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Hildon afirma que gestão caótica da saúde fez mortalidade materno-infantil disparar

Relatório do TCE denuncia falhas graves na gestão da política materno-infantil do Governo de Rondônia; aumento preocupante da mortalidade materna e neonatal poderia ter sido evitado, destaca Hildon Chaves...


 O Tribunal de Contas do Estado, ao analisar a prestação de contas do exercício de 2025, detectou uma série de irregularidades na gestão da saúde do Governo do Estado. O relatório observou graves falhas na coordenação da política materno-infantil, que resultaram num aumento preocupante dos casos de mortalidade materna e neonatal em Rondônia. Cobertura insuficiente de exames essenciais, concentração excessiva de serviços especializados e dificuldades de acesso em várias regiões do Estado foram alguns dos motivos apontados na análise do tribunal.

Para o ex-prefeito de Porto Velho e candidato ao Governo do Estado pela Federação União Progressistas, Hildon Chaves, é “inaceitável que a incompetência administrativa dos gestores seja a causa da perda de vidas de mães e recém-nascidos rondonienses. Na vida pública não há espaço para achismos”, disparou. “Faremos um diagnóstico da saúde com o compromisso de investir na construção de novos hospitais e centros de atendimento nos locais certos, provendo um atendimento digno para a nossa população”.

O relatório do TCE apontou que Rondônia possui a segunda pior taxa de mortalidade infantil do Brasil, atrás apenas do Amapá. Foram 17 óbitos de crianças com até um ano de idade em Rondônia, enquanto a média brasileira é de 10 óbitos a cada mil nascimentos. A mortalidade de mães e bebês também é o dobro da meta nacional. Mais de um terço das mortes de recém-nascidos foram causados por cuidados inadequados. Cerca de 74% dos óbitos de bebês poderiam ter sido evitados, assim como mais de um terço dos óbitos maternos foram por causas evitáveis, como infecção urinária, diabetes e hipertensão.

LONGE DO IDEAL

O padrão ideal é de sete consultas durante a gestação, iniciando antes da 12ª semana, mas 2.880 gestantes rondonienses tiveram o início tardio e 1.250 grávidas não fizeram nenhuma consulta pré-natal. Tudo isso resultou em mais de 30% das mortes de recém-nascidos em Rondônia. A mortalidade de gestantes é a pior desde 2006. São 62 casos por 100 mil, enquanto a meta no país não passa de 30. Em relação aos bebês, são nove óbitos por mil, enquanto a meta nacional é de cinco.

A falta de uma UTI neonatal no Estado é outra grave deficiência. A concentração de UTIs na capital leva mães e bebês a longas viagens, que chegam a mais de 800 quilômetros. Além disso, menos de 10% das grávidas têm acesso a uma ultrassonografia. Quase 60% tiveram que recorrer a atendimentos particulares.

Além de resolver a grave questão relacionada às gestantes e bebês, Hildon também assumiu o compromisso de retirar as ambulâncias e ônibus com pacientes das estradas. “Houve um crescimento recorde no número de veículos que transportam médicos, enfermeiros e pacientes do interior para atendimento hospitalar nos maiores centros do Estado. É uma política fadada ao fracasso, que representa basicamente duas coisas: um enorme desperdício de dinheiro público e a perda de vidas e o sofrimento de muitas famílias rondonienses”, denunciou. “Fico imaginando que alguém pode estar lucrando com esse caos”, provocou.

FONTE - ASSESSORIA

Detento condenado a mais de 43 anos foge durante serviço de limpeza em penitenciária de Rondônia

Rodrigo Lopes de Melo, de 33 anos, cumpria pena por roubo no regime semiaberto e não utilizava monitoramento eletrônico...

foto - divulgação Polícia Penal de Rondônia

Rodrigo Lopes de Melo, de 33 anos, fugiu nesta terça-feira (11) da Penitenciária Estadual Milton Soares de Carvalho, em Rondônia. O detento realizava serviços de roçagem e limpeza na área externa da unidade quando aproveitou um momento sem a presença do policial penal que o acompanhava para escapar.

O policial penal supervisionava o trabalho realizado pelo apenado ao redor da penitenciária. Em determinado momento, o agente entrou na unidade prisional e Rodrigo correu, conseguindo fugir do local.

Rodrigo Lopes cumpre pena de 43 anos e cinco meses de prisão por roubo. Ele estava no regime semiaberto e não utilizava monitoramento eletrônico.

Após a fuga, a Polícia Penal iniciou buscas para localizar o detento, que passou a ser considerado foragido da Justiça.

Procedimentos administrativos internos também foram instaurados para apurar as circunstâncias em que ocorreu a fuga.

Mariana Carvalho cumpre agenda em seis municípios do Cone Sul de Rondônia

Candidata ao Senado reforçou diálogo com lideranças e prestação de contas de ações já realizadas na região...


A candidata ao Senado Mariana Carvalho cumpriu, entre os dias 4 e 7 de agosto, uma agenda em Colorado do Oeste, Pimenteiras do Oeste, Cabixi, Corumbiara, Cerejeiras e Vilhena. Durante a passagem pelos municípios, Mariana se reuniu com prefeitos, vereadores, ex-prefeitos, lideranças políticas, empresários e representantes da sociedade civil. Os encontros serviram para ouvir demandas locais, fortalecer o diálogo com a região e apresentar resultados de ações já realizadas.


Entre os exemplos destacados está o trabalho pela estruturação da UTI Neonatal do Hospital Regional de Vilhena, iniciativa voltada ao atendimento de recém-nascidos que precisam de cuidados especializados. A estrutura permite que famílias da região tenham acesso ao atendimento neonatal em Vilhena, evitando, em determinados casos, o deslocamento para outras cidades em um momento de grande fragilidade.


