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Consulta pública para inclusão da Computação no Referencial Curricular de Rondônia está aberta até 30 de junho

A consulta está aberta até 30 de junho, com participação destinada a professores das redes estadual, municipal e privada de ensino...

O governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), está promovendo entre os dias 15 e 30 de junho, a Consulta Pública da BNCC Computação do Ensino Médio, iniciativa que busca reunir contribuições da comunidade educacional para a construção do Referencial Curricular da Educação Escolar Digital de Rondônia.

A consulta é realizada pela Gerência de Desenvolvimento Curricular (GDC), com participação destinada a comunidade escolar das redes estadual, municipal e privada de ensino e sociedade civil. A proposta tem como objetivo subsidiar a implementação da área de Computação no Ensino Médio, em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e alinhada ao Referencial Curricular de Rondônia (RCRO).

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a construção do referencial curricular deve considerar as contribuições da comunidade educacional para garantir um documento representativo e alinhado às necessidades da rede de ensino. “Nosso objetivo é construir um currículo que reflita a realidade de Rondônia e prepare os estudantes para os desafios do presente e do futuro”, destacou.

O secretário de Estado da Educação, Massud Badra, enfatizou que a inclusão da computação no currículo escolar contribui para a formação de estudantes preparados para os desafios da era digital e reforçou o convite para que os educadores participem da consulta pública. “A inclusão da Computação no Referencial Curricular de Rondônia é um passo fundamental para preparar os jovens para os desafios do mundo digital. Por isso, é essencial a participação dos professores das redes estadual, municipal e privada, contribuindo com sugestões que fortaleçam uma proposta curricular moderna.”

A gerente de Desenvolvimento Curricular, Luciana Dermani, ressaltou a importância da participação dos profissionais da educação na construção da proposta curricular, destacando que a iniciativa fortalece o desenvolvimento de políticas educacionais alinhadas à realidade do estado. “A consulta pública representa um importante momento de construção coletiva da educação em Rondônia. Queremos ouvir os profissionais que estão diretamente envolvidos com o processo de ensino para aperfeiçoar a proposta curricular da Computação no Ensino Médio, garantindo que ela esteja alinhada às necessidades dos estudantes e às transformações tecnológicas da sociedade.”

COMO PARTICIPAR

Os participantes poderão acessar o formulário da consulta pública e registrar sugestões sobre a proposta curricular. O material disponibilizado para análise apresenta os três eixos estruturantes da BNCC Computação para o Ensino Médio:

  • Pensamento Computacional;
  • Mundo Digital; e
  • Cultura Digital.

As contribuições recebidas serão analisadas pela equipe responsável e poderão ser incorporadas à versão final do documento. O formulário da consulta pública está disponível até o dia 30 de junho de 2026 e pode ser acessado pelo link: Consulta Pública da BNCC Computação do Ensino Médio.

FONTE - SECOM RO

SpaceX faz maior IPO da história e passa a negociar ações na bolsa dos EUA

Oferta de ações movimentou US$ 75 bilhões e fez companhia ter um valor de mercado de US$ 1,77 trilhão...

A SpaceX realizou nesta sexta-feira (12) seu IPO - oferta pública de ações -  na bolsa dos Estados Unidos. A empresa precificou suas ações a US$ 135 e movimentou US$ 75 bilhões.

A copanhia de Elon Musk e sua equipe tocaram o sino da Nasdaq às 10h30 (horário de Brasília) e deu início às negociações das ações da fabricante de foguetes.

"Eu dei a SpaceX uma chance menor do que 10% de ser bem-sucedida", disse Musk durante discurso.

O homem que pode ser tornar o 1º trilionário do mundo agradeceu a equipe da empresa e afirmou que a missão da SpaceX é trazer a ficção para a realidade.

"[A missão da SpaceX] é tirar a ficção da ficção científica e criar um futuro inspirador e empolgante para todos. Qualquer pessoa que quiser ir para a lua, para o sistema solar, não apenas astronautas... estou falando de vocês, literalmente vocês", disse.

Segundo informações da CNBC e da Bloomberg, a SpaceX poderá estrear com ações em torno de US$ 175, um aumento de cerca de 30% em relação ao preço alvo de seu IPO, de US$ 135.

As manifestações de interesse dos investidores são compartilhadas antes do início das negociações para ajudar a determinar o preço inicial.

Fundada em 2002, a empresa tinha como foco construir foguetes e transportar cargas ao espaço sideral. Quase 20 anos depois, após fundir com a Starlink, passou a operar nos serviços de internet via satélite. 

Posteriormente, a SpaceX deu mais um passo em sua expansão e se fundiu também com a startup de inteligência artificial de Musk, a xAI, em um negócio que avaliou a empresa de foguetes espaciais em US$ 1 trilhão. A empresa é desenvolvedora do chatbot Grok, disponível no X, avaliada em US$ 250 bilhões.

