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Flamengo sai na frente, mas sofre dois de Neymar e empata com Santos

Rubro-Negro começou melhor e fez 2 a 0 no primeiro tempo, mas ficou com um a menos na etapa final após expulsão de Jorginho e cedeu empate

Em um jogo agitado, o Flamengo empatou com o Santos por 2 a 2, nesta quinta-feira (8), na Vila Belmiro, pela 29ª rodada do Brasileirão. O Rubro-Negro começou melhor e abriu 2 a 0 ainda no primeiro tempo, mas cometeu erros, ficou com um a menos após a expulsão de Jorginho e viu Neymar marcar duas vezes de pênalti para garantir a igualdade.



Com o empate, o Flamengo chegou a 61 pontos e se manteve na frente do vice-líder Palmeiras. Já o Santos, por sua vez, é o oitavo colocado, com 42. O Rubro-Negro volta a campo no próximo domingo (11), às 17h30 (de Brasília), contra o Fluminense, no Maracanã, pela 30ª rodada do Brasileirão, enquanto o Peixe visita o Atlético-MG, no mesmo dia, às 16h, na Arena MRV.


O jogo


O jogo começou agitado na Vila Belmiro. Mesmo jogando fora de casa, o Flamengo se impôs nos primeiros minutos, teve o controle da posse de bola e conseguiu as primeiras descidas, mas esbarrou na marcação do time paulista e não conseguiu transformar o volume em chances claras. O Peixe, porém, foi mais incisivo e criou a primeira grande oportunidade em contra-ataque, mas o chute de Gabigol saiu pelo canto.


Após a dificuldade inicial para transformar o volume em chances, o Flamengo começou a encontrar espaços e criar oportunidades na reta final. Pedro quase abriu o placar aos 35 minutos, mas acertou a trave e, na sequência, em milagre de Diógenes. Samuel Lino também quase fez, mas Escobar salvou em cima da linha. Porém, de tanto insistir, o Rubro-Negro marcou duas vezes na reta final com Danilo e Lucas Paquetá.


Em desvantagem no placar, o Santos colocou Neymar e tentou correr atrás do prejuízo. Porém, o camisa 10 teve dificuldades nos primeiros minutos. O jogo, aliás, recomeçou quente, com pontapés e reclamações. Nos primeiros 15 minutos, o árbitro Anderson Daronco distribuiu mais cartões amarelos do que durante todo o primeiro tempo. Houve, inclusive, um momento ríspido entre Neymar e Paquetá.


O Flamengo tentou esfriar o jogo e administrar o resultado nos minutos finais. O Santos, porém, vendeu caro. O Peixe quase descontou aos 26 minutos, mas o chute de Gabriel Bontempo explodiu no travessão. Na sequência, Jorginho fez pênalti após perder a posse de bola na entrada da área. Na cobrança, Neymar bateu e diminuiu o placar na Vila Belmiro.


O Santos ganhou confiança com o gol de Neymar e seguiu pressionando. Com o controle da posse de bola e pressionando o Flamengo, o Peixe cercou o Rubro-Negro na área e começou a encontrar espaços. Em linda jogada ensaiada de cobrança de falta, Gabriel Bontempo encontrou Gabigol, que foi derrubado na área por Luiz Araújo. Na cobrança, Neymar, de novo, empatou.

O dia

Policial militar do 9º BPM salva bebê de seis meses após engasgo em Porto Velho

Criança voltou a respirar após receber manobras de desobstrução das vias aéreas realizadas pelo policial militar durante a emergência.

Uma bebê de seis meses foi salva por um policial militar do 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM) após sofrer um engasgo em Porto Velho. A ocorrência foi registrada no dia 1º de outubro de 2026, e a rápida intervenção do militar foi fundamental para restabelecer a respiração da criança.

Imagem ilustrativa


O policial se deparou com a situação de emergência e, ao perceber a gravidade do quadro, iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas. Com a aplicação das técnicas de primeiros socorros, a bebê conseguiu voltar a respirar e apresentou sinais imediatos de recuperação.


Após o atendimento, o militar entrou em contato por telefone com a mãe da criança para acompanhar seu estado de saúde. Durante a conversa, ela informou que a filha estava bem e não havia apresentado novas complicações relacionadas ao engasgo.


A ocorrência evidencia a importância do treinamento em primeiros socorros e da preparação dos policiais militares para agir em situações que exigem respostas rápidas.


A atuação do integrante do 9º BPM contribuiu diretamente para o desfecho positivo da emergência e reforçou a importância do atendimento imediato em casos de obstrução das vias respiratórias, especialmente envolvendo bebês.

Secretário de Trump quer transmitir fuzilamento ao vivo; Isso é permitido?

