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Homem é preso após f*rir cachorro com roçadeira em Colorado do Oeste

Um homem de 35 anos foi preso pela Polícia Militar após ferir gravemente o próprio cachorro com uma roçadeira em Colorado do Oeste. O caso ocorreu na tarde da última segunda-feira, por volta das 13h30, na rua Afonso Martins, e foi registrado como maus-tratos a animal.

De acordo com a Polícia Militar, uma guarnição foi acionada após denúncia de agressão contra um animal. No local, os policiais constataram que o suspeito, identificado pelas iniciais M.S., utilizou uma roçadeira a combustão equipada com lâmina de aço para atacar o cão, de raça aparente burriler.

Segundo as informações apuradas, o homem ligou o equipamento e desferiu um golpe na cabeça do animal, provocando mutilações na região da boca, do pescoço e da língua. Após a agressão, ele deixou o local.

Os policiais intensificaram as buscas e conseguiram localizar o suspeito em um bar da cidade, onde ele consumia bebida alcoólica. Durante a abordagem, foi verificado que o homem utilizava tornozeleira eletrônica.

Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido à Unidade Integrada de Segurança Pública. 

Durante a ocorrência, os policiais apreenderam a roçadeira utilizada no crime e um aparelho celular.

O cachorro ferido foi encaminhado para atendimento e ficou sob os cuidados de um médico veterinário.

Empresário é alvo de operação após alertar facção sobre ação policial em Rondônia

Uma operação realizada nesta quarta-feira mobilizou equipes do Ministério Público de Rondônia para cumprir ordens judiciais contra um investigado suspeito de atrapalhar investigações relacionadas a uma organização criminosa armada. A ação ocorreu no município de Nova Mamoré e faz parte de um desdobramento de apurações iniciadas em 2025.

FOTO - MPRO

A ofensiva, denominada Operação Eco, teve como foco o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara de Garantias de Porto Velho. As diligências foram realizadas em um endereço residencial e também na sede de uma empresa ligada ao investigado.

Além das buscas, a Justiça autorizou o acesso aos dados telemáticos de dispositivos apreendidos durante a operação. O investigado também foi alvo de uma medida cautelar que o impede de manter qualquer tipo de contato com outros 79 alvos ligados a uma organização criminosa anteriormente investigada durante a Operação Godos.

De acordo com as apurações, o alvo da investigação é sócio-administrador de um provedor de internet e teria quebrado o dever de confidencialidade ao avisar integrantes do grupo criminoso sobre o início de uma ação policial anterior. A suspeita é de que ele tenha utilizado o telefone para enviar mensagens e realizar ligações alertando que a operação estava em andamento.

As investigações apontam que o aviso teria permitido que integrantes da organização tentassem destruir provas e dificultar o avanço das investigações. O grupo investigado é suspeito de envolvimento em crimes graves, como extorsão, homicídio e lavagem de dinheiro.

O nome da operação faz referência ao suposto comportamento do investigado de repassar informações sigilosas para dentro da organização criminosa, funcionando como um alerta antecipado sobre a atuação das autoridades.

Com informações MPRO.

Policial penal condenado a 18 anos por h*micídio m*rre após confronto com a polícia no dia da sentença

 O policial penal Fabrício Borges Mendes morreu após trocar tiros com equipes do Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação ao Crime Organizado durante uma ação policial realizada na terça-feira. O confronto ocorreu em Machadinho do Oeste no mesmo dia em que ele havia sido condenado pela Justiça a 18 anos de prisão em regime fechado pelo crime de homicídio.


Segundo a Polícia Militar, os policiais foram até o endereço do condenado para cumprir um mandado de prisão expedido após o julgamento. Durante a abordagem, Fabrício teria reagido à ação policial, iniciando uma troca de tiros com os agentes do batalhão especializado.

O policial penal foi atingido durante o confronto. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal de Machadinho do Oeste, porém não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade de saúde.

Horas antes do confronto, Fabrício Borges Mendes havia sido condenado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Porto Velho pela morte de Francisco Garcia Galvão. O crime ocorreu na noite de 22 de agosto de 2013, no Beco da Salgado Filho, localizado no bairro Mato Grosso.

Durante o julgamento, os jurados analisaram as provas apresentadas pela acusação e pela defesa e decidiram pela condenação do policial penal por maioria de votos. O juiz responsável pelo caso classificou o crime como homicídio qualificado, destacando que o assassinato foi cometido com crueldade e de maneira que dificultou a defesa da vítima.