Com o anúncio, US$ 75 bilhões foram demandados por investidores individuais (pessoas físicas), que também querem uma parcela das ações da empresa. A forte demanda pode impulsionar ainda mais o valor de mercado da empresa, que agora está em US$ 1,77 trilhão.

FONTE - Da CNN Brasil.

Instagram e WhatsApp Web caíram? Plataformas apresentam instabilidade

O Instagram e o WhatsApp Web apresentaram instabilidade na manhã desta sexta-feira (12/6)...


O Instagram e o WhatsApp Web apresentaram instabilidade na manhã desta sexta-feira (12/6). No X, antigo Twitter, internautas apontaram que a rede social não carregava publicações no feed, enquanto a página de troca de mensagens não abria as suas abas.

“A cada atualização, o Instagram e WhatsApp só pioram os bugs. Impressionante como conseguem”, reclamou uma pessoa no X. Outra disse: “Gente, o que aconteceu com o Instagram?”.

A queda do Instagram acontece um dia após a Meta anunciar que lançou, de forma acidental, a funcionalidade Instagram Mapa. 

A funcionalidade permitia compartilhar a última localização ativa do usuário com amigos escolhidos. “Estamos cientes de que o recurso Mapa do Instagram foi disponibilizado acidentalmente para usuários no Brasil. Estamos trabalhando para corrigir isso”, diz o comunicado enviado ao Metrópoles.

A Meta ainda revelou o motivo da instabilidade em suas redes sociais.

fonte - METRÓPOLES.

STF dá 60 dias para big techs se adequarem; julgamento é suspenso

Apesar de divergências sobre alcance das obrigações e modulação dos efeitos, ministros não contestaram prazo de adaptação sugerido pelo relator Dias Toffoli para que plataformas adotem medidas que ampliam responsabilidade sobre conteúdos...

O STF (Supremo Tribunal Federal) concedeu prazo de 60 dias para que as plataformas digitais se adaptem às novas obrigações impostas pela Corte no julgamento que ampliou a responsabilização das big techs por conteúdos ilícitos publicados por terceiros.

A Corte iniciou a análise dos recursos das plataformas na quarta-feira (10). O prazo foi sugerido pelo relator de 9 dos recursos, o ministro Dias Toffoli.

Apesar do consenso em torno do prazo de transição entre os ministros que já votaram, o julgamento não foi formalmente encerrado. Ao proclamar o resultado parcial da sessão, o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, informou que a definição da redação final da tese foi adiada para a próxima quarta-feira (17).

Os ministros que votaram concordaram com a concessão de prazo de 60 dias para adaptação às novas regras. As divergências concentram-se no alcance das obrigações e nos critérios para definir quais plataformas serão submetidas a elas.

Julgamento do Marco Civil 

Em junho de 2025, o Plenário do STF julgou os Temas 987 e 533 da Repercussão Geral e, por maioria de votos (8 a 3), declarou a inconstitucionalidade parcial do artigo 19 do Marco Civil da Internet.

Até então, o dispositivo previa que as plataformas só poderiam ser punidas ou obrigadas a indenizar se descumprissem ordem judicial específica para a remoção de conteúdo. O Supremo alterou essa lógica ao entender que o modelo gerava "proteção insuficiente" à democracia e aos direitos fundamentais.

Os embargos foram apresentados por empresas de tecnologia e entidades da sociedade civil para questionar trechos da tese fixada pelo Supremo.

Entre os pontos contestados estavam a ausência de prazo para adaptação às novas regras, a abrangência das obrigações impostas às plataformas e a redação dos dispositivos relacionados à responsabilização civil das empresas.

fonte - Fernanda Fonseca e Gabriela Boechat, da CNN Brasil, Brasília.

Meta admite erro após liberar Mapa do Instagram no Brasil

Recurso compartilhava localização de usuários em tempo real; deputada Erika Hilton acionou MPF contra ferramenta...

O novo recurso de localização em tempo real do Instagram gerou polêmica entre usuários brasileiros e levou a Meta a admitir que a ferramenta foi liberada no país de forma acidental. A funcionalidade, chamada de Mapa do Instagram, começou a aparecer para mais usuários na quarta-feira (10), mas deixou de ser exibida para parte do público nesta quinta-feira (11).

Em nota enviada ao SBT News, a Meta informou que a disponibilização da ferramenta no Brasil ocorreu por engano. "Estamos cientes de que o recurso Mapa do Instagram foi disponibilizado acidentalmente para usuários no Brasil. Estamos trabalhando para corrigir isso", afirmou a empresa.

O recurso permitia que usuários compartilhassem sua localização em tempo real com seguidores selecionados. A ferramenta foi lançada nos Estados Unidos e, segundo a empresa, a proposta seria criar uma nova forma de interação social, permitindo que amigos descubram onde outras pessoas estão, encontrem locais de interesse e iniciem conversas a partir da localização.

O compartilhamento de localização vinha desativado por padrão e precisava ser habilitado manualmente pelo usuário. Era possível escolher quem poderia visualizar a posição em tempo real, incluindo amigos, lista de 'Amigos Próximos', perfis específicos ou ninguém.

