Ex-secretário da Semtel em Porto Velho, novo deputado afirma que pretende fazer mais pela capital
Paulo Moraes foi eleito deputado estadual, com XXX votos e passa a representar Porto Velho na Assembleia Legislativa de Rondônia. Com trajetória ligada à gestão pública na capital, o novo parlamentar chega ao Legislativo estadual levando para o mandato a experiência acumulada à frente da Secretaria Municipal de Esporte, Turismo e Lazer (Semtel) e a atuação em iniciativas voltadas ao esporte, à cultura, ao lazer e à geração de oportunidades.
A eleição marca uma nova etapa na trajetória política de Paulo Moraes, que pretende transformar a experiência adquirida na administração municipal em ações e projetos com alcance para Porto Velho e para os demais municípios de Rondônia.
Durante sua passagem pela gestão municipal, sua atuação esteve relacionada a políticas e ações que aproximam o poder público da população por meio do esporte, da cultura e do lazer, além da busca por iniciativas capazes de ampliar oportunidades e movimentar a economia local.
“Chego à Assembleia com muita responsabilidade e com a experiência de quem conhece de perto os desafios de Porto Velho. Quero levar essa experiência para o mandato e trabalhar para que nossa capital tenha mais investimentos e oportunidades”.
Para o novo deputado, o mandato também representa a possibilidade de ampliar a articulação em favor de projetos que beneficiem diretamente os portovelhenses. A proposta é estabelecer diálogo com prefeitos, vereadores, entidades e representantes da sociedade para identificar demandas e buscar soluções por meio do Legislativo estadual.
A representação de Porto Velho será um dos principais eixos do mandato. A intenção é fortalecer a presença da capital nas discussões estaduais e buscar recursos para áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento do município.
Com 98,67% das urnas apuradas, filho mais velho de Jair Bolsonaro (PL) obteve 47,26% dos votos, enquanto o presidente conseguiu 44,89%
As eleições de 2026 para a Presidência da República terão segundo turno, marcado para 25 de outubro. Com 98,67% das urnas apuradas neste domingo (4), Flávio Bolsonaro (PL-RJ) somou 47,26%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve 44,89% dos votos.
Votos em branco atingiram 1,84% e nulos, 2,92%.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ): 47,26%;
Lula (PT): 44,89%;
Augusto Cury (Avante): 2,90%;
Renan Santos (Missão): 2,26%;
Ronaldo Caiado (PSD): 2,20%;
Romeu Zema (Novo): 0,28%;
Samara Martins (UP): 0,1%;
Hertz Dias (PSTU): 0,04%;
Clariana Barão (DC): 0,03%;
Edmilson Costa (PCB): 0,02%;
Wilson Grassi (Democrata): 0,01%;
Rui Costa Pimenta (PCO): 0,01%;
Votos em branco: 1,84%;
Votos nulos: 2,93%;
A disputa no segundo turno entre o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o mandatário petista abre mais um capítulo eleitoral da polarização política que tomou conta do Brasil nos últimos anos.
Esta será a terceira eleição seguida a ser decidida na segunda etapa, opondo bolsonaristas e petistas. Em 2018, Jair Bolsonaro foi eleito ao vencer Fernando Haddad (PT), escolhido pelo PT após Lula ser preso no âmbito da operação Lava Jato e impedido de concorrer.
Solto em 2019 e com condenações posteriormente anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Lula ganhou a eleição de 2022 em disputa contra Bolsonaro, marcando a primeira vez desde a Constituição de 1988 que um presidente não conseguiu se reeleger.
Desta vez, em 2026, Jair Bolsonaro foi impedido de disputar. Ele segue em prisão domiciliar após condenação do STF por tentativa de golpe de Estado.
Dr. Fernando Máximo (PL) foi eleito com 31,64% dos votos, enquanto Bruno Scheid teve 26,24%.
Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL) foram eleitos senadores por Rondônia neste domingo (4). Com 98% das seções apuradas, Máximo tinha 558.729 votos e Scheid com 468.705 votos.
