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Eleito com 56,86% dos votos válidos, Marcos Rogério conquista mandato no 1º turno. A última e única vez que Rondônia resolveu uma eleição ne...
O resultado representa um fato inédito desde a instituição das eleições com possibilidade de dois turnos pela Constituição de 1988: pela primeira vez, um candidato conquista o primeiro mandato como governador de Rondônia sem precisar disputar uma segunda votação.
A única eleição anterior para o Governo de Rondônia encerrada no primeiro turno ocorreu em 2006. Naquele ano, porém, Ivo Cassol disputava a reeleição e conseguiu permanecer no cargo ao receber 387.208 votos, correspondentes a 54,14% dos votos válidos. Fátima Cleide (PT), segunda colocada, obteve 25,9%.
Vinte anos depois, Marcos Rogério conseguiu ultrapassar a maioria absoluta dos votos válidos já no primeiro turno. O resultado foi matematicamente definido às 18h13 deste domingo, quando 91,44% das seções já haviam sido apuradas e o então candidato aparecia com 56,88%.
Ao fim da apuração, Marcos Rogério permaneceu com 56,86%. Adailton Furia ficou na segunda colocação, com 20,06%. Rondônia registrou 945.058 votos válidos na disputa pelo governo estadual.
O vice-governador eleito na chapa é o Delegado Rodrigo Camargo (Podemos).
A vitória também marca um novo capítulo na trajetória política de Marcos Rogério. Aos 48 anos, natural de Ji-Paraná, ele é formado em Direito e Jornalismo e possui mestrado em Administração Pública.
A carreira política começou em 2008, quando foi eleito vereador em Ji-Paraná. Depois, conquistou dois mandatos consecutivos como deputado federal, a partir de 2010, e chegou ao Senado em 2018.
Marcos Rogério já havia disputado o Governo de Rondônia em 2022, quando não conseguiu se eleger. Quatro anos depois, retornou à disputa e conquistou o Palácio Rio Madeira no primeiro turno, estabelecendo uma marca inédita para um primeiro mandato de governador no estado.
PL terá mais de um terço da composição do Senado; Número de políticos eleitos demonstra evolução da influência de parlamentares tradicionalmente alinhados a direita dentro do Legislativo...
O PL conseguiu eleger a maior bancada tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. A legenda alcançou 121 deputados federais após ganhar 22 cadeiras a mais do que nas últimas eleições. Em relação aos senadores, serão 28 parlamentares, sendo que 19 foram eleitos neste ano.
Os números representam mais de 23% de todos os deputados federais e 34,5% dos senadores. O número demonstra uma evolução de uma influência de parlamentares tradicionalmente alinhados a direita dentro do legislativo federal. A federação partidária do PT, PCdoB e PV contará 82 deputados, seis a menos que na última eleição.
A proporção dos parlamentares do PL, alinhada as novas composições de outros partidos de direita e centro-direita, constrói um cenário mais favorável a partir de 2027 para a aprovação de projetos e propostas de interesse desses políticos. Isso inclui, por exemplo, a cassação de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) dentro do Senado Federal.
Com 28 senadores, o PL tem, por exemplo, número maior do que o necessário para apresentar requerimentos de abertura de CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito).
Bancadas no Senado a partir de 2027:
No site oficial do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ainda não há indicação dos deputados eleitos em alguns estados. Para que o TSE formalize a eleição dos deputados, é preciso finalizar o cálculo da parcela dos congressistas da Casa Baixa é escolhida pelo quociente eleitoral. Diante disso e dos candidatos sub judice, os dados ainda podem ser alterados.
No entanto, a própria Câmara dos Deputados, após a apuração de 99,99% das urnas eletrônicas, informou o número de cadeiras conquistadas por cada legenda e federação partidária.
Bancadas da Câmara:
Veja o peso da bancada de direita em votações
Considerando as bancadas do PL e do Novo, que oficialmente se apresentam como legendas de direita, e a do Republicanos, o grupo da direita chega a 172 deputados e 36 senadores no Congresso. Apesar de compor articulações com o centrão, o Republicanos foi contabilizado por ter como missão constituir uma bancada de visão "mais alinhada aos conceitos da direita conservadora".
