Últimas Notícias
Brasil
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens

Ministro da Justiça, Lewandowski entrega carta de demissão a Lula

O ministro, como o Metrópoles noticiou, disse a seus principais aliados que pretendia permanecer no comando do Ministério da Justiça até 6ª

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, entregou carta de demissão ao presidente Lula nesta quinta-feira (8/1), no Palácio do Planalto.



Segundo apurou a coluna com fontes do Planalto e do próprio ministério, o documento foi entregue instantes antes do ato do 8 de Janeiro.


O ministro, como o Metrópoles noticiou, disse a seus principais aliados que pretendia permanecer no comando do Ministério da Justiça até sexta-feira (9/1).


Ele deixa a chefia do ministério após uma série de insatisfações com o governo, especialmente após o presidente dizer que pretendia separar a pasta. (CNN)


Venezuelanos criticam intervenção em seu país enquanto reconstroem a vida longe da crise morando no Brasil

O produtor de audiovisual Benjamin Mast veio da Venezuela para o Brasil em 2016, Na época já havia crise econômica no seu país e ele veio em busca de melhores oportunidades de trabalho. A crise migratória ainda não estava no patamar que começou a atingir em 2017 com o aumento diário do fluxo de venezuelanos ao Brasil, especialmente por Roraima.

foto - reprodução Agência Brasil

Hoje, aos 44 anos, Benjamin está estabelecido naquele estado e atualmente tem uma produtora na qual trabalha com a mulher. Os dois têm uma filha de 1 ano. A vinda para o Brasil não teve o mesmo sentido dos seus compatriotas que, naquele momento, enfrentavam situação até de fome por causa das condições econômicas do país. Benjamin já tinha feito uns trabalhos de audiovisual no Brasil e pensou que aqui poderia avançar mais na sua área.

Os trabalhos no Brasil começaram a surgir em 2014 e continuaram no ano seguinte, enquanto eram escassos em seu país por causa da crise econômica. Daí para a migração foi uma decisão acertada. “Foi um processo bem tranquilo. Não tinha essa onda migratória. Era bem pequena, coisa de 100 pessoas que chegavam ao Brasil”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.

Mast disse que é totalmente contra a invasão dos Estados Unidos (EUA) e que está de coração partido. “É muito triste, para mim, sentir que meu país vai virar uma colônia. O Trump falou que vai manejar a Venezuela e não há nenhum estatuto legal internacional para isso”, relatou.

A dor de sentir que o país foi bombardeado, com todo o processo de violação de direitos, cresce mais por ver que uma parcela da população está feliz com a invasão. “Para mim, é difícil falar isso para todos os venezuelanos. Há uma questão dividida com essa crise que o Maduro causou”, disse, reconhecendo que os bloqueios econômicos impostos também contribuíram para a situação que a Venezuela vinha enfrentando.

“A indústria petrolífera - muitas coisas também causaram isso - foi a combinação da má questão política e econômica do país por parte de Maduro e do governo, com as sanções econômicas e políticas dos EUA”, completou.

Para Mast, é muito forte a imagem dos militares jogando bombas e ainda ver a reação de algumas pessoas celebrando como se essa fosse a única saída - virar uma colônia.

“Não ter sequer amor próprio para tentar mudar as coisas de dentro. Acho que vamos ver uma Venezuela muito polarizada, muito instável politicamente porque tem vazio de poder”, afirmou, concluindo que também foi muito forte ver o transporte de Nicolás Maduro para os Estados Unidos para ser indiciado lá.

“Há muitas acusações contra Maduro e o governo venezuelano, mas ser levado para lá como um criminoso é muito forte”.

O futuro com a intervenção dos Estados Unidos também não é promissor, segundo o produtor, porque a administração prometida pelo presidente Donald Trump não vai mudar a questão social da Venezuela. Mast disse que nesse caso os beneficiados serão as oligarquias petrolíferas e econômicas estadunidenses. “Tenho muito medo desse vazio de poder e de virar uma colônia. A história nos conta que nunca vai bem um país dominado pelos norte-americanos”, observou.