Ex-psiquiatra militar Nidal Hasan foi condenado pela morte de 13 pessoas na base de Fort Hood em 2009

Um especialista em direito militar dos Estados Unidos afirmou na quinta-feira (8) que não vê barreiras legais intrínsecas para a transmissão ao vivo da execução por fuzilamento do assassino condenado Nidal Hasan, caso o presidente Donald Trump a autorize.



No entanto, lamentou que isso faria os EUA retrocederem a uma época distante em que as execuções eram espetáculos públicos.


"Independentemente de qual seja a opinião das pessoas sobre o caso do major Hasan ou sobre a pena de morte em geral, a ideia de realizar um espetáculo público é realmente muito lamentável, e gostaria de acreditar que o governo reconsideraria essa decisão", disse Eugene Fidell, advogado, autor e especialista em direito militar que leciona na Faculdade de Direito de Yale.


Os EUA transmitirão ao vivo a execução por fuzilamento — a ser realizada pelo Exército — de Nidal Hasan, ex-psiquiatra militar que matou 13 pessoas na base militar de Fort Hood em 2009, informou o Pentágono.


Essa seria uma transmissão sem precedentes de uma execução no país.


Hasan deve se tornar a primeira pessoa a ser executada por fuzilamento pelas Forças Armadas dos EUA desde 1945.


A execução está agendada para 3 de dezembro na mesma e vasta base no Texas onde Hasan abriu fogo com uma pistola equipada com mira a laser dentro de uma instalação médica.


O caso ocorre em meio a um intenso debate nos EUA sobre a pena de morte, após a execução mal-sucedida por injeção letal de uma mulher do Tennessee, Christa Pike, na semana passada.


O secretário de Defesa, Pete Hegseth, que defendeu a execução de Hasan por fuzilamento, confirmou os planos de transmitir o ato ao vivo em uma publicação na rede social X.


No passado, veículos de comunicação tentaram transmitir execuções nos EUA, mas foram impedidos pelos tribunais.


Não se tem notícia de nenhum outro país que transmita, pela TV ou pela internet, uma execução legal, afirmaram especialistas.


"Uma execução realizada há 300 ou 200 anos teria sido pública", disse Fidell. "Teria sido um espetáculo. As pessoas levariam piqueniques. Já superamos essa fase há muito tempo. E hoje, com raríssimas exceções, os países não realizam execuções em público... A Coreia do Norte realiza execuções públicas. O Irã realiza execuções públicas. Essa não é uma companhia da qual queremos fazer parte."


Linchamentos extrajudiciais nos Estados Unidos, frequentemente perpetrados por multidões de brancos contra negros americanos, foram espetáculos públicos até bem avançado o século XX.


A última execução pública legalmente autorizada nos Estados Unidos ocorreu em 1936, segundo especialistas em pena de morte.


Milhares de pessoas assistiram ao enforcamento, naquele ano, de um jovem negro condenado pelo estupro de uma mulher branca.


Fidell afirmou que a posição do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas é a de que execuções públicas são proibidas por violarem a dignidade do indivíduo; no entanto, o Congresso dos EUA não aderiu ao pacto da ONU que estabelece essa proibição.


Segundo Fidell, Hasan poderia contestar a execução planejada por fuzilamento — embora não a transmissão ao vivo — com base em um dispositivo jurídico conhecido como "habeas corpus", que permite aos detentos recorrer diretamente aos tribunais, o que poderia prolongar o caso por anos.


Contudo, Fidell observou que Hasan não tentou ativamente evitar a pena de morte no passado e pode não fazê-lo neste caso.


A Casa Branca não quis informar se Trump apoiava a transmissão ao vivo, encaminhando as perguntas ao Pentágono.


Trump ordena execução por fuzilamento de autor de ataque em base nos EUA

O presidente americano, Donald Trump, ordenou a execução por fuzilamento do ex-psiquiatra do Exército dos EUA que matou 13 pessoas em Fort Hood, no Texas, em um ataque a tiros em 2009 que o atirador posteriormente descreveu como uma retaliação às guerras dos Estados Unidos no mundo muçulmano, informou o Pentágono na segunda-feira.


A execução do ex-major do Exército dos EUA Nidal Hasan por um pelotão de fuzilamento do Exército foi aprovada por Trump, por recomendação do secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, no X.


Parnell destacou que Hasan gritou “Allahu Akbar” — “Deus é grande”, em árabe — durante o ataque, que matou 12 soldados da ativa desarmados e um militar aposentado, além de deixar outras 32 pessoas feridas.


O secretário do Exército definirá a data, o horário e o local da execução, disse Parnell, acrescentando: “O dia do julgamento de Hasan finalmente chegou”.


A morte por fuzilamento foi uma das várias formas de pena capital que o governo Trump recentemente acrescentou à lista de métodos permitidos para a execução de pessoas condenadas pelos crimes federais mais graves, ao lado da cadeira elétrica e da asfixia por gás.


O número de opções para execuções federais foi ampliado, em parte, devido às dificuldades crescentes para obter os medicamentos usados em injeções letais, que também já apresentaram problemas de execução por outros motivos.


