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Justiça condena três réus por assassinato de empresário e ocultação de cadáver em Rondônia; penas chegam a 27 anos

Julgamento do caso Dalton durou dois dias em Porto Velho; dois acusados foram condenados pelo homicídio e uma mulher recebeu pena de um ano por ocultar o corpo da vítima...

Três pessoas foram condenadas por crimes relacionados ao assassinato do empresário Dalton, ocorrido em maio de 2024, em uma propriedade rural de Rondônia. O julgamento, realizado pelo Tribunal do Júri em Porto Velho, terminou na noite desta sexta-feira (16), com penas de 27 e 20 anos de prisão para os responsáveis pelo homicídio e de um ano para uma terceira acusada, condenada por ocultação de cadáver.

A sessão começou na quinta-feira (15) e foi encerrada por volta das 23h do dia seguinte, após dois dias de julgamento. O Ministério Público de Rondônia (MPRO) foi representado pelo promotor de Justiça Marcus Alexandre, que atuou na acusação.

Segundo a denúncia, o crime aconteceu após uma discussão entre o empresário e dois funcionários da propriedade rural. O desentendimento teria sido motivado por cobranças relacionadas às atividades profissionais e à administração do local.

Durante a discussão, Dalton foi agredido com uma colher grande de madeira, recebendo golpes na cabeça e em outras partes do corpo. Os ferimentos provocaram sua morte.

Após o assassinato, os envolvidos teriam limpado o local para eliminar vestígios do crime. O corpo do empresário foi levado até um rio, onde permaneceu oculto até ser encontrado três dias depois.

Ainda conforme a acusação, o veículo da vítima foi afundado em uma lagoa próxima à propriedade, numa tentativa de dificultar a descoberta do crime.

Durante o julgamento, os dois acusados confessaram a autoria do homicídio, mas sustentaram que agiram após terem sido injustamente provocados pela vítima. A defesa buscou o reconhecimento do homicídio privilegiado, tese que foi rejeitada pelo Conselho de Sentença.

Os jurados acolheram as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público, reconhecendo que o assassinato foi cometido por motivo fútil, mediante meio cruel e com utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.

A terceira ré, que respondia exclusivamente pela ocultação do cadáver, admitiu ter participado da limpeza do local após o assassinato. Os jurados também reconheceram sua responsabilidade pelo crime.

Ao final dos debates, o Tribunal do Júri estabeleceu pena de 27 anos de prisão para um dos autores do homicídio e de 20 anos para o outro. A mulher condenada pela ocultação do cadáver recebeu pena de um ano de prisão.

A sentença encerra o julgamento em primeira instância. Os condenados ainda poderão recorrer da decisão, conforme os procedimentos previstos na legislação brasileira.

Caso Dark Horse: PF pede a Mendonça prorrogação do inquérito por 90 dias

Inquérito da PF sobre Dark Horse foi instaurado no fim de julho deste ano e teve prazo de tramitação com vencimento em 10 de outubro deste ano

A PF (Polícia Federal) pediu ao ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), a prorrogação do inquérito que investiga o financiamento do filme Dark Horse por 90 dias. A solicitação ao magistrado foi registrada na quinta-feira (15).



O inquérito foi instaurado no fim de julho deste ano e teve prazo de tramitação com vencimento em 10 de outubro deste ano. Segundo a corporação, no período, foram colhidas informações da Ancine (Agência Nacional do Cinema) e da produtora Go Up, responsável por executar o filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.


A PF também ressalta que novas informações foram obtidas por meio depoimento do empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como Mineiro. A investigação apura se a "Entre Investimentos e Participações", que pertence a Freixo, seria utilizada para repasses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro para a produção de “Dark Horse”.


Ao solicitar a prorrogação, a Polícia Federal aponta que estão pendentes, entre outras questões, uma realização de perícia contábil-financeira, análise de dados telemáticos, um pedido de cooperação jurídica internacional para obtenção de registros financeiros de entidades estrangeiras e requisições complementares.


Depoimento de Freixo

O empresário Antônio Carlos Freixo Júnior prestou esclarecimentos como testemunha colaborado no inquérito sobre o "Dark Horse". Ele confirmou que a Entre Investimentos realizou sete remessas ao fundo Havengate Development Fund LP, fundo americano que administrava o dinheiro para o filme e encaminhava os recursos para a Go Up Entertainment, totalizando US$ 12,3 milhões. Os repasses teriam ocorrido a pedido de Fabiano Zettel e confirmados por Daniel Vorcaro.


Segundo Freixo, a operação foi apresentada a ele como voltada para um fundo imobiliário norte-americano associado a Paulo Calixto, advogado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, e que não teriam informado que os recursos se destinariam a um filme.


A PF indica que o empresário ainda declarou ter tomado conhecimento da destinação do dinheiro para a obra audiovisual pela imprensa. Depois disso, teria então solicitado o resgate dos valores, sem resposta. Negou, ainda, contato com os agentes políticos e com os demais envolvidos na produção da obra.


O homem ligado ao ex-dono do Banco Master apresentou documentos ao prestar depoimento. Uma análise preliminar da PF indica que os ofícios confirmam o número de remessas, os valores, as instituições envolvidas e o destinatário final. No entanto, haveria divergências em comparação com o depoimento, o que merece uma apuração mais detalhada por parte da corporação.


