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Fraudes em compras de medicamentos são alvo de operação em quatro cidades de Rondônia

Operação Pharmakon apura suspeitas de irregularidades em contratos públicos e apreendeu documentos, eletrônicos, armas e munições...

A Polícia Federal cumpriu 19 mandados de busca e apreensão em quatro municípios de Rondônia durante a Operação Pharmakon, deflagrada nesta quinta-feira (24) para investigar possíveis fraudes em licitações e contratos administrativos destinados à compra de medicamentos.

As investigações apontaram indícios de restrição à competitividade das licitações, além de possíveis fraudes nos processos de contratação e na execução dos contratos. Também foram identificados valores superiores aos praticados no mercado.

As buscas ocorreram em São Miguel do Guaporé, onde foram cumpridos cinco mandados; Novo Horizonte do Oeste, com 12; Cacoal e Rolim de Moura, com um mandado em cada município. As ordens foram expedidas pela 1ª Vara Federal de Ji-Paraná.

Durante a operação, os agentes apreenderam aparelhos eletrônicos e documentos considerados relevantes para as investigações. Armas de fogo e munições também foram encontradas.

Um homem foi preso em flagrante após ser encontrado com armamento sem registro.

Os investigados poderão responder, de acordo com a participação de cada um, pelos crimes de associação criminosa, peculato e fraude em licitação ou contrato.

PRF apreende 201 kg de skunk e haxixe na BR-364 em Porto Velho

Três homens foram presos após abordagem a um táxi levar policiais a outro veículo carregado com drogas...

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu cerca de 201 quilos de drogas e prendeu três homens durante uma fiscalização na BR-364, em Porto Velho. A ocorrência foi registrada na noite de quarta-feira (23).

A ação começou no km 759 da rodovia, quando uma equipe da PRF abordou um táxi que transportava dois passageiros. Durante a fiscalização, os policiais identificaram inconsistências nas informações apresentadas pelos ocupantes e indícios de ligação com um carro de passeio que seguia pela mesma rodovia.

As diligências continuaram pelo trecho até que o veículo foi localizado parado no acostamento, nas proximidades do km 800. Durante a inspeção, os policiais encontraram caixas de papelão contendo os entorpecentes.

Ao todo, foram apreendidos 201 tabletes de skunk, droga também conhecida como “supermaconha”, além de um pacote de haxixe.

Os três suspeitos foram presos em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Eles e o material apreendido foram encaminhados à Central de Flagrantes da Polícia Civil, em Porto Velho.

Homem é preso após apalpar mulher durante abordagem em Taguatinga; veja

Suspeito de 23 anos foi identificado por imagens de segurança e detido em flagrante pela Polícia Civil do Distrito Federal

Um homem de 23 anos foi preso em flagrante por importunação sexual após assediar uma mulher de 21 anos que caminhava por uma rua de Taguatinga, no Distrito Federal, na quarta-feira (23).



Segundo a ocorrência, o homem passava de bicicleta quando chamou a vítima de "gostosa" e apalpou suas nádegas. A mulher procurou a 17ª Delegacia de Polícia da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e denunciou o caso.


Imagens ajudaram na identificação


Câmeras de segurança registraram a abordagem e a fuga do suspeito. As imagens foram utilizadas pelos investigadores para confirmar o relato da vítima e identificar o homem.


Com base nas gravações, policiais localizaram o suspeito nesta quinta-feira (24), em sua residência. A bicicleta utilizada durante a ação também foi apreendida.



Durante o interrogatório, o homem afirmou que havia tocado na mulher porque teria se "desequilibrado". A versão, porém, não foi confirmada pelas imagens analisadas pela polícia.


O suspeito foi autuado por importunação sexual e permanece preso aguardando decisão da Justiça. Fonte: Metrópoles

Homem aplica mata-leão em ex-mulher e a deixa desacordada; veja

Segundo a mulher, o homem estaria inconformado com o fim do relacionamento, que durou cerca de cinco anos

Um homem de 35 anos foi preso em flagrante nesta terça-feira (22), em Cascavel, no Oeste do Paraná, suspeito de agredir e ameaçar de morte a ex-companheira, de 24 anos. Segundo a Polícia Civil, o ataque aconteceu na residência da vítima e foi registrado por câmeras de segurança. Nas imagens, o suspeito aparece retirando a mulher de um carro e aplicando um golpe conhecido como "mata-leão".



Durante a agressão, ele a segura pelo pescoço e a arrasta pela garagem. A vítima perde a consciência e permanece caída no imóvel.


De acordo com o depoimento da mulher, o homem estaria inconformado com o fim do relacionamento, que durou cerca de cinco anos. Os dois têm um filho e estão separados há aproximadamente um mês.