“A falta de soberania vai ter um preço muito alto não só para a Venezuela, mas para a América Latina em geral, essa invasão injustificada e ilegal”, disse ele, prevendo muita violência no país por causa da polarização.

Hoje, Livia Esmeralda Vargas González é professora na Universidade Federal de Integração Latino-Americana (Unila) em Foz do Iguaçu, no Paraná. Ela chegou ao Brasil em 2016 após ganhar uma bolsa de doutorado em história na Universidade Federal de Ouro Preto, em Minas Gerais, que começou em 2017. Cumpriu o doutorado em cinco anos, mas não foi o único. No mesmo período, completou ainda doutorado em filosofia. “A crise venezuelana foi levando uma estadia temporária para um doutorado virar uma travessia migratória”, contou à Agência Brasil.

O fato de ter feito esses estudos no Brasil, inclusive sobre a história da Venezuela - o que os colegas não tinham condição de realizar no país - tornou o processo migratório mais pesado para Livia, também por ficar longe da família que enfrentava a crise em seu país. 

“Ter que lidar com essa ferida, essa dor e acompanhar de longe a situação crítica em termos econômicos, sociais, políticos e afetivos tem sido um percurso que oscila entre a gratidão com o Brasil que me acolhe e a dor da família longe”, revelou.

Os tempos difíceis durante os doutorados ficaram mais leves no ano passado. Em agosto, o filho Aquiles Léon, de 21 anos, veio morar com ela em Foz do Iguaçu. Depois de passar por um processo seletivo para alunos latino-americanos e do Caribe, o filho ganhou uma vaga na Unila para o curso de engenharia da energia. A professora reconhece que apesar de estar em boa condição, também não é fácil para Aquiles passar pelo processo de migração.

Livia lembrou que na Venezuela era professora associada do curso de sociologia da principal universidade do país, e as condições salariais eram precárias. “As condições de vida e subsistência dos meus colegas são tristes, lamentáveis, deploráveis”, observou, acrescentando que admirava muitos deles, que chegaram a ser referências pela produção acadêmica que faziam.

Para se sustentar, segundo Lívia, alguns deles têm que fazer outros serviços como entregas ou qualquer tipo de trabalho para sobreviver, assim o tempo para pesquisar é praticamente inexistente. As possibilidades que conseguiu como professora e pesquisadora no Brasil seriam impossíveis na Venezuela. “Não apenas como pesquisadora, mas como escritora. Aqui no Brasil consegui abrir também uma janela como poeta e escritora”, contou.

Invasão

A professora repudia a invasão feita pelos EUA e classifica de estarrecedora a situação que aprofunda os traumas da população venezuelana. Sem contar com o precedente que gera tanto para o seu país quanto para a América Latina e o mundo.

“Significa a materialização de um ato de intervenção prática e recolonização do meu país. É uma coisa que não existe na história republicana da Venezuela, após o Exército comandado por [Simón] Bolivar tirar o império espanhol do país”, criticou.

“Me sinto profundamente triste. É uma dor que nem consigo nomear o nível e que reforça mais a nossa catástrofe, de uma situação de anos de fraturas, de último ano de um processo de políticas de repressão contra a população interna”.

Neste momento pós-invasão, mais uma vez ela se preocupa com a família. “Meu pai está lá, minha mãe, minha família, meus amigos estão vendo como garantir a comida de hoje, Não tem energia, não tem acesso às coisas básicas. Como vai ser neste ambiente de incertezas, em que não se sabe se vai ser bombardeado mais uma vez”, questiona, emocionada, ao relatar que estava planejando a vinda do pai em fevereiro para uma visita. “Isso já não é possível. Isso me dói. Fiquei emocionada de falar que não posso abraçar e estar com eles”.

Culinária

Ao vir com o marido e dois filhos para o Brasil em 2015, Maria Elias era técnica de informática. A família morava e tinha uma loja em Güigüe, no estado de Carabobo, na Venezuela, e conseguia se manter até que a crise econômica avançou. A solução foi vir para o Brasil. “Se a gente ficasse lá, sabia o que ia acontecer. Quando a gente saiu de lá, tinha 50% de chance de dar certo e 50% de dar errado. A gente decidiu pelos 50% de dar certo”, contou, em entrevista à Agência Brasil, lembrando que a parte positiva na vinda foi conseguir logo vagas para os filhos em escolas públicas no Rio.