Em 2026, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor votou em dois candidatos diferentes.
Ambos os candidatos vão ocupar os cargos no Senado pela primeira vez. Com essa nova composição, todos os senadores eleitos por Rondônia são do PL.
Quem é Dr. Fernando Máximo?
Fernando Máximo nasceu em Ceres (GO), tem 46 anos e é médico formado pela Universidade Federal do Amazonas. Atuou como secretário de Estado da Saúde de Rondônia, inclusive durante a pandemia de Covid-19. Também exerceu funções como médico cirurgião, professor e perito. Em 2022, foi eleito deputado federal, sendo o candidato mais votado do estado, em sua primeira eleição.
Quem é Bruno Scheid?
Bruno Scheid é produtor rural de Ji-Paraná (RO). Atuou como assessor político do ex-presidente Jair Bolsonaro e também ocupa a vice-presidência do Partido Liberal (PL) em Rondônia. Essa é a primeira candidatura de Scheid. Ganhou visibilidade nas redes sociais ao relatar uma relação de proximidade com o ex-presidente Bolsonaro.
Contexto da eleição
As duas vagas do Senado permaneceram abertas e com grande oscilação entre os candidatos. Foram duas vagas para dez candidatos concorrentes, sendo que nenhum deles tentava reeleição. No centro da disputa estavam: (Fonte: g1 RO)
Com 91,44% das seções apuradas, Marcos Rogério tinha 56,88% dos votos válidos e foi eleito neste domingo (4).
Marcos Rogério (PL) foi eleito governador de Rondônia neste domingo (4). Às 18h13, com 91,44% das seções apuradas, o candidato tinha 56,88% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O vice-governador eleito é o Delegado Rodrigo Camargo (Podemos).
Marcos Rogério (PL) — Foto: Mateus Santos/g1
Segundo colocado, Adailton Furia (PSD) tinha 19,02%. Ao todo, foram 861.784 votos válidos.
Como foi a disputa
A Pesquisa Quaest encomendada pela Rede Amazônica e realizada no sábado (3) indicou a vitória de Marcos Rogério já no primeiro turno, considerando os votos válidos.
Mas o primeiro levantamento, realizado em agosto, mostrou que a disputa poderia ser bem mais acirrada: Rogério apareceu tecnicamente empatado com Adailton Furia, considerando a margem de erro. Um mês depois, passou a liderar a intenção de votos.
A campanha de Rogério contou com o apoio do prefeito de Porto Velho, Léo (Podemos). Sua chapa faz parte da coligação “Juntos Por Rondônia”, formado pelos partidos: Podemos, PL, Democratas, Novo e Mobiliza.
Para o eleitorado, Marcos Rogério se posicionou como um candidato de direita, apoiado pelo candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL). Além disso, durante a campanha, destacou sua atuação como senador como diferencial para assumir a vaga no governo de Rondônia.
Foi a segunda vez que o candidato tentou o cargo no Executivo. Na última eleição estadual, ele foi para o segundo turno, mas foi derrotado por Marcos Rocha (PSD).
Perfil do governador eleito
Marcos Rogério da Silva Brito nasceu em Ji-Paraná (RO), tem 47 anos e formação em Direito e Jornalismo, além de mestrado em Administração Pública.
Sua trajetória política, segundo dados do TSE, começou como vereador de Ji-Paraná (RO) em 2008. Também foi deputado federal por dois mandatos consecutivos, começando em 2010; em 2018 foi eleito senador por Rondônia.
Deixou o cargo brevemente em 2022 para disputar a vaga de governador em Rondônia, mas não foi eleito.
Contexto da eleição na região
A disputa pelo governo de Rondônia em 2026 foi marcada por debates concentrados em torno de serviços essenciais ao estado: saúde, segurança pública, infraestrutura e regularização fundiária. Esses assuntos apareceram com frequência em entrevistas, debates e atos de campanha.
