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Bvlgari anuncia Dua Lipa como nova Embaixadora Global da marca

Uma das artistas mais influentes de sua geração, Dua Lipa construiu uma carreira global notável, definida por liberdade artística, autenticidade e um forte compromisso com a integridade criativa. 


Com diversos prêmios Grammy e BRIT Awards em seu currículo e bilhões de reproduções em todo o mundo, ela se consolidou como uma voz poderosa e influente na cultura contemporânea.

“Dua Lipa personifica uma visão contemporânea de empoderamento e liberdade que ressoa profundamente com os valores da Bvlgari. Ela é uma voz potente e autêntica que redefine o sucesso e, por meio de sua arte e confiança, inspira mulheres ao redor do mundo a reconhecerem sua força interior. Temos orgulho de recebê-la como nossa Embaixadora Global da Marca e de começarmos este novo e empolgante capítulo juntos”, afirma Laura Burdese, Vice-CEO da Bvlgari e CEO da Bvlgari a partir de 1º de julho de 2026.

“É incrivelmente especial trabalhar ao lado de uma marca icônica como a Bvlgari, e estou muito feliz por fazer parte de uma Maison que personifica confiança, criatividade e feminilidade moderna. Suas peças sempre dão o toque final perfeito, transformando um look em um momento inesquecível”, comenta Dua Lipa.

Dua Lipa Dua Lipa Dua Lipa

fonte - assessoria.

Ex-príncipe Andrew é preso por suspeita de conduta imprópria

Jornais britânicos haviam noticiado que carros da polícia descaracterizados e policiais à paisana chegaram na propriedade do irmão do rei Charles III

A emissora britânica BBC noticiou nesta quinta-feira (19) que a polícia prendeu Andrew Mountbatten-Windsor, irmão mais novo do rei Charles III, sob suspeita de má conduta em cargo público.



Jornais haviam noticiado que seis carros da polícia descaracterizados e cerca de oito policiais à paisana chegaram à Wood Farm, na propriedade de Sandringham, no leste da Inglaterra, na manhã desta quinta-feira.


A Polícia do Vale do Tâmisa afirmou no início deste mês que seus agentes estavam investigando alegações de que Mountbatten-Windsor teria repassado documentos confidenciais do governo ao falecido criminoso sexual, Jeffrey Epstein, segundo arquivos recentemente divulgados pelo governo dos Estados Unidos.


Mountbatten-Windsor, o segundo filho da falecida rainha Elizabeth, sempre negou qualquer irregularidade em relação a Epstein e disse lamentar a amizade entre eles, mas não respondeu a pedidos de comentários desde a divulgação dos documentos.


Sem mencionar o nome de Andrew, a polícia britânica informou que um homem por volta dos 60 anos foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público, acrescentando que não divulgaria o nome dele "em conformidade com as diretrizes nacionais". (CNN)

Oito esquiadores são encontrados mortos após avalanche na Califórnia

Uma pessoa ainda não foi localizada

Oito dos nove esquiadores que estavam desaparecidos em uma montanha no norte da Califórnia após uma avalanche foram encontrados sem vida, informaram as autoridades locais nesta quarta-feira (18), enquanto as operações de resgate continuam sob condições climáticas extremas.


"Oito dos nove esquiadores foram encontrados sem vida", informou a xerife do condado de Nevada, Shannan Moon, em uma coletiva de imprensa.


"Continuamos buscando um dos integrantes", acrescentou Moon, que ressaltou que as duras condições climáticas estão retardando o resgate.


A avalanche ocorreu na manhã de terça-feira no pico Castle, um conhecido destino turístico da Floresta Nacional de Tahoe, no oeste dos Estados Unidos, e atingiu um grupo de quinze pessoas: onze esquiadores e quatro guias. O número inicial era de dezesseis.


Seis dos esquiadores foram resgatados na terça-feira em meio a uma intensa operação conduzida por várias dezenas de socorristas sob condições climáticas adversas, consequência de uma forte tempestade que atinge a Califórnia desde segunda-feira, com fortes rajadas de vento e intensas nevascas.


As autoridades haviam emitido um alerta de avalanches desde a madrugada de terça-feira até a madrugada de quarta-feira para a cordilheira da Sierra Nevada, onde está localizado o pico Castle, a 2.777 metros de altitude.


O Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos informou que algumas regiões da Sierra Nevada podem receber esta semana até 2,4 metros de neve até o fim da quarta-feira, quando se espera que a tempestade se dissipe.


O dia

Israel entra em alerta máximo para risco de guerra com Irã

Com ameaça de ação dos EUA, Estado judeu determinou mobilização interna a retaliação inevitável, como ocorreu no ano passado

O governo de Israel determinou nesta quarta-feira (18) o alerta máximo de seus serviços de segurança interna e emergência para a eventualidade de uma guerra entre os Estados Unidos e o Irã. Não houve mobilização militar para participar do conflito, mas isso parece inevitável caso Donald Trump decida atacar.



O alerta, segundo múltiplos relatos na imprensa do país, inclui o Comando da Frente Interna e os serviços de ambulância e resgate a ele associados. Não houve um anúncio formal do governo de Binyamin Netanyahu, mas uma reunião de gabinete que estava marcada para o domingo (22) foi adiada.


Segundo a Folha ouviu por mensagem de um cirurgião que trabalha no Centro Médico da Galiléia, perto da fronteira com o Líbano, o hospital subterrâneo da localidade já está de prontidão. A poucos quilômetros do vizinho, a região é alvo constante do Hezbollah quando há embates entre o grupo apoiado pelo Irã e Israel.


O grupo fundamentalista está enfraquecido após ter sido duramente castigado por Tel Aviv durante o conflito subsequente ao atentado dos terroristas do Hamas contra Israel em 2023, que levou à obliteração da Faixa de Gaza. Mas ainda retém capacidades.


Mais preocupante para os israelense é a repetição da campanha de ataques com mísseis balísticos pelo Irã em caso de ser atacado. O Estado judeu, maior aliado dos americanos no Oriente Médio e uma potência nuclear com 90 ogivas, é alvo óbvio de retaliações.


Quando Netanyahu atacou alvos do programa nuclear e forças militares do Irã, em junho passado, a teocracia lançou algo entre 500 e 600 mísseis contra Israel. Quase 90% deles foram abatidos, mas os que passaram mataram cerca de 30 pessoas e feriram outras 3.000.


Na mão contrária, a ação israelense matou cerca de 600 iranianos. Moradores de Tel Aviv e região relatam que já estão checando suas provisões e quartos blindados para o caso de a guerra estourar.


No ano passado, de todo modo, o Irã foi dominado militarmente nos ares por Israel. Não há indicação de que agora será diferente, mas parece correto assumir que a teocracia tenha mudado táticas e preparativos, ao menos para fins retaliatórios.


