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Executivos do Master e do BRB depõem no STF nesta semana

Dentre os ouvidos estão sócios do Banco Master, diretor financeiro do BRB e um diretor de empresa ligada ao esquema

A PF (Polícia Federal) começa a colher na próxima segunda-feira (26) os depoimentos do inquérito que investiga as fraudes do Banco Master.



As datas foram autorizadas pelo ministro relator do caso, Dias Toffoli. Ao todo, oito executivos devem depor. Parte deles irá presencialmente ao STF (Supremo Tribunal Federal), outra parte falará por videoconferência.


Dentre os ouvidos estão sócios do Banco Master, executivos do BRB e um diretor de empresa ligada ao esquema. As oitivas se estenderão até a próxima terça-feira (27).


Veja abaixo quem deve depor ao STF


26 de janeiro 


Dário Oswaldo Garcia Junior, diretor financeiro do BRB (Banco de Brasília) – videoconferência

André Felipe de Oliveira Seixas Maia, diretor de uma empresa investigada no esquema – videoconferência

Henrique Souza e Silva Peretto, empresário – videoconferência

Alberto Felix de Oliveira, superintendente-executivo de tesouraria do Banco Master – videoconferência


27 de janeiro


Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de operações financeiras do BRB – presencial

Luiz Antonio Bull, diretor de riscos, compliance, RH e tecnologia do Banco Master – presencial

Angelo Antonio Ribeiro da Silva, sócio do Banco Master – videoconferência

Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Master – presencial

Os depoimentos serão colhidos em apenas dois dias, após Toffoli reduzir o prazo pedido pela PF. Essa decisão representou um novo desgaste na relação institucional com a corporação. O ministro tem demonstrado desconfiança com a atuação da PF no âmbito da investigação.


A perícia do material apreendido na mais recente fase da Operação Compliance Zero, por exemplo, será realizada pela PGR (Procuradoria-Geral da República). Quatro peritos da PF foram designados por Toffoli para acompanhar o processo. Os nomes não foram sugeridos pela corporação, mas escolhidos de forma independente pelo ministro.


Os depoimentos fazem parte da investigação da Polícia Federal que, no prazo de 60 dias, se não houver pedido de adiamento, deverá entregar um relatório com as provas colhidas e nomes indiciados.


Conforme mostrou a CNN, Toffoli já avalia devolver a investigação para a primeira instância da Justiça, onde o caso tramitava até o final do ano passado. O processo só chegou ao STF e às mãos do ministro por causa do suposto envolvimento do deputado nas fraudes, já que ele possui foro privilegiado.


Desde dezembro, ordens do ministro têm gerado incômodo na Polícia Federal e nos próprios integrantes do STF, que passaram a discutir nos bastidores maneiras de evitar maiores desgastes à imagem da Corte.

Nikolas reage à mensagem de Tarcísio sobre caminhada rumo a Brasília

Deputado federal Nikolas Ferreira reagiu à mensagem do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sobre caminhada rumo a Brasília

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) negou, nesta sexta-feira (23/1), ter visto a mensagem enviada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a respeito da caminhada que o parlamentar realiza rumo a Brasília.



Como mostrou a coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles, Tarcísio ligou para Nikolas na noite de terça-feira (20/1), segundo dia da caminhada, mas o deputado não atendeu. Em seguida, o governador enviou uma mensagem elogiando a iniciativa e desejando “força”.


Três dias depois, nesta sexta-feira (23/1), Nikolas afirmou que não teve acesso ao recado devido a problemas de conexão com a internet.


“Confesso que a minha internet está ruim, mas não quero ser injusto dizendo que vi algo que não vi. Recebi muitas mensagens, então não sei se ele me mandou ou não. Posso conferir e falar depois”, disse.

O deputado afirmou ainda não ter visto manifestações públicas de Tarcísio sobre o ato, mas minimizou a ausência e classificou o governador como um amigo.



“Não cheguei a ver nenhuma manifestação pública sobre isso, mas não tenho dúvidas de que o governador Tarcísio, que é um amigo, uma pessoa com quem converso de forma amigável, apoia esse movimento e tudo aquilo que estamos construindo ao longo desses dias”, declarou.

Caminhada pela Liberdade


A caminhada teve início na segunda-feira (19/1), com saída de Paracatu (MG) em direção a Brasília (DF). Ao todo, o percurso deve somar cerca de 200 quilômetros.