Outro assunto que esteve presente na disputa eleitoral, gerando assuntos nos confrontos entre os candidatos, foi batalha jurídica envolvendo a candidatura de Samuel Costa (PSB). A direção nacional do partido destituiu o diretório estadual e decidiu apoiar a candidatura de Expedito Netto (PT), mas Samuel contestou a medida na Justiça e manteve sua campanha até o fim.
Participam da disputa pelo governo de Rondônia: Adailton Furia (PSD), Expedito Netto (PT), Hildon Chaves (União), Marcos Rogério (PL), Pedro Abib (MDB) e Samuel Costa (PSB). (Fonte: g1 RO)
Prefeito destaca que parceria para ampliar recursos, viabilizar investimentos e garantir uma nova fase de desenvolvimento para Porto Velho...
O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), votou neste domingo (4), na capital, e reforçou a importância de Porto Velho contar com apoio político e representantes comprometidos com as necessidades da cidade.
Segundo o prefeito, os desafios da capital exigem articulação, diálogo e união entre a Prefeitura e os representantes eleitos. Para Léo Moraes, quanto maior a sintonia política em torno dos interesses de Porto Velho, maiores serão as condições para buscar recursos, viabilizar projetos e acelerar investimentos no município.
“Porto Velho precisa de apoio. Precisamos de representantes que tenham compromisso com a capital e estejam dispostos a trabalhar para trazer recursos e investimentos. Quando Prefeitura e bancada trabalham juntas, quem ganha é a população”.
Léo Moraes destacou que uma atuação política alinhada às prioridades de Porto Velho pode contribuir para abrir um novo ciclo de desenvolvimento, com avanços em áreas como infraestrutura, saúde, educação, mobilidade urbana e melhoria dos serviços públicos.
“Porto Velho pode ter uma cara nova, um desenvolvimento novo. Mas, para isso, precisamos de união e de aliados que defendam a cidade. Quanto mais força política tivermos para buscar recursos e investimentos, mais condições teremos de transformar a capital”.
Para o prefeito, o momento eleitoral também representa uma oportunidade para que Porto Velho fortaleça sua representação política e estabeleça novas pontes com as demais esferas de poder, ampliando a capacidade de investimentos e de execução de projetos estruturantes para a capital.
Balanço parcial registra ocorrências em oito estados e no Distrito Federal; propaganda irregular e compra de votos estão entre os crimes apurados...
FOTO - DIVULGAÇÃO PF/RO
A Polícia Federal apreendeu R$ 57.379 em bens e valores e conduziu 28 pessoas durante ações relacionadas às Eleições 2026. Os dados fazem parte do balanço parcial divulgado neste domingo (4), com registros contabilizados até as 9h.
Do total apreendido nas operações realizadas neste domingo, R$ 34.228 correspondem a dinheiro em espécie. Os valores ainda são preliminares e passarão por validação.
FOTO - DIVULGAÇÃO PF/RO
Até o horário do levantamento, a PF também havia instaurado três inquéritos policiais e lavrado seis termos circunstanciados de ocorrência para investigar possíveis crimes eleitorais.
As ocorrências foram registradas na Bahia, Minas Gerais, Roraima, Acre, Distrito Federal, Rondônia, Amapá e Paraíba. Entre as principais irregularidades investigadas estão propaganda eleitoral irregular e corrupção eleitoral, especialmente casos relacionados à compra de votos.
FOTO - DIVULGAÇÃO PF/RO
A Polícia Federal atua em todo o país na prevenção e repressão aos crimes eleitorais, além da apuração de fatos que estão sob competência da Justiça Eleitoral.
Considerando todas as ações realizadas ao longo de 2026, a PF contabilizava, até as 9h deste domingo, 1.292 inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais.
As apreensões realizadas nessas operações durante o ano ultrapassam R$ 45,6 milhões em bens e valores. Desse montante, aproximadamente R$ 30,2 milhões correspondem a dinheiro em espécie.
