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Um funcionário da empresa Eucatur acionou a Polícia Militar após descobrir que um passageiro transportava mais de 15 quilos de maconha em du...
Um funcionário da empresa Eucatur acionou a Polícia Militar após descobrir que um passageiro transportava mais de 15 quilos de maconha em duas malas no terminal rodoviário de Vilhena. O flagrante aconteceu na noite de ontem, durante o embarque de um ônibus com destino a Cuiabá (MT).
Segundo a ocorrência, o trabalhador percebeu que duas bagagens apresentavam peso excessivo, formato incomum e volume acima do normal enquanto organizava as malas que seguiriam viagem. Desconfiado, ele abriu parcialmente o zíper e encontrou diversos tabletes de maconha escondidos no interior das malas.
Após a descoberta, o funcionário comunicou imediatamente a empresa e conseguiu impedir que o suspeito, um jovem de 24 anos, deixasse o local antes da chegada da polícia. Ele também evitou que o ônibus saísse da rodoviária até a chegada da guarnição.
Os policiais realizaram a conferência das etiquetas das bagagens e identificaram as malas pertencentes ao passageiro. Dentro delas, foram encontrados vários invólucros de maconha, totalizando aproximadamente 15,29 quilos da droga.
Conforme a PM, o entorpecente estava embalado em plástico e coberto por uma fina camada de graxa, técnica utilizada para tentar disfarçar o odor da droga e dificultar a ação de cães farejadores.
Preso em flagrante, o suspeito foi encaminhado para a Unisp junto com o material apreendido. Durante o depoimento, ele confessou que embarcou a droga em Presidente Médici e que faria a entrega em Cuiabá, mas afirmou não saber quem receberia o carregamento na capital mato-grossense. Com informações do Folha do Sul
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que três criminosos tentam invadir a residência de uma idosa no bairro 5º BEC, em Vilhena, durante a madrugada desta quarta-feira (20). Com os rostos cobertos, os suspeitos chegaram a pular a grade de ferro do imóvel na tentativa de cometer o crime.
Segundo informações, um dos envolvidos é do Acre e possui várias passagens pela polícia em Vilhena. Apesar da ação ousada do grupo, a moradora conseguiu espantar os invasores apenas gritando por socorro, fazendo com que os três fugissem rapidamente do local.
A polícia conseguiu prender apenas um dos suspeitos. Os outros dois envolvidos também já foram identificados, mas seguem foragidos. (Com informaões da Folha do Sul)
Investimentos em saneamento e infraestrutura devem impulsionar próximos índices...
Em comparação com a última medição apresentada em 2024, a cidade registrou crescimento de mais de 2%. A pontuação do município, que era de 57,10% em 2024, passou para 58,59% em 2026, demonstrando evolução gradual em indicadores ligados à qualidade de vida da população.
Os dados também apontaram melhora em componentes relacionados ao acesso à informação e comunicação, direitos individuais, educação, saúde, meio ambiente e saneamento.
Porém, nem mesmo o trabalho intensificado desenvolvido nos últimos dois anos foi capaz, ainda, de sanar questões que exigem medidas de longo prazo, como é o caso do saneamento básico, problema que começou a ser enfrentado de forma mais efetiva após a garantia de mais de R$ 200 milhões em investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A projeção da prefeitura é que, até a próxima medição do IPS, a capital rondoniense continue avançando de forma constante, mantendo ações de zeladoria urbana e investimentos em grandes obras de infraestrutura.
De acordo com o prefeito Léo Moraes, o compromisso assumido com a população de entregar uma cidade que ofereça dignidade e oportunidades aos cidadãos é o combustível para um trabalho contínuo voltado à melhoria da qualidade de vida.
“Sabíamos que o desafio era árduo desde o primeiro dia de gestão. Porém, a nossa dedicação ao povo porto-velhense nos motivou a dar início a um processo acelerado de trabalho que revisitou negligências históricas e resgatou o sentimento de pertencimento. Seguiremos avançando, dia após dia, sem hesitar, até que a nossa população possa dizer que vive em uma cidade limpa, bonita e organizada”.
Com políticas estruturantes, investimentos em infraestrutura e fortalecimento do planejamento técnico, Porto Velho caminha para um futuro diferente de sua realidade histórica.
Texto: João Paulo Prudêncio
Edição: Secom
Fotos: Secom
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom).
