Sicário foi preso durante a Operação Compliance Zero, que apura crimes relacionados ao escândalo do Banco Master...
A prisão de Luiz Phillipi Mourão, apontado pela investigação como “sicário” ligado ao empresário Daniel Vorcaro, deu início a uma guerra de versões sobre o estado de saúde do investigado após uma tentativa de suicídio dentro da carceragem da Polícia Federal em Belo Horizonte.
Mourão, de 43 anos, foi preso durante a Operação Compliance Zero, que apura crimes relacionados ao escândalo do Banco Master.
Segundo a investigação, ele atuava como líder operacional de um núcleo responsável por intimidar e constranger adversários do banqueiro. Nos autos, é descrito como um matador de aluguel, apelidado pelos próprios comparsas de “Sicário”.
A tentativa de suicídio ocorreu na tarde de quarta-feira (4/3), enquanto Mourão aguardava audiência de custódia na sede da PF na capital mineira.
De acordo com a corporação, por volta das 15h30, ele retirou a própria camisa, de mangas longas, e a utilizou para se enforcar nas grades da cela.
Policiais perceberam a situação cerca de 10 minutos depois e iniciaram manobras de reanimação. Procedimento que durou cerca de 30 minutos.
O atendimento foi realizado inicialmente por agentes do Grupo de Pronta Intervenção da PF e depois por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
O investigado foi levado em estado grave ao Hospital João XXIII, referência em trauma em Minas Gerais.
Informações contraditórias
Ao longo das horas seguintes, informações divergentes sobre o estado de saúde de Mourão passaram a ser dadas por instituições envolvidas no caso.
Na noite de quarta-feira, a Polícia Federal confirmou que médicos do hospital teriam constatado morte cerebral.
Minutos depois, porém, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais divulgou nota afirmando que o paciente seguia internado em estado gravíssimo no CTI.
Nessa quinta-feira (5), a defesa apresentou uma terceira versão. Segundo o advogado Robson Lucas da Silva, Mourão permanece vivo e internado em estado grave, porém sem abertura do protocolo médico para confirmação de morte encefálica.
Investigação interna
A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar as circunstâncias da tentativa de suicídio na custódia da corporação.
Segundo a PF, a cela onde Mourão estava preso é monitorada por câmeras e não possui pontos cegos.
As imagens teriam registrado toda a sequência do episódio e mostram que nenhum objeto além da própria camisa foi utilizado.
A PF informou ainda que as gravações serão encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal, onde o caso é relatado pelo ministro André Mendonça.
Perfil
Segundo a investigação, Mourão tem um histórico ligado a atividades criminosas e coordenava um dos núcleos da organização suspeita de atuar em favor de interesses ligados ao Banco Master.
Os investigadores afirmam que ele recebia cerca de R$ 1 milhão por mês pelos serviços considerados ilícitos, que incluiriam ameaças e pressões contra adversários.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais confirmou que Mourão já era réu em outro processo por participação em organização criminosa, crimes contra a economia popular e lavagem de dinheiro.
Registros da Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais indicam que ele chegou a ficar preso por cinco dias em 2020.
Durante a operação que levou à prisão do investigado, a Polícia Rodoviária Federal também apreendeu um carro blindado ligado a ele na BR-381, no sul de Minas.
O veículo, avaliado em mais de R$ 700 mil, era conduzido por um casal que acabou preso por ordem do Supremo Tribunal Federal.
O adolescente de 17 anos apontado como o “mentor” do estupro coletivo ocorrido no dia 31 de janeiro, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro (RJ), se entregou à polícia nesta sexta-feira (6/3).
O Tribunal de Justiça do RJ, por meio do juízo da Vara da Infância e da Juventude do Rio, havia expedido um mandado de busca e apreensão contra o adolescente, mas ele não havia sido localizado no endereço informado, sendo considerado foragido.
As investigações apontam que o menor é “o maior responsável” por armar uma emboscada contra a vítima.
De acordo com a Polícia Civil, no dia do crime, a vítima, também de 17 anos, recebeu um convite do adolescente para ir à casa de um amigo, em Copacabana.
Ao chegar ao prédio, o ex-namorado insinuou que fariam “algo diferente”, o que foi prontamente recusado por ela. No interior do apartamento, a vítima foi conduzida a um quarto, onde ficou trancada com os acusados, sendo agredida e estuprada.
Segundo o delegado Angelo Lages, da 12ª DP (Copacabana), o menor é considerado “o maior responsável pelo crime” por armar uma emboscada contra a jovem, sob o pretexto de um encontro entre os dois, e, por usar do mesmo “modus operandi” com outras vítimas. Lages indica que a popularidade dele no colégio o ajudava a conversar e ter a confiança de algumas meninas.
