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Projeto do Governo de RO amplia investimentos e fortalece saneamento básico no estado

Com o objetivo de estabelecer metas de universalização, ampliar a proteção social e prever a fiscalização permanente dos serviços, com foco na saúde, na qualidade de vida e no desenvolvimento dos municípios, o Governo de Rondônia estruturou o projeto de concessão regionalizada dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário, que contempla 40 municípios do estado.

A iniciativa busca viabilizar o cumprimento das metas estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico: alcançar, até 31 de dezembro de 2033, no mínimo, 99% da população atendida com água potável e 90% com coleta e tratamento de esgoto.

Construído com planejamento técnico, o projeto foi desenvolvido por meio de contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); participação dos municípios, com decisões tomadas de forma colegiada, através da criação da Microrregião de Águas e Esgotos do Estado de Rondônia, formada pelo estado e os 52 municípios; consulta e audiência pública, recebendo 430 manifestações; acompanhamento institucional e mecanismos permanentes de fiscalização pelo Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO), reunindo metas claras, regras tarifárias definidas, instrumentos de controle e responsabilidades contratuais.

De acordo com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), a licitação, que será realizada em setembro, tem base no modelo de concessão da prestação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, e não de privatização. Nesse formato, a empresa vencedora ficará responsável, por prazo determinado, pela operação, manutenção, expansão e modernização dos sistemas, devendo cumprir as metas de atendimento, qualidade e investimento estabelecidas em edital e contrato.

Acompanhamento e Fiscalização

Durante toda a concessão, o Governo de Rondônia manterá a governança, o acompanhamento e a fiscalização dos serviços. A Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados do Estado de Rondônia (Agero) atuará como entidade reguladora, acompanhando o cumprimento das obrigações contratuais, dos padrões de qualidade e das regras tarifárias.

A futura concessionária também deverá cumprir metas de expansão, qualidade, eficiência e atendimento ao longo de todo o contrato. O desempenho será acompanhado por meio de indicadores previstos contratualmente.

Proteção e dignidade às famílias

Um dos critérios de julgamento no processo licitatório é o maior desconto sobre a tarifa de referência. A medida busca incentivar propostas mais vantajosas para a população e para o poder público, conciliando modicidade tarifária e retorno econômico ao estado.

Os valores a serem cobrados, assim como eventuais reajustes e revisões, deverão seguir as regras previstas em contrato e permanecerão sujeitos à regulação e à fiscalização da Agero, não podendo ser estabelecido tarifas livremente.

Além disso, o projeto também prevê tarifa social para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda de até meio salário mínimo por pessoa. O benefício contempla desconto de 50% nas duas primeiras faixas de consumo, até 20 metros cúbicos mensais, com enquadramento automático, sem necessidade de solicitação pelo usuário.

Investimentos

O contrato possui valor estimado de R$ 8,47 bilhões ao longo dos 35 anos de concessão. O valor representa, em valores atuais, a receita total que a concessionária deverá arrecadar com a prestação dos serviços durante todo o período do contrato.

Desse montante, aproximadamente R$ 4,2 bilhões serão destinados a investimentos em infraestrutura, como a expansão das redes de abastecimento de água e esgotamento sanitário, modernização dos sistemas, redução das perdas de água e melhoria da qualidade do atendimento à população. Parte significativa desses investimentos será concentrada nos sete primeiros anos da concessão, período em que já deverão ser percebidas mudanças concretas na prestação dos serviços.


Saneamento e desenvolvimento

Os benefícios vão além da instalação de redes e estações de tratamento de água e esgoto. A ampliação do saneamento contribui diretamente para:

  • • Recuperação de áreas degradadas;
  • • Melhorias dos espaços de lazer;
  • • Valorização imobiliária;
  • • Cidades mais organizadas e saudáveis;
  • • Geração de mais de 65 mil empregos diretos e indiretos;
  • • Benefício socioeconômico estimado em mais de R$ 20 bilhões;
  • • Economia em saúde apontada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
FONTE - SECOM RO.

