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Médicos reforçam ao STF indicação de nova cirurgia para Bolsonaro

Documento periódico foi anexado ao processo por ordem do ministro Alexandre de Moraes

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) novos relatórios médicos que reforçam a indicação de cirurgia no ombro direito, diante de quadro de dor e limitação funcional.

Médicos reforçam ao STF indicação de nova cirurgia para Bolsonaro


Moraes deu aval para a prisão domiciliar de Bolsonaro por um período de 90 dias quando o ex-presidente foi internado no final de março. O ministro justificou a decisão com base nos problemas de saúde do ex-presidente, que enfrentou uma broncopneumonia bilateral.


A decisão condicionou a medida ao envio de relatórios periódicos ao STF. A defesa e a equipe médica devem apresentar, a cada sete dias, informações sobre o estado de saúde e a evolução do tratamento.


Este foi o primeiro relatório desde que Bolsonaro chegou em sua casa no Jardim Botânico em 27 de março.


Segundo os documentos enviados ao STF nesta sexta-feira (3), Bolsonaro apresenta redução de movimentos, perda de força e dificuldade para realizar atividades. O laudo aponta que o ex-presidente está em fase pré-operatória.


Os relatórios também indicam que a fisioterapia segue restrita ao controle da dor, sem progressão para exercícios ativos. (CNN)

“Glória a Deus”: Cabo Daciolo diz que disputará a Presidência em 2026

Ex-deputado federal Cabo Daciolo disputou em 2018 e ganhou projeção pela frase “Glória a Deus” e por questionar a existência da “Ursal”

O ex-deputado federal Cabo Daciolo se filiou, nesta sexta-feira (3/4), ao Mobiliza para disputar as eleições deste ano. O pastor evangélico deverá se lançar à Presidência da República, pleito que disputou em 2018.



Daciolo ficou conhecido na disputa pela frase “Glória a Deus”. Ele usou repetidamente a expressão durante os debates presidenciais e ao pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ter voto impresso e, depois, para anular o primeiro turno das eleições, que colocaram Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, no segundo turno.


Cabo Daciolo também protagonizou embates que viralizaram nas redes sociais, como quando perguntou ao então candidato Ciro Gomes (PDT) sobre a “Ursal”, um suposto plano para replicar o modelo da União Soviética na América Latina.


Nas redes sociais, Daciolo anunciou a filiação ao Mobiliza e publicou fotos ao lado do presidente da legenda, Carlos Massarollo.


Cabo Daciolo iniciou a trajetória política no PSol, partido pelo qual se elegeu à Câmara dos Deputados em 2014 e do qual foi expulso em 2015. Para as eleições de 2018 se filiou ao Patriota. Em 2022, o pastor evangélico migrou para o PDT.


No segundo turno entre Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Daciolo foi contra a posição do partido e pediu voto nulo. (Metrópoles)


Governo dos EUA expressa “séria preocupação” com censura no Brasil

Sem nomear Moraes, Departamento de Estado dos EUA se disse “seriamente preocupado” com ordens judiciais de censura...


O Departamento de Estado (DoS) dos Estados Unidos afirmou, nesta quarta-feira (1º/4), ter “sérias preocupações” com decisões judiciais brasileiras que “restringem a liberdade de expressão on-line” e com supostas ações do governo brasileiro para “suprimir” críticos.

A declaração, enviada ao Metrópoles, foi feita em resposta a um relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos EUA que critica decisões do ministro Alexandre de Moraes (STF) que determinam a supressão de postagens e de contas em redes sociais. O texto do DoS, no entanto, não menciona Moraes.

No governo dos EUA, o Departamento de Estado é equivalente ao Ministério das Relações Exteriores (MRE) brasileiro. A pasta é comandada atualmente pelo político e advogado Marco Rubio.

“Temos manifestado séria preocupação com decisões judiciais amplas e desproporcionais que restringem a liberdade de expressão on-line e o acesso à informação, bem como com ações governamentais que, de forma secreta, suprimem opiniões políticas desfavoráveis — incluindo as de jornalistas e autoridades eleitas — sem o devido processo legal”, diz a declaração do Departamento de Estado dos EUA.

A declaração não detalha quais seriam essas “ações governamentais”.

Como mostrou a coluna, um relatório do Comitê Judiciário do Congresso dos Estados Unidos, atualmente controlado pelo Partido Republicano, acusou o ministro Alexandre de Moraes de atacar o direito à liberdade de expressão naquele país.

Publicado nesta quarta-feira, o relatório afirma ainda que decisões de Moraes promoveriam uma “campanha de censura e lawfare” que “atinge o cerne da democracia brasileira”, com impacto potencial sobre as eleições de 2026.

O texto cita o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, atualmente vivendo nos EUA, e seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato do PL à Presidência da República.

“As ordens de censura e o lawfare conduzidos pelo ministro Moraes contra a família Bolsonaro e seus apoiadores podem prejudicar significativamente sua capacidade de se expressar on-line sobre temas de interesse público nos meses que antecedem a eleição presidencial brasileira”, diz um trecho.

Por meio de intimações na Justiça dos EUA, o Comitê Judiciário obteve cópias de ordens de Alexandre de Moraes e de outros órgãos da Justiça brasileira direcionadas a empresas de redes sociais dos EUA, determinando a remoção de postagens e a suspensão de contas.

O relatório é acompanhado de 85 anexos. A maioria consiste em decisões de Moraes ordenando a suspensão de contas e a remoção de postagens. Há, por exemplo, quatro diferentes ordens para a plataforma de áudio Spotify remover conteúdos do youtuber Bruno Aiub, conhecido como Monark.

