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Atlas: 47,3% têm mais medo da reeleição de Lula; 46% da eleição de Flávio

Levantamento ouviu 5.015 eleitores por recrutamento digital com margem de erro de um ponto percentual

Os eleitores brasileiros têm mais medo da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que da eleição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (23).



De acordo com o levantamento, 47,3% dos entrevistados têm receio da reeleição de Lula, enquanto 46% temem a eleição de Flávio. Já 6,5% se preocupam com ambos os cenários igualmente e apenas 0,1% dos entrevistados não soube responder.


Metodologia

A pesquisa AtlasIntel entrevistou 5.015 eleitores, entre os dias 17 e 22 de setembro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.


A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04739/2026. (CNN)

Zanin nega pedido de liminar para abrir CPI sobre ministros e caso Master

Ministro entendeu não haver, neste momento, elementos que justifiquem uma intervenção urgente do STF no Senado, mas pediu manifestação de Alcolumbre, da AGU e da PGR

O ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou na terça-feira (22) um pedido de liminar do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) para obrigar a presidência do Senado a abrir uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre a relação de ministros da Corte com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.



Zanin entendeu que não há, neste momento, elementos suficientes que justifiquem uma intervenção urgente do STF para determinar a abertura da comissão.


Além disso, segundo o ministro, em mandados de segurança contra autoridades do Legislativo, é necessário apresentar provas  "inequívocas" de que houve uma omissão inconstitucional, o que não ocorreu no pedido de Viana.


O ministro também afirmou que já houve um pedido de CPI relacionado ao Banco Master e considerou que o novo requerimento não apresenta um fato novo e independente, mas seria um desdobramento do pedido anterior.


"O recorte agora proposto, circunscrito às relações de determinadas pessoas com o controlador da instituição financeira, parece constituir desdobramento daquele mesmo conjunto de fatos, e não fato novo. A individualização de pessoas como alvo da apuração não parece suficiente, por si só, para conferir ao requerimento caráter inédito ou autônomo em relação ao pedido anterior", afirmou.


Apesar de negar a liminar, Zanin decidiu manter o processo em andamento. Ele determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), seja notificado para prestar informações. Depois, se quiser, a AGU (Advocacia-Geral da União) também poderá se manifestar em nome da União. Em seguida, deve ser ouvida a PGR (Procuradoria-Geral da República). Só então o caso poderá ser levado a julgamento do colegiado.


Pedido de CPI

Na ação apresentada ao STF, Vieira pediu que o tribunal obrigasse Alcolumbre a dar andamento ao pedido de abertura de uma CPI para investigar possíveis relações pessoais, financeiras ou funcionais entre os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.


O senador também quer que a comissão apure se essas relações tiveram alguma influência na atuação dos dois ministros no STF.


Vieira afirmou que o pedido de CPI cumpriu todas as exigências da Constituição e recebeu 41 assinaturas, número suficiente para que fosse protocolada.


Segundo o senador, porém, quase seis meses depois do protocolo, o requerimento continua parado, com o status de "aguardando encaminhamento". Para Vieira, a demora mostra uma omissão de Alcolumbre, que é responsável por dar andamento ao pedido e oficializar a abertura da comissão.


Conforme mostrou a CNN em levantamento realizado em junho, mais de 70% do Congresso apoia instalação de uma CPI para investigar caso Master. Os pedidos de abertura das comissões, porém, precisam passar pelo aval de Alcolumbre, que não deliberou sobre nenhum dos requerimentos até momento.


Ainda em junho, o presidente do Senado reclamou das cobranças recebidas e afirmou que uma CPI sobre o Master seria apenas "palanque eleitoral". (CNN)

Zanin vai relatar pedido para obrigar Alcolumbre a instalar CPI do Master

Senador Alessandro Vieira pede que STF dê 48 horas para Alcolumbre ler o requerimento e adotar medidas para instalar a CPI do Master

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado nesta terça-feira (22/9) relator de um pedido do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) para obrigar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a dar andamento à CPI que pretende investigar as supostas relações dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.



Em sua ação, Vieira pede que a Corte determine que Alcolumbre terá 48 horas, ou até a primeira sessão do Senado após ser intimado, para ler em plenário o requerimento de criação da CPI e adotar as medidas necessárias para criar e instalar a comissão.


O senador também quer que os líderes partidários recebam prazo de 48 horas para indicar os integrantes da CPI. Caso as indicações não sejam feitas, pede que o próprio presidente do Senado escolha os membros.


O pedido chegou ao STF depois de quase seis meses sem que o requerimento fosse lido no Senado. Alessandro Vieira afirmou, na ação enviada à Corte, que a CPI foi protocolada em 9 de março e que Alcolumbre não determinou até agora a leitura, a numeração ou a publicação do texto.