Mundo – O mercado de alto luxo é erguido, fundamentalmente, sobre a base da confiança. Quando diamantes e peças exclusivas circulam entre revendedores e clientes, a palavra de um negociante costuma valer tanto quanto o quilate da mercadoria. Foi aproveitando-se dessa regra de ouro que a paranaense Camila Briotti, portadora de dupla cidadania (brasileira e americana), supostamente orquestrou um dos esquemas de estelionato mais audaciosos dos últimos tempos.
Hoje, Camila é o alvo central de uma força-tarefa que envolve o FBI e a Polícia Federal brasileira. A acusação? Desviar centenas de joias de clientes e fornecedores nos Estados Unidos, deixando um rastro de prejuízos que, segundo as autoridades, já ultrapassa a marca dos R$ 100 milhões.
A Anatomia do Golpe
O modus operandi da brasileira era, acima de tudo, paciente e sofisticado. Trafegando com desenvoltura na ponte aérea entre Brasil e Estados Unidos, Camila construiu uma sólida reputação no competitivo nicho de joias consignadas.
A estratégia para cooptar as vítimas seguia um roteiro metódico:
Aproximação e Credibilidade: Camila iniciava as transações pegando pequenos volumes de joias em consignação.
Fidelização: Os primeiros repasses financeiros eram pagos rigorosamente em dia, consolidando a confiança cega dos joalheiros.
A Escalada: Com o crédito estabelecido, ela aumentava progressivamente o volume e o valor das peças que recebia para revenda.
O Desaparecimento: No ápice da confiança, quando detinha maletas repletas de alta joalheria, Camila simplesmente cessava os pagamentos e não devolvia as mercadorias.
O Epicentro da Fraude
A maior parte do drama vivido pelos joalheiros desenrola-se no ensolarado sul da Flórida. As cidades de Miami, Boca Raton e Palm Beach — conhecidas pelo altíssimo poder aquisitivo e consumo de luxo — são os principais cenários registrados nas investigações.
Os relatos são impressionantes. Em um dos registros mais graves do inquérito, uma única vítima afirma ter sofrido um baque de mais de US$ 1,6 milhão (cerca de R$ 8 milhões), somando peças não devolvidas e o dinheiro de vendas que nunca chegou às suas mãos.
O Destino Inesperado das Joias
Se a sofisticação marcava o início do golpe, o destino das peças roubadas revelou uma face quase desesperada da operação. Durante as investigações, agentes federais rastrearam o paradeiro de algumas das pedras e colares exclusivos, encontrando-os em locais improváveis: balcões de casas de penhor.
Peças de altíssimo valor agregado eram “queimadas” por frações minúsculas de sua avaliação real. O caso mais emblemático descoberto até agora é o de um colar avaliado em US$ 120 mil, que foi deixado como garantia em uma casa de penhor por irrisórios US$ 6 mil.
Múltiplas Frentes de Investigação
A dor de cabeça da empresária, no entanto, não se restringe à jurisdição americana. Paralelamente à caçada do FBI pelas joias perdidas, Camila Briotti enfrenta o escrutínio das autoridades no Brasil. Ela responde a um inquérito totalmente separado, mas com um modus operandi familiar, que envolve o sumiço e a negociação irregular de bolsas de grife de altíssimo luxo.
A Defesa
Apesar do volume de denúncias e do avanço das investigações internacionais, a defesa de Camila Briotti mantém uma postura categórica. Os advogados da paranaense negam veementemente todas as acusações e afirmam que, até o momento, não há provas concretas de irregularidades em suas transações comerciais.
Enquanto a batalha jurídica se desenha, dezenas de joalheiros na Flórida amargam o prejuízo de terem acreditado que, no mercado de luxo, todo o brilho era sinônimo de ouro.(CM7)
Brasil – A influenciadora digital Virginia Fonseca utilizou suas redes sociais nesta quarta-feira (20/05) para se pronunciar e pedir desculpas após a repercussão negativa de um vídeo em que aparece beijando um macaco durante uma viagem a Dubai, nos Emirados Árabes. A postagem gerou uma intensa polêmica na internet, com internautas acusando a empresária de incitar ataques racistas contra seu ex-namorado, o jogador de futebol Vini Jr.
Em vídeos direcionados aos seus seguidores, Virginia negou veementemente que sua atitude tivesse qualquer intenção de ofender ou provocar o atleta. Visivelmente abalada com a repercussão, ela explicou que a situação foi completamente mal interpretada pelo público.
