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Tecnogame reúne Danilo Gentili, Júlio Cocielo, Guilherme Briggs e Toguro neste fim de semana em Porto Velho

Porto Velho recebe neste fim de semana o Tecnogame Brasil 2026, festival dedicado ao universo dos games, tecnologia e cultura digital que será realizado nos dias 21 e 22 de março na Villa Privilege, antigo Talismã 21. O evento promete reunir jogadores, criadores de conteúdo, estudantes e profissionais da área tecnológica em dois dias de programação voltada ao público geek.

foto - edição R1 Rondônia

Com entrada gratuita, o festival deve atrair fãs de diferentes áreas da cultura digital, oferecendo uma programação que inclui competições de e-sports, desfiles de cosplay, apresentações de K-pop, exposição de produtos tecnológicos e participação de startups que irão apresentar projetos ligados à inovação.

Entre os convidados confirmados estão influenciadores e personalidades conhecidas da internet, como Danilo Gentili, Toguro, Júlio Cocielo, Guilherme Briggs, Muca Muriçoca, Luiz Carlos Persy e Jotapê. Outras personalidades do universo digital também devem participar do evento, com encontros com o público e diversas atividades ao longo da programação.

A entrada para o Tecnogame será solidária, mediante a doação de três quilos de alimentos não perecíveis ou uma caixa de chocolate. As doações serão destinadas a projetos sociais do município.

A organização também reforça o alerta para golpes envolvendo a venda de ingressos. Como o evento é totalmente gratuito, qualquer tentativa de comercialização de entradas deve ser denunciada para evitar que pessoas sejam prejudicadas.

As denúncias podem ser feitas pelo canal de atendimento (92) 9 9459-7834 ou pelo e-mail contato@tecnogamebr.com.br. Informações oficiais sobre o evento estão disponíveis no site e nas redes sociais da Prefeitura de Porto Velho, e também nos canais da organização do festival.


fonte - R1 Rondônia.

Tecnogame terá entrada gratuita e alerta para golpes na venda de ingressos

Prefeitura orienta população a denunciar cobranças indevidas; festival de games e tecnologia acontece nos dias 21 e 22 de março em Porto Velho...


A expectativa cresce entre fãs de tecnologia, games e cultura digital para a chegada do Tecnogame Brasil 2026, que acontece nos dias 21 e 22 de março, em Porto Velho. O festival será realizado na Villa Privilege (antigo Talismã 21) e promete reunir jogadores, criadores de conteúdo, estudantes e profissionais da área tecnológica em dois dias de programação voltada ao universo digital.

Tecnogame Brasil é totalmente gratuito e qualquer anúncio de comercialização de entradas deve ser denunciado

A organização alerta que a venda de ingressos para o evento é ilegal. O Tecnogame Brasil é totalmente gratuito e qualquer anúncio de comercialização de entradas deve ser denunciado. A orientação é que a população fique atenta para evitar golpes.

A produção do evento ainda reforça que, caso o ingresso seja bipado na entrada e não esteja devidamente transferido para o nome da pessoa que está tentando acessar o evento, o acesso não será permitido. Nessa situação, o sistema identificará a inconsistência e o participante não poderá entrar no local.

As denúncias podem ser feitas pelo canal de atendimento (92) 9 9459-7834 ou pelo e-mail contato@tecnogamebr.com.br. Informações oficiais sobre o evento estão disponíveis no site e nas redes sociais da Prefeitura de Porto Velho, e também nos canais da organização do festival.

Léo Moraes disse que o objetivo é garantir que todos tenham acesso ao evento de forma transparente e segura

De acordo com o prefeito Léo Moraes, o objetivo é garantir que todos tenham acesso ao evento de forma transparente e segura. “Esse é um evento pensado para a população, especialmente para os jovens que gostam de tecnologia e inovação. A entrada é gratuita e pedimos que as pessoas fiquem atentas para não cair em golpes e denunciem qualquer tentativa de venda de ingressos”, afirmou.