Ainda conforme a polícia, o suspeito estava armado e teria ameaçado matar a ex-companheira caso ela não aceitasse reatar o relacionamento. Durante o episódio, ele também teria colocado a arma próxima ao rosto da vítima e exigido acesso à casa para apagar as imagens das câmeras.





Vizinhos ouviram os pedidos de socorro e acionaram a Guarda Municipal. Com a chegada dos agentes, o homem teria arremessado a arma sobre o telhado de uma residência vizinha. Uma pistola calibre .380 e munições foram apreendidas.


O suspeito foi identificado como Luiz Henrique de Araújo e acabou detido. Ele foi indiciado por violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo. À polícia, afirmou que teria agido "por impulso" e que pretendia resolver a divisão dos bens.


A defesa informou que o caso está sendo apurado pelas autoridades e que irá se manifestar no processo. 

Ônibus do transporte coletivo é atingido por disparo na avenida Calama, em Porto Velho

Um ônibus do transporte coletivo foi atingido por um disparo de arma de fogo na região do Parque da Cidade, na avenida Calama, em Porto Velho.



O tiro atingiu uma das janelas do coletivo, que ficou completamente estilhaçada. Apesar do susto entre passageiros e motorista, ninguém ficou ferido. O caso provocou apenas danos materiais ao veículo.

A Polícia Militar foi acionada para registrar a ocorrência e realizar os procedimentos necessários.

As circunstâncias do disparo deverão ser apuradas para identificar de onde partiu o tiro e quem seria o responsável.

Cuidador é preso suspeito de estupro de vulnerável contra duas acolhidas em Porto Velho

Prisão preventiva foi autorizada pela Justiça após a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente reunir provas. Vítimas relataram o caso e a polícia foi acionada.

Um cuidador da Casa Criar, em Porto Velho, foi preso pela Polícia Civil nesta quarta-feira (23). Ele é suspeito de cometer estupro de vulnerável contra duas adolescentes acolhidas pela instituição. O nome dele não foi divulgado.

Momento da prisão do suspeito pela Polícia Civil em RO — Foto: Polícia Civil de Rondônia

Segundo a Polícia Civil, a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) reuniu provas durante a investigação. Com isso, a Justiça autorizou a prisão preventiva do suspeito.


Depois de ser preso, o homem foi levado para a delegacia e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.


Em nota à Rede Amazônica, a Prefeitura de Porto Velho informou que, na época em que os fatos aconteceram, a Casa Criar era administrada por uma organização não governamental. A prefeitura também informou que a polícia foi acionada assim que as vítimas relataram o caso.


Por g1 RO e Rede Amazônica


Idoso de 84 anos que estava desaparecido é encontrado morto em Porto Velho

As buscas por João de Castro Magno, de 84 anos, terminaram nesta quinta-feira (24), após o idoso ser encontrado morto em uma área de vegetação na zona Leste de Porto Velho.

Imagem: SGC


João estava desaparecido desde a manhã de quarta-feira (23). Ele saiu de casa por volta das 8h30 e não retornou. Desde então, familiares e amigos divulgaram informações nas redes sociais na tentativa de localizá-lo.


O corpo foi encontrado nas proximidades da Estrada dos Periquitos, no bairro Ronaldo Aragão. Equipes policiais e peritos foram acionados para realizar os procedimentos no local.


Após os trabalhos periciais, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde deverá passar por exames para determinar a causa da morte.


As circunstâncias da morte deverão ser apuradas pelas autoridades.


Suspeito usa cães e viatura para fugir de operação contra tráfico em MG

Indivíduo ainda teria furtado outro veículo, pertencente à Secretaria Municipal de Saúde, para uma nova tentativa de fuga; as autoridades ainda não o localizaram

Um suspeito soltou cães para atacar policiais militares e utilizou uma viatura policial para fugir durante a Operação Déjà Vú, nesta quarta-feira (23), em Piau, na Zona da Mata Mineira. A ação mirava uma organização criminosa responsável por tráfico de drogas interestadual e lavagem de dinheiro.



De acordo com a Polícia Militar, o indivíduo ainda teria furtado outro veículo, pertencente à Secretaria Municipal de Saúde, para uma nova tentativa de fuga. O homem segue foragido e os dois carros foram recuperados.


A operação mirou integrantes da organização que teriam movimentado, durante 18 meses, mais de R$ 70 milhões com vendas de drogas enviadas tanto para o mercado local, quanto para outros estados, como Rio de Janeiro e Espírito Santo.


Foram cumpridos trezes mandados de prisão, 30 de busca e apreensão e 26 de sequestro e bloqueio de bens nos municípios de Juiz de Fora, Barbacena, Piau, Belo Horizonte, todos em Minas Gerais. Outras três pessoas foram presas em flagrante.


Durante a ação, as equipes localizaram um laboratório de refino de entorpecentes e um bunker utilizado como depósito. Diversos veículos, armas de fogo, imóveis e drogas foram apreendidos.


