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Petrobras anuncia aumento de R$ 0,38 no diesel a partir deste sábado (14)

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (13/3) um aumento de R$ 0,38 no preço do litro do diesel, a partir deste sábado (14/3), para as distribuidoras.



Conforme a Petrobras, o preço médio do diesel A praticado pela companhia para as distribuidoras passará a ser R$ 3,65 por litro. Já a participação da estatal no preço do diesel B comercializado nos postos será, em média, de R$ 3,10.

O anúncio de aumento pela companhia veio um dia após o governo federal divulgar duas medidas para reduzir o preço do diesel em R$ 0,64 para as refinarias. Uma das iniciativas foi a de zerar os tributos federais PIS e Cofins sobre o combustível derivado do petróleo.

A outra ação do governo do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para conter os preços do diesel foi a disposição em pagar uma subvenção aos produtores, no valor de R$ 0,32 por litro.

A Petrobras ressalva, no comunicado que anunciou o aumento do diesel, que o último ajuste de preços para as distribuidoras foi uma redução ocorrida em 6 maio de 2025, ou seja, há 311 dias. O último aumento, argumenta a companhia, foi em 1º de fevereiro de 2025.


“Mesmo após essa atualização, no acumulado desde dezembro de 2022, os preços de diesel A vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período”, diz a estatal.

Antes do anúncio do aumento no preço do diesel, postos de combustíveis no Brasil já recebiam o produto com acréscimo de até R$ 0,80 por litro das distribuidoras. Informação foi publicada pelo Metrópoles na última segunda-feira (9/3).

Em compasso de espera

No último dia 6, durante entrevista coletiva que apresentou balanço de resultados da estatal, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, defendeu cautela sobre o preço dos combustíveis derivados do petróleo – diesel e gasolina.

“(A gente vai seguir) observando atentamente. Toda vez que esse mercado fica nervoso, como está agora, nós analisamos isso diariamente. Quando ele está calmo, uma semana, 15 dias. Neste momento, a gente está olhando para isso todos os dias e vamos ver em que ponto vamos atuar ou se essa coisa se reverte”, disse Chambriard.

A Petrobras já estava pressionada pelo aumento nos preços do petróleo no mercado internacional. Após o início do conflito centrado entre Irã, Estados Unidos e Israel, o barril do petróleo tipo brent, que é referência internacional, flutuava próximo dos US$ 70 e chegou a bater a casa dos US$ 120.

No início da tarde desta sexta, o barril do petróleo era cotado a US$ 101,72 no mercado internacional, considerando alta de 1,25%.

De acordo com dados da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a defasagem média dos preços nos polos da Petrobras é de 72% para o diesel e de 43% para a gasolina.

FONTE - METRÓPOLES


Governo zera PIS e Cofins do diesel para evitar alta do combustível

O governo federal decidiu zerar o PIS e Cofins do preço do diesel para conter a alta do combustível. A medida tem como objetivo reduzir o impacto da oscilação do preço internacional do petróleo sobre o diesel no Brasil.


Participaram do anúncio os ministros Rui Costa (Casa Civil), Wellington César Lima e Silva (MJSP), Fernando Haddad (Fazenda) e Alexandre Silveira (MME).

O preço do barril de petróleo voltou a superar US$ 100 em reflexo aos ataques que atingiram navios petroleiros próximo ao Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% da produção mundial. Desde o início do conflito no Irã, a commodity acumula alta e chegou perto de US$ 120 por barril no começo da semana.

O Brasil é exportador de petróleo bruto e importa parte dos derivados consumidos internamente, sobretudo o diesel. No entanto, a participação de países do Golfo Pérsico como fornecedores das importações brasileiras de derivados de petróleo é relativamente pequena.


fonte - Vitória Queiroz, Duda Cambraia, da CNN Brasil, Brasília

Irã diz ao mundo para se preparar para petróleo a US$ 200 o barril

Forças iranianas atingiram navios mercantes nessa quarta-feira...

Stena Impero, embarcação de bandeira britânica de propriedade da Stena Bulk, é visto no porto de Bandar Abbas, no estreito de Ormuz.
© Agência de Notícias Tasnim / via Reuters / Direitos reservados

O Irã disse que o mundo deve estar pronto para o petróleo a US$ 200 por barril, enquanto suas forças atingiam navios mercantes nessa quarta-feira (11) e a Agência Internacional de Energia (AIE) recomendava a liberação maciça de reservas estratégicas para reduzir um dos piores choques do petróleo desde a década de 1970.

A guerra desencadeada por ataques aéreos conjuntos dos EUA e de Israel há quase duas semanas já matou cerca de 2 mil pessoas, a maioria iranianos e libaneses, à medida que se espalhou pelo Líbano e lançou o caos nos mercados globais de energia e transporte.

Apesar do que o Pentágono descreveu como ataques aéreos mais intensos desde o início da guerra, o Irã também disparou contra Israel e alvos em todo o Oriente Médio nessa quarta-feira, demonstrando que ainda pode revidar.

