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Novo processo seletivo do IBGE tem vagas para Rondônia e salários de até R$ 5,2 mil

Inscrições seguem abertas até 15 de julho para candidatos de níveis médio e superior; salários chegam a R$ 5,2 mil e há vagas destinadas a Rondônia...


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou o Edital nº 02/2026, que abre 1.414 vagas temporárias para candidatos de níveis médio e superior. Os salários chegam a R$ 5.255,40, além de benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.192 e auxílio-transporte.

As oportunidades são para os cargos de Agente Censitário de Qualidade, com 394 vagas destinadas a candidatos com ensino médio, e Analista Censitário, que reúne 1.020 vagas distribuídas em diversas áreas de formação, como Jornalismo, Geografia, Agronomia, Tecnologia da Informação, Ciências Sociais, Gestão e Infraestrutura, entre outras.

ANEXO 1 DO EDITAL IBGE

Os profissionais atuarão nos Censos Agropecuário, Florestal e Aquícola, além do Censo da População em Situação de Rua. O contrato inicial será de um ano, podendo ser prorrogado por até quatro anos.

As inscrições poderão ser realizadas entre os dias 17 de junho e 15 de julho, exclusivamente pelo site do Instituto Avalia. A taxa de participação é de R$ 37,50 para Analista Censitário e de R$ 41,76 para Agente Censitário de Qualidade.

INSCRIÇÃO AQUI

As provas objetivas estão marcadas para o dia 30 de agosto, nas capitais dos estados. Os candidatos ao cargo de nível médio farão a avaliação no período da manhã, enquanto os concorrentes às vagas de nível superior realizarão a prova no período da tarde.

A prova terá questões de múltipla escolha, com 5 alternativas cada. Veja como será a estrutura das provas:

  • Agente Censitário de Qualidade (ACQ) - Nível Médio - prova será aplicada no período da manhã de 30/08 e terá duração de 4 horas.
Disciplina
Nº de Questões
Valor por Questão
Valor Total
Língua Portuguesa
15
1,00
15,00
Raciocínio Lógico Quantitativo
10
1,00
10,00
Geografia
15
1,00
15,00
Conhecimentos Técnicos
20
1,00
20,00
TOTAL MÁXIMO
60
-
60,00

O candidato deve acertar, no mínimo, 30% do total da prova (18 pontos) e pelo menos 1 questão de cada disciplina para não ser eliminado.

  • Analista Censitário (AC) - Nível Superior (Todas as áreas) - Prova será aplicada no período da tarde e terá duração de 4 horas.
Disciplina
Nº de Questões
Valor por Questão
Valor Total
Língua Portuguesa
15
1,00
15,00
Raciocínio Lógico Quantitativo
10
1,00
10,00
Conhecimentos Específicos
35
1,00
35,00
TOTAL MÁXIMO
60
-
60,00

O candidato deve acertar, no mínimo, 40% do total da prova (24 pontos) e pelo menos 1 questão de cada disciplina.

O edital também prevê reserva de vagas para pessoas com deficiência, candidatos pretos e pardos, indígenas e quilombolas. 

A distribuição das vagas por estado e município, bem como os requisitos de cada cargo, está disponível no edital do processo seletivo.

Edital Processo Seletivo IBGE 02-2026

Confira os cargos da seleção:

