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Mãe é presa após agr*dir filha que se recusou a faltar aula para cuidar da irmã em Porto Velho

Segundo a Polícia Militar, a mãe teria pedido para a menina permanecer em casa para cuidar da irmã, mas a criança recusou porque precisava fazer uma prova na escola...


Uma mulher foi presa suspeita de agredir a própria filha, de 11 anos, após a criança se recusar a faltar à escola para cuidar da irmã mais nova, um bebê de colo. O caso aconteceu em um condomínio no bairro Juscelino Kubitschek, na Zona Leste de Porto Velho.

Segundo a Polícia Militar, a mãe teria pedido para a menina permanecer em casa para cuidar da irmã, mas a criança recusou porque precisava fazer uma prova na escola. Após a discussão, a mulher admitiu aos policiais que aplicou um “corretivo” na filha.

Depois da agressão, a menina procurou a avó materna, que a levou até a unidade de ensino. Ao retornar, a criança afirmou que não queria mais voltar para casa por medo de novas agressões.

Ainda conforme a ocorrência, a suspeita informou que acionou o pai da menina para buscá-la, alegando que ele teria a guarda da filha. No entanto, os policiais constataram que o homem é investigado em outro caso envolvendo a criança e possui medida protetiva que o impede de se aproximar dela.

A mulher foi presa e encaminhada para a Central de Flagrantes. O Conselho Tutelar acompanhou o caso e a menina ficou sob os cuidados da equipe de acolhimento da unidade policial.

A Polícia Civil deve investigar o caso como possível crime de maus-tratos contra criança.

Nova fase da Compliance Zero prende agente e mira delegada da PF

Integrantes da ativa e agentes aposentados da corporação são investigados suspeitos de vazar informações ao grupo de Daniel Vorcaro...


A sexta fase da operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira (14), avançou sobre integrantes da Polícia Federal que teriam atuado para beneficiar o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O ministro André Mendonça, responsável pela investigação no STF (Supremo Tribunal Federal), determinou o afastamento de uma delegada da PF, que foi alvo de busca e apreensão, e a prisão de um agente da ativa da corporação suspeitos de vazar informações ao grupo de Vorcaro.

Outros dois agentes aposentados da PF foram alvos de busca e apreensão nesta quinta-feira.

As investigações revelaram no início do ano que o grupo contratado pelo banqueiro para influenciar as apurações, realizar atividades de vigilância, coleta de informações e monitoramento de adversários acessava dados do MPF, da Polícia Federal e até de organismos internacionais, como o FBI e a Interpol. 

Vorcaro teve acesso antecipado a diligências da investigação, de acordo com registros localizados pela própria PF. O empresário teria inclusive feito anotações sobre autoridades e procedimentos policiais em curso.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, apontado como o coordenador operacional do grupo denominado "A Turma", realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos, incluindo bases utilizadas por instituições de segurança pública e investigação policial.

O acesso, segundo a investigação, era feito por Mourão por meio da utilização de credenciais funcionais de outras pessoas, o que permitia obter informações protegidas por sigilo institucional.

"A partir dessa metodologia, de acordo com a autoridade policial, o investigado teria obtido acesso indevido aos sistemas da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal, e até mesmo de organismos internacionais, tais como FBI e Interpol", escreveu o ministro André Mendonça ao autorizar a mais recente fase da operação sobre o caso.

LEIA MAIS - Pai de Daniel Vorcaro é preso em nova fase da Compliance Zero


fonte - Teo Cury, Elijonas Maia, Gustavo Uribe e Larissa Rodrigues, da CNN Brasil, Brasília e São Paulo.

Pai de Daniel Vorcaro é preso em nova fase da Compliance Zero

Henrique Vorcaro, pai do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi alvo de um dos sete mandados de prisão da operação nesta quinta...


A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta quinta-feira (14/5), o empresário Henrique Vorcaro, pai do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, no âmbito da sexta fase da Operação Compliance Zero, que investiga esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

Henrique foi alvo de um dos sete mandados de prisão da operação, que teve aval da Procuradoria-Geral da República (PGR) e foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.

Informações preliminares relatam que o empresário viajaria nesta quinta para Brasília, onde visitaria o filho, preso na Superintendência da PF em Brasília. Henrique também foi alvo de busca e apreensão. Ele foi preso em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e levado para a sede da PF na capital mineira.

Policiais federais cumprem os mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo, nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Ainda foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e de sequestro e de bloqueio de bens.

Segundo informações da PF, uma delegada, Valéria Vieira Pereira da Silva, foi afastada de suas funções, e um agente da corporação, Francisco José Pereira da Silva, marido de Valéria, foi preso. Ambos são lotados no Rio de Janeiro. Eles são suspeitos de repassar informações da corporação para Daniel Vorcaro.

A ação mira integrantes da chamada “A Turma”, grupo descrito pelos investigadores como uma estrutura de coerção comandada por Daniel Vorcaro usada para intimidar críticos, monitorar autoridades e obter informações sigilosas em favor do banqueiro.

A Turma

Daniel Vorcaro — apontado como líder do grupo investigado e responsável pelas ordens estratégicas ligadas à estrutura clandestina de monitoramento e intimidação.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão (“Sicário”) — descrito como coordenador operacional da estrutura. Segundo a PF, comandava ações de vigilância, monitoramento de alvos, obtenção de dados sigilosos e intimidação. Foi preso em fase anterior e morreu posteriormente na prisão.