Ontem, três embarcações teriam sido atingidas nas águas do Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária do Irã disse que suas forças haviam disparado contra navios que tinham desobedecido às suas ordens.

Embora o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, tenha dito que a operação "continuará sem limite de tempo, até que sejam atingidos todos os objetivos e seu país a campanha", Trump sugeriu que a guerra não duraria muito mais tempo.

Ele disse ao site de notícias Axios, por telefone, que não havia "praticamente mais nada" para atingir no Irã.

"Quando eu quiser que ela termine, ela terminará", afirmou.

A ABC News informou que o FBI havia alertado sobre a possibilidade de drones iranianos atacarem a costa oeste dos EUA, embora Trump tenha dito que não estava preocupado com a possibilidade de o Irã lançar ataques em solo norte-americano.

Mais tarde, Trump disse aos repórteres que as forças dos EUA haviam destruído 28 navios iranianos que lançam minas e que os preços do petróleo cairiam.

O Departamento de Estado dos EUA também alertou que o Irã e as milícias alinhadas podem estar planejando atacar a infraestrutura de petróleo e energia de propriedade dos EUA no Iraque e alertou que as milícias já haviam atacado hotéis frequentados por norte-americanos em todo o Iraque, inclusive na região do Curdistão iraquiano.

Autoridades norte-americanas e israelenses afirmaram que seu objetivo é acabar com a capacidade do Irã de projetar força além de suas fronteiras e destruir seu programa nuclear.

Os preços do petróleo, que subiram no início da semana para quase US$ 120 por barril antes de voltarem para cerca de US$ 90, subiam quase 5% nessa quarta-feira em meio a novos temores sobre a interrupção do fornecimento, enquanto os principais índices de ações de Wall Street caíam.

Anteriormente, os mercados acionários haviam se recuperado com os investidores apostando que Trump encontraria uma saída rápida.

Mas outros sinais apontaram para a continuação dos combates, que viram portos e cidades nos Estados do Golfo, bem como alvos em Israel, serem atingidos por drones e mísseis do Irã, aumentando a urgência dos apelos da Turquia e da Europa para pôr fim aos combates.

Um oficial militar israelense disse que os militares ainda tinham uma extensa lista de alvos a serem atingidos no Irã, incluindo mísseis balísticos e locais relacionados à energia nuclear.

Alvos legítimos

Até o momento, não há sinais de que os navios possam navegar com segurança pelo Estreito de Ormuz, o canal agora bloqueado ao longo da costa iraniana que serve de passagem para cerca de um quinto do petróleo do mundo.

Trump disse que os navios "deveriam" transitar pelo Estreito, mas fontes afirmaram que o Irã havia implantado cerca de uma dúzia de minas no canal, complicando ainda mais o bloqueio.

Os militares norte-americanos disseram aos iranianos para ficarem longe dos portos com instalações da Marinha iraniana, o que gerou um alerta dos militares do Irã de que, se os portos fossem ameaçados, os centros econômicos e comerciais da região seriam "alvos legítimos".

Com os preços nas bombas de combustíveis já subindo em alguns países e com o Partido Republicano de Trump em péssima posição nas pesquisas antes das eleições de meio de mandato em novembro, os preços do petróleo se tornaram um elemento cada vez mais urgente nos cálculos por trás da guerra.

A Agência Internacional de Energia, formada pelas principais nações consumidoras de petróleo, recomendou a liberação de 400 milhões de barris das reservas estratégicas globais para estabilizar os preços, a maior intervenção desse tipo na história, que foi rapidamente endossada por Washington.

O secretário do Interior dos EUA, Doug Burgum, informou à CNBC que as empresas petrolíferas norte-americanas anunciarão em breve o aumento da produção em resposta aos "sinais de preço".

Mas a taxa na qual os países podem liberar as reservas estratégicas varia e a quantidade liberada representaria apenas uma fração do fornecimento pelo Estreito de Ormuz.

As autoridades iranianas deixaram claro que pretendiam impor um choque econômico prolongado.

"Preparem-se para que o petróleo chegue a US$200 o barril, porque o preço do petróleo depende da segurança regional, que foi desestabilizada por vocês", disse Ebrahim Zolfaqari, porta-voz do comando militar do Irã, em comentários dirigidos a Washington.

Depois que os escritórios de um banco em Teerã foram atingidos durante a noite, Zolfaqari disse que o Irã responderia com ataques a bancos que fazem negócios com os EUA ou Israel. As pessoas em todo o Oriente Médio devem ficar a mil metros dos bancos, acrescentou.

No mar, um navio graneleiro de bandeira tailandesa foi incendiado, forçando a retirada da tripulação, com três pessoas dadas como desaparecidas e supostamente presas na sala de máquinas.

Mais dois navios, um porta-contêineres de bandeira japonesa e um graneleiro de bandeira das Ilhas Marshall, também sofreram danos causados por projéteis, elevando para 14 o número de navios mercantes que foram atingidos desde o início da guerra.

