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Dupla abandona carro com 163 kg de skunk e tenta fugir pela mata em Seringueiras

Suspeitos foram perseguidos na BR-429, em Seringueiras, e acabaram alcançados após entrarem em uma área de mata...

Dois homens foram presos após uma perseguição que terminou com a apreensão de aproximadamente 163,3 quilos de skunk na noite de quinta-feira (13), em Seringueiras, interior de Rondônia. Durante a fuga, os suspeitos abandonaram o veículo e tentaram escapar pela mata, mas foram alcançados pelas equipes policiais.

A ocorrência foi registrada por volta das 22h, no km 163 da BR-429, durante uma ação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar de Rondônia (PMRO).

Durante patrulhamento na rodovia, os policiais avistaram um carro de passeio trafegando em alta velocidade. A equipe determinou que o motorista parasse, mas a ordem foi desobedecida e o veículo iniciou uma fuga.


Os policiais começaram o acompanhamento e, durante a perseguição, os ocupantes deixaram o automóvel em uma área às margens da rodovia e correram para dentro da mata.

As buscas continuaram e os dois homens foram localizados e detidos pouco depois.

Ao vistoriarem o veículo abandonado, os policiais encontraram diversos fardos contendo substância semelhante a skunk. A carga totalizou aproximadamente 163,3 quilos.

A Polícia Militar auxiliou na retirada e remoção do automóvel utilizado pelos suspeitos.

Os dois homens receberam voz de prisão por suspeita de tráfico de drogas. A ocorrência, o veículo e os entorpecentes apreendidos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Ji-Paraná para os procedimentos cabíveis.

Fotos - DIVULGAÇAO PRF/RO.

Grupo lavava dinheiro de fraudes milionárias com contas de terceiros e criptomoedas em Porto Velho; veja vídeo

Operação Ouroboros cumpre oito mandados de prisão e 18 de busca; Justiça autorizou bloqueio de até R$ 30 milhões, além de veículos, embarcações e criptoativos...

Um esquema criminoso investigado por lavar dinheiro obtido em fraudes eletrônicas contra instituições financeiras é alvo de uma operação conjunta nesta sexta-feira (14), em Porto Velho. Segundo as investigações, o grupo utilizava contas bancárias de terceiros para receber e pulverizar os recursos, que posteriormente eram convertidos em criptomoedas e reinseridos no mercado formal.

Somente em um dos episódios investigados, ocorrido em setembro de 2025, o prejuízo causado às instituições financeiras é estimado em R$ 30 milhões.

A Operação Ouroboros é realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) e prevê o cumprimento de oito mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão, todos em Porto Velho.

As investigações abrangem fatos ocorridos entre 2025 e 2026 e apontam que a organização criminosa recrutava pessoas para ceder contas bancárias. Essas contas eram utilizadas para receber os valores provenientes das fraudes eletrônicas.

Depois do recebimento, o dinheiro era pulverizado em diferentes operações financeiras. De acordo com a investigação, parte dos recursos era convertida em criptoativos antes de retornar ao mercado formal, em uma estrutura voltada à lavagem dos valores obtidos ilegalmente.

Além das prisões e buscas, a Justiça determinou medidas para atingir o patrimônio ligado ao esquema. Foi autorizado o bloqueio de valores existentes em contas bancárias até o limite de R$ 30 milhões, além do bloqueio de ativos virtuais mantidos em corretoras de criptomoedas.

Veículos e embarcações também foram submetidos a medidas de sequestro e indisponibilidade.

As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça de Rondônia.

A ação é conjunta e reúne diferentes forças de segurança e instituições. A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil de Rondônia, Polícia Penal Estadual, Polícia Militar de Rondônia e Polícia Penal Federal.

A operação também conta com atuação integrada e apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/RO), da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar e de delegacias especializadas da Polícia Civil de Rondônia.

FOTOS - DIVULGAÇÃO PF/RO.

Chefes de grupo que traficava armas e retirava madeira ilegal de reserva são presos em Rondônia

Operação prendeu cinco pessoas e apreendeu mais de 10 armas e 150 munições em São Francisco do Guaporé e Costa Marques...

Dois investigados apontados como chefes de uma organização criminosa envolvida com tráfico de armas e retirada ilegal de madeira foram presos preventivamente nesta sexta-feira (14), em Rondônia. A operação também resultou em três prisões em flagrante e na apreensão de mais de 10 armas de fogo e 150 munições.