Na mesma decisão, o magistrado também determinou a perda do cargo público ocupado por Fabrício Borges Mendes no sistema penitenciário.

Após a confirmação da morte, a Secretaria de Estado da Justiça divulgou uma nota de pesar lamentando o falecimento do agente e manifestando solidariedade aos familiares.

Servidor de RO investigado por desviar R$ 13 milhões para apostas online tem R$ 500 mil bloqueados

A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de Polícia de São Francisco do Guaporé, deflagrou operação policial destinada a apurar o desvio de recursos públicos que pode ultrapassar o montante de R$ 13 milhões. Durante a ação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência do investigado e na sede da Prefeitura Municipal, além do afastamento cautelar do servidor público de suas funções.


As investigações tiveram início após o Prefeito Municipal e o Procurador do Município formalizarem comunicação de possíveis irregularidades junto à Delegacia de Polícia. 

A partir dos elementos informativos colhidos no curso da apuração, a Polícia Civil, em conjunto com o Ministério Público, representou pela adoção de medidas cautelares junto ao Poder Judiciário.

Em decisão proferida pelo Juízo de Garantias da Comarca de Porto Velho, foram deferidas medidas que resultaram na indisponibilidade de valores e no bloqueio de aproximadamente meio milhão de reais em contas vinculadas ao investigado, com a finalidade de assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos.

Conforme apurado até o momento, o inquérito policial indica que o servidor teria atuado de forma isolada e que parte significativa dos valores desviados, estimada em cerca de R$ 9,5 milhões, teria sido direcionada a plataformas de apostas online.

As investigações permanecem em andamento para a coleta de novos elementos probatórios e o completo esclarecimento dos fatos.

A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso com a sociedade no combate à corrupção e na defesa do patrimônio público, atuando com rigor técnico e em estrita observância à legislação vigente.

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Tesoureiro é afastado sob suspeita de desviar cerca de R$ 13 milhões da saúde em RO para apostar online

FONTE - PC/RO.

Polícia de SP prende mulher suspeita de integrar rede de pedofilia

Organização criminosa era chefiada por piloto preso em fevereiro

Uma mulher de 29 anos foi presa no Espírito Santo, na manhã desta terça-feira (10), pela Polícia Civil de São Paulo na segunda fase da Operação Apertem os Cintos.



Ela é suspeita de integrar a rede de pedofilia que era comandada pelo piloto de avião Sérgio Antônio Lopes, de 62 anos, preso no Aeroporto de Congonhas.


Segundo informações das autoridades paulistas, a mulher era coautora dos crimes desta organização criminosa que explorava sexualmente crianças e adolescentes.


Ela é investigada também por estupro de vulnerável e pela produção, compartilhamento e comercialização de material de abuso sexual de menores de idade.


Para prender a suspeita, a polícia analisou conversas de aplicativo e outros elementos digitais que indicavam os crimes de estupro, além da produção, venda e envio de vídeos de abusos contra uma criança de 2 anos.


Segundo as investigações da polícia, este material foi uma encomenda do próprio Lopes.


Durante a operação, um celular da mulher foi apreendido e será periciado.


Na primeira fase desta operação, além do piloto - que foi demitido da Latam -, também foram presas duas mulheres que colaboravam com os crimes.


Agência Brasil

PF prende policiais civis do Rio que extorquiam integrantes do CV

Um dos líderes do grupo criminoso é delegado...

Brasília (DF), 11/02/2025 - A Polícia Federal deflagrou a Operação Dissímulo, com o apoio da Controladoria-Geral da União - CGU e da Receita Federal do Brasil, para desarticular um grupo criminoso voltado à prática de fraudes em licitações na área de terceirização. Foto: PF/Divulgação
© PF/Divulgação

Policiais federais prenderam na manhã desta terça-feira (10) três policiais civis do Rio de Janeiro, entre eles o delegado titular de uma delegacia da capital.

O grupo é investigado por utilizar a estrutura do Estado para extorquir integrantes da maior facção criminosa do estado, o Comando Vermelho, além de praticar corrupção e lavagem de dinheiro.

Também foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Essa foi mais uma fase da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular um núcleo criminoso composto por policiais civis fluminenses e operadores financeiros.

