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Moraes dá 48h para Daniel Silveira explicar publicação de vídeo no X

Não utilizar redes sociais era condição para manter regime aberto

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (28) um prazo de 48 horas para o ex-deputado federal Daniel Silveira explicar o descumprimento da decisão que o impede de usar as redes sociais.



Silveira cumpre prisão em regime aberto e gravou um vídeo para apoiar a reeleição do senador Carlos Portinho (PL-RJ). A postagem foi feita no perfil do senador no X.


"Há expressa determinação judicial sobre a proibição de utilização de redes sociais como condição específica do regime prisional aberto imposto ao sentenciado Daniel Lucio da Silveira", afirmou Moraes.


Em 2023, Daniel Silveira foi condenado pelo STF a oito anos e nove meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos poderes e coação no curso do processo ao proferir ofensas e ameaças contra os ministros da Corte. (CNN)

Em entrevista, pré-candidato Adilson Honorato (PSD), explica o que o motivou a ingressar na política

Convenção do PSD, marcada para o próximo sábado (1º), deve oficializar a candidatura de Adilson Honorato à Câmara dos Deputados...

O pré-candidato a deputado federal Adilson Honorato (PSD) participou nesta terça-feira (28) do programa Hora do Povo, da Rádio Rondônia, transmitido em rede estadual. Durante a entrevista, ele falou sobre sua entrada na disputa eleitoral, apresentou as principais bandeiras que pretende defender e comentou a expectativa para a convenção do partido, marcada para o próximo sábado (1º).

Com mais de três décadas de atuação na área da comunicação, Honorato afirmou que decidiu ingressar na política por acreditar que pode contribuir de forma mais direta com a população. Segundo ele, a experiência adquirida ao longo da carreira permitiu conhecer de perto os desafios enfrentados pelos rondonienses, o que serviu de motivação para buscar uma vaga na Câmara dos Deputados.

Durante a entrevista, o pré-candidato destacou que pretende defender pautas voltadas ao fortalecimento da segurança pública, ao desenvolvimento de Rondônia e ao aumento da representatividade política do estado no Congresso Nacional. Para ele, é necessário ampliar o diálogo entre os representantes eleitos e a sociedade para que as demandas da população sejam efetivamente atendidas.


Honorato também demonstrou confiança na homologação de sua candidatura durante a convenção estadual do PSD, prevista para o próximo sábado, às 18h. Segundo o pré-candidato, a expectativa é iniciar oficialmente a campanha com foco na apresentação de propostas, no contato direto com os eleitores e na construção de um projeto político baseado no diálogo e na participação popular.

Ao encerrar a entrevista, Adilson Honorato reafirmou o compromisso de realizar uma campanha propositiva, defendendo uma atuação parlamentar voltada aos interesses de Rondônia e à busca por soluções para os principais desafios enfrentados pela população do estado.

MDB decide não entrar na corrida presidencial

Partido não apoiará nenhum candidato; foco será nas alianças estaduais...

27-07-2026 - Bandeira do MDB . Foto: Lúcio Sorge/ Divulgação
© Lúcio Sorge/ Divulgação

O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) decidiu não lançar candidato à Presidência da República ou mesmo firmar coligações nacionais para as eleições deste ano. A decisão foi formalizada em convenção nacional nesta segunda-feira (27).

O partido decidiu liberar seus diretórios estaduais para a formação de alianças no âmbito local. A ideia, segundo o partido, é focar na eleição de governadores e deputados estaduais, além de fortalecer a bancada no Congresso Nacional, com senadores e deputados federais.

“A liberação nacional acaba unindo e pacificando, deixando o partido mais forte para que nos estados tenha um resultado bastante positivo”, disse o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, em declaração divulgada no site do partido.

A convenção do MDB foi realizada de maneira virtual. Não houve encontro dos principais nomes do partido em um auditório. O mesmo modelo já havia sido adotado em 2022.

A Agência Brasil vai acompanhar os resultados das convenções nacionais partidárias. As próximas convenções com datas marcadas são:

  • Partido Comunista do Brasil (PCdoB) – 30 de julho
  • Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – 31 de julho
  • Partido Verde (PV) – 31 de julho
  • Partido da Causa Operária (PCO) – 1º de agosto
  • Partido dos Trabalhadores (PT) – 2 de agosto
  • Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 2 de agosto

Clique aqui e veja as convenções nacionais que já ocorreram.

fonte - AGENCIA BRASIL.

Sem definir vice, Zema é oficializado pelo Novo para disputa presidencial

Ex-governador de Minas Gerais foi confirmado em convenção partidária, em Brasília, nesta segunda-feira (27)...


O Partido Novo confirmou nesta segunda-feira (27) a escolha de Romeu Zema como candidato da sigla à Presidência da República. A confirmação da candidatura ocorreu por aclamação durante convenção partidária nacional online, seguida de ato em Brasília. O nome do candidato a vice-presidente na chapa ainda deve ser definido.

A reunião para escolha do nome do partido foi fechada e na sequência o presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, anunciou a escolha de Zema.

Esta será a terceira eleição disputada por Zema. Empresário, ele foi eleito para dois mandatos como governador de Minas, em 2018 e 2022. Como postulante ao Planalto, o ex-governador tem se posicionado como uma "terceira via", uma alternativa à polarização entre PL e PT.

Em relação ao seu plano de governo, Zema tem defendido cortes de despesas, privatizações e a melhoria do ambiente de negócios para destravar investimentos. É favorável a privatizações, como da Petrobras, do Banco do Brasil e dos Correios, para "reduzir a dívida, baixar os juros e cortar a corrupção pela raiz".

