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Diretores da PF declaram apoio a Andrei e colocam cargos à disposição

Andrei Rodrigues foi afastado do cargo de diretor-geral da PF por decisão de André Mendonça...

Diretores da PF (Polícia Federal) divulgaram nesta terça-feira (8) nota em que colocam os próprios cargos à disposição e declaram apoio a Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF que foi afastado do cargo por decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), André Mendonça.

A decisão de Mendonça também afastou o delegado Leandro Almada do cargo de diretor de Inteligência Policial da PF.

“Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto”, afirmam os diretores.

Os diretores afirmam que Andrei tem "atuação técnica, isenta e responsável".

"Narrativas marcadamente influenciadas por interesses político-eleitorais não têm o poder de apagar a história, a reputação e a trajetória profissional de quem quer que seja.

Assim, cumprindo nosso dever de defender a Instituição de ataques e tentativas de usurpação de funções, e assegurando o interesse público na manutenção de uma Polícia Federal capaz de promover justiça e assegurar o Estado Democrático de Direito, tornamos público nosso apoio aos diretores", declaram.

Andrei Rodrigues foi afastado em meio a divergências entre a PF e André Mendonça, relator dos casos do Banco Master e das fraudes no INSS.

O ministro determinou o afastamento depois de Alexandre de Moraes ter utilizado relatórios de inteligência da Polícia Federal para apontar possíveis crimes de abuso de autoridade atribuídos a Mendonça na condução da relatoria dos dois casos.

Segundo Mendonça, os relatórios revelam um "monitoramento sistemático e ilegal", realizado por mais de 30 dias, sobre sua atuação e a de outras autoridades, como o advogado-geral da União, Jorge Messias.

A Segunda Turma do STF formou maioria para manter Andrei afastado da direção da PF. O julgamento, porém, está suspenso por pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Gilmar Mendes, o que atrasa a proclamação do resultado colegiado.

Chefes regionais defendem "serenidade"

A maioria dos superintendentes regionais da PF defende “serenidade” após o afastamento de Andrei Rodrigues. Um superintendente ouvido pela CNN diz que a PF precisa de serenidade neste momento, sem reação imediata. Já outro, que é preciso aguardar os próximos passos.

Há, ainda, uma parcela dos chefes regionais da PF que defende a saída dos cargos em resposta à decisão de Mendonça.

FONTE - CNN BRASIL.

Hildon quer modernizar escolas de Rondônia onde 84% não têm laboratório de ciências

Plano prevê melhorar a estrutura da rede estadual para garantir mais conforto, segurança e condições de aprendizagem aos estudantes...

Hildon Chaves 44 quer levar para a rede estadual a experiência de melhoria das escolas adotada durante seus oito anos à frente da Prefeitura de Porto Velho. Na gestão municipal, um programa de repasse direto destinou R$ 29 milhões às 141 escolas para manutenção, reformas e ampliações, permitindo que problemas do dia a dia fossem resolvidos com mais rapidez.

O desafio agora é maior. Dados reunidos no diagnóstico da educação mostram que 47,1% das escolas públicas de Rondônia não têm biblioteca ou sala de leitura, 54% das estaduais não possuem quadra esportiva, 60,4% não contam com laboratório de informática e 84,4% não têm laboratório de ciências. Na prática, mais de oito em cada dez escolas ficam sem espaço adequado para aulas experimentais.

ESTRUTURA ESCOLAR - “Não existe educação moderna numa escola que ainda funciona com estrutura do passado. Em Porto Velho, nós investimos nas unidades e aprendemos que escola bem cuidada também ajuda o aluno a aprender. Vamos levar essa experiência para Rondônia, com ambientes mais seguros, confortáveis e preparados para o futuro”, afirma Hildon.

O Plano de Governo prevê um levantamento das condições de cada escola para definir onde os investimentos são mais urgentes. Entre as prioridades estão reformas, manutenção preventiva, climatização, acessibilidade, melhoria das instalações elétricas, conectividade e modernização tecnológica.

ESCOLA PREPARADA - Para Hildon, melhorar a educação também significa garantir que o estudante encontre dentro da escola condições para aprender e permanecer estudando. “Nosso jovem precisa sair da escola preparado para as oportunidades que existem onde vive. E isso começa com uma escola que funcione de verdade”, afirma.

FONTE - ASSESSORIA.

AGU vai recorrer de afastamento de Andrei Rodrigues e avalia alegar violação de competência da Presidência

Equipe jurídica analisa a decisão de André Mendonça e define a estratégia para tentar reverter o afastamento do diretor da Polícia Federal...

A Advocacia-Geral da União (AGU) decidiu recorrer da decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o afastamento de Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal.

A equipe jurídica analisa os termos da decisão e trabalha na definição da estratégia que será adotada para questionar a medida. Entre as possibilidades avaliadas pelo governo está a alegação de violação da competência da Presidência da República para decidir sobre o afastamento do comando da Polícia Federal.

A intenção é agir rapidamente para tentar reverter a determinação no próprio Supremo.

O advogado Marco Aurélio Carvalho, integrante da campanha petista, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende recorrer da decisão antes mesmo de cumprir efetivamente a ordem de afastamento.

Carvalho também afirmou que Lula deve buscar uma reunião com o presidente do STF, ministro Edson Fachin, diante da repercussão da decisão.

André Mendonça também solicitou a realização de uma sessão extraordinária para tratar do afastamento do diretor-geral da Polícia Federal.

A discussão jurídica ocorre enquanto a AGU define qual instrumento será utilizado para contestar a decisão e se a suposta violação da competência presidencial será formalmente apresentada ao Supremo. 

