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A cinco dias do 2º turno, PT articula CPMI contra Flávio

Deputados querem investigar suspeitas de lavagem de dinheiro e ligação do candidato com Vorcaro e Willer Tomaz; pedido já reúne 115 assinaturas...

A cinco dias do segundo turno das eleições, a base do governo Lula (PT) no Congresso recolhe assinaturas para apresentar um pedido de criação de Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) com o objetivo de investigar Flávio Bolsonaro (PL). Até esta terça-feira (20), o requerimento já reunia 115 assinaturas de deputados e senadores. Para a criação da comissão, são necessárias 198 assinaturas, sendo 171 deputados e 27 senadores.

Deputados da base explicam que o objetivo é investigar a suspeita de que Flávio esteja envolvido em um esquema de organização criminosa, lavagem de dinheiro e movimentações financeiras irregulares.

O pedido, liderado pelo deputado Pedro Uczai (PT-SC), reúne suspeitas que envolvem o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, o empresário Fabiano Zettel e o advogado Willer Tomaz.

Um dos pontos é a negociação de até US$ 24 milhões entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro para o financiamento do filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Os parlamentares querem esclarecer a origem e o destino dos recursos, além de investigar se parte do dinheiro foi utilizada para custear a permanência de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.

Outra frente envolve as relações financeiras entre Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz, investigadas pela Polícia Federal. O requerimento cita o cadastro do senador como usuário master de uma conta bancária da empresa Alcazar Holdings, em Portugal, além do pagamento de viagens do parlamentar e de familiares por uma empresa ligada ao advogado.

Os deputados também querem apurar a movimentação de cerca de R$ 130 milhões em uma conta vinculada a Willer Tomaz e uma possível conexão com o esquema de descontos indevidos em benefícios do INSS.

A avaliação de integrantes do PT é de que os casos podem estar relacionados e indicar a existência de um esquema envolvendo Flávio Bolsonaro, Vorcaro, Fabiano Zettel e Willer Tomaz. As suspeitas ainda são objeto de investigação.

Segundo interlocutores da base, a articulação também considera a disputa judicial envolvendo uma ilha em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, reivindicada pelo jogador Richarlison. O caso envolve Willer Tomaz e já teve o nome de Flávio Bolsonaro citado. O episódio, no entanto, não consta entre os fatos determinados no requerimento da CPMI.

A expectativa dos parlamentares é conseguir o número necessário de assinaturas ainda nesta semana. Até a manhã desta terça-feira, a oposição não havia aderido ao pedido, mas integrantes da base afirmam que também vão buscar apoio de deputados e senadores oposicionistas.

O deputado Pedro Uczai pretende procurar pessoalmente o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para defender a prioridade da investigação. Até o momento, os responsáveis pela articulação ainda não conversaram com os presidentes das duas Casas sobre a instalação da comissão.

A iniciativa ocorre após uma tentativa anterior de criação de uma CPMI para investigar o financiamento do filme "Dark Horse", que não avançou no Congresso.

Paralelamente, lideranças governistas orientaram parlamentares da base a assinar o requerimento apresentado pela oposição para investigar a empresária Roberta Luchsinger. Segundo interlocutores, as assinaturas começaram a ser recolhidas nesta segunda-feira (19).

A nova CPMI proposta pelo PT teria 16 deputados e 16 senadores, além de suplentes, e prazo de 180 dias para concluir os trabalhos. O pedido ainda precisa atingir o número mínimo de assinaturas e ser lido em sessão conjunta do Congresso Nacional.

fonte - SBT NEWS.

Inquérito contra Flávio sob relatoria de Moraes acende alerta em campanha

Apuração envolve suspeita de lavagem de dinheiro ligada a amigo do candidato do PL e gera preocupação com possíveis decisões judiciais antes da votação

O mais novo inquérito contra o candidato a presidente Flávio Bolsonaro, que chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal) e foi distribuído ao ministro Alexandre de Moraes, acendeu um alerta na campanha dele na reta final.



As primeiras avaliações do entorno do candidato são de que o caso avançou muito rapidamente em um curto período, de forma atípica se comparado ao tempo de tramitação de investigações na Corte.


A informação na campanha é que o inquérito foi remetido à Corte no dia 8 de outubro, foi autuado e distribuído a Moraes no dia 16 de outubro e já haveria diligências em curso antes de abrir vista ao Ministério Público.


Por se tratar de uma investigação sigilosa, não é possível saber como se dá sua tramitação nem se, de fato, houve diligências.


A investigação acendeu um sinal de alerta na campanha de Flávio, diante da possibilidade de Moraes tomar alguma decisão ainda nesta semana, de forma a prejudicar o candidato a poucos dias do segundo turno.