Cargo
Requisitos
Salário
Vagas
Agente Censitário de Qualidade
Ensino médio completo
R$ 2.932,00
394
Analista Censitário - Agronomia
Superior em Agronomia, Engenharias Agrárias ou cursos correlatos
R$ 5.255,40
56
Analista Censitário - Assistência Social
Superior em Serviço Social
R$ 5.255,40
48
Analista Censitário - Biblioteconomia e Documentação
Superior em Biblioteconomia
R$ 5.255,40
5
Analista Censitário - Cartografia e Geodésia
Superior em Engenharia Cartográfica ou Engenharia de Agrimensura
R$ 5.255,40
4
Analista Censitário - Ciência de Dados
Superior em áreas de TI ou Ciências Exatas
R$ 5.255,40
5
Analista Censitário - Ciências Contábeis
Superior em Ciências Contábeis com registro no Conselho
R$ 5.255,40
6
Analista Censitário - Ciências Sociais/Antropologia
Superior em Ciências Sociais, Sociologia ou Antropologia
R$ 5.255,40
54
Analista Censitário - Design Educacional
Superior em Pedagogia ou Licenciatura em qualquer área
R$ 5.255,40
8
Analista Censitário - Desenvolvimento de TI
Superior em áreas de TI ou Ciências Exatas
R$ 5.255,40
39
Analista Censitário - Economia
Superior em Economia
R$ 5.255,40
3
Analista Censitário - Engenharia de Produção
Superior em Engenharia de Produção
R$ 5.255,40
6
Analista Censitário - Estatística
Superior em Estatística
R$ 5.255,40
4
Analista Censitário - Geografia
Superior em Geografia
R$ 5.255,40
9
Analista Censitário - Geoprocessamento
Superior em Geografia, Engenharias (várias), Arquitetura ou Geologia
R$ 5.255,40
254
Analista Censitário - Gestão e Infraestrutura
Superior em qualquer área do conhecimento
R$ 5.255,40
312
Analista Censitário - Infraestrutura e Suporte de TI
Superior em áreas de TI ou Ciências Exatas
R$ 5.255,40
13
Analista Censitário - Jornalismo
Superior em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo
R$ 5.255,40
32
Analista Censitário - Letras
Superior em Letras
R$ 5.255,40
3
Analista Censitário - Métodos Quantitativos
Superior em qualquer área do conhecimento
R$ 5.255,40
51
Analista Censitário - Planejamento, Orçamento e Gestão Administrativa
Superior em Ciências Contábeis ou Administração com registro profissional
R$ 5.255,40
16
Analista Censitário - Produção Audiovisual e Publicidade e Propaganda
Superior em Publicidade, Rádio/TV/Cinema ou Jornalismo
R$ 5.255,40
7
Analista Censitário - Redes e Telecomunicações
Superior em áreas de TI ou Ciências Exatas
R$ 5.255,40
8
Analista Censitário - Tecnologia da Informação
Superior em áreas de TI ou Ciências Exatas
R$ 5.255,40
39
Analista Censitário - Veterinária/Zootecnia
Superior em Medicina Veterinária, Zootecnia ou Ciências Agrárias
R$ 5.255,40
27
Analista Censitário - Webdesign e Produção Gráfica
Superior em áreas de Design, Comunicação Social ou Desenho Industrial
R$ 5.255,40
11

Taxas

A taxa de inscrição varia entre:

  • R$ 37,50 para Analista Censitário;
  • R$ 41,76 para Agente Censitário de Qualidade.

OPERAÇÁO AUDÁCIA - Polícia Civil de RO divulga fotos de oito foragidos de facção e faz apelo à população

A Polícia Civil de Rondônia divulgou as imagens de oito investigados considerados foragidos da Justiça durante a Operação Audácia e solicita o apoio da população para localizar os suspeitos. A ação foi deflagrada na última terça-feira (7) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Rondônia (FICCO/RO).

foto - divulgação PC/RO

A operação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa com atuação interestadual. Os oito investigados possuem mandados de prisão em aberto e continuam sendo procurados pelas forças de segurança.

Os foragidos são:

  • Alan Ferreira da Cruz, conhecido como "Kanela";
  • Charles Erik da Conceição;
  • Daniel Edmar Sena Braga, conhecido como "Menor Imbaçado" ou "Pocotó";
  • Edeilson Freitas do Nascimento, conhecido como "Turinha", "M16" ou "Mentor";
  • Emerson Melo da Silva, conhecido como "Mimi";
  • Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, conhecido como "Da Roça", "Zeus", "Crânio", "Fiel" ou "Articulado";
  • Miguel Farias Costa, conhecido como "Picolé", "Maestro", "HM" ou "Chocolate";
  • Ricardo Nobre Paiva, conhecido como "Mexicano".

