Irmão do prefeito Léo Moraes e ex-secretário municipal, candidato do Podemos tem se consolidado como um dos nomes mais bem articulados na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Rondônia...
Com uma base de apoio que transita entre lideranças municipais, estaduais e federais, e uma trajetória marcada pela atuação na administração pública, Paulo Moraes Jr. tem se apresentado ao eleitorado como um candidato preparado para representar não apenas Porto Velho, mas todo o estado de Rondônia na Assembleia Legislativa.
A campanha de Paulo Moraes Jr, do Podemos, ao cargo de deputado estadual tem mobilizado uma expressiva base de apoiadores e demonstrado força política capaz de reunir lideranças de diferentes esferas, consolidando o candidato como um dos nomes mais bem articulados na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO).
“Minhas propostas contam com foco no desenvolvimento da Capital e na ampliação de políticas públicas para o interior, além da defesa de investimentos capazes de acompanhar o crescimento econômico do estado”, reforça.
EXPERIÊNCIA COMPROVADA
Pré-candidatura construída a partir de resultados concretos na gestão municipal, a campanha de Paulo Moraes tem como pilar a experiência acumulada à frente da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer de Porto Velho.
O ex-secretário, que participou de ações como a recuperação da Locomotiva 18 e projetos voltados à cidadania e à valorização de espaços públicos, afirma que sua decisão de disputar uma vaga no Legislativo estadual é resultado do trabalho desenvolvido na pasta e não apenas da relação familiar com o prefeito Léo Moraes.
“Minha expectativa é somar forças com a gestão municipal e garantir o salto em qualidade de vida que nossa Porto Velho merece. Por isso, disputo esta eleição, para também poder levar ao interior do Estado projetos de sucesso que já estão sendo executados na capital”, finalizou Paulo Moraes.
Em audiência na Flórida, magistrado federal classificou de "absurda" a lógica usada pelo governo dos Estados Unidos para não entregar documentos sobre o caso e determinou que as partes voltem a se reunir para definir os termos da busca...
Segundo a Justiça dos Estados Unidos, foi usado um documento falso para justificar a prisão de Filipe Martins, ex-assessor especial para Assuntos Internacionais no governo Bolsonaro (2019 e 2022). Em 2024, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de Martins com base nesse documento.
Em audiência realizada em 5 de março de 2026, um juiz federal dos Estados Unidos determinou que o governo americano esclareça como e por quem foi feita uma "entrada falsa" em registros do Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) e da Alfândega e Proteção de Fronteiras (conhecida como CBP) envolvendo Filipe Martins.
O caso foi revelado pela Folha de S.Paulo e confirmado pela CNN a partir da transcrição oficial da audiência, realizada no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Central da Flórida, em Orlando.
Trata-se de uma ação movida por Martins contra o DHS e a CBP com base na Lei de Liberdade de Informação americana (FOIA, na sigla em inglês), mecanismo que permite a qualquer pessoa pedir acesso a documentos produzidos por órgãos do governo dos Estados Unidos. Na audiência, o governo pedia que o processo fosse encerrado por julgamento sumário — sem necessidade de seguir adiante com a ação.
"Isso é absurdo", diz juiz
Quem conduz o caso é o juiz federal Gregory A. Presnell. Até aquele momento, o governo havia entregado à defesa de Martins apenas cerca de 26 documentos, todos com trechos ocultados. Presnell decidiu que essas páginas fossem apresentadas a ele sem cortes, para avaliar em caráter reservado se as partes censuradas se justificam legalmente.
O ponto mais tenso da audiência, porém, foi outro: uma parte do pedido de Martins pede acesso a comunicações, registros de comunicações e decisões de funcionários da CBP sobre o tratamento dado a seus registros de entrada e saída dos Estados Unidos (o formulário I-94).
Segundo a procuradora federal Joy Warner, que representou o governo na audiência, esse trecho específico do pedido não foi atendido.
A defesa do governo teve duas frentes. A primeira foi alegar que o pedido, como formulado, seria "amplo demais": não trazia recorte de datas nem indicava um setor específico dentro da CBP, agência com mais de 65 mil funcionários.
