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PF acha mensagens de Roberta Luchsinger falando de negócios com Lulinha: "Nosso futuro é Suíça"

Diálogos revelam que Lulinha não somente sabia dos negócios, como também comentava, coordenava e participava de reuniões...

foto - montagem metrópoles

Agora é oficial: a Polícia Federal tem em mãos mensagens enviadas pelo próprio filho do presidente Lula Fábio Luís da Silva, o Lulinha, à lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeitas de tráfico de influência e de usar a proximidade com o filho do presidente da República para facilitar negócios e acesso ao governo.

As mensagens, obtidas com exclusividade pela coluna, mostram que os dois tratavam explicitamente de fazer negócios e de atuar em lobby junto ao núcleo duro do gabinete de Lula, revelando que a relação entre eles vai além de simples amizade. Lulinha não somente sabia da atuação e dos interesses de Roberta, como também comentava, coordenava e até participava de reuniões.

Em um dos diálogos interceptados, que aconteceu em 22 de março de 2024, Roberta diz a Lulinha que os dois trabalham em nível diferenciado e que o futuro deles é a Suíça. Na mesma conversa, o filho do presidente revela que participa de reuniões com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, e o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger.

foto - metrópoles

Naquela ocasião, Marcola era braço direito de Lula, despachava na antessala do presidente e fazia os principais contatos com ministros. Já Berger, figura histórica do PT, foi quem abriu as portas do Ministério da Saúde para o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS – que tentou emplacar contrato milionário para a compra em larga escala de cannabis medicinal pelo SUS.

Roberta Luchsinger chegou a receber repasses do Careca do INSS que somam R$ 1,5 milhão. Em uma das transferências, o empresário informa a um interlocutor que o dinheiro era destinado ao “filho do rapaz”, possivelmente se referindo a Lulinha, segundo a Polícia Federal.

“Fernando” e “Fefe”, termos citados por Lulinha e Roberta nos diálogos, são, segundo os investigadores, referências a Fernando Bittar, ex-sócio de Lulinha e um dos donos formais do sítio de Atibaia, que era frequentado por Lula.

Os diálogos evidenciam que Fernando Bittar tem sido preterido nos negócios da dupla. Em uma outra conversa, a lobista afirma ao filho do presidente Lula que Fernando estaria usando o nome de Lulinha ao tentar fechar “negócio gigante” na Telebras. “Ja desmentiu?”, pergunta o filho do presidente. “Desmenti e falei q não eh verdade e q se ele [Fernando Bittar] fizer negócio com ele [presidente da Telebras], ele não fará comigo”, responde Roberta.

Esta é a primeira vez que são reveladas conversas diretamente de Lulinha com Roberta Luchsinger. Procurada, a defesa do filho do presidente afirmou que Fábio mudou para a Espanha e atua na esfera privada com temas que não têm relação direta ou indireta com o governo brasileiro. “Vive de forma digna, exclusiva e modesta com o resultado do seu próprio trabalho. A quebra do seu sigilo fiscal e bancário é reveladora da ausência absoluta de qualquer prova ou indício de irregularidade”, disse Marco Aurélio de Carvalho.

Em nota enviada ao Metrópoles, os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Guilherme Suguimori acusam haver “instrumentalização de parte das nossas instituições por interesses políticos e eleitorais”.

 Veja a íntegra:

“Caso estejamos diante de mais um lamentável episódio de violação do dever de sigilo funcional – crime previsto no art. 325 do Código Penal –, o recorte seletivo e a divulgação parcial das referidas supostas mensagens revelam um abandono de qualquer pretensão de imparcialidade e de obediência às leis, deixando de lado a verdade ou o interesse público para buscar, por meio da exposição midiática, efeitos que a via processual legítima e adequada não permitiria.

A defesa reafirma sua confiança nas instâncias formais e adequadas de apuração dos fatos e se manifestará nos autos em momento adequado, somente após o acesso integral aos dados obtidos pelas quebras de sigilo.