“O mesmo modus operandi, porque ele, ao que tudo indica, era um garoto popular no colégio. As meninas, de alguma forma, gostavam de ficar com ele, por ele ser popular, por acharem ele bonito. Então ele tinha confiança das meninas. Então ele era o responsável por atrair essas meninas para o apartamento. E, chegando no apartamento, elas eram submetidas a esse tipo de crime”, disse.
Ainda conforme o delegado, as investigações acerca do estupro coletivo constataram que outras estudantes menores de 18 anos haviam sido vítimas do adolescente. O delegado enfatiza que ele usava a mesma tática, uma vez que uma garota de 14 anos foi atraída e estuprada da mesma forma.
Além dele, outros quatro maiores são investigados pelo crime. São eles: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, 18; Vitor Hugo Oliveira Simonin, 18; João Gabriel Xavier Bertho, 19; e Matheus Veríssimo Zoel Martins, 19. Todos estão presos.
Nessa quinta (5), o Ministério Público do Estado do RJ (MPERJ) voltou atrás e solicitou que a Justiça interne provisoriamente o adolescente. Segundo o órgão, a 1ª Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude Infracional manifestou-se favoravelmente ao pedido de internação provisória após o delegado responsável pelo caso comunicar que surgiram novas denúncias de estupro coletivo contra o menor. A internação foi decretada pela Vara de Infância e Juventude da Capital, que expediu mandado de busca e apreensão do adolescente.
A medida foi considerada necessária para garantir a ordem pública, diante da possível reiteração infracional e também para assegurar a segurança pessoal do próprio adolescente, em razão da ampla repercussão social do caso.
Médica dá à luz a quarta filha durante trajeto após trabalho de parto evoluir rapidamente; bebê foi enrolada em um pano de prato até a chegada ao hospital
A obstetra Rebeca Dourado deu à luz a própria filha dentro de um carro em movimento, a caminho de uma maternidade em Fortaleza (CE), após o trabalho de parto evoluir rapidamente. A bebê, Teresa, nasceu antes de a família chegar ao hospital. O caso ocorreu em outubro de 2025, mas voltou a chamar atenção nesta semana após um vídeo do momento ‘viralizar’ nas redes sociais.
Segundo a médica, as contrações começaram pouco depois da hora do almoço e se intensificaram em poucos minutos. O marido dela, então, ligou para uma enfermeira da equipe que acompanhava a gestação. A orientação foi que o casal seguisse imediatamente para a unidade de saúde.
O nascimento, no entanto, ocorreu ainda durante o trajeto. Enquanto o marido dirigia, Rebeca conduziu o próprio parto dentro do veículo. Nas redes sociais, a obstetra contou que ele só percebeu que a bebê estava nascendo no momento em que ela veio ao mundo. Veja vídeo:
Sem outro tecido disponível no veículo, a recém-nascida foi enrolada em um pano de prato até a chegada ao hospital. Rebeca também relatou que, seis meses antes do parto, o marido havia sofrido um AVC e descoberto uma cardiopatia congênita.
Ao comentar o episódio, a médica afirmou que o nascimento foi “um parto muito abençoado” e que havia pedido em oração que o trabalho de parto fosse rápido. “Nas minhas orações, pedi a Deus um parto rápido e Ele me deu exatamente isso”, escreveu.
Apesar da situação inesperada, mãe e filha chegaram ao hospital em segurança e receberam atendimento da equipe médica.
Câmeras de segurança de shopping flagraram homem filmando e seguindo criança para vender vídeos para o exterior
Um homem, de 27 anos, foi preso nesta sexta-feira (6/3) pela Polícia Civil acusado de filmar crianças em supermercados e shoppings do Vale do Paraíba, no interior de São Paulo. O conteúdo era vendido a uma rede de pedofilia internacional. Além de menores de idade, o preso também gravava e comercializava vídeos de mulheres adultas.
A “Operação Argos”, realizada pela Delegacia de Investigações Criminais (Deic) de Taubaté, foi deflagrada a partir de denúncias sobre um indivíduo que foi flagrado por câmeras de segurança seguindo e filmando uma criança, em um shopping do Vale do Paraíba.
A Justiça expediu mandado de busca e apreensão a um endereço ligado ao acusado. Segundo polícia, o homem foi encontrado e preso em flagrante por estar com o celular utilizado no crime. Durante a ação, o acusado resistiu à prisão.
No celular do acusado, os investigadores encontraram grande quantidade de material de pornografia infantil, além das filmagens que ele fazia em locais públicos – shoppings, supermercados, farmácias e em vias públicas – nas cidades de Taubaté e Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, para comercializá-las.