Para ela e o marido, as dificuldades foram a língua portuguesa, a cultura brasileira e a inserção no mercado de trabalho. A solução foi se dedicar à culinária para conseguir o sustento, o que tinha relação com a sua ascendência.

“Foi muito difícil começar e, por isso, diferenciamos nossa culinária como libanesa e conseguimos o primeiro pedido em uma lanchonete perto de onde morávamos”, relatou, revelando ainda que os donos se tornaram os melhores amigos da família e os ajudavam todas as vezes em que tinham dúvidas.

Com o sucesso nas vendas, em 2016, passaram a ser contratados para fazer jantares em residências e, após um ano, ampliaram o cardápio. “Percebemos que as pessoas queriam também comida italiana e mudamos para cozinha árabe e mediterrânea. E mais trabalho, graças a Deus”.

Maria também tem parentes na Venezuela e se preocupa com a situação. Ela gostou da saída de Maduro do poder, mas vê ainda muito confusa a condição política local. “Tem muitas coisas para assimilar, não se sabe o que é verdade e o que é mentira”, disse, citando a complexidade do momento com a divisão política que vive o país.

“Tem que manter,  pelo menos por enquanto, o governo chavista para ver o que vai acontecer e depois fazer eleições livres. É preciso fazer uma limpeza. Tem que ter esperança de eleições limpas, mas não sabemos quando e se vai acontecer”, indicou, destacando que é uma incógnita o que pensa Donald Trump.

“O que interessa é a Venezuela renascer e voltar a ser produtiva como sempre foi”, concluiu.

fonte - Agência Brasil.

Bolsonaro é transferido para hospital para fazer exames

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, rumo ao hospital particular que ele fará exames médicos após ter batido a cabeça em uma queda na cela em que está preso.



A autorização para o deslocamento ocorreu ainda na manhã desta quarta-feira (7), após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).


O magistrado autorizou que o dirigente da direita seja submetido a tomografia computadorizada e ressonância magnética do crânio, bem como eletroencefalograma para identificar se sofreu traumatismo craniano leve ao ter caído da cama na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal.


O magistrado autorizou que o dirigente da direita seja submetido a tomografia computadorizada e ressonância magnética do crânio, bem como eletroencefalograma para identificar se sofreu traumatismo craniano leve ao ter caído da cama na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal.


Além disso, a força policial deverá, previamente, entrar em contato com o hospital particular para combinar os termos e condições da realização dos exames, bem como deverá providenciar a completa vigilância e segurança do custodiado durante a realização dos

exames.


Após a realização da bateria de exames, Bolsonaro deverá retornar à Superintendência da Polícia Federal, sem ficar internado na unidade hospitalar.


A defesa do ex-presidente apresentou, ainda na terça-feira (6), detalhes dos exames que serão realizados por Bolsonaro e pediu urgência para a realização dos procedimentos.


Logo em seguida, a PF (Polícia Federal) também apresentou relatório médico que descrevia as condições de saúde avaliada pela equipe médica dos agentes.


As informações foram prestadas após despacho do ministro, que pediu mais informações à defesa e laudo médico da PF. (CNN)

13 milhões de “mosquitos amigos” são soltos no DF para conter a dengue

Para evitar o avanço da dengue e de outras arboviroses, a Secretaria de Saúde liberou 13 milhões de “mosquitos amigos” no Distrito Federal (DF), ao longo das últimas 13 semanas. Os Wolbitos são mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia, impedindo o desenvolvimento do vírus de doenças como dengue, zika, febre amarela e chikungunya. A estratégia inovadora faz parte de um conjunto de medidas prevenção aplicadas em várias regiões do país.



O DF enfrentou uma epidemia de dengue em 2024. A doença infectou ao menos 283.841 pessoas e levou mais de 400 à morte — sendo o total de óbitos 815,40% maior que o notificado em 2023. Segundo a pasta, houve uma redução dos casos de dengue em 2025. Mesmo assim, medidas de prevenção são essenciais. Por isso, 362 servidores de Vigilância Ambiental em Saúde visitaram mais de 1,8 milhão de residências no DF, ao longo do ano passado.