Importante reiterar, entretanto, que embora não se possa confirmar a veracidade das informações repassadas criminosamente a este Portal de notícias, solicitaremos, uma vez mais, rígidas apurações da nesfasta instrumentalização de parte das nossas instituições por interesses políticos e eleitorais”.

A defesa reitera que solicitará aos ministros do STF André Mendonca e Flávio Dino, ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, e ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, rigorosas apurações do possível envolvimento de servidores, agentes e delegados em vazamentos seletivos e criminosos.

Já o advogado Roberto Podval, que assumiu a defesa da lobista, não quis comentar em razão do sigilo do inquérito.

Roberta deu joias de diamante para Marcola, suspeita PF

A Polícia Federal suspeita que Roberta Luchsinger comprou joias, deu presentes e pagou boletos de Marcola para ampliar acesso e manter influência no núcleo-duro da mais alta cúpula do governo Lula.

Esse modus operandi fica claro a partir de um outro diálogo interceptado pela PF, desta vez entre Roberta e Marcola. A lobista conversa com o então braço direito de Lula sobre a compra de joias de diamante. Era 29 de abril de 2024, véspera do Dia das Mães.

“Vou tentar desenhar na foto / para facilitar”, diz Marcola. Roberta responde: “Ela vai mandar mais fotos / Peraí”. O então assessor do presidente Lula diz: “ah ta bem / mas gostei dessas”. Não fica claro nas mensagens, contudo, quais joias Marcola indicou gostar. Logo em seguida, Roberta afirma: “Ela sugeriu um brilhante / Vai mandar”. A lobista então envia duas fotos: um par de solitários e um colar de diamantes. “boa”, agradece Marcola.

foto - metrópoles

Interlocutores da defesa de Marcola informaram que as joias custaram R$ 9,2 mil e fazem parte do empréstimo de R$ 249 mil solicitado por Marcola a Roberta, que foi pago com juros e correção.

FONTE - Tácio Lorran - metrópoles.

Suspeito morre após confronto com sargento da reserva durante tentativa de assalto

A ocorrência mobilizou a PM e a perícia na região da Vila Candelária.

Alexandre Ferreira Lima morreu na manhã deste domingo (16) após entrar em confronto com um sargento da reserva remunerada da Polícia Militar durante uma tentativa de assalto na região da Vila Candelária, bairro Triângulo, área central de Porto Velho.



Segundo as informações apuradas, o policial estava acompanhado de outras pessoas em uma área de mata próxima aos restaurantes da Candelária quando foi surpreendido pelo suspeito, que anunciou o roubo. O militar reagiu e houve troca de tiros.


Durante o confronto, o sargento foi atingido de raspão no peito por um disparo e recebeu atendimento médico. Já Alexandre Ferreira Lima foi baleado e morreu ainda no local antes da chegada das equipes de socorro.


Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve na ocorrência e constatou o óbito do suspeito. A arma de fogo utilizada na ação foi apreendida.


A Polícia Militar isolou a área para os trabalhos da Polícia Técnico-Científica, enquanto a Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida (DHPP) iniciou as investigações para esclarecer todas as circunstâncias do confronto.

Suspeito de vender vouchers de passagens e deixar clientes sem embarque é preso em Porto Velho

Operação Falso Embarque reúne 28 boletins de ocorrência envolvendo consumidores que pagaram pelos vouchers...

EDIÇÃO IA

Um homem investigado por fraudes envolvendo a venda de vouchers de passagens aéreas foi preso preventivamente nesta sexta-feira (14), em Porto Velho. A investigação reúne 28 boletins de ocorrência de consumidores que relataram situações semelhantes. A identidade do suspeito não foi divulgada.

A prisão ocorreu durante a Operação Falso Embarque, conduzida pela Delegacia Especializada em Crimes contra o Consumidor (DECCON).

As investigações começaram após sucessivos registros de consumidores que afirmaram ter contratado e pago pela aquisição de vouchers com a garantia de que os respectivos bilhetes aéreos seriam emitidos.

