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Pix volta a operar normalmente após instabilidade durante a tarde

O sistema de pagamentos instantâneos Pix apresentou instabilidade na tarde desta segunda-feira (19), provocando falhas em diversos bancos e gerando milhares de reclamações de usuários em todo o país. O problema afetou transferências e pagamentos em tempo real, com impacto imediato sobre consumidores e empresas.


Segundo o Banco Central (BC), a instabilidade foi causada por um problema interno no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT), base central de dados que armazena as informações das chaves Pix.

“As equipes técnicas atuaram na identificação e resolução da causa, e o Pix já está operando normalmente”, informou o BC em nota.

De acordo com o site DownDetector, que monitora interrupções em serviços digitais, mais de 6 mil reclamações foram registradas por volta das 14h40, indicando uma falha de grande alcance e não restrita a uma instituição específica. As queixas começaram a diminuir no fim da tarde, sugerindo a normalização do serviço.

Bancos afetados

O DownDetector apontou aumento simultâneo de reclamações em ao menos oito instituições financeiras, reforçando a avaliação de falha no sistema central. Entre os bancos citados pelos usuários estão:

  • Banco do Brasil;
  • Caixa Econômica Federal;
  • Itaú Unibanco;
  • Bradesco;
  • Santander;
  • Nubank;
  • Inter;
  • C6 Bank.

Impacto imediato

Além das transferências entre pessoas físicas, comerciantes relataram dificuldades para receber pagamentos e até problemas na recarga de equipamentos de cartão que dependem do Pix. Como principal meio de pagamento eletrônico do país, qualquer instabilidade no sistema gera efeitos imediatos sobre o comércio e os serviços.

No início da noite, o volume de reclamações caiu para perto de zero, indicando que o sistema voltou a operar normalmente após a intervenção técnica do Banco Central.

FONTE - Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil.

Plataforma Não Me Perturbe teve 1,7 milhão de adesões em 2025

Cadastro bloqueia chamadas de telemarketing e crédito consignado...

Brasília (DF), 23/01/2025 - Telefone celular com ligações de spam ou fraude. As prestadoras de telefonia móvel e fixa terão que enviar mensalmente à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) os relatórios referentes a chamadas recebidas, incluindo aquelas com indícios de alteração indevida de código de acesso (spoofing) nos números de telefones. Esta técnica é usada por criminosos para falsificar o número de telefone de uma ligação.. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
© Bruno Peres/Agência Brasil

A plataforma Não Me Perturbe, criada pelo setor de telecomunicações, fechou o ano de 2025 com 14,2 milhões de números de telefone cadastrados para não receber chamadas de telemarketing de empresas de telecom e de oferta de crédito consignado.

Durante o ano passado, o número de telefones cadastrados na plataforma aumentou em 1,7 milhão, registrando quase 5 mil cadastros por dia, segundo informou nesta quinta-feira (15) à Agência Brasil a Conexis Brasil Digital, por meio de sua assessoria de imprensa.

A plataforma foi criada dentro do sistema de autorregulação das operadoras de telecomunicações e está em operação desde julho de 2019. A Conexis Brasil Digital é a nova marca do SindiTelebrasil, sindicato que reunia as principais operadoras de telecomunicações do país.

A unidade federativa com a maior relação entre números cadastrados na plataforma e o total de telefones foi o Distrito Federal: 9,4% da base de números fixos e móveis do DF estão registrados na Não Me Perturbe.

Para o presidente-executivo da Conexis Brasil Digital, Marcos Ferrari, “a iniciativa da Não Me Perturbe é um excelente exemplo do impacto positivo da autorregulação e comprova a maturidade do setor de telecomunicações”.

Ferrari disse que a iniciativa reforça o respeito à vontade do consumidor e tem contribuído para reduzir o número de reclamações nos últimos anos.

Funcionamento

O usuário que quiser bloquear seus números de celular e telefone fixo para não receber ligações de telemarketing com ofertas de serviços de telecom e crédito consignado deve fazer o cadastro diretamente no site https://www.naomeperturbe.com.br/, pelo aplicativo Não Me Perturbe ou por meio dos Programas de Proteção e Defesa do Consumidor (Procons) em todo o país. O bloqueio ocorre em até 30 dias após o cadastro no site.

A plataforma só funciona para ligações das empresas que aderiram à Não Me Perturbe, ou seja, empresas de telecomunicações e de oferta de crédito consignado. A solução não bloqueia, por exemplo, ligações de telemarketing de planos de saúde ou outros serviços.

