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Por meio do app, é possível consultar local de votação... © Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil Para exercer o direito ao voto neste domingo (4...
Por meio do app, é possível consultar local de votação...

Para exercer o direito ao voto neste domingo (4), os eleitores poderão utilizar o e-Título, a versão digital do título de eleitor. O app pode ser utilizado desde que ele contenha a foto do eleitor.
Apesar do uso não ser obrigatório, o aplicativo facilita o acesso às informações mais importantes no dia da votação.
Baixe o e-Título para iOS
Baixe o e-Título para Android
Para comprovar a identidade do eleitor, os mesários deverão conferir documentos oficiais com foto (físicos ou digitais). O e-Título, desde que tenha a foto do eleitor, pode ser utilizado nesta identificação.
Para baixar o e-Título, é necessário acessar a AppStore ou Google Play Store e fazer o download gratuito. É importante verificar se o app aparece como "e-Título - Justiça Eleitoral Brasileira".
Com o aplicativo aberto é preciso preencher os dados: nome completo, data de nascimento, CPF ou Título de Eleitor, e nome dos pais. Após isso, o eleitor deverá responder às perguntas de segurança exibidas na tela e criar uma senha.
Os dados informados devem ser exatamente iguais aos do último atendimento na Justiça Eleitoral. Se houver divergência, o aplicativo não validará o documento. O e-Titulo poderá ainda solicitar o reconhecimento facial, feito por meio da câmera do aparelho celular.
Além de servir como documento de identificação, no aplicativo é possível consultar informações relevantes como o local de votação, além de emitir certidões eleitorais e justificar a ausência às urnas.
Sim. Qualquer documento oficial com foto, físico ou digital, será aceito para identificação.
São aceitos como documento de identificação, além do e-Título, inclusive em formato digital:
Cerca de 30 mil pessoas participaram de um dos momentos mais tradicionais das comemorações pelos 112 anos...
O primeiro pedaço de bolo trouxe junto o sorriso de quem esperou desde cedo para cantar parabéns para Porto Velho. A artesã Dulce Moreira, moradora do bairro Nossa Senhora das Graças, chegou ao Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré às 14h30 e foi uma das primeiras a experimentar o bolo preparado para os 112 anos da capital.

“Estou muito feliz de estar aqui participando dessa festa. Só tenho a agradecer a todos que prepararam esse momento para a nossa cidade. E posso dizer que o bolo está uma delícia”, contou Dulce, depois de provar o primeiro pedaço.
Mas teve gente que chegou ainda mais cedo. Neuri Aparecida, de 56 anos, moradora do bairro Socialista, estava no local desde as 10h. A espera, segundo ela, valeu a pena.
“Cheguei cedo porque queria participar de tudo e garantir meu lugar nessa comemoração. É muito bonito ver tanta gente reunida para festejar Porto Velho. A gente encontra pessoas, conversa, se diverte e ainda canta parabéns para a nossa cidade”.
Nesta sexta-feira (2), o Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré se transformou em um grande ponto de encontro. Cerca de 30 mil pessoas participaram do tradicional corte do bolo, reunindo diferentes gerações em uma das atividades mais aguardadas da programação de aniversário.

E o tamanho acompanhou a idade da aniversariante. Foram 112 metros de bolo, um para cada ano de Porto Velho, e mais de duas toneladas preparadas para serem compartilhadas com o público.
Entre tantas histórias estava a de Maria Édson. Aos 90 anos, a moradora do bairro Nova Porto Velho nasceu em São Paulo, mas encontrou na capital rondoniense um lugar para chamar de seu.
“Eu nasci em São Paulo, mas Porto Velho conquistou meu coração. É uma cidade que eu amo e onde construí parte da minha vida. Aos 90 anos, poder estar aqui comemorando mais um aniversário da cidade é uma alegria muito grande”.
A festa também ultrapassou os limites da capital. Deivid de Souza, de apenas 11 anos, saiu de Candeias do Jamari para acompanhar a comemoração.

“Eu vim para participar do aniversário de Porto Velho e achei muito legal. Tem muita gente, muita coisa acontecendo e eu estava esperando para experimentar o bolo. Foi um dia muito divertido”, disse Deivid.
A distribuição das porções aconteceu de forma organizada, com equipes orientando o público durante o atendimento.
O presidente da Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur), Bruno Holanda, acompanhou a mobilização.
“Foi um trabalho preparado para receber milhares de pessoas com organização. Quando vemos crianças, adultos e idosos juntos cantando parabéns para Porto Velho, percebemos que esse é muito mais do que o momento de cortar um bolo. É um encontro da população com a própria cidade”.

