Durante reunião promovida pelo setor produtivo em Vilhena, concessionária reforçou o prazo de 16 de novembro e discutiu alternativas para facilitar o encerramento do manifesto...
Nova 364 reforça orientações sobre isenção de eixos suspensos na segunda metade da campanha do MDF-e
Julgamento do caso Dalton durou dois dias em Porto Velho; dois acusados foram condenados pelo homicídio e uma mulher recebeu pena de um ano por ocultar o corpo da vítima...
Três pessoas foram condenadas por crimes relacionados ao assassinato do empresário Dalton, ocorrido em maio de 2024, em uma propriedade rural de Rondônia. O julgamento, realizado pelo Tribunal do Júri em Porto Velho, terminou na noite desta sexta-feira (16), com penas de 27 e 20 anos de prisão para os responsáveis pelo homicídio e de um ano para uma terceira acusada, condenada por ocultação de cadáver.
A sessão começou na quinta-feira (15) e foi encerrada por volta das 23h do dia seguinte, após dois dias de julgamento. O Ministério Público de Rondônia (MPRO) foi representado pelo promotor de Justiça Marcus Alexandre, que atuou na acusação.
Segundo a denúncia, o crime aconteceu após uma discussão entre o empresário e dois funcionários da propriedade rural. O desentendimento teria sido motivado por cobranças relacionadas às atividades profissionais e à administração do local.
Durante a discussão, Dalton foi agredido com uma colher grande de madeira, recebendo golpes na cabeça e em outras partes do corpo. Os ferimentos provocaram sua morte.
Após o assassinato, os envolvidos teriam limpado o local para eliminar vestígios do crime. O corpo do empresário foi levado até um rio, onde permaneceu oculto até ser encontrado três dias depois.
Ainda conforme a acusação, o veículo da vítima foi afundado em uma lagoa próxima à propriedade, numa tentativa de dificultar a descoberta do crime.
Durante o julgamento, os dois acusados confessaram a autoria do homicídio, mas sustentaram que agiram após terem sido injustamente provocados pela vítima. A defesa buscou o reconhecimento do homicídio privilegiado, tese que foi rejeitada pelo Conselho de Sentença.
Os jurados acolheram as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público, reconhecendo que o assassinato foi cometido por motivo fútil, mediante meio cruel e com utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.
A terceira ré, que respondia exclusivamente pela ocultação do cadáver, admitiu ter participado da limpeza do local após o assassinato. Os jurados também reconheceram sua responsabilidade pelo crime.
Ao final dos debates, o Tribunal do Júri estabeleceu pena de 27 anos de prisão para um dos autores do homicídio e de 20 anos para o outro. A mulher condenada pela ocultação do cadáver recebeu pena de um ano de prisão.
A sentença encerra o julgamento em primeira instância. Os condenados ainda poderão recorrer da decisão, conforme os procedimentos previstos na legislação brasileira.
Novo mamógrafo digital representa um avanço na saúde da mulher, com maior acesso aos exames e melhores condições para a detecção precoce do câncer de mama...
Para muitas mulheres, realizar uma mamografia significa mais do que cumprir uma orientação médica. É a oportunidade de cuidar da própria saúde, esclarecer dúvidas e ter mais tranquilidade. Em Porto Velho, a aquisição de um novo mamógrafo digital para o Centro de Especialidades Médicas (CEM) representa um avanço no acesso a esse atendimento pela rede pública municipal.
Desde a retomada do serviço, em 2025, a realização de mamografias voltou a fazer parte da estrutura de atendimento da unidade, ampliando as possibilidades de acesso ao exame pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Um levantamento da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) registra 1.795 mamografias na rede ambulatorial municipal, sendo 991 em 2025 e outras 804 entre janeiro e maio de 2026. Os números demonstram a demanda por esse procedimento e sua importância para a saúde das mulheres de Porto Velho.
O novo mamógrafo digital chegou ao CEM em janeiro de 2025, após um período de aproximadamente dois anos sem funcionamento do equipamento anterior. A aquisição permitiu recuperar a estrutura necessária para a realização dos exames na unidade.
A mamografia permite identificar alterações nas mamas, inclusive aquelas que ainda não apresentam sintomas perceptíveis. Por isso, o exame é uma ferramenta importante para a detecção precoce do câncer de mama, tanto no acompanhamento de mulheres sem sintomas quanto na investigação de possíveis alterações, conforme orientação dos profissionais de saúde.