Em decisão tomada em setembro do ano passado, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou que todas as empresas prestadoras de serviços de telecomunicações deveriam aderir à plataforma Não Me Perturbe.

A medida inclui as operadoras de pequeno porte que não poderão oferecer serviços de telemarketing para quem estiver na lista da plataforma.

FONTE - AGENCIA BRASIL.

Ex-assessora de Trump é nova presidente da Meta, dona do Facebook

Dina Powell McCormick, ex-assessora de Trump, foi nomeada como nova presidente da companhia e vice-presidente do Conselho de Administração

A Meta, gigante norte-americana de tecnologia e controladora do Facebook, anunciou, nesta segunda-feira (12/1), a nomeação de Dina Powell McCormick como nova presidente da companhia e vice-presidente do Conselho de Administração.



O anúncio logo chamou atenção do mercado porque McCormick foi assessora do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O republicano, aliás, elogiou a indicação da big tech.


“Parabéns a Dina Powell McCormick, que acaba de ser nomeada a nova presidente da Meta. Uma ótima escolha de Mark Zuckerberg! Ela é uma pessoa fantástica e muito talentosa, que serviu ao governo Trump com força e distinção!”, escreveu Trump em seu perfil na Truth Social, sua própria rede social.


Trajetória

McCormick fez parte do primeiro governo de Trump (2017-2021). Entre 2017 e 2018, ela atuou como conselheira adjunta de Segurança Nacional dos EUA.


Antes da gestão Trump, ela já havia participado do governo do ex-presidente George W. Bush (2001-2009), entre 2003 e 2007.


McCormick entrou no Conselho de Administração da Meta em abril do ano passado e ficou até dezembro. Agora retorna como presidente do colegiado. Em sua nova função, ela fará parte da equipe de gestão da companhia e deve ajudar diretamente na estratégia e execução dos negócios.


Zuckerberg elogia

Por meio de nota, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, elogiou a nomeação de McCormick e destacou sua experiência “nos mais altos níveis das finanças globais, combinada com seus relacionamentos profundos ao redor do mundo”. (Metrópoles)

Elon Musk é criticado por não acabar com "nudes digitais" feitos com o Grok

IA do X produz imagens com conteúdo sexual de pessoas reais, em sua maioria mulheres e algumas menores de idade

O chatbot de IA de Elon Musk, o Grok, inundou o X, antigo Twitter, com imagens de conteúdo sexual, principalmente de mulheres, muitas delas pessoas reais. Os usuários começaram a solicitar que o chatbot fizesse "nudes digitais" dessas pessoas ao despi-las com o uso da tecnologia e, às vezes, as colocando em poses sugestivas.



Em diversos casos na semana passada, algumas imagens pareciam ser de menores de idade, levando à criação de "nudes digitais" que muitos usuários estão classificando como pornografia infantil.


As imagens destacam os perigos da IA ​​e das redes sociais – especialmente combinadas – sem salvaguardas suficientes para proteger alguns dos membros mais vulneráveis ​​da sociedade. As imagens podem violar leis nacionais e internacionais e colocar muitas pessoas, incluindo crianças, em risco.


Musk e a xAI – divisão especializada em inteligência artificial da corporação – afirmaram que estão tomando medidas “contra conteúdo ilegal no X, incluindo material de abuso sexual infantil, removendo-o, suspendendo contas permanentemente e trabalhando com governos locais e autoridades policiais, conforme necessário”. Mas as respostas do Grok às solicitações dos usuários ainda estão repletas de imagens que sexualizam mulheres.


Publicamente, Musk há muito tempo se posiciona contra modelos de IA "woke" e contra o que ele chama de censura. Internamente na xAI, Musk resistiu às medidas de segurança para o Grok, segundo uma fonte com conhecimento da situação na xAI relatou à CNN. Enquanto isso, a equipe de segurança da xAI, já pequena em comparação com seus concorrentes, perdeu vários funcionários nas semanas que antecederam a explosão de "nudes digitais".


"Despir digitalmente" pessoas reais

O Grok sempre foi um caso atípico em comparação com outros modelos de IA convencionais por permitir, e em alguns casos promover, conteúdo sexualmente explícito e avatares de companhia.


