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Conselheiro de Trump xinga Lula após Brasil criticar intervenção dos EUA

Presidente brasileiro afirmou que operação americana que capturou Nicolás Maduro ultrapassou "linha inaceitável"

Jason Miller, conselheiro de Donald Trump, fez uma publicação nas redes sociais xingando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo (4). Ele fez referência à fala do petista criticando a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela.



"Vai se f****, Lula. Agora todos nós sabemos qual é a sua posição!", disse Miller no X ao compartilhar uma matéria sobre a fala do presidente brasileiro.



Lula afirmou no sábado (3) que a operação americana na Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro ultrapassou "linha inaceitável" e abre “precedente extremamente perigoso”.


"Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional", escreveu.


A CNN Brasil questionou o Itamaraty sobre a publicação de Miller e aguarda retorno.


*em atualização

Venezuelanos insatisfeitos com o atual governo comemoram anúncio da captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos; veja vídeo

Venezuelanos insatisfeitos com o governo de Nicolás Maduro saíram às ruas neste sábado (03), para comemorar o que foi divulgado como a captura do presidente da Venezuela por forças dos Estados Unidos. As manifestações ocorreram em meio a um clima de expectativa e forte repercussão internacional após o anúncio feito pelo presidente norte-americano, Donald Trump.


Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram pessoas celebrando em vias públicas,  Para parte dos manifestantes, a notícia representa esperança de mudanças políticas no país, marcado por anos de crise econômica, instabilidade institucional e denúncias de violações de direitos.

O episódio segue em desenvolvimento e é acompanhado com atenção pela comunidade internacional, diante das possíveis consequências políticas e diplomáticas para a Venezuela e para a região.

Trump publica foto de Maduro dentro de navio de guerra após captura

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou neste sábado a primeira imagem do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, após anunciar que ele teria sido detido por forças norte-americanas. 

A publicação foi feita por meio da rede social Truth Social.

Na fotografia compartilhada, Maduro aparece a bordo do navio de guerra norte-americano USS Iwo Jima. Ele surge algemado, vestindo um fato de treino e segurando uma garrafa de água, conforme é possível observar na imagem divulgada pelo líder norte-americano.


A divulgação ocorreu após Trump afirmar que houve uma ação dos Estados Unidos contra a Venezuela. 

Até o momento, não há mais detalhes oficiais sobre as circunstâncias da suposta detenção nem sobre o estado atual do presidente venezuelano.

O caso segue em atualização e repercute intensamente no cenário internacional.

Maduro e esposa serão julgados pelos Estados Unidos, diz procuradora

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, serão julgados em tribunais de justiça dos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pela procuradora-geral estadunidense, Pamela Bondi, neste sábado (3). Eles foram sequestrados durante ação militar, confirmada pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

Segundo Bondi, ambos foram indiciados no Distrito Sul de Nova York. Maduro foi acusado de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os Estados Unidos.

“Eles em breve enfrentarão toda a força da justiça americana em solo americano, em tribunais americanos”, escreveu Bondi no X (antigo Twitter). A procuradora-geral não detalhou as acusações contra Cilia Flores.

Coragem

“Em nome de todo o Departamento de Justiça dos EUA, gostaria de agradecer ao presidente Trump por ter a coragem de exigir responsabilização em nome do povo americano, e um enorme agradecimento às nossas bravas Forças Armadas que conduziram a incrível e bem-sucedida missão de captura desses dois supostos narcotraficantes internacionais”, finalizou Bondi.

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, rejeitou a presença de tropas estrangeiras no país e classificou o ataque de "vil e covarde". Padrino pediu ajuda internacional. Bombardeios dos Estados Unidos a barcos nas águas do Caribe ocorreram nos últimos meses. 

fonte - Camila Boehm - Repórter da Agência Brasil.