Para o prefeito Léo Moraes, o investimento em equipamentos de saúde deve representar melhorias concretas no atendimento à população.
“Estamos falando de um exame que pode fazer diferença na vida de muitas mulheres. Recuperar esse atendimento no CEM é garantir mais cuidado, prevenção e acesso à saúde para quem precisa da rede pública”.

Além de ampliar a disponibilidade do exame, o equipamento digital oferece imagens detalhadas que auxiliam os profissionais na avaliação das mamas. Para a retomada do serviço, a unidade também contou com a preparação dos profissionais responsáveis pela realização dos procedimentos.
A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, destaca que a disponibilidade do mamógrafo representa mais cuidado e atenção às mulheres que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS).
“Sabemos o quanto é importante para uma mulher conseguir realizar seus exames e acompanhar a própria saúde. Ter esse equipamento disponível no CEM significa oferecer mais acesso, segurança e oportunidade de identificar alterações precocemente. Nosso objetivo é fortalecer esse cuidado e garantir um atendimento cada vez mais próximo da população”.
O acesso à mamografia também permite que as mulheres recebam acompanhamento conforme suas necessidades de saúde. A avaliação profissional é fundamental para orientar a realização do exame e definir os cuidados necessários em cada situação.
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Semusa, orienta as mulheres a procurarem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para receber informações sobre o acompanhamento da saúde das mamas e a necessidade de realização da mamografia, de acordo com a avaliação dos profissionais de saúde.
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Texto: Jhon Silva
Fotos: Secom
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Funcionários da embaixada do Japão em Moscou tentaram visitar o jornalista japonês detido por suspeita de espionagem e foram barrados
O governo da Rússia não autorizou que funcionário da Embaixada do Japão visitasse um jornalista japonês detido no país acusado de espionagem. Identificado como Yuki Imai, o repórter foi preso na região russa de Sakhalin na última terça-feira (13/10).
De acordo com a representação, diplomatas japoneses se deslocaram até a prisão de Lefortovo, em Moscou, onde se acredita que o homem esteja detido. A visita teria sido agendada posteriormente com autoridades russas, mas não aconteceu conforme o planejado.
De acordo com o governo japonês, os diplomatas esperaram por cerca de uma hora e não conseguiram se encontrar com o jornalista. Tóquio argumenta que o acesso ao repórter é necessário para apurar os fatos relativos à sua detenção. O Kremlin, por outro lado, não informou as razões para negar a visita.
Yuki Imai atuava pelo jornal Hokkaido Shimbun. Investigações iniciais afirmam que o repórter japonês teria coletado dados sobre militares que participam da guerra da Rússia contra a Ucrânia. (Metrópoles)
Inquérito da PF sobre Dark Horse foi instaurado no fim de julho deste ano e teve prazo de tramitação com vencimento em 10 de outubro deste ano
A PF (Polícia Federal) pediu ao ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), a prorrogação do inquérito que investiga o financiamento do filme Dark Horse por 90 dias. A solicitação ao magistrado foi registrada na quinta-feira (15).
O inquérito foi instaurado no fim de julho deste ano e teve prazo de tramitação com vencimento em 10 de outubro deste ano. Segundo a corporação, no período, foram colhidas informações da Ancine (Agência Nacional do Cinema) e da produtora Go Up, responsável por executar o filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A PF também ressalta que novas informações foram obtidas por meio depoimento do empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como Mineiro. A investigação apura se a "Entre Investimentos e Participações", que pertence a Freixo, seria utilizada para repasses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro para a produção de “Dark Horse”.
Ao solicitar a prorrogação, a Polícia Federal aponta que estão pendentes, entre outras questões, uma realização de perícia contábil-financeira, análise de dados telemáticos, um pedido de cooperação jurídica internacional para obtenção de registros financeiros de entidades estrangeiras e requisições complementares.
Depoimento de Freixo
O empresário Antônio Carlos Freixo Júnior prestou esclarecimentos como testemunha colaborado no inquérito sobre o "Dark Horse". Ele confirmou que a Entre Investimentos realizou sete remessas ao fundo Havengate Development Fund LP, fundo americano que administrava o dinheiro para o filme e encaminhava os recursos para a Go Up Entertainment, totalizando US$ 12,3 milhões. Os repasses teriam ocorrido a pedido de Fabiano Zettel e confirmados por Daniel Vorcaro.
