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SP: Polícia apreende adolescente suspeito de furtar jornalista Márcio Chaer

Adolescente foi apreendido nesta quinta-feira (22) e encaminhado à Fundação Casa (Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente)

Um dos adolescentes suspeitos de envolvimento no furto ao jornalista e fundador da revista ConJur (Consultor Jurídico), Márcio Chaer, foi apreendido pela Polícia Civil nesta quinta-feira (22). O caso ocorreu em 3 de outubro, no centro de São Paulo.



Na ocasião, Chaer estava dentro de um veículo quando foi abordado pelos suspeitos e teve o celular furtado. Ao tentar recuperar o aparelho, o jornalista perseguiu os envolvidos, mas sofreu um mal súbito e morreu poucos minutos depois.


Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o adolescente foi identificado e localizado a partir de imagens de monitoramento e do avanço das investigações.


Após a apreensão, o jovem foi encaminhado à Fundação Casa (Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente).


Relembre o caso

Márcio Chaer, jornalista e diretor da revista jurídica online ConJur, morreu na tarde de sábado (3), na Avenida Pedro Vicente, nas proximidades da Estação Armênia, na região central de São Paulo.

A CNN Brasil apurou que o jornalista foi vítima de um furto e, ao tentar perseguir o criminoso, sofreu um infarto. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel Urgente) foi acionado, mas constatou o óbito de Márcio ainda ainda no local.


Vídeo mostra jornalista perseguindo ladrão antes de morrer em SP



Dinâmica do crime

Imagens registradas por uma câmera de segurança mostram o momento em que o jornalista persegue um homem após ser vítima de um furto.


Nas imagens, é possível ver o jornalista correndo atrás do homem. Em outro ângulo, o jornalista –– vestido de azul –– aparece caminhando no canto superior direito da tela e, na sequência, senta na calçada de uma rua. Populares que passavam pelo local tentaram socorrê-lo.


Segundo os registros, a perseguição durou cerca de cinco minutos, até Márcio sofrer o mal súbito. Ele morreu ainda no local. (CNN)


Vídeo: adolescente de 14 anos é agredido por PM em Santa Catarina

Menino levou tapas e empurrões de um policial militar na noite de segunda (19) em Porto União; Ministério Público e polícia investigam o caso

Um adolescente de 14 anos foi agredido com tapas e empurrões de um policial militar durante abordagem na noite da última segunda-feira (19) na cidade de Porto União, interior de Santa Catarina.



No vídeo gravado por uma amiga do jovem, é possível vê-lo sentado na beira da estrada com o celular em mãos quando um agente começa a deferir tapas e o empurra no chão com violência quando o ele se levanta.


No vídeo, o policial questiona porque o menino forneceu o nome errado da mãe, que responde "estou com medo senhor", momento em que o PM confere tapas ao adolescente, que se mantém sentado e sem qualquer sinal de desobediência ou ameaça.


Em seguida quando ele se levanta, o PM o agarra e o empurra para o chão novamente, e acusa os jovens de estarem vendendo ou receptando drogas,por estarem à meia noite e mexendo no celular naquele local.


"Achei uma covardia o que fizeram"

O pai do adolescente falou à CNN sobre o ocorrido e vê a atitude dos policias como uma covardia, citando que eles tem a função de proteger a população e não agredir dessa forma, ainda mais uma criança.


"Eu queria que ele [policial] se pusesse no meu lugar, se fosse com o filho dele, para ver como ele iria ficar", destacou o pai do adolescente.



Ele contou que a família vive próxima do


local do ocorrido, em um morro no planalto norte do estado, e que naquele dia o menino estava com amigos brincando próximo ao meio fio enquanto esperavam a sua chegada.


Os policiais teriam então abordado os jovens repentinamente e perguntaram o nome da mãe do menino. Segundo o pai, ele teria informado errado o nome pois aquilo nunca havia acontecido antes e a ele estava muito assustado.


Depois das agressões, ele disse que o menino foi para casa e quando ele chegou encontrou o seu filho chorando e com dores na cabeça, no peito e nas costas por conta das agressões vistas no vídeo.


Sobre a acusação de venda ou receptação de drogas, o pai do adolescente disse que é totalmente falsa: "ele não lida com drogas, eu não lido com isso, nós somos todos honestos, jamais!"


Como anda a investigação sobre o caso

Em nota a Polícia Militar de Santa Catarina disse que tomou conhecimento do caso, e que foi encaminhado à Corregedoria para investigação e adoção das medidas administrativas cabíveis. No entanto, a PM não confirmou se o policial já foi afastado das ruas.


O advogado do pai do menino declarou à CNN que foi ajuizada uma ação civil para ter a reparação dos danos, e o caso foi denunciado ao Ministério Público, que apura eventual apuração criminal cometida pelo policial no vídeo.


"Eu e meu cliente temos muito respeito pela PM. Até onde a gente sabe que o policial é um trabalhador, tanto quanto como nós aqui, só que muitas vezes o próprio sistema de violência que é implantado, uma doutrina da polícia militar, acaba gerando esse tipo de problema", declarou a defesa.