Base do tráfico em MG

As investigações começaram após o MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) e a PRF (Polícia Rodoviária Federal) levantarem informações de que os criminosos pegavam entorpecentes em outros estados, como São Paulo, Paraná e na região metropolitana de Belo Horizonte.


As cidades mineiras, principalmente Juiz de Fora, eram utilizadas como ponto de referência logístico e entreposto para recebimento e distribuição das drogas para outras regiões. A partir de Minas as drogas eram levadas para comunidades no Rio e no Espírito Santo.


Cerca de R$ 7 milhões em drogas foram apreendidos pelas autoridades, sendo 195 quilos de pasta base de cocaína e 476 quilos de maconha.


Para transportar as substâncias entre os estados, os indivíduos utilizavam veículos com fundos falsos, escoltas e suporte de empresas de guincho. Todo o lucro obtido com o tráfico era "lavado" com carros de luxo e imóveis em nomes de "laranjas". (CNN)

PF investiga dados falsos no CadÚnico e R$ 7,7 milhões em benefícios

Os levantamentos apontaram para a existência de 399 benefícios com características de fraude

Nesta quinta-feira (24/9), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Duplo Espelho em Patos (PB) para aprofundar investigação sobre esquema de fraudes na concessão e na manutenção de benefícios assistenciais.



A ação policial, que contou com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU),  coletou elementos probatórios relacionados à possível inserção e manutenção de dados falsos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), além da utilização de CPFs extemporâneos, múltiplas identidades e endereços cadastrais divergentes para viabilizar ou manter benefícios indevidos.


Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela 16ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba.


A investigação

Segundo a PF, a investigação foi iniciada após uma análise identificar fraudes previdenciárias e em benefícios assistenciais para pessoas de baixa renda.


Os levantamentos apontaram para a existência de 399 benefícios com características sugestivas de fraude. O prejuízo ao erário pode alcançar cerca de R$ 646,7 mil por mês, ou R$ 7,76 milhões por ano, caso confirmada a irregularidade.


As investigações seguem em andamento, com a preservação da presunção de inocência dos investigados. (Metrópoles)


Carbono Oculto mira ex-diretor do Genial e empresário ligado a Vorcaro

Operação investiga a infiltração do PCC (Primeiro Comando da Capital) no setor de combustíveis; terceira fase, chamada de Crédito Oculto, foi deflagrada nesta quinta (24)

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público do Estado de São Paulo e a Receita Federal deflagraram na manhã desta quinta-feira (24), a Operação Crédito Oculto, uma nova fase da Operação Carbono Oculto.



Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Santa Catarina e Espírito Santo.


Entre os alvos da operação estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, ex-diretor do Banco Genial, e o empresário Antônio Carlos Freixo Junior, o Mineiro, dono da Entre Investimentos.


Mineiro é apontado pela Polícia Federal como operador financeiro do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O empresário assinou acordo de delação premiada com a PGR (Procuradoria-Geral da República).



A empresa de Freixo seria utilizada para repasses do banqueiro Daniel Vorcaro para a produção de “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).


Procurada, a defesa de Antonio Carlos Freixo Junior, o Mineiro, informou que não irá se manifestar.


Em nota, o Banco Genial ressaltou que Humberto Tupinambá não atua mais na instituição. Veja o posicionamento na íntegra:


"O Banco Genial esclarece que Humberto Tupinambá não integra a Diretoria e não é sócio da instituição desde maio de 2026, quando ocorreu sua destituição.


Todas as informações relacionadas às operações envolvendo o Fundo Radford, inclusive aquelas relacionadas às empresas Berna e Branson Holdings, que estavam em poder da instituição foram fornecidas pela própria Genial ao GAECO-SP. Em relação às operações mencionadas, também foram realizadas as comunicações cabíveis ao COAF, nos termos da legislação e da regulamentação aplicáveis.


No âmbito dessas operações, a Genial atuou dentro das atribuições que lhe competiam, observando os procedimentos, normas e regulamentos aplicáveis, considerando as informações disponíveis à instituição à época.


A partir do conhecimento dos fatos, a instituição adotou medidas adicionais de governança e controle, incluindo a instauração de processo de Inspetoria interna, a revisão da governança das operações de crédito, o afastamento do então diretor dos respectivos processos decisórios e sua posterior destituição. A Genial também contou com o apoio de especialistas externos para a revisão e o aprimoramento de seus processos e controles.


Após a deflagração da Operação Carbono Oculto, a Genial renunciou à administração do Fundo Radford e manteve sua postura de colaboração com as autoridades, fornecendo as informações e os documentos solicitados.


A instituição permanece à disposição das autoridades competentes para colaborar com as investigações e prestar todos os esclarecimentos que se façam necessários."