Nas agendas em Cerejeiras, onde foram discutidas demandas nas áreas de saúde, educação, cultura, esporte, infraestrutura e causa animal, a candidata participou da exposição da cidade, promovida pela Associação Agropecuária de Cerejeiras (Agrocer). Em Vilhena, Mariana encerrou o roteiro com encontros políticos, religiosos e comunitários, incluindo representantes do bairro Embratel, que apresentaram reivindicações relacionadas à saúde, infraestrutura, esporte e espaços de convivência.


Ao longo dos quatro dias, a agenda reforçou o compromisso de Mariana Carvalho com o Cone Sul, unindo escuta das demandas atuais, articulação política e prestação de contas de um trabalho que já apresenta resultados para a população da região.

“Quero continuar sendo uma voz ativa em defesa dos municípios de Rondônia, trabalhando para que as políticas públicas cheguem, de forma concreta, a quem mais precisa. O Cone Sul pode contar com a nossa dedicação e com uma atuação responsável, próxima das pessoas e focada em resultados”, enfatizou Mariana.

FONTE - ASSESSORIA.

Disputa pelo Governo de Rondônia nas eleições de 2026 tem seis candidatos oficializados; veja quem são

Com as convenções encerradas, os partidos têm até 15 de agosto para registrar oficialmente as candidaturas na Justiça Eleitoral... 

Seis nomes foram oficializados em convenções partidárias para disputar o Governo de Rondônia nas eleições de 2026. Adailton Furia (PSD), Expedito Netto (PT), Hildon Chaves (União Brasil), Marcos Rogério (PL), Pedro Abib (MDB) e Samuel Costa (PSB) estão na corrida pelo comando do Executivo estadual.

Com as convenções encerradas, os partidos têm até 15 de agosto para registrar oficialmente as candidaturas na Justiça Eleitoral. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro. Caso seja necessário segundo turno, a votação ocorrerá em 25 de outubro.

Adailton Furia (PSD)

foto - reprodução

Adailton Antunes Ferreira nasceu em Cacoal, em 1986, e é advogado. Iniciou a trajetória política em 2012, quando foi eleito vereador do município. Quatro anos depois, disputou a Prefeitura de Cacoal e terminou a eleição em segundo lugar.

Em 2018, conquistou uma cadeira na Assembleia Legislativa de Rondônia. Deixou o mandato em 2020 para concorrer novamente à Prefeitura de Cacoal, sendo eleito. Posteriormente, conquistou a reeleição com mais de 80% dos votos válidos. Em abril de 2026, renunciou ao cargo para disputar o Governo de Rondônia. A candidatura foi oficializada em convenção realizada em 1º de agosto.

Expedito Netto (PT)

foto - reprodução

Expedito Netto foi eleito deputado federal por Rondônia em 2014 e exerceu dois mandatos consecutivos na Câmara dos Deputados. Em 2022, tentou conquistar novamente uma cadeira na Casa, mas não foi eleito.

No ano seguinte, assumiu o cargo de secretário nacional da Pesca Industrial. Em 2026, filiou-se ao PT e teve o nome oficializado como candidato ao Governo de Rondônia durante convenção realizada em 25 de julho.

Hildon Chaves (União Brasil)

foto - reprodução

Hildon Chaves nasceu em Recife, Pernambuco, tem 57 anos e é formado em Direito. Chegou a Rondônia em 1992 para atuar como promotor de Justiça após aprovação em concurso público.

Permaneceu no Ministério Público até 2013 e, posteriormente, passou a atuar na iniciativa privada, principalmente no setor educacional. Em 2016, foi eleito prefeito de Porto Velho e conquistou a reeleição em 2020, permanecendo no comando da capital até 2024. Também presidiu a Associação Rondoniense de Municípios. A candidatura ao Governo de Rondônia foi oficializada em convenção realizada em 3 de agosto.

Marcos Rogério (PL)

foto - reprodução

Marcos Rogério nasceu em Ji-Paraná, tem 47 anos e possui formação em Direito e Jornalismo. Iniciou a trajetória política como vereador do município, eleito em 2008.

Posteriormente, exerceu dois mandatos consecutivos como deputado federal e, em 2018, foi eleito senador por Rondônia. Em 2022, disputou o Governo do Estado, mas não foi eleito. Para as eleições de 2026, teve a candidatura oficializada pelo PL durante convenção realizada em 22 de julho.

Pedro Abib (MDB)

foto - reprodução

Pedro Abib é doutor em Direito e Ciência Jurídica, mestre em Direito e formado também em Medicina Veterinária. Atua como vice-reitor e diretor administrativo da Faculdade Católica de Rondônia.

Sua trajetória profissional inclui atividades relacionadas ao ensino superior, pesquisa científica e desenvolvimento regional, além da atuação como professor e pesquisador. O MDB oficializou seu nome para a disputa pelo Governo de Rondônia durante convenção realizada em 25 de julho.

Samuel Costa (PSB)

foto - reprodução

Samuel Costa nasceu em Porto Velho, tem 34 anos e é advogado, jornalista e professor, com especialização em Ciências Políticas. Também desenvolve atividades acadêmicas e participa do debate público.

Disputou a Prefeitura de Porto Velho nas eleições de 2020 e 2024, sem ser eleito. Em 2026, filiou-se ao PSB e teve a candidatura ao Governo de Rondônia oficializada em convenção realizada em 20 de julho.

Vorcaro é orientado a tratar nova proposta de delação como "confessionário"

Banqueiro ensaia terceira tentativa de colaboração e foi aconselhado a não reter nenhuma informação...

FOTO - REPRODUÇÃO

Empenhado em reabrir a porta para uma delação premiada, o banqueiro Daniel Vorcaro foi orientado a tratar o processo de colaboração como uma espécie de "confessionário".

O ex-dono do Banco Master tenta convencer o Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República a aceitarem discutir uma terceira tentativa de colaboração.

Vorcaro, que mudou mais uma vez sua equipe de defesa nas últimas semanas, foi aconselhado a não reter nenhum tipo de informação.

A ideia, segundo relatos feitos à CNN Brasil, é reconstruir com riqueza de detalhes a trama do caso Master e restabelecer uma relação de confiança com o ministro do STF e relator do caso, André Mendonça, e com outros agentes envolvidos nas negociações.