Há uma certeza universal de que Netanyahu irá entrar no conflito se Trump o fizer. O apoio militar é significativo: cerca de 300 caças estão à mão para incursões, aproximadamente o mesmo volume deste tipo de aeronave que os EUA terão mobilizadas quando seu segundo grupo de porta-aviões chegar à região.


Mas a defesa aérea do Estado judeu é motivo de preocupação dos moradores. Segundo reportagens recentes, elas foram usadas de forma intensiva contra os ataques de junho passado, e não houve tempo para repor os mísseis de interceptação do sistema com três camadas de proteção usado por Israel.


O goveno não comenta isso, mas sabe que além do Irã, é bastante provável que rebeldes houthis em trégua com o Ocidente no Iêmen desde o cessar fogo de 2025 poderão lançar vários modelos não só contra embarcações no mar Vermelho, mas também contra Israel. Os houthis são aliados de Teerã.


O Hezbollah, por sua vez, parece estar bastante debilitado depois da campanha que dizimou sua liderança e degradou suas capacidades, que eram formidáveis em termos regionais. Mas o risco para ao menos as populações da faixa fronteiriça não é desprezível.

EUA mata 11 supostos narcotraficantes em novos ataques contra lanchas no Caribe; veja vídeo

Mundo – Três ataques no Pacífico e no Caribe contra lanchas de supostos narcotraficantes resultaram na morte de onze pessoas, informaram as Forças Armadas dos Estados Unidos nesta terça-feira (17).



Os ataques ocorreram na segunda-feira e deixaram um saldo de “quatro mortos na primeira embarcação no Pacífico oriental, quatro na segunda embarcação no Pacífico oriental e três na terceira embarcação no Caribe”, informou o Comando Sul na rede X.


Os Estados Unidos iniciaram sua campanha contra essas supostas narcolanchas em setembro e, desde então, mataram pelo menos 140 pessoas em cerca de 40 ataques.


O anúncio na rede X inclui vídeos dos ataques contra as três embarcações, duas das quais estavam imóveis quando foram bombardeadas, enquanto uma terceira navegava em alta velocidade.


Nos vídeos, é possível ver pessoas se movimentando dentro de duas das lanchas antes dos ataques.


O governo de Donald Trump insiste que está em guerra contra supostos “narcoterroristas” que operam na América Latina, mas não apresentou provas conclusivas de que as embarcações que tem como alvo estejam envolvidas no tráfico de drogas, o que gerou um acalorado debate sobre a legalidade das operações.


Especialistas em direito internacional e grupos de direitos humanos afirmam que os ataques provavelmente constituem execuções extrajudiciais, já que aparentemente tiveram como alvo civis que não representam uma ameaça imediata aos Estados Unidos.


O governo recorda as operações realizadas durante décadas contra supostos jihadistas em países como Iêmen, Somália ou Síria, nas quais os alvos também eram atacados sem representar uma ameaça iminente.

Veja o vídeo: 



Washington mobilizou uma enorme força naval no Caribe que, além de perturbar essas supostas rotas marítimas de contrabando, também ajudou a aplicar um bloqueio petrolífero contra a Venezuela e a capturar seu presidente esquerdista, Nicolás Maduro, atualmente detido nos Estados Unidos.


A peça central da flotilha, o porta-aviões “USS Gerald R. Ford”, foi enviado na semana passada ao Oriente Médio, junto com vários destróieres que o acompanham, como parte da ameaça de intervenção militar contra o Irã.


Troca de dívida por ativos é opção para volta da Petrobras à Venezuela

Regime chavista acumula débito de US$ 1,8 bilhão com Brasil; ideia já aventada pelo governo é quitar saldo com participações acionárias em atividades petrolíferas

A troca de dívidas acumuladas pelo regime chavista com o Brasil por ativos petrolíferos na Venezuela é uma das opções estudadas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para viabilizar o retorno da Petrobras ao país vizinho.



Como revelou a CNN Brasil nesta terça-feira (17), Lula pretende abordar o assunto com Donald Trump no encontro previsto para março, em Washington.


Ele quer o consentimento do norte-americano à volta da estatal brasileira para atividades de exploração e produção de petróleo na Venezuela, após a captura do ditador Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, no mês passado.


Uma das possibilidades já cogitadas pelo governo Lula, de olho nesses ativos, é trocar dívidas acumuladas pelo país vizinho por calotes aos empréstimos feitos na década passada pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).


A Venezuela deixou de pagar esses financiamentos, que foram cobertos pelo FGE (Fundo de Garantia à Exportação) e assumidos pelo Tesouro Nacional.


A dívida chega a US$ 1,8 bilhão - o equivalente a quase R$ 10 bilhões pela taxa de câmbio atual - e o governo brasileiro avalia que existem chances remotas de pagamento no curto prazo.


Por isso, uma ideia levantada foi trocar esse valor por participações acionárias em ativos venezuelanos. Há três frentes nas quais se avalia que a Petrobras tem conhecimento e interesse:

Produção no Lago Maracaibo, onde se extrai um petróleo mais leve, mas com áreas em atividade desde a década de 1920 e hoje em declínio. Pode haver recuperação mediante investimento;

Produção na Bacia do Orinoco, que tem um óleo mais pesado e de menor valor no mercado internacional, mas para o qual a estatal brasileira detém expertise e capacidade logística para refinar;

Refinarias na Venezuela, que estão bastante deterioradas, mas onde a Petrobras enxerga potencial de recuperação.

Além disso, haveria a possibilidade de investimentos exploratórios em gás offshore, ainda sem produção nos mares venezuelanos.


A Petrobras vendeu grande parte de seus ativos no exterior durante as gestões dos ex-presidentes Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL).


Na primeira metade do governo Lula, retomou os planos de internacionalização e fez diversas prospecções em outros países. Venezuela, Suriname, Guiana, Colômbia, Namíbia e Angola foram alguns dos locais visitados por técnicos da estatal entre 2023 e 2024.


Há dúvidas do ponto de vista técnico, no entanto, sobre como efetivamente executar uma troca de dívidas por ativos.


Um dos pontos de preocupação: as dívidas são da Venezuela com o Tesouro Nacional, mas a Petrobras é uma empresa que, embora controlada pela União, tem acionistas minoritários. Isso precisaria ser resolvido de alguma forma.


Segurança jurídica

Segundo relatos feitos ao CNN Money, o sentimento atual na Petrobras é de que a nova lei do petróleo - aprovada pela Assembleia depois da captura de Maduro e já no governo de Delcy Rodríguez - é muito mais favorável ao investimento estrangeiro no setor.


Os contratos agora terão arbitragem independente, com um tribunal no exterior decidindo em caso de litígio, e uma carga tributária menos pesada.


No entanto, ainda há uma percepção de cautela na estatal com a Venezuela. Uma fonte lembra que qualquer aporte agora levaria vários anos para surtir resultados, mas que é cedo para considerar a instabilidade política como superada e para falar em segurança jurídica.


Um dos pontos lembrados, em conversas reservadas com o CNN Money, é que o governo Trump durará somente mais três anos - pouco tempo no relógio da indústria do petróleo - e ninguém tem garantias sobre o futuro da Venezuela.