A previsão é que o grupo, formado por Nikolas Ferreira e deputados federais, como André Fernandes (PL-CE), Carlos Jordy (PL-RJ) e Gustavo Gayer (PL-GO), chegue à capital do Brasil no domingo, data em que foi convocada uma manifestação na Praça do Cruzeiro. (Metrópoles)

GESTO POLÍTICO — Paulo Moraes Jr. rompe inércia histórica, ouve barqueiros e devolve passeios de barco ao Complexo da Madeira-Mamoré

Depois de mais de uma década de reivindicações públicas e insistentes por parte dos barqueiros, uma decisão com forte peso político e simbólico recoloca o rio Madeira e a Estrada de Ferro no centro da experiência turística da capital. O secretário municipal de Turismo, Esporte e Lazer, Paulo Moraes Jr., ouviu o setor, conduziu o diálogo e atendeu a uma demanda histórica: os passeios de barcos tradicionais voltam a ter acesso pelo Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.


A partir deste sábado, 24 de janeiro, quem quiser viver a experiência do passeio pelo rio Madeira poderá embarcar diretamente pelo espaço que simboliza a força humana, o trabalho e a origem de Porto Velho. A decisão encerra um ciclo de mais de dez anos em que os embarques aconteciam fora do complexo histórico, cenário que gerou críticas recorrentes e um distanciamento evidente entre turismo, memória e identidade.


Nos bastidores, o tema sempre foi tratado como sensível. O retorno ao complexo exigiu mais do que decisão política: demandou escuta ativa, articulação técnica e respeito a um protocolo extenso, próprio de áreas tombadas e de alto valor histórico. Paulo Moraes Jr. assumiu esse processo, dialogou diretamente com os barqueiros, reconheceu a legitimidade da reivindicação e conduziu os encaminhamentos necessários para viabilizar a retomada com responsabilidade institucional.


Um ponto decisivo para que a medida se tornasse realidade foi a autorização do Iphan, que permitiu a instalação de um deck no Complexo da Madeira-Mamoré. A estrutura garante que o embarque e desembarque dos passageiros ocorram de forma segura, confortável e organizada, sem comprometer a preservação do patrimônio histórico. O reconhecimento ao papel do Iphan é parte essencial desse avanço.


Mais do que uma alteração operacional, a volta dos passeios pelo Complexo da Madeira-Mamoré representa uma escolha política clara: ouvir quem vive do rio, respeitar a história da cidade e alinhar discurso e prática. Ao assumir esse posicionamento, Paulo Moraes Jr. reforça uma visão de turismo baseada em identidade, pertencimento e diálogo, valores que por anos estiveram ausentes desse debate.


O retorno dos passeios não é apenas um novo ponto de embarque. É a correção de um afastamento histórico, construída a partir da escuta, da decisão política e do respeito à memória de Porto Velho.

fonte - Assessoria.

Presidente do STF defende atuação de Toffoli no caso do Banco Master

Ministro Edson Fachin disse que a Corte não se curva a ameaças

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, emitiu nota oficial, na noite desta quinta-feira (22), para defender a atuação da Corte no inquérito que investiga suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master. Na manifestação, o chefe do Poder Judiciário cita nominalmente o ministro Dias Toffoli, relator da investigação criminal, que vem sendo alvo de críticas na condução do caso e pressão para deixar a supervisão da apuração feita pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF).    



"A seu turno, a Corte constitucional brasileira se pauta pela guarda da Constituição, pelo devido processo legal, pelo contraditório, e pela ampla defesa, cumprindo respeitar os campos de atribuições do Ministério Público e da Polícia Federal, porém, atuando na regular supervisão judicial, como vem sendo feito no âmbito dessa Suprema Corte pelo Ministro relator, DIAS TOFFOLI", afirma.


A nota faz uma defesa enfática da atuação profissional das instituições. Fachin afirma que crises e adversidades não suspendem o Estado de Direito e que, justamente nesses momentos, deve prevalecer o respeito à Constituição, ao devido processo legal e à atuação técnica das instituições. 


Sem mencionar explicitamente o episódio da fraude no Master, o ministro faz uma menção indireta ao caso destacando que "situações com impacto sobre o sistema financeiro nacional exigem mesmo resposta firme, coordenada e estritamente constitucional das instituições competentes".


Fachin ressalta a autonomia do Banco Central, o papel da Polícia Federal na apuração de crimes financeiros e a atribuição do Ministério Público na persecução penal e na defesa da ordem econômica.


Fachin também afirma ainda que o STF exerce regularmente sua função constitucional, inclusive durante o recesso, período em que matérias urgentes são apreciadas pela Presidência da Corte ou pelo relator dos respectivos processos, sendo posteriormente submetidas ao colegiado.


