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Documento da PF cita The Intercept em lista ligada ao PCC e site nega recebimento de dinheiro

O caso é de 2023, surgiu em documentos ligados à investigação da PF sobre o PCC e teve desdobramentos na Justiça...


A investigação da Polícia Federal sobre o Primeiro Comando da Capital, o PCC, indicou possíveis pagamentos da facção criminosa ao The Intercept Brasil. O site, que recentemente divulgou áudios atribuídos a Flávio Bolsonaro em uma denúncia envolvendo pedido de apoio financeiro a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro, aparece citado em uma lista de despesas investigada pela PF.

O documento apresentado pelo delegado Martin Bottaro Purper mostraria uma espécie de prestação de contas entre integrantes da facção. Na lista, aparecem despesas com viagens, encontros, advogados, imóveis, cursos e assinaturas de revistas nacionais e internacionais.

O The Intercept Brasil negou ter recebido dinheiro do PCC e afirmou que a acusação seria falsa. Em nota, a direção do site disse que o documento não apontaria quem teria feito a doação nem qual valor teria sido repassado.

O caso é de 2023, surgiu em documentos ligados à investigação da PF sobre o PCC e teve desdobramentos na Justiça. 

Até agora, porém, não há confirmação pública de repasse ao The Intercept, que nega ter recebido dinheiro da facção.

FONTE - E O MUNDO.

Filmes de Lula e Temer também receberam dinheiro de Daniel Vorcaro

Os dois negam que pediram dinheiro para o banqueiro ou para pessoas ligadas ao caso Master....

FOTO - REPRODUÇÃO

Na noite de quarta (13), uma troca de mensagens entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro chegou ao portal de notícias The Intercept.

Durante a conversa, o pré-candidato pedia R$134 milhões para o filme Dark Horse, que conta a história de Bolsonaro, interpretado por Jim Caviezel.

Segundo o jornal, foram repassados R$61 milhões transferidos ao projeto entre fevereiro e maio de 2025.

Em resposta, Flávio não negou a veracidade dos áudios e destacou que o dinheiro era privado e que não houve crime em procurar patrocinadores para o filme.

Ele também disse que não conhecia Vorcaro durante o governo Bolsonaro e que não havia acusações contra o banqueiro na época das negociações.

O candidato também aproveitou para elogiar o filme e dizer que a produção chegará em breve aos cinemas brasileiros.

Banqueiro já financiou filmes de dois ex-presidentes

Apesar do escândalo, essa não foi a primeira vez que o banqueiro dono do Master financiou produções que contam a história de presidentes.

Segundo o jornal O Globo, Vorcaro patrocinou o documentário 963 dias, que conta a história do governo Temer.

O financiamento foi feito através do fundo Moriah Asset, ligado à família do banqueiro, que investiu cerca de R$1 milhão na produção. O orçamento total foi avaliado em R$12 milhões.

O banqueiro também chegou a contratar os serviços de Temer como advogado nas negociações com o BRB e chegou a pagar R$10 milhões.

O produtor do filme, Elsinho Mouco, negou que tenha pedido dinheiro a Daniel Vorcaro.

Vorcaro também financiou um  documentário sobre Lula, dirigido por Oliver Stone, em 2024.

O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, disse que o governo federal “jamais pediu ou recebeu dinheiro” de Vorcaro.

Entenda o caso do Banco Master

“A maior fraude bancária na história do Brasil”, foi assim que Fernando Haddad classificou o caso do Banco Master.

Agora, policiais e jornalistas estão revelando que o Vorcaro mantinha uma ampla rede de contatos com alguns dos nomes mais poderosos do Brasil.

Entenda o caso a fundo com o especial da Brasil Paralelo, Raio-X Banco Master, com a apresentação de Caio Coppola - CLIQUE AQUI.

fonte - BRASIL PARALELO - Rafael Lorenzo M. Barretti


LEIA MAIS - “Não vou aceitar que nos misturem com os bandidos do PT”, diz Flávio Bolsonaro

LEIA MAIS - O caso dele é de polícia, diz Lula sobre áudio de Flávio a Vorcaro

Cármen Lúcia deixa TSE e Toffoli assume vaga de ministro efetivo no tribunal eleitoral

Eleição simbólica foi realizada pelo plenário do Supremo...



O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi eleito nesta quarta-feira (13) para ocupar o cargo de ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela organização das eleições de outubro. 