Os problemas apareciam quando a viagem se aproximava. Segundo os relatos reunidos na investigação, os compradores enfrentavam dificuldades para conseguir a emissão das passagens ou descobriam impedimentos para embarcar na data programada.

Com o avanço das apurações e a reunião dos elementos relacionados aos prejuízos relatados pelas vítimas, foi solicitada à Justiça a prisão preventiva do investigado.

O pedido foi deferido e o mandado cumprido nesta sexta-feira durante as medidas da Operação Falso Embarque.

O caso segue sob investigação. Diante das ocorrências, a orientação é que consumidores verifiquem a procedência das ofertas feitas por intermediários e confirmem diretamente com as companhias aéreas a existência das reservas antes das viagens.

Jovem tenta esconder 1 kg de skunk e acaba detido com irmão em Porto Velho

Denarc encontrou ainda cocaína, oxi e haxixe durante ação no bairro Nova Esperança...


Dois irmãos, de 18 e 17 anos, foram flagrados com diferentes tipos de drogas durante o cumprimento de um mandado de busca na sexta-feira (14), no bairro Nova Esperança, zona norte de Porto Velho. A ação ocorreu durante a Operação Desarme.

Ao chegarem a uma residência na rua Mamão, policiais do Departamento de Narcóticos (Denarc) encontraram os irmãos manuseando entorpecentes. Durante a abordagem, Leandro M. G., de 18 anos, tentou se desfazer de um saco plástico contendo aproximadamente 1 kg de skunk.

O adolescente de 17 anos também estava no imóvel no momento da ação.

Nas buscas, foram apreendidos skunk, cocaína em pó, oxi e haxixe. Os policiais também encontraram vários invólucros com cocaína, outras porções de drogas e materiais utilizados para acondicionar os entorpecentes.

Após o flagrante, os dois irmãos foram conduzidos à sede do Denarc para as providências relacionadas à ocorrência.

Mais de 20 madeireiras são fiscalizadas em operação contra comércio ilegal de madeira em Porto Velho

Operação Metaverso ocorreu em Vista Alegre do Abunã e Nova Califórnia; celulares foram apreendidos durante a fiscalização....

Mais de 20 madeireiras foram fiscalizadas durante uma operação de combate à extração e comercialização ilegal de madeira na região da Ponta do Abunã, em Porto Velho. A Operação Metaverso foi deflagrada na quarta-feira (12) e concentrou as ações nos distritos de Vista Alegre do Abunã e Nova Califórnia.

Durante as fiscalizações, as equipes verificaram estoques de madeira e confrontaram informações com os registros existentes nos sistemas oficiais de controle florestal.

A operação também resultou na apreensão de aparelhos celulares. Outros elementos foram coletados e poderão ser utilizados no prosseguimento das investigações.

A ação busca verificar a regularidade das atividades de beneficiamento e comércio de madeira e integra as medidas de enfrentamento à exploração e comercialização ilegal de recursos florestais na Amazônia.

A Operação Metaverso reuniu Polícia Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Força Nacional, Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON) e Batalhão de Polícia Ambiental.

As possíveis irregularidades identificadas durante as fiscalizações serão analisadas no decorrer das investigações.

Dupla abandona carro com 163 kg de skunk e tenta fugir pela mata em Seringueiras

Suspeitos foram perseguidos na BR-429, em Seringueiras, e acabaram alcançados após entrarem em uma área de mata...

Dois homens foram presos após uma perseguição que terminou com a apreensão de aproximadamente 163,3 quilos de skunk na noite de quinta-feira (13), em Seringueiras, interior de Rondônia. Durante a fuga, os suspeitos abandonaram o veículo e tentaram escapar pela mata, mas foram alcançados pelas equipes policiais.

A ocorrência foi registrada por volta das 22h, no km 163 da BR-429, durante uma ação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar de Rondônia (PMRO).

Durante patrulhamento na rodovia, os policiais avistaram um carro de passeio trafegando em alta velocidade. A equipe determinou que o motorista parasse, mas a ordem foi desobedecida e o veículo iniciou uma fuga.