A entrada para o festival será solidária, mediante a doação de três quilos de alimentos não perecíveis ou uma caixa de chocolate, que serão destinados a projetos sociais do município.

Entre os convidados confirmados estão nomes conhecidos da internet e do entretenimento digital, como Danilo Gentili, Toguro e Rodrigo Defante. O evento também contará com a presença de criadores de conteúdo como Júlio Cocielo, Bruno PlayHard, Muca Muriçoca, Luiz Carlos Persy e Jotapê.

Além das startups locais apresentarem projetos ligados à inovação e tecnologia, também haverá exposição de produtos, encontros com influenciadores, o Tecnogame Brasil terá competições de e-sports, desfiles de cosplay, e apresentações de K-pop.

Texto: Jhon Silva
Fotos: Hellon/ Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Sonda desgovernada de 600 kg da Nasa colidirá com a Terra; veja riscos

Van Allen A deveria reentrar apenas em 2034 na atmosfera; chance de uma pessoa ser atingida é de 1 em 4200

A sonda Van Allen A da Nasa deverá reentrar descontroladamente na atmosfera terrestre quase 14 anos após o lançamento. A espaçonave pesa aproximadamente 600kg e de acordo com a agência.



A previsão da Nasa indicou uma entrada na atmosfera a partir da noite de terça-feira (10), com uma margem de erro de 24 horas que se encerra na noite desta quarta-feira (11).


A Nasa espera que a maior parte da espaçonave se desintegre ao atravessar a atmosfera, mas alguns componentes devem sobreviver à reentrada - não há previsão exata de onde cairá.


O risco de danos a qualquer pessoa na Terra é baixo — aproximadamente 1 em 4.200 — mas a Nasa seguirá monitorando a reentrada e atualizando as previsões.


De 2012 a 2019, a espaçonave e sua gêmea, a sonda Van Allen B, sobrevoaram os cinturões de Van Allen, anéis de partículas carregadas aprisionadas pelo campo magnético da Terra, para entender como as partículas são capturadas e perdidas.


Os cinturões protegem a Terra da radiação cósmica, das tempestades solares e do vento solar constante, que são prejudiciais aos seres humanos e podem danificar a tecnologia; portanto, compreendê-los é fundamental.


Originalmente projetadas para uma missão de dois anos, as sondas Van Allen A e B foram lançadas em 30 de agosto de 2012 e coletaram dados sem precedentes sobre os dois cinturões de radiação permanentes da Terra. A Nasa encerrou a missão depois que as duas espaçonaves ficaram sem combustível e não conseguiram mais se orientar em direção ao Sol.


As sondas Van Allen foram as primeiras espaçonaves projetadas para operar e coletar dados científicos por muitos anos dentro dos cinturões de asteroides, uma região ao redor do nosso planeta onde a maioria das espaçonaves e missões de astronautas minimizam o tempo de permanência para evitar a radiação prejudicial.


A missão da Nasa, gerenciada e operada pelo Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, fez diversas descobertas importantes sobre o funcionamento dos cinturões de radiação durante sua vida útil, incluindo os primeiros dados que mostram a existência de um terceiro cinturão de radiação transitório, que pode se formar durante períodos de intensa atividade solar.


Quando a missão terminou em 2019, análises indicaram que a espaçonave reentraria na atmosfera terrestre em 2034. No entanto, esses cálculos foram feitos antes do atual ciclo solar, que se mostrou muito mais ativo do que o esperado.


Em 2024, cientistas confirmaram que o Sol havia atingido seu máximo solar, desencadeando intensos eventos de clima espacial. Essas condições aumentaram o arrasto atmosférico sobre a espaçonave além das estimativas iniciais, resultando em uma reentrada mais precoce do que o previsto.


A sonda Van Allen B, gêmea da espaçonave que está reentrando na atmosfera, não deverá retornar à atmosfera antes de 2030. (CNN)

ECA Digital muda regras das redes sociais com verificação de idade, fim da publicidade e mais controle parental

Marco legislativo brasileiro voltado à proteção digital infantojuvenil entra em vigor em março e amplia responsabilidades das plataformas digitais...


