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Deolane Bezerra é transferida para penitenciária no interior de SP

Advogada estava presa na Penitenciária Feminina de Sant'Ana, na capital paulista, até a manhã desta sexta-feira (22)...


A influenciadora Deolane Bezerra está sendo transferida para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, nesta sexta-feira (22). A informação foi confirmada pelo secretário de Segurança Pública do estado, Nico Gonçalves.

A advogada, presa em uma operação contra um esquema de lavagem de dinheiro do PCC, estava presa Penitenciária Feminina de Sant'Ana, na zona Norte da capital paulista.

Deolane deixou a cadeia na capital por volta das 5h da manhã desta sexta. A Penitenciária Feminina de Tupi Paulista fica a cerca de 670 km da capital, em uma viagem que deve durar mais de sete horas.

Deolane estava presa na Penitenciária Feminina de Sant'Ana, na zona Norte de São Paulo, considerada a maior cadeia para mulheres de São Paulo.

Segundo dados da SAP (Secretaria de Administração Penitenciária), a unidade está superlotada, ou seja, abriga mais detentas do que a capacidade permite.

A advogada havia sido levada ao local nesta quinta-feira (21) após ser detida em uma operação que a apontava como integrante de um esquema de lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Captal). De acordo com as investigações, ela seria um "verdadeiro caixa" da facção. 

Prisão de Deolane

A influenciadora e advogada Deolane Bezerra foi presa preventivamente na quinta-feira (21) durante a Operação Vérnix, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) de Presidente Prudente, no interior de São Paulo.

Segundo as investigações, a operação mira um suposto esquema milionário de lavagem de dinheiro ligado ao PCC (Primeiro Comando da Capital).

"Nova face do PCC"

Em entrevista à CNN Brasil nesta quinta-feira (21), o promotor Lincoln Gakiya afirmou que Deolane faria parte da “arquitetura financeira” do PCC desde 2022.

Segundo ele, a influenciadora integra o que chamou de “nova face” da facção, formada por pessoas que não seriam integrantes batizadas do grupo criminoso, mas que ajudariam na movimentação financeira e lavagem de dinheiro.

O promotor também declarou que Deolane mantinha proximidade com familiares de Marcola e Alejandro Camacho, incluindo participação em festas, viagens e encontros da família.

Bilhetes e início da investigação

O caso teve início em 2019, após a apreensão de manuscritos e bilhetes com detentos na Penitenciária II de Presidente Venceslau.

Segundo as investigações, os documentos descreviam dinâmicas internas do PCC e mencionavam uma “mulher da transportadora”, que ajudaria em ataques contra agentes públicos.

Esta "mulher" não teve a identidade revelada pela investigação. A partir disso, foram instaurados três inquéritos sucessivos.

O primeiro investigou os presos encontrados com os manuscritos. O segundo identificou a empresa Lopes Lemos Transportes, apontada como instrumento de lavagem de dinheiro da facção.

Já durante a chamada Operação Lado a Lado, a apreensão de um celular revelou conversas e comprovantes bancários que, segundo os investigadores, conectariam Deolane a Everton de Souza, conhecido como “Player”.

Segundo o documento, “foram encontrados comprovantes de depósitos destinados às contas vinculadas à investigada”. Para a polícia, esse conjunto de registros seria compatível com atuação operacional dentro da estrutura financeira investigada.


Próximos passos

A investigação segue sob responsabilidade do Gaeco de Presidente Prudente e da Polícia Civil de São Paulo.

Além das prisões preventivas, a operação também mira bloqueios patrimoniais, movimentações financeiras e empresas supostamente utilizadas para ocultação de recursos ligados ao PCC.

As defesas dos investigados se manifestaram ao longo do dia e negam irregularidades.


Outro lado

Em nota, a defesa de Deolane se manifestou na noite desta quinta-feira (21). Leia na íntegra:

"A defesa técnica da advogada dra Deolane Bezerra Santos vem, com o máximo respeito às instituições do Sistema de Justiça e ao Estado Democrático de Direito, prestar os devidos esclarecimentos sobre os acontecimentos que resultaram em sua prisão preventiva na data de hoje, 21.05.26: inicialmente ressaltamos a sua mais absoluta inocência, bem como, que os fatos serão devidamente esclarecidos por esta, em momento oportuno. Por hora e como o devido acatamento, consideramos desproporcionais as medidas firmadas em face de Deolane e esta banca de defesa seguirá cooperando tecnicamente com a Justiça para demonstrar a licitude de suas atividades na condição de advogada que é, confiando plenamente no discernimento, na razoabilidade e na imparcialidade do Poder Judiciário". 