Em depoimento à Polícia Civil, o acusado disse vender os vídeos a uma rede de pedófilos, em âmbito nacional e internacional. Também foram encontrados registros de mulheres adultas, em situações cotidianas, que também era vendidos no mercado negro.
Segundo a investigação, a prisão do acusado é o primeiro passo para o desmembramento de uma rede internacional de pedofilia. O material apreendido vai auxiliar na futura localização e identificação dos responsáveis por comprar estes vídeos.
Transferência foi realizada após a PF apontar risco à integridade do banqueiro, que estava detido em São Paulo
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, desembarcou na tarde desta sexta-feira (6/3) em Brasília para ser transferido à penitenciária federal, de segurança máxima. Antes, ele foi levado ao IML da Polícia Civil do DF para realizar exame de corpo de delito. Veja imagens da chegada:
Vorcaro deixou a Penitenciária II Potim, no interior de São Paulo, no fim da manhã desta sexta. Ele foi transferido após determinação do ministro André Mendonça, relator do caso Master.
Mendonça acolheu pedido da Polícia Federal (PF), que apontou a necessidade imediata da mudança de unidade prisional para manter a integridade física do banqueiro.
A PF disse considerar a penitenciária em Brasília o “ambiente dotado de estrutura de segurança compatível com a complexidade e a sensibilidade do caso em investigação”.
O banqueiro foi preso preventivamente pela PF na quarta-feira (4/3), em nova fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraude no Banco Master. Ele já havia sido preso e solto em novembro do ano passado, quando passou a usar tornozeleira eletrônica.
Além dele, outras três pessoas foram presas e quatro foram alvo de medidas cautelares. Segundo as investigações, elas fazem parte de uma organização criminosa, liderada por Vorcaro, com quatro núcleos distintos, que seria chamada de “A turma”. A PF chega a denominar esse núcleo de “braço armado” e “milícia”.
Um dos presos é Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” de Vorcaro, que atuava para levantar dados pessoais e intimidar pessoas, inclusive jornalistas, que contrariavam interesses do grupo.
Mourão tentou se matar depois de preso, na carceragem da PF em Belo Horizonte, e segue internado em estado grave. A PF abriu um inquérito para apurar as circunstâncias da tentativa de suicídio. (Metrópoles)
Para Matheus, não é o tamanho dele que vai delimitar o meu sonho. Eu lutei anos para chegar até aqui e acredito que posso ser delegado
O goiano Matheus Matos, de 25 anos, formado em Direito, denunciou ter sido vítima de discriminação durante o Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais. O homem, que tem nanismo, e afirma que não recebeu o devido suporte, previsto em lei, para realização da prova.
Matheus conta que começou a faculdade de Direito em 2019 já com um objetivo claro: tornar-se delegado de polícia.
“Nunca passou pela minha cabeça exercer outro cargo. Eu nunca tive um plano B”, afirma.
Imagens:
Risadas e deboche
De acordo com Matheus, mesmo enfrentando preconceito ao longo da trajetória — muitas vezes sendo alvo de risadas e comentários de deboche quando dizia qual era o seu sonho — ele seguiu firme nos estudos. Após anos de dedicação, ele foi aprovado em todas as fases teóricas do concurso para Delegado da Polícia Civil de Minas Gerais. Em 2025, também conseguiu aprovação na prova discursiva e na prova oral do certame.
No entanto, segundo Matheus, o sonho começou a ser interrompido na fase do Teste de Aptidão Física.
“Eu me vi diante de um desafio enorme, porque a minha condição me impedia de realizar alguns testes físicos dentro dos parâmetros exigidos pela banca FGV. Por isso, solicitei administrativamente a adaptação do TAF, como prevê a legislação para pessoas com deficiência. Porém, a banca foi omissa e permaneceu inerte, desrespeitando direitos garantidos por lei”, relata.
De acordo com ele, mesmo sendo candidato PCD, foi obrigado a realizar o teste nas mesmas condições aplicadas aos demais concorrentes, sem qualquer tipo de adaptação.
“Eu tive que fazer o TAF em condições normais, sem adaptação, o que viola o princípio da isonomia e a própria Constituição Federal. Acabei eliminado no teste de impulsão horizontal, que exigia um salto mínimo de 1,65 metro. Devido à minha condição física, aquilo era simplesmente impossível”, desabafa.
Matheus afirma ainda que não foi o único prejudicado e que outros candidatos com deficiência também teriam sido eliminados na mesma fase.
Apesar da eliminação, ele diz que não pretende desistir do sonho que começou ainda nos primeiros períodos da faculdade.