O ex-governador também defende o corte em supersalários em prol do ajuste fiscal e a realização de reformas estruturais, como a da previdência e a administrativa. Na área social, Zema é defensor de uma reformulação de políticas assistenciais promovidas atualmente, como o programa Bolsa Família.

Nas disputas eleitorais ao governo de Minas, Zema se apresentou como um "outsider", um nome de fora da política tradicional. A intenção é repetir a estratégia neste ano, apesar dos mandatos eletivos que já exerceu.

Em eleições anteriores, Zema apoiou as candidaturas de Jair Bolsonaro (PL). Neste ano, tem optado por manter certo distanciamento de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também candidato ao Planalto, em especial após desgastes na campanha do senador envolvendo o caso do Bando Master.

Vice na chapa

Sobre o cargo de vice na sua chapa, a definição tem sido negociada com a executiva nacional do Novo, que mira consolidar alianças. Zema afirmou no último sábado (25) que o partido cogita a escolha de Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).

Ele elogiou a atuação do ex-magistrado no combate à corrupção e disse ter a intenção de o encontrar. A escolha do número 2 na chapa deverá ser feita até 5 de agosto, quando termina o prazo das convenções partidárias.

Neste ano, Barbosa foi anunciado como pré-candidato à Presidência pelo DC (Democracia Cristã), mas desistiu de seguir com a candidatura.

FONTE - CNN BRASIL.

Marcos Rogério, Scheid e Máximo participam do lançamento oficial da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência: “É hora de devolver o Brasil aos brasileiros”

Candidatos majoritários do PL em Rondônia prestigiaram a convenção nacional da legenda e defenderam união em torno de um projeto de mudança para o estado e para o país...

O candidato ao Governo de Rondônia, senador Marcos Rogério (PL), e os candidatos ao Senado Bruno Bolsonaro Scheid (PL) e Fernando Máximo (PL) participaram do lançamento oficial da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.

 

A oficialização ocorreu neste sábado (25), durante a convenção nacional do Partido Liberal, realizada na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo. O evento reuniu milhares de apoiadores, representantes partidários e lideranças políticas de diferentes regiões do Brasil.

 

A candidatura presidencial foi anunciada pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. A legenda ainda não definiu quem ocupará a vaga de vice na chapa, e a expectativa é de que o nome seja apresentado antes do encerramento do período das convenções partidárias.

 

A presença conjunta de Marcos Rogério, Bruno Scheid e Fernando Máximo demonstrou a unidade do projeto majoritário do PL em Rondônia. Rogério disputa o Governo do Estado, enquanto Scheid e Máximo formam a chapa da legenda para as duas vagas rondonienses no Senado.

 

Durante a convenção, Marcos Rogério destacou que a mobilização nacional representa um momento de união das forças políticas que defendem mudanças no Brasil e em Rondônia.

 

“O desejo de todos aqui é um só. É mudança. Mudança para o Brasil. E mudança para Rondônia. É hora de trazer o Brasil de volta. É hora de devolver o Brasil aos brasileiros”, declarou.

 

O candidato ao Governo também ressaltou a participação de Rondônia no movimento nacional do partido e defendeu a união entre apoiadores, lideranças e candidatos.

 

“Rondônia está presente aqui. É o momento de unir forças em oração e ação”, acrescentou Marcos Rogério.

 

Nas redes sociais, o senador afirmou que a convenção reuniu brasileiros em torno de um projeto que coloca as famílias, os valores e a população no centro das decisões. Segundo Rogério, Rondônia está preparada para participar de um novo momento político no país.

 

Bruno Bolsonaro Scheid também destacou a mobilização registrada durante a convenção. O candidato ao Senado afirmou que a presença de apoiadores de várias partes do Brasil fortalece a responsabilidade dos representantes do partido na defesa dos valores conservadores.

 

“Seguimos firmes, com coragem, lealdade e convicção. Por Rondônia e pelo Brasil”, declarou Scheid em publicação nas redes sociais.

 

Durante o evento, Bruno também manifestou confiança no retorno do grupo político liderado pela família Bolsonaro à Presidência da República.

 

“Sempre no coração de todo mundo é ‘Volta Bolsonaro’, sempre. E vai ter Bolsonaro na Presidência ano que vem. Anotem!”, afirmou.

 

Fernando Máximo, que integra a chapa ao Senado ao lado de Bruno Scheid, acompanhou a programação com Marcos Rogério e demais lideranças do PL. A participação dos três candidatos reforçou o alinhamento do partido em Rondônia com a candidatura de Flávio Bolsonaro e com o projeto nacional da legenda.

 

A convenção também contou com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); do prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB); e do presidente da Argentina, Javier Milei.

 

Para as lideranças rondonienses do PL, o encontro marcou o início de uma nova etapa da mobilização eleitoral e consolidou a integração entre as candidaturas do partido em Rondônia e o projeto apresentado nacionalmente.


fonte - assessoria.

Jornais argentinos destacam fala de Milei sobre Lula: ‘Tensão mais alta do que nunca’

Publicações afirmaram que o líder argentino se envolveu na disputa eleitoral brasileira ao discursar em evento

A participação do presidente da Argentina, Javier Milei, na convenção nacional do PL que oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República repercutiu na imprensa argentina neste domingo. Os principais jornais do país destacaram o tom do discurso do líder argentino, marcado por ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e avaliaram que o episódio elevou a tensão diplomática entre os dois países.