Pelas redes sociais, a advogada e irmã da influenciadora, Daniele Bezerra, afirmou que a nova prisão de Deolane significa uma perseguição contra a advogada. Veja nota na íntegra:

"Hoje, mais uma vez, tentam transformar suposições em verdades e manchetes em condenações. A prisão da Deolane Bezerra, sob alegações de participação em organização criminosa, nasce cercada de ilações, narrativas e perseguições que já se repetem há tempos. Acusar é fácil. Difícil é provar. No Brasil, infelizmente, muitas vezes primeiro se expões, se destrói a imagem e se condena perante a opinião pública...para só depois buscar provas que sustentem aquilo que foi feito. E isso é grave. Não se pode admitir que a Justiça seja usada como espetáculo, nem que pessoas sejam tratadas como culpadas antes do devido processo legal. Prisão não pode ser instrumento de pressão, marketing ou vingança social. Quem conhece a história, a luta e a trajetória dela sabe que existe uma diferença enorme entre fatos e narrativas criadas para alimentar ataques. Seguiremos confiando na verdade, na Justiça e no direito de defesa, porque perseguição continua sendo perseguição, mesmo quando tentam dar a ela outro nome."

LEIA MAIS - Deolane Bezerra é presa em operação contra lavagem de dinheiro ligada ao PCC; veja vídeo

fonte - Vitor Bonets, colaboração para a CNN Brasil, Carolina Figueiredo, da CNN Brasil, em São Paulo.

Operação da PM em Vilhena apreende drogas e recupera veículos furtados em dois bairros

Uma operação da Polícia Militar nos bairros Embratel e Vila Operária, em Vilhena, terminou com a apreensão de drogas, recuperação de veículos furtados e condução de quatro suspeitos para a Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP). A ação foi desencadeada após denúncias sobre objetos furtados escondidos em uma residência no bairro Embratel.

Foto: Ilustrativa

Ao chegarem ao imóvel, os policiais abordaram dois homens que permitiram a entrada da equipe para averiguação. Durante as buscas, foram encontradas duas bicicletas elétricas, uma preta e outra vermelha sem bateria, além de uma bicicleta Lotus amarela. Um dos suspeitos admitiu que a bicicleta elétrica preta era furtada, enquanto a origem da bicicleta vermelha não foi esclarecida. Já a bicicleta Lotus amarela teria pertencido a um dos abordados, porém nenhum comprovante de propriedade foi apresentado.


Na sequência da vistoria, os militares localizaram uma motocicleta Honda Pop 100 vermelha com restrição de furto. Os suspeitos alegaram que o veículo havia sido deixado no local por terceiros, mas não informaram quem seriam os responsáveis. Nos fundos da casa, os policiais ainda encontraram peças de motocicletas e outras três bicicletas escondidas: uma Caloi rosa, uma Lotus cinza e uma Lotus vermelha, todas em bom estado de conservação e sob suspeita de origem ilícita.


Além dos veículos, a PM apreendeu uma balaclava, rádio comunicador, papel filme, balança de precisão, aparelho celular, caixa de som amplificada e um televisor. Parte dos materiais não teve procedência informada pelos envolvidos.


Em um dos quartos da residência, dentro de uma bolsa guardada em um guarda-roupa, os policiais localizaram cerca de 223 gramas de maconha, aproximadamente 473 gramas de cocaína e duas pedras semelhantes a crack, somando quase um grama.


Os quatro suspeitos foram encaminhados à autoridade policial junto com os entorpecentes, veículos e demais objetos apreendidos para as medidas cabíveis.

Funcionária de banco é suspeita de desviar R$ 500 mil de clientes idosos

De acordo com a Polícia Civil, uma das vítimas tem a Doença de Alzheimer, o que teria facilitado a prática criminosa

A Polícia Civil de São Paulo investiga uma funcionária de um banco em Palmital, no interior do estado, suspeita de desviar mais de R$ 511 mil de um casal de idosos. De acordo com as investigações, uma das vítimas, justamente o titular da conta, tem Alzheimer, o que teria facilitado a prática criminosa.



Nesta quinta-feira (21/5), a polícia cumpriu um mandado de busca na casa da suspeita. Foram apreendidos dois celulares, além de diversos extratos bancários. Segundo as autoridades, o dinheiro desviado era usado para bancar despesas pessoais da mulher.


As investigações tiveram início depois que familiares identificaram movimentações suspeitas nas contas bancárias dos idosos. Os desvios eram praticados desde o final de 2023, por meio de transferências realizadas sem o consentimento do casal.


A principal hipótese é de que a funcionária do banco se aproveitava da relação de confiança mantida com os clientes para realizar o desvio do dinheiro. Confrontada pelos agentes, ela confessou o crime.


O material apreendido na residência da suspeita será submetido à análise investigativa e pericial, que deve esclarecer o destino dos valores desviados, bem como verificar se houve participação de outras pessoas no esquema.


