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Moraes diz que detenção de Bolsonaro na PF não era “colônia de férias”

Decisão de transferir Bolsonaro da PF para a Papudinha aconteceu após uma série de reclamações de parentes do ex-presidente...


Depois de uma série de reclamações da defesa e de familiares do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que a detenção do ex-presidente na Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) em Brasília não era “colônia de férias”. A manifestação do magistrado consta na decisão divulgada nesta quinta-feira (15/1).

Moraes decidiu pela transferência de Bolsonaro da PF para a Sala de Estado maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecida como Papudinha.

“Ressalte-se, entretanto, que essas condições absolutamente excepcionais e privilegiadas não transformam o cumprimento definitivo da pena de Jair Messias Bolsonaro, condenado pela liderança da organização criminosa na execução dos gravíssimos crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito e suas instituições, em uma estadia hoteleira, ou em uma colônia de férias, como erroneamente várias das manifestações anteriormente descritas parecem exigir”, escreveu Moraes.

O ministro se referiu à insistência dos filhos de Bolsonaro em comparar a Sala de Estado maior a um “cativeiro” ao apresentar reclamações do “tamanho das dependências”, do banho de sol, do ar-condicionado, do horário de visitas e “ao se desconfiar da ‘origem da comida’ fornecida pela Polícia Federal, e, ao exigir a troca da ‘televisão por uma SMART TV’, para, inclusive, ‘ter acesso ao YOUTUBE'”, diz trecho da decisão.

Em atualização.

LEIA MAIS - Moraes decide transferir Jair Bolsonaro para 'Papudinha'

FONTE - METRÓPOLES.

Moraes decide transferir Jair Bolsonaro para 'Papudinha'

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (15/1) transferir Jair Bolsonaro (PL) para a Sala de Estado Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, a chamada Papudinha. Hoje, o ex-presidente está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

foto - reprodução

A determinação de Moraes é para que Bolsonaro cumpra pena privativa de liberdade de 27 anos e 3 meses por trama golpista, no novo local, onde estão presos o ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Anderson Torres e o ex-chefe da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques. 

Bolsonaro, no entanto, ficará em cela separada.

fonte - Metrópoles.

Suspensão da emissão de vistos dos EUA não afeta turistas

O Departamento de Estado dos Estados Unidos confirmou a suspensão, por tempo indeterminado, da emissão de vistos para 75 países, entre eles o Brasil. A medida não afeta os vistos para turistas. 


De acordo com informações da Agência Reuters, entre os países afetados estão Brasil, Somália, Irã, Rússia, Afeganistão, Nigéria, Iêmen e Tailândia. A medida entra em vigor a partir do dia 21 janeiro.

"O Departamento de Estado usará sua autoridade de longa data para considerar inelegíveis os imigrantes em potencial que se tornariam um encargo público para os Estados Unidos e explorariam a generosidade do povo americano", disse Tommy Pigott, porta-voz adjunto do Departamento de Estado.

"O processamento de vistos de imigrantes desses 75 países será pausado enquanto o Departamento de Estado reavalia os procedimentos de processamento de imigração para evitar a entrada de estrangeiros que receberiam assistência social e benefícios públicos", acrescentou.

Procurado, o Itamaraty não se manifestou até o momento. A Agência Brasil procurou ainda a Embaixada dos EUA em Brasília e aguarda retorno.

A decisão ocorre em meio à crise em torno do estado de Minnesota, onde a polícia anti-imigração ICE assassinou a estadunidense Renee Nicole Good, gerando uma onda com mais de mil protestos em todo o país.  

O presidente dos EUA, Donald Trump, tem atacado imigrantes do estado, governado por democratas, acusando-os de fraudarem sistemas de benefícios sociais.

Desde que retornou à Presidência, Trump tem adotada medidas de repressão à imigração, priorizando a fiscalização da imigração, enviando agentes federais para as principais cidades dos EUA e provocando confrontos violentos tanto com imigrantes quanto com cidadãos norte-americanos.

Na segunda-feira (12), o Departamento de Estado dos Estados Unidos informou ter revogado mais de 100.000 vistos desde que o presidente Donald Trump assumiu o cargo no ano passado.

* Com informações da Reuters.

Novo ministro da Justiça toma posse em evento ao lado de Lula e Lewandowski

Cerimônia administrativa está marcada para as 15h30, no Palácio do Planalto, e será fechada

O novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, tomará posse nesta quinta-feira (15), em um evento fechado, no Palácio do Planalto. 



A cerimônia, marcada para as 15h30, contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do chefe da pasta, Ricardo Lewandowski.


Execução de manifestante do Irã é adiada após mobilização, diz ONG à CNN

As autoridades do Irã adiaram a execução de Erfan Soltani, um manifestante de 26 anos, em meio a uma mobilização global gerada pelo caso, segundo relatou a ONG de direitos humanos Hengaw à CNN Brasil.