Os planos do estado do Tennessee de executar uma mulher pela primeira vez em mais de 200 anos deram errado na semana passada, quando funcionários penitenciários cometeram erros durante uma tentativa de administrar uma injeção letal, deixando a detenta no corredor da morte, Christa Pike, viva, mas inconsciente e internada com suporte de vida.


Os advogados de Pike já haviam pedido ao Departamento de Correções do Tennessee que considerasse uma alternativa à injeção letal, como enforcamento ou fuzilamento, diante das dificuldades previstas pelos responsáveis pela execução para estabelecer uma via intravenosa adequada.


Um tribunal militar condenou Hasan à morte em agosto de 2013, após considerá-lo culpado de 45 acusações de homicídio premeditado e tentativa de homicídio premeditado por abrir fogo com uma pistola equipada com mira a laser em uma instalação médica da extensa base militar localizada no centro do Texas.


O ataque ocorreu semanas antes de Hasan, hoje com 56 anos, ser enviado ao Afeganistão. Ele ficou parcialmente paralisado e passou a usar cadeira de rodas após ser baleado pela polícia durante sua prisão.


Em um comunicado em resposta à decisão de Trump, o grupo Death Penalty Action, que se opõe à pena de morte, afirmou: “Não há nada que Donald Trump ame mais do que o poder de matar”.


Execuções militares são raras e, de acordo com o Código Uniforme de Justiça Militar dos EUA, uma sentença de morte imposta por uma corte marcial não pode ser executada “até ser aprovada pelo presidente”. (CNN)


Greve e protesto em Bruxelas terminam em confronto com a polícia

Manifestantes e estudantes criticam cortes orçamentários do governo enquanto forças de segurança usam canhões de água e gás lacrimogêneo

Manifestantes entraram em confronto com a polícia belga nas ruas de Bruxelas na sexta-feira (9 de outubro), atirando objetos e fogos de artifício contra as forças de segurança, que retaliaram com canhões de água e gás lacrimogêneo para dispersar os grupos de pessoas mascaradas.



Na sexta-feira, dois grandes sindicatos belgas realizaram uma greve nacional, que afetou os transportes públicos, as escolas e o tráfego aéreo, em protesto contra os cortes orçamentais planejados pelo governo e o aumento geral do custo de vida. 


Centenas de estudantes, inspirados em parte pelos protestos estudantis na vizinha França, saíram às ruas de cidades belgas, resultando em dezenas de prisões nos últimos dias.


Os distúrbios ocorrem após confrontos em junho entre manifestantes e a polícia em Bruxelas devido a reformas na educação, incluindo um aumento nas mensalidades para a maioria dos estudantes da Comunidade Francófona da Bélgica , de € 835 para € 1.194 (US$ 1.280).


Estudantes nas ruas

Estudantes belgas juntaram-se a manifestantes sindicais em Bruxelas na sexta-feira (9 de outubro) para protestar contra os cortes orçamentários do governo que afetam a educação e os direitos dos trabalhadores.


Os manifestantes se reuniram no centro de Bruxelas carregando cartazes com os dizeres "Matei aula para defender a classe social" e "Educação é um direito, não um privilégio".


Os estudantes expressaram indignação com os aumentos significativos nas mensalidades, com alguns enfrentando aumentos de 350 a 1.200 euros por ano. "Não somos levados em consideração de forma alguma — e ninguém parece perceber que também é difícil para nós, tanto para os trabalhadores quanto para os estudantes", disse Emilie L'Honneux, uma estudante de 23 anos de Liège.


A estudante do ensino médio Sacha Huyghebeart, de 17 anos, criticou a abordagem do governo em relação aos cortes orçamentários. "Pessoalmente, sinto que o governo está zombando de nós, rindo na nossa cara", disse ela. "Eles vão mirar nos jovens e naqueles com menos recursos financeiros, embora seja exatamente isso que não deveriam estar fazendo."


A representante sindical Fabienne Meulemans saudou a participação dos estudantes no protesto. Ela afirmou que o envolvimento das gerações mais jovens era encorajador, visto que representam a futura força de trabalho e enfrentam desafios no acesso à educação devido a dificuldades financeiras.


A manifestação destacou as preocupações com os cortes orçamentários planejados pelo governo e o aumento geral do custo de vida, que afeta tanto estudantes quanto trabalhadores na Bélgica. (CNN)


"Primeiro a ser fuzilado": Flávio Dino denuncia ameaças por mensagens

O ministro do STF Flávio Dino relatou que a Segurança da Corte identificou mensagens de ameaças de assassinato ou agressão contra ele

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino relatou, nesta sexta-feira (9/10), que a Segurança da Corte identificou “milhares” de mensagens com ameaças contra ele. O ministro publicou trechos dessas mensagens. Uma, publicada no X, afirmou: “O primeiro a ser fuzilado… Flávio Dino por ter proibido o acesso às armas”.