Funerais

No Irã, grandes multidões foram às ruas para os funerais dos principais comandantes mortos em ataques aéreos. Eles carregaram caixões, bandeiras e retratos do líder supremo morto, o aiatolá Ali Khamenei, e de seu filho e sucessor, Mojtaba.

Uma autoridade iraniana disse à Reuters que Mojtaba Khamenei havia sido ferido levemente no início da guerra, quando os ataques aéreos mataram seu pai, sua mãe, sua esposa e um filho. Ele não apareceu em público ou emitiu qualquer mensagem direta desde o início da guerra.

Em Teerã, os moradores estão se acostumando aos ataques aéreos noturnos que levaram centenas de milhares de pessoas a fugir para o campo e contaminaram a cidade com a chuva negra da fumaça do petróleo.

"Houve bombardeios ontem à noite, mas não fiquei assustado como antes. A vida continua", disse Farshid, 52 anos, à Reuters por telefone.

"Sem limite de tempo", diz Israel

Apesar dos apelos de Trump para que os iranianos se levantem, as esperanças dos EUA e de Israel de que o sistema de governo clerical do Irã seja derrubado por protestos populares não se confirmaram.

O chefe de polícia do Irã, Ahmadreza Radan, alertou ontem que qualquer pessoa que saia às ruas será tratada "como inimigo, não como manifestante. Todas as nossas forças de segurança estão com os dedos no gatilho".

Uma autoridade israelense de alto escalão disse à Reuters que os líderes israelenses agora aceitam, em particular, que o sistema governamental do país pode sobreviver à guerra. Outras autoridades israelenses disseram que não há sinal de que Washington esteja perto de encerrar a campanha.

Mesmo assim, Abdullah Mohtadi, chefe do Partido Komala do Curdistão Iraniano, parte de uma coalizão de seis partidos curdos iranianos, disse à Reuters que os partidos são altamente organizados dentro do Irã e que "dezenas de milhares de jovens estão prontos para pegar em armas" contra o governo iraniano se receberem apoio dos EUA.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse afirmou que a operação "continuará sem limite de tempo, pelo tempo que for necessário, até atingirmos todos os objetivos e vencermos a campanha".

fonte - agencia brasil.

Governo de RO reduz ICMS do gado para fortalecer cadeia da carne e ampliar competitividade do setor

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), instituiu novos benefícios tributários voltados à atividade pecuária. As medidas têm como objetivo fortalecer o setor produtivo, incentivar a economia e aumentar a competitividade da pecuária rondoniense no mercado nacional e internacional.

O Decreto nº 31.305, de 2 de março de 2026, acrescenta dispositivo ao Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (RICMS/RO), estabelecendo redução da base de cálculo do ICMS nas operações de saída interestadual de gado bovino para abate.

A medida, fundamentada no Convênio ICMS nº 177/2025, prevê redução de 66,67% do imposto incidente nas operações realizadas por produtor rural pessoa física com destino aos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Com isso, a carga tributária efetiva passa a ser equivalente à aplicação de 4% sobre o valor da operação.

FORTALECIMENTO DA CADEIA PRODUTIVA

A iniciativa busca tornar a pecuária rondoniense mais competitiva no mercado nacional, além de estimular a comercialização do rebanho bovino e fortalecer toda a cadeia produtiva da carne no estado.

Para usufruir do benefício fiscal, o contribuinte deverá recolher, no início da operação de saída do produto beneficiado, 1% do valor do benefício fiscal ao Fundo Estadual de Defesa Sanitária Animal (FESA-RO), por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais (DARE), que deverá acompanhar a nota fiscal durante o trânsito da mercadoria.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou que a medida representa um avanço estratégico para o setor agropecuário do estado. “Estamos adotando políticas fiscais responsáveis e inteligentes, que fortalecem a produção local, geram emprego, renda e garantem mais competitividade à carne produzida em Rondônia, sempre com foco no desenvolvimento sustentável do nosso estado”, afirmou.

BENEFÍCIO COM PRAZO DETERMINADO

O decreto também estabelece critérios para a vigência do benefício. A aplicação cessará no último dia do mês subsequente àquele em que o total de saídas beneficiadas ultrapassar 500 mil cabeças de gado bovino ou em 30 de junho de 2026, o que ocorrer primeiro.

O secretário de Estado de Finanças, Luís Fernando Pereira da Silva, ressaltou que a proposta foi construída com base em análise técnica e alinhamento com as diretrizes do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). “Esse trabalho contou com a atuação da Sefin na construção da proposta em conformidade com o Convênio do Confaz, garantindo segurança jurídica e criando condições para fortalecer a atividade pecuária e o desenvolvimento econômico de Rondônia”, destacou.