A execução de Soltani, que foi preso há menos de uma semana em meio às manifestações no país, estava prevista para esta quarta-feira (14).

A organização disse ter conseguido entrar em contato com familiares de Soltani, apesar do apagão digital no país.

"A ordem de execução previamente comunicada à sua família e agendada para quarta-feira não foi cumprida e foi adiada", relatou Arina Moradi, integrante da Hengaw, à CNN Brasil.

A ONG destacou que "devido à contínua interrupção da internet e às severas restrições de comunicação, não é possível, no momento, a cobertura em tempo real dos desdobramentos deste caso".

O caso atraiu atenção global com repercussão em veículos de imprensa internacionais.

Trump diz que não há planos de execução no Irã

A informação é revelada no mesmo dia em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que "não há planos para execuções" no Irã e que a "matança está parando".

"Não há nenhum plano para execuções, nem haverá nenhuma execução. Recebi essa informação de uma fonte confiável. Vamos nos informar. Tenho certeza de que, se isso acontecer, ficarei muito chateado", pontuou o presidente no Salão Oval da Casa Branca.

Quem é Erfan Soltani, que teve execução adiada?

Segundo a Hengaw, Erfan Soltani é morador do bairro de Fardis, na cidade de Karaj.

O grupo afirma que ele foi preso em sua residência na quinta-feira (8), em conexão com os protestos.

O portal Iranwire noticiou que Soltani trabalhava na indústria de vestuário e havia entrado recentemente em uma empresa privada.

"Aqueles que o conhecem o descrevem como apaixonado por moda e estilo pessoal. Seu perfil no Instagram — um dos poucos que as autoridades não apagaram — mostra um jovem que gostava de musculação, esportes e de levar uma vida simples", diz a reportagem.

Uma fonte do portal afirmou que o homem teria recebido "mensagens ameaçadoras de fontes de segurança", mas continuou "comprometido com os protestos".

Exoneração de Régis Braguin é publicada no Diário Oficial; coronel Glauber Souto assume o comando da corporação em RO

O governador de RO Marcos Rocha oficializou nesta quarta-feira (14) a troca no comando da Polícia Militar. A exoneração do coronel Régis Braguin do cargo de comandante-geral foi publicada no Diário Oficial do Estado, formalizando a mudança na cúpula da corporação.


Régis Braguin estava à frente da Polícia Militar desde julho de 2023 e construiu uma trajetória considerada atípica dentro da instituição. Ele entrou na corporação como soldado e se tornou o primeiro comandante-geral oriundo da base da tropa, o que lhe garantiu forte identificação com o efetivo e reconhecimento interno.

O perfil operacional adotado durante a gestão também projetou seu nome no cenário nacional.

Durante o período no comando, o coronel acumulou a presidência da Regional Norte do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais, órgão responsável por promover a integração e o alinhamento estratégico entre as polícias militares dos estados brasileiros.

Para assumir o comando da corporação, o governo nomeou o coronel Glauber Souto, que ocupava a função de subcomandante-geral. 

Ele passa a responder oficialmente pelo posto máximo da Polícia Militar, em uma mudança que indica novo direcionamento na condução da segurança pública estadual.


A posse do novo comandante ocorreu em ambiente reservado, no gabinete do governador, às 10h desta quarta-feira.

Marcos Rocha descarta disputa ao Senado e garante permanência no Governo até o fim de 2026

O governador Marcos Rocha confirmou, na noite desta segunda-feira, que não irá disputar uma vaga no Senado Federal e permanecerá à frente do Governo até o encerramento do mandato, em dezembro de 2026. O anúncio foi feito durante entrevista concedida à SIC TV.


Ao falar sobre a decisão, Rocha afirmou que não pretende deixar o comando do Executivo estadual e destacou que não entregará o Governo a pessoas em quem não confia, em uma referência direta ao vice-governador Sérgio Gonçalves. 

O episódio reforça o distanciamento político entre os dois, já evidenciado anteriormente, inclusive em uma demissão ocorrida durante entrevista no mesmo canal de televisão.

A confirmação da permanência de Rocha no cargo altera o cenário político e frustra expectativas de grupos que planejavam a sucessão no Palácio Presidente Vargas ainda neste ano. 

O vice-governador, que aguardava a saída antecipada do titular para assumir o Governo e construir um projeto de continuidade, vinha mantendo diálogos com diferentes lideranças políticas.

Com a decisão, Marcos Rocha mantém o controle do Executivo estadual até o fim do mandato e passa a ter papel central nas articulações políticas para 2026, inclusive com a possibilidade de apoiar nomes para a próxima disputa ao Governo e influenciar a composição de futuras chapas.