“Acontece que interpretaram o vídeo totalmente errado. Jamais na minha vida, eu juro por tudo que é mais sagrado, eu fiz na intenção de ofender alguém. Pelo amor de Deus, isso nunca passou pela minha cabeça, nunca!”, desabafou a influenciadora.
Virginia fez questão de esclarecer sua postura em relação a Vini Jr. e ao relacionamento que tiveram, destacando que sempre esteve com ele na luta contra o racismo, conversando, apoiando e que continuará apoiando, independente de estarem juntos ou não. A influenciadora relembrou que visitou o mesmo local no ano passado e garantiu que teve uma relação de sete meses muito linda com o jogador de futebol, a qual respeita muito, e que jamais faria algo para humilhá-lo ou ofendê-lo, pois isso não faz parte de seu caráter.
Ela concluiu dizendo que entende que talvez o momento da postagem não tenha sido o mais propício e que as pessoas levaram para outro lado, mas reforçou ser totalmente contra essa atitude e chamou a comparação feita na internet de “ridícula”.
A polêmica teve início na terça-feira (19/05), quando Virginia apareceu dando um selinho em um macaco em Dubai com a legenda “Que pegada foi essa”, gerando forte reação online e fazendo com que internautas também proferissem comentários criminosos e racistas contra o jogador. Vale lembrar que Virginia anunciou o fim do namoro com o atleta no último dia 15, após meses de relacionamento, e desde então o término vinha sendo alvo de especulações.
Após os pronunciamentos da influenciadora em seus stories, sua equipe de comunicação divulgou um posicionamento oficial repudiando os ataques racistas e defendendo a imagem da empresária.
Leia a nota oficial na íntegra emitida pela equipe de Virginia Fonseca:
“Em nenhuma hipótese será aceito que associem a imagem de Virginia Fonseca a uma prática tão desprezível como um ato racista. Isso jamais será tolerado!
De antemão, repudiamos qualquer ataque, comentário e ofensa de cunho preconceituoso. Isso não é normal e não pode ser normalizado. O errado tem de ser combatido.
O problema não é o vídeo, nem a visita ao zoológico. O problema é o pensamento de quem associa um conteúdo típico de um turista ao racismo, ofende, distorce os fatos e transforma preconceito em ‘interpretação’. Quem dissemina esse tipo de ataque está do lado problemático da história.
Virginia está em Dubai a negócios e aproveitou o tempo livre para visitar o zoológico, como já fez outras vezes, inclusive na companhia dos filhos. Atraídos pela experiência de contato direto com os animais, prática permitida no local. Como qualquer turista, interagiu com diversas espécies e compartilhou os momentos com seus seguidores.
Se houve algum entendimento fora desse contexto, lamentamos e repudiamos! Ao longo de sua trajetória, Virginia sempre se mostrou livre de preconceito seja ele qual for. Até porque, vive isso todos os dias, por ser uma mulher, independente e dona das próprias vontades.”
Governo afirma que atualizou a regulamentação do Marco Civil da Internet à luz da decisão do STF que mudou a responsabilização das plataformas, e criou medidas de proteção às mulheres na internet.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feira (20) dois decretos que criam novas regras para a atuação das plataformas digitais, como as big techs, no Brasil.
Um dos decretos atualiza a regulamentação do Marco Civil da Internet depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) mudou, no ano passado, o entendimento sobre o regime de responsabilidade das plataformas.
O tribunal julgou parcialmente inconstitucional um artigo do Marco Civil da Internet que previa que as big techs só podiam ser responsabilizadas por conteúdos publicados por terceiros caso descumprissem uma ordem judicial para remover a publicação.
Com a mudança feita por um dos decretos, passa a existir a possibilidade de responsabilização em alguns casos, mesmo sem ordem judicial para remoção de conteúdo (veja a lista mais abaixo).
O outro decreto traz medidas para a proteção das mulheres contra a violência na internet.
Os decretos foram assinados durante evento no Palácio do Planalto em alusão aos 100 dias do Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio. Os textos ainda serão publicados no "Diário Oficial da União".
Segundo representantes do governo, a iniciativa foi motivada pelo aumento dos golpes virtuais e dos casos de ataques a mulheres e meninas na internet.
➡️O presidente também sancionou quatro projetos de lei, aprovados pelo Congresso, relacionados ao tema. Veja o que dizem os textos:
Altera a execução penal para reforçar a proteção da mulher vítima de violência;
Cria o cadastro nacional de pessoas condenadas por violência doméstica;
Altera o artigo 22 da lei Maria da Penha, para facilitar a concessão da para medida protetiva de urgência;
Incluir o risco a integridade sexual, moral e patrimonial da mulher para garantir na Justiça medidas de afastamento imediato do agressor.