“Além das prisões e buscas, a Suprema Corte deferiu a execução de medidas cautelares focadas na descapitalização do grupo, incluindo o afastamento imediato das funções públicas dos policiais investigados, a suspensão do exercício de atividades empresariais das pessoas jurídicas utilizadas nas práticas criminosas e o bloqueio de valores em contas bancárias e de criptoativos ligados aos alvos”, diz a Polícia Federal.

Modus Operandi

As investigações identificaram um esquema criminoso liderado por um delegado e um policial civil. “De forma reiterada, os servidores emitiam intimações com o propósito exclusivo de coagir e pressionar lideranças do tráfico no Rio de Janeiro, exigindo o pagamento de propinas significativas para omissão em atos de ofício”, informa a PF.

Foi apurado ainda que a negociação ilícita ocorria com cobranças incisivas e imposição de prazos. Para operacionalizar o recebimento das vantagens indevidas e manter um distanciamento físico das lideranças da facção criminosa, os policiais contavam com a atuação direta de dois intermediários.

A inteligência financeira da PF detectou que os policiais investigados apresentam movimentação patrimonial milionária e incompatível com seus vencimentos lícitos.

“Para promover a ocultação e dissimulação do capital sujo, a estrutura criminosa contava com uma rede de empresas de fachada registradas em nome de familiares, agora alvos de suspensão judicial”, acrescenta.

Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, extorsão, corrupção passiva e ativa, além de lavagem de capitais.

fonte - agencia brasil.

"Caso ela diga não": PF investiga trend que incita vi*lência contra mulher

A PF (Polícia Federal) abriu um inquérito para investigar a trend "Caso ela diga não", que viralizou nas redes sociais e incita práticas de violência contra a mulher.

foto - reprodução

A apuração começou após denúncias da trend que viralizou no TikTok no mês do Dia Internacional da Mulher com homens simulando reações violentas diante de uma negativa em situações românticas. Ao supostamente escutarem um "não", eles desferem socos, simulam dar facadas ou até tiros.

A diretoria de Crimes Cibernéticos da PF, que conduz a investigação, já solicitou que alguns perfis que divulgaram esses conteúdos fossem derrubados e o material retirado do ar. A plataforma em que os vídeos foram divulgados já realizou a remoção.

Em paralelo, nesta terça-feira (10), está previsto na pauta da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados a votação de um requerimento para a PGR (Procuradoria-Geral da República) investigar a publicação viral. A proposta é do deputado federal Pedro Campos (PSB).

A instauração do procedimento investigativo é uma sinalização da PF pelo combate à disseminação de conteúdos no ambiente digital que incentivam crimes contra a mulher, principalmente no mês da mulher.

A Polícia Federal também pediu a preservação dos dados para incluir no inquérito. As informações reunidas serão analisadas pelos investigadores.

"Caso ela diga não"

Apesar da remoção de perfis e publicações da trend que incita a violência de gênero, alguns materiais ainda estão ativos nas redes.

Publicações com a frase "treinando caso ela diga não", ou com variações, começam com gestos românticos, como o homem se ajoelhando para pedir uma mulher em casamento. Mas, após a encenação de uma rejeição, o autor do vídeo simula chutes, socos e até agressões com armas brancas contra a mulher.

A repercussão gerou uma resposta imediata na internet. Diversos influenciadores fizeram posts condenando a trend. A influencer Hana Khalil fez um post afirmando que os vídeos normalizam a violência contra mulher e a criminalização da misoginia.

Além da investigação da Polícia Federal já em andamento, o requerimento do deputado Pedro Campos, que ainda será votado, também pede que plataformas de redes sociais sejam oficiadas para que forneçam informações sobre o alcance das publicações, dados de autoria e medidas administrativas adotadas.

A investigação dessa trend vem em meio ao crescente índice de violência contra a mulher no Brasil. O país registrou, em 2025, o maior número de feminicídios da última década.

Foram 1.568 mulheres assassinadas em razão de sua condição de gênero, um aumento de 4,7% em relação a 2024, quando houve 1.492 casos. Os números mostram, então, que quatro mulheres foram assassinadas por dia no ano passado no Brasil.

A CNN Brasil entrou em contato com o TikTok sobre as publicações e aguarda retorno.

fonte - Rafael Saldanha e Elijonas Maia, da CNN Brasil, em São Paulo e em Brasília.