A segunda frente foi sustentar que as informações estariam protegidas por integrarem uma "investigação ativa e em andamento" dentro da própria CBP — o que enquadraria o material na chamada "exceção 7(a) da lei de acesso à informação", usada para blindar dados de apurações em curso.
O juiz não aceitou o argumento. Ele disse que tentaria descrever a resposta do governo "da forma mais educada possível", mas que, na prática, a posição da CBP equivalia a dizer que não pode apontar o responsável pela entrada falsa porque o próprio autor do pedido não informou antes quem seria essa pessoa. "Pense na lógica disso. Isso é absurdo", disse o magistrado.
Reconhecimento da "entrada falsa"
Para Presnell, os fatos centrais do caso já não eram mais disputados pelas partes: houve uma entrada falsa nos registros da Patrulha de Fronteira relacionada ao autor da ação, e essa entrada causou a ele "dano considerável".
O juiz afirmou acreditar que deve existir "uma quantidade significativa de comunicação dentro do governo" sobre o episódio — comunicações que, até aquele ponto, não tinham sido entregues.
"Se um ato foi feito intencionalmente dentro do governo, de alguma forma, para prejudicar uma pessoa, como o autor, esse é exatamente o tipo de coisa... criada para expor", afirmou o juiz.
Em outro trecho da audiência, foi ainda mais direto: "Houve uma entrada falsa feita nos registros da Patrulha de Fronteira que afetou adversamente uma pessoa de forma considerável. O governo reconhece a falsidade dela e a gravidade dela, e do ponto de vista da FOIA ( Lei de Liberdade de Informação americana), a pessoa que foi afetada por isso — inclusive tendo sido presa por causa disso — tem o direito de saber como aquilo aconteceu e quem causou isso."
Vale um esclarecimento sobre quem estava na sala representando o governo: Joy Warner e Jeremy Bloor são procuradores federais lotados no gabinete do Procurador Federal dos Estados Unidos, ou seja, ligados ao Departamento de Justiça — não são funcionários da CBP.
É assim que costuma funcionar nos EUA: quando uma agência como CBP ou DHS é processada, quem assume a defesa judicial é o Departamento de Justiça, e não advogados da própria agência.
Advogado de Martins cita investigação da própria CBP
Raul Torrao, advogado de Filipe Martins, argumentou que a CBP já teria reconhecido publicamente conduzir uma investigação interna sobre a falsidade dos registros — o que, na avaliação dele, torna provável que a agência já tenha reunido comunicações internas sobre o episódio dentro dessa apuração. Ele pediu que esse material, e qualquer outro que surja de uma nova busca, seja entregue ao tribunal para análise reservada.
O juiz concordou com o raciocínio. "Eu sei como investigações funcionam. Alguém iniciou essa investigação. Houve comunicações de um lado para o outro. Houve conclusões tomadas", disse Presnell, acrescentando não saber se a apuração interna já tinha sido concluída, mas que esse é justamente o tipo de documento que precisa ser esclarecido no processo.
Sem data para próximos passos
O juiz não decidiu o pedido de julgamento sumário do governo e também não fixou um prazo final, como chegou a ser solicitado pelo lado de Martins. Em vez disso, determinou que procuradoria e defesa se reúnam para tentar acertar, em conjunto, termos de busca mais específicos — incluindo um recorte de datas a partir de dezembro de 2022, a identificação do escritório da CBP envolvido e possíveis palavras-chave e nomes de responsáveis pelos registros — e voltem a apresentar um relatório de status ao tribunal.
"Isso não é complicado. Não precisa ser complicado", disse o juiz aos advogados do governo, pedindo que a nova busca seja conduzida "de boa-fé" e permita, finalmente, dar a Martins as respostas que ele busca desde que apresentou o pedido original, em junho de 2024.
A audiência foi encerrada sem data definida para a próxima etapa do processo.
Filipe Martins chegou a ficar em prisão preventiva por seis meses, em 2024, sob a alegação de que havia viajado aos Estados Unidos junto com o então presidente Jair Bolsonaro no dia 30 de junho. A prisão foi determinada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, com base no registro da migração americana.
A defesa de Filipe Martins sempre negou a ida dele para os EUA e frisava que o documento da CBP revelava que o registro dele havia sido inserido indevidamente no sistema.