Segundo Freixo, a operação foi apresentada a ele como voltada para um fundo imobiliário norte-americano associado a Paulo Calixto, advogado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, e que não teriam informado que os recursos se destinariam a um filme.
A PF indica que o empresário ainda declarou ter tomado conhecimento da destinação do dinheiro para a obra audiovisual pela imprensa. Depois disso, teria então solicitado o resgate dos valores, sem resposta. Negou, ainda, contato com os agentes políticos e com os demais envolvidos na produção da obra.
O homem ligado ao ex-dono do Banco Master apresentou documentos ao prestar depoimento. Uma análise preliminar da PF indica que os ofícios confirmam o número de remessas, os valores, as instituições envolvidas e o destinatário final. No entanto, haveria divergências em comparação com o depoimento, o que merece uma apuração mais detalhada por parte da corporação.
As investigações do caso “Dark Horse” apuram se houve irregularidades no financiamento do filme e se todo o dinheiro repassado por Vorcaro foi direcionado para a produção. Uma das suspeitas é que parte dos recursos possam ter sido direcionados para Eduardo Bolsonaro, que mora nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado. O ex-deputado nega ter recebido repasses.
As parcelas pagas por Vorcaro para a produção do "Dark Horse" foram negociada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência. (CNN)
Homem ainda não identificado foi localizado enrolado e um lençol e com ferimentos provocados por disparos de arma de fogo
Um corpo foi encontrado enrolado e coberto por um lençol na Rua Rogério Fernandes, no Jardim Reimberg, Zona Sul de São Paulo, na noite da última quinta-feira (15). Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), a vítima é um homem que ainda não foi identificado, assim como a causa da morte e estava em um lençol, com ferimentos de disparos de arma de fogo.
Um vídeo foi gravado no local, mostrando o momento em que policiais militares encontraram o corpo. A CNN Brasil vem registrando casos similares desde o começo de setembro em regiões diferentes da capital paulista.
O DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) está investigando o caso e solicitou a realização de perícias ao IML (Instituto Médico-Legal) e ao IC (Instituto de Criminalística). A divisão responsável também está analisando as imagens da câmera de segurança, com intuito de identificar quem realizou o crime e esclarecer os fatos.
Polícia Civil investiga outros casos
A Polícia Civil investiga os outros casos similares de pessoas encontradas mortas dentro de sacos plásticos. Ainda segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), as investigações não indicam que há alguma ligação entre as ocorrências ou mesmo um criminoso em específico. As equipes do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa) estão trabalhando com possíveis suspeitos e prováveis motivações nos casos em que as vítimas foram identificadas.
Entre as hipóteses investigadas estão vingança ou 'tribunal do crime' (feito por facção organizada), além de outras circunstâncias específicas de cada crime. A Secretaria informa também que esses casos possuem diferentes dinâmicas, locais e métodos. O uso de sacos plásticos ou tecidos em alguns casos, isoladamente, não indica ligação entre os crimes e pode estar relacionado à movimentação ou à ocultação dos corpos.
A polícia também afirmou que todos os casos têm inquéritos policiais instaurados e seguem sob investigação. (CNN)
Levantamento divulgado neste sábado (17) mostra Flávio Bolsonaro com 51,2% e Lula com 48,8%; diferença está dentro da margem de erro de 2,6 pontos percentuais...
Apesar da vantagem numérica de 2,4 pontos percentuais, os dois candidatos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O levantamento considera apenas os votos válidos, excluindo da contagem os votos brancos e nulos. Os números mostram um cenário de disputa equilibrada entre os dois presidenciáveis a oito dias da votação, marcada para 25 de outubro.
A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 de outubro, com entrevistas de 1.500 eleitores de diferentes regiões do Brasil. O nível de confiança informado pelo instituto é de 95,45%.
Flávio Bolsonaro também terminou o primeiro turno à frente de Lula
A vantagem numérica de Flávio Bolsonaro na pesquisa ocorre após o senador ter encerrado o primeiro turno das eleições presidenciais na primeira colocação.
Com 100% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro recebeu 56,1 milhões de votos, equivalentes a 47,03% dos votos válidos. Lula ficou em segundo lugar, com 53,8 milhões de votos, representando 45,16%.
