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Perito da PF em Rondônia é alvo de operação por suposto vazamento de dados sigilosos do Caso Master

A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, que determinou o cumprimento de dois mandados de busca... 


Um perito criminal federal lotado em Vilhena, no sul de Rondônia, foi alvo da 7ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (19), após suspeita de vazamento de informações sigilosas relacionadas ao chamado Caso Master.

A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, que determinou o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão e medidas cautelares, entre elas o afastamento do servidor da função pública.

O investigado é o perito criminal federal João Cláudio Nabas, chefe do Núcleo Técnico Científico da Polícia Federal em Vilhena (NUTEC/DPF/VLA/RO). Segundo a investigação, ele teria repassado informações sigilosas relacionadas à Operação Compliance Zero para a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

De acordo com a Polícia Federal, os dados teriam sido obtidos a partir da análise de materiais apreendidos durante uma das fases da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master e ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Entre as informações citadas nas apurações estaria um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, pertencente a Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF, Alexandre de Moraes.

Em nota, o Supremo destacou que a investigação não mira jornalistas nem veículos de imprensa.

“As medidas não implicam qualquer direcionamento investigativo contra jornalistas ou veículos de imprensa, permanecendo preservadas a liberdade de atuação jornalística e a garantia constitucional do sigilo da fonte”, informou a Corte.

Ainda conforme o STF, a investigação busca apurar a possível violação de sigilo funcional por parte do agente público.

João Cláudio Nabas atua há cerca de 20 anos na Polícia Federal e, desde 2009, ocupa a chefia do núcleo técnico da corporação em Vilhena. Ele é formado em Engenharia Civil pela UDESC e concluiu em 2023 mestrado em Economia pela Universidade de Brasília (UnB), com pesquisa voltada a fraudes financeiras em fundos de investimento ligados a regimes próprios de previdência social.


Nota do STF na íntegra

“O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou, nesta segunda-feira (18), a deflagração de operação policial destinada a apurar eventual crime de violação de sigilo funcional praticado no âmbito da Operação Compliance Zero.

Em cumprimento à decisão proferida pelo relator, ministro André Mendonça, que acolheu representação formulada pela Polícia Federal, estão sendo cumpridos nesta terça-feira (19) dois mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas da prisão, entre elas a suspensão do exercício da função pública do policial federal supostamente envolvido na prática do crime.

De acordo com a Polícia Federal, o investigado, na condição de perito criminal federal, teria repassado a integrante da imprensa informações sigilosas relacionadas a fatos ocorridos no início das investigações, obtidas a partir da análise de material apreendido durante uma das fases da Operação Compliance Zero.

Ressalta-se que as diligências investigativas autorizadas possuem natureza específica e instrumental, voltada à preservação da investigação, à prevenção de eventual reiteração delitiva e à colheita de elementos probatórios ainda pendentes.

Nesse contexto, as medidas não implicam qualquer direcionamento investigativo contra jornalistas ou veículos de imprensa, permanecendo preservadas a liberdade de atuação jornalística e a garantia constitucional do sigilo da fonte.

A investigação, conforme delimitada desde a decisão que determinou sua instauração, destina-se à apuração da conduta de agente público que, em tese, teria violado o dever funcional de resguardar informações sigilosas.”

Vídeo mostra atropelamento de filha de diplomata no Rio; veja

Mariana Tanaka Abdul Hak foi atingida enquanto estava na calçada da rua Vinicius de Moraes, em Ipanema; ela foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos

Um vídeo registrou o momento em que Mariana Tanaka Abdul Hak, filha dos diplomatas Ibrahim Abdul Hak Neto e Ana Patrícia Neves Abdul Hak, foi atropelada no sábado (16), no Rio de Janeiro, no mesmo dia em que chegou de viagem da Europa ao Brasil.



A estudante não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte, domingo (17). A vinda ao país ocorreu após a jovem firmar um contrato com uma multinacional de cosméticos no Rio de Janeiro.


O pai da jovem é assessor especial no gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Já Ana Patrícia, mãe da vítima, é cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires.



Imagens obtidas pela CNN Brasil mostram quando a van passa pelo cruzamento, sobe na calçada e atropela a jovem. A mãe de Mariana e um homem também foram atingidos, mas não correm risco de vida.


Veja abaixo:



Entenda o caso

De acordo com informações do boletim de ocorrência, o motorista de uma van utilizada para entregas de compras online atropelou três pessoas após invadir a calçada da rua Vinícius de Moraes.


Em depoimento à polícia, ele afirmou que o volante do veículo travou, impedindo a mudança de faixa e provocando a perda de controle da direção.


No momento do acidente, Mariana estava acompanhada da mãe e de outro homem. A mãe da jovem também ficou ferida, mas recebeu alta após atendimento médico.