O grupo é investigado por crimes praticados na Unidade de Conservação Estadual Serra dos Reis, em São Francisco do Guaporé, onde ocorria a retirada ilegal de madeira.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em sete endereços localizados nos municípios de São Francisco do Guaporé e Costa Marques.

Além dos dois investigados presos preventivamente e das três prisões em flagrante, outros seis alvos foram submetidos a medidas cautelares determinadas pela Justiça.

Entre as restrições estão a proibição de acesso à Unidade de Conservação Estadual Serra dos Reis e a suspensão de atividades relacionadas à extração e à comercialização de produtos florestais sem o devido licenciamento ambiental.

As investigações miram tanto a atuação do grupo nos crimes ambientais quanto o comércio ilegal de armas de fogo.

A operação é coordenada pela 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco 2), em conjunto com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e o Ministério Público de Rondônia (MP-RO).

fotos - divulgação PC/RO.

Foragido por h*micídio e apontado como integrante de grupo crim*noso é preso em Guajará-Mirim

Homem tinha mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça de Rondônia e foi encaminhado ao sistema prisional...

Um homem foragido da Justiça por homicídio foi preso nesta quinta-feira (13), em Guajará-Mirim, interior de Rondônia. Além de ser procurado pelo crime, ele é apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação na região.

Contra o homem havia um mandado de prisão preventiva expedido pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO).

A captura foi realizada pela Polícia Federal. Após ser localizado e preso, o foragido foi conduzido à unidade da instituição para a realização dos procedimentos de polícia judiciária.

Em seguida, o homem foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Não foram divulgados o nome do preso, detalhes sobre o homicídio que motivou o mandado nem informações adicionais sobre o grupo criminoso ao qual ele seria ligado.

Pai é colocado em porta-malas e filho adolescente mantido refém durante sequestro em Porto Velho

Quatro criminosos foram presos após perseguição e tentativa de fuga; polícia apreendeu arma artesanal calibre .38...

foto - divulgação

Um pai e o filho adolescente foram libertados pela Polícia Militar após serem sequestrados por quatro criminosos na noite de quinta-feira (13), em Porto Velho. O homem foi mantido no porta-malas de um veículo, enquanto o adolescente permaneceu dentro do carro. A ocorrência terminou com perseguição, tentativa de fuga a pé e a prisão dos quatro suspeitos na Linha Progresso.

O sequestro começou quando as vítimas foram buscar a sogra do homem para levá-la à rodoviária. No cruzamento das ruas José Amador dos Reis e Providência, enquanto colocava os pertences da mulher no porta-malas, o homem foi surpreendido pelo grupo, que chegou em um Fiat Mobi preto.

Os quatro criminosos estavam armados, anunciaram o roubo e renderam pai e filho. O homem foi colocado no porta-malas, enquanto o adolescente ficou no banco de passageiro. Em seguida, o grupo passou a circular com as vítimas.

Por volta das 21 horas, a Patamo do Batalhão de Ação e Reação contra o Crime Organizado (BPTAR) recebeu do Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP) informações sobre o crime.

O Núcleo de Inteligência conseguiu contato com a esposa de uma das vítimas, que acompanhava a localização do veículo por meio de um sistema de rastreamento. As informações auxiliaram as equipes durante as buscas.

No bairro Ronaldo Aragão, os policiais localizaram um Gol branco trafegando em alta velocidade e com os faróis apagados. O motorista desobedeceu à ordem de parada e iniciou uma fuga pela Rua Tartaruga e outras vias da região.

Equipes do 5º Batalhão da Polícia Militar e do BPTAR foram mobilizadas para bloquear possíveis rotas de fuga. Durante a perseguição, os policiais receberam a informação de que as vítimas continuavam dentro do automóvel, o que exigiu cautela durante a abordagem.

O veículo foi alcançado na Linha Progresso. Os quatro suspeitos abandonaram o carro e tentaram fugir a pé, pulando muros e cercas. Os policiais seguiram o grupo e houve luta corporal durante as prisões.

Os suspeitos sofreram escoriações durante a fuga pelos terrenos e no confronto físico ocorrido no momento das prisões.

Dentro do veículo, os policiais localizaram o adolescente no banco traseiro e o pai no porta-malas. As duas vítimas foram libertadas.