Fabiano Zettel — cunhado de Daniel Vorcaro e apontado como operador financeiro do esquema. De acordo com a investigação, fazia pagamentos aos integrantes da estrutura e ajudava a operacionalizar contratos simulados e movimentações financeiras.

Marilson Roseno da Silva — policial federal aposentado apontado como operador do núcleo de inteligência paralela. Segundo a PF, utilizava experiência e contatos da carreira policial para acessar dados e acompanhar alvos de interesse do grupo.

Henrique Moura Vorcaro — pai de Daniel Vorcaro e alvo da nova fase da operação. A PF aponta suspeitas de participação em esquema de ocultação patrimonial e lavagem de dinheiro ligado às movimentações bilionárias investigadas.

Estão sendo investigados os crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional.

Quem é Henrique Vorcaro

Preso em Belo Horizonte, Henrique Vorcaro é um empresário mineiro do setor de infraestrutura e construção pesada em Minas Gerais. Ele é o fundador e líder do Grupo Multipar, um conglomerado que atua em diversos segmentos, incluindo engenharia, energia, agronegócio e setor imobiliário.

Segundo as diligências da PF, Henrique Vorcaro já aparecia desde o início do caso como peça ligada às movimentações financeiras suspeitas do grupo investigado, como informou o Metrópoles, na coluna da Mirelle Pinheiro.

Ele presidia a Multipar, empresa que, de acordo com relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), movimentou mais de R$ 1 bilhão entre 2020 e 2025 exclusivamente entre contas ligadas ao núcleo de Daniel Vorcaro.

O nome do pai do banqueiro ganhou ainda mais relevância dentro da investigação após a Polícia Federal afirmar ao STF que Daniel Vorcaro teria ocultado mais de R$ 2,2 bilhões em uma conta atribuída a ele, depois de ter sido colocado em liberdade no fim de 2025.

Segundo a PF, os valores foram identificados durante medidas de bloqueio financeiro realizadas na segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada em janeiro deste ano.

A PF afirmou que o montante, localizado junto à CBSF DTVM, conhecida no mercado financeiro como REAG, só foi descoberto graças às medidas executadas na nova etapa da apuração.

No documento enviado ao STF, os investigadores classificaram o valor como uma “quantia impressionante” e sustentaram que a ocultação patrimonial continuou mesmo após a soltura do banqueiro.

“Enquanto o Fundo Garantidor de Crédito sangrava para cobrir o rombo bilionário deixado pelo Banco Master no mercado financeiro, montante que alcança quase 40 bilhões de reais, Daniel Vorcaro ocultava de seus credores e vítimas mais de 2 bilhões de reais”, escreveu a PF.

Segundo a corporação, o esquema investigado envolve crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, invasão de dispositivos informáticos, violação de sigilo funcional e organização criminosa.

Fraudes financeiras

A Compliance Zero investiga um complexo esquema de fraudes no sistema financeiro nacional, com foco inicial em transações irregulares envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB).

Como um de seus resultados, houve um bloqueio judicial de R$ 12,2 bilhões dos investigados, valor referente a operações fraudulentas de compra de ativos “podres” do Banco Master, de Daniel Vorcaro, pelo BRB.

A investigação aponta que a instituição financeira de Vorcaro teria criado carteiras de crédito sem lastro (títulos fictícios) para inflar balanços e gerar liquidez artificial, contando com a omissão ou conivência de agentes internos e órgãos reguladores para movimentar esses ativos no mercado.

fonte - Carlos Estênio Brasilino - Felipe Machado - METRÓPOLES.

Casal do tráfico é surpreendido com arma e animal silvestre ilegal no AM

O casal também foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo e crime ambiental

Juruá – Um casal, uma mulher, 25, e um homem, de 26 anos, foram presos nesta terça-feira (12) investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. A prisão ocorreu no município de Juruá (a 674 quilômetros a oeste de Manaus).Durante as buscas no imóvel dos dois, os policiais apreenderam uma espingarda calibre 16, quatro munições, um aparelho celular e um macaco primata mantido ilegalmente em cativeiro.



De acordo com o delegado Célio Lima, da 70ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Juruá, as prisões foram cumpridas na residência dos pais da investigada, no bairro Tancredo Neves 2, no município.


“Durante as buscas no imóvel dos dois, os policiais apreenderam uma espingarda calibre 16, quatro munições, um aparelho celular e um macaco primata mantido ilegalmente em cativeiro”, informou o delegado.



Ainda conforme a autoridade policial, o criminoso não estava no local no momento da operação e retornou horas depois, quando foi preso pela equipe da 70ª DIP.



Além das prisões por tráfico de drogas e associação para o tráfico, o casal também foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo e crime ambiental, em razão da manutenção ilegal de animal silvestre em cativeiro.


Os investigados permanecerão à disposição da Justiça.


Fonte: D24am

Mãe acusada de jogar bebê no lixão já tem 5 filhos e fez o parto em casa no AM

A mulher ainda apresentava hemorragia, e deve permanecer sob cuidados médicos antes de ser encaminhada à Justiça

Manacapuru – A mulher, 28, presa acusada de abandonar a filha recém-nascida dentro de uma mochila em uma área de lixão na rodovia AM-352, estrada que liga Manacapuru a Novo Airão (a 115 quilômetros de Manaus), já é mãe de outros cinco filhos e realizou o parto em casa sozinha. Segundo a Polícia Civil, a investigada foi identificada logo após a criança ser encontrada. Apesar de ter sido socorrida e levada a um hospital, a bebê morreu.