Mariana foi socorrida em estado grave e encaminhada ao Hospital Municipal Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos.


A terceira vítima também sofreu ferimentos, porém não há informações atualizadas sobre o estado de saúde dela, nem confirmação se tinha relação com Mariana e a mãe.


Em depoimento, o homem atingido pela van relatou que Mariana estava de costas para a rua no momento do impacto. Ele também afirmou não ter ouvido qualquer barulho de frenagem.


Segundo a Polícia Militar, não foram encontradas marcas de freio no asfalto no local do atropelamento.


O caso foi registrado como lesão corporal culposa e é investigado pela 14ª DP (Leblon). A perícia esteve no local para realizar os levantamentos técnicos.


Em nota, a Polícia Civil informou que o motorista prestou depoimento, colaborou com as investigações e vai responder em liberdade. Ainda de acordo com a corporação, ele não apresentava sinais de alteração.


A CNN Brasil procurou familiares de Mariana e o governo brasileiro. O espaço permanece aberto para manifestações. (CNN)

PF prende três foragidos pelo cr*me de est*pr0 de vulnerável em Porto Velho

Os mandados de prisão foram expedidos pela Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia...

PF prende três foragidos pelo crime de estupro de vulnerável em Porto Velho/RO

Porto Velho/RO - A Polícia Federal cumpriu, nesta segunda-feira (18/5), três mandados de prisão relacionados à investigação envolvendo o crime de estupro de vulnerável. Entre os presos estão uma mulher, investigada por suposta conivência com os abusos, além de dois investigados apontados como autores dos crimes.

A ação policial teve início com o cumprimento do mandado de prisão da mulher. Após a ação, foram obtidas informações complementares sobre o paradeiro de um dos investigados, que foi localizado e preso.

Na sequência, diligências adicionais foram realizadas com o objetivo de localizar o terceiro investigado, que tentou fugir, mas foi localizado e preso pelas equipes policiais. Os mandados de prisão foram expedidos pela Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia.

Nomenclatura e alerta
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota preferencialmente as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual de crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.

A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas. 

O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.

fonte - PF/RO.

FICCO/RO prende quatro suspeitos e apreende mais de 22 kg de drogas em Porto Velho

Nesta terça-feira (19/5), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) prendeu em flagrante quatro pessoas, sendo três homens e uma mulher, e apreendeu aproximadamente 22,750 kg de entorpecentes na capital.

A situação foi identificada em decorrência de desdobramentos da Operação Alquimia. Na vistoria, foram encontrados, aproximadamente, 21,135 kg de substância aparentando ser maconha, 1,100 kg de substância análoga à cocaína e 515 g de substância com características de crack.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Militar, pela Polícia Penal e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, as quais têm como objetivo a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado em Rondônia.

FONTE - Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia.

Homem é encontrado morto após espancamento em imóvel abandonado na zona Leste de Porto Velho

Um homem foi encontrado morto na tarde desta terça-feira (19) dentro de uma residência abandonada localizada na Rua Cristalina com a Avenida Raimundo Cantuária, no bairro Jardim Santana, zona Leste de Porto Velho. 



A vítima apresentava sinais de espancamento e, segundo informações preliminares, teria sido atacada com golpes de madeira.

De acordo com a polícia, moradores da região relataram ter ouvido gritos durante a madrugada, por volta das 5h. Horas depois, populares que passavam pelo imóvel encontraram o corpo e acionaram as autoridades.

Equipes da Polícia Militar estiveram no local para o registro da ocorrência, enquanto agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) iniciaram as investigações para identificar os responsáveis pelo crime e esclarecer a motivação do assassinato. 

MPF pede R$ 3,6 milhões após indígenas relatarem intoxicação por agrotóxicos em área de soja em RO

Entre os agrotóxicos encontrados estava um considerado extremamente tóxico (fosfeto de alumínio) e outros dois que são moderadamente tóxicos...


O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça contra um proprietário de área rural e dois arrendatários por uso de agrotóxicos que têm causado intoxicação em indígenas Puruborá e também gerado contaminação do meio ambiente, em Seringueiras (RO). A propriedade rural tem plantio de soja e outros cultivos. 

O MPF considera que a pulverização de agrotóxicos é parte de um conflito maior de intimidação pelos quais os indígenas passam em decorrência da pressão causada pelo plantio de soja e tentativa de expulsá-los da região. A comunidade indígena reivindica a demarcação de seu território, o que desagrada os fazendeiros da região.

O imóvel rural se chama Sítio Boa Esperança e fica próximo à aldeia Aperoí, da etnia Puruborá. A aldeia tem cerca de 40 indígenas. Após pulverizações de agrotóxicos por aeronave, várias crianças, adultos e idosos indígenas dessa aldeia tiveram erupções cutâneas espalhadas pelo corpo, além de dores de cabeça e náuseas. 

