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Homem usa metralhadora para destruir caminhão após briga de trânsito no PA; veja

Suspeito foi gravado quebrando os faróis do caminhão com a arma e intimidando o motorista em pedágio no Pará; Polícia Civil investiga o caso

A Polícia Civil informou nesta quinta-feira (7) que está investigando o condutor de um veículo de passeio que portava uma metralhadora e foi gravado intimidando o motorista de um caminhão após desentendimento no trânsito, na Praça de Pedágio 8, na Alça Viária, no Pará.



Nas imagens, o homem aparece com a arma em mãos enquanto quebra os faróis do caminhão. Ele também grita e aponta a arma para o motorista, que, em determinado momento, abaixa a cabeça e demonstra estar com medo.


O caso aconteceu na frente de dois funcionários da Rota do Pará, concessionária responsável pelo pedágio na região. Em nota à CNN Brasil, a empresa informou que comunicou o ocorrido às autoridades competentes para que fossem adotadas as medidas cabíveis.


Durante a gravação, a pessoa que registrou a ação ainda tenta convencer o homem a parar. Em determinado momento, afirma que o caminhão possui seguro, na tentativa de evitar que o veículo fosse destruído.


Veja as imagens abaixo:


Após danificar o caminhão, o suspeito deixou o local em um Volkswagen Gol. A CNN Brasil tenta contato com o motorista envolvido no caso.


A transportadora responsável pelo caminhão, a Lunardi, também foi procurada pela CNN Brasil e, até a publicação desta matéria, não havia respondido.


Investigação

Segundo a Polícia Civil, o motorista do caminhão registrou um boletim de ocorrência por ameaça na Seccional de Marituba. O caso foi posteriormente encaminhado para a Delegacia do Acará, que vai instaurar um inquérito para investigar a ocorrência.


Equipes policiais trabalham para identificar e localizar o suspeito. Informações que possam ajudar na identificação do homem podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia, no número 181. O sigilo é garantido. (CNN)


Criança de 3 anos sai sozinha de creche e anda em avenida em SC; veja

Segundo o MPSC, o portão da escola estaria aberto sem nenhum responsável realizando o controle de acesso

Uma criança de 3 anos saiu andando sozinha de uma creche municipal, nesta terça-feira (6), na Avenida Mauro Ramos, em Florianópolis, capital de Santa Catarina.


O portão da escola estaria aberto sem nenhum responsável realizando o controle de acesso.


O MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) instaurou uma investigação para apurar a situação. Câmeras de segurança registraram o ocorrido.


Veja vídeo:


No vídeo, é possível ver a criança saindo do portão perto da placa amarela.


Após sair da creche, a criança foi encontrada na rua por uma vizinha da mãe, que a levou de volta ao local. A ocorrência foi atendida pela Polícia Militar.


A Delegacia de de Proteção à Criança também investiga o caso.


Foram ouvidos os militares que atenderam o ocorrido, a diretora da unidade, uma professora, o vigilante, a mãe da criança e a mulher que encontrou a criança na rua.


Em nota à CNN Brasil, a Secretaria Municipal de Educação informou que investiga o ocorrido. Veja nota completa na íntegra:


"A Prefeitura de Florianópolis, por meio da Secretaria Municipal de Educação, está trabalhando ativamente para apurar o ocorrido e aplicar as medidas necessárias de acordo com as responsabilidades identificadas. Neste sentido, instaurou sindicância administrativa para entender as circunstâncias do fato, ouvindo todos os envolvidos, uma vez que não condiz com o padrão de segurança exigido e praticado na rede pública. Além disso, o município está colaborando com os agentes policiais através do fornecimento de imagens de sistemas de monitoramento da unidade e outras informações pertinentes. Paralelamente, esteve com equipe técnica na unidade em vistoria que atestou condições adequadas na estrutura de acesso instalada, incluindo portões e travas, restando assim compreender onde houve falha na operação." (CNN)

Presidente da Expojipa é procurado pela Polícia Civil por envolvimento na morte de dois jovens em Rondônia

Sérgio Sussumo Suganuma teve prisão preventiva decretada após suspensão de julgamento de crime ocorrido em 2016, em uma região marcada por conflitos agrários....