Outro anexo traz “ordens e decisões do ministro Alexandre de Moraes para censurar e fornecer dados sobre Eduardo Bolsonaro e outros dois indivíduos”, datadas de 23 de setembro de 2025.

A reportagem do Metrópoles procurou Moraes para comentar, na manhã desta quarta-feira (1º/4), mas não houve resposta até o momento. O espaço segue aberto.

fonte - Andre ShaldersSamuel Pancher - METRÓPOLES.

Planalto oficializa ao Senado indicação de Messias ao STF

Formalização do nome do advogado-geral da União para vaga na Corte abre caminho de análise no Senado; escolha foi anunciada por Lula em novembro do ano passado...


O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou, nesta quarta-feira (1°), mensagem ao Senado Federal para oficializar a indicação de Jorge Messias para vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

Em 20 de novembro do ano passado, o chefe do Palácio do Planalto anunciou a escolha do advogado-geral da União para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.

A escolha de Lula por Messias desagradou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que defendia a escolha do ex-presidente da Casa Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

A indicação foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) ainda em novembro, mas não enviada ao Parlamento, como prevê o protocolo. A decisão foi interpretada no Legislativo como uma manobra para evitar uma eventual derrota do advogado-geral da União.

Ainda em dezembro, o presidente do Senado chegou a agendar a sabatina. Sem a mensagem presidencial, Alcolumbre cancelou a sessão e criticou a demora do Planalto. Desde então, Messias realizou encontros com senadores para tentar reunir apoio e diminuir a resistência ao seu nome.

O envio do documento é o passo essencial para dar início à tramitação da indicação, que inclui sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e votação no plenário do Senado.

Como a CNN mostrou, com o envio oficial de sua indicação, Messias deve retomar e intensificar reuniões com senadores em busca de apoio.

fonte - CNN BRASIL.

Lula sanciona ampliação gradual da licença-paternidade

Nova lei aumenta período de licença de 5 para 20 dias e institui salário-maternidade; ausência passa a ser bancada pelo governo, e não mais pelas empresas...


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou na manhã desta terça-feira (31) o projeto de lei que amplia a licença-paternidade de cinco para 20 dias. 

O texto também institui o salário-paternidade, que será pago pela Previdência Social, que também passará a arcar com o custo da ausência dos pais durante a licença — antes da lei, o custo era bancado pela empresa contratante. O custo do aumento do tempo de ausência será de cerca de R$ 5,4 bilhões até 2030.

Para instituir a licença-paternidade, o tempo de ausência a ser aplicado aumentará de forma gradual:

  • 10 dias nos dois primeiros anos de vigência da lei (2026 e 2027);
  • 15 dias no terceiro ano da lei (2028);
  • 20 dias a partir do quarto ano da lei (2029).

A nova lei também valerá para os pais adotivos de crianças ou adolescentes. Além disso, os pais também poderão dividir o período de licença, podendo tirar metade doas dias depois do nascimento ou da adoção, e o restante em um prazo de 180 dias.

Em caso de morte da mãe da criança, o pai terá direito ao mesmo período da licença-maternidade (120 dias). A remuneração deve ser integral durante o período de afastamento.

A transferência de custos da empresa contratante para a Previdência foi uma forma de evitar atritos com o setor privado. Com a medida, o benefício é igualado às condições da licença-maternidade, que já é paga pelo governo federal.

O texto foi aprovado pelo Senado Federal no início de março, depois de já ter passado pela Câmara dos Deputados. A proposta não enfrentou grandes resistências por parte dos congressistas.

Com a aprovação do PL (projeto de lei), o Congresso cumpriu determinação por parte do STF (Supremo Tribunal Federal), que, em 2023, estabeleceu um prazo para que o Legislativo se movimentasse acerca do tema, considerando que o período de afastamento de 5 dias era insuficiente.

Na ocasião, a Corte reconheceu omissão por parte do Congresso Nacional. Caso não houvesse uma regulamentação por parte do Legislativo, a licença-paternidade passaria a seguir as regras da licença-maternidade, que tem duração de 120 dias.

fonte - Anna Júlia Lopes, da CNN Brasil, Brasília.

Após mais de dois anos foragido, ex-deputado de RO se entrega à polícia

O ex-deputado estadual de Rondônia Jidalias dos Anjos Pinto, conhecido como Tiziu, se apresentou espontaneamente à polícia na segunda-feira (30), no município de Cerejeiras, após ser alvo de investigação sobre a comercialização ilegal de minério extraído da Terra Indígena Yanomami.


De acordo com a Polícia Civil, após se entregar na 1ª Delegacia de Cerejeiras, foram realizados os procedimentos de praxe e, em seguida, ele foi encaminhado para a Casa de Detenção do município, onde permanece à disposição da Justiça.

Tiziu é investigado por suposta participação em organização criminosa, lavagem de dinheiro e usurpação de patrimônio da União. 

As apurações fazem parte da operação Forja de Hefesto, deflagrada em dezembro de 2023, que investiga um esquema de venda de cassiterita extraída ilegalmente em território indígena para empresas multinacionais.

Segundo as investigações, o ex-parlamentar seria suspeito de integrar a estrutura do grupo e de possuir maquinários utilizados na atividade ilegal dentro da área Yanomami.

