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Empresário desaparecido em naufrágio havia se casado há menos de um ano e esposa está grávida do primeiro filho

Henzo desapareceu no dia 30 de abril, após o barco virar em uma região de forte correnteza conhecida pelo risco de acidentes...

O empresário Henzo Alexandre Souza Amaro, de 24 anos, segue desaparecido dez dias após o naufrágio de uma embarcação no rio Machado, em Machadinho d’Oeste, interior de Rondônia. O jovem, morador de Ariquemes, havia se casado há menos de um ano e aguardava o nascimento do primeiro filho com a esposa, que está grávida de sete meses.


Henzo desapareceu no dia 30 de abril, após o barco virar em uma região de forte correnteza conhecida pelo risco de acidentes. Quatro corpos já foram encontrados pelas equipes de resgate, mas o empresário continua desaparecido.

A esposa dele, Natália Gaienski, com quem oficializou união em julho de 2025, tem usado as redes sociais para pedir ajuda da população e cobrar a retomada das buscas. Familiares acreditam que o jovem possa ter conseguido sair do rio e entrado em uma área de mata próxima ao local do acidente.

“Existe a possibilidade do meu irmão ter nadado e corrido para a mata. Como não encontramos o corpo, acreditamos que ele possa estar perdido ou ferido”, afirmou a irmã do empresário.

As buscas aquáticas foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros após cinco dias de operação, mas a Polícia Civil informou que pediu apoio de equipes especializadas do Bope, Exército Brasileiro e CORE para reforçar as buscas em áreas de floresta.

O naufrágio aconteceu em um dos principais pontos turísticos de Machadinho d’Oeste, região conhecida pela beleza natural, mas também pelas fortes correntezas e perigos para quem não conhece o local.

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Brasil Antenado entra no último mês de instalação de antenas parabólicas digitais

O programa Brasil Antenado está entrando no último mês de instalação de antenas parabólicas digitais em Rondônia. Portanto, estamos nas últimas semanas do período de agendamento, por parte de famílias ligadas ao CadÚnico, do equipamento que permite captação do sinal de TV aberta com qualidade digital de som e imagem.


Como estamos divulgando desde janeiro, famílias de baixa renda das cidades de Alto Alegre dos Parecis, Campo Novo de Rondônia, Nova Mamoré e Parecis estão tendo a oportunidade de atualizar seu sistema de recepção de sinal de TV inclusive em aparelhos de televisão antigos, aqueles de tubo. 

Trata-se de um projeto importante, que realmente muda a vida das pessoas a partir de inclusão social, inclusão digital e do acesso à informação em todo território nacional.


Em Rondônia, cerca de 9 mil famílias estão aptas a receber a nova parabólica digital gratuita. Para aderir ao programa, basta estar inscrito no CadÚnico e ter uma televisão em casa. 

O agendamento das novas antenas ocorre até o dia 13 de junho. O processo é simples, podendo ser feito pelo site brasilantenado.org.br ou pelo telefone 0800 729 2404 (também disponível via WhatsApp).


FONTE - ASSESSORIA.

Nova lei em Porto Velho garante passagem para moradores de rua voltarem à cidade de origem

A medida já está em vigor após publicação no Diário Oficial dos Municípios de Rondônia...


A Prefeitura de Porto Velho sancionou uma nova lei que cria o programa “De Volta à Minha Terra”, destinado a pessoas em situação de vulnerabilidade social que desejam retornar à cidade de origem. A medida já está em vigor após publicação no Diário Oficial dos Municípios de Rondônia.

O projeto, de autoria da vereadora Sofia Andrade, prevê auxílio para deslocamento e acompanhamento social de pessoas que manifestarem interesse voluntário em deixar a capital.

Segundo a legislação, para participar do programa será necessário comprovar situação de vulnerabilidade social e vínculo familiar ou comunitário com o local de destino. A análise ficará sob responsabilidade do serviço social do município.

A lei estabelece prioridade para pessoas em situação de rua, famílias com crianças, idosos, pessoas com deficiência e casos considerados de risco social grave ou violência doméstica.

O programa também prevê acompanhamento antes e depois da viagem, com o objetivo de auxiliar na reintegração social dos beneficiários na cidade de destino.

O texto não esclarece se o benefício será destinado apenas a estrangeiros ou também a moradores vindos de outros estados brasileiros.

Seletiva estadual dos Jogos Escolares de Rondônia acontece de 12 a 16 de maio, em Porto Velho

A iniciativa tem como objetivo definir os atletas que representarão Rondônia nas etapas nacionais do desporto escolar...