Os números podem sofrer alterações ao longo do dia com o registro de novas ocorrências e a atualização das investigações e dos sistemas da instituição.
Em Porto Velho, os termômetros podem alcançar 36°C, com mínima prevista de 24°C...
Rondônia terá um domingo (4) de temperaturas elevadas e possibilidade de chuva em diferentes regiões do estado. A previsão indica máximas de até 36°C, enquanto as mínimas podem ficar em torno de 20°C em algumas cidades.
O tempo deve permanecer instável, com o céu variando entre parcialmente nublado e nublado. Também há possibilidade de chuvas em áreas isoladas, acompanhadas de trovoadas, enquanto os ventos devem permanecer fracos.
Em Porto Velho, os termômetros podem alcançar 36°C, com mínima prevista de 24°C.
Já em Vilhena, a temperatura deve variar entre 20°C e 27°C. Castanheiras também tem previsão de mínima de 20°C e máxima de 27°C.
Apesar do forte calor previsto para parte de Rondônia, a possibilidade de chuva permanece ao longo deste domingo.
Eleitores têm até as 16h, no horário local, para comparecer às seções; em Porto Velho, mudanças em locais de votação exigem atenção...
A votação do primeiro turno das Eleições 2026 em Rondônia acontece das 7h às 16h deste domingo (4), no horário local. Por isso, os eleitores devem ficar atentos ao horário e conferir o endereço da seção antes de sair de casa.
Em Porto Velho, houve alterações em locais de votação, envolvendo escolas da área urbana e unidades localizadas nos distritos. A orientação é consultar antecipadamente a seção eleitoral pelo aplicativo e-Título ou pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral.
Entre as mudanças está a transferência de eleitores da antiga Escola Marechal Castelo Branco, na Avenida Farquar, para a Escola Estadual Duque de Caxias, na mesma avenida. Eleitores anteriormente vinculados à Escola John Kennedy deverão votar na Escola Municipal Antônio Ferreira da Silva, na Rua Duque de Caxias, bairro São Cristóvão.
Na 6ª Zona Eleitoral, as seções da Escola Getúlio Vargas foram transferidas para o São Lucas Educacional Campus 2, na Rua Guanabara, bairro Mato Grosso. As seções do antigo Padre Chiquinho, na Avenida Campos Sales, foram direcionadas para a Escola Padre Mário Castagna.
Também ocorreram alterações na 20ª e na 21ª Zonas Eleitorais, atingindo eleitores da área urbana e da região do Baixo Madeira.
Para evitar imprevistos, o eleitor deve conferir o nome do local, endereço e número da seção antes de se deslocar. Em Rondônia, a votação segue até as 16h deste domingo.
Neste domingo (4), mais de 158 milhões de eleitores brasileiros vão às urnas para escolher deputados federais, estaduais (ou distritais), senadores, governadores e o presidente da República. Quaisquer condutas proibidas por lei que comprometam a liberdade de escolha, a igualdade entre os candidatos e a legitimidade das eleições são classificadas como crimes eleitorais.
A violação do sigilo do voto, a boca de urna, o derramamento de santinhos e o caixa 2 são algumas práticas ilícitas que afetam os direitos dos eleitores e o funcionamento regular do processo eleitoral. Por isso, o Código Eleitoral e legislações complementares estabelecem punições para proteger a integridade das eleições e garantir que a disputa ocorra dentro das regras.
Principais crimes eleitorais
Boca de urna: é ação dos cabos eleitorais junto aos eleitores que se dirigem à seção eleitoral, promovendo e pedindo votos para o seu candidato, federação ou coligação no dia da eleição.
Calúnia eleitoral: atribuir, com fins de propaganda, falsamente fato definido como crime.
Compra de votos: dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita.
Derramamento de santinhos: prática de espalhar grande volume de material impresso de propaganda eleitoral nas ruas.