Empresário de Ariquemes, Tiziu teve atuação na política rondoniense entre 2007 e 2010 como deputado estadual. Posteriormente, também disputou outros cargos eletivos no estado.

Lula confirma Alckmin como pré-candidato a vice-presidente

Alckmin deixará comando do ministério para se candidatar a vice, diz Lula...


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, em reunião ministerial nesta terça-feira (31), que Geraldo Alckmin será pré-candidato a vice-presidente na sua chapa pela reeleição no pleito de outubro deste ano.

Ao discursar durante reunião ministerial, Lula disse que Alckmin deixará o comando do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio). Pela legislação, ocupantes de cargos no Executivo precisam deixar as funções até 4 de abril para disputar o pleito. A exceção são os cargos de presidente e vice-presidente.

"O companheiro Alckmin que vai ter que deixar o MDIC. Ele vai ter que deixar porque ele será candidato a vice-presidente da República outra vez", afirmou o presidente.

Em atualização.

fonte - CNN BRASIL.

Lula comanda reunião ministerial com auxiliares que vão deixar cargos

Reunião com todos os auxiliares de Lula acontece nesta terça (31/3), no Palácio do Planalto. Cerca de 18 ministros devem deixar a Esplanada...

FOTO - Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) faz, nesta terça-feira (31/3), reunião ministerial com ministros que vão deixar o governo para disputar as eleições e seus respectivos sucessores. A expectativa é que ao menos 18 auxiliares entreguem os cargos, respeitando o prazo para desincompatibilização, que se encerra no próximo sábado (4/4).

O objetivo é fazer um balanço das ações da gestão e formalizar a “passagem de bastão” aos titulares que comandarão as pastas até o fim do mandato. A previsão é de que todos os auxiliares participem, inclusive os que permanecerão no Executivo até o término do governo. O encontro acontecerá na Sala de Reunião Suprema do Palácio do Planalto.

A tendência é que a maioria dos ministros seja substituída pelos secretários-executivos. Lula vai priorizar nomes da casa, que já estão familiarizados com a rotina dos ministérios e devem manter as entregas.

Em algumas pastas, o cenário está indefinido. O presidente ainda não bateu o martelo sobre o sucessor da ministra Gleisi Hoffmann (PT), na Secretaria de Relações Institucionais, responsável pela articulação política do governo. Segundo a titular da pasta, que deixa o cargo na quarta-feira (1º/4), a decisão deve ser tomada até o fim da semana.

Inicialmente, o plano era promover o atual chefe do Conselhão, Olavo Noleto, ao cargo de ministro. Nos últimos dias, porém, o presidente passou a avaliar alternativas com maior trânsito no Congresso.

Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, Noleto segue no páreo, e aliados apostam que ele pode acabar escolhido caso o Planalto não encontre um nome mais experiente disposto a assumir o posto nesta reta final do mandato.

Indefinições

O destino do ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), segue incerto. Ele é cotado tanto para disputar o Senado quanto para compor, como vice, a chapa do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad na corrida ao governo de São Paulo.

Em outra frente, também é apontado como possível substituto de Geraldo Alckmin (PSB) no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Alckmin, por sua vez, vai deixar o comando da pasta, mas permanecerá na Vice-Presidência da República. A tendência é que volte a compor a chapa de Lula como vice, apesar de o presidente já ter sugerido publicamente a possibilidade de uma candidatura de Alckmin ao Senado por São Paulo.

De toda forma, o pessebista, com forte capital político no estado, deve atuar como peça-chave na campanha de Haddad ao Palácio dos Bandeirantes.

Já o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz (PDT), também está indefinido. Ele ainda não decidiu se deixará o governo para disputar vaga na Câmara dos Deputados por Pernambuco.

Para o ministro da Educação, o cenário também é incerto. Camilo Santana (PT) vai se desincompatibilizar do cargo, inicialmente para atuar na campanha pela reeleição do governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT). Nos bastidores, porém, o PT não descarta lançá-lo ao governo estadual, caso Elmano não avance nas pesquisas frente a Ciro Gomes (PSDB).

Nessa segunda-feira (30/3), Lula afirmou que Camilo será “candidato a não sei o quê” e anunciou que o secretário-executivo do MEC, Leonardo Barchini, vai assumir o comando da pasta.

Já o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), decidiu permanecer no cargo. Inicialmente cotado para disputar o Senado por Minas Gerais, ele confirmou, em Belo Horizonte, nessa segunda, que não concorrerá a um cargo eletivo neste ano.

Silveira segue no Executivo em um momento sensível, marcado pela alta nos preços dos combustíveis em meio ao conflito no Oriente Médio.

Saída de ministros

Cerca de 18 ministros devem deixar o governo para disputar cargos na Câmara, no Senado e nos Executivos locais.

A legislação eleitoral determina que autoridades públicas que pretendem concorrer a cargos diferentes daqueles que ocupam devem se desincompatibilizar do posto seis meses antes da eleição.

O primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Portanto, a data-limite para desincompatibilização é 4 de abril.

A tendência é que os auxiliares do presidente sejam substituídos por quadros de dentro dos ministérios, com o objetivo de manter as entregas até o fim do mandato.

Veja os ministros que devem deixar o governo para disputar as eleições e quais cargos vão concorrer:

Governos estaduais

  • Fernando Haddad (PT), Fazenda: deixou o cargo em 20 de março: pré-candidato ao governo de São Paulo;
  • Renan Filho (MDB), Transportes: pré-candidato ao governo de Alagoas.