Uma das casas dos indígenas, que fica no meio de duas plantações de soja, foi abandonada após as pulverizações causarem problemas de saúde aos moradores – um casal e seus dois filhos.

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Foto: Reprodução

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) autuou e notificou mais de uma vez os arrendatários e o proprietário do imóvel rural para que interrompessem a intoxicação dos indígenas e a poluição do meio ambiente. Ao analisar o solo da área, a Idaron encontrou herbicidas de soja, milho, café e pasto. 

Entre os agrotóxicos encontrados estava um considerado extremamente tóxico (fosfeto de alumínio) e outros dois que são moderadamente tóxicos aos seres humanos (metonil; bifentrina e acetamiprido). Entre todos os agrotóxicos encontrados na análise, 12% tinham grau elevado de toxicidade.

Aumento da tensão – Antes de acionar a Justiça Federal por ação civil pública, o MPF tentou uma solução extrajudicial para o problema: expediu uma recomendação e posteriormente iniciou negociações para assinatura de um acordo (termo de ajustamento de conduta), mas ainda durante as tratativas ocorreram novas pulverizações de agrotóxicos, afetando a saúde de diversos indígenas.

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Foto: Reprodução

Segundo o MPF, os réus não só mantiveram, mas intensificaram a pulverização de agrotóxicos na plantação de soja em 2024 e 2025. Nessa época, crianças e adultos Puruborá passaram a apresentar graves lesões e feridas na pele. Para o MPF, houve um escalonamento de ações por parte dos réus que buscavam forçar a expulsão dos indígenas da área que habitam.

O órgão relaciona a intoxicação com outros episódios contra os indígenas na mesma época, como a queima de uma maloca, considerada sagrada pelos Puruborá, além de tiros de revólver em direção à residência de indígenas durante os trabalhos do grupo de demarcação da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Antes disso, os indígenas já haviam relatado incêndios criminosos próximos às suas casas e às suas plantações.

Entre os motivos para a tentativa de expulsão dos indígenas também estaria o fato de que, em março de 2024, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) visualizou na aldeia Aperoí, vizinha ao Sítio Boa Esperança, diversos fragmentos de antigos vasilhames cerâmicos na superfície nos dois lados da cerca que divide as terras. Os achados arqueológicos motivaram o Iphan a emitir uma notificação ao proprietário da fazenda para suspender as atividades de intervenção no solo e enviar a documentação de regularidade de suas atividades agrícolas. A intenção do Iphan com a medida foi preservar o sítio arqueológico Puruborá.

Danos ambientais – Em 2024, a Idaron constatou que a aplicação de agrotóxicos não respeitou a distância mínima de 90 metros em relação à margem do Rio Manoel Correia, que é área de preservação permanente. Na época, a Idaron atestou a inviabilidade da área arrendada (52 hectares) para o plantio de soja. Isso porque o local é ambientalmente sensível, pois é uma bacia de captação e de nascentes do rio. Nesse tipo de área é recomendado apenas cultivo de produtos orgânicos e de recomposição florestal, como cacau e cupuaçu.

Em inspeção ao local, o Idaron encontrou resíduos de cultivo de soja não colhidos, em estado de pouco desenvolvimento ou grãos inviáveis devido à umidade excessiva. Como forma de dar vazão à água das partes alagadas, os réus escavaram valas que saem do imóvel rural e vão até um pequeno igarapé, que tem abundantes nascentes e é afluente do Rio Manoel Correia. As valas foram feitas em uma área de preservação permanente, com despejo direto no rio, impactando o ecossistema, sem autorização dos órgãos ambientais.

Na ação, o MPF destaca que a insistência no cultivo de soja e na aplicação de agrotóxicos em local sabidamente inadequado ocorreu mesmo após advertências formais por meio de autos de infração ambiental, recomendação do órgão e tentativa de pactuar um acordo. Além disso, o documento afirma que a degradação do meio ambiente também causou desequilíbrio ecológico, com mortandade de peixes no rio Manoel Correia, onde os indígenas pescavam, agravando a subsistência da comunidade.

Compensação e reparação – O MPF pede compensação e reparação dos danos causados, inclusive danos morais da comunidade indígena. Entre os pedidos do órgão à Justiça Federal estão a condenação dos réus a:
• Pagamento de danos morais coletivos de R$ 2 milhões em favor da comunidade indígena Puruborá;
• Pagamento de R$ 30 mil reais a cada morador da aldeia Aperoi;
• Pagamento de R$ 100 mil para cada integrante da família (um casal com dois filhos) que necessitou abandonar sua casa após a contaminação por agrotóxicos;
• Proibição de pulverizar agrotóxicos e de não promover ou permitir plantação de soja no local;
• Proibição de realizar intervenções nas áreas de preservação permanente;
• Fazer a recomposição total da área de preservação permanente.