Durante o evento, realizado em São Paulo, Milei chamou Lula de “ladrão”, “presidiário” e “lixo socialista”. As declarações foram feitas diante de apoiadores de Flávio Bolsonaro e foram recebidas com aplausos da plateia.


O Clarín afirmou que “a tensão com o Brasil está mais alta do que nunca” após as “fortes ofensas” dirigidas por Milei ao presidente brasileiro. O jornal destacou que o argentino “se envolveu completamente na campanha brasileira” ao participar do lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro e fazer um discurso “repleto de insultos” contra Lula.


O El Tiempo descreveu Milei como a “estrela” do evento e afirmou que o presidente argentino viajou a São Paulo para oferecer apoio internacional à candidatura de Flávio Bolsonaro. O jornal observou que, embora parte do público não compreendesse espanhol, os ataques a Lula eram recebidos com aplausos sempre que Milei elevava o tom da voz.


A publicação também destacou que o argentino evitou chamar o presidente brasileiro pelo nome, referindo-se a ele como “Dom Lula”, “o esquerdista”, “ladrão” e “o prisioneiro”. O jornal ainda afirmou que Milei “insistiu no erro” ao acusar Lula de “tentar fraudar as eleições de 2023 a seu favor”, quando enfrentou Sergio Massa.


Para o El Tiempo, a presença do presidente argentino representou um trunfo para a campanha de Flávio Bolsonaro:


“Para a campanha de Flávio, a presença de Milei foi um trunfo significativo: sua candidatura está atrás nas pesquisas – o Datafolha coloca Lula com 48% contra 43% em um possível segundo turno, com uma diferença que aumentou um ponto percentual desde junho – e ele é assolado por escândalos, como a investigação aberta na quinta-feira sobre transferências de um banqueiro preso para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro, e uma disputa pública com sua madrasta, Michelle Bolsonaro, que prejudicou sua imagem entre eleitores evangélicos e mulheres”, diz a publicação.


Já o Página/12 adotou um tom mais crítico ao tratar da visita. Em sua manchete, o jornal classificou o episódio como uma interferência “descarada” nas eleições brasileiras e afirmou que Milei cruzou “uma nova linha vermelha” ao insultar Lula em território brasileiro.


“O presidente, que fantasia em criar seu próprio ‘Grupo Lima’ e se tornar uma figura de destaque da direita regional, cruzou uma nova linha vermelha ao chamar seu homólogo brasileiro de ‘ladrão’. Ele também chamou o juiz Alexandre de Moraes, que lhe negou um confronto com Jair Bolsonaro, de ‘lixo careca’. Ao fazer isso, ele mergulhou de cabeça na campanha eleitoral do país vizinho, que definiu como uma ‘batalha’ para continuar erradicando o socialismo da região”, diz o texto.


Segundo a publicação, o presidente argentino busca se consolidar como uma das principais lideranças da direita na América Latina e acredita que pode influenciar a disputa presidencial no Brasil. O Página/12 também comparou o episódio aos ataques feitos por Milei ao primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, e afirmou que as declarações representam uma resposta ao apoio demonstrado por Lula ao então candidato Sergio Massa durante a eleição presidencial argentina de 2023.


Entenda

Javier Milei fez um longo e duro discurso durante a convenção nacional do Partido Liberal (PL), no sábado, em São Paulo, no qual criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e disse confiar em Flávio Bolsonaro (PL) para “evitar o socialismo”.


Milei pediu para os brasileiros “irem às urnas em 4 de outubro pelo futuro do Brasil” e, com seu tradicional bordão “viva la libertad, carajo”, ainda fez menção ao problema do crime organizado no Brasil e na América Latina.


— Eu creio que Flávio somente pode parar Lula, e trazer uma verdadeira mudança para todos os brasileiros. (…) Creio firmemente que não há outro capaz de parar o efeito de Lula sobre o país. E não há outro para fazer de frente às organizações criminais e narcotráficos, e nisso eu confio plenamente em Flávio Bolsonaro — disse.


O argentino citou a corrupção como um problema que assola todos os países da América Latina, “como um fenômeno atemporal”, e que a esquerda fez do continente um “laboratório de experimentos de sua política”.


– Já tentamos o garantismo, já tentamos a paciência e a piedade com quem comete crimes, e todas e cada uma dessas estratégias socialistas fracassaram. Por isso, os brasileiros já sabem que existe apenas uma fórmula bem-sucedida para erradicar a criminalidade: quem faz, paga (…) Já demonstramos que tudo isso é possível na Argentina. Demonstramos que é possível reduzir a criminalidade e recuperar a ordem pública quando se tem mão firme e se pune quem comete crimes – afirmou o argentino.


Milei também falou das condições econômicas de seu país quando ele assumiu o cargo, atrelando isso ao socialismo. Ele criticou o chamado Foro de São Paulo “criado por Lula da Silva e Fidel Castro, uma rede internacional chave para a disseminação do comunismo no continente”.


— O que quero dizer é que o Brasil ainda não viveu as consequências mais nefastas e profundas deste modelo, mas pode vivê-las se não der uma volta de rumo. Confiamos em você, Flávio, para conseguir parar o socialismo — falou.


O presidente argentino também xingou o Alexandre de Moraes, ministro do STF que proibiu sua visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar em Brasília.