Em resposta, o MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) reconheceu que os fatos estão sendo apurados, mas que por envolver um adolescente, as informações tramitam sob segredo de justiça.


Além disso, o órgão alegou que adotará todas as providências cabíveis para a completa apuração dos fatos e responsabilização, além do acolhimento da vítima pelos órgãos de saúde.


A CNN Brasil tentou contato com a Polícia Civil do estado para saber mais detalhes sobre a investigação, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria. (CNN)

Homem é preso após ser flagrado arrombando caixa eletrônico da Caixa Econômica Federal em Buritis, RO; veja

Suspeito utilizou um pé de cabra para danificar o equipamento; ação foi registrada por câmeras de segurança e caso deverá ser investigado pela Polícia Federal.

Um homem foi preso pela Polícia Militar após ser flagrado tentando arrombar um caixa eletrônico de uma agência da Caixa Econômica Federal, no município de Buritis, em Rondônia, nesta sexta-feira (23). A ação foi registrada por câmeras de segurança, que mostram o suspeito utilizando um pé de cabra para forçar a abertura do equipamento.



Nas imagens, o indivíduo aparece manuseando uma barra metálica contra a estrutura do caixa eletrônico, provocando danos durante a tentativa de arrombamento.


De acordo com informações preliminares, o suspeito utilizou a ferramenta para tentar romper a proteção do equipamento bancário. A movimentação chamou a atenção de pessoas que passavam pelo local.

Vídeo:@rodrigodivulgacoesro 

Até o momento, não há confirmação de que o homem tenha conseguido retirar dinheiro do caixa eletrônico. Os responsáveis pela instituição financeira e as autoridades locais ainda não divulgaram informações sobre eventual prejuízo financeiro.


O suspeito acabou detido por policiais militares após a ocorrência. A Polícia Federal deverá assumir a investigação do caso, por envolver uma agência da Caixa Econômica Federal, instituição financeira pública federal.

Avião é incendiado após perseguição e tentativa de interceptação pela FAB em MT; veja

Queda ocorreu há cerca de 80 km da área urbana da cidade, na Fazenda Monte Azul.

Um avião de pequeno foi incendiado na zona rural de Juara, a 650 km de Cuiabá, após uma tentativa de interceptação pela Força Aérea Brasileira (FAB), nesta sexta-feira (23). A queda da aeronave ocorreu a cerca de 80 km da área urbana da cidade, na região Fazenda Monte Azul.



Um vídeo gravado por testemunhas mostra o momento em que uma aeronave da FAB desce na região e o avião de pequeno porte, já no chão, é incendiado (assista acima).


Segundo o Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron), as equipes estavam acompanhando uma ocorrência de forma integrada com a FAB, a Polícia Federal e Polícia Militar, por suspeita de tráfico de drogas aéreo.


Durante a ação, houve a tentativa de interceptação da aeronave suspeita pela FAB. No entanto, segundo o Gefron, o avião desceu em uma pista clandestina e os ocupantes atearam fogo.



Nenhum suspeito foi localizado pelas equipes. Também não foram localizadas vítimas no local. O caso é investigado.



Por Redação g1 MT

Helicóptero vindo da Venezuela é interceptado e destruído após ação da FAB

O piloto da aeronave não colaborou com as autoridades e forçou o pouso a cerca de 100 km de Boa Vista (RR), fugindo em seguida

A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou, nessa quinta-feira (22/10), um helicóptero vindo da Venezuela que sobrevoava o território nacional sem plano de voo e sem matrícula. A aeronave suspeita foi destruída após um pouso forçado.



A aeronave irregular voava em baixa altitude, na região de Roraima (RR), quando foi detectada. O piloto de um caça A-29 Super Tucano, acionado pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), realizou procedimentos de averiguação e reconhecimento, como parte das Medidas de Policiamento do Espaço Aéreo (MPEA).


O piloto do helicóptero suspeito, no entanto, não teria obedecido aos comandos das autoridades e forçou o pouso a cerca de 100 km de Boa Vista (RR).


Em seguida, um helicóptero do Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (2º/10º GAV) – Esquadrão Pelicano, foi mobilizado para verificar o local do pouso. A equipe encontrou a aeronave abandonada e sem tripulantes.


Uma equipe da Força Nacional de Segurança Pública foi deslocada para a região para adotar as providências cabíveis, entre elas, a destruição da aeronave suspeita.


“A FAB reitera que trabalha diuturnamente para garantir a segurança da navegação e a soberania do espaço aéreo brasileiro”, informou a Força Aérea em nota.


Segundo a FAB, a ação ocorreu no âmbito da Zona de Identificação de Defesa Aérea (ZIDA 41), em Roraima, na região Norte do país. (Metrópoles)

Polícia Civil incinera mais de 500 kg de drogas e causa prejuízo de até R$ 8,8 milhões ao tráfico em Nova Mamoré

Ação integrada entre forças de segurança destruiu maconha, cocaína, ecstasy e lança-perfume apreendidos em operações de combate ao narcotráfico na região de fronteira de Rondônia.