“Não é o meu tamanho que vai delimitar o meu sonho. Eu lutei anos para chegar até aqui e continuo acreditando que posso ser delegado”, conclui.
A coluna Na Mira entrou em contato com a PCMG e a banca FGV. O espaço segue aberto para posicionamentos. (Metrópoles)
Aeronave de última geração da FAB é empregada em missões de defesa aérea, ataque ao solo e reconhecimento; missão tradicional aconteceu em fevereiro
O caça F-39 Gripen, da Força Aérea Brasileira (FAB), passou a cumprir, pela primeira vez, a defesa espaço aéreo do Planalto Central.
O país apresentou um plano de defesa aérea com o emprego de uma das aeronaves mais modernas e tecnológicas em operação. O chamado 'alerta de defesa aérea no Planalto Central' estabelece um marco para as aeronaves suecas exercerem a função.
A missão aconteceu no final de fevereiro.
O caça multimissão de última geração é utilizado em missões de defesa aérea, ataque ao solo e reconhecimento, reunindo sistemas, sensores e armamentos modernos, além de elevada disponibilidade e baixo custo operacional.
O F-39 foi desenvolvido pela sueca Saab em parceria com a Embraer e é classificado como um caça inteligente de múltiplo emprego, capaz de realizar missões de ataque, reconhecimento e defesa em uma única saída.
No Brasil, o modelo opera no Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) – Jaguar, sediado na Base Aérea de Anápolis (BAAN), em Goiás.
O primeiro F-39 Gripen chegou ao país em 2022, mas o contrato foi assinado em 2014. Atualmente, dez unidades estão em operação.
Com a capacidade operacional alcançada, a aeronave consolida um novo estágio tecnológico e operacional para o poder aéreo brasileiro.
Míssil poderoso
A FAB (Força Aérea Brasileira), realizou o primeiro disparo do míssil Meteor pelo novo caça sueco, o F-39 Gripen, em novembro de 2025, em Natal, no Rio Grande do Norte. O Meteor é um dos mísseis mais letais da atualidade e um dos mais avançados do mundo.
Como o Gripen funciona?
O caça voa em velocidade supersônica, com alcance de 4.000 quilômetros, podendo ser reabastecido no ar. A atual versão do Gripen ainda consegue carregar 40% a mais combustível que a anterior. O motor F414G tem potência de até 22 mil libras.
A sua velocidade máxima é de Mach 2 (2.500 km/h). (CNN)
O Ministério da Educação (MEC) paga, nesta quinta-feira (5), duas parcelas do Programa Pé-de-Meia de 2025 aos estudantes beneficiados que nasceram nos meses de novembro e dezembro.
A primeira parcela é referente à conclusão, em 2025, de uma das séries do ensino médio. A outra parcela é depositada somente aos concluintes desta etapa do ensino que participaram dos dois dias da última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Os depósitos são escalonados conforme o mês de nascimento do estudante diretamente nas contas da Caixa Econômica Federal abertas em nome do beneficiário.
Confira o calendário de pagamentos:
janeiro e fevereiro: receberam na quinta-feira (26 de fevereiro);
março e abril: receberam na sexta-feira (27);
maio e junho: receberam nesta segunda-feira (2);
julho e agosto: receberam nesta terça-feira (3);
setembro e outubro: receberam nesta quarta-feira (4);
novembro e dezembro: recebem nesta quinta-feira.
Os valores pagos são: R$ 1 mil. Mais R$ 200, pela participação no Enem de 2025.
Depósito
Os alunos do Pé-de-Meia que foram aprovados no 3º ano em 2025 terão o incentivo de conclusão do Pé-de-Meia liberado para saque imediato, no valor de R$ 1.000, além da parcela única de R$ 200 se fez os dois dias do Enem do ano passado.
Os estudantes do 1º e 2º anos do ensino médio público terão o valor de R$1.000 creditado em conta, que permanecerá bloqueado até a conclusão da etapa.
O estudante pode optar por manter o recurso na poupança da instituição bancária ou direcioná-lo para aplicação no Tesouro Direto, por meio do aplicativo Caixa Tem.
Comprovação pelas redes de ensino
O MEC explica que o pagamento do incentivo de conclusão aos beneficiários do Pé-de-Meia não é gerado automaticamente após o fim das aulas do ano letivo.
Somente aqueles que tiverem suas informações devidamente confirmadas pelas redes de ensino terão os pagamentos garantidos.
O processo de envio de informações pelas secretarias de educação ocorre em duas etapas: a da confirmação da aprovação dos estudantes no fim do ano letivo e a de confirmação da conclusão do ensino médio.
De acordo com a pasta, o objetivo é oferecer mais segurança e qualificação para os dados desta política pública.
