Investigação encontrou indícios de financiamento da aquisição de drogas, logística de armazenamento e comercialização em pontos de tráfico localizados na região de Sumaré
O vereador Hélio Silva (Cidadania), presidente da Câmara Municipal de Sumaré (SP) e candidato a deputado federal, foi preso na manhã desta quarta-feira (9) durante uma operação contra o tráfico de drogas.
A prisão ocorreu no âmbito de uma ação da Ficco, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado. Fazem parte: Polícia Federal, Rodoviária Federal, Militar e Civil de São Paulo.
Os agentes cumpriram dois mandados de prisão temporária e 10 mandados de busca e apreensão em Campinas (SP), Sumaré (SP), Vinhedo (SP) e Jacutinga (MG), incluindo um local apontado pelas investigações como possível abrigo utilizado para guardar drogas.
O outro preso na operação seria um traficante, mas sem identidade divulgada.
Ao longo da investigação, foram colhidos indícios relacionados ao financiamento da aquisição de drogas, à logística de armazenamento e à comercialização em pontos de tráfico localizados na região de Sumaré, além da utilização de imóveis e pessoas jurídicas na dinâmica criminosa sob apuração.
A ação conta com o apoio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MPSP (Ministério Público de São Paulo), por meio do Núcleo Campinas, além do apoio operacional do COT (Comando de Operações Táticas), do GPI (Grupo de Pronta Intervenção), do 1º Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo e do 10º Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
A Ficco/Campinas é integrada por policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais militares e policiais civis de São Paulo, além de guardas municipais de Paulínia.
A CNN Brasil entrou em contato com a Câmara Municipal de Sumaré e aguarda retorno. A reportagem também tenta localizar a defesa de Hélio Silva. O espaço segue aberto. (CNN)
Somente nesta terça-feira (8), foram encontrados 725 quilos da droga; no domingo, ação já havia resultado na apreensão de 521 kg e na prisão de dois suspeitos
A PF (Polícia Federal) apreendeu cerca de 1,2 tonelada de cocaína desde o último domingo (6), na cidade de Itajaí, em Santa Catarina. Somente nesta terça-feira (8), foram encontrados 725 quilos da droga em um depósito clandestino.
A ação é um desdobramento das investigações que, no domingo, já havia resultado na apreensão de 521 quilos da droga e na prisão de dois suspeitos.
Em cumprimento a mandado de busca e apreensão expedido pelo Juízo Estadual da Vara de Garantias de Itajaí, policiais federais localizaram um novo depósito clandestino de entorpecentes em uma residência.
Os pacotes de cocaína foram encontrados escondidos sob o piso da sala do imóvel. Um suspeito de 28 anos foi preso em flagrante. A operação contou com o apoio da Polícia Militar de Santa Catarina.
De acordo com a PF, as investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa e esclarecer a participação de cada envolvido nos fatos apurados. (CNN)
Ordem incomoda colegas, amplia desgaste institucional e arrasta governo para crise do tribunal..
A decisão do ministro Flávio Dino de determinar o retorno de Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal ampliou a tensão interna no Supremo Tribunal Federal (STF). A medida contrariou, na prática, uma ordem anterior de André Mendonça e ocorreu antes da análise do recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU) pelo presidente da Corte, Edson Fachin.
Mendonça havia determinado nesta terça-feira (8) o afastamento de Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada. A decisão foi levada ao plenário virtual extraordinário da Segunda Turma e recebeu os votos favoráveis de Luiz Fux e Nunes Marques, formando maioria.
O julgamento, porém, foi interrompido após pedido de vista de Gilmar Mendes. O ministro argumentou que precisava de mais tempo para analisar o caso, questionou a legitimidade do partido Novo para pedir o afastamento do diretor-geral da PF e defendeu que a questão fosse examinada pelo plenário do STF.
Paralelamente, a AGU recorreu e pediu a Fachin a derrubada dos afastamentos. O presidente do Supremo determinou inicialmente que Mendonça se manifestasse sobre o recurso em até 72 horas.
