlamentares e possível tráfico de influência.
Os policiais federais cumprem quatro mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo. A ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, STF (Supremo Tribunal Federal).
A operação ocorre em meio à crise no Supremo. Cezinha de Madureira é próximo do ministro André Mendonça. Em 2025, o parlamentar teria atuado como intermediador de um encontro entre o ministro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
De acordo com a força policial, os alvos investigados teriam negociado o "pagamento de valores expressivos, condicionados ao resultado de processos em curso, a pretexto de influir em decisões judiciais".
A CNN apurou que a advogada Valéria Rodrigues Linhares também é alvo da operação. Ela é filiada ao PSD, partido anterior de Cezinha da Madureira.
Em 25 de agosto, ela teve quantia de R$ 510 mil apreendida pela PF em uma mala no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Na ocasião, a defesa de Valéria declarou não haver ilegalidade e que o valor apreendido teria sido todo declarado.
A PF suspeita que esse montante seria parte do caso apurado. Na operação desta quarta, a PF investiga possíveis práticas dos crimes de exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
A CNN procurou o deputado Cezinha de Madureira e a defesa de Valéria Linhares sobre a operação e aguarda resposta. (CNN)
Operação em Monte Negro terminou com quatro presos e apreensão de skunk, cocaína, arma, munições, veículos e mais de R$ 40 mil...
Uma operação integrada das forças de segurança de Rondônia e do Acre apreendeu 3.644,7 quilos de drogas e resultou na prisão de quatro pessoas na zona rural de Monte Negro, em Rondônia. A ação ocorreu por volta das 17h de sábado (12), no Travessão do Ventura, Linha 25, e provocou prejuízo estimado em mais de R$ 60 milhões ao crime organizado.
Durante a operação, foram encontrados 3.375,4 quilos de skunk, 185,3 quilos de cloridrato de cocaína e 84 quilos de pasta base de cocaína. Também havia recipientes com pasta base, parte do material derretida, possivelmente destinada à preparação de novos tabletes.
A ação ocorreu durante patrulhamento ostensivo, preventivo e repressivo da Operação Protetor da Fronteira e Divisas. As equipes receberam informações sobre a chegada de uma grande quantidade de drogas a uma residência e sobre uma Fiat Strada preta que estaria sendo utilizada no transporte e apoio logístico.
Ao chegarem ao endereço, os policiais visualizaram ocupantes tentando entrar rapidamente nos cômodos da residência após perceberem a aproximação das viaturas. O imóvel foi cercado e os acessos controlados. Os ocupantes receberam ordem para deitar no chão e obedeceram sem resistência física.
Nas buscas, além dos entorpecentes, os agentes localizaram uma espingarda calibre 12, seis munições calibre 12 e outras seis de calibre .38. O material foi apreendido para perícia e demais verificações.
As equipes também apreenderam R$ 40.893 em dinheiro, dois equipamentos Starlink, sete câmeras de segurança, uma balança de precisão, cadernos e veículos.
Segundo as informações da ocorrência, os quatro envolvidos exerceram o direito constitucional ao silêncio e não informaram a procedência, propriedade ou destino das drogas, armas, dinheiro e demais objetos encontrados.
Participaram da ação a Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas, equipes de inteligência do 1º, 7º e 8º BPM, PATAMO do 7º BPM, PRF de Ariquemes e o Grupo Especial de Fronteira do Acre (Gefron/AC).
Os quatro presos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Guajará-Mirim, juntamente com os entorpecentes e demais bens apreendidos, para os procedimentos de polícia judiciária.
Cratera no chão teria se formado após rompimento de uma adutora da Sabesp; agente não ficou ferido
Um agente da GCM (Guarda Civil Municipal) de Praia Grande foi "engolido" por uma cratera que se abriu, na madrugada desta segunda (14), em parte do calçadão da orla no bairro Caiçara, na cidade do litoral de São Paulo. Segundo a prefeitura, o guarda não ficou ferido.
A abertura no chão teria se formado após o rompimento de uma adutora da Sabesp, empresa responsável pelo abastecimento de água na cidade.
O criador de conteúdo Itaicy Julio, dono da página "Praia Grande Mil Grau", fazia uma live no local no momento em que o GCM se acidentou. Itaicy mora perto do local e havia se direcionado até a orla para realizar uma gravação. No caminho, ele ligou para a GCM com o intuito de acionar a Defesa Civil municipal.