Fronteira do Brasil com a Venezuela está tranquila e aberta, diz Múcio

A fronteira do Brasil com a Venezuela, no estado de Roraima, está tranquila, monitorada e aberta, informou neste sábado (3) o ministro da Defesa do Brasil, José Múcio. O governo disse ainda que não há notícia de brasileiros feridos pelos bombardeios dos Estados Unidos (EUA) contra a Venezuela.


“A fronteira está absolutamente tranquila. Nós temos um contingente já há algum tempo lá de homens e equipamentos. Estamos aguardando que as coisas aconteçam. Vamos aguardar a entrevista do presidente da República dos Estados Unidos, algumas coisas que vão acontecer durante o dia”, disse Múcio.

O ministro da Defesa disse que o Brasil tem 10 mil militares na região amazônica, com 2,3 mil em Roraima. Múcio acrescentou que há muita informação desencontrada e que o governo monitora os acontecimentos.

A fala ocorreu após reunião de emergência no Itamaraty, em Brasília, da qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou por videoconferência. Uma segunda reunião de emergência foi marcada para às 17h, também no Itamaraty.

Participaram também da primeira reunião as ministras interinas das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, e da Casa Civil, Miriam Belchior, além do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e de representantes da Secretaria de Relações Institucionais e do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O ministro da Defesa, José Múcio, e as ministras interinas Maria Laura da Rocha e Miriam Belchior falam sobre a invasão da Venezuela pelos EUA - Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Por meio de nota, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) disse que o presidente Lula reforçou o posicionamento divulgado mais cedo no sentido de condenar o ataque dos EUA contra a Venezuela e a captura do presidente Nicolas Maduro, e sua esposa Cilia Flores, por militares estadunidenses.

A ministra interina Maria Laura da Rocha disse que o Brasil ainda não tem informações sobre o paradeiro do presidente Maduro, mas confirmou que não há relatos de brasileiros feridos.  

“A comunidade brasileira está tranquila e nenhuma ocorrência até o momento. Os turistas que lá estão, estão conseguindo sair normalmente. Normalidade total com relação à comunidade brasileira”, disse a ministra interina.

Entenda

A invasão da Venezuela pelos EUA marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

Assim como fizeram com Noriega, os EUA acusam, sem apresentar provas, Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.

O governo dos EUA estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.

Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos EUA, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

fonte - Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil.

Reunião de emergência no Itamaraty discute invasão da Venezuela

Começou por volta das 10h30 da manhã deste sábado (3) uma reunião de emergência do governo brasileiro no Itamaraty, em Brasília, para discutir a invasão dos Estados Unidos (EUA) à Venezuela na madrugada deste sábado (3). O presidente Nicolás Maduro foi capturado e retirado do país. 


Estão presentes no encontro o ministro da Defesa, José Múcio, e a ministra substituta do Ministério das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha. A secretária-executiva e ministra interina da Casa Civil, Miriam Belchior, também participa da reunião, que conta com outros diplomatas brasileiros.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve participar por videoconferência, uma vez que está no Rio de Janeiro. A assessoria informou que o presidente retorna ainda hoje para Brasília. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, estava de férias e também retorna hoje a Brasília. 

Os Estados Unidos bombardearam diversos locais na capital da Venezuela, Caracas, e nos estados de Aragua, Miranda e La Guaira.

Não se sabe sobre o paradeiro do presidente Nicolás Maduro que, segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, foi capturado por militares norte-americano e já está fora da Venezuela.

A vice-presidente do país, Delcy Rodrigues, pediu prova de vida de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. 

Nas redes sociais, o presidente Lula condenou o uso da força contra o país vizinho.

“A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação", disse o presidente.

fonte - Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil.

Lula diz que ataque dos EUA à Venezuela é "afronta gravíssima à soberania" ; veja

Presidente disse que país norte-americano ultrapassou "linha inaceitável"...

Foto: R1 Rondônia



O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, repudiou neste sábado (03), o ataque dos Estados Unidos à Venezuela. Pelas redes sociais, Lula disse que o país norte-americano cometeu "afronta gravíssima" e ultrapassou uma "linha inaceitável".

"Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. 

Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.