Antes dessa manifestação e de uma decisão de Fachin sobre o pedido, Dino determinou o retorno dos dois delegados aos cargos. A medida provocou incômodo entre integrantes da Corte e acrescentou um novo capítulo à crise institucional envolvendo decisões tomadas dentro do próprio Supremo.
Andrei Rodrigues trabalhou sob o comando de Dino quando o atual ministro do STF ocupava o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Dino deixou o ministério após ser indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma vaga no Supremo, no fim de 2023.
Tornozeleira eletrônica de Sílvia de Amorim Jesus deixou de transmitir dados um dia após a expedição do mandado...
FOTO - REPRODUÇAO
Sílvia de Amorim Jesus, moradora de Jaru, em Rondônia, está foragida após ter a prisão determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Condenada a 14 anos de prisão por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023, ela era monitorada por tornozeleira eletrônica.
O processo transitou em julgado em 13 de agosto, encerrando a possibilidade de recursos na ação. O mandado de prisão foi expedido em 27 de agosto.
No dia seguinte, a tornozeleira de Sílvia deixou de transmitir dados por estar descarregada. Posteriormente, o sistema registrou um alerta de possível rompimento do equipamento.
Após tentativas de contato sem resposta, equipes realizaram buscas no endereço informado, mas ela não foi localizada. A Secretaria de Estado da Justiça de Rondônia formalizou a situação de evasão no sábado (5).
A defesa informou que perdeu contato com Sílvia após ela ser comunicada sobre a decisão definitiva e afirmou não ter elementos suficientes para confirmar o rompimento da tornozeleira.
Os advogados pretendem apresentar uma revisão criminal e alegam que ela é ré primária, trabalha como diarista e é responsável por uma filha.
Dois dos presos eram procurados pela Justiça; um deles estava foragido do sistema prisional...
foto - divulgação PF/RO
Três homens foram presos em flagrante nesta terça-feira (8), em Porto Velho, durante uma ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO). Cerca de 11 quilos de substância análoga à maconha, uma pistola calibre 9 mm e munições foram apreendidos.
A ação começou após informações indicarem a presença de drogas e armamento em uma residência. Durante a abordagem, um dos suspeitos tentou fugir e se desfez de uma arma de fogo, mas foi alcançado pelas equipes.
No imóvel, foram encontrados a droga, uma pistola 9 mm municiada, 16 munições, um carregador e três celulares. Um dos aparelhos possuía registro de subtração anterior.
Dois dos homens também eram procurados pela Justiça. Um estava foragido do sistema prisional e o outro tinha mandado de prisão em aberto.
Os três foram levados à 3ª Delegacia de Flagrantes de Porto Velho e poderão responder por tráfico de drogas, roubo majorado e posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
PF alegou que diligências seriam afetadas com afastamento do diretor-geral e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada...
O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), usou o inquérito sobre o caso "Dark Horse" para reconduzir Andrei Rodrigues ao comando da Polícia Federal.
A petição formulada pelo próprio Andrei para pedir a suspensão do afastamento determinado na terça-feira (8) pelo ministro André Mendonça foi apresentada no âmbito da investigação que está sob a relatoria de Dino no STF.
A corporação alegou que com a decisão de Mendonça, que também afastou o diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada, não conseguiria cumprir as diligências no inquérito. Dino decidiu, então, reintegrar a equipe até tudo ser cumprido.
No despacho, Dino determina o restabelecimento integral das respectivas atribuições funcionais de Andrei e Almada sob o argumento de que a interrupção dos trabalhos de direção de investigações policiais interessa, sobretudo, aos investigados.
"Esta determinação ficará vigente até o integral cumprimento, pela Polícia Federal, das medidas determinadas por esta Relatoria, em autos a mim distribuídos, sem interrupção decorrente de interferência externa", afirma o ministro.
O ministro submete a decisão ao plenário do STF e encaminha o caso também ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Já havia uma expectativa na Corte de que o caso pudesse ser avaliado pelo pleno após o recurso apresentado pela AGU (Advocacia-Geral da União) ao presidente Edson Fachin.