E, ao contrário de concorrentes como o Gemini do Google ou o ChatGPT da OpenAI, o Grok está integrado a uma das plataformas de mídia social mais populares, o X. Embora os usuários possam conversar com o Grok em particular, eles também podem marcá-lo em uma publicação com uma solicitação, e o Grok responderá publicamente.


O recente aumento generalizado e não consensual de "desnudamento digital" começou no final de dezembro, quando muitos usuários descobriram que podiam marcar o Grok e pedir que ele editasse imagens de uma postagem ou tópico do X.


Inicialmente, muitas postagens pediam que Grok colocasse pessoas de biquíni. Musk republicou imagens dele mesmo e de outras pessoas, como seu antigo rival Bill Gates, de biquíni.


Pesquisadores da Copyleaks, uma plataforma de IA para detecção e governança de conteúdo, descobriram que a tendência pode ter começado quando criadores de conteúdo adulto solicitaram ao Grok que gerasse imagens sexualizadas de si mesmos como forma de marketing. Mas quase imediatamente, "os usuários começaram a enviar solicitações semelhantes sobre mulheres que nunca haviam consentido com isso", constatou a Copyleaks.


Pesquisadores da AI Forensics, uma organização europeia sem fins lucrativos que investiga algoritmos, analisaram mais de 20.000 imagens aleatórias geradas pelo Grok e 50.000 solicitações de usuários entre 25 de dezembro e 1º de janeiro.


Os pesquisadores encontraram “uma alta prevalência de termos como 'dela', 'colocar/remover', 'biquíni' e 'roupa'”. Mais da metade das imagens geradas de pessoas, ou 53%, “continham indivíduos com roupas mínimas, como roupas íntimas ou biquínis, dos quais 81% eram indivíduos que se apresentavam como mulheres”, descobriram os pesquisadores. Notavelmente, 2% das imagens retratavam pessoas que aparentavam ter 18 anos ou menos, constataram os pesquisadores.


A AI Forensics também descobriu que, em alguns casos, os usuários solicitaram que menores fossem colocados em posições eróticas e que fluidos sexuais fossem representados em seus corpos. De acordo com a AI Forensics, o Grok atendeu a esses pedidos.


Embora o X permita conteúdo pornográfico, a própria "política de uso aceitável" da xAI proíbe "representar pessoas de forma pornográfica" e "a sexualização ou exploração de crianças". O X suspendeu algumas contas por esse tipo de solicitação e removeu as imagens.


Em 1º de janeiro, um usuário do X reclamou que "propor um recurso que exibe pessoas de biquíni sem impedir adequadamente que ele funcione com crianças é extremamente irresponsável". Um membro da equipe do xAI respondeu: "Olá! Obrigado por avisar. A equipe está analisando como podemos reforçar ainda mais nossas medidas de segurança."


Questionado pelos usuários, o próprio Grok reconheceu que gerou algumas imagens de menores em situações sexualmente sugestivas.


“Agradecemos por ter levantado essa questão. Como já foi mencionado, identificamos falhas nas medidas de segurança e estamos corrigindo-as com urgência — material de abuso sexual infantil é ilegal e proibido”, publicou o Grok em 2 de janeiro, orientando os usuários a registrarem denúncias formais junto ao FBI e ao Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas.


Em 3 de janeiro, o próprio Musk comentou em uma publicação separada: "Qualquer pessoa que usar o Grok para criar conteúdo ilegal sofrerá as mesmas consequências que quem publicar conteúdo ilegal."


A conta de Segurança do X complementou, acrescentando: "Tomamos medidas contra conteúdo ilegal no X, incluindo material de abuso sexual infantil, removendo-o, suspendendo permanentemente contas e trabalhando com governos locais e autoridades policiais, conforme necessário."


Musk critica duramente a censura

Musk há muito tempo critica o que considera censura excessiva. E ele promoveu as versões mais explícitas do Grok. Em agosto, ele publicou que o "modo picante" ajudou novas tecnologias no passado, como o VHS, a terem sucesso.


Segundo uma fonte com conhecimento da situação na xAI, Musk está "insatisfeito com a censura excessiva" no Grok "há muito tempo". Uma segunda fonte com conhecimento da situação na xAI disse que os funcionários constantemente expressavam preocupação internamente e para Musk sobre o conteúdo inadequado criado pelo Grok.


