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Flávio pede desculpas a Michelle e faz convite à "união de forças"

"Divergências de estratégia não significam divergências de princípios", afirmou o senador após atrito com a ex-primeira-dama...


O pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu desculpas publicamente à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e afirmou querer uma "união de forças".

"Em nenhum momento eu ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se, em algum momento, fiz isso, mais uma vez peço desculpas", disse Flávio em vídeo publicado nas redes sociais na tarde desta quinta-feira (25).

Segundo o pré-candidato, "divergências de estratégia não significam divergências de princípios". Ele reforçou que todos na família compartilham do mesmo objetivo.

"Tenho total convicção de que todos nós — eu, Michelle, Carlos e também a família inteira — temos o mesmo objetivo", declarou.

Na publicação, Flávio ainda pediu que a ex-primeira-dama aceite o convite para se reunirem e afirmou que seu coração "permanece aberto".

"De coração aberto, quero reforçar o convite que já havia feito à Michelle. Acredito que o diálogo, o respeito e a união serão sempre o melhor caminho", completou.

Entenda o atrito

Michelle Bolsonaro (PL) expôs, em vídeos publicados nas redes sociais na última quarta-feira (24), um atrito com o enteado Flávio Bolsonaro.

O desentendimento surge de uma discordância sobre acordo envolvendo o ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes (PSDB), pré-candidato ao governo do Ceará.

"Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone e eu não tinha feito nada contra ele. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante e então eu me recolhi", afirmou a ex-primeira-dama.

"Fiquei na minha e assim permaneço. [...] E desde esse dia, ele não me procurou mais. Eu também não procurei, porque estou respeitando o que ele falou e é só isso", acrescentou.

Ainda na noite de ontem, Flávio rebateu às acusações da madrasta.

"Em nenhum momento ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se o fiz em algum momento, mais uma vez, peço desculpas”, escreveu o senador em publicação nas redes sociais. “Tenho por ela respeito e reconhecimento pelo trabalho no PL Mulher, pelo cuidado com meu pai e por tudo o que representa para o Brasil", continuou.

"Toda nossa família está passando por um momento muito difícil. E entendo a angústia da Michelle vendo meu pai, todos os dias, sofrendo com tamanha injustiça", concluiu.

LEIA MAIS - Michelle nega "briga" após vídeo com críticas a Flávio: "Não tenho raiva"

fonte - Helena Prestes, da CNN Brasil*, Brasília.

Michelle nega "briga" após vídeo com críticas a Flávio: "Não tenho raiva"

Ex-primeira-dama afirma que apenas buscou esclarecer a situação e que irá trabalhar junto do partido para derrotar o "atual desgoverno"...


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou uma mensagem em suas redes sociais na manhã desta quinta-feira (25) em que apazigua sua relação com o enteado e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL). "Não há briga, nem competição." No dia anterior, Michelle publicou um vídeo afirmando que foi desrespeitada e maltratada pelo enteado.

Michelle abre a nota com a afirmação de que não tem raiva de ninguém: "apenas esclareci uma situação que estava sendo deturpada".

O desentendimento entre os dois surgiu por conta da recusa da ex-primeira-dama em apoiar a pré-candidatura do ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará, opção feita pelo PL e defendida por Flávio.

Ainda na definição da chapa que concorrerá a cargos no estado, outra rusga surge da rejeição do nome da vice-presidente nacional do PL Mulher, Priscila Costa, aliada de Michelle, para uma vaga ao Senado. Flávio Bolsonaro teria entrado em acordo com o deputado federal André Fernandes (PL-CE) para que a vaga fosse de Alcides Fernandes (PL-CE), pai de André Fernandes.

Na sequência da nota desta manhã, a presidente do PL Mulher afirma que os membros da sigla irão "todos trabalhar juntos para derrotar o atual desgoverno". Como mostrou a CNN, integrantes do PL avaliaram que a ex-primeira-dama extrapolou limites com os comentários do vídeo da última quarta-feira (24).

"Não há briga, nem competição. Peço apenas que não retirem trechos da minha fala de contexto para gerar confusão. Uma nova história será escrita com verdade, clareza e respeito", finaliza.

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*Sob supervisão de Renata Souza

FONTE - Lucas Massei, da CNN Brasil*, São Paulo.

Lula escolhe Teresa Leitão como nova líder do governo no Senado

Senadora ocupava cargo de líder da bancada do PT na Casa; escolha ocorre após saída de Jaques Wagner (PT-BA), alvo de operação da Polícia Federal na semana passada...


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta quinta-feira (25) a senadora Teresa Leitão (PT-PE) como nova líder do governo no Senado. A escolha ocorre após a saída de Jaques Wagner (PT-BA), que foi alvo de operação da PF (Polícia Federal) relacionada ao caso do Banco Master, na semana passada.

