A prisão de dois casais durante uma operação da Polícia Civil pode ajudar as investigações a chegarem ao suposto mandante do assassinato do dentista Clei Bagattini, em Vilhena. Os quatro suspeitos são ligados à cidade, embora um dos casais estivesse morando atualmente em Cacoal.
Um dos casais, que vive em uma chácara nos arredores de Vilhena, é suspeito de ter recebido na propriedade Maico da Silva Raimundo, apontado como o pistoleiro contratado para matar o dentista. Os dois teriam prestado suporte logístico ao executor.
Maico morreu posteriormente durante uma troca de tiros com policiais na zona rural de Colniza, em Mato Grosso.
O segundo casal preso é formado por um homem apontado como conhecido matador em Vilhena e pela esposa, que havia se mudado para Cacoal e atua no segmento imobiliário. O homem é suspeito de ter contratado Maico para executar Bagattini. A participação da mulher no crime ainda é investigada.
A Polícia Civil mantém sob sigilo outros detalhes da apuração. A expectativa é de que as prisões permitam avançar na identificação de outros envolvidos e, principalmente, de quem teria ordenado a morte do dentista.
A identificação do possível mandante também poderá esclarecer a motivação do assassinato, que segue sendo investigada.
