Ação civil pública nº 1002979-55.2026.4.01.4101
Consulta processual.

FONTE - MPF/RO.

PF encontra “super maconha” após pouso forçado de aeronave em Roraima; veja

Droga foi localizada perto de aeronave vinda do exterior e sem plano de voo; suspeitos não foram encontrados pela PF e pela FAB

A Polícia Federal e a Força Aérea Brasileira (FAB) interceptaram, na segunda-feira (18), uma aeronave suspeita de transportar skunk nas proximidades de Boa Vista, em Roraima.



Segundo a PF, a operação começou após investigações identificarem a entrada de um avião vindo do exterior sem plano de voo registrado no Brasil, o que levantou suspeitas de atividade criminosa.


Diante da situação, a FAB acionou os protocolos de defesa aérea e passou a acompanhar a aeronave até a realização de um pouso em uma área isolada.


Quando as equipes chegaram ao local, constataram que o avião havia feito um pouso forçado na água. Nenhum dos ocupantes foi encontrado.


Nas proximidades da aeronave, os agentes localizaram diversos fardos contendo skunk, droga derivada da maconha e conhecida pela alta concentração de THC, principal substância psicoativa da cannabis. Essa variação da planta é conhecida como “super maconha".


A quantidade total da droga apreendida ainda está sendo contabilizada pela Polícia Federal em Boa Vista. A aeronave permanece submersa e equipes da PF e da FAB atuam na retirada e apreensão do equipamento.


As investigações seguem para identificar os responsáveis pelo transporte da droga, incluindo financiadores da operação, operadores da logística terrestre e possíveis conexões internacionais.


O que é skunk?

O skunk é uma variação da maconha produzida com técnicas de cultivo que elevam a concentração de THC. A droga costuma ter efeito mais potente e maior valor no mercado ilegal.


No Brasil, o skunk é frequentemente associado ao tráfico internacional de drogas, principalmente em rotas que passam pela região Norte, próxima às fronteiras com países produtores de entorpecentes. (CNN)

Zero açúcar: influenciadora Ary Mirelle choca com resultados do método

Caso de Ary Mirelle reacende debate sobre os efeitos de cortar açúcar e como o corpo muda após a redução de doces e ultraprocessados

A influenciadora Ary Mirelle chamou atenção nas redes sociais ao revelar as mudanças percebidas depois de passar um mês sem consumir açúcar. Casada com o cantor João Gomes, a jovem de 24 anos compartilhou imagens comparando o antes e depois da experiência — e reacendeu um debate que cresce cada vez mais entre quem busca mais disposição, melhora na pele e hábitos alimentares mais equilibrados.



Embora a transformação estética tenha sido o que mais chamou atenção dos seguidores, os impactos de reduzir o açúcar vão muito além da aparência. Segundo a nutricionista e colunista do Metrópoles Juliana Andrade, o organismo começa a reagir rapidamente quando o excesso de açúcar sai da rotina.


O corpo sente falta do açúcar nos primeiros dias

A mudança alimentar pode provocar sintomas logo no início. Irritabilidade, cansaço, dor de cabeça e vontade intensa de comer doces são reações comuns durante a adaptação.


Isso acontece porque o açúcar estimula áreas cerebrais ligadas ao prazer imediato. Quando esse estímulo diminui, o organismo leva alguns dias para reorganizar os níveis de energia e saciedade. Apesar do desconforto inicial, especialistas afirmam que essa fase costuma ser temporária.


Mais energia e menos sensação de cansaço

Uma das principais mudanças relatadas por pessoas que reduzem o açúcar é a melhora da disposição diária. Sem grandes oscilações glicêmicas, o corpo passa a manter níveis de energia mais constantes. Isso reduz aquela sensação de “apagão” ao longo do dia e diminui a dependência de café ou outras fontes rápidas de estímulo.


Segundo Juliana Andrade, a estabilização da glicose também ajuda a controlar episódios de fome exagerada e compulsão alimentar.


Pele mais bonita e menos inflamação

O caso de Ary Mirelle também levantou comentários sobre mudanças visíveis na aparência. E existe explicação para isso.


O consumo excessivo de açúcar favorece processos inflamatórios no organismo, que podem refletir diretamente na pele. Acne, aumento da oleosidade e sinais precoces de envelhecimento costumam ser agravados por uma alimentação rica em açúcar adicionado.


Ao reduzir doces, refrigerantes e ultraprocessados, a pele tende a ficar mais equilibrada e com aspecto mais saudável.


Açúcar em excesso afeta até o cérebro

Estudos já associam o consumo exagerado de açúcar a dificuldades de concentração, alterações de humor e piora no desempenho cognitivo.