As investigações do caso “Dark Horse” apuram se houve irregularidades no financiamento do filme e se todo o dinheiro repassado por Vorcaro foi direcionado para a produção. Uma das suspeitas é que parte dos recursos possam ter sido direcionados para Eduardo Bolsonaro, que mora nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado. O ex-deputado nega ter recebido repasses.


As parcelas pagas por Vorcaro para a produção do "Dark Horse" foram negociada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência. (CNN)


Mais um corpo é encontrado na rua em SP e casos similares se espalham

Homem ainda não identificado foi localizado enrolado e um lençol e com ferimentos provocados por disparos de arma de fogo

Um corpo foi encontrado enrolado e coberto por um lençol na Rua Rogério Fernandes, no Jardim Reimberg, Zona Sul de São Paulo, na noite da última quinta-feira (15). Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), a vítima é um homem que ainda não foi identificado, assim como a causa da morte e estava em um lençol, com ferimentos de disparos de arma de fogo.



Um vídeo foi gravado no local, mostrando o momento em que policiais militares encontraram o corpo. A CNN Brasil vem registrando casos similares desde o começo de setembro em regiões diferentes da capital paulista.


O DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) está investigando o caso e solicitou a realização de perícias ao IML (Instituto Médico-Legal) e ao IC (Instituto de Criminalística). A divisão responsável também está analisando as imagens da câmera de segurança, com intuito de identificar quem realizou o crime e esclarecer os fatos.


Polícia Civil investiga outros casos

A Polícia Civil investiga os outros casos similares de pessoas encontradas mortas dentro de sacos plásticos. Ainda segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), as investigações não indicam que há alguma ligação entre as ocorrências ou mesmo um criminoso em específico. As equipes do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa) estão trabalhando com possíveis suspeitos e prováveis motivações nos casos em que as vítimas foram identificadas.


Entre as hipóteses investigadas estão vingança ou 'tribunal do crime' (feito por facção organizada), além de outras circunstâncias específicas de cada crime. A Secretaria informa também que esses casos possuem diferentes dinâmicas, locais e métodos. O uso de sacos plásticos ou tecidos em alguns casos, isoladamente, não indica ligação entre os crimes e pode estar relacionado à movimentação ou à ocultação dos corpos.


A polícia também afirmou que todos os casos têm inquéritos policiais instaurados e seguem sob investigação. (CNN)

Mais de 700 kg de drogas são destruídos pela PF

Incineração incluiu cocaína, maconha e heroína apreendidas em operações policiais

A Polícia Federal incinerou 777 quilos de drogas na quinta-feira (15), em Manaus. A ação contou com a participação de representantes da Vigilância Sanitária municipal e do Ministério Público Federal (MPF).



Entre os entorpecentes destruídos estavam cocaína, maconha e heroína, apreendidos durante operações policiais e procedimentos investigativos.



Segundo a PF, a incineração permite reduzir o volume de drogas armazenadas em depósitos policiais e representa a etapa final da cadeia de custódia das provas.


O procedimento foi realizado em local autorizado pela Justiça, seguindo protocolos de segurança e critérios técnicos para garantir a destruição dos entorpecentes de forma segura e ambientalmente adequada. Fonte: PF

Bolo de dinheiro é achado com carcereiro suspeito de favorecer Milton Leite

Dinheiro foi encontrado na casa e nos bolsos do agente durante operação do Ministério Público que investiga supostas regalias ao ex-presidente da Câmara de São Paulo na prisão; presidente do PL foi uma das visitas

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) apreendeu cerca de R$ 155 mil e US$ 10 mil com um carcereiro suspeito de facilitar regalias ao ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite (União Brasil), preso na Cadeia Pública de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. A apreensão ocorreu nesta sexta-feira (16), durante a Operação Custódia (In)Fiel.



Segundo apuração da CNN Brasil, cerca de R$ 150 mil e US$ 10 mil foram encontrados na residência do agente.


Outros aproximadamente R$ 4 mil estavam nos bolsos dele durante uma busca realizada na unidade prisional.


A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do MPSP, para investigar suspeitas de tratamento privilegiado a presos provisórios custodiados na cadeia.


Entre os investigados está Milton Leite, preso no âmbito da Operação Vectura Corrupta.


De acordo com o Ministério Público, a investigação apura um fluxo frequente de visitantes dos presos, muitos sem vínculo familiar com os detidos, além de possíveis benefícios incompatíveis com as condições de custódia.



Visitas fora do horário permitido

A investigação teve início após uma denúncia anônima sobre possíveis regalias concedidas a Milton Leite na prisão. Entre as suspeitas estão visitas de políticos e amigos fora dos dias e horários permitidos, inclusive à noite e aos fins de semana.


Segundo a CNN Brasil apurou, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, esteve entre os visitantes de Milton Leite. Os deputados estaduais Delegado Olin (PP) e Rogério Franco (PL) também teriam visitado o ex-vereador sem autorização formal, conforme a publicação.


O Ministério Público cumpriu três mandados de busca e apreensão na Cadeia Pública de Mogi das Cruzes, no 1º Distrito Policial do município e em um endereço residencial. A ação contou com o apoio da Polícia Militar, da Polícia Penal e da Corregedoria da Polícia Civil.


As diligências buscaram reunir provas que possam esclarecer as suspeitas, incluindo possíveis registros de visitas e outros elementos relacionados à rotina dos presos.


Os fatos investigados podem configurar, em tese, crimes de corrupção ativa e passiva, além de prevaricação. A investigação segue sob sigilo.


A CNN Brasil procurou a assessoria do PL sobre o assunto e aguarda retorno.