Após o recurso, Fachin tinha dado o prazo de 72 horas para que o ministro André Mendonça se manifestasse. Só então, o presidente da Corte daria os próximos passos no embate que escalou ainda mais a crise institucional do STF.
O financiamento do filme “Dark Horse”, que homenageia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), é alvo de investigações distintas da Polícia Federal, autorizadas por tanto por Dino quanto por Mendonça e com focos também diferentes.
Dino já era relator de ações na Corte que apuram possíveis irregularidades na destinação de emendas parlamentares. Foi nesse contexto que surgiu a suspeita de que parlamentares possam ter usado o dinheiro de emendas para financiar o filme por meio da produtora Go Up Entertainment.
Essa frente de apuração foi instaurada no dia 26 de junho pela PF e autorizada em maio por Dino.
Operação Meridian encontrou 79 crianças desaparecidas em Ohio em cenários de exploração e negligência
O USMS (Serviço de Delegados dos Estados Unidos) localizou 79 crianças desaparecidas ou em situação de risco em Ohio, nos Estados Unidos, durante a Operação Meridian, considerada a maior ação do tipo já realizada no estado.
A operação foi conduzida ao longo de agosto em parceria com autoridades federais, estaduais e locais, e anunciada nesta terça-feira (8). As crianças, de 6 a 17 anos, haviam sido dadas como desaparecidas em circunstâncias que incluíam suspeitas de tráfico sexual, abusos físicos e emocionais, negligência e fugas de casa.
Os investigadores atuaram em diferentes jurisdições e chegaram a seguir pistas até outros estados, como a Geórgia e Michigan.
Em um dos casos, duas irmãs, de 13 e 16 anos, desaparecidas desde julho de 2024 e abril de 2026, foram encontradas em Columbus. A mais nova estava escondida em um espaço sob o piso de um quarto, dentro de um armário. A mãe das meninas foi presa por um mandado relacionado a uma violação de liberdade condicional. A segunda adolescente foi localizada mais tarde em um restaurante.
Em outro caso, uma menina de 16 anos foi encontrada em Toledo após ser dada como desaparecida em 18 de agosto. Ela já havia sido identificada anteriormente como vítima de tráfico humano. A polícia identificou um homem que estaria com ela para localizar a adolescente. A jovem recebeu atendimento médico e foi levada a um hospital para avaliação, enquanto as autoridades investigam possíveis crimes envolvendo o suspeito.
Após os resgates, autoridades trabalharam com serviços de proteção à infância e à família para encaminhar as crianças a atendimento médico, psicológico e social. Segundo o USMS, o objetivo é oferecer acompanhamento de longo prazo, incluindo apoio psicológico, reunificação familiar e assistência especializada.
O delegado Pete Elliott afirmou que cada criança recuperada representa “uma vida retirada do perigo”. Ele também destacou a participação de Amanda Berry, que sobreviveu a anos de cativeiro em Cleveland e falou com a equipe antes da operação.
A operação contou com a participação de dezenas de órgãos policiais e de investigação de Ohio, além do FBI, da HSI (Investigações de Segurança Interna dos Estados Unidos) e do HUD-OIG (Escritório do Inspetor-Geral do Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano dos Estados Unidos).
O Serviço de Delegados dos Estados Unidos afirmou que a Operação Meridian foi concluída após a localização dos 79 casos de crianças desaparecidas ou em situação de risco. (CNN)
O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quarta-feira (9) a reintegração do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial Leandro Almada a seus cargos.
Eles haviam sido afastados preventivamente pelo ministro André Mendonça na terça-feira (8), após um pedido do Partido Novo.
Na decisão desta quarta, Dino afirma que o Novo não possui legitimidade para pedir medidas cautelares em um processo do qual não é parte.
Diz ainda que o presidente do STF, ministro Edson Fachin, já havia aberto um processo para apurar as informações reveladas por Mendonça sobre a relação de Alexandre de Moraes e Andrei com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que seria analisado em plenário.