— O lixo não me permitiu visitar o meu amigo injustamente encarcerado, quando eu sei que Lula se cansou de receber líderes do exterior quando estava preso, entre eles o nefasto ex-presidente argentino Alberto Fernández — declarou Milei, que havia anunciado na semana passada, durante uma entrevista em seu país, a intenção de visitar Bolsonaro.


Milei é aliado da família Bolsonaro e chegou a afirmar que Jair Bolsonaro sofre “perseguição judicial” no Brasil. A proximidade do argentino com o bolsonarismo é um dos temas que a campanha de Flávio pretende explorar como demonstração do alinhamento entre os dois líderes e mais um capítulo da estratégia de aproximação com nomes da direita internacional. (Infomoney)

PL oficializa Marcos Rogério como candidato ao Governo de Rondônia e confirma Delegado Camargo na vice

Convenção em Porto Velho homologou a chapa ao Governo, definiu os candidatos ao Senado e confirmou a coligação Juntos por Rondônia para as eleições de 2026...

O Partido Liberal (PL) oficializou, nesta quarta-feira (22), a candidatura do senador Marcos Rogério ao Governo de Rondônia durante convenção realizada em Porto Velho. No mesmo evento, foi confirmada a composição da chapa majoritária com o deputado estadual Delegado Rodrigo Camargo (Podemos) como candidato a vice-governador.

A convenção também homologou as candidaturas de Bruno Bolsonaro Scheid (PL) e Fernando Máximo (União Brasil) ao Senado Federal. O PL disputará as eleições de 2026 em Rondônia na coligação Juntos por Rondônia, formada pelos partidos PL, Podemos, Novo e Mobiliza.

Durante o evento, Marcos Rogério afirmou que a aliança representa um projeto voltado ao desenvolvimento do estado e destacou que pretende conduzir uma gestão baseada em mudanças e na retomada da confiança da população.

"O recado que deixamos para Rondônia é uma mensagem de esperança. É possível construir uma Rondônia melhor. Essa união de lideranças tem um único propósito: apresentar um caminho de mudança para o Estado", declarou.

Natural de Ji-Paraná, Marcos Rogério da Silva Brito tem 47 anos, é formado em Direito e Jornalismo e possui mestrado em Administração Pública. Iniciou a carreira política como vereador de Ji-Paraná, em 2008, posteriormente exerceu mandato de deputado federal e, em 2018, foi eleito senador por Rondônia.

Em 2022, licenciou-se do mandato no Senado para disputar o Governo do Estado, chegando ao segundo turno, mas acabou derrotado nas urnas.

As convenções partidárias podem ser realizadas até 5 de agosto. Após essa etapa, os partidos têm até 15 de agosto para registrar oficialmente seus candidatos na Justiça Eleitoral. A campanha eleitoral terá início no dia seguinte ao prazo final de registro.

Convenção do Podemos confirma Delegado Camargo como vice de Marcos Rogério e oficializa candidaturas

Convenção estadual comandada pelo presidente do Podemos em Rondônia confirmou Delegado Camargo como pré-candidato a vice de Marcos Rogério e reuniu as principais lideranças do grupo político...

foto - Marcelo Gladson

O Podemos de Rondônia realizou, na noite de terça-feira (21), sua Convenção Estadual, em Porto Velho, marcando mais uma etapa da organização do partido para as eleições de 2026. Sob a liderança do prefeito da capital e presidente estadual da legenda, Léo Moraes, o encontro oficializou as nominatas de pré-candidatos a deputado estadual e deputado federal e confirmou o deputado estadual Delegado Rodrigo Camargo como pré-candidato a vice-governador na chapa encabeçada pelo senador Marcos Rogério (PL).

Realizado no Hotel L'Acordes, o evento reuniu lideranças políticas, pré-candidatos e apoiadores, reforçando a articulação entre Podemos e PL na construção da chapa majoritária e da base para a disputa eleitoral.

Entre os participantes estiveram a deputada federal Cristiane Lopes, o deputado federal Rafael Fera, o deputado federal Fernando Máximo, pré-candidato ao Senado pelo PL, o ex-secretário municipal Paulo Moraes Júnior, pré-candidato a deputado estadual, e a pré-candidata a deputada federal Juíza Euma Tourinho.

Antes da convenção, o partido promoveu a Oficina da Vitória, encontro voltado ao alinhamento político e à definição das estratégias para o processo eleitoral. O ato reuniu Léo Moraes, Marcos Rogério, Delegado Camargo e Fernando Máximo.

Durante os discursos, as lideranças destacaram a importância da união entre os partidos aliados e da construção de uma base sólida para ampliar a representação política na Assembleia Legislativa, na Câmara dos Deputados e na disputa pelo Governo de Rondônia.

Com a homologação das nominatas e a confirmação da composição majoritária, o Podemos consolida sua aliança com o PL e fortalece seu projeto político para as eleições de 2026, tendo Léo Moraes como principal articulador da legenda em Rondônia.