Ex agr*de mulher após se revoltar com tatuagem feita em homenagem ao novo namorado, em Porto Velho

Uma mulher de 40 anos foi agredida pelo ex-namorado na tarde desta segunda-feira, no bairro Agenor de Carvalho, em Porto Velho. O homem, de 34 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar após atacar a vítima em frente ao local de trabalho dela, motivado pelo inconformismo com o novo relacionamento da mulher.

foto - meramente ilustrativa


Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, a vítima relatou que está separada do agressor há cerca de dois meses e que recentemente iniciou um novo relacionamento. O suspeito teria ido até a loja de motocicletas onde ela trabalha e pediu que a mulher saísse para conversar.

Assim que a vítima foi até a frente do estabelecimento, foi surpreendida por uma sequência de socos. De acordo com o relato, o agressor direcionou os golpes principalmente para o braço da mulher, justamente no local onde ela possui uma tatuagem com o nome do atual namorado.

Após as agressões, o homem fugiu do local, mas ainda teria feito ameaças de morte contra a ex-companheira e o atual parceiro dela. 

A Polícia Militar foi acionada e iniciou buscas na região com base nas características informadas.

O suspeito foi localizado nas proximidades do bairro e encaminhado ao Departamento de Flagrantes, onde ficou à disposição da Justiça para as providências cabíveis.

Suspeito troca tiros com a Polícia Civil e abandona carro com 30 kg de drogas em Guajará-Mirim

A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de Guajará-Mirim, realizou uma ação de combate ao tráfico de drogas na região de fronteira na noite do último domingo (8). A operação é resultado de investigações sobre o transporte de entorpecentes entre os municípios de Guajará-Mirim, Nova Mamoré e Porto Velho.

Foto - PC/RO

Durante a diligência, os agentes montaram uma barreira em um trecho da zona rural. Ao aproximar-se do bloqueio, o motorista de um veículo acelerou em alta velocidade e passou a disparar contra os policiais, que reagiram à agressão. 

O suspeito iniciou uma fuga, sendo acompanhado de perto pelas equipes.

Após cerca de 10 quilômetros de acompanhamento tático por estradas próximas à rodovia BR-425, o condutor continuou atirando para tentar impedir a aproximação das viaturas. Em determinado momento, ele abandonou o automóvel próximo a uma área de mata fechada e fugiu a pé. 

Devido à escuridão e à densidade da vegetação, o indivíduo não foi localizado.

No interior do veículo, os policiais encontraram diversos tabletes de cocaína e maconha, totalizando aproximadamente 30 kg de drogas. Também foram apreendidos 2 rádios de comunicação, 1 base de antena de internet via satélite e 1 coldre para arma de fogo.

Outras equipes da Polícia Civil prestaram apoio nas buscas durante toda a madrugada. As investigações prosseguem para identificar e prender os responsáveis, reafirmando o compromisso da instituição no combate ao crime organizado nas estradas de Rondônia.

FONTE - PC/RO.

Homem investigado por est*pro de vulnerável é preso pela Polícia Civil

A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Cacoal, deu cumprimento, na manhã desta segunda-feira (09), a mandado de prisão preventiva contra um homem investigado pelo crime de estupro de vulnerável, fato ocorrido no município de Cacoal. 

FOTO - PC/RO

O investigado foi localizado e preso na cidade de Pimenta Bueno, durante ação coordenada pela equipe policial responsável pelas investigações. 

A ordem judicial foi expedida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Cacoal, com base nos elementos reunidos no curso da investigação conduzida pela Polícia Civil. 

Após o cumprimento do mandado, o investigado foi conduzido à unidade policial para a adoção das medidas legais cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição do Poder Judiciário. 

A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso com o enfrentamento aos crimes de violência sexual e com a proteção de vítimas em situação de vulnerabilidade, atuando de forma permanente na investigação e repressão de delitos dessa natureza.

FONTE - PC/RO.

Quase 10 kg de maconha são encontrados em táxi na BR-364 durante abordagem da PRF em Porto Velho

 Entorpecente foi localizado em bolsa de passageiro no município de Porto Velho...

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia apreendeu, na tarde deste sábado (07), 9,5 kg de maconha no km 759 da BR-364, em Porto Velho. A droga estava em um táxi que fazia o itinerário entre Guajará-Mirim e a capital. 

Durante a abordagem, um passageiro demonstrou comportamento suspeito e não conseguiu responder a perguntas simples.

No compartimento de bagagens, os agentes encontraram nove tabletes da substância escondidos em uma bolsa de viagem. 