Senado

  • Rui Costa (PT), Casa Civil: pré-candidato ao Senado pela Bahia;
  • Gleisi Hoffmann (PT), Secretaria de Relações Institucionais: pré-candidata ao Senado pelo Paraná;
  • Simone Tebet (PSB), Planejamento e Orçamento: pré-candidata ao Senado por São Paulo;
  • Marina Silva (Rede), Meio Ambiente: cotada para concorrer ao Senado ou vice em São Paulo;
  • Carlos Fávaro (PSD), Agricultura e Pecuária: pré-candidato ao Senado por Mato Grosso;
  • Waldez Góes (PDT), Integração Regional: pré-candidato ao Senado pelo Amapá;
  • André Fufuca (PP), Esporte: cotado para concorrer ao Senado ou governo do Maranhão.


Câmara dos Deputados

  • Jader Filho (MDB), Cidades: pré-candidato à Câmara pelo Pará;
  • Silvio Costa Filho (Republicanos), Portos e Aeroportos: pré-candidato à Câmara por Pernambuco;
  • Paulo Teixeira (PT), Desenvolvimento Agrário: pré-candidato à Câmara por São Paulo;
  • Anielle Franco (PT), Igualdade Racial: pré-candidata à Câmara pelo Rio de Janeiro;
  • Sonia Guajajara (PSol), Povos Indígenas: pré-candidata à Câmara por São Paulo.


Assembleias estaduais

  • Macaé Evaristo (PT), Direitos Humanos e da Cidadania: cotada para concorrer a uma vaga de deputada estadual na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

fonte - Daniela SantosAlice Groth/METRÓPOLES.

Euma Tourinho se filia ao Podemos e se consolida como pré-candidata a deputada federal por Rondônia

A ex-magistrada Euma Tourinho oficializou sua filiação ao Podemos, reforçando sua atuação política em Rondônia e consolidando seu nome como pré-candidata a deputada federal.

foto - divulgação

Com a filiação, Euma passa a integrar a chapa proporcional do partido, colocando-se como uma das apostas da legenda na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.

Conhecida por sua trajetória no Judiciário, construiu carreira como juíza de Direito no Tribunal de Justiça de Rondônia, com atuação em diversas comarcas, especialmente em Porto Velho. Ao longo dos anos, ganhou notoriedade por decisões firmes e posicionamentos rigorosos em casos de grande repercussão.

Após se aposentar da magistratura, iniciou uma nova fase na vida pública ao ingressar na política, com um discurso pautado na ética, transparência e combate à corrupção. Desde então, tem participado ativamente do cenário político, inclusive com candidatura à Prefeitura de Porto Velho.

foto - divulgação

Com perfil firme e combativo, Euma Tourinho fortalece sua pré-candidatura à Câmara Federal, consolidando uma base de apoio ligada à defesa da boa gestão pública, segurança jurídica e fortalecimento dos mecanismos de controle.

A filiação ao Podemos amplia sua presença partidária e reforça seu posicionamento como uma liderança política em ascensão, agora com foco na disputa por uma vaga como deputada federal por Rondônia.

Jaime Gazola se filia ao Podemos e mira vaga na Câmara Federal por Rondônia

O atual secretário municipal de Saúde de Porto Velho, Jaime Gazola, oficializou sua filiação ao Podemos em um momento marcado por avanços na área da saúde no município.

foto - divulgação

A filiação ao Podemos marca também sua entrada na composição da chapa proporcional do partido, onde aparece como pré-candidato a deputado federal, reforçando o grupo que disputará vagas na Câmara dos Deputados por Rondônia.

Com perfil técnico e trajetória consolidada na gestão pública, Gazola tem se destacado à frente da Secretaria Municipal de Saúde pela condução de ações voltadas à melhoria do atendimento e à reestruturação da rede pública.

Entre os principais resultados de sua gestão estão iniciativas de reorganização dos serviços, fortalecimento da rede hospitalar e avanços em projetos estruturantes, como a implantação do Hospital Universitário, considerado estratégico para ampliar a capacidade de atendimento na capital.

Médico de formação e especialista em gestão em saúde, Gazola também acumulou experiência como secretário estadual de Saúde de Rondônia, além de ter tido papel relevante durante a pandemia da COVID-19, quando coordenou medidas emergenciais e expansão de leitos.

Na atual gestão municipal, sua atuação tem sido marcada pelo foco em eficiência administrativa, modernização dos processos e busca por soluções estruturais para os desafios da saúde pública.

O movimento amplia sua presença no cenário político e consolida seu nome como uma liderança técnica com experiência em gestão e participação em projetos de grande impacto.

CPMI do INSS termina sem relatório aprovado, após 7 meses de trabalho

Última sessão da CPMI do INSS terminou na madrugada deste sábado (28/3), após mais de 16 horas e com a rejeição do relatório final...


A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chegou ao fim neste sábado (28/3), após sete meses de trabalho e sem um relatório final aprovado. O texto oficial, do relator deputado Alfredo Gaspar (União-AL), foi rejeitado por 19 votos a 12 no início da madrugada, depois de mais de 16 horas de sessão.

A expectativa era que os parlamentares apreciassem um relatório paralelo, apresentado pelos governistas, em uma sessão neste sábado, último dia da CPMI. Contudo, o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), não aceitou a possibilidade, ao negar o pedido da senadora Eliziane Gama (PSD-MA) de indicação de um relator para a leitura do texto.