Por outro lado, também há a avaliação de que a atuação ostensiva pró-Lula no primeiro turno favoreceu Flavio e se houvesse algo nesse sentido nas vésperas do segundo turno poderia ter o mesmo efeito. Por isso também há a leitura de que o ministro pode segurar o caso e usá-lo como instrumento de negociação política caso Flávio vença a eleição e ganhe tração um impeachment contra Moraes no Senado, onde o PL terá maioria.


O inquérito apura uma suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio, que obteve licença para operar uma bet do então governador do Rio, Cláudio Castro. O nome de Flávio teria aparecido em mensagens com Willer e, por isso, o caso foi remetido ao STF. A campanha deve pedir acesso à investigação ainda nesta terça-feira.


Aliados de Flávio dizem que, como ele é muito amigo de Willer, é natural que haja troca de mensagens entre ambos. E garantem não haver envolvimento do candidato em irregularidades.


Em nota, Willer negou irregularidades, disse ter requerido acesso aos autos e que prestará esclarecimentos. Também declarou ter relação de amizade com Flávio e que isso não é crime. (CNN)

Marcos Rogério reúne equipe de transição e orienta diagnóstico para garantir continuidade dos serviços públicos

“Transição é você garantir que medidas sejam adotadas para evitar colapso, evitar descontinuidade, evitar situações que podem ocorrer em razão da inação”, afirmou o governador eleito...


O governador eleito de Rondônia, Marcos Rogério, realizou nesta segunda-feira (19/10), em Porto Velho, a primeira reunião com sua equipe de transição. Na abertura, apresentou o corpo técnico, composto por 22 integrantes, e destacou que o trabalho terá como prioridade conhecer a situação do Estado, identificar demandas urgentes e garantir a continuidade dos serviços públicos na mudança de governo.

A coordenação dos trabalhos está a cargo do deputado federal Lúcio Mosquini, indicado por Marcos Rogério pela experiência em gestão pública, formação técnica e capacidade de articulação.

Marcos Rogério afirmou que a transição deve fornecer um diagnóstico que permita tomar decisões com base em fatos e evidências. Entre os pontos de atenção, destacou saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e assistência social.

“Transição é você garantir que medidas sejam adotadas para evitar colapso, evitar descontinuidade, evitar situações que podem ocorrer em razão da inação”, afirmou o governador eleito.

Na saúde, a orientação é identificar as condições necessárias para manter o atendimento à população. Na educação, o trabalho deverá observar a preparação do calendário escolar, a merenda e a estrutura das escolas. Também receberão atenção o funcionamento das forças de segurança, a continuidade dos programas sociais e as condições de acesso às comunidades durante o período de chuvas.

À frente da coordenação, Lúcio Mosquini orientou os integrantes a produzir relatórios objetivos, com informações que ajudem a identificar problemas e apontar providências. O levantamento deverá contemplar a situação financeira e orçamentária, os contratos, o patrimônio público e as necessidades de cada área.

"Nosso trabalho é levantar as informações de cada área, identificar o que exige providências imediatas e consolidar um relatório que dê ao governador segurança para tomar decisões. A transição precisa preparar o início da gestão e garantir a continuidade dos serviços públicos”, destacou Lúcio Mosquini.

Marcos Rogério também agradeceu ao Tribunal de Contas do Estado pela disponibilização de oferecer apoio técnico à equipe, bem como ao governador Marcos Rocha pela disposição de colaborar com os trabalhos.

fonte - da Assessoria.

PGR é contra pedido de Moraes para investigar Mendonça nos casos Master e INSS

Com base em informações de relatórios da PF, Moraes havia apontado suspeitas de irregularidades na condução de Mendonça nos inquéritos sobre o Banco Master e sobre as fraudes no INSS...

A PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestou contra um pedido do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para investigar André Mendonça, que também integra a Suprema Corte.

Com base em informações de relatórios da PF (Polícia Federal), Moraes havia apontado suspeitas de irregularidades na condução de Mendonça nos inquéritos sobre o Banco Master e sobre as fraudes no INSS.

A manifestação da PGR, contrária ao pedido de Moraes, foi encaminhada ao presidente do STF, Edson Fachin, no último sábado (17).

Gonet afirmou que não viu irregularidade na atuação da PF de ter elaborado um relatório de inteligência sobre a conduta de André Mendonça, mas que não há elementos suficientes para abertura de investigação contra o magistrado

“Os relatórios sugerem direção das investigações com vieses desafeiçoados da posição de neutralidade do magistrado incumbido de supervisionar os procedimentos policiais. A representação, contudo, não parece demonstrar que a conduta possa ser reconduzida a ato punido por algum tipo da Lei n. 13.869/2019, a Lei de Abuso de Autoridade, que é o tema que cabe examinar neste momento”, afirma.

O procurador-geral, porém, afirmou que a apuração contra Mendonça pode prosseguir caso o STF entenda ser necessário.

“Ao ver da Procuradoria-Geral da República, portanto, a representação não apresenta condições de ter seguimento, ressalvado entendimento em contrário do Plenário, titular da decisão de admitir ou recusar autorização para investigar integrante da Corte”, afirma.