A eleição simbólica foi realizada pelo plenário do Supremo, em função da renúncia da ministra Cármen Lúcia ao cargo de ministra efetiva. Toffoli já faz parte do colegiado e atuava com ministro substituto. 

Ontem, a ministra foi sucedida na presidência do TSE por Nunes Marques. Mesmo após deixar o comando do tribunal, ela poderia continuar em uma cadeira efetiva no TSE até o dia 3 de junho, quando encerraria oficialmente seu período na Corte. 

Contudo, a ministra comunicou ontem (13) ao Supremo que decidiu antecipar sua saída definitiva do tribunal eleitoral. Cabe ao STF aprovar os nomes dos membros do TSE.

O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República, além dos respectivos substitutos.

A partir de agora, a nova composição de ministros será formada por Nunes Marques, André Mendonça, Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira (STJ), Ricardo Villas Boas Cueva (STJ), Floriano Azevedo Marques (jurista) e Estela Aranha (jurista).

Com as mudanças, o ministro Flávio Dino assumirá uma vaga de ministro substituto. 

fonte - André Richter - Repórter da Agência Brasil.

Governo edita MP para conter gasolina com subvenção de até R$ 0,89 o litro

Impacto fiscal da subvenção a gasolina é estimado entre R$ 1 bilhão e R$ 1,2 bilhão por mês...


O governo federal anunciou nesta quarta-feira (13) uma subvenção à gasolina de até R$ 0,89 por litro para conter a alta no preço do combustível.

A medida provisória também vale para o óleo diesel - que teve tributação de R$ 0,35 de PIS e Cofins por litro suspensa no mês de março - e estabelece que as subvenções não podem ultrapassar o teto dos tributos federais incidentes sobre os combustíveis.

Segundo o governo, atualmente, o litro da gasolina é tributado em R$ 0,89 por litro, o que inclui PIS, Cofins e CIDE.

Em coletiva para explicar a medida, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, ressaltou que um ato do Ministério da Fazenda vai estabelecer os valores.

Ainda segundo o ministro, o que se estuda é um valor parcial para gasolina entre R$ 0,40 e R$ 0,45 centavos por litro, considerando que o impacto no combustivel é menor que no diesel.

Quanto ao óleo, para fazer manutenção da desoneração, a equipe econômica optou por dar nova subvenção de R$ 0,35 a partir do dia 1º de junho.

Subsídio será pago por meio da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) diretamente aos produtores e importadores do combustível.

"A nova subvenção terá início pela gasolina, que ainda não teve nenhum tipo de subsídio ou corte de tributos desde a eclosão da guerra. Mas poderá ser estendida ao diesel quando a subvenção estabelecida pela Medida Provisória 1.340, com prazo de duração prevista para os meses de abril e maio, deixe de ser aplicada", ressalta o governo em nota.

Os recursos para financiar a subvenção virão do orçamento da União, de modo que a despesa mensal estimada é de R$ 272 milhões para cada R$ 0,10 de subvenção no litro de gasolina e de R$ 492 milhões para cada R$ 0,10 de subvenção no litro do diesel.

Ao todo, o impacto fiscal da subvenção a gasolina deve ser de R$ 1 bilhão a R$ 1,2 bilhão por mês, segundo Bruno Moretti.

"Como a receita da União por meio de dividendos, royalties e participação tem crescido com o aumento da cotação do petróleo no mercado internacional, a medida será neutra do ponto de vista fiscal", afirma o governo.

A medida vem após pedido do governo ao Congresso Nacional por celeridade na votação do projeto que permite o uso de receitas extras de petróleo como compensação à desoneração de combustíveis.

Entretanto, não houve sinalização do Legislativo de votação do mérito do texto. O projeto trâmita na Câmara dos Deputados e teve a urgência aprovada no fim de abril, acelerando as etapas de discussão e fazendo com que o projeto já possa ser deliberado pelo plenário da Casa.

A decisão ocorre também um dia após a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmar que o reajuste na gasolina "vai acontecer já já".

fonte - Elis Barreto e João Nakamura, da CNN Brasil, em Brasília e São Paulo.

Nova fase da Compliance Zero prende agente e mira delegada da PF

Integrantes da ativa e agentes aposentados da corporação são investigados suspeitos de vazar informações ao grupo de Daniel Vorcaro...