Sem tempo hábil para mais discussões, a CPMI não terá um parecer oficial. O colegiado tentava a prorrogação dos trabalhos desde dezembro e tinha as assinaturas necessárias para isso. No entanto, o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não foi favorável à medida. De acordo com o regimento interno, para estender o prazo, Alcolumbre precisaria fazer a leitura do pedido em uma sessão do Congresso, o que não ocorreu.

O impasse chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). A CPMI entrou com um pedido na Corte para obrigar Alcolumbre a autorizar a prorrogação do prazo. O ministro André Mendonça chegou a determinar a continuidade dos trabalhos. Contudo, a decisão foi revertida pelo plenário, que entendeu que o tema é de competência interna do Congresso.

Sem concesso no relatório

O relatório oficial foi apresentado por Alfredo Gaspar nessa sexta-feira (27/3) e pedia o indiciamento de 216 pessoas por suposto envolvimento no desvio bilionário de aposentadorias e pensões do INSS.

Entre os nomes com pedido de indiciamento está o de Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O documento também pedia a prisão preventiva dele por ter deixado o Brasil com destino à Espanha, onde reside, o que a CPMI considerou como tentativa de fuga.

O texto, com mais de 4 mil páginas, ainda solicitava o indiciamento de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e de Carlos Lupi, ex-ministro da Previdência do governo Lula.

Mas, antes mesmo de o parecer ser apresentado, os governistas, maioria na comissão, submeteram um relatório paralelo que pedia o indiciamento de 130 pessoas. De autoria do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), o texto incluía o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entre os pedidos de indiciamento. Bolsonaro seria indiciado por furto qualificado contra idoso, organização criminosa e improbidade administrativa; e Flávio, por organização criminosa.

O relatório, no entanto, não chegou a ser lido e nem votado. Após o fim da sessão, Paulo Pimenta declarou que a decisão do presidente da CPMI de não colocar o texto em votação é uma “afronta à democracia” e que levará o relatório à Polícia Federal. “Se essa comissão concluiu seus trabalhos sem ter um relatório final, foi uma decisão política. Isso é uma afronta à democracia”, avaliou.

Apesar do resultado, o senador Carlos Viana se disse satisfeito com o trabalho e fez críticas aos governistas. “Hoje ficou muito claro quem estava a favor da verdade da investigação e quem blindou aqueles que, infelizmente, roubaram e tomaram de assalto a Previdência brasileira”, afirmou.

O que diz o relatório de Alfredo Gaspar

A CPMI investigou as fraudes bilionárias envolvendo descontos de mensalidades associativas e empréstimos consignados não autorizados, com danos estimados em R$ 6,3 bilhões, entre 2015 e 2025.

O relatório final aponta que o INSS e a Dataprev falharam em validar a capacidade operacional das entidades e celebraram Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) baseados em documentações meramente declaratórias, sem a devida verificação.

Foi detectada a liberação ilegal e em massa de benefícios para permitir a inclusão de descontos sem qualquer autorização prévia ou específica.

A gestão do INSS permitiu que entidades utilizassem sistemas próprios e provisórios de biometria facial, desrespeitando normas de segurança.

Além das associações, a investigação revelou problemas estruturais no crédito consignado, incluindo falta de transparência e cobranças indevidas de seguro.

O relatório mapeou núcleos criminosos com ramificações nos setores público e financeiro, destacando a “Rede ARPAR” como uma das maiores redes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas identificadas.

O documento final propõe o indiciamento de diversos agentes públicos, ex-gestores e empresários, além de sugerir o fortalecimento de órgãos como a CGU e o Coaf e o aperfeiçoamento da legislação previdenciária.

Sete meses de trabalho

A CPMI teve sete meses de trabalho, 38 reuniões e mais de mil quebras de sigilo. O colegiado também decretou a prisão em flagrante de quatro pessoas:

  • o economista Rubens Oliveira Costa;
  • o presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), Carlos Roberto Ferreira Lopes;
  • o presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA), Abraão Lincoln Ferreira da Cruz; e
  • o ex-coordenador-geral do INSS Jucimar Fonseca da Silva.

Entretanto, o colegiado acumulou uma série de derrotas durante as atividades. Além de inúmeros depoimentos cancelados por habeas corpus concedidos por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a CPMI não conseguiu obter declarações importantes em audiências, como a do Careca do INSS, nem ouvir figuras midiáticas, como o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

O escândalo do INSS foi revelado pelo Metrópoles em uma série de reportagens publicadas a partir de dezembro de 2023. Três meses depois, o portal mostrou que a arrecadação das entidades com descontos de mensalidade de aposentados havia disparado, chegando a R$ 2 bilhões em um ano, enquanto as associações respondiam a milhares de processos por fraude nas filiações de segurados.

As reportagens do Metrópoles levaram à abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) e abasteceram as apurações da Controladoria-Geral da União (CGU). Ao todo, 38 matérias do portal foram listadas pela PF na representação que deu origem à Operação Sem Desconto, deflagrada no dia 23 de abril e que culminou nas demissões do presidente do INSS e do ministro da Previdência, Carlos Lupi.


FONTE - METRÓPOLES.

CPMI: Governo exonera ministro da Agricultura para votar contra relatório

Senadora suplente diz que soube pelo Diário Oficial...

O governo exonerou na tarde desta sexta-feira (27) o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, para que ele ocupe o lugar da senadora Margareth Buzetti (MT) e vote contra o relatório oficial da CPMI do INSS.

A informação foi confirmada à CNN pela senadora e pelo palácio do Planalto.

