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Indignados, ministros reagem a novo tarifaço dos EUA e fazem reunião

Para ministros de Lula, proposta dos EUA de novo tarifaço de 25% sobre importações brasileiras tem três interesses por trás...


Ministros do governo Lula receberam com “indignação” o relatório do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) que recomenda taxar as importações brasileiras em 25% para punir práticas “irrazoáveis”.


Nos bastidores, ministros que acompanham o tema avaliam que a recomendação segue a mesma lógica do tarifaço anunciado pelo governo Trump em 2025, refletindo pressões de setores econômicos que mantêm divergências com políticas adotadas pelo Brasil.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, no Palácio do Planalto, a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A data foi criada em homenagem às vítimas da pandemia e em reconhecimento aos impactos causados pela doença no país

Presidente Lula 

A leitura dos auxiliares de Lula é de que interesses relacionados ao Pix, à regulação das big techs e às políticas ambientais e de combate ao desmatamento estariam por trás das críticas apresentadas no relatório da USTR, divulgado na noite da segunda-feira (1º/6).

“A gente sabe quem está por trás dessas teses”, afirmou à coluna, sob reserva, um influente ministro do governo.

Para integrantes do governo Lula, a recomendação é “péssima”, mas poderia ser pior. Os ministros lembram que os EUA já aplicaram um tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros e que havia receio de que uma nova recomendação pudesse repetir esse mesmo patamar.

A reação oficial do governo Lula ao relatório da USTR será discutida em uma série de reuniões na terça-feira (2/6). A coluna apurou que os ministros Dário Durigan (Fazenda) e Márcio Elias Rosa (MDIC) devem se reunir ao longo do dia para tratar do tema.

Uma reunião de emergência também foi convocada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin na manhã da terça-feira. Além do anfitrião, participam Durigan, Elias Rosa e o ministro José Guimarães (Relações Institucionais). Lula está fora de Brasília.

Data fatal

Integrantes da equipe de Lula ressaltam que, por enquanto, o relatório não produz efeitos concretos. O documento representa apenas uma recomendação dentro do processo conduzido pelas autoridades americanas e será levado a discussão nos EUA.

A decisão definitiva sobre a aplicação ou não da tarifa está prevista para 15 de julho, data considerada fatal pelo governo brasileiro. Segundo auxiliares presidenciais, não há expectativa de prorrogação do cronograma por parte dos Estados Unidos.

Até lá, a estratégia do governo será intensificar as articulações diplomáticas e acompanhar os desdobramentos da discussão, na tentativa de evitar que a recomendação se transforme em medida efetiva contra as exportações brasileiras.

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fonte - Igor Gadelha - METRÓPOLES.

Flávio Bolsonaro diz que pediu para Trump não sobretaxar o Brasil

Governos dos Estados Unidos concluiu investigação comercial contra o Brasil e pretende taxar importações brasileiras em 25%...


O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que pediu ao presidente Donald Trump para não taxar empresas brasileiras. O pedido teria sido feito durante encontro do pré-candidato à Presidência da República com o líder norte-americano na semana passada, na Casa Branca.

Após o encontro entre os dois, o Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou duas organizações criminosas brasileiras como terroristas e, nessa terça-feira (2/6), o governo norte-americano determinou que pretende sobretaxar importações brasileiras em 25%.

“Pedi expressamente ao presidente Trump para não taxar nossas empresas. É um pedido expresso que eu fiz a eles. Eu disse a eles: a partir de 2027, vocês vão ter um governo que vai sentar aqui e negociar de igual para igual com vocês porque nosso agro alimenta o mundo. Não é justo taxar nossas empresas”, declarou Flávio em entrevista à Rádio Itatiaia, em Minas Gerais.

Ainda em entrevista à rádio mineira, Flávio Bolsonaro declarou ainda que é preciso proteger o etanol e o Pix brasileiros. “A gente tem que valorizar nossa tecnologia. A gente tem que valorizar o nosso Pix. A gente tem que valorizar nosso Etanol, que é uma energia limpa”, disse.

As novas taxas, que ainda serão discutidas em audiências públicas e devem passar pelo aval de Donald Trump, podem substituir o tarifaço anunciado em setembro de 2025. As taxas teriam sido articuladas pelo deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL), que vive nos Estados Unidos.

As tarifas, que chegaram a ser comemoradas entre parlamentares do espectro mais à direita no Brasil, se tornaram um revés para a família Bolsonaro, que agora tenta se distanciar de qualquer vínculo com o tema. Na entrevista dessa terça, Flávio afirmou que o anúncio tem relação com a desconfiança do governo norte-americano com o presidente Lula.

fonte -  Carinne Souza - Metrópoles.