Segundo os documentos, o pedido de criação da CPI recebeu 35 assinaturas até o momento do protocolo e chegou, posteriormente, a 41 apoios. A Constituição exige o apoio de pelo menos um terço dos 81 senadores, ou 27 parlamentares, para a criação de uma CPI. 


A comissão proposta por Alessandro Vieira teria 11 titulares e seis suplentes, prazo de 120 dias e limite de R$ 50 mil em despesas. O objetivo é apurar eventuais relações pessoais, financeiras ou de outra natureza entre Moraes, Toffoli, Vorcaro e pessoas ligadas ao Banco Master. (Fonte: Metrópoles)

TRE-RO manda retirar propaganda eleitoral de praças e canteiros em até 48 horas

Medida vale em todo o estado e determina retirada de peças já instaladas em até 48 horas...

foto - folha do Sul Online

O Ministério Público (MP) Eleitoral obteve decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) que proíbe a instalação de propaganda eleitoral em canteiros centrais de vias públicas, jardins públicos, gramados, praças e rotatórias em todo o estado. O tribunal acolheu os argumentos apresentados pelo MP Eleitoral na representação sobre a irregularidade da prática e a necessidade de impedir sua continuidade e repetição. A decisão determina a retirada, em até 48 horas, das peças de propaganda já instaladas nesses locais.

Em um fundo verde-bandeira, destaca-se no canto superior direito a palavra
Foto: Comunicação/MPF.

A representação foi motivada por notícias de instalação em espaços públicos de windbanners, bandeiras fincadas com hastes ou vergalhões, painéis e pirulitos. Segundo o MP Eleitoral, a utilização desses locais contraria a legislação eleitoral e pode provocar poluição visual, degradação do espaço urbano e riscos à segurança viária. A representação destacou, ainda, que a atuação apenas sobre cada ocorrência individual seria insuficiente diante da possibilidade de repetição da prática em diferentes municípios de Rondônia.

Ao examinar a representação, o TRE-RO considerou que a legislação eleitoral proíbe propaganda em bens públicos e, especificamente, em árvores e jardins localizados em áreas públicas. O tribunal ressaltou que a proibição não depende da existência de dano físico ao patrimônio público. Reconheceu, ainda, que a instalação de hastes, vergalhões ou outros suportes no solo gramado ou ajardinado utiliza o espaço público protegido como base para a propaganda.

A decisão também acolheu a argumentação do MP Eleitoral de que a autorização para utilização de bandeiras móveis ao longo das vias públicas não afasta a proibição específica de propaganda em jardins públicos. Conforme o tribunal, a mobilidade da bandeira não torna lícita sua instalação em local expressamente proibido pela legislação. Assim, retirar a peça ao final do dia não descaracteriza a irregularidade quando ela permanece fincada no solo durante o período de exposição.

Outro ponto considerado foi a existência de precedentes do próprio TRE-RO que equiparam os canteiros centrais de vias públicas a jardins públicos. O tribunal citou julgamentos de 2022 e 2024 nos quais reconheceu como irregular a fixação de bandeiras nesses locais, inclusive quando não há dano ao espaço. A decisão manteve a orientação jurisprudencial.

O TRE-RO também concordou com os argumentos apresentados pelo MP Eleitoral sobre os riscos decorrentes da concentração de peças de propaganda nas proximidades de meios-fios, cruzamentos, retornos e rotatórias. Segundo a decisão, esses artefatos podem reduzir o campo de visão de motoristas, ciclistas e pedestres e interferir na percepção da sinalização e de veículos que se aproximam lateralmente. Para o tribunal, a ocorrência da prática em diferentes municípios constitui fator objetivo de risco que justifica a atuação preventiva.

Determinações – A decisão determina que os representados se abstenham de instalar, fixar, fincar, manter ou recolocar peças de propaganda nos locais proibidos durante o período eleitoral. A ordem abrange windbanners, bandeiras, cartazes, placas, pirulitos, suportes metálicos ou plásticos e materiais semelhantes. Fica ressalvada a utilização dos meios de propaganda em locais e condições expressamente permitidos pela legislação eleitoral.

Partidos, federações e coligações devem ser intimados para que, no prazo de 48 horas a partir da intimação válida, providenciem a retirada das peças já instaladas nos locais abrangidos pela decisão. Eles deverão ainda comunicar a determinação aos candidatos vinculados e orientar as respectivas campanhas sobre o cumprimento da ordem. O descumprimento da obrigação de não instalar novas peças poderá gerar multa de R$ 2 mil por artefato, limitada a R$ 100 mil por representado, enquanto o atraso na remoção poderá resultar em multa de R$ 1 mil por hora, limitada a R$ 50 mil por representado.