O indivíduo, inicialmente, tentou omitir a posse da mala, mas admitiu ser o proprietário após a inspeção no porta-malas. 

O homem e o material apreendido foram encaminhados à Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis.

fonte - PRF/RO.

Prisão do avô amplia para quatro familiares detidos no caso da adolescente Marta Isabelle em Porto Velho

As investigações sobre a morte da adolescente Marta Isabelle dos Santos Silva, de 16 anos, tiveram novo avanço com a prisão do avô da vítima, Manoel José S., de 60 anos. A detenção ocorreu na noite de sexta-feira, após decisão judicial que autorizou a prisão preventiva do idoso. Com a medida, quatro familiares passaram a estar presos no caso que chocou a população.

De acordo com a Polícia Civil, o avô é investigado por ter conhecimento das agressões sofridas pela neta dentro da residência, sem adotar qualquer providência para impedir a continuidade das violências. A apuração é conduzida pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, que aponta que a omissão também contribuiu para o desfecho do caso.

Além do avô, já estavam presos o pai da adolescente, Callebe José da Silva, a madrasta, Ivanice Farias de Souza, e a avó paterna, Benedita Maria da Silva. Os três também são investigados por envolvimento direto ou por omissão nas agressões que resultaram na morte da jovem.

Conforme a investigação, o pai e a madrasta devem responder por crimes como tortura com resultado morte, cárcere privado, maus-tratos e omissão de socorro. A polícia afirma que a adolescente era mantida confinada dentro da casa e submetida a agressões constantes.

A jovem foi localizada por policiais militares deitada em uma cama, coberta por um lençol e usando fralda descartável. 

O laudo preliminar apontou um quadro grave de desnutrição e múltiplos sinais de violência. Também foram identificados indícios de que a adolescente permaneceu imobilizada por vários dias.

As investigações ainda indicam que a vítima era mantida amarrada com fios dentro da residência. Segundo a apuração policial, ela era obrigada a se alimentar com restos de comida, ficava sem acesso regular à água e não recebia cuidados básicos de higiene. Mesmo apresentando ferimentos e estado de saúde extremamente debilitado, não houve encaminhamento para atendimento médico.

A Polícia Civil segue reunindo provas e depoimentos para esclarecer todas as circunstâncias do caso e definir a responsabilidade de cada um dos investigados. 

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Homem agr*de ex-companheira com chutes no rosto após briga na zona Sul de Porto Velho

Uma mulher de 33 anos foi vítima de agressão na madrugada de sexta-feira na Praça do Cohab, situada na Rua Erva Doce, na região Sul da capital. O principal suspeito é o ex-companheiro da vítima, de 43 anos, que fugiu antes da chegada da polícia.

foto - reprodução

Segundo o registro policial, a vítima relatou que estava consumindo bebida alcoólica com o ex-companheiro quando os dois iniciaram uma discussão. Durante o desentendimento, o homem a empurrou, fazendo com que ela caísse no chão, e logo em seguida passou a desferir chutes contra o rosto dela, provocando lesões visíveis na face.

Pessoas que estavam no local presenciaram a agressão e intervieram para conter o homem, que aproveitou o momento para fugir. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência prestaram os primeiros socorros à vítima, que foi encaminhada ao Hospital João Paulo II para avaliação médica.

A Polícia Militar registrou a ocorrência como violência doméstica e familiar contra a mulher, com base na Lei Maria da Penha. 

Informações coletadas no local indicam que o suspeito já apresentava histórico de comportamento agressivo, incluindo ameaças com arma branca, episódios anteriores de agressão física e atitudes de ciúmes e controle sobre a vítima.

Ainda conforme o relato, o homem faz uso abusivo de álcool e drogas e não aceita o fim do relacionamento. 

A mulher informou que pretende solicitar medida protetiva. 

Até o momento, o suspeito não foi localizado e continua sendo procurado pelas autoridades.

O que sabemos sobre pedido de prisão de ex-goleiro Bruno

Ex-atleta descumpriu uma das condições impostas para o livramento condicional ao deixar o estado do Rio de Janeiro sem autorização da Justiça

O ex-goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza, conhecido como goleiro Bruno, perdeu o benefício de livramento condicional e deverá voltar à prisão em regime semiaberto. A decisão foi tomada na quinta-feira (5) pela Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro.