Durante a ocorrência, também foi apreendida uma arma artesanal do tipo pistola, calibre .38, contendo uma munição intacta.

Entre os quatro presos está Kelvin S. S., que utilizava monitoramento eletrônico. Segundo o registro da ocorrência, os suspeitos declararam integrar uma facção criminosa.

O grupo foi preso e encaminhado para os procedimentos legais.

Cláudio Castro volta a ser alvo de busca e apreensão em operação da PF

Agentes cumprem 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro...

A PF (Polícia Federal) deflagrou nesta sexta-feira (14) a segunda fase da Operação Sem Refino. Segundo a PF, a ação mira o ex-governador Cláudio Castro (PL). Um dos mandados é cumprido em uma casa em Petrópolis (RJ) que é investigada por ser sede de uma série de negociações fraudulentas.

A Operação Sem Refino investiga a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis, suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

A operação desta sexta-feira apura a atuação de agentes públicos, entre eles nomes que atuaram na Secretaria de Meio Ambiente e na Secretaria de Transformação Digital do Estado.

Segundo a PF, a ação tem por objetivo apurar fraude na concessão de licenças ambientais para a refinaria, à revelia das diretrizes dos órgãos técnicos competentes, além de lavagem de capitais ligada ao esquema criminoso.

À CNN, a defesa de Cláudio Castro informou que o ex-governador desconhece ter sido alvo da operação e que não foram realizadas buscas em sua residência ou endereço vinculado.

Segundo o advogado Carlo Luchione, o imóvel localizado em Petrópolis, alvo da ação da PF, era alugado e teve o contrato de locação rescindido há meses, desde que Castro deixou o governo do estado, em março.

Além de Castro, a operação da PF desta sexta-feira também mirou:

  • Bernardo Rossi – ex-deputado estadual e ex-secretário do Ambiente e Sustentabilidade;
  • Antonio Carlos Santos (Pipo) – advogado;
  • Luiz Fernando Gomes – empresário;
  • José Mauro Junior – ex-secretário de Estado de Transformação Digital e ex-subsecretário executivo de Ambiente e Sustentabilidade;
  • Mauricio Leite – empresário;
  • Ana Carolina Miranda – empresária.

A CNN tenta contato com a defesa dos alvos.

Bernardo Rossi atuou como deputado estadual, foi prefeito de Petrópolis e secretário de Estado de Ambiente e Sustentabilidade até março de 2026.

Antônio Carlos Santos fez parte da lista sêxtupla da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) no fim de 2025 para concorrer a uma vaga como desembargador. No entanto, apenas 29 dos 142 membros do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro) o incluíram na lista tríplice, ficando em último lugar, apesar de ter sido apadrinhado por Cláudio Castro junto aos magistrados.

Luiz Fernando Gomes é empresário da construção civil, tendo assinado diversos contratos com o governo do Rio de Janeiro. Ele ainda é sócio da Engeprat.

O quinto alvo, José Mauro de Farias Junior, é ex-secretário de Estado de Transformação Digital no governo de Cláudio Castro. Ele também é apontado como sócio de mais de 20 empresas relacionadas a construção civil, corretagem de imóveis, holding de instituições não financeiras e um portal de notícias.

Os últimos dois alvos, Maurício LeiteeAna Carolina Mirandasão empresários, sócios da empresa 7 Pilares Assessoria, Empreendimentos e Inovações Tecnológicas Ltda.

Outro lado

Em nota, a defesa de Cláudio Castro negou "qualquer participação em irregularidades" envolvendo o ex-governador e disse desconhecer "o conteúdo integral da denúncia". Veja a nota na íntegra:

A defesa do ex-governador Cláudio Castro nega qualquer participação em irregularidades envolvendo a Refit e esclarece que o endereço alvo de buscas em Petrópolis não tem qualquer ligação com ele há meses. Atualmente, não há nenhum endereço ligado ao ex-governador na região.

A defesa ainda desconhece o conteúdo integral da denúncia e dos elementos que fundamentaram a operação e aguarda que os advogados tenham acesso aos autos para se manifestar de forma mais detalhada.

Todos os atos praticados durante sua gestão seguiram critérios técnicos, jurídicos e administrativos previstos na legislação.