FONTE - SECOM RO

Senado aprova reajuste e reestruturação de cargos com impacto de R$ 5,3 bi

Proposta de autoria do Executivo que contempla servidores do governo federal foi aprovada em votação simbólica, em que não há contabilização individual dos votos

O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (10), um projeto de lei que dá reajustes para servidores do Executivo e reestrutura carreiras do governo federal. O impacto orçamentário previsto, segundo o próprio Ministério da Gestão e Inovação, é de até R$ 5,3 bilhões para este ano.



Foram quatro projetos de lei apensados em um, todos de autoria do Executivo, que agora seguem para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os textos haviam sido aprovados na Câmara no início de fevereiro, logo no começo das atividades legislativas, após acordo entre Casa e o governo para acelerar a aprovação.


A proposta foi aprovada em votação simbólica, em que não há contabilização individual dos votos.


O reajuste é concedido em um momento em que se discute o fim dos penduricalhos, tema alvo de discussão em grupo de trabalho que reúne governo, Congresso e STF. Para o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), relator do texto no Senado, essa proposta não tem relação com os supersalários.


“Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Nós estamos fazendo a maior reestruturação de carreira da história do serviço público brasileiro. Sem conceder um aumento. É a melhor e maior reestruturação de carreira da história do serviço público, que ficou congelado durante anos. Isso não tem nada a ver com penduricalhos. É valorização do servidor público”, disse após a votação.


A proposta institui ainda o Reconhecimento de Saberes e Competências para técnicos-administrativos da educação, mecanismo que permite elevar o incentivo à qualificação com base na experiência profissional acumulada ao longo da carreira.


Outra mudança relevante é a criação da Carreira de Analista Técnico do Poder Executivo Federal, destinada a profissionais de nível superior que atuarão em atividades técnico-administrativas especializadas em órgãos e entidades da administração pública federal.


A carreira terá exercício descentralizado, com servidores podendo atuar em diferentes áreas do governo conforme a demanda.


O texto também promove mudanças na estrutura de carreiras na área da cultura, reorganiza cargos no Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e cria a GTATA (Gratificação Temporária de Execução e Apoio a Atividades Técnicas e Administrativas) para servidores que atuem em funções específicas da administração federal.


De acordo com o MGI, todo o impacto orçamentário da aprovação do projeto está previsto na LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2026, “mas não necessariamente serão executados integralmente no ano porque eles dependem da implantação dos Institutos Federais de Educação e da própria realização ou finalização dos concursos para os cargos que estão sendo criados”.


“Ao estruturar essas mudanças de forma integrada, o projeto amplia os instrumentos de modernização da gestão de pessoas na Administração Pública Federal, busca reduzir distorções remuneratórias entre carreiras e cria condições mais equilibradas para atrair e reter profissionais qualificados no serviço público”, completou o ministério. (CNN)

Preço do combustível sobe em Porto Velho e gasolina já chega a R$ 7,39 nos postos

Motoristas de Porto Velho começaram a semana enfrentando mais um aumento no preço dos combustíveis. Em diversos postos da capital, a gasolina comum que recentemente era encontrada na faixa de R$ 7,09 passou a ser vendida por até R$ 7,39, situação que tem gerado preocupação entre consumidores e trabalhadores que dependem diariamente do veículo.

O reajuste tem sido sentido principalmente por quem precisa abastecer com frequência, como motoristas de aplicativo, taxistas e trabalhadores que utilizam motocicletas para deslocamento. Muitos relatam que a alta impacta diretamente no orçamento mensal e também nos custos de serviços e entregas na cidade.

Nos postos da capital, o novo valor já aparece nos painéis de preços e chama a atenção de quem passa pelas avenidas mais movimentadas. Embora a diferença de centavos possa parecer pequena, ao longo do mês representa um gasto significativo para quem utiliza o veículo de forma constante.

Em alguns estabelecimentos ainda é possível encontrar a gasolina por cerca de R$ 6,85. No entanto, esses valores tendem a desaparecer rapidamente, já que parte dos postos ainda trabalha com estoques comprados antes do reajuste, enquanto outros já receberam combustível com preços atualizados pelas distribuidoras.

Especialistas apontam que o cenário internacional também influencia diretamente os reajustes. Tensões geopolíticas envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel têm provocado instabilidade no mercado global de petróleo, o que acaba refletindo nos preços praticados no Brasil. 

Além disso, fatores como custos logísticos, variações no mercado nacional e políticas das distribuidoras também contribuem para as mudanças no valor final pago pelos consumidores.

Mesmo assim, consumidores seguem atentos e buscam postos com valores mais competitivos para tentar reduzir o impacto no bolso.

Senacon pede ao Cade para investigar aumento no preço dos combustíveis

A Senacom ressaltou que a Petrobras não anunciou qualquer aumento nos combustíveis e pede apuração sobre uma possível prática de cartel

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), enviou um ofício ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) solicitando análise do recente aumento no preço dos combustíveis, no Distrito Federal. A informação foi divulgada nesta terça-feira (10/3).