A sexta fase da operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira (14), avançou sobre integrantes da Polícia Federal que teriam atuado para beneficiar o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O ministro André Mendonça, responsável pela investigação no STF (Supremo Tribunal Federal), determinou o afastamento de uma delegada da PF, que foi alvo de busca e apreensão, e a prisão de um agente da ativa da corporação suspeitos de vazar informações ao grupo de Vorcaro.

Outros dois agentes aposentados da PF foram alvos de busca e apreensão nesta quinta-feira.

As investigações revelaram no início do ano que o grupo contratado pelo banqueiro para influenciar as apurações, realizar atividades de vigilância, coleta de informações e monitoramento de adversários acessava dados do MPF, da Polícia Federal e até de organismos internacionais, como o FBI e a Interpol. 

Vorcaro teve acesso antecipado a diligências da investigação, de acordo com registros localizados pela própria PF. O empresário teria inclusive feito anotações sobre autoridades e procedimentos policiais em curso.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, apontado como o coordenador operacional do grupo denominado "A Turma", realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos, incluindo bases utilizadas por instituições de segurança pública e investigação policial.

O acesso, segundo a investigação, era feito por Mourão por meio da utilização de credenciais funcionais de outras pessoas, o que permitia obter informações protegidas por sigilo institucional.

"A partir dessa metodologia, de acordo com a autoridade policial, o investigado teria obtido acesso indevido aos sistemas da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal, e até mesmo de organismos internacionais, tais como FBI e Interpol", escreveu o ministro André Mendonça ao autorizar a mais recente fase da operação sobre o caso.

LEIA MAIS - Pai de Daniel Vorcaro é preso em nova fase da Compliance Zero


fonte - Teo Cury, Elijonas Maia, Gustavo Uribe e Larissa Rodrigues, da CNN Brasil, Brasília e São Paulo.

Pai de Daniel Vorcaro é preso em nova fase da Compliance Zero

Henrique Vorcaro, pai do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi alvo de um dos sete mandados de prisão da operação nesta quinta...


A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta quinta-feira (14/5), o empresário Henrique Vorcaro, pai do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, no âmbito da sexta fase da Operação Compliance Zero, que investiga esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

Henrique foi alvo de um dos sete mandados de prisão da operação, que teve aval da Procuradoria-Geral da República (PGR) e foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.

Informações preliminares relatam que o empresário viajaria nesta quinta para Brasília, onde visitaria o filho, preso na Superintendência da PF em Brasília. Henrique também foi alvo de busca e apreensão. Ele foi preso em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e levado para a sede da PF na capital mineira.

Policiais federais cumprem os mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo, nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Ainda foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e de sequestro e de bloqueio de bens.

Segundo informações da PF, uma delegada, Valéria Vieira Pereira da Silva, foi afastada de suas funções, e um agente da corporação, Francisco José Pereira da Silva, marido de Valéria, foi preso. Ambos são lotados no Rio de Janeiro. Eles são suspeitos de repassar informações da corporação para Daniel Vorcaro.

A ação mira integrantes da chamada “A Turma”, grupo descrito pelos investigadores como uma estrutura de coerção comandada por Daniel Vorcaro usada para intimidar críticos, monitorar autoridades e obter informações sigilosas em favor do banqueiro.

A Turma

Daniel Vorcaro — apontado como líder do grupo investigado e responsável pelas ordens estratégicas ligadas à estrutura clandestina de monitoramento e intimidação.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão (“Sicário”) — descrito como coordenador operacional da estrutura. Segundo a PF, comandava ações de vigilância, monitoramento de alvos, obtenção de dados sigilosos e intimidação. Foi preso em fase anterior e morreu posteriormente na prisão.

Fabiano Zettel — cunhado de Daniel Vorcaro e apontado como operador financeiro do esquema. De acordo com a investigação, fazia pagamentos aos integrantes da estrutura e ajudava a operacionalizar contratos simulados e movimentações financeiras.

Marilson Roseno da Silva — policial federal aposentado apontado como operador do núcleo de inteligência paralela. Segundo a PF, utilizava experiência e contatos da carreira policial para acessar dados e acompanhar alvos de interesse do grupo.

Henrique Moura Vorcaro — pai de Daniel Vorcaro e alvo da nova fase da operação. A PF aponta suspeitas de participação em esquema de ocultação patrimonial e lavagem de dinheiro ligado às movimentações bilionárias investigadas.