A Polícia Civil de Rondônia divulgou, nesta quinta-feira (8), um cartaz de procurado com a imagem de Sérgio Sussumo Suganuma, presidente da Expojipa e da Associação Rural de Rondônia. Ele é acusado de envolvimento na morte de dois jovens em uma área de conflito agrário no município de Cujubim, em 2016.

As vítimas são Ruan Lucas Hildebrandt, de 18 anos, e Alysson Henrique de Sá Lopes, de 23 anos. O corpo de Alysson foi encontrado carbonizado dentro de um veículo, enquanto Ruan permanece desaparecido desde a época do crime.

Suganuma teve a prisão preventiva decretada em 14 de setembro de 2026, após a suspensão do julgamento do caso. Desde então, é considerado foragido da Justiça.

Julgamento foi interrompido após abandono da defesa

O processo chegou a julgamento em setembro deste ano, aproximadamente dez anos após os crimes. Entretanto, a sessão foi interrompida depois que os advogados de defesa abandonaram o plenário, alegando não ter recebido acesso a novas provas.

Segundo o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), os documentos mencionados pela defesa já integravam o processo e estavam disponíveis anteriormente, tendo passado apenas por digitalização recente.

Diante da interrupção, o Ministério Público de Rondônia (MP-RO) solicitou a prisão preventiva dos acusados, argumentando que a medida seria necessária para garantir a aplicação da lei penal e a regularidade processual até a realização de um novo julgamento.

A Justiça também determinou que os réus assumam os custos e despesas decorrentes do cancelamento da sessão.

Denúncia aponta pagamento de R$ 105 mil para atuação em fazenda

Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público, Sérgio Sussumo Suganuma teria sido contratado pelo proprietário rural Paulo Iwakami para organizar um grupo clandestino de segurança privada, destinado a impedir a entrada de ocupantes em uma fazenda localizada na região de Cujubim.

Pela atuação, Suganuma teria recebido R$ 105 mil, segundo a acusação.

Os crimes ocorreram entre o final de janeiro e o início de fevereiro de 2016. Em 1º de fevereiro daquele ano, um corpo carbonizado foi localizado nas proximidades da propriedade rural e posteriormente identificado pelo Instituto Médico Legal (IML) como sendo de Alysson Henrique.

Na mesma data, começaram as buscas por Ruan Lucas. Apesar da mobilização das equipes, o jovem não foi encontrado. Os trabalhos foram encerrados quatro dias depois, e seu corpo permanece desaparecido.

Segundo o MP-RO, outros três réus envolvidos no processo, identificados como Rivaldo de Souza, Moisés Ferreira de Souza e Jonas Augusto dos Santos Silva, foram presos no dia previsto para o julgamento.

Com a divulgação do cartaz, a Polícia Civil busca informações que possam contribuir para a localização de Suganuma. Denúncias podem ser encaminhadas pelos canais oficiais da instituição.

O caso ainda aguarda novo julgamento, e as acusações deverão ser analisadas pela Justiça.

PF desarticula esquema de envio de cocaína pelos Correios e prende suspeito em Porto Velho

Operação No Way investiga grupo responsável pelo envio de aproximadamente 80 quilos de cocaína de Rondônia para três estados do Nordeste; policiais cumpriram quatro mandados judiciais na capital...


A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (7), a Operação No Way, com o objetivo de combater um esquema de tráfico interestadual de drogas que utilizava encomendas dos Correios para transportar cocaína de Rondônia para outros estados brasileiros. Durante a ação, os agentes cumpriram um mandado de prisão preventiva e três de busca e apreensão em Porto Velho.

As investigações começaram após a interceptação de encomendas postadas em agências dos Correios na capital rondoniense. Ao verificar o conteúdo das remessas, a Polícia Federal identificou aproximadamente 80 quilos de cocaína que seriam enviados para os estados do Ceará, da Paraíba e de Pernambuco.

A descoberta levou os investigadores a aprofundar as diligências para identificar os responsáveis pela organização e pelo envio dos entorpecentes.