No próximo ano, o Novo terá 10 deputados federais e 3 senadores, enquanto o Republicanos contará 41 representantes na Câmara e 5 na Casa Alta.
Impeachment de ministro do STF no Senado
A Constituição prevê que é competência do Senado julgar crimes de responsabilidade de ministros do Supremo. Esse tipo de crime motiva processos de impeachment e consiste em ações cometidas por autoridades como ministros, presidentes e governadores que ameacem o funcionamento dos Poderes, a segurança interna, à Constituição e a União, por exemplo.
Para avançar, um pedido de impeachment deve ser aceito pelo presidente do Senado. Caso isso ocorra, uma comissão especial será formada para analisar a denúncia.
O grupo deve emitir em até dez dias um parecer sobre se a denúncia deve ou não ser julgada. O parecer será submetido a uma discussão no plenário, e, para ser aprovado, precisa reunir a maioria simples de votos – ou seja, a de 41 senadores.
Uma vez votada e aprovada a admissão da denúncia, o alvo do processo é afastado imediatamente do cargo até o fim do caso. A partir daí, inicia-se a etapa de ampla defesa, que dá o direito do acusado se defender das acusações.
Depois, há a apresentação de um parecer "final" sobre o caso, que deve ou não ser aceito por meio de votação em plenário com todos os senadores. São necessários os votos de dois terços dos congressistas, o que representa 54 dos 81 parlamentares.
Utilizando os números de referência dos senadores do Novo, PL e Republicanos, eles precisariam de outros 18 votos de colegas para afastar um ministro do STF. Apesar disso, um evantamento do centro de estudos Ranking dos Políticos mostrou que do total de 81 senadores que estarão em 2027, 54 já se manifestaram favoravelmente ao impeachment de integrantes do STF.
O impeachment de um presidente da República segue uma estrutura similar, mas compete a Câmara a instauração da análise, sendo respeitado também os mesmos dois terços de deputados — 342 parlamentares.
Leis e derrubada de veto presidencial
Para a aprovação de um projeto de lei ordinária, após a proposta ser deliberada e estudada pelas comissões, é necessário que haja apenas a maioria simples em cada Casa legislativa no plenário, ou seja, a metade dos votantes em uma sessão.
Para projetos de lei complementar, considerados mais complexos, são necessários os votos de 257 deputados e 41 senadores. Neste cenário, as legendas de direita precisariam de outros 85 deputados e 5 senadores.
O número é o mesmo para a derrubada de um veto presidencial. Para a rejeição é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados e senadores, computados separadamente. Registrada uma quantidade inferior de votos pela rejeição em umas das Casas, o veto é mantido.
Proposta de Emenda à Constituição
Para a apresentação de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) na Câmara, são necessários os apoios de 171 deputados. Número que juntos PL, Novo e Republicanos ultrapassam. A quantidade é a mesma necessária para apresentar pedidos de abertura de CPI na Casa.
Para aprovar uma PEC, no entanto, são necessários os votos favoráveis de, no mínimo, 308 deputados, em dois turnos de votação. O mesmo ocorre no Senado, onde precisa de 49 senadores para a aprovação. Para chegar a esse quórum, os partidos de direita precisariam do apoio de outros 136 deputados e apenas 13 senadores.
Se o texto for aprovado no Senado e na Câmara sem alterações, é promulgado como emenda constitucional em sessão do Congresso Nacional e passam a valer. Isso porque as PEC não necessitas passar pela sanção do presidente da República.
Sem citar candidatos, o presidente americano elogiou a rapidez das apurações na eleição brasileira; republicano editou publicação após trocar Brasil por Índia
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou nesta segunda-feira (5) a rapidez da apuração do primeiro turno das eleições presidenciais no Brasil e usou o resultado para voltar a criticar o sistema eleitoral americano.
“125 milhões de pessoas votaram hoje no primeiro turno da eleição presidencial do Brasil. Os resultados saíram logo após o encerramento da votação, NO MESMO DIA!”, escreveu Trump em sua rede social Truth Social.