“Invadir o STF e fazer com Moraes, Dino e Zanin igual fizeram com Tiradentres, cabecinha em praça pública”, escreveu outro perfil.


Segundo Dino, “o ódio exposto nas mensagens deriva da repetição de mentiras, visando causar violência”. Veja as mensagens:



“Em 37 anos como servidor público nunca respondi a um único processo criminal. O ódio exposto nas mensagens deriva da repetição de mentiras, visando causar violência. Se as pessoas não concordam com decisões judiciais, elas podem recorrer aos Colegiados competentes. Não precisa matar o juiz que tomou a decisão, nem fazer discursos raivosos incitando perseguições e agressões”, afirmou Dino.


O ministro ainda disse que não irá alterar a atuação profissional, pois “nunca minha perna ou minha mão tremeram, nem minha voz se alterou”.


“Mas fica uma reflexão essencial: se um juiz passar a ter medo de decidir um processo, à vista do suposto risco de sofrer perseguições pessoais, não existe mais Poder Judiciário. Nem Constituição”, completou Dino. ()

Moraes manda PF prender porteira condenada a 14 anos pelo 8 de Janeiro

Condenada por cinco crimes, Nailze Ribeiro estava em liberdade com tornozeleira e agora deverá cumprir a pena em regime fechado

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou prender a porteira Nailze Aparecida Ribeiro Silva, de 54 anos, para que ela comece a cumprir a pena de 14 anos de prisão pelo envolvimento nos atos de 8 de Janeiro, em Brasília.



A ordem de prisão, que tramita sob sigilo, foi encaminhada pelo gabinete do ministro à Polícia Federal (PF) nessa quarta-feira (7/10), após o trânsito em julgado da condenação, quando não cabem mais recursos.


Nailze mora em São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo. Ela foi presa em 9 de janeiro de 2023 no acampamento em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília.


“Em virtude do trânsito em julgado desta Ação Penal, determino o início do cumprimento da pena de reclusão, em regime fechado, imposta a Nailze Aparecida Ribeiro Silva”, escreveu o ministro.


Na denúncia original, apresentada em abril daquele ano, a Procuradoria-Geral da República (PGR) a acusou de associação criminosa e incitação das Forças Armadas contra os Poderes constitucionais.


Em julho de 2024, a PGR ampliou a acusação após analisar o celular apreendido com ela. Segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, dois vídeos produzidos por Nailze em 8 de janeiro registravam o interior do plenário do Senado e a parte externa do Congresso Nacional.


Atualmente, Nailze está em liberdade provisória, condicionada ao cumprimento de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. A coluna não conseguiu localizar a defesa dela.


Ao mandar prendê-la, Moraes também determinou a realização de exames médicos oficiais para o início do cumprimento da pena. O ministro ordenou ainda que o período em que Nailze permaneceu presa provisoriamente seja contabilizado e descontado da pena.


Julgamento

Nailze foi condenada pelo STF a 14 anos de prisão, em regime inicial fechado, em julgamento virtual realizado entre 15 e 22 de maio deste ano. A pena soma 12 anos e seis meses de reclusão e um ano e seis meses de detenção, além de 100 dias-multa.


Por maioria, o tribunal a condenou por cinco crimes: associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.


O STF também fixou indenização mínima de R$ 30 milhões por danos morais coletivos. O pagamento deverá ser feito de forma solidária com os demais condenados pelos ataques.


Prevaleceu o voto de Moraes. Nunes Marques e André Mendonça ficaram vencidos, e Luiz Fux divergiu parcialmente. Edson Fachin acompanhou o relator com ressalvas. (CNN)

Agente do ICE atira em homem que estava em carro com criança de 5 anos em NY

Dominicano de 28 anos foi atingido no pescoço durante operação de imigração no Bronx; prefeito diz que negociações para libertá-lo fracassaram

Um homem da República Dominicana foi baleado por agentes federais de imigração durante uma operação no Bronx, em Nova York, nesta quinta-feira (8). O caso ocorreu em meio à ofensiva migratória do governo do presidente Donald Trump e foi o primeiro tiroteio envolvendo agentes do ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos) na cidade desde o início da operação.



O disparo aconteceu pouco depois das 16h, quando um agente do ICE atirou contra o veículo do homem, que também transportava uma criança de 5 anos no banco traseiro, segundo autoridades municipais.


Os ferimentos, incluindo um tiro de raspão no pescoço, não foram considerados fatais. O homem foi levado ao hospital pela polícia, segundo uma fonte policial ouvida pela CNN. A criança não ficou ferida.


“Graças a Deus, aquela criança está fisicamente ilesa”, disse o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, a jornalistas na noite de quinta-feira, ao expressar indignação com o tiroteio.


