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Nova série com Neymar como protagonista estreia nesta semana; veja o enredo

Produzida por IA na China, produção traz o craque da Seleção Brasileira enfrentando enredos bizarros, como um torneio intergaláctico...

Antes de pisar no gramado para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026, Neymar Jr. tem um compromisso inusitado marcado na ficção. O craque fechou um contrato com a plataforma chinesa FlareFlow para ceder seus direitos de imagem à produção de uma série de microdramas criados por Inteligência Artificial (IA).

O anúncio oficial foi feito nesta terça-feira (16/6) e promete dividir as atenções dos fãs do jogador. Inicialmente, a parceria contará com 16 episódios rápidos — de apenas 1 minuto cada, no formato vertical para celular —, misturando drama, ficção científica, fantasia e roteiros surpreendentes.

O CEO da FlareFlow, James Wang, afirma que planeja que a visibilidade do jogador brasileiro traga aos microdramas uma popularidade “sem precedentes”, em especial fora da China.

O primeiro episódio, O Caminho da Glória, será lançado nesta sexta-feira (19/6) e trará Neymar tentando reconstruir a carreira como ídolo do futebol após ficar arrasado por uma traição. 

Em outras histórias, o craque também irá definir o destino da humanidade em um torneio intergaláctico, reconquistar seu lugar como herdeiro de um reino e enfrentar a morte após acordar do próprio funeral.

fonte - METRÓPOLES.

No debate da saúde pública, servidor continua “saco de pancadas”

Montezuma Cruz*

foto - Montezuma Cruz

Tudo passado a limpo, o Conselho Municipal de Saúde debateu hoje (16) a conhecida série de problemas que afligem o setor, elegendo 12 delegados para a 11ª Conferência Municipal, no dia 30 de junho.  A reunião aprovou recomendações práticas: a fiscalização às Unidades Básicas (UBs) não deve ser apenas política; e a necessidade da busca de uma maneira eficaz de evitar desvios de recursos e a perda de validade do dinheiro enviado de Brasília a Porto Velho.

Durante mais de duas horas, representantes dos servidores das UBs desabafaram, porque nos momentos das queixas dos usuários e diante das deficiências no funcionamento, estão sempre expostos. Reclamam planejamento.

foto - Montezuma Cruz

Na UB Osvaldo Piana, 25 a 30 pessoas são atendidas a cada manhã. Ali chegam pacientes moradores a mais de dez quilômetros de distância.

A população de rua cresce em Porto Velho, exigindo estrutura de atendimento, apontam conselheiros.

Uma conselheira alertou para a necessidade do cuidado especial com “pessoas pretas” portadoras da anemia falciforme. Dizendo-se “apaixonada pelo que faz” e invocando a Lei nº 10.346, uma servidora pediu atenção para surdos: “Eles só entendem Libras, se não forem ouvidos como são, não passam de estrangeiros dentro do País.”

foto - Montezuma Cruz

A isso se soma a fila de coletas para exames de sangue, ultrassom e raio X. Fila formada por pessoas sem os mínimos recursos financeiros para procurar atendimento particular.

Fiscalização de holofote

“Todos sabem de que lado a corda arrebenta, vereadores chegam fazendo barulho, mas desconhecem que a maioria dos problemas não são nossos, porém, administrativos” – queixou-se uma servidora referindo-se à falta de atadura, material de dentistas, soro fisiológico, ar-condicionado com defeito e outros mais.

Maltratos a servidores em geral, incluindo enfermeiros e médicos, são comuns e repetitivos nas UBs, devido à escassez de material básico para procedimentos diversos.

Até mesmo na falta de um bom computador, o estresse passa da equipe mínima ao paciente. E em casos burocráticos, essa e outras situações resultam em pessoas idosas acamadas, “descuidadas da fisioterapia e da saúde mental.”

Alguns remédios são adquiridos com dinheiro do próprio bolso. A denunciante lamentou: “A gente está sempre dependente de ONGs e de igrejas, e aí eu pergunto: o que eu estou fazendo como servidora pública da saúde?”.