Os mosquitos com a Wolbachia se reproduzem com os insetos selvagens, mas transmitem a bactéria para as próximas gerações reduzindo a reprodução dos mosquitos nocivos.

No DF, o programa registrou 14 semanas de produção e 13 de liberação de aproximadamente 13 milhões de “mosquitos amigos”. Nesse período, as ações de campo envolveram 68 rotas semanais, 14 mil pontos de soltura e 813 viagens para a distribuição dos insetos em todo o território previsto.

Além dos “mosquitos amigos”, a Secretaria de Saúde empregou outras estratégias como a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), tecnologia que cria uma camada protetora nas paredes internas, capaz de eliminar os mosquitos que pousam nesses locais. O produto, que tem baixa toxicidade para humanos e animais domésticos, permanece ativo por até 90 dias. Em 2025, foram feitas quase 60 aplicações do BRI, principalmente em locais com grande circulação de pessoas.

Foram distribuidas estações disseminadoras de larvicidas (EDLs). Cada unidade é composta por um balde preto, com uma boia e uma tela ao redor, impregnada com Pyriproxyfen – inseticida que funciona como um hormônio regulador de crescimento de insetos, impedindo-os de atingir a fase adulta. Neste ano, mais de 3,2 mil EDLs foram instaladas em diferentes regiões do DF.

Em 2025, as equipes de vigilância colocaram mais de 3,8 mil ovitrampas. Nelas, um pote preto com água e levedo de cerveja estimula os mosquitos a colocarem seus ovos em uma placa de fibra de madeira (paleta) e na parede do recipiente. Embora pareçam um criadouro de mosquitos, elas são seguras, pois recebem inseticida para impedir o desenvolvimento de larvas.

Os drones passaram a integrar o conjunto de ferramentas estratégicas da pasta, auxiliando no mapeamento de territórios. Cada foto tirada pelo aparelho traz a indicação dos locais onde há possíveis focos de água parada, permitindo ações mais precisas. Ao todo, os drones fizeram uma varredura em 22 regiões administrativas, totalizando mais de 2,1 mil hectares mapeados e cerca de 3 mil possíveis criadouros identificados.

FONTE - METRÓPOLES.

URGENTE - Michelle diz que Bolsonaro caiu e bateu cabeça na cela: “Não está bem”

Michelle afirmou que Bolsonaro teve uma crise e bateu a cabeça em um móvel. Ela visitou o marido, nesta terça (6/1), na prisão...

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse nesta terça-feira (6/1) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caiu enquanto dormia e bateu a cabeça em um móvel, na Superintendência da PF, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado.

“Meu amor não está bem. Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel. Como o quarto permanece fechado, ele só recebeu atendimento quando foram chamá-lo para minha visita”, relatou Michelle, em sua conta do Instagram, logo após visitar Bolsonaro na prisão.

A ex-primeira-dama permanece no complexo da PF acompanhada por um dos médicos da equipe particular do ex-presidente, o doutor Brasil Caiado. “Estou com o médico aguardando o delegado para saber como foram os primeiro socorros”, escreveu Michelle.

No Natal, o ex-presidente foi internado para passar por uma cirurgia para tratar de uma hérnia inguinal bilateral. 

Durante a internação, Bolsonaro passou por três procedimentos de bloqueio do nervo frênico para reverter o quadro de soluços persistentes. Ele também apresentou alteração na pressão arterial e iniciou tratamento para apneia do sono.

fonte - METROPÓLES.

Governo do Brasil abre seleção com bolsas para formação de agentes populares de saúde

Edital vai selecionar movimentos sociais para criar 450 turmas em 17 unidades da Federação. Inscrições podem ser feitas até 18 de janeiro e a estimativa é de apoio para até 9 mil estudantes...


O Governo do Brasil lançou um novo edital do Programa de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de Saúde (AgPopSUS). A chamada pública, aberta até o dia 18 de janeiro, tem como objetivo selecionar movimentos sociais populares para a formação de 450 turmas. A iniciativa prevê o pagamento de bolsas de R$ 2.500,00 para educadores e auxílio de R$ 560,00 para estudantes, para deslocamento e outras despesas.