FONTE - CNN BRASIL.


TREs dizem que mudanças nos locais de votação são excepcionais

Em nota enviada ao TSE, presidentes dos tribunais regionais afirmam que eventos climáticos extremos e problemas de infraestrutura motivam as alterações; também reiteram que o número de mudanças é menor que em 2022...

Os presidentes dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) assinaram nesta segunda-feira (19) uma nota conjunta em que afirmam que as mudanças nos locais de votação entre o primeiro e o segundo turno das eleições são realizadas somente quando "absolutamente necessário" e por motivos "extraordinários".

No documento endereçado ao presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, os presidentes dos tribunais regionais dizem que as alterações são normalmente motivadas por eventos climáticos extremos, problemas de infraestrutura nos prédios utilizados como locais de votação que não foram identificados previamente ou questões relacionadas à segurança pública.

Na nota, os presidentes dos TREs também afirmam que o número de mudanças previstas para este ano é significativamente menor do que o registrado em 2022, apesar da previsão de ocorrência do chamado Super El Niño.

“A diretriz seguida à risca pelos tribunais é, sempre que possível, não alterar o local de votação entre os turnos”, afirma a nota.

As mudanças nos locais de votação é uma decisão que cabe ao TRE de cada estado, sem ingerência do TSE. Conforme mostrou a CNN, desde a última sexta-feira (17) os locais de voto de diversos cidadãos tem sido alterados.

O TSE passou a alertar sobre a medida em seu portal de notícias e orientar os cidadãos a checarem sua zona e sessão no app do E-título antes de irem votar.

O site do TSE também mostra quantos locais foram alterados após o primeiro turno, que, segundo a informação mais atualizada eram 554. Em 2022, última eleição presidencial, esse número foi de 5.822.

Como conferir se sua seção mudou

Para garantir a presença no segundo turno, o TSE recomenda que os eleitores chequem o local correto com antecedência através do aplicativo do e-Título ou pelo portal do TSE.

Pelo e-Título, basta baixar o aplicativo e logo na tela inicial selecionar o botão "onde votar", que deve apresentar ao eleitor o endereço do local de votação, número da seção e da zona eleitoral.

Já pelo portal do TSE, na página inicial ao lado direito da tela, aparece uma lista de serviços, entre eles, a opção de "local de votação". Para acessar a informação, o eleitor deve preencher dados como nome, CPF ou número do título de eleitor, data de nascimento e nome da mãe.

FONTE - Gabriela Boechat, da CNN Brasil, Brasília.

Janones é internado com arritmia cardíaca após debate da Band

Deputado federal foi hospitalizado em São Paulo na madrugada desta segunda-feira (19) e está sob os cuidados da cardiologista Ludhmila Hajjar

O deputado federal André Janones (Rede-MG) foi internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar arritmia cardíaca depois do debate presidencial realizado pela Rede Bandeirantes no domingo (18).



A chefia de gabinete do parlamentar informou que ele deu entrada no hospital pouco antes das 02h de hoje, "com arritmia grave e falta de ar". A cardiologista Ludhmila Hajjar é a responsável pela equipe que monitora a saúde do deputado.


Janones foi reeleito e tem atuado na mobilização digital de apoiadores da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar é coordenador do canal "Exército do Lula". Segundo a assessoria do PT (Partido dos Trabalhadores), Janones está "bem".


Como a CNN mostrou, o final do debate eleitoral entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL), no domingo, foi marcado por gritaria de convidados e interrupção nas considerações finais dos dois candidatos. (CNN)


Flávio Bolsonaro aparece à frente de Lula com 51,2% dos votos válidos no segundo turno, aponta pesquisa Ipespe/Abrapel

Levantamento divulgado neste sábado (17) mostra Flávio Bolsonaro com 51,2% e Lula com 48,8%; diferença está dentro da margem de erro de 2,6 pontos percentuais...


O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Segundo pesquisa Ipespe/Abrapel divulgada neste sábado (17), Flávio registra 51,2% dos votos válidos, enquanto Lula alcança 48,8%.

Apesar da vantagem numérica de 2,4 pontos percentuais, os dois candidatos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento considera apenas os votos válidos, excluindo da contagem os votos brancos e nulos. Os números mostram um cenário de disputa equilibrada entre os dois presidenciáveis a oito dias da votação, marcada para 25 de outubro.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 de outubro, com entrevistas de 1.500 eleitores de diferentes regiões do Brasil. O nível de confiança informado pelo instituto é de 95,45%.

Flávio Bolsonaro também terminou o primeiro turno à frente de Lula

A vantagem numérica de Flávio Bolsonaro na pesquisa ocorre após o senador ter encerrado o primeiro turno das eleições presidenciais na primeira colocação.

Com 100% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro recebeu 56,1 milhões de votos, equivalentes a 47,03% dos votos válidos. Lula ficou em segundo lugar, com 53,8 milhões de votos, representando 45,16%.