Cinco datas
Caso ocorra atraso no envio dos dados dos alunos pela rede de ensino, o governo federal explica que as parcelas do Pé-de-Meia serão depositadas em uma das cinco datas programadas pelo MEC até o início de julho.
O prazo final para as redes de ensino encaminharem as informações das escolas é junho.
Se o pagamento não caiu na primeira data, o aluno deve apenas aguardar a atualização das informações pela rede de ensino.
O MEC orienta os estudantes a acompanharem regularmente sua situação na página virtual Consulta Pé-de-Meia, com acesso pela conta da plataforma Gov.br.
Pé-de-Meia
O Pé-de-Meia beneficia cerca de 4 milhões de estudantes por meio de um incentivo financeiro-educacional do governo federal.
A iniciativa é voltada a estudantes matriculados no ensino médio público inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).
O programa funciona como uma poupança para promover a permanência e a conclusão escolar de estudantes nessa etapa de ensino. O objetivo é democratizar o acesso à educação e reduzir a desigualdade social entre os jovens.
Para mais informações, o interessado pode entrar em contato com o Fale Conosco do MEC pelo telefone 0800-61-61-61; e pelo site oficial do Pé-de-Meia.
A Polícia Federal (PF) abriu inquérito nesta quinta-feira (5) para apurar a circunstância da custódia de Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, o "Sicário" de Vorcaro, um dos presos na Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quarta.
Segundo a nota divulgada nesta quarta pela instituição, ele "atentou contra a própria vida enquanto se encontrava sob custódia da instituição na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais".
A informação é do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que afirmou que "toda a ação dele e o atendimento pelos policiais estão filmados sem pontos cegos".
A Polícia Federal disse que comunicou o ocorrido ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), e entregará todos os registros em vídeo que demonstram a dinâmica do ocorrido.
A defesa de “Sicário” disse, em nota, nesta quarta, que "esteve pessoalmente com ele durante o dia, até por volta das 14h, quando ele se encontrava em plena integridade física e mental".
Ainda segundo os advogados, a informação sobre o incidente foi conhecida após a nota de esclarecimento emitida pela Polícia Federal.
A defesa acrescentou que "acompanha os fatos e se encontra no Hospital João XXIII. Porém, até este momento, não há qualquer confirmação sobre o estado de saúde de Luiz Phillipi".
"Sicário" foi preso na Operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master.
Também foi preso na mesma operação Daniel Vorcaro, banqueiro apontado como chefe da organização criminosa estruturada em diferentes núcleos.
As investigações apontam que Sicário tinha papel central na organização criminosa e executava ordens de monitoramento de alvos, extração ilegal de dados em sistemas sigilosos e ações de intimidação física e moral.
Os investigadores mencionam também uma "dinâmica violenta evidenciada pelas conversas entre Vorcaro e Mourão", e indica que ele atuaria como 'longa manus' (expressão do contexto jurídico que indica um agente que atua em nome de outro) da prática das práticas violentas atribuídas à organização.
O relatório fala, ainda, da existência de fortes indícios de que Mourão recebia a quantia de 1 milhão de reais por mês de Vorcaro como remuneração pelos "serviços ilícitos".
FONTE - Por Isabela Camargo, Mariana Laboissière, g1 e TV Globo .
O presidente Lula (PT) transferiu R$ 721,3 mil para o filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em três transações. Dois desses pagamentos — um de R$ 244,8 mil e outro de R$ 92,4 mil — foram feitos no dia 27 de dezembro de 2023.
Um outro pagamento, de R$ 384 mil, foi feito por Lula a Lulinha em 22 de julho de 2022. Os depósitos partiram de uma conta de Lula na agência do Banco do Brasil de São Bernardo do Campo (SP).
Na mesma data de julho de 2022, o petista Paulo Okamotto, então presidente da Fundação Perseu Abramo, o “think tank” do PT, transferiu R$ 152.488,39 para Lulinha. O depósito aparece acompanhado da anotação “Depósito cheque BB liquidado”. Paulo Okamotto também é diretor do Instituto Lula.
Não há qualquer indicação do motivo do pagamento.
Dois dias depois desse pagamento de R$ 384 mil, em 25 de julho, Lulinha investiu R$ 386 mil em um fundo de investimentos do Banco do Brasil, o BB Renda Fixa Longo Prazo High. Trata-se de um fundo voltado para títulos públicos e privados, visando rentabilidade acima do CDI.
Antes da transferência de Lula, o saldo da conta era de R$ 12.031,92. Após o depósito do então presidenciável do PT e da aplicação no fundo, o montante ficou em R$ 10.199,12.