“Eles estão com medo dessa votação e como eu ia votar a favor do relatório, me destituíram. Tem muito indício e prova contra o governo. O governo está colocando a tropa de choque para derrubar o relatório”, disse a senadora à CNN.

Ela disse que soube pelo Diário Oficial que perdeu a vaga.

“Soube agora pelo Diário oficial. Ninguém teve a educação de me avisar”, afirmou.

O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), incluiu em seu parecer, apresentado nesta sexta-feira (27), o pedido de indiciamento de dois ex-ministros da Previdência que atuaram no governo de Jair Bolsonaro (PL) e na atual gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parecer ainda deve ser submetido à votação.

Gaspar recomendou indicar Carlos Lupi, que ocupou o cargo de 2023 até abril de 2025. Ele deixou a pasta após a revelação das fraudes nos benefícios de aposentados e pensionistas.

O deputado também sugeriu indiciar José Carlos Oliveira – que atualmente atende pelo nome de Ahmed Mohamad Oliveira Andrade –, ministro durante o ano de 2022 e ex-presidente do INSS.

A CNN procurou Carlos Fávaro, mas ele não se manifestou.

FONTE - CNN BRASIL.

Pastor Valadares se filia ao Podemos e reforça chapa em Rondônia

Com a entrada no partido, Valadares passa a integrar uma nominata considerada estratégica, voltada à disputa por vagas na Câmara Federal, o que amplia a competitividade do grupo...

Foto - Divulgação

O pastor Valadares anunciou sua filiação ao partido Podemos, liderado em Rondônia pelo prefeito de Porto Velho, Léo Moraes. O movimento marca uma nova fase em sua trajetória política e fortalece o projeto estratégico da legenda para as próximas eleições.

A filiação foi oficializada nesta sexta-feira (27), com a presença de lideranças políticas e apoiadores. Com a entrada no partido, Valadares passa a integrar uma nominata considerada estratégica, voltada à disputa por vagas na Câmara Federal, o que amplia a competitividade do grupo.

Com experiência e capacidade de mobilização, o pastor reforça a representatividade do partido e amplia o alcance das propostas da sigla no estado. 

A adesão também fortalece a base política do Podemos, que busca consolidar chapas proporcionais mais estruturadas.

Nos bastidores, a filiação é vista como um movimento estratégico para ampliar a presença do partido no cenário nacional e fortalecer a atuação política em defesa do desenvolvimento de Rondônia.

Fonte: Redação.

Lulinha, Vorcaro, Careca: relator da CPMI pede indiciamento de 216 pessoas; veja lista

Deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) realiza nesta sexta-feira (27) a apresentação do relatório final da comissão; decisão do plenário do STF barrou prorrogação do colegiado...

O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), apresenta nesta sexta-feira (27) o seu parecer com pedidos de indiciamentos de 216 pessoas. A análise do relatório final nesta manhã foi marcada após a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que derrubou a liminar que permitia a prorrogação do colegiado.

foto - reprodução

Entre as recomendações de indiciamento, o relator incluiu o empresário Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente da República.

A defesa de Lulinha nega envolvimento em irregularidades e ele não é formalmente investigado pela PF (Polícia Federal), mas foi mencionado ao longo das apurações. O nome dele apareceu nas operações de busca e apreensão contra a empresária Roberta Luchsinger, realizadas em meados de dezembro do ano passado.

foto - reprodução Metrópoles

A CPMI não conseguiu avançar na investigação de supostas “mesadas” ou de viagens que teriam sido custeadas pelo empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como “careca do INSS”, apontado como um dos principais operadores do esquema. Esses indícios e a "proximidade" de Lulinha com os empresários são citados no parecer.

Gaspar pediu o indiciamento de Lulinha pelos crimes de: tráfico de Influência; lavagem ou ocultação de bens; organização criminosa; e partícipe em corrupção passiva.

Uma CPI não tem poder de indicar pessoas, mas pode fazer recomendações à PGR (Procuradoria-Geral da República) em seu relatório final.

Pedidos de indiciamentos

Entre os principais indiciados estão:

  • Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, empresário apontado como líder e articulador do esquema, pelos crimes de: organização criminosa; corrupção ativa; lavagem ou ocultação de bens; furto mediante fraude com uso de dispositivo eletrônico; fraude eletrônica; e inserção de dados falsos em sistema de informações.
  • Maurício Camisotti, empresário apontado como operador e intermediário, pelos crimes de: organização criminosa; lavagem de dinheiro; fraude e furto eletrônico; falsidade ideológica; corrupção ativa; e participação em inserção de dados falsos em sistema de informações.

Instalada em 20 de agosto, a comissão de inquérito tem prazo de funcionamento até sábado (28). O relatório de Gaspar conta com 4.340 páginas, é dividido em nove núcleos de investigação e mira empresários, intermediários, servidores, entidades e políticos.