A novidade, no entanto, provocou críticas nas redes sociais. Usuários apontaram riscos relacionados à privacidade, como monitoramento constante, perseguição, assédio e exposição de dados de localização.

Erika Hilton aciona MPF

A repercussão levou a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara, a anunciar medidas contra a funcionalidade. Em publicação nas redes sociais, a parlamentar afirmou que acionou o Ministério Público Federal para pedir a suspensão imediata do recurso.

Segundo Hilton, o compartilhamento da localização em tempo real pode representar riscos para mulheres, crianças, idosos e pessoas vulneráveis. A deputada também criticou o que classificou como um processo confuso de ativação da ferramenta e alertou para possíveis consequências relacionadas a crimes como perseguição, roubo e violência.

"Essa é uma função lançada de forma completamente irresponsável por uma big tech que só pensa em lucro e não se importa se uma nova funcionalidade pode acarretar em casos de roubo, stalking, perseguição, violência, estup*o ou assassinato", escreveu a deputada.

Versão paga do Instagram chega ao Brasil; veja preço e novidades

Meta anunciou que suas outras redes sociais também terão versões com assinaturas premium

O Instagram Plus, versão paga da rede social, foi lançado no Brasil nesta quinta-feira (4) pela Meta. A assinatura permite que os usuários premium tenham recursos adicionais de personalização e acesso a mais métricas do que as contas gratuitas.



A ferramenta chega ao país com o valor de R$ 10 por mês e é a primeira rede social da empresa a ganhar variante por assinatura. Está previsto que o Facebook e o WhatsApp recebam atualizações semelhantes em breve.


As ferramentas estavam em testes nas plataformas e, de acordo com uma nota enviada à CNN Brasil anteriormente, "os testes foram positivos, por isso a Meta está animada para começar a lançar o Instagram Plus, Facebook Plus e WhatsApp Plus, que estarão disponíveis globalmente em breve".


Conheça as novidades do Instagram Plus

Na versão para assinantes, o foco é dar mais controle dos Stories e a customização do perfil.


Os usuários terão a possibilidade de visualizar as fotos temporárias de outras pessoas de forma anônima, ter acesso às estatísticas de suas publicações para descobrir quem assistiu novamente seus conteúdos; aumentar a duração dos Stories para além das 24 horas tradicionais; e criar listas de audiência personalizadas que vão além do limite do "Amigos Próximos".


No perfil, assinantes Plus podem adicionar fontes personalizadas para a biografia, novos ícones para o aplicativo, reações exclusivas de "Super Corações" e possibilidade de fixar mais de três posts no topo do perfil.


A Meta afirmou que os usuários da versão gratuita não terão nenhum prejuízo com o lançamento da nova versão. (CNN)

STF marca para 10 de junho julgamento de recurso das big techs

Empresas como Google e Meta contestam decisão da Corte que ampliou a responsabilidade das plataformas por conteúdos publicados pelos usuários...


O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, marcou para 10 de junho o julgamento dos recursos apresentados por plataformas digitais contra a decisão da Corte que ampliou a responsabilização das plataformas por conteúdos publicados por usuários.

Inicialmente, a análise estava prevista para ocorrer em sessão virtual, modalidade em que os ministros registram seus votos na página on-line do processo, sem debate entre si. O julgamento começaria na última sexta-feira (29), mas foi retirado da pauta.

Agora, os recursos serão analisados em sessão presencial, formato que permite discussões e manifestações dos ministros durante o julgamento.

Nos recursos a serem analisados, empresas como Google e Facebook (Meta) questionam pontos da tese fixada pelo tribunal em junho do ano passado, quando o STF considerou parcialmente inconstitucional um artigo do Marco Civil da Internet.

Pelo entendimento atual da Corte, as plataformas podem ser punidas civilmente caso não removam conteúdos ilegais após notificação extrajudicial dos usuários, sem a necessidade prévia de uma ordem judicial.

Nos recursos, as big techs alegam a existência de omissões e obscuridades que geram insegurança jurídica. O Facebook solicita que a regra seja restrita a conteúdos "manifestamente" ilícitos e pede um prazo de seis meses para adaptação às novas obrigações de moderação.

O Google, por sua vez, demanda o estabelecimento de critérios rígidos para as notificações, como a identificação do denunciante e a indicação precisa do link sob suspeita.

fonte - CNN Brasil, da CNN Brasil.

iPhone 18: o que esperar do próximo lançamento da Apple?

Faltam quatro meses para o anúncio oficial do iPhone 18 e, como de costume, já existe uma onda de vazamentos que costumam acertar boa parte das novidades. Segundo esses rumores, a geração de 2026 pode trazer uma das maiores mudanças visuais desde a chegada da Dynamic Island.

FOTO - CANALTECH

As informações ainda são extraoficiais, mas existe um padrão interessante surgindo: menos recortes na tela, câmeras mais avançadas e um visual mais próximo do conceito de “tela inteira”.