Grande parte das atenções no entorno do banqueiro se voltam agora para a coleta de novas informações para a nova proposta de delação.

Mesmo cientes de que não há garantias de que a nova colaboração será aceita, advogados do banqueiro avaliam que há potencial para Vorcaro fornecer informações inéditas e relevantes para as investigações, alcançando inclusive o meio político.

Como a CNN Brasil revelou, já foi solicitada ao STF, por exemplo, a ampliação do tempo de visita dos advogados ao ex-dono do Banco Master, que segue preso. O pedido é para que a equipe jurídica possa despachar com o banqueiro por até seis horas por dia.

O time de advogados, reforçado recentemente pelo criminalista Daniel Bialski, também pediu uma audiência com Mendonça, que poderia ocorrer nas próximas semanas. A informação foi revelada pelo G1 e confirmada pela CNN Brasil.

FONTE - CNN BRASIL.

Flávio e Michelle se encontram e gravam propaganda juntos

É o primeiro encontro presencial de candidato e madrasta após desentendimentos...

Vai ser o primeiro encontro presencial do candidato do PL à Presidência e da ex-primeira-dama desde os desentendimentos públicos entre os dois.

O vídeo sela a aproximação entre Flávio e Michelle, que vem sendo lenta. Até agora eles só haviam se falado por meio de assessores e pessoas próximas que tentavam fazer a reaproximação.

Estava previsto que os dois se encontrassem no lançamento da candidatura de Michelle ao Senado, mas a ex-primeira-dama foi internada com enxaqueca.

Michelle não deve participar do encontro de Flávio com senadores hoje. Também não está prevista sua presença no lançamento da campanha dele no Rio de Janeiro.

Segundo assessores da ex-primeira-dama, os cuidados com Jair Bolsonaro dificultam a presença em eventos pela manhã e a impedem de sair de Brasília.

fonte - SBT NEWS.

ELEIÇÕES - TCE alerta candidatos sobre crise financeira do Estado

Relatório do Tribunal de Contas se baseia em documentos oficiais apresentados pelo Governo do Estado e alerta candidatos para “dificuldades enormes em 2027, um ano que será extremamente desafiador”...

O presidente do Tribunal de Contas do Estado, Wilber Coimbra, promoveu na sexta-feira (7) uma audiência pública com os candidatos ao Governo do Estado para apresentar um relatório detalhado sobre a situação fiscal do Estado. O objetivo do encontro foi fornecer dados para que as propostas dos candidatos estejam “ajustadas à severa realidade orçamentária rondoniense”. 

O documento do tribunal se baseia nas informações oficiais do governo e mostra uma situação financeira “extremamente preocupante”. “Quero alertar os candidatos para o desafio que será administrar Rondônia a partir de 2027”, disse Coimbra. O estudo do Tribunal de Contas aponta para a necessidade urgente de reformas na gestão pública e expõe gargalos estruturais na educação, infraestrutura e segurança pública.

Na área educacional, os dados indicam uma severa perda de aprendizagem dos estudantes rondonienses, em especial na matemática, onde 95 de cada 100 jovens concluem o ensino médio em nível abaixo do esperado. Além disso, cerca de 4 mil professores foram retirados da sala de aula para exercerem funções administrativas. Para agravar, 10% do quadro docente se encontra em processo de aposentadoria. Além disso, 60% das escolas estaduais necessitam de reformas e ampliações.

Na infraestrutura, 76% da malha rodoviária do Estado não é pavimentada. É o pior índice entre 19 estados avaliados, gerando um custo logístico estimado em R$ 3,7 bilhões por ano. O diagnóstico também apontou que 31% da frota pesada do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) está inoperante por problemas de gestão ineficiente.

Crescimento das despesas

A verdade é que o crescimento das despesas aumentou progressivamente nos últimos anos, resultando em uma margem extremamente limitada para novos investimentos. Mais de 90% dos recursos estaduais já estão comprometidos com as chamadas “despesas correntes”, que são os gastos obrigatórios do Estado, como pagamento de pessoal e manutenção da máquina. Para 2027, a margem para novas despesas obrigatórias foi fixada em zero, impedindo a criação de novos gastos contínuos sem cortes compensatórios. 

O levantamento do TCE-RO também expôs graves deficiências sociais na área da saúde pública. Rondônia registra a segunda pior taxa de mortalidade infantil do país e a terceira pior expectativa de vida. Unidades hospitalares vitais, como o João Paulo II e o Cosme e Damião, operam sob desgaste extremo, agravados pela ausência de mais da metade dos servidores efetivos da Secretaria de Saúde.

A sustentabilidade financeira de longo prazo surge como outro grande desafio. Houve um salto gigantesco do déficit da previdência do Estado, que passou de R$ 10 bilhões para R$ 15 bilhões em apenas cinco anos, além do crescimento de 165% nos custos com a proteção social dos militares. Ao final, o Tribunal reforçou o convite para que as equipes técnicas das candidaturas consultem o acervo do órgão, ressaltando que promessas eleitorais devem respeitar os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.

fonte - assessoria.

Moraes nega pedido para filhos visitarem Bolsonaro no Dia dos Pais

Defesa havia solicitado exceção por causa da data comemorativa e alegado caráter humanitário e familiar...

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que seus filhos o visitassem neste domingo (9), Dia dos Pais.

Os advogados haviam solicitado autorização para que Carlos, Jair Renan e Flávio Bolsonaro visitassem o ex-presidente durante a tarde em razão da data comemorativa. No pedido, a defesa afirmou que a solicitação tinha caráter excepcional e finalidade estritamente “humanitária e familiar”, com o objetivo de preservar os vínculos entre Bolsonaro e os filhos.

Em decisão, o magistrado ressaltou que a motivação para a negtiva foi a sanção de 30 sem visitas, salvo médicos e advogados, uma vez que o ex-presidente violou condições judiciais.