Representação nº 0601223-10.2026.6.22.0000
Consulta processual

fonte - MPF/RO.

Nikolas Ferreira vai a Ji-Paraná para ato pelo impeachment de Alexandre de Moraes

Manifestação será realizada neste domingo (27) e também terá como pautas a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro e as eleições de 2026...

O deputado federal Nikolas Ferreira estará em Ji-Paraná, Rondônia, neste domingo (27), para participar de uma manifestação em defesa do impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ato está marcado para as 10h30, no Espaço Beira Rio Cultural.

Nikolas Ferreira convoca a população para participar da mobilização, que terá como principais pautas o impeachment de Moraes, a defesa de uma anistia ampla, geral e irrestrita para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro e as eleições de 2026.

A manifestação ocorre em um momento de novos pedidos de impeachment contra Moraes no Senado. Em setembro, diferentes representações foram protocoladas contra o ministro e permanecem em tramitação. Cabe privativamente ao Senado processar e julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade. 

O ato será realizado a partir das 10h30, no Espaço Beira Rio Cultural, em Ji-Paraná.

Marcos Rogério quer “botar o Estado para funcionar” com saúde regionalizada, estradas e serviços mais perto da população

No debate da SICTV, candidato defendeu aproveitar estruturas dos municípios, conectar regiões e distritos e ampliar a proteção às mulheres como parte de uma mesma proposta de governo...

“Destravar Rondônia”, “botar o Estado para funcionar” e fazer “o orçamento público chegar nas pessoas”. Marcos Rogério (PL) usou expressões diretas para explicar, no debate da SIC TV desta segunda-feira (21), como pretende conduzir o Governo de Rondônia. Ao responder sobre saúde, infraestrutura, municípios, distritos e proteção às mulheres, o candidato voltou a uma mesma ideia em momentos distintos do programa para reduzir distâncias, aproveitar estruturas que já existem e fazer o Estado atender a população onde ela vive.

Na saúde, Marcos defendeu colocar a fila de atendimento para andar com participação da rede municipal, ampliar consultas, exames e cirurgias nas regiões e combinar essa descentralização com novas estruturas hospitalares. Citou o Hospital de Urgência de Porto Velho e um hospital de trauma no interior, mas insistiu que construir prédios não resolve, sozinho, o problema. “É pegar as estruturas que existem nos municípios e colocar para funcionar”, afirmou. Ao discutir o hospital de Cacoal, resumiu a lógica da proposta. “Não importa quem fez a obra, o importante é que ela funcione e atenda a população, de maneira descentralizada, de maneira regionalizada”, asseverou. O Saúde Perto de Casa, previsto no plano de governo, segue essa direção ao prever cofinanciamento estadual de consultas e exames nos municípios e atendimento especializado em polos regionais.

A mesma lógica apareceu na infraestrutura. Marcos relacionou pavimentação à conexão entre regiões, municípios e distritos e defendeu novas rotas para reduzir a dependência da BR-364. Percursos como a Rodovia do Boi, Estrada do Calcário, Rodovia da Figueira e ligações no Vale do Jamari estiveram entre os exemplos citados durante o debate. União Bandeirantes entrou nesse conjunto como uma das localidades que ainda dependem de estrada sem pavimentação para chegar à principal malha rodoviária. “Eles querem asfalto para conectar a rodovia ao distrito, eles querem internet e telefonia, eles querem atenção, programa que chegue lá”, disse, referindo-se aos moradores locais. O plano trata o tema em escala estadual, com um programa para integrar distritos por infraestrutura viária, conectividade e ações das secretarias e autarquias. “Pavimentar para conectar regiões e dar alternativa ao rondoniense”, resumiu.

Na proteção às mulheres, o candidato condensou a proposta em duas ações. “A minha proposta é prevenir e acolher”, salientou, ao defender a ampliação da Patrulha Maria da Penha, a oferta de tecnologia às mulheres sob medida protetiva para alertá-las sobre a aproximação do agressor e a criação de unidades de acolhimento para vítimas e filhos que não possam permanecer em casa. “É proteção a quem precisa”, sustentou. O Programa Aurora, incluído no plano de governo, prevê pelo menos cinco unidades regionais protegidas, com atendimento articulado entre segurança pública, assistência social, saúde, Defensoria Pública, Ministério Público e Judiciário.

O debate também levou Marcos a tratar de concessões, terceirizações e da relação do Estado com empresas prestadoras de serviços públicos. Ao responder sobre a Caerd, criticou uma eventual concessão sem discussão prévia sobre investimentos e tarifas e declarou oposição ao processo nas condições apresentadas. Sobre a Energisa, disse que não pretende conceder benefício à empresa e afirmou que cobrará os valores que considerar devidos ao Estado. Na discussão mais ampla sobre terceirizações, voltou ao argumento que permeou as demais respostas. “O Estado precisa funcionar para atender as pessoas. Ele precisa chegar lá aonde as pessoas estão”, declarou.

