Para proteger o atendimento prestado à população e evitar que recursos da saúde sejam pagos por serviços sem comprovação, o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) determinou a retenção cautelar de R$ 1.880.646,33 em um contrato de manutenção dos prédios da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Velho (Semusa).
Serviços da semana incluíram mutirões, roçagem, recolhimento de resíduos e lavagem de espaços públicos...
Da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré às ruas da zona Sul, equipes de limpeza passaram por avenidas, praças, mercados e bairros de Porto Velho ao longo da semana. O trabalho, executado pela Secretaria Executiva de Serviços Básicos (Sesb), vinculada à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), continuou nesta sexta-feira (11).
Os mutirões atenderam a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, a rua Duque de Caxias, as avenidas Presidente Dutra e Jorge Teixeira e a praça Fátima Cleide. À noite, os serviços seguiram pelas avenidas Nações Unidas e Pinheiro Machado.
A lavagem com o Tatuzão ocorreu no cruzamento da avenida Carlos Gomes com a rua João Goulart e entre as ruas Junquilho e Jacinto, na zona Sul. A roçagem passou pela avenida Jorge Teixeira, pelas ruas Poti, Nicarágua e Duque de Caxias e pela área da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
O recolhimento de resíduos contemplou a praça São Pedro, a rua Curitiba, no bairro Caladinho, o cruzamento das ruas Barlavento e Jurubatuba e a avenida Imigrantes. Caminhões-pipa atenderam a Vila Aliança, o Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho (Ipam) e a Escola Orgulho do Madeira.

Durante a semana, as equipes também atuaram nas avenidas Campos Sales, Jorge Teixeira, Pinheiro Machado e Imigrantes, na praça Oswaldo Cruz, na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e nos mercados Central, KM 1 e do Pescado.
O prefeito Léo Moraes ressaltou que o serviço precisa alcançar tanto as vias de maior movimento quanto os espaços usados pelos moradores. “A limpeza não pode ficar restrita a uma região. O trabalho precisa chegar às ruas, aos bairros, às praças, aos mercados e aos espaços que fazem parte da rotina da população. Esse cuidado também depende da colaboração de cada morador com o descarte correto dos resíduos”.
Para o secretário executivo de Serviços Básicos, a divisão das frentes permite atender vários pontos no mesmo dia. “Organizamos as equipes de acordo com o tipo de serviço e a necessidade de cada local. Enquanto uma frente faz o mutirão, outras cuidam da roçagem, da lavagem e do recolhimento. Assim, conseguimos ampliar o atendimento durante a semana”.
As inscrições estão disponíveis no site oficial: https://www.inovefit.com.br/e/corridaportovelho2026
Texto: Renata Beccária
Fotos: Arquivo
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Stefany T. F. Liberato estava presa desde o dia 4 e teve habeas corpus concedido pela 2ª Câmara Criminal nesta sexta-feira (11)...
A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) concedeu habeas corpus nesta sexta-feira (11) e determinou a soltura da acadêmica de Direito Stefany T. F. Liberato, presa após o acidente que resultou na morte do motociclista João Pedro de Oliveira Souza, de 21 anos, em Porto Velho. Ela deixou a prisão durante a tarde.
Stefany estava presa desde a madrugada do dia 4 de setembro, quando o Troller que dirigia se envolveu na colisão com a motocicleta de João Pedro, no cruzamento das ruas José Ribeiro Filho e Emil Gorayeb, no bairro São João Bosco.
Uma câmera de segurança registrou o acidente. As imagens mostram o motociclista passando pelo cruzamento e, segundos depois, sendo atingido pelo veículo e lançado contra um muro.
Antes da colisão, Stefany relatou aos policiais que havia saído da faculdade e ido a um restaurante, onde afirmou ter consumido quatro copos de cerveja. Depois, assumiu a direção do Troller para retornar para casa.
Segundo o relato apresentado pela acadêmica, ela seguia pela Rua José Ribeiro Filho e, ao se aproximar do cruzamento com a Rua Emil Gorayeb, engatou a quarta marcha e acelerou.
João Pedro chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II, mas não resistiu aos ferimentos.
Após o acidente, Stefany deixou o local e seguiu para casa, onde posteriormente foi localizada por policiais. Ela se recusou a realizar o teste do bafômetro.
Conforme o registro policial, a acadêmica apresentava sinais como hálito alcoólico, olhos vermelhos, sonolência, dispersão, exaltação, fala excessiva e dificuldade de equilíbrio. Após a confirmação da morte de João Pedro, ela foi presa.