A senadora assumirá o cargo com a missão, segundo Lula, de articular a aprovação de duas PECs (Propostas de Emenda à Constituição) que são prioritárias para o governo sobre o fim da escala de trabalho 6x1 e a chamada PEC da Segurança Pública.

"Designei a senadora Teresa Leitão (PT-PE) para assumir a liderança do governo no Senado com a missão de articular o debate e a aprovação de projetos de interesse da população brasileira que estão em tramitação, como o fim da escala 6 por 1 e a PEC da Segurança, entre outros", disse Lula no X (antigo Twitter).

Teresa é vista como uma congressista com boas relações com oposição e governistas. Ela também está na metade do seu mandato de oito anos no Senado e não será candidata nas eleições deste ano, o que garante maior tempo para se dedicar à função de liderança na Casa.

"Agradeço ao presidente Lula pela confiança ao me convidar para assumir a Liderança do Governo no Senado. Conversamos nesta manhã, quando afirmei que assumo essa missão com os princípios que sempre orientaram minha trajetória pública: lealdade, diálogo, disciplina e trabalho", afirmou a senadora em suas redes sociais.

A CNN apurou que a escolha foi tratada diretamente por Lula e a senadora. A expectativa de integrantes do governo é que o ministro José Guimarães, da Secretaria de Relações Institucionais, intensifique sua atuação junto ao Senado.

Sob Jaques, a liderança do governo na Casa tinha atuação mais independente. Agora, com Teresa como líder, a avaliação interna é de que o ministro da SRI deve se envolver mais nas negociações das pautas prioritárias para o Executivo.

Jaques anunciou a saída da função depois de se reunir com Lula no Palácio da Alvorada, na quarta-feira (24). De acordo com o senador, a decisão foi tomada em "comum acordo" e após uma "conversa entre amigos". O afastamento de Jaques passou a ser defendido por aliados do governo para evitar maior desgaste na campanha do chefe do Executivo, que é pré-candidato à reeleição.

Na semana passada, o senador foi alvo de nova fase da operação Compliance Zero que mira o esquema de fraudes do Banco Master. As investigações da PF indicaram que Jaques teria recebido benefícios econômicos, de forma direta ou indireta, em troca de sua atuação em prol do Master no Senado. O senador nega as acusações e afirma que irá colaborar com as investigações.

fonte - Emilly Behnke, Duda Cambraia, da CNN Brasil, Brasília.

“Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou”, diz Michelle sobre Flávio

Declaração ocorre em meio a disputa de poder no entorno do ex-presidente Jair Bolsonaro e desentendimentos sobre o apoio do PL a Ciro Gomes

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira que o senador e pré-candidato do PL ao Planalto Flávio Bolsonaro a “maltratou” e a “desrespeitou” durante ligação. A declaração ocorre em meio a disputa de poder no clã Bolsonaro. Desde dezembro, quando Flávio anunciou que o pai o havia sido escolhido como nome do bolsonarismo à Presidência neste ciclo eleitoral, Michelle tem se mantido afastada do projeto político dos filhos do marido.



Segundo Michelle, a ligação ocorreu horas depois de ela tornar públicas as críticas às negociações com Ciro Gomes, no Ceará. Ela afirmou que tentou contato com Flávio por telefone e que, quando ele retornou, ouviu que seria melhor não interferir nos rumos do partido.

— Ele foi muito ríspido. Me desrespeitou e maltratou ao telefone. Eu não tinha feito nada contra ele. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política — disse Michelle.


O desgaste na relação da madrasta com os filhos de Bolsonaro é fruto de discordâncias no núcleo bolsonarista em torno da escolha do representante na corrida pelo Planalto, em uma disputa por protagonismo político. Michelle e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro romperam relações após o ex-parlamentar desaprovar abertamente a madrasta como opção de candidata à Presidência ou vice.


Já a relação com Flávio azedou quase um mês antes do anúncio dele como pré-candidato ao Planalto. O afastamento ocorreu após o senador ter feitos críticas públicas à madrasta, classificando a postura da ex-primeira-dama como “autoritária”.


A fala do senador ocorreu após Michelle se posicionar contra uma aliança costurada no Ceará para que o bolsonarismo apoiasse Ciro Gomes ao governo estadual. A ex-primeira-dama defendeu o nome do senador Eduardo Girão (Novo) neste pleito. Posteriormente, Flávio disse ter pedido desculpas à madrasta.


Sem espaço na corrida presidencial, Michelle indicou que disputaria o Senado pelo Distrito Federal. A participação dela nesta eleição, entretanto, foi colocada em dúvida pela ex-primeira-dama. Em março, ela afirmou que vai ficar afastada das articulações políticas enquanto o ex-presidente Bolsonaro se recupera.