A informação sobre essa estratégia foi atribuída a fontes do PT ouvidas pela imprensa, enquanto a decisão de recorrer foi confirmada por integrantes da AGU.

LEIA MAIS Segunda Turma do STF tem maioria para manter afastamento de Andrei da chefia da PF

Mendonça determina afastamento preventivo de diretor da PF

Segunda Turma do STF tem maioria para manter afastamento de Andrei da chefia da PF

Julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, o que atrasa a proclamação do resultado colegiado...


A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria nesta terça-feira (8) para manter Andrei Rodrigues afastado da direção da PF (Polícia Federal). O julgamento, porém, está suspenso por pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Gilmar Mendes, o que atrasa a proclamação do resultado colegiado.

O caso estava em análise em sessão virtual da Segunda Turma do STF. Nesse modelo, os ministros possuem um prazo para registrar os votos na página eletrônica do processo.

Em menos de 10 minutos da abertura da sessão, Gilmar pediu vista e, em seguida, os ministros Kassio Nunes Marques e Luiz Fux anteciparam o voto acompanhando o posicionamento de Mendonça na íntegra, consolidando a maioria.

Por se tratar de uma liminar, porém, mesmo sem a confirmação do colegiado, o afastamento segue válido. Gilmar tem até 90 dias para devolver a vista e liberar o julgamento.

O ministro André Mendonça determinou nesta terça-feira (8) o afastamento preventivo do diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, e do delegado Leandro Almada do cargo de diretor de Inteligência Policial da PF.

A decisão ocorre após o ministro Alexandre de Moraes ter utilizado relatórios de inteligência da Polícia Federal para apontar possíveis crimes de abuso de autoridade atribuídos a Mendonça na condução da relatoria do Banco Master e das fraudes do INSS.

Segundo Mendonça, os relatórios revelam um "monitoramento sistemático e ilegal", realizado por mais de 30 dias, sobre sua atuação e a de outras autoridades, como o advogado-geral da União, Jorge Messias.

A decisão aponta ainda que os relatórios teriam exposto a Moraes e a terceiros detalhes de processos que tramitavam sob segredo de justiça.

“A suspensão cautelar de função pública é constitucionalmente admissível quando fundada em elementos concretos, submetida à proporcionalidade e destinada a neutralizar risco efetivo à persecução penal ou de utilização indevida das prerrogativas funcionais”, diz o ministro na decisão.

Mendonça determinou ainda que a Corregedoria da Polícia Federal instaure procedimentos investigatórios, nas esferas penal e administrativo-disciplinar, para apurar os fatos. A investigação deverá identificar quem determinou a produção dos relatórios, quem os elaborou, quando foram produzidos e se existem outros documentos semelhantes.

fonte - Gabriela Boechat, da CNN Brasil.

Fachin adiou reunião com OAB após vazamento de manifesto que cobra rigor

Presidente da Corte alegou sobrecarga de agenda, mas leitura é de que ministro quis evitar um ato de pressão pública por entidades

O vazamento dos termos de um manifesto de entidades empresariais e órgãos da sociedade civil ao STF (Supremo Tribunal Federal), que cobra rigor da corte diante das acusações contra ministros, é apontado nos bastidores como um dos principais motivos pelos quais o presidente da Corte, Edson Fachin, teria adiado a reunião que faria nesta quarta-feira com o presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e dirigentes de seccionais. A OAB de SP e do Rio estão entre as entidades que subscreviam o documento.



A reunião foi cancelada na última segunda-feira. O motivo oficial foi “sobrecarga de agenda”, mas a leitura é de que Fachin quis evitar um ato de pressão pública por entidades uma vez que no horário previsto para o encontro, na quarta, o manifesto já estaria publicado. A divulgação do documento pelas entidades empresariais deve ser também nesta quarta-feira, como antecipou a CNN.


A mais recente versão obtida na última segunda-feira pela CNN, dizia que “neste momento crítico não há espaço para soluções obscuras, casuísticas ou revanchistas” e que “cabe ao Plenário do Supremo Tribunal Federal, em discussão livre, pública e presencial, examinar as suspeitas e acusações existentes”.


Afirmava ainda que “as autoridades suspeitas, acusadas ou diretamente interessadas devem ser afastadas desse processo decisório, com ampla oportunidade de esclarecer os fatos à luz do devido processo legal”.


Defendia ainda que “a democracia exige transparência e procedimentos públicos imunes à parcialidade e ao favorecimento”.


E cobrava uma ampla reforma do Judiciário, com Código de Conduta, ampliação das hipóteses de impedimento e suspeição, mandato para os ministros do STF, redução da competência criminal dos Tribunais Superiores, limitação dos julgamentos virtuais e das decisões monocráticas, entre outras medidas necessárias.


Fachin adiou a reunião sem agendar uma nova data. No horário previsto para o encontro da OAB com o presidente da Corte, a entidade fará uma reunião com dirigentes estaduais do órgão. As seccionais mais atuantes vêm cobrando que seja convocada uma reunião do Conselho Federal da OAB para que seja tomada uma posição formal da entidade sobre a crise no STF, mas, até agora, o presidente da OAB, Beto Simonetti, resiste à ideia. (CNN)

STF vê atos do 7/9 esvaziados e ritmo mantido sobre caso Moraes

Ala do tribunal reconhece pressão pública por solução para crise; outro grupo descarta impacto de apelo popular

Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) avaliam, reservadamente, que o protesto da direita na Avenida Paulista foi menor do que o esperado e não deve interferir no ritmo para análise do pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.