Se algum integrante "linha dura" do regime chavista voltar ao poder, substituindo Delcy Rodríguez, ninguém sabe se novos investimentos na Venezuela serão respeitados ou se há risco de nacionalização dos ativos mais uma vez. (CNN)

Ucraniano desclassificado de Olímpiadas de Inverno recebe doação de US$ 200 mil

A desclassificação do atleta de 27 anos pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) aconteceu pelo uso de capacete que retratava atletas ucranianos mortos na guerra com a Rússia

Após desclassificação nos Jogos de Inverno de Milano Cortina, o atleta de skeleton Vladyslav Heraskevych recebeu nesta terça (17) uma doação de cerca de US$ 200 mil do dono do clube de futebol ucraniano Shakhtar Donetsk.



A desclassificação do atleta de 27 anos pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) aconteceu pelo uso de capacete que retratava atletas ucranianos mortos na guerra com a Rússia. As imagens no capacete violavam as regras sobre expressão durante a competição.


“Vlad Heraskevych foi privado da oportunidade de competir pela vitória nos Jogos Olímpicos, mas retorna à Ucrânia como um verdadeiro vencedor”, afirmou o presidente do Shakhtar, Rinat Akhmetov, em comunicado do clube. A doação foi realizada no valor equivalente ao prêmio em dinheiro que a Ucrânia pagaria a atletas que conquistam medalha de ouro nos Jogos, segundo a Reuters.


O atleta também recebeu elogios do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.


Recurso na Corte Arbitral do Esporte

Heraskevych havia recebido autorização para treinar com o capacete em Cortina d’Ampezzo, onde fica o centro de esportes de gelo. Na véspera do início da competição, o Comitê Olímpico decidiu que ele não poderia utilizar durante a competição. O atleta tentou recorrer na Corte Arbitral do Esporte, mas perdeu poucas horas antes da prova.


A alternativa fornecida pelo COI foi o uso de uma braçadeira preta e a exibição do capacete antes e depois da corrida, mas não durante a competição. O argumento seria que o uso violaria as regras que vetam manifestação políticas nas áreas de competição.


O atleta foi desclassificado, então, quando a Federação Internacional de Bobsled e Skeleton decidiu que as imagens no capacete violavam as regras sobre a expressão de atletas nos Jogos.

Rússia lança novos ataques contra a Ucrânia horas antes de negociações

Bombardeios deixaram mortos e feridos em diferentes regiões do país enquanto negociações trilaterais com os EUA começam em Genebra

A Rússia lançou uma nova série de ataques contra a Ucrânia na manhã desta terça-feira (17), disseram autoridades locais, horas antes do início das negociações trilaterais com os Estados Unidos em Genebra, destinadas a resolver a guerra no leste europeu.



As forças russas também bombardearam a infraestrutura elétrica ucraniana, matando três trabalhadores do setor energético e deixando dezenas de milhares de pessoas sem energia elétrica e aquecimento, disseram autoridades.


O vice-ministro da Energia da Ucrânia disse que os três trabalhadores foram mortos quando um drone russo atingiu o carro em que estavam perto da usina de Sloviansk, em uma área de fronteira que Moscou quer que Kiev ceda em troca da paz.


Nesta terça-feira, a Moscou ainda lançou um ataque contra a região de Sumy, no norte do país, segundo com Oleh Hryhorov, chefe da administração militar da região.


Seis civis ficaram feridos, e prédios e carros também foram danificados, disse ele. Enquanto isso, pelo menos outras três pessoas ficaram feridas na cidade de Kherson, no sul da Ucrânia, devido aos ataques russos, disseram autoridades locais.


A Ucrânia afirmou nesta terça-feira ter atingido a refinaria de petróleo russa de Ilsky — uma das maiores do sul do país — em um ataque noturno.


"O alvo foi atingido, causando um incêndio nas instalações", disse o Estado-Maior da Ucrânia em um comunicado nesta terça-feira.


As negociações de hoje representam a terceira rodada de conversas para tentar chegar a um acordo de paz que ponha fim a quase quatro anos de guerra.


A Rússia, que iniciou sua invasão em larga escala da Ucrânia em fevereiro de 2022, tem realizado ataques frequentes a instalações de energia ucranianas neste inverno, deixando-as sem energia elétrica e aquecimento. (CNN)

Veja: Robôs humanoides lutam Kung Fu na China em apresentação de Ano Novo

Máquinas dividiram performance com humanos em evento que celebra a chegada do Ano do Cavalo

Uma equipe de robôs humanoides se uniu a jovens artistas de Kung Fu para apresentar uma performance de artes marciais de tirar o fôlego durante o Festival de Gala da Primavera de 2026 do CMG (China Media Group), na segunda-feira (16).



A apresentação, repleta de energia, viu os versáteis robôs e os jovens mestres humanos de Kung Fu executarem uma série de acrobacias coreografadas impressionantes e movimentos sincronizados em um segmento de palco de tirar o fôlego.


De uma demonstração da graciosa elegância dos movimentos de artes marciais, a sequência logo passou para uma apresentação mais dinâmica, que exibiu a agilidade e a destreza física dos robôs, deixando o público maravilhado.

Veja a apresentação dos robôs:



Os robôs também utilizaram armas tradicionais de Kung Fu, como espadas e nunchakus, demonstrando velocidade, equilíbrio, coordenação e precisão impressionantes enquanto executavam a performance pulsante com estilo.


O Festival da Primavera, ou Ano Novo Chinês, é o feriado tradicional mais importante para o povo chinês, e assistir ao Festival de Gala da Primavera, também conhecido como "Chunwan", é uma parte querida das celebrações todos os anos em centenas de milhões de lares chineses.


Desde sua primeira transmissão em 1983, o evento é reconhecido pelo Guinness World Records como o programa de televisão anual mais assistido do planeta.


O Festival da Primavera foi inscrito na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO em dezembro de 2024.


A festividade de 2026 acontece nesta terça-feira (17), marcando o início do Ano do Cavalo.


Expansão do mercado


O entusiasmo em torno do setor de robôs humanoides da China surge no momento em que grandes empresas, incluindo AgiBot e Unitree, se preparam para ofertas públicas iniciais este ano, e startups domésticas de inteligência artificial lançam uma série de modelos de ponta durante o lucrativo feriado público de nove dias do Ano Novo Lunar.


A gala do ano passado impressionou os espectadores com 16 humanoides Unitree em tamanho real girando lenços e dançando em uníssono com artistas humanos.


O fundador da Unitree se encontrou com o presidente Xi Jinping semanas depois em um simpósio de tecnologia de alto nível — o primeiro do tipo desde 2018.