A entrada em vigor do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), Lei nº 15.211/25, no mês de março, estabelece regras claras, deveres e punições específicas aplicáveis às plataformas digitais, ampliando ao espaço virtual os direitos assegurados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A nova legislação representa o primeiro marco legal brasileiro voltado exclusivamente à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.

Segundo Maurício Cunha, presidente executivo do ChildFund, organização que há quase 60 anos atua na defesa dos direitos da infância no Brasil, a implementação da lei é resultado de anos de mobilização da sociedade civil diante dos riscos do uso não protegido das tecnologias. “Em um mapeamento feito pelo ChildFund com mais de 8 mil adolescentes de todo o país, foi possível identificar que mais da metade dos adolescentes brasileiros já sofreram algum tipo de violência sexual on-line. É um número muito alto, que revela um ambiente com baixa segurança e uma necessidade de maior letramento digital”, afirma.

O contexto brasileiro acompanha um movimento global de maior regulação das plataformas digitais. Na Austrália, por exemplo, uma lei aprovada em 2025 proibiu o uso de redes sociais por menores de 16 anos, exigindo que as empresas implementem mecanismos efetivos de verificação etária para impedir o cadastro de crianças e adolescentes abaixo dessa idade.

No Brasil, o debate sobre segurança digital também ocorre em meio ao aumento de crimes cibernéticos. Dados da Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, mantida pela SaferNet, indicam que as queixas de crimes on-line cresceram 28,4% em 2025 em comparação com 2024, totalizando mais de 87 mil novas denúncias. A maior parte dos registros está relacionada a imagens de abuso e exploração sexual infantil. Casos de misoginia, apologia a crimes, racismo e outras formas de violência também apresentaram crescimento significativo.

Embora a legislação passe a valer neste mês, o debate sobre o uso responsável da internet é anterior e envolve pais, responsáveis, educadores e órgãos de proteção. Desde 2022, o ChildFund acompanha e contribui para o desenvolvimento do ECA Digital junto a instituições e parlamentares, com sugestões ao texto técnico e participação em reuniões com equipes legislativas.

“O ChildFund também assinou, em 2024, uma nota da Coalizão Brasileira pelo Fim da Violência Contra Crianças defendendo a relevância do projeto e a urgência da aprovação. A organização também realizou campanhas, como o Maio Laranja, e pesquisas que contribuíram para sensibilizar a sociedade e os tomadores de decisão, processo que se intensificou após a denúncia do influenciador Felca, que evidenciou a vulnerabilidade de crianças e adolescentes”, complementa Águeda Barreto, especialista sênior de Advocacy do ChildFund Brasil.

Sobre os principais avanços do ECA Digital, Águeda destaca que “a nova lei representa um marco na proteção digital ao reconhecer expressamente esse direito no ECA e estabelecer deveres mais claros para as plataformas, como transparência na moderação, canais acessíveis de denúncia e design seguro, além de proporcionar novas formas de mediação para famílias. Ao integrar as dimensões on-line e offline, fortalece a atuação do sistema de garantia de direitos e consolida uma cultura de proteção impulsionada pela pressão da sociedade”.

Atuação na proteção digital

O trabalho do ChildFund na prevenção à violência on-line inclui iniciativas de formação, advocacy e produção de conhecimento. Um dos destaques é o Safe Child – Escola de Proteção Digital, curso voltado à navegação segura na internet para crianças e adolescentes, que vem sendo implementado em parceria com o poder público e organizações da sociedade civil (OSCs). Outra estratégia recém-lançada é o website www.navegandoseguros.org.br, que disponibiliza diversos materiais informativos sobre a proteção on-line.