A gestão Cláudio Castro foi, inclusive, a única a conseguir que a Refinaria de Manguinhos realizasse pagamentos de dívidas com o Estado do Rio de Janeiro, em montante próximo de R$ 1 bilhão.

Além disso, a Procuradoria Geral do Estado ingressou com diversas ações contra a empresa ao longo da gestão, demonstrando que o Estado atuou para cobrar os valores devidos e defender o interesse público.

fonte - Gustavo Uribe e Teo Cury, da CNN Brasil, Brasília e São Paulo.

Foragido há seis anos por roubo e tráfico de drogas é preso em Porto Velho

Homem era procurado pela Justiça do Paraná desde 2020 e tinha histórico de envolvimento com o tráfico de drogas...

Um homem que estava foragido da Justiça do Paraná desde 2020 foi preso nesta quinta-feira (13), em Porto Velho. Ele era procurado pelos crimes de roubo e tráfico de drogas.

O homem estava foragido havia cerca de seis anos e possuía histórico relacionado ao tráfico de entorpecentes.

Em 2009, ele foi preso em flagrante em Londrina, no Paraná, enquanto transportava cocaína proveniente da Bolívia. A droga tinha como destino Curitiba, também no Paraná.

Após ser localizado e preso em Porto Velho, o homem foi encaminhado às autoridades competentes.

Ele permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento das medidas judiciais cabíveis.

Acusado de m*tar médico e esconder corpo em cova é preso em pousada de Jaci-Paraná

Nicolas Gomes Buranello foi localizado após denúncia anônima e preso sem resistência; Lucas Macedo Martins foi encontrado morto em julho...

Nicolas Gomes Buranello, acusado de matar o médico Lucas Macedo Martins, de 32 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (14) em um apartamento da Pousada da Turma, no distrito de Jaci-Paraná, em Porto Velho. A localização do foragido ocorreu após uma denúncia recebida pela Polícia Militar.

A informação chegou à guarnição de Nova Mutum Paraná por meio de uma ligação feita de um número desconhecido. O denunciante informou que Nicolas havia sido visto entrando na pousada.

Após verificarem a existência do mandado de prisão preventiva contra o suspeito, os policiais seguiram até o endereço indicado e localizaram Nicolas no apartamento 3.

Os militares bateram à porta e determinaram que o ocupante abrisse. Nicolas atendeu à ordem e foi preso sem oferecer resistência.

Durante a abordagem, ele informou aos policiais que havia chegado à pousada apenas para passar a noite. Ao ser questionado sobre outros fatos, exerceu o direito de permanecer em silêncio.

Entre os pertences encontrados com Nicolas estavam 25 peças de roupas, aparelho celular Samsung, dinheiro, cartões, garrafa térmica, fone de ouvido, óculos, carregador, perfume, escovas de dentes, meias e produtos de higiene.

Após a captura, Nicolas foi encaminhado à Delegacia Especializada em Homicídios, em Porto Velho.

O suspeito estava com prisão preventiva decretada no âmbito da investigação sobre a morte de Lucas Macedo Martins. O médico foi encontrado morto no dia 24 de julho, dentro de uma cova no Cemitério Santo Antônio, em Porto Velho.

Com a prisão, Nicolas fica à disposição da Justiça enquanto prosseguem as investigações sobre o assassinato.

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Mais de 200 kg de skunk são encontrados escondidos em carga de paletes em Vilhena

Carga com 199 tabletes da droga seguia pela BR-364 com destino a Cuiabá, em Mato Grosso...

Uma carga com aproximadamente 206,54 quilos de substância análoga a skunk foi apreendida na tarde desta quarta-feira (12), no km 1 da BR-364, em Vilhena. A droga estava escondida entre paletes transportados por uma combinação de veículos de carga e tinha como destino Cuiabá, em Mato Grosso.

A apreensão ocorreu durante uma fiscalização de combate ao crime. Os policiais rodoviários federais abordaram o veículo que trafegava no sentido decrescente da BR-364 e realizaram uma inspeção no compartimento de carga.

Durante a fiscalização, foram encontrados diversos sacos ocultos entre os paletes. No interior deles estavam 199 tabletes de substância semelhante a skunk, totalizando cerca de 206,54 quilos.

Diante do flagrante, o responsável pelo transporte foi preso pela prática, em tese, do crime de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006.

O homem detido, a droga apreendida e a ocorrência foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal em Vilhena para os procedimentos cabíveis.