Xi se reuniu com cinco fundadores de startups de robótica no ano passado, número comparável aos quatro empreendedores de veículos elétricos e quatro de semicondutores que ele conheceu no mesmo período, dando ao setor nascente uma visibilidade incomum. (CNN)

Trump chama Cuba de "nação falida" enquanto aumenta pressão sobre o país

Presidente americano fala em acordo, mas alerta para possível operação caso as conversas falhem

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou Cuba de "nação falida" na segunda-feira (16), enquanto o embargo contínuo ao petróleo paralisa ainda mais os voos e as operações aeroportuárias do país.



A Venezuela, que já foi o principal fornecedor de petróleo de Cuba, praticamente interrompeu os envios em meados de dezembro. O governo mexicano também anunciou a suspensão dos embarques após Washington ameaçar impor tarifas aos países que fornecem petróleo a Cuba.


"Veremos como tudo termina, mas Cuba e nós estamos conversando", disse Trump, citando as negociações de um acordo entre os dois países.


O presidente americano também afirmou que uma operação semelhante à da Venezuela contra Cuba "não seria uma operação muito difícil", caso os acordos fracassem.


O governo dos EUA argumenta que as medidas aumentarão a pressão por mudanças políticas no país caribenho.


As Nações Unidas já votaram há tempos pelo fim do embargo americano, e líderes do México e da Venezuela afirmaram que o bloqueio do fornecimento de combustível poderia ter graves impactos humanitários. (CNN)

Homem tenta raptar criança que ia de mão dada com a mãe num supermercado

No passado sábado, um homem tentou raptar uma menina que estava a sair, com a mãe, de um supermercado em Bergamo, Itália. 



O momento ficou registado nas câmaras de vigilância e o suspeito, um sem-abrigo de 47 anos, foi detido. Veja o vídeo.





Descarrilamento de trem nos Alpes suíços deixa cinco feridos, diz polícia

Acidente ocorreu enquanto vagões saiam de túnel; 29 pessoas foram resgatadas

Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas após um trem descarrilar nos Alpes Suíços, perto do povoado de Goppenstein, nesta segunda-feira (16), informou a polícia, acrescentando que a causa ainda é desconhecida.



Um dos feridos foi levado para o hospital na cidade vizinha de Sion, enquanto os outros receberam atendimento no local, informou a polícia em um comunicado.


As 29 pessoas a bordo foram levadas para a estação de trem do povoado e, em seguida, transferidas de ônibus para a cidade de Gampel, no sopé do vale, disse o porta-voz da polícia do cantão de Valais, Daniel Imboden.


Segundo Imboden, a polícia foi acionada por volta das 7h (horário local) e o acidente ocorreu na saída de túnel. (CNN)


Ataques de Israel deixam 11 mortos em Gaza, dizem autoridades palestinas

Forças de Defesa de Israel disseram agir contra violação do acordo de cessar-fogo

Pelo menos 11 palestinos foram mortos em ataques aéreos israelenses no norte e no sul da Faixa de Gaza neste domingo (15), disseram autoridades palestinas de defesa civil e saúde, em uma ação que os militares israelenses classificaram como resposta às violações do cessar-fogo pelo Hamas.



Socorristas disseram que um ataque aéreo israelense contra um acampamento de tendas que abrigava famílias deslocadas matou pelo menos quatro pessoas, enquanto autoridades de saúde afirmaram que outro ataque matou cinco em Khan Younis, no sul do país.


"Nas últimas horas, as Forças de Defesa de Israel iniciaram ataques em resposta à flagrante violação do acordo de cessar-fogo pelo Hamas ontem na área de Beit Hanoun", disse um oficial militar israelense, acrescentando que "terroristas emergiram de um túnel a leste da linha amarela".


O funcionário classificou os ataques de domingo como "precisos" e em conformidade com o direito internacional, e afirmou que o grupo palestino cometeu mais de seis violações do cessar-fogo de outubro, incluindo o posicionamento a leste da "Linha Amarela", acordada no âmbito do cessar-fogo para demarcar as áreas controladas por Israel e pelo Hamas.


"Cruzar a linha amarela nas proximidades das tropas das Forças de Defesa de Israel, estando armado, é uma violação explícita do cessar-fogo e demonstra como o Hamas viola sistematicamente o acordo de cessar-fogo com a intenção de prejudicar as tropas das Forças de Defesa de Israel", disse o oficial.


Israel e o Hamas têm se acusado mutuamente de violar o acordo de cessar-fogo, um elemento do plano do presidente dos EUA, Donald Trump, para pôr fim à guerra em Gaza.


No sábado (14), os militares disseram ter identificado "terroristas" armados perto de membros das Forças de Defesa de Israel (IDF) que operam no norte da Faixa de Gaza.


As Forças de Defesa de Israel afirmaram que continuaram a destruir túneis subterrâneos no norte da Faixa de Gaza, em conformidade com o acordo.


Segundo informações, foram observados vários homens armados saindo do que seria um túnel e entrando sob os escombros de um prédio a leste da Linha Amarela.


Os militares disseram que aeronaves da Força Aérea atacaram o prédio e eliminaram dois homens armados, e que provavelmente outros militantes foram eliminados no ataque.


O Ministério da Saúde de Gaza afirmou que pelo menos 600 palestinos foram mortos por disparos israelenses desde o início do acordo de Gaza. Israel disse que quatro soldados foram mortos por militantes em Gaza durante o mesmo período. (CNN)


Quem é a adolescente que pode suceder Kim Jong-un na Coreia do Norte

Especialistas acreditam que Kim Ju Ae, filha do líder, deve ser a próxima a governar o país

Uma jovem adolescente envolta em mistério e intriga pode muito bem ser a próxima líder da isolada Coreia do Norte.



Alguns especialistas acreditam que o líder Kim Jong-un está preparando sua filha para ser sua sucessora, levando-a consigo em viagens cada vez mais frequentes e de alto nível, o que alimentou especulações nos últimos anos.


A idade exata da menina, que acredita-se se chamar Kim Ju Ae, é desconhecida, mas acredita-se que ela esteja no início da adolescência.


A teoria da sucessão ganhou ainda mais força na quinta-feira (12), depois que a agência de espionagem da Coreia do Sul afirmou acreditar que o ditador "entrou na fase de nomeá-la como sucessora".


O NIS (Serviço Nacional de Inteligência) apresentou esta avaliação atualizada em uma reunião fechada com parlamentares, que posteriormente compartilharam suas conclusões com jornalistas.


Além de simplesmente comparecer a eventos importantes, Ju Ae agora parece ter "expressado opiniões sobre algumas medidas" de política, disse o NIS, de acordo com parlamentares.


Nada disso foi oficialmente confirmado e muito permanece desconhecido sobre a família Kim. Poucas informações entram ou saem da Coreia do Norte, um dos países mais fechados e repressivos do mundo.


A pandemia aprofundou esse isolamento, com as fronteiras fechadas e a maioria das missões diplomáticas e organizações sem fins lucrativos internacionais restantes deixando o país.


Mas as agências de inteligência monitoram atentamente quaisquer eventos que possam oferecer uma pista, especialmente sobre o futuro da dinastia Kim, que governa a Coreia do Norte há gerações.