Prisão de Milton Leite

Milton Leite está preso desde 18 de setembro, quando se entregou à polícia no âmbito da Operação Vectura Corrupta, que investiga a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no sistema de transporte coletivo e no poder público.


A investigação apura suspeitas de envolvimento da organização criminosa em empresas de ônibus que operam na capital paulista e no financiamento de campanhas políticas.


Na quarta-feira (14), a Justiça prorrogou por mais 30 dias a prisão temporária de Milton Leite e de outros investigados.


A apuração sobre as possíveis regalias na cadeia é distinta da investigação sobre a atuação do PCC no setor de transporte público. Até o momento, não há conclusão sobre a origem do dinheiro apreendido nem sobre eventual relação dos valores com os benefícios investigados.


A investigação sobre as supostas regalias continua sob sigilo. (CNN)

Delegada do Pará recebeu Pix de R$ 50 mil de líder do PCC, diz polícia

Segundo as autoridades policiais, Maria Virgínia Grimwood Pinto também repassava informações sobre possíveis investigações envolvendo ele e integrantes da facção

A delegada da Polícia Civil do Pará Maria Virgínia Grimwood Pinto teria recebido uma transferência via Pix de R$ 50 mil de um homem conhecido como “Gordão”, apontado pela Polícia Civil de Pernambuco como liderança do PCC (Primeiro Comando da Capital).



Segundo o delegado Ney Luiz, titular do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (DENARC), havia conversas em que a policial dizia consultar sistemas policiais para verificar se existia alguma ação contra o suspeito. Ela também repassava informações sobre possíveis investigações envolvendo ele e integrantes do grupo criminoso.


A delegada foi presa em um hotel em Brasília, na quinta-feira (15), durante a Operação Sinalagma. Segundo a Polícia Civil de Pernambuco, agentes policiais em Brasília, incluindo integrantes da FICCO, com participação de policiais militares e federais, monitoraram a investigada e efetuaram a prisão.


Ainda segundo o delegado, o suspeito, Gordão, teria pago despesas de viagens para que ela visitasse o estado, incluindo destinos como Porto de Galinhas e Serrambi.


Questionado sobre a possibilidade de os dois manterem um relacionamento amoroso, o delegado Ney Luiz respondeu: “Aparentemente, sim”, e acrescentou que o suspeito a convidou para ir a Pernambuco, teria custeado as passagens e pedido que ela viajasse sozinha.


Suspeito foi detido e liberado no Pará; episódio pode marcar início da conexão

Segundo a investigação, a conexão entre o suspeito conhecido como “Gordão” e a delegada Maria Virgínia Grimwood Pinto pode ter começado no Pará, quando ele foi detido e conduzido a uma delegacia por uma equipe policial que incluía a delegada e outro delegado. O episódio, ocorrido em 2024, envolveu uma situação de trânsito, com uma suposta batida de carro e uma discussão. O homem acabou liberado, mesmo estando com documento falso.


De acordo com o delegado Ney Luiz, a Polícia Civil de Pernambuco suspeita que a liberação tenha ocorrido mediante pagamento à equipe policial.


Após deixar o Pará, o suspeito foi para Pernambuco, onde foi preso em janeiro de 2025, em Porto de Galinhas, no município de Ipojuca, em cumprimento de mandado expedido pela Justiça de São Paulo.


A partir dessa prisão, a Polícia Civil pernambucana instaurou um inquérito e passou a investigar a atuação do homem no estado e suas conexões com agentes públicos do Pará.


Operação Sinalagma cumpre 14 mandados e bloqueia até R$ 14,95 milhões

Deflagrada em 15 de outubro de 2026, a Operação Sinalagma cumpriu três mandados de prisão temporária e 11 mandados de busca e apreensão em Pernambuco, no Pará e em São Paulo. A investigação apura uma organização criminosa com conexões interestaduais e suspeitas de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e cooptação de agentes públicos.


Apontado pela Polícia Civil como uma liderança criminosa ligada ao PCC, “Gordão” foi preso novamente durante a operação, nesta quinta (15), em um apartamento de luxo no Recife. Segundo os investigadores, ele atuava no tráfico de drogas em Pernambuco e exercia papel de liderança no Pará, no Amazonas e no Acre.


A investigação identificou movimentações financeiras estimadas em cerca de R$ 14 milhões. Como parte das medidas patrimoniais, foi determinado o bloqueio de bens móveis, imóveis e ativos financeiros de pessoas físicas e jurídicas investigadas, até o limite de R$ 14,95 milhões.


Durante as diligências, foram apreendidos relógios, joias e aparelhos celulares. Segundo a Polícia Civil, três relógios poderiam valer entre R$ 300 mil e R$ 500 mil, caso a autenticidade dos itens seja confirmada. Uma joia também foi estimada entre R$ 20 mil e R$ 30 mil.


De acordo com a Polícia Civil, a organização criminosa tinha núcleos com funções distintas, incluindo tráfico de drogas, movimentação financeira e proteção institucional.


A investigação continua para analisar o material apreendido, individualizar a participação de cada investigado e verificar o eventual envolvimento de outras pessoas. Segundo a Polícia Civil, novas prisões poderão ser solicitadas caso surjam elementos que justifiquem as medidas. (CNN)


Operação Contrafluxo II prende seis suspeitos de crimes graves em São Miguel do Guaporé

Ação da Polícia Civil investiga homicídio, tentativa de homicídio, tráfico de drogas e atuação de organização criminosa; mandados foram cumpridos nesta sexta-feira (16)...