"As matérias de competência do Tribunal Pleno ou das Turmas, quando decididas no recesso, serão, oportunamente, submetidas à deliberação colegiada, com observância do devido processo constitucional, da segurança jurídica e da uniformidade decisória. A colegialidade é método", observa.


O presidente da Corte enfatizou que o Supremo não se curva a ameaças ou intimidações e que ataques à sua autoridade representam ataques à própria democracia, defendendo a crítica legítima, mas repudiando tentativas de desmoralização institucional.


"Quem tenta desmoralizar o STF para corroer sua autoridade, a fim de provocar o caos e a diluição institucional, está atacando o próprio coração da democracia constitucional e do Estado de direito", aponta. "O Supremo age por mandato constitucional, e nenhuma pressão política, corporativa ou midiática pode revogar esse papel. Defender o STF é defender as regras do jogo democrático e evitar que a força bruta substitua o direito. A crítica é legítima e mesmo necessária. Não obstante, a história é implacável com aqueles que tentam destruir instituições para proteger interesses escusos ou projetos de poder; e o STF não permitirá que isso aconteça", prossegue a nota.


Críticas

Entre decisões recentes de Toffoli que geraram polêmica, está a que determinou o lacre e o acautelamento de bens, documentos e dispositivos eletrônicos apreendidos pela Polícia Federal na nova fase da Operação Compliance Zero aos cuidados da PGR. A medida chegou a ser criticada por associação de peritos criminais.


Toffoli também vem tendo sua atuação questionada por parlamentares que alegam suposto impedimento ou suspeição. Mais cedo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivou um desses pedidos, apresentado ainda em dezembro pelos deputados federais Adriana Ventura (Novo-SP), Carlos Jordy (PL-RJ) e Caroline de Toni (PL-SC). 


O arquivamento do pedido de afastamento de Toffoli do caso foi elogiado pelo decano do STF, o ministro Gilmar Mendes.


"Em um Estado de Direito, a preservação do devido processo legal e a observância das garantias institucionais constituem condições essenciais para a estabilidade democrática e para a confiança da sociedade nas instituições. Decisões fundadas em critérios jurídicos objetivos, afastadas de pressões circunstanciais, fortalecem a segurança jurídica e reafirmam a maturidade institucional do sistema constitucional brasileiro", escreveu Gilmar em postagem na rede X. (Agência Brasil)

Moraes autoriza nova visita de Tarcísio a Bolsonaro na quinta (29)

Governador havia cancelado visita anterior por "motivos de agenda"

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visite o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Complexo Penitenciário da Papuda, na próxima quinta-feira (29).



Bolsonaro pode receber visitas entre quartas e quintas-feiras, nos horários de 8h às 10h; 11 às 13h; ou 14h às 16h.


Além de Tarcísio, que estará entre 11h e 13h da quinta, outras duas pessoas estarão com Bolsonaro na quarta-feira (28):


Ministro Jorge Antônio de Oliveira Francisco, do TCU (Tribunal de Contas da União), das 11h às 13h

Senador Rogério Marinho (PL-RN), das 8h às 10h

O governador paulista iria até a Papudinha nesta quinta-feira (22), mas decidiu adiar a visita por "motivos de agenda".


Segundo fontes ouvidas pela CNN Brasil, o adiamento da visita do governador na realidade foi provocado por uma declaração do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que reforçaria a cobrança por apoio explícito à sua candidatura ao Planalto e à estratégia nacional do grupo político.


Hoje, Tarcísio reafirmou que é candidato à reeleição em São Paulo e prometeu que iria ver Bolsonaro. (CNN)

Quem está acompanhando Nikolas Ferreira em sua caminhada de 240 km até Brasília?

Protesto começou no Nordeste de Minas e terminará em Brasília, com duração de 7 dias...

FOTO - Reprodução

Nikolas Ferreira anunciou que começou uma caminhada protesto contra as decisões do STF e os escândalos do governo Lula.

A ação começou na cidade de Paracatu e deve terminar em Brasília.

Nikolas não tem caminhado sozinho, outros políticos se juntaram a ele no movimento. Veja a lista abaixo:

  • Gustavo Gayer (PL-GO);
  • Fernando Holiday;
  • Carlos Bolsonaro (PL);
  • Deputado federal André Fernandes (PL-CE);
  • Deputado estadual Márcio Gualberto (PL-RJ);
  • Vereador Rafael Satiê (PL-RJ);
  • Influenciador Pedro Pôncio;
  • Deputado federal Luciano Zucco (PL-RS);
  • Vereador Eduarda Campopiano (PL-SP).