Já em maio a reação de Michelle à crise envolvendo Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, reacendeu a tensão na família Bolsonaro. Segundo relatos feitos ao GLOBO, o ex-vereador Carlos Bolsonaro e Eduardo reclamaram a aliados da ausência de uma defesa pública mais enfática da ex-primeira-dama após ela evitar comentar o caso e afirmar que perguntas sobre o tema deveriam ser feitas “ao próprio Flávio”.


O desconforto aumentou ainda porque, no mesmo evento em Brasília, Michelle também se referiu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), como “irmão em Cristo”. A expressão foi utilizada pela ex-primeira-dama ao comentar a autorização dada pelo magistrado para que Jair Bolsonaro recebesse um cabeleireiro durante o período de prisão domiciliar.


Nos bastidores do PL, a postura da ex-primeira-dama é interpretada como um sinal de que ela continua preservando a própria posição política caso Jair Bolsonaro decida discutir mudanças no cenário presidencial da direita.


Segundo o colunista Lauro Jardim, do GLOBO, Michelle e Flávio não se falaram pessoalmente ainda neste ano. A comunicação entre eles se deu apenas por meio de intermediários, como o coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN); o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto; ea senadora Damares Alves (Republicanos-DF). (Informoney)

Jaques Wagner confirma saída de liderança do governo no Senado após ser alvo de operação

O senador Jaques Wagner (PT-BA) confirmou nesta quarta-feira (24) que irá a liderança do governo no Senado. A decisão foi antecipada pela CNN e foi tomada após o parlamentar se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na esteira das repercussões da operação da PF (Polícia Federal) relacionada ao caso do Banco Master que mirou o congressista, na semana passada.


Em nota publicada nas redes sociais, o senador afirmou que a decisão foi tomada em "comum acordo" e que a reunião com Lula foi uma "conversa entre amigos".

"Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado", disse o congressista em nota.

A ação da PF investiga indícios de benefícios econômicos recebidos pelo senador de forma direta ou indireta relacionados ao Master e a Augusto Lima, ex-sócio do banco. Jaques Wagner nega as acusações e tem afirmado que irá colaborar com as investigações.

Na segunda-feira (22), a defesa de Jaques acionou o STF (Supremo Tribunal Federal) para pedir a anulação da operação da PF que resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar.

Os advogados do senador argumentam terem ocorrido "erros graves" e reforçam que Jaques "jamais atuou no Congresso Nacional para favorecer o Banco Master".

Quadro histórico do PT e aliado antigo do presidente Lula, o senador ocupava o cargo na liderança desde o início da atual gestão petista. Foi anunciado para a função ainda no fim de dezembro de 2022, antes mesmo da posse do novo governo.

Como a CNN mostrou, aliados do chefe do Executivo pressionaram, nos bastidores, pela saída de Jaques do cargo para não contaminar a campanha de Lula, que é pré-candidato à reeleição. A primeira missão do Planalto então passou a ser convencer o senador a pedir o afastamento de maneira pública e evitar o desgaste de o presidente anunciar essa decisão.

Entre os cotados para assumir a função, estão os senadores Camilo Santana (PT-CE) e Teresa Leitão (PT-PE). Ambos não devem disputar as eleições deste ano e teriam tempo para se dedicar à articulação no Senado. Camilo foi ministro da Educação no atual governo e é próximo de Lula. Atual líder do PT no Senado, Teresa é vista como uma congressista com boas relações com oposição e governistas.

A repercussão negativa da operação da PF consolidou um desgaste que Jaques já vinha sofrendo desde a derrota de Jorge Messias para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal). O congressista foi o principal responsabilizado pela rejeição do Senado ao nome indicado pelo Planalto. Jaques foi culpado, em especial, por não ter alertado Lula sobre o risco de derrota.

Jaques também protagonizou impasse com integrantes do governo durante a tramitação do chamado "PL da Dosimetria", projeto que reduz as penas de condenados pelos atos de 8 de Janeiro. Em dezembro do ano passado, Jaques costurou acordo para o projeto avançar em troca de apoio para matérias prioritárias para o governo na agenda econômica.

Desde a última quinta-feira (18), quando foi realizada a última fase da operação Compliance Zero da PF, aliados do governo calculavam os danos à pré-campanha de Lula e buscavam ajustar o discurso. Publicamente, o PT reforçou apoio a Jaques e deu voto de confiança ao senador, mas integrantes da sigla defenderam, internamente, a necessidade de distanciar a imagem do senador para não atingir Lula.

O congressista também recebeu "solidariedade integral" do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que defendeu a sua "presunção de inocência". Em outra frente, a oposição intensificou críticas e viu o ocorrido como "munição" para reverter a narrativa sobre a ligação do Master com nomes da direita e do centrão.