Lula reage à proposta de tarifaço dos EUA e sobe tom contra Bolsonaros

Relatório do governo norte-americano foi concluído nessa segunda-feira (1°/6) e faz uma série de críticas ao Pix e outros temas...

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu, nesta terça-feira (2/6), à conclusão da investigação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que propõe taxar em 25% as importações brasileiras como forma de punir práticas consideradas “desleais”. Durante discurso, o petista criticou declarações passadas dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“No dia que ele taxou, eu vou dizer o que fizeram os meninos do Bolsonaro. Os meninos do Bolsonaro, um deles, que é candidato à presidente, disse no dia 9 de julho de 2025, no dia que o Trump taxou o Brasil em 50%, olha o que ele twittou: “Obrigado, Trump. Faça o Brasil livre de novo. Queremos a Magnitsky”, declarou.

Ele prosseguiu: “Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser pior do que ele. E são, na verdade, vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. […] São traidores. O que merece os traidores da pátria que vão pedir intervenção de um país no nosso país? Pensem, meditem”.

Na proposta, o governo norte-americano faz uma série de críticas ao sistema de pagamento instantâneo brasileiro, o Pix, e ao Banco Central, entre outros pontos. Agora, o resultado da investigação será submetido a audiências públicas — a primeira está marcada para 6 de julho. A decisão final sobre a adoção do tarifaço caberá ao presidente dos EUA.

Nas redes sociais, aliados de Lula voltaram a usar o mote “o Pix é do Brasil” e passaram a acusar o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de estimular ações do governo Trump contra o país.

Flávio se reuniu com Trump na Casa Branca na semana passada, dois dias antes de o governo norte-americano anunciar que classificará as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais.

“Pix desleal”

De acordo com o relatório final do USTR, seis áreas prioritárias foram alvo de críticas: comércio digital, serviços de pagamento, acordos tarifários, desmatamento, etanol, propriedade intelectual e combate à corrupção.

A investigação concluiu que determinados atos, políticas e práticas do Brasil são “irracionais ou discriminatórios” e oneram ou restringem o comércio dos EUA, podendo, portanto, ser alvo de medidas. Para isso, o governo norte-americano se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.

O documento aponta que o Pix cria vantagens competitivas em relação a empresas privadas estrangeiras que oferecem serviços de pagamento digital. Segundo o relatório, o Brasil discriminaria fornecedores norte-americanos ao conceder benefícios como maior disponibilidade, visibilidade e limites de tarifas ao sistema nacional. “É injusto exigir que concorrentes ofereçam vantagens ao Pix, como disponibilidade, visibilidade e limites de taxas”, afirma trecho do texto.

O relatório também reconhece a rápida adoção do Pix pela população e pelo comércio desde seu lançamento, destacando a redução de custos de transação e a ampliação da inclusão financeira. Ainda assim, dedica parte substancial à análise de possíveis assimetrias competitivas regulatórias.

A principal crítica é o fato de o Pix ser um sistema estatal e centralizado, o que, segundo o USTR, pode limitar a atuação de soluções privadas internacionais no país.

Entenda

A investigação foi aberta em 15 de julho de 2025 por determinação de Donald Trump. O prazo legal para definição e eventual implementação das medidas termina em 15 de julho deste ano.

Um grupo de trabalho bilateral, criado após reunião entre Lula e Trump na Casa Branca, em 7 de maio, previa encerrar as negociações até a próxima sexta-feira (5/6), mas não houve avanços suficientes.

Antes da divulgação do relatório final, o USTR havia destacado o “engajamento construtivo” do governo brasileiro e manifestado expectativa de continuidade das negociações.

Veja as práticas citadas pelo relatório da USTR:

Comércio Digital e Serviços de Pagamento Eletrônico: tribunais brasileiros emitiram ordens secretas determinando que empresas americanas de mídia social removessem determinados conteúdos políticos e suspendessem os perfis de residentes nos EUA, às vezes globalmente, além de proibir que as plataformas divulgassem essas ordens aos proprietários dos perfis. Os tribunais brasileiros também responsabilizaram financeiramente as empresas americanas de mídia social pelo descumprimento dessas ordens, impondo multas significativas; restringindo seu acesso a ativos, contas e sistemas de processamento de pagamentos no Brasil; e, em pelo menos um caso, fechando um site por completo. O Brasil também tem prejudicado injustamente empresas americanas que atuam em serviços concorrentes de pagamento eletrônico, inclusive por meio de políticas que favorecem sua principal concorrente.

Tarifas preferenciais injustas: em virtude de acordos comerciais preferenciais de escopo parcial com o México e a Índia — que abrangem setores nos quais o México e a Índia são produtores avançados e globalmente competitivos —, o Brasil concede tratamento tarifário preferencial mais baixo a centenas de produtos mexicanos e indianos em diversos setores.