Estão sendo investigados os crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional.

Quem é Henrique Vorcaro

Preso em Belo Horizonte, Henrique Vorcaro é um empresário mineiro do setor de infraestrutura e construção pesada em Minas Gerais. Ele é o fundador e líder do Grupo Multipar, um conglomerado que atua em diversos segmentos, incluindo engenharia, energia, agronegócio e setor imobiliário.

Segundo as diligências da PF, Henrique Vorcaro já aparecia desde o início do caso como peça ligada às movimentações financeiras suspeitas do grupo investigado, como informou o Metrópoles, na coluna da Mirelle Pinheiro.

Ele presidia a Multipar, empresa que, de acordo com relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), movimentou mais de R$ 1 bilhão entre 2020 e 2025 exclusivamente entre contas ligadas ao núcleo de Daniel Vorcaro.

O nome do pai do banqueiro ganhou ainda mais relevância dentro da investigação após a Polícia Federal afirmar ao STF que Daniel Vorcaro teria ocultado mais de R$ 2,2 bilhões em uma conta atribuída a ele, depois de ter sido colocado em liberdade no fim de 2025.

Segundo a PF, os valores foram identificados durante medidas de bloqueio financeiro realizadas na segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada em janeiro deste ano.

A PF afirmou que o montante, localizado junto à CBSF DTVM, conhecida no mercado financeiro como REAG, só foi descoberto graças às medidas executadas na nova etapa da apuração.

No documento enviado ao STF, os investigadores classificaram o valor como uma “quantia impressionante” e sustentaram que a ocultação patrimonial continuou mesmo após a soltura do banqueiro.

“Enquanto o Fundo Garantidor de Crédito sangrava para cobrir o rombo bilionário deixado pelo Banco Master no mercado financeiro, montante que alcança quase 40 bilhões de reais, Daniel Vorcaro ocultava de seus credores e vítimas mais de 2 bilhões de reais”, escreveu a PF.

Segundo a corporação, o esquema investigado envolve crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, invasão de dispositivos informáticos, violação de sigilo funcional e organização criminosa.

Fraudes financeiras

A Compliance Zero investiga um complexo esquema de fraudes no sistema financeiro nacional, com foco inicial em transações irregulares envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB).

Como um de seus resultados, houve um bloqueio judicial de R$ 12,2 bilhões dos investigados, valor referente a operações fraudulentas de compra de ativos “podres” do Banco Master, de Daniel Vorcaro, pelo BRB.

A investigação aponta que a instituição financeira de Vorcaro teria criado carteiras de crédito sem lastro (títulos fictícios) para inflar balanços e gerar liquidez artificial, contando com a omissão ou conivência de agentes internos e órgãos reguladores para movimentar esses ativos no mercado.

fonte - Carlos Estênio Brasilino - Felipe Machado - METRÓPOLES.

Vorcaro pagou R$ 61 milhões para filme de Bolsonaro; Flávio cobrou dinheiro. Ouça áudio

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, pagou aproximadamente R$ 61 milhões para financiar o filme biográfico Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os recursos foram solicitados pelo senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ), segundo revelado pelo Intercept Brasil.


Diálogos divulgados pelo site mostram Flávio Bolsonaro e Vorcaro falando sobre o filme. Uma das conversas ocorreu em 16 de novembro de 2025, um dia antes de Vorcaro ser preso pela primeira vez no âmbito da Operação Compliance Zero e dois dias antes da liquidação do Banco Master.

Segundo o Intercept, pelo menos R$ 61 milhões foram pagos entre fevereiro e maio de 2025, em seis operações. O valor total negociado chegaria a R$ 134 milhões – mas não há evidências, segundo o site, de que todo o dinheiro tenha sido repassado.

Parte do dinheiro foi transferida pela Entre Investimentos e Participações, que atuava em parceria com empresas de Vorcaro, para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas, nos Estados Unidos, e controlado por aliados de Eduardo Bolsonaro, de acordo com a reportagem do Intercept.

Em um áudio divulgado pelo Intercept, que seria de 8 de setembro de 2025, Flávio teria dito a Vorcaro que havia preocupação com atraso nos pagamentos da produção.