Na fala final, Marcos Rogério reuniu esse raciocínio à experiência acumulada percorrendo o Estado, retomando o sentido de suas declarações ao longo do debate em áreas distintas. “Eu conheço os 52 municípios de Rondônia, conheço os problemas, sei como botar esse estado para funcionar e fazer o orçamento público chegar nas pessoas”, concluiu.

fonte - assessoria.

Abjeto, leviano e estapafúrdio: os adjetivos de Mendonça ao rebater Moraes

Escolha de expressões pelo ministro para se defender e criticar as imputações feitas pelo colega ilustra a crise institucional do tribunal...

As 76 páginas de resposta do ministro André Mendonça às suspeitas levantadas por Alexandre de Moraes à sua atuação no STF (Supremo Tribunal Federal) trazem uma defesa de seu trabalho e críticas ao colega por meio da escolha de expressões permeadas por adjetivos que ilustram a crise institucional no tribunal.

Mendonça classifica como “manobra absurda” a instrumentalização da Polícia Federal por meio do uso de documentação sem valor probatório, o que, para o ministro, demonstra "evidente desvio de finalidade”, com o objetivo de imputar crimes a ele.

O ministro diz que o documento utilizado por Moraes para levantar suspeitas sobre sua atuação na condução do caso Master e do INSS “dedica-se exclusivamente à realização de análise crítica, seguida de elucubrações abstratas e genéricas" sobre os motivos que fundamentaram algumas de suas decisões.

Ao citar outro relatório que acompanha a decisão de Moraes, que o incluiu no inquérito das fake news em um primeiro momento e que mencionava sua relação com Jorge Messias, Mendonça afirma que o colega se utiliza de um documento "cujo teor é estapafúrdio e disparatado”.

O ministro relator dos casos Master e INSS afirma que o documento, a que se refere sempre entre aspas, "dá ensejo à abjeta e leviana acusação de que, por possuírem 'matriz religiosa comum' e terem sido destinatários de 'apoio obtido em meio às igrejas evangélicas para ambas as candidaturas ao Supremo Tribunal Federal', se explicaria a decisão tomada pelo Advogado-Geral da União de não acatar a solicitação do Diretor-Geral da Polícia Federal para interpor recurso em face de decisão judicial proferida por este Ministro”.

Mendonça também rechaça a desconfiança de que teria participado de negociações para a assinatura de acordos de colaboração premiada. “Trata-se de ilações verdadeiramente genéricas e falsas”, afirma.

Ao se referir ao trecho do relatório usado por Moraes que diz que Alcolumbre “constitui provável alvo estratégico”, Mendonça afirma tratar-se “de ilação que mantém os padrões de vagueza e carência de elementos mínimos de referência com a realidade concreta, sendo fruto de raciocínio embasado em 'cadeias inferenciais' de 'múltiplos elos', resultando em confiança 'baixa', para não se dizer que não merece nenhuma credibilidade”.

Mendonça diz que os documentos possuem "inúmeros vícios” e são "imprestáveis até mesmo para os fins a que originalmente se destinam, ante a sua absoluta impropriedade técnica e a manifesta ilicitude na sua produção”. 

FONTE - CNN BRASIL.

Marcos Rogério é contra novos impostos e aponta caminhos para aumentar a arrecadação em Rondônia

No debate, candidato defendeu investir em estradas para ampliar a produção, movimentar a economia e gerar receita

O candidato ao Governo de Rondônia Marcos Rogério participou, na noite desta sexta-feira (18), do debate promovido pelo Rondoniaovivo, no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho. Mesmo com o tempo limitado para as respostas, apresentou propostas para enfrentar desafios do estado e explicou caminhos que pretende adotar para colocá-las em prática.

Um dos principais embates ocorreu na discussão sobre tributação e infraestrutura. Questionado por um dos adversários sobre a criação de uma cobrança escalonada sobre a soja como forma de ampliar a arrecadação, Marcos Rogério se posicionou contra o aumento de impostos e defendeu investimentos na malha rodoviária como caminho para melhorar a infraestrutura e o escoamento da produção.

“Eu sou absolutamente contrário ao aumento de impostos. O nosso compromisso é o Estado não achincalhar o contribuinte”, afirmou.

Marcos Rogério defendeu um programa de pavimentação para criar novos corredores logísticos, além da recuperação das rodovias já asfaltadas, manutenção pesada das estradas não pavimentadas e substituição de pontes de madeira por estruturas de concreto e aço.