Para Dino, a decisão monocrática de afastamento do diretor da PF atropelou esse procedimento. Na deciusão repleta de recados à Mendonça, Dino diz que o Estado Democrático de Direito não permite aos ministros "impor seus apetites ou vontades segundo o próprio tempo".
Afirma ainda que a decisão de Mendonça foi considerada uma medida sem precedentes, capaz de interromper centenas de investigações urgentes no país.
"Compreende-se que o digno Ministro André Mendonça tenha suas divergências funcionais ou pessoais com a Polícia Federal e possa defender os seus direitos perante a instância própria. Mas tais direitos — inerentes a qualquer parte que se sinta prejudicada — não podem converter-se em fundamento para a prolação de decisão em causa própria, com o efeito de paralisar investigações e os trabalhos policiais", afirmou Dino.
O ministro cita também que a interferência de Mendonça na gestão da PF é ainda mais grave tendo em vista recentes revelações de encontros entre ele e Daniel Vorcaro, ocorridos no início de 2025.
Diante disso, além da reintegração de Andrei e Almada, Dino proibiu a imposição de novas medidas cautelares pessoais contra ambos fundadas exclusivamente em atos praticados no regular exercício de suas funções e restabeleceu o funcionamento da Diretoria de Inteligência Policial para a continuidade dos trabalhos e o cumprimento das decisões judiciais.
A medida, conforme a determinação, deverá ser referendada pelo Plenário do STF em data a ser definida pelo presidente Edson Fachin. (CNN)
Estudantes e jovens que buscam uma oportunidade para ingressar no mercado de trabalho têm novas chances de contratação neste mês de setembro. O Centro de Integração Empresa-Escola-CIEE oferece, nesta semana, 53 oportunidades nos programas de Estágio e Aprendizagem em Rondônia.
Do total, 41 vagas são destinadas ao programa de estágio, contemplando áreas do ensino superior como Administração, Direito, Contabilidade, Informática e Construção Civil. As oportunidades permitem que os estudantes coloquem em prática os conhecimentos adquiridos durante a formação acadêmica e tenham contato com a rotina profissional.
Já o programa de aprendizagem conta com 12 oportunidades nesta semana. As vagas são voltadas principalmente para atividades nas áreas administrativa e de logística.
Para participar dos processos seletivos, é necessário realizar o cadastro gratuito no portal do CIEE, por meio do portal.ciee.org.br. Após criar o perfil, o estudante deve manter atualizados os dados pessoais, escolares e de contato. As informações cadastradas são utilizadas pelo CIEE e pelas empresas para identificar candidatos que tenham perfil compatível com as oportunidades disponíveis e realizar os encaminhamentos para entrevistas.
Além das informações básicas, o candidato pode tornar o perfil mais completo com recursos como redação e vídeo de apresentação. As ferramentas permitem destacar habilidades, interesses e objetivos profissionais, ajudando o estudante a apresentar melhor seu perfil aos recrutadores.
Quem preferir atendimento presencial, o CIEE está localizado na avenida Carlos Gomes, 1223, sala 108, no Porto Shopping. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.
Paralisação por tempo indeterminado começa no dia 10 após rejeição das propostas do acordo coletivo; concentração na capital será às 8h...
foto - reprodução
Funcionários da Caixa Econômica Federal aprovaram uma greve nacional por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (10). Em Porto Velho, os trabalhadores terão uma concentração às 8h, na agência Madeira-Mamoré, localizada no Centro da capital.
A paralisação recebeu o apoio de 56% dos empregados que participaram da votação e ocorre após a rejeição das propostas apresentadas para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico da Caixa e, consequentemente, da proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
A votação foi realizada durante assembleia geral virtual nos dias 3 e 4 de setembro. Segundo o Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB-RO), 84,9% dos participantes rejeitaram as propostas apresentadas.
Decisão foi diferente em outros bancos
O resultado entre os empregados da Caixa foi diferente do registrado entre trabalhadores de bancos privados, como Bradesco, Itaú e Santander, além do Banco da Amazônia, que aprovaram as propostas apresentadas pela Fenaban.