Combate à corrupção: o Brasil não adota medidas suficientes para combater o suborno e a corrupção.

Proteção da Propriedade Intelectual: o Brasil não aplica suficientemente suas leis penais e regulamentações aduaneiras para combater a falsificação de produtos; não resolve o problema do tempo excessivo que suas autoridades levam para examinar pedidos de patentes, particularmente patentes biofarmacêuticas; e não implementa medidas antipirataria consistentes e contínuas.

Acesso ao mercado de etanol: em 2017, o Brasil interrompeu abruptamente o tratamento tarifário equilibrado que anteriormente aplicava ao etanol e, desde então, não tem oferecido tratamento tarifário recíproco às exportações de etanol dos EUA.

Desmatamento ilegal: apesar de possuir um marco legal para combater o desmatamento ilegal, o Brasil historicamente falhou em aplicá-lo de forma eficaz, e o desmatamento ilegal persiste.

Produtos fora da lista de taxação

A proposta também inclui uma extensa lista, com 73 páginas, de produtos brasileiros que estarão fora da cobrança de 25% de tarifas proposta pelo país. Entre os itens isentos estão materiais informativos, doações, determinadas carnes, frutas, café, chá, cereais, sementes, minerais, terras raras, aeronaves brasileiras e peças aeronáuticas, além de produtos químicos orgânicos, farmacêuticos e fertilizantes.

FONTE - Alice Groth - metrópoles.

Nova pesquisa Veritá mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula e liderando em quatro regiões do Brasil

Levantamento nacional aponta vantagem de Flávio Bolsonaro entre homens, evangélicos e eleitores do Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Sul; Lula mantém liderança apenas no Nordeste...

Levantamento do Instituto Veritá, realizado entre os dias 22 e 26 de maio e divulgado nesta segunda-feira (1º), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) na liderança da disputa presidencial em cenário estimulado. O parlamentar aparece com 42,6% das intenções de voto, seguido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que registra 40,6%.

O estudo revela que a disputa permanece polarizada entre os dois principais nomes do cenário político nacional, enquanto os demais candidatos aparecem com índices abaixo de 10%.

foto - reprodução Instagram

Na sequência surgem Romeu Zema (Novo), com 6,3%; Renan Santos (Missão), com 3,7%; Ronaldo Caiado (PSD), com 3%; Augusto Cury (Avante), com 2,1%; e Joaquim Barbosa (DC), com 1,8%. Brancos, nulos, indecisos e entrevistados que não responderam somam 10,5%.

A pesquisa também detalhou o comportamento do eleitorado por região, gênero e religião.

Flávio lidera em quatro regiões

No recorte regional, Flávio Bolsonaro aparece à frente em quatro das cinco regiões brasileiras. Sua maior vantagem foi registrada no Centro-Oeste, onde alcança 59,5% dos votos válidos, contra 40,5% de Lula.

No Norte, o senador registra 58,9%, enquanto Lula soma 41,1%. No Sul, Flávio chega a 55,8%, contra 44,2% do petista. Já no Sudeste, a diferença é de pouco mais de dez pontos percentuais: 55,2% para Flávio e 44,8% para Lula.

O Nordeste permanece como a única região em que Lula lidera, com 54,5%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 45,5%.

Considerando apenas os votos válidos, o levantamento aponta vantagem nacional de Flávio Bolsonaro por 53,2% a 46,8%.

Homens preferem Flávio; mulheres mantêm disputa equilibrada

Entre os eleitores do sexo masculino, Flávio Bolsonaro abre larga vantagem e alcança 52,9% das intenções de voto, contra 35,9% de Lula. Neste grupo, brancos, nulos e indecisos somam 11,1%.

Já entre as mulheres, o cenário é mais equilibrado. Lula aparece numericamente à frente com 45,9%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 41,3%. Nesse segmento, 12,8% declararam voto branco, nulo ou não souberam responder.

Empate entre católicos e ampla vantagem entre evangélicos

O levantamento também identificou diferenças expressivas entre os grupos religiosos.

Entre os católicos, a disputa aparece praticamente empatada. Flávio Bolsonaro registra 46,5%, enquanto Lula soma 46,1%. Os indecisos e votos brancos ou nulos representam 7,5%.

Já entre os evangélicos, Flávio Bolsonaro apresenta ampla vantagem. O senador alcança 67,6% das intenções de voto, contra 25,6% de Lula. Neste segmento, 6,9% declararam voto branco, nulo ou não responderam.