Veja o que muda com cada um dos decretos:
📲Marco Civil da Internet
Em junho de 2025, o plenário do STF declarou parcialmente inconstitucional um artigo do Marco Civil da Internet que dizia que as plataformas só podiam ser responsabilizadas civilmente por conteúdos produzidos por terceiros se descumprissem ordem judicial para remover um conteúdo.
O Supremo estabeleceu que as plataformas podem ser responsabilizadas civilmente em duas situações, mesmo quando não tiverem descumprido ordem judicial:
📵1. Em crimes graves, quando apresentarem "falhas sistêmicas" no seu dever de cuidado (veja mais detalhes abaixo).
O tribunal listou sete grupos de crimes considerados graves que exigem remoção imediata do conteúdo pelas próprias plataformas: terrorismo, instigação à mutilação ou ao suicídio, golpe de Estado e ataques à democracia, racismo, homofobia e crimes contra mulheres e crianças.
📵2. No caso de crimes em geral, quando receberem um pedido de retirada de conteúdo (notificação) e deixarem de removê-lo.
Em novembro de 2025, o STF publicou o acórdão dessa decisão. Desde então, este entendimento está em vigor, mas não existem meios para que seja cumprida. Segundo o governo, o que o novo decreto faz é criar mecanismos para essa decisão ser aplicada na prática.
O decreto estabelece que as plataformas devem:
➡️Na prática, deve existir um canal que possibilite a denúncia, comunique a pessoa que produziu o conteúdo e permita que ela possa recorrer. A plataforma vai analisar o caso como se fosse um "devido processo legal";
🔎 O decreto resguarda expressamente os conteúdos entendidos como: crítica, paródia, sátira, conteúdo informativo (notícia), manifestação religiosa e liberdade de crença.
A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) ficará encarregada de verificar se as big techs estão agindo preventivamente para evitar golpes e crimes, e proativamente ao disponibilizar novas ferramentas para os usuários — como os canais de denúncia.
Segundo membros do governo, a ANPD atuará como uma agência reguladora e fará a fiscalização "no atacado".
Ela vai analisar se as empresas estão desenvolvendo ferramentas que evitem crimes, mas não vai discutir casos concretos nem o conteúdo de posts específicos.
🔎 A ANPD, portanto, será o órgão responsável por supervisionar as medidas determinadas pelo STF. A agência deverá considerar que houve "falha sistêmica" quando a plataforma não tiver adotado medidas para evitar os problemas em larga escala.
As big techs devem fazer reportes periódicos, apresentando à ANPD relatórios com as medidas tomadas. O governo ainda não divulgou com clareza quais podem ser as punições para as empresas que descumprirem as normas.
O Marco Civil da Internet prevê punições como "advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas", e multa.
Violência contra mulheres
O segundo decreto assinado por Lula, de acordo com o governo, traz medidas para proteger mulheres e meninas contra a violência na internet.
Os principais pontos são:
Nesses casos, o conteúdo de nudez deve ser removido em até 2 horas após a notificação feita pela vítima ou por seu representante;
fonte - Por Reynaldo Turollo Jr, Fábio Amato, Kellen Barreto, g1 e TV Globo.
A Polícia Civil prendeu o ex-vereador Kerling Aparecido Moreira, conhecido como Kerling Brito, e o irmão dele, Kerli Moreira, suspeitos de serem os mandantes de um triplo homicídio ocorrido em novembro de 2024, na zona rural de Guajará-Mirim, em Rondônia. A ação foi realizada durante a Operação “Nó Górdio”, deflagrada nesta terça-feira (19).
Segundo as investigações, os irmãos teriam participado do planejamento das mortes de Gabriele Melo Augusto Bramini, de 24 anos, Wellington Rodrigues Gutierrez, de 32, e Raimundo Nonato Rodrigues Cardoso, de 42 anos. O suspeito apontado como executor dos disparos, Victor Moreira de Souza, segue foragido.
Kerling Brito foi preso preventivamente em um estabelecimento comercial. De acordo com a Polícia Civil, pelo menos seis pessoas teriam envolvimento no planejamento do crime, que pode ter sido motivado por uma dívida financeira ligada a uma grande quantia em dinheiro que Raimundo Nonato teria para receber.