De acordo com a delegada Joyce Coelho, da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Manacapuru, a polícia recebeu as informações que levaram até uma casa no bairro de Terra Preta.


No local, as equipes encontraram vestígios como lençóis sujos de sangue e sangue pelo chão, que indicavam que um parto recente tinha acontecido no cômodo.


Em depoimento a polícia, a mulher admitiu que teve a filha de domingo para a segunda. A mãe colocou a recém-nascida dentro de uma mochila, depois em um saco pretoo, amarrou e esperou a hora do caminhão da coleta de lixo passar na rua para realizar o descarte.


Ainda segundo a delegada, a criança teria permanecido cerca de duas horas e meia no caminhão até ser despejada no lixão na rodovia AM-352. A mulher alegou que tomou a atitude em um momento de desespero e que tinha medo da reação da família.


Com a confissão, a mulher foi indiciada por homicídio qualificado por meio cruel.


A mulher ainda apresentava hemorragia, e deve permanecer sob cuidados médicos antes de ser encaminhada à Justiça.


De acordo com informações da Polícia Militar do Amazonas, moradores encontraram a criança próximo ao lixão público da comunidade Castanheira, no quilômetro 1 da rodovia, e acionaram a polícia.


Os policiais militares capitão Robson Bezerra e tenente Sidomar atenderam a ocorrência e levaram a bebê às pressas para o Hospital Geral de Manacapuru, mas apesar dos esforços das equipes médicas, a recém-nascida não resistiu às condições em que foi exposta e teve a morte confirmada.


Fonte: D24am

Motorista derruba policial da PRF durante fuga e acaba preso em Ji-Paraná; veja vídeo

Um motorista foi preso em flagrante após derrubar um policial rodoviário federal durante uma perseguição em Ji-Paraná, em Rondônia. O caso aconteceu durante uma operação da PRF voltada ao combate de crimes transfronteiriços.


Segundo a corporação, a perseguição começou depois que o condutor de uma picape desobedeceu uma ordem de parada e tentou fugir em alta velocidade. Ainda conforme a PRF, o suspeito avançou com o veículo na direção dos agentes e ignorou novas tentativas de abordagem ao longo do trajeto.

Durante o acompanhamento tático, o motorista atingiu um policial que participava da ação em uma motocicleta, provocando a queda do agente.


Após a perseguição, o homem foi detido e encaminhado às autoridades competentes. A PRF destacou que desobedecer ordem de parada em ações policiais pode configurar crime de desobediência, além de colocar em risco a vida de agentes e demais motoristas nas rodovias.


O caso segue sob investigação.

Como R$ 87 milhões da aposentadoria de servidores foram parar no Banco Master

Segundo a PF, cerca de R$ 107 milhões foram aplicados em quatro Letras Financeiras emitidas por bancos privados...


A aplicação de aproximadamente R$ 87 milhões da previdência de servidores públicos de Cajamar, em São Paulo, no Banco Master entrou na mira da Polícia Federal. A Operação Off-Balance, deflagrada nesta quarta-feira (13/5), apura possíveis irregularidades na gestão de recursos do Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar (IPSSC) e investiga suspeitas de gestão temerária envolvendo investimentos milionários em instituições financeiras privadas.

Segundo a PF, cerca de R$ 107 milhões foram aplicados em quatro Letras Financeiras emitidas por bancos privados. Parte significativa dos recursos foi direcionada ao Banco Master entre outubro de 2023 e março de 2024.

Conforme revelado pela colunista Andreza Matais, os investimentos ocorreram durante a gestão do então prefeito Danilo Joan, atual vice-presidente estadual do PP em São Paulo e pré-candidato a deputado estadual. Apesar disso, ele não é alvo da operação.

Os documentos analisados pela investigação apontam que as aplicações foram assinadas pelos dirigentes do instituto previdenciário à época: Luiz Henrique Miranda Teixeira, diretor-executivo; Milton Marques Dias, diretor administrativo e financeiro; e Marcelo Ribas de Oliveira, diretor de benefícios.

A investigação da PF busca esclarecer se houve falhas técnicas, exposição excessiva ao risco ou descumprimento das regras que disciplinam investimentos de recursos previdenciários de servidores públicos.

Nesta quarta-feira, policiais federais cumpriram seis mandados de busca e apreensão nos municípios de Cajamar, Boituva e São Paulo. A Justiça Federal também autorizou medidas cautelares de afastamento de função pública e indisponibilidade de bens.

As ordens foram expedidas pela 9ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

A aplicação de recursos previdenciários em Letras Financeiras exige análise rigorosa de segurança, liquidez e capacidade financeira das instituições emissoras, justamente por envolver valores destinados ao pagamento de aposentadorias e pensões de servidores públicos.

Operação Compliance Zero

A operação ocorre em meio ao avanço de outras investigações envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Na semana passada, a Polícia Federal realizou nova fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como alvo o senador Ciro Nogueira (PP-PI).

Segundo a PF, Vorcaro supostamente realizaria pagamentos mensais ao senador. Ciro Nogueira nega as acusações.

Os investigadores agora tentam entender se houve irregularidades, influência política ou decisões incompatíveis com a proteção do patrimônio previdenciário dos servidores municipais.