Uma revisão científica publicada na revista Nutrients, em 2024, analisou 77 estudos sobre açúcar e cognição e encontrou associação entre o consumo elevado de açúcares adicionados e maior risco de prejuízos cognitivos ao longo do tempo.


Quando a alimentação fica mais equilibrada, muitas pessoas percebem melhora no foco, no raciocínio e na clareza mental. A estabilidade glicêmica ajuda o cérebro a funcionar de maneira mais eficiente ao longo do dia.


Intestino também pode funcionar melhor

De acordo com a nutricionista, outro efeito importante da redução do açúcar aparece no funcionamento intestinal. Isso porque dietas ricas em produtos ultraprocessados costumam alterar o equilíbrio da microbiota intestinal, favorecendo inflamações e desconfortos digestivos.


“Quando a pessoa diminui o excesso de açúcar e aumenta o consumo de alimentos naturais, o intestino tende a funcionar melhor. Isso impacta não apenas a digestão, mas também a imunidade e até o humor”, explica.


Sono pode melhorar após reduzir doces

Juliana Andrade também destaca que muita gente percebe mudanças na qualidade do sono depois de diminuir refrigerantes, sobremesas e bebidas açucaradas.


Segundo ela, os picos rápidos de glicose podem interferir na produção hormonal e provocar mais agitação durante a noite. Com níveis de açúcar mais equilibrados no sangue, o organismo consegue entrar em um ritmo mais estável de descanso.


“É comum que as pessoas relatem menos despertares noturnos e uma sensação melhor ao acordar depois de algumas semanas reduzindo açúcar”, afirma.


O paladar também muda com o tempo

Outro ponto destacado pela especialista é a adaptação do paladar. Segundo ela, depois de algumas semanas consumindo menos açúcar, muitos alimentos extremamente doces passam a causar estranhamento. Isso acontece porque o cérebro reduz gradualmente a necessidade daquela recompensa intensa provocada pelo açúcar refinado.


“Com o tempo, a pessoa começa a perceber melhor o sabor natural dos alimentos e deixa de precisar de doses tão altas de açúcar para sentir prazer ao comer”, completa a nutricionista.


Especialistas alertam que o principal excesso de açúcar da alimentação moderna não costuma vir apenas das sobremesas, mas das bebidas industrializadas.


Refrigerantes, cafés prontos, sucos artificiais, energéticos e achocolatados concentram altas quantidades de açúcar e são apontados como um dos primeiros itens que deveriam ser reduzidos. Além disso, o ingrediente aparece escondido em alimentos considerados “inofensivos”, como molhos prontos, iogurtes, cereais matinais e pães industrializados.


Não é preciso cortar tudo de uma vez

Apesar do exemplo de Ary Mirelle ter repercutido justamente pela decisão radical de passar um mês sem açúcar, mudanças graduais costumam ser mais sustentáveis. A redução progressiva permite que o paladar se adapte sem provocar tanta sensação de privação. Com o tempo, o organismo também passa a diminuir naturalmente a busca constante por doces.


O resultado pode aparecer não só no espelho, mas também na energia, na qualidade do sono, no humor e na saúde como um todo. (Metrópoles)

Mãe e padrasto são condenados por estupro de menina de 3 anos

Caso veio à tona após denúncia feita por um homem com quem a mãe da vítima mantinha relações extraconjugais

A Justiça de São Paulo condenou a mãe e o padrasto de uma criança de três anos por estupro de vulnerável em Ribeiro Preto, no interior de São Paulo. Leilane Vitória Oliva Coelho, de 22 anos, e o marido, Andrey Gabriel Zancarli, de 23, passaram por audiência de instrução e julgamento na última segunda-feira (18/05).



As penas não foram divulgadas, já que o processo corre em segredo de justiça. A prisão do casal foi mantida.


O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou mãe e padrasto por seis crimes. São eles: estupro de vulnerável, produção de pornografia infantil, divulgação de pornografia infantil, posse de pornografia infantil, aliciamento de criança e fornecimento de bebida alcoólica a menor.


Leilane Coelho e Andrey Zancarli foram presos no dia 10 de dezembro de 2025, após uma denúncia feita por um homem com quem a mãe da vítima mantinha relações extraconjugais. Segundo a investigação da Polícia Civil, Leiliane e Andrey mantinham imagens de abuso nos celulares pessoais.


O casal foi preso em flagrante, e a prisão foi convertida em preventiva. A vítima foi levada para a casa do pai, na cidade de Paranapanema, também no interior paulista, no dia 31 de dezembro, véspera do Ano Novo.


O que aconteceu

Um casal foi preso em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, na noite de 10 de dezembro suspeito de estuprar e filmar uma criança de 3 anos.