O triplo homicídio aconteceu na Estrada do Palheta. As vítimas estavam em uma caminhonete branca quando foram surpreendidas por diversos tiros. Wellington e Raimundo morreram ainda no local.
Gabriele chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Regional Perpétuo Socorro, mas não resistiu aos ferimentos.
As investigações seguem para localizar o suspeito foragido e esclarecer todos os detalhes da execução do crime.
Apresentado ao público na última semana, o mascote foi inspirado no boto-cor-de-rosa, personagem marcante das lendas, da cultura e das tradições amazônicas. A proposta da prefeitura foi justamente aproximar a população da criação da identidade do personagem, permitindo que os próprios moradores escolham o nome oficial.
A campanha rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e mobilizou famílias, crianças e internautas de diferentes bairros da capital, que passaram a enviar sugestões criativas e bem-humoradas.
O prefeito Léo Moraes destacou o envolvimento popular na ação e comemorou a participação da comunidade.
“É muito legal ver as famílias participando, mandando sugestões e entrando na brincadeira. O mascote foi pensado justamente para representar a identidade cultural da nossa cidade e aproximar ainda mais a prefeitura da população. Esse engajamento mostra que as pessoas abraçaram a ideia”.
Segundo a prefeitura, o concurso segue aberto e novas sugestões ainda podem ser encaminhadas pelos canais oficiais do município. Após o encerramento da votação popular, o nome escolhido será anunciado oficialmente pela administração municipal.
Texto: João Paulo Prudêncio
Edição: Secom
Fotos: Arquivo / Secom
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
A docente de 33 anos, recebeu alta médica após apresentar melhora no quadro clínico...
A Secretaria Municipal de Saúde de Rolim de Moura descartou nesta terça-feira (19) o segundo caso suspeito de meningite investigado no município. A paciente, uma professora de 33 anos, recebeu alta médica após apresentar melhora no quadro clínico.
Segundo as autoridades de saúde, a professora leciona na Escola Carlos Drummond de Andrade e teve contato próximo com o adolescente, o que levou à internação para investigação epidemiológica. Ela permaneceu internada no Hospital Regional de Cacoal (Heuro) até receber avaliação médica favorável para alta.
A Semusa informou que os exames realizados descartaram a doença na paciente. O caso vinha sendo monitorado devido à proximidade entre os dois e ao risco de transmissão da meningite bacteriana.
A morte de Eduardo gerou preocupação entre familiares, alunos e moradores do município, mobilizando equipes de saúde e ações de monitoramento preventivo na rede escolar.
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A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, que determinou o cumprimento de dois mandados de busca...
Um perito criminal federal lotado em Vilhena, no sul de Rondônia, foi alvo da 7ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (19), após suspeita de vazamento de informações sigilosas relacionadas ao chamado Caso Master.
A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, que determinou o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão e medidas cautelares, entre elas o afastamento do servidor da função pública.
O investigado é o perito criminal federal João Cláudio Nabas, chefe do Núcleo Técnico Científico da Polícia Federal em Vilhena (NUTEC/DPF/VLA/RO). Segundo a investigação, ele teria repassado informações sigilosas relacionadas à Operação Compliance Zero para a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo.
De acordo com a Polícia Federal, os dados teriam sido obtidos a partir da análise de materiais apreendidos durante uma das fases da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master e ao banqueiro Daniel Vorcaro.
Entre as informações citadas nas apurações estaria um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, pertencente a Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF, Alexandre de Moraes.
Em nota, o Supremo destacou que a investigação não mira jornalistas nem veículos de imprensa.
“As medidas não implicam qualquer direcionamento investigativo contra jornalistas ou veículos de imprensa, permanecendo preservadas a liberdade de atuação jornalística e a garantia constitucional do sigilo da fonte”, informou a Corte.
Ainda conforme o STF, a investigação busca apurar a possível violação de sigilo funcional por parte do agente público.
João Cláudio Nabas atua há cerca de 20 anos na Polícia Federal e, desde 2009, ocupa a chefia do núcleo técnico da corporação em Vilhena. Ele é formado em Engenharia Civil pela UDESC e concluiu em 2023 mestrado em Economia pela Universidade de Brasília (UnB), com pesquisa voltada a fraudes financeiras em fundos de investimento ligados a regimes próprios de previdência social.
“O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou, nesta segunda-feira (18), a deflagração de operação policial destinada a apurar eventual crime de violação de sigilo funcional praticado no âmbito da Operação Compliance Zero.