Para o prefeito Léo Moraes, dividir o bolo com milhares de pessoas também simbolizou a proposta de realizar uma comemoração aberta às famílias.
“São 112 anos de histórias construídas por quem nasceu aqui e também por quem escolheu Porto Velho para viver. Hoje tivemos diferentes gerações reunidas para cantar parabéns e dividir esse momento. É emocionante celebrar a nossa cidade junto com a nossa gente”.
E depois de tanta expectativa, o segredo da receita finalmente foi revelado. O bolo dos 112 anos foi preparado com pão de ló, recheio de doce de leite e castanha, além do toque regional do cumaru, ingrediente amazônico escolhido para dar identidade e sabor à comemoração.
Todo o bolo servido à população foi custeado pelo Supermercado IG, parceiro da iniciativa e produzido pelo Sistema Fecomércio Rondônia, Sesc, Senac e Sindipan.
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Texto: Jhon Silva
Fotos: Hellon Luiz
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Mais de 158 milhões de brasileiros poderão votar neste domingo (4) no primeiro turno das Eleições Gerais. Para tanto, é comparecer a uma das 499 mil seções eleitorais e apresentar um documento oficial com foto.
São aceitos como documento de identificação, inclusive em formato digital:
Os documentos oficiais com foto podem ser utilizados mesmo que estejam vencidos, desde que permitam a identificação do eleitor.
As certidões de nascimento ou de casamento não valem como prova de identidade na hora de votar.
Sim. Documentos oficiais com foto, físicos ou digitais, serão aceito para identificação.
No entanto, para votar apresentando somente o e-Título, disponível nas plataformas iOS ou Android, é preciso que o aplicativo contenha a foto do eleitor.
FONTE - AGENCIA BRASIL.
Declaração ocorre em meio a tensões entre Brasil e EUA
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (1º) que acompanha "muito de perto" as eleições brasileiras, que ocorrerão daqui a três dias, em 1º turno. A declaração foi dada em resposta à pergunta de uma jornalista, na saída da Casa Branca, antes do presidente norte-americano embarcar em uma aeronave para o Texas.
"Estou acompanhando [as eleições] muito de perto. O Brasil é um país muito importante. É um grande país. As pessoas no Brasil são fantásticas. É uma eleição muito importante", disse Trump, sem citar nomes ou declaração de apoio a nenhum concorrente, como já fez recentemente em outras eleições presidenciais, como a da Colômbia. A fala do líder estadunidense ocorre em meio a tensões recentes entre os governos brasileiro e norte-americano e a preocupações no Brasil sobre possível interferência estrangeira no processo eleitoral.
Em setembro, relatório da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) apontou risco de influência ou interferência dos Estados Unidos nas eleições de 2026. No documento, a inteligência brasileira classifica a possibilidade de interferência externa com um "nível de criticidade" e contextualiza o problema dizendo que "a reafirmação da hegemonia dos EUA na América Latina” é prioridade do segundo governo do presidente norte-americano Donald Trump. Segundo a Abin, o objetivo seria afastar ‘rivais dos EUA’, como a China, de ativos estratégicos, riquezas naturais e infraestruturas na região.
A avaliação da Abin indica ainda que houve intensificação das ações dos Estados Unidos em relação ao Brasil ao longo dos últimos meses. Além da ingerência nas eleições, o Brasil vem sendo alvo de medidas econômicas e políticas prejudiciais aos interesses nacionais.
Em julho, o governo brasileiro negou visto a dois funcionários do Departamento de Estado dos EUA que pretendiam conversar com autoridades eleitorais brasileira sobre liberdade de expressão relacionada às eleições. A visita ocorreria depois de eventos envolvendo políticos que questionaram as urnas eletrônicas.
Especialistas ouvidos pela Agência Brasil avaliaram riscos associados a possíveis ações cibernéticas e à atuação de grandes plataformas digitais. (Agência Brasil)
Para ele, direito ao voto deve ser exercido "em ambiente de paz"
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu nesta quinta-feira (1°) o respeito ao voto dos eleitores e a paz nas eleições do próximo domingo (4).
Em nota à imprensa, Fachin reafirmou compromisso com a democracia e a liberdade de escolha dos eleitores "em ambiente de paz".
"O voto é a expressão máxima da cidadania e a garantia de que a vontade popular define o futuro do Brasil", afirmou.
O presidente também defendeu o trabalho da Justiça Eleitoral e disse que a democracia deve ser fortalecida por todos.