A Polícia Civil de Rondônia incinerou 503,6 quilos de drogas nesta quinta-feira (22), no município de Nova Mamoré. A destruição dos entorpecentes, avaliados entre R$ 8 milhões e R$ 8,8 milhões, representa um prejuízo estimado ao mercado ilegal de drogas na região de fronteira.


A ação foi coordenada pela 1ª Delegacia de Polícia Civil de Nova Mamoré, em atuação integrada com as operações Protetor das Fronteiras e Madeira-Mamoré II. O procedimento contou com a participação da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON) e Patrulhamento Tático Móvel (PATAMO).


Entre os entorpecentes destruídos estavam 349,4 quilos de maconha, 153,9 quilos de cocaína, 196,7 gramas de ecstasy (MDMA) e nove frascos de lança-perfume. Todo o material era proveniente de diferentes procedimentos policiais realizados durante investigações, fiscalizações e operações de repressão ao tráfico de drogas.


O prejuízo financeiro estimado foi calculado com base nos valores de referência praticados na faixa de fronteira. Além do impacto econômico sobre o comércio ilegal, a incineração impede que os entorpecentes apreendidos retornem à circulação.


A destruição definitiva das substâncias também integra as medidas adotadas pelas forças de segurança para combater a atuação de organizações criminosas envolvidas no narcotráfico em Rondônia.


Segundo a Polícia Civil, a operação reforça a importância da integração entre os órgãos de segurança pública no enfrentamento ao tráfico de drogas, especialmente em municípios localizados na região de fronteira.

Homem que matou ex-companheira e amigo na frente da filha é condenado a 72 anos de prisão em Porto Velho

Vinicius Wallace recebeu pena de 45 anos pelo feminicídio de Jaiane e 27 anos pelo assassinato de Everaldo; segundo acusado foi absolvido pelo Tribunal do Júri...

À esquerda, Vinicius Wallace; ao centro, Jaiane Lemos; e à direita, Everaldo Oliveira. Foto: Reprodução/redes sociais.

Vinicius Wallace do Casal Marinho foi condenado a 72 anos de prisão pelos assassinatos da ex-companheira, Jaiane Lemos de Souza Neto, e do amigo dela, Everaldo Oliveira Santos, em Porto Velho, Rondônia. A sentença foi anunciada na noite de quinta-feira (22), após dois dias de julgamento pelo Tribunal do Júri. O crime ocorreu em maio de 2024, na presença da filha do casal, que tinha apenas 1 ano e 8 meses.

Os jurados reconheceram o crime de feminicídio contra Jaiane e homicídio qualificado contra Everaldo, considerando circunstâncias como motivo torpe, meio cruel e utilização de recurso que dificultou a defesa das vítimas.

A pena foi estabelecida em 45 anos de reclusão pelo assassinato de Jaiane e 27 anos pela morte de Everaldo, totalizando 72 anos de prisão em regime inicialmente fechado. O magistrado também negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade, determinando sua permanência na prisão.

Na definição da sentença, a Justiça considerou a gravidade dos crimes e suas consequências familiares. Jaiane foi assassinada diante da filha pequena, enquanto Everaldo deixou dois filhos, incluindo um adolescente que estava sob seus cuidados.

Acusado de ajudar na fuga é absolvido

Railson Ferreira da Silva, que também respondia ao processo por supostamente ter auxiliado Vinicius na fuga após os assassinatos, foi absolvido pelo Tribunal do Júri.

De acordo com a acusação, Railson teria conduzido o veículo preto utilizado na chegada e na saída do autor dos crimes. O automóvel permaneceu estacionado em frente à residência enquanto os assassinatos eram cometidos.

Durante o julgamento, os jurados acolheram a tese apresentada pela defesa e decidiram pela absolvição. Com isso, a Justiça revogou a prisão preventiva de Railson e determinou a expedição do documento necessário para sua soltura.

Crime aconteceu no bairro Nova Floresta

O duplo homicídio ocorreu em 25 de maio de 2024, em uma residência localizada no bairro Nova Floresta, na zona Sul de Porto Velho.

Conforme as investigações, Vinicius e Jaiane haviam encerrado recentemente o relacionamento. No dia do crime, o homem chegou ao imóvel em um carro preto e conversou com a ex-companheira através das grades da residência.

Imagens de câmeras de segurança registraram diversas tentativas de invasão. O agressor tentou ultrapassar o muro, danificou estruturas de proteção e, posteriormente, conseguiu entrar no imóvel.

Depois de invadir a casa, Vinicius quebrou uma porta de vidro e efetuou disparos contra Jaiane, que estava com a filha no colo. A vítima foi atingida por dois tiros no peito.

Na sequência, o homem se dirigiu a outro cômodo da residência e atirou contra Everaldo, que também morreu no local. Segundo a sentença, ele foi atingido por sete disparos.

Além da criança, uma adolescente estava na residência e presenciou a violência. Quando os policiais chegaram, encontraram a menina ao lado do corpo da mãe.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e constataram as mortes. Durante os trabalhos periciais, foram recolhidos dois aparelhos celulares e dez estojos de munição deflagrada.