De acordo com a pasta, o pedido foi encaminhado após declarações públicas de representantes de quatro sindicatos — Sindicombustíveis-DF, Sindicombustíveis Bahia, Sindipostos-RN, Minaspetro-MG e Sulpetro-RS — informarem que as distribuidoras elevaram os preços de venda para os postos sob a justificativa de alta no preço internacional do petróleo, associada ao conflito iniciado em 28 de fevereiro, no Oriente Médio.


A Senacom ressaltou que, no entanto, a Petrobras não anunciou qualquer aumento nos preços praticados em suas refinarias. Por isso, a pasta solicitou que o Cade avalie a existência de possíveis indícios de práticas que possam prejudicar a livre concorrência no mercado, e que podem indicar tentativa de influência à adoção de conduta comercial uniforme ou combinada entre concorrentes, prática conhecida como cartel.


De acordo com a Senacom, o pedido tem como objetivo garantir transparência nas práticas comerciais e proteger os consumidores.


O presidente do Sindicombustíveis-DF, Paulo Tavares, afirmou que os efeitos da guerra estão chegando em todo o território nacional. “Hoje, a paridade entre o preço das refinarias da Petrobras e o que é praticado no mercado internacional está em R$ 1,80, no caso do diesel. Ou seja, a Petrobras está quase R$ 2 mais barata. No caso da gasolina, a diferença está em R$ 0,80”, comentou.


Tavares afirmou ainda que, no DF, as três maiores distribuidoras precisam importar parte do estoque. “Isto pois, apesar da Petrobras ser autossuficiente na produção do petróleo, o mesmo não ocorre na hora do refino, principalmente no caso do diesel”, avaliou.


Por isso, segundo o presidente do Sindicombustíveis-DF, as distribuidoras aumentaram seus preços, no diesel, entre R$ 0,45 e R$ 0,48 por litro e, no caso da gasolina, de R$ 0,10 a R$ 0,17.


De acordo com a Petrobras, entre 1º e 7 de março, o preço médio da gasolina nas bombas do DF ficou em R$ 6,42 — acima da média nacional, que foi de R$ 6,30. (Metrópoles)

Trump anuncia que EUA vão retirar sanções de petróleo de "alguns países"

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país vai remover sanções de "alguns países" relacionadas a petróleo.


A medida é anunciada em meio à guerra dos Estados Unidos e de Israel com o Irã, que levou a cotação do petróleo aos maiores preços desde 2022 nesta segunda-feira (9). O movimento visa controlar a alta observada no mercado de energia.

"Nós vamos abrir mão de certas sanções relacionadas ao petróleo para reduzir preços. Nós temos sanções contra alguns países, e vamos retirar essas sanções", afirmou Trump a jornalistas nesta segunda, ressaltando que a medida deve ser mantida até a situação no Estrito de Ormuz normalizar.

"Estamos buscando manter os preços do petróleo baixos, eles subiram artificialmente por conta da 'excursão' [...]. Eu sabia que os preços do petróleo subiriram se eu fizesse isso. Eles subiram provavelmente menos do que eu esperava que ele subiriam", indicou.

Ademais, o presidente dos EUA afirmou que a marinha norte-americana irá escoltar petroleiros pela via marítima, se necessário.

"Estamos focados também em manter a energia e o petróleo fluindo para o mundo. Não vou permitir um regime terrorista manter o mundo como refém na tentativa de parar o fornecimento de petróleo ao mundo", afirmou Trump.

"O fornecimento de petróleo vai ficar bem mais seguro sem a ameaça [do Irã]. [...] Estamos colocando um fim nessa ameaça de uma vez por todas e o resultado vai ser preços de petróleo e gás menores", pontuou.

Mercado de petróleo

Ao longo do pregão desta segunda, o barril de petróleo chegou ser cotado em US$ 100. No fim do dia, o WTI (West Texas Intermediate) - referência dos EUA - para abril fechou em alta de 4,26%, a US$ 94,77 o barril.

Já o Brent - referência internacional negociada na ICE (International Commodities Exchange) - para maio encerrou o dia em alta de 6,76%, com o barril cotado a US$ 98,96.

Em meio as especulações de que Trump retiraria as sanções, os preços do petróleo recuaram e devolveram todos os ganhos do dia, recuando no pós-mercado.

Por volta das 19h20, o WTI era negociado a US$ 87,47, baixa de 7,78%. Enquanto isso, o Brent era vendido a US$ 89,79, queda de 3,13%.

FONTE - João Nakamura, da CNN Brasil, em São Paulo.

Guerra do Irã traz temor de estagflação e mercado liga “modo pânico” para se proteger

Petróleo perto de US$ 120 e temor de recessão abalam mercados globais e já eliminam US$ 6 bilhões em ativos

O otimismo de que a guerra no Oriente Médio poderia ter uma solução rápida está desaparecendo rapidamente dos mercados financeiros.



