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Mulher presa por torturar animais vendia vídeos por 50 euros, diz polícia

Daiana Schuinsekel de Almeida fazia conteúdos com coelhos e pintinhos e comercializava nas redes sociais

Daiana Schuinsekel de Almeida, suspeita de gravar a tortura de animais e comercializar em uma rede social, vendia os vídeos por quantias entre 20 e 50 euros, segundo a polícia. Ela foi presa na Bela Vista, região Central de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (28).



De acordo com as investigações, a denúncia foi feita por uma ONG da Bulgária, que denunciou que a mulher gravava torturas a coelhos e pintinhos. Os conteúdos eram vendidos no Discord (plataforma gratuita de comunicação digital) e em redes semelhantes.


A CNN Brasil apurou que a mulher foi presa após ser identificada por uma tatuagem e marcas nas pernas. Um mandado judicial pedindo a prisão dela já havia sido expedido.


No momento em que Daiana foi detida, ela confessou os crimes, mas afirmou se tratar de um conteúdo antigo. Questionada pelos policiais a respeito do local em que os animais estavam, a mulher afirmou que preferia ficar calada.


Na casa da mulher, foram localizados os sapatos utilizados para as sessões de tortura. As gravações mostram Daiane nua, enquanto pisa nos animais, geralmente filhotes, com saltos altos e tênis de plataformas. O conteúdo não será divulgado pela CNN Brasil.


A empresária responderá pelos crimes de maus-tratos, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência. A prisão foi realizada pela 3ª delegacia do DPPC (Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente).


Em nota, o Discord afirmou que mantém políticas rigorosas que proíbem o abuso de animais e outros conteúdos prejudiciais, por meio de sistemas robustos de fiscalização e moderação.

A defesa de Daiane não foi localizada pela reportagem. O espaço segue aberto. (CNN)


Moto roubada para passeio termina com prisão de suspeito e apreensão de adolescente

Uma motocicleta roubada por dois suspeitos foi recuperada pela Polícia Militar após uma rápida ação que resultou na prisão de um homem e na apreensão de um adolescente. A dupla teria tomado o veículo da vítima mediante ameaça com o objetivo de circular pela cidade.



Logo após o crime, equipes da PM iniciaram diligências e localizaram os envolvidos trafegando com a motocicleta em um bairro da capital. Ao perceberem a presença dos policiais, os suspeitos tentaram escapar, mas foram alcançados e detidos.

O maior de idade recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Central de Flagrantes. Já o adolescente foi apreendido e apresentado à autoridade policial acompanhado de seu responsável legal.

A motocicleta foi recuperada e devolvida ao proprietário. Conforme relato dos próprios suspeitos aos policiais, o roubo teria sido cometido apenas para que eles pudessem passear pela cidade.

A ocorrência foi registrada e o caso segue à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis.

PM apreende 65 kg de maconha e prende dupla durante operação contra o crime organizado

A Polícia Militar de Rondônia apreendeu cerca de 65 quilos de maconha e prendeu duas pessoas na quarta-feira (27), durante a Operação Brasil Contra o Crime Organizado, realizada na região da Zona da Mata.



A ação ocorreu após informações de inteligência apontarem o transporte de drogas entre municípios do interior do estado. Com base nos dados, equipes policiais montaram barreiras e passaram a monitorar um veículo suspeito.


O automóvel foi localizado saindo de Rolim de Moura em direção ao distrito de Nova Estrela. Durante a abordagem, os policiais encontraram caixas com diversos tabletes de maconha escondidos no veículo.


Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 65,4 quilos da droga. Os dois ocupantes do carro receberam voz de prisão e foram encaminhados à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp). O veículo utilizado no transporte do entorpecente também foi apreendido.


A operação contou com a participação de equipes do Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON), do 4º BPM e do 10º BPM, integrando as ações de combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas em Rondônia.

Golpe Matrix: grupo fingia ser Keanu Reeves para roubar idosa em Belém

Suspeitas foram presas em São Paulo durante operação da Polícia Civil do Pará contra esquema de “golpe do amor”

A Polícia Civil do Pará deflagrou, na manhã de quarta-feira (27), a operação “Hollywood”, que resultou na prisão de um grupo investigado por aplicar o chamado “golpe do amor” contra uma idosa de 71 anos, moradora de Belém.