A ação é executada pelo Ministério da Saúde em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS). Ao todo, a seleção pode beneficiar até 9 mil estudantes em 17 unidades da Federação. Cada turma será composta por um educador e 20 educandos.

Confira o edital.

PARTICIPAÇÃO POPULAR — O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, destacou que o edital reforça a participação popular no âmbito do SUS. “O programa fortalece ainda mais a saúde e a participação popular como direitos presentes na construção diária do SUS, a partir da mobilização dos voluntários que organizam a comunidade onde vivem para garantir direitos sociais. Também reconhece o notório saber de mestres da cultura popular, incentivando e valorizando as práticas tradicionais e populares de cuidado”, disse.

O programa fortalece ainda mais a saúde e a participação popular como direitos presentes na construção diária do SUS, a partir da mobilização dos voluntários que organizam a comunidade onde vivem para garantir direitos sociais", Felipe Proenço
Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde.

TIRA-DÚVIDAS — Haverá uma sessão pública virtual para esclarecimento de dúvidas no dia 9 de janeiro, pelo Canal do YouTube da AgSUS. O resultado preliminar está previsto para 5 de fevereiro, e o resultado final será publicado em 12 de fevereiro de 2026 Após a seleção, os movimentos classificados deverão indicar seus educadores e educadoras, que participarão da formação inicial em março. As turmas começam a funcionar entre março e abril de 2026.

FORMAÇÃO — O curso de formação levará em conta a distribuição das turmas nos estados. A prioridade será garantir equidade, levando em conta onde há maior concentração de pobreza, o impacto em escala, com foco nas áreas com maior volume populacional vulnerável, e o tamanho da população. As turmas estarão presentes em Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Distrito Federal.

CUIDADO E EDUCAÇÃO — Luciana Maciel, diretora de Atenção Integral à Saúde da AgSUS, reforçou que a formação vai além da sala de aula. “Com essa formação, qualificamos pessoas para atuar junto às suas comunidades, promovendo saúde, direitos e a defesa do SUS. É uma oportunidade de construir uma rede nacional de agentes comprometidos com o cuidado, a educação popular e a equidade no Sistema Único de Saúde”, afirmou.

AgPopSUS — O Programa de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de Saúde nasceu da experiência de atuação de movimentos sociais durante a pandemia de Covid-19, quando lideranças comunitárias atuaram como Agentes Populares de Saúde para proteger seus territórios. Instituído pela Portaria GM/MS nº 1.133/2023, o programa busca integrar saberes tradicionais e populares e contribuir com a atuação dos movimentos sociais populares na defesa do SUS e do direito à saúde.

O AgPopSUS tem construído uma rede nacional de agentes educadoras e educadores populares comprometidos em facilitar o acesso aos serviços de saúde e fortalecer a participação popular nos territórios mais vulneráveis.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Facção venezuelana citada por Trump tem membros em 6 estados do Brasil

O Tren de Aragua, maior facção criminosa da Venezuela, já tem membros em ao menos seis estados brasileiros. A maior concentração fica em Roraima, que faz fronteira com o território venezuelano e por onde entraram milhares de refugiados nos últimos anos.

O suposto envolvimento do líder venezuelano, Nicolás Maduro, com a facção é apontado como uma das motivações para o sequestro dele e de sua esposa, Cilia Flores, por forças norte-americanas no último sábado (3/1). Os dois estão presos no Centro de Detenção Metropolitano, no Brooklyn, em Nova York.


Um grande júri federal dos Estados Unidos indiciou Maduro por narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas. A acusação prevê pena mínima de 20 anos de prisão, podendo chegar à prisão perpétua, conforme denúncia apresentada em Nova York.


De acordo com a acusação, Maduro teria liderado, por mais de duas décadas, uma estrutura criminosa instalada no alto escalão do Estado venezuelano, que utilizava instituições públicas, forças de segurança, aeroportos, portos e canais diplomáticos para facilitar o envio de toneladas de cocaína aos Estados Unidos.


