Últimas Notícias
Brasil
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens

Lixeiras pet são instaladas em pontos de grande circulação em Porto Velho

Viver em comunidade exige, acima de tudo, respeito aos direitos de cada cidadão, além do cuidado individual e coletivo com as regras de convivência e bem-estar. Atenta a essa realidade, a Prefeitura de Porto Velho deu início à implantação de lixeiras específicas para o descarte de dejetos de animais domésticos.


Cada vez mais presentes no cotidiano das famílias porto-velhenses, os pets acompanham seus tutores dentro e fora de casa. Diante disso, a administração municipal identificou a necessidade de instalar esses equipamentos, que inicialmente estarão disponíveis em áreas de grande circulação de pessoas, como o Espaço Alternativo, o Skate Parque e o Parque Circuito.

Além das lixeiras, sacolas descartáveis serão disponibilizadas para a coleta dos dejetos, acopladas aos equipamentos, proporcionando mais praticidade aos tutores e mais tranquilidade para quem frequenta esses espaços públicos.

De acordo com o prefeito Léo Moraes, a iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura com a limpeza urbana e a causa animal, dois pilares diretamente ligados à qualidade de vida e à zeladoria da cidade. “Inauguramos a primeira clínica de bem-estar animal, adquirimos toneladas de ração, instalamos comedouros e bebedouros, realizamos ações de castração e muito mais".

Atenta aos detalhes que fazem a diferença no dia a dia da população, a Prefeitura de Porto Velho segue avançando rumo a uma cidade mais limpa, organizada e acolhedora para todos. 

Texto: João Paulo Prudêncio

Fotos: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom).

Duas casas são atingidas por caminhão desgovernado em Minas Gerais; veja

O veículo estava carregado com 26 toneladas de minério 

Duas casas foram parcialmente destruídas após serem atingidas por um caminhão desgovernado, carregado com 26 toneladas de minério. O motorista teria perdido o controle do veículo e colidido com as residências. O caso aconteceu na noite desta terça-feira (06) no bairro Vila Nova Vista, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.



Segundo a Polícia Militar (PM), o motorista de 43 anos, informou que ao tentar subir o morro percebeu que não conseguiria chegar ao fim da rua e retornou de ré, com a manobra, ele atingiu um carro que estava estacionado e logo depois, ao tentar acessar outra rua, colidiu contra um poste de energia elétrica e depois atingiu as residências.


De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma das residências teve o muro destruído, os destroços acabaram desabando sobre um carro que estava na garagem. Na outra casa, o impacto causou danos no muro e no padrão de energia elétrica.



Aos militares, o motorista relatou sentir dores no pescoço. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e prestou os primeiros atendimentos e em seguida o encaminhou para à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sabará.


A Defesa Civil também foi acionada para realizar a vistoria nos imóveis atingidos. Um dos quartos da residência mais atingida precisou ser interditado devido aos danos estruturais. (CNN)


Jogadora de vôlei agride companheira e leva multa; veja vídeo

Zeynep Sude Demirel, que atua pelo Besiktas, da Turquia, sofreu punição após tapa e empurrão em parceira de equipe

A jogadora de vôlei Zeynep Sude Demirel, do Besiktas, foi multada em 400.000 liras turcas, cerca de R$50 mil, por ter agredido uma companheira de equipe.



A central do time turco deu um tapa na mão e um empurrão na russa Margarita Kurilo.


Tudo aconteceu enquanto o elenco se cumprimentava após o encerramento do jogo contra o Aydin, pela rodada de abertura do Campeonato Turco.



Zeynep precisou ser contida por outras atletas. O Besiktas venceu a partida por 3 sets a 2.


Mulher sequestrada em mercado foi jogada de carro em movimento em rodovia; veja

A vítima contou que, durante a fuga, os criminosos reduziram a velocidade do carro e a empurraram para fora, momento em que bateu a cabeça na via

A mulher sequestrada no estacionamento do Atacadão Giga, em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, nesta terça-feira (6), afirmou no boletim de ocorrência que foi jogada do carro em movimento pelos criminosos durante a fuga, na altura da Rodovia Anhanguera. A vítima foi localizada posteriormente na Avenida das Comunicações, em Osasco, na Grande São Paulo.



