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PF esclarece que R$ 815 mil da Operação Reduto foram apreendidos em Manaus, e não em Rondônia

Publicações nas redes sociais atribuíram a apreensão de dinheiro às ações realizadas em Rondônia, mas a Polícia Federal informou que o valor foi encontrado em endereços de investigados na capital amazonense...


A Polícia Federal esclareceu que os R$ 815.830 apreendidos durante a Operação Reduto foram localizados em Manaus (AM), e não em Rondônia. A informação desmente publicações que circularam nas redes sociais afirmando que o dinheiro havia sido encontrado durante as buscas realizadas em Porto Velho, Ariquemes ou na sede da Assembleia Legislativa de Rondônia.

Conforme a PF, não houve apreensão de dinheiro nas diligências realizadas em Rondônia na última quinta-feira (9). As imagens e informações compartilhadas nas redes sociais associando o montante às ações no estado são falsas.

O dinheiro foi apreendido em endereços ligados ao empresário amazonense Ivair Ferreira, apontado entre os investigados da operação. Além do valor em espécie, relógios de luxo também foram recolhidos durante o cumprimento dos mandados em Manaus.

A Operação Reduto investiga um suposto esquema de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, peculato e associação criminosa. As diligências ocorreram simultaneamente em Rondônia e no Amazonas.

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OPERAÇÁO AUDÁCIA - Polícia Civil de RO divulga fotos de oito foragidos de facção e faz apelo à população

A Polícia Civil de Rondônia divulgou as imagens de oito investigados considerados foragidos da Justiça durante a Operação Audácia e solicita o apoio da população para localizar os suspeitos. A ação foi deflagrada na última terça-feira (7) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Rondônia (FICCO/RO).

foto - divulgação PC/RO

A operação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa com atuação interestadual. Os oito investigados possuem mandados de prisão em aberto e continuam sendo procurados pelas forças de segurança.

Os foragidos são:

  • Alan Ferreira da Cruz, conhecido como "Kanela";
  • Charles Erik da Conceição;
  • Daniel Edmar Sena Braga, conhecido como "Menor Imbaçado" ou "Pocotó";
  • Edeilson Freitas do Nascimento, conhecido como "Turinha", "M16" ou "Mentor";
  • Emerson Melo da Silva, conhecido como "Mimi";
  • Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, conhecido como "Da Roça", "Zeus", "Crânio", "Fiel" ou "Articulado";
  • Miguel Farias Costa, conhecido como "Picolé", "Maestro", "HM" ou "Chocolate";
  • Ricardo Nobre Paiva, conhecido como "Mexicano".

A Polícia Civil reforça que qualquer informação que possa contribuir para a localização dos procurados pode ser repassada de forma anônima pelo WhatsApp do Disque-Denúncia, no número (69) 99301-5824, pelo telefone 197 da Polícia Civil ou pelo 190 da Polícia Militar. 

Segundo a corporação, o sigilo da identidade do denunciante é garantido.

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Adolescente de 15 anos é sequestrado e encontrado m*rto com sinais de t*rtura em Porto Velho

O adolescente Vitor Emanuel L. do Nascimento, de 15 anos, foi encontrado morto na quinta-feira (9) em uma área de mata nos fundos do Residencial Morar Melhor, na zona sul de Porto Velho. A vítima apresentava sinais de tortura, segundo informações repassadas à Polícia Militar.

foto - reprodução

De acordo com o boletim de ocorrência, o jovem fazia a entrega de uma geladeira acompanhado de um homem quando ambos foram abordados por criminosos armados no residencial. Os suspeitos renderam Vitor e o levaram para um local desconhecido.

Ainda conforme o registro policial, os criminosos afirmaram que matariam o adolescente por ele supostamente integrar uma facção criminosa. O outro homem que acompanhava a entrega não foi levado.

Após denúncias, equipes da Polícia Militar realizaram buscas na região e localizaram o corpo da vítima entre os blocos das ruas 3 e 4 do residencial.

A Perícia Técnico-Científica (Politec) foi acionada para realizar os trabalhos no local. O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML), e a Polícia Civil instaurou inquérito para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime.

PF investiga possível vazamento da Operação Reduto após afastamento de 11 servidores da ALE-RO e prisões

A confirmação foi feita pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO) nesta sexta-feira (10)...