A avaliação foi feita à CNN por magistrados dos diferentes segmentos da Suprema Corte: tanto favoráveis como contrários a uma apuração sobre a relação de Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.


Esses magistrados não minimizam a pressão popular, sobretudo nas redes sociais, para que o presidente Edson Fachin encontre uma solução para a crise institucional.


Outra ala, no entanto, concorda com o esvaziamento do ato convocado pelo senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, mas descarta impacto do apelo popular no rumo da crise no STF.


A própria direita reconhece que o protesto deste ano atraiu menos público que os de 2025 e 2024, apesar de ter atraído um público exponencial.


Hoje, porém, a tendência apontada por Fachin é a de deixar uma análise dos pedidos de investigação contra Alexandre de Moraes e André Mendonça para depois do segundo turno das eleições.


Caso isso se confirme, uma eventual discussão no plenário seria marcada para o início de novembro.


Um ministro ouvido pela CNN acredita que a tentativa de pressão a Fachin em um protesto político-eleitoral pode ter um efeito contrário ao pretendido: levá-lo a não misturar a crise institucional ao embate eleitoral. (CNN)


Mendonça determina afastamento preventivo de diretor da PF

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta terça-feira (8) o afastamento preventivo do diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, e do delegado Leandro Almada do cargo de diretor de Inteligência Policial da PF.

A decisão ocorre após o ministro Alexandre de Moraes ter utilizado relatórios de inteligência da Polícia Federal para apontar possíveis crimes de abuso de autoridade atribuídos a Mendonça na condução de casos relacionados ao Banco Master e às fraudes do INSS.


Segundo Mendonça, os relatórios revelam um "monitoramento sistemático e ilegal", realizado por mais de 30 dias, sobre sua atuação e a de outras autoridades, entre elas  o advogado-geral da União, Jorge Messias.


De acordo com a decisão, Moraes teria tido “notícias da existência” dos relatórios antes de sua utilização e eles teriam sido empregados em uma tentativa de incluir Mendonça no "Inquérito das Fake News".


Mendonça também aponta que os documentos teriam promovido, de forma abusiva, uma espécie de controle e avaliação disciplinar sobre sua atuação nos dois processos de qual é relator.


Um dos relatórios, segundo o ministro, teria se dedicado a escrutinar e criticar uma decisão judicial tomada por ele, questionando a competência e a finalidade da determinação. Outros documentos teriam analisado seus critérios decisórios e os “riscos decorrentes” de suas atuações.


Para Mendonça, esse tipo de avaliação ultrapassaria as atribuições legais da Diretoria de Inteligência da PF. O ministro afirma que eventuais avaliações disciplinares sobre magistrados são de competência do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), enquanto a apuração da conduta funcional de integrantes da própria Polícia Federal cabe aos órgãos de correição da corporação.


A decisão aponta ainda que os relatórios teriam exposto a Moraes e a terceiros detalhes de processos que tramitavam sob segredo de justiça.


“A suspensão cautelar de função pública é constitucionalmente admissível quando fundada em elementos concretos, submetida à proporcionalidade e destinada a neutralizar risco efetivo à persecução penal ou de utilização indevida das prerrogativas funcionais”, diz o ministro na decisão.


Mendonça determinou ainda que a Corregedoria da Polícia Federal instaure procedimentos investigatórios, nas esferas penal e administrativo-disciplinar, para apurar os fatos. A investigação deverá identificar quem determinou a produção dos relatórios, quem os elaborou, quando foram produzidos e se existem outros documentos semelhantes.


A decisão também determina a suspensão imediata de qualquer produção ou compartilhamento de relatórios de inteligência que tenham como objetivo analisar decisões judiciais, condutas de integrantes da AGU ou a atuação da polícia judiciária.


Mendonça pediu a realização de uma sessão virtual ainda nesta terça-feira (8) para que a Segunda Turma do STF analise se referendam ou não a decisão do ministro. A turma é composta por Luiz Fux, Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli. (CNN)

Marcos Rogério quer abrir caminho para o garimpo legal e sustentável em Rondônia

Plano prevê regularização, apoio às cooperativas e tecnologias para reduzir impactos ambientais...


Em meio às recentes operações de fiscalização contra o garimpo ilegal em Rondônia, o senador e candidato ao Governo do Estado Marcos Rogério (PL) apresenta no Plano de Governo 2027–2030 uma proposta para enfrentar um dos principais problemas vividos por quem depende da atividade mineral: criar caminhos para que o trabalhador possa se regularizar e exercer a atividade dentro da lei.

Somente nas últimas semanas, ações conjuntas da Polícia Federal e do Ibama atingiram áreas de garimpo no Rio Madeira. No dia 3 de setembro, a Operação Iterum IV inutilizou 15 dragas na região do Baixo Madeira. Uma semana antes, outra ação havia destruído dez dragas, além de motores e outros equipamentos utilizados, segundo os órgãos, na extração ilegal de ouro.

A resposta prevista por Marcos Rogério passa pelo Programa Mineração Sustentável e Ouro Legal de Rondônia. O plano prevê a criação da Coordenadoria de Mineração e Recursos Minerais, com atuação em conjunto com a Agência Nacional de Mineração (ANM) e órgãos federais para acelerar a regularização da atividade minerária e do garimpo aluvionar no Estado.

A proposta também inclui maior agilidade no licenciamento ambiental de competência estadual e apoio técnico para a organização e regularização das cooperativas rondonienses. A intenção é oferecer ao trabalhador condições concretas para sair da informalidade e cumprir as exigências necessárias para atuar legalmente.