O que até poucos dias era uma postura cautelosa de espera deu lugar a um movimento mais decisivo: investidores passaram a precificar um choque de oferta mais profundo e duradouro, capaz de pressionar o crescimento econômico e reacender a inflação. Desde o início da guerra no Irã, cerca de US$ 6 trilhões em valor de mercado de ações globais foram eliminados. Os mercados de títulos também sofreram perdas, enquanto investidores recalibram expectativas para juros.


Embora as bolsas tenham reduzido parte das quedas e o petróleo tenha devolvido parte da alta após a notícia de que países do G7 discutirão liberar reservas estratégicas de petróleo, os movimentos de mercado nesta segunda-feira ainda foram expressivos.


A mudança ganhou força após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o país considera atacar áreas do Irã que ainda não haviam sido alvo de bombardeios, enquanto a liderança iraniana prometeu não recuar. Trump também disse que um petróleo a US$ 100 por barril seria “um preço muito pequeno a pagar” por “segurança e paz”, frustrando expectativas de que o conflito permaneceria limitado.


Com o petróleo se aproximando de US$ 120 por barril no início do dia, operadores passaram a considerar que o mercado já não está posicionado para um confronto curto. O Brent chegou a subir 29% durante o pregão, o maior movimento intradiário em quase seis anos. Indicadores de volatilidade nas bolsas também avançaram e os volumes de negociação na Ásia superaram amplamente as médias mensais.


“O pêndulo está se movendo para o pânico”, disse Danny Wong, diretor-executivo da Areca Capital. “Há uma corrida para vender ou reduzir exposição a qualquer tipo de ativo de risco.”


Os temores de desaceleração econômica global surgem em um momento em que os mercados já estavam pressionados por preocupações com o impacto da inteligência artificial em diversos setores e por tensões crescentes no mercado de crédito privado.


À medida que os mercados abriram em diferentes fusos horários na segunda-feira, níveis técnicos importantes foram rompidos rapidamente em ações, títulos e moedas. O dólar se fortaleceu, enquanto empresas de energia registraram ganhos.


Em determinado momento, as bolsas asiáticas chegaram a cair 5,6%, a maior queda desde abril. O índice Bloomberg Dollar Spot ampliou sua alta.


“Os investidores tiveram que aumentar a probabilidade do pior cenário”, disse Rajeev de Mello, gestor de portfólio macro global da Gama Asset Management. “O desafio é a natureza estagflacionária desse choque.”


Um dos gatilhos para a venda de ativos foi a notícia de novos ataques à infraestrutura energética pelos dois lados do conflito, aumentando o risco de um choque duradouro na oferta de energia. O temor de uma guerra prolongada também foi reforçado pela nomeação do filho do aiatolá Ali Khamenei como novo líder supremo do Irã.


“Achei que conseguiria dormir esta semana, mas não mais”, disse Matthew Haupt, gestor de hedge fund da Wilson Asset Management. “Os investidores estão se preparando para um inverno longo.”


Queda nos títulos

Os títulos também recuaram na Ásia, com rendimentos subindo dois dígitos na Austrália, Nova Zelândia e Coreia do Sul.


Na Europa, particularmente sensível a preços mais altos de energia, os mercados também sofreram fortes perdas. Os rendimentos de títulos de curto prazo no Reino Unido subiram quase 60 pontos-base desde o início da guerra, enquanto ações de empresas europeias chegaram a cair 3,1%.


“O mercado está vendendo tudo hoje, independentemente de tamanho ou estilo”, disse Taku Ito, gestor-chefe de portfólio da Nissay Asset Management. “Se a inflação persistir enquanto a demanda por trabalho enfraquece, uma recessão nos EUA se tornará inevitável.”


O custo de proteção contra inadimplência de empresas de alta qualidade também aumentou e atingiu o nível mais alto desde maio na Europa e na Ásia. Investidores estão reduzindo apostas otimistas em crédito global que somavam centenas de bilhões de dólares.


O índice global de crédito corporativo de alta qualidade praticamente perdeu todos os ganhos acumulados no ano, revertendo rapidamente a valorização de 1,6% registrada pouco mais de uma semana atrás.


Saída de capital

Investidores estrangeiros retiraram US$ 14,2 bilhões de ações de mercados emergentes asiáticos, excluindo a China, na semana passada — a maior saída desde pelo menos 2009, segundo dados compilados pela Bloomberg.


As vendas se concentraram em Coreia do Sul e Taiwan, mercados dominados por empresas de semicondutores que haviam atraído investimentos globais ligados à inteligência artificial.


Indicadores de volatilidade ligados ao Nikkei 225 do Japão e ao NSE Nifty 50 da Índia saltaram até 62% e 23%, respectivamente, atingindo os níveis mais altos desde meados de 2024. Na Coreia do Sul, a queda das ações chegou a provocar uma interrupção temporária das negociações.


“Quando os mercados enfrentam um ‘cisne negro’, tudo pode cair ao mesmo tempo”, disse Anna Wu, estrategista de investimentos da VanEck Associates. “É o que estamos vendo hoje: vendas em todos os cantos, de ações a títulos e moedas — exceto petróleo e dólar.”