A convenção homologou nove candidatos para a Câmara dos Deputados:

01- Cristiane Lopes da Luz (Cristiane Lopes)
02- Euma Mendonça Tourinho (Juíza Euma Tourinho)
03- Tânia Oliveira Sena (Tânia Sena)
04- Almir José Silva (Almir José)
05- Dhonatan Francisco Pagani Vieira (Dhonatan Pagani)
06- Jaime Gazola Filho (Dr. Jaime Gazola)
07- Jair Silva Gomes (Jair TopCar)
08- Rafael Bento Pereira (Rafael Fera)
09- Sebastião Valadares Neto (Pastor Valadares)


Candidatos do Podemos a deputado estadual

O Podemos também oficializou sua nominata para a Assembleia Legislativa de Rondônia, composta pelos seguintes candidatos:
01- Cleyanne Alves (Anne Cleyane)
02- Danielle Soares Damacena (Dani Maranhão)
03- Francinerle da Silva Mesquita (Nerle Mesquita)
04- Gabriela Neto Rebouças (Gabriela Aires)
05- Maria Aparecida Fernandes (Ida dos Idosos)
06- Marilene Noleto Paiva (Marilene Noleto)
07- Marli Salvagnini (Dra. Marli)
08- Kate Désirée de Souza Itajubá (Kate Desiree)
09- Rafaela Amélia Oliveira Lima (Rafaela do Batista)
10- Antonio Carlos da Silva (Da Silva do Sinttrar)
11- Alexandro Justino de Lima (Alex dos Importados)
12- Darci Jose Kischener (Darci Kischener)
13- David Eugênio de Lima Pereira (David Lima)
14- Edson Aleotti (Dr. Edson Aleotti)
15- Emerson Aparecido de Oliveira (Magrão de Alto Paraíso)
16- Francisco Edwilson Bessa Holanda de Negreiros (Edwilson Negreiros)
17- João Paulo Mendes Paes (João Mendes)
18- José de Paula Ribeiro (Canarinho de Ji-Paraná)
19- Nilzon Lopes de Oliveira Junior (Sgt Nilzon)
20- Paulo Roberto Oliveira de Moraes Junior (Paulo Moraes Jr)
21- Renato Cesar Morari (Delegado Dr. Morari)
22- Robson José Melo de Oliveira (Robson Oliveira Porreta)
23- Zenilton Felbek de Almeida (Dr. Felbek)

Asfalto sem drenagem e péssimas heranças: Léo Moraes explica por que não apoiará Hildon Chaves ao Governo; Hildon rebate em tom de revolta

Ex-prefeito de Porto Velho ignorou asfalto feito sem drenagem ao "desenhar" o próprio legado como uma espécie de cartão postal de Porto Velho; a realidade, no entanto, é outra...

PORTO VELHO - A recusa do atual prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, em apoiar politicamente Hildon Chaves gerou um rompante desproporcional. Enquanto Léo embasou sua decisão na dura realidade administrativa herdada, Hildon partiu para o ataque pessoal, ironizando o sucessor e mandando-o "trabalhar". Contudo, a agressividade abrupta do ex-prefeito tenta encobrir um incômodo evidente e, principalmente, um legado estrutural desastroso no quesito saneamento básico.

Hildon gosta de vender a imagem de quem entregou a cidade como um cartão-postal pronto, mas a verdade inconveniente está escondida debaixo do asfalto. Durante seus oito anos de mandato, a capital amargou a última posição no ranking nacional de saneamento. Com irrisórios 9,89% de acesso a esgoto tratado e mais da metade da população sem água, o propalado progresso revelou-se uma perigosa maquiagem urbana: quilômetros de pavimentação jogados sobre a terra sem a devida e indispensável drenagem profunda.

O resultado dessa política de vitrine foi previsível, resultando em alagamentos crônicos e vias que se deterioravam a cada chuva. Agora, a atual gestão precisa, literalmente, quebrar o asfalto do "legado" de Hildon para instalar a infraestrutura básica que faltou. Na avenida Raimundo Cantuária, por exemplo, foram necessários 600 metros de escavação profunda para criar um escoamento real. O mesmo cenário se repetiu na avenida Pinheiro Machado, que escondia tubulações minúsculas e obsoletas sob sua capa asfáltica.

Invertendo a lógica da obra puramente eleitoreira que rende fotografias, Léo Moraes assumiu o ônus da infraestrutura invisível, optando por enterrar manilhas e tubos antes de pavimentar, o que já curou pontos históricos de alagamento, como no entorno do Skate Park. Para consertar essa década de atraso, o município precisou captar R$ 200 milhões voltados à macrodrenagem em Brasília. 

Hildon pode ter sentido o revés político e subido o tom no debate, mas a ofensa real não está no discurso de Léo. A resposta mais incômoda e barulhenta encontra-se nas ruas que hoje precisam ser rasgadas, expondo ao público a drenagem que a gestão passada preferiu ignorar em nome do asfalto fácil e maquiado.

Texto: Redação.

Silvia Cristina: presidente do PP ou aliada de outro projeto político?

Na política existe uma máxima antiga: todos gostam da traição quando ela lhes favorece, mas quase ninguém perdoa o traidor...

A presidente estadual do Progressistas, Silvia Cristina, parece ter decidido deixar de lado qualquer preocupação em esconder seus movimentos políticos.

Depois de lançar sua pré-candidatura ao Senado sem a presença do governador Marcos Rocha, principal liderança do partido em Rondônia, e com integrantes de um grupo político adversário em destaque, Silvia passou a marcar presença em eventos de lançamento de candidatos de legendas rivais.

A pergunta é inevitável: quem ela representa?

Quem preside um partido tem, como principal missão, fortalecer sua própria legenda, prestigiar seus candidatos e manter a unidade do grupo. Quando a dirigente passa a ocupar palanques de adversários, a mensagem transmitida para filiados e eleitores é exatamente a oposta.

Silvia iniciou sua trajetória política no PDT, migrou para um projeto de centro-direita e, agora, parece caminhar em sentido contrário ao da própria federação partidária.