Segundo as investigações, os criminosos usavam a imagem do ator Keanu Reeves para simular um relacionamento amoroso virtual e convencer a vítima a realizar transferências bancárias, causando um prejuízo estimado em R$ 300 mil.


Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão domiciliar e quatro mandados de prisão preventiva expedidos pela Vara das Garantias da Região Metropolitana de Belém. As prisões ocorreram na cidade de São Paulo e uma das buscas foi realizada em Diadema.


De acordo com a delegada Géssica Araruna, as investigadas são suspeitas de integrar um esquema criminoso voltado à prática de estelionato sentimental, além de associação criminosa, organização criminosa e lavagem de dinheiro.


“Os criminosos utilizaram a imagem do ator para abordar a vítima em redes sociais e aplicativos de mensagens, simulando um relacionamento afetivo virtual”, explicou a delegada. Segundo a investigação, a idosa acreditava manter um relacionamento verdadeiro com o suposto ator.


Durante mais de um ano, ela teria trocado mensagens diárias e participado de videochamadas com os golpistas, que aos poucos passaram a solicitar dinheiro sob diferentes justificativas, como pagamento de taxas alfandegárias, liberação de valores e despesas de viagem.


Convencida da relação amorosa, a idosa realizou sucessivas transferências bancárias que somaram cerca de R$ 300 mil.


As investigações apontam que os valores eram enviados para contas bancárias de mulheres residentes no estado de São Paulo, responsáveis pelo recebimento, movimentação e pulverização do dinheiro.


Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam aparelhos celulares, notebook, máquina de cartão, documentos e outros materiais considerados importantes para o andamento das investigações.


Além das prisões e buscas, a Justiça também determinou o bloqueio de ativos financeiros supostamente ligados ao esquema criminoso. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos e possíveis vítimas do grupo.


“As nossas investigações seguem para identificar outros envolvidos e possíveis vítimas do esquema criminoso. A operação reforça o compromisso da DECCC no enfrentamento aos crimes cibernéticos e à violência praticada contra grupos vulneráveis”, destacou a delegada.


As suspeitas foram encaminhadas para a unidade policial, onde passaram pelos procedimentos legais e permanecem à disposição da Justiça.


A ação foi coordenada pela Divisão de Combate a Crimes Contra Grupos Vulneráveis Praticados por Meios Cibernéticos (DCCV), vinculada à Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC), com apoio da Polícia Civil de São Paulo.  (CNN)

Ação em 5 estados investiga ligação do PCC com setor de combustíveis

Operação Fluxo Oculto é feita pelo Gaeco e a Receita Federal...

Greve de caminhoneiros provoca fila para abastecimento de combustível em posto de gasolina no Rio de Janeiro.
© Tomaz Silva/Agência Brasil

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Receita Federal fazem uma operação nesta quinta-feira (28) em São Paulo, no Paraná, em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e no Rio de Janeiro para investigar a infiltração do Primeiro Comando do Crime (PCC) no setor de combustíveis. O objetivo é desmontar um esquema de fraudes, sonegação e lavagem de dinheiro no setor.

O foco principal das autoridades é sobre seis fintechs – que atuam como bancos paralelos – e também para comprovar a adulteração de combustível com uso de solvente (nafta).

A operação tem o nome de Fluxo Oculto e é uma nova fase da Carbono Oculto, que revelou o avanço do crime organizado no mercado de combustíveis, instituições de pagamento e de investimentos.

As investigações do Ministério Público de São Paulo identificaram que as seis fintechs alvos da operação formaram um núcleo que funciona com compensações financeiras internas entre distribuidoras e postos de combustíveis e fundos de investimentos administrados pelo PCC.

A facção criminosa atua também no desvio de nafta petroquímico para terminais e postos de combustíveis, criando uma estrutura forte para venda de solventes a empresas fantasmas.