O índice MSCI Asia Pacific está agora a cerca de 1% de uma correção técnica, enquanto o MSCI Emerging Markets também se aproxima desse nível. O Euro Stoxx 50 seguiu trajetória semelhante.


Parte da queda reflete o forte desempenho anterior dos mercados. Coreia do Sul e Taiwan haviam atingido máximas de vários anos impulsionadas pela demanda por chips de inteligência artificial, deixando as avaliações esticadas. O choque no petróleo agravou a pressão, destacando a vulnerabilidade da Ásia a interrupções no fornecimento de energia.


Uma parcela significativa das importações de petróleo e gás natural liquefeito da região passa pelo Estreito de Ormuz, agora no centro do conflito. China, Índia e Indonésia estão entre os maiores importadores de petróleo do mundo, enquanto Coreia do Sul e Taiwan são particularmente dependentes do fornecimento energético do Golfo.


“A situação atual é dominada por emoções como medo e incredulidade”, disse Hironori Akizawa, gestor da Tokio Marine Asset Management. “Estou aumentando o nível de caixa.”


Governos da região já discutem medidas para limitar os impactos. Coreia do Sul e Taiwan avaliam intervenções para estabilizar os mercados e formas de conter o custo doméstico de combustíveis.


No mercado de juros, investidores passaram a reduzir apostas em cortes de taxas nos Estados Unidos. Agora, a expectativa para a próxima redução de 0,25 ponto percentual pelo Federal Reserve foi empurrada para setembro, enquanto antes da guerra o mercado precificava um corte já em julho. Alguns operadores de opções já consideram a possibilidade de que o Fed não reduza os juros neste ano.


Na zona do euro, por outro lado, investidores passaram a apostar em duas altas de juros neste ano, com a primeira podendo ocorrer já em junho.


“O petróleo é o ponto de ignição”, escreveu Nigel Green, diretor-executivo da consultoria financeira deVere Group. “A segurança energética voltou a ser o principal tema macroeconômico. A estagflação muda radicalmente o ambiente de investimento.”


©️2026 Bloomberg L.P.

Pé-de-Meia: MEC paga incentivo para nascidos em novembro e dezembro

Redes de ensino devem confirmar dados para liberação do valor...

Brasília (DF), 19/02/2025 - Programa Pé-de-Meia. Alunos da escola CED619 da Samambaia. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
© Antônio Cruz/Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) paga, nesta quinta-feira (5), duas parcelas do Programa Pé-de-Meia de 2025 aos estudantes beneficiados que nasceram nos meses de novembro e dezembro.

A primeira parcela é referente à conclusão, em 2025, de uma das séries do ensino médio. A outra parcela é depositada somente aos concluintes desta etapa do ensino que participaram dos dois dias da última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Os depósitos são escalonados conforme o mês de nascimento do estudante diretamente nas contas da Caixa Econômica Federal abertas em nome do beneficiário.

Confira o calendário de pagamentos:

  • janeiro e fevereiro: receberam na quinta-feira (26 de fevereiro);
  • março e abril: receberam na sexta-feira (27);
  • maio e junho: receberam nesta segunda-feira (2);
  • julho e agosto: receberam nesta terça-feira (3);
  • setembro e outubro: receberam nesta quarta-feira (4);
  • novembro e dezembro: recebem nesta quinta-feira.

Os valores pagos são: R$ 1 mil. Mais R$ 200, pela participação no Enem de 2025.


Depósito

Os alunos do Pé-de-Meia que foram aprovados no 3º ano em 2025 terão o incentivo de conclusão do Pé-de-Meia liberado para saque imediato, no valor de R$ 1.000, além da parcela única de R$ 200 se fez os dois dias do Enem do ano passado.

Os estudantes do 1º e 2º anos do ensino médio público terão o valor de R$1.000 creditado em conta, que permanecerá bloqueado até a conclusão da etapa.

O estudante pode optar por manter o recurso na poupança da instituição bancária ou direcioná-lo para aplicação no Tesouro Direto, por meio do aplicativo Caixa Tem.

Comprovação pelas redes de ensino

O MEC explica que o pagamento do incentivo de conclusão aos beneficiários do Pé-de-Meia não é gerado automaticamente após o fim das aulas do ano letivo.

Somente aqueles que tiverem suas informações devidamente confirmadas pelas redes de ensino terão os pagamentos garantidos.

O processo de envio de informações pelas secretarias de educação ocorre em duas etapas: a da confirmação da aprovação dos estudantes no fim do ano letivo e a de confirmação da conclusão do ensino médio.

De acordo com a pasta, o objetivo é oferecer mais segurança e qualificação para os dados desta política pública.

Cinco datas

Caso ocorra atraso no envio dos dados dos alunos pela rede de ensino, o governo federal explica que as parcelas do Pé-de-Meia serão depositadas em uma das cinco datas programadas pelo MEC até o início de julho.