A mesma coisa aconteceu com os pagamentos de dezembro de 2023. Antes dos depósitos de Lula e Okamotto, o saldo da conta era de R$ 5.196,55. Após os depósitos dos dois, que somaram R$ 489 mil, Lulinha investiu o equivalente a R$ 299,2 mil em fundos do Banco do Brasil. Além do BB Renda Fixa Longo Prazo High, aplicou em outro fundo de renda fixa, o BB Referenciado DI Plus Estilo.
Após esses investimentos, o Banco do Brasil debitou pouco menos de R$ 180 mil a título de “taxa de custódia”, levando o saldo da conta para R$ 2 mil negativos.
Essas informações constam da quebra de sigilo de uma das contas bancárias de Lulinha. Como revelou a coluna, o filho do presidente da República movimentou cerca de R$ 19,3 milhões nessa conta bancária em quatro anos, de 2022 a 2025.
À coluna de Igor Gadelha no Metrópoles aliados de Lulinha disseram que parte do valor movimentado por ele na conta era de uma herança.
Nos últimos dias, a defesa de Lulinha tem negado qualquer envolvimento dele com o Careca do INSS ou com os descontos indevidos nas aposentadorias. A defesa afirma que o filho do presidente prestará os devidos esclarecimentos ao Supremo Tribunal Federal, que é o foro adequado para a investigação.
O Ministério Público de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), realiza operação especial para combater um esquema de corrupção policial que dava proteção a uma organização criminosa especializada em lavagem de capitais.
O grupo criminoso é formado por doleiros, operadores financeiros e pessoas com experiência em lavar dinheiro. Até o momento, quatro suspeitos foram presos.
A Operação Bazaar conta com o apoio Polícia Federal, a Polícia Civil e a Força de Combate com a Polícia Federal (Ficco).
De acordo com as investigações do Gaeco, o grupo criminoso fazia pagamentos constantes a agentes públicos e policiais civis, manipulava investigações, realizava fraudes processuais e destruíam provas de investigações. “Assim, os criminosos, de forma coordenada, asseguravam a continuidade de suas práticas e evitavam ser responsabilizados por seus crimes”.
Segundo informações do MPSP, estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão – inclusive em delegacias -, além de 11 mandados de prisão e seis mandados de intimação relativos a medidas cautelares diversas direcionados a integrantes da organização criminosa, advogados e policiais civis.
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como o “Sicário” do banqueiro Daniel Vorcaro, morreu agora à noite. A informação foi confirmada pela TV Globo.
Ele foi um dos alvos da terceira fase da Operação Compliance Zero, deflagrada hoje pela Polícia Federal, que também prendeu o dono do banco Master e o cunhado dele, o empresário Fabiano Zettel.
"Sicário" estava internado no Hospital João XXIII, em Minas Gerais, para onde foi levado depois de ser preso na investigação que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master.
Em nota, a Polícia Federal disse que "Sicário" tentou tirar a própria vida enquanto estava preso na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais. Policiais prestaram socorro e acionaram o SAMU, que o levou para ao hospital, onde a morte encefálica foi constatada.
Uma investigação interna será aberta pela Polícia Federal para apurar o caso e vídeos que mostram a dinâmica do que aconteceu serão entregues ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do processo no Supremo Tribunal Federal.
Normas que regulamentam as regras do processo eleitoral deste ano com base na legislação vigente foram publicadas em edição extra do DJE desta quarta-feira (4)...
Identidade visual das Eleições 2026
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou todas as 14 resoluções que vão disciplinar as Eleições Gerais de 2026, com base na legislação eleitoral em vigor. Os conteúdos finais das resoluções foram publicados em edição extra do Diário da Justiça Eletrônico (DJE) do Tribunal desta quarta-feira (4). No pleito, marcado para 4 de outubro (1º turno), o eleitorado definirá os ocupantes dos cargos de presidente da República, governador de estado, senador, deputado federal, deputado estadual ou distrital, no caso do Distrito Federal.
Com a divulgação das resoluções hoje no DJE, o Tribunal cumpriu o prazo para aprovar e publicar as normas, que somente terminaria nesta quinta-feira (5), conforme o artigo 105 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997).
As resoluções das eleições são editadas e publicadas para orientar as condutas de partidos, coligações, federações partidárias, candidatas, candidatos, eleitoras e eleitores sobre os procedimentos previstos na legislação eleitoral. Com as normas, o TSE busca organizar melhor a preparação e a realização das etapas do pleito, bem como garantir uniformidade na aplicação das leis eleitorais.
As normas das Eleições 2026 foram aprovadas em sessões administrativas realizadas nos dias 26 de fevereiro e 2 de março.