Estão sendo cumpridos 55 mandados de busca e apreensão, com apoio dos Gaecos, dos ministérios públicos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Paraná.

Investigado por est*pro de vuln*rável contra cri*nça indígena em Nova Mamoré é preso

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (27) a Operação Nova Esperança para apurar um caso de estupro de vulnerável contra uma criança indígena em Nova Mamoré, interior de Rondônia.

FOTO - PF/RO

A ação contou com apoio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Casa de Saúde Indígena (CASAI). Segundo a PF, o crime teria ocorrido dentro de uma terra tradicionalmente ocupada por comunidade indígena no município.

Durante a operação, os policiais federais cumpriram mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva expedidos pela Vara Única da Comarca de Nova Mamoré.

O investigado foi localizado e preso preventivamente durante o cumprimento das ordens judiciais.

foto - PF/RO

A Polícia Federal não divulgou detalhes sobre a identidade do suspeito nem informações adicionais sobre a vítima em razão da natureza do caso. As investigações seguem em andamento.

PF investiga movimentações de R$ 229 milhões e faz operação contra lavagem de dinheiro em RO e MT

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (28) a Operação Alvo Cerrado para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro com atuação em Rondônia e Mato Grosso.

Foto - PF/RO

Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara de Garantias do Tribunal de Justiça de Porto Velho. As ordens judiciais foram executadas nas cidades de Guajará-Mirim, em Rondônia, e Pontal do Araguaia, no Mato Grosso.

Segundo a PF, as investigações apontam indícios de utilização de pessoas físicas e jurídicas para ocultação e dissimulação da origem de valores supostamente ilícitos.

foto - PF/RO

As apurações começaram após a identificação de movimentações bancárias incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos investigados. De acordo com a Polícia Federal, a análise financeira identificou movimentação aproximada de R$ 229 milhões entre os anos de 2018 e 2023.

Os envolvidos poderão responder pelo crime de lavagem de capitais, além de outros delitos que possam ser identificados durante o andamento das investigações.

PF prende dois foragidos investigados por est*pro de vuln*rável em Porto Velho

A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (27), dois homens foragidos da Justiça investigados e condenados por crimes de estupro de vulnerável em Porto Velho.


Segundo a PF, um dos capturados possuía condenação definitiva expedida pelo Tribunal de Justiça do Amazonas, com pena superior a 13 anos de prisão em regime fechado. 

O outro era considerado foragido por força de um mandado de prisão preventiva expedido pela Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes do Tribunal de Justiça de Rondônia.

Os dois suspeitos foram localizados e presos durante ação realizada na capital rondoniense. Após a captura, eles foram encaminhados ao sistema prisional e permanecerão à disposição da Justiça.

A Polícia Federal não divulgou detalhes sobre as circunstâncias das prisões nem a identidade dos investigados.

Nova fase da Operação Carbono Oculto mira empresários, PCC e laranjas

Ao todo, foram expedidos 55 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná...

FOTO - CNN BRASIL

Nova fase da Operação Carbono Oculto colocou na mira empresários e operadores suspeitos de manter esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC dentro do mercado de combustíveis. A ação, realizada nesta quinta-feira (28/5) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Receita Federal, cumpre 55 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.

Segundo os investigadores, o grupo continuou movimentando milhões mesmo após operações anteriores. A suspeita é de que a organização tenha criado rede paralela de empresas e contas digitais para esconder recursos provenientes de adulteração de combustíveis, fraudes tributárias e outras atividades criminosas.

As apurações apontam que postos de combustíveis passaram a operar de forma integrada, concentrando movimentações financeiras em poucas contas para dificultar o rastreamento do dinheiro. Em um dos casos analisados, dezenas de postos teriam sido vinculados à mesma estrutura financeira.

O esquema também teria migrado recursos entre fintechs e aberto novas empresas para substituir negócios já identificados em apurações anteriores. Segundo os investigadores, a estratégia buscava manter a circulação do dinheiro sem interromper as atividades do grupo.