Investigações e desdobramentos da Carbono Oculto

De acordo com as identificações ocorridas na operação Carbono Oculto, a primeira estrutura foi criada para ocultar e dissimular os reais proprietários de uma usina sucroalcooleira no interior de São Paulo.


Outro operador financeiro, titular de fintechs e outras empresas, teria usado a infraestrutura societária e financeira do grupo empresarial, não apenas para a movimentação financeira das empresas da organização criminosa, como para criar novas camadas de ocultação sobre a titularidade da usina sucroalcooleira, entre outras fraudes.


Embora a titularidade formal da empresa sucroalcooleira estivesse distribuída entre fundos de investimento e outras empresas aparentemente independentes, os elementos reunidos indicam que a estrutura foi organizada para preservar o controle econômico dela sem que os reais beneficiários fossem revelados.


Segundo as investigações, um dos pontos envolve uma operação de aproximadamente R$ 370 milhões em direitos creditórios da usina. Os levantamentos apontam que uma empresa ligada à sociedade de investimentos adquiriu os créditos por meio da transferência de cotas de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC).


A análise financeira indicou que uma parte relevante dos recursos empregados na aquisição das cotas tinha origem de fundos de investimentos controlados pelo mesmo grupo investigado. A estrutura teria criado um fluxo financeiro circular, que dava aparência de legitimidade à operação e dificultava a identificação dos reais beneficiários.


A ocultação da titularidade da usina sucroalcooleira, em duas etapas e por dois grupos de operadores do mercado financeiro, blindou a usina sucroalcooleira e também a usou como instrumento para a estruturação de um novo negócio jurídico da organização criminosa.


A nova aquisição do esquema seria de uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país, conhecida como Terrana. 


Usina sucroalcooleira e os R$ 100 milhões

As análises econômico-financeiras apontam que a aquisição da distribuidora de combustíveis foi viabilizada por outra estrutura financeira composta por banco, fundos de investimento, escritório de advocacia, holdings, empresas patrimoniais e empresas de fachada. Ela era organizada para distanciar os recursos ilícitos usados na operação e os seus verdadeiros financiadores e beneficiários econômicos.


As prórprias contas bancárias da usina teriam recepcionado R$ 100 milhões enviados pela organização criminosa para financiar a aquisição.


Seguindo modus operandi já apontado pelo Ministério Público de São Paulo, os valores passaram “em poucos minutos” por múltiplas contas gráficas de três empresas do grupo ocultadas por contas bolsões em fintechs, que seriam usadas como “contas de passagem”, até aportarem na conta da usina sucroalcooleira.


Com isso, a usina passou a integrar a carteira de um novo fundo de investimento criado especificamente para o negócio jurídico. O valor de R$ 100 milhões foi aportado em referido fundo de investimento.



Depois, a fraude foi arquitetada por intermédio de um Certificado de Depósito Bancário Vinculado (CDBV). O fundo de investimento realizou a aquisição de um CDB perante o Banco Tradicional que, por sua vez, usou o dinheiro para realizar uma operação “casada” com a emissão de duas cédulas de crédito bancário para duas shell companies da própria organização criminosa.


As empresas de fachada se capitalizaram mediante o negócio jurídico simulado e foram usadas para ocultar e dissimular os verdadeiros beneficiários finais do negócio jurídico, ou seja, a aquisição da distribuidora de combustíveis.


Segundo as investigações, recursos foram utilizados para adquirir integralmente as cotas de um fundo imobiliário. Os imóveis que davam suporte econômico à operação já haviam sido previamente transferidos para empresas patrimoniais e, posteriormente, para fundos imobiliários.


Dessa forma, os bens permaneciam sob o controle econômico do grupo investigado, mas deixavam de figurar diretamente em seu patrimônio pessoal, o que dificultava a identificação dos reais proprietários e proporcionava blindagem patrimonial.


Os elementos reunidos apontam que a fintech, a empresa sucroalcooleira, os fundos de investimento, as holdings e as empresas-veículo desempenhavam funções complementares na estrutura.


O papel de cada instituição no esquema

De acordo com as investigações, a fintech permitia a circulação e fragmentação dos recursos. A empresa sucroalcooleira recepcionava e incorporava os valores à atividade econômica formal.


Já os fundos assumiam a posição econômica de financiadores de fato, as holdings realizavam as aquisições e as empresas-veículo serviam como camada adicional de separação entre a origem dos recursos e os reais beneficiários dos ativos adquiridos.


Os fundos imobiliários foram usados para concentrar imóveis vinculados aos investigados.


Além de fornecer garantias e suporte econômico às operações, os veículos mantinham bens de alto valor em patrimônios segregados, fora da titularidade direta dos investigados, o que ampliava a blindagem patrimonial e dificultava a visualização do patrimônio efetivamente controlado pelo grupo.