"Maduro enviou gangues, assassinas e selvagens, incluindo a Sangrenta Gangue de Trem de Aragua, para aterrissar comunidades americanas em todo o país. Eles fizeram isso, ele fez isso. Tomavam complexos de apartamento, cortavam dedos de pessoas que ligavam para a polícia, foram brutais. Eles não serão mais brutais agora", declarou o presidente dos EUA, Donald Trump.


Segundo a Polícia Civil de Roraima, já há membros "diplomáticos" do Tren de Aragua em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em São Paulo e no Rio, os traficantes venezuelanos se aliaram às duas maiores facções brasileiras: o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

Metropoles.

Saque-aniversário do FGTS 2026 começa a ser liberado

Os trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) já podem se organizar para os pagamentos de 2026. Quem nasceu em janeiro e optou pela modalidade está com o valor liberado desde o dia 2 de janeiro, primeiro dia útil do mês.


O saque-aniversário fica disponível por até 90 dias e pode ser feito de forma digital, pelo aplicativo do FGTS, ou presencialmente nas unidades da Caixa.

A seguir, confira quem tem direito, como sacar, o calendário completo de 2026 e quanto é possível receber.

Quem pode sacar o FGTS em 2026?

  • Podem receber o saque-aniversário os trabalhadores que:
  • Possuem saldo em contas ativas ou inativas do FGTS;
  • Aderiram previamente à modalidade saque-aniversário.
  • Quem não fez a opção continua automaticamente no saque-rescisão, modelo tradicional do FGTS.

Calendário do saque-aniversário do FGTS 2026:

O valor fica disponível a partir do primeiro dia útil do mês de aniversário e pode ser retirado por até três meses.

Confira o calendário oficial:

  • Janeiro: 2 de janeiro a 31 de março de 2026;
  • Fevereiro: 2 de fevereiro a 30 de abril de 2026;
  • Março: 2 de março a 29 de maio de 2026;
  • Abril: 1º de abril a 30 de junho de 2026;
  • Maio: 4 de maio a 31 de julho de 2026;
  • Junho: 1º de junho a 31 de agosto de 2026;
  • Julho: 1º de julho a 30 de setembro de 2026;
  • Agosto: 3 de agosto a 30 de outubro de 2026;
  • Setembro: 1º de setembro a 30 de novembro de 2026;
  • Outubro: 1º de outubro a 30 de dezembro de 2026;
  • Novembro: 2 de novembro de 2026 a 29 de janeiro de 2027;
  • Dezembro: 1º de dezembro de 2026 a 26 de fevereiro de 2027.

Atenção: se o valor não for sacado dentro do prazo, o dinheiro retorna automaticamente para a conta do FGTS e só poderá ser retirado no ano seguinte.

Como sacar o FGTS pelo saque-aniversário?

O resgate pode ser feito online, em poucos minutos. Veja o passo a passo:

  • Acesse o aplicativo FGTS e faça login com sua conta Gov.br;
  • No menu inicial, toque em “Saque-aniversário”;
  • Selecione “Indicar conta para crédito”;
  • Cadastre uma conta corrente ou poupança;
  • Confirme os dados e aguarde o depósito.

Também é possível sacar o valor presencialmente nas agências da Caixa, casas lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui.

O que é o saque-aniversário do FGTS?

Criado em 2020, o saque-aniversário permite ao trabalhador retirar uma parte do saldo do FGTS todos os anos, no mês de aniversário.

A adesão é opcional e pode ser feita:

  • Pelo aplicativo FGTS;
  • Agências da Caixa Econômica Federal.

Diferença entre saque-aniversário e saque-rescisão

  • Saque-rescisão: modelo padrão. Em caso de demissão sem justa causa, o trabalhador pode sacar todo o saldo do FGTS, além da multa rescisória.
  • Saque-aniversário: permite saques anuais, mas, se houver demissão sem justa causa, o trabalhador só recebe a multa de 40%, ficando impedido de sacar o saldo total da conta.

Quanto posso receber no saque-aniversário?

O valor depende do saldo total nas contas do FGTS e segue uma tabela progressiva. A alíquota varia de 5% a 50%, com uma parcela adicional fixa.