Carlos Bolsonaro não acompanhará o trajeto completo. Ele sairá para ver sua filha e posteriormente seu pai antes de voltar ao trajeto:

Decolando de Santa Catarina em direção a marcha com Nikolas, André, Gayer e muitos putros. Amanhã posteriormente também verei minha filha e então meu pai na quarta, mas então volto novamente à caminhada. Me programando. Força!”

A organização do ato afirma que se trata de uma manifestação pacífica e aberta à participação popular.


FONTE - BRASIL PARALELO.

Nikolas Ferreira inicia caminhada entre MG e DF para protestar contra prisão de Bolsonaro

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) deu início a uma caminhada de 240 quilômetros nesta segunda-feira, 19, entre Paracatu (MG) e Brasília, como forma de protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), pela condenação no âmbito do inquérito sobre a trama golpista.

FOTO - REPRODUÇÃO

Mais cedo, Nikolas publicou em sua rede social alguns vídeos de sua caminhada. O deputado aparece de camiseta branca, calça jeans azul e tênis, acompanhado de alguns apoiadores, na rodovia federal BR-040. De acordo com as publicações em sua rede, Nikolas havia alcançado 10 quilômetros de percurso por volta das 13h desta segunda.

“Acredito que, pelas contas aqui, vão ser alguns bons dias de caminhada. Hoje devem ser uns 40 quilômetros. Enfim, vamos para cima. Até domingo, em Brasília”, declarou.

Segundo nota da assessoria de Nikolas, o deputado havia cumprido agenda oficial em Paracatu para a entrega de uma emenda parlamentar e decidiu fazer do seu retorno à capital federal um “protesto pacífico” intitulado “Caminhada pela Justiça e Liberdade”. A expectativa é de que Nikolas chegue a Brasília no domingo, dia 25 de janeiro.

Bolsonaro está preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. 

A unidade é conhecida como “Papudinha”. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão devido à sua condenação por crimes relacionados a uma tentativa de golpe de Estado.

FONTE - GAZETA DO POVO.

Eleições de 2026 definirão presidente, governadores, senadores e deputados federais e estaduais

As eleições gerais de 2026 já têm data marcada e irão movimentar o cenário político nacional. No dia 4 de outubro, eleitores brasileiros retornam às urnas para escolher representantes que ocuparão cargos estratégicos nos Poderes Executivo e Legislativo, tanto nos estados quanto em nível federal. Caso necessário, o segundo turno está previsto para o dia 25 do mesmo mês.


Ao todo, cada eleitor votará em seis cargos, seguindo uma ordem definida pela Justiça Eleitoral. Primeiro, serão escolhidos os deputados federais, depois os deputados estaduais — ou distritais, no caso do Distrito Federal. 

Em seguida, o voto será destinado a duas vagas para o Senado. 

A sequência continua com a escolha do governador e do vice-governador e, por fim, do presidente e do vice-presidente da República.

O processo eleitoral prevê a renovação completa da Câmara dos Deputados, composta por 513 parlamentares, além das assembleias legislativas estaduais, que somam 1.035 cadeiras, e da Câmara Legislativa do Distrito Federal, com 24 vagas. 

No Senado, serão disputadas 54 das 81 cadeiras existentes, o equivalente a dois terços da Casa.

No campo do Executivo, cada estado e o Distrito Federal elegerão uma chapa para governador e vice-governador, enquanto, em âmbito nacional, será escolhida a chapa presidencial que comandará o país pelos próximos quatro anos.

As eleições gerais utilizam dois sistemas distintos. Deputados federais e estaduais são eleitos pelo sistema proporcional, no qual as vagas são distribuídas entre partidos e federações de acordo com o desempenho eleitoral das legendas. 

Nesse modelo, os candidatos mais votados dentro de cada partido ocupam as cadeiras conquistadas, conforme o cálculo dos quocientes eleitoral e partidário, o que faz com que nem sempre os mais votados individualmente sejam eleitos.

Já senadores, governadores e presidente da República são escolhidos pelo sistema majoritário, em que vence quem obtiver o maior número de votos. 

Para os cargos de governador e presidente, é necessário alcançar mais da metade dos votos válidos para garantir a vitória ainda no primeiro turno. 

Caso isso não ocorra, a decisão fica para o segundo turno entre os dois candidatos mais votados.

A Constituição Federal também estabelece a idade mínima para que um cidadão possa concorrer a cargos eletivos. 

Para presidente, vice-presidente e senador, é exigida idade mínima de 35 anos. Governadores e vice-governadores precisam ter ao menos 30 anos, enquanto deputados federais, estaduais ou distritais devem ter, no mínimo, 21 anos.