A CNN confirmou em 2025 com a empresa aérea Latam que o ex-assessor, em dezembro de 2022, estava no Brasil, no Paraná. Ou seja, ele não havia saído do País.
No ano passado, Martins foi condenado pela Primeira Turma do STF a 21 anos de prisão, sendo 18 anos e 11 meses de reclusão e dois anos e um mês de detenção, além de multa, por crimes relacionados a tentativa de golpe de Estado para manter Bolsonaro no Planalto depois da derrota nas urnas em 2022.
fonte - CNN BRASIL - Caio Junqueira.
No ano passado, Governo do Estado deixou R$ 39 milhões “criando teia de aranha” numa gaveta do Palácio Rio Madeira; dinheiro veio do Fundo Nacional de Segurança Pública, mas gestor foi “incompetente” para aplicar recursos...
Porto Velho
ocupa uma posição crítica, entre as vinte cidades mais violentas do mundo,
segundo o ranking anual
divulgado por uma instituição mexicana especializada em segurança pública. Mas
essa preocupante posição da capital rondoniense “não é motivada por falta de
dinheiro, e sim, por um profundo descaso por parte do atual Governo do Estado”.
Segundo estudo recente do Tribunal de Contas do Estado, o dinheiro foi repassado pela União, por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública, como acontece todos os anos. “Poderia ter sido utilizado na melhoria do policiamento, na compra de armas e equipamentos, no investimento em novas tecnologias de segurança ou no aumento do sistema de vigilância na área rural, mas a administração estadual não moveu uma palha”, declarou Hildon.
“O dinheiro estava disponível, mas ficou parado de janeiro a dezembro. Resta saber o motivo”, questionou Hildon Chaves. “Não sabemos o que aconteceu, porque o governo não revelou”, disparou. “O mais preocupante é saber que a nossa capital registra índices alarmantes de violência, o que motivou mais um protesto de comerciantes em nossa capital nesta segunda-feira”, denunciou Hildon.
O levantamento internacional, que avalia as 50 cidades com as maiores taxas de homicídios por 100 mil habitantes, inclui apenas os municípios com mais de 300 mil habitantes e é realizado anualmente em todo o planeta. O estudo aponta motivos para a violência, como a presença do narcotráfico em regiões de fronteira. “Mas a paralisia da administração pública no nível que está acontecendo parece ser um caso bem específico de Rondônia”, ironizou Hildon.
DINHEIRO DEVOLVIDO
De acordo com
o Tribunal de Contas, o Governo de Rondônia usou apenas R$ 6,1 milhões, de um
total de R$ 46 milhões ao qual tinha direito, e no final do ano devolveu R$ 39
milhões aos cofres do governo federal. Segundo o levantamento, os repasses da
União para a segurança pública de Rondônia, feitos pelo Fundo Nacional de
Segurança Pública (FNSP), tiveram um aumento considerável, de 33%, entre 2022 e
2025.
No entanto, o Governo do Estado andou no caminho inverso: a utilização dos recursos, que chegou a 93,2% em 2022, caiu para 73,0% em 2023, diminuiu para 52,9% em 2024 e, por incrível que pareça, chegou a apenas 13,2% em 2025. “Isso significa que, de cada R$ 100 disponíveis na conta do Estado, apenas R$ 13 viraram policiamento, equipamento ou proteção real no ano passado. Os outros R$ 87 ficaram parados, no mesmo ano em que a violência crescia no estado”, comparou Hildon Chaves.
EXPERIÊNCIA
Hildon Chaves
conhece a realidade do combate à criminalidade de perto. Durante mais de duas
décadas, como promotor de Justiça, enfrentou o crime organizado, atuando em
centenas de julgamentos, ajudando a colocar criminosos atrás das grades e
atuando sempre ao lado da sociedade.
“Segurança pública exige comando, planejamento e decisão. Exige integração entre as polícias, inteligência, tecnologia, investimento permanente e valorização de quem arrisca a própria vida para proteger a nossa”, detalhou. “Hoje, muitos policiais seguem na linha de frente enfrentando o perigo todos os dias, muitas vezes com estrutura insuficiente. Eles merecem respeito e valorização. Necessitam ter condições para cumprir a sua missão”.