Em uma reunião realizada nas últimas semanas, antes da explosão da mais recente controvérsia, Musk se encontrou com funcionários da xAI de diversas equipes, onde se mostrou "muito insatisfeito" com as restrições impostas ao gerador de imagens e vídeos Imagine, do Grok, segundo a primeira fonte com conhecimento da situação na xAI.


Por volta da época do encontro com Musk, três funcionários da xAI que trabalhavam na já pequena equipe de segurança da empresa anunciaram publicamente no X que estavam deixando a empresa: Vincent Stark, chefe de segurança de produto; Norman Mu, que liderava a equipe de segurança pós-treinamento e raciocínio; e Alex Chen, que liderava a equipe de personalidade e comportamento do modelo pós-treinamento. Eles não citaram os motivos de suas saídas.


A fonte também questionou se a xAI ainda utilizava ferramentas externas como Thorn e Hive para verificar a presença de material de abuso sexual infantil. Confiar no Grok para essas verificações poderia ser mais arriscado, disse a fonte. (Um porta-voz da Thorn afirmou que a empresa não trabalha mais diretamente com a xAI; a Hive não respondeu ao pedido de comentário.)


De acordo com fontes que trabalham na X e na xAI, a equipe de segurança da X também tem pouca ou nenhuma supervisão sobre o que o Grok publica publicamente.


Em novembro, o The Information noticiou que a X demitiu metade da equipe de engenharia que trabalhava, em parte, em questões de confiança e segurança. O The Information também relatou que os funcionários do X estavam particularmente preocupados com o fato de a ferramenta de geração de imagens do Grok "poder levar à disseminação de imagens ilegais ou prejudiciais".


A xAI não respondeu aos pedidos de comentários, além de um e-mail automático para todas as solicitações da imprensa, que diz: “A mídia tradicional mente”.


Diretrizes e consequências legais

O Grok não é o único modelo de IA que apresentou problemas com imagens de menores de idade geradas por IA sem o seu consentimento.


Pesquisadores encontraram vídeos gerados por IA mostrando o que parecem ser menores de idade em roupas ou posições sexualizadas no TikTok e no aplicativo Sora, do ChatGPT. O TikTok afirma ter uma política de tolerância zero para conteúdo que "mostre, promova ou se envolva em abuso ou exploração sexual de jovens". A OpenAI declara que "proíbe estritamente qualquer uso de seus modelos para criar ou distribuir conteúdo que explore ou prejudique crianças".


Steven Adler, ex-pesquisador de segurança de IA da OpenAI, afirmou que já existiam mecanismos de proteção que teriam impedido a geração de imagens por IA no Grok. “Com certeza é possível criar mecanismos de proteção que analisem uma imagem para verificar se há uma criança nela e, assim, façam com que a IA se comporte de maneira mais cautelosa. Mas esses mecanismos têm custos.”


Segundo Adler, esses custos incluem a lentidão no tempo de resposta, o aumento do número de cálculos e, às vezes, a rejeição de solicitações não problemáticas pelo modelo.


Autoridades na Europa, Índia e Malásia iniciaram investigações sobre imagens geradas pelo Grok.


A OFCOM, órgão regulador de mídia do Reino Unido, afirmou ter entrado em contato "urgente" com as empresas de Musk a respeito de "preocupações muito sérias" com o recurso Grok, que "produz imagens de pessoas nuas e imagens sexualizadas de crianças".


Em uma coletiva de imprensa na segunda-feira, o porta-voz da Comissão Europeia, Thomas Regnier, disse que a autoridade está "investigando muito seriamente" as denúncias de que o "modo picante" do X e do Grok exibe conteúdo sexual explícito, com algumas imagens infantis em sua composição.


“Isto é ilegal. Isto é revoltante. Isto é repugnante. É assim que vemos a situação, e isto não tem lugar na Europa”, disse ele.


A Comissão de Comunicações e Multimídia da Malásia (MCMC) afirma estar investigando o assunto.


E na semana passada, o Ministério da Eletrônica e Tecnologia da Informação da Índia ordenou que o X “realizasse imediatamente uma revisão abrangente, técnica, processual e de governança do… Grok”.


Nos Estados Unidos, plataformas de IA que produzem imagens problemáticas de crianças podem estar sujeitas a riscos legais, afirmou Riana Pfefferkorn, advogada e pesquisadora de políticas públicas do Instituto de Inteligência Artificial Centrada no Ser Humano de Stanford. Embora a lei conhecida como Seção 230 proteja há muito tempo as empresas de tecnologia de conteúdo gerado por terceiros e hospedado em suas plataformas, como postagens de usuários de redes sociais, ela nunca impediu a aplicação de sanções por crimes federais, incluindo o abuso sexual infantil online.