Na semana passada, Jaques Wagner afirmou que não pedirá para deixar o cargo. Ele disse também que o presidente Lula não mencionou essa possibilidade no telefonema que tiveram horas após a operação.

“Não acho que o Lula vai fazer isso, mas se ele fizer, é um direito dele. O cargo de líder do governo é do presidente da República, mas eu falei com ele hoje e ele sequer tocou nesse tema”, afirmou.

O senador foi ministro do Trabalho e ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais no primeiro governo petista, além de ter chefiado o Ministério da Defesa e a Casa Civil durante as gestões de Dilma Rousseff.

FONTE - CNN BRASIL.

Erika Hilton acusa PSOL de privilegiar candidatos brancos

Deputada federal denuncia corte de recursos para candidaturas prioritárias e cobra transparência na distribuição do fundo eleitoral para 2026...

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) tornou pública nesta terça-feira (23) uma série de críticas à direção nacional do PSOL. Em publicação no X (antigo Twitter), a parlamentar afirmou estar “chocada e decepcionada” com decisões da legenda relacionadas à distribuição de recursos financeiros para as eleições de 2026 e acusou o partido de descumprir acordos firmados com lideranças.

Segundo Erika, ela e outros dirigentes optaram por continuar no PSOL com o objetivo de ajudar a legenda a superar a cláusula de barreira e ampliar sua representação no Congresso Nacional, contribuindo para a sustentação política do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, a deputada afirma que os compromissos assumidos pela direção partidária não estão sendo respeitados, o que, segundo ela, compromete a viabilidade de candidaturas consideradas estratégicas para o partido.

"É um absurdo que a direção partidária feche os olhos para essa realidade. Hoje, Juliano Medeiros, presidente da Federação PSOL-Rede, em sua primeira candidatura, teria exatamente a mesma prioridade que eu. Manuela Davila, que acabou de chegar ao partido, tem previsão de receber mais que o dobro. Respeito a trajetória deles e adoraria vê-los eleitos, mas isso é o privilégio branco e cis sobrepondo tudo: os acordos feitos conosco, cálculos eleitorais sérios…", escreveu.

A parlamentar destacou que sua condição de mulher negra e travesti exige, para ela, uma estrutura diferenciada para a realização de campanhas eleitorais, especialmente em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país. Erika argumenta que os custos com deslocamento e segurança são elevados e que a falta de recursos adequados pode não apenas prejudicar seu desempenho eleitoral, mas também colocar sua integridade física em risco.

Outro ponto de crítica foi a decisão da executiva nacional, presidida por Paula Coradi, de alterar a política interna de inclusão que estabelecia critérios específicos para repasses financeiros com recortes de gênero, raça e pessoas com deficiência. Para Erika Hilton, a mudança representa um retrocesso justamente em um momento em que a Justiça Eleitoral tem reconhecido a importância de mecanismos que promovam maior equidade na disputa eleitoral.

A deputada afirmou ainda que o problema não se restringe à sua candidatura. Ela mencionou lideranças como Renata Souza, no Rio de Janeiro, Rick Azevedo e o deputado estadual Carlos Giannazi, em São Paulo, como exemplos de nomes que, segundo sua avaliação, também estariam sendo prejudicados pela atual política de distribuição de recursos do partido.

Ao final da publicação, a parlamentar cobrou mais transparência e diálogo da direção nacional. Erika afirmou que ninguém pretende retirar recursos de candidaturas iniciantes, mas defendeu que o partido priorize lideranças com maior capacidade de mobilização popular e potencial eleitoral. “Exigimos que a direção cumpra a sua palavra”, escreveu.


Partido rebate

Em nota enviada ao SBT News, a direção nacional do PSOL disse que a distribuição dos recursos eleitorais está “em conformidade” com os objetivos da legenda. O partido disse que a estratégia busca eleger mais representantes e “derrotar a extrema-direita” nas eleições de outubro.

A sigla também afirmou que Erika Hilton está entre as pessoas que mais recebem recursos de campanha, considerando os limites do fundo eleitoral e os critérios internos de distribuição adotados pelo partido.

Segundo a nota, a proposta de distribuição dos recursos ainda será votada nas instâncias partidárias e considera metas eleitorais da legenda. O PSOL informou que o modelo estabelece um teto com o maior valor possível para todos os detentores de mandato que disputarão a reeleição, considerados pela sigla como principais puxadores de voto.

"[O PSOL] posiciona a campanha de Érika Hilton como maior investimento entre todas as candidaturas proporcionais do partido, diante do limite de recursos disponíveis e da necessidade de financiamento das demais candidaturas, tanto majoritárias quanto proporcionais em todas as Unidades da Federação", defendeu o partido.

fonte - SBT NEWS.