LEIA MAIS  - Lula diz que ataque dos EUA à Venezuela é "afronta gravíssima à soberania"

*Em atualização.

Após cirurgias, Bolsonaro recebe alta e volta à prisão 8 dias depois

Ex-presidente estava internado no Hospital DF Star, em Brasília (DF), desde a véspera de Natal

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta do Hospital DF Star, em Brasília, nesta quinta-feira (1º/1), após passar por quatro procedimentos médicos, sendo três cirurgias. Ele estava internado no local desde a véspera de Natal (24/12). Bolsonaro saiu por volta das 18h30. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro acompanhava o marido e saiu um pouco antes, em um carro particular.



Bolsonaro internado

Bolsonaro foi levado DF Star, em Brasília, na véspera de Natal (24/12).

Em 25 de dezembro, ele passou por uma cirurgia para tratar de uma hérnia inguinal bilateral.

Em 27 de dezembro, realizou o bloqueio do nervo frênico do lado direito. Em 29 de dezembro, foi a vez do bloqueio do nervo frênico do lado direito. Em 29 de dezembro, ele passou por um reforço no bloqueio do nervo frênico

Os procedimentos no nervo frênico visam reverter o quadro de soluços persistentes.

Durante a internação, ele apresentou alteração em sua pressão arterial e iniciou tratamento para apneia do sono.


De volta à cela da PF

Agora, o ex-mandatário retorna à Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado. Mais cedo, nesta quinta, o ministro do STF Alexandre de Moraes negou o pedido da defesa que solicitava prisão domiciliar humanitária.


A defesa havia protocolado o pedido no STF, na quarta-feira (31/12), após o ex-presidente realizar uma série de procedimentos médicos na última semana.


Na decisão, Moraes cita a ausência de requisitos legais para a concessão da prisão domiciliar e o risco concreto de fuga.


A defesa também chegou a solicitar que Bolsonaro continuasse no hospital enquanto o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, não decidisse sobre o pedido de prisão domiciliar. (Metrópoles)

Lula não deveria concorrer à reeleição em 2026, avalia The Economist

Segundo a revista britânica, brasileiros "merecem opções melhores"; publicação classifica Flávio Bolsonaro como "impopular" e "ineficaz", além de apontar Tarcísio de Freitas como alternativa à polarização



Para a revista britânica The Economist, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não deveria disputar a reeleição em 2026. Em editorial publicado na terça-feira (30), o periódico destaca a idade do petista, que completou 80 anos em outubro, e argumenta que os brasileiros "merecem opções melhores".


Lula tem 80 anos. Apesar de todo o seu talento político, é simplesmente arriscado demais para o Brasil ter alguém tão idoso servindo mais quatro anos no cargo máximo. Carisma não é escudo contra o declínio cognitivo

The Economist


A publicação traça um paralelo entre Lula e o ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden, que em 2024 desistiu de chefiar a Casa Branca por mais quatro anos em meio à campanha eleitoral. Na ocasião, a candidata escolhida para substituir o Democrata no pleito, Kamala Harris, terminou derrotada por Donald Trump.


"Lula tem apenas um ano a menos do que Joe Biden tinha no ponto equivalente do ciclo eleitoral de 2024 nos Estados Unidos — que terminou de forma desastrosa. Ele parece estar em condição muito melhor do que Biden estava, mas já teve problemas de saúde", ressalta o Economist.


De acordo com a publicação, apesar de a economia brasileira ter apresentado bons resultados, as políticas econômicas do governo Lula são "medíocres".


"Elas se concentram sobretudo em transferências aos pobres, acompanhadas de medidas de aumento de arrecadação que se tornam cada vez menos amigáveis aos negócios, embora ele tenha agradado aos empregadores com uma reforma para simplificar os impostos."


Na avaliação do Economist, Lula "poliria seu legado" ao abandonar a disputa pelo Planalto no próximo ano, permitindo assim uma "disputa adequada em busca de um novo campeão da centro-esquerda".