Redano garante R$ 2,5 milhões para ônibus semi-leito transportar pacientes a Porto Velho

Um investimento de R$ 2.582.000,00 já foi oficialmente empenhado pelo Governo de Rondônia para a aquisição de um ônibus semi-leito, que será utilizado no translado de pacientes que necessitam de atendimentos especializados em unidades de saúde de Porto Velho. O recurso é fruto de indicação parlamentar do deputado estadual Alex Redano (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia.


A liberação foi formalizada por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), que autorizou a execução orçamentária do valor, garantindo a viabilização do projeto. Com o empenho realizado, o recurso está assegurado para a compra do veículo, que irá oferecer mais conforto, segurança e dignidade aos pacientes que precisam viajar longas distâncias em busca de tratamento.

O ônibus semi-leito será destinado ao transporte de moradores que dependem da rede pública para realizar consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos de média e alta complexidade na capital, fortalecendo a logística da saúde e reduzindo o desgaste físico e emocional dos pacientes.

De acordo com o deputado Alex Redano, o investimento reflete o compromisso do mandato com a saúde pública. “Nosso objetivo é garantir que as pessoas tenham acesso a um atendimento mais humano e digno. O transporte adequado é parte essencial do cuidado com o paciente, especialmente para quem precisa viajar para fazer tratamento”, destacou.

A prefeita Carla também agradeceu a destinação do recurso e ressaltou o impacto positivo da parceria institucional. “Quero agradecer ao deputado Alex Redano pelo compromisso com a nossa população e pela sensibilidade em direcionar esse recurso para a saúde. Esse apoio fortalece nosso trabalho e contribui diretamente para a melhoria dos serviços oferecidos à comunidade”, afirmou.

fonte - da Assessoria

Carlos publica carta para Bolsonaro: “Sua história não termina aqui”

Ao longo do texto, Carlos pede para que Jair Bolsonaro resista por amor aos filhos e a todos os apoiadores

O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) tornou pública, nesta terça-feira (13/1), a carta que enviou ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena de 27 anos e 3 meses na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. “Você nos ensinou que dignidade não se negocia”, afirmou Carlos em trecho.



Em publicação, no X, o filho de Bolsonaro informou que enviou uma carta ao pai e que a tornaria pública, pois isso o “fortalece”. Ao longo do texto, Carlos pede para que o ex-mandatário resista por amor aos filhos e a todos os apoiadores.


“Cada dia que passa, pai, confirma aquilo que sempre soubemos: não é sobre erros, não é sobre leis — é sobre te quebrar moralmente. E é justamente por isso que resistir se tornou um ato de amor. Amor por nós, teus filhos. Amor por quem acredita em você. Amor pela verdade”, escreveu o ex-vereador.



Carlos finaliza encorajando Bolsonaro: “Levante-se todos os dias com a certeza de que sua história não termina aqui”. (Metrópoles)

PF analisa pedido encaminhado por Lewandowski para investigar Flávio

 Pedido partiu de deputada por publicações do senador que associam o presidente Lula ao ditador venezuelano Nicolás Maduro

A PF (Polícia Federal) analisa um pedido para eventual investigação contra o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Após análise, a PF pode ou não abrir um inquérito.



A solicitação foi enviada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, ainda sob o comando de Ricardo Lewandowski, com base em pedido da deputada federal Dandara Tonantzin (PT-MG), em 7 de janeiro. O caso chegou à PF no dia seguinte (8).


A parlamentar pede que a PF investigue o senador por publicações que associam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao ditador venezuelano Nicolás Maduro. O envio foi uma das últimas ações de Lewandowski à frente da pasta, que entregou sua carta de demissão a Lula na quinta-feira (8).


No documento, a deputada denuncia uma suposta prática de crimes contra a honra de Lula ao citar uma postagem do pré-candidato do PL à Presidência dizendo que Lula seria "delatado", o que causaria “o fim do Foro de São Paulo”. A publicação foi feita após o venezuelano ter sido capturado pelos Estados Unidos.


Nessa análise do pedido, a PF pode abrir inquérito, pode entender que não há elementos para investigação ou definir que não é de sua competência e enviar o caso à outra esfera.


A CNN procurou a equipe de Flávio Bolsonaro e aguarda manifestação.


O contrato da mulher de Moraes com o Master continua sem explicação

 Mas Alexandre de Moraes cogitaria abrir um inquérito para investigar uma eventual quebra de sigilo fiscal de ministros do STF

Alexandre de Moraes acha que não tem de dar nenhuma explicação sobre o contrato multimilionário firmado pelo escritório da sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master, desse extraordinário Daniel Vorcaro. Contrato curioso, no mínimo, porque ela ganhou uma bolada sem ter de fazer praticamente nada pelo banco.



A preocupação do ministro seria descobrir quem vazou a informação para a imprensa, de acordo com a jornalista Hadass Leventhal.