No Banco do Brasil, a proposta também foi rejeitada. No entanto, 51% dos participantes decidiram pela retomada das negociações em vez da paralisação. O pedido foi apresentado pela Contraf-CUT e aceito pela direção do banco.
Antes do início da greve, o SEEB-RO realizará uma plenária virtual nesta terça-feira (8), às 17h30, destinada aos funcionários do Banco do Brasil e da Caixa. A reunião será realizada pela plataforma Zoom. outro tiulo
Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho promove atividades de conscientização, segurança e saúde entre os dias 8 e 11 de setembro...
Cuidar de quem trabalha diariamente para cuidar da cidade também é uma forma de promover saúde, segurança e qualidade de vida. Com esse propósito, começa nesta terça-feira (8) a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) 2026 da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema). Com o tema “Cuidar de Quem Cuida”, a programação segue até sexta-feira (11), com atividades voltadas à prevenção de acidentes, primeiros socorros, segurança e cuidados com a saúde.
Mais do que orientar sobre os riscos presentes no ambiente de trabalho, a SIPAT busca criar um momento de diálogo e conscientização entre os servidores, reforçando que a prevenção faz parte da rotina e que pequenas atitudes podem fazer diferença para evitar acidentes e preservar vidas.
O secretário municipal de Meio Ambiente, Arthur Borin, destaca que investir na prevenção também significa valorizar os profissionais que estão diariamente envolvidos nas ações da secretaria.
“Cuidar dos nossos servidores é também cuidar da qualidade do trabalho que entregamos à população. A prevenção precisa fazer parte da nossa rotina, porque quando promovemos um ambiente mais seguro e saudável, estamos valorizando quem está na linha de frente e garantindo melhores condições para que cada profissional possa exercer sua função. A SIPAT é um momento importante para aprendermos, trocarmos experiências e, principalmente, cuidarmos uns dos outros”, afirma Arthur Borin.
Arthur Borin destaca que investir na prevenção também significa valorizar os profissionais que estão diariamente envolvidos nas ações da secretaria
A programação começou hoje, às 9h, na sala de reuniões da Sema, com a abertura oficial da SIPAT e uma palestra voltada especialmente aos pais de crianças neurodivergentes. O encontro será conduzido pela psicóloga Janaina Sampaio, trazendo para dentro da programação um olhar também para os desafios e cuidados que fazem parte da vida pessoal dos servidores.
Na quarta-feira (9), o foco será a segurança no trabalho, com a atividade “EPI: Prevenção que Protege”. A palestra e demonstração serão conduzidas pelo técnico em Segurança do Trabalho da Secretaria Municipal de Administração (Semad), Ely Silva Costa, que abordará a importância do uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). A atividade acontece às 9h, no Parque Natural Municipal.
Já na quinta-feira (10), a programação será dedicada às situações de emergência, com a atividade “Saber Agir Pode Salvar Vidas”. Os brigadistas conduzirão uma aula prática de primeiros socorros e orientações sobre como agir em situações envolvendo animais peçonhentos. A ação também será realizada às 9h, no Parque Natural Municipal.
Encerrando a semana, na sexta-feira (11), a SIPAT terá como tema “Prevenir é Proteger”. Em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), os servidores participarão de uma atividade voltada à saúde preventiva, com vacinação e orientações para o cuidado com a saúde. O encontro acontece às 9h, na sala de reuniões da Sema.
Cuidar também é prevenir
Léo Moraes ressalta que ações de prevenção e valorização dos servidores contribuem para fortalecer o serviço público
Ao longo dos quatro dias, a programação busca mostrar que segurança no trabalho não se resume apenas ao uso de equipamentos ou ao cumprimento de normas. Prevenir também significa estar atento ao próprio bem-estar, saber reconhecer situações de risco e ter conhecimento para agir quando necessário.
O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, ressalta que ações de prevenção e valorização dos servidores contribuem para fortalecer o serviço público e promover ambientes de trabalho mais seguros.