Recentemente, a formação foi ampliada por meio de articulações com o Governo do Distrito Federal e com as prefeituras de Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Vitória da Conquista (BA), além de uma parceria internacional com uma organização do Paraguai. As formações envolvem crianças, adolescentes, familiares, profissionais da educação e integrantes da rede de proteção, ampliando o alcance e o impacto das ações.

A iniciativa ganha ainda mais relevância diante dos dados do estudo Mapeamento dos Fatores de Vulnerabilidade de Adolescentes na Internet, realizado pelo ChildFund com mais de 8 mil adolescentes em todo o país. O levantamento revela que 54% dos adolescentes já sofreram algum tipo de violência sexual on-line e que 20% interagiram com pessoas desconhecidas ou suspeitas em jogos e redes sociais. Apesar de 94% afirmarem ter recebido alguma orientação sobre o uso seguro da internet, a maioria ainda não sabe como agir diante de situações de risco, o que reforça a urgência de ações preventivas.

Principais pontos do ECA Digital

O ECA Digital estabelece uma série de medidas inéditas para fortalecer a proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual. Entre os principais pontos estão:

  • Verificação real da idade, com a proibição da autodeclaração e a exigência de métodos eficazes para comprovar a faixa etária dos usuários;
  • Responsabilização das plataformas, que passam a ter a obrigação de monitorar e remover de forma ativa conteúdos nocivos, como violência, exploração e abuso sexual, cyberbullying, incentivo à automutilação e jogos de azar. A legislação também determina que as empresas encaminhem relatórios às autoridades com informações sobre conteúdos removidos ou denunciados e mantenham, por no mínimo seis meses, os dados relacionados aos casos, a fim de subsidiar investigações. A solicitação de retirada de conteúdo poderá ser feita pelas próprias vítimas, por seus responsáveis legais, pelo Ministério Público ou por entidades de proteção à infância e adolescência;
  • Supervisão parental reforçada, com a obrigatoriedade de vinculação das contas de crianças e adolescentes menores de 16 anos às de um responsável legal. A lei determina que as plataformas disponibilizem ferramentas claras e acessíveis de controle parental, como bloqueio de conteúdos inadequados, definição de limite de tempo de uso, autorização prévia para compras e monitoramento das interações realizadas no ambiente digital;
  • Proibição da publicidade direcionada a crianças e adolescentes, incluindo o uso de dados pessoais e perfis emocionais para fins comerciais. Também é proibida a veiculação de conteúdos que exponham crianças e adolescentes de forma erotizada ou inadequada, bem como sua monetização ou impulsionamento nas plataformas;
  • Limitação de mecanismos que estimulam o vício, como as chamadas loot boxes, ou caixas-surpresa, presentes em jogos eletrônicos, que exigem pagamento sem que o usuário saiba previamente qual item ou benefício será recebido.

A Lei também define regras claras para a remoção de conteúdos, amplia a transparência das plataformas e estabelece a fiscalização pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que poderá aplicar advertências, multas e, em casos graves, solicitar a suspensão das atividades das empresas no Brasil por decisão judicial. Para saber mais informações sobre o ECA Digital e o Safe Child, acesse www.childfundbrasil.org.br.

Sobre o ChildFund

O ChildFund é uma organização que atua no desenvolvimento integral, promoção e defesa dos direitos da criança, do adolescente e do jovem, criando futuros com mais oportunidades, para que tenham seus direitos respeitados e alcancem o seu potencial.

As iniciativas do ChildFund no Brasil, em 2024, alcançaram 1,3 milhão de pessoas. A organização realiza suas iniciativas em oito estados brasileiros: Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba e Piauí. Para realizá-las, conta com a contribuição de pessoas físicas, por meio do programa de apadrinhamento de crianças e de doações para a causa, como o Guardião da Infância, além de parcerias com empresas, institutos e fundações que apoiam os projetos desenvolvidos.

A organização foi fundada em 1966, sua sede nacional se localiza em Belo Horizonte (MG) e faz parte de uma rede internacional associada ao ChildFund International, presente em mais de 60 países e que gera impacto positivo na vida de mais de 24,3 milhões de crianças e suas famílias.