Em depoimento à polícia, ela contou que os suspeitos seguiram com o veículo pela Marginal Pinheiros e, durante o trajeto, tentaram realizar transferências bancárias por meio de seu celular.


Ao perceberem que eram perseguidos pela Polícia Militar, ainda segundo o relato, os criminosos ficaram nervosos e passaram a se concentrar exclusivamente na fuga, abandonando as tentativas de transação.


A mulher afirmou que os homens buscavam acessar uma rodovia e conseguiram entrar na Anhanguera. Disse também que eles mencionaram a intenção de chegar a uma comunidade para fugir e que estavam interessados apenas em sacar o dinheiro dela.


A partir deste momento, os suspeitos teriam reduzido a velocidade do carro e a empurrado para fora do veículo em movimento. Ela contou que bateu a cabeça na pista com o impacto.


A vítima, de 51 anos, foi socorrida por pessoas que passavam pelo local e conseguiu acionar a família e a polícia. Em sua declaração, informou que não constatou prejuízo financeiro em sua conta e nem tentativas de transferência.


O sequestro

Uma mulher foi sequestrada na tarde desta terça-feira (6) no estacionamento do Atacadão Giga, na região de Santo Amaro, zona sul de São Paulo. O crime ocorreu quando a vítima retornava ao carro após fazer compras e se preparava para entrar no veículo.


Imagens de câmeras de segurança do estacionamento registraram o momento da ação. Nas imagens, é possível observar quando a mulher é agarrada por um homem que estava em outro carro, estacionado na vaga ao lado. 


Em seguida, ela é colocada à força dentro do veículo usado pelos criminosos, que deixam o local rapidamente.


Em nota, a SSP (Secretaria da Segurança Pública ) informou que a Polícia Militar foi acionada para a ocorrência de sequestro em um mercado localizado na Avenida das Nações Unidas. Pouco tempo depois, a vítima foi localizada e libertada pelos sequestradores na Avenida das Comunicações, em Osasco, na Grande São Paulo.


Ainda segundo a SSP, um dos veículos utilizados no crime foi encontrado abandonado na Rua Dr. Mauro Lindemberg Monteiro. Ninguém havia sido preso até a última atualização.


A ocorrência foi registrada no 11º Distrito Policial (Santo Amaro), que realiza diligências para identificar e localizar os envolvidos no crime.


Em nota, a empresa lamentou o ocorrido e informou que está à disposição das autoridades competentes para colaborar com a investigação. (CNN)

EUA exigem que Venezuela faça parceria exclusiva na produção de petróleo

Conteúdo exclusivo: Segundo fontes da Casa Branca, governo Trump quer que o país corte relações comerciais com China, Irã, Rússia e Cuba

O governo Trump definiu uma série de exigências que a Venezuela deve aceitar para retomar a produção de petróleo, informaram dois altos funcionários da Casa Branca à CNN.



Durante conversas lideradas pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, o governo Trump disse à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que o país deve romper relações com a China, o Irã, a Rússia e Cuba, e concordar em fazer parceria exclusiva com os EUA na produção de petróleo, relataram as fontes.


Rodríguez também deve concordar em favorecer o governo Trump e as empresas petrolíferas americanas em futuras vendas de petróleo, disseram eles.


A rede ABC News foi a primeira a noticiar as exigências feitas à presidente interina. Elas surgem após o governo americano ter capturado o então líder deposto, Nicolás Maduro, no fim de semana.


No entanto, Rubio afirmou que as demandas mais urgentes do governo se concentram na expulsão de adversários estrangeiros por Caracas, na cooperação com as vendas de petróleo e em maior cooperação no combate ao narcotráfico, segundo a fonte.


Na reunião com os parlamentares, Rubio deixou claro que os Estados Unidos transmitiram as demandas ao governo de Rodríguez.


As autoridades também não disseram se a Venezuela concorda com as exigências, embora o governo continue confiante de que o enorme reforço militar na costa do país exerce pressão suficiente sobre o governo Rodríguez e que este não tem outra opção senão ceder.


Caso Rodríguez coopere, um alto funcionário da Casa Branca afirmou que o governo está aberto a rever sua política de sanções contra Caracas.


Trump confidenciou a aliados e seus principais assessores que deseja a saída do Irã, da Rússia e da China do hemisfério ocidental, segundo fontes familiarizadas com as conversas e que falaram à CNN.