Um desses eventos será um importante encontro político previsto para o final de fevereiro, o primeiro em cinco anos, no qual o país poderá definir novas prioridades e promover mudanças no governo.


Os legisladores disseram que o NIS monitorará de perto se Ju Ae comparecerá à reunião, o nível de tratamento que lhe será dispensado, bem como quaisquer títulos simbólicos e outras pistas.


A filha do ditador

Especialistas ocidentais acreditam que Kim tem três filhos e que Ju Ae é a filha do meio, embora não haja como verificar essa informação.


O mundo tomou conhecimento da existência de Ju Ae pela primeira vez em 2013, quando o astro do basquete americano Dennis Rodman fez uma visita controversa à capital Pyongyang. Mais tarde, ele declarou ao The Guardian: "Eu segurei a bebê Ju Ae e conversei com (a esposa de Kim) também."


Ju Ae permaneceu discreta até sua primeira aparição pública em 2022, quando acompanhou seu pai no lançamento de um míssil balístico intercontinental. Fotos marcantes mostraram o líder de mãos dadas com uma menina de franja e com um longo rabo de cavalo, tendo como pano de fundo o imponente míssil.


Nos anos seguintes, ela fez mais aparições públicas, inclusive em eventos militares, como um desfile na capital, onde observou fileiras de mísseis balísticos intercontinentais.


Sua primeira viagem pública ao exterior ocorreu em setembro passado, quando acompanhou seu pai a Pequim para assistir ao desfile militar do líder chinês Xi Jinping.


Numa demonstração de força durante o desfile, Kim e o presidente russo Vladimir Putin flanquearam Xi, caminhando à frente de outros líderes mundiais, formando um trio de autoritários alinhados na missão de criar uma nova ordem mundial, contrariando o Ocidente.


Enquanto eles projetavam essa mensagem contundente para o mundo em um espetáculo assistido por milhões, em algum lugar de Pequim – escondida das câmeras – estava a jovem Ju Ae.


Ela é a única filha de Kim com alguma visibilidade, sendo regularmente tratada pela mídia estatal como "filha amada" e "querida filha".


Se Kim tiver outros filhos, eles nunca foram mostrados em público.


Mas nem todos acreditam que Ju Ae tenha sido escolhida como sucessora. Alguns especialistas argumentam que se trata apenas de uma jogada de marketing para atrair atenção internacional.


Durante muitas décadas, foi um mistério como os sucessores da família Kim eram escolhidos, disse um especialista à CNN. Então, por que mudar isso agora?


Os outros filhos de Kim podem ser os escolhidos, e essa pode ser uma decisão deliberada para mantê-los fora dos holofotes por enquanto, preservando seu anonimato e permitindo que tenham mais opções de educação ou treinamento, disseram especialistas à CNN.


O próprio Kim estudou na Suíça na década de 1990. Mas essa é uma opção improvável para Ju Ae, com os holofotes totalmente voltados para ela.


Muita coisa pode acontecer até o momento da eventual sucessão. Podem passar-se muitos anos até que Kim – que se acredita estar na casa dos 40 – precise passar o bastão. (CNN)

EUA lança ataques militares em série contra o Estado Islâmico na Síria

Investida militar foi realizada do dia 3 ao dia 12 de fevereiro contra 30 alvos no território sírio. Ação seria resposta a emboscada

O Comando Central (Centcom) dos Estados Unidos divulgou, neste sábado (14/2), imagens de ataques realizados no território da Síria contra o Estado Islâmico do dia 3 ao dia 12 de fevereiro.



Os norte-americanos divulgaram que ao todo foram realizados dez ataques contra mais de 30 alvos na Síria. Os locais alvejados, sustentam os EUA, pertencem a células remanescentes do Estado Islâmico.


Os locais atacados são descritos pelo Comando Central como espaços de infraestrutura e depósitos de armas do Estado Islâmico com munições de precisão lançadas por aeronaves de asa fixa, helicópteros e drones.

As ações contra o Estado Islâmico pertencem à Operação Hawkeye Strike, que foi lançada em resposta a um ataque de 13 de dezembro contra forças americanas e sírias em Palmira. À época do ataque do grupo terrorista, dois militares americanos e um intérprete americano morreram na emboscada.


Os Estados Unidos afirmam que mais de 50 terroristas do Estado Islâmico foram mortos ou capturados e mais de 100 alvos de infraestrutura do atingidos nas operações direcionadas realizadas ao longo de dois meses.


Ataque anterior

No início de fevereiro, os EUA já haviam divulgado a realização de cinco ataques efetuados entre o fim de janeiro e o início deste mês. As investidas foram realizadas por meio de drones.


Washington afirmou à época que a onda de ataques, efetuada de 27 de janeiro a 2 de fevereiro, ocorreu em coordenação com aliados da coalizão internacional, que atua contra o grupo extremista em território sírio desde 2014. (Metrópoles)

Musk e Bezos fortalecem empresas, mas ambos competem com a China pela Lua

Ambas as empresas visam levar humanos de volta à Lua antes da missão planejada pelos chineses, em 2030

A corrida espacial entre bilionários americanos está se intensificando, com a SpaceX, de Elon Musk, planejando construir uma base lunar e Jeff Bezos impulsionando as ambições da Blue Origin, enquanto ambas as empresas visam levar humanos de volta à Lua antes da missão planejada pela China, em 2030.



Com um IPO planejado para este ano, o CEO da SpaceX, Elon Musk, afirmou em entrevistas recentes em podcasts e reuniões da empresa que deseja construir a "Base Lunar Alpha" e instalar um dispositivo de lançamento de satélites na superfície lunar. A base lunar ajudaria a construir sua rede de computação de IA idealizada, com até um milhão de satélites.


A intensificação dos esforços de Musk em direção à Lua desviou o foco da SpaceX da missão de colonização de Marte, que ele vem promovendo consistentemente desde a fundação da empresa em 2002. Ainda no verão passado, Musk afirmou que esperava lançar uma missão não tripulada da Starship para o Planeta Vermelho, chamando a Lua de "distração".


Nas últimas semanas, a empresa espacial de Bezos, Blue Origin, também tem se concentrado mais em seu próprio programa lunar, encerrando seu negócio de turismo espacial suborbital para direcionar esses recursos para seu programa de pouso lunar Blue Moon, visando uma missão não tripulada planejada para a superfície ainda este ano.


Musk agora quer convencer os investidores de que a SpaceX continuará sendo a força dominante no setor espacial, antes de um IPO planejado para o final deste ano, que poderá avaliar a empresa em mais de US$ 1 trilhão.



Após uma série de publicações de Musk no X esta semana sobre uma "guinada" para a Lua, Bezos postou uma imagem em preto e branco de uma tartaruga, relembrando a fábula de Esopo na qual a tartaruga lenta e constante vence a corrida contra a lebre veloz, porém impulsiva. A Blue Origin adotou essa fábula em seu lema "Gradatim Ferociter", latim para "passo a passo, ferozmente".