A mulher responderá por furto mediante abuso de confiança e invasão de dispositivo informático. (Metrópoles)

Indígena est*pra, engravida filha e faz o mesmo com a neta de 12 anos

O caso aconteceu na comunidade indígena Bacuri, nas proximidades do município de Tapauá (AM)

Um homem indígena, de etnia Apurinã, de 40 anos, foi preso pelo crime de estupro de vulnerável, cárcere privado e abandono intelectual praticados contra a filha-neta, de 12 anos. A criança engravidou em decorrência do crime sofrido, e deu à luz ao bebê.



Segundo a polícia, o caso aconteceu no dia 12 de maio, na comunidade indígena Bacuri, nas proximidades do município de Tapauá (AM). A vítima é fruto dos estupros cometidos por ele ao longo dos anos contra a própria filha e mãe da menina.


“Trata-se de um caso escabroso, em que esse homem, ao longo de anos, estuprou a sua filha naquela comunidade indígena. Essa mulher, hoje, tem 33 anos. E, em decorrência dos abusos, ela teve uma criança, que vivia com a avó na comunidade. Há cerca de dois anos, a avó faleceu, e esse homem, então, pegou a menina e afastou-a do convívio de todos. Com a garota, ele passou a viver maritalmente”, explicou o delegado Jailton Santos.


O caso chegou à polícia quando a criança já estava com seis meses de gravidez, após insistência da equipe de saúde indígena para que ela recebesse acompanhamento médico.


Além disso, de acordo com o delegado, o suspeito escondia a adolescente, que vivia em situação de isolamento, sem acesso a acompanhamento de saúde e à educação.


A vítima passou por escuta especializada e, atualmente, está sob os cuidados da genitora.


Após dias foragido, o indígena retornou ao local onde residia e foi preso pelas equipes policiais.


O homem responderá pelos crimes de estupro de vulnerável contra a mãe da vítima e contra a adolescente, cárcere privado e abandono intelectual. Ele passará por audiência de custódia e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.


A ação foi conduzida, por meio da 80º Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Beruri (a 173 quilômetros de Manaus), com apoio do Departamento de Polícia do Interior (DPI) e da Polícia Militar do Amazonas (PMAM). (Metrópoles)

PF prende suspeito e apreende cerca de 237 kg de drogas em Tabatinga

Entorpecentes estavam escondidos em compartimentos ocultos de embarcação com destino a Manaus

A Polícia Federal apreendeu, nessa quarta-feira (20/5), 237 kg de droga durante fiscalização, durante ação de combate ao tráfico de drogas na região de fronteira.



A carga ilícita, composta por cocaína, por pasta base de cocaína e por skunk, foi localizada em compartimentos ocultos da embarcação que partiria de Tabatinga com destino a Manaus.


Durante, um suspeito foi preso em flagrante pelos crimes relacionados ao tráfico de drogas. Após os procedimentos de polícia judiciária, o investigado foi encaminhado à unidade policial e permanece à disposição da Justiça. (Fonte: PF)

PF rejeita delação de Vorcaro: quais devem ser os próximos passos

Investigadores da corporação policial entenderam que o ex-banqueiro não entregou novidades em relação ao que eles já possuem...


A Polícia Federal (PF) decidiu não endossar a proposta de acordo de colaboração premiada que vinha discutindo com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e com seus advogados.

Com a decisão da PF (Polícia Federal) de rejeitar a proposta de delação premiada do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do extinto Banco Master, as negociações para um acordo seguem com a PGR (Procuradoria-Geral da República).

A recusa da PF foi comunicada ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal).

Segundo fontes que acompanham as negociações, os investigadores decidiram rejeitar a proposta porque entenderam que Vorcaro não entregou novidades em relação ao que eles já possuem.


PF rejeita delação de Vorcaro, que mantém negociação com PGR

A negativa não extingue, porém, a possibilidade de a colaboração ainda ocorrer. Isso porque a PGR é titular da ação penal, ou seja, tem a responsabilidade constitucional de oferecer denúncia contra investigados suspeitos em uma investigação.

Assim, o órgão comandado por Paulo Gonet tem prerrogativa para conduzir a negociação de forma independente da Polícia Federal e seguir com as tratativas mesmo diante da recusa da corporação policial.

Em reunião com a defesa de Vorcaro na tarde de quarta-feira (20), a PGR sinalizou o interesse em prosseguir com a colaboração.

Três pontos têm sido essenciais no processo de negociação. Primeiro, os valores a serem ressarcidos por Vorcaro, algo no entorno de R$ 50 bilhões. Outro, a extensão do cumprimento da pena. O ex-banqueiro tem pedido para cumprir pena domiciliar pelo menos até o julgamento. E, por fim, o alcance político da colaboração.

Como mostrou a CNN, procuradores que acompanham o caso seguem debruçados sobre os anexos entregues pela defesa e ainda não bateram o martelo sobre aceitar ou rejeitar a proposta.

Caso a Procuradoria decida rejeitar a colaboração de Vorcaro, a tendência, segundo fontes que acompanham as conversas, é a de que as negociações sejam encerradas — seguindo o mesmo caminho da PF.