Outra frente prevista é a modernização da atividade. O plano propõe incentivar plantas de beneficiamento sem uso de mercúrio, ampliar a rastreabilidade do ouro e criar mecanismos capazes de identificar a origem e a conformidade ambiental do minério produzido em Rondônia.

O planejamento prevê ainda suporte técnico, laboratorial e ambiental para a legalização de cooperativas de garimpeiros, além de estudos sobre jazidas de minerais como cassiterita, nióbio e tungstênio, com a proposta de aproveitar melhor o potencial mineral do Estado e estimular a industrialização dessa produção dentro de Rondônia.

Para Marcos Rogério, a atuação do Estado deve ajudar a separar quem quer trabalhar dentro das regras de quem atua de forma criminosa. A proposta busca conciliar fiscalização ambiental, segurança jurídica e geração de renda, criando uma estrutura capaz de orientar, regularizar e dar suporte ao setor.

Com as medidas, o candidato propõe substituir um cenário marcado por insegurança e dificuldade de regularização por uma política organizada para a mineração. O objetivo é permitir que o garimpeiro que queira trabalhar legalmente encontre no poder público orientação e caminhos para se adequar, produzir e sustentar sua família respeitando a legislação e o meio ambiente.

FONTE - ASSESSORIA.

Confronto entre Moraes e Mendonça amplia crise e desafia Fachin no STF; o que ainda pode acontecer

Tensão institucional gira em torno de esquema para conter o avanço das investigações sobre o Banco Master...

A crise no STF (Supremo Tribunal Federal) se intensificou, na última terça-feira (1º), após o ministro André Mendonça quebrar o sigilo de um relatório da PF (Polícia Federal) que mostra trocas de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo dono do extinto Banco Master.

A tensão institucional ainda atinge o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que são suspeitos de trabalhar para conter o avanço das investigações sobre o banco.

Na última quinta-feira (3), Moraes, através do inquérito das Fake News, acusou Mendonça de praticar improbidade administrativa e abuso de autoridade durante a relatoria do Caso Master. Na decisão, o ministro ainda pediu ao presidente da Suprema Corte, Edson Fachin, a abertura de ação contra o colega de magistratura por ter atuado fora do regimento jurídico.

Fachin, por sua vez, declarou que a resposta institucional à crise da Corte será "firme, proporcional e rigorosa". Segundo ele, as apurações seguirão os procedimentos previstos na Constituição e na legislação.

No pronunciamento, o presidente da Corte disse que nenhuma autoridade está acima da Constituição e nenhum "interesse" pode se sobrepor à defesa do Estado Democrático de Direito. O ministro também afirmou que a gravidade dos fatos não justifica medidas fora das regras jurídicas.

“Não haverá precipitação, mas tampouco omissão. A resposta institucional será firme, proporcional e rigorosa”, disse Fachin.

Ainda na quinta-feira, o presidente do STF deu um prazo de cinco dias para manifestação de Moraes, Mendonça, Andrei Rodrigues e Gonet sobre a crise envolvendo o caso Master.

A partir dessas manifestações, Fachin deverá reunir as explicações dos envolvidos e analisar a regularidade das apurações, para então definir os próximos passos podendo levar a questão ao plenário do Supremo.

Em meio à crise na Corte, o presidente ainda defendeu a adoção de um código de ética dentro do Supremo, além do fim do inquérito das Fake News.

O que mostra o relatório da PF

O documento foi formulado a partir de dados obtidos no celular de Vorcaro, apreendido pela PF na operação Compliance Zero, e revela uma suposta proximidade entre o ministro e o ex-banqueiro.

De acordo com o relatório, em conversas com Moraes às vésperas de sua prisão, Vorcaro chegou a perguntar ao ministro sobre sair do país e expressou "gratidão" ao magistrado. "Estamos juntos sempre. Você sabe que tenho gratidão da minha vida a você", disse o ex-dono do Master.

A investigação da PF ainda mapeou uma série de encontros que ocorreram entre fevereiro de 2024 e agosto de 2025.

Paulo Gonet também apareceu nas mensagens do relatório em conversa com Vorcaro, intermediada pelo advogado Ciro Soares. As conversas aconteceram entre abril de 2024 e junho de 2025 e mencionavam viagens, uísque, charutos e até o envio de fotos de Gonet ao lado de Ciro Soares.

Quanto a Andrei Rodrigues, o diretor-geral da PF é citado na conversa entre Daniel Vorcaro e Moraes, na qual o ex-banqueiro questiona ao ministro sobre a possibilidade de reverter as investigações contra o Master pelo intermédio de Andrei.

O que dizem juristas sobre os próximos passos

Em entrevista à CNN, o professor de direito constitucional da UFF (Universidade Federal Fluminense), Gustavo Sampaio, disse acreditar que o plenário do STF tende à não formar maioria pela investigação.

"A tendência toda é de que não se tenha formação de maioria no plenário para autorizar-se a investigação", disse. "Estamos ainda distantes de ação penal, nem sabemos se haverá uma ação penal, uma acusação formal, até porque ela cumpre ao Ministério Público. Mas por conta dessa regra de que ministros são julgados no plenário, qualquer autorização para investigar ministro do Supremo Tribunal Federal precisa vir de onde? Do plenário", explicou.

O professor ainda comenta que, embora tenham sido colhidas provas contra Moraes, qualquer outra investigação precisaria de aval do plenário.

"Embora no caso das provas fortuitamente colhidas em desfavor do ministro Alexandre de Moraes, que são aquelas conversas que ele teria tido com Daniel Vorcaro, essas provas não foram colhidas intencionalmente, elas foram fortuitamente colhidas. E uma grande parte da doutrina do processo penal diz que prova fortuitamente colhida é válida. Agora, daqui em diante qualquer outra investigação precisa do aval do plenário", afirmou Sampaio.