A diferença entre os candidatos foi de aproximadamente 2,3 milhões de votos, ou 1,87 ponto percentual, considerada a menor distância entre os dois primeiros colocados em um primeiro turno presidencial desde a redemocratização.
Como nenhum dos candidatos alcançou a maioria absoluta dos votos válidos, a eleição será decidida no segundo turno, em 25 de outubro.
Pesquisa aponta disputa equilibrada na reta final
Os resultados do Ipespe/Abrapel indicam que a disputa permanece aberta, mesmo com Flávio Bolsonaro numericamente à frente nas intenções de voto.
Considerando a margem de erro, os percentuais estimados para Flávio variam de 48,6% a 53,8%. Já os de Lula ficam entre 46,2% e 51,4%.
A sobreposição desses intervalos reforça a situação de empate técnico identificada pelo levantamento, sem permitir afirmar que um dos candidatos tenha vantagem estatisticamente consolidada.
A pesquisa foi financiada com recursos próprios do instituto e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00223/2026.
O segundo turno das eleições presidenciais está marcado para o próximo domingo, 25 de outubro, quando os eleitores brasileiros decidirão quem ocupará a Presidência da República pelos próximos quatro anos.
Defesa Civil de Porto Velho orienta sobre os riscos da navegação e os cuidados necessários durante a estiagem...
O rio Madeira faz parte da rotina de centenas de famílias que dependem de suas águas para trabalhar, pescar, transportar mercadorias ou chegar às comunidades ribeirinhas. Mas, com a redução do nível do rio, atividades que fazem parte do cotidiano exigem ainda mais cuidado, principalmente de quem utiliza pequenas embarcações.
De acordo com os dados de monitoramento informados pela Defesa Civil, a régua do rio Madeira, em Porto Velho, registrou 2,46 metros, enquanto a média para o mês de outubro é de 3,93 metros. A diferença de 1,47 metro reforça a necessidade de atenção às condições de navegação neste período.
Com a diminuição do nível da água, bancos de areia, pedras e outros obstáculos podem ficar mais próximos da superfície, aumentando o risco de encalhamento, colisões e danos às embarcações. Em determinados trechos, os canais navegáveis também podem ficar mais estreitos, exigindo manobras cuidadosas.

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Defesa Civil Municipal, orienta que proprietários e condutores de embarcações redobrem a atenção, principalmente em áreas rasas, locais desconhecidos e pontos onde a correnteza permanece intensa.
Para o prefeito Léo Moraes, a prevenção é fundamental para proteger as famílias que vivem e trabalham próximas ao rio Madeira.
“O Rio Madeira faz parte da vida de muitas famílias de Porto Velho. Neste período de águas baixas, a informação e a prevenção são fundamentais para evitar acidentes. Nossa Defesa Civil segue orientando a população para que todos possam realizar suas atividades com mais segurança”.
A redução do nível do rio exige cuidados tanto durante os deslocamentos quanto nas atividades realizadas às suas margens. Além dos riscos à navegação, a estiagem pode deixar expostas áreas instáveis, que também representam perigo para pescadores e moradores.

O superintendente municipal de Proteção e Defesa Civil, Marcos Berti, explica que a redução do nível do rio exige mudanças na rotina de quem depende da navegação.
“Quem utiliza o rio diariamente precisa observar as condições de cada trecho antes de sair. Com a água mais baixa, obstáculos podem representar riscos para as embarcações. Nossa orientação é evitar situações perigosas e priorizar sempre a segurança”.
Outro cuidado importante envolve os pescadores que permanecem às margens do Madeira. Durante a estiagem, podem surgir os chamados falsos barrancos, formados por sedimentos recentes e pouco consolidados. Essas estruturas podem parecer firmes, mas apresentam risco de desmoronamento, especialmente com a chegada das chuvas.
Por isso, a Defesa Civil recomenda evitar a permanência sobre barrancos instáveis ou muito próximos de suas bordas, além de não utilizar esses locais para apoiar equipamentos ou realizar atividades de pesca.
É importante destacar que a medição de 2,46 metros corresponde à régua utilizada como referência para a área urbana de Porto Velho. O comportamento do rio não é uniforme ao longo de sua extensão, e comunidades de outras regiões podem enfrentar condições diferentes de profundidade, correnteza e navegabilidade.
Em caso de situações de risco ou outras ocorrências relacionadas à estiagem, a Defesa Civil Municipal pode ser acionada pelo telefone de emergência 199 ou pelo número (69) 98473-2112.