Com a proximidade do calendário eleitoral, a disputa de 2026 se desenha como uma das mais amplas e decisivas dos últimos anos, envolvendo desde a escolha do comando do país até a renovação significativa do Legislativo brasileiro.

Moraes diz que detenção de Bolsonaro na PF não era “colônia de férias”

Decisão de transferir Bolsonaro da PF para a Papudinha aconteceu após uma série de reclamações de parentes do ex-presidente...


Depois de uma série de reclamações da defesa e de familiares do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que a detenção do ex-presidente na Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) em Brasília não era “colônia de férias”. A manifestação do magistrado consta na decisão divulgada nesta quinta-feira (15/1).

Moraes decidiu pela transferência de Bolsonaro da PF para a Sala de Estado maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecida como Papudinha.

“Ressalte-se, entretanto, que essas condições absolutamente excepcionais e privilegiadas não transformam o cumprimento definitivo da pena de Jair Messias Bolsonaro, condenado pela liderança da organização criminosa na execução dos gravíssimos crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito e suas instituições, em uma estadia hoteleira, ou em uma colônia de férias, como erroneamente várias das manifestações anteriormente descritas parecem exigir”, escreveu Moraes.

O ministro se referiu à insistência dos filhos de Bolsonaro em comparar a Sala de Estado maior a um “cativeiro” ao apresentar reclamações do “tamanho das dependências”, do banho de sol, do ar-condicionado, do horário de visitas e “ao se desconfiar da ‘origem da comida’ fornecida pela Polícia Federal, e, ao exigir a troca da ‘televisão por uma SMART TV’, para, inclusive, ‘ter acesso ao YOUTUBE'”, diz trecho da decisão.

Em atualização.

LEIA MAIS - Moraes decide transferir Jair Bolsonaro para 'Papudinha'

FONTE - METRÓPOLES.

Moraes decide transferir Jair Bolsonaro para 'Papudinha'

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (15/1) transferir Jair Bolsonaro (PL) para a Sala de Estado Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, a chamada Papudinha. Hoje, o ex-presidente está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

foto - reprodução

A determinação de Moraes é para que Bolsonaro cumpra pena privativa de liberdade de 27 anos e 3 meses por trama golpista, no novo local, onde estão presos o ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Anderson Torres e o ex-chefe da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques. 

Bolsonaro, no entanto, ficará em cela separada.

fonte - Metrópoles.

Suspensão da emissão de vistos dos EUA não afeta turistas

O Departamento de Estado dos Estados Unidos confirmou a suspensão, por tempo indeterminado, da emissão de vistos para 75 países, entre eles o Brasil. A medida não afeta os vistos para turistas. 


De acordo com informações da Agência Reuters, entre os países afetados estão Brasil, Somália, Irã, Rússia, Afeganistão, Nigéria, Iêmen e Tailândia. A medida entra em vigor a partir do dia 21 janeiro.

"O Departamento de Estado usará sua autoridade de longa data para considerar inelegíveis os imigrantes em potencial que se tornariam um encargo público para os Estados Unidos e explorariam a generosidade do povo americano", disse Tommy Pigott, porta-voz adjunto do Departamento de Estado.

"O processamento de vistos de imigrantes desses 75 países será pausado enquanto o Departamento de Estado reavalia os procedimentos de processamento de imigração para evitar a entrada de estrangeiros que receberiam assistência social e benefícios públicos", acrescentou.

Procurado, o Itamaraty não se manifestou até o momento. A Agência Brasil procurou ainda a Embaixada dos EUA em Brasília e aguarda retorno.

A decisão ocorre em meio à crise em torno do estado de Minnesota, onde a polícia anti-imigração ICE assassinou a estadunidense Renee Nicole Good, gerando uma onda com mais de mil protestos em todo o país.  

O presidente dos EUA, Donald Trump, tem atacado imigrantes do estado, governado por democratas, acusando-os de fraudarem sistemas de benefícios sociais.

Desde que retornou à Presidência, Trump tem adotada medidas de repressão à imigração, priorizando a fiscalização da imigração, enviando agentes federais para as principais cidades dos EUA e provocando confrontos violentos tanto com imigrantes quanto com cidadãos norte-americanos.

Na segunda-feira (12), o Departamento de Estado dos Estados Unidos informou ter revogado mais de 100.000 vistos desde que o presidente Donald Trump assumiu o cargo no ano passado.

* Com informações da Reuters.