A Polícia Federal abriu investigação para apurar um possível vazamento de informações da Operação Reduto, deflagrada na última quarta-feira (9), que teria ocorrido um dia antes do cumprimento dos mandados judiciais. A confirmação foi feita pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO) nesta sexta-feira (10).

A operação investiga um suposto esquema de fraude em licitações, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, peculato, associação criminosa e prática de rachadinha. Durante a ação, dois investigados foram presos, 11 servidores da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) foram afastados de suas funções e a Justiça determinou o bloqueio de bens, ativos financeiros e criptoativos de até R$ 9 milhões.


Ao todo, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, sendo nove em Ariquemes, oito em Porto Velho e dois em Manaus. Na capital rondoniense, a operação teve como alvo a Assembleia Legislativa, onde agentes apreenderam documentos, equipamentos eletrônicos e outros materiais que passarão por perícia. Os nomes dos investigados não foram divulgados.

As investigações tiveram início em 2024, após relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificarem movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo uma empresa de Manaus contratada pelo poder público em Rondônia. Segundo a Polícia Federal, as apurações apontaram movimentações superiores a R$ 9 milhões incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos investigados.

De acordo com a PF, o grupo investigado atuava em duas frentes. A primeira seria responsável por fraudar licitações e direcionar contratos públicos no município de Ariquemes. A segunda envolveria o desvio de recursos públicos por meio de contas de servidores comissionados da Assembleia Legislativa, em um esquema caracterizado como rachadinha.

Além das medidas cautelares já cumpridas, dinheiro em espécie também foi apreendido durante as diligências realizadas em Manaus. A Polícia Federal informou que esta fase da Operação Reduto busca reunir novas provas e aprofundar as investigações, incluindo a apuração sobre o possível vazamento das informações antes da deflagração da operação.

Em nota, a Prefeitura de Ariquemes informou que está colaborando integralmente com as autoridades e fornecendo toda a documentação solicitada. A administração municipal destacou que, até o momento, não há conclusão sobre eventual irregularidade envolvendo a prefeitura e que os serviços públicos seguem funcionando normalmente.

Já a Assembleia Legislativa de Rondônia afirmou que acompanha a operação e permanece à disposição das autoridades. A Casa reforçou que adota mecanismos de controle e fiscalização em seus processos de contratação e reiterou o compromisso com a transparência e a legalidade.

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PF mira empresário suspeito de intimidar jornalistas no caso Master

Décima fase da Operação Compliance foi deflagrada nesta quinta...

Cerimônia de inauguração da nova sede da Polícia Federal, em Brasília.
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (9) a 10ª fase da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master.

Brasília – DF – 09/07/2026  Empresário Thiago Miranda. Foto: Instagram/thiagomiranda__
Empresário Thiago Miranda é alvo da Operação Compliance Zero- Instagram/thiagomiranda__

O alvo desta fase é o empresário Thiago Miranda, acusado de ter ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro e atuar para intimidar jornalistas e servidores do Banco Central pelas redes sociais.

As buscas da PF foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso.

De acordo com as investigações da PF, recursos do esquema de fraudes no Master foram usados por Vorcaro para promover campanhas de desinformação na mídia tradicional e na digital. O trabalho era realizado por influenciadores contratados.

Segundo a PF, Vorcaro estruturou uma "organização criminosa" para blindar os atos ilícitos da gestão dele no Master.

Conforme a decisão do ministro, Thiago Miranda, ex-sócio do Portal Léo Dias, foi responsável pelo monitoramento da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo. A profissional publicou grande parte dos furos jornalísticos envolvendo as fraudes no banco de Vorcaro.

"Os elementos analisados apontam que Thiago Miranda desempenhava papel central nessas iniciativas, sendo o principal responsável por realizar pesquisas e levantamentos acerca da vida privada da jornalista em questão", afirmou.

Itaú

De acordo com a apuração, Thiago Miranda também teria participado do trabalho de levantamento de informações sigilosas contra Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú.

"Nos diálogos identificados, Daniel Vorcaro envia as seguintes mensagens à Thiago Mirante: Estou precisando fazer um levantamento do Milton Maluhy. Está me causando muito problema. Me ajuda nisso? No minuto seguinte, Thiago responde: Deixa comigo", diz trecho da investigação.