Justiça mantém condenação de PM flagrado com arma após ter porte suspenso em Rondônia

Os julgadores da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, por unanimidade, negaram todos os pedidos constantes em um recurso de apelação e mantiveram a sentença do juízo de 1º grau, que condenou um policial militar a 2 anos de reclusão, por porte ilegal de arma de uso permitido: um revólver calibre 38. O PM foi preso em flagrante pelos policiais rodoviários federais na BR 364, em Jaru, porque estava com o porte suspenso pela corporação.


No recurso de apelação, a defesa do réu pedia a sua absolvição sob o argumento de que a conduta do policial (apelante) não gerou perigo real, assim como ele não tinha conhecimento da ilegalidade. Além disso, alternativamente, a defesa solicitou a redução da pena e a mudança do regime semiaberto para o aberto, assim como a substituição da prisão por penas restritivas de direitos. Porém todos pedidos foram rejeitados pela decisão colegiada da 1ª Câmara Criminal.

A decisão dos julgadores confirmou que o crime de porte ilegal de arma é de "perigo abstrato" e de mera conduta. Isso significa que, para a lei, não importa se estava guardada, se não houve ameaça a terceiros ou se o agente não tinha a intenção de cometer um crime. O simples ato de andar com o armamento e as munições sem a devida autorização legal já é suficiente para colocar em risco a segurança da sociedade e a paz pública, consumando o delito previsto no Estatuto do Desarmamento.

Além disso, a decisão colegiada descarta a alegação de erro de proibição, isto é, quando a pessoa comete um ato ilícito sem saber que ele é proibido. Ademais, os julgadores destacaram o desconhecimento da ilegalidade, justamente por se tratar de um policial militar, treinado e que lida diariamente com a legislação, assim como sabia da decisão administrativa que tirou o seu direito de andar armado. 

Com relação ao regime prisional, segundo a decisão, o policial é reincidente e possui antecedentes criminais, fatores que, pela legislação penal brasileira, impedem a concessão desses benefícios e justificam a manutenção do cumprimento da pena no regime inicial semiaberto.

O fato aconteceu no dia 5 de junho de 2022 – quilômetro 420 da BR-364, onde o veículo do réu foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal. Durante a vistoria foi encontrado o revólver calibre 38 carregado com cinco munições e, por não ter o porte de arma, foi preso em flagrante no local.

O PM estava afastado das suas funções desde 2019 e teve seu direito ao porte de arma formalmente suspenso por ato administrativo publicado no ano de 2020

O julgamento do caso ocorreu entre os dias 6 e 10 de julho de 2026, durante a realização da sessão eletrônica. Participaram do julgamento, os desembargadores desembargador Osny Claro, Francisco Borges (relator do caso) e Aldemir de Oliveira.

Apelação Criminal n. 7002824-43.2022.8.22.0003

FONTE - TJRO.

Inscrições para Fies terminam nesta sexta-feira

Estudantes podem utilizar o Portal de Acesso ao Ensino Superior...

Brasília (DF), 16/11/2025 - Candidatos comparecem a local de prova para realização do segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

Encerram nesta sexta-feira (17) as inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil do segundo semestre de 2026. Os estudantes em participar do processo seletivo devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas avaliadas positivamente no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do Ministério da Educação.

O programa beneficia prioritariamente estudantes que não tenham concluído o ensino superior e que não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.

Vagas

Ao todo, o MEC oferece mais de 112 mil vagas para o Fies em 2026, considerando as oportunidades do primeiro e do segundo semestre, sendo 67.301 vagas no primeiro, e 44.867 no segundo.

Além das vagas do segundo semestre, o MEC ainda ofertará todas as vagas eventualmente não ocupadas até o limite do total definido para este ano.

Quem pode se inscrever

Os candidatos devem atender aos requisitos estabelecidos no novo edital:

  • - ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010;
  • - ter obtido média igual ou maior que 450 pontos considerando as cinco provas;
  • - não ter tirado nota zero na prova de redação;
  • - ter renda bruta familiar mensal per capita de até três salários mínimos (R$ 4.863, em 2026).

Os candidatos que participaram do Enem na condição de "treineiro" não podem se inscrever no Fies.

Fies Social

O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Os pré-selecionados para as vagas do Fies Social poderão solicitar a contratação do financiamento integral, cobrindo todos os encargos educacionais.