Do ponto de vista jurídico, participar de eventos de outros partidos não configura, por si só, infidelidade partidária. Entretanto, quando esse comportamento se torna recorrente e demonstra apoio político a projetos concorrentes, abre espaço para cobranças internas e para um evidente desgaste dentro da legenda e da federação.

Mais do que uma questão jurídica, trata-se de coerência política

Se a presidente do Progressistas prefere prestigiar candidatos de outros partidos, é natural que seus próprios filiados se perguntem qual é, afinal, o projeto que ela lidera.

Porque, na política, alianças mudam. Oportunidades aparecem. Mas uma regra permanece atual: a traição pode até ser útil para alguns, porém os traidores dificilmente encontram perdão quando a conta chega.

Fonte - Ascom.

É MUITO DINHEIRO - TSE fixa teto de R$ 6,2 milhões para candidatos ao Governo de Rondônia nas eleições de 2026

Tribunal Superior Eleitoral manteve os limites de gastos da campanha de 2022; candidatos ao Senado poderão gastar até R$ 3,1 milhões...

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu os limites de gastos de campanha para os candidatos que disputarão as eleições gerais de 2026. Em Rondônia, cada candidato ao Governo do Estado poderá gastar até R$ 6.226.082,16 no primeiro turno. Caso a disputa seja decidida em segundo turno, será permitido um acréscimo de R$ 3.113.041,08.

Os valores constam na Portaria nº 449/2026, publicada nesta terça-feira (21) no Diário da Justiça Eletrônico, e valem para todos os cargos em disputa nas eleições de outubro.

Para os candidatos ao Senado, o limite de gastos foi fixado em R$ 3.176.572,53 por candidatura. O mesmo teto será aplicado aos candidatos ao cargo de deputado federal.

Já os candidatos a deputado estadual poderão investir até R$ 1.270.629,01 durante a campanha eleitoral.

Segundo o TSE, os limites permanecem os mesmos adotados nas eleições de 2022, decisão aprovada por unanimidade pelo plenário da Corte no último dia 1º de julho. A manutenção dos valores levou em consideração a ausência de alterações na legislação eleitoral e a permanência do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) em R$ 4,9 bilhões.

Além das despesas contratadas diretamente pelos candidatos, os limites incluem transferências financeiras destinadas aos partidos e a outras candidaturas, bem como bens e serviços recebidos por meio de doações estimáveis em dinheiro.

O candidato ou partido que ultrapassar o teto de gastos poderá ser multado em até 100% sobre o valor excedente. 

O excesso também poderá ser analisado pela Justiça Eleitoral como indício de abuso de poder econômico durante a prestação de contas e em eventuais ações eleitorais.

Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro

A extradição seria uma das alternativas da Justiça brasileira para fazer com que o ex-deputado cumprisse a pena. Com a emissão do green card isso fica mais difícil...


O governo dos Estados Unidos concedeu um green card ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. O documento garante a permanência do político por prazo indeterminado nos país norte-americano.

A informação foi publicada pelo jornal Folha de S.Paulo e confirmada pela CNN.

A liberação do cartão de residência ocorre em um momento de tensões diplomáticas entre os Estados Unidos e o Brasil por conta do aumento de tarifas, além de desdobramentos judiciais envolvendo o ex-parlamentar.

Eduardo Bolsonaro foi condenado recentemente pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo, após a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por tentativa de golpe de Estado.

A extradição seria uma das alternativas da Justiça brasileira para fazer com que o ex-deputado cumprisse a pena. Com a emissão do green card isso fica mais difícil.

O documento permite que estrangeiros residam e trabalhem legalmente nos Estados Unidos por tempo indeterminado, desde que cumpram as regras da legislação migratória norte-americana.

FONTE - CNN BRASIL.

Assembleia exonera secretário-geral preso na Operação Reduto após investigação da PF

Rogério Gago da Silva deixou o cargo após ser preso preventivamente na operação que apura suposto esquema de fraude em licitações, desvio de recursos públicos e "rachadinha" em Rondônia...

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) exonerou o secretário-geral Rogério Gago da Silva, preso preventivamente durante a Operação Reduto, deflagrada pela Polícia Federal para investigar um suposto esquema de fraude em licitações, desvio de recursos públicos e prática de "rachadinha" no estado.

A exoneração foi publicada no Diário Oficial da Assembleia desta quarta-feira (15), por meio de ato assinado pelo presidente da Casa, deputado estadual Alex Redano (Republicanos). O documento também traz outras exonerações e nomeações na estrutura administrativa do Legislativo.

Até o momento, a Alero não informou se as mudanças administrativas têm relação direta com a Operação Reduto.

A investigação da Polícia Federal resultou no afastamento de 11 servidores da Assembleia Legislativa, na prisão preventiva de dois investigados e no bloqueio de até R$ 9 milhões em bens e ativos financeiros.

Entre os alvos da operação está o presidente da Assembleia, Alex Redano, que teve o gabinete, a Secretaria-Geral da Presidência, um apartamento em Porto Velho e uma residência em Ariquemes alvo de mandados de busca e apreensão.

Segundo a Polícia Federal, as investigações tiveram início em 2024 após relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontarem movimentações consideradas atípicas envolvendo uma empresa de Manaus contratada pelo poder público em Rondônia.

As apurações indicam que o grupo investigado teria atuado em duas frentes: uma voltada ao direcionamento de licitações e contratos públicos em Ariquemes e outra relacionada ao suposto desvio de recursos públicos por meio de contas de servidores comissionados da Assembleia Legislativa, prática conhecida como "rachadinha".