Tela: Dynamic Island menor e Face ID escondido

A mudança mais comentada envolve justamente a parte frontal. De acordo com o insider Mark Gurman, o iPhone 18 Pro deve reduzir significativamente a Dynamic Island graças à migração parcial do Face ID para baixo do painel.

A ideia não seria eliminar completamente o recurso, mas diminuir sua área ocupada. Hoje, a Dynamic Island concentra a câmera frontal e sensores do sistema TrueDepth. Com parte desses componentes indo para baixo da tela, o espaço visível diminuiria.

Rumores mais agressivos chegaram a sugerir um pequeno furo isolado para a câmera frontal, mas o cenário mais provável continua sendo uma “ilha” menor e mais discreta. Outra expectativa envolve a continuidade das telas LTPO com 120 Hz nos modelos Pro e bordas ainda mais finas.

FOTO - REPRODUÇÃO


Câmeras: Apple pode finalmente adotar abertura variável

Na parte traseira, a possível novidade mais importante vem da câmera principal. O leaker Ming-Chi Kuo indica que o iPhone 18 Pro pode receber uma lente de abertura variável, algo comum em câmeras tradicionais e raro nos iPhones até agora.

Na prática, isso permitiria controlar melhor a entrada de luz. Em cenas noturnas, a câmera poderia abrir mais o diafragma para capturar uma luminosidade maior. Já em ambientes claros, seria possível reduzir a abertura para ganhar profundidade de campo e diminuir superexposição.

Hoje os iPhones trabalham com abertura fixa, então essa seria uma mudança importante para amantes de fotografia e criadores de conteúdo. Também existem rumores sobre sensores atualizados e melhorias no processamento computacional, principalmente em retratos e vídeo.

Design: grande revolução ou evolução discreta?

Aqui os vazamentos entram em conflito. Parte das fontes acredita que a Apple prepara uma mudança visual relevante para 2026, incluindo bordas menores e uma frente mais limpa. Outras sugerem algo mais conservador, mantendo uma linguagem parecida com o iPhone 17.

O consenso parece estar no meio do caminho. O iPhone 18 provavelmente não abandonará totalmente o visual atual, mas pode iniciar a transição para um aparelho visualmente mais “all screen”.

Também existem rumores sobre novas cores para os modelos Pro, incluindo tons azulados e variações mais escuras. Já o modelo Pro deve receber uma versão roxa, substituindo o laranja do 17.


O iPhone 18 pode marcar o início de uma nova fase

Existe outro detalhe interessante: 2026 pode ser o ano em que a Apple reorganiza a linha. Relatórios do setor falam em possíveis lançamentos escalonados e até maior foco nos modelos Pro, enquanto versões convencionais poderiam chegar depois.

Ao mesmo tempo, o primeiro iPhone dobrável continua aparecendo em vazamentos paralelos, embora ainda exista incerteza sobre cronograma e disponibilidade.

Os vazamentos de Gurman e Ming-Chi Kuo costumam ter histórico forte, especialmente quando envolvem cadeia de produção e fornecedores. Ainda assim, obviamente nada disso foi confirmado oficialmente pela Apple.

Se metade dos rumores se concretizar, o iPhone 18 pode representar a maior evolução visual da marca desde a chegada da Dynamic Island: tela menos interrompida, câmera mais sofisticada e um passo importante rumo ao iPhone totalmente sem recortes.

FONTE - Por Renato Moura Jr. • Editado por Léo Müller .

Maior satélite de Netuno seria responsável por inclinação de quase 30 graus do planeta, sugere pesquisador da Unesp

A partir de simulações, novo estudo propõe que a interação com Tritão pode ter moldado a inclinação do eixo de rotação de Netuno. Ao entrar em uma espécie de alinhamento gravitacional com o gigante gasoso, o satélite teria estabilizado sua órbita e, gradualmente, reorientado o planeta até a configuração atual.

FOTO - REPRODUÇÃO

As estações do ano, tão importantes para estabelecer o ritmo e as estratégias de sobrevivência dos seres que habitam a Terra, são um legado de nosso passado cósmico. O que as torna possíveis é a inclinação de cerca de 23,5° do eixo de rotação da Terra em relação ao plano da órbita em torno do Sol. Esta inclinação, explica a pesquisa astronômica, deveu-se a uma série de eventos transcorridos durante o processo de formação de nosso planeta. Alguns teóricos acreditam que grandes colisões com corpos que andavam perambulando pelo Sistema Solar em seu período inicial contribuíram para alterar a posição original do eixo, que deveria ser de 90°.

Sabemos que outros “vizinhos” planetários também apresentam diferentes graus de inclinação e, em decorrência disso, podem exibir alterações sazonais climáticas. Cabe aos astrônomos tentar explicar quais podem ter sido as causas para que eles também tenham pendido para o lado. Um novo estudo, conduzido por um pesquisador da Unesp, tem como foco Netuno, que apresenta uma inclinação ainda maior do que a da Terra, alcançando 28°.