“O ministro do STF Alexandre de Moraes cogita abrir um inquérito para investigar uma possível quebra de sigilo fiscal de ministros da Corte protagonizada pela Receita Federal e pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras)”, publicou ela.


Além de Moraes, o ministro Dias Toffoli, que correu para pegar para si o inquérito sobre as fraudes cometidas pelo Banco Master, em leitura inovadora do princípio de juiz natural, também teria tido o sigilo fiscal violado.


“No caso de Alexandre de Moraes, houve a divulgação do contrato de sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master, no valor total de R$ 131,3 milhões em 3 anos. O contrato em si não contém dados sigilosos, mas houve também divulgação de detalhes do funcionamento financeiro do escritório de Viviane que podem ter sido extraídos do Coaf ou da Receita Federal”, escreveu Leventhal.


“No caso do ministro Dias Toffoli, há informações sobre negócios de sua família que também revelam operações financeiras só acessíveis pelo Coaf ou pela Receita Federal”, acrescentou a jornalista.


Ao ler a notícia, pensei com os meus botões como o ideal seria que, diante de situações mal explicadas, ministros do STF abrissem os seus sigilos para dirimir suspeitas certamente infundadas. Mas os meus botões disseram que, aí, o país seria outro. Fui obrigado a concordar.


O que ocorre é o contrário: quanto mais sigilo, melhor na visão deles.


Veja-se a história das pressões que Moraes teria feito sobre o Banco Central em favor do Master, negadas pelo ministro em uma série de notas divulgados em dezembro.


O jornalista André Shalders informou que o Banco Central pôs em sigilo todas as comunicações com Moraes sobre a liquidação do Master. Tais comunicações foram pedidas pelo meu colega de Metrópoles por meio da Lei de Acesso à Informação.


“O Banco Central negou o acesso total aos registros, alegando a proteção de dados patrimoniais e informações pessoais. Ao fazê-lo, o Banco Central colocou sob sigilo informações básicas, como trocas de mensagens, datas e registros de reuniões. Em geral, a prática dos órgãos públicos é tarjar as informações sensíveis ou protegidas por lei, que possam expor dados pessoais. O restante é fornecido”, explicou Shalders.


Ora, se é mentira que Moraes tenha exercido pressão em favor do banco que tem um contrato multimilionário com a sua mulher, não seria o caso de divulgar tudo? Fiz essa pergunta aos meus botões, e foram eles a concordar comigo dessa vez. (Metrópoles)

Número de presos políticos libertados na Venezuela sobe para 49, diz ONG

Número ainda é menos da metade das 116 pessoas que teriam sido soltas, segundo contagem das autoridades

A organização Foro Penal afirmou que subiu para 49 o número de presos libertados na Venezuela desde que o governo do país anunciou o início do processo de soltura na quinta-feira (8).



A ONG, que confirma cada caso com as famílias, havia relatado 17 libertações até domingo (11), antes de o governo anunciar uma nova série de solturas na madrugada desta segunda-feira (12).


No entanto, o número ainda é menos da metade dos 116 relatados pelas autoridades, que não divulgaram uma lista com a identidade dos envolvidos nem especificaram em quais centros de detenção estavam.


“Continuamos a validar as informações e a verificar se são de fato presos políticos”, afirmou o Foro Penal em um relatório que abrange os eventos até as 14h30, horário local.


O presidente da Assembleia Nacional do país, Jorge Rodríguez, afirmou que o governo libertaria um "número significativo" de pessoas como gesto de paz. (CNN)

Trump divulga imagem onde se apresenta como "presidente interino da Venezuela"

Imagem foi divulgada na conta oficial do presidente dos EUA, na rede social Truth Social

O presidente norte-americano, Donald Trump, divulgou uma imagem na qual se autoproclama presidente interino da Venezuela.



A imagem publicada na sua rede social Truth Social, é uma edição de uma página da Wikipedia, na qual Donald Trump se apresenta não só como presidente dos EUA, como também presidente interino da Venezuela.



Imagem divulgada na conta oficial do presidente dos EUA, na sua rede social Truth Social

Apesar de Delcy Rodríguez, ex-vice-presidente de Nicolás Maduro, ter tomado posse como presidente interina da Venezuela, após a captura de Nicolás Maduro, por parte das forças armadas norte-americanas, Donald Trump tem deixado claro que, na realidade, é ele quem está aos comandos do país da América Latina. 


Recentemente, em entrevista à NBC News, no mesmo dia em que Delcy Rodríguez tomou posse como presidente interina da Venezuela, Donald Trump sublinhou que a até então vice-presidente venezuelana está a cooperar com as autoridades norte-americanas, ressalvando, contudo, que não houve qualquer comunicação entre Rodríguez e os EUA antes da captura de Maduro.