Segundo a metodologia divulgada pelo Instituto Veritá, a pesquisa ouviu 3.330 eleitores em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

Confira os números da pesquisa estimulada:

• Flávio Bolsonaro (PL): 42,6%
• Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 40,6%
• Romeu Zema (Novo): 6,3%
• Renan Santos (Missão): 3,7%
• Ronaldo Caiado (PSD): 3,0%
• Augusto Cury (Avante): 2,1%
• Joaquim Barbosa (DC): 1,8%
• Branco, nulo, indecisos e não responderam: 10,5%

De acordo com os dados divulgados pelo instituto, o cenário mostra a polarização entre Flávio Bolsonaro e Lula, que concentram a maior parte das intenções de voto, enquanto os demais nomes aparecem com índices inferiores a 10%.

Jesuíno Boabaid reassume mandato na Assembleia Legislativa de Rondônia

A reconvocação foi oficializada pela Mesa Diretora da Casa de Leis, garantindo a continuidade da representação parlamentar e o pleno funcionamento das atividades...


A Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (Alero) voltou a contar, a partir desta segunda-feira (1º), com a atuação do deputado estadual Jesuíno Boabaid (PSD), que reassumiu o mandato parlamentar durante o período de licença para tratamento de saúde do deputado Laerte Gomes.

A reconvocação foi oficializada pela Mesa Diretora da Casa de Leis, garantindo a continuidade da representação parlamentar e o pleno funcionamento das atividades legislativas em benefício da população rondoniense.

Com experiência no Parlamento Estadual e uma trajetória marcada pela defesa de pautas voltadas à segurança pública, à transparência e à fiscalização dos recursos públicos, Jesuíno retorna à Assembleia disposto a contribuir com os debates e votações que impactam diretamente a vida dos cidadãos de Rondônia.

Esta é a segunda vez que o parlamentar reassume uma cadeira na atual legislatura. Sua atuação anterior deixou marcas importantes nos trabalhos legislativos, especialmente em temas relacionados à valorização dos servidores públicos, segurança e fortalecimento das instituições.

Ao retornar à Assembleia Legislativa, Jesuíno Boabaid destacou a responsabilidade de representar a população rondoniense e reforçou seu compromisso com o diálogo, a fiscalização e a busca por soluções que promovam o desenvolvimento do estado.

A presença do parlamentar fortalece o trabalho da Assembleia Legislativa, que segue cumprindo sua missão constitucional de legislar, fiscalizar e atuar em defesa dos interesses da sociedade.

A licença do deputado Laerte Gomes está prevista para o período de 1º a 30 de junho. Durante esse intervalo, Jesuíno Boabaid exercerá integralmente as prerrogativas do mandato parlamentar, participando das sessões plenárias, reuniões de comissões e demais atividades legislativas.

A Assembleia Legislativa deseja plena recuperação ao deputado Laerte Gomes e dá as boas-vindas ao deputado Jesuíno Boabaid neste período de atuação parlamentar, reafirmando o compromisso da Casa com a continuidade dos trabalhos em favor de Rondônia.

fonte - assessoria.

Boris sobre pesquisas: Flávio não sofreu tanto com Master

Apresentador criticou as últimas ações de Donald Trump e defendeu um noticiário imparcial...


A estreia do Jornal do Boris no SBT News foi marcada por uma análise sobre os impactos políticos das investigações envolvendo o caso Master. Em seu primeiro programa, Boris Casoy afirmou que o senador Flávio Bolsonaro não sofreu um desgaste significativo nas pesquisas de opinião após a revelação de seu envolvimento com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, mantendo níveis de apoio semelhantes aos observados antes da repercussão do episódio.

Além da análise eleitoral, o programa abordou temas relacionados à segurança pública e às relações entre Brasil e Estados Unidos. Ao comentar a classificação de facções criminosas brasileiras por autoridades americanas, Boris afirmou que organizações como PCC e Comando Vermelho são problemas que devem ser enfrentados prioritariamente pelo próprio Brasil.

“Essa questão do PCC e do Comando Vermelho é uma questão brasileira. Se os americanos quiserem fazer algo contra o crime organizado, que façam no seu território”, declarou.

O jornalista também criticou recentes iniciativas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificando algumas de suas ações como “coisa de cabeça confusa”. A avaliação ocorreu durante uma análise sobre política internacional e os reflexos das decisões americanas para outros países.

Ainda, Boris destacou a satisfação de integrar a programação do SBT News e ressaltou porque concordou em fazer parte da equipe. “Ambos com um jornal com um noticiário imparcial, independente e apartidário. Quem conhece o SBT News, sabe da qualidade e da imparcialidade do seu noticiário”, afirmou.

LEIA MAIS - Lula lidera contra Flávio Bolsonaro e empata com Caiado e Zema em cenários de 2º turno, aponta pesquisa

fonte - SBT News.

Lula lidera contra Flávio Bolsonaro e empata com Caiado e Zema em cenários de 2º turno, aponta pesquisa

Levantamento da Real Time Big Data também mostra empate na margem de erro entre o presidente e Romeu Zema...