Nessa hipótese, as negociações poderiam ser retomadas eventualmente no futuro, a depender de novos elementos apresentados pelos advogados do ex-banqueiro.

Relembre as investigações contra Daniel Vorcaro

Daniel Vorcaro foi preso em 4 de março, pela segunda vez, após uma nova fase da operação Compliance Zero, que investiga a emissão de títulos de crédito falsos por instituições que integram o Sistema Financeiro Nacional. São apurados crimes de gestão fraudulenta, gestão temerária, organização criminosa, entre outros.

O ex-banqueiro era conhecido no mercado financeiro por sua gestão arrojada e investimentos de alto risco. O Banco Master atraía recursos oferecendo CDBs (Certificados de Depósito Bancário) com valores acima do mercado, uma prática que já causava incômodo em parte do setor financeiro.

Além dele, outros investigados, incluindo seu pai, Henrique Vorcaro, e seu cunhado, Fabiano Zettel, também continuam presos por suspeita de participação no esquema.

*Com informações de Caio Junqueira e Teo Cury, da CNN.

PF mira esquema de estrangeiros com endereços falsos para acesso a benefícios sociais em Rondônia

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (21) a Operação Residência Fantasma para investigar um esquema de fraudes envolvendo benefícios sociais e regularização migratória de estrangeiros em Rondônia.

FOTO - PF/RO

Segundo as investigações, o grupo utilizava endereços fictícios apresentados à Delegacia de Imigração da PF para promover a regularização de estrangeiros e viabilizar a inscrição dessas pessoas em programas sociais do Governo Federal, mesmo sem residência efetiva no Brasil.

A ação contou com apoio da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social, ligada ao Ministério da Previdência Social. Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia.

Dos mandados, dois foram cumpridos em Porto Velho e três em Guajará-Mirim. A PF informou que as investigações continuam a partir da análise dos materiais apreendidos durante a operação.

foto - PF/RO

Os investigados poderão responder por associação criminosa, estelionato qualificado e outros crimes que possam ser identificados ao longo das apurações.

Deolane Bezerra é presa em operação contra lavagem de dinheiro ligada ao PCC; veja vídeo

Ação do MP-SP e da Polícia Civil mira esquema milionário de ocultação de patrimônio; Justiça bloqueou R$ 357,5 milhões em ativos e 39 veículos de luxo...


A influenciadora e advogada Deolane Bezerra foi presa, na manhã desta quinta-feira (21), em Alphaville, durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil contra lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Também há um mandado de prisão contra Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe da facção, que já está preso.

A ação cumpre, ao todo, seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão. Entre os alvos também estão o irmão de Marcola, Alejandro Camacho, e dois sobrinhos: Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho.

Segundo as investigações, a facção criminosa teria um esquema sofisticado de ocultação de patrimônio, com empresas e terceiros utilizados para movimentar recursos. Os investigadores apontam que uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, no interior paulista, teria sido usada para lavar dinheiro da família de Marco Herbas Camacho.

O influenciador digital Giliard Vidal dos Santos, considerado filho de criação de Deolane, e um contador também foram alvos de busca e apreensão. A investigação busca rastrear movimentações financeiras, vínculos empresariais e possíveis formas de ocultação patrimonial.

Na operação, também foi preso Everton de Souza, conhecido como “Player”, apontado como operador financeiro do grupo. Segundo a investigação, ele apareceu em mensagens interceptadas orientando o direcionamento dos valores e indicando contas para serem utilizadas nas movimentações.

Os investigadores apontam que Deolane Bezerra recebeu depósitos considerados suspeitos entre 2018 e 2021. Foram enviados, de acordo com a análise financeira, dezenas de transferências fracionadas às contas da influenciadora, incluindo repasses que, somados, chegam perto de R$ 700 mil. Parte desse dinheiro teria sido transferida por um homem da Bahia que recebe salário mínimo e é suspeito de atuar como "laranja" no esquema.

Ao todo, a Justiça determinou o bloqueio de 39 veículos, avaliados em mais de R$ 8 milhões, além de R$ 357,5 milhões em ativos financeiros dos investigados.

A investigação teve início em 2019, após a Polícia Penal apreender bilhetes e manuscritos com pesos na Penitenciária II de Presidente Venceslau. O conteúdo originou três inquéritos policiais sucessivos, que revelaram camadas da estrutura investigada. 

A investigação teve início em 2019, após a Polícia Penal apreender bilhetes e manuscritos com dois presos na Penitenciária II de Presidente Venceslau. O material deu origem a três inquéritos policiais sucessivos, que, segundo a apuração, revelaram diferentes camadas da estrutura investigada.

O primeiro inquérito concentrou-se nos dois condenados flagrados com os bilhetes. A análise do material apreendido revelou mensagens relacionadas a ordens internas do PCC, contatos com integrantes da alta hierarquia da facção e referências a possíveis ataques contra agentes públicos.