Na entrevista, o presidente norte-americano adiantou que tem uma equipa de altos funcionários envolvidos neste processo na Venezuela, nomeando o secretário de Estado, Marco Rubio, o secretário da Defesa, Pete Hegseth, o chefe de gabinete adjunto da Casa Branca, Stephen Miller e o vice-presidente, JD Vance.


Quando questionado sobre quem está, em última instância, aos comandos da Venezuela, Trump respondeu: "Eu." (CNN)

Advogado diz que errou após fala sobre arrancar cabeça de bolsonarista

Procurado pela coluna, Lindomar confirmou a autoria da mensagem e afirmou que a conversa ocorreu em um grupo restrito a advogados

Após a repercussão negativa de mensagens atribuídas ao advogado Lindomar da Silva Rezende (foto em destaque) em um grupo de WhatsApp ligado à advocacia de Cáceres (MT), o próprio autor afirmou à coluna que foi “infeliz” nos comentários.



As mensagens, que circularam na noite de quarta-feira (7/1), causaram indignação entre profissionais do direito por trazerem defesa explícita de violência política.


Em um dos trechos que geraram maior reação, Lindomar escreveu que “torcia para que um dia possamos cortar cabeças de bolsonaristas em praça pública”, acrescentando que se colocaria como “voluntário”.


Prints da conversa, obtidos pela coluna, mostram que a fala ocorreu no contexto de uma discussão política acalorada no grupo, após o compartilhamento de uma notícia envolvendo o senador Flávio Bolsonaro.


A publicação tratava do uso da cota parlamentar para custear passagens aéreas em viagem a São Paulo, com pedido de reembolso de R$ 13,6 mil ao Senado, valor que, segundo a assessoria do parlamentar, seria devolvido após a identificação de um equívoco.


Retratação

Procurado pela coluna, Lindomar confirmou a autoria da mensagem e afirmou que a conversa ocorreu em um grupo restrito a advogados, em meio a um debate político intenso. Em nota enviada à reportagem, ele declarou:


“Reafirmo que fui infeliz em meus comentários e deles me retrato publicamente.”


O advogado disse ainda que as falas foram feitas “em tom de galhofa”, sem intenção de incentivar violência, e alegou que outros participantes do grupo também teriam proferido ofensas durante a discussão. Segundo ele, o vazamento das mensagens contribuiu para ampliar a repercussão do caso.

Lindomar já ocupou cargo público em Cáceres, onde atuou como coordenador do Procon. Até o momento, segundo informou a OAB Mato Grosso por meio de sua assessoria, não há registro de denúncia formal ou pedido de apuração disciplinar relacionado ao caso. (Metrópoles)

Devedor contumaz: lei é sancionada com veto a benefício ao bom pagador

 Norma endurece punições a empresas que usam inadimplência como estratégia e mantém vetos a benefícios fiscais para bons pagadores

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nessa quinta-feira (8/1) a criação do Código de Defesa do Contribuinte, que enquadra o chamado Devedor Contumaz, aposta do governo para reduzir fraudes fiscais. No entanto, o presidente vetou partes que tratavam de benefícios aos bons pagadores, como o prazo para pagamento dos tributos.



A norma foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (9/1), e endurece as regras para identificar e penalizar contribuintes que usam a inadimplência tributária de forma reiterada como estratégia de negócio, e cria mecanismos para estimular o pagamento regular de tributos.


O ponto central da lei é a definição do chamado devedor contumaz, contribuinte, pessoa física ou jurídica, que acumula dívidas fiscais substanciais, repetidas e sem justificativa plausível. A nova legislação estabelece critérios objetivos para essa caracterização e prevê punições mais rígidas para quem se enquadrar na categoria.


O que muda com a lei

Pela nova regra, ao ser notificado, o contribuinte terá um prazo para regularizar sua situação ou apresentar defesa administrativa antes de ser oficialmente declarado devedor contumaz. Caso a condição seja confirmada, ele poderá enfrentar penalidades severas, como:


Restrição do uso de benefícios fiscais;

Impeditivo de participar de licitações públicas;

Vedação a firmar novos contratos com o setor público;

Possibilidade de declaração de inaptidão do CNPJ, limitando a atuação da empresa no mercado.

A lei também cria programas para incentivar uma postura fiscal correta por parte dos contribuintes, como o Programa de Conformidade Cooperativa Fiscal (Confia), o Programa de Estímulo à Conformidade Tributária (Sintonia) e o Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado (OEA), que preveem benefícios como tratamento diferenciado e facilidades administrativas para quem mantém bom histórico de pagamento.


Vetos presidenciais e impacto


Apesar de sancionar a lei, o presidente Lula vetou cinco dispositivos do texto, incluindo alguns que previam benefícios fiscais e facilidades para bons contribuintes que enfrentam dificuldades pontuais. Entre os principais vetos estão:


Desconto de até 70% em multas e juros moratórios para contribuintes com bom histórico, mas com capacidade de pagamento prejudicada temporariamente;

Uso de créditos de prejuízo fiscal e base negativa da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) para abater parte da dívida;

Prazos de parcelamento de até 120 meses para quitação de tributos.