E as pessoas retratadas nas imagens também poderiam entrar com ações civis, disse ela.


“Essa história do Grok nos últimos dias faz com que a xAI pareça mais com aqueles sites de deepfake de nudez do que com seus concorrentes, como o OpenAI e o Meta”, disse Pfefferkorn.


Questionado sobre as imagens no Grok, um porta-voz do Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse à CNN que o departamento "leva o material de abuso sexual infantil gerado por IA extremamente a sério e processará agressivamente qualquer produtor ou possuidor de material de abuso sexual infantil". (CNN)

Treinamento de robô humanoide dá errado e operador leva chute nas partes; vídeo

Robôs têm conquistado cada vez mais espaço e já fazem qualquer coisa, como até exterminar a pirataria. No entanto, nem sempre as coisas dão certo. Recentemente, um vídeo robuou a atenção no X ao mostrar um robô humanoide Unitree G1 chutando a virilha do próprio treinador, durante uma série de movimentos de chutes no ar. 



O vídeo é bem curto, e nele, o treinador faz os movimentos que o robô deve imitar: anda de um lado a outro e faz chutes no ar. A parte mais engraçada é que, depois do chute nas partes íntimas do rapaz, o robô imitou seus movimentos de dor, agachando e agonizando:


O post faz uma brincadeira com o assunto ao escrever, na legenda: "Como foi seu 2025? Eu..." e nos comentários, os usuários também aproveitaram o tom descontraído: "Se esse testador sobreviveu, todos nós merecemos uma medalha por aguentar os acidentes do amanhã. Inovação gratuita… até deixar de ser", escreveu um deles. "Adorei que parecesse estar sentindo dores de compaixão", escreveu outro.


Robô Unitree G1

O Unitree G1 é um robô humanoide criado para uso em pesquisas, educação e tarefas simples de automação. Ele se destaca pelos movimentos ágeis, conseguindo se deslocar com suavidade e até realizar saltos de até 1,4 metro. Suas mãos são sensíveis ao toque, o que permite segurar e manipular objetos com cuidado.


O robô humanoide da Unitree também conta com inteligência artificial capaz de aprender observando pessoas e executar tarefas mais complexas. Além disso, é uma plataforma versátil, que pode ser adaptada para diferentes usos e facilita o desenvolvimento de novos projetos.

Fonte: Digital Trends

Nubank apresenta instabilidade no Pix e registra reclamações nesta 3ª

Centenas de usuários do banco relataram falhas no Pix, no login do aplicativo móvel e no mobile Banking

O aplicativo do banco Nubank apresentou instabilidade na manhã desta terça-feira (23/12), com usuários relatando dificuldades de acesso aos serviços. De acordo com o Downdetector, mais de 600 notificações de falhas foram registradas até as 11h30.

As principais reclamações dizem respeito a problemas no Pix, no login do aplicativo móvel e no mobile banking.




Instabilidade no aplicativo do banco Nubank

Nas redes sociais, usuários demonstraram insatisfação com a queda do aplicativo. “A Nubankm em plena véspera da véspera do Natal, resolvendo não funcionar e eu precisando fazer um Pix com urgência”, escreveu uma.


“Nubank fazendo passar vergonha! Pix dando erro!”, relatou outra pessoa.


O Metrópoles entrou em contato com a Nubank. Em caso de resposta, a reportagem será atualizada. (Metrópoles)

Foguete sul-coreano explode durante tentativa de lançamento no Brasil

Empresa responsável pelo equipamento alega anomalia durante o voo; segundo a FAB o veículo colidiu com o solo e o Corpo de Bombeiros da Base da Alcântara foi enviado ao local para análise dos destroços e da área de colisão



O lançamento do foguete sul-coreano, HANBIT-Nano, foi frustrado após explosão da aeronave na noite desta segunda-feira (22), no Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão.


Após o lançamento, uma nuvem de fogo se formou envolta do foguete. Segundo a FAB (Força Área Brasileira), após a saída da plataforma, "o veículo iniciou sua trajetória conforme o previsto. No entanto, houve uma anomalia no veículo que o fez colidir com o solo", diz trecho da nota oficial.


