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Médica da UPA alega ter sido ameaçada e aciona a polícia, em Vilhena; pacientes reclamam da demora no atendimento; assista

Mãe do garoto de 08 anos chegou ao local ao meio-dia e não havia sido atendida até o início da noite

Duas leitoras do site que levaram seus filhos para receber atendimento médico na UPA, em Vilhena, e que já haviam passado várias horas na fila, entraram em contato com a redação do site no início da noite desta segunda-feira, 18, relatando a situação caótica no local.

 


A primeira a conversar com a reportagem foi uma vendedora ambulante de 48 anos. Ela revelou ter chegado à UPA às 10:00h de hoje, levando a filha de 20 anos, que se queixava de dores no peito e dificuldades para respirar.

 

Dali, a denunciante diz ter sido encaminhada para um posto de saúde na região central de cidade. “Mas lá não atenderam a minha filha. Então, fui pra casa e a mediquei por conta própria. Às 14:00h voltei para a UPA e estamos aqui até agora”, desabafou a mulher.

 

A segunda entrevistada é uma dona-de-casa de 31 anos, que chegou ao local ao meio-dia, levando o filho de 08 anos que estava há quatro dias com febre e chegou a sangrar pelo nariz. Após longa espera, o pai do menino, um caminhoneiro de 37 anos, foi se queixar com a médica de plantão sobre a demora no atendimento.

 

Neste momento, alegando ter sido ameaçada pelo homem, a profissional de saúde ligou para a Polícia Militar. Uma outra paciente filmou os militares que foram até a unidade abordando a mulher, enquanto o marido dela, suposto autor da ameaça contra a médica, era levado para um canto afastado.

 

“O que a gente espera é que os policiais ouçam também a nossa versão, e não só a da médica. Meu marido não fez ameaça nenhuma, apenas pediu que o nosso filho fosse atendido, afinal, ele está passando mal e o caso é de urgência”, desabafou a mulher. (Fonte: Folha do Sul)


Assista o vídeo:





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