Em nota enviada anteriormente à coluna de Andreza Matais, o Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar afirmou que “todos os investimentos foram realizados com observância de rigorosas cautelas legais e análises técnicas”, em um momento em que a instituição financeira era considerada regular pelos órgãos reguladores.

O ex-diretor Milton Marques Dias informou que já prestou todos os esclarecimentos solicitados sobre os investimentos. A reportagem não conseguiu contato com os demais ex-dirigentes citados na investigação.

LEIA MAIS - Saiba quem são os alvos da PF em nova operação do Banco Master

FONTE - Mirelle Pinheiro/ METRÓPOLES.

PF captura três foragidos pelo cr*me de est*pro de vuln&rável

Contra eles havia mandados de prisão preventiva expedidos pelo TJ/RO...


A Polícia Federal realizou a prisão de três foragidos da Justiça entre segunda-feira (11/5) e terça-feira (12/5). Contra eles havia mandados de prisão preventiva expedidos pelo Tribunal de Justiça de Rondônia pelo crime de estupro de vulnerável.

Dois dos foragidos foram localizados e presos em Porto Velho/RO. O terceiro foi preso no município de Humaitá/AM, com apoio da Polícia Militar do Amazonas.

Após as prisões, os capturados foram encaminhados às unidades prisionais, onde permanecerão à disposição da Justiça.

fonte - PF/RO.

Saiba quem são os alvos da PF em nova operação do Banco Master

As ordens foram expedidas pela 9ª Vara Criminal Federal de São Paulo...


A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (13/5), a Operação Off-Balance, nova ação ligada ao Banco Master que investiga possíveis irregularidades na aplicação de recursos do Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar, em São Paulo.

A investigação apura suspeitas de gestão temerária envolvendo cerca de R$ 107 milhões investidos em quatro Letras Financeiras emitidas por bancos privados, entre eles o Banco Master.

A Off-Balance tem como alvo ex-dirigentes do instituto previdenciário municipal responsáveis pelas aplicações financeiras feitas no Banco Master.

Os investimentos foram assinados, à época, pelos diretores Luiz Henrique Miranda Teixeira, diretor-executivo; Milton Marques Dias, diretor administrativo e financeiro; e Marcelo Ribas de Oliveira, responsável pela área de benefícios. Todos são investigados pela PF.

Policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Cajamar, Boituva e São Paulo. A Justiça Federal também determinou medidas cautelares de afastamento de função pública e indisponibilidade de bens.

As ordens foram expedidas pela 9ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

Segundo apurou a coluna, o atual vice-presidente estadual do PP em São Paulo e ex-prefeito de Cajamar, Danilo Joan, não é alvo da operação.

As aplicações ocorreram em três etapas, entre outubro e dezembro de 2023 e março de 2024, período em que Danilo Joan ocupava a prefeitura do município.

Na época, cabia ao prefeito indicar os dirigentes do Instituto de Previdência dos Servidores de Cajamar.

Segundo as investigações, aproximadamente R$ 87 milhões foram aplicados em letras financeiras do Banco Master. Com a liquidação da instituição financeira, o instituto perdeu os valores investidos.

Ciro Nogueira

A operação ocorre poucos dias após nova fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como alvo o senador Ciro Nogueira (PP-PI).

Na investigação da Compliance Zero, a Polícia Federal afirmou que o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, supostamente pagava valores mensais ao senador. Segundo a PF, os repasses variavam entre R$ 300 mil e R$ 500 mil. Ciro Nogueira nega as acusações.

O ex-prefeito Danilo Joan é considerado aliado político de Ciro Nogueira e participou de ato de filiação ao PP com a presença do senador, em março deste ano.

A PF investiga se houve falhas técnicas, riscos incompatíveis ou irregularidades nas aplicações realizadas com recursos da previdência municipal.

Em nota enviada anteriormente à coluna de Andreza Matais, o Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar afirmou que “todos os investimentos foram realizados com a observância de rigorosas cautelas legais e análises técnicas, em um momento em que a instituição era considerada sólida e segura pelos órgãos reguladores”.

Procurado pela reportagem, Milton Marques Dias afirmou que “já foram prestadas todas as informações solicitadas pelo portal Metrópoles” sobre os investimentos. A coluna não conseguiu contato com os demais ex-dirigentes citados na investigação.

fonte - Mirelle Pinheiro/ METROPOLES.

Suspeito de estuprar e contaminar enteada com IST é preso no AM

Após atendimento odontológico, é identificada lesão por IST na cavidade oral da vítima

Tonantins – Um jovem de 22 anos, foi preso nesta terça-feira (12), por meio de mandado de prisão preventiva, por estupro de vulnerável contra a enteada, de 7 anos. O crime foi registrado em janeiro deste ano, no município de Tonantins (a 865 quilômetros de Manaus).



De acordo com o delegado Wellery Aleff, da 54ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), as diligências tiveram início após o recebimento de informações do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).


“No dia 12 de janeiro, durante um atendimento odontológico em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), foi constatada uma lesão na cavidade oral da vítima. O exame identificou que a marca era sugestiva de HPV (Papiloma Vírus Humano), caracterizado como uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST)”, relatou o delegado.


Conforme o delegado, naquele momento a vítima revelou ter sofrido diversas agressões por parte do padrasto que praticava atos libidinosos com ela durante a ausência de genitora.