“Eu fico sem graça de ficar te cobrando, está em um momento muito decisivo aqui do filme. E tem muita parcela para trás, e está todo mundo tenso e eu fico preocupado aqui com o efeito contrário do que a gente sonhou pro filme, né?”, teria declarado o senador.

“Imagina a gente dando calote no Jim Caviezel, num Cyrus, os caras, pô, renomadíssimos do cinema americano, mundial. Pô, ia ser muito ruim”, teria afirmado.

Ouça:

A reportagem acionou Flávio diretamente e a assessoria do senador, mas ainda não obteve resposta

Intermediários

O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, e o deputado federal Mário Frias (PL-SP), que foi secretário de Cultura no governo Bolsonaro, teriam atuado como intermediários.

Além de Eduardo e Mário, o empresário Thiago Miranda e Fabiano Zettel, apontado pela Polícia Federal como principal operador de Vorcaro, também estariam envolvidos nas negociações.

Em 28 de janeiro de 2025, Vorcaro teria declarado a Zettel que o projeto cinematográfico de Bolsonaro era prioridade absoluta e deu uma ordem sobre os repasses: “Não pode falhar mais”.

Uma semana depois, em 5 de fevereiro, Zettel teria dito a Vorcaro que, sobre o “filme”, “estava tentando desde ontem” e alega que o “câmbio do Master [estava] criando caso”. O banqueiro pergunta para quem deveria fazer o repasse e orienta: “Vamos fazer via Entre [que seria a empresa Entre Investimentos e Participações]”.

Vorcaro decreta o envio do dinheiro: “Manda a grana“.

fonte - METRÓPOLES.

Divulgado resultado de pedido de isenção da inscrição para o Enem 2026

Quem teve pedido reprovado pode entrar com recurso até sexta-feira...

Rio de Janeiro (RJ) 05/11/2023 - Estudantes chegam para o primeiro dia de provas do Enem 2023, na Universidade Veiga de Almeida, na Tijuca. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
© Fernando Frazão/Agência Brasil


As pessoas que solicitaram isenção da taxa de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 podem conferir, a partir desta quarta-feira (13), se o pedido foi aceito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

De acordo com o Inep, o resultado será publicado ao longo do dia, diretamente na Página do Participante do exame, com o login no portal único de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

O Inep também informou que disponibilizará hoje os resultados referentes às justificativas dos candidatos da edição de 2025 que não compareceram aos dois dias de prova, mas querem participar da edição de 2026 gratuitamente.

Recursos

Os candidatos que tiveram negado o pedido de isenção ou tiveram a justificativa de ausência reprovada podem entrar com recurso a partir desta quarta-feira até as 23h59 de sexta-feira (19), também na Página do Participante.

Para a solicitar recurso da isenção da taxa de inscrição, o participante deve enviar documentação que comprove uma das situações definidas pelo MEC:

  • estar matriculado na 3ª série do ensino médio (neste ano de 2026), em escola pública;
  • ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em unidade de ensino privada;
  • estar em situação de vulnerabilidade e com família inscrita no CadÚnico;
  • ser beneficiário do programa federal Pé-de-Meia, inclusive treineiros do 1º e 2º ano do ensino médio;

Para contestar a negativa da isenção da taxa de inscrição, o participante deve apresentar documentos como a declaração de realização de todo o ensino médio em escola do sistema público (municipal, estadual ou federal) ou histórico escolar do ensino médio, com assinatura da escola.

Já para entrar com recurso da justificativa de ausência, é preciso enviar nova documentação e nela deverá constar o nome completo do candidato em 2025. As declarações devem estar datadas e assinadas.

Não serão aceitos documentos autodeclaratórios ou emitidos, por exemplo, por pais ou responsáveis dos participantes.

O resultado final dos recursos será conhecido em 25 de maio. O candidato que teve o pedido do recurso de isenção negado em definitivo deverá pagar a taxa para se inscrever no exame.

Inscrição

A inscrição no Enem é obrigatória para todos, mesmo para quem solicitou a isenção e teve o deferimento concedido.

O período de inscrição será divulgado pelo MEC em breve.

Enem

O Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao fim da educação básica e é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados destas provas para selecionar estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep.

Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

fonte - agencia brasil.

Ministro diz que Brasil manterá exportações de carne para Europa

André de Paula, ministro da Agricultura, afirmou que o governo atenderás as exigências dos europeus e que as reuniões com entendimentos sobre o assunto já começaram...