Outro lado

Em nota à Agência Brasil, o advogado Rafael Martins disse que Thiago Miranda não cometeu qualquer irregularidade e acrescentou que o empresário está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários.

"Thiago Miranda sempre pautou sua atuação profissional pela legalidade, pela transparência e pelo respeito às instituições e pelo livre exercício da liberdade de expressão, não tendo praticado qualquer ato criminoso, tampouco participado de conduta destinada a intimidar, coagir, constranger ou violar direitos de terceiros", afirmou. 

Matéria atualizada às 18h15 para acrescentar posicionamento de Thiago Miranda.

fonte - AGENCIA BRASIL.

PM é condenado a 21 anos de prisão por m*tar colega de farda em Porto Velho

Além da pena em regime fechado, policial militar também perdeu o cargo público e teve a execução imediata da condenação determinada pela Justiça...

foto - reprodução

O policial militar Thiago Gabriel Levino Amaral foi condenado a 21 anos de prisão pelo assassinato do também policial militar Elder Neves de Oliveira. A decisão foi proferida nesta quarta-feira (8) pelo Tribunal do Júri da comarca de Porto Velho, durante julgamento realizado na 1ª Vara do Tribunal do Júri.

O crime ocorreu em 18 de janeiro de 2023, na Avenida Pinheiro Machado, região central da capital. A vítima foi atingida por disparos de arma de fogo na cabeça.

Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu, por maioria de votos, a autoria e a materialidade do crime, além das qualificadoras de motivo fútil e do recurso que dificultou a defesa da vítima.

Na sentença, o juiz Jaires Taves Barreto fixou a pena em 21 anos de reclusão, em regime inicial fechado. O magistrado também decretou a perda do cargo público, por entender que a conduta praticada é incompatível com o exercício da função.

Com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre a execução imediata das decisões do Tribunal do Júri, o réu não poderá recorrer em liberdade e deverá iniciar o cumprimento da pena imediatamente.

Homem é condenado a mais de 21 anos de prisão por f*minicídio em Porto Velho

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Foto: Reprodução

O Tribunal do Júri da comarca de Porto Velho condenou, nesta quarta-feira (8), Cleiton Jhonatas da Silva Silveira pelo crime de homicídio qualificado (feminicídio). O julgamento foi realizado na 2ª Vara do Tribunal do Júri e presidido pelo juiz Bruno Magalhães Ribeiro.

O Conselho de Sentença, formado por sete juradas, reconheceu que o réu cometeu o homicídio qualificado por motivo torpe, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e por razões da condição do sexo feminino, caracterizando o feminicídio. O crime ocorreu em 2023, antes da mudança da lei no ano seguinte, que passou a considerar o feminicídio como crime próprio e não mais apenas como qualificadora do crime de homicídio.

Pena

CCOM9741 Enhanced NR

Com a decisão dos jurados, o magistrado fixou a pena em 21 anos e 8 meses de reclusão, em regime inicial fechado. Na dosimetria da pena, a sentença considerou os maus antecedentes do condenado, a reincidência e as graves consequências do crime, destacando que a vítima deixou um filho menor de idade.

A confissão parcial apresentada pelo réu foi reconhecida como circunstância atenuante, mas compensada parcialmente pela reincidência. Em razão do entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal sobre a execução imediata das condenações proferidas pelo Tribunal do Júri, o juiz negou ao réu o direito de recorrer em liberdade e determinou o imediato cumprimento da pena, com a expedição de mandado de prisão.

A sessão integrou a pauta de julgamentos realizados simultaneamente pelas 1ª e 2ª Varas do Tribunal do Júri de Porto Velho, responsáveis pelo julgamento de crimes dolosos contra a vida.

FONTE - TJRO.

PF mira suposta rachadinha na Assembleia de RO em operação com 2 presos e 11 servidores afastados

 Operação Reduto mira fraudes em licitações, suposta rachadinha e bloqueia R$ 9 milhões em Rondônia. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes também apreenderam R$ 815.830 em espécie, valor que será incorporado às investigações...


A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (9), a Operação Reduto para investigar um suposto esquema de fraude em licitações, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, peculato e associação criminosa em Rondônia. A ação é realizada em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público de Rondônia (MPRO).