Flávio Bolsonaro é "impopular" e "ineficaz", diz Economist

Ao avaliar a corrida eleitoral pela Presidência da República em 2026, a revista classifica o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), como "impopular" e "ineficaz". A pré-candidatura de Flávio ao Planalto foi confirmada em carta escrita à mão pelo pai no início deste mês.


Ainda segundo o Economist, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a quem o periódico chama de "ponderado" e "democrata", é o nome mais proeminente da direita numa eventual disputa contra Lula no ano que se aproxima.


"Bolsonaro talvez ainda perceba que Flávio não tem chance e transfira seu apoio para Tarcísio de Freitas. De qualquer forma, Tarcísio deveria ter a coragem de entrar na disputa. Diferentemente dos Bolsonaros, ele é ponderado e democrata. Diferentemente de Lula, tem apenas 50 anos."


O artigo de terça-feira também reforça a ideia de que em 2025 as instituições democráticas brasileiras se mostraram "robustas" e que o país seguiu o devido processo legal ao condenar Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista após as eleições de 2022.


"Se forem sábios, [os partidos da direita] abandonarão Flávio e se unirão em torno de um candidato capaz de ir além da polarização dos anos Lula-Bolsonaro. Uma figura de centro-direita que corte a burocracia, mas não as florestas tropicais; que seja duro contra o crime, mas não despreze as liberdades civis; e que respeite o Estado de Direito, poderia tanto vencer quanto governar bem. O Brasil tem tudo a ganhar em 2026 — e o resultado é preocupantemente incerto", conclui o Economist. (CNN)

Gabinete de Toffoli vê contradições em depoimentos de Vorcaro e ex-presidente do BRB

Vorcaro e o ex-presidente do BRB foram ouvidos pela Polícia Federal (PF) na tarde desta terça-feira (30/12)

Ouvidos pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (30/12), o dono do Master, Daniel Vorcaro, e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa teriam aprentado informações contraditórias.



Os depoimentos estão sendo colhidos na sede do STF desde às 14h. Daniel Vorcaro foi o primeiro a chegar, após desembarcar no Aeroporto de Brasília na manhã desta terça-feira (30/12). Foi ele, também, o primeiro a prestar depoimento.


Vorcaro falou por quase três horas enquanto Paulo Henrique Costa e o diretor de Fiscaliz5ação do Banco Central, Ailton Aquino, esperavam. Por volta das 17h30, começou o depoimento do ex-presidente do BRB, que acabou cerca de duas horas depois. A PF passou, então, a ouvir o diretor do BC.


As oitivas são conduzidas pela delegada Janaína Palazzo, da Polícia Federal (PF). Um juiz auxiliar da equipe de Toffoli, relator do caso no STF, acompanha os depoimentos.


A expectativa é de que, após concluir os interrogatórios, a PF avalie a necessidade de uma acareação, procedimento que poderá ser realizado ainda nesta fase para confrontar versões apresentadas durante os depoimentos. (Metrópoles)

Com crise persistente de soluços, Bolsonaro faz nova cirurgia

O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou ao centro cirúrgico, na tarde desta terça-feira (30), após apresentar um novo quadro de soluços. A intervenção ocorre um dia depois de o ex-presidente passar pelo mesmo procedimento para bloquear o nervo frênico – responsável pelo controle do diafragma, músculo que atua na respiração. A informação foi divulgada inicialmente pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em postagem nas redes sociais.


"Meu amor apresentou quadro de soluços às 10h da manhã, que não cessaram até o momento. Diante disso, a equipe médica optou pela realização de um reforço no bloqueio do nervo frênico", escreveu a esposa do ex-presidente, em uma publicação postada por volta das 14h.

No início da noite, um novo boletim médico foi divulgado pelo Hospial DF Star, onde o ex-presidente está internado. Segundo o texto, Bolsonaro segue em cuidados pós-operatórios referentes à cirurgia de hérnia inguinal, realizada na semana passada. Os médicos confirmam a realização da complementação do bloqueio anestésico dos nervos frênicos bilaterais, após nova crise de soluços, e indicam a realização de um novo exame. 