Executivos de outras empresas espaciais afirmam que também esperam se beneficiar do aumento dos gastos com o novo projeto lunar por parte do governo dos EUA e de suas duas principais empresas contratadas para o setor espacial.


Bezos está no encalço de Musk

A missão não tripulada da Blue Origin à Lua este ano é um prelúdio para um pouso de astronautas, parte do programa Artemis da Nasa, que também depende fortemente da Starship da SpaceX.


Na semana passada, o módulo de pouso da Blue Origin, empresa sediada em Seattle, foi enviado ao Centro Espacial Johnson da Nasa, no Texas, para testes térmicos e de vácuo, uma etapa fundamental em seu desenvolvimento rumo ao lançamento.


A Blue Origin e a SpaceX estão construindo seus módulos de pouso lunar com bilhões de dólares em financiamento da Nasa, que pretende utilizá-los para uma série de pousos tripulados na Lua, começando com a Starship da SpaceX. A Nasa pousou os primeiros humanos na Lua em 1969, e um total de 12 astronautas americanos caminharam na Lua como parte do programa Apollo, que terminou em 1972.



A Nasa vê o retorno à Lua como um ensaio para futuras missões a Marte. A agência pressionou as empresas a acelerarem o desenvolvimento de seus módulos de pouso lunar para vencer a corrida espacial contra a China, que tem como meta o pouso de astronautas na Lua em 2030.


Musk afirmou esta semana que deseja ir um pouco além, construindo uma "cidade autossustentável" na Lua e lançando satélites de IA da superfície lunar — parte de seu objetivo mais amplo de expandir a computação de IA para o espaço, após a aquisição da xAI pela SpaceX neste mês.


"Se a Lua se tornar um ponto de partida estratégico, e um que seja importante para a SpaceX, se eles conseguirem chegar lá primeiro ou antecipadamente e construir essa infraestrutura, eles poderão ter influência sobre como ela será usada e como será utilizada", disse Andrew Chanin, CEO da ProcureAM, uma empresa de investimentos especializada no setor espacial.


Efeito de ondulação impulsionam Empresas Espaciais

O foguete Starship da SpaceX ainda não colocou nenhum objeto em órbita, mas já foi lançado 11 vezes desde 2023 e está pronto para um teste aprimorado em um mês. O estágio superior do foguete, que funciona como módulo de pouso lunar, tem como meta um pouso tripulado na Lua em 2028, data que muitos na indústria consideram difícil de cumprir.

Veja imagens da missão Artemis II




A SpaceX ainda tem muitos passos a percorrer no desenvolvimento da Starship como um módulo de pouso lunar, desde praticar seu inovador processo de reabastecimento em órbita com outra Starship "tanque" até pousar com segurança na superfície acidentada da Lua antes de transportar humanos a bordo.


Kathy Lueders, que liderou a unidade de operações espaciais tripuladas da Nasa antes de ir para a SpaceX supervisionar o centro de desenvolvimento da Starship no Texas, disse que a urgência na rivalidade entre SpaceX e Blue Origin, com Musk agora mais focado na Lua, ajuda a Nasa a competir com a China.


"Com Elon fazendo essas declarações, essa empresa agora está totalmente focada em voltar à Lua", acrescentou Lueders, atualmente consultor independente do setor .


A competição entre Musk e Bezos está se espalhando para outros setores da nascente indústria lunar dos EUA.


"Vinte investidores entraram em contato comigo esta semana", disse Justin Cyrus, CEO da Lunar Outpost, empresa que enviou um veículo explorador à superfície da Lua, antecipando planos futuros para a construção de uma série de infraestruturas lunares.


"Há uma mudança muito palpável na mentalidade da comunidade de investimentos na superfície lunar nos últimos dois anos, e acho que o anúncio de Elon tornou isso ainda mais urgente", disse ele.


Foguete da China "dá ré no mar"

As autoridades chinesas informaram na quarta-feira (11) que realizaram com sucesso um teste de voo de demonstração do foguete transportador Longa Marcha-10, em um claro recado aos Estados Unidos na “corrida” pela exploração da Lua.


O teste do transportador foi realizado no Campo de Lançamento Espacial de Wenchang, à beira do mar, na Província de Hainan, uma ilha no sul da China, segundo a Xinhua.


A China pretende levar seus astronautas para a Lua antes de 2030. A espaçonave Mengzhou, cuja tradução do nome é "Navio de Sonho", foi projetada principalmente para tal missão. (CNN)


Após caso de ucraniano, COI pode rever regras sobre liberdade de expressão

Apesar de considerar uma revisão, presidente da entidade afirma que atletas endossam as regras atuais

O Comitê Olímpico Internacional (COI) estaria aberto a revisar as diretrizes que regem o direito dos atletas de se expressarem livremente nos Jogos Olímpicos de Inverno, mas as regras vêm sendo aceitas pelos competidores, afirmou a presidente do COI, Kirsty Coventry, nesta sexta-feira (13).



O caso do piloto de skeleton ucraniano Vladyslav Heraskevych, que foi desclassificado da Olimpíada de Milão-Cortina na quinta-feira (12) devido a um capacete que exibia atletas mortos desde a invasão russa da Ucrânia, trouxe as regras sobre liberdade de expressão novamente para o foco das atenções.


Heraskevych recorreu ao Tribunal Arbitral do Esporte (CAS), exigindo sua reintegração nas Olimpíadas.


Coventry, que foi eleita para o principal cargo do COI no ano passado, liderou uma revisão das diretrizes que regem a expressão nos Jogos como chefe da comissão de atletas em 2021.


"Isso (qualquer nova revisão das diretrizes) seria da competência do grupo de trabalho que analisa todos os princípios fundamentais do Olimpismo", disse Coventry em coletiva de imprensa nesta sexta-feira.


"Tive várias conversas com atletas nos últimos dias. Eles ainda sentem fortemente que devemos ser capazes de manter parte do nosso movimento olímpico e da sua experiência olímpica em segurança", acrescentou.


Evitando "distrações"

De acordo com as regras atuais, os atletas podem levantar questões de interesse ou preocupação para eles em qualquer uma das entrevistas coletivas dos Jogos, nas zonas mistas, reuniões de equipe, entrevistas ou nas redes sociais.


Mas não podem fazê-lo no momento da competição ou nas cerimônias de medalhas. O COI afirma que quer manter os locais de prova livres de qualquer distração.


A Regra 50.2 da Carta Olímpica estabelece que "nenhum tipo de demonstração ou propaganda política, religiosa ou racial é permitida em qualquer local, sede ou área olímpica".


Com o rápido avanço das redes sociais e um ambiente político tenso nos Estados Unidos antes das Olimpíadas de Los Angeles em 2028, há preocupações de que essas regras possam ser ainda mais testadas nos Jogos de Verão daqui a dois anos.