Estes estudantes pré-selecionados com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa, inscritos nas vagas do Fies Social, estão dispensados de comprovar a renda familiar diretamente na instituição privada de ensino superior.

Mesmo assim, deverão comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da respectiva faculdade privada para validar as demais informações prestadas no momento da inscrição.

Cronograma

  • - inscrições: de 14 a 17 de julho;
  • - resultado: 30 de julho;
  • - complementação das inscrições: de 31 de julho a 4 de agosto;
  • - lista de espera: de 7 a 24 de setembro.

FONTE - AGENCIA BRASIL.

Operação Ganatum: MP denuncia 16 por esquema de sonegação de R$ 7 milhões em Rondônia

Investigação aponta fraude na comercialização de gado entre Rondônia e Mato Grosso. Justiça determinou bloqueio de bens para ressarcir prejuízo causado aos cofres públicos...


O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf), denunciou 16 pessoas por crimes contra a ordem tributária, fraude processual e organização criminosa no âmbito da Operação Ganatum, que investiga um suposto esquema de sonegação fiscal envolvendo a comercialização de gado entre Rondônia e Mato Grosso.

De acordo com o MPRO, os investigados simulavam a transferência de rebanhos entre propriedades pertencentes ao mesmo proprietário para ocultar operações de compra e venda, evitando o recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

As investigações apontam que o grupo movimentou mais de R$ 44 milhões e provocou um prejuízo superior a R$ 7 milhões aos cofres públicos em tributos que deixaram de ser recolhidos.

A pedido do Ministério Público, a Justiça também determinou a indisponibilidade de bens dos denunciados até o limite de R$ 7 milhões, medida que busca garantir o ressarcimento dos danos causados ao erário.

A fase ostensiva da Operação Ganatum foi deflagrada em abril de 2026, quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos municípios de Alvorada do Oeste, Colorado do Oeste, Presidente Médici e Seringueiras, em Rondônia, além de Pontes e Lacerda, Araputanga, Jauru e São José dos Quatro Marcos, em Mato Grosso.

A ação mobilizou mais de 70 policiais civis dos dois estados e contou ainda com a participação de auditores fiscais.

Segundo o Ministério Público, a Operação Ganatum é resultado da atuação integrada do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira-RO), formado pelo MPRO, Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e Polícia Civil, com foco no combate à sonegação fiscal e na recuperação de recursos públicos.

Entenda a Lei de Reciprocidade, que o Brasil pode adotar contra os EUA

Lei foi motivada também por decisões do presidente dos Estados Unidos...

Brasília - 22.05.2023 - Foto da Fachada do Palácio do Planalto em Brasília. Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil
© Antônio Cruz/ Agência Brasil

A decisão do governo dos Estados Unidos, divulgada nesta quarta-feira (15), de impor tarifas de 25% sobre produtos exportados pelo Brasil, trouxe uma reação imediata do governo brasileiro. Em resposta, o Palácio do Planalto afirmou que a Lei de Reciprocidade brasileira será acionada "imediatamente".

A lei, sancionada em 11 de abril de 2025, foi motivada também por decisões do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Já naquela ocasião, Trump escalou em uma guerra comercial contra diversos países, inclusive o Brasil, e anunciou sobretaxas de importação.

A Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Ou seja, se um país com o qual o Brasil tem relação comercial adota uma medida que o prejudique nessa relação, o governo pode adotar uma série de contramedidas. Dentre elas, impor tributos ou taxas, acabar com isenções ou redução de valores de tarifas de importação, ou restringir importações de bens ou serviços.

Essas contramedidas devem ser, na medida do possível, aplicadas na mesma proporção do prejuízo econômico causado por outro país ou bloco econômico ao Brasil.

Soberania

A Lei da Reciprocidade destaca que cabe a suspensão de concessões comerciais, entre outras medidas, a países ou blocos de países que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”.

Assim, a lei se aplica a um país que ameace aplicar ou aplique medidas comerciais na tentativa de interferir em atos específicos ou práticas no Brasil.