A Polícia Civil de Rondônia deflagrou, na manhã desta sexta-feira (16), a Operação Contrafluxo II, em São Miguel do Guaporé, para combater crimes relacionados a homicídio qualificado, tentativa de homicídio, tráfico de drogas e organização criminosa. A ofensiva resultou no cumprimento de dois mandados de prisão preventiva e em quatro prisões em flagrante.

A operação faz parte das investigações sobre um homicídio e uma tentativa de homicídio registrados em 13 de agosto de 2026, envolvendo dois irmãos identificados pelas iniciais W.B. de S. As apurações também buscam esclarecer a participação de integrantes de uma facção criminosa em atividades ilícitas na região.

Durante as diligências, os policiais cumpriram ordens judiciais de prisão e de busca e apreensão em diferentes endereços ligados aos investigados.

Além das duas prisões preventivas, quatro pessoas foram presas em flagrante por crimes relacionados ao tráfico de entorpecentes e ao porte ilegal de arma de fogo.



As buscas tiveram como objetivo localizar armas, munições, drogas, aparelhos eletrônicos, documentos e registros financeiros que possam contribuir para o avanço das investigações.

A Operação Contrafluxo II foi coordenada pela 1ª Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guaporé, com apoio das delegacias de Alvorada do Oeste, Urupá, Seringueiras e Nova Brasilândia, além do 11º Batalhão da Polícia Militar de Rondônia (11º BPM).

As investigações seguem voltadas à identificação dos envolvidos nos crimes e ao esclarecimento da atuação da organização criminosa na região.

Cão farejador encontra quase 200 gramas de haxixe escondidos em pote de suplemento em Porto Velho

Droga foi localizada em encomenda enviada de São Paulo durante fiscalização em transportadora; ação contou com a participação de forças de segurança estaduais e federais...

Uma operação integrada das forças de segurança resultou na apreensão de aproximadamente 197,1 gramas de haxixe escondidos dentro de um pote de suplemento alimentar, na manhã de quinta-feira (15), em uma transportadora localizada em Porto Velho. A droga foi descoberta após a cadela policial Brida identificar a presença de entorpecentes em uma encomenda enviada do estado de São Paulo.

A apreensão ocorreu durante uma fiscalização realizada no âmbito da Operação Madeira-Mamoré, coordenada pela Delegacia da Polícia Federal de Guajará-Mirim, com a participação de diferentes órgãos de segurança pública.

Durante a inspeção das mercadorias, os policiais identificaram uma caixa considerada suspeita, postada em São Paulo e com destino à capital rondoniense.

Diante da suspeita, os agentes acionaram o Núcleo de Operações de Cães (NOC), vinculado ao Departamento de Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil de Rondônia.

A cadela farejadora Brida foi conduzida até a encomenda e sinalizou positivamente para a possível presença de substâncias ilícitas no interior da embalagem.

Após a indicação do animal, os policiais abriram a caixa e encontraram um pote de suplemento alimentar. Dentro do recipiente, estavam escondidos dois invólucros contendo haxixe, que juntos pesavam aproximadamente 197,1 gramas.

A operação contou com a atuação dos Núcleos de Inteligência do Denarc, da equipe da Operação Protetor das Fronteiras e do Núcleo de Operações de Cães, além da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON) e Núcleo Integrado de Inteligência de Fronteira (NIIF).

O entorpecente apreendido foi encaminhado à autoridade policial competente para os procedimentos legais e a continuidade das investigações.

A Polícia Civil reforçou que as ações integradas fazem parte das estratégias de enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado em Rondônia, especialmente nas regiões de fronteira.

A população também pode colaborar com as investigações por meio de denúncias anônimas pelo telefone 197 ou pelo WhatsApp (69) 3216-8940.

Suspeito de ser o maior traficante de ecstasy em raves é preso em Porto Velho

Homem de 31 anos foi localizado no bairro Flodoaldo Pontes Pinto durante operação policial; investigação começou após apreensão de 1,1 mil comprimidos da droga...

Um homem de 31 anos, apontado pela Polícia Civil como o principal responsável pelo tráfico de ecstasy em festas de música eletrônica, conhecidas como raves, foi preso nesta sexta-feira (16), em Porto Velho. Segundo as investigações, ele seria responsável por encomendar, financiar e organizar o transporte da droga destinada à comercialização na capital rondoniense.

A prisão ocorreu durante a Operação Madeira-Mamoré, realizada pela Delegacia de Repressão a Narcóticos (Denarc), sob coordenação da Delegacia da Polícia Federal de Guajará-Mirim.

O suspeito foi localizado em uma residência no bairro Flodoaldo Pontes Pinto, na zona Norte de Porto Velho. Durante o cumprimento da ordem judicial, ele teria se recusado a abrir o portão do imóvel, levando os policiais a arrombarem a entrada.

Além da prisão, os agentes apreenderam aparelhos celulares pertencentes ao investigado e a familiares. Os dispositivos serão submetidos à perícia para auxiliar no aprofundamento das investigações.

As apurações tiveram início após a interceptação de uma encomenda contendo aproximadamente 1.100 comprimidos de ecstasy, transportada em junho deste ano. A apreensão levou os investigadores a identificar suspeitos de envolvimento na organização e no transporte dos entorpecentes.

Durante a operação, também foi cumprido um mandado de busca e apreensão no bairro Agenor de Carvalho, onde foram recolhidas mídias e equipamentos eletrônicos relacionados a outro investigado, apontado como responsável pelo transporte da droga.