Os policiais começaram o acompanhamento e, durante a perseguição, os ocupantes deixaram o automóvel em uma área às margens da rodovia e correram para dentro da mata.

As buscas continuaram e os dois homens foram localizados e detidos pouco depois.

Ao vistoriarem o veículo abandonado, os policiais encontraram diversos fardos contendo substância semelhante a skunk. A carga totalizou aproximadamente 163,3 quilos.

A Polícia Militar auxiliou na retirada e remoção do automóvel utilizado pelos suspeitos.

Os dois homens receberam voz de prisão por suspeita de tráfico de drogas. A ocorrência, o veículo e os entorpecentes apreendidos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Ji-Paraná para os procedimentos cabíveis.

Fotos - DIVULGAÇAO PRF/RO.

Grupo lavava dinheiro de fraudes milionárias com contas de terceiros e criptomoedas em Porto Velho; veja vídeo

Operação Ouroboros cumpre oito mandados de prisão e 18 de busca; Justiça autorizou bloqueio de até R$ 30 milhões, além de veículos, embarcações e criptoativos...

Um esquema criminoso investigado por lavar dinheiro obtido em fraudes eletrônicas contra instituições financeiras é alvo de uma operação conjunta nesta sexta-feira (14), em Porto Velho. Segundo as investigações, o grupo utilizava contas bancárias de terceiros para receber e pulverizar os recursos, que posteriormente eram convertidos em criptomoedas e reinseridos no mercado formal.

Somente em um dos episódios investigados, ocorrido em setembro de 2025, o prejuízo causado às instituições financeiras é estimado em R$ 30 milhões.

A Operação Ouroboros é realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) e prevê o cumprimento de oito mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão, todos em Porto Velho.

As investigações abrangem fatos ocorridos entre 2025 e 2026 e apontam que a organização criminosa recrutava pessoas para ceder contas bancárias. Essas contas eram utilizadas para receber os valores provenientes das fraudes eletrônicas.

Depois do recebimento, o dinheiro era pulverizado em diferentes operações financeiras. De acordo com a investigação, parte dos recursos era convertida em criptoativos antes de retornar ao mercado formal, em uma estrutura voltada à lavagem dos valores obtidos ilegalmente.

Além das prisões e buscas, a Justiça determinou medidas para atingir o patrimônio ligado ao esquema. Foi autorizado o bloqueio de valores existentes em contas bancárias até o limite de R$ 30 milhões, além do bloqueio de ativos virtuais mantidos em corretoras de criptomoedas.

Veículos e embarcações também foram submetidos a medidas de sequestro e indisponibilidade.

As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça de Rondônia.

A ação é conjunta e reúne diferentes forças de segurança e instituições. A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil de Rondônia, Polícia Penal Estadual, Polícia Militar de Rondônia e Polícia Penal Federal.

A operação também conta com atuação integrada e apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/RO), da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar e de delegacias especializadas da Polícia Civil de Rondônia.

FOTOS - DIVULGAÇÃO PF/RO.

Chefes de grupo que traficava armas e retirava madeira ilegal de reserva são presos em Rondônia

Operação prendeu cinco pessoas e apreendeu mais de 10 armas e 150 munições em São Francisco do Guaporé e Costa Marques...

Dois investigados apontados como chefes de uma organização criminosa envolvida com tráfico de armas e retirada ilegal de madeira foram presos preventivamente nesta sexta-feira (14), em Rondônia. A operação também resultou em três prisões em flagrante e na apreensão de mais de 10 armas de fogo e 150 munições.

O grupo é investigado por crimes praticados na Unidade de Conservação Estadual Serra dos Reis, em São Francisco do Guaporé, onde ocorria a retirada ilegal de madeira.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em sete endereços localizados nos municípios de São Francisco do Guaporé e Costa Marques.

Além dos dois investigados presos preventivamente e das três prisões em flagrante, outros seis alvos foram submetidos a medidas cautelares determinadas pela Justiça.

Entre as restrições estão a proibição de acesso à Unidade de Conservação Estadual Serra dos Reis e a suspensão de atividades relacionadas à extração e à comercialização de produtos florestais sem o devido licenciamento ambiental.