Em cumprimento à decisão proferida pelo relator, ministro André Mendonça, que acolheu representação formulada pela Polícia Federal, estão sendo cumpridos nesta terça-feira (19) dois mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas da prisão, entre elas a suspensão do exercício da função pública do policial federal supostamente envolvido na prática do crime.
De acordo com a Polícia Federal, o investigado, na condição de perito criminal federal, teria repassado a integrante da imprensa informações sigilosas relacionadas a fatos ocorridos no início das investigações, obtidas a partir da análise de material apreendido durante uma das fases da Operação Compliance Zero.
Ressalta-se que as diligências investigativas autorizadas possuem natureza específica e instrumental, voltada à preservação da investigação, à prevenção de eventual reiteração delitiva e à colheita de elementos probatórios ainda pendentes.
Nesse contexto, as medidas não implicam qualquer direcionamento investigativo contra jornalistas ou veículos de imprensa, permanecendo preservadas a liberdade de atuação jornalística e a garantia constitucional do sigilo da fonte.
A investigação, conforme delimitada desde a decisão que determinou sua instauração, destina-se à apuração da conduta de agente público que, em tese, teria violado o dever funcional de resguardar informações sigilosas.”
Mariana Tanaka Abdul Hak foi atingida enquanto estava na calçada da rua Vinicius de Moraes, em Ipanema; ela foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos
Um vídeo registrou o momento em que Mariana Tanaka Abdul Hak, filha dos diplomatas Ibrahim Abdul Hak Neto e Ana Patrícia Neves Abdul Hak, foi atropelada no sábado (16), no Rio de Janeiro, no mesmo dia em que chegou de viagem da Europa ao Brasil.
A estudante não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte, domingo (17). A vinda ao país ocorreu após a jovem firmar um contrato com uma multinacional de cosméticos no Rio de Janeiro.
O pai da jovem é assessor especial no gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Já Ana Patrícia, mãe da vítima, é cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires.
Imagens obtidas pela CNN Brasil mostram quando a van passa pelo cruzamento, sobe na calçada e atropela a jovem. A mãe de Mariana e um homem também foram atingidos, mas não correm risco de vida.
Veja abaixo:
Entenda o caso
De acordo com informações do boletim de ocorrência, o motorista de uma van utilizada para entregas de compras online atropelou três pessoas após invadir a calçada da rua Vinícius de Moraes.
Em depoimento à polícia, ele afirmou que o volante do veículo travou, impedindo a mudança de faixa e provocando a perda de controle da direção.
No momento do acidente, Mariana estava acompanhada da mãe e de outro homem. A mãe da jovem também ficou ferida, mas recebeu alta após atendimento médico.
Mariana foi socorrida em estado grave e encaminhada ao Hospital Municipal Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos.
A terceira vítima também sofreu ferimentos, porém não há informações atualizadas sobre o estado de saúde dela, nem confirmação se tinha relação com Mariana e a mãe.
Em depoimento, o homem atingido pela van relatou que Mariana estava de costas para a rua no momento do impacto. Ele também afirmou não ter ouvido qualquer barulho de frenagem.
Segundo a Polícia Militar, não foram encontradas marcas de freio no asfalto no local do atropelamento.
O caso foi registrado como lesão corporal culposa e é investigado pela 14ª DP (Leblon). A perícia esteve no local para realizar os levantamentos técnicos.
Em nota, a Polícia Civil informou que o motorista prestou depoimento, colaborou com as investigações e vai responder em liberdade. Ainda de acordo com a corporação, ele não apresentava sinais de alteração.
A CNN Brasil procurou familiares de Mariana e o governo brasileiro. O espaço permanece aberto para manifestações. (CNN)

Porto Velho/RO - A Polícia Federal cumpriu, nesta segunda-feira (18/5), três mandados de prisão relacionados à investigação envolvendo o crime de estupro de vulnerável. Entre os presos estão uma mulher, investigada por suposta conivência com os abusos, além de dois investigados apontados como autores dos crimes.
A ação policial teve início com o cumprimento do mandado de prisão da mulher. Após a ação, foram obtidas informações complementares sobre o paradeiro de um dos investigados, que foi localizado e preso.
Na sequência, diligências adicionais foram realizadas com o objetivo de localizar o terceiro investigado, que tentou fugir, mas foi localizado e preso pelas equipes policiais. Os mandados de prisão foram expedidos pela Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia.
Nomenclatura e alerta
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota preferencialmente as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual de crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.
A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas.
O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.
fonte - PF/RO.
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