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa RealTime BigData divulgada nesta segunda-feira (1º). O levantamento também aponta empate entre Lula e o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e entre o petista e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), dentro da margem de erro.

Na simulação entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista registra 45% das intenções de voto, contra 40% do senador. Os votos nulos e brancos somam 8%, enquanto 7% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

A pesquisa mostra uma mudança em relação aos levantamentos anteriores. Em março, Lula tinha 42% e Flávio Bolsonaro, 41%. Em maio, o senador aparecia numericamente à frente, com 44% contra 43% do presidente. No levantamento mais recente, Lula volta a abrir vantagem.

Já no cenário entre Lula e Ronaldo Caiado, ainda para segundo turno, ambos aparecem com 43% das intenções de voto. Os votos nulos e brancos representam 8%, enquanto 6% não souberam ou não responderam.

Contra Romeu Zema, Lula registra 43% das intenções de voto, ante 40% do ex-governador mineiro. Nesse cenário, os votos nulos e brancos somam 11%, enquanto 6% dos entrevistados não souberam ou não responderam. A diferença está dentro da margem de erro, de dois pontos, o que configura empate entre os dois.

Nos demais cenários testados pela RealTime BigData, Lula também aparece à frente dos adversários. Contra Renan Santos (Missão), o presidente registra 46% das intenções de voto, ante 30% do adversário. Os votos nulos e brancos somam 12%, mesmo percentual dos que não souberam ou não responderam.

Já em uma eventual disputa contra Aécio Neves (PSDB), Lula aparece com 47%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais tem 23%. Nulos e brancos representam 16% e outros 14% não souberam ou não responderam.

Rejeição

A pesquisa também mediu a rejeição aos possíveis candidatos à Presidência. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) lideram o indicador, ambos com 48%.


Lula (PT): 48%

  • Flávio Bolsonaro (PL): 48%
  • Aécio Neves (PSDB): 45%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 39%
  • Romeu Zema (Novo): 35%
  • Aldo Rebelo (DC): 34%
  • Cabo Daciolo (Mobiliza): 32%
  • Samara Martins (UP): 31%
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 30%
  • Renan Santos (Missão): 28%
  • Hertz Dias (PSTU): 28%
  • Joaquim Barbosa (DC): 27%
  • Edmilson Costa (PCB): 27%
  • Augusto Cury (Avante): 24%
  • Poderia votar em todos: 2%
  • Não sabe/Não respondeu: 2%


Segunda opção de voto

A pesquisa também perguntou qual seria a segunda opção dos eleitores caso o candidato escolhido inicialmente não disputasse a eleição:


Eleitores de Lula

  • • Aldo Rebelo (DC): 9%
  • • Ronaldo Caiado (PSD): 8%
  • • Joaquim Barbosa (DC): 8%
  • • Flávio Bolsonaro (PL): 4%
  • • Augusto Cury (DC): 4%
  • • Cabo Daciolo (Mobiliza): 3%
  • • Samara Martins (UP): 3%
  • • Aécio Neves (PSDB): 3%
  • • Rui Costa Pimenta (PCO): 2%
  • • Romeu Zema (Novo): 2%
  • • Renan Santos (Missão): 2%
  • • Edmilson Costa (PCB): 1%
  • • Hertz Dias (PSTU): 0%
  • • Nulo/Branco: 28%
  • • Não sabe/Não respondeu: 23%


Eleitores de Flávio Bolsonaro

  • • Ronaldo Caiado (PSD): 23%
  • • Romeu Zema (Novo): 20%
  • • Renan Santos (Missão): 17%
  • • Joaquim Barbosa (DC): 9%
  • • Aécio Neves (PSDB): 7%
  • • Cabo Daciolo (Mobiliza): 6%
  • • Augusto Cury (DC): 5%
  • • Lula (PT): 5%
  • • Aldo Rebelo (DC): 3%
  • • Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
  • • Samara Martins (UP): 0%
  • • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • • Hertz Dias (PSTU): 0%
  • • Nulo/Branco: 3%
  • • Não sabe/Não respondeu: 1%


Eleitores de Ronaldo Caiado

  • • Flávio Bolsonaro (PL): 31%
  • • Romeu Zema (Novo): 17%
  • • Renan Santos (Missão): 10%
  • • Joaquim Barbosa (DC): 9%
  • • Aécio Neves (PSDB): 7%
  • • Lula (PT): 6%
  • • Augusto Cury (Avante): 5%
  • • Aldo Rebelo (DC): 3%
  • • Cabo Daciolo (Mobiliza): 2%
  • • Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
  • • Samara Martins (UP): 0%
  • • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • • Hertz Dias (PSTU): 0%
  • • Nulo/Branco: 5%
  • • Não sabe/Não respondeu: 5%