O governo justificou os vetos com base na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), argumentando que algumas das medidas poderiam representar renúncia tributária excessiva ou violar normas orçamentárias ao ampliar gastos sem contrapartida definida.


Como resultado, embora a lei mantenha estímulos para bons contribuintes por meio de programas de conformidade e atendimento prioritário, os dispositivos que concediam descontos e facilidades mais amplas foram excluídos do texto final sancionado.


A maioria dos dispositivos já entra em vigor imediatamente, com exceção de algumas partes dos programas de conformidade e selos de conformidade, cujas regras começarão a valer em até 90 dias após a publicação no DOU. (Metrópoles)

PT aposta em Haddad para concorrer ao Senado ou ao governo de SP

O ministro da Fazenda, no entanto, manifestou que não quer concorrer a nenhum cargo, uma vez que Haddad vai coordenar a campanha de Lula

Cúpula do núcleo duro do Partido dos Trabalhadores (PT) defende que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, concorra ou ao governo de São Paulo (SP) ou ao Senado, também pelo estado paulista.



O problema, no entanto, é que o próprio petista resiste a se candidatar a qualquer cargo, uma vez que quer ficar responsável pela coordenação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para um quarto mandato.


No cenário em que Haddad concorreria pelo governo do estado com maior capital do Brasil, ele seria páreo para o governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos-PB), que pretende concorrer à reeleição.


Haddad pretende deixar o cargo antes do fim do mandato, como mostrou o Metrópoles. O desejo de Haddad foi tratado diretamente com Lula, mas o ministro sabe que o presidente deve deixar a decisão para o último momento; por isso, ainda não há data para a saída.


Caso dispute algum cargo em 2026 ou coordene a campanha presidencial do PT, Haddad precisa sair do cargo até abril de 2026.


Na visão de petistas ouvidos pela reportagem, a única possibilidade de Haddad concorrer ao governo do SP seria se Tarcísio anunciasse a candidatura para a Presidência da República. Até o momento, o aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sinalizou que não pretende concorrer ao Planalto.


Na equação, há ainda a manifestação de tentar emplacar o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB), para o governo paulista. Este, entretanto, quer continuar na chapa de Lula para as eleições presidenciais deste ano. (Metrópoles)

Prefeito de Porto Velho lidera ranking nacional em avaliação inédita de serviços públicos

Léo Moraes aparece no topo da pesquisa e destaca a capital de Rondônia no maior estudo já realizado sobre gestão municipal no país...


Porto Velho aparece no centro do debate nacional sobre gestão pública após os resultados preliminares da maior avaliação independente de serviços públicos municipais já realizada no Brasil. O levantamento, conduzido pelo Instituto Veritá, aponta o prefeito Léo Moraes (Podemos) como o mais bem avaliado entre todas as capitais brasileiras, com índice de aprovação de 94,5%, segundo a percepção direta da população.


A pesquisa avaliou 51 serviços municipais e o desempenho geral dos prefeitos, o que resultou em 52 indicadores consolidados a partir de 91 temas considerados prioritários pelos cidadãos. Esses temas se organizam em 18 áreas da administração pública, como transporte, educação, saúde, infraestrutura, segurança e saneamento. 

Ao todo, mais de 100 mil pessoas participaram da etapa nacional, sendo cerca de 30 mil entrevistados que responderam integralmente às 77 perguntas do questionário, com margem de erro entre 2% e 3%.

No ranking geral dos prefeitos das capitais, Porto Velho ocupa a primeira colocação. A avaliação positiva do prefeito Léo Moraes se concentra principalmente nas áreas de transporte público e de obras, infraestrutura e mobilidade urbana, que figuram entre os melhores desempenhos atribuídos à gestão municipal pela população. O estudo também identificou desafios, como saneamento e meio ambiente, o que ressalta o caráter técnico e detalhado do levantamento.

“O resultado reflete o que a população sente no dia a dia. A avaliação nasce da experiência real das pessoas com os serviços públicos da cidade”, afirmou Léo Moraes, prefeito de Porto Velho. Moraes avalia que a pesquisa oferece um retrato direto da relação entre gestão e cidadão, além de servir como base para decisões administrativas mais precisas. 


Além do desempenho do prefeito, Porto Velho aparece com destaque em áreas específicas avaliadas pelo estudo, o que posiciona a capital rondoniense como referência nacional em gestão municipal baseada na percepção popular. 

Parte dos resultados detalhados e da metodologia utilizada está disponível no relatório técnico que acompanha a divulgação da pesquisa, já apresentada como base para a expansão do projeto a municípios com mais de 100 mil habitantes.

O Instituto Veritá informa que o projeto resulta de mais de uma década de aperfeiçoamento metodológico e de mais de 30 anos de atuação na avaliação de políticas públicas. 