O ChildFund gera retorno de mais de sete reais para a sociedade, para cada um real doado ou investido na organização. A conclusão foi feita a partir de uma avaliação de impacto social dos programas do ChildFund, realizado pela Social Value International, uma rede global dedicada à avaliação e relato de impacto e valor social.

A organização foi premiada internacionalmente em 2025 e está entre as 20 melhores no ranking brasileiro emitido pela The Dot Good, uma certificadora de projetos sociais com sede na Suíça que avalia os impactos locais e globais de ONGs em todo o mundo. O ChildFund Brasil já foi eleito, também, a melhor ONG de assistência social do país em 2022 e a melhor ONG para crianças e adolescentes do Brasil por três anos (2018, 2019 e 2021) pelo Prêmio Melhores ONGs, que também a elegeu entre as 100 melhores ONGs do país por oito anos.

fonte - assessoria.

IA vai eliminar os empregos mais bem pagos, e o processo já começou

O problema não é o que a IA já fez — é o que ela está prestes a fazer, enquanto boa parte dos profissionais ainda a trata como curiosidade tecnológica.

O aviso soou como um balde de água fria num debate que reuniu três dos gestores mais experientes do mercado financeiro brasileiro e internacional: a inteligência artificial não vai atacar primeiro os trabalhadores de menor renda. Vai atacar os de maior salário — advogados, contadores, analistas, banqueiros. E está atacando agora, em velocidade que a maioria das pessoas ainda não percebeu.



A provocação partiu de Paulo Passoni, managing partner da Valor Capital Group, com sede em Nova York, e ecoou pela conversa sem encontrar contestação. Para ele, o problema não é o que a IA já fez — é o que ela está prestes a fazer, enquanto boa parte dos profissionais ainda a trata como curiosidade tecnológica.


“Ninguém percebeu que as ferramentas estão melhorando em uma velocidade absurda, muito rápida”, afirmou. “O que você achava que era IA hoje já é um negócio bem diferente.”


O debate aconteceu no programa Stock Pickers Aftermarket, apresentado por Lucas Collazo. Além de Passoni, participaram Andrew Reider, sócio e gestor do WHG Long Biased, e Christian Keleti, CEO da Alpha Key. Os três discutiram o impacto da inteligência artificial sobre o mercado de trabalho, sobre os modelos de negócios do setor de tecnologia e sobre as estratégias de investimento num cenário de ruptura acelerada.


“Todo tipo de trabalho intelectual vai mudar”, disse Passoni. Na sua avaliação, qualquer função que consuma tempo sem exigir criatividade genuína já é candidata à automação. Pesquisa setorial, relatórios analíticos, triagem de informações, tarefas jurídicas repetitivas — tudo isso, segundo ele, pode ser feito hoje por ferramentas disponíveis ao público.


“O que ainda terá valor é a capacidade de interpretar resultados, pensar no futuro e raciocinar de forma criativa. Mas aquele trabalho mais básico — garimpar dezenas de fontes para reconstruir o que aconteceu no passado — esse já é, hoje, inteiramente automatizado.”


O sonho do mercado financeiro virou o pior emprego

O sinal mais concreto do que está por vir veio de dentro do próprio sistema financeiro. Passoni citou declaração recente de Jamie Dimon, CEO do JP Morgan, sobre a possibilidade de adotar semana de trabalho de quatro dias para parte dos funcionários do banco — consequência direta dos ganhos de produtividade gerados pela automação.


Para quem acompanha o setor, a imagem é simbólica: se o maior banco do mundo começa a reduzir sua necessidade de mão de obra qualificada, o movimento é irreversível.


Outro caso concreto veio da Block — empresa de pagamentos fundada por Jack Dorsey, criador do Twitter, e anteriormente conhecida como Square. A companhia anunciou a redução de quase metade de seu quadro, de mais de dez mil para menos de seis mil funcionários.