Novo ministro da Justiça toma posse em evento ao lado de Lula e Lewandowski

Cerimônia administrativa está marcada para as 15h30, no Palácio do Planalto, e será fechada

O novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, tomará posse nesta quinta-feira (15), em um evento fechado, no Palácio do Planalto. 



A cerimônia, marcada para as 15h30, contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do chefe da pasta, Ricardo Lewandowski.


Execução de manifestante do Irã é adiada após mobilização, diz ONG à CNN

As autoridades do Irã adiaram a execução de Erfan Soltani, um manifestante de 26 anos, em meio a uma mobilização global gerada pelo caso, segundo relatou a ONG de direitos humanos Hengaw à CNN Brasil.


A execução de Soltani, que foi preso há menos de uma semana em meio às manifestações no país, estava prevista para esta quarta-feira (14).

A organização disse ter conseguido entrar em contato com familiares de Soltani, apesar do apagão digital no país.

"A ordem de execução previamente comunicada à sua família e agendada para quarta-feira não foi cumprida e foi adiada", relatou Arina Moradi, integrante da Hengaw, à CNN Brasil.

A ONG destacou que "devido à contínua interrupção da internet e às severas restrições de comunicação, não é possível, no momento, a cobertura em tempo real dos desdobramentos deste caso".

O caso atraiu atenção global com repercussão em veículos de imprensa internacionais.

Trump diz que não há planos de execução no Irã

A informação é revelada no mesmo dia em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que "não há planos para execuções" no Irã e que a "matança está parando".

"Não há nenhum plano para execuções, nem haverá nenhuma execução. Recebi essa informação de uma fonte confiável. Vamos nos informar. Tenho certeza de que, se isso acontecer, ficarei muito chateado", pontuou o presidente no Salão Oval da Casa Branca.

Quem é Erfan Soltani, que teve execução adiada?

Segundo a Hengaw, Erfan Soltani é morador do bairro de Fardis, na cidade de Karaj.

O grupo afirma que ele foi preso em sua residência na quinta-feira (8), em conexão com os protestos.

O portal Iranwire noticiou que Soltani trabalhava na indústria de vestuário e havia entrado recentemente em uma empresa privada.

"Aqueles que o conhecem o descrevem como apaixonado por moda e estilo pessoal. Seu perfil no Instagram — um dos poucos que as autoridades não apagaram — mostra um jovem que gostava de musculação, esportes e de levar uma vida simples", diz a reportagem.

Uma fonte do portal afirmou que o homem teria recebido "mensagens ameaçadoras de fontes de segurança", mas continuou "comprometido com os protestos".

Exoneração de Régis Braguin é publicada no Diário Oficial; coronel Glauber Souto assume o comando da corporação em RO

O governador de RO Marcos Rocha oficializou nesta quarta-feira (14) a troca no comando da Polícia Militar. A exoneração do coronel Régis Braguin do cargo de comandante-geral foi publicada no Diário Oficial do Estado, formalizando a mudança na cúpula da corporação.


Régis Braguin estava à frente da Polícia Militar desde julho de 2023 e construiu uma trajetória considerada atípica dentro da instituição. Ele entrou na corporação como soldado e se tornou o primeiro comandante-geral oriundo da base da tropa, o que lhe garantiu forte identificação com o efetivo e reconhecimento interno.

O perfil operacional adotado durante a gestão também projetou seu nome no cenário nacional.

Durante o período no comando, o coronel acumulou a presidência da Regional Norte do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais, órgão responsável por promover a integração e o alinhamento estratégico entre as polícias militares dos estados brasileiros.

Para assumir o comando da corporação, o governo nomeou o coronel Glauber Souto, que ocupava a função de subcomandante-geral. 

Ele passa a responder oficialmente pelo posto máximo da Polícia Militar, em uma mudança que indica novo direcionamento na condução da segurança pública estadual.


A posse do novo comandante ocorreu em ambiente reservado, no gabinete do governador, às 10h desta quarta-feira.

Marcos Rocha descarta disputa ao Senado e garante permanência no Governo até o fim de 2026

O governador Marcos Rocha confirmou, na noite desta segunda-feira, que não irá disputar uma vaga no Senado Federal e permanecerá à frente do Governo até o encerramento do mandato, em dezembro de 2026. O anúncio foi feito durante entrevista concedida à SIC TV.


Ao falar sobre a decisão, Rocha afirmou que não pretende deixar o comando do Executivo estadual e destacou que não entregará o Governo a pessoas em quem não confia, em uma referência direta ao vice-governador Sérgio Gonçalves. 