A legislação também abre espaço ao diálogo e entendimento para que medidas retaliatórias não sejam tomadas obrigatoriamente. Em seu Artigo 4º, determina que a diplomacia entre em ação para reduzir ou anular a necessidade das contramedidas previstas.

Meio ambiente

A Lei de Reciprocidade também inclui países que tomem medidas unilaterais com base em requisitos ambientais mais onerosos do que os padrões de proteção ambiental adotados no país.

Nesse caso, o Brasil deve considerar, além das normas ambientais adotadas internamente, como o Código Florestal, de 2012, as metas estabelecidas na Política Nacional do Clima, de 2009, e os compromissos assumidos no Acordo de Paris, de 2015.

Se um país aplicar medidas comerciais unilaterais alegando descumprimento de normas ambientais não contempladas por esses institutos, e que sejam mais dispendiosas ao Brasil, está prevista a aplicação de contramedidas.

FONTE - AGENCIA BRASIL.

Saiba o que é a Rede Nacional de Dados em Saúde e como ela pode ajudar os usuários do SUS

Uma plataforma que tem como objetivo assegurar a transformação digital e garantir mais agilidade no atendimento prestado à população, esse é o propósito da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), ela permite o compartilhamento seguro e padronizado de informações entre os serviços assistenciais, contribuindo para um atendimento mais ágil e integrado aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). 

A RNDS reúne e centraliza os dados de saúde dos usuários do SUS. Esses dados ficam disponíveis de forma segura e padronizada para os profissionais autorizados, o que torna o atendimento mais rápido e eficiente. 

O coordenador de Saúde Digital, Heraclito Ferreira Souza, diz que o principal benefício da RNDS é a continuidade do cuidado. “Independentemente do nível de atenção, o histórico clínico pode ser acessado para uma visão completa da condição. Exames, registros, vacinas e prescrições são compartilhados entre serviços de saúde. Isso reduz exames desnecessários, evita retrabalhos e aumenta a segurança, garantindo atendimento ágil e integrado”, frisou. 

MAS PARA ONDE OS DADOS VÃO?

As informações de saúde são enviadas para o DATASUS, onde ficam armazenadas e organizadas conforme os padrões da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).

Durante todo o processo de envio, guarda e compartilhamento, os dados são protegidos por medidas de segurança, como criptografia e controle de acesso, garantindo sigilo, integridade e disponibilidade, de acordo com a lei.

Essas informações podem ser consultadas por sistemas autorizados e também por aplicativos voltados ao cidadão, como o Meu SUS Digital. Assim, o histórico de saúde pode ser acessado de forma segura e ajuda na continuidade do cuidado em qualquer ponto da rede de atenção.

BENEFÍCIO PARA TODA A SAÚDE PÚBLICA 

A RNDS é uma fonte importante de informações estratégicas para a gestão do SUS. Ao reunir dados de diferentes pontos da rede de atenção, ela apoia o planejamento, o acompanhamento e a avaliação das políticas de saúde.

Com acesso a dados atualizados e confiáveis, gestores federais, estaduais e municipais conseguem identificar as principais necessidades da população, acompanhar o perfil epidemiológico, avaliar o uso dos serviços, monitorar indicadores e tomar decisões baseadas em evidências.

Essas informações ajudam a definir metas e indicadores mais próximos da realidade local, melhoram a distribuição de recursos, aumentam a eficiência dos serviços e fortalecem ações de promoção, prevenção e assistência. Assim, a RNDS se torna uma ferramenta essencial para aprimorar a gestão e desenvolver políticas públicas mais eficazes e voltadas às necessidades da população.

IMPLANTAÇÃO 

Consultas na atenção básica, vacinas e registros de regulação já estão sendo transmitidos para a RDNS, mas ainda está em processo para interoperar os demais serviços em saúde. O secretário de Estado da Saúde, Edilton Oliveira, conta que Rondônia já iniciou esse processo e continuará investindo para que todos os serviços de saúde estejam integrados à plataforma. 

“Nosso compromisso é garantir que cada cidadão tenha acesso a uma saúde moderna, segura e humanizada. A tecnologia é nossa aliada para cuidar melhor das pessoas e construir um futuro mais saudável para toda a população”, frisou. 