Léo Moraes declara apoio a Marcos Rogério para o Governo de Rondônia

Prefeito destacou a capacidade de diálogo, articulação política e liderança do senador...

A pré-candidatura do senador Marcos Rogério (PL) ao Governo de Rondônia ganhou um importante reforço político na noite desta segunda-feira (22), durante evento realizado em Porto Velho. Na ocasião, o prefeito da capital, Léo Moraes (Pode), declarou apoio ao projeto liderado pelo senador para as eleições de 2026.

Ao anunciar seu apoio, Léo Moraes destacou a capacidade de diálogo, articulação política e liderança de Marcos Rogério, além da parceria construída em favor de Porto Velho ao longo dos últimos anos.

Segundo o prefeito, o senador tem sido um importante aliado da capital em Brasília, contribuindo para a destinação de recursos e investimentos voltados à melhoria da infraestrutura e dos serviços públicos.

Léo Moraes também ressaltou a trajetória política de Marcos Rogério, lembrando que o senador sempre esteve entre os candidatos mais votados de Rondônia, tanto para a Câmara dos Deputados quanto para o Senado Federal.

Durante seu pronunciamento, o prefeito afirmou ainda que divergências políticas do passado foram superadas em nome de um objetivo maior: o desenvolvimento de Rondônia.

"Tivemos maturidade e fomos homens suficientes para resolver as nossas diferenças. O que nos une hoje é o compromisso de trabalhar pelo desenvolvimento do nosso estado e pela melhoria da vida da nossa população", declarou.

Para Léo Moraes, a experiência, a capacidade de articulação e o diálogo permanente de Marcos Rogério o credenciam para liderar um novo projeto de desenvolvimento para Rondônia.

A declaração pública de apoio foi um dos momentos de destaque do evento e reforça a ampliação da base política que vem sendo construída em torno da pré-candidatura de Marcos Rogério ao Governo do Estado.

fonte - Diana Braga | Assessoria.

Rodrigo Camargo destaca combate ao crime após ser anunciado como vice de Marcos Rogério

Deputado defendeu o enfrentamento às facções criminosas, a valorização das forças de segurança e reafirmou compromisso com o projeto para Rondônia...


O deputado estadual Rodrigo Camargo (Pode) fez um discurso marcado pela defesa da segurança pública na noite desta segunda-feira (22), em Porto Velho, após ser anunciado pelo senador Marcos Rogério (PL) como pré-candidato a vice-governador na chapa que disputará o Governo de Rondônia em 2026.


Ao agradecer a confiança recebida, Camargo afirmou que dedicou sua vida à segurança pública e defendeu ações mais firmes no combate à criminalidade no estado.

Segundo o parlamentar, Rondônia precisa garantir mais tranquilidade às famílias e fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas.

“Não vamos aceitar que o cidadão de bem viva trancado dentro de casa enquanto criminosos ditam as regras. A mudança que as famílias rondonienses esperam está chegando. Uma mudança em que as facções criminosas não darão mais as regras de dentro dos presídios para as nossas famílias aqui fora”, afirmou.

Durante o pronunciamento, Rodrigo Camargo também defendeu a valorização das forças de segurança e destacou o papel dos profissionais que atuam diariamente no combate à criminalidade.

“Nossos policiais precisam ser verdadeiramente valorizados. As forças de segurança sabem o que precisa ser feito. O crime será enfrentado de uma forma nunca vista antes em Rondônia”, declarou.

Ao encerrar sua fala, Rodrigo Camargo reforçou o compromisso com a pré-candidatura de Marcos Rogério e afirmou que estará ao lado do senador na construção de um novo projeto para Rondônia.

“Saiba que terá aqui uma pessoa fiel e verdadeira para transformar o nosso estado. Conte comigo. A mudança vem aí. Vamos em frente”, disse.

O anúncio de Rodrigo Camargo como pré-candidato a vice-governador foi um dos momentos mais aguardados do evento realizado no Villa Privilege, em Porto Velho, e marcou mais um passo na consolidação do projeto liderado por Marcos Rogério para as eleições de 2026.

Com Léo Moraes ao lado, Marcos Rogério oficializa Rodrigo Camargo como vice na disputa pelo governo de RO; veja

Evento em Porto Velho reuniu lideranças políticas, parlamentares, prefeitos e apoiadores, consolidando alianças para a disputa ao Governo de Rondônia…

O senador Marcos Rogério (PL) oficializou o deputado estadual Rodrigo Camargo (Podemos) como pré-candidato a vice-governador durante evento realizado em Porto Velho na noite desta segunda-feira (22). O encontro marcou mais um passo na construção da chapa para as eleições de 2026.

A mobilização reuniu lideranças políticas de diversas regiões do estado, além de deputados, prefeitos, vereadores, empresários e apoiadores. Um dos destaques da noite foi o anúncio do apoio do prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), ao projeto liderado por Marcos Rogério.