O prazo final para as redes de ensino encaminharem as informações das escolas é junho.

Se o pagamento não caiu na primeira data, o aluno deve apenas aguardar a atualização das informações pela rede de ensino.

O MEC orienta os estudantes a acompanharem regularmente sua situação na página virtual Consulta Pé-de-Meia, com acesso pela conta da plataforma Gov.br.

Pé-de-Meia

O Pé-de-Meia beneficia cerca de 4 milhões de estudantes por meio de um incentivo financeiro-educacional do governo federal.

A iniciativa é voltada a estudantes matriculados no ensino médio público inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

O programa funciona como uma poupança para promover a permanência e a conclusão escolar de estudantes nessa etapa de ensino. O objetivo é democratizar o acesso à educação e reduzir a desigualdade social entre os jovens.   

Para mais informações, o interessado pode entrar em contato com o Fale Conosco do MEC pelo telefone 0800-61-61-61; e pelo site oficial do Pé-de-Meia.

FONTE - AGENCIA BRASIL. 

Pé-de-Meia paga incentivos a alunos nascidos em setembro e outubro

Pagamentos de R$ 1 mil e R$ 200 do programa seguem até quinta-feira

O Ministério da Educação (MEC) paga, nesta quarta-feira (4), duas parcelas do Programa Pé-de-Meia de 2025 aos estudantes beneficiados que nasceram nos meses de setembro e outubro.



A primeira parcela é referente à conclusão, em 2025, de uma das séries do ensino médio. A outra parcela é depositada somente aos concluintes dessa etapa do ensino que participaram dos dois dias de provas da última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).


Os depósitos são escalonados conforme o mês de nascimento dos beneficiários pelo programa federal, diretamente nas contas da Caixa Econômica Federal abertas em nome dos próprios estudantes.


Confira o calendário de pagamentos até 5 de março, organizados por mês de nascimento dos estudantes que cumprem os requisitos do Pé-de-Meia.


·   janeiro e fevereiro: receberam na quinta-feira (26 de fevereiro);


·  março e abril: receberam na sexta-feira (27);


·  maio e junho: receberam nesta segunda-feira (2);


·  julho e agosto: receberam nesta terça-feira (3);


·  setembro e outubro: recebem nesta quarta-feira (4);


·  novembro e dezembro: receberão em 5 de março.


Os valores pagos são: R$ 1 mil. Mais R$ 200, pela participação no Enem de 2025.


Depósito

Os alunos do Pé-de-Meia que foram aprovados no 3º ano em 2025 terão o incentivo de conclusão do Pé-de-Meia liberado para saque imediato e a parcela única de R$ 200 se compareceu aos dois dias do Enem do ano passado.


Os estudantes do 1º e 2º anos do ensino médio público terão o valor de R$ 1.000 creditado em conta, que permanecerá bloqueado até a conclusão do ensino médio.


O estudante pode optar por manter o recurso na poupança da instituição bancária ou direcioná-lo para aplicação no Tesouro Direto, por meio do aplicativo Caixa Tem.  


Comprovação pelas redes de ensino


O MEC explica que o pagamento do incentivo de conclusão aos beneficiários do Pé-de-Meia não é gerado automaticamente após o fim das aulas do ano letivo.


Somente aqueles que tiverem suas informações devidamente confirmadas pelas redes de ensino terão os pagamentos garantidos.


O processo de envio de informações pelas secretarias de educação ocorre em duas etapas: a da confirmação da aprovação dos estudantes no fim do ano letivo e a de confirmação da conclusão do ensino médio.


De acordo com a pasta, o objetivo é oferecer mais segurança e qualificação para os dados desta política pública.


Cinco datas

Caso ocorra atraso no envio dos dados dos alunos pela rede de ensino, o governo federal explica que as parcelas do Pé-de-Meia serão depositadas em uma das cinco datas programadas pelo MEC até o início de julho.


O prazo final para as redes de ensino encaminharem as informações das escolas é junho.


Se o pagamento não caiu na primeira data, o aluno deve apenas aguardar a atualização das informações pela rede de ensino.


O MEC orienta os estudantes a acompanharem regularmente sua situação na página virtual “Consulta Pé-de-Meia,” com acesso pela conta da plataforma Gov.br. A página pode ser consultada em qualquer computador, smartphone ou tablet.


Pé-de-Meia

O Pé-de-Meia beneficia cerca de 4 milhões de estudantes por meio de um incentivo financeiro-educacional do governo federal.


A iniciativa é voltada a estudantes matriculados no ensino médio público inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).


O programa funciona como uma poupança para promover a permanência e a conclusão escolar de estudantes nessa etapa de ensino. O objetivo é democratizar o acesso à educação e reduzir a desigualdade social entre os jovens.   


Para mais informações, o interessado pode entrar em contato com o Fale Conosco do MEC pelo telefone 0800-61-61-61; e pelo site oficial do Pé-de-Meia. (Agência Brasil)

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