FONTE - SECOM RO.

Instalação inédita no município garantirá melhor atendimento às gestantes de alto risco

O Creami contará com atendimento especializado e estrutura completa de atendimento

A Prefeitura de Porto Velho entrega, nesta sexta-feira (17), o Centro Regional Especializado de Atenção Materno Infantil Madeira-Mamoré (Creami), um novo serviço da rede municipal de saúde voltado ao atendimento de gestantes de alto risco.

Creami foi planejado para garantir que gestantes de alto risco realizem todo o atendimento necessário em um único local

Localizada na Avenida José Amador dos Reis, bairro Tancredo Neves, a unidade representa um importante avanço na Linha de Cuidado Materno do município, oferecendo assistência especializada, humanizada e integrada para mulheres que necessitam de acompanhamento diferenciado durante a gestação.

O Creami foi planejado para garantir que gestantes de alto risco realizem todo o atendimento necessário em um único local, evitando deslocamentos entre diferentes unidades e reduzindo o tempo de espera por consultas e exames.

"O cuidado com as mães e os bebês começa muito antes do nascimento. O Creami será algo inédito no município que irá auxiliar as mães com gravidez de alto risco. A unidade irá contar com equipe multidisciplinar atendendo às necessidades das mães porto-velhenses, isso representa mais eficiência, acolhimento e respeito pela vida”, destacou o prefeito Léo Moraes.

Atendimento integrado

Léo Moraes destacou que o Creami oferecerá atendimento multidisciplinar às gestantes de alto risco, ampliando o cuidado e o acolhimento às mães

Durante a consulta, a paciente passa por diferentes profissionais e serviços, conforme sua necessidade clínica.

A carteira de serviços contempla triagem, atendimento de enfermagem, assistência social, psicologia, nutrição, fisioterapia, consulta com médico obstetra e exame de ultrassonografia realizado na própria unidade, permitindo um acompanhamento completo da gestação sem a necessidade de novos agendamentos em outros locais.

Como funcionará o acesso

O atendimento acontecerá por meio da rede municipal de saúde. A gestante inicia o pré-natal na Unidade Básica de Saúde (UBS) do seu bairro. Após a avaliação da equipe, caso seja identificado que a gravidez é de alto risco, a paciente é encaminhada pela Central de Regulação, por meio do Sistema de Regulação (Sisreg), para atendimento no Creami.

Unidade dispõe de dez consultórios, sala de ultrassonografia, sala de estabilização, espaço Mamãe Bebê, sala de estudos, copa e banheiros

Após a primeira consulta, os retornos passam a ser organizados pela própria equipe médica da unidade, respeitando a necessidade clínica e o risco gestacional de cada paciente.

Estrutura moderna

O Centro Regional Especializado de Atenção Materno Infantil Madeira-Mamoré conta com estrutura preparada para oferecer atendimento especializado e acolhedor.

A unidade dispõe de dez consultórios, sala de ultrassonografia, sala de estabilização, espaço Mamãe Bebê, sala de estudos, copa e banheiros, garantindo um ambiente adequado tanto para as equipes de saúde quanto para as gestantes atendidas.

Com a entrega, a Prefeitura de Porto Velho amplia a capacidade da rede municipal de assistência especializada, fortalecendo o cuidado materno-infantil e proporcionando mais qualidade, segurança e dignidade às futuras mães e seus bebês.

Texto: Letícia Regis

Edição: Secom

Foto: José Carlos

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Assembleia exonera secretário-geral preso na Operação Reduto após investigação da PF

Rogério Gago da Silva deixou o cargo após ser preso preventivamente na operação que apura suposto esquema de fraude em licitações, desvio de recursos públicos e "rachadinha" em Rondônia...

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) exonerou o secretário-geral Rogério Gago da Silva, preso preventivamente durante a Operação Reduto, deflagrada pela Polícia Federal para investigar um suposto esquema de fraude em licitações, desvio de recursos públicos e prática de "rachadinha" no estado.

A exoneração foi publicada no Diário Oficial da Assembleia desta quarta-feira (15), por meio de ato assinado pelo presidente da Casa, deputado estadual Alex Redano (Republicanos). O documento também traz outras exonerações e nomeações na estrutura administrativa do Legislativo.