"Convocamos os mais de 158 milhões de eleitoras e eleitores a exercer o direito ao voto com serenidade, consciência e confiança nas instituições", completou.
Interferência
Mais cedo, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar a suposta atuação do governo dos Estados Unidos para interferir nas eleições brasileiras e deslegitimar o STF.
De acordo com reportagem publicada pelo jornal britânico The Guardian nesta quarta-feira (30), o governo dos EUA destinou US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,1 milhões) para promover campanha contra o Supremo. (Agência Brasil)
Conteúdo exclusivo: Diretrizes não proíbem os procedimentos, mas estabelecem quais agentes possuem permissão para participar e como elas devem ser conduzidas
Os Agentes do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA) só terão permissão para realizar abordagens veiculares se tiverem concluído cursos de treinamento específicos e deverão garantir que os veículos utilizados nessas operações estejam equipados com luzes e sirenes, de acordo com novas diretrizes internas analisadas pela CNN.
O memorando, que segundo um alto funcionário do ICE altera orientações anteriores, surge na sequência de várias abordagens veiculares controversas que resultaram em disparos — fatais e não fatais — e em meio a tensões internas no governo do presidente Donald Trump sobre como proceder com essas abordagens, consideradas pelo governo uma ferramenta fundamental à medida que intensifica as prisões relacionadas à imigração.
Segundo as diretrizes, datadas de 30 de setembro, apenas agentes da divisão de Operações de Fiscalização e Remoção (Enforcement and Removal Operations) que tenham "concluído com êxito" um dos seis cursos de treinamento da agência podem realizar "abordagens veiculares tradicionais e abordagens de veículos solicitadas posteriormente — comumente conhecidas como abordagens de alto risco ou relacionadas a crimes graves".
Aqueles que não tiverem concluído um desses cursos só poderão participar em funções de apoio.
As diretrizes estabelecem que todos os agentes presentes no local "devem portar e manter ativada uma câmera corporal fornecida pela agência". Também determinam que, "em nenhuma circunstância", os agentes estão autorizados a iniciar perseguições veiculares caso os motoristas não parem o veículo; em vez disso, devem anotar informações para investigações posteriores.
Um porta-voz do ICE negou, em comunicado, que as diretrizes fossem novas, afirmando: "Ocasionalmente, a liderança do ICE emite lembretes de diretrizes aos agentes da lei". O porta-voz sustentou que as abordagens veiculares continuarão e que o memorando "não altera a forma como o ICE realiza essas abordagens".
No início do verão, Trump ficou furioso com a suspensão da maioria das abordagens veiculares realizadas pelo ICE após tiroteios fatais no Texas e no Maine.
A decisão de suspender essas abordagens — que Trump acabou revertendo — gerou reação imediata de sua base política, que via a medida como um sinal de que o governo estava sendo leniente em sua política rigorosa de controle de imigração. As novas diretrizes não proíbem abordagens de veículos, mas estabelecem quem tem permissão para participar — e em que função — e como realizá-las.
As orientações também abordam, por exemplo, abordagens que envolvem o bloqueio físico de um veículo (conhecido como *pinning*) e o uso de dispositivos para esvaziar pneus. O documento define esse bloqueio como o uso de uma viatura ou barreira física para encurralar ou parar um automóvel.
Os agentes têm permissão para realizar esse bloqueio "para a segurança do veículo suspeito e de seus ocupantes, dos agentes do ICE envolvidos na abordagem e dos demais motoristas na via".
Ao longo do segundo mandato de Trump, as abordagens de veículos estiveram no centro de várias interações entre agentes federais e imigrantes que eles tentavam deter, bem como cidadãos americanos. Diversas colisões envolvendo suspeitos em fuga ou manifestantes acusados de jogar seus veículos contra agentes federais foram registradas em vídeo.
No início deste ano, uma cidadã americana, Renee Good, foi morta a tiros por um agente do ICE em Minneapolis enquanto dirigia seu carro e protestava contra agentes da agência.
O DHS (Departamento de Segurança Interna) afirmou inicialmente que Good tentou usar seu veículo como arma contra o agente, mas vídeos e relatos de testemunhas colocaram em dúvida a versão do DHS sobre os fatos. A família de Good entrou com duas ações cíveis relacionadas à sua morte nesta quinta-feira (1°).
Em julho, dois imigrantes — Lorenzo Salgado Araujo, em Houston, e Joan Sebastian Durán Guerrero, em Biddeford, Maine — foram mortos a tiros por agentes do ICE em incidentes separados, com cerca de uma semana de intervalo entre eles. Esses tiroteios e suas repercussões levaram o DHS a instruir os agentes do ICE a suspender temporariamente a maioria das abordagens de veículos e a coordenar ações mais estreitas com agências locais ao cumprir um mandado criminal contra alguém que esteja dentro de um veículo.