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Texto: Jhon Silva
Fotos: Secom
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom).
Declaração do candidato à presidência Flávio Bolsonaro foi dada nesta sexta-feira (16/10) durante sabatina da TV Globo
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta sexta-feira (16/10), que a saída do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do governo seria “o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer”. A declaração foi dada durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, ao ser questionado sobre propostas para mudanças nas regras de despesas públicas.
Durante a entrevista, Flávio foi perguntado se manteria os reajustes do salário mínimo acima da inflação. Ele respondeu que sim. Em seguida, negou que pretenda desvincular o reajuste das aposentadorias do percentual aplicado ao salário mínimo ou alterar a Constituição para eliminar os pisos de gastos com saúde e educação.
“O meu concorrente está promovendo um verdadeiro terrorismo em cima dos servidores públicos e das estatais, dizendo que eu acabaria com as aposentadorias, com os servidores públicos, que eu privatizaria o Banco do Brasil, a Caixa e a Petrobras, enfim, um monte de coisa. E o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”, declarou.
O que prevê o ajuste fiscal de Flávio Bolsonaro
O plano de governo de Flávio Bolsonaro prevê reduzir despesas públicas, diminuir a estrutura do governo federal e criar uma nova regra fiscal para controlar a dívida pública.
Entre as medidas, estão o corte de pelo menos dez ministérios, a redução de cargos comissionados e o combate a supersalários e benefícios considerados excessivos no serviço público.
A campanha também defende a redução de impostos e a revisão de despesas consideradas ineficientes.
No entanto, o programa oficial não detalha como todas as medidas seriam implementadas nem apresenta uma regra fiscal completa.
Em sabatina da TV Globo, candidato do PL afirmou que manterá direitos trabalhistas e justificou mudança de posição sobre o tema
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, afirmou nesta sexta-feira (16/10) que não pretende reverter o fim da escala de trabalho 6×1 caso seja eleito. Durante sabatina ao Jornal Nacional, da TV Globo, o parlamentar também justificou a mudança de posição sobre a redução da jornada, aprovada pelo Congresso Nacional nesta semana.
Questionado sobre a intenção de aliados de aprovar uma proposta alternativa, com remuneração e benefícios proporcionais às horas trabalhadas, Flávio negou que pretenda desfazer a medida.
“Não, não vou. Direitos trabalhistas garantidos”, respondeu.
A declaração se dá dois dias depois de o senador votar a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala de seis dias de trabalho por um de descanso. O texto foi aprovado no Senado na quarta-feira (14/10), com 75 votos favoráveis e um contrário, e promulgado pelo Congresso nesta sexta-feira.
Flávio havia criticado a proposta e defendido maior liberdade para a negociação da jornada entre trabalhadores e empregadores. Na entrevista, afirmou que mudou de posição por considerar a vontade dos trabalhadores brasileiros.
“Eu resolvi seguir a vontade dos trabalhadores brasileiros”, declarou. O candidato acrescentou que percorreu o país e ouviu pessoas favoráveis à mudança. Apesar disso, voltou a defender regras mais flexíveis para a contratação. “Eu sempre defendi mais liberdade para que os trabalhadores pudessem, inclusive, montar sua própria jornada de trabalho”, disse.
Proposta alternativa do PL
A posição de Flávio contrasta com a articulação de integrantes do próprio partido. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), declarou que pretende trabalhar pela aprovação de uma proposta de remuneração por hora em 2027, caso o senador vença a eleição presidencial.
A opção foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio. A iniciativa permitiria ao trabalhador optar por um regime de contratação por hora, com remuneração e direitos como férias e 13º salário calculados proporcionalmente ao período trabalhado.
Já a emenda constitucional promulgada nesta sexta-feira estabelece dois dias de descanso semanal remunerado, sem redução salarial. A transição prevê uma jornada máxima de 42 horas semanais depois de 60 dias e de 40 horas após mais 12 meses.
Na sabatina, Flávio também afirmou que pretende recuperar o poder de compra dos trabalhadores e combater a insegurança pública.
Incineração incluiu cocaína, maconha e heroína apreendidas em operações policiais
A Polícia Federal incinerou 777 quilos de drogas na quinta-feira (15), em Manaus. A ação contou com a participação de representantes da Vigilância Sanitária municipal e do Ministério Público Federal (MPF).