A diferença entre os candidatos foi de aproximadamente 2,3 milhões de votos, ou 1,87 ponto percentual, considerada a menor distância entre os dois primeiros colocados em um primeiro turno presidencial desde a redemocratização.

Como nenhum dos candidatos alcançou a maioria absoluta dos votos válidos, a eleição será decidida no segundo turno, em 25 de outubro.

Pesquisa aponta disputa equilibrada na reta final

Os resultados do Ipespe/Abrapel indicam que a disputa permanece aberta, mesmo com Flávio Bolsonaro numericamente à frente nas intenções de voto.

Considerando a margem de erro, os percentuais estimados para Flávio variam de 48,6% a 53,8%. Já os de Lula ficam entre 46,2% e 51,4%.

A sobreposição desses intervalos reforça a situação de empate técnico identificada pelo levantamento, sem permitir afirmar que um dos candidatos tenha vantagem estatisticamente consolidada.

A pesquisa foi financiada com recursos próprios do instituto e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00223/2026.

O segundo turno das eleições presidenciais está marcado para o próximo domingo, 25 de outubro, quando os eleitores brasileiros decidirão quem ocupará a Presidência da República pelos próximos quatro anos.

"O maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula", diz Flávio

Declaração do candidato à presidência Flávio Bolsonaro foi dada nesta sexta-feira (16/10) durante sabatina da TV Globo

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta sexta-feira (16/10), que a saída do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do governo seria “o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer”. A declaração foi dada durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, ao ser questionado sobre propostas para mudanças nas regras de despesas públicas.



Durante a entrevista, Flávio foi perguntado se manteria os reajustes do salário mínimo acima da inflação. Ele respondeu que sim. Em seguida, negou que pretenda desvincular o reajuste das aposentadorias do percentual aplicado ao salário mínimo ou alterar a Constituição para eliminar os pisos de gastos com saúde e educação.


“O meu concorrente está promovendo um verdadeiro terrorismo em cima dos servidores públicos e das estatais, dizendo que eu acabaria com as aposentadorias, com os servidores públicos, que eu privatizaria o Banco do Brasil, a Caixa e a Petrobras, enfim, um monte de coisa. E o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”, declarou.


O que prevê o ajuste fiscal de Flávio Bolsonaro

O plano de governo de Flávio Bolsonaro prevê reduzir despesas públicas, diminuir a estrutura do governo federal e criar uma nova regra fiscal para controlar a dívida pública.


Entre as medidas, estão o corte de pelo menos dez ministérios, a redução de cargos comissionados e o combate a supersalários e benefícios considerados excessivos no serviço público.


A campanha também defende a redução de impostos e a revisão de despesas consideradas ineficientes.


No entanto, o programa oficial não detalha como todas as medidas seriam implementadas nem apresenta uma regra fiscal completa.


Flávio promete que não vai reverter fim da escala 6x1 se for eleito

Em sabatina da TV Globo, candidato do PL afirmou que manterá direitos trabalhistas e justificou mudança de posição sobre o tema

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, afirmou nesta sexta-feira (16/10) que não pretende reverter o fim da escala de trabalho 6×1 caso seja eleito. Durante sabatina ao Jornal Nacional, da TV Globo, o parlamentar também justificou a mudança de posição sobre a redução da jornada, aprovada pelo Congresso Nacional nesta semana.



Questionado sobre a intenção de aliados de aprovar uma proposta alternativa, com remuneração e benefícios proporcionais às horas trabalhadas, Flávio negou que pretenda desfazer a medida.


“Não, não vou. Direitos trabalhistas garantidos”, respondeu.


A declaração se dá dois dias depois de o senador votar a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala de seis dias de trabalho por um de descanso. O texto foi aprovado no Senado na quarta-feira (14/10), com 75 votos favoráveis e um contrário, e promulgado pelo Congresso nesta sexta-feira.


Flávio havia criticado a proposta e defendido maior liberdade para a negociação da jornada entre trabalhadores e empregadores. Na entrevista, afirmou que mudou de posição por considerar a vontade dos trabalhadores brasileiros.


“Eu resolvi seguir a vontade dos trabalhadores brasileiros”, declarou. O candidato acrescentou que percorreu o país e ouviu pessoas favoráveis à mudança. Apesar disso, voltou a defender regras mais flexíveis para a contratação. “Eu sempre defendi mais liberdade para que os trabalhadores pudessem, inclusive, montar sua própria jornada de trabalho”, disse.


Proposta alternativa do PL

A posição de Flávio contrasta com a articulação de integrantes do próprio partido. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), declarou que pretende trabalhar pela aprovação de uma proposta de remuneração por hora em 2027, caso o senador vença a eleição presidencial.


A opção foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio. A iniciativa permitiria ao trabalhador optar por um regime de contratação por hora, com remuneração e direitos como férias e 13º salário calculados proporcionalmente ao período trabalhado.