Homem é condenado a mais de 23 anos por m*tar vítima com cerca de dez golpes de madeira em Nova Mamoré

Réu recebeu pena de 23 anos e 4 meses de prisão no primeiro Tribunal do Júri realizado na comarca; jurados reconheceram três qualificadoras...

D.L.S. foi condenado a 23 anos e quatro meses de prisão pelo assassinato de J.R.S., de 47 anos, em Nova Mamoré. O julgamento ocorreu nesta quarta-feira (12), na Câmara Municipal, e marcou a realização do primeiro Tribunal do Júri da comarca.

O crime aconteceu em 12 de junho de 2024. Conforme a denúncia, o réu e a vítima estavam na residência da mãe de J.R.S., acompanhados de outras pessoas, quando tiveram uma discussão.

Durante o desentendimento, D.L.S. pegou um pedaço de madeira e atingiu a vítima cerca de dez vezes na cabeça e no rosto. Após as agressões, ele fugiu do local.

Ainda segundo a denúncia, depois do homicídio, o réu enviou áudios para a companheira nos quais confessou ter cometido o crime.

Três qualificadoras reconhecidas

Durante o julgamento, a acusação foi conduzida pelo promotor de Justiça Antônio Carlos de Siqueira Júnior. O Conselho de Sentença reconheceu as três qualificadoras apresentadas contra o réu: motivo torpe, emprego de meio cruel e utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.

Com a decisão dos jurados, D.L.S. recebeu pena de 23 anos e quatro meses de prisão.

Primeiro júri da comarca

Além do julgamento do homicídio, a sessão representou um marco para Nova Mamoré por ser o primeiro Tribunal do Júri realizado na comarca, instalada em julho de 2026.

Com a nova estrutura, o processo pôde ser levado a julgamento na própria cidade onde o crime ocorreu.

Empresário é denunciado por vi*lência s*xual contra pelo menos 11 adolescentes em Cacoal

Denúncia reúne 19 fatos e aponta crimes de estupro de vulnerável, favorecimento da prostituição de adolescentes e fornecimento de bebidas alcoólicas...

Um empresário de Cacoal foi denunciado por crimes relacionados à violência sexual contra pelo menos 11 adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos. A denúncia apresentada pelo Ministério Público de Rondônia reúne 19 fatos distintos que teriam ocorrido entre 2025 e 2026.

Entre os crimes atribuídos ao empresário estão estupro de vulnerável, favorecimento da prostituição de adolescentes e fornecimento de bebida alcoólica a menores de idade.

De acordo com a denúncia, o investigado submetia as vítimas à violência sexual e se aproveitava da condição de vulnerabilidade das adolescentes. O documento aponta ainda o fornecimento de bebidas alcoólicas e a oferta de dinheiro para exploração sexual.

Crimes atribuídos ao empresário

O empresário foi denunciado por estupro de vulnerável, crime previsto no artigo 217-A do Código Penal e que prevê pena de oito a 15 anos de reclusão.

A denúncia também inclui favorecimento da prostituição de adolescentes, previsto no artigo 218-B do Código Penal, cuja pena varia de quatro a dez anos de reclusão.

Outro crime atribuído ao investigado é o fornecimento de bebida alcoólica a menores de idade, previsto no artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com pena de dois a quatro anos de detenção, além de multa.

Como denunciar

Meninas e mulheres têm direito a uma vida livre de violência e violações de direitos. Estas são garantias previstas na Constituição Federal. Em emergências, vítimas devem ligar para o 190 para pedir socorro.

Para denunciar casos de violência, a Ouvidoria do MPRO está à disposição pelo número 127, ou ainda, pelo formulário online

Detento condenado a 43 anos é recapturado após fugir durante limpeza de penitenciária em Porto Velho

Rodrigo Lopes de Melo escapou enquanto realizava serviço de roçagem e foi localizado menos de 24 horas depois em um condomínio...


Rodrigo Lopes de Melo, de 33 anos, foi recapturado na tarde desta quarta-feira (12), em Porto Velho, menos de 24 horas depois de fugir da Penitenciária Estadual Milton Soares de Carvalho, conhecida como 470. O detento foi localizado em um condomínio da capital e preso por equipes da Polícia Penal e da Polícia Militar de Rondônia.