Para Hildon, Rondônia precisa urgentemente voltar a enfrentar o crime com firmeza. “O Estado necessita de um governo que lidere essa luta, fortaleça as forças de segurança e devolva às famílias o direito de viver sem medo”, declarou. “Chegou a hora de fazer da segurança pública uma prioridade. Porque um povo só é verdadeiramente livre quando pode viver em paz”, sentenciou.
FONTE - ASSESSORIA.
Decisão afirma que publicação atribuiu indevidamente ao candidato responsabilidade pela concessão da rodovia...
Segundo a decisão, a publicação apresenta informações “inverídicas ou descontextualizadas” e configura “propaganda negativa ilícita e inverídica”. O juiz considerou que o conteúdo associou indevidamente Marcos Rogério à aprovação ou autorização da concessão da BR-364, com potencial de interferir no equilíbrio da disputa eleitoral.
Entre os documentos apresentados no processo está uma Nota Técnica do Senado Federal informando que os procedimentos administrativos necessários à concessão de rodovias federais, incluindo a BR-364, não são submetidos à aprovação do Senado.
A Justiça determinou ao Facebook e Instagram a retirada do vídeo no prazo de 24 horas, incluindo comentários, compartilhamentos e eventuais reproduções associadas. A ordem também prevê bloqueio de conteúdos idênticos ou substancialmente equivalentes por cruzamento de hash e o fornecimento de informações para identificar o responsável pelo perfil que publicou o material.
O advogado Nelson Canedo, responsável pela ação, afirmou que a decisão estabelece um limite entre a crítica política e a divulgação de informação falsa durante o processo eleitoral. “O debate eleitoral pode e deve ser duro. O que não se pode admitir é transformar uma informação falsa em argumento político para induzir o eleitor ao erro. A Justiça Eleitoral reconheceu, neste caso, que existe uma linha clara entre crítica e desinformação”, afirmou.
FONTE - ASSESSORIA.
Em conversa com empresário, Luchsinger afirmou ter dito ao filho do presidente que iria parar de pagar passagens por demora em pagamentos...
A lobista Roberta Luchsinger relatou em conversa com um empresário que gastava R$ 100 mil por mês para bancar despesas de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
A informação está no inquérito em curso no STF (Supremo Tribunal Federal) que apura se o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Luchsinger teriam atuado para fechar contratos no Dataprev, empresa de tecnologia do governo federal.
Segundo investigadores, Roberta teria dito que seria necessário parar de pagar passagens devido à demora em receber pagamentos acordados.
“Se cê souber o que que o outro disse, eu fui cortar o negócio né, daí eu falei 'ó Fábio, agora acabou porque a casa por mês a gente gasta em torno de 100 mil, então assim, não vai dar mais pra ter essas passagens né', ele falou 'ah, eu vou ficar pedindo pro Cleber e ro Checon', eu ri pra caramba, eu falei ué, eu falei ué, boa sorte pra você”, disse Roberta em diálogo revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmado pela CNN.
O interlocutor é o empresário Cléber Ribas. A conversa teria ocorrido em 25 de agosto de 2025 e começado com um áudio de Luchinger com questionamentos sobre pagamentos.
“Bom dia, tudo bem? Deixa eu te falar, o Freitas paga quando? Aí será que ele não paga hoje não? Tem que pagar essa bosta dessas passagens pro Fabio, aí vai pagar com o dinheiro do Freitas, tá foda”, diz trecho obtido pela investigação.
Ribas teria respondido logo na sequência: “ele paga sempre dia 28, vou ver com ele aqui”. É depois desta resposta que ela fala das despesas de Lulinha.
A polícia diz que ainda investiga quem seria a pessoa mencionada como Freitas e que é necessário seguir as apurações para entender o contexto da conversa.
O advogado de Lulinha, Marco Aurélio de Carvalho, afirma que não pode atestar a autenticidade das mensagens.
“O que podemos dizer é que, caso elas sejam verdadeiras, foram tiradas de contexto. Não há nada nos autos que possa sugerir que a Roberta gastava R$ 100 mil com Fábio. Não há nada nos autos. São inferências não conclusivas e irresponsáveis de setores da PF que seguem tentando interferir nas eleições de 2026”, disse à CNN.