A situação de Flávio Bolsonaro ainda é diferente da dos irmãos. Em meados de julho, Moraes suspendeu por 90 dias as visitas do senador ao pai depois que ele divulgou nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente.

No documento, Bolsonaro designava Flávio como porta-voz na disputa eleitoral deste ano. Uma das restrições impostas ao ex-presidente proíbe que manifestações dele sejam divulgadas nas redes sociais, inclusive por terceiros.

A defesa recorreu da decisão, sob o argumento de que a suspensão integral das visitas seria desproporcional. Os advogados também afirmaram que Bolsonaro não sabia que a carta seria divulgada por Flávio e negaram qualquer combinação prévia para a publicação.

Moraes encaminhou esse recurso à PGR (Procuradoria-Geral da República), que foi chamada a se manifestar sobre a manutenção ou não da restrição.

FONTE - CNN BRASIL.

Marcos Rogério apresenta Plano de Governo com 228 projetos, metas públicas e acompanhamento de resultados

O diagnóstico apresentado por Marcos Rogério contrapõe o desempenho da economia estadual às dificuldades encontradas nos serviços públicos. O plano trabalha com uma economia estimada em aproximadamente R$ 83 bilhões em 2026...

O senador e candidato ao Governo de Rondônia Marcos Rogério (PL) apresentou à imprensa o Plano de Governo 2027-2030 da coligação Juntos por Rondônia, com dez eixos e 228 projetos. O documento estabelece responsáveis pelas ações, fontes de recursos, metas anuais e mecanismos de acompanhamento dos resultados. A proposta prevê linha de base até o fim de 2026 e divulgação periódica da execução para permitir o controle público das metas do governo.

A elaboração começou antes da campanha eleitoral, por meio da Rota 22. O trabalho percorreu cidades-polo, municípios do interior e distritos para ouvir produtores rurais, comerciantes, professores, profissionais da saúde e da segurança, representantes do setor produtivo, servidores públicos, igrejas, cooperativas, juventude, cultura e outros segmentos. Totens digitais, formulários e outros instrumentos também foram utilizados para registrar problemas e prioridades apontados pela população. 

A saúde ficou em primeiro lugar entre as preocupações identificadas no processo.

As informações levantadas na Rota 22 foram submetidas a uma segunda etapa técnica. O conteúdo foi cruzado com estudos e planejamentos já existentes, entre eles o Plano de Desenvolvimento Estadual Sustentável, o Plano Regional de Desenvolvimento da Amazônia e o Plano Mestre Portuário. -Médicos, profissionais do SUS, oficiais das forças de segurança, engenheiros, professores, pesquisadores, assistentes sociais, técnicos do setor agropecuário, economistas e especialistas em contas públicas participaram das rodadas temáticas que antecederam a consolidação das propostas.

O diagnóstico apresentado por Marcos Rogério contrapõe o desempenho da economia estadual às dificuldades encontradas nos serviços públicos. O plano trabalha com uma economia estimada em aproximadamente R$ 83 bilhões em 2026, enquanto registra 1,46 leito hospitalar efetivamente em operação por mil habitantes, abaixo do parâmetro de 2,5 adotado no documento. 

Também aponta cerca de 10 mil pacientes à espera de endoscopia, aproximadamente 17 mil aguardando consulta com especialista e uma malha rodoviária estadual com cerca de 74% das vias sem pavimentação.

Na saúde, uma das primeiras medidas propostas é a instalação de um Gabinete de Crise para levantar as condições da rede, unificar as filas e iniciar as ações emergenciais nos primeiros 100 dias. O plano também prevê o S.O.S. Saúde, com duração extraordinária de 180 dias para enfrentar o passivo validado de exames, consultas especializadas e cirurgias eletivas, além da regionalização da assistência, novo sistema de regulação, telemedicina, Carretas da Saúde e ampliação da rede hospitalar.

Na infraestrutura, o programa Rotas do Desenvolvimento estabelece a meta de elevar de 26% para 45% a parcela asfaltada das rodovias estaduais até 2030 e levar para mais de 80% o percentual de trechos pavimentados classificados em boas condições. O documento prevê a aferição mensal da malha, criação de um fundo específico para investimentos logísticos, planejamento multimodal e um Plano Estadual de Logística e Investimentos com horizonte até 2040.

Na segurança pública, o plano parte de um quadro que aponta apenas 28,1% dos cargos previstos ocupados na Polícia Civil e propõe recomposição dos efetivos, novos concursos, integração das bases de inteligência, uso de inteligência artificial, fortalecimento do policiamento rural e estrutura específica para presos classificados como lideranças de organizações criminosas. Também estão previstas medidas voltadas à proteção de mulheres, crianças e comunidades escolares.

A educação inclui um diagnóstico público da infraestrutura das escolas nos primeiros 100 dias, expansão do ensino em tempo integral, fortalecimento da alfabetização, avaliação permanente da aprendizagem e aproximação do ensino médio das vocações econômicas das regiões. Em 2025, segundo os dados utilizados no plano, Rondônia registrou Ideb de 6,1 nos anos iniciais, 4,8 nos anos finais do ensino fundamental e 4,2 no ensino médio.

No desenvolvimento econômico, Marcos Rogério estabelece como compromisso o aumento zero de impostos estaduais e propõe simplificação de licenças, regularização fundiária, fortalecimento da agricultura familiar, industrialização da produção rondoniense e maior participação das empresas locais nas compras públicas. O programa Rondônia Produz Mais concentra parte dessas medidas e prevê integração de órgãos, assistência técnica, crédito e agregação de valor à produção estadual.

O eixo de gestão também estabelece metas quantitativas. O plano pretende elevar de 2,8% para mais de 10% a parcela da despesa estadual efetivamente convertida em investimentos até 2030. Nos primeiros 100 dias, prevê auditoria de 100% dos contratos de terceirização, redução inicial de 40% nas despesas com diárias e passagens e apresentação de uma reforma administrativa. Secretarias e estatais deverão trabalhar com contratos anuais de metas e avaliação pública a cada quatro meses.