Os guardas chegaram ao local enquanto o criador de conteúdo registrava a ocorrência para as redes sociais em tempo real. No momento em que um deles se aproximou da área afetada, a cratera se abriu.
Veja o momento:
Créditos: Itaicy Júlio / Praia Grande Mil Grau
Segundo Itaicy, o guarda realizou técnicas de treinamento e conseguiu sair do buraco sozinho sem ferimentos. Um poste ainda teria caído dentro da cratera, relata o homem. "A gente tentou ajudar ele ainda, só que não dava porque estava muito fundo", conta.
A prefeitura acionou a Sabesp e a CPFL, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica.
Em nota, a Sabesp informou que ainda na madrugada enviou equipes ao local, mas o agente já havia deixado a região. Pela manhã, a companhia deve se dirigir novamente para a área dos fatos para realizar uma avaliação detalhada para apurar as causas do ocorrido.
Se a companhia possuir responsabilidade pela ocorrência, serão adotadas medidas de manutenção e correção do problema.
A CPFL Energia disse que não há nenhuma rede de distribuição de energia no local citado. A CNN Brasil questionou a prefeitura sobre essa afirmação, mas não obteve respostas até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto. (CNN)
Namorado a encontrou inconsciente no apartamento em que eles estavam em agosto deste ano
A causa da morte da atriz Hayden Panettiere, aos 36 anos, foi revelada. Segundo o site TMZ, a artista ingeriu um comprimido de oxicodona misturada com fentanil no dia em que morreu, em agosto.
Ainda de acordo com a publicação, a atriz consumiu várias drogas compradas de seu fornecedor em um voo de Los Angeles para a Carolina do Sul, na véspera de sua morte. As autoridades acreditam que ela tomou um comprimido de oxicodona na manhã em que morreu e suspeitam que a pílula estivesse batizada com fentanil, segundo o site.
Fontes ligadas ao caso disseram ao TMZ que Hayden tinha um "traficante de longa data" em Los Angeles, que lhe fornecia diversos medicamentos prescritos que vinham do mercado clandestino, incluindo a oxicodona.
Em entrevista recente, o cunhado de Hayden disse que o irmão, Brian Hickerson, namorado de Hayden, deu a ela medicamento que reverte efeitos de overdose causados por opioides após encontrá-la inconsciente.
"Quando cheguei lá, eu sabia o código do prédio, mas não o código da porta do Airbnb. Bati forte, o que aparentemente acordou Brian de um cochilo que os dois estavam tirando no sofá-cama da sala. Quando entramos e tentamos acordar Hayden para o almoço, percebemos que ela estava inconsciente", disse Zach ao TMZ.
"Liguei imediatamente para a emergência, e Brian deu Narcan a ela. Em seguida, fizemos RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar) juntos enquanto a emergência estava no viva-voz, até a chegada dos bombeiros e do serviço médico. Nesse momento, assistimos enquanto eles tentavam de tudo para salvar a vida dela", completou.
Quem foi Hayden Panittiere?
Panettiere ficou conhecida por interpretar a líder de torcida Claire Bennet, capaz de se regenerar, na série "Heroes", exibida no fim dos anos 2000, e a jovem estrela da música country Juliette Barnes em "Nashville".
Ela também viveu Kirby Reed em "Pânico 4" (2011), retornando anos depois à franquia no sexto filme, além de papéis de destaque em "Eu Te Amo, Beth Cooper" e "Duelo de Titãs". Panettiere foi uma das pessoas mais jovens já indicadas ao Grammy por dar voz à Princesa Dot no filme “Vida de Inseto”, de 1998.
Hayden Panettiere falou abertamente sobre sua luta contra a dependência química e lançou, no início deste ano, o livro de memórias "This Is Me: A Reckoning". Na obra, ela relembra sua trajetória desde a infância como estrela mirim até os desafios enfrentados com depressão pós-parto, vício, recuperação e violência doméstica.
“Eu conseguia me identificar muito com aquelas histórias, como o alcoolismo e a depressão pós-parto. Eram temas muito próximos da minha realidade”, disse à revista People em 2022.