A defesa de Cléber Ribas critica o vazamento das mensagens “sem contexto” e diz que todos os contratos celebrados de empresas ligadas a ele com o governo federal foram firmados com transparência.
“Os vazamentos de trechos selecionados das comunicações e de interpretações feitas a partir desses extratos, todos vagos e descontextualizados, impossibilitam a efetiva atividade.
FONTE - CNN BRASIL.
Regularização fundiária, licenciamento e revisão de multas estão entre as medidas...
O candidato ao Governo de Rondônia pela coligação Juntos por Rondônia, Marcos Rogério (PL), afirmou que pretende anistiar multas aplicadas a produtores rurais quando a irregularidade tiver sido provocada pela demora ou omissão do próprio Estado. A declaração foi feita nesta segunda-feira (24), durante entrevista ao programa Papo de Redação, da Rádio Parecis FM, ao abordar os problemas de regularização ambiental e fundiária em Rondônia.
Marcos Rogério, que tem como candidato a vice-governador o delegado Rodrigo Camargo (Podemos), citou como exemplo produtores que solicitam autorização para implantação de sistemas de irrigação, mas enfrentam meses de espera pela outorga de água. Segundo ele, não é razoável que o cidadão seja posteriormente penalizado por uma obrigação que deixou de cumprir em razão da demora do poder público.
“Aquelas multas que foram aplicadas em razão da negligência do Estado, da omissão do Estado, eu vou anistiar todas. Todas elas”, afirmou.
O candidato defendeu uma mudança na relação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) com o setor produtivo, estabelecendo uma distinção entre quem pratica crime ambiental e o produtor que tenta trabalhar dentro da legalidade, mas encontra processos demorados e entraves burocráticos.
“Nós temos que ter uma Sedam amiga do produtor rural. A Sedam tem que ser firme contra o criminoso, mas não tratar o produtor rural como criminoso”, declarou.
Marcos Rogério afirmou que conhece o impacto da insegurança fundiária a partir da própria experiência familiar. Produtor rural, ele lembrou que sua família chegou a Rondônia na década de 1970 e também enfrentou dificuldades relacionadas à documentação de terras e demarcações.
“Eu sei o quanto isso é importante, porque eu sou produtor rural a minha vida toda. Minha família chegou aqui na década de 70. Então eu sei o que é terra. Nós já tivemos problema por falta de documentação, problema em razão de demarcação na região”, disse.
Estado deve assumir protagonismo na regularização
Na regularização fundiária, Marcos Rogério defendeu que o Governo de Rondônia assuma maior responsabilidade pelo processo e citou experiências de outros estados que receberam áreas anteriormente sob domínio da União para avançar na titulação.
O candidato destacou a importância do acervo e da experiência técnica do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), mas defendeu uma participação mais efetiva do Governo do Estado para acelerar os processos e ampliar a regularização das propriedades rurais em Rondônia.
Marcos Rogério disse que regularização fundiária e licenciamento ambiental têm impacto direto sobre o desenvolvimento econômico de Rondônia. Para ele, garantir segurança jurídica a quem produz deve caminhar junto com a fiscalização e a proteção ambiental.
“Você não pode punir o produtor rural por uma ausência do Estado, por uma deficiência do Estado”, concluiu.
FONTE - ASSESSORIA.
Candidata ao Senado destaca experiência na Câmara Federal e defende novos investimentos para transformar demandas do estado em resultados...
A nova Rodoviária de Porto Velho é uma das marcas do trabalho de Mariana Carvalho como deputada federal. A obra recebeu R$ 22 milhões em emendas destinadas por Mariana, somados a outros R$ 22 milhões de recursos próprios da Prefeitura, transformando uma antiga estrutura em um novo terminal para atender a população.
Para Mariana, a entrega mostra que, quando existe trabalho, articulação e união, projetos importantes deixam de ser promessa e se tornam realidade.
Mas a rodoviária não é um ponto final. É parte de uma trajetória que Mariana quer ampliar no Senado. Durante seu mandato, ela destinou recursos para municípios de Rondônia em áreas como saúde, educação, infraestrutura, agricultura, esporte e assistência social.
Agora, quer usar a experiência adquirida em Brasília para defender novos investimentos, especialmente na saúde, no fortalecimento dos municípios, na infraestrutura, na geração de empregos e no desenvolvimento da produção, levando para o Senado as demandas de quem vive em Rondônia.