Além disso, no mês passado, um agente do ICE baleou e feriu um homem da Venezuela que trabalhava como entregador do DoorDash em Austin, Texas. (CNN)
O registro mostra o momento em que duas mulheres protagonizam uma briga no corredor de um transporte público
Um flagrante de traição voltou a viralizar nas redes sociais nesta quinta-feira (1º). A gravação feita em 2021 mostra o momento em que duas mulheres protagonizam uma briga no corredor de um transporte público na avenida Suburbana, em Salvador.
Nas imagens, as envolvidas aparecem trocando agressões físicas e puxões de cabelo. Ao menos três homens, incluindo o companheiro de uma das mulheres, atuam na tentativa de separá-las durante o tumulto.
Segundo informações apuradas à época, a confusão teve início após a esposa descobrir a presença do marido acompanhado de uma suposta amante a bordo do transporte público. A mulher teria seguido o veículo e subido no coletivo para confrontar o casal.
A briga gerou correria e assustou as pessoas que viajavam no ônibus. O caso foi encerrado após a intervenção das autoridades e o encaminhamento dos envolvidos para o registro da ocorrência em uma delegacia da capital baiana.
Premiação realizada pelo Sebrae em Rondônia reconheceu reportagens que destacam o empreendedorismo, a inovação e o desenvolvimento dos pequenos negócios no estado...
Esquadrão antibomba chegou a ser acionado
Um homem foi preso no início da noite desta quinta-feira (1) ao tentar invadir o edifício-sede do Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com informações das equipes de segurança da Corte, o homem tentou pular a grade de segurança e jogou uma mochila no telhado de uma parada de ônibus.
"Como ele arremessou uma mochila sobre o ponto de ônibus, tornou-se necessário acionar a Operação Petardo, com a adoção dos procedimentos previstos para averiguação de possível artefato explosivo", informou o STF.
Neste momento, a Polícia Militar do Distrito Federal realiza uma operação com equipes do esquadrão antibomba. Mais tarde, a PM descartou bomba na mochila e encerrou a operação.
"O perímetro foi isolado e permanece sob controle das equipes, aguardando a chegada do Esquadrão Antibombas para avaliação e procedimentos de segurança", informou a PMDF.
A Esplanada dos Ministérios foi fechada e a área do STF foi isolada para o trabalho de varredura.
No momento da tentativa de invasão, o presidente do STF, Edson Fachin, já tinha deixado o prédio. No sede, fica a presidência, o plenário, a diretoria-geral e área de imprensa do STF. (Agência Brasil)
No governo do petista, magistrada do TSE foi secretária do Ministério da Justiça e assessora especial da Presidência da República
A ministra Estela Aranha, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) entrou no centro do debate público ao proibir a TV Globo de exibir o púlpito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vazio no debate nesta quinta-feira (1º). Indicada por Lula para a Corte eleitoral no ano passado, a magistrada atuou no governo do petista.
Estela foi nomeada ministra do TSE em 1º de agosto de 2025 para um mandato de dois anos. No governo Lula, a ministra foi secretária de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública sob a gestão de Flávio Dino. Na secretaria, ela ganhou destaque pela atuação combativa em relação às big techs.
Mais tarde, foi nomeada assessora especial da Presidência da República, dentro da assessoria internacional do órgão, chefiada pelo ex-chanceler Celso Amorim.
A magistrada também foi assessora no gabinete da Presidência do TSE em 2025, quando era chefiado pela ministra Cármen Lúcia. Estela também foi integrante do Conselho Consultivo de Alto Nível da ONU sobre Inteligência Artificial e foi presidente das comissões de Proteção de Dados do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) no Rio de Janeiro.
Graduada em Direito pela Universidade de São Paulo em 1999, Estela fez mestrado em Direito Constitucional no IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa). A ministra é conselheira da OAB-RJ e foi presidente da Comissão de Proteção de Dados e Privacidade da OAB-RJ e coordenadora do Núcleo de Proteção de Dados e Privacidade do IBCCRIM (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais).
Além disso, também foi coordenadora do Núcleo de Estudos Avançados da IBCCrim e atuou como professora convidada em cursos na ESA/RJ, EMERJ, FGV, Mackenzie, EPD e na Pós Graduação de Direito Digital do IDP. A principal área de atuação está ligada ao direito digital e à inteligência artificial.