Condenado a 43 anos e 5 meses de prisão por roubo, Rodrigo cumpria pena no regime semiaberto e não utilizava monitoramento eletrônico.

A fuga ocorreu enquanto o detento realizava serviços de roçagem e limpeza na área externa da penitenciária. Um policial penal acompanhava o trabalho e, quando entrou na unidade prisional, Rodrigo correu e conseguiu escapar.

Após a fuga, foram iniciadas buscas e ações de monitoramento para localizar o apenado. Ele permaneceu foragido por menos de um dia até ser encontrado em um condomínio de Porto Velho.

A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) informou que os setores responsáveis apuram as circunstâncias em que ocorreu a fuga.

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Grupo investigado por tráfico movimentou mais de R$ 2 milhões e é alvo da Operação Marco 155 em Rondônia

Investigação começou após apreensão de 155 quilos de cocaína e skunk e identificou movimentações financeiras ligadas ao grupo criminoso...

Um grupo investigado por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro movimentou mais de R$ 2 milhões, segundo investigação da Polícia Civil de Rondônia. Nesta quinta-feira (13), a Operação Marco 155 foi deflagrada para cumprir 20 medidas cautelares contra suspeitos de integrar a organização criminosa.

A ação inclui mandados de busca e apreensão e determinações judiciais de quebra de sigilo bancário. A operação é conduzida pelo Departamento de Narcóticos (Denarc), com apoio do Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decco).

As investigações tiveram início após a prisão em flagrante de dois indivíduos apontados como integrantes do grupo. Na ocasião, uma ação da 2ª Delegacia de Repressão a Narcóticos (2ª DRN) resultou na apreensão de aproximadamente 155 quilos de entorpecentes, entre cocaína e skunk.

Além das drogas, armas de fogo, munições e aparelhos celulares foram apreendidos. A partir do material e das informações obtidas durante as diligências, outros suspeitos de participação no esquema foram identificados.

De acordo com a investigação, integrantes do grupo estariam envolvidos na movimentação de recursos financeiros com o objetivo de ocultar e dissimular valores provenientes de atividades ilícitas. A apuração também aponta que os recursos eram utilizados para financiar e manter a estrutura criminosa.

O nome Marco 155 faz referência aos aproximadamente 155 quilos de drogas apreendidos no flagrante que deu origem à investigação.

Com as medidas cumpridas nesta quinta-feira, a Polícia Civil busca aprofundar a identificação dos envolvidos e atingir a estrutura financeira do grupo investigado por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Rondônia.

PF cumpre mandado de busca e apreensão contra advogado Nelson Wilians

Investigação mira grupo empresarial suspeito de utilizar estrutura societária e financeira no exterior para ocultar a origem e a destinação de recursos provenientes da exploração de jogos de azar e de apostas esportivas...

A Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão na casa do advogado Nelson Willians no âmbito da Operação Arena, deflagrada na manhã desta quinta-feira (13) e autorizada pela 4ª Vara Federal da Paraíba.

Esta é a segunda operação mirando o advogado no último mês. Em julho, Willians foi alvo de uma operação voltada a desarticular uma organização suspeita de comercializar créditos de ICMS fraudulentos.

Os investigadores miram grupo empresarial suspeito de utilizar estrutura societária e financeira no exterior para ocultar a origem e a destinação de recursos provenientes da exploração de jogos de azar e de apostas esportivas.

Segundo a investigação, o principal alvo da operação é a empresa PixBet, antiga patrocinadora de times de futebol como Flamengo, Santos e Vasco. Um ponto crítico é uma transferência suspeita envolvendo a PixStar, empresa fantasma com sede na ilha de Curação, no Caribe. 

A Polícia Federal identificou pagamentos entre as duas companhias. Além disso, conforme apurado pela CNN, Nelson Wilians consta como advogado da PixBet em uma ação na Justiça Federal da Paraíba. 

Os agentes cumprem 17 mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo telemático e bancário e sequestro de até R$ 1,1 bilhão nos estados da Paraíba, de São Paulo, de Sergipe, do Rio de Janeiro e do Paraná.

A operação investiga os crimes de evasão de dívidas, lavagem de dinheiro, além de outros crimes contra o sistema financeiro nacional. Um gráfico elaborado pela Receita Federal evidencia como funciona o suposto esquema investigado.