"Deverá ser submetido a endoscopia digestiva alta, amanhã (31), para avaliação do refluxo gastroesofágico. Segue em fisioterapia respiratória, terapia de CPAP [aparelho para tratar apneia do sono] noturno e medidas preventivas para trombose", diz a nota.

O boletim é assinado pelos médicos Claudio Birolini (cirurgião geral), Leandro Echenique (cardiologista), Brasil Caiado (cardiologista), Mateus Saldanha (radiologista intervencionista), Lauro Bogniotti (anestesiologista) e Allisson B. Barcelos Borges (diretor-geral do hospital).

Este é o terceiro procedimento cirúrgico de Bolsonaro para bloquear o nervo frênico e tentar conter as crises de soluços. Anteriormente, ele já havia passado pela operação no sábado (27), do lado direito, e ontem (29), no lado esquerdo.

Em manifestação anterior, a previsão dos médicos era que o ex-presidente permanecesse internado pelo menos até quinta-feira (1º de janeiro).

Jair Bolsonaro está internado no Hospital DF Star desde o dia 24 de dezembro. Ele foi submetido, no dia de Natal, a uma cirurgia de hérnia inguinal.

O ex-presidente foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a deixar a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pela condenação pela trama golpista.

fonte - Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil

*Matéria ampliada às 18h26 para inclusão das informações do boletim médico.

Deputados federais de RO gastaram quase R$ 20 milhões em 2025; veja quanto cada parlamentar gastou

Os deputados federais de Rondônia utilizaram quase R$ 20 milhões em recursos públicos ao longo de 2025. Os dados são do Portal da Transparência da Câmara dos Deputados e incluem gastos com cota parlamentar, verba de gabinete, salários e auxílio-moradia.

FOTO - CÂMARA DOS DEPUTADOS

⚠️ Os valores apresentados nesta reportagem não indicam irregularidades. Os gastos são previstos em lei e fazem parte do funcionamento do mandato parlamentar. As despesas precisam ser comprovadas com documentos e notas fiscais, que ficam disponíveis para consulta pública.

💰 Todos os deputados federais recebem um salário mensal bruto de R$ 46.366,19. Além disso, um auxílio-moradia é pago aos parlamentares que não ocupam imóvel funcional. Em Rondônia, o único que recebe esse benefício é o deputado Thiago Flores (Republicanos).

Outro gasto que faz parte montante é a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), ela é usada para custear despesas como aluguel de escritório e veículos, passagens aéreas, combustível, alimentação e serviços de apoio. O dinheiro pode ser usado por meio de reembolso ou pagamento direto pela Câmara.

Além disso, cada deputado recebe uma verba de gabinete, que em 2025 foi fixada em R$ 133.170,54 por mês. Esse recurso é usado para pagar os salários dos assessores, que são escolhidos pelo próprio parlamentar. Cada deputado pode contratar entre cinco e 25 assessores, que podem atuar em Brasília ou nos estados.

Coronel Chrisóstomo (PL)

  • Cota parlamentar: R$ 543.991,52
  • Verba de gabinete: R$ 1.343.044,20
  • Salário mensal bruto: R$ 46.366,19
  • Auxílio-moradia: não recebe

Cristiane Lopes (União Brasil)

  • Cota parlamentar: R$ 530.024,15
  • Verba de gabinete: R$ 1.417.945,00
  • Salário mensal bruto: R$ 46.366,19
  • Auxílio-moradia: não recebe

Dr. Fernando Máximo (União Brasil)

  • Cota parlamentar: R$ 569.503,74
  • Verba de gabinete: R$ 1.338.868,75
  • Salário mensal bruto: R$ 46.366,19
  • Auxílio-moradia: não recebe

Lebão (União Brasil) (não está mais em exercício)

  • Cota parlamentar: R$ 330.166,94
  • Verba de gabinete: R$ 887.031,19
  • Salário mensal bruto: R$ 46.366,19
  • Auxílio-moradia: não recebeu