Além das prisões e dos afastamentos, a Justiça determinou o bloqueio de bens, ativos financeiros e criptoativos dos investigados até o limite de R$ 9 milhões. Durante a operação, também foram apreendidos valores em dinheiro em espécie na cidade de Manaus.

Em nota, a Assembleia Legislativa informou que acompanha a investigação e permanece à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários, afirmando que mantém mecanismos de controle e fiscalização em seus processos administrativos. 

Até a última atualização, a defesa de Rogério Gago da Silva não havia se manifestado sobre o caso.

Vereador é alvo de operação após suspeita de ameaçar esposa com arma em Rondônia

Polícia Civil cumpriu mandados na residência e em uma chácara do investigado, mas a arma não foi localizada; investigação segue em andamento...

Um vereador de Campo Novo de Rondônia foi alvo de uma operação da Polícia Civil após ser investigado por suspeita de ameaçar a própria esposa com uma arma de fogo em um caso de violência doméstica. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos na quarta-feira (15), por determinação da Justiça.

A ação foi realizada por equipes da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Buritis. Conforme as investigações, a ameaça teria ocorrido no início de junho deste ano. O nome do parlamentar não foi divulgado para preservar a identidade da vítima.

Durante a operação, os policiais realizaram buscas na residência e em uma chácara pertencentes ao investigado com o objetivo de localizar a arma que teria sido utilizada na suposta ameaça. No entanto, o armamento não foi encontrado.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam e que novas informações poderão ser divulgadas posteriormente, desde que não comprometam o andamento do inquérito.

Até a publicação desta matéria, a Câmara Municipal de Campo Novo de Rondônia não havia se manifestado sobre o caso.

Em ano eleitoral, Câmara reduz sessões e amplia críticas ao Legislativo

Vereadores terão apenas uma sessão ordinária por semana entre agosto e outubro; falta de quórum já prejudicou votação de projeto considerado urgente...

A Câmara Municipal de Porto Velho aprovou uma resolução que reduz de duas para uma as sessões ordinárias semanais durante o período eleitoral de 2026. A mudança foi aprovada por meio do Projeto de Resolução nº 873/2026, de autoria da Mesa Diretora, e valerá entre agosto e 25 de outubro, período em que os vereadores passarão a se reunir apenas às segundas-feiras, às 9h.

Segundo a justificativa apresentada pela Mesa Diretora, a alteração ocorre porque parte significativa dos parlamentares estará envolvida nas atividades da campanha eleitoral, o que, segundo o texto, influencia a formação de quórum e a dinâmica dos trabalhos legislativos.

A decisão ocorre em meio a críticas pelo esvaziamento das sessões. Durante a 41ª sessão ordinária, um projeto de urgência que previa a sustação do contrato da empresa Prime, responsável pelo transporte escolar em distritos de Porto Velho, deixou de ser votado por falta de quórum qualificado. Eram necessários 16 votos favoráveis, mas apenas 14 vereadores permaneceram no plenário.

Na ocasião, o vereador Breno Mendes criticou a ausência dos colegas e afirmou que a falta de quórum prejudica diretamente a população.

"Acredito que é um grande prejuízo para a população de Porto Velho, tendo em vista que as crianças já ficaram sem aula nos distritos", declarou.

Durante a sessão, a presidência da Câmara chegou a pedir que vereadores fossem chamados de volta ao plenário para concluir as votações. Mesmo assim, não houve número suficiente de parlamentares, o que levou ao cancelamento de uma sessão extraordinária prevista para ocorrer na sequência.

Além da redução das sessões ordinárias, a Câmara também iniciou um recesso legislativo de 15 dias após o encerramento dos trabalhos.

Senado aprova "pauta-bomba" dos agentes de saúde; impacto é de R$ 28 bilhões

Ministério da Previdência estima que o projeto pode custar ao menos R$ 28 bilhões para os cofres públicos...


O Senado aprovou nesta terça-feira (14) em dois turnos a PEC (proposta de emenda à Constituição) que garante a aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde. O texto preocupa o governo por ser uma pauta que pode ter impacto de R$ 28 bilhões aos cofres públicos.

A proposta, que agora vai à promulgação do Congresso Nacional, determina regras de transição para a aposentadoria de duas categorias: agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. O texto também estabelece a forma de contratação desses agentes, financiamento pela União e amplia as regras aos agentes indígenas de saneamento e agentes indígenas de saúde.

Com essa nova regra, esses agentes terão direito à aposentadoria com idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, desde que comprovem 25 anos de contribuição e de efetivo exercício.

A proposta também garante que sejam contados para a aposentadoria os períodos de afastamento para ocupar cargos de representação sindical.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) já havia sinalizado o avanço da PEC, depois de resistir inicialmente a pautar a matéria. Em plenário, o senador declarou que não pode ser "o único vilão" do país por frear a tramitação de propostas que impactam os cofres públicos.

A proposta cria um benefício extraordinário que será pago pela União. O benefício tem como objetivo complementar os valores pagos pelo regime geral.

Um dos pontos retirados do texto final aprovado no Senado foi a paridade. A proposta inicial sugeria que o aposentado recebesse os mesmos reajustes e aumentos salariais dos servidores que estão na ativa. Esse trecho foi suprimido.

O governo vê com preocupação a votação do texto no atual contexto. O Palácio do Planalto entende que a aprovação da PEC nos moldes atuais pode comprometer o orçamento dos anos seguintes, o que teria um impacto nos programas sociais federais.