Na sequência, o presidente americano comparou a apuração brasileira com a dos Estados Unidos e fez críticas ao processo eleitoral americano.
“Em Detroit, Filadélfia, Califórnia e inúmeras outras cidades e estados dos EUA, os resultados, com números muito menores, muitas vezes levam semanas para serem manipulados, quer dizer, calculados. A votação nos Estados Unidos é CORRUPTA!!!”, afirmou.
O presidente americano terá sua própria popularidade testada nas urnas em 3 de novembro, quando os Estados Unidos realizam as Eleições de Meio de Mandato para montar o Congresso.
Ele assina como "Presidente DJT" no fim do texto.
Trump não comentou diretamente o desempenho dos candidatos brasileiros.
Na publicação, feita na madrugada desta segunda-feira (5), ele chegou a escrever que as eleições tinham sido na Índia ao invés do Brasil, mas editou a postagem tempo depois.
Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva disputarão o segundo turno das eleições em 25 de outubro.
Eleição "importante" para americano
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na quinta-feira (1°) antes do primeiro turno que a eleição no Brasil é "muito importante" e que acompanha o pleito de perto.
"O Brasil é um país muito importante, um grande país, as pessoas no Brasil são fantásticas, é uma eleição muito importante", disse Trump a jornalistas ao sair da Casa Branca.
A fala do líder americano foi breve, sem citar candidatos ou outros pontos da disputa presidencial brasileira.
Em entrevista à Priscila Yazbek, correspondente da CNN Brasil, o governo dos Estados Unidos negou interferência nas eleições brasileiras.
A porta-voz do Departamento de Estado americano Amanda Roberson garantiu que influenciar votações em outros países não faz parte da estratégia do país.
“Nos Estados Unidos, estamos focados nas nossas prioridades. Como falou o presidente Trump, estamos focados na segurança, na prosperidade, na paz. Trabalhando assim dentro de outros países sobre eleições não é parte da nossa estratégia”, afirmou.
Ela havia declarado que a Casa Branca acompanha a disputa presidencial, mas reconhecem que o Brasil é um país soberano e que defendiam um pleito livre. (CNN)
Seleção caiu para a sexta posição após a última Data Fifa; diferença para os portugueses é de apenas 1,18 ponto
O Brasil caiu para a sexta colocação do ranking da Fifa, atualizado nesta segunda-feira (5/10), e deixou o grupo das cinco melhores seleções do mundo. Portugal ganhou duas posições e assumiu o quinto lugar após somar mais pontos na Data Fifa.
A Canarinho empatou a primeira partida contra a Austrália e venceu a segunda. Por fim, goleou a Índia por 4 x 0, mas os resultados tiveram peso menor na pontuação.
A seleção comandada por Jorge Jesus ganhou 19,84 pontos após quatro vitórias na Liga das Nações. Portugal venceu Dinamarca e País de Gales, além de superar a Noruega duas vezes.
A diferença do Brasil para a seleção europeia é mínima, de apenas 1,18 ponto. Portugal tem 1.807,69 pontos, enquanto a Seleção aparece com 1.806,51.
Mesmo com a queda, o Brasil segue à frente de Marrocos, que também perdeu uma posição. A Espanha continua na liderança, seguida por Argentina, França e Inglaterra. (Fonte: Metrópoles)
Ranking da Fifa
Espanha — 2.007,86
Argentina — 1.972,17
França — 1.953,72
Inglaterra — 1.923,43
Portugal — 1.807,69
Brasil — 1.806,51
Marrocos — 1.805,34
Bélgica — 1.784,31
Holanda — 1.778,31
México — 1.746,04
Ao comparar a infância humilde com a realidade dos filhos, Neymar revela os valores que busca transmitir à família
Neymar Jr. quer que os filhos entendam o valor das oportunidades, mesmo crescendo com um conforto financeiro que ele não teve na infância. O jogador falou sobre o contraste entre as duas realidades e contou quais ensinamentos pretende transmitir aos pequenos.
Ao falar sobre a diferença da sua vida para a dos filhos, Neymar explicou como funciona a sua criação. “Meus filhos têm uma realidade diferente da que eu tive, e eu sou muito grato por poder proporcionar o melhor para eles. Mas também quero que entendam que nem tudo na vida vem fácil”, afirmou.