Falhas em lançamentos de foguetes são comuns em voos de novas iniciativas. O voo iria marcar o primeiro lançamento de foguete orbital ao espaço em território brasileiro. 


Ainda em nota, a FAB alega que "uma equipe da FAB e do Corpo de Bombeiros do CLA já foi enviada ao local para análise dos destroços e da área de colisão. Todas as ações sob responsabilidade da FAB para coordenação da operação, que envolvem segurança, rastreio e coleta de dados foram cumpridas exatamente conforme planejado, garantindo um lançamento controlado e dentro dos parâmetros internacionais do setor espacial", conclui.


A parceria inédita entre o Brasil e uma empresa privada para um lançamento de um foguete, marca um avanço para novas missões espaciais brasileiras. A última vez que o Brasil tentou lançar um foguete orbital, ou seja, entrar na órbita do espaço, foi em 1999.


Em 2003, 21 pessoas morreram durante uma explosão de um foguete ainda no solo, o acidente que paralisou as atividades por alguns anos. 



O que é o HANBIT-Nano

O HANBIT-Nano é um veículo lançador orbital de dois estágios, projetado para colocar até 90 quilos de carga útil em uma órbita de aproximadamente 500 quilômetros de altitude. O desenvolvimento do foguete envolveu 247 profissionais, dos quais 102 engenheiros atuaram diretamente nas áreas de pesquisa e desenvolvimento.


O veículo tem 21,8 metros de altura, 1,4 metro de diâmetro e integra uma nova geração de lançadores de pequeno porte, voltados para missões mais ágeis, econômicas e de alta confiabilidade.


Adiamentos

A tentativa de lançamento nesta segunda-feira (22), ocorreu após o terceiro adiamento anunciado pela FAB. A decisão foi tomada após a detecção de um funcionamento anormal intermitente em uma válvula de ventilação instalada no tanque de metano líquido do segundo estágio, durante o processo de abastecimento.


A segunda previsão ocorreu do dia 17 para 19 de dezembro, para garantir tempo suficiente para a substituição de um componente da unidade de resfriamento do sistema de alimentação do oxidante do primeiro estágio. Durante as inspeções finais pré-lançamento, foi identificada uma anomalia nesse equipamento.


Inicialmente, o lançamento estava previsto para 22 de novembro, mas não aconteceu após a identificação de pequenas falhas intermitentes nos sinais durante um teste conjunto de aviônicos realizado pela FAB. (CNN)

FAB define nova data para lançamento de foguete sul-coreano no Maranhão; veja

Operação já havia sido adiada duas vezes; ação marca a entrada do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais

A FAB (Força Aérea Brasileira) definiu uma nova data para o lançamento do foguete HANBIT-Nano, no Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. Agora, a tentativa será realizada na segunda-feira (22), às 15h45, horário de Brasília.



A ação será realizada por meio da Operação Spaceward juntamente com a empresa Innospace, da Coreia do Sul.


A missão é realizada em parceria com a AEB (Agência Espacial Brasileira) e marca a entrada do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais.


O lançamento já havia sido adiado em duas ocasiões pela equipe organizadora. A data original seria na quinta-feira (17), e foi adiada para sexta-feira (19).


Entenda a operação de lançamento

O objetivo da missão é transportar cinco satélites e três experimentos para o espaço. A iniciativa é fruto do edital de chamamento público lançado em 2020. O grupo sul-coreano foi uma das empresas selecionadas, assinando contrato com o Comando da Aeronáutica, em 2022.


Foguete inédito será lançado no Maranhão; entenda tecnologia sul-coreana


A base de Alcântara tem uma posição geográfica privilegiada, principalmente por estar localizado próximo a linha do Equador.


“Temos um potencial muito grande desperdiçado ao longo das últimas décadas, que hoje é um problema em relação a outros países, como EUA, Rússia, China, Índia, entre outros”, Pedro Pallotta, divulgador científico e especialista no tema espacial.


O que é HANBIT-Nano

O HANBIT-Nano é um veículo orbital de dois estágios, projetado para colocar até 90 quilos de carga útil em uma órbita de 500 quilômetros. O desenvolvimento mobilizou 247 profissionais, sendo 102 engenheiros dedicados exclusivamente à pesquisa e desenvolvimento.


A nave mede 21,8 metros de altura, 1,4 metro de diâmetro e integra uma nova geração de lançadores de pequeno porte, voltados para missões mais ágeis, econômicas e de alta confiabilidade.