“Em escuta especializada, a criança informou que sua mãe também é vítima de violência doméstica praticada pelo suspeito, e que as agressões costumam se intensificar quando o autor está sob o efeito de álcool”, informou Wellery Aleff.


Com base nas provas coletadas, a Polícia Civil representou à Justiça pela prisão preventiva do autor que foi localizado e preso em seu local de trabalho, em uma estrada, do município.


O homem responderá pelo crime de estupro de vulnerável e ficará à disposição do Poder Judiciário.


Fonte: D24am

Golpes na internet atingem 26 milhões de pessoas; veja como se proteger

Banco Central e administradoras de cartão possibilitam o bloqueio e cancelamento de transações em casos de fraude digital

Uma pesquisa Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgada no início deste mês, apontou que os golpes financeiros pela internet ou celular atingiram cerca de 26,3 milhões de pessoas nos últimos 12 meses. Diante dos casos, se torna cada vez mais necessário um maior cuidado dos usuários ao realizar compras online.



Segundo Priscila Couto, líder de Confiabilidade e Segurança do Google na América Latina, existem maneiras de se proteger dos golpes antes de concluir qualquer compra no ambiente digital.


Entre as medidas, Couto detalha a importância da escolha do meio de pagamento e a proteção do cartão, principalmente quando a compra é feita por meio do Pix, uma vez que, criado especificamente para atuar em casos de fraudes e golpes, o Banco Central já conta com o MED (Mecanismo Especial de Devolução).


Dessa forma, ao realizar uma compra via Pix e perceber que pagou para uma loja falsa, o usuário tem a possibilidade de entrar em contato imediatamente com o respectivo banco (pelo aplicativo ou canais de atendimento), contestar a transação e tentar o bloqueio cautelar do valor.


Mesmo com a possibilidade de reaver o pagamento, a especialista aponta que o cartão de crédito ainda pode ser uma maneira confiável para realizar uma compra na internet. Isso porque, em caso de fraude, o usuário tem o direito de ligar para a administração do banco e solicitar o cancelamento da compra.


Segundo Priscila, o uso de aplicativos de carteira digital, como a Carteira do Google, é uma recomendação para se proteger de golpes, visto que esse tipo de aplicativo usa uma tecnologia conhecida como "tokenização", que tem capacidade de criar um código numérico temporário. Dessa maneira, caso o site seja falso ou invadido por hackers, o cartão verdadeiro do usuário continua blindado.


Além disso, a checagem da tela se torna uma medida preventiva para os golpes. Assim, a especialista aponta para três itens visuais no site da compra:


Verificação da URL (endereço do site): é importante verificar letra por letra, uma vez que os suspeitos tendem a trocar letras parecidas, como um "L" minúsculo por um "i" maiúsculo;

Ícone do cadeado: a ausência do cadeado de segurança (HTTPS) na barra de endereços é um forte indicativo de que o site não é seguro;

CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica): a especialista destaca para que o usuário role a página até o fim, visto que lojas reais mostram o nome da empresa e o número do CNPJ. Para garantir com maior certeza, o usuário ainda pode digitar o número do cadastro no site da Receita Federal para verificar se a empresa existe legalmente.

Segundo Couto, é necessário o cuidado com preços excessivamente baixos. Assim, é importante desconfiar de promoções com valores muito abaixo do mercado ou do que é anunciado no site oficial da marca, uma vez que os golpistas usam essas ofertas como uma "isca" para atrair os usuários.


Para Priscila, o perigo dos golpes também pode estar escondido em mensagens de celular (WhatsApp e SMS), dado que os usuários podem receber links enganosos de ofertas, página comumente produzida por suspeitos para roubar senhas.


Diante desses casos, a especialista aponta que usuários de smartphones Android, por exemplo, já contam com uma camada extra de proteção: o aplicativo Mensagens do Google, que usa inteligência artificial para detectar spam e emitir um alerta automático na tela do usuário.


Para além disso, como forma de segurança, a recomendação é para que os consumidores digitem diretamente o endereço da empresa no navegador em vez de clicar em links de buscadores ou redes sociais. (CNN)

Veja momento de explosão em casa que deixou morto e feridos em SP

Imagens mostram momento exato em que residência explode no bairro Alvorada, em Jaguaré, na zona Oeste da capital paulista; Alex Sandro Fernandes Nunes foi identificado como vítima da ocorrência



Imagens obtidas pela CNN Brasil mostram o momento exato em que uma casa explode no bairro Alvorada, em Jaguaré, na zona Oeste de São Paulo, na tarde desta segunda-feira (11). A ocorrência deixou um homem morto e outros três hospitalizados. 


Nos registros captados por câmeras de segurança, é possível ver a dimensão da explosão. Ao fundo da imagem, estão algumas pessoas, que correm logo após a residência desabar.


Quem era homem morto após explosão

Alex Sandro Fernandes Nunes, de 49 anos, é o homem que morreu em razão da explosão de uma residência no bairro Alvorada, no Jaguaré, zona Oeste de São Paulo, na tarde desta segunda-feira (11).


De acordo com informações obtidas pela CNN Brasil, ele trabalhava como vigilante e estava a dois meses de completar mais um ano de vida.


Segundo a Defesa Civil, Alex Sandro era morador de Minas Gerais e a família do homem tenta realizar o traslado do corpo para o estado.


Ele foi localizado pelo Corpo de Bombeiros, já sem vida, no local. A morte foi constatada pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).