As câmeras de segurança também registraram a fuga do autor, que deixou o imóvel pulando o muro e entrou no mesmo veículo utilizado para chegar ao endereço.

Após a conclusão do julgamento, Vinicius permanecerá preso para o cumprimento da pena imposta pela Justiça.

PF apreende helicóptero usado em esquema de transporte ilegal de ouro

Investigadores cumpriram cinco mandados de busca e apreensão em operação deflagrada no Pará nesta sexta-feira (23/10)

Uma operação deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra a comercialização ilegal de ouro no sudeste do Pará terminou com a apreensão de um helicóptero nesta sexta-feira (23/10).



Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Ourilândia do Norte e Tucumã. De acordo com a corporação, o objetivo é reprimir a venda ilegal do minério.


A aeronave, possivelmente usada no transporte clandestino do minério, foi localizada na zona rural de Ourilândia do Norte.


Em Tucumã, as buscas ocorreram em dois postos de gasolina, uma casa e uma chácara. Os imóveis são ligados ao mesmo alvo, suspeito de comprar ouro ilegalmente.


A investigação segue com a análise das informações e do material apreendido para esclarecer o esquema criminoso. (Metrópoles)


Kassio dá 24 horas para Meta responder sobre suspeita no "Exército do Lula"

Presidente do TSE pede relatório sobre possível ação coordenada de canal de André Janones, que já reúne mais de 7 milhões de seguidores...


O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, deu 24 horas para que a Meta entregue relatório técnico sobre a atuação do canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

A determinação atende a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que quer verificar se a empresa cumpriu o plano de conformidade entregue à Justiça Eleitoral, documento em que as big techs listam as medidas adotadas para prevenir e mitigar riscos à integridade das eleições.

Segundo o ministro, o objetivo é confrontar o que foi informado ao tribunal com o funcionamento do canal.

A Meta, responsável pelo Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp, deverá informar se identificou comportamento coordenado, sincronização de atividades, replicação sistemática de conteúdos ou articulação entre contas, canais e plataformas. Terá de explicar também os critérios que usa para distinguir mobilização legítima de atuação coordenada potencialmente irregular, além de apresentar dados sobre alcance, compartilhamento e circulação das publicações, amplificação artificial e eventual impulsionamento pago.

Google e X também terão 24 horas para informar se identificaram amplificação coordenada de termos e hashtags entre 18 e 20 de outubro em indicadores como buscas em alta, sugestões de pesquisa e Assuntos do Momento.

As duas plataformas foram incluídas na apuração após a campanha de Flávio afirmar ao TSE que o “Exército do Lula” incentivou seguidores a pesquisar no Google a expressão “Bolsonaro mandou matar Lula” e a impulsionar hashtags no X.

Janones sustenta que a mensagem publicada no canal tinha caráter de pergunta e não apresentava a expressão como uma afirmação.

Disputa sobre o “Exército do Lula”

A decisão é mais um capítulo da disputa em torno do “Exército do Lula”. Em 11 de outubro, Nunes Marques mandou suspender o canal, mas a ordem foi derrubada no mesmo dia pelo corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, relator de outra frente do caso, que determinou o restabelecimento da página.

Uma análise técnica do TSE não identificou conteúdo falso entre as publicações examinadas.

Dois dias depois, Nunes Marques condicionou o funcionamento do canal ao registro na Justiça Eleitoral. A campanha de Lula informou o endereço ao tribunal, mas afirmou que o fez apenas para cumprir a determinação, sem assumir a administração nem a responsabilidade pelo espaço. Na mesma noite, o canal saiu do ar e só voltou no dia seguinte, após nova decisão do ministro.

Depois que o TSE aprovou critérios para definir quando canais mantidos por apoiadores integram formalmente uma candidatura, Nunes Marques autorizou a coligação de Lula a desvincular o “Exército do Lula” da campanha.

FONTE - CNN BRASIL.

Polícia Penal intensifica revistas e reforça segurança nas unidades prisionais de Rondônia


Nesta quinta-feira (22), a equipe da Polícia Penal revistou a Penitenciária Estadual Jorge Thiago Aguiar Afonso, em Porto Velho. As fiscalizações e revistas gerais nas unidades operacionais são intensificadas, dando continuidade ao trabalho contínuo de prevenção e combate a irregularidades. As operações são conduzidas pela Secretaria do Estado da Justiça (Sejus), através dos policiais penais do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (GAPE).

As revistas gerais e as rondas diárias permanecem ativas e mantidas por tempo indeterminado em todas as unidades do estado, concentrando-se em unidades estratégicas:

  • Centro de Detenção Provisória (CDP);
  • Penitenciária Estadual Jorge Thiago Aguiar Afonso; e
  • Penitenciária Milton Soares de Carvalho.

As operações da Polícia Penal seguem por tempo indeterminado, com foco na manutenção da ordem e da segurança nas unidades prisionais

Uso de tecnologia

A equipe da Polícia Penal assegura máxima eficiência na varredura das estruturas, empregando recursos tecnológicos e operacionais avançados, sendo eles:
  • Cães farejadores e detectores de metais no apoio tático às revistas;
  • Aprimoramento dos procedimentos de segurança rotineiros; e
  • Análise e controle externo contínuo das imagens de monitoramento.