Começa nesta segunda-feira (12) em Porto Velho, a Seletiva Estadual Classificatória dos Jogos Escolares de Rondônia (Joer) nas modalidades individuais. A competição realizada pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), contempla as modalidades judô, nas categorias infantil e juvenil; karatê, na categoria infantil; e natação, nas categorias infantil e juvenil, reunindo estudantes-atletas representantes de 18 Superintendências regionais de educação do estado. A competição segue até sexta-feira (16) tem como objetivo definir os atletas que representarão Rondônia nas etapas nacionais do desporto escolar.

Inicialmente previstas para acontecer durante a etapa estadual em Cacoal, as modalidades foram antecipadas para Porto Velho com o objetivo de fortalecer a organização técnica e logística da competição, garantindo maior eficiência no planejamento, na alocação de recursos e na consolidação das informações dos participantes. A seletiva possui caráter classificatório para os Jogos Escolares Brasileiros (JEBs), promovidos pela Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), previstos para Brasília, entre os dias 11 e 26 de setembro, além dos Jogos da Juventude (JJ), organizados pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), programados para Foz do Iguaçu, entre os dias 20 de outubro e 4 de novembro.

Foto: Secom RO

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o fortalecimento do esporte escolar amplia oportunidades para os estudantes e contribui diretamente para o desenvolvimento educacional e social da juventude rondoniense. “O governo de Rondônia tem trabalhado para garantir estrutura, organização e incentivo ao esporte escolar, proporcionando aos estudantes condições de representar o estado em competições nacionais e desenvolver habilidades importantes para a formação pessoal e educacional”, destacou.

Segundo o titular da Secretaria de Estado da Educação, Massud Badra, a antecipação das modalidades assegura maior previsibilidade e equidade ao processo classificatório. “A antecipação permite uma gestão mais eficiente das etapas, garantindo o cumprimento dos prazos, a organização adequada das delegações e a participação dos estudantes nas competições nacionais com segurança e planejamento”, ressaltou.

O gerente de esporte escolar, Marcelo Araújo, enfatizou a relevância da experiência esportiva no ambiente educacional e no desenvolvimento integral dos estudantes. “Participar dos Jogos Escolares é uma experiência significativa para os alunos, porque vai além da competição. É um momento de convivência, de aprendizado e de superação, em que eles desenvolvem confiança, novas amizades e se reconhecem como protagonistas da própria história dentro da escola e na vida”, pontuou.

fonte - SECOM RO.

MPF e MPT cobram devolução de R$ 1,7 milhão após uso irregular de verba do SUS em Rondônia

Decisão definitiva determina ressarcimento de recursos do SUS utilizados de forma irregular para pagamento de seguros...


O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) executam judicialmente sentença contra o estado de Rondônia que determina a devolução de valores utilizados de forma irregular ao Fundo Estadual de Saúde. A medida é a etapa final de uma ação iniciada em 2001.

Após décadas de tramitação judicial, houve decisão definitiva em 2022 e, em março deste ano, a Justiça Federal intimou o MPF para apresentar os cálculos atualizados do valor devido, originalmente fixado em R$ 181,8 mil. A perícia do órgão atualizou o valor para R$ 1,7 milhão, montante já apresentado ao Judiciário para o cumprimento da sentença.

A ação civil pública do MPF e do MPT foi contra o estado de Rondônia e a União. Na sentença, proferida em 2005, a Justiça Federal condenou o estado ao ressarcimento dos valores, usados para pagamento de dívida com uma empresa de seguros. A condenação foi confirmada até o trânsito em julgado, quando a decisão se tornou definitiva.

Na sentença, o juízo destacou que uma ordem bancária apresentada pelos MPs como prova revelou, “de forma inconteste, a existência de irregularidades na gestão dos referidos recursos”. Por isso, a decisão judicial estabeleceu que o dinheiro da União volte às contas próprias.

Situação caótica – Em 2001, a ação dos MPs demonstrou a desorganização administrativo-financeira dos hospitais públicos de Rondônia: Hospital de Base Ary Pinheiro (HBAP), Hospital e Pronto Socorro João Paulo II (HPSJPII), Centro de Medicina Tropical (Cemetron), Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron) e Policlínica Oswaldo Cruz, todos na capital, Porto Velho; além dos hemocentros de Ariquemes, Ji-Paraná e Vilhena; hemonúcleos de Guajará-Mirim, Cacoal e Rolim de Moura; e do Hospital de Buritis.