Ao apresentar Rodrigo Camargo como companheiro de chapa, o senador destacou a experiência do parlamentar na área da segurança pública e afirmou que a união fortalece o compromisso com o enfrentamento da criminalidade e o desenvolvimento de Rondônia.

fonte - R1 Rondônia

Deputado Alex Redano propõe audiência pública para debater direitos das pessoas com deficiência em Rondônia

O deputado estadual Alex Redano (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, realizará no próximo dia 26 de junho, às 9 horas, uma audiência pública para discutir os direitos das pessoas com deficiência e o fortalecimento das políticas públicas de inclusão no estado.


O evento acontecerá no plenário da Assembleia Legislativa e reunirá representantes de entidades, associações, órgãos públicos, profissionais da área, familiares e pessoas com deficiência, criando um espaço de diálogo para a construção de propostas e soluções voltadas à garantia de direitos e à promoção da acessibilidade.

A audiência é resultado de um trabalho desenvolvido ao longo dos últimos dois anos pela equipe do gabinete parlamentar, período em que foram realizados levantamentos, estudos e reuniões para identificar os principais desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência em Rondônia.

Durante o encontro, será apresentado um diagnóstico detalhado da realidade vivida por esse público, contendo informações que poderão subsidiar a criação e o aperfeiçoamento de políticas públicas em diversas áreas, como saúde, educação, assistência social, mobilidade urbana e mercado de trabalho.

Segundo Alex Redano, a audiência pública será um momento importante para ouvir a sociedade e ampliar o debate sobre inclusão.

“Nosso objetivo é garantir que as pessoas com deficiência tenham voz e participação ativa na construção das políticas públicas. Queremos ouvir as demandas, conhecer as dificuldades enfrentadas no dia a dia e buscar, de forma conjunta, caminhos que promovam mais dignidade, respeito e oportunidades para todos”, destacou o parlamentar.

A iniciativa reforça o compromisso do deputado com a defesa dos direitos das pessoas com deficiência e com a construção de uma sociedade mais acessível e inclusiva. A participação é aberta ao público.

Texto: Mateus Andrade

Foto: Rafael Oliveira

Governo nomeia "Fulano" e "Cicrano de tal" como assistentes do GSI de Lula

Gabinete de Segurança Institucional informou que identificou o ocorrido e que a retificação da publicação será realizada na próxima edição do Diário Oficial da União...


Uma portaria do Departamento de Gestão do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência da República designou como assistentes de Segurança Presidencial o major do Exército "Fulano de tal" e o tenente da PMDF (Polícia Militar do Distrito Federal) "Cicrano de tal".

As nomeações foram publicadas no DOU (Diário Oficial da União) desta segunda-feira (22) e assinada pelo diretor do Departamento de Gestão do GSI, Vinícius Damasceno do Nascimento.

Além dessas designações, o sargento da Marinha Márcio Adriano Leite também foi nomeado. A partir da publicação da portaria, os três passam a ocupar o cargo de assistente, somado à Gratificação de Representação da Presidência da República código Nível IV.

De acordo com um anexo da lei sobre a remuneração de cargos da administração pública federal, a gratificação citada na portaria do DOU é de R$ 808,61. O benefício é destinado a funcionários de órgãos essenciais ligados diretamente à Presidência da República.

Confira a portaria:


Procurado pela CNN, o GSI informou "que identificou o ocorrido e que a retificação da publicação será realizada no próximo DOU".

A reportagem também procurou o Palácio do Planalto para se manifestar sobre a portaria. O espaço está aberto.

*Estagiária sob supervisão de Mayara da Paz.

FONTE - Helena Prestes, da CNN Brasil*, Brasília.

Jaques Wagner deve pedir para deixar liderança do governo no Senado

Aliados teriam convencido o parlamentar a entregar cargo; reunião com Lula está prevista para os próximos dias...


O senador Jaques Wagner (PT-BA) deve anunciar nesta semana que se afastará da liderança do governo no Senado após ser alvo da operação Compliance Zero. Uma conversa entre ele e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está prevista para ocorrer nos próximos dias.

A CNN apurou que, após resistir à pressão de uma ala do Planalto e do PT, o senador foi convencido por aliados próximos da Bahia, neste final de semana, de que a permanência no cargo ampliaria o desgaste contra ele próprio e o governo, com risco especialmente à campanha à reeleição do presidente Lula.

Wagner dirá ao presidente que deixará o cargo para se concentrar em sua defesa diante das suspeitas sobre a investigação do Master.

O presidente Lula acompanha de perto os desdobramentos da operação desde a deflagração das buscas e apreensões na última quinta-feira.