O diretor-geral da Polícia Penal, Célio Lima, destacou que a atuação dos policiais penais tem sido fundamental para neutralizar tentativas de desestabilização e garantir o cumprimento da lei no cotidiano das unidades prisionais.

De acordo com o titular da Sejus, Marcus Rito, o fortalecimento da segurança prisional é um compromisso permanente da gestão. "Ao integrarmos o uso de tecnologias avançadas e a atuação firme das equipes de segurança pública, garantimos a tranquilidade não apenas dentro do sistema, mas para toda a sociedade", ressaltou.

Influenciador é preso com arma de PF, BMW e distintivos falsos no Rio

Gustavo Gonçalves é suspeito de participar de um esquema de obtenção, receptação e comercialização de peças retiradas de veículos roubados

O influenciador Gustavo Gonçalves Porto Melo (foto em destaque), conhecido nas redes sociais como “GT” ou “Rei dos Batidos”, que divulga nas redes sociais trabalho de recuperação e restauração de veículos batidos, foi preso em flagrante nessa quarta-feira (21/10), em Itaipu, Niterói (RJ). Ele é suspeito de participar de um esquema de obtenção, receptação e comercialização de peças retiradas de veículos roubados. 



Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência dele, policiais civis encontraram uma pistola calibre .380 com 29 munições, duas réplicas de distintivos da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) e um simulacro de fuzil. Um segundo homem também foi preso durante a ação.


A arma estava dentro de um cofre metálico e, após consulta, foi identificada como pertencente a um policial federal aposentado. Segundo a Polícia Civil, o armamento havia sido extraviado.


Ao ser perguntado sobre a procedência, Gustavo afirmou que teria comprado a pistola por R$ 5 mil, por meio de um grupo de WhatsApp chamado “Monopólio”.


Também foram encontrados um colete, uma balaclava, um rádio comunicador, uma máquina de contar dinheiro, celulares, componentes automotivos e veículos.


Entre os bens recolhidos estão um automóvel BYD, um Chevrolet Spin, uma motocicleta BMW e um jet ski.


À polícia, Gustavo afirmou que havia comprado os veículos. No entanto, eles estavam registrados em nome da avó dele, identificada como pensionista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 

A origem dos bens e dos recursos usados nas aquisições será investigada pela PCERJ. Os policiais também vão apurar a eventual relação entre o patrimônio exibido pelo suspeito nas redes sociais e sua capacidade financeira.


Nas publicações, Gustavo mostrava viagens para destinos turísticos, embarcações, jet skis, veículos e acessórios de alto valor aparente. Ele acumula cerca de 12 mil seguidores.

Investigação

Segundo a investigação, embora divulgasse serviços de recuperação e restauração de veículos sinistrados, o investigado supostamente recebia encomendas de componentes automotivos de alto valor e intermediava a obtenção de peças retiradas de carros roubados.


Um dos elementos analisados pelos investigadores surgiu em setembro de 2026, durante a apuração de um flagrante de receptação. Na ocasião, dois motores provenientes de veículos roubados foram encontrados em uma oficina.


Em declaração formal, o responsável pelo estabelecimento mencionou Gustavo como a pessoa que havia indicado o serviço.


A polícia também identificou registros anteriores envolvendo o investigado, incluindo ocorrências relacionadas à receptação, à desobediência e a veículos de origem criminosa. Em um dos casos, ele foi preso em flagrante enquanto conduzia uma motocicleta roubada, com o chassi cortado e sem placa de identificação.


Gustavo foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, desobediência e associação criminosa armada.


A investigação foi conduzida pela Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis de Niterói e São Gonçalo (DRFA-NSG). (Metrópoles)

PF faz operação contra esquema de fraudes em empréstimos consignados

 As investigações começaram após denúncias sobre irregularidades em contratos de crédito. Operação foi deflagrada nesta quinta (21/10) no AP

Uma operação foi deflagrada nesta quinta-feira (22/10) pela Polícia Federal (PF) para investigar possíveis fraudes em empréstimos consignados de servidores públicos estaduais e municipais no Amapá (AP).



A investigação que culminou na operação batizada de Margem Zero teve início após comunicações sobre irregularidades em contratos de crédito. Levantamentos revelaram que servidores sem margem consignável disponível eram abordados por intermediários que ofereciam a chamada liberação de margem mediante o pagamento de um percentual sobre os novos empréstimos.


O esquema investigado consistiria na exclusão ou na desaverbação indevida de contratos ativos nos sistemas de consignação, criando espaço artificial para novas operações de crédito.


A ação policial cumpre sete mandados de busca e apreensão em Macapá e Mazagão. (Metrópoles)


Justiça condena 20 integrantes de organização criminosa armada que atuava dentro e fora de presídios em RO

Operação Conúbio revelou estrutura hierarquizada, tráfico de drogas, controle de armas e comunicação entre facções. Quinze condenados deverão cumprir pena inicialmente em regime fechado...