Difamação eleitoral: difamar alguém, na propaganda eleitoral, ou visando a fins de propaganda, atribuindo-lhe fato ofensivo à sua reputação.
Divulgação de fatos inverídicos: divulgar, na propaganda eleitoral ou durante período de campanha eleitoral, fatos inverídicos em relação a partidos ou a candidatos e capazes de exercer influência perante o eleitorado.
Falsidade ideológica eleitoral: omitir informações obrigatórias ou inserir dados falsos em documentos com finalidade eleitoral.
Caixa 2: não declarar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) os recursos utilizados durante a campanha eleitoral.
Injúria eleitoral: injuriar alguém, na propaganda eleitoral, ou visando a fins de propaganda, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro.
Desordem eleitoral: promover desordem que prejudique os trabalhos eleitorais.
Propaganda eleitoral: uso, na propaganda eleitoral, de símbolos, frases ou imagens associados ou semelhantes aos empregados por órgão de governo, empresa pública ou sociedade de economia mista.
Transporte de eleitores: no dia da votação é proibido o fornecimento de transporte, com finalidade eleitoral, por candidatos, partidos, federações, coligações ou qualquer pessoa. A distribuição de refeições como forma de assistência associada ao deslocamento eleitoral também não é permitida.
Denuncie
Os crimes eleitorais podem ser denunciados por qualquer pessoa por meio de uma notícia-crime eleitoral verbal ou por escrito à autoridade policial, ao Ministério Público Eleitoral, nos tribunais regionais eleitorais (TREs) ou à autoridade judiciária da zona eleitoral na qual a infração ocorreu.
O aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, pode ser usado para denunciar irregularidades sobre propaganda eleitoral. O relato deve conter informações sobre o local, a descrição do fato, além de fotos, vídeos, áudios ou links que possam ajudar na análise da ocorrência. A ferramenta pode ser baixada gratuitamente na Google Play e App Store.
Efetivo atua na proteção dos eleitores, locais de votação e urnas eletrônicas neste domingo (4)...
foto - reprodução
Cerca de 2.500 policiais militares atuam neste domingo (4) na Operação Eleições 2026 em Rondônia. O efetivo foi distribuído pelos municípios e localidades do estado, inclusive em regiões de difícil acesso, para reforçar a segurança durante o primeiro turno.
A atuação inclui a preservação da ordem pública, proteção dos eleitores e dos locais de votação, escolta e segurança das urnas eletrônicas e apoio às atividades da Justiça Eleitoral.
O planejamento foi realizado de forma integrada com o Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) e outros órgãos de segurança pública, no âmbito da Coordenação de Segurança das Eleições (COSE).
Mesmo com o reforço destinado ao pleito, a Polícia Militar mantém o policiamento ostensivo regular em todo o estado. Unidades especializadas e tropas de pronto emprego também poderão ser acionadas conforme a necessidade operacional.
Entre as ocorrências que podem exigir atuação policial estão boca de urna, propaganda eleitoral irregular, derramamento de santinhos nas proximidades dos locais de votação, compra de votos, transporte irregular de eleitores, violação do sigilo do voto, tumultos e outras situações que possam comprometer a regularidade das eleições.
A operação integrada conta ainda com a participação da Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Justiça Eleitoral.
Casos que necessitem de atendimento policial imediato podem ser comunicados pelo 190. Já denúncias relacionadas a irregularidades eleitorais podem ser encaminhadas ao Disque-Eleição 148, pelo número gratuito 0800 148 0148.
Material de campanha foi encontrado nas proximidades do local de votação neste domingo (4); derrame de santinhos é proibido pela legislação eleitoral...
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Eleitores que chegaram à Escola Brasília, em Porto Velho, para votar neste domingo (4) encontraram uma grande quantidade de santinhos espalhados pela calçada e nas proximidades da unidade de ensino.
O material de campanha eleitoral chamou a atenção de quem chegava ao local para participar do primeiro turno das Eleições 2026. A prática, conhecida como “derrame de santinhos”, é considerada propaganda eleitoral irregular quando ocorre em locais de votação ou nas vias próximas.