"Se nossos atletas quiserem que analisemos (as regras), estamos abertos a tudo. Mas as regras são as regras de hoje, e acredito que são boas regras. Elas protegem nossos atletas de serem usados. Os atletas acreditam que as diretrizes são relevantes no mundo atual", disse Coventry. (CNN)


EUA e China travam corrida espacial de olho na Lua; veja quem está ganhando

Primeira disputa aconteceu durante a guerra fria, conheça inovações do país norte americano e da União Soviética; Brasil busca espaço entre atores espaciais, mas enfrenta desafios



Após décadas de disputa entre a União Soviética e os Estados Unidos, a corrida espacial ganha novo contorno com o avanço militar e econômico da China, que virou protagonista da disputa atual. 


Desde o começo, o espaço é considerado um novo território da guerra. Após os conflitos na terra, água e ar, grandes potências enxergavam o infinito espacial como um novo cenário militar. Atualmente, não é diferente, apesar da característica científica de exploração e união de pessoas em torno do avanço da sociedade.


"Um aspecto central da capacidade militar no espaço hoje é o desenvolvimento de armas antissatélites. Tratam-se de mísseis balísticos capazes de atingir e destruir satélites para 'cegar' o inimigo durante um conflito. Até o momento, Estados Unidos, China, Rússia e Índia são os países que já testaram essa tecnologia com êxito, estabelecendo o marco principal do poder militar espacial contemporâneo", aponta Ronaldo Carmona, professor de geopolítica da Escola Superior de Guerra e pesquisador sênior do Centro Brasileiro de Relações Internacionais


A China está em disputa direta com os Estados Unidos para definir qual potência irá colocar os pés na Lua, após mais de 50 anos da última vez que o ser humano esteve por lá, em 1972, com o programa Apollo 17.  O país oriental, por meio da CNSA (Administração Espacial Nacional da China) espera que a missão seja concluída até 2030, prazo similar ao do Artemis II, programa americano. 


A disputa entre os dois países está indefinida, mas acirrada, assim como aconteceu durante a Guerra Fria. Ao mesmo tempo em que os Estados Unidos, por meio da empresa Space X, revolucionaram a reutilização de foguetes, a China fez o primeiro pouso de uma sonda no lado oculto da Lua. 


O plano dos Estados Unidos para voltar a Lua, envolve o Starship, que pretender ser o maior sistema de foguete da história, porém há dúvidas sobre a execução do projeto, por parte das próprias autoridades norte-americanas, que o plano irá funcionar.


"Esse é um plano que nenhum administrador da Nasa, que eu tenha conhecimento, teria selecionado se tivesse tido a escolha", disse Bridenstine, administrador da Nasa (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) durante o primeiro mandato do Presidente Donald Trump.


Iniciativa privada

No século passado, todo confronto tecnológico era disputado por governos. Já nos dias atuais, empresas como a Space-X de Elon Musk tem papel primordial na corrida contra o tempo para o retorno do homem à Lua.


"Diferente da Guerra Fria, onde os programas eram estritamente governamentais, a corrida atual está aberta e o apoio da indústria privada é essencial para que os americanos tentem garantir a liderança novamente", observa Gunther Rudzit, professor de relações internacionais.


O maior herói da corrida espacial, por ter sido o primeiro homem a pisar na Lua, o astronauta Neil Armstrong, criticou a entrada de participantes da indústria privada no setor aeroespacial, entre 2010 e 2011, durante um depoimento ao Congresso americano. O astronauta morreu pouco depois, aos 82 anos.


"O cenário espacial mundial mudou e hoje não são apenas governos que disputam o espaço; há uma forte competição por negócios envolvendo grandes investidores privados. Atividades cotidianas, como geolocalização e comunicação, dependem desses serviços. Além disso, as disputas internacionais recrudesceram, e a ideia utópica do espaço como um bem comum deu lugar ao conceito de domínio do espaço", aponta o coronel Carlos Moura, ex-presidente da Agência Espacial Brasileira.


O Brasil entra no jogo?

Nos anos 80, a China, atual principal player da nova corrida espacial, enviou cientistas ao Brasil para aprenderem o desenvolvimento de tecnologia, com profissionais brasileiros que fizeram estágio na Nasa.


Para o especialista na relação China/Brasil e professor da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Maurício Santoro, o Brasil teve um papel fundamental no pontapé inicial do estágio do avanço chinês. A parceira sino-brasileira, inclusive, desenvolveu satélites que atuam até hoje no controle do desmatamento da Amazônia.


"Naquele momento os chineses eram muito interessados em cooperar com o Brasil na área espacial e eles fizeram a proposta ao governo brasileiro de se criar um programa conjunto para construir e lançar um satélite artificial. Esse programa existe até hoje, ele se chama CBERS (China-Brasil Earth Satellite Resources Satellite). A razão pela qual a China queria essa cooperação brasileira é porque na época a China estava sujeita a muitas sanções, a muitos bloqueios por parte dos Estados Unidos, da Europa, e o Brasil não estava", afirma Santoro.


Com o tempo, o Brasil sofreu impactos no orçamento, na troca de governos e o investimento na autonomia espacial ficou comprometida, mas a retomada do setor é vista como prioridade para especialistas.


"O Brasil, dada a sua condição geográfica, população e economia, necessita de aplicações espaciais em áreas como meio ambiente, agricultura e logística. Atualmente, o país domina partes da tecnologia e sabe transformar informações espaciais em benefícios para a sociedade, mas ainda não possui uma economia espacial consolidada, ao contrário dos setores aeronáutico e de agricultura", diz o coronel Moura.


Investir no setor é fundamental não apenas para a defesa militar, mas para a segurança da economia e dos serviços essenciais ao cidadão, buscando um grau maior de autonomia nacional

coronel Carlos Moura, ex-presidente da Agência Espacial Brasileira

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A China e o Brasil anunciaram, em 2025, mais uma parceria começaram a construir um laboratório conjunto para tecnologias espaciais, de acordo com a empresa estatal chinesa de eletrônicos de defesa CETC. A ideia é aprofundar os laços científicos entre as duas nações, já que há um grande projeto de telescópio na América do Sul.


A CNN Brasil, em março, vai publicar uma série de reportagens sobre Brasil na Lua, contando as atuais atividades espaciais do país, na expectativa do lançamento do programa Artemis II.


Ponto a ponto da primeira corrida espacial

De um lado, os Estados Unidos; do outro, a União Soviética. A rivalidade entre os dois países passou a se manifestar em diferentes frentes, envolvendo disputas militares, políticas, econômicas e tecnológicas.


"A União Soviética possuía um conjunto científico e industrial capaz de chegar à Lua, mas enfrentou um grande gargalo tecnológico no desenvolvimento de seus foguetes, que sofreram acidentes críticos. Diante de dificuldades internas e de infraestrutura, as autoridades soviéticas decidiram que não valia a pena continuar a disputa lunar direta com os americanos. Assim, redirecionaram seus esforços para outros marcos, como as sondas interplanetárias e as estações espaciais, setor no qual foram pioneiros", analisa coronel Moura.