De acordo com a polícia, o homem preso teria participação direta no financiamento e na logística de distribuição dos comprimidos comercializados em festas na capital.

A identidade do suspeito não foi divulgada. Após os procedimentos policiais, ele foi encaminhado ao sistema prisional de Porto Velho.

BR-364 é totalmente interditada em Vilhena para retirada de blocos de concreto após acidente

Bloqueio começou às 14h30 desta sexta-feira (16), no km 17 da rodovia, e tem previsão inicial de duração de aproximadamente 40 minutos...

A BR-364 foi totalmente interditada na tarde desta sexta-feira (16), no km 17, em Vilhena, no sul de Rondônia. O bloqueio começou às 14h30 para permitir a retirada de grandes blocos de concreto que caíram às margens da rodovia após um acidente registrado no último dia 12 de outubro.

A interdição ocorre nas proximidades do perímetro urbano de Vilhena, no trecho localizado entre o Frigorífico Friboi e o Posto Catarinense.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), equipes estão no local acompanhando os trabalhos e orientando os motoristas que trafegam pela região.

A previsão inicial é de que a rodovia seja totalmente liberada em aproximadamente 40 minutos após o início da interdição. No entanto, a normalização do trânsito depende da conclusão dos serviços de remoção.

A PRF recomenda que os condutores redobrem a atenção ao se aproximarem do trecho interditado e, sempre que possível, reorganizem seus deslocamentos para evitar transtornos durante a operação.

Até a divulgação do comunicado, não havia confirmação sobre a liberação da pista.

PF destrói 15 dragas durante operação contra garimpo ilegal no Rio Madeira

Operação Argos, realizada em conjunto com o Ibama, também inutilizou embarcações, motores e combustível utilizados na extração clandestina de minério em Rondônia...

A Polícia Federal (PF), em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), inutilizou 15 dragas utilizadas no garimpo ilegal durante uma operação realizada na quinta-feira (15), no Rio Madeira, em Rondônia. A ação também atingiu embarcações, motores e outros equipamentos empregados na extração irregular de minério.

Batizada de Operação Argos, a ofensiva mobilizou 23 agentes públicos, sendo 21 policiais federais e dois servidores do Ibama, que percorreram áreas do rio para identificar e combater estruturas ligadas à exploração mineral clandestina.

Além das 15 dragas inutilizadas, as equipes destruíram ou tornaram inutilizáveis equipamentos de dragagem, motores, embarcações e aproximadamente 1.150 litros de combustível utilizados na atividade ilegal.

Outras 58 dragas foram encontradas

Durante o deslocamento pelo Rio Madeira, os agentes também identificaram outras 58 dragas que já haviam sido inutilizadas anteriormente.

A quantidade de estruturas encontradas chamou a atenção para a dimensão da atividade garimpeira na região, onde embarcações e equipamentos são utilizados para a retirada irregular de recursos minerais.

As 58 dragas identificadas ao longo do percurso não integram o total de 15 equipamentos inutilizados nesta operação.

Combate ao garimpo ilegal

Segundo a Polícia Federal, a Operação Argos teve como objetivo localizar e reprimir estruturas utilizadas na extração ilegal de minério no Rio Madeira.

A atuação conjunta com o Ibama reuniu esforços de fiscalização ambiental e investigação policial para impedir a continuidade das atividades clandestinas.

A PF não informou, no balanço divulgado nesta sexta-feira (16), se houve prisões durante a operação ou se os responsáveis pelas estruturas foram identificados.

Facção controlava residencial na zona Sul de Porto Velho e é alvo de operação com 23 mandados de prisão

Grupo criminoso mantinha vigilância armada, controlava a entrada de moradores e visitantes e é investigado por homicídios, tráfico de drogas e extorsão...

Uma organização criminosa suspeita de impor regras, controlar a circulação de pessoas e manter pontos de venda de drogas em um residencial popular na zona Sul de Porto Velho foi alvo da Operação Dissolução, deflagrada na manhã desta sexta-feira (16) pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO).

A ofensiva policial prevê o cumprimento de 23 mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho. As diligências ocorrem na capital e no município de Alto Paraíso, com apoio das polícias Civil e Militar.

Segundo as investigações, o grupo havia estabelecido uma estrutura de domínio territorial no conjunto habitacional, utilizando vigilância armada para controlar o acesso de moradores e visitantes. A célula criminosa também é investigada por envolvimento em homicídios consumados e tentados, tráfico de drogas, porte ilegal de armas de fogo, extorsão e restrição da liberdade de pessoas.

Os crimes apurados teriam ocorrido principalmente entre 2024 e 2025.

Controle do residencial

De acordo com a Polícia Federal, os investigados mantinham uma estrutura organizada, com divisão de tarefas entre os integrantes para garantir o funcionamento das atividades criminosas.

Enquanto alguns suspeitos eram responsáveis pela guarda de armas e pela segurança dos pontos de venda de drogas, outros atuavam como olheiros, executores e responsáveis pela arrecadação do dinheiro obtido com o tráfico.

Os valores recolhidos eram repassados à cúpula da organização, que também mantinha mecanismos de controle e aplicação de punições internas.

A investigação aponta que os integrantes responsáveis pela comercialização de entorpecentes prestavam contas periodicamente aos líderes do grupo.

Ataques contra rivais

Outro ponto identificado pelos investigadores foi a possível participação do braço armado da organização em ataques contra integrantes de uma facção rival.