Na entrevista, Panettiere revelou que chegou a ser hospitalizada com icterícia e que médicos a alertaram de que seu fígado “iria parar de funcionar”.
A atriz deixa uma filha de 11 anos, Kaya, fruto de seu relacionamento com o ex-boxeador profissional ucraniano Wladimir Klitschko.
Publicado por Marina Toledo, da CNN Brasil
Polícia Científica de São Paulo recusou fazer perícia em objetos apreendidos e afirmou que celulares poderiam ter sido manipulados
A Polícia Científica de São Paulo recusou realizar perícia técnica em aparelhos telefônicos e notebooks apreendidos com Karina Gama, produtora de Dark Horse, porque a Polícia Civil de São Paulo os lacrou com folga suficiente para a passagem de um cabo USB.
Na prática, ainda que os aparelhos estivessem dentro de um saco plástico que tinha um lacre, eles não estavam lacrados e podem ter sido manipulados antes de serem entregues à perícia.
De acordo com o termo de recusa produzido pelo Instituto de Criminalística e juntado aos autos do processo que tramita na Justiça de São Paulo, a abertura estrutural do pacote permitia “a introdução física de objetos ou outros vestígios para o interior da embalagem protetora”
A perita criminal Viviane Fleitas Menezes deixou claro que os 13 sacos entregues “apresentam vão suficiente para entrada de cabo de alimentação e transferência de dados, sendo possível manipulação de dados no interior do equipamento“.
O mesmo aconteceu com os pen-drives apreendidos pela Polícia Civil de São Paulo, já que quatro sacos entregues apresentavam “vão suficiente para retirada da peça a ser periciada”. Ou seja: o saco, ainda que estivesse fechado, não protegia o pen-drive.
A recusa aconteceu no dia 3 de junho e, cinco dias depois, em 8 de junho, os objetos retornaram para a Polícia Civil. Ao despachá-los, o escrivão Mauro Sergio Gagliotti deixou clara a preocupação com a manutenção da cadeia de custódia.
“Diante disso, fez-se necessária a readequação dos invólucros e a aposição de novos lacres, a fim de preservar a integridade dos objetos e assegurar a manutenção da CADEIA DE CUSTÓRIA, possibilitando seu reencaminhamento ao referido Instituto (de Criminalística)”, ele escreveu.
A cadeia de custódia é o que garante que um objeto ou um documento continue tendo valor de prova em um processo. Quando ela é rompida, a defesa ou a acusação podem impugnar uma prova. (Metrópoles)
Armas foram encontradas após veículo ser interceptado pela Polícia Federal, junto à Polícia Rodoviária Federal, na Rodovia Presidente Dutra
Um homem foi preso em flagrante, na manhã deste sábado (12), suspeito pelo carregamento de, ao menos, 11 fuzis e uma submetralhadora na Rodovia Presidente Dutra, no Rio de Janeiro.
A ação ocorreu após a Polícia Federal, junto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), interceptarem o veículo na altura de Seropédica.
A abordagem ocorreu durante uma operação integrada direcionada a veículos de carga que ingressavam no estado. Ao aprofundarem a inspeção no compartimento de mercadorias de um furgão, que havia saído de São Paulo com destino à capital fluminense, as equipes localizaram o arsenal camuflado em meio a uma carga lícita.
Ao todo, foram foram apreendidos um fuzil de calibre 50 (armamento de uso restrito/militar com capacidade de perfuração de blindagens e aeronaves); 10 fuzis calibre 7,62 mm; uma submetralhadora; além de diversos carregadores e acessórios de armas.
As investigações preliminares apontam que o material tinha como destino áreas sob o controle de facções criminosas no Rio de Janeiro.
O condutor, o veículo e todo o armamento apreendido foram encaminhados à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro para os procedimentos de polícia judiciária. O suspeito responderá por crimes previstos no Estatuto do Desarmamento. (CNN)
Segundo o Corpo de Bombeiros, havia oito pessoas na aeronave, sendo dois tripulantes e seis passageiros, incluindo o artista e sua equipe; ninguém ficou ferido gravemente
Um avião com o cantor Rey Vaqueiro pegou fogo após sair da pista de pouso particular em Parelhas, na região do Seridó, no Rio Grande do Norte, na madrugada deste domingo (13). Segundo o Corpo de Bombeiros, havia oito pessoas na aeronave, sendo dois tripulantes e seis passageiros, incluindo o artista e sua equipe.