A União Soviética, que poucas décadas antes da Revolução Bolchevique de 1917 ainda apresentava uma economia majoritariamente agrária e baixos níveis de industrialização em comparação com potências ocidentais, passou por um  acelerado processo de transformação.


Anos depois, o país já investia em ciência, engenharia e tecnologia, a ponto de disputar protagonismo com os Estados Unidos, principalmente na corrida espacial.


Ao longo das décadas de 1950 e 1960, uma sequência de feitos inéditos marcou a corrida espacial entre soviéticos e norte-americanos. A seguir, veja alguns dos principais marcos que definiram essa disputa.


1957 - Sputnik 1

O Sputnik 1, o primeiro marco importante da Guerra Fria, foi lançado pela União Soviética em 4 de outubro de 1957 e tornou-se o primeiro satélite artificial da história a entrar em órbita da Terra.


O equipamento, uma esfera metálica com cerca de 58 centímetros de diâmetro, transmitia sinais de rádio que podiam ser captados por estações em diferentes países, confirmando o funcionamento do sistema.


Como resposta, os Estados Unidos ampliaram investimentos em pesquisa e desenvolvimento, o que contribuiu para a criação da National Aeronautics Space Administration, a Nasa, em 1958.


1957 - Sputnik 2

O segundo marco importante também foi da União Soviética. Ainda em 1957, o Sputnik 2 levou o primeiro ser vivo para fora do planeta Terra: a cadela Laika. A missão colocou em órbita o segundo satélite artificial da história .


A espaçonave tinha massa aproximada de 508 kg e não possuía sistema de reentrada. O satélite transmitiu dados por telemetria sobre condições biológicas e ambientais. Laika morreu poucas horas após o lançamento.


O Sputnik 2 permaneceu em órbita por cerca de cinco meses, reentrando na atmosfera em abril de 1958, onde desintegrou-se.


1958 - Criação da Nasa

A Nasa (National Aeronautics and Space Administration) foi criada pelos Estados Unidos em 1958, em resposta as missões Sputnik 1 e Sputnik 2.  A nova agência substituiu a NACA (National Advisory Committee for Aeronautics) e passou a centralizar os programas espaciais civis do país.


Desde sua fundação, a Nasa assumiu a coordenação de missões científicas, desenvolvimento de tecnologias aeroespaciais e projetos de exploração espacial.


1959 - Luna 1, Luna 2 e Luna 3

A Luna 1 foi lançada pela União Soviética em 2 de janeiro de 1959. A missão tinha como objetivo atingir a superfície da Lua, mas a espaçonave não realizou a correção de trajetória prevista e passou a cerca de 6 mil quilômetros do satélite natural. Com isso, tornou-se o primeiro artefato humano a escapar da gravidade terrestre e entrar em órbita ao redor do Sol.


Durante o voo, a Luna 1 coletou dados científicos sobre o espaço interplanetário. Entre os resultados, registrou medições do vento solar e confirmou a ausência de um campo magnético significativo na Lua.


Poucos meses depois, a União Soviética lançou a Luna 2, em 12 de setembro de 1959. Diferentemente da missão anterior, a espaçonave seguiu a trajetória planejada e atingiu a superfície lunar. Foi o primeiro objeto produzido pelo ser humano a alcançar outro corpo celeste. Pouco tempo depois, a missão Luna 3 fez as primeiras imagens do lado oculto da Lua.


1961 - Yuri Gagarin/Vostok 1

O soviético Yuri Gagarin tornou-se o primeiro ser humano a viajar ao espaço em 12 de abril de 1961. A missão foi realizada pela União Soviética, a bordo da nave Vostok 1, lançada do Cosmódromo de Baikonur.


Entre as características físicas marcantes da cabine está o visor localizado abaixo dos pés do astronauta, que permitiam a observação da Terra durante o voo.


O voo teve duração de aproximadamente 108 minutos. Durante a missão, a nave completou uma órbita ao redor da Terra antes de iniciar o retorno. Gagarin ejetou-se da cápsula durante a reentrada, conforme o protocolo da missão, e pousou em segurança em território soviético. O cosmonauta preferiu a famosa frase "A terra é azul".


1961 - Alan Bartlett Shepard Jr.

No rastro da União Soviética, Alan Bartlett Shepard Jr. foi enviado para o espaço pelos Estados Unidos em 5 de maio de 1961. Ele viajou a bordo da cápsula Freedom 7, em um voo suborbital que durou cerca de 15 minutos.


Anos depois, Shepard voltou ao programa espacial após passar por um tratamento médico que corrigiu um distúrbio no ouvido interno que havia interrompido temporariamente sua carreira.


1968 - Apollo 8

Em 1961, o então presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, declarou ao Congresso que o país tinha como meta levar um homem à Lua e trazê-lo em segurança à Terra antes do fim da década.


Até aquele momento, a União Soviética acumulava marcos importantes da corrida espacial, como o primeiro satélite artificial, o primeiro ser vivo em órbita e o primeiro voo humano. A conquista lunar passou a ser vista como o principal objetivo simbólico e tecnológico da disputa.


Lançada em dezembro de 1968, a missão Apollo 8 representou um avanço decisivo para a conquista. Pela primeira vez, humanos deixaram a órbita terrestre e viajaram até a Lua.


A tripulação, formada por Frank Borman, James Lovell e William Anders, entrou em órbita lunar e realizou dez voltas ao redor do satélite natural, testando manobras, sistemas de navegação e comunicações.


1969 - Apollo 11

Lançada em julho de 1969, a missão Apollo 11 marcou a primeira tentativa bem-sucedida de pouso tripulado na Lua. A tripulação era composta por Neil Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins. Após entrar em órbita lunar, Armstrong e Aldrin seguiram no módulo lunar Eagle em direção à superfície, enquanto Collins permaneceu em órbita no módulo de comando Columbia.


Um pequeno passo para o homem, mas um salto gigantesco para a humanidade

Neil Armstrong, ao pisar na lua pela primeira vez

Eles demoraram três dias até entrarem na órbita do satélite natural. Até que em 20 de julho Armstrong e Aldrin pousaram com segurança em Mare Tranquillitatis. Os astronautas caminharam na Lua por mais de duas horas, coletando rochas e solo e montando pacotes de experimentos. Collins ficou dentro do foguete.


A missão foi concluída com o retorno seguro à Terra, consolidando o principal objetivo do programa Apollo.


1975 - Venera/Foto de Vênus

Mesmo após a missão Apollo 11, que possibilitou o principal marco da corrida espacial e simbolizou a vitória dos Estados Unidos, os dois países continuaram investindo em missões e exploração científica. 


A partir de 1975, com sonda soviética Venera 9, foram registradas as primeiras imagens da superfície de Vênus. A missão conseguiu pousar no planeta e transmitir dados por um curto período antes de ser interrompida pelas condições extremas.


os registros soviéticos permanecem, até hoje, como as únicas fotografias feitas diretamente da superfície de Vênus.(CNN)

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