Até o momento, a Alero não informou se as mudanças administrativas têm relação direta com a Operação Reduto.

A investigação da Polícia Federal resultou no afastamento de 11 servidores da Assembleia Legislativa, na prisão preventiva de dois investigados e no bloqueio de até R$ 9 milhões em bens e ativos financeiros.

Entre os alvos da operação está o presidente da Assembleia, Alex Redano, que teve o gabinete, a Secretaria-Geral da Presidência, um apartamento em Porto Velho e uma residência em Ariquemes alvo de mandados de busca e apreensão.

Segundo a Polícia Federal, as investigações tiveram início em 2024 após relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontarem movimentações consideradas atípicas envolvendo uma empresa de Manaus contratada pelo poder público em Rondônia.

As apurações indicam que o grupo investigado teria atuado em duas frentes: uma voltada ao direcionamento de licitações e contratos públicos em Ariquemes e outra relacionada ao suposto desvio de recursos públicos por meio de contas de servidores comissionados da Assembleia Legislativa, prática conhecida como "rachadinha".

Além das prisões e dos afastamentos, a Justiça determinou o bloqueio de bens, ativos financeiros e criptoativos dos investigados até o limite de R$ 9 milhões. Durante a operação, também foram apreendidos valores em dinheiro em espécie na cidade de Manaus.

Em nota, a Assembleia Legislativa informou que acompanha a investigação e permanece à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários, afirmando que mantém mecanismos de controle e fiscalização em seus processos administrativos. 

Até a última atualização, a defesa de Rogério Gago da Silva não havia se manifestado sobre o caso.

Argentina pode sofrer punições da Fifa por conta da faixa de Malvinas; veja

Atletas da Albiceleste estenderam a mensagem “As Malvinas são da Argentina”...

Nesta última quarta-feira (15), Argentina e Inglaterra se enfrentaram em jogo válido pela semifinal da Copa do Mundo 2026. Após a vitória da Albiceleste por 2 a 1, nos acréscimos, os jogadores estenderam uma faixa com a mensagem: “As Malvinas são da Argentina”. O duelo vai muito além do além do futebol e se estende para questões históricas e políticas.

Porém, essa manifestação da Argentina infringiu o artigo 34 do regulamento da Copa do Mundo, que diz:

“A exibição de mensagens ou slogans políticos, religiosos ou pessoais de qualquer natureza, em qualquer idioma ou forma, por jogadores e dirigentes é proibida a qualquer momento antes da partida, durante os hinos nacionais, durante a partida e após o término da partida”.

A equipe argentina pode receber punições por conta desse protesto, a Fifa pode aplicar medidas disciplinares que variam de um aviso até mesmo retirada de títulos confira a lista:

Retirada de título

Ordem para cumprir uma obrigação financeira decorrente ou existente no contexto de um processo judicial

A multa prevista para uma primeira infração sobre a faixa é de R$ 31 mil em casos leves e R$ 62 mil em graves. Os valores tem aumento de 100% a cada nova infração de mesmo tipo. Os problemas durante o hino podem gerar custo de R$ 31 mil no primeiro caso e R$ 47 mil no segundo. A partir da terceira vez o aumento é de 100%.

Entenda o contexto por trás da faixa

Argentina e Inglaterra entraram em conflito nos anos de 1980 na disputa pela soberania do arquipélago das As Ilhas Malvinas (como são conhecidas na Argentina) ou Falklands (como são chamadas no Reino Unido). A Guerra das Malvinas durou 74 dias, entre 2 de abril de 14 de junho de 1982. O controle das Malvinas segue com os britânicos até hoje.

FONTE - Annie Figueiredo, da CNN Brasil.

Setor privado alerta governo sobre riscos de retaliação a Trump

Avaliação de quem conversou com o governo é a de que a tendência é, de ato, levar adiante a aplicação da Lei da Reciprocidade...

Lideranças do setor privado já fizeram chegar, nesta quinta-feira (16), a representantes do governo federal a preocupação com os sinais de que o presidente Lula e o Itamaraty pretendem retaliar os Estados Unidos em razão do novo tarifaço contra o Brasil.