O objetivo é oferecer dados qualificados à sociedade e aos gestores, com foco na melhoria contínua dos serviços municipais e no fortalecimento da transparência pública.

Lula veta PL da Dosimetria de forma integral

Veto agora segue para análise do Congresso; proposta aprovada pelo Legislativo reduzia penas dos condenados pelos atos criminosos de 2023 e dos que planejaram um golpe de Estado em 2022, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou na manhã desta quinta-feira (8) o texto do PL (projeto de lei) da Dosimetria, que promovia a redução de penas dos condenados por participarem dos atos criminosos do 8 de Janeiro.


Aprovado pelo Congresso em dezembro do ano passado, a proposta também beneficiava aqueles que participaram da elaboração de um plano de golpe para tirar Lula do poder e manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Presidência.


De forma simbólica, a assinatura do veto se deu durante cerimônia organizada pelo governo Lula para marcar os três anos do 8 de Janeiro, quando manifestantes invadiram e depredaram os prédios dos Três Poderes pedindo por uma intervenção federal.


O evento, que tem como objetivo “reforçar os valores da democracia”, se dá em um momento em que políticos de direita do país defendem a redução de penas.


Com mais de 800 condenações pelo STF (Supremo Tribunal Federal), os julgamentos relacionados ao plano de golpe de Estado também resultaram na prisão de Bolsonaro, considerado o maior nome da direita brasileira, e de generais das Forças Armadas.


No Legislativo, o tema causou embate ao longo de todo o ano de 2025 entre governistas e oposição. Lula já havia manifestado publicamente a intenção de barrar a proposta.


Agora, o veto de Lula segue para análise do Congresso Nacional. Em sessão especial reunindo Senado e Câmara, os congressistas vão decidir se devem ou não derrubar o veto presidencial.


O que diz o PL da Dosimetria

O PL da Dosimetria altera regras da Lei de Execução Penal e prevê mudanças no cálculo das penas.


Na prática, o texto altera a forma como as penas são somadas quando um réu é condenado por mais de um crime cometido no mesmo contexto, proibindo esse tipo de conta.


Dessa forma, quando, por exemplo, os crimes de tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado são praticados juntos, apenas a penas mais grave é aplicada, e não a soma das duas.


Além disso, o projeto também prevê o menor tempo possível de prisão para a progressão do regime em crimes contra o Estado Democrático de Direito, sem considerar se o réu é reincidente ou se houve o uso de violência ou grave ameaça. (CNN)


Erika Hilton pede para Justiça fiscalizar preços abusivos em praias

Deputada propõe manual de boas práticas e canal para recebimento de denúncias; solicitação ocorre após agressão de casal em Porto de Galinhas

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) pediu para o Ministério da Justiça fiscalizar os preços abusivos praticados em praias do litoral brasileiro. A CNN Brasil teve acesso ao documento, que foi enviado à Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), nesta quarta-feira (7).



A solicitação ocorreu após o aumento de denúncias envolvendo consumação mínima e preços elevados em praias. Um dos casos citados no pedido foi o do casal de turistas de Mato Grosso, agredido no dia 27 de dezembro, na praia de Porto de Galinhas, em Pernambuco, após uma briga por conta do valor que seria pago pelo uso de cadeiras no local.


O episódio, que envolveu cerca de 15 agressores, revisitou a discussão sobre os limites legais das cobranças em praias e a proibição da consumação mínima e da venda casada. Atualmente, o CDC (Código de Defesa do Consumidor) veta a prática de condicionar aluguéis de itens a consumo em estabelecimentos.


Conforme aponta o ofício, condutas semelhantes têm sido registradas em outros estados, como Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. "A naturalização dessas cobranças contribui para a privatização informal das praias e reforça desigualdades no acesso ao lazer e ao território", diz trecho de ofício assinado por Erika Hilton.


A deputada pede ainda para a Senacon avaliar a elaboração do que chama de um Manual Nacional de Boas Práticas para utilização de cadeiras e serviços em praias, "com orientações claras aos prestadores de serviço, bem como a instalação de placas informativas nas orlas, indicando os direitos dos consumidores".


Erika propõe a criação de um canal específico para recebimento de reclamações sobre casos similares no Procon. A ideia é aumentar a agilidade da atuação do órgão após as denúncias.


"Cabe ao Estado, por meio de seus órgãos de defesa do consumidor, atuar de forma preventiva e educativa, garantindo que atividades econômicas sejam exercidas com respeito à lei, à boa-fé e à dignidade das pessoas. A ausência de fiscalização contínua favorece a repetição dessas condutas e enfraquece a confiança da população nos instrumentos de proteção ao consumidor", afirma.


A deputada também acredita na necessidade da implementação de um grupo unificado com a participação da Senacon, Procons, prefeituras e outros órgãos competentes para acompanharem permanentemente as condutas nas praias.