Eleitores de Romeu Zema

  • • Flávio Bolsonaro (PL): 28%
  • • Ronaldo Caiado (PSD): 22%
  • • Renan Santos (Missão): 21%
  • • Joaquim Barbosa (DC): 8%
  • • Lula (PT): 7%
  • • Aécio Neves (PSDB): 5%
  • • Augusto Cury (Avante): 4%
  • • Aldo Rebelo (DC): 0%
  • • Cabo Daciolo (Mobiliza): 0%
  • • Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
  • • Samara Martins (UP): 0%
  • • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • • Hertz Dias (PSTU): 0%
  • • Nulo/Branco: 3%
  • • Não sabe/Não respondeu: 2%


Eleitores de Renan Santos

  • • Romeu Zema (Novo): 21%
  • • Flávio Bolsonaro (PL): 16%
  • • Ronaldo Caiado (PSD): 15%
  • • Joaquim Barbosa (DC): 8%
  • • Lula (PT): 3%
  • • Aécio Neves (PSDB): 3%
  • • Augusto Cury (Avante): 2%
  • • Aldo Rebelo (DC): 2%
  • • Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
  • • Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
  • • Samara Martins (UP): 0%
  • • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • • Hertz Dias (PSTU): 0%
  • • Nulo/Branco: 16%
  • • Não sabe/Não respondeu: 13%

Metodologia

A pesquisa RealTime BigData ouviu 2.000 eleitores em todo o território nacional nos dias 29 e 30 de maio de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Erika Hilton diz que PEC protocolada pela oposição “cria a escala 7×0”

Deputada do PSol criticou a PEC 12/2026, protocolada por 36 senadores da oposição, incluindo Flávio Bolsonaro (PL) e Rogério Marinho (PL)

A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) criticou a PEC 12/2026, protocolada por 36 senadores da oposição. Segundo a parlamentar, a proposta, encabeçada por Rogério Marinho (PL-RN) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), possibilita a criação de uma “escala 7×0” — onde o empregado trabalha todos os dias da semana.



“O senador Flávio Bolsonaro e seus aliados apresentaram uma PEC no Senado que acaba com a CLT e cria a escala 7×0”, escreveu a deputada.


A proposta — protocolada na última quinta-feira (28/5), um dia depois da Câmara dos Deputados aprovar a PEC que acaba com a escala 6×1 — prevê que os empregados poderão negociar a escala de trabalho com o contratante.


“Prevê a possibilidade de opção pelos empregados quanto à jornada de trabalho, podendo escolher entre o regime comum previsto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), ou um regime flexível baseado em horas trabalhadas”, diz.


A justificativa diz que a proposta visa ampliar a liberdade e autonomia do trabalhador na escolha de sua jornada de trabalho e, consequentemente, na definição proporcional de sua remuneração. “A PEC assegura ao empregado a escolha entre o regime tradicional da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) ou uma jornada flexível baseada em horas trabalhadas”, diz.


De acordo com a proposta, a flexibilidade de negociação permite que o trabalhador decida o modelo de jornada que melhor atenda às suas necessidades, conciliando sua vida pessoal com seu trabalho, e possibilita que ele adapte sua rotina às demandas e oportunidades do mercado de trabalho.


36 senadores assinaram a PEC. A proposta está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. (Metrópoles)

Alex Redano celebra aprovação de projeto que cria programa de regularização ambiental para a região do Umirizal

A proposta foi aprovada por unanimidade pelos parlamentares e agora segue para sanção do governador Marcos Rocha...


O presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, deputado estadual Alex Redano (Republicanos), comemorou a aprovação do Projeto de Lei Complementar 199/2026, de sua autoria, que institui o Programa Estadual de Regularização Ambiental Diferenciada para a área da Estação Ecológica do Umirizal.

A votação foi acompanhada de perto por moradores da região do Umirizal, que estiveram presentes no plenário da Assembleia Legislativa e também acompanharam os trabalhos pela transmissão da TV Assembleia e pelas plataformas digitais.

Durante a sessão, Alex Redano destacou a importância da matéria para centenas de famílias que convivem há anos com a insegurança jurídica na região. O parlamentar reconheceu a mobilização dos moradores e ressaltou que a aprovação representa um avanço importante na busca por soluções para um problema histórico.

Segundo o deputado, a iniciativa cria instrumentos legais que permitem tratar de forma diferenciada uma realidade consolidada ao longo de décadas, oferecendo mais segurança aos produtores rurais e moradores da área.

A discussão mobilizou diversos parlamentares, que manifestaram apoio à proposta e defenderam a necessidade de conciliar a preservação ambiental com a realidade social e econômica das famílias que vivem e produzem na região.