A investigação constatou a construção e a interligação de múltiplas estruturas de lavagem de dinheiro, não apenas pela organização criminosa atuante em todo o setor de combustíveis, mas também por operadores do mercado financeiro que prestam serviços de lavagem de capitais, consistindo em verdadeiras convergências criminosas à disposição de múltiplos grupos criminosos.


A empresa financeira empregada na aquisição simulada da empresa sucroalcooleira movimentou cerca de R$ 11,6 bilhões entre 2021 e 2025.


Para os investigadores, o volume financeiro, considerado com as demais evidências, reforça os indícios de uso de uma estrutura financeira e de investimentos para ocultação patrimonial, dissimulação da origem de recursos e lavagem de dinheiro.


A CNN Brasil entrou em contato com a Entre Investimentos e tenta localizar a defesa dos citados. O espaço está aberto para manifestações. (CNN)


Linguiça calabresa de R$ 200 mil que viajaria pelo Brasil é apreendida

Mercadoria saiu do Rio de Janeiro e tinha como destino o Maranhão; apreensão ocorreu em Juiz de Fora (MG)

Durante uma fiscalização de combate ao crime realizada no quilômetro 770 da BR-040, em Juiz de Fora (MG), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) abordou um conjunto transportador, composto por um cavalo-trator e um semirreboque, que levava uma carga de linguiça calabresa sem a documentação fiscal obrigatória.



A irregularidade foi constatada no momento em que os policiais solicitaram a documentação do carregamento e o motorista não apresentou o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE).


A carga havia saído do estado do Rio de Janeiro com destino ao Maranhão e, caso não fosse interceptada pelos agentes em Minas Gerais, percorreria cerca de 3 mil quilômetros pelo país.


A mercadoria foi avaliada em aproximadamente R$ 200 mil, enquanto o montante de tributos supostamente sonegados pode chegar a quase R$ 25 mil.


Após o flagrante de transporte irregular, a ocorrência foi encaminhada à Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG), órgão responsável pela apuração das questões fiscais e tributárias associadas ao caso. (CNN)

Fisioterapeuta é presa após jogar água fervente no rosto da atual namorada do ex

Ataque aconteceu na casa do homem e teria sido motivado por uma crise de ciúmes

Minas Gerais – Uma fisioterapeuta de 30 anos foi presa após jogar água fervente no rosto da namorada de seu ex-companheiro. O ataque aconteceu na residência do homem e, segundo a investigação, teria sido motivado por ciúmes.



(Foto: Reprodução RECORD MG)


A vítima, de 22 anos, sofreu queimaduras de primeiro e segundo graus.



De acordo com a polícia, a suspeita conhecia a rotina da jovem e esperou o momento adequado para realizar o ataque. Ela teria usado uma leiteira para ferver a água antes de jogá-la contra o rosto da vítima.


A Justiça expediu um mandado de prisão preventiva contra a fisioterapeuta. Ela deve responder por tentativa de homicídio duplamente qualificado.


Se condenada, a suspeita poderá receber pena de até 20 anos de prisão.


Fonte: D24am

PMs são presos por extorsão e ‘arrocho’ de drogas no Porto de Manaus; veja

O objetivo do grupo seria interceptar uma mulher que desembarcaria em uma lancha transportando drogas

Manaus –  Três policiais militares foram presos nesta terça-feira (21) durante uma operação do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), no Porto da capital amazonense, no bairro Centro, zona sul da capital. Segundo a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), os agentes são suspeitos de praticar extorsão e traficar drogas, atuando na modalidade conhecida no meio criminal como ‘arrocho’ prática que consiste em abordar criminosos para se apropriar de cargas ilícitas.



Os policiais militares presos foram identificados como Kelliton Bispo da Silva, 3º sargento; Geovane da Silva Cruz, 3º sargento; Reginaldo Costa Maciel, cabo.


A intervenção do DRCO teve início após o recebimento de denúncias informando que um grupo de policiais militares estaria se deslocando ao Porto de Manaus a bordo de uma caminhonete de cor preta. O objetivo do grupo seria interceptar uma mulher que desembarcaria em uma lancha transportando entorpecentes.



Equipes da Polícia Civil foram enviadas à área central e passaram a monitorar a movimentação da caminhonete, que realizou sucessivas voltas nas proximidades do terminal hidroviário. Durante a verificação no sistema de segurança pública, os agentes constataram que o veículo ostentava uma placa adulterada (“fria”).


Por volta das 16h, dois dos ocupantes da caminhonete desembarcaram do veículo e abordaram Gabriele Alves de Sousa logo após a mulher deixar a embarcação. A suspeita foi conduzida pelos policiais militares em direção à caminhonete, momento em que as equipes do DRCO realizaram a abordagem ao grupo.