“A nova rodoviária é uma obra que me dá muito orgulho porque mostra que uma demanda pode se transformar em realidade quando existe trabalho e união. Mas eu não quero viver apenas do que já fiz. Quero fazer muito mais. Se como deputada eu pude ajudar a transformar uma obra desse tamanho em realidade, como senadora quero ampliar essa capacidade de trabalho e buscar soluções para problemas ainda maiores de Rondônia. Eu quero continuar trabalhando, porque o trabalho fala por mim.”
Assessoria.
Levantamento mostra Lula com 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro e 46% contra 42% de Ronaldo Caiado...
Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (24) aponta empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno das eleições presidenciais de 2026. O levantamento também indica empate técnico entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD), considerando a margem de erro.
No cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente registra 46% das intenções de voto, enquanto o senador aparece com 45%. Outros 8% votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, e 1% não soube ou não respondeu.
Contra Ronaldo Caiado, Lula também marca 46%, enquanto o candidato do PSD registra 42%. Brancos, nulos ou nenhum somam 11%, e 2% não souberam ou não responderam.
O levantamento também testou outros dois cenários. Lula aparece com 47% contra 40% de Romeu Zema (Novo). Na disputa com Renan Santos (Missão), o petista tem 47% e o adversário, 35%.
A Nexus entrevistou 2.006 eleitores por telefone entre os dias 21 e 23 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi contratada pelo Banco BTG Pactual e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09028/2026.
Empresários bloquearam trecho da avenida nesta segunda-feira (24) e cobraram reforço permanente do policiamento na região central da capital...
| Foto - reprodução SGC |
Empresários e lojistas bloquearam um trecho da avenida Carlos Gomes, no Centro de Porto Velho, nesta segunda-feira (24), em protesto contra os frequentes roubos, furtos e arrombamentos registrados em estabelecimentos comerciais da região.
Segundo os comerciantes, criminosos têm invadido lojas principalmente durante a madrugada, quebrando vidros e arrombando portas para furtar produtos. Os episódios vêm causando prejuízos aos empresários e aumentando a preocupação de trabalhadores e clientes.
Os manifestantes atribuem parte das ocorrências a usuários de drogas e pessoas em situação de rua que circulam pela região central.
Durante a mobilização, os comerciantes cobraram providências do Governo de Rondônia, do Comando-Geral da Polícia Militar e do 1º Batalhão. Entre as principais reivindicações está o reforço permanente do policiamento no Centro de Porto Velho.
Os lojistas defendem maior presença das forças de segurança e ações capazes de reduzir os crimes que atingem o comércio da região.
Agenda em Porto Velho reúne contato com moradores, trabalhadores e diferentes setores...
O candidato ao Governo de Rondônia, Marcos Rogério (PL), ampliou neste domingo (23) o contato direto com a população de Porto Velho. Ao lado do prefeito Léo Moraes (Podemos), visitou a tradicional Feira do Cai N’Água, onde conversou com feirantes, produtores rurais e consumidores. Depois, participou de uma caminhada na Zona Leste ao lado do candidato a vice-governador, Delegado Rodrigo Camargo (Podemos), do deputado federal e candidato ao Senado Fernando Máximo (PL) e de candidatos da coligação Juntos por Rondônia.
A presença nas ruas reforça uma visão que Marcos Rogério tem defendido para o Governo: aproximar a gestão estadual das pessoas, ouvir quem vive os problemas e buscar soluções a partir da realidade de cada região.
“Governo, pra mim, não é prédio na capital. Governo é a força que deve te apoiar onde você mora”, afirma Marcos Rogério.
A agenda na capital continua nesta segunda-feira (24). No início da tarde, Marcos Rogério participa da sabatina do programa Papo de Redação, da SIC TV. Depois, se reúne com policiais penais na sede do sindicato da categoria. À noite, visita a Feira do Alphaville e participa de encontros políticos nos bairros São Francisco e Cidade do Lobo.
Na terça-feira (25), a programação inclui a participação no Pacto pela Educação, na Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero), iniciativa organizada pelo prefeito de Nova Mamoré, Marcélio Brasileiro.