Lúcio Mosquini (MDB)

  • Cota parlamentar: R$ 534.591,23
  • Verba de gabinete: R$ 1.349.007,37
  • Salário mensal bruto: R$ 46.366,19
  • Auxílio-moradia: não recebe

Maurício Carvalho (União Brasil)

  • Cota parlamentar: R$ 499.890,56
  • Verba de gabinete: R$ 1.403.989,07
  • Salário mensal bruto: R$ 46.366,19
  • Auxílio-moradia: não recebe

Rafael Fera (Podemos) (assumiu o mandato em agosto de 2025)

  • Cota parlamentar: R$ 178.960,58
  • Verba de gabinete: R$ 455.334,81
  • Salário mensal bruto: R$ 46.366,19
  • Auxílio-moradia: não recebe

Silvia Cristina (PP)

  • Cota parlamentar: R$ 543.528,49
  • Verba de gabinete: R$ 1.444.874,42
  • Salário mensal bruto: R$ 46.366,19
  • Auxílio-moradia: não recebe

Thiago Flores (Republicanos)

  • Cota parlamentar: R$ 510.091,53
  • Verba de gabinete: R$ 1.414.556,03
  • Salário mensal bruto: R$ 46.366,19
  • Auxílio-moradia: recebeu R$ 45.106,40
Somadas todas as despesas, os deputados federais de Rondônia consumiram R$ 19.790.859,90 em recursos públicos ao longo de 2025.

FONTE - AMANDA OLIVEIRA, G1 RO.

Análise: Acareação apressada pode enfraquecer autonomia do BC

A estratégia do Banco Central é demonstrar que a liquidação foi o desfecho de um processo longo, técnico e documentado, e não uma decisão precipitada ou extrema



O BC (Banco Central) enviou ao TCU (Tribunal de Contas da União) as respostas aos questionamentos da Corte sobre a liquidação do Banco Master. A estratégia do Banco Central é demonstrar que a liquidação foi o desfecho de um processo longo, técnico e documentado, e não uma decisão precipitada ou extrema, como foi classificado pelo ministro Jhonatan Jesus, do TCU.


Ao mesmo tempo, causa estranheza no setor financeiro a decisão do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), de manter a acareação entre investigados pela fraude no Banco Master e o diretor de fiscalização do Banco Central, mesmo após pedidos de recuo do Procurador-Geral da República e do próprio Banco Central. Os dois processos, o do STF e o do TCU, correm sob sigilo e alimentam a apreensão sobre pressões políticas e um possível revés na liquidação do banco.


As incursões do TCU e do STF são vistas como arriscadas, com potencial para colocar o Banco Central sob suspeita e enfraquecer a autoridade da instituição responsável pela estabilidade do sistema financeiro. A pergunta que se impõe é: a quem interessa fragilizar o Banco Central? (CNN)


Bolsonaro tem quadro "estável" e pode ter alta no dia 1º, dizem médicos

Segundo equipe médica, ex-presidente tem evoluído de forma "satisfatória" após realizar novo procedimento para diminuir soluços; ele deve ficar em observação e fazer novos exames ainda esta semana



A equipe médica do ex-presidente Jair Bolsonaro informou nesta segunda-feira (29) que o procedimento cirúrgico foi concluído e que seu estado de saúde está evoluindo de forma satisfatória, conforme previsto. Segundo os profissionais, serão necessárias 48 horas para avaliar possíveis complicações.


De acordo com o médico Cláudio Birolini, ainda está prevista uma endoscopia do ex-presidente para esta terça-feira (30) ou quarta-feira (31). A previsão é de que Bolsonaro permaneça internado até o dia 1º de janeiro.


“A gente precisa de pelo menos 48 horas para avaliação de resultados e complicações. Esse tempo será aguardado independentemente de qualquer coisa. Se não houver novas intercorrências ou novos problemas, que ele fique aqui até quinta-feira (1)”, disse Birolini.