FOTO - CNN BRASIL

O Ministério Público suspeita que a estrutura criminosa atuava de forma altamente profissionalizada, utilizando laranjas, operadores financeiros e alterações societárias frequentes para ocultar patrimônio e blindar os verdadeiros responsáveis pelas transações.

FOTO - CNN BRASIL

Nesta nova etapa da Carbono Oculto, o Gaeco afirma ter identificado pelo menos seis fintechs utilizadas como uma espécie de “banco paralelo” da organização criminosa. Segundo os investigadores, essas plataformas eram usadas para realizar compensações financeiras entre distribuidoras, postos de combustíveis, empresas ligadas ao esquema e fundos de investimento controlados pelo grupo.

FOTO - CNN BRASIL

Outra frente da operação mira núcleo suspeito de desviar nafta petroquímica, solvente derivado do petróleo, para adulteração de combustíveis na Grande São Paulo. A investigação aponta que empresas de fachada eram abertas em diversos estados para simular compras regulares de solventes, que acabariam abastecendo o mercado clandestino.

De acordo com o Ministério Público, a estrutura utilizava parentes, pessoas em situação de vulnerabilidade social e até presos como laranjas para registrar empresas e dificultar a identificação dos verdadeiros donos dos negócios.

Os investigadores também identificaram a utilização de fundos de investimento como mecanismo para ocultar patrimônio e disfarçar os reais beneficiários das movimentações financeiras. Quatro fundos analisados na apuração possuem patrimônio estimado em cerca de R$ 205 milhões. Segundo o Gaeco, o volume cresceu mais de 200% em pouco mais de um ano.

Para o MP, a operação busca atingir não apenas os operadores diretos do esquema, mas também o sistema financeiro clandestino que sustentaria as atividades do crime organizado dentro do setor de combustíveis.

Entre os investigados apontados como líderes da estrutura, estão Mohamad Hussein Mourad, conhecido como “Primo”, e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”.

FONTE -Mirelle Pinheiro - METRÓPOLES.

PF faz operação contra venda clandestina de anabolizantes e prende três pessoas em Rondônia

De acordo com a Polícia Federal, as investigações são desdobramento da Operação Strong, realizada em agosto de 2023...

Foto - divulgação PF/RO

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Strong II para combater a comercialização ilegal de anabolizantes e esteroides de origem estrangeira em Rondônia. A ação teve como foco produtos sem registro no órgão de vigilância sanitária competente e resultou em três prisões em flagrante.

Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Ji-Paraná. As ordens judiciais foram executadas em Ji-Paraná, Cacoal e Ouro Preto do Oeste.

Foto - divulgação PF/RO

Durante a operação, os policiais apreenderam anabolizantes e esteroides que, segundo as investigações, eram mantidos em depósito para comercialização irregular. As prisões ocorreram nas três cidades alvos da ação.

Foto - divulgação PF/RO

De acordo com a Polícia Federal, as investigações são desdobramento da Operação Strong, realizada em agosto de 2023. A análise do material apreendido na primeira fase permitiu identificar novos investigados e aprofundar a apuração sobre o esquema de venda clandestina das substâncias.

foto - divulgação PF/RO

Os suspeitos poderão responder por crimes relacionados à comercialização e distribuição de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais sem registro regular, além de outros possíveis delitos que ainda poderão ser identificados no decorrer das investigações.

Chefe do PCC preso na Bolívia é transferido para o Mato Grosso do Sul

Previsão é de que o homem chegue em solo brasileiro por volta das 18h desta quarta-feira (27); Gerson Palermo, que estava foragido desde 2020, foi preso na manhã de terça-feira (26), no país boliviano



A PF (Polícia Federal) transfere, nesta quarta-feira (27), o traficante Gerson Palermo, chefe do PCC (Primeiro Comando da Capital), da Bolívia para o Mato Grosso do Sul. A previsão é de que o homem chegue em solo brasileiro por volta das 18h desta quarta.


Palermo foi preso na manhã desta terça-feira (26), na Bolívia. Ele estava foragido desde 2020, quando recebeu benefício de prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica, mas fugiu.