O alerta foi feito em três aspectos.

Primeiro, o de que apenas a China obteve êxito ao retaliar Trump, justamente por ser a segunda maior economia do mundo. E que nenhum outro país optou por escalar o conflito, de economias fortes, como Reino Unido e Japão, a blocos econômicos, como a União Europeia. E que mesmo quem ameaçou retaliar desistiu, caso do Canadá.

Segundo, o de que uma eventual escalada nada traria de ganho para os exportadores brasileiros, que já veem seus negócios sob risco diante do novo tarifaço. Reafirmaram a relevância do mercado americano e dos produtos que se exportam para lá, de alto valor agregado.

É o país para o qual o Brasil exporta produtos de maior valor agregado, onde está a indústria mais sofisticada. Empresas correm o risco de fechar linhas importantes de desenvolvimento tecnológico e científico.

E, terceiro, que a reação de Donald Trump a uma retaliação é imprevisível. Pode ir desde ignorar a medida até tomar providências mais drásticas contra o Brasil, inclusive em outras áreas não afetadas pelo novo tarifaço.

A avaliação de quem conversou com o governo é a de que a tendência é, de ato, levar adiante a aplicação da Lei da Reciprocidade, muito embora haja uma ala mais pragmática e minoritária que defenda cautela neste momento e que nada seja feito.

fonte - CNN BRASIL -  CAIO JUNQUEIRA.

Fórum inédito coloca Porto Velho no centro do debate sobre pesca esportiva na Amazônia

Evento reúne especialistas nacionais para discutir turismo sustentável, preservação ambiental e oportunidades de negócios na capital...


Pela primeira vez, Porto Velho será palco de um debate voltado exclusivamente ao fortalecimento da pesca esportiva e do turismo sustentável. Nesta sexta-feira (17), a partir das 14h30, o Teatro Banzeiros recebe o 1º Fórum Amazônico de Pesca Esportiva, promovido pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel), reunindo especialistas, representantes do poder público, entidades do setor e apaixonados pela modalidade.

A programação foi construída para discutir estratégias capazes de transformar a pesca esportiva em um importante vetor de desenvolvimento econômico, turístico e ambiental para a capital rondoniense. O evento contará com duas palestras que abordarão temas fundamentais para o crescimento organizado da atividade.

A primeira palestra será ministrada por Humberto Pires, analista técnico executivo do Ministério do Turismo, que falará sobre "Turismo de Pesca Amadora e Esportiva: uma agenda estratégica para o desenvolvimento sustentável de destinos". Durante a apresentação, serão debatidas ações que unem preservação ambiental, geração de emprego e renda e fortalecimento dos destinos turísticos por meio da pesca esportiva.

Na sequência, a superintendente federal do Ministério da Pesca e Aquicultura em Rondônia, Dra. Raica Esteves Xavier Meante, conduzirá a palestra "Gestão e Ordenamento da Pesca Amadora e Esportiva", trazendo reflexões sobre políticas públicas, regulamentação da atividade e a importância do manejo responsável para garantir a sustentabilidade dos recursos pesqueiros.

Protagonismo na Amazônia

Para Aleks Palitot, o fórum representa um momento histórico para Porto Velho

Para o secretário executivo de Turismo da Semtel, Aleks Palitot, o fórum representa um momento histórico para Porto Velho.

"Estamos reunindo profissionais altamente qualificados para discutir um segmento que possui enorme potencial de crescimento na nossa região. A pesca esportiva movimenta o turismo, fortalece a economia local e valoriza as riquezas naturais da Amazônia. Este fórum marca o início de uma nova etapa para o desenvolvimento do turismo em Porto Velho."

O prefeito Léo Moraes destacou que a iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal em investir em novos segmentos econômicos e turísticos.

"Porto Velho possui um patrimônio natural privilegiado e a pesca esportiva pode se tornar uma das grandes vitrines do nosso turismo. Promover esse debate com especialistas nacionais demonstra que estamos planejando o futuro, criando oportunidades e fortalecendo um setor que gera emprego, renda e desenvolvimento sustentável."