Ao todo, estão sendo cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, dos quais nove em Ariquemes, oito em Porto Velho e dois em Manaus (AM). Também foram expedidos dois mandados de prisão preventiva, ambos em Ariquemes, por determinação do Tribunal de Justiça de Rondônia.

foto - divulgação PF/RO

Além das buscas e prisões, a Justiça determinou o afastamento de 11 servidores públicos de suas funções e o bloqueio de bens, ativos financeiros e criptoativos dos investigados, até o limite de R$ 9 milhões. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes também apreenderam R$ 815.830 em espécie, valor que será incorporado às investigações.

Foto - divulgação PF/RO

As investigações começaram em 2024, após Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) enviados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontarem movimentações consideradas suspeitas envolvendo uma empresa sediada em Manaus que mantinha contratos públicos em Rondônia.

Foto - PF/RO

De acordo com a Polícia Federal, o aprofundamento das apurações indicou a existência de uma suposta organização criminosa dividida em duas frentes de atuação. 

Foto - PF/RO

A primeira seria responsável por fraudar processos licitatórios e direcionar contratos públicos no município de Ariquemes. A segunda estaria ligada ao desvio de recursos públicos por meio de contas de servidores comissionados da Assembleia Legislativa de Rondônia, em um esquema conhecido popularmente como rachadinha.

Foto - PF/RO

Ainda segundo a investigação, foram identificadas movimentações financeiras superiores a R$ 9 milhões incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos investigados. 

A nova fase da operação busca reunir mais provas para esclarecer a extensão do suposto esquema e identificar todos os envolvidos.

Nota Oficial da Assembleia Legislativa de Rondônia

A Assembleia Legislativa de Rondônia informa que acompanha as medidas relacionadas à operação realizada nesta quinta-feira (9), a partir de informações divulgadas pela Controladoria-Geral da União (CGU), e reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos.

A Casa de Leis permanece à disposição das autoridades competentes para prestar os esclarecimentos necessários e colaborar com as apurações.

A Assembleia Legislativa ressalta que os fatos investigados devem ser apurados com observância ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa, sem qualquer interferência no trabalho dos órgãos responsáveis.

Em relação aos procedimentos licitatórios, a Casa destaca que adota mecanismos de controle interno, fiscalização e governança para assegurar a regularidade das contratações públicas. Os processos são públicos e estão disponíveis no Portal da Transparência do Poder Legislativo.

A Assembleia Legislativa reafirma sua confiança nas instituições de controle e fiscalização e seguirá colaborando para que os fatos sejam esclarecidos, preservando a lisura de seus atos administrativos e o interesse público.

fonte  -  da Secom/ALE.

Ameaçado de m*rte, homem se joga de carro em movimento e escapa de sequestro, em RO

A vítima relatou que havia participado da Expojipa, onde consumiu bebidas alcoólicas, e depois seguiu para um bar nas proximidades do Parque dos Pioneiros... 

Um homem conseguiu escapar de um sequestro ao se jogar do próprio carro em movimento após ser ameaçado de morte por criminosos, na noite de segunda-feira (6), em Ji-Paraná. O veículo foi encontrado abandonado e danificado no dia seguinte, após bater contra um meio-fio no bairro Orleans Ji-Paraná I.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar localizou o automóvel na terça-feira (7) e, após consultar os dados do veículo, identificou o proprietário e foi até sua residência.

A vítima relatou que havia participado da Expojipa, onde consumiu bebidas alcoólicas, e depois seguiu para um bar nas proximidades do Parque dos Pioneiros. No local, foi abordada por dois homens que pediram uma carona.

Durante o trajeto, um dos suspeitos anunciou o assalto e passou a ameaçar a vítima de morte. Em determinado momento, o homem aproveitou uma oportunidade e pulou do veículo ainda em movimento para fugir dos criminosos.

Sem o controle do carro, os suspeitos acabaram batendo o veículo no meio-fio e o abandonaram antes de fugir. Até o momento, nenhum dos envolvidos foi preso.

O caso foi registrado pela Polícia Civil, que investiga a identidade dos autores e as circunstâncias do crime.