As investigações miram tanto a atuação do grupo nos crimes ambientais quanto o comércio ilegal de armas de fogo.

A operação é coordenada pela 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco 2), em conjunto com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e o Ministério Público de Rondônia (MP-RO).

fotos - divulgação PC/RO.

Foragido por h*micídio e apontado como integrante de grupo crim*noso é preso em Guajará-Mirim

Homem tinha mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça de Rondônia e foi encaminhado ao sistema prisional...

Um homem foragido da Justiça por homicídio foi preso nesta quinta-feira (13), em Guajará-Mirim, interior de Rondônia. Além de ser procurado pelo crime, ele é apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação na região.

Contra o homem havia um mandado de prisão preventiva expedido pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO).

A captura foi realizada pela Polícia Federal. Após ser localizado e preso, o foragido foi conduzido à unidade da instituição para a realização dos procedimentos de polícia judiciária.

Em seguida, o homem foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Não foram divulgados o nome do preso, detalhes sobre o homicídio que motivou o mandado nem informações adicionais sobre o grupo criminoso ao qual ele seria ligado.

Pai é colocado em porta-malas e filho adolescente mantido refém durante sequestro em Porto Velho

Quatro criminosos foram presos após perseguição e tentativa de fuga; polícia apreendeu arma artesanal calibre .38...

foto - divulgação

Um pai e o filho adolescente foram libertados pela Polícia Militar após serem sequestrados por quatro criminosos na noite de quinta-feira (13), em Porto Velho. O homem foi mantido no porta-malas de um veículo, enquanto o adolescente permaneceu dentro do carro. A ocorrência terminou com perseguição, tentativa de fuga a pé e a prisão dos quatro suspeitos na Linha Progresso.

O sequestro começou quando as vítimas foram buscar a sogra do homem para levá-la à rodoviária. No cruzamento das ruas José Amador dos Reis e Providência, enquanto colocava os pertences da mulher no porta-malas, o homem foi surpreendido pelo grupo, que chegou em um Fiat Mobi preto.

Os quatro criminosos estavam armados, anunciaram o roubo e renderam pai e filho. O homem foi colocado no porta-malas, enquanto o adolescente ficou no banco de passageiro. Em seguida, o grupo passou a circular com as vítimas.

Por volta das 21 horas, a Patamo do Batalhão de Ação e Reação contra o Crime Organizado (BPTAR) recebeu do Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP) informações sobre o crime.

O Núcleo de Inteligência conseguiu contato com a esposa de uma das vítimas, que acompanhava a localização do veículo por meio de um sistema de rastreamento. As informações auxiliaram as equipes durante as buscas.

No bairro Ronaldo Aragão, os policiais localizaram um Gol branco trafegando em alta velocidade e com os faróis apagados. O motorista desobedeceu à ordem de parada e iniciou uma fuga pela Rua Tartaruga e outras vias da região.

Equipes do 5º Batalhão da Polícia Militar e do BPTAR foram mobilizadas para bloquear possíveis rotas de fuga. Durante a perseguição, os policiais receberam a informação de que as vítimas continuavam dentro do automóvel, o que exigiu cautela durante a abordagem.

O veículo foi alcançado na Linha Progresso. Os quatro suspeitos abandonaram o carro e tentaram fugir a pé, pulando muros e cercas. Os policiais seguiram o grupo e houve luta corporal durante as prisões.

Os suspeitos sofreram escoriações durante a fuga pelos terrenos e no confronto físico ocorrido no momento das prisões.

Dentro do veículo, os policiais localizaram o adolescente no banco traseiro e o pai no porta-malas. As duas vítimas foram libertadas.

Durante a ocorrência, também foi apreendida uma arma artesanal do tipo pistola, calibre .38, contendo uma munição intacta.

Entre os quatro presos está Kelvin S. S., que utilizava monitoramento eletrônico. Segundo o registro da ocorrência, os suspeitos declararam integrar uma facção criminosa.