Sobre futuros julgamentos dos casos, o professor de direito do Insper, Luiz Fernando Esteves disse à CNN que o ponto de partida deveria ser a análise sobre a nulidade do relatório da PF solicitado por Mendonça.

"Eu acho que vai ser um julgamento absolutamente sensível pro tribunal. [...] Me parece que o que iniciou a discussão seja a nulidade ou não do relatório da Polícia Federal sobre o ministro Alexandre de Moraes, então faz sentido que inicialmente se analise a nulidade ou não do relatório e só após o STF passe a discutir se André Mendonça extrapolou os poderes", afirmou Esteves.

FONTE - CNN BRASIL.

Marcos Rogério quer apoiar indígenas, ribeirinhos e quilombolas a produzir e gerar renda

Plano prevê saúde mais próxima, apoio à produção e ações voltadas às comunidades tradicionais...

Levar o governo para mais perto de onde as pessoas vivem é uma das bases da gestão que o senador e candidato ao Governo de Rondônia Marcos Rogério (PL) pretende implantar no estado. Para indígenas, ribeirinhos, quilombolas e outras comunidades tradicionais, o Plano de Governo 2027–2030 prevê ações que vão do atendimento de saúde ao apoio para produzir, escoar a produção e gerar renda, considerando as características e necessidades de cada território.

Uma das principais propostas é o Raízes de Rondônia — Etnodesenvolvimento e Cidadania, que reúne assistência técnica, acesso ao crédito, incentivo ao cooperativismo e à bioeconomia, além de ações de documentação e segurança alimentar. A proposta busca criar condições para que essas populações fortaleçam suas atividades e tenham mais acesso às políticas públicas sem precisar deixar seus territórios.

Na prática, isso significa apoiar desde quem produz nas comunidades até quem enfrenta grandes distâncias para conseguir atendimento médico. Para os ribeirinhos, por exemplo, o plano prevê apoio com barcos para facilitar o transporte e o escoamento da produção. No Baixo, Médio e Alto Madeira, estão previstas ainda melhorias em estruturas portuárias e atendimento regular de saúde em comunidades como Calama, São Carlos, Nazaré e Demarcação.

Na saúde, o planejamento contempla atendimento específico às populações indígenas e ribeirinhas, dentro da estratégia de regionalização. Telemedicina, polos de telessaúde e estruturas móveis estão entre os instrumentos previstos para aproximar consultas, exames e acompanhamento médico de quem hoje precisa percorrer longas distâncias em busca de atendimento.

Outro caminho é transformar a própria produção dessas comunidades em oportunidade de renda. O Produtor que Alimenta prevê ampliar a participação de comunidades tradicionais nas compras públicas de alimentos, fortalecendo agricultores familiares, associações, cooperativas e pequenos produtores e, ao mesmo tempo, fazendo a produção local chegar a quem precisa.

O plano também aposta no cooperativismo, na bioeconomia e na assistência técnica para agregar valor ao que é produzido nos próprios territórios. A proposta é ampliar oportunidades sem desconsiderar os modos de vida, os conhecimentos e as formas de produção de indígenas, quilombolas, ribeirinhos, extrativistas e demais comunidades tradicionais.

A atenção a essas populações também está ligada à forma como o Plano de Governo foi construído. A elaboração das propostas passou pela escuta nos municípios, distritos e comunidades fora dos grandes centros urbanos, levando para o planejamento demandas de quem convive diariamente com dificuldades de acesso, transporte, produção e serviços públicos.

Com as ações, Marcos Rogério propõe aproximar o Estado dessas comunidades, combinando saúde, produção, renda e proteção social. O objetivo é fazer com que as políticas públicas cheguem também a quem vive mais distante, respeitando as particularidades de cada território e criando condições para que essas populações possam produzir, trabalhar e viver com mais oportunidades onde escolheram construir suas vidas.

FONTE - ASSESSORIA.

Sob crise no STF, Mendonça agradece apoio de fieis de igreja onde é pastor; veja vídeo

Ministro disse que preces "têm sido fundamentais para me sustentar e sustentar a minha família"...

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça agradeceu o apoio dos fiéis da igreja onde é pastor em meio à crise que enfrenta na Corte.

"Meus irmãos e minhas irmãs, minha palavra se dirige a vocês essencialmente para agradecer tantas mensagens de oração e de carinho. Estejam certos que suas preces a Deus têm sido fundamentais para me sustentar e sustentar a minha família", disse o ministro, que atua como pastor auxiliar na Igreja Presbiteriana de Pinheiros.

"Eu louvo a Deus por sua vida, grato pela generosidade e solidariedade que tenho recebido. Que Deus os abençoe e que Deus abençoe o nosso país", prosseguiu.

Nesta semana, Mendonça retirou o sigilo de um relatório da PF (Polícia Federal) contendo mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Os textos indicam que Vorcaro pedia ao magistrado que atuasse com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, para conter o avanço das investigações sobre o banco.

Posteriormente, Moraes reagiu e usou o chamado inquérito das Fake News para acusar Mendonça de crimes. O magistrado também pede ao presidente da Corte, Edson Fachin, que abra ação contra o colega.

Moraes enumera suspeitas contra Mendonça por usurpação da direção das investigações, condução irregular das tratativas de delação premiada e direcionamento de investigação contra o magistrado.

As suspeitas têm como base relatórios de inteligência da Polícia Federal sobre a atuação de Mendonça nas operações Sem Desconto, que investiga fraudes relacionadas ao INSS, e Compliance Zero, ligada ao Banco Master.