Depois de condenados, os dois foram encaminhados ao sistema penitenciário federal. Entre os trechos examinados, chamou atenção a menção a uma "mulher da transportadora", que teria sido responsável por levantar informações e endereços de servidores públicos para auxiliar em ações planejadas pela organização criminosa.

A partir dessa referência, foi instaurado um segundo inquérito para identificar quem seria essa mulher e qual era a ligação da transportadora com o PCC. As investigações levaram a uma empresa sediada em Presidente Venceslau, posteriormente reconhecida pela Justiça como instrumento utilizado pela facção para lavagem de dinheiro.

As diligências deram origem à Operação Lado a Lado, que apontou movimentações financeiras incompatíveis com a atividade declarada da empresa, crescimento patrimonial sem justificativa econômica e o uso da transportadora como um dos principais braços financeiros da organização criminosa.

fonte - O DIA.

Servidor faz buraco em parede para gravar mulheres em banheiro; veja

A denúncia foi registrada por funcionárias da empresa, nesta terça-feira (20/5)

Ao menos três funcionárias de um consórcio denunciaram, nesta quarta-feira (20/5), um técnico de piscicultura que teria feito um buraco na parede de um banheiro feminino para observar e filmar colegas de trabalho em momento de privacidade. O caso ocorreu dentro do escritório da instituição, em Nova Lacerda, no interior de Mato Grosso.



No boletim de ocorrência ao qual a coluna teve acesso, a ocorrência foi registrada como importunação sexual, assédio sexual e crime relacionado à exposição ou ao registro não autorizado de intimidade sexual.


Uma das vítimas relatou que o suspeito costumava permanecer próximo ao banheiro feminino e chegou a ser visto agachado ao lado da parede onde o buraco teria sido feito. Imagens obtidas pela coluna mostram a ação do técnico nas proximidades do local.

Além das denúncias, as vítimas relataram episódios de assédio verbal dentro do ambiente de trabalho. Conforme o documento, servidor fazia comentários considerados constrangedores, incluindo convites para que as funcionárias dormissem em sua casa, além de observações sobre sua aparência física.


O suspeito também teria feito piadas relacionadas à frequência com que as funcionárias utilizavam o banheiro.


Uma das funcionárias afirmou estar psicologicamente abalada diante da situação e relatou possuir histórico de violência doméstica. (Metrópoles)

Criminosos vendem identidade de brasileiros por US$ 40

Levantamento da NordVPN e NordStellar analisou mais de 70 mil anúncios em marketplaces clandestinos entre 2025 e 2026

Um cartão de pagamento brasileiro roubado pode ser vendido por cerca de US$ 13, enquanto um pacote completo de identidade custa US$ 40 na dark web, segundo dados analisados pela empresa de cibersegurança NordVPN, que avaliou mais de 70 mil anúncios em marketplaces clandestinos entre janeiro de 2025 e fevereiro de 2026. 



O estudo examinou cerca de 75 mil anúncios em marketplaces da dark web e apontou que os dados pessoais de cidadãos brasileiros estão entre os principais alvos da economia clandestina digital. 


A companhia criou uma calculadora interativa para demonstrar a facilidade com que os dados podem ser roubados. O projeto permite que os usuários vejam quanto valem contas e documentos comercializados na dark web. 


Segundo a pesquisa, mais de 70% dos anúncios de cartões de pagamento roubados são de cidadãos norte-americanos. 


Em relação aos brasileiros, os valores identificados foram: um cartão de pagamento roubado vendido por cerca de US$ 13; um pacote completo de identidade, contendo CPF, endereço e data de nascimento, custando US$ 40; e uma conta da Netflix comercializada por menos de US$ 5. 


O cartão de pagamento brasileiro roubado está entre os mais baratos disponíveis. Já contas brasileiras roubadas do Office 365, por exemplo, são comercializadas por um preço médio de US$ 26,50. 


Contas de exchanges de criptomoedas estão entre os itens mais caros da dark web. Entre as recomendações feitas pelas empresas estão: usar senhas únicas para cada conta, limitar o compartilhamento de dados pessoais, revisar extratos bancários e ativar notificações de movimentações financeiras. 


As informações foram coletadas em plataformas indexadas, como BidenCash, Russian Market, Exodus Market e Styx Market, além de quatro marketplaces emergentes não indexados e do xLeet, especializado em credenciais corporativas.  (CNN)

Homem é preso após denúncia revelar c*rpo em imóvel abandonado na zona Leste de Porto Velho

Um homem foi preso pela Polícia Militar após confessar ter deixado um corpo dentro de um imóvel abandonado no bairro Jardim Santana, na zona Leste de Porto Velho. O caso foi registrado nesta terça-feira (19) durante uma operação realizada pelo 5º BPM.