Segundo a FICCO/RO, essas ações estariam relacionadas à escalada de violência registrada em Porto Velho durante o segundo semestre de 2024, período marcado por confrontos entre grupos criminosos.

As apurações também identificaram indícios de comunicação e coordenação entre integrantes que permaneciam em liberdade e suspeitos recolhidos ao sistema prisional.

A suspeita é de que essa ligação permitia a continuidade das atividades criminosas mesmo com parte dos envolvidos presa.

Operação integrada

A Operação Dissolução reúne forças de segurança estaduais e federais para desarticular a estrutura investigada e identificar os responsáveis pelas atividades criminosas.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Penal Estadual, Polícia Militar e Secretaria Nacional de Políticas Penais.

Até a divulgação das informações oficiais, não havia sido informado o número de prisões efetivamente realizadas durante a operação.

A população pode colaborar com as investigações por meio de denúncias ao Disque 197, canal da Polícia Civil que garante o sigilo da identidade do denunciante.


Suspeito de tentar matar esposa a tiros é preso durante operação em Porto Velho

Investigado agrediu a companheira e efetuou um disparo que atingiu outra pessoa; Operação Mulher Segura contabilizou 10 prisões em setembro na capital.

A Polícia Civil de Rondônia prendeu preventivamente um homem identificado pelas iniciais O. M. de Q., investigado por tentativa de feminicídio contra a própria esposa na zona Sul de Porto Velho. A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM), durante a Operação Mulher Segura – Fase II.



Segundo as investigações, o suspeito agrediu fisicamente a companheira e, em seguida, efetuou um disparo de arma de fogo com a intenção de atingi-la. No entanto, o tiro acertou a perna de uma terceira pessoa que estava no local.


A pessoa ferida foi socorrida e encaminhada ao Hospital João Paulo II. Após o crime, o investigado fugiu em uma caminhonete.


Com o avanço das investigações, a DEAM solicitou a prisão preventiva do suspeito ao 3º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Porto Velho. O pedido foi autorizado pela Justiça, permitindo que os policiais localizassem e prendessem o investigado.


Após a captura, o homem foi encaminhado ao sistema prisional, com seus direitos constitucionais assegurados e acompanhamento de defesa técnica.


A prisão integra a Operação Mulher Segura – Fase II, que intensificou as ações de enfrentamento à violência doméstica e de gênero em Rondônia.


Somente em setembro, a operação contabilizou 10 prisões em Porto Velho, entre flagrantes e cumprimento de mandados judiciais. Entre as ocorrências registradas no período está a prisão de um pastor, no dia 15 de setembro, além da apreensão de armas artesanais e munições durante outras diligências.


A Polícia Civil destacou que continuará desenvolvendo ações investigativas e operações para combater a violência contra a mulher, responsabilizar os envolvidos e impedir a impunidade de crimes dessa natureza em Rondônia.

PF prende Márcio Canella, segundo deputado estadual mais votado do RJ

Ex-prefeito de Belford Roxo é suspeito de integrar esquema de lavagem de dinheiro com postos de gasolina; Marcus Amim

O deputado estadual Márcio Canella (União Brasil) e o ex-secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Marcus Vinicius Amim Fernandes, foram presos nesta quinta-feira (15), durante a oitava fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela PF (Polícia Federal) para investigar uma organização criminosa suspeita de usar uma rede de postos de combustíveis na região metropolitana do Rio de Janeiro para lavar dinheiro.



Ao todo, são cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 16 mandados de busca e apreensão nos municípios do Rio de Janeiro, Niterói, Angra dos Reis, Petrópolis, Armação dos Búzios, Nova Iguaçu e São Gonçalo.


A Justiça também determinou o sequestro de bens e valores, além da suspensão das atividades econômicas de 112 empresas ligadas à rede de lavagem de dinheiro.


Segundo a PF, desse total, 96 são postos de combustíveis, utilizados para camuflar e legalizar os recursos de origem criminosa.


(Em atualização)

Caso Master: PF produzirá relatórios sobre seis ministros do STF e do STJ

Material foi requisitado pelo ministro Edson Fachin, presidente do Supremo, durante reunião com Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal

A PF (Polícia Federal) vai começar, nesta quarta-feira (14), a produzir relatórios no âmbito do caso Master com citações a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e do STJ (Superior Tribunal de Justiça).



São seis ministros da Suprema Corte e ao menos dois do STJ mencionados em conversas encontradas nos celulares de Daniel Vorcaro e de Fabiano Zettel.


A produção dos relatórios com base na extração de dados passa a ser feita após autorização do ministro Edson Fachin, presidente do STF, que orientou a cúpula da PF e encaminhar à Corte relatórios sobre o caso. As informações ainda eram indefinidas e sem destino na PF.


O destino do material encontrado foi selado em reunião nesta terça-feira (13) entre Fachin, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues; o diretor-executivo, William Murad, e o diretor de combate ao crime organizado, Dennis Cali.


Fachin disse aos delegados que uma eventual realização de atos de investigação de ministro depende de autorização do plenário da Corte. No entanto, ressaltou que a PF tem o dever de encaminhar todas as menções encontradas sem exceção, acompanhadas de seu contexto, em caráter estritamente descritivo.


Ou seja, relatórios meramente informativos, para que a PGR e o STF decidam se haverá investigação, tal qual o último julgamento marcado para definição se o ministro Alexandre de Moraes seria investigado. O caso foi paralisado após pedido de vista do ministro Flávio Dino.