Nesta sexta-feira (4), Fachin determinou que as apurações sobre Mendonça, pedidas por Moraes, saiam do inquérito das fake news e sejam incluídas em outro procedimento de sua relatoria.

O chefe da Corte reuniu no mesmo processo as acusações de ambos os lados, ou seja, estão nos autos da mesma ação as decisões de Mendonça contra Moraes.

Diferentemente dos inquéritos das Fake News e do Banco Master, onde estão os relatórios dos dois lados, esse novo proceso sob relatoria de Fachin não está sob sigilo.

VEJA:

fonte - Douglas Porto, da CNN Brasil, São Paulo.

"É preciso saber o que fazer e como fazer", diz Marcos Rogério sobre seu jeito de trabalhar por Rondônia

Candidato relaciona experiência nos municípios, articulação em Brasília e definição de prioridades à forma como pretende administrar o Estado...

O senador e candidato ao Governo de Rondônia pela coligação Juntos por Rondônia (PL, Podemos, NOVO, DC e Mobiliza), Marcos Rogério, define sua proposta de governo a partir de uma lógica que diz ter aplicado ao longo da atuação parlamentar. “É preciso saber o que fazer e como fazer”, afirma. Para ele, administrar o Estado passa por organizar as contas, escolher prioridades, viabilizar grandes obras e fazer o dinheiro público chegar aos municípios, bairros e distritos.

A experiência nos 52 municípios também sustenta essa forma de trabalhar. Marcos Rogério já destinou mais de R$ 1,5 bilhão em recursos para Rondônia e acompanhou situações em que investimentos enfrentaram dificuldades de execução por falta de projetos, engenheiros, equipes técnicas ou problemas na condução dos convênios. A avaliação do senador é que conseguir o recurso representa apenas uma parte do trabalho. Para a população receber a obra ou o serviço, o projeto precisa estar preparado e a execução precisa funcionar.

Essa experiência aparece entre as propostas do Plano de Governo. Marcos Rogério pretende criar um Escritório de Projetos para oferecer apoio técnico às prefeituras, principalmente às que possuem menor capacidade de elaborar projetos de engenharia. A estrutura poderá preparar projetos para escolas, unidades de saúde, pavimentação, pontes e outras necessidades municipais sem custo para as prefeituras. A proposta busca evitar que recursos disponíveis deixem de ser utilizados por dificuldades técnicas ou administrativas.

Marcos Rogério também defende combinar recursos do orçamento estadual com investimentos federais e articulação da bancada de Rondônia para financiar obras de maior porte. Para o senador, conhecer as necessidades do Estado permite definir onde agir, enquanto a experiência parlamentar ajuda a identificar os caminhos para financiar as soluções. “Brasília tem recurso, eu conheço o caminho”, afirmou Marcos Rogério.

fonte - assessoria.

Segurança no campo: Coronel Régis Braguin defende agronegócio e regularização fundiária

Entre as prioridades está a melhoria da infraestrutura necessária ao escoamento e à industrialização da produção agropecuária...

O candidato a deputado federal pelo Republicanos, Coronel Régis Braguin, número 1000, afirma que a segurança pública deve caminhar lado a lado com o fortalecimento do agronegócio. Na Câmara Federal, ele pretende defender políticas voltadas à proteção do setor agropecuário e ao desenvolvimento sustentável da produção rural.

Para Braguin, garantir segurança ao homem do campo é também assegurar condições para que o produtor possa trabalhar, investir e gerar riquezas. Entre as prioridades está a melhoria da infraestrutura necessária ao escoamento e à industrialização da produção agropecuária.

O candidato também destaca a necessidade de fortalecer a segurança jurídica no campo por meio da regularização fundiária. Segundo ele, a concessão de títulos definitivos de propriedade é fundamental para garantir tranquilidade aos produtores rurais. Com a documentação regularizada, o produtor passa a ter maior segurança para investir e ampliar sua atividade.

A titularidade também facilita o acesso ao crédito e a programas de financiamento destinados ao setor produtivo. Outro ponto defendido por Braguin é o enfrentamento às invasões violentas e aos conflitos pela posse da terra.

Na avaliação do candidato, a propriedade legalmente reconhecida fortalece a proteção do produtor e reduz vulnerabilidades no meio rural. Ele sustenta que o Estado precisa garantir o direito de propriedade e impedir que trabalhadores sejam vítimas da violência.

A segurança no campo, segundo Braguin, é indispensável para preservar empregos, investimentos e a produção de alimentos.

O fortalecimento das forças de segurança também deve fazer parte de uma política integrada de proteção às áreas rurais.

Para o candidato, combater organizações criminosas e ações violentas no campo é defender diretamente quem produz.

Braguin pretende levar essa pauta ao Congresso como parte de uma agenda voltada ao desenvolvimento de Rondônia e do Brasil.

A proposta une segurança pública, regularização fundiária, infraestrutura e industrialização como pilares do crescimento econômico.

“Quem produz precisa ter o direito de trabalhar em paz, com segurança e respaldo legal”, defende o candidato.

Com essa bandeira, Coronel Régis Braguin apresenta o fortalecimento do campo como uma das prioridades de sua atuação parlamentar.

fonte - assessoria.

Operação Escobar mira grupo suspeito de abastecer pontos de venda de drogas em Porto Velho

Polícia Civil cumpre cinco mandados de prisão e oito de busca após investigação revelar conexões entre suspeitos e a distribuição de entorpecentes na capital...