Durante as buscas pessoais e no veículo, as autoridades apreenderam tabletes de substância entorpecente sob posse de Gabriele; pistolas pertencentes aos agentes; R$ 5.464,00 em espécie; insumos e materiais destinados ao acondicionamento e embalagem de drogas e a chave de um segundo veículo de cor branca, que atuava como carro de apoio na ação ilegal.


Os três policiais militares receberam voz de prisão e foram conduzidos à sede do DRCO para os procedimentos cabíveis, ficando à disposição da Justiça. Gabriele Alves de Sousa também foi autuada em flagrante por suspeita de tráfico de drogas. Todo o material apreendido foi apresentado na unidade especializada, e as investigações prosseguem sob a responsabilidade da Polícia Civil.


Fonte: D24am

Suspeita de abusar de padrasto cita transfobia e ‘maconha turbinada’

A mulher trans, de 27 anos, manteve o idoso alemão de 61 anos, em cativeiro e o submeteu a atos de extrema violência

Manaus – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) detalhou, nesta quarta-feira (23), os novos desdobramentos sobre a prisão da mulher trans, de 27 anos, conhecida como ‘Aurora’, suspeita de manter o padrasto, um de origem alemã, de 61 anos, em cativeiro e submetê-lo a atos de extrema violência no bairro Praça 14 de Janeiro, na zona sul de Manaus.



Em depoimento prestado à polícia, a investigada afirmou ter consumido uma modalidade de ‘maconha turbinada’ antes das agressões. Ela relatou ainda que o idoso mantinha um relacionamento com a mãe dela há cerca de cinco anos e que sofria transfobia por parte da vítima, alegando que o homem nunca aceitou a sua identidade de gênero.


Durante o interrogatório, a mulher declarou não se recordar de ter praticado atos sexuais contra o padrasto, tampouco de ter mordido as orelhas ou desferido as mutilações contra a vítima. Entretanto, as alegações da suspeita divergem dos laudos periciais e das constatações policiais efetuadas no local do crime. De acordo com o titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), delegado Cícero Túlio, exames preliminares indicam que o idoso sofreu abuso sexual e severa tortura física. Ainda segundo a polícia, a mulher teria introduzido os dedos nas cavidades oculares da vítima, causando graves lesões e a destruição dos globos oculares.


“A suspeita devorou as orelhas, arrancou os olhos e estuprou a vítima”, afirmou o delegado sobre a gravidade dos fatos apurados.


Durante o ataque, o idoso conseguiu se desvencilhar da suspeita e correu em direção à sacada do apartamento para tentar escapar.


Na fuga, ele caiu do terceiro andar do edifício e ficou sobre o telhado de um imóvel vizinho. O idoso permanece internado em estado grave em uma unidade hospitalar da capital. Ele teve perda dos globos oculares e das orelhas arrancadas por mordidas da mulher .


A mulher trans permanece presa e à disposição da Justiça, respondendo por cárcere privado, tortura, estupro de vulnerável e tentativa de homicídio qualificado. O inquérito policial segue em andamento no 1º DIP para a conclusão das investigações.


Fonte: D24am

Homem é executado com tiros na cabeça próximo ao Campo do 13 em Porto Velho

Atirador estaria em uma caminhonete de cor escura e fugiu após o crime; DHPP investiga o homicídio

Um homem foi executado com pelo menos dois tiros na cabeça na noite desta quarta-feira (23), nas proximidades do conhecido Campo do 13, na região da Rua Uruguai com a Avenida Pinheiro Machado, no bairro Embratel, em Porto Velho.



Conforme as informações colhidas no local, a vítima foi surpreendida pelo criminoso e atingida por disparos de arma de fogo na região da cabeça.


O autor do homicídio estaria em uma caminhonete de cor escura. Logo após efetuar os disparos, o suspeito fugiu rapidamente do local.


A Polícia Militar foi acionada e isolou a área para os trabalhos da Perícia Técnica.


O caso ficará sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que deverá apurar a motivação do crime, identificar o autor e localizar o veículo utilizado na fuga.

Oruam tira tornozeleira eletrônica em live horas após receber habeas corpus

Horas após conseguir um habeas corpus e deixar de ser considerado foragido da Justiça, o rapper Oruam, investigado por suposta lavagem de dinheiro para o Comando Vermelho (CV), apareceu em uma transmissão ao vivo retirando a tornozeleira eletrônica.



Oruam é réu ao lado do pai, o traficante Márcio Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, e de outros nove investigados. A decisão de conceder ao cantor o direito de responder em liberdade é da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).


Em nota ao Metrópoles, o advogado do rapper, Thiago Lemos esclareceu que o próximo passo da defesa é buscar o trancamento da ação penal.