A teoria mais aceita para explicar o surgimento do Sistema Solar sustenta que ele remonta a uma nuvem primordial de poeira e gás que se contraiu devido à ação da força gravitacional, há 4,6 bilhões de anos. Dessa nuvem formou-se uma protoestrela que depois se tornaria o Sol que conhecemos. Uma parte do material da nuvem, no entanto, não foi aproveitada na formação da estrela e se manteve pairando ao seu redor. Este material também passou por um processo de aglutinação que durou dezenas de milhões de anos (talvez mais) e que resultou no surgimento dos planetas que conhecemos, que compõem nosso sistema.

Por conta desse processo de formação, é esperado que os eixos de rotação dos planetas permaneçam próximos de uma posição “vertical” em relação ao plano da órbita que eles descrevem ao redor do Sol. Esse é o caso de Mercúrio, por exemplo. Mas a maioria apresenta alguma inclinação.

Já foram formuladas hipóteses para explicar a inclinação de 28° de Netuno, mas o debate ainda segue em aberto. Em um artigo recente, Rodney Gomes, docente da Faculdade de Engenharia e Ciências da Unesp, câmpus de Guaratinguetá, propôs uma nova solução: no lugar de colisões violentas durante a época de formação, o planeta gigante pode ter experimentado um deslocamento gradual que envolveu seu principal satélite, Tritão.

Intitulado Neptune’s obliquity was likely engendered by Triton’s tidal evolution, o trabalho foi publicado na revista científica Icarus e, a partir de simulações, o pesquisador defende que a presença de Tritão pode ter criado uma influência gravitacional em Netuno que, no decorrer de milhões de anos, levou à inclinação que vemos hoje.

“A interação gravitacional do satélite faz com que o eixo de rotação mude. Mas, para que isso aconteça, o satélite deve estar no local certo, na hora certa”, conta Gomes. “E Tritão é um satélite muito particular porque acredita-se que foi capturado”, afirma.

Este termo significa que a história de Tritão difere da de muitas outras luas do Sistema Solar, que surgiram mais ou menos ao mesmo tempo que os planetas e a partir da mesma nuvem primordial. A hipótese mais aceita para sua origem estabelece que ele teria surgido em uma região mais distante do Sistema Solar, conhecida como cinturão de Kuiper. Ao passar próximo de Netuno, foi capturado pela força gravitacional do planeta, permanecendo em sua órbita.

Segundo o docente, essa origem diferente reforça a ideia de que o satélite pode ter influenciado a inclinação de Netuno porque, ao ser capturado, Tritão passou a orbitar o planeta de uma forma que se mostraria inicialmente bastante irregular. Com o tempo, a órbita foi mudando aos poucos, e esse processo acabou interferindo na orientação do eixo de rotação do planeta, contribuindo para sua inclinação.

fonte - UNESP.

Beijo pela internet? Cientistas criam dispositivo que promete transmitir sensação real à distância

Cientistas desenvolveram um dispositivo experimental capaz de reproduzir a sensação física de um beijo entre pessoas que estão distantes. A tecnologia utiliza sensores para captar pressão, movimento, calor e outros estímulos táteis, transmitindo essas informações em tempo real para outro aparelho conectado à internet.

O sistema é baseado na chamada tecnologia háptica, área voltada à transmissão de sensações físicas por meios digitais. Em versões recentes do protótipo, os pesquisadores buscam simular com maior fidelidade o toque dos lábios, a intensidade do contato e a temperatura, o que levou testadores a classificarem a experiência como bastante realista.

A proposta reacende discussões sobre o futuro da intimidade digital, especialmente em relacionamentos à distância. Especialistas apontam que esse tipo de inovação pode transformar a forma como as pessoas mantêm vínculos afetivos, aproximando ainda mais o contato virtual da experiência física.

Apesar da repercussão, a tecnologia ainda está em fase experimental e não possui aplicação comercial ampla. Além do uso em relações interpessoais, pesquisadores também estudam possibilidades na medicina, realidade virtual e robótica social.

Se quiser, posso reescrever em formato de matéria mais chamativa para portal de notícias, com tom de curiosidade e alto engajamento.

A jornada da Artemis chegou ao fim. Relembre o que aconteceu

Astronautas voltaram à Terra depois de uma passagem histórica na órbita lunar

Quatro astronautas da missão Artemis II sobrevoaram o lado oculto da Lua e viajaram para um ponto do espaço mais distante do que qualquer ser humano jamais alcançou. Eles retornaram para a casa agora, mas muita coisa aconteceu durante a jornada de 10 dias.



Primeiro, veja abaixo como foi a reentrada:


Agora, aqui está um resumo do que aconteceu:

Dia 1

A tripulação foi lançada ao espaço às 18h35 (horário do leste dos EUA) do dia 1º de abril e viajou da órbita baixa para a órbita alta da Terra.


Dia 2

A cápsula Orion da Artemis II completou uma queima de injeção translunar, permitindo que ela seguisse em direção à Lua.