Pressionar a Venezuela para que cesse relações comerciais com esses países é o primeiro e mais importante passo, acrescentaram.


Embora o governo ainda esteja trabalhando em planos para extrair uma grande quantidade de petróleo do país para exportação aos Estados Unidos, além de formular uma estratégia para reconstruir a infraestrutura energética da Venezuela, ele entende que seus objetivos exigirão tempo e recursos.


Impedir que a Venezuela entregue seu petróleo a adversários estrangeiros é o objetivo mais imediato.


Segundo um alto funcionário da Casa Branca, Trump também deverá se reunir com executivos do setor petrolífero na sexta-feira (9).


Representantes da Chevron, a única petrolífera americana atualmente em atividade na Venezuela, da Exxon Mobil e da ConocoPhillips deverão comparecer, disse a fonte à CNN.


Outros executivos de empresas petrolíferas americanas também são esperados na reunião.


O encontro ocorre após Trump ter publicado na terça-feira (6) que o governo interino da Venezuela "entregará entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo de alta qualidade, sujeito a sanções, aos Estados Unidos da América".


"Este petróleo será vendido a preço de mercado, e esse dinheiro será controlado por mim, como presidente dos Estados Unidos da América", escreveu ele. (CNN)


Anvisa manda recolher lote de chá de camomila Água da Serra

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (5), o recolhimento do lote 6802956 do Chá de Camomila Lavi Tea, da marca Água da Serra, proibindo sua comercialização, distribuição, divulgação e consumo. Segundo a agência, a medida ocorreu depois da empresa informar o recolhimento voluntário do lote, depois da detecção de irregularidades em seu produto.

foto - reprodução

“O ensaio de identificação de elementos histológicos (células, tecidos e matriz extracelular) apontou a presença de talos, ramos e sementes que não são comuns no chá. O ensaio de pesquisa de matérias estranhas acusou 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos em 25g do produto, sendo que o limite aceitável é de 90 fragmentos em 25g de produto”, explicou a Anvisa em nota.

Segundo a agência, o fato evidencia graves falhas no processo de boas práticas de fabricação do referido lote.

Pomada

Também foi proibida a fabricação, distribuição, comercialização, divulgação, importação e utilização da Pomada Cicatrizante Inkdraw Aftercare, indicada para uso pós-tatuagem. 

Segundo a Anvisa, a origem do produto é desconhecida e não há registro ou notificação da pomada na agência.

fonte - Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil.

Anvisa proíbe fórmula infantil com risco de contaminação por toxina

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (7), a proibição da venda, distribuição e do uso de alguns lotes de fórmulas infantis das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino, da empresa Nestlé Brasil Ltda.




Em nota, a Anvisa cita como motivo o risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus.

“O consumo de alimento contaminado por essa toxina pode causar vômito persistente, diarreia ou letargia, que é a sonolência excessiva, lentidão de movimentos e raciocínio, e incapacidade de reagir e expressar emoções”.

Ainda segundo a agência, a medida tem caráter preventivo e o fabricante já iniciou o recolhimento voluntário dos lotes no Brasil e no resto do mundo, após a detecção da toxina em produtos provenientes de uma fábrica localizada na Holanda.

“Foi identificado que a toxina estava presente em um ingrediente proveniente de um fornecedor global de óleos terceirizados. Dessa forma, a empresa indicou a necessidade de um recolhimento global”, detalhou a Anvisa.

Orientações a pais e responsáveis
  
Para os consumidores que utilizam as fórmulas infantis citadas, a orientação é verificar o número do lote impresso no rótulo.

“Se o produto pertencer a um dos lotes recolhidos, não deve ser utilizado ou oferecido para consumo. Os demais lotes desses produtos não foram afetados”.

“Para receber orientações sobre como proceder em relação a eventuais trocas e devoluções do produto, entre em contato direto com a Nestlé Brasil Ltda., por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), indicado na embalagem”, completou a agência.

Se a criança apresentar sintomas compatíveis com os citados após o consumo do produto de lotes indicados, a recomendação é buscar atendimento médico. “É importante informar o alimento que foi consumido, se possível, com uma amostra da embalagem, caso tenha disponível”.

Mais orientações sobre o uso seguro de fórmulas infantis podem ser encontradas no site da Anvisa.

fonte - Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil.