Em fevereiro deste ano, a Polícia Federal apresentou a Fachin o que seria um primeiro relatório citando um ministro. Em cerca de 200 páginas com dados extraídos de Vorcaro havia menções ao ministro Dias Toffoli.


O documento aponta mais de dez ocasiões em que Daniel Vorcaro teria se encontrado com Toffoli, além de mensagens sobre pagamentos e conversas envolvendo a empresa familiar do ministro (Maridt) e o resort Tayayá, no Paraná.


O material não foi um relatório final de indiciamento, mas sim um levantamento de dados do banco de dados e aparelhos periciados para subsidiar investigações.


Na época, após a entrega do material pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, Toffoli deixou a relatoria dos processos relacionados ao Banco Master, sendo o ministro André Mendonça sorteado para assumir a função. Posteriormente, em fevereiro, Fachin arquivou trechos do relatório sobre a suspeição. (CNN)

Vídeo mostra ação da PM que terminou com jovem morto com 27 tiros em SP

Imagens de câmeras de segurança registram a aproximação dos policiais e a sequência de disparos que matou Gustavo Munis de Santana, de 20 anos, em Moema; agentes alegaram ter confundido celular com uma arma



A CNN Brasil teve acesso a imagens de câmeras de segurança que mostram o momento em que policiais militares atiram contra Gustavo Munis de Santana, de 20 anos, durante uma abordagem em Moema, na zona Sul de São Paulo. O jovem foi atingido por 27 disparos e morreu no local, na madrugada de sábado (10).


No vídeo, Gustavo aparece tirando a blusa e parece perceber a aproximação dos policiais. Ele corre e se esconde atrás de um muro. Quando os agentes chegam perto, o rapaz sai do esconderijo e estende os braços em direção à rua, segurando um objeto, que parece ser seu celular. Na sequência, os policiais disparam.


Segundo a Polícia Militar, os agentes confundiram o celular que estava com o jovem com uma arma de fogo. De acordo com o registro da ocorrência, os policiais fizeram 45 disparos no total. A perícia identificou 27 ferimentos provocados por tiros no corpo de Gustavo.


A dinâmica da ocorrência também poderá ser analisada sob a hipótese conhecida internacionalmente como "suicide by cop". Uma fonte informou que essa possibilidade está entre as questões que podem ser consideradas na análise do caso. A expressão descreve situações em que uma pessoa provoca deliberadamente uma intervenção policial com a intenção de causar a própria morte.


Essa hipótese, no entanto, depende de apuração e não representa, neste momento, uma conclusão sobre o que aconteceu.



Relembre o caso

A ocorrência foi registrada por volta das 2h45 de sábado (10). Segundo informações preliminares da investigação, o Corpo de Bombeiros foi acionado após uma denúncia de que um jovem ameaçava atirar contra si próprio. Uma viatura com quatro policiais militares foi enviada ao local.


De acordo com o relato dos agentes, Gustavo correu ao perceber a aproximação da equipe, colocou a mão na cintura e tentou se esconder atrás de um imóvel. Em seguida, saiu em direção aos policiais com os braços estendidos e um objeto na mão.


Após os disparos, os bombeiros constataram a morte do jovem. As armas dos policiais e o celular de Gustavo foram apreendidos para perícia. As imagens das câmeras corporais dos agentes também foram solicitadas para análise.


Os quatro policiais envolvidos foram afastados das atividades operacionais, e a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que foi instaurado um Inquérito Policial Militar para apurar a conduta dos agentes. A Polícia Civil investiga o caso por meio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). (CNN)

Homem invade quintal de residência e furta televisão na zona Leste de Porto Velho; veja

Câmeras de segurança registraram o suspeito chegando de bicicleta ao imóvel, no bairro Lagoa Azul, e fugindo com o aparelho.

Um homem foi flagrado por câmeras de segurança furtando uma televisão de uma residência na manhã de domingo (11), no bairro Lagoa Azul, localizado na zona Leste de Porto Velho (RO).



Nas imagens, o suspeito aparece chegando ao endereço de bicicleta e entrando no quintal do imóvel. Pouco tempo depois, ele deixa a propriedade carregando uma televisão.

Toda a ação foi registrada pelo sistema de monitoramento, inclusive o momento em que o homem foge pedalando enquanto transporta o aparelho furtado.



As gravações poderão contribuir para a identificação do suspeito. Até o momento, não há informações sobre a identidade do homem ou eventual prisão.

Jovem de 19 anos é morta baleada na Grande SP; ex diz que foi "sem querer"

Ana Clara Soares de Oliveira foi atingida no rosto dentro da casa de um amigo; segundo a polícia, suspeito confessou o disparo à família e é procurado

A Polícia Civil investiga como feminicídio a morte de Ana Clara Soares de Oliveira, de 19 anos, morta a tiros na madrugada desta segunda-feira (12) em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. O principal suspeito é o ex-companheiro dela, Mateus Isaac Cardoso Silva, de 22 anos, conhecido como “Jacó”, que teria confessado o crime a familiares antes de fugir.



O caso ocorreu por volta da 0h30, em uma residência na rua Itu, no bairro Jardim Três Marias. Segundo o boletim de ocorrência, o casal estava temporariamente no imóvel de um amigo de Mateus. Durante a ausência do proprietário, os dois discutiram e o suspeito atirou no rosto da jovem, que morreu no sofá da sala.


Ao retornar à residência, o proprietário encontrou Mateus no portão. Segundo o registro policial, ele afirmou ter matado Ana Clara “sem querer” e pediu ajuda para se esconder.