Entre os entorpecentes destruídos estavam cocaína, maconha e heroína, apreendidos durante operações policiais e procedimentos investigativos.
Segundo a PF, a incineração permite reduzir o volume de drogas armazenadas em depósitos policiais e representa a etapa final da cadeia de custódia das provas.
O procedimento foi realizado em local autorizado pela Justiça, seguindo protocolos de segurança e critérios técnicos para garantir a destruição dos entorpecentes de forma segura e ambientalmente adequada. Fonte: PF
Criança brincava com o irmão adolescente de "guerra de travesseiros", quando a arma carregada caiu e atingiu área vital
Durante uma brincadeira entre irmãos, na tarde dessa quinta-feira (15/10), em Mato Grosso, uma menina, de 10 anos, morreu com um tiro na cabeça, após a espingarda do padrasto cair no chão e disparar acidentalmente.
A tragédia aconteceu no município de Sinop, a 500 km ao norte de Cuiabá, enquanto a menina brincava com o irmão, de 15 anos.
Segundo o Corpo de Bombeiros, uma equipe de resgate avançado foi acionada por volta das 13h50, mas, ao chegarem ao local, a criança estava morta.
Em coletiva de imprensa, um médico do Corpo de Bombeiros que atendeu a ocorrência informou que "o projétil atingiu a região encefálica da criança, provocando morte instantânea".
"No cenário, a moça estava deitada, possivelmente do jeito que ela foi alvejada pelo tiro ali, possivelmente acidental. Já caiu deitada e está na mesma posição até o momento", contou.
Segundo o jornal local RD News, a Polícia Civil considera como suspeitos tanto o irmão adolescente de consideração quanto o padrasto da menina, um homem, de 43 anos. Eles são acusados de posse irregular de arma de fogo de uso permitido, omissão de cautela de arma de fogo e homicídio culposo.
Após prestar esclarecimentos à polícia, o padrasto pagou fiança de R$ 1,5 mil por porte ilegal de arma e foi liberado. A investigação continua. Fonte: metropoles
Dinheiro foi encontrado na casa e nos bolsos do agente durante operação do Ministério Público que investiga supostas regalias ao ex-presidente da Câmara de São Paulo na prisão; presidente do PL foi uma das visitas
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) apreendeu cerca de R$ 155 mil e US$ 10 mil com um carcereiro suspeito de facilitar regalias ao ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite (União Brasil), preso na Cadeia Pública de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. A apreensão ocorreu nesta sexta-feira (16), durante a Operação Custódia (In)Fiel.
Segundo apuração da CNN Brasil, cerca de R$ 150 mil e US$ 10 mil foram encontrados na residência do agente.
Outros aproximadamente R$ 4 mil estavam nos bolsos dele durante uma busca realizada na unidade prisional.
A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do MPSP, para investigar suspeitas de tratamento privilegiado a presos provisórios custodiados na cadeia.
Entre os investigados está Milton Leite, preso no âmbito da Operação Vectura Corrupta.
De acordo com o Ministério Público, a investigação apura um fluxo frequente de visitantes dos presos, muitos sem vínculo familiar com os detidos, além de possíveis benefícios incompatíveis com as condições de custódia.
Visitas fora do horário permitido
A investigação teve início após uma denúncia anônima sobre possíveis regalias concedidas a Milton Leite na prisão. Entre as suspeitas estão visitas de políticos e amigos fora dos dias e horários permitidos, inclusive à noite e aos fins de semana.
Segundo a CNN Brasil apurou, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, esteve entre os visitantes de Milton Leite. Os deputados estaduais Delegado Olin (PP) e Rogério Franco (PL) também teriam visitado o ex-vereador sem autorização formal, conforme a publicação.
O Ministério Público cumpriu três mandados de busca e apreensão na Cadeia Pública de Mogi das Cruzes, no 1º Distrito Policial do município e em um endereço residencial. A ação contou com o apoio da Polícia Militar, da Polícia Penal e da Corregedoria da Polícia Civil.
As diligências buscaram reunir provas que possam esclarecer as suspeitas, incluindo possíveis registros de visitas e outros elementos relacionados à rotina dos presos.
Os fatos investigados podem configurar, em tese, crimes de corrupção ativa e passiva, além de prevaricação. A investigação segue sob sigilo.