O grupo foi preso e encaminhado para os procedimentos legais.

Cláudio Castro volta a ser alvo de busca e apreensão em operação da PF

Agentes cumprem 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro...

A PF (Polícia Federal) deflagrou nesta sexta-feira (14) a segunda fase da Operação Sem Refino. Segundo a PF, a ação mira o ex-governador Cláudio Castro (PL). Um dos mandados é cumprido em uma casa em Petrópolis (RJ) que é investigada por ser sede de uma série de negociações fraudulentas.

A Operação Sem Refino investiga a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis, suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

A operação desta sexta-feira apura a atuação de agentes públicos, entre eles nomes que atuaram na Secretaria de Meio Ambiente e na Secretaria de Transformação Digital do Estado.

Segundo a PF, a ação tem por objetivo apurar fraude na concessão de licenças ambientais para a refinaria, à revelia das diretrizes dos órgãos técnicos competentes, além de lavagem de capitais ligada ao esquema criminoso.

À CNN, a defesa de Cláudio Castro informou que o ex-governador desconhece ter sido alvo da operação e que não foram realizadas buscas em sua residência ou endereço vinculado.

Segundo o advogado Carlo Luchione, o imóvel localizado em Petrópolis, alvo da ação da PF, era alugado e teve o contrato de locação rescindido há meses, desde que Castro deixou o governo do estado, em março.

Além de Castro, a operação da PF desta sexta-feira também mirou:

  • Bernardo Rossi – ex-deputado estadual e ex-secretário do Ambiente e Sustentabilidade;
  • Antonio Carlos Santos (Pipo) – advogado;
  • Luiz Fernando Gomes – empresário;
  • José Mauro Junior – ex-secretário de Estado de Transformação Digital e ex-subsecretário executivo de Ambiente e Sustentabilidade;
  • Mauricio Leite – empresário;
  • Ana Carolina Miranda – empresária.

A CNN tenta contato com a defesa dos alvos.

Bernardo Rossi atuou como deputado estadual, foi prefeito de Petrópolis e secretário de Estado de Ambiente e Sustentabilidade até março de 2026.

Antônio Carlos Santos fez parte da lista sêxtupla da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) no fim de 2025 para concorrer a uma vaga como desembargador. No entanto, apenas 29 dos 142 membros do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro) o incluíram na lista tríplice, ficando em último lugar, apesar de ter sido apadrinhado por Cláudio Castro junto aos magistrados.

Luiz Fernando Gomes é empresário da construção civil, tendo assinado diversos contratos com o governo do Rio de Janeiro. Ele ainda é sócio da Engeprat.

O quinto alvo, José Mauro de Farias Junior, é ex-secretário de Estado de Transformação Digital no governo de Cláudio Castro. Ele também é apontado como sócio de mais de 20 empresas relacionadas a construção civil, corretagem de imóveis, holding de instituições não financeiras e um portal de notícias.

Os últimos dois alvos, Maurício LeiteeAna Carolina Mirandasão empresários, sócios da empresa 7 Pilares Assessoria, Empreendimentos e Inovações Tecnológicas Ltda.

Outro lado

Em nota, a defesa de Cláudio Castro negou "qualquer participação em irregularidades" envolvendo o ex-governador e disse desconhecer "o conteúdo integral da denúncia". Veja a nota na íntegra:

A defesa do ex-governador Cláudio Castro nega qualquer participação em irregularidades envolvendo a Refit e esclarece que o endereço alvo de buscas em Petrópolis não tem qualquer ligação com ele há meses. Atualmente, não há nenhum endereço ligado ao ex-governador na região.

A defesa ainda desconhece o conteúdo integral da denúncia e dos elementos que fundamentaram a operação e aguarda que os advogados tenham acesso aos autos para se manifestar de forma mais detalhada.

Todos os atos praticados durante sua gestão seguiram critérios técnicos, jurídicos e administrativos previstos na legislação.

A gestão Cláudio Castro foi, inclusive, a única a conseguir que a Refinaria de Manguinhos realizasse pagamentos de dívidas com o Estado do Rio de Janeiro, em montante próximo de R$ 1 bilhão.