Dia 3

A tripulação realizou com sucesso um teste do equipamento de comunicação através da Rede de Espaço Profundo.


Dia 4

Quando a Orion e sua tripulação já haviam percorrido dois terços do caminho até a Lua, a grande conquista do dia foi consertar um problema no banheiro. A tripulação também capturou imagens da Lua.


Dia 5

A espaçonave cruzou o limiar da esfera de influência lunar — o ponto no espaço onde a força gravitacional da Lua é mais forte que a da Terra.


Dia 6

Um sobrevoo lunar abrangente proporcionou à tripulação vistas sem precedentes do lado oculto da Lua — e permitiu que a equipe superasse o recorde de maior distância já percorrida por humanos no espaço.


Dia 7

A Nasa divulgou imagens do lado oculto da Lua, e os astronautas da missão Artemis II conversaram com seus colegas a bordo da Estação Espacial Internacional.


Dia 8

A tripulação aproveitou um momento de tranquilidade e respondeu a perguntas de jornalistas durante uma coletiva de imprensa.


Dia 9

Os astronautas passaram o dia configurando a Orion para a viagem de retorno e certificando-se de que ela estava na trajetória correta.


Dia 10

A sonda Artemis II concluiu sua jornada ao redor da Lua, pousando no Oceano Pacífico pouco depois das 21h (horário de Brasília). A Orion reentrou na atmosfera terrestre a uma altitude de 120.000 metros, viajando a cerca de 30 vezes a velocidade do som.

Artemis II reacende teoria de que o homem não foi à Lua; entenda

Segundo teoria popular, o homem nunca aterrissou na Lua entre 1969 e 1972, com as famosas missões Apollo

A data de 20 de julho de 1969 ficou mundialmente conhecida por marcar a aterrissagem da Apollo 11 na Lua. Na ocasião, o astronauta Neil Armstrong foi o primeiro homem a caminhar no satélite natural, seguido por Buzz Aldrin.



Entre 1969 e 1972, outras seis missões dos Estados Unidos também pousaram na Lua. As missões espaciais, entretanto, causam dúvidas até hoje. Nas redes sociais, diversos perfis seguem descrentes da chegada do homem no satélite lunar.


E os questionamentos sobre a veracidade do homem na Lua aumentaram com a afirmação de que os astronautas da Artemis II foram os que chegaram mais longe da Terra.


O fato de Artemis II ter ido mais longe não invalidaria as idas anteriores do homem ao satélite natural, mas a consistência apresentada em registros antigos ainda gera dúvidas, principalmente com as novas imagens divulgadas pela NASA da mais recente missão.


“Depois da NASA voltar à Lua e tirar essas fotos, vocês ainda acreditam que o homem pousou e fez o que fez, tudo isso em 1971?”, questiona um perfil. “A maior fake news da história da humanidade”, diz outro.


Apesar da descrença popular, existem evidências tidas como “irrefutáveis” de que a missão Apollo 14, posterior a Apollo 11, esteve no satélite matural.


Algumas delas são o rastreamento realizado pela NASA e pela União Soviética, a presença de amostras lunares com composição de difícil reprodução na Terra e registros técnicos, fotográficos e experimentais amplamente consistentes com o ambiente lunar.


A Artemis II possibilitou que a cratera lunar fosse vista em grande extensão por olhos humanos e marca o retorno das missões tripuladas ao espaço profundo após mais de 50 anos, com o objetivo de testar sistemas e preparar futuras viagens para pousos lunares.

Artemis II: Nasa divulga primeira foto já feita do lado oculto da Lua

A Nasa divulgou na manhã desta terça-feira (7) novas fotos da missão Artemis II, a viagem de quatro astronautas à Lua que já ocorre há seis dias. 


A mais recente imagem mostra o momento chamado de "pôr da Terra", a primeira foto vista do lado oculto da Lua.  

Veja vídeo abaixo:

A missão Artemis II entrou em uma nova fase após concluir o histórico sobrevoo da Lua. A cápsula Orion já iniciou a trajetória de retorno à Terra e deve deixar oficialmente a esfera de influência lunar nesta terça-feira (7), consolidando mais um marco na primeira missão tripulada ao redor do satélite desde 1972.

De acordo com a agência espacial, a saída do domínio gravitacional da Lua está prevista para ocorrer por volta das 14h25, no horário de Brasília, quando a nave estará a cerca de 66 mil quilômetros do satélite. A partir desse ponto, a gravidade da Terra volta a ser predominante, guiando a espaçonave no caminho de volta.

Antes de iniciar o retorno, a tripulação protagonizou uma série de feitos inéditos. A Orion atingiu a maior distância já registrada por humanos em relação à Terra, chegando a 406,7 mil quilômetros, superando o recorde da missão Apollo 13.

No ponto de maior aproximação da Lua, a espaçonave passou a cerca de 6.545 quilômetros da superfície, enquanto viajava a aproximadamente 98 mil km/h em relação à Terra.