Venezuelanos criticam intervenção em seu país enquanto reconstroem a vida longe da crise morando no Brasil

O produtor de audiovisual Benjamin Mast veio da Venezuela para o Brasil em 2016, Na época já havia crise econômica no seu país e ele veio em busca de melhores oportunidades de trabalho. A crise migratória ainda não estava no patamar que começou a atingir em 2017 com o aumento diário do fluxo de venezuelanos ao Brasil, especialmente por Roraima.

foto - reprodução Agência Brasil

Hoje, aos 44 anos, Benjamin está estabelecido naquele estado e atualmente tem uma produtora na qual trabalha com a mulher. Os dois têm uma filha de 1 ano. A vinda para o Brasil não teve o mesmo sentido dos seus compatriotas que, naquele momento, enfrentavam situação até de fome por causa das condições econômicas do país. Benjamin já tinha feito uns trabalhos de audiovisual no Brasil e pensou que aqui poderia avançar mais na sua área.

Os trabalhos no Brasil começaram a surgir em 2014 e continuaram no ano seguinte, enquanto eram escassos em seu país por causa da crise econômica. Daí para a migração foi uma decisão acertada. “Foi um processo bem tranquilo. Não tinha essa onda migratória. Era bem pequena, coisa de 100 pessoas que chegavam ao Brasil”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.

Mast disse que é totalmente contra a invasão dos Estados Unidos (EUA) e que está de coração partido. “É muito triste, para mim, sentir que meu país vai virar uma colônia. O Trump falou que vai manejar a Venezuela e não há nenhum estatuto legal internacional para isso”, relatou.

A dor de sentir que o país foi bombardeado, com todo o processo de violação de direitos, cresce mais por ver que uma parcela da população está feliz com a invasão. “Para mim, é difícil falar isso para todos os venezuelanos. Há uma questão dividida com essa crise que o Maduro causou”, disse, reconhecendo que os bloqueios econômicos impostos também contribuíram para a situação que a Venezuela vinha enfrentando.

“A indústria petrolífera - muitas coisas também causaram isso - foi a combinação da má questão política e econômica do país por parte de Maduro e do governo, com as sanções econômicas e políticas dos EUA”, completou.

Para Mast, é muito forte a imagem dos militares jogando bombas e ainda ver a reação de algumas pessoas celebrando como se essa fosse a única saída - virar uma colônia.

“Não ter sequer amor próprio para tentar mudar as coisas de dentro. Acho que vamos ver uma Venezuela muito polarizada, muito instável politicamente porque tem vazio de poder”, afirmou, concluindo que também foi muito forte ver o transporte de Nicolás Maduro para os Estados Unidos para ser indiciado lá.

“Há muitas acusações contra Maduro e o governo venezuelano, mas ser levado para lá como um criminoso é muito forte”.

O futuro com a intervenção dos Estados Unidos também não é promissor, segundo o produtor, porque a administração prometida pelo presidente Donald Trump não vai mudar a questão social da Venezuela. Mast disse que nesse caso os beneficiados serão as oligarquias petrolíferas e econômicas estadunidenses. “Tenho muito medo desse vazio de poder e de virar uma colônia. A história nos conta que nunca vai bem um país dominado pelos norte-americanos”, observou.

“A falta de soberania vai ter um preço muito alto não só para a Venezuela, mas para a América Latina em geral, essa invasão injustificada e ilegal”, disse ele, prevendo muita violência no país por causa da polarização.

Hoje, Livia Esmeralda Vargas González é professora na Universidade Federal de Integração Latino-Americana (Unila) em Foz do Iguaçu, no Paraná. Ela chegou ao Brasil em 2016 após ganhar uma bolsa de doutorado em história na Universidade Federal de Ouro Preto, em Minas Gerais, que começou em 2017. Cumpriu o doutorado em cinco anos, mas não foi o único. No mesmo período, completou ainda doutorado em filosofia. “A crise venezuelana foi levando uma estadia temporária para um doutorado virar uma travessia migratória”, contou à Agência Brasil.

O fato de ter feito esses estudos no Brasil, inclusive sobre a história da Venezuela - o que os colegas não tinham condição de realizar no país - tornou o processo migratório mais pesado para Livia, também por ficar longe da família que enfrentava a crise em seu país. 