Brasileiro está falando menos de política no WhatsApp, mostra estudo

O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião.

FOTO - REPRODUÇÃO

A constatação faz parte do estudo Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, divulgado nesta segunda-feira (15).

O levantamento foi feito pelo centro independente de pesquisa InternetLab e pela Rede Conhecimento Social, instituições sem fins lucrativos.

A pesquisa identificou que mais da metade das pessoas que usam WhatsApp estão em grupos de família (54%) e de amigos (53%). Mais de um terço (38%) participam de grupos de trabalho.

Apenas 6% estão em grupos de debates de política. Em pesquisa realizada em 2020, eram 10%.

Ao se debruçar sobre o conteúdo dos grupos de família, de amigos e de trabalho, os pesquisadores verificaram que, de 2021 a 2024, caiu a frequência dos que aparecem mensagens sobre política, políticos e governo.

Em 2021, 34% das pessoas diziam que o grupo de família era no qual mais apareciam esse tipo de notícias. Em 2024, eram 27%.

Em relação aos grupos de amigos, a proporção caiu de 38% para 24%. Nos de trabalho, de 16% para 11%.

O estudo apresenta depoimentos de alguns dos entrevistados, sem identificá-los.

“Evitamos falar sobre política. Acho que todos têm um senso autorregulador ali, e cada um tenta ter bom senso para não misturar as coisas”, relata sobre o grupo de família uma mulher de 50 anos, de São Paulo.

As informações foram coletadas de forma online com 3.113 pessoas com 16 anos ou mais, de 20 de novembro a 10 de dezembro de 2024. Foram ouvidas pessoas de todas as regiões do país.

Receio de se posicionar

A pesquisa identificou que há receio em compartilhar opiniões políticas. Pouco mais da metade (56%) dos entrevistados disseram sentir medo de emitir opinião sobre política “porque o ambiente está muito agressivo”.

Foi possível mapear que essa percepção foi sentida por 63% das pessoas que se consideravam de esquerda, 66% das de centro e 61% das de direita.

“Acho que os ataques hoje estão mais acalorados. Então, às vezes você fala alguma coisa e é mais complicado, o pessoal não quer debater, na verdade, já quer ir para a briga mesmo”, conta uma mulher de 36 anos, de Pernambuco.

Os autores do estudo afirmam que se consolidaram os comportamentos para evitar conflitos nos grupos. Os dados mostram que 52% dos entrevistados se policiam cada dia mais sobre o que falam nos grupos, enquanto 50% evitam falar de política no grupo da família para fugir de brigas.

“As pessoas foram se autorregulando, e nos grupos onde sempre se discutia alguma coisa, hoje é praticamente zero. As pessoas tentam, alguém publica alguma coisa, mas é ignorado”, descreve uma entrevistada.

Cerca de dois terços (65%) dizem evitar compartilhar mensagens que possam atacar os valores de outras pessoas, segundo o levantamento.

Dos respondentes, 29% já saíram de grupos onde não se sentiam à vontade para expressar opinião política.

“Tive que sair, era demais, muita briga, muita discussão, propaganda política, bateção de boca”, conta uma entrevistada.


Afirmação

Mas o levantamento identifica também que 12% das pessoas compartilham algo considerado importante mesmo que possa causar desconforto em algum grupo.

Dezoito por cento afirmam que, quando acreditam em uma ideia, compartilham mesmo que isso possa parecer ofensivo.

“Eu taco fogo no grupo. Gosto de assunto polêmico, gosto de falar, gosto de tacar lenha na fogueira e muitas vezes sou removida”, diz uma mulher de 26 anos de Minas Gerais.

Entre os 44% que se consideram seguros para falar sobre política no WhatsApp, são adotadas as seguintes estratégias:

  • 30% acham que mandar mensagens de humor é um bom jeito de falar sobre política sem provocar brigas;
  • 34% acham que é melhor falar sobre política no privado do que em grupos;
  • 29% falam sobre política apenas em grupos com pessoas que pensam igualmente.

“Eu gosto de discutir, mas é individualmente. Eu não gosto de expor isso para todo mundo”, revela um entrevistado de 32 anos, do Espírito Santo.

“É como se as pessoas já tivessem aceitado que aquele grupo é mais alinhado com uma visão política específica. Entra quem quer”, define uma mulher, de 47 anos, do Rio Grande do Norte.