“A verdade é que há pessoas apodrecendo aos poucos nos hospitais públicos de Rondônia sem que o Estado demonstre a mínima intenção de rever esse quadro. […] E a União limita-se a assistir ao quadro caótico e trágico”, afirmaram os MPs na ação. Os órgãos observaram que os recursos federais do Sistema Único de Saúde (SUS) chegavam ao estado por meio do Fundo Estadual de Saúde, conta específica destinada exclusivamente à saúde.

Na ação, MPF e MPT apontaram que diversas leis estavam sendo descumpridas:

• Estado de Rondônia não fez a destinação mínima de 7% da arrecadação estadual, deixando de destinar mais de R$ 18 milhões ao fundo estadual entre os meses de outubro de 2000 e fevereiro de 2001;
• Não havia plano de carreira, cargos e salários (PCCS) para os profissionais da área da saúde, mantendo-se os serviços por meio de contratações emergenciais ou por convênio com a extinta Fundação Riomar;
• O secretário estadual de Saúde não possuía autonomia, pois só poderia movimentar os valores do Fundo se houvesse assinatura conjunta com o secretário de Finanças;
• Os representantes dos usuários no Conselho Estadual de Saúde estavam em número menor que 50% do total de conselheiros e não havia paridade, como estabelece a legislação;
• Não existia plano de saúde, documento básico para aplicação e fiscalização dos recursos do SUS, e relatório de gestão, que deveria ser apresentado trimestralmente ao Conselho Estadual de Saúde e à Assembleia Legislativa.

Ao longo do processo, o estado informou as seguintes providências: o gasto de R$ 18 milhões foi para pagamento de pessoal da Saúde; regularizou a contrapartida para o Fundo Estadual de Saúde; o PCCS dos servidores da Saúde estava, na época, em trâmite Assembleia Legislativa; a gestão dos recursos do fundo voltou a ser só de responsabilidade do secretário de Saúde, restabelecendo a autonomia na gestão; estava em elaboração do plano de saúde e do relatório de gestão.

Próximos passos – Com o encerramento da fase de recursos, o MPF vai atualizar os cálculos e apresentar à Justiça Federal o montante exato que deve retornar aos cofres da saúde pública rondoniense. Após a apresentação dos cálculos, o estado de Rondônia será intimado para impugnar os valores ou realizar o pagamento via requisição judicial.

Ação civil pública nº 0003142-32.2001.4.01.4100
Consulta Processual

Governador Marcos Rocha amplia sigilo de agendas e viagens oficiais por até 5 anos

Servidores que tiverem acesso aos dados ficam submetidos a dever de sigilo, podendo responder administrativa, civil e criminalmente em caso de vazamento...


O governador Marcos Rocha sancionou uma nova legislação que amplia as possibilidades de sigilo sobre informações relacionadas às agendas oficiais e à logística de viagens de autoridades em Rondônia. A medida altera a Lei Estadual nº 3.166/2013, responsável por regulamentar o acesso à informação no Executivo estadual.

Com a mudança, dados considerados ligados à “segurança institucional”, como rotas de deslocamento, detalhes logísticos de viagens e agendas de autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, poderão ser classificados como “reservados” por até cinco anos.

A nova regra também amplia quem poderá determinar o sigilo das informações. Antes mais centralizada, a competência agora passa a alcançar autoridades máximas dos três poderes e agentes públicos que exerçam funções de direção, comando ou chefia, conforme regulamentação específica.

Segundo o texto da lei, o objetivo é reforçar a proteção da integridade física de autoridades, familiares e equipes de apoio durante deslocamentos e compromissos oficiais. No caso do governador e do vice-governador, o sigilo relacionado à segurança perde validade ao término do mandato.

A legislação determina ainda que informações protegidas deverão ser disponibilizadas aos órgãos de controle, como tribunais de contas, em até dez dias após o retorno das viagens oficiais. Servidores que tiverem acesso aos dados ficam submetidos a dever de sigilo, podendo responder administrativa, civil e criminalmente em caso de vazamento.

A nova norma também passou a ser analisada por especialistas em transparência pública e acesso à informação, que avaliam se a ampliação do alcance do sigilo poderá dificultar o controle social sobre atos e gastos públicos.

Criança de 9 anos m*rre em RO após infecção rara causada por ameba que ataca o cérebro

A vítima era moradora de Machadinho D’Oeste e estava internada no Hospital Regional de Cacoal...

Uma criança de 9 anos morreu em Rondônia após contrair uma infecção rara provocada pela ameba Meningoencefalite Amebiana Primária, conhecida popularmente como “ameba comedora de cérebro”. A vítima era moradora de Machadinho D’Oeste e estava internada no Hospital Regional de Cacoal.