Em entrevista à Quem, o atleta explicou que as dificuldades enfrentadas quando criança influenciaram sua maneira de enxergar a vida.
“Minha infância teve algumas dificuldades que hoje fazem parte da minha história e da pessoa que me tornei. Eu aprendi cedo a valorizar a família, as oportunidades e as pequenas coisas”, disse.
São esses aprendizados que Neymar busca levar para a criação dos filhos. “Quero ensinar a eles a respeitar as pessoas, valorizar o que têm, ser gratos e, principalmente, entender que os momentos difíceis também podem nos ensinar e nos tornar melhores”, declarou.
O jogador também relembrou uma história envolvendo a mãe, Nadine Gonçalves. Ainda criança, ele prometeu que os dois comprariam uma fábrica de biscoitos depois de ela não ter dinheiro para comprar um pacote do alimento.
“Na verdade, eu nunca tive o sonho de ter uma fábrica de biscoitos. Essa história começou de uma maneira muito mais simples. Eu era criança, queria uma bolacha e minha mãe não podia comprar naquele momento”, contou.
Segundo o jogador, a promessa surgiu como uma tentativa de acolher a mãe. “Eu vi que ela ficou triste e, tentando confortá-la, falei que um dia nós teríamos condições e que compraríamos uma fábrica de bolacha. Foi uma fala de criança, uma maneira de não deixá-la preocupada pelo fato de não poder comprar”, disse ele.
Neymar, inclusive, considera a história algo marcante na sua trajetória. “Essa lembrança ficou comigo justamente pelo significado que ela tem: fala de família, de carinho e de um momento difícil que acabou se transformando em uma memória muito especial”, completou. (Metrópoles)
Deputado federal pelo partido Missão havia dito que entregaria seu cargo caso o candidato à Presidência marcasse 3% dos votos...
O deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) havia dito, no sábado (3/10), que renunciaria caso o candidato à Presidência Renan Santos (Missão) terminasse a disputa com 3% dos votos, deixando em aberto se seria o valor cravado ou para mais ou menos.
O Metrópoles questionou se sua promessa estaria de pé, ao que Kim respondeu: “Eu disse que renunciaria se ele fizesse 3, ele fez 2”.
A promessa tinha sido feita durante um protesto.
“Eu já vou começar a fazer um desafio para o Datafolha e para a Quaest. Se domingo a gente tiver 3% no Datafolha, eu renuncio o meu mandato na frente da Folha”, afirmou.
Renan terminou em 4° lugar na disputa presidencial, com cerca de 2,24% dos votos válidos – mais de 2,6 milhões de votos.
Já Kim, com a votação ainda não totalizada em São Paulo, figura como o terceiro mais votado na ordem geral. (Metrópoles)
Simone Mendes disse estar feliz com o resultado de um lifting nasal, apesar das intensas críticas que vem recebendo nas redes sociais
A cantora Simone Mendes voltou a rebater as críticas sobre a sua aparência, após passar por um lifting nasal, procedimento que insere fios para elevar a região do nariz. Ela deixou claro que, apesar dos comentários negativos, está gostando do resultado.
“Acho que era uma questão de costume me ver com aquele nariz. Esse é o novo e posso falar? Estou gostando”, disse a cantora em uma nova foto postada no Instagram, nesse domingo (5/10).
Simone causou alvoroço nas redes sociais após aparecer com o nariz diferente em fotos virais. Ela foi acusada de passar por uma rinoplastia, mas disse que fez um procedimento sem corte.
“Confia no processo, ainda vai cair. Eu amarrei com uns fios; não é rinoplastia. Não é cirurgia, só para a ponta que estava caída”, disse Simone na época. (Metrópoles)
O jovem, de 15 anos, teria sido atingido por uma granada de efeito moral lançada pela polícia francesa durante um protesto estudantil
Um estudante, de 15 anos, teve a mão arrancada após a explosão de uma granada, nesta segunda-feira (5/10), em Lens, na França. O adolescente protestava contra condições precárias e falta de funcionários nas escolas.