O detalhe que chamou atenção dos gestores: o corte não foi motivado por crise financeira, mas por ganhos de eficiência proporcionados pela inteligência artificial. “Esse é o começo”, disse Passoni.


A ironia, apontada por ele, é que as carreiras historicamente associadas ao prestígio e à alta remuneração são justamente as mais vulneráveis nessa transição. “Todo mundo achava que trabalhar nesse tipo de coisa era o trabalho do sonho. Agora é o pior trabalho que você pode fazer.”


A lógica é direta: quanto mais o trabalho depende de processar informação e produzir documentos estruturados, mais facilmente uma máquina o substitui.


Reider traçou um paralelo histórico para dar dimensão ao fenômeno. Assim como a globalização, a partir dos anos 1990, exportou empregos industriais dos países ricos para China e Leste Europeu, a IA agora faz o mesmo com os trabalhadores de escritório.


“A IA tem um monte de trabalhador muito barato, que trabalha 24 horas por dia, não reclama, não quer semana de quatro dias, e vai substituir o contador, o advogado, o banker”, disse.


Para o gestor, o grau de incerteza gerado por essa ruptura só encontra paralelo em duas crises recentes: o colapso do mercado imobiliário americano em 2008 e a pandemia de Covid-19. (Infomoney)

Circuito Tecnogame 2026 chega a Porto Velho com Guilherme Briggs, Júlio Cocielo, Bruno Playhard e Muca Muriçoca

Festival reúne e-sports, tecnologia, oficinas e arrecadação de alimentos...


Porto Velho vai receber uma edição do circuito Tecnogame Brasil 2026, festival dedicado a games, tecnologia, inovação e cultura digital. O evento terá organização da Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel).

A programação será realizada nos dias 21 e 22 de março de 2026, na Villa Privilege (antigo Talismã 21), na capital. A entrada será três quilos de alimentos não perecíveis, que serão destinados a projetos sociais.

Games, inovação e cultura geek no Tecnogame 2026 em Porto Velho

Além das competições e atividades culturais, o evento contará com rodadas de negócios voltadas ao setor de tecnologia e economia criativa, aproximando desenvolvedores, empresas, startups e jovens talentos interessados em ingressar no mercado digital.

Entre as atrações confirmadas estão grandes nomes da internet e do universo gamer, como dublador Guilherme Briggs e os youtubers Júlio Cocielo, Bruno Playhard e Muca Muriçoca, além de mais de 30 atrações nacionais.

O evento também prevê a oferta de bolsas para cursos de tecnologia e inovação, ampliando as oportunidades de formação para jovens interessados no setor.

“Esse evento integra um circuito nacional que conecta jogos eletrônicos, tecnologia, educação, cultura e entretenimento, que já realizamos em outras capitais brasileiras. Cada etapa reúne atividades abertas ao público com foco em cultura digital e mercado criativo”, comentou Andryw Antony, diretor executivo do projeto.

O secretário municipal de Turismo, Esporte e Lazer, Paulo Moraes Júnior, lembrou que o evento também representa uma oportunidade de aproximar a juventude das novas tecnologias e incentivar o desenvolvimento do setor criativo na capital.

“A realização do Tecnogame em Porto Velho reforça o compromisso da gestão em incentivar iniciativas que dialoguem com inovação, cultura digital e oportunidades para a juventude. Além do entretenimento, o evento estimula a formação, o empreendedorismo e o acesso ao universo da tecnologia”.

O que é o Tecnogame?

O festival reúne competições de e-sports, arenas temáticas, shows, debates, oficinas e encontros com criadores de conteúdo. Há painéis sobre empreendedorismo digital, impacto dos e-sports na indústria de games e oportunidades de carreira no setor. Oficinas abordam criação de jogos, modelagem 3D e formação para quem busca espaço no mercado tecnológico.