A CNN Brasil procurou a assessoria do PL sobre o assunto e aguarda retorno.
Prisão de Milton Leite
Milton Leite está preso desde 18 de setembro, quando se entregou à polícia no âmbito da Operação Vectura Corrupta, que investiga a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no sistema de transporte coletivo e no poder público.
A investigação apura suspeitas de envolvimento da organização criminosa em empresas de ônibus que operam na capital paulista e no financiamento de campanhas políticas.
Na quarta-feira (14), a Justiça prorrogou por mais 30 dias a prisão temporária de Milton Leite e de outros investigados.
A apuração sobre as possíveis regalias na cadeia é distinta da investigação sobre a atuação do PCC no setor de transporte público. Até o momento, não há conclusão sobre a origem do dinheiro apreendido nem sobre eventual relação dos valores com os benefícios investigados.
A investigação sobre as supostas regalias continua sob sigilo. (CNN)
Segundo as autoridades policiais, Maria Virgínia Grimwood Pinto também repassava informações sobre possíveis investigações envolvendo ele e integrantes da facção
A delegada da Polícia Civil do Pará Maria Virgínia Grimwood Pinto teria recebido uma transferência via Pix de R$ 50 mil de um homem conhecido como “Gordão”, apontado pela Polícia Civil de Pernambuco como liderança do PCC (Primeiro Comando da Capital).
Segundo o delegado Ney Luiz, titular do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (DENARC), havia conversas em que a policial dizia consultar sistemas policiais para verificar se existia alguma ação contra o suspeito. Ela também repassava informações sobre possíveis investigações envolvendo ele e integrantes do grupo criminoso.
A delegada foi presa em um hotel em Brasília, na quinta-feira (15), durante a Operação Sinalagma. Segundo a Polícia Civil de Pernambuco, agentes policiais em Brasília, incluindo integrantes da FICCO, com participação de policiais militares e federais, monitoraram a investigada e efetuaram a prisão.
Ainda segundo o delegado, o suspeito, Gordão, teria pago despesas de viagens para que ela visitasse o estado, incluindo destinos como Porto de Galinhas e Serrambi.
Questionado sobre a possibilidade de os dois manterem um relacionamento amoroso, o delegado Ney Luiz respondeu: “Aparentemente, sim”, e acrescentou que o suspeito a convidou para ir a Pernambuco, teria custeado as passagens e pedido que ela viajasse sozinha.
Suspeito foi detido e liberado no Pará; episódio pode marcar início da conexão
Segundo a investigação, a conexão entre o suspeito conhecido como “Gordão” e a delegada Maria Virgínia Grimwood Pinto pode ter começado no Pará, quando ele foi detido e conduzido a uma delegacia por uma equipe policial que incluía a delegada e outro delegado. O episódio, ocorrido em 2024, envolveu uma situação de trânsito, com uma suposta batida de carro e uma discussão. O homem acabou liberado, mesmo estando com documento falso.
De acordo com o delegado Ney Luiz, a Polícia Civil de Pernambuco suspeita que a liberação tenha ocorrido mediante pagamento à equipe policial.
Após deixar o Pará, o suspeito foi para Pernambuco, onde foi preso em janeiro de 2025, em Porto de Galinhas, no município de Ipojuca, em cumprimento de mandado expedido pela Justiça de São Paulo.
A partir dessa prisão, a Polícia Civil pernambucana instaurou um inquérito e passou a investigar a atuação do homem no estado e suas conexões com agentes públicos do Pará.
Operação Sinalagma cumpre 14 mandados e bloqueia até R$ 14,95 milhões
Deflagrada em 15 de outubro de 2026, a Operação Sinalagma cumpriu três mandados de prisão temporária e 11 mandados de busca e apreensão em Pernambuco, no Pará e em São Paulo. A investigação apura uma organização criminosa com conexões interestaduais e suspeitas de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e cooptação de agentes públicos.
Apontado pela Polícia Civil como uma liderança criminosa ligada ao PCC, “Gordão” foi preso novamente durante a operação, nesta quinta (15), em um apartamento de luxo no Recife. Segundo os investigadores, ele atuava no tráfico de drogas em Pernambuco e exercia papel de liderança no Pará, no Amazonas e no Acre.
A investigação identificou movimentações financeiras estimadas em cerca de R$ 14 milhões. Como parte das medidas patrimoniais, foi determinado o bloqueio de bens móveis, imóveis e ativos financeiros de pessoas físicas e jurídicas investigadas, até o limite de R$ 14,95 milhões.