O derramamento de material de propaganda nas proximidades das seções eleitorais, inclusive quando realizado na véspera da eleição, pode resultar em multa e na apuração de eventual crime eleitoral.
A legislação também proíbe, no dia da eleição, a divulgação de propaganda de partidos políticos ou candidatos. A pena prevista é de detenção de seis meses a um ano, com possibilidade de substituição por prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, além de multa.
Além da irregularidade eleitoral, os santinhos deixaram a área em frente à Escola Brasília tomada por papéis durante a movimentação de eleitores neste domingo.
Eleitor fará seis escolhas no primeiro turno, começando por deputado federal e terminando com presidente da República...
Os eleitores vão às urnas neste domingo (4) para o primeiro turno das Eleições 2026. Na hora de votar, é importante ficar atento à sequência dos cargos apresentada pela urna eletrônica.
A votação começa pelo cargo de deputado federal, cujo número possui quatro dígitos. Em seguida, o eleitor escolhe deputado estadual ou distrital, com cinco dígitos.
Depois, será a vez de votar para o Senado. Neste ano, duas vagas estão em disputa, por isso o eleitor deverá fazer duas escolhas para senador, cada uma com três dígitos e para candidatos diferentes.
A ordem de votação é:
Deputado federal – 4 dígitos
Deputado estadual ou distrital – 5 dígitos
Senador – primeira vaga – 3 dígitos
Senador – segunda vaga – 3 dígitos
Governador – 2 dígitos
Presidente da República – 2 dígitos
Para facilitar e agilizar o processo, o eleitor pode levar uma “colinha” de papel com os números dos candidatos na ordem em que aparecem na urna. Antes de confirmar cada voto, é importante conferir as informações exibidas na tela.
A votação ocorre das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Quem estiver na fila até o horário de encerramento terá o direito de votar.
Celulares, câmeras, filmadoras ou outros equipamentos capazes de comprometer o sigilo do voto não podem ser levados para a cabine de votação, mesmo desligados.
Ministro entendeu que uma decisão individual não poderia produzir efeitos definitivos sobre a candidatura e os votos antes da manifestação do colegiado...
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, suspendeu neste domingo (4) a decisão do ministro Floriano de Azevedo Marques que havia indeferido a candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná e determinado a nulidade dos votos dados à chapa.
Com a decisão, Deltan permanece com o registro deferido com recurso e poderá receber votos normalmente. A validade desses votos, porém, ficará condicionada ao julgamento do caso pelo plenário do TSE.
Nunes Marques não analisou se Deltan é ou não inelegível. O ministro entendeu que uma decisão individual não poderia produzir efeitos definitivos sobre a candidatura e os votos antes da manifestação do colegiado. Também criticou o fato de a medida ter sido tomada na noite anterior à eleição, quando as urnas já estavam preparadas.
Segundo o presidente do TSE, houve “flagrante ilegitimidade na via adotada” e risco de grave lesão à ordem pública eleitoral.
Eleitores podem votar das 8h às 17h, pelo horário de Brasília; veja documentos necessários, ordem de votação e regras para o uso de celular...
As urnas para o primeiro turno das Eleições 2026 estão abertas em todo o Brasil neste domingo (4). A votação acontece das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.
O voto é obrigatório para brasileiros alfabetizados entre 18 e 70 anos e facultativo para pessoas de 16 e 17 anos, maiores de 70 anos e analfabetos.
Pessoas com 60 anos ou mais têm prioridade para votar, assim como pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, enfermas, autistas, obesas, gestantes, lactantes, pessoas com crianças de colo e doadores de sangue. Eleitores com mais de 80 anos têm preferência sobre os demais, independentemente da ordem de chegada.
Quais documentos são necessários?
Para votar, é necessário apresentar um documento oficial com foto. São aceitos carteira de identidade, identidade social, passaporte, certificado de reservista, carteira de trabalho, CNH e carteiras profissionais reconhecidas por lei.