Feridos e hospitalizados

Três homens foram hospitalizados após a explosão em Jaguaré (SP). Um deles está entubado em estado grave, em leito de UTI, conforme informações passadas pelo Hospital Regional de Osasco.


Um dos feridos é um funcionário da Sabesp, que apresenta quadro de sáude estável, os outros dois são moradores da região.


De acordo com a Defesa Civil, que realiza vistoria no local, a ocorrência deixou 46 residências interditadas, sendo dez colapsadas totalmente, além de ter atingido 2 mil metros de área e imóveis em outras duas ruas.


O que sabemos da explosão

Uma casa explodiu e causou um incêndio no bairro Alvorada, na região do Jaguaré, na zona Oeste de São Paulo. Segundo a atualização mais recente, cerca de 160 pessoas foram afetadas e aproximadamente 46 residências foram interditadas. 


De acordo com o Corpo de Bombeiros, houve destruição de imóveis e vítimas soterradas entre os escombros. Até o momento, há registro de três pessoas feridas e uma morte. As vítimas foram encaminhadas ao Pronto-Socorro Regional de Osasco.


Segundo os bombeiros, os feridos são um funcionário da Sabesp — empresa que fazia trabalho em conjunto com a Comgás —, socorrido por pessoas que estavam na região, e dois moradores, atendidos pelo Samu e pelo Corpo de Bombeiros.


De acordo com a capitão do Corpo de Bombeiros Karoline Burunsizian, a equipe ainda trabalha com hipóteses sobre o acidente. Uma das linhas de investigação tem relação com a perfuração de uma tubulação. (CNN)

Suspeitos abandonam carro em matagal após perseguição da PRF e mais de 50 kg de drogas são apreendidos em Porto Velho

O veículo no qual a droga era transportada foi abandonado pelos suspeitos em matagal...


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia apreendeu, na tarde da última segunda-feira (11), 52,25 kg de entorpecentes em veículo de passeio no KM 759 da BR-364, município de Porto Velho/RO.

Durante patrulhamento ostensivo de prevenção e repressão a condutas criminosas, a equipe policial avistou um automóvel que seguia em estrada alternativa próximo à BR-364. Ao visualizarem a presença da viatura da PRF, o condutor do veículo realizou manobra brusca de retorno e empreendeu fuga. 

De imediato, os policiais iniciaram acompanhamento tático. Poucos metros depois, encontraram o automóvel abandonado com as duas portas da frente abertas em um matagal e também avistaram, ao longe, dois suspeitos evadindo-se pelo mato. Foi dado ordem de parada, a qual não foi obedecida.

Diante dos fatos, uma equipe de prontidão foi acionada para auxiliar na tentativa de localizar os dois homens. 

Após horas de intensas buscas, não foi possível localizar os suspeitos. No interior do veículo, os PRFs encontraram, no total, vinte tabletes de substância análoga à maconha e trinta pacotes de substância análoga à skunk.

O veículo abandonado e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para demais procedimentos cabíveis.

fonte - PF/RO.

Policiais civis extorquiram homem suspeito pelo sequestro da mãe de Robinho

Ação foi realizada na manhã desta terça-feira (12) e mirou policiais civis por crimes de extorsão em São Paulo; uma das vítimas teria possível envolvimento com o sequestro da mãe do jogador em 2004


Os policiais civis presos durante a "Operação Quina", deflagrada pela Corregedoria Geral da Polícia Civil em conjunto com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) nesta terça-feira (12), teriam extorquido cerca de R$ 1 milhão de um dos suspeitos de envolvimento no sequestro da mãe do jogador de futebol Robinho, em 2004.


Segundo fontes ligadas a investigação, Fabio Oliveira Silva é apontado como um dos possíveis suspeitos no sequestro de Marina de Souza, mãe de Robinho, na cidade de Praia Grande, no litoral de São Paulo.

Após uma longa negociação, a mãe do então jogador do Santos só foi liberada em 17 de dezembro daquele ano, em Perus, bairro da Zona Norte da capital.


De acordo com o inquérito policial, Fabio foi uma das vítimas dos crimes praticados por policiais civis em abril de 2026. Em depoimento, o homem alega que foi preso ilegalmente por agentes da Dise (Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes) de Carapicuíba, que invadiram sua residência sem mandado judicial.


Fabio afirma que os agentes passaram a dizer que “agora a ideia é outra”, afirmando que tinham um quilo de drogas e que iriam forjar flagrante caso ele não colaborasse. A partir daí, conforme o relato, os policiais iniciaram a exigência de R$ 1 milhão para não prendê-lo.


Segundo consta no inquérito policial, a vítima foi levada à Dise — mas não para uma cela comum. O documento aponta que Fabio foi conduzido à uma sala no andar superior do local, equipada com sofá, TV e fechadura digital. 


Enquanto Fabio estava preso, seu primo, Eder Wilson de Jesus Silva, negociava sua liberdade com um dos policiais. O familiar conseguiu juntar R$ 303 mil (inclusive recorrendo a agiotas) e entregou a quantia aos agentes civis em uma padaria de Barueri, na região Metropolitana de São Paulo.


Após a entrega, os policiais alegaram que a quantia oferecida estava incorreta e cederam um prazo de um mês para a entrega do valor de R$ 1 milhão. Para isso, os agentes elaboraram uma espécie de "carnê" manuscrito para Fabio e Eder, com parcelas de R$ 197 mil a serem pagos em 10 dias, além de duas parcelas de R$ 250 mil subsequentes.