Fontes disseram à CNN que Lula foi informado neste domingo de que o senador já havia se convencido da necessidade de entregar o cargo. A mudança de posição ocorreu após sucessivas conversas com lideranças petistas na Bahia, sob o argumento de que a saída seria o gesto político mais adequado ao presidente diante da repercussão do caso.

Nos bastidores do Planalto, auxiliares de Lula afirmam que um dos fatores que mais agravaram a situação de Jaques Wagner foi o sentimento de decepção sobre às revelações da PF (Polícia Federal). Integrantes do entorno presidencial relatam que, por mais de uma vez, Wagner havia assegurado a Lula que não existiam elementos que pudessem resultar em uma operação contra ele.

A divulgação das imagens do dinheiro apreendido pela Polícia Federal e as suspeitas envolvendo um apartamento de alto padrão em Salvador deram a sensação de que as suspeitas da relação de Jaques com Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, eram ainda piores do que se imaginava.

O senador nega irregularidades e afirma que o apartamento nunca integrou seu patrimônio. Também sustenta que os valores apreendidos em espécie são provenientes de diárias legais recebidas em missões internacionais oficiais. A entrevista concedida pelo senador após as acusações foi considerada um desastre pelo entorno do presidente.

Reservadamente, interlocutores afirmam que o sentimento de Lula neste momento é de decepção pela relação de longa data que tem com Jaques Wagner.

A operação Compliance Zero investiga suspeitas de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e recebimento de vantagens indevidas relacionadas a pessoas e empresas ligadas ao antigo Banco Master.

A Polícia Federal afirma ter identificado indícios de benefícios econômicos recebidos pelo senador de forma direta ou indireta. Wagner nega todas as acusações e afirma que vai colaborar com as investigações.

fonte - CNN BRASIL.

Colômbia: boca de urna aponta vitória de Espriella, candidato da direita

Com 99,65% das urnas apuradas, candidato de direita apoiado por Trump obteve 49,65% dos votos, superando o esquerdista Iván Cepeda

Levantamento de boca de urna indica que Abelardo de la Espriella, candidato de direita, venceu as eleições presidenciais na Colômbia. O país foi às urnas neste domingo (21/6), em um cenário de forte polarização. Com 99,65% das urnas apuradas, Espriella obteve 49,65% dos votos, superando Iván Cepeda, candidato de esquerda e aliado do presidente Gustavo Petro, que teve 48,70%.



O resultado divulgado neste domingo pelo Registro Nacional, porém, é preliminar. Ao longo da semana, juízes eleitorais ratificam a votação em uma contagem oficial, que determinará o resultado da eleição. Historicamente, essa checagem nunca foi diferente do resultado da pré-contagem dos votos.


No primeiro turno, Espriella obteve 43,78% dos votos (10.366.143), enquanto Cepeda conquistou 40,98% (9.703.921), em uma votação que contou com participação de 57% dos eleitores, já que na Colômbia o voto não é obrigatório. No segundo turno, 62,51% dos aptos a votar participaram do processo eleitoral.


A vitória de Espriella sinaliza uma guinada à direita no país. Ele conta com apoio público do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que busca ampliar a influência de governos alinhados na América Latina.


Advogado de 47 anos, Abelardo de la Espriella é filiado ao movimento Defensores da Pátria e ganhou notoriedade com propostas duras na área de segurança pública. Ele se inspira em líderes como o presidente da Argentina, Javier Milei, e o de El Salvador, Nayib Bukele, defendendo a redução do tamanho do Estado e uma postura mais rígida no combate à violência.


Entre as propostas, estão a construção de megaprisões nos moldes das adotadas em El Salvador, o endurecimento de penas, o fim da política de “paz total” de Gustavo Petro e a intensificação de operações militares contra grupos armados.


Apelidado de “El Tigre”, Espriella nunca ocupou cargo eletivo e se apresenta como um “outsider”, distante da classe política tradicional. Ele deve tomar posse em 7 de agosto de 2026.


Segurança pública no centro do debate

Se Cepeda fosse eleito, representaria a continuidade do projeto político de Petro, primeiro presidente de esquerda da história da Colômbia, que não pôde disputar a reeleição, já que a legislação do país não permite mandatos consecutivos.


Durante seu governo, Petro aprovou reformas trabalhista, que ampliou direitos, e tributária, com aumento de impostos sobre os mais ricos. No entanto, sua política de “paz total” enfrentou críticas por não conter o avanço de grupos armados.


Com isso, a segurança pública foi um dos principais temas da disputa. A Colômbia enfrenta a expansão de organizações como o Exército de Libertação Nacional (ELN), dissidências das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) e o Clã do Golfo.


Ao longo do mandato, Petro tentou implementar o chamado “Plano de Paz”, que previa negociações com guerrilhas e acordos de rendição judicial para integrantes do crime organizado.