A corporação informou que ninguém ficou ferido gravemente. Imagens mostram o momento em que as chamas tomam conta da aeronave. (Veja acima)
O tenente-coronel Lima Verde, que atendeu a ocorrência, disse à CNN Brasil que o avião estava pousando na pista quando perdeu o freio e saiu da área delimitada. O superior das operações do Corpo de Bombeiros informou que, até o momento, não há informações sobre o que teria causado a perda de controle da aeronave.
Quando chegaram no local, os bombeiros localizaram as duas turbinas do avião, de matrícula PP-WMO, em chamas. A aeronave estava caída em uma área próxima à mata. Após cinco horas de trabalho para extinguir o fogo, as turbinas foram resfriadas e o combustível que restava no tanque da aeronave foi consumido.
Veja avião em chamas
Nas redes sociais, o prefeito de Parelhas, Tiago Almeida, publicou uma foto com o cantor e sua equipe, além de profissionais médicos que atenderam as vítimas.
A reportagem apurou que os tripulantes e os passageiros foram atendidos no hospital municipal. "É inimaginável pensar em uma queda de avião em Parelhas. Mas aconteceu. Hoje, diante de uma situação que ninguém esperava viver, profissionais de saúde e toda uma equipe se mobilizaram para cuidar, acolher e fazer o possível diante de uma emergência tão delicada.", escreveu o prefeito. Veja publicação:
"Milagre"
O tenente-coronel Lima Verde afirmou que "foi um milagre" todos que estavam dentro da aeronave terem saído sem ferimentos graves.
O cantor postou nas redes que fazia um show em Moreno, em Pernambuco, na noite de sábado (12), e tinha uma apresentação marcada para o mesmo dia em Parelhas, na Festa de São Francisco de Assis. Ele estaria na presença de outros artistas.
O Rey Vaqueiro publicou um comunicado em que informa que os shows que faria nas cidades de Custódia e Canhotinho, ambas em Pernambuco, neste domingo, foram cancelados e serão remarcados em breve.
O cantor confirmou que a equipe não teve ferimentos graves e recebe cuidados médicos necessários.
O Corpo de Bombeiros informou que encaminhou ao Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) um pedido de investigação para apurar as causas do ocorrido.
A CNN Brasil entrou em contato com o Cenipa e aguarda o retorno. (CNN)
Durante entrevista, Karina Gama afirma que não teve relação com o banqueiro e nega dinheiro de emendas no filme
A produtora Karina Ferreira da Gama, responsável pelo filme “Dark Horse”, afirmou, em entrevista exclusiva à CNN Brasil, que não teve relação direta com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, nem com empresas ligadas ao banqueiro. Segundo ela, seu contato era com o fundo Havengate, que contratou a produtora para fazer o filme, e não com o banqueiro.
A relação entre os recursos de Vorcaro e o filme é investigada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A apuração ganhou novos elementos na quarta-feira (9), quando o ministro André Mendonça homologou a delação premiada do doleiro Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”. Segundo o delator, ele fez sete transferências que somaram US$ 12,333 milhões para o fundo Havengate Development, no Texas, entre janeiro e setembro de 2025. Os repasses, de acordo com seu relato, foram determinados por Vorcaro após pedidos de Flávio Bolsonaro. A homologação não significa que as afirmações tenham sido comprovadas.
“O Vorcaro não deu nenhum centavo para a produtora”
Questionada sobre sua relação com Daniel Vorcaro, Karina negou que o banqueiro tenha feito qualquer pagamento diretamente à empresa responsável pelo filme.
“É porque o Vorcaro não deu nenhum centavo para a produtora. Não existiu nenhuma relação da produtora com o Vorcaro. Não existiu nenhuma relação da produtora com as empresas do Vorcaro, não existiu.”
Questionada se os recursos teriam ido para o fundo, ela confirmou: "Sim, para o fundo."
Karina também disse que tomou conhecimento pela imprensa da empresa que teria investido no fundo. Segundo ela, os contratos mantidos pela produtora são protegidos por cláusulas de sigilo e confidencialidade.