Operação Arena

A inciativa desta quinta é uma parceria da PF com a Receita Federal e o Ministério Público Federal. A investigação aponta que a estrutura teria sido utilizada para simular a condução das atividades a partir do exterior, enquanto a gestão operacional, administrativa e decisória ocorreria, em tese, em território nacional.

Segundo a Receita Federal, empresas constituídas no exterior teriam sido utilizadas para justificar elevadas remessas internacionais de recursos, apesar de os elementos reunidos indicarem a inexistência de atividades econômicas compatíveis com os valores movimentados.

De acordo com os indícios apurados, o grupo teria empregado mecanismos sofisticados envolvendo empresas nacionais e estrangeiras, instituições de pagamento, operações de câmbio, ativos digitais e outras estruturas financeiras, para dificultar a identificação da origem e da destinação dos recursos.

A investigação também identificou possíveis indícios de omissão de rendimentos e de utilização de estruturas empresariais destinadas a reduzir ou evitar, de forma irregular, a tributação incidente sobre as atividades desenvolvidas.

A Receita afirma que, embora a exploração de apostas de quota fixa tenha passado por recente processo de regulamentação no Brasil, as evidências apontam que atividades relacionadas ao setor já vinham sendo exercidas anteriormente, com indícios de utilização de mecanismos destinados a ocultar operações, receitas e beneficiários finais.

Os elementos arrecadados durante o cumprimento dos mandados serão analisados para subsidiar futuras ações fiscais, incluindo a constituição dos créditos tributários eventualmente devidos e o compartilhamento de informações com os órgãos competentes

A Receita Federal participa da operação com 40 Auditores-Fiscais e AnalistasTributários, atuando na identificação e coleta de elementos destinados à apuração de infrações tributárias, penais e administrativas relacionadas às pessoas físicas e jurídicas investigadas.

A CNN Brasil tenta contato com a defesa de Nelson Wilians, da PixBet e da PixStar.

Operação contra fraudes em ICMS

No último dia 15 de julho, autoridades estiveram na mansão de Nelson Wilians para cumprir um mandado de busca e apreensão, no âmbito de uma investigação sobre um suposto esquema bilionário de fraudes tributárias em ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

A operação Distrato foi deflagrada pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (CIRA-SP), formado pela Secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz-SP), Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e Procuradoria-Geral do Estado (PGE-SP), com apoio das polícias Civil e Militar.

Segundo o MP-SP, um dos principais núcleos investigados é ligado ao grupo econômico de Nelson Wilians. O escritório do advogado também foi alvo das buscas.

As investigações apuram um suposto esquema de comercialização fraudulenta de créditos de ICMS. De acordo com a apuração, escritórios de advocacia e consultorias ofereciam a empresas créditos tributários sem respaldo legal, apresentados como parte de planejamentos tributários, para reduzir indevidamente o imposto devido ao Estado.

Segundo a Secretaria da Fazenda, a fraude levou à constituição de mais de R$ 3,8 bilhões em créditos tributários contra 752 empresas.

Na data, foram cumpridos 38 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Campinas, Jundiaí, Ribeirão Preto, Londrina e Cambé. A investigação apura, entre outros crimes, organização criminosa, crimes contra a ordem tributária, estelionato, falsidade documental e lavagem de dinheiro.

Em nota, a defesa do advogado afirmou que colabora com as apurações. "O escritório recebeu o cumprimento da medida de busca e apreensão com serenidade, transparência e absoluto espírito colaborativo, mantendo-se à disposição das autoridades competentes e atuando de forma proativa para o completo esclarecimento dos fatos", informou.

Outro lado

Em nota à imprensa, Santiago Schunck, advogado do NWADV, afirmou que a relação entre o escritório e a PixBet é “estritamente profissional” e decorre da prestação de serviços de advocacia.

"A relação entre o escritório e a PixBet é estritamente profissional e decorre da prestação de serviços de advocacia. A atuação do escritório em favor de seus clientes limita-se ao exercício regular da advocacia, não se confundindo com as atividades empresariais por eles desenvolvidas. O escritório repudia qualquer tentativa de associar a atuação profissional de seus advogados às atividades ou condutas atribuídas a seus clientes. É preciso ter cautela para que o legítimo exercício da advocacia não seja indevidamente criminalizado em razão da natureza ou das atividades daqueles que o advogado representa", disse.

fonte - CNN BRASIL.

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