“A prevenção começa com informação, cuidado e atenção com as pessoas. Valorizar nossos servidores também significa garantir que eles tenham conhecimento, orientação e condições seguras para desempenhar suas atividades. A SIPAT reforça esse compromisso da gestão com a saúde, a segurança e o bem-estar de quem trabalha todos os dias para cuidar de Porto Velho”, destaca o prefeito Léo Moraes.
A SIPAT 2026 reforça, assim, a importância de construir um ambiente de trabalho mais seguro e saudável, no qual os servidores tenham informação e apoio para cuidar de si e também dos colegas.
Com a programação iniciando hoje, a Sema convida os servidores a participarem das atividades e aproveitarem o momento para trocar experiências, tirar dúvidas e fortalecer uma cultura de prevenção.
Participe. Previna-se. Cuide-se. Juntos, fazemos um ambiente mais seguro e saudável.
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Aviso válido até 23h59 desta terça-feira (8) inclui Porto Velho e outros quatro municípios do estado...
Rondônia está sob alerta de perigo potencial para tempestades nesta terça-feira (8), com previsão de chuva intensa, ventos de até 60 km/h e possibilidade de queda de granizo. O aviso do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) permanece válido até 23h59.
A previsão indica volumes de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a 50 milímetros ao longo do dia. As rajadas de vento podem variar entre 40 e 60 km/h.
O alerta abrange áreas do Leste Rondoniense e Madeira-Guaporé. Entre os municípios incluídos estão Porto Velho, Candeias do Jamari, Cujubim, Machadinho d'Oeste e Vilhena.
Apesar da intensidade prevista para as tempestades, o risco é considerado baixo para interrupções no fornecimento de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e danos em plantações.
Cuidados durante as tempestades
Durante as rajadas de vento, a orientação é evitar abrigo debaixo de árvores devido ao risco de quedas e descargas elétricas. Também não é recomendado estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de publicidade.
Outra recomendação é evitar o uso de aparelhos eletrônicos conectados à tomada durante as tempestades.
Em situações de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.
Andrei Rodrigues foi afastado do cargo de diretor-geral da PF por decisão de André Mendonça...
Diretores da PF (Polícia Federal) divulgaram nesta terça-feira (8) nota em que colocam os próprios cargos à disposição e declaram apoio a Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF que foi afastado do cargo por decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), André Mendonça.
A decisão de Mendonça também afastou o delegado Leandro Almada do cargo de diretor de Inteligência Policial da PF.
“Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto”, afirmam os diretores.
Os diretores afirmam que Andrei tem "atuação técnica, isenta e responsável".
"Narrativas marcadamente influenciadas por interesses político-eleitorais não têm o poder de apagar a história, a reputação e a trajetória profissional de quem quer que seja.
Assim, cumprindo nosso dever de defender a Instituição de ataques e tentativas de usurpação de funções, e assegurando o interesse público na manutenção de uma Polícia Federal capaz de promover justiça e assegurar o Estado Democrático de Direito, tornamos público nosso apoio aos diretores", declaram.
Andrei Rodrigues foi afastado em meio a divergências entre a PF e André Mendonça, relator dos casos do Banco Master e das fraudes no INSS.
O ministro determinou o afastamento depois de Alexandre de Moraes ter utilizado relatórios de inteligência da Polícia Federal para apontar possíveis crimes de abuso de autoridade atribuídos a Mendonça na condução da relatoria dos dois casos.
Segundo Mendonça, os relatórios revelam um "monitoramento sistemático e ilegal", realizado por mais de 30 dias, sobre sua atuação e a de outras autoridades, como o advogado-geral da União, Jorge Messias.
A Segunda Turma do STF formou maioria para manter Andrei afastado da direção da PF. O julgamento, porém, está suspenso por pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Gilmar Mendes, o que atrasa a proclamação do resultado colegiado.
Chefes regionais defendem "serenidade"
A maioria dos superintendentes regionais da PF defende “serenidade” após o afastamento de Andrei Rodrigues. Um superintendente ouvido pela CNN diz que a PF precisa de serenidade neste momento, sem reação imediata. Já outro, que é preciso aguardar os próximos passos.