Proibição de púlpito
Ao proibir que a TV Globo colocasse uma cadeira vazia no lugar reservado para o presidente e candidato a reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate presidencial desta quinta, a ministra alegou que a imagem da cadeira de Lula vazia geraria efeitos "que transcendem a simples informação ao eleitorado acerca do não comparecimento", havendo "perigo de dano" a poucos dias do primeiro turno das eleições.
Pela decisão, concedida em caráter de urgência, haveria aplicação de multa em caso de descumprimento. (CNN)
Vítima ainda sofre com ferimentos e sequelas após ouvir da companheira que “se não ficasse com ela, não ficaria com mais ninguém”
Uma mulher, identificada como Érika Araújo Silva, foi condenada a 18 anos e quatro meses de prisão por tentar matar a companheira durante uma discussão pelo fim do relacionamento, em Ceilândia (DF). O ataque ocorreu em maio de 2025 e deixou a vítima com graves lesões. A ré também foi condenada por ameaça e recebeu mais cinco meses e 22 dias de detenção. O julgamento ocorreu nessa terça-feira (29/9).
Na sequência, a vítima foi atacada e sofreu graves lesões. Ela recebeu socorro e foi encaminhada ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC).
Os jurados reconheceram que o ataque foi motivado pela condição do sexo feminino da vítima e ocorreu de forma inesperada, o que dificultou a defesa dela. Érika foi condenada por tentativa de feminicídio qualificado.
Agressões anteriores
Durante o julgamento, também foram considerados relatos e documentos que apontavam agressões anteriores contra a vítima. Na sentença, o juiz afirmou que o histórico revelava um comportamento agressivo habitual por parte de Érika.
O crime foi cometido ainda na presença de uma criança, circunstância considerada no cálculo da pena.
As consequências do ataque também foram levadas em conta. Mais de um ano depois, na data do julgamento, a vítima ainda tinha uma fratura na bacia e permanecia em tratamento ortodôntico.
A mulher deverá iniciar o cumprimento da pena em regime fechado e não poderá recorrer em liberdade. (Metrópoles)
Lito Sousa morreu aos 59 anos dois meses após ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob
O perfil de Lito Sousa no Instagram compartilhou uma nota oficial sobre a morte do influenciador. Ele morreu aos 59 anos, menos de dois meses após ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob.
“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Lito Sousa. Lito dedicou grande parte de sua vida à aviação e à missão de compartilhar conhecimento. Com seu jeito único de ensinar, sua curiosidade e sua paixão, aproximou milhões de pessoas desse universo e inspirou muitos a seguirem seus próprios sonhos”, diz um trecho.
“Mais do que um grande profissional e comunicador, deixa um legado de generosidade, amizade e impacto positivo na vida de todos que tiveram o privilégio de conviver e aprender ao seu lado”, completa a nota.
O texto também agradece o apoio do público e informa que em breve serão divulgados detalhes sobre o velório do influenciador: “Agradecemos por todas as mensagens, orações e demonstrações de carinho recebidas durante este período. Em breve, divulgaremos as informações sobre o velório e a despedida”.
“Deixamos aqui nossos mais sinceros agradecimentos. E, neste momento, pedimos respeito e privacidade à família e às pessoas próximas. Seu legado continuará voando. E até um próximo voo”, finaliza.
Morte de Lito Sousa
O influenciador, youtuber e empresário Lito Sousa morreu nesta quinta-feira (1º/10), aos 59 anos, menos de dois meses após ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob. A informação foi divulgada pela família de Lito nas redes sociais.
“O grande comandante decidiu levá-lo para perto dele, para perto dos seus pais e do seu irmão Geraldo”, disse a esposa do influencer, Mila Seidl, em um vídeo. “Eu não sei explicar a sua partida. Talvez ninguém saiba. Mas olhando pra vida que você viveu, eu sei que você cumpriu a sua missão”, acrescentou Mila.
A Creutzfeldt-Jakob é uma condição neurológica considerada rara, degenerativa, progressiva e fatal, causada pelo acúmulo de uma proteína anormal no cérebro chamada príon.
Lito Sousa chegou a receber o medicamento experimental contra a doença, que chegou ao Brasil em 11 de setembro, após o influenciador receber uma autorização excepcional da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ter acesso à substância ALN-6457. Ele foi a primeira pessoa a usar o medicamento, testado anteriormente somente em animais.
Antes do diagnóstico de Creutzfeldt-Jakob Lito, já lutava contra um câncer de próstata em estágio inicial, descoberto no início deste ano.
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