“Ter que lidar com essa ferida, essa dor e acompanhar de longe a situação crítica em termos econômicos, sociais, políticos e afetivos tem sido um percurso que oscila entre a gratidão com o Brasil que me acolhe e a dor da família longe”, revelou.

Os tempos difíceis durante os doutorados ficaram mais leves no ano passado. Em agosto, o filho Aquiles Léon, de 21 anos, veio morar com ela em Foz do Iguaçu. Depois de passar por um processo seletivo para alunos latino-americanos e do Caribe, o filho ganhou uma vaga na Unila para o curso de engenharia da energia. A professora reconhece que apesar de estar em boa condição, também não é fácil para Aquiles passar pelo processo de migração.

Livia lembrou que na Venezuela era professora associada do curso de sociologia da principal universidade do país, e as condições salariais eram precárias. “As condições de vida e subsistência dos meus colegas são tristes, lamentáveis, deploráveis”, observou, acrescentando que admirava muitos deles, que chegaram a ser referências pela produção acadêmica que faziam.

Para se sustentar, segundo Lívia, alguns deles têm que fazer outros serviços como entregas ou qualquer tipo de trabalho para sobreviver, assim o tempo para pesquisar é praticamente inexistente. As possibilidades que conseguiu como professora e pesquisadora no Brasil seriam impossíveis na Venezuela. “Não apenas como pesquisadora, mas como escritora. Aqui no Brasil consegui abrir também uma janela como poeta e escritora”, contou.

Invasão

A professora repudia a invasão feita pelos EUA e classifica de estarrecedora a situação que aprofunda os traumas da população venezuelana. Sem contar com o precedente que gera tanto para o seu país quanto para a América Latina e o mundo.

“Significa a materialização de um ato de intervenção prática e recolonização do meu país. É uma coisa que não existe na história republicana da Venezuela, após o Exército comandado por [Simón] Bolivar tirar o império espanhol do país”, criticou.

“Me sinto profundamente triste. É uma dor que nem consigo nomear o nível e que reforça mais a nossa catástrofe, de uma situação de anos de fraturas, de último ano de um processo de políticas de repressão contra a população interna”.

Neste momento pós-invasão, mais uma vez ela se preocupa com a família. “Meu pai está lá, minha mãe, minha família, meus amigos estão vendo como garantir a comida de hoje, Não tem energia, não tem acesso às coisas básicas. Como vai ser neste ambiente de incertezas, em que não se sabe se vai ser bombardeado mais uma vez”, questiona, emocionada, ao relatar que estava planejando a vinda do pai em fevereiro para uma visita. “Isso já não é possível. Isso me dói. Fiquei emocionada de falar que não posso abraçar e estar com eles”.

Culinária

Ao vir com o marido e dois filhos para o Brasil em 2015, Maria Elias era técnica de informática. A família morava e tinha uma loja em Güigüe, no estado de Carabobo, na Venezuela, e conseguia se manter até que a crise econômica avançou. A solução foi vir para o Brasil. “Se a gente ficasse lá, sabia o que ia acontecer. Quando a gente saiu de lá, tinha 50% de chance de dar certo e 50% de dar errado. A gente decidiu pelos 50% de dar certo”, contou, em entrevista à Agência Brasil, lembrando que a parte positiva na vinda foi conseguir logo vagas para os filhos em escolas públicas no Rio.

Para ela e o marido, as dificuldades foram a língua portuguesa, a cultura brasileira e a inserção no mercado de trabalho. A solução foi se dedicar à culinária para conseguir o sustento, o que tinha relação com a sua ascendência.

“Foi muito difícil começar e, por isso, diferenciamos nossa culinária como libanesa e conseguimos o primeiro pedido em uma lanchonete perto de onde morávamos”, relatou, revelando ainda que os donos se tornaram os melhores amigos da família e os ajudavam todas as vezes em que tinham dúvidas.

Com o sucesso nas vendas, em 2016, passaram a ser contratados para fazer jantares em residências e, após um ano, ampliaram o cardápio. “Percebemos que as pessoas queriam também comida italiana e mudamos para cozinha árabe e mediterrânea. E mais trabalho, graças a Deus”.

Maria também tem parentes na Venezuela e se preocupa com a situação. Ela gostou da saída de Maduro do poder, mas vê ainda muito confusa a condição política local. “Tem muitas coisas para assimilar, não se sabe o que é verdade e o que é mentira”, disse, citando a complexidade do momento com a divisão política que vive o país.