Grupo investigado utilizava encomendas postais para transportar drogas

Segundo a Polícia Federal, o esquema investigado envolvia diferentes etapas, desde a aquisição da cocaína até a preparação das embalagens e a postagem das encomendas.

As diligências permitiram identificar a atuação de suspeitos envolvidos nessa logística, que utilizava o serviço postal para encaminhar a droga a destinatários em outros estados.

A partir dos elementos reunidos durante a investigação, a Justiça autorizou o cumprimento dos mandados executados na capital de Rondônia.

Material apreendido será analisado pela Polícia Federal

Durante a operação, os policiais também realizaram buscas para reunir novos elementos que possam contribuir com o avanço das investigações.

O material apreendido será submetido à análise para auxiliar na identificação de outros possíveis integrantes do grupo e esclarecer a origem da cocaína transportada.

A Polícia Federal busca aprofundar a apuração sobre a participação dos investigados e a estrutura utilizada para realizar os envios interestaduais.

Os envolvidos poderão responder pelo crime de tráfico de drogas, conforme a participação individual identificada ao longo da investigação. A legislação também prevê aumento de pena quando o tráfico ocorre entre diferentes estados da Federação.

As investigações continuam para esclarecer a extensão do esquema e identificar outros possíveis participantes.

Deixe o texto mais enxutoEvite repetições sobre a investigação

PF faz operação contra esquema que enviava cocaína em malas pelo aeroporto de SP

Investigação aponta uso de funcionários para acessar áreas restritas, inserir malas em voos internacionais e trocar etiquetas de bagagens

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (7) uma nova etapa de uma investigação sobre o envio de cocaína ao exterior pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.



Ao todo, são cumpridos 21 mandados de prisão temporária e 29 de busca e apreensão em Guarulhos, Santo André, São Paulo e Ibitiúra, em Minas Gerais. As ordens foram expedidas pelas 1ª e 4ª Varas Criminais Federais de Guarulhos.


Batizada de Elenco e Cross Targets, a operação tem apoio da Polícia Militar.


Segundo a PF, o grupo utilizava funcionários de empresas que atuam no aeroporto para acessar áreas restritas e embarcar drogas em voos internacionais. Entre os métodos investigados estão a colocação de malas diretamente nos compartimentos de carga e a troca de etiquetas de bagagens de passageiros.


Investigação identificou ao menos seis remessas

O caso avançou a partir de apreensões realizadas no próprio aeroporto e de prisões feitas em julho de 2025.


Naquele mês, um funcionário foi preso em flagrante ao inserir malas com cocaína em um voo com destino a Joanesburgo, na África do Sul. Outro investigado, apontado como líder do esquema, também foi preso.


Com a análise do material recolhido, a PF identificou ao menos seis remessas de cocaína feitas em menos de três meses, além de uma tentativa envolvendo troca de etiquetas.


A Justiça determinou ainda o bloqueio e o sequestro de até R$ 4,07 milhões em bens e valores dos investigados. Também foram impostas restrições de acesso às áreas controladas do aeroporto e suspensão do credenciamento de funcionários investigados.


Troca de etiquetas levou casal à prisão na Alemanha


Uma das práticas atribuídas ao grupo consistia em retirar identificações de malas de passageiros e colocá-las em bagagens carregadas com cocaína. Esse tipo de fraude ganhou repercussão após a prisão de Kátyna Baía e Jeanne Paolini, em março de 2023, na Alemanha.


As duas passageiras, que viajavam de Goiânia, ficaram 38 dias presas em Frankfurt sob acusação de transportar 40 quilos de cocaína. A investigação da PF concluiu depois que as malas com a droga não pertenciam ao casal e que houve troca de etiquetas no aeroporto de Guarulhos.