A Polícia Civil reforça que qualquer informação que possa contribuir para a localização dos procurados pode ser repassada de forma anônima pelo WhatsApp do Disque-Denúncia, no número (69) 99301-5824, pelo telefone 197 da Polícia Civil ou pelo 190 da Polícia Militar. 

Segundo a corporação, o sigilo da identidade do denunciante é garantido.

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Com falha de goleiro, Espanha vence a Bélgica e vai à semifinal da Copa

Equipe espanhola derrotou o adversário por 2 a 1 e se classificou para confronto contra a França na próxima fase da competição...


A Espanha superou a Bélgica por 2 a 1 nesta sexta-feira (10), no SoFi Stadium, em Los Angeles, e garantiu seu lugar na semifinal da Copa do Mundo de 2026.

Os espanhóis saíram na frente na partida com o gol anotado por Fabián Ruiz. Pouco tempo depois, os belgas chegaram no empate com a cabeçada de Charles De Ketelaere, que balançou as redes pela terceira vez neste Mundial. No segundo tempo, Mikel Merino aproveitou uma falha do goleiro Senne Lammens e decretou a classificação do país à próxima fase.

Com o resultado, a Espanha segue adiante no torneio e encara a França na semifinal. O confronto acontece na próxima terça (14), às 16h (de Brasília), no AT&T Stadium, em Dallas, nos Estados Unidos.


Já a Bélgica, se despediu da Copa nas quartas de final, mesma campanha que obteve na edição de 2014. Somente em 1986 e em 2018 que os Diabos Vermelhos conseguiram alcançar as semis da competição.

A partida

Depois de um início com o controle das ações por parte da Espanha, o ponta Lamine Yamal teve a primeira oportunidade aos 21 minutos, em finalização para fora da entrada da área. Depois da pausa para a hidratação, a equipe de Luis de la Fuente abriu o placar com o meio-campista Fabián Ruiz. Ele aproveitou o rebote dado pelo goleiro Thibaut Courtois, após chute do meia Dani Olmo, e empurrou a bola para as redes.

Na marca de 35 minutos, Yamal cobrou uma falta direta para o gol e Courtois defendeu. Já aos 40, o próprio Yamal fez uma linda jogada pela direita e bateu à esquerda da meta adversária. Pouco depois, o lateral Timothy Castagne cruzou na cabeça do atacante Charles De Ketelaere, que antecipou a defesa e empatou o confronto para a Bélgica.

Após o intervalo, os belgas tiveram a primeira boa chance da segunda etapa. Aos 10 minutos, o lateral Maxim De Cuyper pegou uma bola mal afastada pela marcação espanhola e encheu o pé de dentro da área, mas acabou errando o alvo. A Espanha respondeu com o atacante Mikel Oyarzabal, que bateu para uma boa intervenção de Courtois.

Um dos destaques da Seleção Belga em campo, Thibaut Courtois precisou deixar o jogo por conta de uma lesão na coxa. Ele saiu na marca de 26 minutos e foi substituído por Senne Lammens, jogador do Manchester United.

Em uma das primeiras tentativas que chegaram no gol defendido por Lammens, a Espanha marcou seu segundo gol. O zagueiro Pau Cubarsí arriscou de longe, o goleiro belga deu rebote e o meio-campista Mikel Merino deixou o seu. Resultado final: 2 a 1 e vaga garantida na semifinal para a La Roja.

FONTE - Victor Fardin, da CNN Brasil.

Justiça do Trabalho reconhece violência de gênero após trabalhadora sofrer humilhações em frigorífico

Sentença aplicou o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do CNJ na análise das provas...


A Vara do Trabalho de São Miguel do Guaporé, em Rondônia, reconheceu a ocorrência de violência de gênero no ambiente de trabalho contra uma empregada de frigorífico que foi alvo de chacotas e humilhações após um episódio relacionado ao seu ciclo menstrual. 

Na decisão, o magistrado condenou a empresa ao pagamento de indenização por danos morais, além de reconhecer a rescisão indireta do contrato de trabalho e deferir outros direitos trabalhistas pleiteados na ação.