As equipes policiais foram acionadas após denúncias de moradores informando sobre a presença de um cadáver em uma residência aparentemente abandonada. No local, os militares encontraram a vítima caída ao solo, sem sinais vitais e com graves lesões na região da cabeça, indicando possível homicídio.

A vítima era conhecida apenas pelo apelido de “Gustavinho” e ainda não havia sido oficialmente identificada até a divulgação da ocorrência.

Durante os trabalhos no local, a proprietária do terreno relatou aos policiais que um homem conhecido como “Neguinho” havia informado horas antes que teria deixado um corpo dentro do imóvel.

Com base nas informações repassadas, os policiais iniciaram diligências e localizaram o suspeito, que acabou preso em seguida.

A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnica, com atuação de equipes do SAMU, POLITEC, IML e da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (2ª DHPP), que seguirá com as investigações para esclarecer a dinâmica e a motivação do crime.

Funcionário impede embarque de 15 kg de maconha em ônibus e passageiro acaba preso em Vilhena

Um passageiro de 24 anos foi preso em flagrante após ser flagrado transportando mais de 15 quilos de maconha em duas malas no terminal rodoviário de Vilhena, na noite desta terça-feira (19). A droga seria levada para Cuiabá (MT).

A prisão aconteceu após um funcionário da empresa de transporte desconfiar do peso excessivo e do formato incomum das bagagens enquanto organizava as malas que seguiriam viagem. Ao abrir parcialmente o zíper de uma delas, ele encontrou vários tabletes de maconha escondidos no interior das malas.

Após a descoberta, o trabalhador comunicou imediatamente a situação e conseguiu impedir que o suspeito deixasse o local antes da chegada da Polícia Militar. O ônibus também foi impedido de sair da rodoviária até a conclusão da ocorrência.

Durante a verificação, os policiais identificaram as malas pertencentes ao passageiro e localizaram diversos invólucros de maconha, totalizando aproximadamente 15,29 quilos do entorpecente.

Segundo a PM, a droga estava embalada em plástico e coberta por uma fina camada de graxa, método utilizado para tentar mascarar o cheiro e dificultar a identificação por cães farejadores.

O suspeito foi encaminhado para a Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), junto com o material apreendido. Em depoimento, ele confessou que embarcou a droga em Presidente Médici e faria a entrega em Cuiabá, mas alegou não conhecer o destinatário do carregamento.

Com informações do Folha do Sul.

Idosa reage a invasão e coloca trio de ladrões para fugir aos gritos em Vilhena; veja

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que três criminosos tentam invadir a residência de uma idosa no bairro 5º BEC, em Vilhena, durante a madrugada desta quarta-feira (20). Com os rostos cobertos, os suspeitos chegaram a pular a grade de ferro do imóvel na tentativa de cometer o crime.



Segundo informações, um dos envolvidos é do Acre e possui várias passagens pela polícia em Vilhena. Apesar da ação ousada do grupo, a moradora conseguiu espantar os invasores apenas gritando por socorro, fazendo com que os três fugissem rapidamente do local.


A polícia conseguiu prender apenas um dos suspeitos. Os outros dois envolvidos também já foram identificados, mas seguem foragidos. (Com informaões da Folha do Sul)






Alvo do FBI: brasileira é acusada de desviar R$ 100 milhões em joias de luxo na Flórida; veja

Mundo – O mercado de alto luxo é erguido, fundamentalmente, sobre a base da confiança. Quando diamantes e peças exclusivas circulam entre revendedores e clientes, a palavra de um negociante costuma valer tanto quanto o quilate da mercadoria. Foi aproveitando-se dessa regra de ouro que a paranaense Camila Briotti, portadora de dupla cidadania (brasileira e americana), supostamente orquestrou um dos esquemas de estelionato mais audaciosos dos últimos tempos.



Hoje, Camila é o alvo central de uma força-tarefa que envolve o FBI e a Polícia Federal brasileira. A acusação? Desviar centenas de joias de clientes e fornecedores nos Estados Unidos, deixando um rastro de prejuízos que, segundo as autoridades, já ultrapassa a marca dos R$ 100 milhões.


A Anatomia do Golpe


O modus operandi da brasileira era, acima de tudo, paciente e sofisticado. Trafegando com desenvoltura na ponte aérea entre Brasil e Estados Unidos, Camila construiu uma sólida reputação no competitivo nicho de joias consignadas.


A estratégia para cooptar as vítimas seguia um roteiro metódico:


Aproximação e Credibilidade: Camila iniciava as transações pegando pequenos volumes de joias em consignação.

Fidelização: Os primeiros repasses financeiros eram pagos rigorosamente em dia, consolidando a confiança cega dos joalheiros.

A Escalada: Com o crédito estabelecido, ela aumentava progressivamente o volume e o valor das peças que recebia para revenda.

O Desaparecimento: No ápice da confiança, quando detinha maletas repletas de alta joalheria, Camila simplesmente cessava os pagamentos e não devolvia as mercadorias.