Para Marcos Rogério, a principal diferença do documento está na possibilidade de fiscalização do que foi apresentado. "Quero que a imprensa de Rondônia pegue esse documento, leia, acompanhe, cobre. Porque de fato eu acredito que esse é o melhor caminho para alcançarmos o nosso potencial", afirmou.

Ao final, o candidato destacou que o plano pretende estabelecer uma gestão baseada em planejamento, execução e avaliação permanente dos resultados.

"O plano é um ponto de partida, não é um documento fechado. Ele reúne as principais diretrizes para a gestão, mas permanece aberto às novas atribuições que surgirem durante a campanha, a partir das reuniões, escutas e encontros que ainda serão realizados em diversas regiões do estado", concluiu Marcos Rogério.


FONTE - ASSESSORIA.

TRE dá três dias para Fúria apresentar Plano de Governo após documento faltar no registro de candidatura

Candidato do PSD foi o primeiro a solicitar registro para disputar o Governo de Rondônia; equipe ainda trabalha na elaboração das propostas...

O candidato ao Governo de Rondônia pelo PSD, Adailton Fúria, terá três dias úteis para apresentar seu Plano de Governo ao Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO). O documento não foi incluído entre os materiais apresentados no pedido de registro de candidatura.

O Plano de Governo integra a documentação exigida para o registro de candidatos ao Poder Executivo, conforme a Resolução nº 23.609/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A área técnica do TRE-RO estabeleceu o prazo de três dias úteis, contado a partir de quinta-feira (6), para que o candidato ou sua coligação apresente as propostas.

Fúria foi o primeiro dos seis candidatos ao Governo de Rondônia a solicitar oficialmente o registro de candidatura à Justiça Eleitoral.

Segundo informações do comitê de campanha, a equipe ainda trabalha na elaboração das propostas que integrarão o Plano de Governo. Com a determinação do TRE-RO, o documento deverá ser apresentado dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.

Contas do governo de Rondônia expõem meta negativa e passivos ocultos

Decisão do TCE-RO chama Marcos Rocha para se defender de 13 achados e escancara uma trajetória fiscal que o próximo governador herda já no primeiro dia de mandato...

foto - reprodução

  1. O Tribunal de Contas de Rondônia abriu audiência para o governador Marcos Rocha se defender de 13 achados na prestação de contas de 2025 — decisão preliminar, ainda não julgada.
  2. O próprio governo fixou meta de resultado primário negativa para 2026, o que, na prática, projeta déficit planejado no último ano da gestão.
  3. Entre os passivos que passam ao sucessor estão R$ 1,96 bilhão de impacto do reajuste da segurança sem lastro permanente e mais de R$ 1,6 bilhão de passivo a descoberto da CAERD fora dos anexos de risco.
  4. A conta previdenciária do IPERON quase dobrou em cinco anos, e a saúde manteve dependência crônica de suplementação e contratação emergencial.
  5. Por que isso importa: Rocha está impedido de disputar a reeleição. Quem vencer em outubro assume, em 1º de janeiro de 2027, uma estrutura fiscal que o TCE descreve em deterioração — e que os próximos quatro anos terão de arrumar

O Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) decidiu ouvir o governador Marcos Rocha (União Brasil) antes de se posicionar sobre as contas de 2025. A decisão preliminar do relator, conselheiro substituto Francisco Júnior Ferreira da Silva, lista 13 achados de auditoria e concede 30 dias de defesa. Nenhuma conclusão foi julgada — mas o retrato fiscal que emerge do processo aponta para além do atual mandato: boa parte da conta vence no colo de quem assume o Palácio Rio Madeira em 2027.

A meta que o próprio governo deixou negativa para 2026

O achado mais revelador para quem pensa no futuro não é uma despesa isolada, e sim uma decisão de planejamento. Segundo o relatório técnico, o Estado descumpriu a meta de resultado primário de 2025 e ainda fixou meta negativa para 2026. Em linguagem direta: o governo projetou gastar mais do que arrecada no seu último exercício, transformando o déficit em premissa, não em acidente.

O que o calendário torna inevitável

O TCE registra que a situação fiscal "vem se deteriorando" e enquadra a falha como potencial risco à sustentabilidade financeira do Estado. Para o sucessor, o efeito é duplo: recebe um exercício-base já no vermelho e uma Lei de Diretrizes Orçamentárias que normaliza o desequilíbrio para o ano da transição.

Uma meta primária negativa em ano eleitoral não é um número técnico qualquer — é a régua que o próximo governo terá de reverter antes de qualquer promessa nova.

R$ 1,96 bilhão da segurança sem lastro permanente

O Achado A3 trata do reajuste das carreiras da segurança pública (PCCR). O relatório calcula um impacto acumulado de R$ 1.961.569.288,83 e conclui que as medidas compensatórias apresentadas são insuficientes para sustentar a expansão dessa despesa obrigatória de caráter continuado.

O ponto sensível é a terceira parcela do reajuste concedido em 2023: sem fonte permanente de receita que a lastreie, o próprio Tribunal adverte que sua implementação pode ser caracterizada como despesa não autorizada. Despesa de pessoal, contudo, não desaparece com a troca de governo — ela é rígida, recorrente e cresce vegetativamente. É exatamente o tipo de obrigação que engessa o orçamento seguinte.

O buraco da CAERD que não aparece nos anexos de risco

No Achado A5, a auditoria aponta a omissão de um passivo a descoberto superior a R$ 1,6 bilhão da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (CAERD) nos Anexos de Riscos Fiscais do Estado. A empresa passou à condição de estatal dependente, mas seus impactos e passivos contingentes não teriam sido devidamente refletidos nos instrumentos de planejamento.

Esse é o tipo de passivo que mais preocupa numa transição: o que não está no radar oficial. Um risco não quantificado nos anexos é um risco que o próximo gestor descobre depois — e para o qual não há cronograma de equacionamento pronto. O TCE chega a propor prazo para um Plano de Equacionamento do Passivo da estatal, sinal de que a conta ainda precisa ser desenhada.