Montegem: r1rondonia


Segundo a decisão, Bruno descumpriu uma das condições impostas para o livramento condicional ao deixar o estado do Rio de Janeiro sem autorização da Justiça.


De acordo com o processo, o ex-atleta viajou para o estado do Acre no dia 15 de fevereiro, apenas quatro dias após a concessão do benefício.


A medida contrariou a determinação judicial que estabelecia que ele não poderia se ausentar do estado sem autorização prévia do Juízo da Execução Penal.


Na decisão, o juiz Rafael Estrela Nóbrega afirmou que a conduta demonstra descaso com as condições impostas para o cumprimento do benefício.


Viagem para o Acre

A viagem de Bruno ao Acre tem relação com seu retorno aos gramados. No dia 15 de fevereiro, ele chegou ao estado para reforçar o Vasco-AC. Ele foi regularizado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF três dias depois.


O elenco do time em questão homenageou três dos quatro atletas presos por suspeita de estupro coletivo de duas mulheres dentro do alojamento do time.


Na decisão, o juiz Rafael Estrela Nóbrega afirmou que a conduta demonstra descaso com as condições impostas para o cumprimento do benefício.


O juiz também ressaltou que cabe ao condenado cumprir as regras estabelecidas pela Justiça. Com a revogação do livramento condicional, Bruno deverá retornar ao sistema prisional para cumprir pena em regime semiaberto.


Problemas recentes com a Justiça

No início de fevereiro, antes da viagem que ocasionou em sua volta à prisão, Bruno enfrentou outro problema com a Justiça do Rio de Janeiro. Bruno teve o prazo de cinco dias Com a revogação do livramento condicional, Bruno deverá retornar ao sistema prisional para cumprir pena em regime semiaberto.


A Justiça tinha concedido o benefício de livramento condicional a Bruno em janeiro de 2023, mas o goleiro não assinou o Termo de Cerimônia.


O MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) solicitou, com urgência, ao TJRJ, a suspensão da liberdade condicional de Bruno pelo descumprimento da Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210).


Bruno não assinou o Termo de Cerimônia, e quando procurado não foi localizado nos endereços informados ao Juízo.


Quando se apresentou, no dia 11, Bruno afirmou "Estive aqui hoje no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para poder atualizar o que já estava atualizado, meu endereço". (CNN)

Bispo que visitava ‘bordel do tráfico humano’ é preso tentando fugir dos EUA

Bispo caldeu da Califórnia é preso ao tentar fugir do país por crimes financeiros e visitas a bordel de tráfico humano

O bispo católico caldeu Emanuel Shaleta, da Califórnia, foi detido ao tentar deixar os Estados Unidos, acusado de crimes financeiros graves. A prisão ocorreu em 5 de março, em meio a investigações sobre supostas fraudes e lavagem de dinheiro. Autoridades federais agiram rapidamente para impedir sua saída do país.​

Bispo Emanuel Shaleta foi detido por suspeita de crime financeiro


Além dos desfalques financeiros, Shaleta também foi acusada de frequentar regularmente o Hong Kong Gentlemen’s Club em Tijuana, que funciona como um bordel perto da fronteira entre os EUA e o México, informou o The Pillar. O bordel também teria ligação com o tráfico de pessoas da região.


Contexto da detenção do bispo


As autoridades americanas prenderam o religioso em um aeroporto, enquanto ele embarcava para fora dos EUA. A ação faz parte de uma operação maior contra irregularidades financeiras ligadas à Igreja Caldeia. Investigações apontam para movimentações suspeitas de fundos em contas bancárias.​


O bispo enfrenta acusações por fraude bancária, lavagem de dinheiro e conspiração. Segundo documentos judiciais, ele teria desviado recursos de doações da comunidade caldeia. Os valores envolvem milhões de dólares, com transferências para contas pessoais e familiares.​


Histórico controverso do bispo


Antes da prisão, relatórios indicavam visitas do bispo a locais associados a tráfico humano, descritos como “bordéis” em investigações paralelas. Essas conexões levantaram suspeitas adicionais sobre suas atividades. A Igreja local emitiu nota negando irregularidades, mas cooperando com as autoridades.​


Com informações de National Catholic Reporter


Homem é espancado após assalto com arma de brinquedo em parada de ônibus

Um homem foi duramente espancado na noite desta sexta-feira (06), durante após assalto na Rua Almirante Barroso, região central de Porto Velho.