Desde o momento da prisão, a PF já havia começado a tentar trazer o traficante para o Brasil, no entanto, protestos no país boliviano passaram a gerar um impasse logístico para as forças de segurança brasileiras, dificultando o processo de transferência de Gerson.


Nesta terça, a Polícia Federal concluiu a investigação que mirava a fuga do traficante com suposta ligação ao desembargador Divoncir Maran, de Mato Grosso do Sul, e relatou o caso ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).


O magistrado é citado em suspeitas de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.


Relembre o caso

Maran deferiu um pedido para soltura do traficante Gerson Palermo, em 2020, do presídio federal de Campo Grande (MS). No mesmo dia, após receber o benefício de prisão domiciliar com uso de tornozeleira, ele quebrou o equipamento e fugiu.


Ele foi condenado a quase 126 anos de prisão e é apontado como um dos chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital). Em agosto de 2000, Palermo participou do sequestro do Boeing 727 da antiga Vasp.


O avião saiu do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu com destino a Curitiba e foi sequestrado cerca de 20 minutos após a decolagem. O avião foi forçado a pousar em Porecatu (PR), quando o grupo roubou malotes do Banco do Brasil, com cerca de R$ 5,5 milhões. Palermo foi condenado a 66 anos e 9 meses de prisão.


Já em março de 2017, a Polícia Federal deflagrou a Operação All In contra um esquema de tráfico internacional de drogas e Palermo foi apontado como um dos chefes do grupo.


Segundo a investigação, a cocaína saía da Bolívia em aviões até Corumbá (MS) e depois era levada em caminhões para outros estados,seguindo a rota do tráfico. Por tráfico e associação para o tráfico, Palermo foi condenado a mais 59 anos de prisão. Ao todo, as penas somam quase 126 anos.


Suspeita sobre o desembargador

Mesmo com as condenações, o traficante foi solto pelo plantão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. E mensagens encontradas nos celulares de assessores do gabinete incrementam o inquérito da PF que a sentença foi vendida. O habeas corpus, com 208 páginas, foi decidido em 40 minutos.


A prisão domiciliar foi concedida durante a pandemia de Covid-19. Na época, o desembargador autorizou que o preso cumprisse pena em casa, sob a justificativa de problemas de saúde. Segundo o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), porém, não havia laudo médico que comprovasse a condição alegada.


“Vai entrar esse HC, chefe pediu para prover”, diz uma mensagem encontrada pela PF. Em outra, uma assessora diz: "foi determinação do desembargador".


O caso foi analisado em um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e o desembargador recebeu a punição de aposentadoria compulsória do CNJ em março deste ano.


O STF (Supremo Tribunal Federal) julga nesta semana o fim da aposentadoria compulsória de magistrados. Será nesta terça-feira (26), analisado pela Primeira Turma da Corte. Em março, Dino decidiu que não existe mais a aposentadoria compulsória como “punição” a magistrados e que infrações graves desses servidores públicos devem ser punidas com perda do cargo.


O espaço segue aberto para manifestações da defesa do desembargador. (CNN)

PRF abre peça de máquina e encontra barras de ouro escondidas em caminhonete na BR-364

O minério era transportado por um jovem de 23 anos em uma caminhonete utilitária...

FOTO - DIVULGAÇÃO PFR/RO

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu mais de 2 quilos de ouro durante fiscalização na BR-364, em Vilhena, na noite desta terça-feira (26). O minério era transportado por um homem de 23 anos em uma caminhonete utilitária.

A abordagem aconteceu no quilômetro 1 da rodovia, por volta das 20h50. Segundo a PRF, os policiais perceberam atitudes suspeitas por parte do motorista e decidiram realizar uma fiscalização minuciosa no veículo.

Durante as buscas, os agentes localizaram um pino de aço utilizado em máquinas pesadas. Após a abertura da peça metálica, foram encontradas barras de ouro escondidas no interior do equipamento, totalizando aproximadamente 2,15 quilos do minério.

Diante da situação, o homem recebeu voz de prisão e foi enquadrado, em tese, por crime relacionado à exploração ilegal de matéria-prima pertencente à União, conforme prevê a Lei nº 8.176/91.