Durante o sobrevoo, os astronautas também enfrentaram um período de blackout de comunicação de cerca de 40 minutos ao passarem pelo lado oculto da Lua, evento previsto em missões desse tipo.

Ao longo de cerca de sete horas de observação lunar, a tripulação realizou análises detalhadas da superfície do satélite. Foram registradas imagens de crateras, fluxos de lava e formações geológicas que ajudam a entender a evolução da Lua.

Os astronautas também relataram diferenças de cor e brilho no solo lunar, informações que podem indicar composição mineral e idade das estruturas.

Esses registros devem auxiliar cientistas a compreender melhor tanto o ambiente lunar quanto possíveis riscos para futuras missões.

Com duração total estimada de dez dias, a Artemis II segue agora em trajetória de retorno livre, utilizando a própria gravidade lunar para garantir o caminho de volta sem necessidade de manobras complexas.

A amerissagem está prevista para sexta-feira (10), no Oceano Pacífico, na costa de San Diego, nos Estados Unidos, por volta das 20h07 (horário de Brasília).

Após o pouso no mar, equipes de resgate devem retirar os astronautas com helicópteros e levá-los ao porta-aviões USS John P. Murtha, onde passarão por avaliações médicas iniciais antes de seguirem para Houston.

A Artemis II não prevê pouso na superfície da Lua, mas é considerada uma etapa fundamental para validar sistemas de navegação, suporte à vida e comunicação em missões tripuladas no espaço profundo.

fonte - Vitor Bonets, colaboração para a CNN Brasil, em São Paulo.

Artemis II começa a observação inédita da Lua: “Vista majestosa”. Acompanhe

Astronautas começaram a observar e fotografar a Lua na tarde desta segunda (6/4). Maior ponto de aproximação será às 20h02...


Após dar início à viagem na semana passada, os astronautas da Artemis II estão próximos de concluir um dos principais objetivos da missão: dar a volta na Lua com segurança. A chegada ao satélite natural ocorreu às 15h45 (horário de Brasília) e marca o retorno dos seres humanos à Lua após mais de 50 anos. O Metrópoles transmite ao vivo o evento histórico. Acompanhe!

A tripulação da Artemis se tornou a equipe que foi mais longe da Terra até o momento. O recorde anterior – atingido pela missão Apollo 13, que viajou a 400.171.432 quilômetros da Terra – foi quebrado às 14h56. A Orion ultrapassará este recorde em 6,6 quilômetros, previsto para as 20h07.

“Estamos honrando os feitos extraordinários nos nossos predecessores na exploração humana. Vamos continuar nossa jornada mais longe no espaço até a Mãe Terra nos puxar de volta para tudo o que temos de mais importante. Escolhemos esse momento para desafiar esta geração e a próxima a garantir que esse recorde não dure muito tempo”, disse o comandante da missão, Reid Wiseman.

Às 15h45, começou a visualização do satélite, que deve durar cerca de sete horas. Ao longo do período, os astronautas vão se dividir em duplas e se revezar na observação da Lua, em sessões que variam de 55 a 80 minutos. Os outros dois estarão trabalhando ou fazendo exercícios durante o tempo longe das janelas. As luzes da cabine estão completamente apagadas para garantir a melhor vista possível.

“A vista é majestosa”, disse Wiseman.

Os astronautas tirarão fotos da Lua e gravarão suas impressões em áudio e arquivo escrito. Algumas partes do satélite nunca foram vistos por olhos humanos sem ajuda de equipamentos.

Além de chegar e dar a volta na Lua, a segunda missão do Programa Artemis II tem vários outros objetivos, que, caso sejam alcançados com sucesso, aproximarão a Nasa de ser pioneira na dominação do satélite e até na construção de uma base lunar. Entre as principais metas, estão:

  • testar os sistemas de lançamento e os presentes na espaçonave Orion;
  • demonstrar a capacidade das equipes de darem suporte aos tripulantes no espaço;
  • observar a qualidade dos sistemas de emergência em situações adversas, como operações de aborto do voo e procedimentos de resgate; e
  • recuperar os dados de voo, a fim de avaliar o desempenho para missões futuras.

Depois de verem o satélite natural de perto, os motores da espaçonave serão acionados para corrigir a rota e o veículo com os astronautas entrar na trajetória de volta à Terra. Segundo a Nasa, a previsão de chegada é na próxima sexta-feira (10/4), às 21h07, em uma região próxima à costa da cidade de San Diego, nos Estados Unidos.

FONTE - METRÓPOLES.

FOTO: Nasa divulga primeira imagem da Terra vista da missão Artemis II

A cápsula Orion, da missão Artemis II, executou com sucesso na noite desta quinta-feira (2) uma queima de motor considerada decisiva para colocar sua tripulação em rota para a Lua...


A Nasa divulgou nesta sexta (3) as primeiras imagens da Terra capturadas pelos astronautas da missão Artemis II, após a manobra de injeção translunar.