A Polícia Civil de Rondônia deflagrou a Operação Escobar para desarticular um grupo investigado por distribuir e comercializar drogas em diferentes pontos de Porto Velho. Ao todo, 13 medidas cautelares foram determinadas pela Justiça, entre cinco mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão.

A operação foi realizada pelo Departamento de Narcóticos (Denarc) na manhã desta quinta-feira (3). As investigações avançaram a partir da análise de um celular apreendido com um dos alvos, preso em flagrante durante a Operação Fecha Boca, realizada em 2025.

Segundo a investigação, o conteúdo encontrado no aparelho revelou conversas, contatos e outras informações relacionadas à dinâmica de distribuição dos entorpecentes. A partir desses dados, os policiais identificaram um suspeito apontado como possível fornecedor de drogas para diferentes pontos de comercialização na capital.

O trabalho de inteligência também estabeleceu conexões com outros investigados e identificou diferentes níveis de atuação na cadeia de distribuição. Entre os alvos estão pessoas investigadas por possível ligação com organização criminosa e envolvimento no comércio de drogas em Porto Velho.

Os elementos reunidos levaram a Polícia Civil a solicitar as medidas cautelares, posteriormente autorizadas pelo Poder Judiciário.

O nome da Operação Escobar surgiu do nome de usuário utilizado por um dos investigados nas comunicações recuperadas do celular apreendido.

As investigações continuam, e a análise dos materiais recolhidos durante a operação poderá resultar em novos desdobramentos.

Vorcaro sinaliza poupar Alexandre de Moraes em nova delação premiada

Ex-banqueiro avalia que levantamento de sigilo do relatório da PF que expôs a relação dele com o magistrado foi prejudicial para conseguir aguardar seu julgamento em domiciliar...

FOTO - REPRODUÇÃO METRÓPOLES

O banqueiro Daniel Vorcaro sinalizou nesta semana a seus interlocutores que poupará o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes na nova proposta de colaboração premiada que ele pretende apresentar à PF (Polícia Federal) e à PGR (Procuradoria-Geral da República).

O tom dos anexos para a terceira tentativa de delação deverá ser o mesmo da segunda: que ele tinha uma relação de amizade com Moraes e uma relação comercial com a esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes, com quem fechou um contrato de R$ 129 milhões.

As mensagens expostas no relatório da PF, porém, sugerem que Vorcaro consultava Moraes sobre questões envolvendo o Master e chegou a pedir que o ministro acionasse o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, para ajudá-lo em questões envolvendo o banco.

De acordo com fontes ouvidas pela CNN, Vorcaro avalia, porém, que o levantamento de sigilo do relatório da Polícia Federal que expôs a relação dele com o Moraes foi muito prejudicial para estratégia dele de apresentar uma proposta de delação premiada e conseguir aguardar seu julgamento em prisão domiciliar.

O entorno de Vorcaro diz que o ex-dono do banco Master sente que será esquecido na prisão e sugeriu que talvez não precise sequer mais de advogados para defendê-lo.

No entorno de Vorcaro, o ambiente é de medo pela reação que o depoimento dele ao juiz auxiliar de Mendonça poderá provocar, uma vez que ele menciona o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, como alguém de seu seu relacionamento.

FONTE - CNN/ CAIO JUNQUEIRA.

Nos corredores, Moraes demonstra frieza e ignora gravidade da crise

Segundo relatos, magistrado age com a equipe como se nada ocorresse, mas alimenta versão de ação orquestrada...

Quem esteve com Alexandre de Moraes nas últimas 48 horas custa a compreender o sentimento do ministro em relação à crise sem precedentes que se instalou no STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo relatos feitos à CNN por colegas, auxiliares e outras fontes próximas ao magistrado, a postura de Moraes é de frieza em relação aos fatos que atingem a Corte e ele próprio.

Em alguns momentos, Moraes age como se nada houvesse. Cumpre normalmente sua agenda de reuniões, despacha sobre processos e até faz piada com auxiliares e interlocutores sobre assuntos aleatórios, ignorando a gravidade da crise instalada na Corte.

Moraes não mostrou abalo nem mesmo nas horas que sucederam o levantamento do sigilo do relatório da PF (Polícia Federal), que serviu de base para que o ministro André Mendonça pedisse que fosse investigado. O ministro já tinha, por exemplo, uma reunião marcada com integrante da AGU (Advocacia-Geral da União). Decidiu manter o compromisso, despachou normalmente e ainda embarcou em algumas brincadeiras com interlocutores.

Nos corredores do STF, o ambiente é de perplexidade com a escalada da crise que atinge o tribunal. Mas até algumas fontes próximas a Moraes se mostram reticentes em apoiar o ministro de maneira mais explícita. No máximo, fazem circular a tese de que, na visão do magistrado, haveria uma ação orquestrada por André Mendonça.

Mas, confrontados com os fatos atribuídos a Moraes na relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, admitem que o atropelo do rito processual não invalida a necessidade de averiguação.

fonte - CNN BRASIL/ CLARISSA OLIVEIRA.

Fachin defende fim do inquérito das fake news e promete resposta "firme e rigorosa" à crise no STF

Presidente do STF citou ainda que resposta institucional a crise na Corte será "firme, proporcional e rigorosa"...

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin defendeu, nesta sexta-feira (4), em meio a crise na Corte, a adoção de um código de ética dentro do Supremo, além do fim do inquérito das fake news.

"Os acontecimentos recentes demonstram o acerto e a urgência de três metas de nossa gestão: a adoção de um código de ética, o fim do inquérito das fake news e a modernização do sistema de justiça", expôs.