Os envolvidos poderão responder por tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa, lavagem de dinheiro, falsificação e uso de documento falso. (infomoney)

Macaco-prego invade casas, bebe álcool e remédio e fere cinco pessoas na BA

Moradores relataram que animal ingeriu bebida alcóolica, álcool 70% e uma cartela de medicamentos contidos em uma das casas

Um macaco-prego foi capturado, nesta segunda-feira (5), após invadir casas de um condomínio no bairro Paralela, em Salvador, na capital baiana, e ferir cinco pessoas. Segundo a PMBA (Polícia Militar da Bahia), o animal ainda teria ingerido bebida alcóolica, álcool 70% e uma cartela de medicamentos que estavam em uma das residências.

Imagem ilustrativa


O macaco foi levado ao Cetas (Centro de Triagem de Animais Silvestres), onde constatou-se que ele estava debilitado, e os feridos receberam ajuda médica.


O animal silvestre possui um tutor com certificado de origem legalizado, porém ele não estava no local na hora da ocorrência.

Animal ingeriu álcool e medicamentos durante a invasão às casas.


De acordo com relato de pessoas que estavam no local à polícia, o macaco chegou a quebrar um box de vidro e entrou em um quarto onde estava um bebê de cinco dias. Ele teria pulado o muro de diversas casas até ser contido pelas equipes especializadas.


Três moradores, um segurança e um policial militar ficaram feridos. Com exceção do oficial, as vítimas prestaram depoimento na Delegacia de Itapuã. O caso segue sob investigação. (CNN)


Galípolo depõe à PF como testemunha no caso do Banco Master

Como o inquérito está prestes a ser concluído, é praxe que a polícia ouça os investigados e pessoas citadas antes de elaborar a lista final de indiciados

O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, depôs à Polícia Federal nesta terça-feira na condição de testemunha no inquérito que investiga fraudes envolvendo o caso Master.



No mesmo inquérito, também prestarão depoimento o antecessor no cargo, Roberto Campos Neto, o o presidente do Conselho de Administração do BTG Pactual, André Esteves, e o atual diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino, também foi convocado.


Os quatro tiveram os nomes citados durante o depoimento do ex-diretor do Banco Central Paulo Sérgio Souza, investigado sob suspeita de receber propina do banqueiro Daniel Vorcaro para favorecer o Banco Master. Souza nega as irregularidades.


O ex-dirigente é um dos principais alvos do inquérito que apura se ex-servidores do BC prestaram uma espécie de consultoria informal a Vorcaro em troca de vantagens financeiras.


Como o inquérito está prestes a ser concluído, é praxe que a PF ouça os investigados e pessoas citadas antes de elaborar a lista final de indiciados. Vorcaro, por exemplo, prestou depoimento no dia 28 de agosto.


Na ocasião, o banqueiro afirmou que o ex-servidor não favoreceu o Master nos processos do BC, mas admitiu ter feito a ele um “agrado” ao prestar apoio em uma viagem da família dele à Disney, nos Estados Unidos.


Em interrogatório à PF, Paulo Sérgio Souza afirmou que, antes de o Master ser liquidado pelo Banco Central, tratou de supostas irregularidades cometidas pelo banco com Galípolo e Aquino. Ele também relatou que, no fim de 2024, o BTG havia comunicado a descoberta de uma fraude bilionária praticada pelo Master em uma reunião com a presença de Campos Neto.


Souza era diretor de Fiscalização do BC e foi afastado do cargo por decisão do STF. A defesa dele tenta demonstrar aos investigadores que ele não favoreceu o Master nos processos do Banco Central.


Além da investigação da PF, Souza e o ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária (Desup) Belline Santana também foram alvos de uma investigação interna para apurar a atuação deles no caso do Banco Master. A sindicância foi iniciada a partir de uma decisão de Galípolo, tomada no fim do ano passado, como revelou O GLOBO em janeiro deste ano. As informações encontradas foram encaminhadas à PF.


Souza foi o responsável por autorizar a compra, por Daniel Vorcaro, do Banco Máxima, que passou a se chamar Master. Mais recentemente, atuava como chefe-adjunto do Desup e era responsável por acompanhar a solidez e a estabilidade do mercado financeiro.