Servidores se queixam da “desatenção” aos apontamentos das coordenadorias, que são muitas, porém, sufocadas. Um dos grupos de trabalho fez seu diagnóstico a muito custo: seus representantes demonstraram dor e descrença. “Nosso sentimento é de que somos inúteis”, afirmou.

Promotor e advogado presentes

O grupo propôs que promotores de Justiça do Ministério Público Estadual e membros da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil acompanhem “com maior proximidade o que se passa nas salas de atendimento das UBs e nos postos de trabalho os servidores.

Para o grupo, “não basta os órgãos fiscalizadores atuarem sem conhecimento de causa.” 

“A saúde na periferia e na zona rural está na UTI”, acusou uma conselheira. “A responsabilidade para cuidar do povo não se limita apenas a preencher postos com o concurso público, mas convocar todos os que passam nos concursos”, alertou outra servidora.

Segundo se apurou, o quadro de agentes comunitários aguarda convocações desde 2025. Noutros quadros também há falhas: servidores da UB Osvaldo Piana constataram recentemente a retirada de um técnico de enfermagem que se viu obrigado a acompanhar numa ambulância improvisada (sem oxigênio), até o hospital, um paciente cuja situação não lhe fora conhecida.”

Saúde do servidor

Outro ponto crucial levantado pelo Conselho foi a necessidade de respeito à identificação de problemas de doenças nessa área. Desde antes da pandemia da covid-19, em 2020, o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) cumpria seu papel.

Toda doença do servidor da saúde em Rondônia e em UBs de todo o País devem ser notificadas ao Sistema de Agravos do Ministério da Saúde. Em2016, por exemplo, bombeiros e policiais militares com lesões por esforço repetitivo (LER) foram acompanhados por técnicos multidisciplinares do Cerest.

Eles também constaram situações de perda auditiva induzida por ruído (PAI) e doenças osteoarticulares relacionadas ao trabalho (Dort). Uma década atrás, a ex-gerente do Cerest, enfermeira Ana Flora Gerhardt, constatava que 60% da população economicamente ativa sofre com essas doenças.

Emergências climáticas

De um modo geral, todos lamentaram frustrações com políticas públicas para o setor, motivadas por cortes de investimentos em drenagem urbana, moradia segura, saneamento básico, e de enfrentamento a enchentes e outros eventos extremos.

O grupo debatedor dos desafios para o SUS e justiça socioambiental concluiu pela aprovação de diversos cuidados e, em caso de queimadas, evitar o pior em todos os lares. “Se possível mantendo o ambiente umidificado; uso de máscaras adequadas: hidratação; quintais limpos; evitar a queima de lixo mesmo em pequena quantidade.”

De ambas as partes – conselheiros e servidores – concordaram em ampliar a participação popular na educação em saúde e na valorização dos saberes tradicionais. “Assim também se enfrenta a crise climática”, assinalam.

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*Chegou a Rondônia em 1976. Em dois períodos profissionais esteve no Acre, norte mato-grossense, Amazonas, Pará e Roraima, a serviço da Folha de S. Paulo, O Globo e Jornal do Brasil. Acompanhou a instalação do Centro de Triagem de Migrantes em Vilhena e a chegada dos recursos financeiros da Sudam, Polamazônia e Polonoroeste durante a elevação do antigo território federal a estado. Deu ênfase à distribuição de terras pelo Incra, ao desmatamento e às produções agropecuária e mineral. Cobriu Mato Grosso antes da divisão do estado (1974 a 1977); populações indígenas em Manaus (AM); o nascimento do Mercosul (1991) em Foz do Iguaçu, na fronteira brasileira com o Paraguai e Argentina; portos, minérios e situação fundiária no Maranhão; cidades e urbanismo em Brasília (DF).

Nota de responsabilidade

As opiniões expressas neste texto são de inteira responsabilidade do autor e não refletem, necessariamente, a posição editorial deste jornal.