O Epicentro da Fraude


A maior parte do drama vivido pelos joalheiros desenrola-se no ensolarado sul da Flórida. As cidades de Miami, Boca Raton e Palm Beach — conhecidas pelo altíssimo poder aquisitivo e consumo de luxo — são os principais cenários registrados nas investigações.


Os relatos são impressionantes. Em um dos registros mais graves do inquérito, uma única vítima afirma ter sofrido um baque de mais de US$ 1,6 milhão (cerca de R$ 8 milhões), somando peças não devolvidas e o dinheiro de vendas que nunca chegou às suas mãos.


O Destino Inesperado das Joias


Se a sofisticação marcava o início do golpe, o destino das peças roubadas revelou uma face quase desesperada da operação. Durante as investigações, agentes federais rastrearam o paradeiro de algumas das pedras e colares exclusivos, encontrando-os em locais improváveis: balcões de casas de penhor.


Peças de altíssimo valor agregado eram “queimadas” por frações minúsculas de sua avaliação real. O caso mais emblemático descoberto até agora é o de um colar avaliado em US$ 120 mil, que foi deixado como garantia em uma casa de penhor por irrisórios US$ 6 mil.


Múltiplas Frentes de Investigação


A dor de cabeça da empresária, no entanto, não se restringe à jurisdição americana. Paralelamente à caçada do FBI pelas joias perdidas, Camila Briotti enfrenta o escrutínio das autoridades no Brasil. Ela responde a um inquérito totalmente separado, mas com um modus operandi familiar, que envolve o sumiço e a negociação irregular de bolsas de grife de altíssimo luxo.



A Defesa


Apesar do volume de denúncias e do avanço das investigações internacionais, a defesa de Camila Briotti mantém uma postura categórica. Os advogados da paranaense negam veementemente todas as acusações e afirmam que, até o momento, não há provas concretas de irregularidades em suas transações comerciais.


Enquanto a batalha jurídica se desenha, dezenas de joalheiros na Flórida amargam o prejuízo de terem acreditado que, no mercado de luxo, todo o brilho era sinônimo de ouro.(CM7)

Ex-vereador e irmão são presos apontados como mandantes de tr*plo h*micídio em Guajará-Mirim

A Polícia Civil prendeu o ex-vereador Kerling Aparecido Moreira, conhecido como Kerling Brito, e o irmão dele, Kerli Moreira, suspeitos de serem os mandantes de um triplo homicídio ocorrido em novembro de 2024, na zona rural de Guajará-Mirim, em Rondônia. A ação foi realizada durante a Operação “Nó Górdio”, deflagrada nesta terça-feira (19).

Gabriele Melo Augusto Bramini, de 24 anos, Wellington Rodrigues Gutierrez, de 32 anos, e Raimundo Nonato Rodrigues Cardoso, de 42 anos (da esquerda para a direita) — Foto: Reprodução/Redes sociais

Segundo as investigações, os irmãos teriam participado do planejamento das mortes de Gabriele Melo Augusto Bramini, de 24 anos, Wellington Rodrigues Gutierrez, de 32, e Raimundo Nonato Rodrigues Cardoso, de 42 anos. O suspeito apontado como executor dos disparos, Victor Moreira de Souza, segue foragido.

Kerling Brito foi preso preventivamente em um estabelecimento comercial. De acordo com a Polícia Civil, pelo menos seis pessoas teriam envolvimento no planejamento do crime, que pode ter sido motivado por uma dívida financeira ligada a uma grande quantia em dinheiro que Raimundo Nonato teria para receber.

O triplo homicídio aconteceu na Estrada do Palheta. As vítimas estavam em uma caminhonete branca quando foram surpreendidas por diversos tiros. Wellington e Raimundo morreram ainda no local. 

Gabriele chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Regional Perpétuo Socorro, mas não resistiu aos ferimentos.

As investigações seguem para localizar o suspeito foragido e esclarecer todos os detalhes da execução do crime.

Perito da PF em Rondônia é alvo de operação por suposto vazamento de dados sigilosos do Caso Master

A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, que determinou o cumprimento de dois mandados de busca... 


Um perito criminal federal lotado em Vilhena, no sul de Rondônia, foi alvo da 7ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (19), após suspeita de vazamento de informações sigilosas relacionadas ao chamado Caso Master.

A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, que determinou o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão e medidas cautelares, entre elas o afastamento do servidor da função pública.

O investigado é o perito criminal federal João Cláudio Nabas, chefe do Núcleo Técnico Científico da Polícia Federal em Vilhena (NUTEC/DPF/VLA/RO). Segundo a investigação, ele teria repassado informações sigilosas relacionadas à Operação Compliance Zero para a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

De acordo com a Polícia Federal, os dados teriam sido obtidos a partir da análise de materiais apreendidos durante uma das fases da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master e ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Entre as informações citadas nas apurações estaria um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, pertencente a Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF, Alexandre de Moraes.