“O que nós vamos garantir é um programa robusto de pavimentação para criar novos corredores logísticos no Estado de Rondônia, e isso vai puxar o desenvolvimento do Estado”, disse.

A proposta apresentada no debate está entre as diretrizes do plano de governo de Marcos Rogério para infraestrutura e logística. O programa prevê ampliar a malha rodoviária pavimentada e desenvolver rotas alternativas para reduzir a dependência da BR-364 e melhorar a ligação entre regiões produtoras.

Entre os eixos previstos está a retomada da RO-370, a Rodovia do Boi, com prioridade para a pavimentação entre o Trevo da Pedra e Parecis e para a ligação rodoviária entre Alto Alegre e Triunfo. A proposta é ampliar as alternativas para o transporte de cargas, encurtar deslocamentos e integrar áreas produtivas.

O plano estabelece como meta elevar de 26% para 45%, até 2030, a parcela das rodovias estaduais pavimentadas. Para financiar as obras, prevê a formação de um fundo para pavimentação, reunindo contrapartidas do Tesouro Estadual e emendas da bancada federal.

Ao ser questionado sobre a situação das contas públicas e a capacidade do próximo governo de realizar investimentos, Marcos Rogério afirmou que a execução das propostas passa pela definição das prioridades do orçamento.

“Cada governo tem suas prioridades. E a nossa prioridade é investir em saúde, levando a saúde da atenção regional, melhorando a infraestrutura, conectando as regiões com asfalto novo”, declarou.

O candidato também relacionou a melhoria da infraestrutura ao apoio à produção rural. Para a agricultura familiar, defendeu o fortalecimento da Emater, oferta de maquinário e calcário e assistência técnica “da porteira para dentro”, com foco no aumento da produção e da renda.

“O apoio ao produtor rural não tem que ser necessariamente trazendo uma tributação nova para o nosso estado”, afirmou.

Ao longo do debate, Marcos Rogério apresentou propostas para diferentes áreas e procurou indicar os instrumentos previstos para executá-las, como fontes de financiamento, definição de prioridades orçamentárias e articulação entre os governos estadual e federal.

“É fazer o Estado funcionar de verdade. O Estado está travado, nós vamos destravar o Estado e fazer ele crescer, fazer avançar”, afirmou.

fonte - assessoria.

Zambelli pede ao STF retorno ao Brasil para votar no primeiro turno

Ex-deputada federal quer garantia de que não será presa e poderá retornar para a Itália...

A ex-deputada federal Carla Zambelli solicitou ao Supremo Tribunal Federal seu retorno ao Brasil para participar do primeiro turno da campanha eleitoral deste ano.

A parlamentar ingressou com um pedido de habeas corpus preventivo na segunda-feira (21), para que não seja presa em território brasileiro. Ela foi condenada pela Suprema Corte em dois processos, em pena que chega a quinze anos.

O argumento da parlamentar bolsonarista é votar em sua mãe, Rita Zambelli, que é candidata a deputada federal por São Paulo. Zambelli mora na Itália desde maio de 2025.

Ela chegou a ser presa no ano passado, mas a Corte de Cassação da Itália barrou o pedido de extradição do governo brasileiro e determinou a sua soltura em maio deste ano.

No pedido, o advogado da bolsonarista, Eduardo Mauricio, afirma que o retorno de Zambelli tem finalidade específica, que é exercer o direito ao voto no Brasil.

"O pedido é também para garantir o regresso da ex-deputada federal à Itália após o exercício do voto", disse o advogado à CNN.

FONTE - GUSTAVO URIBE - CNN BRASIL.

Marcos Rogério detalha propostas de proteção à mulher vítima de violência

Propostas incluem reforço da Patrulha Maria da Penha, tecnologia, acolhimento e apoio para recomeçar...

Ampliar a proteção e garantir apoio para que mulheres consigam romper o ciclo de violência estão entre as propostas apresentadas por Marcos Rogério (PL) durante o debate promovido pela SIC TV, afiliada da Record em Rondônia, na noite desta segunda-feira (21), em Porto Velho. O candidato defendeu o reforço da Patrulha Maria da Penha, o uso de tecnologia para aumentar a segurança das vítimas e acolhimento para mulheres e filhos que precisam deixar o ambiente de risco.

Ao abordar o tema, Marcos Rogério chamou atenção para a realidade de mulheres que trabalham, cuidam dos filhos e da família, mas convivem com o medo dentro da própria casa. Para ele, a resposta do Estado precisa garantir proteção efetiva às vítimas.

“A minha proposta é prevenir e acolher. Nós vamos ampliar a Patrulha Maria da Penha e garantir casa de acolhimento para a mulher e seus filhos, com proteção para quem precisa”, afirmou.