Tabela do saque-aniversário do FGTS

Faixa de saldo no FGTS

Alíquota
Parcela adicional
Até R$ 500
50%
-

De R$ 500,01 a R$ 1.000

40%
R$ 50

De R$ 1.000,01 a R$ 5.000

30%
R$ 150

De R$ 5.000,01 a R$ 10.000

20%
R$ 650

De R$ 10.000,01 a R$ 15.000

15%
R$ 1.150

De R$ 15.000,01 a R$ 20.000

10%
R$ 1.900
Acima de R$ 20.000
5%
R$ 2.900


Exemplo: quem tem R$ 1 mil no FGTS pode sacar R$ 450, sendo R$ 400 da alíquota, mais R$ 50 da parcela adicional.

Fui demitido. Como fica o FGTS?

  • Quem está no saque-aniversário: pode sacar apenas a multa rescisória. O saldo restante fica para os próximos saques anuais.
  • Quem está no saque-rescisão: pode sacar o valor integral do FGTS, se a demissão for sem justa causa.

Mesmo que o trabalhador peça a volta ao saque-rescisão, a mudança só passa a valer após dois anos de carência. Caso a demissão ocorra na vigência do saque-aniversário, será aplicada a regra dessa modalidade, com a retirada apenas da multa rescisória.

Uma medida provisória editada no fim do ano passado autorizou uma rodada especial de saque-aniversário para os trabalhadores demitidos sem justa causa de 1º de janeiro de 2020 a 23 de dezembro de 2025. 

O saldo remanescente desses empregados será pago apenas uma vez em duas rodadas. A primeira em 29 de dezembro e a segunda entre 2 e 12 de fevereiro.

FONTE - AGENCIA BRASIL.

Mortes em rodovias federais na virada do ano aumentam 38%

Entre 30 de dezembro e 4 de janeiro, a Polícia Rodoviária Federal constatou 1152 acidentes e 109 mortes em rodovias federais

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou nesta segunda-feira (5/1) o balanço da Operação Ano Novo, realizada em rodovias federais de todo o país entre 30 de dezembro e 4 de janeiro, e registrou 109 mortes, um aumento de 38% em relação à Operação entre 2024 e 2025, quando 79 pessoas morreram.



Veja os dados:


Operação Ano Novo de 2024 (27/12/2024 a 01/01/2025): 1,063 acidentes, 1339 feridos e 79 mortes.

Operação Ano Novo de 2025 (30/12/2025 a 04/01/2026): 1,152 acidentes, 1,315 feridos e 109 mortes.

Ao todo, foram 101.118 pessoas e 74,594 veículos fiscalizados em rodovias federais.


Alcoolemia


A PRF também realizou um total de 61,426 testes de alcoolemia e autuaram 789 condutores por embriaguez – número que engloba motoristas que recusaram o bafômetro e que tiveram álcool no organismo constatado. O número representa 1,28% do total de testes.


Velocidade excessiva


Policiais rodoviários também flagraram 23,709 veículos acima do limite de velocidade. Os três estados com maior número de veículos em excesso de velocidade são Minas Gerais (4,105), Paraná (3,818) e Rio Grande do Sul (1,837).


Outras infrações


No período da operação, foram verificadas 3,438 ultrapassagens proibidas, além 341 usos de celular durante a direção.


A Polícia Rodoviária Federal informa que as estatísticas da Operação Ano Novo 2026 são preliminares, devido ao prazo para a consolidação das informações nos sistemas da PRF. 

Ministro do TCU prevê cautelar contra Banco Central no Caso Master

Jhonatan de Jesus antecipou que poderá publicar medida para que BC preserve massa liquidanda do Master

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Jhonatan de Jesus antecipou, em despacho obtido pela coluna, que poderá publicar medida cautelar para que o Banco Central (BC) assegure a preservação do valor da massa liquidanda do Banco Master, do empresário Daniel Vorcaro.



A informação consta em despacho, proferido nesta segunda-feira (5/1), que determinou a inspeção no Banco Central sobre os documentos que embasaram a decretação da liquidação extrajudicial do Master pela autoridade monetária, em 18 de novembro de 2025. O processo tramita em sigilo.