Segundo a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), a criança morreu no dia 3 de abril, mas o diagnóstico da doença só foi confirmado uma semana depois, em 10 de abril, após análises laboratoriais realizadas pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.

De acordo com as autoridades de saúde, a infecção foi causada pela ameba microscópica Naegleria fowleri, encontrada em águas doces e mornas, como rios, lagos e açudes. A transmissão ocorre quando água contaminada entra pelo nariz, permitindo que o organismo alcance o cérebro pelo nervo olfativo.

A doença provoca uma inflamação severa no cérebro e pode evoluir rapidamente. Entre os primeiros sintomas estão febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos.

A investigação epidemiológica foi conduzida pela Secretaria Municipal de Saúde de Machadinho D’Oeste, com apoio da Agevisa e do Lacen de Rondônia.

Apesar da gravidade, a Agevisa informou que casos envolvendo a ameba são extremamente raros. 

A orientação é evitar que água de rios, lagos ou açudes entre pelo nariz durante mergulhos e utilizar apenas água tratada ou fervida em procedimentos de higiene nasal.

Primeira friagem do ano deve derrubar temperaturas em Rondônia neste fim de semana

Massa de ar polar avança sobre o estado e deve provocar chuva, trovoadas e queda de temperatura até a próxima segunda-feira...


A primeira friagem de 2026 deve atingir Rondônia entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), provocando mudanças no tempo e queda nas temperaturas em várias regiões do estado. A previsão é do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).

De acordo com o órgão, a mudança climática será causada pelo avanço de uma massa de ar polar formada entre a Argentina e o Uruguai, que sobe pelo Sul do Brasil em direção à Região Norte.

A previsão aponta que já na sexta-feira o tempo ficará mais instável em Rondônia. No sábado (9), áreas do estado devem registrar pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas, principalmente na região centro-sul.

Os efeitos mais intensos da friagem devem começar a ser sentidos no domingo (10), especialmente no Cone Sul rondoniense, onde as temperaturas devem cair de forma mais acentuada. Em Porto Velho, a chegada da frente fria está prevista entre domingo e segunda-feira.

Segundo o Censipam, a friagem deve permanecer atuando em Rondônia até o dia 12 de maio, mantendo o clima mais ameno e com possibilidade de chuva em diferentes regiões do estado.

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Após m*rte da adolescente Marta Isabelle, Rondônia cria lei para localizar alunos fora da escola

Nova legislação cria busca ativa escolar para localizar crianças e adolescentes fora das salas de aula após caso de jovem torturada até a morte em Porto Velho...


O Governo de Rondônia sancionou nesta terça-feira (5) a Lei Marta Isabelle, criada após a morte da adolescente encontrada com sinais de tortura em Porto Velho. A nova legislação estabelece uma política estadual de busca ativa escolar para localizar crianças e adolescentes fora da escola e reforçar a rede de proteção contra situações de violência e abandono.

O caso que deu origem à lei ganhou repercussão após as investigações apontarem que Marta Isabelle havia sido retirada da escola antes do crime e vivia em situação de isolamento dentro de casa até ser encontrada morta. A ausência de mecanismos para identificar estudantes afastados do ambiente escolar passou a ser discutida após a tragédia.

A nova norma determina que órgãos públicos, escolas, entidades sociais, igrejas e projetos comunitários atuem de forma integrada para identificar menores em idade escolar obrigatória que estejam sem matrícula ou tenham abandonado os estudos.

Entre as medidas previstas, escolas públicas e privadas deverão monitorar a frequência dos alunos e acompanhar transferências para garantir que os estudantes realmente estejam matriculados em outra unidade de ensino. 

Já organizações sociais, entidades assistenciais, igrejas e projetos esportivos poderão solicitar comprovante de matrícula escolar para participação em atividades e programas sociais.

A legislação também estabelece que qualquer suspeita de evasão escolar, abandono ou violência deverá ser comunicada imediatamente ao Conselho Tutelar. Após a identificação do caso, os órgãos responsáveis deverão iniciar buscas e adotar medidas para garantir o retorno seguro do estudante à escola.

Além da área da educação, a lei prevê atuação conjunta entre assistência social, saúde e segurança pública. O governo estadual também poderá firmar parcerias com municípios, União, organizações não governamentais e associações comunitárias para ampliar o alcance da política pública em Rondônia.