O suspeito e todo o material apreendido foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal em Vilhena, onde o caso seguirá sob investigação.

Operação do MP prende 20 condenados por ab*so s*xual infantil que estavam foragidos em Porto Velho

De acordo com o Ministério Público, muitos dos investigados utilizavam documentos falsos, moravam em áreas afastadas e adotavam estratégias para dificultar a localização pelas forças de segurança...

foto - imagem meramente ilustrativa

Uma operação coordenada pelo Ministério Público de Rondônia resultou na prisão de 20 condenados por crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes que estavam foragidos da Justiça em Porto Velho. A força-tarefa foi realizada ao longo do mês de maio dentro das ações da campanha Maio Laranja, voltada ao combate desse tipo de crime.

As prisões ocorreram após um trabalho integrado de inteligência investigativa envolvendo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Centro de Atividades Extrajudiciais (Caex), Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal.

Segundo o coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Anderson Batista de Oliveira, a operação teve como foco o cumprimento de mandados de prisão contra réus condenados a penas em regime fechado que haviam fugido após responder aos processos em liberdade.

De acordo com o Ministério Público, muitos dos investigados utilizavam documentos falsos, moravam em áreas afastadas e adotavam estratégias para dificultar a localização pelas forças de segurança.

Ainda conforme o coordenador da operação, algumas diligências identificaram alvos que já estavam mortos ou presos por outros crimes. Mesmo assim, o balanço da ação foi considerado positivo, com média de uma prisão por dia ao longo dos trabalhos.

O Ouvidor-Geral do MPRO, procurador de Justiça Carlos Grott, afirmou que a operação representa uma resposta importante no enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes e destacou o impacto social das prisões realizadas.

A ação integrou a campanha Maio Laranja, mobilização nacional de conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual infantil. 

Denúncias podem ser feitas pelo Disque 100 e pelos canais oficiais do Ministério Público de Rondônia.

Operação da PM recaptura três foragidos da Justiça em menos de 24 horas em RO

A Polícia Militar de Rondônia recapturou três foragidos da Justiça em menos de 24 horas durante ações realizadas nos municípios de Nova Mamoré e Guajará-Mirim. As ocorrências foram registradas nesta segunda-feira (25) durante patrulhamentos e operações integradas de combate à criminalidade na região de fronteira.


A primeira prisão aconteceu ainda pela manhã, em Nova Mamoré. Durante patrulhamento preventivo na área central da cidade, uma guarnição do 6º Batalhão da Polícia Militar identificou um homem com mandado de prisão em aberto. Após abordagem e consulta aos sistemas de segurança, a ordem judicial foi confirmada e o suspeito acabou preso.

Horas depois, em Guajará-Mirim, equipes do 6º BPM, com apoio de Núcleos de Inteligência, Força Tática e BPFRON, localizaram outro foragido durante diligências ligadas à Operação Brasil Contra o Crime Organizado e à Operação Protetor das Divisas e Fronteiras. O homem foi abordado em via pública e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil.

Já a terceira recaptura ocorreu no bairro 10 de Abril. Segundo a PM, o suspeito apresentou resistência durante a abordagem, sendo necessário o uso moderado da força e de algemas para conter a situação e garantir a segurança dos policiais e das pessoas presentes no local.

Os três detidos foram apresentados à autoridade policial para os procedimentos cabíveis. As ações reforçam o trabalho das forças de segurança no cumprimento de mandados judiciais e no enfrentamento ao crime organizado na região de fronteira.

Lhamas são apreendidas no Acre e empresário afirma que animais seriam atração da Rondônia Rural Show

Conforme as autoridades, os animais estavam sem Guia de Transporte Animal (GTA), documentação sanitária e autorização de importação. A suspeita é de que as lhamas tenham vindo da Bolívia ou do Peru...

foto - Divulgação Polícia Federal

As mais de 40 lhamas apreendidas durante fiscalização na BR-364, no Acre, seriam levadas para a Rondônia Rural Show, em Ji-Paraná, segundo o empresário Wellington Vieira de Araújo, proprietário dos animais. Ele nega irregularidades e afirma que parte dos bichos nasceu em território brasileiro.