Dupla é condenada a até 33 anos pela ex*cução de perito da Politec em Porto Velho

O Ministério Público de Rondônia (MPRO) obteve, junto ao Tribunal do Júri, a condenação de dois réus às penas de 29 e 33 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, pela morte de um perito da Polícia Técnico-Científica (Politec), em Porto Velho. O julgamento ocorreu na última sexta-feira, na Capital, e teve mais de 15 horas de duração.

FOTO - REPRODUÇÃO

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, em 2022, o perito Sebastião Tenani foi morto pelos réus quando chegava à propriedade que mantinha na área rural de Porto Velho. O crime foi praticado a mando do gerente da fazenda.

Conforme consta nas investigações, à época dos fatos, o servidor público havia descoberto o furto de gado praticado pelo funcionário que, temendo ser preso, contratou os serviços da dupla.

Julgamento e pena

Os jurados acataram os pedidos do Ministério Público e decidiram condenar os réus pelos crimes de homicídio qualificado pela paga e pelo recurso que dificultou a defesa da vítima, além dos crimes de ocultação de cadáver, furto do carro da vítima e porte de arma de fogo.

O Promotor de Justiça Marcus Alexandre participou do julgamento e esclareceu que a sessão foi marcada pela dor da família e dos amigos da vítima, peritos da Politec, que compareceram em número expressivo à sessão do Tribunal do Júri.

fonte - MPRO.

Furto de energia: operação prende duas pessoas no Residencial Porto Madero IV, em Porto Velho


Duas pessoas foram presas na última terça-feira (7) durante uma operação realizada no Residencial Porto Madero IV, na zona leste de Porto Velho. A ação foi realizada de forma integrada pela Energisa, forças policiais e Polícia Técnico-Científica (Politec), que confirmou a irregularidade durante a perícia.

O furto de energia, conhecido popularmente como "gato", é crime previsto no Código Penal Brasileiro e pode resultar em pena de até oito anos de prisão. Além dos prejuízos financeiros, a prática coloca em risco a segurança da população, aumenta a possibilidade de acidentes e compromete a qualidade do fornecimento de energia para os demais consumidores.

"O furto de energia prejudica toda a sociedade. Além de ser crime, essa prática pode provocar sobrecarga na rede, interrupções no fornecimento e até acidentes graves. Nosso trabalho vai além de combater essa prática criminosa, é, acima de tudo, proteger vidas", destaca Daniel Andrade, gerente do Departamento de Combate a Perdas da Energisa Rondônia.

A concessionária reforça que a população também pode contribuir com esse trabalho. Denúncias de furto de energia podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 190, da Polícia Militar, ou pelo 0800 647 0120, da Energisa. 

Todas as informações são tratadas com sigilo.

fonte - assessoria Energisa/RO.

Falsa denúncia leva PM a descobrir ponto de tráfico e prender três suspeitos em Porto Velho

Polícia Militar encontrou mais de uma centena de porções de drogas, dinheiro, balança de precisão e câmeras de monitoramento durante a ocorrência...

Uma denúncia sobre um suposto idoso em situação de emergência levou a Polícia Militar de Rondônia a desarticular um ponto de tráfico de drogas e prender três suspeitos durante a Operação Integrada de Policiamento Preventivo e Repressivo "Brasil Contra o Crime Organizado", em Porto Velho.


A equipe do Setor 13 do 5º Batalhão da Polícia Militar foi acionada após um morador informar que um apartamento permanecia fechado durante todo o dia, sem qualquer sinal de movimentação, levantando a suspeita de que um idoso pudesse estar passando por uma situação de risco.

Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram dois homens deixando o imóvel em atitude considerada suspeita. Durante a abordagem, foram localizadas porções de cocaína com os dois suspeitos. No interior do apartamento, os militares encontraram um terceiro homem, que, segundo a PM, assumiu espontaneamente a comercialização dos entorpecentes.

Durante as buscas, os policiais apreenderam mais de uma centena de invólucros de cocaína, porções de crack e maconha, uma balança de precisão, materiais utilizados para embalar drogas, um caderno com anotações da contabilidade do tráfico, dinheiro em espécie, câmeras de monitoramento e diversos objetos.


Ainda conforme a ocorrência, um dos suspeitos afirmou que também comercializava drogas em um bar localizado nos fundos da vila, enquanto outro confessou atuar na venda de entorpecentes nas proximidades do estabelecimento.