O TJRO não divulgou detalhes sobre os fundamentos da decisão que concedeu o habeas corpus nesta sexta-feira.
LEIA MAIS - Motorista é presa após avançar preferencial, m*tar motociclista e fugir em Porto Velho
Andréa Marins Dias foi baleada após policiais confundirem o carro dela com um veículo suspeito, segundo o MPRJ
Dois policiais militares foram denunciados e viraram réus pela morte da médica Andréa Marins Dias, baleada durante uma abordagem em Cascadura, na zona Norte do Rio de Janeiro. Segundo o MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), os agentes confundiram o carro da vítima com um veículo que era procurado por suspeita de envolvimento em roubos.
A denúncia contra o subtenente José Jorge Ferreira Dias e o segundo-sargento Raphael Gomes Damasceno, ambos do 9º BPM (Rocha Miranda), foi recebida nesta quarta-feira (9) pela 2ª Vara Criminal da Capital. Os dois respondem por homicídio qualificado.
O caso aconteceu em 15 de março deste ano. Os policiais faziam buscas por veículos suspeitos quando passaram a acompanhar um Corolla Cross prata. O carro, no entanto, foi perdido de vista.
Ainda de acordo com a denúncia, pouco depois os agentes encontraram um Corolla Cross branco, dirigido por Andréa, que saía da casa dos pais. Os policiais fizeram vários disparos contra o veículo sem confirmar se era o mesmo carro que estava sendo procurado.
A médica foi atingida por tiros no tórax e no abdômen e morreu no local.
Para o MPRJ, os policiais assumiram o risco de matar ao efetuarem os disparos sem confirmar a identidade do veículo. A denúncia considera imagens de câmeras de segurança privadas e da Prefeitura, além de laudos periciais.
As imagens analisadas na investigação mostram que os tiros atingiram a parte traseira do carro. Segundo o Ministério Público, os disparos foram feitos de surpresa.
Medidas contra os policiais
A Justiça determinou o afastamento dos dois PMs das atividades operacionais e do policiamento ostensivo. Eles deverão permanecer em funções internas e tiveram o porte funcional de arma suspenso.
Os policiais também estão proibidos de manter contato com testemunhas e familiares da médica e de se aproximar deles a menos de 300 metros.
A CNN Brasil tenta localizar a defesa dos policiais acusados. (CNN)
Segundo a polícia, motorista foi rendido com uma arma durante o crime, ocorrido em agosto, no Rio de Janeiro
Um adolescente de 17 anos foi apreendido nesta sexta-feira (11) por suspeita de envolvimento no roubo de uma carga de carnes avaliada em mais de R$ 500 mil. O crime aconteceu no dia 13 de agosto na zona Norte do Rio de Janeiro.
Imagens de uma câmera de segurança instalada dentro do caminhão registraram a ação. Nas cenas, o adolescente aparece armado dentro da cabine e, em determinado momento, coloca um cigarro na boca, enquanto fala ao celular e dá socos na câmera.
Segundo a Polícia Civil, o jovem foi identificado durante a investigação como um dos envolvidos no roubo. Ele também é apontado como integrante de um grupo suspeito de praticar roubos de cargas no Complexo da Pedreira, também na zona Norte.
De acordo com os investigadores, o adolescente teria mantido o motorista sob ameaça durante parte da ação.
A Justiça autorizou mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao adolescente. Na manhã desta sexta, policiais da DRFC (Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas) foram até a região da Pavuna e localizaram o jovem.
Ele foi levado para a delegacia, onde foram realizados os procedimentos previstos para o caso.
A investigação continua para identificar outros suspeitos de participação no roubo da carga. (CNN)
Pedido havia sido negado por falta de vaga; medida buscou preservar a convivência familiar e garantir a continuidade dos estudos...
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (Ifro) efetivou a transferência de um estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA) do campus de Ji-Paraná para o campus Porto Velho/Calama após recomendação do Ministério Público Federal (MPF).
O aluno cursava o técnico em Química integrado ao Ensino Médio em Ji-Paraná e havia solicitado a mudança para Porto Velho. Inicialmente, o pedido foi negado sob a justificativa de ausência de vaga.
Após a intervenção do MPF, o Ifro adotou as providências administrativas e acadêmicas necessárias e concluiu a transferência. O estudante já está regularmente matriculado no campus Porto Velho/Calama.