Por que demorou tanto para a Humanidade voltar à Lua?

Segundo a agência espacial, o registro, feito pelo comandante Reid Wiseman, mostra duas auroras (no canto superior direito e no canto inferior esquerdo), e a luz zodiacal (no canto inferior direito) é visível enquanto a Terra eclipsa o Sol. Já a faixa marrom visível do lado esquerdo se trata do continente africano.


Outra imagem divulgada mostra o planeta visto de uma das janelas da cápsula Orion.

Essa é a 1ª vez desde 1972 que astronautas deixam a órbita terrestre rumo ao satélite.

A nave da Nasa realizou na noite desta quinta (2) acionamento de motor que colocou a missão na trajetória do satélite. A manobra, chamada de injeção translunar, é a etapa que tira a nave da órbita da Terra e a lança em direção ao espaço profundo.

É ele que coloca a Orion na chamada trajetória de retorno livre, um caminho que leva a nave até a Lua e depois a traz de volta à Terra usando a gravidade lunar.

Quais são os próximos passos da missão?

Com a rota definida, a tripulação seguirá agora em direção à Lua testando sistemas críticos de suporte de vida, comunicação e navegação fora do alcance de satélites terrestres.

O objetivo é testar sistemas da nave com astronautas a bordo, em um voo de cerca de 10 dias que dará a volta na Lua antes de retornar à Terra.

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A missão Artemis II, contudo, NÃO prevê pouso na superfície lunar.

No final do dia 5 de abril, a Orion entra na esfera de influência gravitacional da Lua, o ponto em que a atração lunar passa a ser maior do que a terrestre.

O ponto alto da missão acontecerá somente no dia 6 de abril, quando a Orion passará a poucos milhares de quilômetros da superfície da Lua e os astronautas conseguirão observar o satélite pela janela.

Nesse momento, a nave também cruza o lado oculto da Lua e fica sem comunicação com a Terra por cerca de 30 a 50 minutos.

Após o sobrevoo, a missão entra na fase de retorno. A própria gravidade da Lua vai ajudar a trazer a nave de volta.

O encerramento da missão está previsto para 10 de abril, quando a cápsula vai entrar na atmosfera da Terra em altíssima velocidade e pousar no Oceano Pacífico, onde será resgatada.

FONTE - G1.

Artemis II: Vídeo mostra Terra no momento em que nave deixa órbita

Imagens mostram a curvatura do planeta e o Sol durante manobra que impulsiona a cápsula Órion em direção à Lua; missão tripulada deve quebrar recorde de distância da Terra

A missão Artemis II, primeira viagem tripulada à Lua em 50 anos, segue seu trajeto rumo ao satélite natural da Terra. A Nasa divulgou um vídeo impressionante que mostra a curvatura do planeta e o Sol no momento em que a nave Órion deixa a órbita terrestre, iniciando sua jornada em direção à Lua.

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Gravado de dentro da própria nave, o vídeo registra a manobra que impulsionou a Órion para além dos limites do nosso planeta. Esta foi a última grande propulsão da nave durante a missão, que a partir de agora se deslocará pela influência das órbitas da Lua e da Terra.


Além do vídeo, a agência espacial americana também divulgou as primeiras fotografias feitas pela tripulação a bordo do foguete. Publicadas nas redes sociais, as imagens foram tiradas através da janela da cápsula Órion e mostram o planeta Terra por inteiro, marcado por tons de azul e marrom, além de uma aurora boreal que parece iluminar a atmosfera.

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Detalhes da missão

No total, os quatro astronautas levarão entre 22 e 24 horas para entrar na trajetória final. Após completar as primeiras etapas da missão, o módulo de serviço e a cápsula Órion realizam duas órbitas ao redor da Terra antes de seguir em direção à Lua.


Até o momento, a nave está há pouco mais de um dia e 20 horas em missão, a uma distância de 170 mil quilômetros da Terra. Da Lua, ainda faltam 253 mil quilômetros, com a espaçonave viajando a aproximadamente 6 mil quilômetros por hora.


A cápsula será impulsionada em direção ao satélite natural da Terra em uma trajetória de livre retorno. Dessa forma, a gravidade lunar garantirá o caminho de volta sem a necessidade de manobras complexas por parte da tripulação.


Recorde histórico

Com duração estimada de dez dias, a nave seguirá uma trajetória em forma de oito, inclusive contornando o lado oculto da Lua. A expectativa é que a missão Artemis II quebre o recorde de maior distância da Terra já atingida por humanos.


Atualmente, esta marca pertence à missão Apollo 13, de 1970. Na ocasião, a nave que transportava os astronautas apresentou problemas e não conseguiu pousar no solo lunar, mas acabou estabelecendo o recorde de distância que permanece até hoje.


A tripulação da Artemis II é composta por três astronautas da Nasa, todos americanos, and um astronauta da Agência Espacial Canadense. Esta é a primeira vez em mais de cinco décadas que seres humanos viajam em direção à órbita lunar. (CNN)

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