Belline chegou a ser cotado para substituir Souza na diretoria de Fiscalização, hoje ocupada por Ailton de Aquino. Belline assinou diversos ofícios e despachos do Banco Central enviados ao Ministério Público Federal relativos ao Master. (infomoney)

Operação na Bahia mira esquema de distribuição de drogas vindas do Paraguai

Investigações ainda apontam envolvimento com comércio ilegal de armas de fogo por parte de alguns integrantes de grupo criminoso

Uma operação deflagrada pela Polícia Civil da Bahia, nesta quarta-feira (7), mira uma estrutura criminosa responsável por transportar, armazenar e distribuir grandes quantidades de drogas adquiridas no Paraguai. Nove pessoas foram presas e foram cumpridos 37 mandados de busca e apreensão no estado baiano e no Paraná.



De acordo com a polícia, integrantes do grupo criminoso também estariam envolvidos com o comércio ilegal de armas de fogo.


As investigações apontaram que a droga vinha do Paraguai e passava pelo Paraná, de onde os indivíduos transportavam os entorpecentes para Salvador e para outros municípios do interior do estado.


As ações são realizadas nos municípios de Salvador, Lauro de Freitas Camaçari e Feira de Santana, todos localizados na Bahia, e em Cascavel, no Paraná.


Dois homens foram presos apontados como responsáveis pelo recebimento e pela distribuição dos entorpecentes para diferentes locais. Segundo a polícia, o grupo utilizava galpões para armazenar as drogas e veículos empregados.



Para dificultar a identificação do esquema, os criminosos também alugava frequentemente diferentes imóveis e veículos.


A investigação pediu o bloqueio de R$ 25 milhões, além do sequestro de 11 veículos utilizados no transporte e na distribuição das drogas.


Além de divisões policiais da Bahia, equipes do Paraná também atuam na Operação Leakage. (CNN)


PF mira TCP por venda de fuzis e lavagem de mais de R$ 100 milhões no RJ

Operação Magen cumpre 7 mandados de prisão e 18 de buscas contra grupo que teria policiais e ex-policiais envolvidos; esquema abastecia facção que age no Complexo de Israel, dominado pelo traficante "Peixão"



A PF (Polícia Federal) deflagrou, nesta quarta-feira (7), a Operação Magen contra um grupo suspeito de vender armas de uso restrito, vazar dados sigilosos da segurança pública e lavar mais de R$ 100 milhões para o TCP (Terceiro Comando Puro), a facção que atua no Complexo de Israel, na zona Norte do Rio.


Até o momento, cinco pessoas foram presas e duas são consideradas foragidas, entre elas o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão. A ação conta com a participação do PMRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro).


Ao todo, são cumpridos sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão em endereços na Barra da Tijuca, Copacabana, Parada de Lucas e Vila da Penha, além de Nova Iguaçu, Angra dos Reis, Mesquita, Nilópolis e Seropédica. Também foram determinadas medidas cautelares contra investigados ligados à estrutura financeira do grupo, incluindo o uso de tornozeleiras eletrônicas.


Segundo as investigações, conduzidas pelo GISE (Grupo de Investigações Sensíveis) da PF e pelo GAESF (Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal) do MPRJ, o grupo mantinha uma estrutura voltada à compra, transporte e venda clandestina de armamentos. Entre os materiais comercializados estavam fuzis de uso restrito, pistolas, revólveres, carregadores e munições.


Em uma das negociações identificadas pelos investigadores, os suspeitos teriam fornecido dez fuzis AR-15 diretamente à principal liderança da facção que atua no Complexo de Israel. A apuração também aponta que armas e equipamentos policiais eram utilizados como forma de pagamento ou comissão pelas transações.


A organização contava ainda com a participação de agentes da segurança pública, entre eles um policial civil e um policial militar da ativa, além de ex-policiais. Conforme a PF, os envolvidos utilizavam acessos funcionais a sistemas restritos para obter e repassar informações sobre mandados de prisão, endereços, veículos e operações policiais.


Os dados seriam utilizados para alertar integrantes da organização sobre ações das forças de segurança e também para viabilizar investigações clandestinas, extorsões e outras atividades criminosas.