A apreensão ocorreu na última quarta-feira (20), após um caminhão boiadeiro ser interceptado por equipes da Polícia Militar e da Polícia Federal. Conforme as autoridades, os animais estavam sem Guia de Transporte Animal (GTA), documentação sanitária e autorização de importação. A suspeita é de que as lhamas tenham vindo da Bolívia ou do Peru.

Em entrevista, Wellington afirmou que os animais estavam no Acre para divulgação e venda, mas retornariam para Rondônia após ele conseguir espaço na Rondônia Rural Show. Segundo ele, as lhamas participariam da feira agropecuária em Ji-Paraná.

O empresário admitiu que os animais estavam sem GTA, mas contestou a apreensão e afirmou possuir documentação que comprova a origem legal dos bichos. Ele disse ainda que parte das lhamas apreendidas nasceu em seu rancho, localizado em Alvorada do Oeste, enquanto outras fazem parte de uma importação realizada legalmente no ano passado.

Wellington também relembrou um episódio semelhante ocorrido em 2025, quando alpacas e lhamas importadas do Peru ficaram retidas em Assis Brasil, no Acre, por falta de documentação. Na época, os animais foram liberados após decisão judicial.

FOTO - Arquivo pessoal/Vanessa Fagundes

As lhamas seguem abrigadas em uma propriedade rural na Estrada de Porto Acre sob cuidados da ONG Patinha Carente. 

O caso continua sendo investigado pela Polícia Federal, enquanto a Justiça Federal e órgãos agropecuários acompanham a situação.

PRF apreende 22 tabletes de skunk escondidos em malas dentro de ônibus na BR-364 em Vilhena

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu mais de 13 quilos de substância análoga à skunk durante fiscalização em um ônibus interestadual na BR-364, em Vilhena, na noite de segunda-feira (25).


De acordo com a PRF, a abordagem ocorreu no quilômetro 1 da rodovia durante fiscalização a um coletivo que fazia o trajeto entre Rio Branco, no Acre, e Brasília, no Distrito Federal. Durante entrevistas com os passageiros, os policiais suspeitaram de um homem de 22 anos.

Na verificação do compartimento de bagagens, foram encontradas duas malas contendo 22 tabletes da droga, totalizando 13,2 quilos de entorpecente.

O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado junto com o material apreendido para a Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), onde foram adotadas as medidas cabíveis.

Mulher encontrada em alto-mar participava de festa antes de desaparecer; veja

Bruna sumiu junto com o companheiro no domingo (24) durante passeio de jet-ski; ele segue desaparecido e buscas continuam

O casal que desapareceu após um passeio de jet-ski em Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, participava de uma confraternização, na noite desse domingo (24), momentos antes de desaparecer.



A mulher identificada como Bruna, foi encontrada com vida apenas nesta terça-feira (26), próximo a costa da Ilha de Búzios.


Segundo informações do Corpo de Bombeiros de São Paulo, eles participavam de uma comemoração na praia junto com um grupo de amigos quando, por volta das 15h, saíram para passear em uma moto aquática, sem informar um destino definido. Logo depois, eles não foram mais vistos.


A partir disso, a corporação foi acionada e os protocolos de busca foram iniciados. As equipes aéreas conseguiram localizar no dia seguinte, na tarde desta segunda (25), parte do jet-ski afundado na água. Isso contribuiu para delimitar a área de busca mais precisa.


Veja o vídeo:




No entanto, Bruna só foi localizada na manhã desta terça-feira (26) entre cinco e dez milhas náuticas da costa da Ilha de Búzios, a cerca de 18 km do ponto de onde o casal havia saído.


Ela foi encaminhada ao Hospital Municipal de Ilhabela, onde recebe atendimento médico. O companheiro dela segue desaparecido, mas as buscas continuam.

Entenda a nova fase da Compliance Zero que mira a Rioprevidência

Corporação cumpre 10 mandados de busca e apreensão; Cláudio Castro é um dos alvos...