Nas discussões, o Planalto chamou a proposta de "pauta-bomba" por entender que a proposta prejudicava o orçamento da União em um momento em que a oposição cobra ajuste fiscal ao governo.

A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), defendeu a proposta ao final dos debates no plenário e disse que o Planalto sempre pretende valorizar os trabalhadores. No entanto, deixou claro que é preciso ter responsabilidade fiscal e liberou o voto da bancada do governo.

"Temos que garantir que o que é aprovado em lei se tornará realidade. Todos sabem a pressão que o governo recebe dos estados e municípios. Isso não tira o mérito da proposta. O governo entende que a valorização dos profissionais deve caminhar junto com a preservação do equilíbrio das contas públicas e a prestação desses serviços", disse.

FONTE - CNN BRASIL.

Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente em cenário de 2º turno, aponta Futura/Apex

Levantamento mostra Lula com 46,3% e Flávio Bolsonaro com 46,1% em eventual segundo turno; diferença está dentro da margem de erro...

FOTO - REPRODUÇÃO

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem em empate técnico em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14).

No cenário testado pelo instituto, Lula registra 46,3% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 46,1%. Como a diferença é inferior à margem de erro de 2,2 pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

Brancos, nulos e eleitores que afirmaram não votar em nenhum dos candidatos representam 6,5% dos entrevistados. Outros 1,1% disseram não saber ou preferiram não responder.

A pesquisa também simulou outros cenários de segundo turno. Contra o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 45,1%, ante 38,9% do adversário. Em uma disputa com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), o presidente tem 46%, enquanto Zema registra 38,1%.

No confronto com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), Lula soma 46,1% e Michelle aparece com 44,3%, configurando outro empate técnico dentro da margem de erro. Já em um cenário contra Renan Santos (Missão), o presidente registra 46,4%, contra 33,1% do adversário.

O levantamento ouviu 2.000 pessoas em todo o Brasil entre os dias 7 e 11 de julho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. 

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07294/2026.

Dino determina que Polícia Federal amplie investigações sobre emendas parlamentares

Em relatório da apresentado pela CGU, nove de 15 municípios analisados apresentavam irregularidades...

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que a PF (Polícia Federal) amplie as investigações sobre possíveis irregularidades na execução de emendas parlamentares após receber novos relatórios da CGU (Controladoria-Geral da União) que apontam indícios irregularidades no repasse dos recursos.

A decisão foi tomada após a Corte receber relatórios de auditoria que apontam indícios de direcionamento de licitações, sobrepreço, superfaturamento e falhas de transparência na aplicação dos recursos públicos.

A pedido do STF, a CGU avaliou a execução das chamadas emendas Pix entre 2020 e 2024. A auditoria analisou uma amostra de 15 municípios distribuídos pelas cinco regiões do país e concluiu que nove dos 14 entes que efetivamente executaram os recursos apresentaram algum tipo de irregularidade na contratação de bens e serviços.

Segundo a Controladoria, os casos mais graves envolvem "indícios de direcionamento da contratação, sobrepreço e superfaturamento". O relatório também aponta que 12 dos 15 municípios auditados apresentaram nível inadequado de transparência ativa e rastreabilidade na aplicação das emendas, além de falhas no acompanhamento da execução dos recursos.

Outro relatório encaminhado ao STF trata da aplicação de emendas destinadas à saúde. Elaborado pelo Denasus (Departamento Nacional de Auditoria do SUS), o documento analisou R$ 53,3 milhões destinados a 48 municípios de 23 unidades da federação para custeio da atenção primária, média e alta complexidade, aquisição de equipamentos e reformas de unidades básicas de saúde.

A auditoria concluiu que, embora parte significativa dos recursos tenha sido executada, permanecem fragilidades nos mecanismos de planejamento, gestão, monitoramento e prestação de contas. Entre os principais problemas identificados estão deficiência na rastreabilidade da execução financeira, controles administrativos insuficientes, ausência de monitoramento sistemático e falhas na documentação das despesas.

O relatório também aponta situações que resultaram em propostas de devolução de recursos por dano ao erário ou aplicação em desacordo com a finalidade legal das transferências.

Na decisão, o ministro voltou a criticar práticas relacionadas à destinação das verbas parlamentares. Dino afirmou ser "totalmente anômalo que ex-parlamentares mantenham cotas orçamentárias informais e, diretamente, transmitam ordens para funcionários da Casa Parlamentar" e reiterou que as emendas parlamentares "não são parcelas do patrimônio privado de cada membro do Congresso".

Na última semana, o ministro determinou o bloqueio de bens de investigados em um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares, contrariando parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República). A medida atingiu, em especial, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, e Eduardo Cunha (Republicanos-MG), cujos patrimônios foram parcialmente congelados.

A decisão ocorre no âmbito da Operação Transparência, que investiga o suposto desvio de emendas parlamentares conduzido por pessoas sem mandato, com o uso da estrutura administrativa da Câmara dos Deputados para realizar a destinação irregular de recursos em nome de deputados.

Segundo o ministro, o papel desempenhado pelo STF no processo não representa falhas sobre decisões políticas do Congresso ou do Executivo, mas se limita à fiscalização da constitucionalidade e da legalidade da execução das emendas.

A decisão integra o acompanhamento feito pelo Supremo do plano de trabalho firmado entre os Poderes para melhorar o controle sobre as emendas parlamentares após as mudanças determinadas pela Corte no modelo de execução desses recursos.

Helena Prestes, da CNN Brasil* - *Sob supervisão.

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