O episódio reforça o distanciamento político entre os dois, já evidenciado anteriormente, inclusive em uma demissão ocorrida durante entrevista no mesmo canal de televisão.

A confirmação da permanência de Rocha no cargo altera o cenário político e frustra expectativas de grupos que planejavam a sucessão no Palácio Presidente Vargas ainda neste ano. 

O vice-governador, que aguardava a saída antecipada do titular para assumir o Governo e construir um projeto de continuidade, vinha mantendo diálogos com diferentes lideranças políticas.

Com a decisão, Marcos Rocha mantém o controle do Executivo estadual até o fim do mandato e passa a ter papel central nas articulações políticas para 2026, inclusive com a possibilidade de apoiar nomes para a próxima disputa ao Governo e influenciar a composição de futuras chapas.

Redano garante R$ 2,5 milhões para ônibus semi-leito transportar pacientes a Porto Velho

Um investimento de R$ 2.582.000,00 já foi oficialmente empenhado pelo Governo de Rondônia para a aquisição de um ônibus semi-leito, que será utilizado no translado de pacientes que necessitam de atendimentos especializados em unidades de saúde de Porto Velho. O recurso é fruto de indicação parlamentar do deputado estadual Alex Redano (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia.


A liberação foi formalizada por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), que autorizou a execução orçamentária do valor, garantindo a viabilização do projeto. Com o empenho realizado, o recurso está assegurado para a compra do veículo, que irá oferecer mais conforto, segurança e dignidade aos pacientes que precisam viajar longas distâncias em busca de tratamento.

O ônibus semi-leito será destinado ao transporte de moradores que dependem da rede pública para realizar consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos de média e alta complexidade na capital, fortalecendo a logística da saúde e reduzindo o desgaste físico e emocional dos pacientes.

De acordo com o deputado Alex Redano, o investimento reflete o compromisso do mandato com a saúde pública. “Nosso objetivo é garantir que as pessoas tenham acesso a um atendimento mais humano e digno. O transporte adequado é parte essencial do cuidado com o paciente, especialmente para quem precisa viajar para fazer tratamento”, destacou.

A prefeita Carla também agradeceu a destinação do recurso e ressaltou o impacto positivo da parceria institucional. “Quero agradecer ao deputado Alex Redano pelo compromisso com a nossa população e pela sensibilidade em direcionar esse recurso para a saúde. Esse apoio fortalece nosso trabalho e contribui diretamente para a melhoria dos serviços oferecidos à comunidade”, afirmou.

fonte - da Assessoria

Carlos publica carta para Bolsonaro: “Sua história não termina aqui”

Ao longo do texto, Carlos pede para que Jair Bolsonaro resista por amor aos filhos e a todos os apoiadores

O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) tornou pública, nesta terça-feira (13/1), a carta que enviou ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena de 27 anos e 3 meses na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. “Você nos ensinou que dignidade não se negocia”, afirmou Carlos em trecho.



Em publicação, no X, o filho de Bolsonaro informou que enviou uma carta ao pai e que a tornaria pública, pois isso o “fortalece”. Ao longo do texto, Carlos pede para que o ex-mandatário resista por amor aos filhos e a todos os apoiadores.


“Cada dia que passa, pai, confirma aquilo que sempre soubemos: não é sobre erros, não é sobre leis — é sobre te quebrar moralmente. E é justamente por isso que resistir se tornou um ato de amor. Amor por nós, teus filhos. Amor por quem acredita em você. Amor pela verdade”, escreveu o ex-vereador.



Carlos finaliza encorajando Bolsonaro: “Levante-se todos os dias com a certeza de que sua história não termina aqui”. (Metrópoles)

PF analisa pedido encaminhado por Lewandowski para investigar Flávio

 Pedido partiu de deputada por publicações do senador que associam o presidente Lula ao ditador venezuelano Nicolás Maduro

A PF (Polícia Federal) analisa um pedido para eventual investigação contra o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Após análise, a PF pode ou não abrir um inquérito.



A solicitação foi enviada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, ainda sob o comando de Ricardo Lewandowski, com base em pedido da deputada federal Dandara Tonantzin (PT-MG), em 7 de janeiro. O caso chegou à PF no dia seguinte (8).


A parlamentar pede que a PF investigue o senador por publicações que associam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao ditador venezuelano Nicolás Maduro. O envio foi uma das últimas ações de Lewandowski à frente da pasta, que entregou sua carta de demissão a Lula na quinta-feira (8).