Segundo o jornal francês La Voix du Nord, o protesto estudantil ocorre por toda a França, mas sobretudo no norte do país, em cidades como Lille, Arras e Pas-de-Calais— sendo esta última o local em que o jovem perdeu a mão durante a manifestação.
O protesto ocorreu devido à falta de professores, falta de recursos nas escolas, salas de aula superlotadas e “deterioração geral de condições de estudo”.
Nesta segunda, cerca de 200 a 250 alunos participaram do protesto perto da escola profissionalizante Auguste Béhal, em Pas-de-Calais. O estudante de 15 anos teria sido atingido por uma granada de efeito moral lançada pela polícia francesa, que explodiu em seguida.
“Infelizmente, um estudante do ensino médio ficou gravemente ferido durante uma manifestação. Um jovem, de 15 anos, teve a mão arrancada”, declarou François-Xavier Lauch, prefeito de Pas-de-Calais.
Após ter a mão esquerda arrancada, o jovem foi socorrido pelos serviços de emergência e levado às pressas para o Hospital Universitário de Lille. A vida dele não corre perigo, segundo autoridades francesas.
A Inspeção Geral da Polícia Nacional (IGPN), órgão de supervisão policial da França, abriu uma investigação sobre alegações de “violência que resultou em incapacidade/mutilação permanente” (CNN)
Recado evidencia o alinhamento político e a proximidade diplomática entre o governo israelense e o grupo liderado pelo clã Bolsonaro
O desempenho do senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições brasileiras foi comemorado pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Por meio de uma publicação em sua conta oficial na rede social X (antigo Twitter), o líder israelense parabenizou o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Parabéns, Flávio Bolsonaro. Parabéns pela votação de ontem e boa sorte na final. Espero que possamos restaurar a extraordinária amizade entre Israel e o Brasil. Meus melhores votos para a sua grande vitória, meu amigo”.
Veja:
O recado evidenciou o alinhamento político e a proximidade diplomática entre o governo israelense e o grupo político liderado pelo clã Bolsonaro. Além de felicitar o candidato pela votação obtida, o primeiro-ministro enfatizou o desejo de estreitar os laços bilaterais.
“Irmãos”
A aproximação entre o premiê israelense e a família Bolsonaro começou a se consolidar fortemente a partir da eleição de Jair Bolsonaro em 2018. Na ocasião, Netanyahu fez uma visita histórica ao Brasil para a posse presidencial, sendo chamado por Bolsonaro de “irmão”.
O governo brasileiro da época adotou posições de alinhamento automático com Israel em fóruns internacionais, como a defesa da mudança da embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém (medida que acabou parcialmente convertida na abertura de um escritório comercial na cidade).
A relação estendeu-se diretamente aos filhos do ex-presidente, especialmente Eduardo e Flávio Bolsonaro. Os irmãos mantêm canais abertos com o governo israelense e realizam viagens oficiais e diplomáticas a Jerusalém, onde são recebidos com destaque por Netanyahu e ministros de seu gabinete. (Metrópoles)
Como líderes, estão Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), jovens que comandam o avanço da direita no Brasil; Erika Hilton (PSOL-SP) e Sâmia Bomfim (PSOL-SP) são resultados mais expressivos da esquerda
Após os resultados das urnas de votação do primeiro turno das Eleições 2026 no último domingo (4), os candidatos a deputado federal mais votados do país já foram definidos. Como líderes, estão Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), políticos jovens que comandam o avanço da direita no Brasil.
Por outro lado, como resultados mais expressivos da esquerda, aparecem as candidatas Erika Hilton (PSOL-SP), com quase 1,6 milhão de votos, e Sâmia Bomfim (PSOL-SP), com um pouco mais de 580 mil votos.