As medidas apresentadas no debate estão previstas no plano de governo. Entre elas está o Rondônia Protege Elas, programa que integra segurança pública, Justiça, assistência social, saúde e tecnologia para prevenir e enfrentar a violência doméstica. A proposta inclui a ampliação da Patrulha Maria da Penha e o fortalecimento das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs).

Outra iniciativa é o Escudo Digital da Mulher, plataforma integrada ao Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP), com aplicativo sigiloso, botão de emergência, geolocalização, monitoramento de medidas protetivas e despacho automático de viaturas.

No debate, Marcos Rogério explicou que pretende usar a tecnologia também para alertar a própria mulher quando um agressor monitorado por tornozeleira eletrônica ultrapassar a distância de segurança. Hoje, segundo ele, o alerta é recebido pela polícia. A proposta é fazer com que a vítima também seja avisada e possa se proteger.

Para as mulheres que precisam sair de casa para escapar da violência, o plano prevê o Programa Aurora – Depois da violência, nasce um novo começo. A proposta é criar uma rede de Unidades Regionais Protegidas, com localização sigilosa e atendimento integrado entre segurança pública, assistência social, saúde, Defensoria Pública, Ministério Público e Poder Judiciário.

Estão previstas pelo menos cinco unidades ao longo do governo, distribuídas para atender Porto Velho, Vale do Jamari, Região Central/Zona da Mata, Cone Sul e Guaporé-Mamoré.

“Nós vamos criar o programa Aurora para garantir acolhimento, porque muitas mulheres não têm para onde ir diante da violência e acabam ficando junto com o agressor”, afirmou Marcos Rogério.

Além do enfrentamento à violência, o plano de governo prevê medidas para ampliar a autonomia econômica e social das mulheres. O Rondônia por Elas – A transformação de Rondônia passa por elas reúne ações de qualificação, empreendedorismo, inovação, acesso ao crédito, cooperativismo, inclusão produtiva e geração de renda.

O programa também contempla mulheres que vivem nos bairros, distritos, comunidades tradicionais e áreas rurais, buscando ampliar o acesso a oportunidades e fortalecer a participação feminina no desenvolvimento das comunidades.

A proposta apresentada por Marcos Rogério combina prevenção, proteção e acolhimento com ações que possam ajudar as mulheres a reconstruir a vida com mais segurança, autonomia e acesso a oportunidades.

FONTE - ASSESSORIA.

Mendonça rebate acusações de Moraes e pede a Fachin arquivamento de ação

Ministro diz que colega de Corte deveria ser investigado por abuso de autoridade; manifestação foi enviada ao presidente do STF

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), rebateu nessa segunda-feira (21) às acusações feitas pelo ministro Alexandre de Moraes sobre sua atuação na condução das investigações relacionadas ao Banco Master e às fraudes no INSS. Na resposta, ele pediu o arquivamento da ação.



A manifestação foi encaminhada ao presidente da Corte, Edson Fachin. Além do "arquivamento sumário" do processo, Mendonça pede a abertura de uma investigação sobre "a origem, a autoria e demais circunstâncias nas quais foram elaborados os 'relatórios' de inteligência produzidos pela Polícia Federal.


Pede ainda que seja "expressamente determinada a proibição de elaboração de quaisquer novos 'relatórios' com o mesmo viés ou objeto, ante a sua manifesta inconstitucionalidade e ilicitude".


O procedimento contra Mendonça foi aberto depois que Moraes enviou à presidência do STF relatórios de inteligência da Polícia Federal apontando possíveis irregularidades cometidas por Mendonça na condução das investigações.


Fachin determinou primeiro a manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República) e, na sequência, concedeu cinco dias úteis para que Mendonça se pronunciasse sobre a forma, o conteúdo e a regularidade do procedimento, incluindo questões processuais.


Com a resposta, os autos retornam à presidência do Supremo. Fachin terá de definir os próximos passos, porém, em meio a um impasse ainda não resolvido pelo plenário sobre se as acusações contra Mendonça devem ser analisadas separadamente do procedimento que envolve Moraes.


Na última terça-feira (15), o STF começou a discutir a possibilidade de reunir os dois casos. A questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes dominou a sessão, inicialmente convocada para analisar relatório da PF baseado em dados extraídos do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O documento contém mensagens atribuídas a Vorcaro com referências a Moraes.


O julgamento foi interrompido após pedido de vista do ministro Flávio Dino, com placar parcial de 4 a 3 pela manutenção dos processos separados. Votaram pela separação Fachin, Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia; defenderam a análise conjunta Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Moraes.