O homem ferido foi identificado como Oscar Belgal, de 28 anos, segundo a comissária do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD), Jessica Tisch.


Mamdani afirmou ter conversado com Trump e com o secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, para negociar a libertação de Belgal, mas disse que “as negociações não tiveram sucesso”. O homem foi transferido da custódia da polícia municipal para a do ICE.


As autoridades federais não explicaram o que levou ao disparo contra o homem de 28 anos.


O tiroteio ocorreu na mesma semana em que a direção do ICE orientou agentes a aumentar em mil o número diário de prisões de imigrantes, segundo duas fontes familiarizadas com a diretriz verbal. A medida representa uma intensificação da política migratória de Trump, apesar da preocupação de alguns republicanos com o perfil das pessoas detidas.


O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que Belgal tem ligações com a gangue Trinitarios, uma condenação anterior por furto qualificado e passagens pela polícia por agressão, roubo, posse de drogas e porte de armas.


Segundo o DHS, os agentes prestaram socorro imediatamente após o disparo.


Dois agentes também ficaram feridos durante a ocorrência e receberam atendimento em um hospital local, segundo uma fonte policial. Um deles pode ter se ferido em um acidente de carro, mas não está claro se o acidente ocorreu durante a tentativa de abordagem ou na resposta ao incidente, de acordo com uma autoridade federal.


Agentes estavam com rostos cobertos

Mamdani afirmou na quinta-feira que agentes do ICE cercaram o veículo de Belgal. “Eles usavam coletes de construção e máscaras que escondiam seus rostos. Não havia uma maneira razoável de identificá-los como agentes do ICE”, disse o prefeito.


A comissária Jessica Tisch afirmou que as autoridades acreditam que a criança de 5 anos seja filho de Belgal. O menino foi localizado em segurança e ficou sob os cuidados de familiares.


Segundo Tisch, imagens de câmeras do NYPD mostram que o homem manobrava o carro de ré para estacionar quando “um agente federal à paisana se aproxima da janela do motorista com a arma em punho. Outro agente à paisana também se aproxima do veículo, perto do farol do lado do motorista. Em seguida, o veículo começa a se mover para a frente e sai do campo de visão da câmera”.


A comissária acrescentou que a câmera não registrou o momento do disparo.


“Com base nas evidências coletadas no local, sabemos que pelo menos um agente do ICE disparou sete tiros, atingindo o motorista no pescoço, abaixo da orelha esquerda”, afirmou Tisch.


Policiais municipais foram enviados ao local e encontraram vários homens com roupas semelhantes a uniformes de trabalhadores da construção civil, máscaras no rosto e pelo menos um deles armado, segundo a comissária. Belgal estava algemado e sentado no chão. Ele foi colocado em uma viatura e levado ao hospital.


A CNN perguntou ao DHS se os agentes envolvidos usavam câmeras corporais. A agência remeteu a emissora ao comunicado inicial, que não mencionava o equipamento.


No momento do tiroteio, testemunhas disseram à polícia ter visto um homem com um colete de construção amarelo-vivo segurando uma arma. Elas também relataram ter ouvido de cinco a seis disparos e gritos, segundo autoridades policiais.


Um vídeo que supostamente mostra a cena registra um homem com características semelhantes, segurando um rifle semiautomático e usando um distintivo do ICE pendurado no pescoço.


O NYPD afirmou que não participou da operação no bairro de Marble Hill, ao norte de Manhattan. Após o tiroteio, autoridades policiais municipais mobilizaram equipes para controlar a multidão e preservar evidências no local.


Horas depois do disparo, agentes da Investigação de Segurança Interna (HSI), órgão ligado ao DHS, e policiais foram vistos atrás de uma faixa amarela de isolamento, enquanto um grupo de manifestantes começava a se reunir na área.


Imagens feitas na noite de quinta-feira parecem mostrar um guincho removendo o veículo de Belgal, que tinha um buraco de bala no para-brisa.


Uma fonte federal afirmou que a HSI assumiu a investigação do tiroteio. O procedimento é semelhante ao adotado após um disparo envolvendo agentes do ICE em 20 de setembro, em Austin, no Texas, quando um homem venezuelano ficou ferido.


Autoridades pedem investigação independente

A governadora de Nova York, Kathy Hochul, afirmou na quinta-feira que também conversou com Trump e Mullin sobre o caso.


“Expressei indignação em nome dos nova-iorquinos e pedi que interrompessem as operações de fiscalização migratória do ICE em Nova York”, escreveu Hochul em uma publicação na rede social X.


“Também pedi que todas as imagens disponíveis das câmeras corporais do incidente fossem divulgadas ao público, para que possamos estabelecer os fatos e chegar à verdade”, acrescentou.


Lideranças locais e integrantes do conselho municipal se juntaram à governadora e pediram que o DHS divulgue todas as gravações disponíveis. Eles também solicitaram que a Procuradoria-Geral do estado abra uma investigação independente sobre o tiroteio, durante uma entrevista coletiva na noite de quinta-feira.