Fabio foi liberado após permanecer dez horas preso na sala especial da Dise.


Em nota, o Ministério Público afirmou que a vítima narrou que teria sido exigido, inicialmente, o valor de R$ 1 milhão, mas que depois as negociações teriam sido conduzidas para o valor de R$ 500 mil, por parte de um dos policiais civis investigados. Segundo o órgão, não há denúncia ainda, pois os fatos ainda estão sob investigação.


A CNN Brasil tenta contato com as defesas de Fábio e Eder para um posicionamento. O espaço está aberto.


Operação Quina

Uma operação da Corregedoria Geral da Polícia Civil em conjunto com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) mirou policiais após denúnciais de crimes de extorsão em São Paulo. Quatro policiais civis foram presos na "Operação Quina", que ocorreu na manhã desta terça-feira (12).


Foram cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão em endereços residenciais e unidades policiais. Também foram cumpridas medidas patrimoniais expedidas pela Justiça na investigação sobre crimes de extorsão qualificada e associação criminosa armada.


O MPSP (Ministério Público de São Paulo) aponta que as investigações começaram após denúncias de que pessoas usavam a condição de policiais para constranger vítimas mediante grave ameaça e restrição de liberdade, além da exigência de "expressiva quantia em dinheiro para evitar suposto flagrante forjado."


Ainda de acordo com o órgão, foram reunidos elementos probatórios consistentes como depoimentos, reconhecimentos pessoais, registros telemáticos, mensagens eletrônicas e análises investigativas. As apurações sustentaram a representação à Justiça.


Durante as diligências, foram apreendidos aparelhos eletrônicos, documentos e outros materiais que devem auxiliar nas apurações.


Seis policiais acusados de extorquir membros do PCC são condenados em SP


"A instituição ressalta que a atuação reforça o compromisso da Polícia Civil com a legalidade, a transparência e o combate rigoroso a eventuais desvios de conduta, preservando a credibilidade da corporação e o devido processo legal", afirma a Corregedoria. (CNN)

PF deflagra megaoperação contra facções e mira grupo que domina bairros de Porto Velho

Iniciativa reúne instituições de Segurança Pública no enfrentamento a organizações criminosas em 16 estados...


A Polícia Federal deflagra, nesta terça-feira (12/5), em 16 estados, a operação Força Integrada II, ação coordenada que mobiliza as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) de Segurança Pública no combate ao tráfico de drogas e de armas, à atuação de facções criminosas, à lavagem de dinheiro, bem como outros crimes.

Durante ações, busca-se cumprir 165 mandados de busca e apreensão e 71 mandados de prisão nos estados do Espírito Santo, do Ceará, do Amapá, de Minas Gerais, de Rondônia, do Acre, de Sergipe, do Tocantins, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Rio Grande do Norte, do Paraná, da Paraíba, de Alagoas, do Maranhão e do Rio de Janeiro.

Criadas com base no conceito de força-tarefa, as FICCOs têm como objetivo fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas mediante integração entre instituições de Segurança Pública. Participam da iniciativa polícias civis, militares e penais, guardas municipais, Polícia Rodoviária Federal, SENAPPEN e secretarias de segurança pública estaduais, em atuação conjunta e coordenada pela Polícia Federal, sem hierarquia entre as instituições participantes.


As FICCOs estão presentes em todos os estados da Federação e no Distrito Federal. Atualmente, 39 unidades atuam em diferentes regiões do país. A seguir, conheça as ações realizadas pelas FICCOs no contexto da operação Força Integrada II:

FICCO/MA – São Luís/MA

Operação Descenso III. Ação realizada na cidade de Chapadinha. Mira estrutura financeira de organização criminosa. Estão sendo cumpridos 17 mandados de busca e apreensão.

FICCO/AL – Maceió/AL

Operação Assíncrono II. Combate a receptação de equipamentos da Caixa Econômica Federal, a falsificação de documentos e de notas fiscais; crimes ambientais, além da disponibilização e do armazenamento de conteúdo de abuso sexual infantojuvenil. Estão sendo cumpridos um mandado de prisão e dois de busca e apreensão, em Maceió.

FICCO/AP – Macapá/AP

Operação Reincidência. Ação contra tráfico de drogas. Está sendo cumprido um mandado de busca e apreensão em Macapá.

FICCO/SE – Aracaju/SE

Operação Occultum. Ação de combate ao tráfico de drogas, que resultou na identificação de um dos responsáveis pela carga de uma tonelada de maconha apreendida em fevereiro de 2026. Estão sendo cumpridos um mandado de prisão e um de busca e apreensão em Aracaju.

FICCO/RN – Natal/RN

Operação Barba II. Desarticulação de organização criminosa interestadual que atua no tráfico de drogas e na lavagem de dinheiro. Estão sendo cumpridos três mandados de prisão e oito de busca e apreensão, na cidade norte-rio-grandense de Natal e em João Pessoa, na Paraíba, além do bloqueio de bens móveis e imóveis, totalizando cerca de R$ 13 milhões.

FICCO/RO – Porto Velho/RO

Operação Espectro. Ação contra organização criminosa atuante no controle territorial e na prática de crimes graves em Porto Velho. Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão na capital rondoniense.