A estrutura do evento se divide em quatro áreas. A Arena Inovação apresenta projetos de tecnologia, desenvolvimento de jogos, realidade virtual e negócios. A Arena Gamer concentra disputas de e-sports e jogos retrô. A Arena Music reúne apresentações musicais e batalhas de rima. A Arena Geek abre espaço para cosplay, dança e cultura pop.

As competições de jogos eletrônicos distribuem prêmios e incluem títulos populares do cenário competitivo e casual, como FIFA, League of Legends, Counter-Strike 2, Free Fire, Fortnite, Mortal Kombat, Street Fighter e Pokémon Go.

Porto Velho entra no circuito nacional dos games com o Tecnogame 2026

O evento também inclui atividades de formação. O público poderá participar de cursos sobre introdução ao mercado de games e desenvolvimento de jogos. Existem ainda desafios de criação, como a Tecnogame Jam, voltada a estúdios locais, e o Hacka Gamer, que propõe soluções tecnológicas para órgãos públicos e empresas.

“Esse evento coloca a nossa Porto Velho no mapa nacional da tecnologia e dos games. A Prefeitura, por meio da Semtel, aposta no evento como porta de acesso para jovens à inovação, ao conhecimento e às oportunidades do mercado digital”, disse o prefeito Léo Moraes.

“O Tecnogame abre espaço para a juventude de Porto Velho ter contato direto com tecnologia, inovação e o universo dos games. São iniciativas que ampliam oportunidades, incentivam talentos e aproximam os jovens do mercado digital”, explicou Paulo Moraes Júnior, secretário municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel).

O circuito já reuniu mais de 200 mil pessoas em cinco edições realizadas no Brasil, com geração de empregos temporários, mobilização de voluntários e campanhas de arrecadação de alimentos.

Influenciadores, dubladores, streamers e criadores de conteúdo ligados ao universo gamer são convidados. São esperados no evento estudantes, universitários, desenvolvedores, empresas de tecnologia, famílias e interessados na cultura geek e nos jogos eletrônicos.

Texto: Francisco Costa
Edição: Secom
Fotos: Arquivo / Secom / José Carlos - 
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)


Vírus de R$ 160 trava o WhatsApp de vítimas e rouba dados pessoais

O WhatsApp está na mira de cibercriminosos mais uma vez: pesquisadores de segurança da Dark Web Informer descobriram que hackers estão comercializando um script malicioso em fóruns clandestinos que explora vulnerabilidades do app de mensagens para roubar dados.



O caso consiste na venda de um exploit entre criminosos que aproveita falhas de segurança do WhatsApp em diversos sistemas operacionais para provocar interrupções no funcionamento do aplicativo. Pelo que foi observado, o agente por trás do serviço cobra um preço relativamente baixo pelo código comprometido: US$ 30 (aproximadamente R$ 158).


O valor baixo demonstra uma operação mais acessível, aumentando as chances de que mais compradores invistam no exploit, inclusive aqueles que não possuem tanta experiência na área.


Exploração de vulnerabilidades

Com alcance em larga escala por afetar plataformas diversas, o exploit foi projetado para causar o travamento completo do WhatsApp em dispositivos Android. Já no iOS, o código malicioso, além de provocar o problema, também congela conversas em grupos, interrompendo o acesso do usuário a esse recurso.



O serviço ainda conta com outros recursos que corrompem o aplicativo, como ferramentas para provocar um bombardeio de chamadas de voz e vídeo, que sobrecarrega o dispositivo para que ele permaneça inutilizável durante o ataque. O exploit ainda apresenta um recurso de spam em pares cuja operação segue um mistério para os especialistas.


Alto alcance e sem complexidade

Outro aspecto que chamou a atenção da Dark Web Informer é que o exploit não precisa de uma configuração complexa para funcionar: basta recursos simples para que o script comece a provocar estragos significativos no WhatsApp da vítima.


Além disso, o ataque pode ser feito diretamente de um dispositivo móvel, sem a necessidade de uma infraestrutura complexa para ser concretizado. Isso é possível porque o script pode ser executado pelo Termux, um emulador de terminal Android e ambiente Linux.