O ministro da Agricultura, André de Paula, afirmou nesta terça-feira que o governo brasileiro vai trabalhar para atender às novas exigências da União Europeia sobre a cadeia da carne bovina, após a divulgação de regras mais rígidas envolvendo rastreabilidade e controle sanitário da produção animal.

A declaração foi dada um dia depois da repercussão das novas sinalizações europeias ao setor agropecuário brasileiro. Segundo André de Paula, o governo foi surpreendido pela antecipação do tema, que ainda vinha sendo discutido tecnicamente entre representantes brasileiros e europeus.

“Fomos surpreendidos. Foi uma antecipação de uma questão que estava sendo debatida tecnicamente”, afirmou o ministro no Congresso da Abramilho, em Brasília.

O principal ponto de preocupação é que as exigências da União Europeia não devem se limitar apenas à redução do uso de antibióticos. O bloco europeu também quer mecanismos mais rigorosos de comprovação sanitária, segregação da produção e rastreabilidade individual dos animais, o que pode exigir mudanças estruturais em parte da cadeia produtiva brasileira.

Mesmo diante da preocupação do setor, André de Paula procurou transmitir segurança ao mercado e afirmou que o Brasil continuará exportando carne para os europeus.

“O Brasil tem um sistema sólido e robusto de defesa agropecuária. Somos os maiores produtores de proteína animal do mundo. Exportamos para 170 países e estamos há 40 anos na Europa. Vamos seguir exportando para a Europa, fizemos ontem e faremos amanhã”, disse.

O ministro confirmou ainda que houve uma reunião na manhã desta terça-feira entre representantes brasileiros e o embaixador do Brasil junto à União Europeia para alinhar os primeiros entendimentos sobre as exigências apresentadas pelo bloco.

Segundo ele, as negociações devem continuar nos próximos dias para esclarecer os pontos considerados “incipientes” pelo governo brasileiro.

“Teremos novas reuniões e mais clareza do que aconteceu”, afirmou.

O vice-presidente Geraldo Alckmin também sinalizou que as análises podem ocorrer “cadeia por cadeia”, avaliando separadamente os diferentes segmentos do agronegócio brasileiro.

Pressão sobre o agro cresce em meio a juros altos e conflitos 

As novas exigências da União Europeia chegam em um momento de forte pressão sobre o agronegócio brasileiro. Durante o debate da Abramilho, a ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina afirmou que o setor enfrenta uma combinação de crises externas e dificuldades internas.

Segundo ela, a guerra na Ucrânia impactou o mercado global de fertilizantes, enquanto os conflitos no Oriente Médio aumentaram os problemas logísticos e de transporte internacional. No cenário doméstico, o alto custo do crédito rural preocupa produtores.

“Pegar dinheiro a 18% ou 22% é uma insanidade”, afirmou.

Tereza Cristina defendeu mudanças no modelo do Plano Safra e disse que o atual formato já não acompanha o tamanho da agricultura brasileira nem as necessidades do produtor rural.

Ela também cobrou a ampliação do seguro rural diante dos riscos climáticos associados ao El Niño.

“O seguro rural é fundamental para o produtor brasileiro”, declarou.

André de Paula reconheceu as dificuldades enfrentadas pelo setor e afirmou que as preocupações com juros, endividamento e crédito rural têm sido recorrentes nas conversas com representantes do agro desde o início de sua gestão.

“Queremos juros que possam caber no bolso do produtor rural e uma preocupação permanente com o endividamento do produtor”, disse.

Apesar do cenário desafiador, o ministro afirmou que continuará defendendo o setor dentro do governo federal.

“Ao fim e ao cabo, eu sou governo. Vou lutar dentro do governo para que o setor possa crescer”, concluiu.

LEIA MAIS - UE deixa Brasil fora de exportações de carnes por exigências sanitárias

FONTE - Fernanda Pressinott e Cristiane Noberto, da CNN Brasil, Brasília.

Entenda o que muda com o fim da "taxa das blusinhas"

Presidente Lula assinou medida provisória nesta terça-feira (12) que zera imposto de importação sobre compras até US$ 50...


Com o fim da "taxa das blusinhas", anunciado nesta terça-feira (12) pelo governo, compras internacionais de até US$ 50 voltarão a ser isentas da cobrança do imposto de importação federal.