“É importante você perguntar isso. O que acontece: todos os contratos têm sigilo e confidencialidade. Eu não posso divulgar o salário, o acordo comercial de empresas e prestadores de serviços, para a imprensa. Eu posso divulgar para as autoridades.”
Segundo a produtora, as autoridades podem solicitar os documentos relacionados aos contratos.
Do financiamento da produção
Karina afirmou que o fundo Havengate foi o investidor inicial do projeto. Segundo ela, o orçamento começou com uma estimativa de US$ 24 milhões e foi sendo ajustado conforme o roteiro era detalhado e a produção avançava.
“Você faz um orçamento estimado, mas o que vai realmente valorar o orçamento é quando você vai decupar o roteiro. Porque até então eu não sei quantas câmeras são, eu não sei quantas locações vão ser, eu não sei quem são os atores, quantos atores, quais são os personagens que o diretor vai usar.”
Karina afirmou que, conforme o orçamento era reduzido, a equipe precisava adaptar o projeto para conseguir concluir a produção. Segundo ela, o fundo também realizou uma due diligence sobre a produtora e seus responsáveis. A produtora ainda revelou que apresentou documentos pessoais e empresariais, mas que não tinha como atribuição investigar a origem dos recursos do fundo.
“Eu não participei do fundo. Eu nunca participei do fundo e não era o meu papel. O meu papel ali era contratada do fundo.”
De acordo com o relato, depois de o projeto e o orçamento serem aprovados, sua responsabilidade passou a ser a execução da produção. “O fundo me validou, aprovou meu projeto, aprovou o orçamento, agora eu vou produzir.”
Dinheiro privado
Karina afirmou que foi no fim de 2025 que a equipe começou a perceber problemas financeiros relacionados aos recursos disponíveis para o projeto. Segundo ela, naquele momento a produção já estava em andamento e havia uma estrutura grande envolvida nas filmagens.
A produtora disse que eram 40 dias de filmagem e que, diante das dificuldades orçamentárias, a equipe foi cortando e simplificando etapas para conseguir concluir o projeto.
Questionada sobre o custo total, Karina afirmou que foram gastos US$ 13,3 milhões. Ela disse que os recursos eram privados e, quando questionada se havia dinheiro público, respondeu que não.
"Tudo dinheiro privado."
“Dark Horse não tem emenda”
Além da investigação sobre os recursos relacionados a Vorcaro, outra frente no STF apura a utilização de emendas parlamentares e contratos públicos relacionados às atividades de Karina.
A produtora, porém, nega que “Dark Horse” tenha recebido dinheiro de emendas parlamentares.
“Dark Horse não tem emenda. Não existe emenda para Dark Horse, nenhuma emenda. Nunca foi feito projeto público para o Dark Horse, nunca foi.” (CNN)
Tenista bielorrussa admitiu dificuldade em controlar as emoções após a derrota para Rybakina e a busca pelo tricampeonato
A busca de Aryna Sabalenka pelo terceiro título consecutivo do US Open terminou no sábado (13) com derrota por 6/4, 5/7 e 6/2 para Elena Rybakina. A bielorrussa admitiu que a pressão pela tentativa de conquistar o tricampeonato dificultou o controle das emoções.
Enquanto Rybakina manteve a tradicional tranquilidade durante uma final tensa, Sabalenka deixou a frustração tomar conta em duas ocasiões. A tenista arremessou uma bola na direção da arquibancada e, depois, quebrou a própria raquete.
Em determinado momento, Sabalenka xingou um operador de câmera que estava filmando a tenista após a derrota. "Vá se f****", esbravejou.
"É muito difícil controlar as emoções quando você perde uma final de Grand Slam e quando estava tentando conquistar o tricampeonato", disse Sabalenka aos jornalistas.
"Eu só queria deixar sair, porque, se guardasse tudo dentro de mim, não conseguiria dizer uma palavra. Eu simplesmente não teria uma reação muito agradável por lá", acrescentou a bielorrussa.
Rybakina mantém calma e conquista terceiro Grand Slam
A tranquilidade de Rybakina contrastou com a reação da adversária. A cazaque suportou os golpes fortes de Sabalenka, avançou na quadra para assumir o controle dos pontos e abriu vantagem no terceiro set para conquistar seu terceiro Grand Slam, o primeiro no US Open.