A Justiça de Rondônia condenou 20 integrantes de uma organização criminosa armada investigada durante a Operação Conúbio, que revelou a atuação de grupos criminosos dentro e fora do sistema prisional. A sentença foi proferida pela 1ª Vara de Delitos de Tóxicos de Porto Velho, após denúncia apresentada pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO).

Segundo o MPRO, as investigações identificaram uma estrutura criminosa organizada, com divisão de funções, controle de armas e munições, tráfico de drogas, movimentação financeira e transmissão de ordens entre integrantes presos e em liberdade.

A decisão judicial também reconheceu a existência de conexões entre duas organizações criminosas independentes, que compartilhavam informações sobre facções rivais, ameaças, armamentos e comercialização de entorpecentes.

Dos 20 condenados, 15 deverão iniciar o cumprimento das penas em regime fechado e cinco no semiaberto.

Penas chegam a mais de oito anos de prisão

As duas maiores condenações foram fixadas em oito anos, oito meses e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, além do pagamento de multa.

Outras cinco pessoas receberam penas de sete anos, quatro meses e 24 dias de prisão.

A denúncia apresentada pelo Ministério Público envolvia inicialmente 50 pessoas. Nesta etapa do processo, a Justiça analisou o mérito das acusações contra 44 réus, resultando na condenação de 20 deles.

O MPRO informou que recorrerá dos pontos da sentença em que a acusação não foi integralmente acolhida.

Organização mantinha atuação dentro e fora dos presídios

Conforme reconhecido na sentença, o grupo criminoso possuía uma estrutura hierarquizada e funções distribuídas entre seus integrantes.

As atividades identificadas incluíam coordenação da facção, aplicação de regras internas, controle de armas e munições, tráfico de drogas, administração de recursos financeiros e cadastro de integrantes.

Também havia pessoas responsáveis pela transmissão de ordens e pelo apoio a membros que estavam presos ou em liberdade.

Outro ponto destacado na decisão foi a ligação entre organizações criminosas independentes.

Segundo a sentença, integrantes dessas estruturas utilizavam canais comuns de comunicação para trocar informações sobre grupos rivais, ameaças, armas e negociação de drogas.

Operação cumpriu 104 ordens judiciais em Rondônia e São Paulo

A Operação Conúbio foi deflagrada pela Polícia Federal em 20 de setembro de 2022, com apoio da Polícia Civil de Rondônia.

Na ocasião, foram expedidas 104 ordens judiciais, sendo 50 mandados de prisão preventiva e 54 de busca e apreensão.

As ações ocorreram nos municípios de Porto Velho, Ariquemes, Cujubim, Cacoal, Espigão do Oeste e Vilhena, além do estado de São Paulo.

A investigação teve origem em um inquérito conduzido pela Delegacia de Repressão a Drogas da Polícia Federal em Rondônia e pelo Grupo de Investigações Sensíveis.

O trabalho reuniu provas compartilhadas judicialmente de uma investigação anterior e informações obtidas pela Polícia Civil.

Após o oferecimento da denúncia, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do MPRO, passou a atuar no processo e acompanhou a produção das provas até o julgamento.

Justiça determina perda de bens e destruição de armas

Além das penas de prisão, a sentença determinou a perda, em favor do Estado, dos bens e valores vinculados aos condenados, com destinação à Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas.

A decisão também prevê a destruição de bens considerados antieconômicos, aparelhos celulares relacionados aos condenados e eventuais substâncias entorpecentes apreendidas.

As armas de fogo deverão ser encaminhadas ao Exército Brasileiro para destruição.

Ministério Público vai recorrer

Apesar das 20 condenações, o Ministério Público de Rondônia informou que apresentará recurso contra os pontos da decisão em que não houve acolhimento integral das acusações.

O órgão sustenta que continuará buscando a responsabilização pelos fatos que considera comprovados durante a investigação e a instrução processual.

A sentença representa um desdobramento judicial da Operação Conúbio, deflagrada há quatro anos para investigar a atuação de organizações criminosas com ramificações em diferentes municípios de Rondônia e fora do estado.

PF apreende quase 104 kg de skunk e prende dois homens em Porto Velho

Droga foi encontrada em veículo vindo de região próxima à fronteira com a Bolívia; outro automóvel que dava apoio ao transporte também foi apreendido...


Dois homens foram presos em flagrante por suspeita de tráfico de drogas durante uma operação integrada que resultou na apreensão de 103,9 quilos de maconha do tipo skunk, no distrito de Nova Mutum Paraná, em Porto Velho. A ação ocorreu na terça-feira (20) e contou com a participação da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar de Rondônia, por meio do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON).

A apreensão aconteceu durante diligências da Operação Integrada Madeira-Mamoré II, voltada ao combate a crimes na região de fronteira.

Segundo a Polícia Federal, as equipes abordaram um veículo que vinha de uma área próxima à fronteira com a Bolívia. Durante a vistoria, os policiais localizaram a carga de entorpecentes, que totalizou 103,9 quilos.