A equipe médica informou que o procedimento realizado tem como objetivo reduzir os soluços, e não eliminá-los completamente.


“Fizemos o bloqueio do lado esquerdo e o complemento do lado direito. Fizemos tanto com eletroestimulação quanto documentação e colonoscopia. O procedimento durou cerca de 1 hora”, explicou o doutor Mateus Saldanha.


No sábado (27), Bolsonaro passou pelo mesmo procedimento, mas com bloqueio anestésico do nervo frênico direito.


Ele está internado desde o último dia 24, quando foi transferido da Superintendência da PF (Polícia Federal) para o Hospital DF Star, onde passou por uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral no Dia de Natal.


Segundo o médico Brasil Caiado, o caso do ex-presidente é denominado como “soluços persistentes” ou “intratáveis”, que necessitam de tratamento multifatorial. Os próximos passos envolvem cuidados com a alimentação.


“Quadro extremamente raro, no Brasil nem há dados epidemiológicos. É decorrente de cirurgias abdominais e doenças gastrointestinais. Nós teremos cuidado com alimentação, fracionamos a dieta, a medicação e o bloqueio do nervo”, disse o doutor Brasil.


A equipe informou ainda que Bolsonaro refez um exame de polissonografia na noite de domingo (28), que apontou para um quadro de apneia do sono severa.


“Cerca de 50 interrupções do sono por hora. Possivelmente ele deve ficar nos próximos dias com um equipamento C-PAP/BiPAP para melhorar a qualidade desse sono”, informou a equipe. (CNN)

PF ouvirá dono do Master e ex-presidente do BRB antes de acareação

Versões podem ser confrontadas em audiência prevista para o mesmo dia, com participação do diretor de fiscalização do Banco Central

A Polícia Federal ouvirá os executivos do Banco Master e do BRB (Banco de Brasília) antes da acareação determinada pelo ministro Dias Toffoli, do (STF) Supremo Tribunal Federal.



A ideia é ouvir separadamente Daniel Vorcaro e o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, no início da tarde desta terça-feira (30). Na sequência, as versões podem ser confrontadas com a participação do diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino.


Toffoli determinou a acareação para esclarecer contradições no processo de liquidação do Banco Master.


O Banco Central tem criticado a acareação. Integrantes da autoridade monetária avaliam que a decisão coloca diretores em situação de constrangimento de forma desnecessária, diante de uma decisão considerada técnica.


A decisão de Toffoli enfrenta resistências na própria Suprema Corte. Ministros ouvidos pela CNN admitem a estranheza com a celeridade adotada por Toffoli. (CNN)

Hugo quer discussão sobre escala 6x1 com equilíbrio e “sem ideologia”

Presidente da Câmara dos Deputados prevê que tema deve entrar na pauta em 2026

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), ao projetar os temas a serem analisados pela Casa no próximo ano, afirmou que quer conduzir um debate equilibrado e sem ideologia sobre o fim da escala 6x1.



“Nós queremos conduzir isso com muito equilíbrio, escutando os dois lados, escutando os trabalhadores, escutando também os empresários”, disse Hugo Motta em entrevista à TV Câmara.


Hugo ressaltou ainda ser necessário encontrar “o ponto de equilíbrio” da discussão. “Essa é uma pauta que nós temos que entrar o ano com a perspectiva de discutir melhor essa questão da escala 6x1… e aí sem ideologia, sem questão política, com equilíbrio que é o que o Brasil precisa”, afirmou.


O fim da escala 6x1 mobiliza o governo federal, que aderiu à ideia após debates nas redes sociais. O Executivo federal tem reiterado a posição de seguir defendendo a ideia sem redução do salário.


O presidente da Câmara dos Deputados elencou também entre as prioridades de 2026 a regulamentação da inteligência artificial. A proposta é analisada por comis


Ainda deve entrar na pauta da Casa o debate em torno da MP (medida provisória) que institui regime especial de tributação para serviços de datacenter no Brasil. (CNN)


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