"Acredito que a Justiça seria feita e que a liberdade do Mauro Davi seria reestabelecida. O próximo resultado esperado é o trancamento desta ação penal, formada inteiramente por provas ilícitas, conforme atestado em laudo pericial", disse defesa.


Na denúncia que deu início a ação penal, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) havia pedido a prisão preventiva do Oruam por risco de fuga. Fonte: Metrópoles


Jovem é presa por criar perfis falsos para perseguir ex e atual companheira

Segundo a Polícia Civil, investigada usava redes sociais para fazer ameaças, publicar conteúdos ofensivos e teria recorrido à inteligência artificial

Uma jovem de 18 anos foi presa preventivamente pela Polícia Civil de Goiás (PCGO) suspeita de perseguir e difamar o ex-namorado, a atual companheira dele e familiares do homem, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. A prisão ocorreu na terça-feira (22), durante uma ação da 5ª Delegacia Regional de Polícia.



Segundo as investigações, após o fim do relacionamento, a jovem teria criado diversos perfis falsos em redes como TikTok, Instagram e Facebook. Por meio das contas, ela teria publicado conteúdos ofensivos, feito ameaças e adotado outras formas de intimidação contra as vítimas.


A Polícia Civil também afirma que a investigada utilizou inteligência artificial para alterar o áudio de uma das vítimas e simular uma oferta de serviços de prostituição.


As investigações apontam ainda que a jovem acessava os perfis de familiares do ex-namorado, inclusive de crianças, para utilizar imagens em publicações consideradas ofensivas pela polícia.


Segundo o delegado Rony Loureiro, responsável pelo caso, a investigada teria acessado as redes sociais de diversos parentes.


Medidas cautelares


Antes da prisão, a jovem já havia sido alvo de uma operação de busca e apreensão em agosto. Na ocasião, foram determinadas medidas cautelares que proibiam a criação de novos perfis nas redes sociais e o contato com as vítimas.


De acordo com a PCGO, mesmo após as restrições, a investigada teria conseguido acesso a um novo celular e criado outros perfis falsos.


O descumprimento das medidas levou a Justiça a determinar a prisão preventiva da jovem.


O caso é investigado como perseguição, também conhecida como stalking, com agravante, além de violência psicológica contra a mulher, difamação, injúria, ameaça e falsa identidade.

Fonte: Metrópoles

Polícia Civil prende investigado acusado do homicídio de uma mulher na Zona Leste de Porto Velho

Vítima foi encontrada com as mãos amarradas em uma residência desabitada; investigado já possui passagens pela polícia

A Polícia Civil de Rondônia prendeu, na manhã desta quarta-feira (23), um homem investigado pelo homicídio de uma mulher na Zona Leste de Porto Velho. A prisão foi realizada pela 1ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (1ª DHPP), em cumprimento a mandado expedido pela Justiça.



O investigado, identificado pelas iniciais L. V. de C., é acusado de envolvimento na morte da vítima, cujo corpo foi encontrado no dia 20 de agosto em uma residência desabitada. Segundo a Polícia Civil, o homem já possui passagens pela polícia.

O corpo estava em avançado estado de decomposição e foi localizado depois que moradores perceberam um forte odor vindo do imóvel, apontado como local frequentado por usuários de drogas, e acionaram a polícia.

A vítima estava com as mãos amarradas e apresentava sinais de violência. Conforme as informações da investigação, ela teria sido agredida com pedradas.

Após a confirmação da morte, policiais da 1ª DHPP iniciaram as diligências para apurar o crime. O trabalho investigativo levou à localização do suspeito e ao cumprimento do mandado de prisão nesta quarta-feira.

A Polícia Civil reforçou o compromisso com a investigação de crimes contra a vida e o enfrentamento à violência contra a mulher, além de destacar que os canais oficiais permanecem disponíveis para o recebimento de denúncias anônimas.

PF encontra mochilas e sacola recheadas com R$ 1 milhão

Valor foi encontrado nesta terça-feira (22/9) durante cumprimento de mandados das operações Ptolomeu IV e Umbra

A Polícia Federal (PF) encontrou sacos e mochilas recheadas com R$ 1 milhão em espécie durante duas operações deflagradas simultaneamente nesta terça-feira (22/9), no Acre. Uma das ações investiga suspeitas de desvios de recursos públicos, lavagem de dinheiro e irregularidades em contratos. Já a outra mira uma estrutura criada para espionar atividades da própria corporação.



As operações cumprem, ao todo, 28 mandados de busca e apreensão em Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre, além de Maringá (PR) e Navegantes (SC). As ordens foram expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde os casos tramitam.


Operação Ptolomeu


A primeira operação, Ptolomeu IV, tem entre os alvos o ex-governador do Acre e candidato ao Senado pelo Progressistas, Gladson Cameli. A investigação apura suspeitas de desvios de recursos públicos, lavagem de dinheiro e outras irregularidades envolvendo contratos no estado.