Além das palestras, o encontro será uma oportunidade para aproximar instituições públicas, entidades do setor e a sociedade, promovendo o intercâmbio de experiências e a construção de estratégias para consolidar Porto Velho como um dos principais destinos de pesca esportiva da Amazônia.

As inscrições são gratuitas e ainda restam as últimas vagas. Os interessados podem garantir participação por meio do link disponibilizado pela organização do evento.

Texto: André Oliveira
Edição: Secom
Foto: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Análise: Brasil transforma tarifaço em discurso eleitoral

Governo adota discurso de vítima do bolsonarismo após fracassar em negociações, enquanto Flávio tenta de todas as formas tirar a carapuça de culpa....

A decisão do governo dos Estados Unidos de sobretaxar os produtos brasileiros é uma questão política. Quanto a isso, não há dúvidas. Tanto lá quanto cá.

O governo de Donald Trump até tentou dar um ar de determinação técnica; o Brasil vendeu um discurso de argumentos econômicos; e o bolsonarismo tentou se eximir da culpa dizendo que o tarifaço não estava nos planos quando fez sua cruzada nos EUA em busca de sanções contra autoridades brasileiras.

Porém, no fim das contas, tudo até aqui foi pura política. A consequência é que ela é econômica.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seus ministros dizem ter tentado transformar as conversas em termos técnicos e números importantes, mas foi o discurso eleitoral que falou mais alto. Afinal, se dizer vítima de uma ação bolsonarista é a forma mais óbvia de camuflar o fracasso das negociações.

Já o senador Flávio Bolsonaro (PL), que em momento algum negou a intenção eleitoral, tenta a todo custo tirar a carapuça da culpa para jogar gasolina e incendiar o governo Lula, explorando, justamente, a incapacidade da diplomacia em acessar os corredores da Casa Branca.

Virou um ciclo vicioso, que pode ganhar capítulos ainda mais imprevisíveis a partir da adoção da Lei da Reciprocidade Econômica, prometida pelo Planalto.

Por mais que governistas digam que as acusações de que Lula colocou o ego à frente são injustas, como declarou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, o pano de fundo deixa claro que o cálculo político do Palácio do Planalto falou alto.

O governo tentou por diversas vezes, sim, trazer para a esfera técnica as discussões e negociar com os Estados Unidos. Mas a questão é: o quanto o Palácio do Planalto realmente quis e não conseguiu avançar nas negociações? É fato: o tarifaço dá a Lula de bandeja o discurso de defesa da soberania.

Enquanto isso, Flávio usará toda a tinta possível para explorar os argumentos dos EUA contra Lula durante a campanha, que ficará mais intensa a partir de agosto.

No fim das contas, paga a conta a economia do Brasil. O Ministério da Fazenda já se prepara para ajudar empresários. Essa verba, no entanto, que vai sair do Tesouro, fará óbvia falta em outros locais.

É a roda política ditando o ritmo e as questões econômicas ficando, mais uma vez, para o próximo governo, seja lá qual for.

FONTE - LARISSA RODRIGUES - CNN BRASIL.

Vereador é alvo de operação após suspeita de ameaçar esposa com arma em Rondônia

Polícia Civil cumpriu mandados na residência e em uma chácara do investigado, mas a arma não foi localizada; investigação segue em andamento...

Um vereador de Campo Novo de Rondônia foi alvo de uma operação da Polícia Civil após ser investigado por suspeita de ameaçar a própria esposa com uma arma de fogo em um caso de violência doméstica. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos na quarta-feira (15), por determinação da Justiça.

A ação foi realizada por equipes da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Buritis. Conforme as investigações, a ameaça teria ocorrido no início de junho deste ano. O nome do parlamentar não foi divulgado para preservar a identidade da vítima.

Durante a operação, os policiais realizaram buscas na residência e em uma chácara pertencentes ao investigado com o objetivo de localizar a arma que teria sido utilizada na suposta ameaça. No entanto, o armamento não foi encontrado.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam e que novas informações poderão ser divulgadas posteriormente, desde que não comprometam o andamento do inquérito.

Até a publicação desta matéria, a Câmara Municipal de Campo Novo de Rondônia não havia se manifestado sobre o caso.

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