Os hackers ainda conseguem adicionar uma camada maior de anonimato ao ataque por precisarem apenas de um número de celular para executar o exploit, passando despercebido pelo sistema até ser tarde demais.


Fonte: Cyber Security News

Mais 35 mil pessoas em Rondônia terão internet de alta qualidade e melhor sinal de celular

Iniciativa do Governo do Brasil vai ampliar a cobertura do serviço móvel em 21 localidades de 13 cidades não assistidas, incluindo rodovias do estado, com previsão de implementação a partir de abril...


Com ações estratégicas de inclusão digital, o Ministério das Comunicações e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), levarão internet de melhor sinal de celular para 21 localidades de 13 municípios de Rondônia. Ao todo, cerca de 35 mil pessoas serão beneficiadas.

As melhorias fazem parte das metas do edital de licitação da faixa de 700 MHz, lançado em fevereiro deste ano para ampliar a cobertura móvel, com tecnologia 5G em diversas regiões do país. O leilão, previsto para abril, priorizará a expansão do serviço em áreas rurais e remotas.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, explicou que a medida vem para reduzir desigualdades no acesso das pessoas à internet. “Esse leilão é essencial para levar sinal de celular e conectividade a lugares com falhas de cobertura. Todos os brasileiros precisam ter acesso à comunicação, aos serviços digitais e às oportunidades que a internet oferece”, disse.

Além disso, está prevista a cobertura de 563,2 km de trechos desassistidos da rodovia federal BR-364, passando por 10 municípios do estado. Esses locais, hoje invisíveis para as operadoras tradicionais, terão prioridade na nova licitação.

Municípios de Rondônia que serão atendidos: Ariquemes, Candeias do Jamari, Chupinguaia, Corumbiara, Costa Marques, Espigão D'Oeste, Guajará-Mirim, Machadinho D'Oeste, Nova Mamoré, Novo Horizonte do Oeste, Pimenta Bueno, Porto Velho e Rolim de Moura.

Municípios de Rondônia com trechos de rodovias que serão atendidos:

· BR-364: Alto Paraíso, Ariquemes, Cacoal, Candeias do Jamari, Chupinguaia, Itapuã do Oeste, Jaru, Pimenta Bueno, Porto Velho e Presidente Médici.

Novos serviços

No Brasil, a expectativa com o leilão é de 1,2 milhão de pessoas beneficiadas e 500 pequenas localidades sejam conectadas. Além de fortalecer o 4G, a faixa de 700 MHz vai ampliar o alcance do 5G, levando a tecnologia a locais que hoje ainda não contam com conexão de qualidade. A iniciativa também abre caminho para novos serviços, como equipamentos conectados à internet.

Diferente de outros leilões, este não tem como foco arrecadar recursos para o governo federal. A maior parte do valor pago pelas empresas será convertida em investimentos obrigatórios para ampliar a cobertura do serviço móvel, principalmente em regiões que hoje não são atendidas de forma adequada.

A liberação da faixa de 700 MHz foi possível após o avanço da TV digital, que permitiu reorganizar o uso das frequências e abrir espaço para a expansão dos serviços móveis.

O edital, aprovado pelo Tribunal de Contas da União, está alinhado à política pública de ampliar a competição, acelerar a cobertura e evitar que o espectro permaneça ocioso caso não haja interesse nas etapas iniciais.

Como vai funcionar o leilão:

  • A faixa será oferecida novamente para aumentar a concorrência entre as operadoras.
  • O espectro será dividido em blocos regionais.
  • Cada empresa poderá adquirir até duas regiões.
  • O processo terá três etapas, começando por operadoras regionais e, ao final, aberto a qualquer empresa interessada.
  • O foco é ampliar a cobertura, estimular investimentos e melhorar a qualidade do sinal.
FONTE - Assessoria Especial de Comunicação Social - Ministério das Comunicações.
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