Segundo informações da Polícia Civil, Leiliane Vitória Coelho, de 22 anos é mãe da criança e foi denunciada por um outro homem com quem mantinha relações extraconjugais.

Ele encontrou imagens de abuso e mensagens no celular dela.

Os agentes foram ate a residência do casal e lá prenderam o padrasto, Andrey Gabriel Zancarli, de 23 anos.

Já a mãe da menina foi presa no trabalho.

Nos celulares do casal foram encontrados vídeos dos crimes cometidos.

O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher de Ribeirão Preto como estupro de vulnerável e armazenamento de material infantil. (Metrópoles)

Operação Fronteira termina com sete presos, arma e 60 kg de drogas apreendidos em RO

A Polícia Rodoviária Federal divulgou nesta terça-feira (19) o balanço da Operação Fronteira em Rondônia, ação realizada entre os dias 10 e 15 de maio com foco no combate aos crimes transfronteiriços nas rodovias federais e áreas estratégicas do país.


Durante a operação, sete pessoas foram presas no estado. Duas delas possuíam mandados de prisão em aberto, enquanto as demais foram flagradas cometendo diferentes delitos durante as fiscalizações.

Além das prisões, a PRF apreendeu uma arma de fogo, 33 munições e cerca de 60 quilos de entorpecentes. A ação também teve como objetivo intensificar o combate ao tráfico de drogas, armas, munições e outros produtos ilícitos, além da repressão a crimes fiscais e ambientais.

A Operação Fronteira ocorreu simultaneamente em estados que fazem parte da faixa de fronteira terrestre brasileira, incluindo Acre, Amazonas, Roraima, Amapá, Pará, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Segundo a PRF, a operação reforça o trabalho integrado de segurança pública e o compromisso institucional de promover mais segurança nas rodovias federais e áreas de interesse da União.

Sobe para dois o número de m*rtos em acidente que destruiu carro no município de Rolim de Moura

Erdinei Damivelli, de 20 anos, não resistiu aos ferimentos após permanecer internado em estado grave no Hospital...

foto - edição R1 Rondônia

Morreu na noite desta segunda-feira (18) a segunda vítima do grave acidente registrado em Rolim de Moura, no interior de Rondônia. Erdinei Damivelli, de 20 anos, não resistiu aos ferimentos após permanecer internado em estado grave no Hospital de Urgência e Emergência Regional de Cacoal (Heuro).

O acidente já havia causado a morte do adolescente Clayton Ruan Mesilho dos Santos, de 16 anos. Outras três pessoas seguem hospitalizadas, sendo duas em estado estável e uma em condição considerada gravíssima.

Segundo informações apuradas pela polícia, cinco ocupantes estavam no veículo no momento da colisão. O carro, pertencente a uma revendedora de automóveis, havia sido retirado por um dos envolvidos para passar por um serviço de polimento.

Ainda conforme o boletim de ocorrência, o motorista trafegava em alta velocidade e realizando manobras em zigue-zague antes de perder o controle da direção e bater violentamente contra uma árvore.

Com a força do impacto, três ocupantes foram arremessados para fora do automóvel. O veículo ficou completamente destruído.

LEIA MAIS - Jovem pega carro de cliente, bate em árvore e adolescente de 16 anos m*rre em Rolim de Moura.

Desenrola 2 foi feito sem estudo técnico e alcança 1/4 dos inadimplentes

Fazenda admite que programa foi baseado em avaliações internas e conversas com o setor financeiro; programa só atende 1/3 dos inadimplentes

O Ministério da Fazenda não fez estudo técnico para fundamentar a abrangência e as regras do programa Desenrola 2, principal vitrine eleitoral do governo Lula.



Em resposta a questionamentos da coluna, o ministério reconheceu a ausência de um “estudo único” e justificou que estruturou o programa com base em “avaliações do governo e discussão com o setor, que consideraram os dados públicos de endividamento e os recursos disponíveis para a política”.


O último levantamento da Serasa indicou 82 milhões de pessoas endividadas no Brasil. O ministério informou que, no Desenrola 2, “se consideradas todas as modalidades contempladas pelo programa, as projeções indicam um potencial de aproximadamente 20 milhões de pessoas atendidas”. Ou seja, apenas 24% do total de inadimplentes.


“É chocante, mas não surpreendente, que uma política pública tão importante tenha sido algo improvisado. O atual Ministro da Fazenda age mais como cabo eleitoral, sem preocupação alguma com as consequências das medidas que toma, do que como uma voz técnica, sóbria, que ajuda o presidente Lula a tomar as melhores decisões para a população”, afirma o cientista político Sérgio Praça.


Leia a íntegra da resposta da Fazenda


Metrópoles – Foi feito um estudo que definiu atender dívidas ser até 31 de janeiro de 2026 e atrasadas entre 90 dias e 2 anos? Gostaria de uma cópia do estudo. Podem encaminhar?