A CNN Brasil entrou em contato com o Ministério da Justiça para um posicionamento da pasta, mas não obteve retorno até o momento desta publicação. O espaço segue aberto.


O que diz a Prefeitura do Ipojuca

Em nota, a Prefeitura do Ipojuca, cidade em que fica Porto de Galinhas, afirma que os episódios recentes envolvendo turistas estão sendo tratados com prioridade pelas forças de segurança e receberam resposta imediata do Estado, com investigações em andamento para a completa elucidação dos fatos e responsabilização dos envolvidos.


Ainda reforça que "o balneário de Porto de Galinhas é um dos destinos turísticos mais conhecidos e visitados do país e, como qualquer local com grande circulação de pessoas, registra ocorrências pontuais, que não refletem a realidade cotidiana do balneário".


Veja a nota na íntegra:


"O balneário de Porto de Galinhas é um dos destinos turísticos mais conhecidos e visitados do país e, como qualquer local com grande circulação de pessoas, registra ocorrências pontuais, que não refletem a realidade cotidiana do balneário. Os dados oficiais da Secretaria de Defesa Social (SDS) demonstram um cenário consistente de segurança: informações da Gerência Geral de Análise Criminal e Estatística (GGace) indicam que o ano de 2025 foi encerrado sem registro de homicídios na praia. Nos últimos anos, as Mortes Violentas Intencionais apresentaram redução contínua, e os crimes patrimoniais seguem em patamar considerado baixo para uma área de intenso fluxo turístico.


Os episódios recentes envolvendo turistas estão sendo tratados com prioridade pelas forças de segurança e receberam resposta imediata do Estado, com investigações em andamento para a completa elucidação dos fatos e responsabilização dos envolvidos.


Durante a alta temporada, as ações de segurança foram ampliadas no âmbito da Operação Verão, com reforço do efetivo da Polícia Civil na Delegacia de Porto de Galinhas, que funciona 24 horas, e intensificação do policiamento ostensivo da Polícia Militar, com novas viaturas, patrulhamento a pé na orla e presença preventiva em pontos estratégicos. O planejamento integrado assegura resposta rápida às ocorrências e fortalece a sensação de segurança ao longo de todo o período de maior movimentação turística."


O site também entrou em contato com o Governo de Pernambuco e aguardo retorno. (CNN)

PGR opina pela suspensão de trechos que alteraram Lei da Ficha Limpa

Para Gonet, mudanças igualam agentes responsabilizados uma única vez com quem foi sancionado com múltiplas e mais graves condenações

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou, nesta terça-feira (6/1), pelo deferimento da medida cautelar para suspender algumas das mudanças na Lei da Ficha Limpa aprovadas em 2025.



No parecer, Gonet opinou pela suspensão dos parágrafos § 4º-D e § 4º-E da Lei nº 64/1990. O primeiro prevê que as ações judiciais pelos mesmos fatos gerarão a inelegibilidade a partir da primeira condenação proferida por órgão colegiado, ainda que tenham sido impostas sanções ulteriores mais gravosas.


Já o segundo diz que, na hipótese de ocorrência de fatos ímprobos conexos, mesmo que haja ações de improbidade administrativa em processos separados, o prazo de 8 anos de inelegibilidade deverá ser contado a partir da primeira condenação proferida ou confirmada por órgão colegiado.


Segundo Gonet, esses trechos “igualam agentes responsabilizados uma única vez com aqueles que tenham sido sancionados com múltiplas e mais graves condenações”.


O PGR se manifestou no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) de autoria do partido Rede Sustentabilidade.


Gonet, porém, se posicionou pela manutenção do trecho que estabelece teto de 12 anos para a inelegibilidade em caso de múltiplas condenações por improbidade administrativa. Segundo o procurador-geral da República, “não merece crítica, do ponto de vista estritamente técnico-constitucional”, o limite de inelegibilidade unificado em 12 anos também estabelecido pela nova norma.


“Novamente, aqui, o legislador fez uma opção no âmbito da margem de discricionariedade política de que dispõe. A alguém ocorrerá que seria preferível uma consequência mais severa, mas não se pode dizer que a que o legislador adotou não se ajusta ao propósito que se liga o instituto da inelegibilidade”, pontuou o procurador-geral da República.


A ADI

A Rede pediu, na ADI protocolada no STF, a suspensão de todas as alterações na Lei da Ficha Limpa aprovadas pelo Congresso Nacional. A relatora da ADI é a ministra Cármen Lúcia.


O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vetou alguns trechos da norma que tratavam da retroatividade e que poderiam beneficiar os políticos já condenados, como o ex-governador do DF José Roberto Arruda; o ex-governador do Rio Anthony Garotinho; e o ex-deputado Eduardo Cunha. (Metrópoles)

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