O diálogo com diferentes setores também faz parte da forma como Marcos Rogério defende a construção de soluções para Rondônia. “Eu quero propor um governo aberto ao diálogo, ser parceiro do prefeito, ouvir quem produz e receber quem trabalha, sentar com os setores. Procurar em conjunto os caminhos para resolver”, afirmou.
Após os compromissos em Porto Velho, Marcos Rogério embarca para Brasília na noite de terça-feira, onde retoma as atividades do mandato no Senado Federal.
fonte - assessoria.
Auditoria do Tribunal de Contas do Estado mostra que Estado tinha repasses estáveis de R$ 46 milhões em 2025 e só executou R$ 6,1 milhões, enquanto o governo estadual anunciava “avanços” na área...
O alerta tem como base uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO), reunida no Guia Consolidado: Os Desafios dos Próximos 4 Anos, produzido em parceria com o Ministério Público de Contas (MPC-RO), documento técnico, sem qualquer vínculo com partidos ou candidaturas.
MAIS DINHEIRO, MENOS EXECUÇÃO - Segundo o levantamento, os repasses da União para a segurança pública de Rondônia, feitos pelo Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), cresceram 33% entre 2022 e 2025, de R$ 34,5 milhões para R$ 46,0 milhões. A capacidade do Estado de aplicar esse dinheiro, no entanto, andou no sentido inverso: a execução orçamentária caiu de 93,2% em 2022 para 73,0% em 2023, 52,9% em 2024 e apenas 13,2% em 2025.
Em valores absolutos, Rondônia executou R$ 32,2 milhões em 2022 e apenas R$ 6,1 milhões em 2025, mesmo com repasses estáveis, em torno de R$ 46 milhões.
“Isso significa que, de cada R$ 100 disponíveis, apenas R$ 13 viraram policiamento, equipamento ou proteção real no ano passado. Os outros R$ 87 ficaram parados, no mesmo ano em que a violência crescia no estado”, menciona Hildon Chaves.
Para Chaves, promotor de Justiça e duas vezes prefeito de Porto Velho, o episódio ilustra o diagnóstico que ele tem levado ao conhecimento das pessoas em suas andanças por todo estado.
“Rondônia não tem um problema de recursos, tem um problema de gestão. Um estado rico como o nosso não pode devolver dinheiro destinado a proteger a vida das pessoas. A União mandou o recurso, e o governo do estado simplesmente não usou. Isso é policiamento que não aconteceu, viatura que não foi comprada, vítima que não foi atendida”, diz o candidato.
O QUE OS OUTROS ESTADOS FIZERAM?
No Pará, o governo saltou da 25ª posição para figurar entre os seis estados que mais executam os recursos do FNSP no país. Por lá, a verba de, aproximadamente, R$ 25 milhões, foi utilizada para comprar 2.800 armas de eletrochoque (tasers), dez veículos blindados para o combate ao crime organizado, e equipamentos de perícia e tecnologia para a Polícia Científica, entre eles um scanner a laser 3D.
No Mato Grosso do Sul, os recursos de mais de R$ 176 milhões foram utilizados pelo governo para comprar 624 pistolas, 522 novas viaturas policiais, além da distribuição de quase mil coletes balísticos para as forças de segurança.
O QUE HILDON IRÁ FAZER - O Plano de Governo 2027-2030 apresentado por Chaves e registrado na Justiça Eleitoral já prevê a resposta a esse problema específico. Entre as ações listadas para os 100 primeiros dias de mandato está “destravar a execução dos recursos da segurança pública”.
“No meu governo, o rondoniense vai ver os policiais na rua, combatendo a criminalidade, com viatura nova, equipamento em dia e delegacia funcionando, porque cada real que a União mandar para cuidar da nossa gente vai virar proteção, não silêncio”, enfatiza Hildon Chaves.
fonte - assessoria.
Evento contou com a presença de candidatos a senado e governo...
Porto Velho recebeu, neste sábado (22), o lançamento oficial da campanha de Paulo Moraes, candidato a deputado estadual pelo Podemos. O evento realizado na Talismã 21, na zona Leste da capital, contou com a presença do candidato ao governo Marcos Rogério (PL), e de Fernando Máximo (PL), candidato ao Senado.