A instituição encaminhou ao MPF documentos que comprovam a regularização da situação acadêmica, incluindo comprovante de matrícula, boletim de notas, histórico escolar de transferência e análise de aproveitamento.
O pedido de mudança estava relacionado à situação familiar do estudante. A mãe, que é servidora pública, passou a morar em Porto Velho para dar suporte à outra filha, também autista, aprovada no curso de Medicina da Universidade Federal de Rondônia (Unir). A transferência permitiria que ela permanecesse na capital com os dois filhos.
Na recomendação enviada ao Ifro em agosto, o MPF sustentou que a negativa poderia provocar a ruptura da unidade familiar e prejudicar o suporte aos estudantes com TEA. O órgão defendeu que direitos relacionados à saúde, educação, dignidade e convivência familiar deveriam prevalecer sobre entraves administrativos.
Com a transferência concluída e a documentação apresentada pelo Ifro, o MPF registrou o cumprimento integral da recomendação.
Policiais cumpriram mandados de busca e apreensão e encontraram maconha, crack e cocaína durante a ação nesta sexta-feira (11)...
Três suspeitos foram presos durante a Operação Fecha Boca, deflagrada na manhã desta sexta-feira (11) em Rondônia. A ação também resultou na apreensão de maconha, crack, cocaína e dezenas de bens e materiais que serão analisados no decorrer das investigações.
A operação foi realizada pela Polícia Civil de Rondônia, em ação integrada com as forças de segurança, sob coordenação da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) e com apoio da Polícia Militar.
Durante a mobilização, as equipes cumpriram mandados judiciais de busca e apreensão em endereços que já estavam sendo investigados.
Além das prisões e dos entorpecentes encontrados, 43 bens e materiais considerados de interesse para a investigação foram apreendidos. O conteúdo deverá auxiliar no aprofundamento das apurações.
Os três suspeitos foram encaminhados aos órgãos responsáveis para os procedimentos legais. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e apurar a atuação do grupo.
Investigação começou após apreensão de 87 kg de maconha em Guajará-Mirim e levou ao cumprimento de mandados também em Manaus...
| foto - meramente ilustrativa |
A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (11) a Operação Conexão Amazônica para investigar uma possível rede envolvida no tráfico interestadual de drogas entre Rondônia e Amazonas. Três mandados de busca e apreensão foram cumpridos, sendo um em Guajará-Mirim e dois em Manaus.
A investigação apura os crimes de tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico e teve início após uma prisão em flagrante registrada em abril de 2025, em Guajará-Mirim.
Na ocasião, foram apreendidos 87 quilos de maconha que estavam sendo transportados em um veículo locado. A análise do material recolhido durante aquela ocorrência levou à identificação de outros possíveis integrantes da rede de fornecimento e apoio logístico ao tráfico de drogas.
Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho e também autorizam o acesso a dados armazenados em dispositivos eletrônicos e serviços em nuvem pertencentes aos investigados.
O material eventualmente apreendido durante a operação será submetido à perícia. As investigações continuam para identificar e responsabilizar outros possíveis envolvidos no esquema.
Organizadores e prefeitura foram orientados a coibir propaganda política e distribuição de brindes no evento...
| FOTO - IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA |
O Ministério Público Eleitoral emitiu recomendação para assegurar que as eleições ocorram de forma justa e equilibrada em Rondônia. O foco da iniciativa é a 15ª Expovale, tradicional feira agropecuária que será realizada entre os dias 17 e 20 de setembro, no Parque de Exposições do município de Vale do Paraíso. O objetivo é evitar que o espaço festivo seja utilizado para condutas que desrespeitem as leis eleitorais e prejudiquem a disputa entre os candidatos.
Na recomendação direcionada ao prefeito, aos secretários e aos organizadores da feira, o MP Eleitoral alerta que é proibido realizar ou permitir a distribuição gratuita de bens, valores ou qualquer tipo de benefício por parte da administração pública, de candidatos ou de detentores de mandato eletivo. Além disso, a estrutura física e a equipe de apoio contratada para o evento não podem ser utilizadas, sob qualquer hipótese, para fazer propaganda de quem está disputando cargos eletivos nas Eleições 2026. A orientação também vale para campanhas difamatórias ou negativas contra outros candidatos.