Há, ainda, uma parcela dos chefes regionais da PF que defende a saída dos cargos em resposta à decisão de Mendonça.
Mosquito Anopheles, o anofelino, fez milhares de vítimas em Jaru, entre o final dos anos 1970 e anos 1980 (Foto Fiocruz)
Sempre me lembro do trabalho de fôlego do médico Olivar Emmanoel Coutinho da Fonseca à frente da Unidade Mista de Saúde de Jaru, nos anos 1980.
Já relatei esse fato, tempos atrás, mas novamente o trago ao debate quando notamos a luta dos cientistas da Fiocruz-RO na incessante busca do controle malária, do avanço nas pesquisas, e de um dia o Brasil dispor de vacina contra a doença.
Quando Olivar Emmanoel se dedicou ao combate da malária nesse município da BR-364, as estatísticas apontavam: de cada quinhentos internamentos na Unidade Mista de Jaru, pelo menos trezentos eram motivados pela doença "campeã" das endemias no mundo.
Certa vez o médico fez parceria com a Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (Sucam), designando 15 agentes para conscientizar a população rural sobre os efeitos das drogas à base de quinino e as maneiras de evitar a malária.
Enquanto colonos atacados por essa doença morriam sem resistência, abandonados no interior da floresta, as famílias carregavam seus corpos em redes até as civis abertas lá mesmo.
O Projeto Padre Adolfo Rohl não levava a culpa sozinho, pois, 15% dos casos ocorridos em Jaru haviam sido detectados na zona urbana, principalmente entre homens.
A situação piorava com a chegada de garimpeiros a Serra Sem Calças, constatava o então secretário estadual de saúde José Adelino da Silva.
Garimpo da Serra Sem Calças fez aumentar a malária, que já atacava no Projeto Padre Adolfo Rohl (Foto Arquivo Amadeu Hermes)
A angústia dos colonos crescia, na medida em que visitavam a cidade, onde já preocupava a ocorrência de hanseníase, leishmaniose e tifo.
A 30 quilômetros dali, a malária matava quatro pessoas em Ouro Preto do Oeste. Atacados pelo mosquito amofelino (transmissor da doença) no Distrito de Abunã, um geólogo, um administrador, um motorista e 20 trabalhadores braçais tiveram de paralisar a pesquisa de ouro e cassiterita. Os maiores focos alastravam-se pelos garimpos de Mutum Paraná e Paredão.
A partir de Jaru, a malária era reconhecida não apenas nos relatórios da Saúde Pública, mas despertava o Banco Mundial. Oscar Echeverria, economista da instituição, prometia apoiar o combate aos fogos, aumentando para 55% a parcela de recursos à saúde em Rondônia.
O Banco era o financiador do Programa Integrado de Desenvolvimento do Noroeste do Brasil (Poloroeste), cruado pelo engenheito agrônomo e pesquisador (Embrapa) William Curi, para o cusfeio da colonização. Somente em 1984, o Banco investia 80 bilhões de cruzeiros no mais novo estado brasileiro.
Em outro momento volto a comentar outras situações causadas pela malária em Rondônia.
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*Chegou a Rondônia em 1976. Em dois períodos profissionais esteve no Acre, norte mato-grossense, Amazonas, Pará e Roraima, a serviço da Folha de S. Paulo, O Globo e Jornal do Brasil. Acompanhou a instalação do Centro de Triagem de Migrantes em Vilhena e a chegada dos recursos financeiros da Sudam, Polamazônia e Polonoroeste durante a elevação do antigo território federal a estado. Deu ênfase à distribuição de terras pelo Incra, ao desmatamento e às produções agropecuária e mineral. Cobriu Mato Grosso antes da divisão do estado (1974 a 1977); populações indígenas em Manaus (AM); o nascimento do Mercosul (1991) em Foz do Iguaçu, na fronteira brasileira com o Paraguai e Argentina; portos, minérios e situação fundiária no Maranhão; cidades e urbanismo em Brasília (DF).