Durante as diligências, foram apreendidos relógios, joias e aparelhos celulares. Segundo a Polícia Civil, três relógios poderiam valer entre R$ 300 mil e R$ 500 mil, caso a autenticidade dos itens seja confirmada. Uma joia também foi estimada entre R$ 20 mil e R$ 30 mil.
De acordo com a Polícia Civil, a organização criminosa tinha núcleos com funções distintas, incluindo tráfico de drogas, movimentação financeira e proteção institucional.
A investigação continua para analisar o material apreendido, individualizar a participação de cada investigado e verificar o eventual envolvimento de outras pessoas. Segundo a Polícia Civil, novas prisões poderão ser solicitadas caso surjam elementos que justifiquem as medidas. (CNN)
Acidente aconteceu na pista de um aeroporto particular na cidade de Orlândia e a ocorrência é atendida pela Polícia Militar e pelos Bombeiros
A SSP (Secretaria de Segurança Pública) divulgou, na tarde desta sexta-feira (16), a queda de uma aeronave de pequeno porte na pista de um aeroporto particular em Orlândia, município localizado no interior do estado de São Paulo.
O acidente aconteceu no Aeroporto Tangará, e o Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 16h. Segundo a nota sobre as primeiras informações, o avião caiu na pista, logo após a decolagem. Além disso, foram constatadas duas mortes, sendo dois homens.
Segundo a Defesa Civil, a aeronave caiu em área aberta, causando pequenos danos a estruturas.
A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência. Duas viaturas dos bombeiros estão atendendo a situação. Seguem as investigações para esclarecer os fatos.
À CNN Brasil, a FAB (Força Aérea Brasileira), apontou que, por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), enviou equipes do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA IV), órgão regional do CENIPA, com sede em São Paulo (SP), para realizar a Ação Inicial da ocorrência envolvendo a aeronave de matrícula PP-ZLC, em Orlândia.
"Durante a Ação Inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação", destacou. (CNN)
Presidente questionou encontro entre o adversário e dirigentes da emissora horas antes de sabatina eleitoral e criticou o tratamento dado aos candidatos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou duramente a TV Globo nesta sexta-feira (16), após o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participar de um almoço com integrantes da direção da emissora, no Rio de Janeiro. Durante um ato de campanha em Ipatinga, Minas Gerais, Lula afirmou que a empresa passou a estar sob suspeita de sua candidatura e declarou que não merece confiança.
O encontro ocorreu poucas horas antes da entrevista de Flávio Bolsonaro à emissora, em meio à disputa do segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Lula, que participou da mesma série de sabatinas na quinta-feira (15), não teve uma reunião semelhante com os executivos do grupo.
Durante o discurso, o presidente demonstrou insatisfação com a situação e questionou a proximidade entre a direção da Globo e seu adversário político.
“A partir de hoje, a Globo está sob suspeição da minha candidatura. Não merece confiança. Não merece”, declarou Lula.
O petista também afirmou acreditar que a emissora esteja insatisfeita com medidas defendidas por seu governo, mencionando o fim das apostas esportivas, a aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 e a proposta de gratuidade do transporte público aos fins de semana. Essas avaliações foram apresentadas pelo presidente durante o discurso.
O almoço reuniu Flávio Bolsonaro, o presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, e o vice-presidente de Relações Institucionais da empresa, Paulo Tonet. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio, também acompanhou o encontro.
A reunião provocou reações entre integrantes da campanha petista. O senador Camilo Santana (PT-CE), um dos coordenadores da candidatura de Lula, classificou a iniciativa como inoportuna e inadequada, especialmente por ter ocorrido no mesmo dia da entrevista eleitoral.
Em nota, a Globo confirmou a visita e esclareceu que o encontro teve caráter institucional, sem a participação de dirigentes da área de jornalismo. A empresa afirmou que reuniões de cortesia com candidatos fazem parte da rotina de seus executivos.
A emissora também informou que a reunião ocorreu a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e que a equipe de Lula não havia solicitado um encontro semelhante.
A controvérsia ocorre em um momento decisivo da corrida presidencial, com Lula e Flávio Bolsonaro disputando o segundo turno, marcado para 25 de outubro.