Durante os debates, os deputados destacaram que a aprovação do projeto não encerra a luta pela regularização da área, mas representa um passo significativo na construção de alternativas que garantam mais tranquilidade e dignidade às famílias afetadas.

A aprovação da matéria foi recebida com entusiasmo pelos moradores presentes na Assembleia Legislativa, resultado de uma mobilização que se estende há vários anos em defesa da regularização do Umirizal. Com a aprovação em plenário, o Projeto de Lei Complementar 199/2026 segue agora para análise final e sanção do Governo de Rondônia.

Texto: Mateus Andrade | Jornalista
Foto: Thyago Lorentz | Secom ALE/RO

Paraguai manda retirar telões de Bolsonaro agredindo jogador

Cartazes exibidos na Cidade do Leste continham montagem do ex-presidente sobre atleta paraguaio; empresa fala em ataque hacker

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, ordenou a retirada de telões publicitários que exibiam cartazes com uma montagem do ex-presidente Jair Bolsonaro agredindo um jogador paraguaio, na Cidade do Leste, que faz fronteira com Foz do Iguaçu.



Os telões apareceram na sexta-feira (29) e causaram confusão, com algumas das estruturas sendo vandalizadas por paraguaios. As imagens mostravam o ex-presidente sentado nas costas do jogador ao lado de frases provocativas, como "Brasil mandou e desmandou no campo e na política" e "o Hexa é nosso".


Em publicação no X, Peña informou que também mandou que o Ministério de Obras Públicas e Comunicações do país retire qualquer outra instalação irregular em espaços públicos. Ele lamentou o episódio, afirmando que este tipo de ação "não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos".


Anteriormente, a Prefeitura da Cidade do Leste já havia anunciado a abertura de um processo administrativo e uma denúncia formal ao Ministério Público para investigar a responsabilidades pelas imagens exibidas na cabeceira da Ponte da Amizade. A administração pública também solicitou esclarecimentos à empresa Fast Print, responsável pela estrutura instalada na região.


"Repudiamos veementemente a instalação de cartazes ofensivos que prejudicam a imagem, a dignidade e o respeito ao Paraguai"., afirmou a prefeitura em um trecho do comunicado.


Em nota, a Fast Print afirmou que as imagens foram resultados de uma "ação externa não autorizada" e que o material não representa a posição e os princípios da empresa.

Escutas são encontradas em gabinete de governador interino do RJ

Materiais foram localizados durante uma varredura de rotina feita pela equipe de seguranças do governo no Palácio da Guanabara

Materiais usados em escutas, que servem para gravar normalmente áudios, foram localizados dentro do gabinete do governador interino do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto.



Segundo a Secretaria de Estado de Governo, o material foi encontrado durante uma varredura de rotina feita no gabinete do governador, quando agentes do Gabinete de Segurança Institucional identificaram os equipamentos usados em escutas.


Ainda segundo a Secretaria de Estado de Governo, o material — que é aparentemente antigo e sem funcionalidade — foi retirado pelos agentes. Não ficaram esclarecidos mais detalhes de que tipo de material foi encontrado e nem quando eles foram encontrados.


O gabinete onde os materiais foram encontrados fica dentro do Palácio Guanabara, sede do governo do estado do Rio de Janeiro.


Uma investigação interna pretende descobrir a origem dos aparelhos e como eles foram parar na sala do governador. A Segurança Institucional também quer saber se o material já estava na sala antes do governador interino Ricardo Couto assumir o Estado do Rio ou se os materiais foram colocados recentemente.


O desembargador Ricardo Couto assumiu o governo interino do estado do Rio de Janeiro, no final de março, após a renúncia de Cláudio Castro. Ele frequenta o Palácio Guanabara para realizar algumas reuniões institucionais, mas mantém sua rotina de despachos direto do Tribunal de Justiça do Rio. (CNN)

“Estou triste” porque disseram “que nossos criminosos são terroristas”, diz Lula; veja

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (29) que ficou “triste” com a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Durante discurso, Lula criticou a medida e declarou que o Brasil não aceita interferências externas em assuntos ligados à segurança pública e ao combate ao crime organizado.


Segundo o presidente, o país possui instituições e mecanismos próprios para enfrentar as facções criminosas. Lula também fez críticas a integrantes da família Bolsonaro, acusando adversários políticos de incentivarem ações estrangeiras contra o Brasil.

A classificação das facções pelos Estados Unidos provocou reações dentro do governo federal. Integrantes do Palácio do Planalto afirmaram que a medida pode abrir espaço para pressões internacionais e classificaram a decisão como uma ameaça à soberania brasileira.

A decisão anunciada pelo governo norte-americano elevou a tensão diplomática entre os dois países e ampliou o debate político sobre o combate às organizações criminosas que atuam dentro e fora do Brasil.