A ação é realizada em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU). Uma das frentes da investigação apura a contratação da empresa responsável pela construção inicial da nova sede do Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC).


Uma auditoria da CGU apontou superfaturamento por inexecução parcial de aproximadamente R$ 1,2 milhão, correspondente a serviços que teriam sido medidos e pagos, mas não teriam sido efetivamente concluídos.


Segundo a investigação, também foram identificados indícios de que recursos provenientes dos contratos públicos teriam sido desviados para o pagamento de despesas particulares e para a concessão de vantagens indevidas a agentes públicos.


A análise das movimentações financeiras da empresa contratada apontou, ainda, um volume considerado expressivo de saques em espécie e outras operações classificadas como atípicas.


A segunda frente envolve a empresa posteriormente contratada para concluir a mesma obra. Os indícios reunidos apontam para uma possível sucessão empresarial e continuidade das práticas ilícitas investigadas.


A apuração também identificou vínculos entre pessoas relacionadas à nova contratada e empresas que já haviam sido investigadas no âmbito da Operação Ptolomeu.


Operação Umbra


Já a Operação Umbra teve origem em dados obtidos durante fases anteriores da Operação Ptolomeu. Três dos suspeitos foram presos em flagrante por posse ilegal de armas de fogo.


De acordo com a PF, foram identificadas evidências da existência de um núcleo de contrainteligência estruturado para obter informações sobre ações policiais, movimentação de equipes e viaturas. A finalidade seria antecipar ações da polícia e adotar medidas para reduzir a efetividade de decisões judiciais.


A investigação identificou ainda a possível participação de um ex-servidor terceirizado e de um agente da Polícia Federal no repasse indevido de informações relacionadas a operações policiais.


Os suspeitos poderão responder pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e embaraço à investigação de infração penal envolvendo organização criminosa. Fonte: Metrópoles

Médico em carro blindado cai em golpe do retrovisor e acaba baleado

Crime ocorreu no Rio de Janeiro, na última semana. É a segunda vez que o médico foi assaltado à mão armada em um período de quatro meses

O cirurgião vascular Harold Benjamin Aranibar, de 43 anos, fez um relato nas redes sociais após ter sido baleado pela segunda vez, só neste ano, em ataques no Rio de Janeiro. Ele estava em seu carro blindado, que comprou justamente para ter mais segurança após o primeiro assalto à mão armada, mas acabou sendo roubado e baleado novamente.



"Recentemente, na quarta-feira, fui mais uma vítima de assalto nessa selva aqui do Rio de Janeiro. Eu, com carro blindado, fui vítima de um golpe, encostaram no retrovisor e eu saindo do trabalho, abri o vidro para poder arrumar e veio um outro cara para me assaltar e acabei com um tiro no braço", relatou o médico.


O primeiro assalto à mão armada ocorreu há quatro meses, com outro carro dele, que não era blindado. Os bandidos levaram celular, carteira e aliança. No segundo assalto, na semana passada, Harold estava perto do Maracanã, na Zona Norte do Rio, a caminho de casa, por volta das 18h.


Conforme o relato do médico, ele estava próximo a um sinal, quando um motociclista bateu no retrovisor do carro e retirou o objeto do lugar. Depois disso, o assaltante parou no sinal vermelho, virou-se para o médico e fez um gesto indicando um pedido de desculpas. Harold, então, sinalizou que não havia sido nada e abriu o vidro para arrumar o espelho.


Nesse momento, um segundo motociclista surgiu com outra pessoa na garupa e abordou o médico com uma arma, exigindo que ele entregasse o celular. Assustado com a abordagem, Harold deixou o aparelho cair dentro do carro sem querer, o que teria irritado o criminoso, que atirou.


O tiro não foi fatal, mas atingiu o braço esquerdo do médico e fraturou o osso. Nesse último domingo (20/9), Harold fez uma cirurgia para colocar pinos externos para fixar o osso e deve fazer um novo procedimento em breve.


"O raio caiu duas vezes no mesmo lugar. Graças a Deus, minha mão, ela está com a funcionalidade preservada. Dos mais trágicos cenários, esse aqui foi o menor. E eu vou me recuperar, mas agora, a gente paga IPTU, a gente é cidadão de bem e espera minimamente uma segurança pública, cadê? Quando eu tomei o tiro, quem veio me ajudar? Ninguém. Estava eu e Deus, sozinho, tendo que dirigir com uma mão, com um braço pendurado", relatou.


O médico disse que pretende se mudar do Rio de Janeiro, devido à insegurança.


A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil, que afirmou que a investigação está em andamento na 12ª DP (Copacabana). "Agentes buscam por imagens de câmeras de segurança e realizam outras diligências para apurar os fatos", informou. Fonte: Metrópoles

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