A iniciativa de zerar a cobrança da tarifa sobre os produtos importados foi oficializada em medida provisória publicada em edição extra do DOU (Diário Oficial da União), e entra em vigor a partir desta quarta-feira (13).

A medida foi anunciada no Palácio do Planalto com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e de ministros da alta cúpula do governo.

Estavam presentes os ministros das Relações Institucionais, José Guimarães; da Casa Civil, Miriam Belchior; do Desenvolvimento, Indústria, Comério e Serviços, Márcio Elias Rosa; do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti; e da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos.

Além deles, participaram o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), a primeira-dama Janja e o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron.

Entenda como ficarão as compras internacionais

Para remessas de produtos estrangeiros comprados em sites, por exemplo, o imposto de importação de 20% que estava em vigor será zerado em compras de até US$ 50. Vale ressaltar que o fim da "taxa das blusinhas" será uma isenção concedida apenas sobre compras feitas por pessoas físicas.

Com isso, não haverá mais a incidência de nenhum tributo federal sobre essas compras. Continuarão sendo cobrados apenas os tributos do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) estadual. A alíquota será a mesma que já está vigente sobre os itens importados: 17%.

As compras acima de US$ 50 atualmente são taxadas em 60% pelo tributo de importação.

Medida ventilada há tempos

A revogação da "taxa das blusinhas" vinha sendo discutida há alguns meses dentro do governo federal. A ala política da gestão defendia que o imposto era impopular e impactava negativamente a aprovação do presidente Lula.

No entanto, setores econômicos do governo estavam resistentes à isenção tarifária sobre as compras internacionais por conta da perda de arrecadação e da pressão da indústria nacional.

O imposto federal começou a ser aplicado no contexto do programa Remessa Conforme, criado para regularizar o comércio eletrônico e alinhar as compras feitas nas plataformas à Receita Federal.

Num primeiro momento, em 2023, o governo já havia deixado de cobrar o tributo sobre as pequenas compras. Como contrapartida, as empresas deveriam aderir ao programa da Receita e recolher tributos estaduais.

Porém, em 1º de agosto de 2024, passou a ser cobrado o tributo federal de 20% sobre compras de US$ 50 em sites do exterior e 60% para itens de US$ 50,01 a US$ 3 mil.

Em março deste ano, a pesquisa Latam Pulse Brasil, divulgada e apurada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, apontou que para 62% dos brasileiros a cobrança seria o maior erro cometido pelo governo Lula até então.

LEIA MAIS - De olho nas eleições, governo Lula anuncia fim de imposto sobre compras internacionais de até US$ 50; veja

Álvaro Augusto, da CNN Brasil*, em Brasília - *Sob supervisão de João Nakamura.

Senado aprova a renovação automática da CNH para “bons condutores”

Beneficiários devem estar inscritos em um cadastro nacional de bons condutores para receber descontos em tributos, pedágios, estacionamentos e seguros...


O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (12) a medida que permite a renovação automática da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) para “bons condutores”. O texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Aprovada na última sexta-feira (8) na Câmara dos Deputados, a Medida Provisória 1.327 de 2025 diz que motoristas que não tomaram nenhuma multa nos 12 meses anteriores à renovação sejam beneficiados.

Para isso, os motoristas precisam estar inscritos no RNPC (Registro Nacional Positivo de Condutores). O cadastro nacional também prevê descontos em tributos, pedágios, estacionamentos e seguros.

O texto também determina a validade para os condutores com menos de 50 anos que não cometeram qualquer infração de trânsito nos 12 meses anteriores à data de validade do documento.

Condutores com 70 anos ou mais e motoristas que têm a validade da CNH reduzida por recomendação médica não receberão o benefício. Já aqueles com mais de 50 anos e menos de 70 terão direito à renovação automática apenas uma vez.

Os motoristas que cumpram os requisitos terão a renovação automática sem precisar pagar taxas. Os exames físico e mental ainda serão exigidos. A lei também permite que o condutor escolha se prefere ter a carteira no modelo físico ou digital.

O relator da medida, senador Renan Filho (MDB-AL), disse no parecer que essas mudanças representam um “importante avanço no processo de modernização, racionalização e redução de custos associados ao sistema brasileiro de habilitação de condutores”.

O cadastro no RNPC já funciona como uma “premiação” aos motoristas que não têm histórico de infrações em 12 meses. Esses condutores podem ter descontos em taxas, condições especiais para locação de veículos, contratação de seguros, tarifas de pedágio e estacionamento e ofertas de cashback.