“Queremos justiça para essa família e para este bairro”, disse o deputado federal por Nova York Adriano Espaillat. “E, como já disse antes, repito hoje: precisamos acabar com o ICE.”


“Esteja você no Bronx ou em Manhattan, tenha ou não documentos, independentemente da cor da sua pele ou da sua religião, você é nova-iorquino antes de tudo [...] e os nova-iorquinos defendem uns aos outros”, afirmou Brad Hoylman-Sigal, presidente do distrito de Manhattan. (CNN)

Homem usa metralhadora para destruir caminhão após briga de trânsito no PA; veja

Suspeito foi gravado quebrando os faróis do caminhão com a arma e intimidando o motorista em pedágio no Pará; Polícia Civil investiga o caso

A Polícia Civil informou nesta quinta-feira (7) que está investigando o condutor de um veículo de passeio que portava uma metralhadora e foi gravado intimidando o motorista de um caminhão após desentendimento no trânsito, na Praça de Pedágio 8, na Alça Viária, no Pará.



Nas imagens, o homem aparece com a arma em mãos enquanto quebra os faróis do caminhão. Ele também grita e aponta a arma para o motorista, que, em determinado momento, abaixa a cabeça e demonstra estar com medo.


O caso aconteceu na frente de dois funcionários da Rota do Pará, concessionária responsável pelo pedágio na região. Em nota à CNN Brasil, a empresa informou que comunicou o ocorrido às autoridades competentes para que fossem adotadas as medidas cabíveis.


Durante a gravação, a pessoa que registrou a ação ainda tenta convencer o homem a parar. Em determinado momento, afirma que o caminhão possui seguro, na tentativa de evitar que o veículo fosse destruído.


Veja as imagens abaixo:


Após danificar o caminhão, o suspeito deixou o local em um Volkswagen Gol. A CNN Brasil tenta contato com o motorista envolvido no caso.


A transportadora responsável pelo caminhão, a Lunardi, também foi procurada pela CNN Brasil e, até a publicação desta matéria, não havia respondido.


Investigação

Segundo a Polícia Civil, o motorista do caminhão registrou um boletim de ocorrência por ameaça na Seccional de Marituba. O caso foi posteriormente encaminhado para a Delegacia do Acará, que vai instaurar um inquérito para investigar a ocorrência.


Equipes policiais trabalham para identificar e localizar o suspeito. Informações que possam ajudar na identificação do homem podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia, no número 181. O sigilo é garantido. (CNN)


Caso Jaiane e Everaldo: Acusado de matar ex-namorada e amigo dela vai à julgamento neste mês em RO

Vinicius Wallace do Casal Marinho responderá por homicídio qualificado e feminicídio. O cúmplice, que ajudou o homem a fugir, também vai à julgamento.

A Justiça marcou para o dia 21 de outubro, em Porto Velho, o julgamento de Vinicius Wallace do Casal Marinho, acusado de matar Jaiane Lemos e Everaldo Oliveira, e de Railson Ferreira da Silva, suspeito de ajudá-lo a fugir após o crime (veja vídeo acima). Os réus aguardam o julgamento presos.

Jaiane Lemos de Souza Neto, 27 anos, (à esquerda) e Everaldo Oliveira Santos, 34 anos (à direita), mortos pelo ex marido de Jaiane em Porto Velho — Foto: Reprodução/redes sociais

Os dois serão submetidos a júri popular por homicídio qualificado. No caso de Jaiane, a acusação também inclui feminicídio, por o crime ter ocorrido em contexto de violência doméstica.


Em abril de 2024, Vinicius Wallace foi filmado pulando o muro da casa de Jaiane Lemos. Segundo a investigação, ele entrou no imóvel e atirou contra a ex-companheira e o amigo dela. O crime aconteceu na frente da filha do ex-casal, que tinha menos de dois anos.


Após os disparos, Vinicius deixou a residência, entrou em um carro dirigido por Railson Ferreira da Silva e fugiu. Quatro dias depois, ele se apresentou à polícia.



Vinicius Wallace — Foto: Redes Sociais/Reprodução

Em nota ao g1 a defesa de Railson Ferreira disse que vai aguardar a sessão de júri, e lá provar que ele não tem nenhuma participação nesse caso.


O site também procurou a defesa de Vinicius Wallace, mas até a última atualização desta reportagem não tivemos retorno.