“Tem que manter,  pelo menos por enquanto, o governo chavista para ver o que vai acontecer e depois fazer eleições livres. É preciso fazer uma limpeza. Tem que ter esperança de eleições limpas, mas não sabemos quando e se vai acontecer”, indicou, destacando que é uma incógnita o que pensa Donald Trump.

“O que interessa é a Venezuela renascer e voltar a ser produtiva como sempre foi”, concluiu.

fonte - Agência Brasil.

Operação Iscariotes expõe atuação de funcionário da Caixa Econômica Federal em furto a agência bancária em Rondônia

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, nesta quarta-feira (7/1), a Operação Iscariotes, destinada ao cumprimento de medidas judiciais no âmbito de investigação que apura furto qualificado à agência da Caixa Econômica Federal, no município de Buritis/RO. A ação decorre de decisão da 3ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia.


O crime ocorreu em janeiro de 2025, quando indivíduos invadiram a agência bancária com o objetivo de subtrair valores armazenados no cofre da instituição. Sem êxito no acesso ao compartimento principal, os criminosos subtraíram duas armas de fogo e 22 munições pertencentes à empresa de segurança privada contratada.

A investigação identificou que um funcionário da própria instituição financeira teria atuado de forma decisiva para a concretização do crime, fornecendo informações internas sensíveis sobre a rotina da agência, a localização do armamento e os valores supostamente armazenados. 

Além disso, o empregado é suspeito de ter custeado despesas logísticas e alugado imóvel utilizado como base pelos demais integrantes do grupo. Durante a tentativa criminosa, três indivíduos foram presos em flagrante nas imediações da agência.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nos municípios de Porto Velho e Buritis, com autorização judicial para extração de dados armazenados em dispositivos eletrônicos.

A FICCO/RO reforça a importância da participação da população no combate ao crime organizado, por meio de denúncias ao número 197, canal oficial da Polícia Civil, sendo garantido o sigilo da identidade do denunciante.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Penal Estadual, Polícia Militar e Penal Federal (SENAPPEN), atuando de forma integrada no combate ao crime organizado em Rondônia.

fonte - PF/RO.

Sistema de alertas da Defesa Civil é alvo de ataque hacker e envia avisos falsos em Rondônia

A Defesa Civil de Rondônia confirmou que o sistema utilizado para o envio de alertas à população foi invadido por hackers na última segunda-feira (5). A ação criminosa atingiu a plataforma IDAP, responsável por disparar mensagens de emergência em situações de risco.

FOTO - Reprodução

Segundo o órgão, houve vazamento das credenciais de acesso de alguns usuários vinculados à Defesa Civil, o que permitiu que o invasor entrasse no sistema e enviasse dois alertas falsos aos moradores do estado. 

As mensagens tinham como título “Chuvas Intensas – Alagamento – Risco Muito Alto”, mas o conteúdo trazia pedidos para que a população seguisse uma conta em redes sociais, fugindo totalmente do padrão oficial.

A irregularidade foi percebida rapidamente, logo após os avisos chegarem aos celulares da população e também aos integrantes das Defesas Civis estaduais e municipais. 


Diante da inconsistência, o caso foi comunicado imediatamente à Defesa Civil Nacional, que passou a acompanhar a situação.

Até o momento, não foi possível identificar a autoria do ataque nem a origem da invasão. As apurações seguem em andamento com os órgãos competentes.

Como medida preventiva, todos os acessos à plataforma foram temporariamente bloqueados. Os usuários autorizados receberam orientação para criar novas senhas individuais antes de retomar o uso do sistema.

A Defesa Civil reforçou ainda que não houve vazamento de dados pessoais da população cadastrada para receber os alertas, como números de telefone ou outras informações sensíveis. 

O incidente se restringiu ao uso indevido das credenciais de operadores, sem comprometer a base de dados dos cidadãos.

Polícia Civil investiga sequestro na zona norte do Rio; veja

As imagens gravadas por câmeras de segurança mostram que a mulher tentou se desvencilhar, mas foi colocada no carro

A Polícia Civil investiga o sequestro de uma mulher e de um homem ocorrido na manhã desta terça-feira (6), na Praça da Taninha, em Olaria, Zona Norte do Rio. O inquérito está sob responsabilidade da DAS (Delegacia Antissequestro) e tramita sob sigilo.