FONTE - Davi Alencar, da CNN Brasil*

5 em cada 10 brasileiros adultos estão inadimplentes no Brasil, aponta Serasa

Rondônia ocupa atualmente a nona posição no ranking dos estados com maior índice de inadimplência proporcional à população...


O volume de brasileiros inadimplentes segue crescendo e atingiu a marca histórica de 83,3 milhões de pessoas em abril, segundo o Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas da Serasa. Com alta de 0,67% em relação ao mês anterior, são mais de 555 mil novos consumidores negativados, o que corresponde a 50,81% da população adulta do país.

Ao todo, os brasileiros acumulam 342 milhões de dívidas negativadas, somando mais de R$ 568 bilhões em débitos. O valor médio devido por pessoa chegou a R$ 6.814,39 — mais de quatro vezes o salário-mínimo.

Os dados reforçam a pressão do endividamento sobre o orçamento das famílias brasileiras, especialmente em um cenário em que o setor financeiro segue como principal origem das pendências no país. Entre os segmentos das dívidas, bancos e cartões de crédito representam 27,5% do total de débitos, seguidos por contas básicas (21%) e financeiras (19,8%), empresas que concedem crédito, mas não se enquadram como bancos.

Em Rondônia, a inadimplência atinge 693.921 mil pessoas, o que equivale a 53,42% da população do estado. Rondônia ocupa atualmente a nona posição no ranking dos estados com maior índice de inadimplência proporcional à população

Os rondonienses acumulam mais de 3 milhões de dívidas negativadas, somando R$ 5.079.072.637,00 em débitos. O valor médio que cada pessoa deve é de R$7.319,38.

“O crescimento contínuo da inadimplência mostra que muitos brasileiros ainda enfrentam dificuldades para reorganizar o orçamento, especialmente diante do alto custo do crédito”, avalia Aline Maciel, diretora da Serasa. “Em muitos casos, o consumidor utiliza linhas emergenciais, como cartão de crédito e cheque especial, para cobrir despesas básicas ou lidar com perda de renda, o que pode acelerar o efeito bola de neve das dívidas.”

Mutirão amplia descontos para conter endividamento

Em meio ao avanço da inadimplência, a Serasa amplia as oportunidades de negociação de dívidas com iniciativa que reúne cupons e condições especiais para ajudar consumidores a regularizarem a vida financeira. A ação contempla ofertas do Novo Desenrola Brasil, e mobiliza instituições financeiras e outros segmentos do mercado, como securitizadoras e varejistas.

Ao todo, 11,6 milhões de consumidores podem aproveitar mais de 34 milhões de ofertas com cupons disponíveis, que chegam a até R$200 em desconto adicional para dívidas negociadas à vista pelo site ou aplicativo da Serasa, somando os abatimentos já oferecidos pelas empresas parceiras. Em Rondônia são 79.908 mil consumidores que podem aproveitar mais 197 mil ofertas com essa condição extra de descontos.

“Muitas pessoas querem negociar suas dívidas, mas ainda encontram barreiras para fechar acordos que realmente caibam no bolso. Por isso, estamos movimentando o mercado para ampliar descontos e o número de parceiros participantes, oferecendo condições mais acessíveis, que ajudam o consumidor a dar o primeiro passo para recuperar o controle da vida financeira”, complementa Aline.


Como usar os cupons para negociar minhas dívidas com mais descontos na Serasa?

  1. Acesse o site ou o aplicativo da Serasa.

  2. Faça login com CPF e senha.

  3. Clique em Negociar dívidas.

  4. Veja qual oferta possui cupom disponível e clique em Negociar agora.

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  1. Escolha a opção de pagamento à vista, por Pix ou boleto.

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  1. Selecione a data de vencimento desejada.


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  1. Na área de confirmação do acordo, ative a opção “Adicionar cupom”.


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  1. Depois, clique em Fechar acordo e realize o pagamento com desconto.

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Sobre a Serasa   

Com o propósito de revolucionar o acesso ao crédito no Brasil, a Serasa oferece um ecossistema completo voltado para a melhoria da saúde financeira da população por meio de produtos e serviços digitais. Mais informações em  www.serasa.com.br e via redes sociais no @serasa. 

fonte - assessoria.

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