Fazenda – Não foi realizado um estudo único, consolidado, passível de compartilhamento. O recorte do programa foi precedido de avaliações do governo e discussão com o setor, que consideraram os dados públicos de endividamento e os recursos disponíveis para a política.


Não é a primeira vez que o governo Lula implementa uma política pública a toque de caixa.


Com custo de R$ 12.5 bilhões, o Pé-de-Meia foi lançado com base em dados de 2022, também sem estudo elaborado pelo Ministério da Educação que apontasse a evasão escolar como o principal problema da educação no país ou apresentasse justificativas para as regras do programa.


Os documentos usados para embasar o projeto se limitam a citações de dados de 2022, um relatório elaborado pelo Insper naquele ano e, até mesmo, um estudo de 17 anos atrás (2009) para sustentar que um programa desenvolvido em Israel elevou em 30% a taxa de certificação no Bagrut (exame semelhante ao Enem).


Na ocasião, o Ministério da Fazenda justificou seu aval ao Pé-de-Meia citando um estudo segundo o qual “a cada R$ 1 investido no Pé-de-Meia, R$ 7 serão gerados no futuro”. O levantamento, porém, nunca foi publicado.


Lançado em janeiro de 2024, o MEC ainda não avaliou oficialmente a implementação do Pé de Meia, “apesar de já ter se passado tempo suficiente para isso. Nem o Ministério do Planejamento fez isso, embora seja uma de suas principais funções”, observa Sérgio Praça.


Desenrola não inclui dívidas com o governo

O Desenrola 2 tem como foco dívidas financeiras e bancárias. As normas valem para dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e que estejam atrasadas entre 90 dias e 2 anos, com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).


Em resposta à coluna, o ministério negou que irá perdoar dívidas de até R$ 100 e admitiu não saber quantas pessoas serão beneficiadas. “A medida não determina perdão da dívida, mas sim a desnegativação, como condição para participar do programa…Quanto ao alcance da medida, a baixa contemplará todas as dívidas negativadas até de R$ 100 relativas a cada instituição financeira que se habilitar, independentemente dos prazos e modalidades de origem dessas dívidas.”


Questionado sobre o motivo de a União não aderir ao programa, o Ministério da Fazenda afirmou que, “a decisão (de não incluir dívidas tributárias) foi privilegiar dívidas que não decorram de subsídios ou recursos públicos”.


O governo, contudo, prevê o uso de recursos públicos no Desenrola 2 por meio do Fundo Garantidor de Operações (FGO), abastecido pelo Tesouro Nacional. A equipe econômica autorizou o uso inicial de R$ 2 bilhões do fundo e avalia ampliar esse montante em até mais R$ 5 bilhões.


Juros de bancos públicos seguem os do mercado privado

A coluna perguntou ainda se o governo pretende adotar alguma medida para reduzir os juros cobrados pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil, que em algumas modalidades praticam taxas semelhantes ou até superiores às do mercado privado.


Em resposta, a Fazenda afirmou que os bancos públicos operam sob as leis de mercado e, embora tenham função pública, seguem os mesmos regramentos do sistema financeiro nacional aplicáveis às instituições privadas.


Segundo o ministério, além de impedimentos legais para alterações arbitrárias, nesse caso, “há estudos que apontam efeitos concorrenciais prejudiciais ao sistema financeiro em caso de intervenção direta na definição das taxas de juros dos bancos oficiais”. (Metrópoles)

TSE é acionado para impedir circulação do Dark Horse em período eleitoral

Deputado do PT e dois advogados pedem que TSE proíba circulação do filme em período eleitoral. Pedido ainda será analisado

Um deputado federal do PT e dois advogados acionaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o filme Dark Horse. Na petição, protocolada nesta terça-feira (19/5), os assinantes argumentaram que “permitir a exibição no período eleitoral pode criar vantagem comunicacional incompatível com a igualdade de chances”.



O documento é assinado pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG), pelo Coordenador do Grupo Prerrogativas, Marco Aurélio de Carvalho e pelo advogado Reinaldo Santos de Almeida.


Eles pedem que o TSE proíba, em caráter de urgência, “a exibição, distribuição, pré-estreia, publicidade, impulsionamento, veiculação de trailers patrocinados, eventos promocionais e circulação coordenada do filme Dark Horse durante o período eleitoral de 2026, abrangendo a pré-campanha, a campanha, o primeiro turno e eventual segundo turno, ou ao menos até o esclarecimento integral da cadeia financeira e comunicacional da obra”.


“A eleição presidencial de 2026 exige proteção firme contra estruturas paralelas de financiamento e comunicação política. A circulação de uma superprodução sobre Jair Bolsonaro, financiada por valores milionários de origem controvertida, articulada por familiares e aliados políticos, estruturada por empresas e fundos estrangeiros e lançada às vésperas do pleito, pode funcionar como campanha paralela em favor de um grupo político“, completaram na petição.