De acordo com testemunhas, o criminoso teria chegado de bicicleta em uma parada de ônibus e anunciado o roubo usando uma arma de brinquedo, depois fugiu levando o celular da vítima.


Populares que presenciaram o crime perseguiram o suspeito que foi detido na Avenida Nações Unidas com Rua Brasília, e surrado até a chegada da PM, em seguida recebeu atendimento do Corpo de Bombeiros. (pvhnoticias)

Operação 'Matriarca' mira organização do tráfico e justiça bloqueia até R$ 10 milhões de investigados em Rondônia

A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de Repressão a Narcóticos (Denarc), apresentou o conjunto de provas que resultou na denúncia de 19 investigados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. A ação, denominada Operação Matriarca, culminou ainda no bloqueio judicial de patrimônios que podem alcançar o montante de R$ 10 milhões, visando a descapitalização do crime organizado.


O objetivo da operação foi desarticular uma organização criminosa estruturada que atuava na região de fronteira com forte esquema de distribuição de entorpecentes. 

Com o avanço das investigações, a Polícia Civil identificou a divisão de funções do grupo, que incluía desde o fornecimento e transporte da droga até a capital, até operadores financeiros responsáveis pela ocultação de valores.

Durante o trabalho investigativo, foram identificadas negociações de drogas por aplicativos de mensagens, com envio de fotos e vídeos dos entorpecentes, além de pagamentos realizados via PIX. A materialidade dos crimes foi confirmada por meio de apreensões anteriores e laudos toxicológicos produzidos durante o inquérito policial.

A operação, deflagrada em novembro de 2025, resultou no sequestro de sete veículos vinculados às atividades ilícitas, incluindo uma caminhonete de luxo avaliada em mais de R$ 350 mil. 

As provas reunidas pelo Denarc levaram o Ministério Público a oferecer a denúncia com a causa de aumento por transnacionalidade, devido à conexão do grupo com a fronteira.

Os fatos apurados revelaram um esquema complexo de movimentação financeira. Para impedir a ocultação de bens, a Justiça determinou o bloqueio de ativos financeiros, indisponibilidade de imóveis e restrições judiciais de veículos via sistemas Renajud e Sisbajud. 

Também houve comunicação à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para o congelamento de investimentos dos envolvidos.

As investigações continuam com foco no rastreamento de patrimônio oculto para garantir que a organização criminosa seja totalmente desestruturada financeiramente.

FONTE - PC/RO

Mais de 170 anos de prisão: serial killer de Alagoas recebe 7ª condenação

Réu foi condenado, na última quinta-feira (5), a 22 anos de prisão pela morte de uma idosa de 71 anos, assassinada a tiros enquanto levava o neto para a escola em Maceió, em 2019

Apontado pela polícia como um dos maiores assassinos em série do país, Albino dos Santos Lima recebeu, na quinta-feira (5), a sétima condenação na Justiça de Alagoas. Ele foi sentenciado a 22 anos, 5 meses e 15 dias de prisão pelo assassinato da idosa Genilda Maria da Conceição, de 71 anos, ocorrido em 2019, em Maceió.



O julgamento foi realizado pelo Tribunal do Júri da 7ª Vara Criminal da capital alagoana e conduzido pelo juiz Yulli Roter. Com a nova sentença, as penas impostas ao réu ultrapassam 174 anos de reclusão, todas em regime fechado.


Segundo a acusação, Genilda foi morta a tiros na manhã de 6 de fevereiro de 2019, por volta das 6h40, no Beco de Zé Miguel, no bairro da Chã da Jaqueira, em Maceió. A idosa caminhava com o neto, então com 11 anos, a quem levava para a escola, quando foi atingida por disparos nas costas e morreu sem chance de defesa.


Durante o processo, Albino afirmou que associava a vítima a pessoas ligadas ao tráfico de drogas e a facções criminosas porque usuários costumavam se reunir para consumir maconha nas proximidades da casa dela. Em depoimento, disse ainda que a idosa “falava demais” sobre o que acontecia na rua e que, por isso, teria agido como um “justiceiro”.


A defesa do réu voltou a sustentar a tese de inimputabilidade e afirmou que a confissão dada anteriormente por Albino teria ocorrido sob coação policial. No entanto, o Ministério Público apresentou aos jurados um vídeo do depoimento prestado na delegacia, no qual o acusado aparece acompanhado do advogado, sentado em uma sala iluminada.