A conta previdenciária que quase dobrou em cinco anos

O Achado A6 registra atraso no repasse ao IPERON das parcelas do plano de amortização do déficit atuarial do regime próprio de previdência. O dado que salta é a trajetória: a obrigação anual do Poder Executivo com essa amortização quase duplicou em cinco anos, puxada, ao menos em parte, pelo aumento de gastos com pessoal.

Previdência é o passivo mais silencioso e mais implacável de uma gestão pública. Cada parcela adiada eleva o risco atuarial e transfere um custo maior — e mais caro — para os exercícios seguintes. Quem assume em 2027 herda não só o valor, mas a curva ascendente.

Saúde: quando a suplementação vira método

O Achado A1, o de maior materialidade imediata, descreve a execução de aproximadamente R$ 129,5 milhões em despesas sem prévio empenho na Secretaria de Saúde (SESAU) e uma dotação inicial que precisou ser ampliada em 32,44% — de R$ 2,12 bilhões para R$ 2,81 bilhões no exercício.

O relatório trata isso menos como um evento e mais como um padrão: subestimação orçamentária recorrente, contratações emergenciais para demandas previsíveis e reconhecimento de dívida sem respaldo contratual. A herança aqui é cultural além de contábil — um modelo de gestão que o sucessor precisará desmontar, e não apenas pagar.

Um patrimônio que pode valer menos do que o registrado

Dois achados fecham o quadro contábil. O A10 aponta risco de superavaliação de investimentos e aplicações financeiras, com uma divergência de conciliação de cerca de R$ 348,9 milhões entre registros oficiais e circularização externa. O A9 descreve fragilidade estrutural e histórica na recuperação da dívida ativa — receita que o Estado tem direito de arrecadar, mas não consegue converter em caixa.

Somados, os dois sinalizam algo desconfortável para qualquer balanço de abertura: os ativos podem valer menos do que o registrado, e parte da receita "existente" pode nunca entrar. Para o próximo governo, é a diferença entre o patrimônio que aparece na planilha e o que efetivamente sustenta o caixa.

O que o calendário torna inevitável

Marcos Rocha foi eleito em 2018, reeleito em 2022 e está impedido de disputar um terceiro mandato consecutivo. O Estado escolhe novo governador em 4 de outubro de 2026, e a posse ocorre em 1º de janeiro de 2027. O governador indicou o prefeito de Cacoal como seu nome para a sucessão e é cogitado para uma vaga no Senado.

Isso muda a natureza da leitura da decisão. Não se trata apenas de avaliar uma gestão em curso: trata-se de mapear o inventário fiscal que muda de mãos. A prestação de contas de 2025 é, ao mesmo tempo, o penúltimo balanço de um ciclo de oito anos e o ponto de partida contábil do próximo.

Vale a ressalva que sustenta toda a cobertura: a decisão está marcada como não julgada. São achados preliminares, e o governador tem 30 dias para apresentar defesa — parte das ocorrências pode ser afastada, como o próprio Tribunal reconhece ter acontecido na fase de instrução. Achados como o da dívida ativa e o do IPERON são descritos como estruturais e históricos, apontados há vários exercícios, o que recomenda cautela antes de imputá-los a uma única gestão.

Ao fim da instrução, os autos seguem para o Ministério Público de Contas, e só então o TCE emitirá parecer prévio pela aprovação ou rejeição — cabendo o julgamento final à Assembleia Legislativa. É um caminho longo, e o desfecho não sairá antes da eleição.

Mas há um dado que nenhuma defesa reescreve: a meta primária de 2026 já nasceu negativa. Seja quem for eleito em outubro, o primeiro ato de governo não será inaugurar um projeto — será fechar uma conta que começou a ser deixada aberta antes mesmo de a campanha terminar. A pergunta que fica para os próximos quatro anos é simples e incômoda: arrumar a casa vai custar quanto do que foi prometido no palanque?

fonte - Painel Político.

Hildon Chaves: “Vou governar com o povo, ao lado de homens e mulheres de bem!”

Durante a convenção que homologou seu nome e o de Cirone Deiró como candidatos ao Governo do Estado, Hildon Chaves declarou que vai “governar em prol da população, tendo ao lado homens e mulheres de bem”...

O candidato ao Governo do Estado, Hildon Chaves (Federação União Progressistas), destacou que está iniciando sua caminhada rumo ao Palácio Rio Madeira “tendo ao lado um grupo formado por mulheres e homens de bem”. A declaração foi dada durante a convenção partidária de segunda-feira (3), que oficializou o seu nome e o de seu vice, Cirone Deiró, para as eleições ao Governo do Estado, e os nomes de Mariana Carvalho e Silvia Cristina ao Senado Federal.

“Nosso grupo está inserido numa grande frente partidária, mas a nossa maior aliança sempre será com o povo, com as pessoas que trabalham, estudam e fazem com que Rondônia seja melhor todos os dias”, disse Hildon, que fez uma ressalva: “O Governo do Estado está numa situação pré-falimentar, estão vendendo o almoço para pagar o jantar, e o futuro governador terá grandes dificuldades para gerenciar o Estado no ano que vem”, disparou.

Hildon, porém, destacou que tanto ele quanto seu vice, Cirone Deiró, possuem larga experiência em gestão administrativa, pois são empresários de sucesso, e vieram para a política com o único intuito de colaborar para o desenvolvimento de Rondônia”, ressaltou. “Somos gratos a tudo que esse nosso Estado nos proporcionou, e no que depender da gente, se formos eleitos, vamos fazer ainda mais pelo nosso povo”.

SENADORAS

Hildon também fez questão de destacar seu apoio incondicional à presença das mulheres na política. “Hoje temos ao nosso lado a Mariana Carvalho e da Silvia Cristina, que são dois nomes fortíssimos para o Senado, ambas com atuações destacadas na Câmara Federal em prol da população rondoniense”, lembrou. 