Lula diz que indicará Jorge Messias novamente ao STF

Declaração ocorreu nesta sexta-feira (29)...

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (29) que indicará Jorge Mesias ao STF (Supremo Tribunal Federal) novamente.

*Em atualização

fonte - Da CNN Brasil.

Novo levantamento aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro

Segundo a pesquisa, Lula registra 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 42%. Como a diferença de quatro pontos está exatamente no limite da margem de erro de dois pontos...

Levantamento divulgado nesta sexta-feira (29) pelo instituto PoderData/Aya mostra que o senador Flávio Bolsonaro aparece em empate técnico com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma eventual disputa de segundo turno nas eleições de 2026.

Segundo a pesquisa, Lula registra 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 42%. Como a diferença de quatro pontos está exatamente no limite da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o cenário é considerado tecnicamente empatado.

O levantamento também testou outros possíveis confrontos de segundo turno. Lula aparece com 45% contra 41% de Ronaldo Caiado e 45% diante dos 41% de Romeu Zema. Em um cenário contra Joaquim Barbosa, o presidente marca 43%, enquanto o adversário registra 41%.

Entre os nomes avaliados, o melhor desempenho de Lula ocorre contra Renan Santos, por 45% a 36%.

No primeiro turno, Lula lidera com 40% das intenções de voto, mantendo cinco pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro. Os demais pré-candidatos aparecem com percentuais entre 3% e 4%.

A pesquisa também apontou melhora na avaliação do presidente. A aprovação pessoal de Lula subiu de 31% para 44%, enquanto a desaprovação recuou para 49%. Já a aprovação do governo federal alcançou 44%, contra 50% de desaprovação.

O levantamento ouviu 2.400 eleitores por telefone entre os dias 25 e 28 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04882/2026.

“Eu fiz mais pelo Brasil em uma viagem aos EUA do que Lula e o PT fizeram em 17 anos de governo”, diz Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro afirma ter defendido nos EUA medida contra PCC e Comando Vermelho...


O senador Flávio Bolsonaro afirmou que sua recente viagem aos Estados Unidos contribuiu para fortalecer as discussões que resultaram na classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelo governo norte-americano. A declaração foi feita em vídeo divulgado nesta quinta (28/5), nas redes sociais após o anúncio da medida pelas autoridades dos Estados Unidos.

Segundo o parlamentar, sua agenda no país teve como foco principal a segurança pública e o combate às facções criminosas brasileiras. Flávio afirmou que aproveitou os encontros realizados para apresentar às autoridades americanas a gravidade da atuação dos grupos criminosos e defender uma atuação internacional mais rigorosa contra essas organizações.

Ao comentar a decisão, o senador também fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao Partido dos Trabalhadores (PT), afirmando que sua viagem produziu mais resultados do que os governos petistas teriam alcançado ao longo dos últimos anos no enfrentamento ao crime organizado.

“Eu fiz mais pelo Brasil em uma viagem aos Estados Unidos do que Lula e o PT fizeram em 17 anos de governo”, declarou.

Na gravação, Flávio também criticou a viagem de Lula aos Estados Unidos e a tentativa de aproximação com o presidente Donald Trump. Segundo ele, a agenda do governo federal não trouxe resultados práticos para o país, enquanto sua atuação teve como objetivo uma pauta concreta relacionada à segurança pública.

O senador agradeceu ao presidente Donald Trump e ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, pela receptividade ao tema e afirmou que a decisão representa uma vitória no combate ao crime organizado. Segundo Flávio, o reconhecimento das facções brasileiras como organizações terroristas demonstra que a ameaça deixou de ser apenas um problema interno e passou a ser tratada como uma questão de segurança internacional.

Durante o vídeo, o parlamentar defendeu que PCC e Comando Vermelho possuem estrutura, capacidade financeira e poder de influência compatíveis com organizações terroristas já reconhecidas por diversos países. Na avaliação dele, a medida abre caminho para o fortalecimento da cooperação internacional, ampliação do compartilhamento de informações de inteligência e adoção de mecanismos mais rigorosos para rastrear recursos e combater integrantes das facções.

A manifestação ocorre após os Estados Unidos anunciarem a inclusão das duas maiores organizações criminosas do Brasil em sua lista de grupos terroristas transnacionais. A decisão pode ampliar sanções financeiras, facilitar ações conjuntas de inteligência e reforçar a cooperação entre autoridades internacionais no combate ao crime organizado.

Ao encerrar a declaração, Flávio Bolsonaro afirmou que continuará defendendo medidas mais duras contra as facções criminosas e classificou a decisão do governo norte-americano como um marco histórico no enfrentamento das organizações que atuam dentro e fora do Brasil.


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