Confira, a seguir, breves resumos de cada resolução das Eleições 2026:
Arrecadação, gastos de recursos e prestação de contas eleitorais (Instrução nº 0600749-95.2019.6.00.0000)
A resolução passa a prever expressamente a possibilidade de custeio de despesas relacionadas à prevenção, à repressão e ao combate à violência política contra a mulher, bem como à contratação de segurança para a proteção de candidatas. Outro aspecto relevante das alterações diz respeito à modernização estrutural do Sistema de Prestação de Contas (SPCE).
No que se refere às candidaturas femininas, manteve-se a disciplina já consolidada no pleito anterior, em razão de pronunciamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a matéria. Em relação às candidaturas de pessoas negras, a proposta reflete a alteração constitucional promovida pela Emenda Constitucional nº 133, que assegurou percentual mínimo de 30% dos recursos às candidatas mulheres, sem agregar, em sede infralegal, exigências adicionais que não estejam claramente definidas no texto constitucional.
Cronograma operacional do cadastro eleitoral(Instrução nº 0600274-95.2026.6.00.0000)
A resolução tem foco em maior segurança jurídica, padronização e eficiência dos procedimentos. Entre as novidades, destaca-se a ampliação das hipóteses de julgamento prioritário, que passa a incluir, além dos recursos contra cancelamento de inscrição, aqueles apresentados contra decisões de indeferimento de alistamento.
No campo operacional, reforçou-se a centralização dos procedimentos no módulo de convocação do Sistema ELO, que passa a ter uso predominante, inclusive para o registro obrigatório de ausências aos trabalhos eleitorais.
Transporte especial de eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida (Instrução nº 0600276-65.2026.6.00.0000)
Uma das novidades para as Eleições 2026 é a resolução que institui o programa Seu Voto Importa, que garante transporte individual gratuito no dia do pleito para eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida que não tenham meios próprios de locomoção. O programa contempla também população de territórios indígenas, de comunidades remanescentes de quilombos e de comunidades tradicionais. Ressalta que a democracia pressupõe a inclusão efetiva das pessoas. Busca, ainda, reduzir distorções representativas decorrentes de exclusões por vezes invisibilizadas.
O programa traduz, enfim, a compreensão de que a democracia somente se realiza de modo pleno quando todas as pessoas podem participar em condições reais de igualdade. A solicitação do transporte especial deve ser feita com até 20 dias de antecedência aos tribunais regionais eleitorais (TREs), com confirmação até 48 horas antes da votação.
Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Instrução nº 0600741-21.2019.6.00.0000)
A norma aprovada altera a Resolução TSE nº 23.605/2019, que dispõe sobre as diretrizes gerais para a gestão e distribuição dos recursos do FEFC. Segundo a instrução aprovada, no âmbito do TSE, a Secretaria de Planejamento, Orçamento, Finanças e Contabilidade (SOF) será a responsável pela distribuição dos recursos aos diretórios nacionais dos partidos políticos.
Entre as principais alterações propostas, destaca-se a reestruturação do escopo regulatório para contemplar as consultas populares, conforme previsão inserida no artigo 47 da Resolução TSE nº 23.385/2012. O objetivo é assegurar a aplicação subsidiária da resolução apenas quando houver compatibilidade.
Passa-se a exigir declaração formal do estatístico responsável pela pesquisa, o qual deve atestar seu vínculo com a entidade, comprometer-se com a manutenção de documentação auditável e declarar ciência das sanções aplicáveis em casos de falsidade ou conivência com pesquisas fraudulentas. A precisão metodológica e a transparência também foram fortalecidas com a inclusão de dispositivo sobre a delimitação geográfica das pesquisas.
Atos gerais do processo eleitoral (Instrução nº 0600281-87.2026.6.00.0000)
A resolução que disciplina os atos gerais do processo eleitoral para as Eleições 2026 trata de atos preparatórios, fluxo de votação e fases de apuração, totalização e diplomação dos eleitos. O texto busca, em síntese, aperfeiçoar a sistemática de gerenciamento dos atos gerais do processo eleitoral, promovendo a atualização das normas existentes, levando-se em conta os aprimoramentos vivenciados a cada eleição.
Além disso, a instrução aperfeiçoa as ações afirmativas para indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais e pessoas em situação de rua.
Também foi atualizada a Resolução TSE nº 23.677/2021, que dispõe sobre os sistemas eleitorais majoritário e proporcional, a destinação dos votos na totalização, a proclamação dos resultados, a diplomação e as ações decorrentes do processo eleitoral nas eleições gerais e municipais.
Entre as inovações, está a previsão de que, na ocorrência de vaga, não havendo suplente para preenchê-la, ocorrerá eleição, salvo se faltarem menos de 15 meses para terminar o período do mandato no Senado Federal e na Câmara dos Deputados.