O pedido de vista deixou sem definição a forma de tramitação dos dois procedimentos e também o calendário previsto para o caso de Mendonça. Fachin havia reservado o dia 23 de setembro para a análise das acusações contra o ministro, mas retirou o julgamento da pauta após a interrupção da discussão no plenário. (CNN)


Quaest: Flávio Bolsonaro tem 42% no 2º turno, contra 41% de Lula

Pela 2ª semana seguida, Flávio Bolsonaro aparece numericamente na frente de Lula. Os dois estão empatados dentro da margem de erro...


Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21/9) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente na frente em um cenário de 2º turno. O candidato do PL tem 42% dos votos, contra 41% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, de dois pontos.

  • Flávio Bolsonaro (PL): 42% (=)
  • Lula (PT): 41% (+1 p.p)
  • Indecisos: 14% (+1 p.p)
  • Branco/nulo/não vai votar: 3% (-2 p.p)

Na última pesquisa, divulgada em 14 de setembro, Flávio apareceu, pela primeira vez, numericamente a frente de Lula: com 42%, contra 40%.

A pesquisa Quaest também testou outros cenários de segundo turno. Confira:

Lula x Augusto Cury

  • Lula (PT): 39% (+ 1 p.p)
  • Augusto Cury (Avante): 35% (-1 p.p)
  • Branco/nulo/não vai votar: 21% (=)
  • Indecisos: 5% (=)

Lula x Ronaldo Caiado

  • Lula (PT): 41% (=)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 39% (=)
  • Branco/nulo/não vai votar: 16% (=)
  • Indecisos: 4% (=)

Lula x Renan Santos

  • Lula (PT): 41% (=)
  • Renan Santos (Missão): 38% (=)
  • Branco/nulo/não vai votar: 17% (=)
  • Indecisos: 4% (=)

Lula x Romeu Zema

  • Lula (PT): 46% (+1 p.p)
  • Romeu Zema (Novo): 32% (-1 p.p
  • Branco/nulo/não vai votar: 18% (=)
  • Indecisos: 4% (=)

Primeiro turno

Pesquisa Quaest mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto no 1° turno, ante a 33% de Flávio Bolsonaro (PL).

  • Veja os resultados para 1° turno:
  • Lula (PT): 37% (+1 p.p)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 33% (+2 p.p)
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 6% (-1 p.p)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4% (=)
  • Renan Santos (Missão): 3% (-1 p.p)
  • Romeu Zema (Novo): 1% (=)
  • Samara Martins (UP): 1% (+ 1p.p)
  • Clariana Barão (DC):0 (=)
  • Edmilson Costa (PCB): 0 (=)
  • Hertz Dias (PSTU): 0 (=)
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (=)
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata):0 =)
  • Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)
  • Indecisos: 8% (-2 p.p)
  • Branco/nulo/não vai votar: 7% (=)

Metodologia

A Pesquisa Quaest entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número BR-06004/2026.

Moraes se declara impedido em ação que envolve esposa e Vorcaro

Ministro havia sido sorteado relator do caso na sexta-feira (18); processo pede acesso a registros de entrada de nomes no Senado, incluindo do ex-banqueiro e de Viviane Barci...


O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), se declarou impedido nesta segunda-feira (21) para relatar um processo que envolve sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Como mostrou a CNN, Moraes havia sido sorteado relator da ação. Em despacho assinado nesta segunda-feira, porém, o ministro se declarou impedido de atuar no caso, com base no artigo 144, inciso IV, do CPC (Código de Processo Civil). Ele determinou o envio dos autos à Presidência do STF para a redistribuição do processo, conforme as regras internas da Corte.

Na ação, o vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo-PR) pede acesso aos registros de entrada no Senado Federal de diversas pessoas incluindo, além de Vorcaro e Viviane, nomes como Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.

Entenda

A ação foi inicialmente movida por Kilter na Justiça Federal do Paraná após o Senado negar, via LAI (Lei de Acesso à Informação), o acesso aos registros. No entanto, como o vereador apontou o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), como o responsável no processo judicial, o caso foi remetido ao STF.

Ao analisar o caso, a juíza da 1ª Vara Federal de Curitiba Thaís Sampaio Machado afirmou que a competência para julgar uma ação é definida pela autoridade apontada como coatora. Como Kilter indicou o presidente do Senado, que possui foro privilegiado, a magistrada entendeu que o processo deve ser julgado pelo STF.

"Sendo o Presidente do Senado Federal o representante máximo e integrante da Mesa Diretora daquela Casa Legislativa, a competência originária para apreciar o presente mandamus contra ato a ele atribuído ultrapassa à jurisdição desta Justiça Federal de primeiro grau, recaindo exclusivamente sobre a Suprema Corte", diz a juíza em despacho que reconheceu a "incompetência absoluta" da Justiça Federal do Paraná.