Ainda de acordo com a investigação, o dinheiro obtido com os crimes era incorporado ao sistema financeiro por meio de empresas de fachada e contas de pessoas físicas e jurídicas. Em quatro anos, o grupo teria movimentado mais de R$ 100 milhões, valor considerado incompatível com os rendimentos declarados pelos investigados.


Os envolvidos foram denunciados pelo MPRJ e poderão responder por organização criminosa armada, comércio ilegal de armas de fogo e munições, violação de sigilo funcional, usura e lavagem de capitais. As investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes e aprofundar a apuração sobre a atuação financeira e logística do grupo. (Em atualização) (Fonte: CNN)

Motorista que atropelou tio de Boulos é indiciado por homicídio em SP

Caso ocorreu no último sábado (3), durante uma briga de trânsito na região central de São Paulo; Carlos Boulos teve morte encefálica

A Polícia Civil de São Paulo indiciou por homicídio doloso o motorista que atropelou Carlos Boulos, tio do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL-SP), durante uma briga de trânsito na avenida 23 de Maio, na região central da capital paulista, na noite de sábado (3).



Carlos estava internado no Hospital das Clínicas e morreu na manhã desta terça-feira (6), três dias após o atropelamento. A CNN Brasil apurou que ele teve morte encefálica, condição caracterizada pela perda completa e irreversível das funções do cérebro.


Após o ocorrido, o motorista, identificado como Amilton, foi conduzido à delegacia, prestou depoimento e foi liberado na sequência.


De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), não houve prisão em flagrante devido à restrição de prisão descrita no artigo 236 do Código Eleitoral.


A Polícia Civil informou que o inquérito segue em andamento e será encaminhado ao Poder Judiciário após a conclusão. O caso é investigado pelo 5º Distrito Policial (Aclimação).


Relembre o caso

Carlos Boulos ficou ferido após ser atropelado em uma briga de trânsito na avenida 23 de Maio, região central da capital paulista, na noite do último sábado (3).


Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), testemunhas relataram que houve uma discussão entre os motoristas após uma colisão.


Carlos Boulos, que conduzia uma caminhonete, teria desembarcado para conversar com o motorista do outro veículo, que avançou em direção à Boulos e o atropelou.


Imagens feitas por testemunhas registraram parte da discussão. Nas gravações, Carlos aparece do lado de fora do carro e bate no veículo. Em seguida, o automóvel faz uma manobra para sair do local e atinge Carlos, que cai no chão.


O que diz a defesa

À CNN Brasil, a defesa do motorista, representada pelos advogados Natan Tolintino e Ana Paula Caliman, informou que ele estava em um Fiat Palio com a esposa e o filho e voltava do hospital quando uma caminhonete Hilux preta –– conduzida por Carlos Boulos ––, teria passado a buzinar, acionar o farol alto e projetar o veículo contra o carro da família.


Segundo a defesa, Boulos parou à frente do Palio, desembarcou e "se aproximou de forma agressiva". Os advogados afirmam que Amilton arrancou pela esquerda ao encontrar uma brecha no trânsito.


Ainda de acordo com o relato, Carlos teria tentado impedir a saída colocando as mãos no capô e golpeando o veículo, antes de perder o equilíbrio e cair.


Em nota, a defesa declarou que não houve intenção de atingir Carlos. Veja:



“A defesa sustenta que Amilton tentou se afastar de uma situação de ameaça para proteger a esposa, o filho e a si próprio, sem intenção de atingir o outro condutor. Essa versão encontra apoio nos depoimentos dos familiares. A dinâmica do ocorrido deverá ser esclarecida pelas imagens, pela perícia e pelos demais elementos da investigação.” (CNN)

PRF apreende mais de 600 kg de drogas escondidos em caminhão na BR-364 em Rondônia

Homem de 38 anos é preso em flagrante

Rondônia, 04 de outubro de 2026 - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 625,41 kg de substâncias ilícitas na madrugada deste domingo (04). A ação ocorreu no km 282 da BR-364, no município de Presidente Médici/RO.



Durante fiscalização de rotina, a equipe policial realizou abordagem a um veículo de carga. No decorrer das averiguações, os PRFs encontraram diversas caixas de papelão contendo dezenas de tabletes de materiais ilícitos. Os entorpecentes estavam ocultos na cabine e na carroceria do caminhão.