Acusação de feminicídio e homicídio

A sentença determina que os réus sejam levados ao Tribunal do Júri por feminicídio e homicídio com as seguintes qualificadoras:


Morte de Jaiane:


Feminicídio

Motivo torpe

Meio cruel

Recurso que dificultou defesa da vítima

Uso de arma de fogo restrita

Violência doméstica

Crime cometido na presença da filha

Morte de Everaldo:


Motivo torpe

Meio cruel

Recurso que dificultou defesa da vítima

Uso de arma de fogo restrita

Pedido de Justiça

Familiares e amigos das vítimas organizam mobilizações para pedir justiça. Eles cobraram punição severa para os acusados. Rosa Maria, mãe de Jaiane, disse ao g1 que a família vive uma dor profunda e pede justiça..


“Ela foi assassinada com a nenê no colo, ficou na porta protegendo a minha enteada de 14 anos e o Everaldo, ela ficou lutando até o final. E a gente tá passando uma dor muito grande e eu peço justiça, justiça pelo que aconteceu”, disse.

Família pede justiça pela morte de Jaiane e Everaldo — Foto: Amanda Oliveira/g1


Por g1 RO


Raio danifica asfalto da BR-364 durante temporal em Vilhena

Descarga elétrica abriu um buraco na pista e deixou o trecho com risco para os motoristas, segundo a PRF. Concessionária registrou ainda quedas de árvores em cinco pontos da rodovia.

Um raio atingiu a pista da BR-364 durante uma tempestade nesta quinta-feira (8), no km 19 da rodovia, em Vilhena (RO). A descarga elétrica danificou o asfalto, mas não causou prejuízos aos veículos que passavam pelo local.

Raio danifica asfalto da BR-364 durante temporal em Vilhena, RO — Foto: Reprodução/Rota Policial News

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o asfalto ficou danificado após a descarga elétrica, o que representa risco para os condutores, principalmente motociclistas. Uma equipe da PRF foi até o local. A polícia informou que não tem registro de veículo atingido pelo raio.


Além do caso em Vilhena, a concessionária Nova 364 informou que houve quedas de árvores em cinco pontos da BR-364: Ji-Paraná, Ouro Preto do Oeste e Ariquemes. Segundo a concessionária, equipes emergenciais foram enviadas para a limpeza e liberação da pista.


Em um dos pontos, entre Ji-Paraná e Presidente Médici, uma árvore caiu sobre uma caminhonete e obstruiu parte da pista. Já em Cacoal, moradores registraram chuva de granizo durante o temporal.


PRF recomenda atenção redobrada durante temporais

A PRF recomenda que os motoristas redobrem os cuidados durante períodos de chuva e mantenham a manutenção preventiva dos veículos em dia.


Entre as orientações estão verificar as condições dos pneus e a calibragem, além dos sistemas de freios e iluminação. A PRF também recomenda respeitar os limites de velocidade, evitar o uso do celular ao volante e utilizar o cinto de segurança e o dispositivo de retenção adequado para crianças.


Segundo a PRF, manter esses cuidados ajuda o motorista a ter maior controle do veículo e capacidade de reação diante de situações adversas, como chuvas intensas e outros incidentes naturais.

Por g1 RO

Criança de 3 anos sai sozinha de creche e anda em avenida em SC; veja

Segundo o MPSC, o portão da escola estaria aberto sem nenhum responsável realizando o controle de acesso

Uma criança de 3 anos saiu andando sozinha de uma creche municipal, nesta terça-feira (6), na Avenida Mauro Ramos, em Florianópolis, capital de Santa Catarina.


O portão da escola estaria aberto sem nenhum responsável realizando o controle de acesso.


O MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) instaurou uma investigação para apurar a situação. Câmeras de segurança registraram o ocorrido.


Veja vídeo:


No vídeo, é possível ver a criança saindo do portão perto da placa amarela.


Após sair da creche, a criança foi encontrada na rua por uma vizinha da mãe, que a levou de volta ao local. A ocorrência foi atendida pela Polícia Militar.


A Delegacia de de Proteção à Criança também investiga o caso.


Foram ouvidos os militares que atenderam o ocorrido, a diretora da unidade, uma professora, o vigilante, a mãe da criança e a mulher que encontrou a criança na rua.


Em nota à CNN Brasil, a Secretaria Municipal de Educação informou que investiga o ocorrido. Veja nota completa na íntegra:


"A Prefeitura de Florianópolis, por meio da Secretaria Municipal de Educação, está trabalhando ativamente para apurar o ocorrido e aplicar as medidas necessárias de acordo com as responsabilidades identificadas. Neste sentido, instaurou sindicância administrativa para entender as circunstâncias do fato, ouvindo todos os envolvidos, uma vez que não condiz com o padrão de segurança exigido e praticado na rede pública. Além disso, o município está colaborando com os agentes policiais através do fornecimento de imagens de sistemas de monitoramento da unidade e outras informações pertinentes. Paralelamente, esteve com equipe técnica na unidade em vistoria que atestou condições adequadas na estrutura de acesso instalada, incluindo portões e travas, restando assim compreender onde houve falha na operação." (CNN)

Eleições: propaganda gratuita no rádio e na TV volta nesta sexta

    Tanto Flávio Bolsonaro (PL) quanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terão direito a dois blocos diários nas emissoras de rádio...