Já a emenda constitucional promulgada nesta sexta-feira estabelece dois dias de descanso semanal remunerado, sem redução salarial. A transição prevê uma jornada máxima de 42 horas semanais depois de 60 dias e de 40 horas após mais 12 meses.


Na sabatina, Flávio também afirmou que pretende recuperar o poder de compra dos trabalhadores e combater a insegurança pública.

Lula coloca Globo sob suspeita após almoço com Flávio Bolsonaro: “Não merece confiança”; veja

Presidente questionou encontro entre o adversário e dirigentes da emissora horas antes de sabatina eleitoral e criticou o tratamento dado aos candidatos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou duramente a TV Globo nesta sexta-feira (16), após o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participar de um almoço com integrantes da direção da emissora, no Rio de Janeiro. Durante um ato de campanha em Ipatinga, Minas Gerais, Lula afirmou que a empresa passou a estar sob suspeita de sua candidatura e declarou que não merece confiança.



O encontro ocorreu poucas horas antes da entrevista de Flávio Bolsonaro à emissora, em meio à disputa do segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Lula, que participou da mesma série de sabatinas na quinta-feira (15), não teve uma reunião semelhante com os executivos do grupo.


Durante o discurso, o presidente demonstrou insatisfação com a situação e questionou a proximidade entre a direção da Globo e seu adversário político.


“A partir de hoje, a Globo está sob suspeição da minha candidatura. Não merece confiança. Não merece”, declarou Lula.


O petista também afirmou acreditar que a emissora esteja insatisfeita com medidas defendidas por seu governo, mencionando o fim das apostas esportivas, a aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 e a proposta de gratuidade do transporte público aos fins de semana. Essas avaliações foram apresentadas pelo presidente durante o discurso.


O almoço reuniu Flávio Bolsonaro, o presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, e o vice-presidente de Relações Institucionais da empresa, Paulo Tonet. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio, também acompanhou o encontro.


A reunião provocou reações entre integrantes da campanha petista. O senador Camilo Santana (PT-CE), um dos coordenadores da candidatura de Lula, classificou a iniciativa como inoportuna e inadequada, especialmente por ter ocorrido no mesmo dia da entrevista eleitoral.


Em nota, a Globo confirmou a visita e esclareceu que o encontro teve caráter institucional, sem a participação de dirigentes da área de jornalismo. A empresa afirmou que reuniões de cortesia com candidatos fazem parte da rotina de seus executivos.


A emissora também informou que a reunião ocorreu a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e que a equipe de Lula não havia solicitado um encontro semelhante.


A controvérsia ocorre em um momento decisivo da corrida presidencial, com Lula e Flávio Bolsonaro disputando o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

TSE define regras para canais de WhatsApp ligados a campanhas; entenda

Resolução aprovada por unanimidade após impasse com o canal “Exército do Lula” lista seis critérios não cumulativos e exige comunicação à Justiça Eleitoral...

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aprovou nesta sexta-feira (16), por unanimidade, resolução que fixa critérios para definir quando canais de WhatsApp e outros espaços digitais mantidos por apoiadores devem ser considerados vinculados oficialmente a campanhas eleitorais. O texto foi aprovado pelos sete integrantes do Corte no plenário virtual.

A medida vem após o impasse de decisões sobre o canal “Exército do Lula” e em meio às negociações conduzidas pelo presidente da corte, Kassio Nunes Marques, com as campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno da eleição presidencial.

Os dois lados tentavam chegar a um entendimento para reduzir a judicialização da disputa. Como mostrou a CNN, houve convergência em alguns pontos, como a adoção de aviso prévio e de prazo para correção de determinados conteúdos. Persistiu, porém, a divergência sobre em que momento um canal mantido por apoiadores passa a integrar a estrutura oficial da campanha e, por isso, precisa ser comunicado à Justiça Eleitoral.

Pela resolução aprovada, relatada pelo ministro André Mendonça, os critérios não são cumulativos. A comprovação de apenas um deles pode bastar para caracterizar o vínculo, desde que haja elemento objetivamente verificável. São eles:

  • uso de recursos financeiros, bens ou serviços da campanha, do partido ou da federação para estruturar, manter ou operar o canal;
  • uso de estrutura ou de pessoal da campanha, inclusive com fornecimento habitual de áudios, vídeos, imagens ou roteiros;
  • utilização de suporte técnico ou tecnológico da campanha;
  • divulgação do link ou do endereço do canal nos perfis ou nos canais oficiais da candidatura;
  • direcionamento sistemático e coordenado dos seguidores do canal aos perfis oficiais da campanha;
  • orientação da campanha sobre conteúdo, frequência de publicações ou metas do canal.