Além disso, a Procuradoria Geral do Estado ingressou com diversas ações contra a empresa ao longo da gestão, demonstrando que o Estado atuou para cobrar os valores devidos e defender o interesse público.

fonte - Gustavo Uribe e Teo Cury, da CNN Brasil, Brasília e São Paulo.

Foragido há seis anos por roubo e tráfico de drogas é preso em Porto Velho

Homem era procurado pela Justiça do Paraná desde 2020 e tinha histórico de envolvimento com o tráfico de drogas...

Um homem que estava foragido da Justiça do Paraná desde 2020 foi preso nesta quinta-feira (13), em Porto Velho. Ele era procurado pelos crimes de roubo e tráfico de drogas.

O homem estava foragido havia cerca de seis anos e possuía histórico relacionado ao tráfico de entorpecentes.

Em 2009, ele foi preso em flagrante em Londrina, no Paraná, enquanto transportava cocaína proveniente da Bolívia. A droga tinha como destino Curitiba, também no Paraná.

Após ser localizado e preso em Porto Velho, o homem foi encaminhado às autoridades competentes.

Ele permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento das medidas judiciais cabíveis.

Acusado de m*tar médico e esconder corpo em cova é preso em pousada de Jaci-Paraná

Nicolas Gomes Buranello foi localizado após denúncia anônima e preso sem resistência; Lucas Macedo Martins foi encontrado morto em julho...

Nicolas Gomes Buranello, acusado de matar o médico Lucas Macedo Martins, de 32 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (14) em um apartamento da Pousada da Turma, no distrito de Jaci-Paraná, em Porto Velho. A localização do foragido ocorreu após uma denúncia recebida pela Polícia Militar.

A informação chegou à guarnição de Nova Mutum Paraná por meio de uma ligação feita de um número desconhecido. O denunciante informou que Nicolas havia sido visto entrando na pousada.

Após verificarem a existência do mandado de prisão preventiva contra o suspeito, os policiais seguiram até o endereço indicado e localizaram Nicolas no apartamento 3.

Os militares bateram à porta e determinaram que o ocupante abrisse. Nicolas atendeu à ordem e foi preso sem oferecer resistência.

Durante a abordagem, ele informou aos policiais que havia chegado à pousada apenas para passar a noite. Ao ser questionado sobre outros fatos, exerceu o direito de permanecer em silêncio.

Entre os pertences encontrados com Nicolas estavam 25 peças de roupas, aparelho celular Samsung, dinheiro, cartões, garrafa térmica, fone de ouvido, óculos, carregador, perfume, escovas de dentes, meias e produtos de higiene.

Após a captura, Nicolas foi encaminhado à Delegacia Especializada em Homicídios, em Porto Velho.

O suspeito estava com prisão preventiva decretada no âmbito da investigação sobre a morte de Lucas Macedo Martins. O médico foi encontrado morto no dia 24 de julho, dentro de uma cova no Cemitério Santo Antônio, em Porto Velho.

Com a prisão, Nicolas fica à disposição da Justiça enquanto prosseguem as investigações sobre o assassinato.

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Polícia Civil diz que investiga morte de médico e descarta divulgar detalhes neste momento

Mais de 200 kg de skunk são encontrados escondidos em carga de paletes em Vilhena

Carga com 199 tabletes da droga seguia pela BR-364 com destino a Cuiabá, em Mato Grosso...

Uma carga com aproximadamente 206,54 quilos de substância análoga a skunk foi apreendida na tarde desta quarta-feira (12), no km 1 da BR-364, em Vilhena. A droga estava escondida entre paletes transportados por uma combinação de veículos de carga e tinha como destino Cuiabá, em Mato Grosso.

A apreensão ocorreu durante uma fiscalização de combate ao crime. Os policiais rodoviários federais abordaram o veículo que trafegava no sentido decrescente da BR-364 e realizaram uma inspeção no compartimento de carga.