Segundo informações preliminares, o crime aconteceu por volta das 6h. Câmeras de segurança registraram o momento em que a mulher deixa um condomínio e segue em direção a um carro estacionado em frente ao imóvel. Antes que ela entrasse no veículo, foi abordada por ocupantes de um carro modelo jeep branco que trafegava na contramão.


Veja as imagens:


As imagens mostram que a mulher tentou se desvencilhar, mas foi colocada no veículo. O motorista do jeep que a aguardava também foi levado. Um terceiro passageiro, que estava no banco traseiro, não foi abordado pelos suspeitos.


Ainda de acordo com a Polícia Civil, as duas vítimas foram liberadas posteriormente. Até o momento, não há informações sobre pedidos de resgate ou sobre a identificação dos envolvidos. As investigações seguem em andamento para apurar as circunstâncias e a dinâmica do crime. (CNN)


MPRO denuncia 63 integrantes de facção criminosa investigados nas operações Audácia I e VIII

O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu na última terça-feira (6/1/2026), denúncia contra 63 (sessenta e três) pessoas investigadas nas Operações Audácia I e VIII, deflagradas em 7/2/2024 e 22/12/2025, respectivamente, com foco no combate ao crime organizado, fruto de atuação conjunta do MPRO com as forças de segurança estaduais e federais atuantes em Rondônia.

FOTO - REPRODUÇÃO

As investigações resultaram em elementos probatórios da atuação da facção criminosa armada ao menos desde o ano de 2023 e predominantemente neste Estado de Rondônia, inclusive com vínculos em outros Estados.

Foram denunciadas 63 (sessenta e três) pessoas pela prática do crime de integração ou promoção de organização criminosa qualificada pelo emprego de armas de fogo e participação de adolescente.
 
Entre esses denunciados, 8(oito) exerciam funções de liderança regional ou local de vários setores da facção criminosa e outros 2 (dois) denunciados também foram acusados de tráfico de drogas.

Os denunciados já se encontram presos preventivamente desde a deflagração da Operação Audácia VIII e agora inicia-se a fase judicial, com a análise sobre o recebimento da denúncia, posterior citação dos denunciados para a apresentação de defesa inicial, instrução processual, até o julgamento final sobre o mérito dos pedidos condenatórios formulados pelo MPRO.

O MPRO reafirma seu compromisso com a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

fonte - MPRO.

Erika Hilton pede para Justiça fiscalizar preços abusivos em praias

Deputada propõe manual de boas práticas e canal para recebimento de denúncias; solicitação ocorre após agressão de casal em Porto de Galinhas

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) pediu para o Ministério da Justiça fiscalizar os preços abusivos praticados em praias do litoral brasileiro. A CNN Brasil teve acesso ao documento, que foi enviado à Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), nesta quarta-feira (7).



A solicitação ocorreu após o aumento de denúncias envolvendo consumação mínima e preços elevados em praias. Um dos casos citados no pedido foi o do casal de turistas de Mato Grosso, agredido no dia 27 de dezembro, na praia de Porto de Galinhas, em Pernambuco, após uma briga por conta do valor que seria pago pelo uso de cadeiras no local.


O episódio, que envolveu cerca de 15 agressores, revisitou a discussão sobre os limites legais das cobranças em praias e a proibição da consumação mínima e da venda casada. Atualmente, o CDC (Código de Defesa do Consumidor) veta a prática de condicionar aluguéis de itens a consumo em estabelecimentos.


Conforme aponta o ofício, condutas semelhantes têm sido registradas em outros estados, como Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. "A naturalização dessas cobranças contribui para a privatização informal das praias e reforça desigualdades no acesso ao lazer e ao território", diz trecho de ofício assinado por Erika Hilton.


A deputada pede ainda para a Senacon avaliar a elaboração do que chama de um Manual Nacional de Boas Práticas para utilização de cadeiras e serviços em praias, "com orientações claras aos prestadores de serviço, bem como a instalação de placas informativas nas orlas, indicando os direitos dos consumidores".


Erika propõe a criação de um canal específico para recebimento de reclamações sobre casos similares no Procon. A ideia é aumentar a agilidade da atuação do órgão após as denúncias.