É inconstitucional isenção de honorários de procuradores por meio de emenda parlamentar, decide TJRO

O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), por meio do Tribunal Pleno Judicial, declarou a inconstitucionalidade do artigo 22 da Lei Complementar Municipal n. 2.174/2025, de Buritis, que previa a isenção do pagamento de honorários advocatícios devidos à Procuradoria-Geral do Município nas cobranças judiciais e extrajudiciais relacionadas ao Programa de Recuperação Fiscal (REFIS 2025).

A decisão foi proferida no julgamento de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pelo prefeito do município. A norma questionada foi incluída durante a tramitação do projeto de lei por meio de emenda parlamentar apresentada pela Câmara Municipal. O texto aprovado passou a dispensar os contribuintes aderentes ao REFIS do pagamento dos honorários advocatícios relativos às cobranças judiciais e extrajudiciais realizadas pela Procuradoria-Geral do Município.

Na ação, o município sustentou que a alteração legislativa invade matéria reservada à iniciativa privativa do chefe do Poder Executivo, além de interferir em verba de natureza remuneratória pertencente aos procuradores municipais.

No voto, o relator, desembargador Álvaro Kalix Ferro, destacou que os honorários advocatícios não se confundem com os créditos tributários do município. Trata-se de verba autônoma, vinculada à atuação institucional dos procuradores na representação judicial e na recuperação de créditos públicos.

Em seu voto, ressaltou que a isenção criada pela emenda parlamentar promoveu uma renúncia indevida sobre valores que pertencem aos procuradores municipais, afetando diretamente parcela de sua remuneração. Assim, a medida ultrapassou os limites da atuação legislativa ao modificar o regime jurídico de verba remuneratória sem iniciativa ou anuência do Poder Executivo. 

O relator observou ainda que a intervenção da Câmara Municipal não se restringiu à definição de política tributária ou às condições de adesão ao programa de recuperação fiscal. Na avaliação do magistrado, a alteração incidiu direta e indevidamente sobre direitos relacionados à estrutura remuneratória da advocacia pública municipal.

Com esse entendimento, o Tribunal Pleno reconheceu a existência de vícios de inconstitucionalidade formal e material e julgou procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade do artigo 22 da Lei Complementar Municipal n. 2.174/2025, com efeitos retroativos (ex tunc), tornando sem efeito a norma desde a sua origem.

Ação Direta de Inconstitucionalidade n. 0804740-08.2025.8.22.0000

FONTE - TJRO.

MP do Frete trava e relator fala em greve dos caminhoneiros

Deputado Zé Trovão diz que não há acordo com governo; medida perde validade em julho se não for aprovada pelo Congresso..

O relator da Medida Provisória (MP) do Frete, deputado Zé Trovão (PL-SC), disse nesta terça-feira (16) que não há mais acordo com o governo sobre o texto que muda regras de fiscalização do piso mínimo do frete rodoviário.

O texto cria mecanismos para tentar impedir que contratantes paguem valores abaixo da tabela definida em lei. O congressista afirmou que vai protocolar o parecer nos moldes apresentados a representantes do setor de transporte, sem incorporar as mudanças pedidas pelo Executivo.

“Não teremos mais acordo em ponto algum”, declarou a jornalistas. Segundo o deputado, a decisão foi tomada depois do cancelamento da reunião da comissão mista que analisaria o relatório. A sessão estava marcada para esta terça-feira, mas não foi realizada.

Em entrevista coletiva, o deputado afirmou que havia negociado a retirada de trechos questionados pela equipe governista no Congresso, sobretudo itens com impacto tributário. Entre os pontos contestados está a previsão de crédito presumido para empresas que contratarem transportadores autônomos de cargas.

“O governo gostaria que a gente retirasse tudo que era parte de tributos da MP. E a gente estava atendendo isso. Para não ter um problema para o governo, para as contas públicas”, disse Zé Trovão.

O Executivo avalia que esse tipo de medida pode representar renúncia de receita e exigir estudo mais detalhado sobre o impacto nas contas públicas. Apesar disso, o relator afirmou que manterá a versão anterior do parecer.

A MP perde a validade em 16 de julho, quando termina o prazo máximo de tramitação no Congresso. Medidas provisórias têm força de lei assim que são editadas pelo governo, mas precisam ser aprovadas por deputados e senadores em até 60 dias, prorrogáveis apenas uma vez por igual período para se tornarem leis definitivas.