No total, foram apreendidos cerca de 469,99 kg de skunk, 107,70 kg de cloridrato de cocaína e 47,72 kg de pasta base de cocaína. O condutor do veículo foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.



A ocorrência foi encaminhada à Delegacia da Polícia Federal em Ji-Paraná para as demais providências cabíveis.


Núcleo de Comunicação Institucional (NUCOM/RO)

Polícia Rodoviária Federal

PF apreende 1.000 litros de combustível em porto clandestino

Ação resultou também na prisão em flagrante de uma pessoa em Rondônia

A Polícia Federal apreendeu, nessa segunda-feira (5/10), cerca de 1.000 litros de combustível em um porto clandestino, no momento em que o produto era transportado para um país vizinho, por meio da travessia do rio. Uma pessoa foi presa em flagrante.



Além do combustível, foram apreendidos dois motores e um veículo também utilizado no transporte.


Os bens apreendidos serão encaminhados à unidade da Receita Federal do Brasil. O suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Federal em Guajará-Mirim, onde foram adotadas as providências de polícia judiciária. (Fonte: PF)

PF atua contra crimes eleitorais durante votação em Rondônia

Ações ocorreram em diferentes municípios do estado, com prisões em flagrante, lavratura de termos circunstanciados e diligências para apuração de possíveis crimes eleitorais

A Polícia Federal registrou ocorrências e atuou na prevenção e na repressão a crimes eleitorais durante o primeiro turno das Eleições 2026, realizado no último domingo (4/10), em diferentes municípios de Rondônia.



Entre as ocorrências registradas, estão casos relacionados à compra de votos, ao transporte irregular de eleitores, à propaganda eleitoral irregular, à boca de urna e ao dano à urna eletrônica.


Em Porto Velho, foi efetuada a prisão em flagrante de dois suspeitos de compra de votos. Em outra ocorrência, um veículo foi abordado após os ocupantes serem vistos arremessando material de propaganda eleitoral pelas vias públicas.



No município de Buritis, também ocorreu a prisão em flagrante relacionada ao transporte irregular de eleitores.


A Polícia Federal registrou ainda ocorrências em Guajará-Mirim, Jaru e Ji-Paraná, envolvendo, respectivamente, fotografia do voto, possível dano à urna eletrônica e propaganda de boca de urna. Os casos foram encaminhados para as providências cabíveis, incluindo a lavratura de termos circunstanciados de ocorrência e a instauração de procedimento investigativo quando necessário.


Ao todo, 11 pessoas foram conduzidas à unidade da Polícia Federal em Rondônia durante as ações relacionadas ao primeiro turno das Eleições 2026. (Fonte: PF)

PF combate grupo investigado por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Rondônia

Ação cumpriu sete mandado de busca e apreensão em Sergipe, São Paulo e Rondônia; uma pessoa foi presa em flagrante

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (6/10), a Operação Iscariotes, para desarticular um grupo investigado por tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.



A ação cumpriu sete mandados de busca e apreensão nos municípios de Aracaju/SE, Itaporanga d'Ajuda/SE, São Paulo/SP, Porto Velho/RO e Guajará-Mirim/RO. As ordens foram expedidas pela 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho/RO.


Durante o cumprimento das ordens, uma pessoa foi presa em flagrante por tráfico de drogas em São Paulo/SP.


Os elementos apontam para a atuação de um grupo com integrantes responsáveis pela logística, pela distribuição da droga e pela movimentação dos recursos obtidos com a atividade ilícita.


Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.  (Fonte: PF)

Homem é preso pela PM após agredir mulher e tentar fugir pelo telhado em SP; veja

Suspeito de violência doméstica foi localizado na região do Jabaquara e a vítima foi encontrada com diversas lesões pelo corpo e no rosto e foi levada para atendimento médico na UPA



A Polícia Militar do estado de São Paulo prendeu, nesta segunda-feira (5), um homem investigado por agredir uma mulher e ainda tentar fugir pelo telhado, quando notou a presença dos agentes, na região do Jabaquara, Zona Sul de São Paulo.  