"Cabe ao Estado, por meio de seus órgãos de defesa do consumidor, atuar de forma preventiva e educativa, garantindo que atividades econômicas sejam exercidas com respeito à lei, à boa-fé e à dignidade das pessoas. A ausência de fiscalização contínua favorece a repetição dessas condutas e enfraquece a confiança da população nos instrumentos de proteção ao consumidor", afirma.


A deputada também acredita na necessidade da implementação de um grupo unificado com a participação da Senacon, Procons, prefeituras e outros órgãos competentes para acompanharem permanentemente as condutas nas praias.


A CNN Brasil entrou em contato com o Ministério da Justiça para um posicionamento da pasta, mas não obteve retorno até o momento desta publicação. O espaço segue aberto.


O que diz a Prefeitura do Ipojuca

Em nota, a Prefeitura do Ipojuca, cidade em que fica Porto de Galinhas, afirma que os episódios recentes envolvendo turistas estão sendo tratados com prioridade pelas forças de segurança e receberam resposta imediata do Estado, com investigações em andamento para a completa elucidação dos fatos e responsabilização dos envolvidos.


Ainda reforça que "o balneário de Porto de Galinhas é um dos destinos turísticos mais conhecidos e visitados do país e, como qualquer local com grande circulação de pessoas, registra ocorrências pontuais, que não refletem a realidade cotidiana do balneário".


Veja a nota na íntegra:


"O balneário de Porto de Galinhas é um dos destinos turísticos mais conhecidos e visitados do país e, como qualquer local com grande circulação de pessoas, registra ocorrências pontuais, que não refletem a realidade cotidiana do balneário. Os dados oficiais da Secretaria de Defesa Social (SDS) demonstram um cenário consistente de segurança: informações da Gerência Geral de Análise Criminal e Estatística (GGace) indicam que o ano de 2025 foi encerrado sem registro de homicídios na praia. Nos últimos anos, as Mortes Violentas Intencionais apresentaram redução contínua, e os crimes patrimoniais seguem em patamar considerado baixo para uma área de intenso fluxo turístico.


Os episódios recentes envolvendo turistas estão sendo tratados com prioridade pelas forças de segurança e receberam resposta imediata do Estado, com investigações em andamento para a completa elucidação dos fatos e responsabilização dos envolvidos.


Durante a alta temporada, as ações de segurança foram ampliadas no âmbito da Operação Verão, com reforço do efetivo da Polícia Civil na Delegacia de Porto de Galinhas, que funciona 24 horas, e intensificação do policiamento ostensivo da Polícia Militar, com novas viaturas, patrulhamento a pé na orla e presença preventiva em pontos estratégicos. O planejamento integrado assegura resposta rápida às ocorrências e fortalece a sensação de segurança ao longo de todo o período de maior movimentação turística."


O site também entrou em contato com o Governo de Pernambuco e aguardo retorno. (CNN)

Bolsonaro é transferido para hospital para fazer exames

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, rumo ao hospital particular que ele fará exames médicos após ter batido a cabeça em uma queda na cela em que está preso.



A autorização para o deslocamento ocorreu ainda na manhã desta quarta-feira (7), após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).


O magistrado autorizou que o dirigente da direita seja submetido a tomografia computadorizada e ressonância magnética do crânio, bem como eletroencefalograma para identificar se sofreu traumatismo craniano leve ao ter caído da cama na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal.


O magistrado autorizou que o dirigente da direita seja submetido a tomografia computadorizada e ressonância magnética do crânio, bem como eletroencefalograma para identificar se sofreu traumatismo craniano leve ao ter caído da cama na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal.


Além disso, a força policial deverá, previamente, entrar em contato com o hospital particular para combinar os termos e condições da realização dos exames, bem como deverá providenciar a completa vigilância e segurança do custodiado durante a realização dos

exames.


Após a realização da bateria de exames, Bolsonaro deverá retornar à Superintendência da Polícia Federal, sem ficar internado na unidade hospitalar.


A defesa do ex-presidente apresentou, ainda na terça-feira (6), detalhes dos exames que serão realizados por Bolsonaro e pediu urgência para a realização dos procedimentos.


Logo em seguida, a PF (Polícia Federal) também apresentou relatório médico que descrevia as condições de saúde avaliada pela equipe médica dos agentes.


As informações foram prestadas após despacho do ministro, que pediu mais informações à defesa e laudo médico da PF. (CNN)

Publicidade