Durante o julgamento, o promotor de Justiça Antônio Vilas Boas também destacou que arquivos encontrados no celular do réu traziam o nome da vítima e a data do crime, além de registros semelhantes relacionados a outras execuções. Segundo a acusação, Albino mantinha pastas com nomes como “odiadas do Instagram” e “mortes especiais”.


Na época do assassinato, o réu morava na mesma região que a vítima. De acordo com o MP-AL (Ministério Público de Alagoas), ele teria observado a rotina de Genilda antes de emboscá-la no trajeto que fazia diariamente com o neto.


O caso chegou a quase levar outros dois homens ao banco dos réus, mas perícias balísticas indicaram que os projéteis retirados do corpo da vítima não eram compatíveis com a arma de um deles, o que levou a investigação a confirmar a autoria atribuída a Albino.


Esta foi a sétima condenação de Albino dos Santos Lima. Somadas, as penas ultrapassam 174 anos de prisão em regime fechado.


Histórico de condenações de Albino inclui:

Novembro: 24 anos, 11 meses e oito dias de prisão pelo assassinato de Beatriz Henrique da Silva, na frente de seu filho Bryan Miguel Félix da Silva;

Outubro: 27 anos, 1 mês e 10 dias pela morte de Tâmara Vanessa da Silva e tiros contra José Gustavo Carvalho e Leidjane Gomes de Freitas;

Setembro: 14 anos e 7 meses por tentativa de homicídio contra Alan Vítor dos Santos Soares;

Julho: 24 anos e 6 meses pela morte da adolescente Ana Clara Lima Santos;

Junho: 24 anos e 6 meses pela morte da mulher trans Louise Gybson Vieira de Melo;

Abril: 37 anos pela morte do barbeiro Emerson Wagner da Silva e tentativa de homicídio contra outro rapaz.


“A primeira temporada de julgamentos dele encerra hoje, parece uma Netflix de filme de terror. O Ministério Público sai satisfeito com o resultado do seu trabalho, obtivemos uma pena que ultrapassou os 22 anos, mais uma vez a sociedade alagoana fez justiça e acredito que ele mesmo tenha consciência disso”, destacou o promotor de Justiça Antônio Vilas Boas após o julgamento.


De acordo com o promotor, o homem seria o “maior assassino em série de Alagoas e um dos maiores do país”. Segundo o Ministério Público, as mortes cometidas por Albino foram planejadas e executadas de maneira calculada, usando o mesmo modus operandi em cada crime. (CNN)

Operação 'Último Disparo' prende suspeitos de h*micídio e apreende arsenal de armas em Porto Velho

A Polícia Civil de Rondônia realizou na manhã desta sexta-feira o cumprimento de mandados de prisão relacionados à investigação do assassinato de R. P. de S., morto a tiros no dia 30 de janeiro no distrito de Abunã, em Porto Velho. A ação foi conduzida por equipes da 10ª Delegacia de Polícia de Nova Mutum com apoio da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa da capital e resultou na prisão de dois homens apontados como responsáveis pelo crime.


O homicídio teve como vítima um homem de 35 anos, que foi surpreendido e executado a tiros após uma discussão ocorrida horas antes do ataque. Segundo relatos de testemunhas, cerca de três disparos foram ouvidos e, logo depois, a vítima foi encontrada já sem vida nas proximidades de sua residência, apresentando ferimentos na cabeça.

A operação recebeu o nome de Último Disparo e teve como objetivo capturar os envolvidos no assassinato e retirar armas de circulação na região da Vila da Penha. 

A investigação também aponta que um dos detidos é suspeito de atuar como matador de aluguel na localidade, o que reforçou a necessidade de uma ação rápida das forças policiais.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais localizaram e apreenderam um grande volume de armamento e munições. 

Foram retiradas de circulação uma pistola calibre .40, um revólver calibre .38 com numeração raspada, uma carabina M1 calibre .30, duas espingardas calibre .28 e uma garrucha calibre .36.

Além das armas, também foram apreendidas 138 munições de diversos calibres, sendo 29 de calibre .40, 34 de calibre .38, 41 de calibre .30 e 34 de calibre .22. Todo o material recolhido será submetido à perícia para auxiliar na continuidade das investigações.

Com a prisão dos suspeitos e a apreensão do arsenal, a Polícia Civil avança no esclarecimento do homicídio e reforça as ações de combate aos crimes contra a vida na região.

FONTE - PC/RO.

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