Ao encontrar o corpo, o amigo recusou ajudá-lo e procurou a própria mãe para pedir socorro. A Polícia Militar foi acionada por volta da 1h, e equipes do Corpo de Bombeiros constataram a morte da jovem.


Leia também: Feminicídios caem 17% na capital, mas interior tem alta de 22% em 2026


Na fuga, Mateus teria levado uma motocicleta que pertencia ao amigo e estava estacionada em frente à casa com a chave na ignição.


Mensagens de texto e áudios enviados pelo suspeito à própria mãe também fazem parte dos elementos relatados à polícia. Segundo o boletim, ele admitiu ter atingido Ana Clara com um tiro e disse que pretendia permanecer foragido.


Família relata agressões e ameaças

Depoimentos colhidos pela Polícia Civil apontam um histórico de violência no relacionamento, com agressões físicas, ciúmes e comportamento controlador.


A tia de Ana Clara relatou que a jovem sofria agressões frequentes, inclusive episódios de enforcamento. A mãe do suspeito afirmou que costumava alertar a vítima sobre o comportamento agressivo do filho e relatou que, cerca de um mês antes do crime, ele teria aplicado um golpe conhecido como “mata-leão” na jovem.


Familiares também disseram que, aproximadamente duas semanas antes do assassinato, Mateus teria afirmado no bairro Laguna que havia comprado uma arma e que pretendia matar a ex-namorada por não aceitar o fim do relacionamento. Segundo os relatos, Ana Clara mudou de bairro por segurança.


O caso foi registrado como feminicídio consumado no 1º Distrito Policial de Taboão da Serra. Peritos do Instituto de Criminalística examinaram o local, e o corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal).


A polícia apreendeu o celular da vítima para perícia e identificou câmeras de monitoramento em imóveis vizinhos que podem ajudar a reconstruir a rota de fuga. As diligências continuam para localizar Mateus e apreender a arma utilizada no crime.


O velório de Ana Clara ocorreu nesta terça-feira (13) no Cemitério da Saudade, em Taboão da Serra. O sepultamento aconteceu em seguida.


A CNN Brasil não localizou a defesa do suspeito. O espaço segue aberto. (CNN)

Polícia Federal apreende caminhão com 108 estacas de madeira retiradas de terra indígena em Nova Mamoré

Operação Madeira-Mamoré II também apreendeu trator, motosserra e celulares durante fiscalização na Terra Indígena Igarapé Lage; um homem foi levado à Polícia Federal...

Uma operação conjunta da Polícia Federal (PF), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON) resultou na apreensão de um caminhão carregado com aproximadamente 108 estacas de madeira serrada, um trator e uma motosserra na noite de sexta-feira (9), em Nova Mamoré, Rondônia. A ação ocorreu durante a Operação Madeira-Mamoré II, voltada ao combate de atividades criminosas na região de fronteira.

Durante a fiscalização, as equipes identificaram um trator acoplado a uma carreta utilizada para transportar madeira saindo da Terra Indígena Igarapé Lage. A movimentação chamou a atenção dos agentes, que realizaram a abordagem e apreenderam os equipamentos.

Além do trator e da carreta, os policiais localizaram um caminhão transportando cerca de 108 estacas de madeira serrada. Uma motosserra e dois aparelhos celulares também foram recolhidos durante a operação.

Um homem foi conduzido à sede da Polícia Federal em Guajará-Mirim, onde foram adotados os procedimentos de polícia judiciária relacionados à ocorrência.

A apreensão integra as ações da Operação Madeira-Mamoré II, que reúne diferentes órgãos de segurança e fiscalização para combater crimes na faixa de fronteira de Rondônia.

A atuação conjunta da Polícia Federal, Funai e BPFRON busca identificar e reprimir atividades ilegais relacionadas à exploração de recursos naturais em áreas protegidas, incluindo a retirada irregular de madeira de territórios indígenas.

Operação Rescaldo mira cúpula de facção e cumpre oito mandados de prisão em Porto Velho

Investigação aponta controle de pontos de tráfico, distribuição de armas e cobrança de mensalidades; duas pessoas foram presas em flagrante...

Uma operação integrada das forças de segurança contra a cúpula de uma organização criminosa foi realizada nesta sexta-feira (9), em Porto Velho. Batizada de Operação Rescaldo, a ação cumpriu oito mandados de prisão preventiva e um de busca e apreensão, além de resultar em duas prisões em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.

A ofensiva foi coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO), em parceria com o Departamento de Polícia Especializada da Polícia Civil (DPE/RO) e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/RO).

De acordo com as investigações, o grupo suspeito mantinha uma estrutura organizada para controlar a comercialização de entorpecentes em diferentes pontos da capital. A organização também seria responsável por indicar os integrantes encarregados de cada localidade e distribuir armas entre seus membros.

Outro esquema identificado pelos investigadores envolvia a cobrança obrigatória de mensalidades. Os responsáveis pelos pontos de venda de drogas deveriam repassar valores fixos à organização criminosa, garantindo uma arrecadação periódica para o grupo.

Os nove mandados judiciais foram expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho. Parte dos investigados já estava presa por outros processos, enquanto as demais diligências buscaram localizar os alvos e reunir elementos para o avanço das investigações.

Durante a operação, duas pessoas também foram presas em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.

A FICCO/RO reúne integrantes da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal Estadual e Polícia Penal Federal, por meio da Secretaria Nacional de Políticas Penais. A atuação conjunta tem como objetivo fortalecer o combate às organizações criminosas em Rondônia.

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