“A Silvia Cristina faz um trabalho belíssimo, ela se especializou em cuidar das pessoas, da saúde, dos hospitais”, enquanto que a Mariana é um ícone da nossa política, foi uma grande parceira da prefeitura de Porto Velho nas minhas duas gestões”, afirmou. “Grande parte dos recursos para a construção da nova rodoviária vieram pela Mariana. Praticamente tudo que fizemos de bom em nossa capital teve a participação dela. Esse grupo político, com homens e mulheres de bem, está supermotivado para trabalhar, todos juntos, em prol do nosso estado”. 

fonte - ASSESSORIA.

Cleitinho insiste em ser candidato ao governo de MG e recebe não

Senador fez apelo durante convenção nacional do Republicanos nesta terça-feira (4), um dia depois de anunciar desistência ao lado do presidente nacional da sigla, Marcos Pereira...

Após anunciar desistência, o senador Cleitinho (Republicanos-MG) anunciou, nesta terça-feira (4), a intenção de concorrer ao governo de Minas Gerais nas eleições de outubro. Ele fez apelo durante convenção nacional do Republicanos, em Brasília, nesta manhã.

Cleitinho recebeu, no entanto, resposta negativa do partido. Ele afirmou que ainda quer ter nova conversa com o presidente nacional da sigla, Marcos Pereira.

“Eu quero ser candidato a governador e eu peço aqui humildemente ao presidente [Marcos Pereira] que me dê essa vaga. Eu não vou decepcionar o partido”, disse o senador na convenção. Ele citou ter ouvido de familiares pedido para não desistir.

Na segunda-feira (3), ele havia anunciado que não seria candidato em vídeo gravado após se reunir em Brasília com Marcos Pereira e com o presidente estadual do partido em Minas Gerais, o também deputado federal Euclydes Pettersen.

Em resposta a Cleitinho, Marcos Pereira afirmou que "todas as oportunidades foram dadas" e citou que o partido deu vários prazos para o senador decidir.

"Não podemos ir para um processo eleitoral como esse, num partido que é sério e que cresceu em 20 anos, numa instabilidade. Eu não posso, senador Cleitinho, com todo respeito a vossa excelência. Eu seria irresponsável com o povo de Minas, em colocar Minas nas mãos de uma pessoa que hora pensa uma coisa e cinco minutos depois pensa outra", declarou Marcos Pereira.

Ele afirmou ter pedido que o parlamentar comparecesse à convenção estadual ou que enviasse uma procuração em seu nome. “O senador Cleitinho não aceitou nem comparecer e nem enviar a carta”, disse.

O presidente da sigla fez longo discurso, citando a cronologia de idas e vindas de negociação sobre a candidatura de Cleitinho. "Não podemos brincar com a vida de milhões de mineiros", afirmou. Após o evento, em fala a jornalista, Marcos Pereira disse que o caso era "página virada".

"O partido tomou uma decisão, porque nós estamos a amanhã, a um dia do prazo final das convenções, e por outro lado também, a gente não pode submeter o povo de Minas, milhões de brasileiros mineiros, a uma situação de insegurança, de uma instabilidade como essa", declarou.

Em entrevista depois do evento, Cleitinho declarou ainda estar vivendo momento de "vulnerabilidade espiritual e emocional" após o falecimento do seu irmão. "É o povo que está me pedindo, farei isso pelo povo", disse sobre a candidatura.

A intenção do senador agora é buscar uma nova conversa com Marcos Pereira. "Vou pedir, vou tentar convencer ele [Marcos Pereira] sim", declarou.

fonte - Emilly Behnke, da CNN Brasil.

Mariana Carvalho é homologada como pré-candidata ao Senado e defende união por Rondônia

Mariana destacou legado da gestão Hildon Chaves, pediu unidade do grupo político e afirmou que Senado exige experiência e compromisso com o estado...

foto - reprodução
 

A ex-deputada federal Mariana Carvalho (União Brasil) teve o nome homologado como pré-candidata ao Senado Federal durante a convenção da Federação União Progressista, realizada na noite dessa segunda-feira (3), em Porto Velho. Em discurso para apoiadores e lideranças políticas, ela defendeu a união do grupo para as eleições de 2026, exaltou a gestão do ex-prefeito Hildon Chaves e afirmou que pretende representar Rondônia no Congresso Nacional.

Ao agradecer o apoio recebido, Mariana disse enxergar esperança na população e afirmou que pretende construir um novo momento para o estado.

"Eu olhando nos olhos de todos vocês, encontrando e reencontrando amigos de todos os cantos, vejo pessoas que acreditam e têm esperança no nosso estado. Quero dizer muito obrigada a todos vocês", declarou.

Durante o pronunciamento, a deputada fez elogios ao ex-prefeito Hildon Chaves, pré-candidato ao Governo de Rondônia, afirmando que sua gestão transformou a capital. "O que o doutor Hildon fez foi com conhecimento, não brincou de ser prefeito. Ele foi um trator de entregar obras e deixou sua grande marca: existe uma Porto Velho antes e outra depois do doutor Hildon", afirmou.

foto - divulgação

Ela também declarou apoio à pré-candidatura do pré-candidato a vice de Hildon, Cirone Deiró. "Esse homem conhece Rondônia, conhece o produtor, o agricultor, o homem e a mulher do campo e conhece a realidade da nossa gente. Você será o nosso futuro vice-governador de Rondônia", disse.

UNIÃO - Mariana ainda destacou a parceria com a pré-candidata a senadora Silvia Cristina, e defendeu uma representação feminina no Senado. "Rondônia terá uma oportunidade única de eleger duas mulheres para o Senado, com voz ativa e trabalho voltado para o estado. Somos pessoas que conhecem a nossa gente e temos levado recursos para os 52 municípios”, afirmou.

Ao encerrar o discurso, Mariana pediu união entre os integrantes da federação e reforçou que pretende levar sua experiência como deputada federal para o Senado.

"No Senado não é lugar para se aventurar, é lugar para trabalhar por Rondônia e pela nossa gente. A partir desta convenção, precisamos sair daqui fortalecidos e unidos pelo nosso estado e pelo propósito que Rondônia precisa", concluiu.