Declaração ocorreu durante um evento no Palácio do Planalto ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A agenda em questão era para tratar de uma sanção relacionada a fundos do sistema de Justiça.

Fachin mencionou ainda que a resposta institucional à crise será "firme, proporcional e rigorosa". 

O ministro ressaltou ainda que não haverá "precipitação ou omissão" e que nenhuma autoridade está acima da Constituição. Ele também destacou que a gravidade dos fatos "não autoriza atalhos".

Veja a íntegra do discurso:

Os fatos estão sendo apurados. Esta presidência seguirá os procedimentos estabelecidos pela constituição e pela legislação. Faremos o que é certo no tempo e pela forma que a ordem jurídica exige. As instituições da República precisam ser preservadas, sobretudo nos momentos de maior tensão. Nenhuma autoridade está acima da Constituição.

Nenhum poder está acima da lei e nenhum interesse circunstancial pode se sobrepor a integridade do estado de direito democrático. A gravidade dos fatos não autoriza atalhos, ao contrário, quanto maior o desafio, maior deve ser o compromisso com a legalidade, o devido processo e as garantias constitucionais.

Não haverá precipitação, tampouco omissão. A reposta será firme, proporcional e rigorosa. Os acontecimentos recentes demonstram o acerto e a urgência de três metas de nossa gestão: a adoção de um código de ética, o fim do inquérito das fake news e a modernização do sistema de justiça.

LEIA MAIS - Moraes usa inquérito das fake news para acusar Mendonça de crimes

fonte - Leticia Martins, da CNN Brasil, São Paulo.

Ieda Chaves vira as costas para proteção animal da Prefeitura

Deputada destinou R$ 3,7 milhões para entidades, mas não apoiou sequer a Clínica Veterinária Municipal...

A causa animal virou uma bandeira eleitoral cada vez mais explorada por políticos em Rondônia. Cachorros e gatos de rua já ajudaram a projetar nomes e conquistar votos, especialmente na capital.

De olho nesse nicho, a deputada estadual Ieda Chaves (UNIÃO) mudou o perfil político ao longo do mandato e passou a atuar como defensora da causa animal.

Para isso, destinou cerca de R$ 3,7 milhões em emendas para associações e entidades ligadas à proteção animal.

O contraste, porém, aparece quando o assunto são ações concretas do poder público. Apesar dos milhões destinados por meio de emendas, Ieda não apoiou iniciativas da Prefeitura de Porto Velho, como a Clínica Veterinária Municipal, inaugurada pela atual gestão.

Mantida por meio de parcerias e administrada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMA), a clínica se tornou uma das principais estruturas públicas de atendimento e proteção animal da capital. Nenhuma das ações municipais da pasta contou com participação ou apoio da deputada.

Moradora da capital e esposa do ex-prefeito de Porto Velho, Ieda pode até não ter interesse político em fortalecer ações da atual gestão. Mas, quando a bandeira é a proteção animal, a causa deveria estar acima das diferenças políticas.

Marcos Rogério defende mais policiais, saúde perto de casa e alternativa à BR-364 no debate da Rema TV

Durante debate entre candidatos, senador defendeu recomposição dos efetivos da segurança, ampliação do atendimento nos municípios e substituição de pontes de madeira...

O senador e candidato ao Governo do Estado pela coligação Juntos por Rondônia (PL, Podemos, NOVO, DC e Mobiliza), Marcos Rogério, concentrou sua participação no debate da Rema TV, nesta terça-feira (1º), em propostas para segurança pública, saúde e infraestrutura. Entre os compromissos apresentados estão a convocação dos aprovados nos concursos vigentes da Polícia Civil e da Politec, a realização de concurso para praças da Polícia Militar, a ampliação do atendimento de saúde nos municípios e a substituição progressiva de pontes de madeira nas rodovias estaduais.

Na segurança, Marcos Rogério apontou a deficiência de pessoal entre os principais problemas das forças estaduais. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que Rondônia possui 1.501 servidores na Polícia Civil para 5.340 cargos previstos, o equivalente a 28,1% do quadro. O candidato defendeu a recomposição dos efetivos e citou ainda a ampliação do policiamento escolar, da Patrulha Maria da Penha e das ações de segurança no campo.

Ao tratar da saúde, Marcos Rogério defendeu ampliar consultas, exames e cirurgias nos municípios para reduzir deslocamentos até Porto Velho. Como exemplo, citou recursos destinados pelo mandato para a realização de procedimentos locais. Em Jaru, foram pagos R$ 350 mil para cirurgias oftalmológicas; Ouro Preto d’Oeste recebeu R$ 2 milhões para cirurgias ortopédicas; e Nova Brasilândia d’Oeste teve R$ 800 mil pagos para cirurgias eletivas. Durante o debate, o candidato também citou a situação dos leitos de UTI do Hospital Regional de Cacoal ao defender o fortalecimento do atendimento no interior.

Na infraestrutura, Marcos Rogério defendeu a substituição de pontes de madeira por estruturas de concreto e aço e citou pontes que receberam recursos do mandato em municípios como Theobroma, Primavera de Rondônia e Rolim de Moura. O candidato também apresentou a Rodovia do Boi como alternativa estadual à BR-364 para ampliar as opções de deslocamento e escoamento da produção.

Ao encerrar o debate, Marcos Rogério afirmou que governar exige saber o que fazer, como fazer e definir prioridades. Resumiu sua proposta em arrumar a casa, destravar grandes obras e fazer o dinheiro público chegar à população. Também destacou a experiência parlamentar e a capacidade de buscar investimentos fora do Estado. “Brasília tem recurso, eu conheço o caminho”, afirmou.

fonte - assessoria.

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