FICCO/RJ – Rio de Janeiro/RJ

Operação Rota Final. Ação de combate ao roubo de uma carga dos Correios. A ação conta com o apoio direto da SEPOL/RJ, por meio do 9º BPM. Estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão na capital carioca.

FICCO/PB – João Pessoa/PB

Operação Trapiche. Ação contra organização criminosa voltada ao tráfico de drogas, ao comércio ilegal de armas e à lavagem de capitais, liderada por homem que mantinha o comando das atividades criminosas recolhido em sistema prisional. Estão sendo cumpridos 20 mandados de prisão e 40 mandados de busca e apreensão, na Paraíba e em Minas Gerais. Além disso, estão sendo cumpridas medidas cautelares, como o sequestro de carros, valores e imóveis.

FICCO/MG – Belo Horizonte/MG

Operação Guardiões do Fogo. Ação de combate à obtenção ilegal de Certificado de Registro (CR) na categoria de Colecionador, Atirador Desportivo ou Caçador (CAC). Estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão no município mineiro de Poços de Caldas.

FICCO/UDI – Uberlândia/MG

Operações Paper Stone e Rota Andina. Ações de combate ao tráfico interestadual e internacional de drogas e à lavagem de dinheiro praticados por organizações criminosas com atuação em Minas Gerais e em outros estados. As investigações apontam o uso de logística aérea, empresas de fachada e interpostas pessoas para ocultação patrimonial e para movimentação de ativos ilícitos.

Estão sendo cumpridos 41 mandados de busca e apreensão, 22 de prisão e 26 de busca e apreensão de veículos nas cidades de Uberlândia/MG, de Ituiutaba/MG, de São João Del Rey/MG, de Goiânia/GO, de São Paulo/SP, de Poá/SP, de Manaus/AM e de São Luís/MA. Também foi determinado sequestro patrimonial de, aproximadamente, R$ 98 milhões.

FICCO/PR - Curitiba/PR

Operação Blue Sky II. Combate ao tráfico de drogas, sendo esta fase um desdobramento da primeira ação deflagrada em março de 2026, com o objetivo de prender integrantes do núcleo de tráfico de entorpecentes de uma facção criminosa. Estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e 7 de prisão, nas cidades de Vera Cruz do Oeste/PR, de Cascavel/PR, de Guaraniaçu/PR e de Céu Azul/PR.

FICCO/SC – Florianópolis/SC

Operação Impedimento. Ação para desarticular grupo criminoso suspeito de atuar no tráfico de drogas na região da Grande Florianópolis. Estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva nas cidades catarinenses de Criciúma, de Lages e de São José, além de seis mandados de busca e apreensão em Imbituba, em Palhoça e em São José. Também houve bloqueio de valores de cinco investigados.

FICCO/RS – Porto Alegre/RS

Operação Cerco Integrado. Desdobramento de investigações relacionadas ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro, com foco na desarticulação e na descapitalização de estruturas criminosas atuantes no Rio Grande do Sul. Estão sendo cumpridos 6 mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão nos municípios sul-rio-grandenses de Novo Hamburgo, São Leopoldo, Sapiranga, Nova Hartz, Charqueadas, Alvorada, Montenegro, Triunfo, São Pedro do Sul, Santana do Livramento e em Florianópolis, no estado de Santa Catarina.

FICCO/BH – Belo Horizonte/MG

Operação Terminus II. Ação voltada ao cumprimento de mandados de prisão contra investigados e condenados por tráfico de drogas, por organização criminosa e por crimes violentos. Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão em Belo Horizonte.

FICCO/CE – Fortaleza/CE

Operação Custos Legis. Ação destinada ao cumprimento de medidas cautelares em investigação relacionada a ameaças dirigidas à autoridade pública da área de segurança pública no Ceará. Estão sendo cumpridos um mandado de prisão temporária e um de busca e apreensão em Fortaleza, além de medidas de quebra de sigilo telemático e telefônico.

FICCO/AC – Rio Branco/AC

Operação Alerta. Ação voltada ao monitoramento e à localização de foragidos da Justiça investigados ou condenados por crimes violentos, por tráfico de drogas e por organização criminosa. Estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva nas cidades acreanas de Rio Branco e de Feijó.

FICCO/TO – Palmas/TO

Operação Estoque Oculto. Ação destinada a neutralizar estrutura logística utilizada no apoio ao tráfico internacional de drogas, incluindo reabastecimento clandestino de aeronaves ligadas a organizações criminosas. Está sendo cumprido um mandado de busca e apreensão no município tocantinense de Pedro Afonso.

FICCO/ES – Vitória/ES

Operação Alçapão. Ação voltada ao combate à estrutura logística de armamentos de facção criminosa atuante no Espírito Santo. Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão em imóveis supostamente utilizados para armazenamento de armas, de munições e de explosivos em Cariacica.

FICCO/GVS e BEMIG/MG – Governador Valadares/MG

Operação Rota Paralela. Ação conjunta voltada ao cumprimento de mandados de busca e apreensão em investigação relacionada à promoção de migração ilegal e crimes conexos. A apuração teve origem em análise compartilhada pela FICCO/MG, sendo posteriormente aprofundada pela Base de Enfrentamento à Promoção de Migração Ilegal e Crimes Conexos em Minas Gerais. 

Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades mineiras de Água Boa e de Contagem. Também foi determinado o sequestro de veículos, de imóveis e de valores, podendo alcançar até R$ 6,8 milhões por investigado.

fonte - PF/RO.

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