Na oitava fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta terça-feira (26) pela Polícia Federal, agentes investigam cerca de R$ 3 bilhões transferidos do Rioprevidência ao Banco Master, de Daniel Vorcaro.

A PF cumpre 10 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, no Rio de Janeiro e em Brasília. Um dos alvos é o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL).

Segundo a corporação, "a investigação é um desdobramento da Operação Barco de Papel que identificou aportes suspeitos do Rioprevidência em Letras Financeiras de banco privado que totalizaram cerca de R$ 970 milhões, entre outubro de 2023 e julho de 2024".

Castro como alvo

O ex-governador do Rio recebeu a Polícia Federal nesta manhã. Com isso, Cláudio Castro tornou-se novamente alvo da corporação pela segunda vez em 12 dias.

Em 15 de maio, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra Castro na Operação Sem Refino, que investiga a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis, suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.

LEIA MAIS - Castro é alvo da PF por aporte de R$ 3 bi da Rioprevidência no Master

FONTE - Elijonas Maia e Leticia Martins, da CNN Brasil, Brasília e São Paulo

Gaeco prende investigado, faz 7 buscas e bloqueia mais de R$ 48 milhões em operação contra suposta milícia em RO

O principal investigado, conforme o MPRO, possui histórico de crimes violentos, fugas e já esteve foragido da Justiça...

foto - MPRO

O Ministério Público de Rondônia, por meio do Gaeco, deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Labirinto de Bronze para desarticular um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado a uma milícia privada com atuação em Ariquemes, Cujubim e Porto Velho.

Durante a ofensiva, foram cumpridos mandados de prisão, sete mandados de busca e apreensão e uma série de medidas patrimoniais autorizadas pela Justiça. As ações atingiram residências, propriedades rurais e empresas ligadas aos investigados.

Segundo as investigações, o grupo utilizava empresas e pessoas interpostas para ocultar a origem de valores ilícitos, movimentando recursos incompatíveis com a renda declarada. A apuração também aponta o uso de uma empresa de terraplanagem para circulação de dinheiro e ocultação de patrimônio rural, veículos e rebanhos bovinos em nome de terceiros.

O principal investigado, conforme o MPRO, possui histórico de crimes violentos, fugas e já esteve foragido da Justiça. Mesmo durante o período de evasão, o grupo teria continuado atuando de forma estruturada.

Além das prisões e buscas, a Justiça determinou bloqueio de contas, sequestro de imóveis, restrições sobre veículos, indisponibilidade de cotas empresariais, apreensão de maquinários e constrição de 1.611 cabeças de gado localizadas em propriedades rurais de Cujubim e região.

As medidas patrimoniais ultrapassam R$ 48 milhões, segundo o Ministério Público.

A operação contou com apoio da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Politec, Corpo de Bombeiros, FICCO, DER e Polícia Rodoviária Federal.

PF investiga golpe milionário com financiamentos de veículos feitos em nome de dezenas de vítimas em Rondônia

Segundo a PF, já foram identificados mais de 35 registros relacionados ao mesmo tipo de fraude...

FOTO - DIVULGAÇÃO PF/RO

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Concessão Ilusória para combater um esquema de fraudes em contratos de financiamento de veículos que teria causado prejuízos a dezenas de vítimas em Rondônia.

Durante a ação, policiais federais cumpriram um mandado de busca e apreensão na cidade de Rio Branco, no Acre, com o objetivo de recolher documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais que possam reforçar as investigações.

As apurações começaram após o registro de dezenas de boletins de ocorrência feitos por pessoas que descobriram financiamentos de veículos contratados em seus nomes sem qualquer autorização. 

Segundo a PF, já foram identificados mais de 35 registros relacionados ao mesmo tipo de fraude.

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De acordo com a investigação, o suspeito utilizava um estabelecimento comercial do ramo de compra e venda de veículos para intermediar contratos de crédito fraudulentos junto a instituições financeiras, utilizando dados de terceiros sem consentimento.

A Polícia Federal apura a extensão do esquema e busca identificar possíveis envolvidos e o total do prejuízo causado às vítimas e às instituições financeiras.

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