Apesar da denúncia que motivou a ação, nenhum idoso foi localizado no imóvel e não foi constatada qualquer situação de emergência. Os três suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados à autoridade policial juntamente com todo o material apreendido.

Adolescente m*rre horas após procurar hospital com dor de cabeça e caso é investigado pela Polícia Civil

Família suspeita de erro médico após morte de jovem de 16 anos em Colorado do Oeste. Secretaria de Saúde afirma que atendimento seguiu os protocolos e aguarda laudos periciais...


A Polícia Civil de Rondônia instaurou um inquérito para investigar a morte do adolescente Vitor Rafael Vieira Fernandes, de 16 anos, ocorrida durante atendimento no Hospital Municipal Dr. Pedro Granjeiro Xavier, em Colorado do Oeste. A família suspeita de erro médico, enquanto a Secretaria Municipal de Saúde afirma que todos os protocolos foram seguidos e nega qualquer falha da equipe.

Segundo a família, Vitor não apresentava problemas de saúde recorrentes e procurou o hospital na noite do dia 20 apenas com fortes dores de cabeça e náuseas. Após receber medicação, ele teria apresentado melhora inicial, mas, horas depois, sofreu uma piora repentina e morreu na unidade de saúde.

Inconformados, os familiares registraram um boletim de ocorrência e solicitaram a realização de autópsia para esclarecer a causa da morte. O corpo foi sepultado após a conclusão dos procedimentos legais.

De acordo com a Polícia Civil, foi realizado exame tanatoscópico e outros exames periciais foram requisitados. O inquérito permanecerá em andamento até a conclusão dos laudos, que deverão apontar a causa da morte.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que Vitor deu entrada no hospital às 21h52 com queixas de dor de cabeça e náuseas, recebeu medicação às 22h e apresentou melhora por volta das 23h, permanecendo em observação. Segundo a pasta, por volta das 3h da madrugada o adolescente apresentou uma piora súbita e inesperada, sendo imediatamente encaminhado à sala de emergência, mas não resistiu.

A Secretaria também afirmou que o prontuário médico foi disponibilizado à família conforme os procedimentos legais e esclareceu que o encaminhamento ao Instituto Médico Legal (IML) em casos de morte súbita depende de registro policial. 

A direção do hospital informou ainda que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações e manifestou pesar pela morte do adolescente.

Facção que exibia armas, drogas e dinheiro nas redes sociais é alvo de megaoperação em RO

Mais de 300 agentes participam da ofensiva coordenada pelo MPRO e forças de segurança para cumprir mandados de prisão e busca, além de recapturar foragidos...


Nesta terça-feira (07/07), o MPRO, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), em conjunto com forças de segurança pública, deflagrou a décima primeira fase da Operação Audácia, fruto de mais uma ação integrada de combate ao crime organizado no Estado de Rondônia, com atuação da Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (SESDEC), da Secretaria de Estado de Justiça (SEJUS), da Polícia Militar (PMRO), da Polícia Civil (PCRO), da Polícia Penal (PP), da Polícia Técnico-Científica (POLITEC), do Corpo de Bombeiros Militar (CBMRO), da Polícia Federal (PF) e da Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPEN).


O objetivo principal da operação é cumprir 89 (oitenta e nove) mandados de busca e apreensão e 35 (trinta e cinco) mandados de prisão, nas cidades de Porto Velho/RO, Ariquemes/RO, Machadinho do Oeste/RO, Rolim de Moura/RO, Cruzeiro do Sul/AC, Humaitá/AM e Catanduvas/PR.

Os mandados foram deferidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho/RO, visando instruir Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado no MPRO com o fim de apurar a suposta prática do crime de constituição ou integração de organização criminosa (art. 2º da Lei nº 15.358/2026 – Lei Antifacção) atuante em Rondônia e outros estados da Federação, bem como de eventuais delitos diversos detectados no curso da operação.
A ação também tem por finalidade a recaptura de foragidos da justiça, o cumprimento de mandados de prisão em aberto no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), além de eventuais flagrantes constatados durante as buscas ou durante o patrulhamento que será realizado pelas forças de segurança em toda a região, como, por exemplo, posse ou porte ilegal de arma de fogo e/ou munição, receptação, tráfico de drogas, dentre outros.