As medidas não conseguiram frear a escalada da violência. Segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), 322.688 pessoas foram deslocadas no país em 2025, mais que o dobro do registrado no ano anterior. No mesmo período, 965 pessoas foram feridas ou mortas por artefatos explosivos, a maioria civis. (Metrópoles)

Moraes é comparado a vilão de Harry Potter após condenação de Eduardo Bolsonaro

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes após a decisão que o condenou por coação no curso do processo. Em uma publicação nas redes sociais, Eduardo compartilhou uma montagem que coloca Moraes ao lado de Voldemort, personagem antagonista da saga Harry Potter.



Na mensagem, o ex-parlamentar questionou a condenação e afirmou que nunca teria sido intimado formalmente sobre o processo. Ele também ironizou o fato de a Justiça brasileira ter julgado um caso relacionado a atos que, segundo sua interpretação, ocorreram nos Estados Unidos.

A condenação ocorreu após julgamento que analisou a atuação de Eduardo Bolsonaro junto a autoridades norte-americanas em iniciativas consideradas como tentativa de pressionar integrantes do Supremo Tribunal Federal. O ministro Alexandre de Moraes foi o relator do caso.


A publicação repercutiu nas redes sociais e ampliou mais um capítulo dos embates públicos entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro e membros do STF.

Alero aprova PL que destina R$ 3,7 milhões para projetos da Sejus

Projeto aprovado assegura recursos para convênios e ações da Secretaria de Estado da Justiça...

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) aprovou, na última quarta-feira (17), durante sessão plenária, o Projeto de Lei 1.396/2026, de autoria do Poder Executivo. A proposta autoriza a abertura de crédito adicional por superávit financeiro no valor de R$ 3.717.897,72 em favor da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus).

De acordo com a mensagem encaminhada pelo Governo do Estado, os recursos são provenientes de saldos financeiros apurados em convênios firmados com a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. O objetivo é assegurar a continuidade de projetos estruturantes e a regularização de obrigações decorrentes de convênios federais.

Entre as ações contempladas estão a implantação do Núcleo Especializado de Acompanhamento de Medidas Cautelares em Ji-Paraná, a estruturação do Patronato e Escritório Social em Porto Velho, o fortalecimento do Centro de Reintegração Social de Ariquemes, além de investimentos em inteligência penitenciária, videoconferências para audiências e visitas virtuais, capacitação de servidores e fortalecimento da execução penal em Rondônia.

Segundo a justificativa apresentada pelo Executivo, parte dos convênios encontra-se encerrada, exigindo a devolução de recursos à União dentro dos prazos legais. Ao mesmo tempo, projetos ainda em execução demandam disponibilidade orçamentária para manutenção das atividades e cumprimento das metas estabelecidas.

Com a aprovação da matéria, o Governo do Estado fica autorizado a realizar os ajustes orçamentários necessários para garantir a continuidade dos projetos e fortalecer as políticas públicas voltadas ao sistema de justiça e ressocialização em Rondônia.

As sessões da Assembleia Legislativa acontecem às terças-feiras, às 15h e às quartas-feiras, às 9h. A população pode acompanhar presencialmente ou pelos canais da TV Assembleia (7.2) e YouTube. Mais informações sobre os projetos e as votações estão disponíveis no Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (Sapl) e no site oficial da Alero.

Texto: Marcela Bomfim | Jornalista Secom ALE/RO

Foto: Thyago Lorentz | Secom ALE/RO.

PF apreende 49 mil dólares em endereço ligado a Jaques Wagner

Senador foi alvo de nova fase da operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira (18)...


A Policia Federal apreendeu cerca de 49 mil dólares (R$ 248,1 mil) em um endereço do senador Jaques Wagner (PT), em Brasília.

O parlamentar foi alvo de busca e apreensão nesta quinta-feira (18) no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura a suposta fraude financeira do Banco Master.

O montante foi apreendido em um quarto de um hotel da capital federal onde o petista costuma se hospedar quando está em Brasília. A Polícia Federal pretende questionar o senador petista sobre a origem do dinheiro.

Além do quarto do hotel, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em um apartamento do senador petista em Salvador.

A investigação aponta que a família do senador teria recebido de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, um apartamento avaliado em mais de R$2,4 milhões.

A expectativa é de que ainda nesta quinta-feira (18) o senador se posiciona publicamente e esclareça os pontos detalhadas na investigação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também deve conversar com o senador petista sobre a sua permanência na liderança do governo na Casa Legislativa.

LEIA MAIS - PF: Jaques Wagner teria recebido apartamento de R$ 2,4 milhões de Vorcaro

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FONTE - Gustavo Uribe, da CNN Brasil, Helena Prestes, da CNN Brasil*, Brasília.

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