Durante a fiscalização, foram encontrados diversos sacos ocultos entre os paletes. No interior deles estavam 199 tabletes de substância semelhante a skunk, totalizando cerca de 206,54 quilos.

Diante do flagrante, o responsável pelo transporte foi preso pela prática, em tese, do crime de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006.

O homem detido, a droga apreendida e a ocorrência foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal em Vilhena para os procedimentos cabíveis.

Homem é condenado a mais de 23 anos por m*tar vítima com cerca de dez golpes de madeira em Nova Mamoré

Réu recebeu pena de 23 anos e 4 meses de prisão no primeiro Tribunal do Júri realizado na comarca; jurados reconheceram três qualificadoras...

D.L.S. foi condenado a 23 anos e quatro meses de prisão pelo assassinato de J.R.S., de 47 anos, em Nova Mamoré. O julgamento ocorreu nesta quarta-feira (12), na Câmara Municipal, e marcou a realização do primeiro Tribunal do Júri da comarca.

O crime aconteceu em 12 de junho de 2024. Conforme a denúncia, o réu e a vítima estavam na residência da mãe de J.R.S., acompanhados de outras pessoas, quando tiveram uma discussão.

Durante o desentendimento, D.L.S. pegou um pedaço de madeira e atingiu a vítima cerca de dez vezes na cabeça e no rosto. Após as agressões, ele fugiu do local.

Ainda segundo a denúncia, depois do homicídio, o réu enviou áudios para a companheira nos quais confessou ter cometido o crime.

Três qualificadoras reconhecidas

Durante o julgamento, a acusação foi conduzida pelo promotor de Justiça Antônio Carlos de Siqueira Júnior. O Conselho de Sentença reconheceu as três qualificadoras apresentadas contra o réu: motivo torpe, emprego de meio cruel e utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.

Com a decisão dos jurados, D.L.S. recebeu pena de 23 anos e quatro meses de prisão.

Primeiro júri da comarca

Além do julgamento do homicídio, a sessão representou um marco para Nova Mamoré por ser o primeiro Tribunal do Júri realizado na comarca, instalada em julho de 2026.

Com a nova estrutura, o processo pôde ser levado a julgamento na própria cidade onde o crime ocorreu.

Empresário é denunciado por vi*lência s*xual contra pelo menos 11 adolescentes em Cacoal

Denúncia reúne 19 fatos e aponta crimes de estupro de vulnerável, favorecimento da prostituição de adolescentes e fornecimento de bebidas alcoólicas...

Um empresário de Cacoal foi denunciado por crimes relacionados à violência sexual contra pelo menos 11 adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos. A denúncia apresentada pelo Ministério Público de Rondônia reúne 19 fatos distintos que teriam ocorrido entre 2025 e 2026.

Entre os crimes atribuídos ao empresário estão estupro de vulnerável, favorecimento da prostituição de adolescentes e fornecimento de bebida alcoólica a menores de idade.

De acordo com a denúncia, o investigado submetia as vítimas à violência sexual e se aproveitava da condição de vulnerabilidade das adolescentes. O documento aponta ainda o fornecimento de bebidas alcoólicas e a oferta de dinheiro para exploração sexual.

Crimes atribuídos ao empresário

O empresário foi denunciado por estupro de vulnerável, crime previsto no artigo 217-A do Código Penal e que prevê pena de oito a 15 anos de reclusão.

A denúncia também inclui favorecimento da prostituição de adolescentes, previsto no artigo 218-B do Código Penal, cuja pena varia de quatro a dez anos de reclusão.

Outro crime atribuído ao investigado é o fornecimento de bebida alcoólica a menores de idade, previsto no artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com pena de dois a quatro anos de detenção, além de multa.

Como denunciar

Meninas e mulheres têm direito a uma vida livre de violência e violações de direitos. Estas são garantias previstas na Constituição Federal. Em emergências, vítimas devem ligar para o 190 para pedir socorro.

Para denunciar casos de violência, a Ouvidoria do MPRO está à disposição pelo número 127, ou ainda, pelo formulário online

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