Paralisação

Segundo Zé Trovão, a eventual caducidade da MP pode levar caminhoneiros e transportadores a uma paralisação nacional.

“O prazo exíguo está acabando. Dia 16 de julho, a MP, ela caduca. E se a categoria dos caminhoneiros entender que essa MP irá caducar, vai acontecer uma paralisação nacional”, disse, mas sem detalhar como o movimento seria organizado nem quais entidades participariam.

A comissão mista da MP foi instalada em 9 junho. O colegiado tem o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), líder do governo na Câmara, como vice-presidente. Zé Trovão é o relator, e o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) atua como relator revisor.

Anistia a bloqueios de 2022

O parecer apresentado por Zé Trovão também incluiu um artigo para anistiar caminhoneiros, transportadores e motoristas punidos por bloqueios e manifestações realizados em 2022, depois da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL).

O trecho é tratado como “jabuti” por não ter relação direta com o tema principal da medida provisória. No Congresso, o termo é usado para dispositivos inseridos em uma proposta sem conexão com o assunto original.

Pela redação do relatório, a anistia alcançaria punições administrativas, civis e penais ligadas aos atos. O dispositivo também prevê perdão de multas e extinção de processos judiciais e administrativos em curso. As penalidades aplicadas aos bloqueios somam valores bilionários.

fonte - SBT NEWS.

Prefeitura institui premiação e servidores poderão receber até R$ 10 mil por iniciativas de destaque

 Estagiários também serão contemplados com premiação...


Uma iniciativa que promete valorizar servidores que desenvolvem e executam projetos capazes de melhorar a administração pública foi oficializada pelo prefeito Léo Moraes por meio do Decreto nº 22.108, publicado nesta segunda-feira (16). A medida busca fortalecer a qualidade dos serviços prestados à população e incentivar a modernização da máquina pública.

O decreto institui os concursos "Servidor de Valor" e "Inova Estágio PVH", que funcionarão como instrumentos de reconhecimento para servidores e estagiários da Prefeitura de Porto Velho. As premiações poderão chegar a R$ 10 mil para servidores e R$ 5 mil para estagiários, além da entrega de diplomas e troféus.

Entre os critérios de avaliação estão a eficiência na utilização dos recursos públicos, a desburocratização, a transparência, a satisfação dos cidadãos, a capacidade de resposta às demandas da população, a valorização dos servidores e a formação de parcerias.

Segundo o secretário municipal de Administração, Antônio Figueiredo, a iniciativa foi criada para estimular soluções capazes de gerar resultados concretos para a cidade.

Segundo Antônio Figueiredo, a iniciativa foi criada para estimular soluções capazes de gerar resultados concretos para a cidade.

"Queremos incentivar ideias que tragam resultados concretos para Porto Velho e valorizar os servidores e estagiários que ajudam a construir uma prefeitura mais eficiente, moderna e próxima das pessoas".

O decreto também estabelece que não basta apresentar uma proposta. Somente poderão concorrer projetos que já estejam em execução ou que possuam resultados comprovados e mensuráveis.

Ao comentar a iniciativa, o prefeito Léo Moraes destacou que a inovação não está restrita à iniciativa privada e pode surgir dentro da própria administração municipal.

“Nosso papel é reconhecer e estimular essas iniciativas. Valorizar quem produz resultados é investir em uma Prefeitura melhor para todos. Este prêmio nasce para reconhecer boas ideias e incentivar a inovação dentro do serviço público municipal. Quem está na ponta, atendendo a população e enfrentando os desafios da administração pública todos os dias, precisa ser reconhecido”.

Outro ponto importante é que as premiações deverão ser custeadas prioritariamente por meio de patrocínios e apoios, conforme prevê a legislação municipal. Apenas em situações excepcionais, caso não haja patrocinadores interessados, a Prefeitura poderá utilizar recursos próprios, desde que haja disponibilidade orçamentária e financeira.

Texto: João Paulo Prudêncio
Foto: Arquivo / Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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