O MP Eleitoral também destaca que há proibição rigorosa de propagandas visuais de grande porte. Painéis, banners ou outdoors que promovam pessoalmente autoridades ou candidatos, utilizando fotos, nomes, símbolos ou slogans políticos, estão proibidos no espaço do evento. A legislação eleitoral classifica o Parque de Exposições como um bem de uso comum, local onde é proibida a fixação de qualquer tipo de publicidade partidária.
Embora a Justiça Eleitoral permita a entrega de panfletos informativos em espaços abertos de convivência pública, o MP Eleitoral reforça que esses materiais não podem ser colados ou fixados em nenhuma estrutura física do local. A orientação segue determinações do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, que já ordenou a remoção de painéis publicitários gigantes que causavam efeito semelhante a outdoors e traziam promoção de agentes públicos no estado.
Neutralidade - A ação preventiva busca contextualizar a importância de manter a neutralidade nas festividades regionais, que reúnem produtores, artesãos e milhares de visitantes. Para o MP Eleitoral, o abuso de poder político e econômico em celebrações financiadas ou apoiadas pelo dinheiro público desvirtua o caráter estritamente informativo e educativo que a publicidade oficial deve possuir, afetando diretamente a igualdade de oportunidades no pleito que se aproxima.
O documento é assinado pelo procurador regional eleitoral Leonardo Trevizani Caberlon e pela promotora eleitoral Naiara Ames de Castro Lazzari. O MP Eleitoral adverte que o desrespeito a essas orientações resultará na adoção de medidas judiciais imediatas para punir os responsáveis e garantir o cumprimento da lei.
FONTE - MPF/RO.
Ministro acolheu pedido da PGR, mas ressalvou que informações ainda em investigação devem ser mantidas em sigilo...
| foto - reprodução |
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, acolheu nesta sexta-feira (11) o pedido feito pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de retirada do sigilo das investigações relatadas pelo ministro André Mendonça sobre o Banco Master.
O magistrado concedeu prazo de 24 horas para que a remessa dos documentos seja remetida aos gabinetes da Suprema Corte, mas fez uma ressalva relativa a investigações que ainda estejam em curso.
"Ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade", destacou.
Em atualização.
FONTE - CNN BRASIL.
Orientações buscam coibir promoção pessoal de candidatos e uso de bens públicos durante festividade em Rondônia...
O Ministério Público (MP) Eleitoral expediu recomendação direcionada ao município de Costa Marques para coibir a propaganda eleitoral irregular e impedir a promoção pessoal de políticos durante o 26º Festival de Praia. A iniciativa preventiva foca em disciplinar a conduta de agentes públicos ao longo do tradicional evento, programado para ocorrer entre 24 e 27 de setembro de 2026.
Entre as principais diretrizes traçadas, o MP Eleitoral orienta que a prefeitura e suas secretarias não realizem nem permitam a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios a cidadãos durante o festival. As autoridades municipais também devem impedir o uso de qualquer estrutura física ou de servidores públicos do evento para a veiculação de propaganda política, seja ela favorável ou contrária a qualquer candidato.
A recomendação também reforça a proibição de propagandas por meio de outdoors, faixas, painéis ou outros engenhos publicitários de grande porte que causem impacto visual semelhante. Essa medida encontra respaldo em decisões liminares recentes proferidas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), que determinaram a remoção imediata de materiais publicitários com menções promocionais, nomes ou imagens de agentes políticos no estado.
A atuação do MP Eleitoral ocorre em um contexto de vigilância redobrada devido à proximidade de diversas festividades em Rondônia, incluindo feiras agropecuárias, cavalgadas e aniversários de municípios. De acordo com a legislação, os locais que abrigam essas comemorações públicas são considerados bens de uso comum. Por essa razão, qualquer veiculação de propaganda política nesses espaços é proibida por lei.
A preocupação central das autoridades é preservar o equilíbrio e a igualdade de oportunidades entre todos os concorrentes na disputa eleitoral. O MP Eleitoral lembra que a publicidade de atos, programas e serviços do governo deve ter caráter estritamente educativo, informativo ou de orientação social, sem conter símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal. Embora a distribuição de panfletos informativos em espaços abertos seja permitida de forma excepcional, esses materiais não podem ser colados ou fixados na estrutura física dos bens públicos.
A inobservância das orientações poderá levar o MP Eleitoral a adotar medidas judiciais para garantir a regularidade do processo democrático. A recomendação foi assinada pelo procurador regional eleitoral Leonardo Trevizani Caberlon e pelo promotor eleitoral Luís Tiago Fernandes Kliemann.
FONTE - MPF/RO
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