O Tribunal aprovou ainda modificações na Resolução TSE nº 23.610/2019 sobre propaganda eleitoral. Entre outros pontos, a norma regulamenta o uso de inteligência artificial (IA) na campanha eleitoral e estabelece as proibições:
- de divulgação ou compartilhamento de conteúdo sintético gerado ou modificado por inteligência artificial ou por tecnologia equivalente, em desacordo com as regras de rotulagem ou incidente nas vedações previstas na resolução;
- de publicações que reproduzam, no todo ou em parte, conteúdo idêntico ou substancialmente equivalente àquele que já tenha sido objeto de ordem de indisponibilização pela Justiça Eleitoral, no exercício do poder de polícia ou no âmbito de ações eleitorais, quando os provedores de aplicação, cientes da decisão, deixarem de promover sua indisponibilização imediata, independentemente de nova ordem judicial específica; e
- de conteúdo de violência política contra a mulher.
O calendário eleitoral aprovado reúne todas as datas relativas às Eleições 2026, tais como o período para a realização de convenções partidárias, o prazo para registro de candidaturas e o início da propaganda eleitoral.
Entre os marcos temporais fixados, o texto definiu o dia 5 de março como a data a partir da qual se inicia a janela de migração partidária. Segundo a regra, até 3 de abril de 2026, considera-se justa causa a mudança de partido pelas detentoras ou pelos detentores de mandato de deputado federal, deputado estadual ou deputado distrital para concorrer às eleições majoritária ou proporcional.
Representações, reclamações e pedidos de direito de resposta previstos na Lei nº 9.504/1997 para as eleições (Instrução nº 0600745-58.2019.6.00.0000)
O Plenário também aprovou modificações na Resolução TSE nº 23.608/2019, que trata de representações, reclamações e pedidos de direito de resposta previstos na Lei nº 9.504/1997 para as eleições. O novo texto aperfeiçoou as regras sobre o tema, promovendo diferenciação entre as representações fundadas no artigo 96 da Lei e as representações especiais que acarretem cassação de mandato.
A Resolução TSE nº 23.735/2024, que dispõe sobre ilícitos eleitorais, também passou por mudanças. O novo texto busca, em síntese, aperfeiçoar a apuração dos ilícitos, promovendo a inclusão da vedação de utilização de conteúdos sintéticos gerados ou modificados por IA e tecnologias equivalentes na violação das regras eleitorais.
Além disso, o texto modificador determina, no artigo 2º, que as medidas para o enfrentamento da desinformação que atente contra a integridade do processo eleitoral serão realizadas nos termos da legislação de regência e de resolução do TSE.
Normas voltadas ao cidadão (Instrução nº 0600279-20.2026.6.00.0000)
Outra novidade do pleito deste ano foi a aprovação da resolução que dispõe sobre a consolidação das normas relacionadas à cidadã e ao cidadão no processo eleitoral. Assim como o TSE, os TREs passarão a contar com um texto completo que poderá servir como guia prático nas campanhas de orientação, educação e conscientização do eleitorado brasileiro. Há um calendário (anexo da resolução) voltado exclusivamente à eleitora e ao eleitor, no qual foram disponibilizadas apenas as datas de interesse destes.
Escolha e registro de candidatas e candidatos (Instrução nº 0600748-13.2019.6.00.0000)
A Resolução TSE nº 23.609/2019, destinada à regulamentação dos procedimentos relativos à escolha e ao registro de candidatas e candidatos aplicáveis às Eleições 2026, também recebeu mudanças.
Entre elas, está a regulamentação do Requerimento de Declaração de Elegibilidade (RDE), instituído pela Lei Complementar nº 219/2025. A inovação passou a autorizar pré-candidatas e pré-candidatos, bem como partidos políticos, a submeter à Justiça Eleitoral, a qualquer tempo, dúvida razoável sobre a capacidade eleitoral passiva (aptidão para ser eleito).
Procedimentos de fiscalização e auditoria do sistema eletrônico de votação (Instrução nº 0600747-28.2019.6.00.0000)
Entre as principais mudanças na Resolução TSE nº 23.673/2021, que regulamenta os procedimentos de fiscalização e auditoria do sistema eletrônico de votação, destaca-se a incorporação do Teste de Integridade com Biometria ao texto da norma. A medida confere maior estabilidade normativa aos procedimentos da testagem.
Também foi incluída a exigência de que os locais de votação onde serão realizados os Testes de Integridade atendam a regras de acessibilidade, bem como foi contemplada a obrigação de divulgação imediata e detalhada, na internet, da relação das urnas auditadas, a fim de fortalecer a transparência.