Veja a lista

  • Abraão Lincoln Ferreira da Cruz — presidente da CBPA
  • Adeilson Silveira Hora
  • Adelino Rodrigues Júnior
  • Ademir Fratric Bacic
  • Adroaldo da Cunha Portal
  • Alan do Nascimento Santos — diretor da Dataprev
  • Aldo Luiz Ferreira
  • Aleano de Souza Guardachoni
  • Alessandro Antônio Stefanutto — ex-presidente do INSS
  • Alexandre Caetano dos Reis
  • Alexandre Eduardo Ferreira Lopes
  • Alexandre Guimarães
  • Alexandre Moreira da Silva
  • Alexsandro Prado Santos
  • Américo Monte
  • Américo Monte Junior
  • Anderson Cordeiro de Vasconcelos
  • Anderson Ladeira Viana
  • Anderson Pomini
  • André Luís Alves Guimarães
  • André Luiz Martins Dias
  • André Paulo Felix Fidelis — ex‑diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão do INSS
  • Andrei José Braga Mendes
  • Anne Carolline Willians Vieira Rodrigues
  • Antenor de Sousa Neto
  • Antônio Araujo da Gama
  • Antônio Carlos Camilo Antunes — Careca do INSS, apontado como operador do esquema
  • Antônio Lúcio Caetano Margarido
  • Aristides Veras dos Santos — ex‑dirigente da Contag
  • Artur Ildefonso Brotto Azevedo
  • Augusto Ferreira Lima
  • Brenda Aguiar Soares
  • Bruna Braz de Souza Santos
  • Carlos Afonso Galleti Júnior
  • Carlos Alexandre Alvarenga
  • Carlos Henrique da Rocha Gonçalves
  • Carlos Roberto Lupi — presidente do PDT e ex-ministro da Previdência
  • Carlos Roberto Ferreira Lopes — presidente da Conafer
  • Cecília Montalvão Simões
  • Cecilia Rodrigues Mota
  • Cecílio Barbosa Cintra Galvão
  • Celso Steremberg
  • Charles Góes Freitas
  • Cícero Vasconcelos
  •  Cícero Marcelino de Souza Santos
  • Cleber Oliveira Medeiros
  • Cristiana Alcântara Alves Zago
  • Daniel Dirani
  • Daniel Gerber
  • Daniel Simas
  • Daniel Orsini de Azevedo
  • Daniel Vorcaro — dono do Banco Master
  • Danielle Miranda Fonteles — publicitária e sócia do Careca do INSS
  • Danilo Berndt Trento
  • Daugliesi Giacomasi Souza
  • Davi de Vasconcelos
  • Dennys Bergkamp Pontes de Sousa Alves
  • Diego Luiz Nobre Barros
  • Dogival José dos Santos
  • Domingos Sávio de Castro
  • Durval Natário Tosta
  • Eduardo Silva Portal
  • Edson Akio Yamada
  • Edson Cunha de Araújo
  • Eduardo Chedid
  • Eduardo Freire Delmont
  • Elano Gil Carvalho Xavier
  • Emanuel Pinheiro da Silva
  • Eric Douglas Martins Fidelis
  • Euclydes Marcos Pettersen Neto (Republicanos-MG) — deputado federal
  • Fábio Luís Lula da Silva — empresário e filho do presidente Lula
  • Felipe Macedo Gomes
  • Felipe Vasconcelos Pereira
  • Fernando Pereira dos Santos
  • Fernando dos Santos Andrade Cavalcanti
  • Francisco Roumes Rodrigues de Aguiar
  • Francisco Wesley Nascimento dos Santos
  • Geovani Batista Spiecker
  • Giovanini Cardoso
  • Gilmar Stelo
  • Glauco André Fonseca Wamburg —  ex‑presidente do INSS
  • Glauco Daniel Ribas Santos
  • Guilherme Gastaldello Pinheiro Serrano
  • Gustavo Marques Gaspar
  • Gutemberg Tito de Sousa
  • Hamilton Souza
  • Haran Santhiago Girao Sampaio
  • Heitor Souza Cunha
  • Hélio Marcelino Loreno
  • Helioenay Rodrigues de Sousa
  • Herbert Kristensson Menocchi
  • Higor Dalle Vedove Lourenção
  • Igor Dias Delecrode
  • Igor Oliveira Freitas
  • Ina Maria Lima da Silva
  • Ingrid Ambrózio Camilo
  • Ingrid Pikinskeni Morais Santos
  • Ivaldo Carvalho Silveira
  • Ivânio da Rocha Oliveira
  • Janete Pereira Lima
  • Jerônimo Arlindo da Silva Júnior
  • Joab Felix de Medeiros
  • Joana Gonçalves Vargas
  • João Carlos Camargo Junior
  • João Milton Carneiro Neto
  • Jobson de Paiva Silveira Sales
  • Jonathan de Souza Almeida
  • José Arnaldo Bezerra Guimarães
  • José Branco Garcia
  • José Carlos Oliveira (Ahmed Mohamad Oliveira Andrade) — ex‑ministro do Trabalho e Previdência 
  • José Cordeiro de Vasconcelos
  • José Fernando Costa dos Santos
  • José Laudenor da Silva
  • José Lins de Alencar Neto
  • José Silva Miguel Junior
  • José Sarney Filho — ex‑deputado federal e ex‑ministro do Meio Ambiente 
  • Jucimar Fonseca da Silva
  • Leandro Fagner da Fonseca Alves
  • Leonardo Cerquinho Monteiro
  • Leonardo Rolim — ex‑presidente do INSS
  • Lucas Fonseca da Silva
  • Lucineide dos Santos Oliveira
  • Luis Lima Martins
  • Marci Eustáquio Teodoro
  • Marcio Alaor de Araújo
  • Marco Aurélio Gomes Júnior
  • Marcos Brito Campos Jr
  •  Marcos dos Santos Monte
  • Marcus Vinicius Paranhos Faleiro
  • Maria Eudenes dos Santos
  • Maria Eunice Ribas
  • Maria das Graças Ferraz
  • Maria Gorete Pereira (MDB-CE) — deputada federal
  • Maria Luzimar Rocha Lopes
  • Maria Paula Xavier da Fonseca Oliveira
  • Maria do Socorro Veras dos Santos
  • Mauricio Camisotti — empresário
  • Mauro Palombo Concílio
  • Micael Ferrone Alves Pereira
  • Milton Baptista de Souza Filho — presidente do Sindnapi
  • Milton Salvador de Almeida Junior
  • Mônica Ribeiro Santos
  • Natal Leo
  • Natal Leo Júnior
  • Natjo de Lima Pinheiro
  • Nelmar de Castro Batista
  • Nelson Wilians Fratoni Rodrigues
  • Nilton Claudio Carvalho Belsarena
  • Nivaldo de Farias
  • Paulo Afonso Aguiar Regadas Neto
  • Paulo Augusto de Araujo Boudens — ex-assessor do senador Davi Alcolumbre
  • Paulo Camisotti
  • Paulo Cesar Roxo Ramos
  • Paulo Gabriel Negreiros de Almeida
  • Pedro Alves Correa Neto — ex‑secretário de Inovação do Ministério da Agricultura
  • Pedro Lettieri Neto
  • Pedro Lucas Felix Canuto
  • Pedro Oliveira de Queiroz
  • Philipe Roters Coutinho — ex‑agente da Polícia Federal
  • Philippe André Lemos Szymanowski
  • Rafael Emrich Candelot
  • Raphael Maciel Snoeck
  • Rayama Belmonte Riella
  • Reinaldo Carlos Barroso de Almeida
  • Renan Assunção Siqueira
  • Renata Martins Costa de Siqueira
  • Ricardo Bimbo Troccoli
  • Ricardo Vinícius Campelo de Sá
  • Roberta Luschinger — socialite e empresária, amiga de Lulinha 
  • Roberto Marinho Luiz da Rocha
  • Rodrigo Alves de França
  • Rodrigo Ortiz D´Avila Assumpção — ex‑diretor‑presidente da Dataprev
  • Rodrigo Moraes
  • Rogério Soares de Souza
  • Romeu Carvalho Antunes — filho do Careca do INSS
  • Ronaldo Ribeiro Santos
  • Ronaldo de Souza Estrella
  • Rubens Oliveira Costa
  • Samuel Chrisóstomo do Bomfim Jr.
  • Sandra Helena Lima do Nascimento.
  • Sandro Temer De Oliveira
  • Sebastião Faustino de Paula — ex‑diretor de Benefícios do INSS
  • Sérgio Cheque Bernardo
  • Silas Bezerra de Alencar
  • Silas da Costa Vaz
  • Silvanete de Jesus Ribeiro
  • Sílvio Roberto Machado Feitoza
  • Suelen Ribeiro dos Santos
  • Taline Nunes Campos Neves
  • Tania Carvalho dos Santos
  • Teresa Raquel Barbosa
  • Thaisa Hoffmann Jonasson
  • Thayse Daniela Silva Carvalho do Nascimento
  • Thamiris Januario Mattos Snoeck
  • Thamyrez Maia de Oliveira Ramos
  • Thiago Henrique Paranhos Carvalho
  • Thiago Rocha Guimarães
  • Tiago Abraão Ferreira Lopes
  • Tiago Schettini Batista
  • Tônia Andrea Inocentini Gallet
  • Vanderlei Barbosa dos Santos
  • Vanessa Barramacher Tocantins — ex‑chefe de gabinete do Ministério da Previdência Social
  • Victor Infante Aiello
  • Vinicius Faleiros Martins
  • Vinícius Ramos da Cruz
  • Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho
  • Vitor Luís Spilla Antevere
  • Vladimir Augusto de Oliveira Formiga
  • Wagner Ferreira Moita
  • Waldemar Monte Neto
  • Walton Cardoso Lima Jr
  • Weverton Rocha Marques de Souza (PDT-MA) — senador
  • Wilson Alexandre Sartin Panacione
  • Wilson de Morais Gaby
  • Yasmin Ahmed Hatheyer Oliveira
  • Zacarias Canuto Sobrinho