A CNN Brasil analisou os resultados e separou uma lista dos 50 candidatos a deputado federal mais votados do país. Veja abaixo:
Nikolas Ferreira (PL-MG) - 3.119.318 votos
Lucas Pavanato (PL-SP) - 3.038.438 votos
Erika Hilton (PSOL-SP) - 1.596.472 votos
André Fernandes (PL-CE) - 684.372 votos
Sâmia Bomfim (PSOL-SP) - 583.107 votos
Julia Zanatta (PL-SC) - 560.223 votos
Ana Elisa (PT-MG) - 524.219 votos
Kim Kataguiri (Partido Missão-SP) - 520.071 votos
Tabata Amaral (PSB-SP) - 476.383 votos
Jeffrey Chiquini (Novo-PR) - 425.399 votos
Lucas Polese (PL-ES) - 419.735 votos
Delegado Caveira (PL-PA) - 414.927 votos
Maurício Marcon (PL-RS) - 379.834 votos
Renato Bolsonaro (PL-SP) - 379.312 votos
Sargento Nantes (PP-SP) - 333.401 votos
Jader Filho (MDB-PA) - 326.617 votos
Delegado Palumbo (PODE-SP) - 303.271 votos
Fernanda Melchionna (PSOL-RS) - 280.262 votos
Guilherme Cortez (PSOL-SP) - 275.450 votos
Dra. Alessandra Haber (PODE-PA) - 272.856 votos
Mauricio Neves (PP-SP) - 269.996 votos
Guilherme Kilter (Novo-PR) - 269.832 votos
Cabo Gilberto Silva (PL-PB) - 267.142 votos
Tainah Marinho (PSB-CE) - 265.585 votos
Pedro Campos (PSB-PE) - 261.555 votos
Marcio Alvino (PL-SP) - 261.325 votos
Yury do Paredão (MDB-CE) - 261.291 votos
Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP) - 253.778 votos
Jones Manoel (PSOL-PE) - 249.077 votos
Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) - 248.147 votos
Ana Carolina Oliveira (PODE-SP) - 246.741 votos
Sargento Fahur (PL-PR) - 242.643 votos
Baleia Rossi (MDB-SP) - 239.124 votos
Giordanna Mano (PRD-CE) - 235.848 votos
Georgiano (PSD-PI) - 234.254 votos
Giovani Cherini (PL-RS) - 234.171 votos
Luna Zarattini (PT-SP) - 233.733 votos
Marina Helena (Novo-SP) - 230.866 votos
Duda Salabert (PSOL-MG) - 229.535 votos
Fábio Felix (PSOL-DF) - 224.224 votos
Rony Gabriel (PODE-RS) - 223.643 votos
Delegado Bruno Lima (PODE-SP) - 217.952 votos
Alceu Moreira (MDB-RS) - 217.208 votos
Natália Bonavides (PT-RN) - 215.509 votos
Reginaldo Lopes (PT-MG) - 215.192 votos
Dr. Luizinho (PP-RJ) - 213.904 votos
Rosana Valle (PL-SP) - 213.752 votos
Júnior Ferrari (PSD-PA) - 213.645 votos
Sargento Salazar (PL-AM) - 212.948 votos
Bruno Peixoto (União-GO) - 207.899 votos
Como demonstrativo do avanço da direita no país, os resultados mostram que o PL tem 14 deputados federais na lista dos mais votados. Se somados, PSOL e PT, com 8 e 4, respectivamente, não alcançam o número do partido.
Jovens, vida política e o conservadorismo
Na avaliação do head de análise política da Atlas/Intel, Yuri Sanches, a votação expressiva de Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato confirma uma tendência mais conservadora no eleitorado jovem.
"Pesquisas que a gente fez há menos de um ano atrás indicam justamente que o perfil do jovem que está entrando na vida política é um jovem que tem um perfil de tendência mais conservadora", afirmou Sanches em entrevista ao WW deste domingo (4).
Segundo ele, esse perfil impacta também na comunicação política, sobre quem se comunica com esse eleitor e quem se propõe a fazer política para ele.
Sanches apontou que, além de Pavanato e Nikolas, outro político que está ligado a essa fatia do eleitorado é Renan Santos, que disputou a presidência pelo Missão.