Texto: Assessoria de imprensa

Convenção oficializa candidatura de Maurício Carvalho a deputado federal em Porto Velho

Cerimônia chancelou a disputa de Maurício de Carvalho à Câmara Federal e consolidou as alianças do projeto para Rondônia...


Na noite desta segunda-feira (3), a federação formada por União Brasil e Progressistas oficializou a candidatura de Maurício Carvalho a deputado federal durante a convenção "De Todas as Rondônias". O evento político foi realizado no auditório da Unopar, em Porto Velho, e reuniu milhares de apoiadores que acompanharam a cerimônia tanto no interior do espaço quanto por um telão instalado no estacionamento.

A convenção também serviu para chancelar a chapa majoritária do grupo, confirmando as candidaturas de Hildon Chaves e Cirone Deiró ao Governo de Rondônia, além de Silvia Cristina e Mariana Carvalho ao Senado. Irmã de Maurício, Mariana foi lembrada no palco por ser a mulher mais votada da história do estado, com mais de 263 mil votos conquistados na eleição anterior.

De volta onde tudo começou

Responsável por abrir e encerrar o evento, Maurício Carvalho destacou o simbolismo do local escolhido, relembrando que foi naquele mesmo palco que lançou seu primeiro projeto político como candidato a vereador. Em seu discurso, o agora candidato a deputado federal adotou um tom de compromisso e resgate ético.

"Porque na vida pública, a única coisa que um homem precisa é ter palavra. A única coisa que um homem precisa é trabalhar pelas pessoas, é mostrar que o trabalho tem que chegar na ponta", afirmou.

Valores familiares

Acompanhado de sua base familiar, sua mãe Maria Silvia, o pai Aparecido Carvalho, a esposa Pâmela e a filha Bárbara, Maurício enfatizou que seu projeto político é firmemente alicerçado em valores familiares e no compromisso com o eleitor.

"E foi assim que meu pai e minha mãe me ensinaram, que na vida pública só tem como dar certo se você tiver honestidade, caráter, responsabilidade, e acima de tudo, transformar a vida das pessoas", declarou.

Ao declarar a convenção aberta, o candidato reforçou o pacto de união e trabalho da Federação União Progressista e afirmou que o estado conta com lideranças preparadas para garantir que as mudanças cheguem de fato à população que mais precisa.

fonte - assessoria de imprensa.

Grande público: Hildon Chaves lança candidatura ao governo de RO com Cirone Deiró

Pré-candidato prometeu combate à corrupção e retomada da gestão fiscal de Rondônia...

Rondônia teve, nesta segunda-feira, 03, o lançamento oficial da candidatura de Hildon Chaves (Progressista) ao governo do estado, ao lado de Cirone Deiró (União Brasil) que integra a chapa como vice-governador.

O evento da Federação União Progressista aconteceu no Auditório da faculdade Unopar, no bairro Lagoa, em Porto Velho, e reuniu caravanas vindas de todas as regiões de Rondônia - norte, centro e sul, e um público que lotou o espaço interno e se estendeu para fora do auditório ainda antes da abertura oficial da convenção, marcada para as 18h.

Ex-promotor de justiça e por duas vezes prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves apresentou sua candidatura como continuidade do trabalho iniciado na capital há quase dez anos, quando encabeçou pela primeira vez uma disputa eleitoral no mesmo espaço que hoje voltou a reuni-lo com sua base política.

Reconstrução de Rondônia

Em discurso emocionado, Hildon Chaves relembrou a trajetória à frente da Prefeitura de Porto Velho e defendeu que os resultados obtidos na capital comprovam a viabilidade de um projeto semelhante para todo o estado.

"Trazemos muita lembrança de como encontramos nossa capital, e hoje a cidade está completamente diferente, refeita, reconstruída. Uma cidade que orgulha", afirmou ao descrever a transformação de Porto Velho ao longo de suas gestões.

Chaves também fez um alerta sobre o cenário fiscal do governo estadual, classificando o momento como "muito sério" para as finanças públicas.

"O governo do estado, por falta de gestão, colocou a gigante Rondônia praticamente de joelhos. As notícias não são boas: o governo está vendendo o almoço para comprar a janta. Mas nós somos fortes, e nós vamos levantar o estado de Rondônia", declarou.

Segundo o candidato, os resultados alcançados na Prefeitura de Porto Velho se apoiaram em dois pilares que pretende reproduzir à frente do governo estadual: combate à corrupção e gestão de qualidade.

"Não faltou dinheiro na Prefeitura de Porto Velho porque nós tínhamos gestão e combate à corrupção. Teremos um governo que cuida das pessoas, que respeita as diferenças, que abraça as nossas crianças e que está realmente comprometido", disse.

Ao encerrar sua fala, Hildon Chaves fez um chamado direto às candidatas ao Senado que também subiram ao palco, Mariana Carvalho e Silvia Cristina, reforçando a aliança política em torno da chapa.

"Mariana e Silvia, vou precisar de vocês e da capacidade extraordinária dessas mulheres maravilhosas", disse.

Unidos por uma Rondônia melhor

Conhecido por sua atuação na articulação entre a capital e o interior do estado, Cirone Deiró discursou logo após Hildon Chaves e destacou a mobilização de lideranças vindas de municípios de todas as regiões de Rondônia.

"Temos aqui hoje a união do interior do estado com a capital. Somos um time de excelência que vai fazer a diferença nesse estado. Vamos juntos construir uma Rondônia melhor ", disse Cirone Deiró, ao definir o momento como "uma noite de festa, de alegria e de esperança" para Rondônia.

Sobre o evento

A convenção reuniu, além das chapas majoritárias uma ampla base de deputados estaduais e federais, em um ato que a organização descreve como o pontapé inicial de uma campanha construída a partir da mobilização de caravanas de todas as regiões de Rondônia.

fonte - Assessoria de Imprensa.


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