O e-Título também pode ser utilizado como documento de identificação, desde que apresente a foto do eleitor. Caso a fotografia não apareça no aplicativo, é necessário apresentar outro documento oficial com foto.
Quais cargos estão em disputa?
Neste ano, os eleitores farão seis escolhas na urna eletrônica, nesta ordem:
deputado federal;
deputado estadual ou distrital;
senador — primeira vaga;
senador — segunda vaga;
governador;
presidente da República.
Para não esquecer os números dos candidatos, é permitido levar uma "colinha" de papel. A CNN também preparou uma ferramenta para registrar os candidatos escolhidos.
Onde votar?
Para consultar o local de votação, o eleitor pode acessar o Autoatendimento Eleitoral, no site do TSE, selecionar “Consultas” e, depois, “Onde Votar”. A informação também está disponível no aplicativo e-Título.
E se eu não votar?
Quem não puder comparecer às urnas pode justificar a ausência. Para o primeiro turno, o prazo termina em 3 de dezembro de 2026. Em caso de ausência no segundo turno, o prazo vai até 8 de janeiro de 2027. Cada turno é considerado uma eleição independente, portanto, quem não votar no primeiro poderá votar normalmente no segundo.
Caso seja necessário, o segundo turno será realizado em 25 de outubro para as disputas à Presidência da República e aos governos estaduais.
Voto em trânsito
Eleitores que estiverem fora de seu domicílio eleitoral neste domingo também poderão votar, desde que tenham solicitado previamente o voto em trânsito à Justiça Eleitoral.
Quem estiver em outro município dentro do mesmo estado de seu domicílio eleitoral poderá votar para todos os cargos. Já quem estiver em outro estado poderá votar apenas para presidente da República.
O voto em trânsito é permitido somente em municípios com mais de 100 mil eleitores. Após as eleições, o título retorna automaticamente à seção eleitoral de origem.
Posso levar o celular?
Celulares, máquinas fotográficas, filmadoras e outros equipamentos que possam comprometer o sigilo do voto não podem ser levados para a cabine, mesmo desligados.
Antes de se dirigir à urna, o eleitor deve desligar o aparelho e deixá-lo no local indicado pela mesa receptora. Os equipamentos são devolvidos após a votação.
Não são permitidos equipamentos que possam registrar o voto...
(TRE-SP) , durante demonstração para a imprensa do fluxo de votação das Eleições 2026. Além de uma apresentação sobre o chamado “derrame de santinhos” e o novo provimento da
Corregedoria do Tribunal que disciplina a fiscalização e a repressão desse crime eleitoral. O evento realizado na sede do TRE-SP.
No dia da votação, o eleitor não poderá levar para a cabine de votação itens como celular, máquina fotográfica, filmadora, óculos inteligentes e outros equipamentos que possam comprometer o sigilo do voto.
O celular pode ser utilizado para apresentar o e-Título ou outro documento digital aceito pela Justiça Eleitoral durante a identificação na seção eleitoral.
Mas, antes de se dirigir à urna eletrônica, o eleitor deve desligar o aparelho e deixá-lo no local indicado pela mesa receptora da seção eleitoral.
O objetivo da regra é impedir que o voto seja registrado, transmitido ou divulgado.
A mesa receptora ficará responsável pela guarda do celular e deve devolvê-lo após a votação.
Colinha
Para saber os números dos candidatos escolhidos, é possível levar uma colinha em papel para dentro da cabine. A medida evita esquecimentos e torna o processo mais rápido, especialmente porque neste ano são seis cargos para serem escolhidos.
O TSE disponibiliza em seu site modelos de colinha para serem impressos. Depois de baixar e imprimir a folha, é possível preencher os espaços com os números das candidatas e dos candidatos escolhidos.