O nome atribuído à operação é uma referência ao comportamento de alguns dos investigados, que ostentam abertamente em redes sociais o porte e a posse de armas de fogo, inclusive de uso restrito, grandes quantidades de dinheiro, droga e referências expressas à facção criminosa da qual se dizem integrantes, desprezando claramente as repercussões e riscos decorrentes desse tipo de postagem, desafiando e afrontando as forças de segurança pública, demonstrando certeza da impunidade e manifestando claramente a intenção de dominar as regiões nas quais se instalam.
A ação contou com a participação de equipes do GAECO do MPRO, do GAECO do MPAC, da Força Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado da SESDEC (FTICCO), da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), da Polícia Federal (PF), do Batalhão de Operações Especiais da PMRO (BOPE), do Batalhão de Choque da PMRO (BPCHOQUE), do Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação da PMRO (BPTAR), do Batalhão de Polícia de Fronteiras e Divisas da PMRO (BPFRON), do Patrulhamento Tático Móvel (PATAMO) e de Forças Táticas dos 11 Batalhões da PMRO, do Centro de Inteligência da PMRO (CI), da Coordenadoria Regional de Policiamento I da PMRO (CRP-I), da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) da PCRO, da Delegacia Especializada em Repressão a Extorsões, Roubos e Furtos (DERF) da PCRO, da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Consumidor (DECON) da PCRO, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) da PCRO, da Gerência de Aviação da SESDEC (GAVE), do Grupamento de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar (GOA/CBMRO), da Gerência Especializada em Operações Penais da Polícia Penal (GEOP), do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais da SEJUS (GAPE), da Polícia Técnico-Científica (POLITEC), além da Penitenciária Federal de Catanduvas/PR e da Polícia Militar do Estado do Amazonas (PMAM), totalizando um efetivo superior a 300 (trezentos) agentes.

FONTE - MPRO.

Polícia Civil investiga esquema de venda de vagas para emissão da nova identidade em Rondônia

Intermediários cobravam entre R$ 20 e R$ 50 para garantir agendamentos gratuitos; denúncias apontam possível mercado paralelo diante da alta procura pelo serviço...

Foto - edição R1 Rondônia/acervo pessoal

A Polícia Civil de Rondônia investiga um suposto esquema de comercialização irregular de vagas para emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). As denúncias apontam que intermediários estariam cobrando entre R$ 20 e R$ 50 para conseguir agendamentos de um serviço que é oferecido gratuitamente pelo Governo do Estado.


O caso ganhou repercussão após moradores relatarem dificuldades para conseguir vagas no sistema oficial de agendamento, disponível no Portal do Cidadão. As vagas são liberadas semanalmente, às sextas-feiras, às 12h30, mas, segundo usuários, costumam se esgotar em poucos minutos.

Diante da dificuldade, muitos passaram a recorrer ao chamado mercado paralelo. Anúncios foram identificados em redes sociais, grupos de WhatsApp e por indicação de pessoas que já utilizaram o serviço. 

Em alguns casos, os intermediários prometiam garantir vagas para a semana seguinte mediante pagamento antecipado.

foto - reprodução redes sociais

Segundo relatos obtidos pela reportagem, os suspeitos solicitavam apenas nome completo, CPF e data de nascimento para realizar o agendamento. Também afirmavam que, caso o pagamento não fosse efetuado, a vaga seria cancelada e o interessado poderia ficar impedido de realizar um novo agendamento por até 20 dias.


A dificuldade para obter o documento tem causado transtornos à população. Há relatos de pessoas que dependem da identidade para acessar serviços públicos, como retirada de medicamentos, mas não conseguem agendar o atendimento.

FOTO - ACERVO PESSOAL

Em nota, o Governo de Rondônia informou que o aumento da procura pela nova Carteira de Identidade Nacional provocou sobrecarga no sistema de agendamento e que medidas vêm sendo adotadas para ampliar a oferta de vagas. A Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) também destacou que o alto índice de faltas aos atendimentos reduz a disponibilidade de horários.

O Ministério Público de Rondônia informou que acompanha a implantação da nova CIN no estado e confirmou ter recebido denúncias sobre a venda irregular de vagas. Segundo o órgão, mecanismos de segurança foram implementados para dificultar fraudes, e os casos com indícios de crime estão sendo encaminhados às Promotorias de Justiça responsáveis e às autoridades policiais para investigação.

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