“Não se mostra adequado antecipar juízo conclusivo acerca do preenchimento (ou não) dos pressupostos para eventual medida cautelar antes de iniciada a inspeção e de reunidos elementos primários suficientes. Isso, contudo, não elide o caráter de alerta: diante do risco de prática de atos potencialmente irreversíveis, não se descarta que venha a ser apreciada, em momento oportuno, providência cautelar dirigida ao Banco Central do Brasil, de natureza assecuratória e com contornos estritamente finalísticos e proporcionais, voltada à preservação do valor da massa liquidanda e da utilidade do controle externo, desde que amparada em elementos objetivos, com motivação expressa e ponderação específica quanto ao perigo na demora reverso”, escreveu Jhonatan de Jesus.



No documento, o ministro do TCU explica ser inerente ao regime de liquidação extrajudicial a prática de atos com potencial de difícil reversão, notadamente os que envolvem alienação, oneração, transferência ou desmobilização de ativos relevantes.


“A consumação de atos estruturais de disposição patrimonial pode reduzir a utilidade de eventual pronunciamento final do Tribunal no mérito, caso se identifiquem falhas relevantes no processo decisório ou no tratamento de alternativas”, acrescenta o ministro.


“Ao mesmo tempo, reconheço que medidas indiscriminadas que inviabilizem o funcionamento mínimo do regime podem produzir perigo na demora reverso, com impactos sobre credores, depositantes e custos de resolução, em especial com reflexos no FGC. Essa tensão recomenda cautela, instrução adequada e eventual calibragem estritamente finalística”, complementa.


A decisão de inspecionar os documentos que estão em posse do Banco Central ocorre após o órgão monetário enviar, na segunda-feira (29/12), os detalhes solicitados pelo próprio TCU a respeito da liquidação extrajudicial do Master.


Na nota técnica, o BC detalhou todo o histórico para decretar a liquidação do Master, elencou uma série de supostas irregularidades encontradas e, por fim, relatou a existência de investigação enviada ao Ministério Público Federal (MPF) sobre novas fraudes que teriam sido cometidas pelo banco para tentar continuar funcionando.


Ao determinar a inspeção, Jhonatan de Jesus avaliou que a nota técnica do BC não estava acompanhada de prova documental.


BC fará controle rigoroso de servidores do TCU que farão inspeção em documentos sobre o Master

Servidores da área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) que irão analisar documentos da liquidação extrajudicial do Master em posse do Banco Central passarão por rigoroso sistema de controle exigido pela autoridade monetária. Os técnicos terão suas consultas rastreadas pelo Banco Central e deverão assinar até termos de confidencialidade, conforme revelou a coluna na semana passada.


“O acesso às decisões e aos documentos que embasaram as ações relacionadas ao caso Master será disponibilizado em ambiente seguro, no âmbito do BCB, com observância estrita aos dispositivos legais que regem a matéria, notadamente os sigilos bancário e empresarial”, explicou o Banco Central ao TCU, em documento sigiloso obtido pela coluna.

Confira as medidas exigidas pelo Banco Central do Brasil para disponibilizar os documentos sigilosos:


 controle de credenciais e perfis de acesso;

 registro e rastreabilidade das consultas;

 consulta in loco ou em repositório eletrônico seguro, vedada a reprodução não autorizada; e

 assinatura de termo de confidencialidade, quando cabível. (Metrópoles)

Conselheiro de Trump xinga Lula após Brasil criticar intervenção dos EUA

Presidente brasileiro afirmou que operação americana que capturou Nicolás Maduro ultrapassou "linha inaceitável"

Jason Miller, conselheiro de Donald Trump, fez uma publicação nas redes sociais xingando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo (4). Ele fez referência à fala do petista criticando a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela.



"Vai se f****, Lula. Agora todos nós sabemos qual é a sua posição!", disse Miller no X ao compartilhar uma matéria sobre a fala do presidente brasileiro.



Lula afirmou no sábado (3) que a operação americana na Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro ultrapassou "linha inaceitável" e abre “precedente extremamente perigoso”.


"Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional", escreveu.


A CNN Brasil questionou o Itamaraty sobre a publicação de Miller e aguarda retorno.


*em atualização

Publicidade