Vídeos feitos através das câmeras corporais mostram o momento da prisão. Veja:  



Segundo a nota da corporação, os agentes foram acionados para atender a uma ocorrência de violência doméstica. As primeiras informações apontavam que o homem teria agredido a vítima e que estaria armado.  


Quando os policiais chegaram ao local, após contato com testemunhas, identificaram a residência do suspeito.  


Durante a inspeção no imóvel, foi localizado um simulacro de arma de fogo. Porém, ambos, o autor e a vítima, naquele momento, não estavam no endereço.  


No entanto, um veículo com manchas de sangue foi preservado pela Polícia Militar para a realização da perícia.   


Enquanto as equipes estavam no imóvel indicado, o investigado retornou ao local e quando percebeu a presença da polícia, tentou fugir pelo telhado, mas foi detido. 


Quanto a vítima, ela foi encontrada próxima da Avenida Eulália, com diversas lesões pelo corpo e no rosto. Ela foi socorrida à UPA Jabaquara.

Seguem as investigações para esclarecer a ocorrência na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).  (CNN)

Denarc apreende cerca de 300 kg de skunk, pistola e colete balístico em Porto Velho

Uma mulher foi presa em flagrante, quatro veículos foram apreendidos e um segundo envolvido conseguiu fugir durante a abordagem...

Cerca de 300 quilos de skunk foram apreendidos nesta segunda-feira (4) em um imóvel de Porto Velho durante uma ação do Departamento de Narcóticos (Denarc), com apoio de informações da Delegacia de Nova Mamoré.

Durante a operação, uma mulher foi presa em flagrante. Um segundo envolvido, identificado pelas iniciais O. F., conseguiu fugir no momento da abordagem e é procurado.

Além da grande quantidade de droga, os policiais encontraram uma pistola calibre 9 mm e um colete balístico. Quatro veículos que, segundo a investigação, eram utilizados no apoio às atividades ilícitas também foram apreendidos.

A mulher foi encaminhada ao Denarc juntamente com todo o material recolhido para os procedimentos legais.

As diligências continuam para localizar e prender o segundo envolvido.

PF apreende mais de R$ 57 mil e conduz 28 pessoas por crimes eleitorais neste domingo

Balanço parcial registra ocorrências em oito estados e no Distrito Federal; propaganda irregular e compra de votos estão entre os crimes apurados...

FOTO - DIVULGAÇÃO PF/RO

A Polícia Federal apreendeu R$ 57.379 em bens e valores e conduziu 28 pessoas durante ações relacionadas às Eleições 2026. Os dados fazem parte do balanço parcial divulgado neste domingo (4), com registros contabilizados até as 9h.

Do total apreendido nas operações realizadas neste domingo, R$ 34.228 correspondem a dinheiro em espécie. Os valores ainda são preliminares e passarão por validação.

FOTO - DIVULGAÇÃO PF/RO

Até o horário do levantamento, a PF também havia instaurado três inquéritos policiais e lavrado seis termos circunstanciados de ocorrência para investigar possíveis crimes eleitorais.

As ocorrências foram registradas na Bahia, Minas Gerais, Roraima, Acre, Distrito Federal, Rondônia, Amapá e Paraíba. Entre as principais irregularidades investigadas estão propaganda eleitoral irregular e corrupção eleitoral, especialmente casos relacionados à compra de votos.

FOTO - DIVULGAÇÃO PF/RO

A Polícia Federal atua em todo o país na prevenção e repressão aos crimes eleitorais, além da apuração de fatos que estão sob competência da Justiça Eleitoral.

Considerando todas as ações realizadas ao longo de 2026, a PF contabilizava, até as 9h deste domingo, 1.292 inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais.

As apreensões realizadas nessas operações durante o ano ultrapassam R$ 45,6 milhões em bens e valores. Desse montante, aproximadamente R$ 30,2 milhões correspondem a dinheiro em espécie.

Os números podem sofrer alterações ao longo do dia com o registro de novas ocorrências e a atualização das investigações e dos sistemas da instituição.

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