Além do automóvel utilizado para transportar a droga, os agentes apreenderam um segundo veículo que, conforme a investigação, prestava apoio ao deslocamento da carga.

Suspeitos foram levados para Guajará-Mirim

Após a apreensão, os dois homens foram conduzidos à Delegacia da Polícia Federal em Guajará-Mirim, onde foi formalizado o auto de prisão em flagrante.

Os suspeitos poderão responder pelo crime de tráfico de drogas. A Polícia Federal não divulgou a identidade dos envolvidos nem informou o destino previsto para os entorpecentes.

Operação integrada na fronteira

A ação faz parte da Operação Integrada Madeira-Mamoré II, que reúne forças de segurança federais e estaduais no enfrentamento ao tráfico de drogas e a outros crimes na região.

A apreensão ocorreu em Nova Mutum Paraná, distrito de Porto Velho situado na região da BR-364, em uma área de circulação de veículos provenientes de municípios próximos à fronteira.

O material apreendido e os veículos foram encaminhados para os procedimentos policiais cabíveis.

Caso Jaiane e Everaldo: 14 testemunhas serão ouvidas em julgamento de acusados de duplo assassinato em RO

Vinicius Wallace é acusado de invadir a casa da ex-companheira e matar duas pessoas a tiros; Railson Ferreira responde por suposta participação na fuga após o crime...

Começou na manhã desta quarta-feira (21) o julgamento de Vinicius Wallace do Casal Marinho, acusado de assassinar a ex-namorada, Jaiane Lemos, e o amigo dela, Everaldo Oliveira, dentro de uma residência em Rondônia. O crime aconteceu em abril de 2024, na presença da filha do ex-casal, que tinha apenas um ano de idade na época.

Além de Vinicius, Railson Ferreira da Silva também será submetido ao Tribunal do Júri. Ele é acusado de ter ajudado o amigo a fugir após os assassinatos, utilizando um veículo que teria sido posicionado em frente à residência durante a execução dos crimes.

Foto - Vinicius Walace - reprodução redes sociais

O julgamento prevê a participação de 14 testemunhas indicadas pela acusação e pela defesa. Entre elas está a mãe de Jaiane, uma das primeiras pessoas chamadas para prestar depoimento.

Crime foi registrado por câmeras

Imagens de câmeras de segurança registraram a movimentação dos suspeitos no dia dos assassinatos. Segundo a investigação, Vinicius foi filmado escalando o portão da residência onde Jaiane morava, ultrapassando uma cerca elétrica e a concertina instalada sobre o muro.

Após entrar no imóvel, ele teria efetuado disparos de arma de fogo contra a ex-companheira e Everaldo.

A filha de Jaiane e Vinicius estava na casa durante o ataque. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram a criança ao lado do corpo da mãe.

As gravações também mostram um carro preto, conduzido por Railson, realizando uma manobra de ré e estacionando diante do portão enquanto Vinicius permanecia dentro da residência.

Após os disparos, o acusado aparece deixando o imóvel pelo mesmo muro utilizado na entrada e embarcando no veículo, que sai do local.

Acusações de feminicídio e homicídio

Os réus serão julgados por acusações relacionadas aos crimes de feminicídio e homicídio, conforme a participação atribuída a cada um.

No assassinato de Jaiane, a acusação aponta circunstâncias como motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima, uso de arma de fogo de uso restrito, violência doméstica e o fato de o crime ter ocorrido na presença da filha.

Já em relação à morte de Everaldo, são apontadas circunstâncias como motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e utilização de arma de fogo de uso restrito.

Julgamento reúne 14 testemunhas

Durante a sessão, o Tribunal do Júri deverá ouvir os depoimentos das testemunhas, além das manifestações da acusação e das defesas dos réus.

Os jurados terão a responsabilidade de analisar as provas apresentadas e decidir sobre a responsabilidade criminal dos acusados.

O caso ganhou repercussão pela violência dos assassinatos e pela presença da filha de Jaiane, ainda bebê, no local do crime.

Até a divulgação das informações sobre o início da sessão, não havia decisão dos jurados.

Polícia procura mulher que confessou ter matado o marido e alegou legítima defesa em Rondônia

Priscila de Jesus é suspeita de matar o fazendeiro Vanderlei Poyer de Oliveira, de 42 anos, em Mirante da Serra. Ela está foragida e tem mandado de prisão em aberto...

A Polícia Civil de Rondônia divulgou, nesta terça-feira (20), a fotografia de Priscila de Jesus, suspeita de matar o próprio marido, o fazendeiro Vanderlei Poyer de Oliveira, de 42 anos, no município de Mirante da Serra, interior de Rondônia. A mulher confessou ter desferido o golpe de faca que matou a vítima, mas alegou que agiu em legítima defesa durante uma discussão.

O crime aconteceu em 27 de setembro, na zona rural do município. Segundo a Polícia Civil, Priscila é considerada foragida e possui um mandado de prisão preventiva em aberto. As autoridades pedem a colaboração da população para localizar a suspeita.