Durante o evento, Paulo Moraes falou das principais propostas de sua campanha, com foco no desenvolvimento de Porto Velho e na ampliação de projetos e políticas públicas para os demais municípios de Rondônia.
A campanha defende a representação de Porto Velho e a busca por investimentos capazes de acompanhar o crescimento econômico do Estado.
Antes de anunciar sua candidatura à Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO), Paulo Moraes atuou na gestão municipal nas áreas de turismo, esporte e lazer. Nesse período, participou de ações realizadas em diferentes regiões de Porto Velho, entre elas a recuperação da Locomotiva 18 e projetos voltados à cidadania e à valorização de espaços públicos.
Agora, na disputa por uma vaga no Legislativo estadual, o candidato afirma que pretende ampliar essa atuação e defender uma agenda de investimentos para a capital, além de trabalhar pela interiorização de projetos que, segundo ele, apresentaram resultados em Porto Velho.
“Minha expectativa é somar forças com a gestão municipal e garantir o salto em qualidade de vida que nossa Porto Velho merece. Por isso, disputo esta eleição com o número 20.000, para também poder levar ao interior do Estado projetos de sucesso que já estão sendo executados na capital. Convido todos para esse ato”, afirmou Paulo Moraes.
Texto: Redação.
Lula terá 5 minutos e 31 segundos por dia, enquanto Flávio Bolsonaro contará com 4 minutos e 20 segundos; propaganda começa em 28 de agosto...
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu a distribuição do tempo da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão entre os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. O horário eleitoral do primeiro turno começa em 28 de agosto e segue até 1º de outubro.
A coligação Brasil Pronto para Mais, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ficará com o maior tempo, somando 5 minutos e 31 segundos por dia. O PL, que tem Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência, terá 4 minutos e 20 segundos diários.
Ronaldo Caiado, candidato pelo PSD, contará com 2 minutos e 2 segundos. Augusto Cury, do Avante, terá 35 segundos.
Romeu Zema, do Novo, e Renan Santos, do Missão, não terão participação no horário eleitoral gratuito em bloco porque seus partidos não atingiram os requisitos estabelecidos pela legislação eleitoral.
Divisão considera representação na Câmara
A distribuição do horário eleitoral considera a representação dos partidos na Câmara dos Deputados e as regras da cláusula de desempenho. Pela legislação, 90% do tempo é dividido proporcionalmente conforme o número de deputados federais eleitos, enquanto os 10% restantes são distribuídos igualmente entre as legendas que atendem aos critérios.
Para o cálculo, o TSE considerou 510 deputados federais eleitos por partidos e federações que cumprem os requisitos constitucionais. A Câmara possui 513 parlamentares, mas três cadeiras não entraram na divisão por pertencerem a partidos que não alcançaram os critérios da cláusula de desempenho.
A Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, possui a maior bancada considerada no cálculo, com 104 deputados. O PL aparece com 98 parlamentares, seguido pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, com 81 cadeiras.
O PSD tem 42 deputados. MDB e Republicanos aparecem com 41 parlamentares cada. O PSB possui 18 representantes considerados na distribuição.
Campanhas também terão inserções
Além dos programas exibidos em rede, os candidatos terão inserções de 30 e 60 segundos distribuídas ao longo da programação das emissoras.
Durante o primeiro turno, a coligação Brasil Pronto para Mais terá 433 inserções. O PL contará com 339, o PSD terá 159 e o Avante ficará com 47.
O horário eleitoral gratuito será transmitido de segunda-feira a sábado, com 50 minutos diários de propaganda em rede, divididos em dois blocos de 25 minutos no rádio e na televisão.
Também serão reservados 70 minutos por dia para inserções, que poderão ser exibidas entre 5h e meia-noite, de segunda-feira a domingo.
A propaganda dos candidatos à Presidência será transmitida às terças, quintas e sábados, juntamente com as campanhas para deputado federal. Às segundas, quartas e sextas-feiras, o horário será destinado às candidaturas a governador, senador e deputado estadual.
As regras para a divisão estão previstas no artigo 47 da Lei nº 9.504/1997. A cláusula de desempenho, estabelecida pela Emenda Constitucional nº 97/2017, também estabelece critérios para o acesso dos partidos ao Fundo Partidário e ao horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão.
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