O estudo foi apoiado financeiramente pelo WhatsApp. De acordo com o InternetLab, a empresa não teve nenhuma ingerência sobre a pesquisa.

Amadurecimento

Uma das autoras do estudo, a diretora do InternetLab, Heloisa Massaro, constata que o WhatsApp é uma ferramenta "arraigada" no cotidiano das pessoas. Dessa forma, assim como no mundo "offline", ou seja, presencial, o assunto política faz parte das interações.

O estudo é realizado anualmente, desde o fim de 2020. De acordo com Heloisa, ao longo dos anos, as pessoas "foram desenvolvendo normas éticas próprias para lidar com essa comunicação política no aplicativo", principalmente nos grupos.

"Elas se policiam mais, relatam um amadurecimento no uso", diz a autora. "Ao longo do tempo, a gente vai observando essa ética de grupos nas relações dos aplicativos de mensagem para falar sobre política se desenvolvendo", completa.

fonte - AGENCIA BRASIL

Criminosos clonam sites da Havan e Shopee para golpe na Black Friday

Uma nova campanha fraudulenta ameaça consumidores que querem aproveitar os descontos de Black Friday: a empresa de cibersegurança ESET detecta que golpistas estão usando páginas falsas da Havan e da Shopee para cometer crimes.



Usando uma interface similar à dos sites verdadeiros, os cibercriminosos usam engenharia social para conduzir ataques contra os usuários que, confiando na legitimidade dessas marcas, acreditam que estão navegando nas páginas reais das varejistas.


Os links maliciosos chegam até os clientes por meio de anúncios, redes sociais, aplicativos de mensagens e e-mails, reforçando práticas bastante usadas por hackers para concretizar golpes. O objetivo é atrair os usuários com descontos altos, no ritmo de Black Friday, e desviar o valor pago via Pix.


Como os ataques ocorrem

A ESET descobriu que tanto no caso envolvendo a Havan quanto no da Shopee, o modus operandi é parecido: oferecendo descontos que chegam até 70%, os criminosos enganam os consumidores que ao, tentar finalizar a compra, são redirecionados para uma página de checkout cuja única opção de pagamento é Pix.


Ambas usam engenharia social para induzir o cliente a finalizar a compra, usando mensagens de “últimas unidades” e contadores regressivas para influenciar um comportamento impulsivo.


No caso da Havan, um exemplo de golpe identificado pela empresa envolve um “kit de 42 peças de recipientes herméticos” pelo valor promocional de R$ 99,36 para quem pagar no Pix (a única opção disponível). Para finalizar a compra, o usuário precisa fornecer dados pessoais, como nome, e-mail, telefone e outros, sem saber que está entregando informações sensíveis de bandeja para os criminosos cometerem uma fraude.


Já na campanha envolvendo a falsa Shopee, a página também coleta dados sensíveis do usuário antes do processo de finalização da compra, pressionado-o a concretizar a ação com gatilhos mentais exagerados. Tudo piora quando a pessoa percebe que a confirmação do pagamento não ocorreu e que o produto nem sequer será entregue.


Como se proteger de golpes na Black Friday


Black Friday é sempre um período de euforia para quem quer aproveitar as melhores promoções do período. Contudo, é preciso ter cuidado para não se tornar uma vítima de um golpe online, como esses que andam afetando os clientes da Havan e da Shopee.


Os especialistas da ESET recomendam que o usuário deve desconfiar sempre de promoções que parecem boas demais para ser verdade, principalmente se essas ofertas chegam por meio de links suspeitos em redes sociais, aplicativos de mensagens ou anúncios.


Além disso, uma boa prática de segurança é digitar o endereço da loja diretamente no navegador ou acessar o aplicativo oficial da marca, evitando clicar em URLs maliciosas. Também é fundamental desconfiar quando o site oferece apenas um tipo de pagamento, que geralmente é o Pix pela facilidade da transação para a carteira dos criminosos.


Caso você faça tudo isso e, mesmo assim, caia em um golpe durante as suas compras de Black Friday, o primeiro passo para solucionar o problema é entrar em contato com o seu banco para tentar reverter o Pix usando o Mecanismo Especial de Devolução (MED), ferramenta criada pelo Banco Central para solucionar esse tipo de problema.


Também é possível denunciar o domínio falso, além de alertar aqueles que estão ao seu redor para evitar que novas vítimas sejam feitas. (Fonte: canaltech)

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