Esse cenário teria impulsionado, ainda no início do ano, mobilizações de expoentes do bolsonarismo, como o próprio Flávio Bolsonaro (PL), para incentivar os jovens a tirarem o título de eleitor e irem às urnas. "Entendendo que houve uma espécie de mudança nesse eleitor", segundo Sanches. (CNN)
Partido de Flávio Bolsonaro bateu recorde e conseguiu eleger, até o momento, 106 deputados; federação governista espera término da apuração para também registrar aumento na bancada
As eleições deste domingo (4) definiram a composição da Câmara dos Deputados para a legislatura que começa em fevereiro de 2027. O PL terá, novamente, a maior bancada. Até 01h52, desta segunda-feira (5), com 99,99% das urnas apuradas, o partido contava com 106 das 513 cadeiras (20%). Em 2022, foram eleitos 99.
O PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, soma 67 deputados até o momento. A federação do partido, composta por PV e PCdoB, soma 82. Esse é o mesmo valor da última legislatura. O PSD, de Gilberto Kassab, e o PP têm, até agora, 36 deputados cada e são o terceiro e o quarto partido com maiores bancadas até o momento.
A contagem da CNN não inclui o Amazonas e o Maranhão. Os estados ainda não haviam fechado a contagem total de deputados eleitos porque ainda não haviam concluído a apuração das urnas. Para que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) formalize a eleição dos deputados, é preciso finalizar a apuração das urnas, já que uma parcela dos congressistas da Casa Baixa é escolhida pelo quociente eleitoral.
Por isso, foram contabilizados 430 deputados eleitos até agora. Faltam 83, distribuídos entre Amazonas, Maranhão, e os deputados que ainda precisam ser formalizados pelo TSE em São Paulo. A reportagem será atualizada assim que os dados forem consolidados.
Bancadas da Câmara:
PL: 106 deputados
PT: 67 deputados
PSD: 36 deputados
PP: 36 deputados
União: 34 deputados
Republicanos: 30 deputados
MDB: 25 deputados
Podemos: 24 deputados
PSB: 13 deputados
PSOL: 13 deputados
PSDB: 9 deputados
PCdoB: 9 deputados
Novo: 8 deputados
PV: 6 deputados
Avante: 5 deputados
PDT: 3 deputados
PRD: 3 deputados
Solidariedade: 2 deputados
Rede: 1 deputado
Para 2026, a cláusula de desempenho exige que os partidos tenham ao menos 2,5% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos nove estados, com no mínimo 1,5% em cada um, ou eleger 13 deputados federais distribuídos em nove estados.
A Federação Psol/Rede não atingiu a cláusula de barreira e não terá acesso ao fundo eleitoral e partidário, além de tempo de televisão a partir do ano que vem. (CNN)
Ex-secretário da Semtel em Porto Velho, novo deputado afirma que pretende fazer mais pela capital
Paulo Moraes foi eleito deputado estadual, com XXX votos e passa a representar Porto Velho na Assembleia Legislativa de Rondônia. Com trajetória ligada à gestão pública na capital, o novo parlamentar chega ao Legislativo estadual levando para o mandato a experiência acumulada à frente da Secretaria Municipal de Esporte, Turismo e Lazer (Semtel) e a atuação em iniciativas voltadas ao esporte, à cultura, ao lazer e à geração de oportunidades.
A eleição marca uma nova etapa na trajetória política de Paulo Moraes, que pretende transformar a experiência adquirida na administração municipal em ações e projetos com alcance para Porto Velho e para os demais municípios de Rondônia.
Durante sua passagem pela gestão municipal, sua atuação esteve relacionada a políticas e ações que aproximam o poder público da população por meio do esporte, da cultura e do lazer, além da busca por iniciativas capazes de ampliar oportunidades e movimentar a economia local.
“Chego à Assembleia com muita responsabilidade e com a experiência de quem conhece de perto os desafios de Porto Velho. Quero levar essa experiência para o mandato e trabalhar para que nossa capital tenha mais investimentos e oportunidades”.
Para o novo deputado, o mandato também representa a possibilidade de ampliar a articulação em favor de projetos que beneficiem diretamente os portovelhenses. A proposta é estabelecer diálogo com prefeitos, vereadores, entidades e representantes da sociedade para identificar demandas e buscar soluções por meio do Legislativo estadual.
A representação de Porto Velho será um dos principais eixos do mandato. A intenção é fortalecer a presença da capital nas discussões estaduais e buscar recursos para áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento do município.
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