A norma também lista situações que, isoladamente, não bastam para configurar o vínculo. É o caso de canais criados espontaneamente por pessoas físicas para manifestar apoio político, ainda que reproduzam conteúdos divulgados publicamente pela campanha. Tampouco são suficientes, por si sós, uma menção isolada do candidato ou sua participação eventual em conteúdo produzido pelo administrador do canal.

Uma vez enquadrado como vinculado, o canal deverá ser comunicado à Justiça Eleitoral e ficará sujeito às regras de propaganda aplicáveis às campanhas, respeitadas as características da plataforma em que opera.

O texto estabelece ainda que os responsáveis pelos canais e as respectivas campanhas têm o dever de zelar pela legalidade dos conteúdos e pela integridade das informações divulgadas.

fonte - Fernanda Fonseca, da CNN Brasil, Brasília.

Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula, 49% no 2º turno

Na pesquisa anterior, senador registrava 49% das intenções de voto ante 45% do presidente; margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos...

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 51% das intenções de votos válidos ante 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenário de segundo turno das eleições de 2026, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15).

O quadro é de empate técnico dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A contagem de votos válidos desconsidera brancos, nulos e indecisos. No levantamento anterior, publicado em 8 de outubro, o senador registrava 49% e o petista, 45%.

No cálculo de votos totais, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) marca 47%, enquanto o mandatário atinge 45%. Brancos e nulos representam 6% e outros 2% não sabem responder.

Encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-00466/2026, a pesquisa entrevistou 2.520 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 13 e 15/10. O nível de confiança da margem de erro é estimado em 95%.

Como foi o primeiro turno

Na apuração oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno na dianteira, com 56,1 milhões de votos, ou 47,03% dos votos válidos.

Lula ficou em segundo, com 53,8 milhões, ou 45,16%. Os demais candidatos somaram 7,81%.

fonte - SBT NEWS.

TSE mantém remoção de publicação que associa Flávio Bolsonaro a organizações criminosas

A publicação associava Flávio Bolsonaro a organizações criminosas, com menção expressa ao Comando Vermelho, e afirmava que ele teria desviado R$ 2,7 milhões em um esquema de "rachadinha" durante o período em que foi deputado estadual no Rio de Janeiro...

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) referendou, por unanimidade, decisão liminar que determinou a remoção de publicação feita por Fabrício Santos Vargas no Instagram com afirmações consideradas pejorativas sobre o senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República. A medida foi concedida no âmbito da Representação nº 0600751-21.2026.6.00.0000, ajuizada pelo Partido Liberal (PL) por suposta propaganda eleitoral negativa.

A publicação associava Flávio Bolsonaro a organizações criminosas, com menção expressa ao Comando Vermelho, e afirmava que ele teria desviado R$ 2,7 milhões em um esquema de "rachadinha" durante o período em que foi deputado estadual no Rio de Janeiro. Na sustentação oral, o representante do PL afirmou que o procedimento relacionado ao caso havia sido arquivado em 2022.

Relatora do processo, a ministra Estela Aranha havia determinado a remoção do conteúdo no prazo de 24 horas, além de proibir a republicação do mesmo vídeo ou de material substancialmente idêntico. Ao conceder a liminar, a ministra entendeu que a publicação ultrapassou os limites da crítica política ao atribuir ao candidato vínculos com organizações criminosas sem respaldo fático mínimo.

A ministra ressaltou que a liberdade de expressão na internet não é absoluta e que a remoção de conteúdo pode ser determinada quando há violação às normas eleitorais. Destacou ainda que, conforme a jurisprudência do TSE, a associação de candidatos a organizações criminosas sem base empírica pode violar a honra e comprometer a normalidade e a legitimidade das eleições.

A decisão foi por unanimidade do Colegiado, composto por sete ministros

FONTE - TSE.

Alex Redano conquista quarto mandato consecutivo e mantém trajetória no Legislativo de Rondônia

Deputado estadual iniciou a carreira política em Ariquemes, exerceu três mandatos de vereador e presidiu a Assembleia Legislativa em dois biênios...

O deputado estadual Alex Redano (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero), conquistou o quarto mandato consecutivo nas eleições de 2026, com 15.709 votos, conforme os dados de apuração consultados. O resultado dá continuidade a uma trajetória política iniciada em Ariquemes e marcada pela atuação nos legislativos municipal e estadual.

A carreira política de Redano começou em 2004, quando foi eleito vereador em Ariquemes, com 600 votos. Em 2008, conquistou a reeleição, com 900 votos. Quatro anos depois, em 2012, alcançou o terceiro mandato consecutivo na Câmara Municipal, ao receber 1.312 votos. Durante sua passagem pelo Legislativo municipal, também exerceu a presidência da Casa.

Em 2014, Alex Redano disputou uma vaga na Assembleia Legislativa de Rondônia e foi eleito deputado estadual pela primeira vez, com 9.272 votos. Na ocasião, passou a integrar a Mesa Diretora como terceiro-secretário, iniciando sua atuação no Parlamento estadual.