O pedido ainda será analisado pelo TSE.


O filme Dark Horse conta a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. O trailer foi divulgado nesta terça-feira (19/5), em meio à polêmica sobre o financiamento da produção, que contou com R$ 61 milhões do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.


Veja o trailer:



Nesta terça-feira, a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, revelou que o senador e pré-candidato a presidente da República, Flávio Bolsonaro (PL), esteve com Vorcaro após o banqueiro deixar a prisão.


“Fui sim até o encontro dele. Ele estava restrito e não podia sair do estado de São Paulo, então fui até ele. (…) Eu fui sim ao encontro dele para botar um ponto final nessa história. Dizer que, se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de outro investido há muito mais tempo e o filme não correria risco”, afirmou o senador. (Metrópoles)

ACOLHIMENTO - Denúncia ajuda prefeitura a resgatar idoso abandonado na zona Leste

 Homem vivia sem água, energia elétrica e alimentação adequada...


A preocupação de moradores do setor chacareiro do bairro Jardim Santana foi decisiva para salvar a vida de um idoso com mais de 80 anos encontrado em situação de abandono, vulnerabilidade social e possível cárcere privado em Porto Velho.
 
As denúncias mobilizaram equipes da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias) e da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), através do Departamento de Atenção Básica, que iniciaram uma busca ativa no endereço informado.

Na manhã do dia 14 de maio, os profissionais estiveram na residência, mas o filho do idoso, apontado como responsável legal, teria impedido a entrada das equipes no imóvel. Diante da gravidade da situação, o caso também foi comunicado ao Ministério Público de Rondônia.
 
Horas depois, uma força-tarefa foi organizada com apoio da Polícia Penal, equipes das Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Zona Leste e do Núcleo de Atenção Básica da Pessoa Idosa da Semusa.

 
No local, os servidores encontraram o idoso vivendo em condições extremamente precárias, em uma casa sem energia elétrica, água potável, banheiro, alimentos e itens básicos de sobrevivência. O homem apresentava sinais aparentes de desnutrição e fragilidade física.
 
“Quando realizado em parceria com a sociedade, o trabalho de assistência à população se torna extremamente eficiente para ajudar cidadãos nesse tipo de situação. Agora ele receberá todo o acolhimento possível”, disse Paulo Afonso, secretário da Semias.
 
Segundo informações levantadas durante o atendimento, a alimentação do idoso vinha sendo garantida por vizinhos da região, sensibilizados com a situação enfrentada por ele.
 
O prefeito Léo Moraes destacou os avanços nas políticas de assistência e inclusão social em Porto Velho por meio de ações que efetivamente levam apoio e dignidade às pessoas mais vulneráveis.
 
“Não podemos fechar os olhos para situações como essa. Nosso dever é agir com rapidez, responsabilidade e humanidade para garantir proteção e dignidade às pessoas mais vulneráveis da nossa cidade. A Prefeitura seguirá atuando de forma firme sempre que houver qualquer denúncia envolvendo abandono ou violação de direitos”.
 
O responsável legal foi conduzido à delegacia para os procedimentos cabíveis. Já o idoso recebeu atendimento imediato e foi encaminhado para uma unidade de pronto atendimento da capital, onde segue recebendo assistência médica e acompanhamento especializado.
 
A Prefeitura de Porto Velho continua acompanhando o caso e atua na localização de familiares que possam contribuir com o acolhimento e proteção da vítima.

Texto: João Paulo Prudêncio 
Fotos: Arquivo
Secretaria Municipal de Comunicação (SMC).

UNIR abre mais de 100 vagas com ingresso usando notas do ensino médio em Rondônia

Também serão aceitas certificações obtidas pelo Encceja, Enem e Provão...


A Universidade Federal de Rondônia está com mais de 100 vagas abertas para candidatos interessados em ingressar no ensino superior utilizando as notas do ensino médio. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 22 de maio.

Segundo a universidade, podem participar estudantes de qualquer modalidade de ensino médio, incluindo regular, técnico e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Também serão aceitas certificações obtidas pelo Encceja, Enem e Provão.

O processo seletivo utilizará as notas de Língua Portuguesa e Matemática dos três anos do ensino médio para calcular a média final dos candidatos.

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do portal oficial da universidade. 

Após a convocação, os aprovados precisarão acessar o portal discente da instituição para preencher os dados solicitados e enviar a documentação prevista no edital de forma remota.

Há vagas disponíveis para diversos cursos, entre eles Arqueologia, Geografia, Física, História, Letras Português e Inglês, distribuídos em diferentes municípios de Rondônia.

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