Com isso, o processo foi protocolado na Suprema Corte e, seguindo o rito usual, um relator foi sorteado entre os dez ministros. Esse seria o primeiro caso envolvendo sua esposa e Banco Master que Moraes atuaria, já que o processo sobre o banco tramita na Segunda Turma, colegiado do qual ele não faz parte.

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FONTE - Fernanda Fonseca, da CNN Brasil, Brasília.

Moraes se torna relator de ação sobre visitas de esposa e Vorcaro ao Senado

Ministro foi sorteado para assumir processo e ainda pode se declarar impedido; ação foi apresentada por vereador de Curitiba e mira os registros de entrada e saída na Casa Legislativa, incluindo os de Viviane Barci e do ex-banqueiro...

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), foi sorteado relator de um processo que envolve sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Na ação, o vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo-PR) pede acesso aos registros de entrada no Senado Federal de diversas pessoas incluindo, além de Vorcaro e Viviane, nomes como Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.

A ação foi inicialmente movida por Kilter na Justiça Federal do Paraná após o Senado negar, via LAI (Lei de Acesso à Informação), o acesso aos registros. No entanto, como o vereador apontou o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), como o responsável no processo judicial, o caso foi remetido ao STF.

Ao analisar o caso, a juíza da 1ª Vara Federal de Curitiba Thaís Sampaio Machado afirmou que a competência para julgar uma ação é definida pela autoridade apontada como coatora. Como Kilter indicou o presidente do Senado, que possui foro privilegiado, a magistrada entendeu que o processo deve ser julgado pelo STF.

"Sendo o Presidente do Senado Federal o representante máximo e integrante da Mesa Diretora daquela Casa Legislativa, a competência originária para apreciar o presente mandamus contra ato a ele atribuído ultrapassa à jurisdição desta Justiça Federal de primeiro grau, recaindo exclusivamente sobre a Suprema Corte", diz a juíza em despacho que reconheceu a "incompetência absoluta" da Justiça Federal do Paraná.

Com isso, o processo foi protocolado na Suprema Corte e, seguindo o rito usual, um relator foi sorteado entre os dez ministros. Esse seria o primeiro caso envolvendo sua esposa e Banco Master que Moraes atuaria, já que o processo sobre o banco tramita na Segunda Turma, colegiado do qual ele não faz parte.

O ministro ainda pode se declarar suspeito ou impedido de analisar a ação e solicitar ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, que determine realização de novo sorteio.

fonte - Gabriela Boechat, da CNN Brasil, Brasília.

Marcos Rogério aposta em inteligência para atingir o dinheiro e cortar a comunicação das facções em RO

Na CBN, candidato defendeu mais policiais nas ruas, tecnologia e maior controle dos presídios...

O candidato ao Governo de Rondônia Marcos Rogério (PL) defendeu uma estratégia de enfrentamento ao crime organizado voltada a atingir dois pontos que sustentam a atuação das facções: a movimentação financeira e a comunicação. Em entrevista à Rádio CBN, na manhã desta segunda-feira (21), em Porto Velho, ele afirmou que o combate às organizações criminosas deve alcançar o dinheiro movimentado pelos grupos e impedir que ordens continuem partindo de dentro dos presídios.

“Se eu asfixio a movimentação financeira, eu impeço a movimentação financeira do crime organizado e corto a comunicação porque o comando para as facções está partindo de dentro dos presídios”, declarou.

A proposta apresentada por Marcos Rogério prevê o uso de inteligência para atingir a estrutura financeira das organizações criminosas. No plano de governo, o programa Escudo Rondônia reúne ações voltadas ao enfrentamento das facções e à descapitalização do crime organizado.

No sistema prisional, a estratégia também passa pelo reforço do controle para dificultar a comunicação entre integrantes das organizações criminosas dentro e fora das unidades.

Polícia nas ruas e tecnologia

Durante a entrevista, Marcos Rogério também apontou o aumento da presença policial nas ruas como uma das primeiras ações para enfrentar a criminalidade. Segundo ele, a presença do Estado nos territórios é necessária para impedir que organizações criminosas ocupem esses espaços.

“O primeiro é garantir polícia na rua. O grande problema hoje é que o Estado se apequenou, ele não está presente e, quando o Estado está ausente, quem toma conta do território é a organização criminosa”, afirmou.

A proposta inclui policiamento em escolas, áreas comerciais, bairros e condomínios, além do uso de tecnologia para auxiliar o trabalho das forças de segurança e da integração de informações entre as instituições.

Marcos Rogério resumiu em três frentes as ações que pretende priorizar na segurança pública.

“Então são três ações principais: efetivo na rua, tecnologia para auxiliar e controle dos presídios, para garantir proteção à nossa população”, afirmou.

fonte - assessoria.

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