Nas eleições seguintes, manteve a representação na Assembleia. Em 2018, foi reeleito com 13.233 votos. Em 2022, recebeu 19.549 votos, conquistando o terceiro mandato estadual. Já em 2026, obteve 15.709 votos, assegurando a continuidade de sua atuação parlamentar por mais uma legislatura.

Dois períodos na presidência da Assembleia

A trajetória de Alex Redano no Legislativo estadual também inclui dois períodos à frente da Assembleia Legislativa. O primeiro ocorreu no biênio 2021-2022. Posteriormente, em novembro de 2024, o parlamentar foi eleito novamente para presidir a Casa no biênio 2025-2026, com posse realizada em fevereiro de 2025.

Na presidência, cabe ao deputado conduzir os trabalhos legislativos, coordenar as atividades da Mesa Diretora e representar institucionalmente o Poder Legislativo. A função também envolve a organização das sessões parlamentares e a interlocução com os demais Poderes e instituições públicas.

A experiência acumulada na Câmara Municipal de Ariquemes e na Assembleia Legislativa integra o percurso de Redano na vida pública, que reúne atividades de representação política, participação no processo legislativo e fiscalização dos atos do Poder Executivo.

Atuação voltada às demandas dos municípios

Ao longo de sua carreira, Alex Redano manteve atuação política vinculada às demandas dos municípios rondonienses. Entre os temas presentes na agenda parlamentar estão infraestrutura, saúde pública, agricultura e desenvolvimento regional.

A interlocução com prefeitos, vereadores, produtores rurais, entidades e representantes da sociedade civil faz parte da atividade parlamentar e do encaminhamento de reivindicações ao Poder Público. Na Assembleia Legislativa, essas demandas são discutidas no âmbito das competências do Parlamento estadual.

Com base política construída em Ariquemes e atuação ampliada para outras regiões de Rondônia, Redano chega ao quarto mandato consecutivo após 12 anos de representação na Assembleia Legislativa.

Continuidade do trabalho parlamentar

A conquista do novo mandato representa a continuidade da participação de Alex Redano nas atividades do Legislativo estadual. Entre as atribuições dos deputados estão a elaboração e discussão de leis, a apresentação de propostas, a análise de políticas públicas e a fiscalização das ações do Poder Executivo.

A trajetória, iniciada no Legislativo municipal em 2004, reúne três mandatos como vereador, quatro mandatos consecutivos como deputado estadual e dois períodos na presidência da Assembleia Legislativa de Rondônia.

Os dados históricos da carreira parlamentar estão registrados na biografia institucional da Alero. Já a votação de 2026 consta nos resultados eleitorais consultados, que devem ter como referência definitiva a totalização oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Texto: Mateus Andrade | Secom ALE/RO
Foto: Thyago Lorentz I Secom ALE/RO

Fim da 6x1 dá respiro a Lula, mas não atrai eleitor indeciso, avalia Arko

No WW, Murillo de Aragão avalia que mobilizações e aprovação da PEC beneficiam base lulista, mas dificilmente conquistam o eleitorado indeciso

A aprovação da PEC que põe fim à escala de trabalho 6x1, nesta quarta-feira (14), e as recentes manifestações políticas de apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) representam um respiro bem-vindo para a campanha do petista, mas dificilmente serão suficientes para conquistar o eleitorado que não se identifica nem com Lula nem com o campo bolsonarista. A avaliação é de Murillo de Aragão, cientista político e CEO da Arko Advice, em entrevista ao WW.



Para Aragão, a mobilização nas ruas e a narrativa em torno da PEC do 6x1 fortalecem o universo que já aderiu a Lula. "Sem dúvida, o Lula conseguiu um respiro a partir da mobilização", afirmou.


No entanto, o analista ponderou que as manifestações vieram acompanhadas de episódios que podem afastar o eleitor indeciso, como queima de bandeiras, exibição da bandeira da Palestina e depredação de estações de metrô.


Manifestações robustas, mas com ressalvas

Aragão destacou que, embora as manifestações tenham sido expressivas, elas evocaram imagens dos protestos de 2013, com episódios atribuídos a grupos radicais. "Eu discordo um pouco da análise que ele retomou as ruas, porque foram manifestações robustas, sem dúvida, mas acompanhadas de expressões que o eleitorado que vai decidir a eleição fica um pouco preocupado", disse.


Para o analista, esse cenário gera dúvidas sobre a capacidade de a mobilização atrair o eleitor indeciso ou aquele que não votou em nenhum dos dois candidatos no primeiro turno.


Campanha de Flávio Bolsonaro perde ritmo

O analista também avaliou que a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) apresentou um relaxamento após o bom desempenho no primeiro turno.


Segundo Aragão, os trackings chegaram a marcar seis pontos de vantagem para Flávio, mas houve um refluxo a partir de segunda-feira (12), quando o engajamento de Lula nas redes sociais atingiu o maior nível desde o início da campanha eleitoral. "Sem dúvida, a campanha do Lula ganha uma atração", avaliou.