    A partir desta sexta-feira (9), candidatos à Presidência da República e aos governos estaduais que disputam o segundo turno voltarão a aparecer em propagandas no rádio e na televisão. A publicidade é permitida até o dia 23 de outubro, dois dias antes das votações.

    Tanto Flávio Bolsonaro (PL) quanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terão direito a dois blocos diários nas emissoras de rádio:

    • das 7h às 7h10 (com cinco minutos para cada candidato);
    • das 12h às 12h10 (com cinco minutos para cada candidato).

    Na TV, eles terão o mesmo tempo, também dividido em dois blocos:

    • das 13h às 13h10;
    • das 20h30 às 20h40.

    Essas propagandas serão transmitidas de segunda a sábado.

    Governos estaduais

    As mesmas regras valem para os candidatos aos governos estaduais que concorrem no segundo turno. As transmissões em cada estado ocorrerão logo após as propagandas dos candidatos à Presidência.

    Portanto, nas emissoras de rádio, o primeiro bloco será transmitido das 7h10 às 7h20, enquanto o segundo bloco acontece entre 12h10 e 12h20.

    Já na TV, o horário do primeiro bloco é das 13h10 às 13h20, enquanto o do segundo é das 20h40 às 20h50.

    Está previsto segundo turno para governador em seis unidades da Federação:

    • Acre;
    • Amazonas;
    • Espírito Santo;
    • Rio Grande do Norte;
    • Tocantins;
    • Distrito Federal.

    A princípio, também estava previsto segundo turno no estado do Rio de Janeiro. Mas a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de rejeitar a candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) deve resultar na eleição de Douglas Ruas (PL) em primeiro turno.

    Inserções

    Cada candidato que disputa o segundo turno — seja para a Presidência da República ou para um governo estadual — também terá direito a "inserções" no rádio e na TV.

    Essas inserções são propagandas de 30 ou 60 segundos que, no total, totalizam 12 minutos e 30 segundos (por dia) para cada candidato. Elas serão transmitidas de segunda a domingo.

    Gratuidade

    O horário eleitoral gratuito tem esse nome porque partidos e coligações não pagam às emissoras de rádio e TV pelas suas propagandas. A legislação proíbe esse pagamento.

    Mas isso não significa que a produção dos programas seja gratuita: os custos ficam a cargo das próprias campanhas e são considerados despesas eleitorais — sujeitas à prestação de contas.

    Já as emissoras de rádio e TV, como compensação fiscal pela cessão do tempo de programação, têm direito a abatimento no Imposto de Renda.

    O que pode aparecer

    A participação de apoiadores dos candidatos pode ocupar até 25% do tempo de cada programa ou inserção. Não entram nesse limite apresentadores ou interlocutores que apenas emprestem a voz para transmitir a mensagem eleitoral.

    Também podem ser exibidas entrevistas com os próprios candidatos nas quais eles apresentem realizações de governo, apontem falhas em obras e serviços públicos ou abordem atos parlamentares.

    O que é proibido

    Os candidatos não podem degradar ou ridicularizar o adversário. A legislação também proíbe:

    • a participação de apoiadores que sejam de um partido que apoie o adversário;
    • a promoção comercial de marcas ou produtos;
    • o uso de pesquisas ou consultas eleitorais que permitam identificar entrevistados;
    • a apresentação de dados de forma manipulada.

    A legislação proíbe também que as propagandas contenham montagens, trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais.

    A Justiça Eleitoral pode determinar a retirada ou impedir a reapresentação de conteúdos irregulares, além de aplicar punições para esses casos.

    Outras formas de divulgação

    Os candidatos podem realizar desde segunda (5) outras formas de divulgação — como comícios, uso de alto-falantes e distribuição de panfletos, entre outras atividades. (Veja aqui mais detalhes sobre essas regras, que também vigoraram durante a campanha para o primeiro turno)

    As seguintes ações de divulgação devem se encerrar nas seguintes datas:

    • 22 de outubro: comícios, impulsionamento de conteúdo na internet, uso de inteligência artificial (IA) para imitar pessoa pública, uso de aparelhagem de som fixa (ou seja, quando essa aparelhagem está instalada ou posicionada em um local determinado, sem ser transportada em veículo);
    • 23 de outubro: debates e publicidade paga na imprensa escrita;
    • 24 de outubro (um dia antes do segundo turno): panfletagem, carreatas, passeatas e uso de carros de com são permitidos até as 22h.

    Acessibilidade

    Na televisão, a propaganda eleitoral gratuita deve contar com recursos de acessibilidade.

    Entre eles estão legenda aberta, janela com intérprete de Libras e audiodescrição.

    Legislação

    As regras citadas acima estão previstas na Resolução 23.610/2019 do TSE. 

    fonte - Agência Senado.

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