De acordo com o delegado Flaviano José, Priscila chegou a se apresentar à polícia às vésperas do primeiro turno das eleições de 2026. Na ocasião, confessou o crime e relatou que teria utilizado uma faca para se defender de agressões do marido.

Apesar da existência de uma ordem judicial de prisão preventiva, a mulher não foi detida naquele momento devido às restrições previstas na legislação eleitoral, que limita as possibilidades de prisão de eleitores nos cinco dias anteriores à votação e nas 48 horas seguintes.

Crime aconteceu na presença das filhas

Conforme as investigações, o casal teria discutido dentro de uma caminhonete, onde também estavam as duas filhas. Durante o desentendimento, Vanderlei foi atingido por um golpe de faca na região do peito.

O fazendeiro foi encontrado morto em uma estrada rural, próximo ao veículo, que estava com as duas portas traseiras abertas.

Durante a perícia, foram identificados vestígios de sangue no interior da caminhonete, além de uma bolsa contendo a carteira e documentos da esposa da vítima.

O exame médico-legal constatou uma perfuração no lado esquerdo do peito de Vanderlei. O corpo também apresentava lesões nas mãos que, segundo o delegado, são compatíveis com uma possível tentativa de defesa.

A faca utilizada no crime foi localizada dentro do veículo. Testemunhas informaram à polícia que o fazendeiro costumava carregar uma faca na caminhonete.

Suspeita procurou ajuda após a morte

Ainda segundo a investigação, após o golpe, Priscila teria deixado uma das filhas próxima ao corpo do marido, às margens da estrada, e seguido em direção à área urbana.

Testemunhas relataram que a mulher foi vista dirigindo a caminhonete horas antes do crime. Posteriormente, ela teria procurado o proprietário de um estabelecimento comercial da região e informado que o marido estava morto.

Após esse episódio, Priscila deixou de ser vista. Ela se apresentou posteriormente à polícia, mas não foi presa naquele momento em razão da restrição eleitoral.

Polícia pede ajuda para localizar suspeita

Com o mandado de prisão preventiva em aberto, a Polícia Civil intensificou a divulgação da imagem de Priscila de Jesus para obter informações sobre seu paradeiro.

foto - divulgação PC/RO

Qualquer informação que possa contribuir para a localização da suspeita pode ser repassada anonimamente pelo Disque-Denúncia 197 ou pelo telefone (69) 3216-8940.

A identidade dos denunciantes será preservada.

PF mira servidores suspeitos de cobrar propina na fronteira com a Guiana

Os investigados são suspeitos de cobrar valores para facilitar a fiscalização aduaneira na fronteira entre o Brasil e a Guiana

Nesta terça-feira (20/10), a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação para investigar um suposto esquema criminoso envolvendo servidores públicos e particulares que atuam na região de fronteira entre o Brasil e a Guiana.



A investigação apura indícios de que servidores públicos teriam utilizado suas funções para solicitar ou exigir vantagens indevidas de comerciantes, transportadores e pessoas envolvidas na internalização de mercadorias provenientes da Guiana, em troca da facilitação de procedimentos de fiscalização aduaneira.


Os levantamentos da PF apontam para o cometimento de crimes de corrupção passiva, concussão, facilitação ao contrabando ou descaminho, associação criminosa e lavagem de capitais.


Na ação policial, batizada de Operação Zaqueu, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares determinadas pela Justiça Federal. O objetivo, de acordo com a corporação, é coletar elementos probatórios.


A operação contou com o apoio institucional da Receita Federal do Brasil. Outras infrações penais podem ser identificadas ao longo da investigação.


Ouça áudio de mulher fingindo pedir pizza ao chamar PM; bebê é resgatado; veja

Vítima de violência doméstica conseguiu fugir de casa e resgatar o filho de três meses com a ajuda dos policiais militares na Região do ABC

Uma ação da Polícia Militar, no último domingo (18), levou ao resgate de um bebê de três meses e à prisão de um homem por violência doméstica no Jardim Jussara, em São Bernardo do Campo. 



O resgate teve início quando a mãe da criança ligou para os agentes e simulou a compra de uma pizza para pedir ajuda de forma discreta. Com a viatura já nas proximidades, a central de emergências retornou o contato mantendo o disfarce para avisar que “a pizza havia chegado”, orientando a saída segura da vítima do imóvel sem alertar o agressor.


A mulher relatou aos policiais ter sofrido agressões e ameaças do ex-companheiro, que havia levado o filho do casal para a própria casa após o ataque. As equipes realizaram buscas pela comunidade e localizaram a residência informada.


Ouça pedido de socorro


Ao entrarem no imóvel, os agentes encontraram o bebê sozinho sobre a cama, com peças de roupa cobrindo seu rosto e dificultando a respiração, que foi prontamente reestabelecida após a remoção dos tecidos.


O suspeito foi localizado logo em seguida e alegou ter se ausentado por um curto período. O homem foi detido e conduzido à Delegacia de Defesa da Mulher de São Bernardo do Campo, onde o caso foi registrado e o indivíduo permaneceu preso à disposição da Justiça. (CNN)


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