Há ainda recomendação de que a PF (Polícia Federal) aprofunde as investigações para alguns casos que a CPMI não conseguiu avançar.

A base governista também articulou um relatório alternativo, que deve ser debatido. A maior divergência entre os parlamentares, segundo o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), envolver os pedidos de indiciamentos.

Ele defende que a comissão aprove um relatório em comum, mas analise de forma separada (destacada) os trechos em que houver discordância. Ele não descarta a possibilidade de a votação se estender até a madrugada.

fonte - Emilly Behnke e Isabel Mega, da CNN Brasil, Brasília e Metrópoles - edição R1 Rondônia.

Governador Marcos Rocha exonera Chico Holanda e nomeia novo adjunto para a Secom

O governo de Rondônia oficializou a exoneração do secretário adjunto da Secretaria de Estado de Comunicação, Francisco Holanda Iananes de Oliveira, conforme publicação em edição suplementar do Diário Oficial. A decisão foi assinada no dia 26 de março e passa a valer a partir do dia 27.


Para o lugar, foi nomeado Wilton Junior Barros Medeiros, que já atuava no Gabinete do Governador como coordenador de Comunicação e Mídia. 


Ele assume a função com o mesmo nível de cargo, identificado pelo símbolo CDS-17.


Com a mudança, Wilton também foi exonerado da função anterior, formalizando a transição dentro da estrutura do governo. 

As portarias que oficializam as alterações fazem parte de um ajuste administrativo na área de comunicação institucional do Estado.

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