Ou seja, cada parte tem uma responsabilidade estabelecida dividida desta maneira:

Instituições de Ensino Públicas e Privadas

  1. Monitorar frequência dos alunos e identificar evasão;
  2. Acompanhar processos de transferência, confirmando junto à escola de destino se o aluno foi efetivamente matriculado.

Organizações da Sociedade Civil e Entidades de Assistência, Saúde e Filantropia

  1. Solicitar a identificação do menor e o comprovante de matrícula escolar atualizado.

Igrejas, projetos e centros esportivos

  1. Solicitar declaração escolar para atividades sociais, recreativas, esportivas, culturais ou para o recebimento de doações e benefícios de programas sociais próprios.

Todos os responsáveis devem comunicar ao Conselho Tutelar caso encontrem alguma inconsistência ou identifiquem situações de abandono escolar ou violência. Essa comunicação deverá ser feita com a máxima urgência.

Após a identificação de um caso, o Conselho Tutelar e os órgãos de segurança pública deverão iniciar imediatamente a busca pelo estudante e adotar medidas para garantir seu retorno seguro à escola.

A criação da Lei Marta Isabelle passa a representar uma tentativa de evitar que casos semelhantes ocorram novamente no estado, fortalecendo mecanismos de identificação precoce de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social e isolamento.

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Ministro da Fazenda critica Rondônia por não aderir à redução do ICMS

Para Durigan, recusa tem motivação política...

Brasília (DF) 06/05/2026 - O ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa do programa Bom Dia, Ministro. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou a decisão de Rondônia de não aderir à proposta do governo federal de reduzir o ICMS que incide sobre o diesel, medida temporária pensada para conter, no Brasil, a alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.

Segundo ele, a recusa tem motivação política e não técnica, uma vez que a maior parte dos estados — inclusive governados por opositores — aceitou a proposta para amenizar o impacto do aumento dos preços sobre a população.

“É lamentável que a gente tenha questões políticas orientando essa decisão neste momento em que estamos fazendo um esforço nacional em benefício da população”, disse Durigan nesta quarta-feira (6) durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação.

As razões para essa decisão do governo de Rondônia são “estritamente políticas”. “Se fossem razões técnicas, os outros 26 estados também apontariam essa questão”, disse o ministro.

Durigan ressaltou que, por depender fortemente do transporte rodoviário, Rondônia tende a sentir mais intensamente os efeitos da alta dos combustíveis e, por isso, a não adesão prejudica o próprio estado.

“Estados com governadores de oposição, que têm uma série de discussões duras conosco no Congresso Nacional, aderiram porque sentiram essa demanda”, disse o ministro.

“É muito lamentável que, por razões políticas, o governo do estado não tenha aderido”, acrescentou.

Rondônia é governado pelo policial militar Coronel Marcos Rocha, que, no início do ano, trocou de partido, saindo do União Brasil para se filiar ao PSD.

Durigan afirmou ainda que levará o caso ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para eventual avaliação de medidas alternativas em benefício da população local.

Agência Brasil tenta contato com o governo de Rondônia a respeito da não adesão à proposta de redução do ICMS e às críticas do ministro.

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fonte - agencia brasil.

Buscas por jovem desaparecido em naufrágio no rio Machado são encerradas após cinco dias

Corpo de Bombeiros deixou o local nesta terça-feira após operação que encontrou quatro vítimas; empresário de 24 anos segue desaparecido no rio Machado...


O Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia encerrou nesta terça-feira (5) as buscas por Henzo Alexandre Souza Amaro, de 24 anos, desaparecido após um naufrágio no rio Machado, em Machadinho D’Oeste. O jovem é a única vítima que ainda não foi localizada depois que uma embarcação virou durante um passeio na região.

As equipes realizaram os últimos trabalhos durante a manhã e deixaram o local no período da tarde, encerrando uma operação que durou cinco dias e mobilizou bombeiros, familiares e voluntários.

O acidente aconteceu na quinta-feira (30), quando cinco pessoas desapareceram após a embarcação virar em uma área conhecida pela forte correnteza. No sábado (2), quatro corpos foram encontrados e, desde então, os trabalhos estavam concentrados apenas na tentativa de localizar Henzo.

Durante a operação, foram utilizadas embarcações, drones e equipamentos de varredura aquática para tentar localizar a vítima. Henzo era empresário e morava em Ariquemes.

A cachoeira onde ocorreu o acidente é considerada um dos principais pontos turísticos da região e atrai frequentadores, principalmente praticantes de pesca esportiva. Apesar da beleza natural, moradores relatam que o local é perigoso e traiçoeiro para quem não conhece as condições do rio.

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