Disputa incerta e PEC da Segurança Pública no horizonte

Apesar da recuperação de Lula nos indicadores, Aragão ressaltou que a corrida eleitoral segue muito apertada. "Hoje já tem trackings que já dá um ligeiro crescimento para o Flávio", observou.


O analista também chamou atenção para a PEC da Segurança Pública, que deve ser votada em breve e inclui a discussão sobre a redução da maioridade penal — tema que, segundo ele, representa uma espécie de armadilha para os governistas, já que muitos eleitores brasileiros concordam com essa proposta. "É um tema que é meio que uma armadilha porque muitos eleitores no Brasil concordam com essa tese", concluiu Aragão. (CNN)

Campanha de Lula vai ao TSE após IA da Meta restringir buscas

Algoritmo estaria enviesado para beneficiar Flávio Bolsonaro...

Facebook, Instagram e WhatsApp têm problemas de acesso nesta segunda
© Marcello Casal jr/Agência Brasil

A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou nesta quarta-feira (14) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após constatar restrições na entrega de postagens aos usuários de plataformas da Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp).

Além das restrições relacionadas às postagens, a campanha também citou que comandos para geração de imagens de inteligência artificial não permitem a criação de conteúdos sobre Lula. Contudo, a criação de imagens relacionadas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) está liberada.

Na petição enviada ao TSE, os advogados da campanha afirmaram que o algoritmo da Meta está “enviesado” e pratica “seletividade algorítmica” para beneficiar Flávio.

“A Meta AI, motor de inteligência artificial que integra todas as plataformas geridas pela Meta – Instagram, Whatsapp e Facebook – é, por si, enviesado e busca, a todo custo, entregar ao usuário um resultado favorável a Flávio Bolsonaro, ainda que o mesmo usuário insista em Lula”, afirmaram os advogados.

Trump

A campanha também afirmou que Meta é alinhada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e exerce “pressões” sob o eleitor brasileiro.

“Enquanto restringe, sem explicação, a entrega do conteúdo do representante e do seu campo político, em território nacional, quadro que revela, na conduta da empresa estrangeira alinhada ao governo Trump, a materialização, no interior do pleito, do vetor de pressão externa sobre o eleitorado”, afirmou a campanha.

A suposta seletividade da Meta já está judicializada no TSE desde a semana passada. Conforme representação enviada ao tribunal, o PT disse que há pelo menos 255 perfis falsos contra a campanha de Lula.

O caso é avaliado pelo ministro Marco Aurélio Belizze.

Outro lado

A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria de imprensa da Meta e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestação.

FONTE - AGENCIA BRASIL.

Flávio faz visita ao pai em prisão domiciliar e recebe apoios em SP

Candidato também esteve com representantes do comércio e indústria...

Grande encontro do associativismo (SP)
© Vittor Sales

O candidato do Partido Liberal à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, fez na manhã desta terça-feira (13) a primeira visita a seu pai, Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, em Brasília. Foi o primeiro encontro entre eles após o fim das restrições impostas por Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Flávio chegou à casa de seu pai por volta das 9h30 e saiu cerca de uma hora depois.

Em conversa com a imprensa, o candidato disse: “Saio daqui com a energia renovada e vou procurar transmitir para todo mundo que está me assistindo para essa energia também chegar até vocês. Então, estou muito feliz com o meu pai aí hoje, de poder voltar a visitá-lo. Me dá muito mais força, muito mais entusiasmo e ainda mais vontade de estar na rua para defender o nosso país”.

No ano passado, Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado após sair derrotado nas eleições de 2022. Ele foi condenado, entre outros crimes, por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e deterioração de patrimônio tombado.

Militares e civis próximos ao governo do ex-presidente e implicados na trama golpista também foram condenados em setembro do ano passado. Após passar por uma cirurgia, em março deste ano, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar, para se recuperar de uma pneumonia bacteriana.

Encontros

À tarde, Flávio Bolsonaro esteve na cidade de São Paulo. Às 16h, o presidenciável participou de evento do MDB, que oficializou o apoio majoritário do partido à candidatura de Flávio neste segundo turno das eleições. Dos 27 diretórios estaduais do MDB, 17 se mostraram favoráveis ao político do PL.

Estiveram presentes ao evento lideranças partidárias como o presidente da sigla e deputado federal Baleia Rossi, além de Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo. O governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, também participou.

Mais tarde, às 17h, o candidato foi até o Clube Atlético Monte Líbano, que promoveu seu Grande Encontro Associativo. Na reunião, estiveram presentes presidentes de entidades comerciais do estado de São Paulo e também o governador Tarcísio de Freitas e o prefeito Ricardo Nunes. Bolsonaro apresentou suas propostas de governo caso seja eleito.

À noite, Flávio esteve em um jantar na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista.

FONTE - AGENCIA BRASIL.

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