"Ela jogou de forma muito agressiva, um tênis excelente. Ela simplesmente foi uma jogadora melhor do que eu hoje", reconheceu Sabalenka ao falar sobre a campeã.
Rybakina já havia tirado de Sabalenka a liderança do ranking mundial antes mesmo da final. Com a atualização da classificação, a bielorrussa encerrou um reinado de 99 semanas na primeira posição.
"Vamos ver se Elena consegue me vencer nisso também", brincou Sabalenka. "Se ela continuar jogando assim, então sim, estou em apuros".
Sabalenka lamenta apoio da torcida em Nova York
Sabalenka também perdeu a oportunidade de retribuir o apoio recebido do público de Nova York. Nas três finais anteriores do US Open, ela havia enfrentado uma adversária norte-americana. Desta vez, finalmente teve a torcida do Arthur Ashe Stadium ao seu lado.
"Eu senti como se dissesse: 'Meu Deus, eu me sinto americana aqui'", contou a bielorrussa. "Eu só queria poder vencer e sentir ainda mais esse apoio. É, não foi neste ano."
A derrota também encerrou uma sequência de 20 vitórias consecutivas de Sabalenka em Flushing Meadows. Além disso, impediu a bielorrussa de se juntar a Serena Williams e Chris Evert como as únicas mulheres na era profissional a conquistar três títulos consecutivos do US Open. (CNN)
Decisão foi tomada neste domingo (13)
O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu tirar o sigilo da investigação do caso Dark Horse que apura o possível direcionamento de emendas parlamentares para o financiamento da cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada neste domingo (13) e alcança o material produzido pela Polícia Civil de São Paulo sobre a Go Up, produtora responsável pelo filme.
O ministro ainda mandou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo entregar à Polícia Federal todo o material bruto extraído de celulares apreendidos, além dos aparelhos, computadores e documentos recolhidos.
A investigação é uma das duas frentes no STF relacionadas ao financiamento de “Dark Horse”. O braço relatado por Dino mira o possível uso irregular de emendas parlamentares. O outro inquérito sobre a obra está sob relatoria do ministro André Mendonça.
Entre os alvos da investigação de Dino estão o deputado federal Mario Frias (PL-SP), produtor executivo do longa e ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro, e Karina Gama, dona da Go Up.
Na última quinta-feira (10), a Polícia Federal cumpriu 49 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará na Operação Make Up, autorizada por Dino. Frias e Karina estavam entre os alvos.
Segundo a PF, a investigação apura a atuação de uma suposta organização criminosa formada por agentes públicos e privados e suspeita de direcionar recursos recebidos por meio de emendas para empresas contratadas de maneira irregular e sem comprovação da efetiva prestação dos serviços.
No despacho deste domingo, Dino afirmou que, após analisar o material produzido pela investigação da Polícia Civil de São Paulo, os elementos indicam um possível “sofisticado esquema de destinação e desvio de recursos públicos”, principalmente de emendas parlamentares federais.
A apuração também cita movimentações entre Frias e a Go Up. Segundo a PF, o deputado teria enviado valores à empresa em montante considerado incompatível com os rendimentos declarados por ele. Em março, Dino já havia determinado que Frias prestasse esclarecimentos sobre uma emenda parlamentar de R$ 2 milhões destinada ao Instituto Conhecer Brasil, ONG ligada à produtora do filme. O ministro pediu informações sobre possíveis irregularidades na execução desses recursos.
Em manifestação enviada ao Supremo em maio, Frias negou irregularidades e afirmou que os valores tiveram finalidade social.
Sigilo
Para justificar a divulgação do material, Dino citou decisões recentes dos ministros André Mendonça e Edson Fachin sobre a publicidade de investigações e afirmou haver uma “viragem jurisprudencial em curso” no Supremo.
Dino também mencionou o risco de “vazamentos seletivos”, que, segundo ele, podem comprometer a imparcialidade das investigações ao permitir a divulgação direcionada de informações contra determinados alvos.
O ministro afirmou que, diante da orientação adotada recentemente por colegas do STF, investigados em situações semelhantes devem receber o mesmo tratamento, inclusive quanto à publicidade de nomes, dados financeiros e conversas obtidas durante as apurações. (CNN)
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