Acessibilidade
As regras não impedem o uso de recursos de acessibilidade e de tecnologias assistivas por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Esses equipamentos podem ser utilizados normalmente, desde que não sirvam para registrar, transmitir ou divulgar o conteúdo do voto.
Os brasileiros vão às urnas neste domingo (4) para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais. Cerca de 158,7 milhões de eleitoresestão aptos a votar, segundo a Justiça Eleitoral.
As escolhas feitas pelos eleitores definirão os ocupantes de cargos responsáveis por decisões que afetam diretamente a vida da população em áreas como saúde, educação, segurança pública, transporte, infraestrutura e economia.
A votação começa às 8h e termina às 17h (horário de Brasília).
Se houver segundo turno para escolha de presidente e governadores, será no dia 25 de outubro.
Quais candidatos serão escolhidos nas eleições de 2026
Neste ano, os eleitores votarão em até seis candidatos: presidente da República (e vice-presidente), governador (e vice-governador), dois senadores por estado, deputado federal, e deputado estadual ou distrital, no caso do Distrito Federal.
As eleições definirão a composição do Poder Executivo federal e estadual e renovarão parte do Poder Legislativo para os próximos anos.
Como será a votação
A ordem de votação definida pela Justiça Eleitoral será:
deputado federal (quatro dígitos);
deputado estadual ou distrital (cinco dígitos);
primeiro senador (três dígitos);
segundo senador (três dígitos);
governador (dois dígitos);
presidente da República (dois dígitos).
Neste pleito, cada eleitor deverá escolher dois candidatos ao Senado, já que duas vagas por unidade da Federação estarão em disputa.
Recomendações
A Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor consulte antecipadamente o local de votação, verifique sua situação eleitoral e, se desejar, baixe o aplicativo e-Título.
Outra orientação é levar anotados os números dos candidatos escolhidos para agilizar a votação.
O uso de telefone celular na cabine continua proibido.
Antes de confirmar cada voto, o eleitor deve conferir, na tela da urna eletrônica, a fotografia, o nome e o partido do candidato. Em caso de erro, basta apertar a tecla "Corrige" e refazer o procedimento.
Perfil do eleitorado
As eleições de 2026 reúnem o maior eleitorado da história brasileira. Do total de eleitores aptos, 141.321.493 já têm biometria cadastrada, o equivalente a 89,01% do eleitorado, segundo a Justiça Eleitoral.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, há 605,8 mil eleitores de 16 anos e pouco mais de 1 milhão de eleitores com 17 anos – faixas etárias para as quais o voto é facultativo.
Candidatos
A disputa também é marcada pelo grande número de candidatos. A Justiça Eleitoral registra cerca de 21 mil pedidos de candidatura. Mais da metade está concentrada nas eleições para as assembleias legislativas e para a Câmara Legislativa do Distrito Federal.
São cerca de 11,3 mil candidatos a deputado estadual e 433 a deputado distrital, totalizando cerca de 11,7 mil concorrentes nesses cargos.
Para a Câmara dos Deputados, foram registrados 7.803 candidatos.
Conquista da democracia
O direito ao voto nem sempre esteve ao alcance de todos os brasileiros. Ao longo da história do país, diferentes grupos foram excluídos do processo eleitoral. Mulheres, analfabetos, populações indígenas e pobres estiveram, em diferentes períodos, impedidos de participar das eleições.
Mais recentemente, durante a ruptura institucional instaurada pela ditadura militar, voto e direitos políticos sofreram restrições, e candidaturas foram cassadas, em meio a eleições indiretas para determinados cargos.
Os analfabetos voltaram a ter direito ao voto em 1985. Já os direitos políticos foram consolidados na Constituição Federal de 1988.
Nesse contexto, cabe à Justiça Eleitoral organizar o processo eleitoral, de forma a garantir o exercício do voto como pilar da democracia brasileira.
Em material institucional da série Voto Limpo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) define o voto como “a maior expressão da cidadania” e destaca que ele garante à população o direito de escolher seus representantes para a condução do país.