Em nota, o Supremo destacou que a investigação não mira jornalistas nem veículos de imprensa.

“As medidas não implicam qualquer direcionamento investigativo contra jornalistas ou veículos de imprensa, permanecendo preservadas a liberdade de atuação jornalística e a garantia constitucional do sigilo da fonte”, informou a Corte.

Ainda conforme o STF, a investigação busca apurar a possível violação de sigilo funcional por parte do agente público.

João Cláudio Nabas atua há cerca de 20 anos na Polícia Federal e, desde 2009, ocupa a chefia do núcleo técnico da corporação em Vilhena. Ele é formado em Engenharia Civil pela UDESC e concluiu em 2023 mestrado em Economia pela Universidade de Brasília (UnB), com pesquisa voltada a fraudes financeiras em fundos de investimento ligados a regimes próprios de previdência social.


Nota do STF na íntegra

“O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou, nesta segunda-feira (18), a deflagração de operação policial destinada a apurar eventual crime de violação de sigilo funcional praticado no âmbito da Operação Compliance Zero.

Em cumprimento à decisão proferida pelo relator, ministro André Mendonça, que acolheu representação formulada pela Polícia Federal, estão sendo cumpridos nesta terça-feira (19) dois mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas da prisão, entre elas a suspensão do exercício da função pública do policial federal supostamente envolvido na prática do crime.

De acordo com a Polícia Federal, o investigado, na condição de perito criminal federal, teria repassado a integrante da imprensa informações sigilosas relacionadas a fatos ocorridos no início das investigações, obtidas a partir da análise de material apreendido durante uma das fases da Operação Compliance Zero.

Ressalta-se que as diligências investigativas autorizadas possuem natureza específica e instrumental, voltada à preservação da investigação, à prevenção de eventual reiteração delitiva e à colheita de elementos probatórios ainda pendentes.

Nesse contexto, as medidas não implicam qualquer direcionamento investigativo contra jornalistas ou veículos de imprensa, permanecendo preservadas a liberdade de atuação jornalística e a garantia constitucional do sigilo da fonte.

A investigação, conforme delimitada desde a decisão que determinou sua instauração, destina-se à apuração da conduta de agente público que, em tese, teria violado o dever funcional de resguardar informações sigilosas.”

PF prende três foragidos pelo cr*me de est*pr0 de vulnerável em Porto Velho

Os mandados de prisão foram expedidos pela Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia...

PF prende três foragidos pelo crime de estupro de vulnerável em Porto Velho/RO

Porto Velho/RO - A Polícia Federal cumpriu, nesta segunda-feira (18/5), três mandados de prisão relacionados à investigação envolvendo o crime de estupro de vulnerável. Entre os presos estão uma mulher, investigada por suposta conivência com os abusos, além de dois investigados apontados como autores dos crimes.

A ação policial teve início com o cumprimento do mandado de prisão da mulher. Após a ação, foram obtidas informações complementares sobre o paradeiro de um dos investigados, que foi localizado e preso.

Na sequência, diligências adicionais foram realizadas com o objetivo de localizar o terceiro investigado, que tentou fugir, mas foi localizado e preso pelas equipes policiais. Os mandados de prisão foram expedidos pela Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia.

Nomenclatura e alerta
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota preferencialmente as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual de crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.

A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas. 

O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.

fonte - PF/RO.

FICCO/RO prende quatro suspeitos e apreende mais de 22 kg de drogas em Porto Velho

Nesta terça-feira (19/5), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) prendeu em flagrante quatro pessoas, sendo três homens e uma mulher, e apreendeu aproximadamente 22,750 kg de entorpecentes na capital.

A situação foi identificada em decorrência de desdobramentos da Operação Alquimia. Na vistoria, foram encontrados, aproximadamente, 21,135 kg de substância aparentando ser maconha, 1,100 kg de substância análoga à cocaína e 515 g de substância com características de crack.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Militar, pela Polícia Penal e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, as quais têm como objetivo a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado em Rondônia.

FONTE - Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia.

Homem é encontrado morto após espancamento em imóvel abandonado na zona Leste de Porto Velho

Um homem foi encontrado morto na tarde desta terça-feira (19) dentro de uma residência abandonada localizada na Rua Cristalina com a Avenida Raimundo Cantuária, no bairro Jardim Santana, zona Leste de Porto Velho. 



A vítima apresentava sinais de espancamento e, segundo informações preliminares, teria sido atacada com golpes de madeira.

De acordo com a polícia, moradores da região relataram ter ouvido gritos durante a madrugada, por volta das 5h. Horas depois, populares que passavam pelo imóvel encontraram o corpo e acionaram as autoridades.

Equipes da Polícia Militar estiveram no local para o registro da ocorrência, enquanto agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) iniciaram as investigações para identificar os responsáveis pelo crime e esclarecer a motivação do assassinato. 

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