No documento, a deputada denuncia uma suposta prática de crimes contra a honra de Lula ao citar uma postagem do pré-candidato do PL à Presidência dizendo que Lula seria "delatado", o que causaria “o fim do Foro de São Paulo”. A publicação foi feita após o venezuelano ter sido capturado pelos Estados Unidos.


Nessa análise do pedido, a PF pode abrir inquérito, pode entender que não há elementos para investigação ou definir que não é de sua competência e enviar o caso à outra esfera.


A CNN procurou a equipe de Flávio Bolsonaro e aguarda manifestação.


O contrato da mulher de Moraes com o Master continua sem explicação

 Mas Alexandre de Moraes cogitaria abrir um inquérito para investigar uma eventual quebra de sigilo fiscal de ministros do STF

Alexandre de Moraes acha que não tem de dar nenhuma explicação sobre o contrato multimilionário firmado pelo escritório da sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master, desse extraordinário Daniel Vorcaro. Contrato curioso, no mínimo, porque ela ganhou uma bolada sem ter de fazer praticamente nada pelo banco.



A preocupação do ministro seria descobrir quem vazou a informação para a imprensa, de acordo com a jornalista Hadass Leventhal.


“O ministro do STF Alexandre de Moraes cogita abrir um inquérito para investigar uma possível quebra de sigilo fiscal de ministros da Corte protagonizada pela Receita Federal e pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras)”, publicou ela.


Além de Moraes, o ministro Dias Toffoli, que correu para pegar para si o inquérito sobre as fraudes cometidas pelo Banco Master, em leitura inovadora do princípio de juiz natural, também teria tido o sigilo fiscal violado.


“No caso de Alexandre de Moraes, houve a divulgação do contrato de sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master, no valor total de R$ 131,3 milhões em 3 anos. O contrato em si não contém dados sigilosos, mas houve também divulgação de detalhes do funcionamento financeiro do escritório de Viviane que podem ter sido extraídos do Coaf ou da Receita Federal”, escreveu Leventhal.


“No caso do ministro Dias Toffoli, há informações sobre negócios de sua família que também revelam operações financeiras só acessíveis pelo Coaf ou pela Receita Federal”, acrescentou a jornalista.


Ao ler a notícia, pensei com os meus botões como o ideal seria que, diante de situações mal explicadas, ministros do STF abrissem os seus sigilos para dirimir suspeitas certamente infundadas. Mas os meus botões disseram que, aí, o país seria outro. Fui obrigado a concordar.


O que ocorre é o contrário: quanto mais sigilo, melhor na visão deles.


Veja-se a história das pressões que Moraes teria feito sobre o Banco Central em favor do Master, negadas pelo ministro em uma série de notas divulgados em dezembro.


O jornalista André Shalders informou que o Banco Central pôs em sigilo todas as comunicações com Moraes sobre a liquidação do Master. Tais comunicações foram pedidas pelo meu colega de Metrópoles por meio da Lei de Acesso à Informação.


“O Banco Central negou o acesso total aos registros, alegando a proteção de dados patrimoniais e informações pessoais. Ao fazê-lo, o Banco Central colocou sob sigilo informações básicas, como trocas de mensagens, datas e registros de reuniões. Em geral, a prática dos órgãos públicos é tarjar as informações sensíveis ou protegidas por lei, que possam expor dados pessoais. O restante é fornecido”, explicou Shalders.


Ora, se é mentira que Moraes tenha exercido pressão em favor do banco que tem um contrato multimilionário com a sua mulher, não seria o caso de divulgar tudo? Fiz essa pergunta aos meus botões, e foram eles a concordar comigo dessa vez. (Metrópoles)

Número de presos políticos libertados na Venezuela sobe para 49, diz ONG

Número ainda é menos da metade das 116 pessoas que teriam sido soltas, segundo contagem das autoridades

A organização Foro Penal afirmou que subiu para 49 o número de presos libertados na Venezuela desde que o governo do país anunciou o início do processo de soltura na quinta-feira (8).



A ONG, que confirma cada caso com as famílias, havia relatado 17 libertações até domingo (11), antes de o governo anunciar uma nova série de solturas na madrugada desta segunda-feira (12).


No entanto, o número ainda é menos da metade dos 116 relatados pelas autoridades, que não divulgaram uma lista com a identidade dos envolvidos nem especificaram em quais centros de detenção estavam.


“Continuamos a validar as informações e a verificar se são de fato presos políticos”, afirmou o Foro Penal em um relatório que abrange os eventos até as 14h30, horário local.


O presidente da Assembleia Nacional do país, Jorge Rodríguez, afirmou que o governo libertaria um "número significativo" de pessoas como gesto de paz. (CNN)

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