Segundo os autos, a trabalhadora relatou que, após ter a roupa manchada pela menstruação durante o expediente, passou a ser alvo de comentários ofensivos e zombarias por parte de colegas de trabalho e de um superior hierárquico. A situação teria sido divulgada entre outros empregados, causando constrangimento e sofrimento emocional. O entendimento da Justiça do Trabalho foi de que a conduta ultrapassou os limites do poder diretivo do empregador e atingiu direitos fundamentais da trabalhadora, como a dignidade, a honra e a integridade psicológica. 

Ao analisar o caso, o magistrado aplicou as disposições do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e considerou que o valor probatório do depoimento da trabalhadora não poderia ser descartado. 
A decisão também registrou que testemunhas ouvidas em audiência confirmaram as humilhações relatadas pela empregada. Uma das testemunhas confirmou que a empregada foi alvo de zombarias em razão do episódio, que chorou após os acontecimentos e que o ambiente de trabalho ficou desconfortável. 

Nesse contexto, a Justiça do Trabalho considerou que a exposição vexatória da empregada, associada a uma condição fisiológica inerente às mulheres, caracteriza violência de gênero e afronta aos princípios constitucionais da não discriminação e da valorização do trabalho humano. 

A indenização pelos danos morais sofridos foi fixada em R$ 75.000,00, considerando a capacidade econômica do empregador, considerada altíssima pelo magistrado, e a gravidade da lesão gerada na vítima. De acordo com o juiz, o valor é correspondente ao faturamento que a empresa obtém em apenas 6 segundos.

Condições de trabalho

Além da condenação por danos morais, a decisão também reconheceu o direito ao adicional de insalubridade em grau médio, declarou a nulidade do banco de horas adotado pela empresa e deferiu o pagamento de horas extras e reflexos.

A decisão analisou as condições de trabalho em ambiente artificialmente frio, a concessão de pausas para recuperação térmica e relatos de constrangimentos relacionados ao gênero da empregada.

De acordo com os autos, a empregada atuava em setor refrigerado de uma unidade frigorífica e alegou exposição contínua ao frio, irregularidades na compensação de jornada, supressão de pausas térmicas e episódios de assédio moral. A empresa contestou os pedidos.

Ao examinar o pedido de adicional de insalubridade, a sentença destacou que, embora a perícia técnica tenha concluído pela inexistência de insalubridade, a análise do conjunto probatório indicou que não houve comprovação suficiente da neutralização dos agentes nocivos por meio dos equipamentos de proteção individual. Com isso, foi reconhecido o direito ao adicional em grau médio, correspondente a 20%, durante todo o período contratual.

A decisão também declarou a nulidade do banco de horas e do regime de compensação de jornada. O entendimento adotado foi o de que a prestação de horas extras em atividade considerada insalubre exigia autorização prévia da autoridade competente em matéria de saúde e segurança do trabalho, o que não foi demonstrado pela empresa. Em razão disso, foi determinado o pagamento das horas irregularmente compensadas e das excedentes aos limites legais da jornada.

Da decisão ainda cabe recurso.

(Processo nº 0000102-13.2026.5.14.0061)

Diálogos obtidos pela PF levaram Dino a bloquear R$ 119 milhões de Valdemar Costa Neto

Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de uma servidora da Câmara dos Deputados indicam que o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, participava da definição e do remanejamento de emendas parlamentares, apesar de não exercer mandato eletivo.

Os diálogos constam de uma decisão do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), que determinou a indisponibilidade de até R$ 119,2 milhões em bens de Valdemar.

O magistrado também suspendeu a execução de despesas relacionadas às emendas investigadas, inclusive aquelas que ainda estejam nas fases de empenho, liquidação ou pagamento.

Segundo a PF, as conversas apontam a existência de um “arranjo decisório paralelo” dentro da Câmara. Nesse sistema, servidores teriam organizado e encaminhado indicações atribuídas a Valdemar, enquanto deputados federais eram formalmente registrados como solicitantes dos recursos.

Para os investigadores, essa dinâmica serviria para conferir aparência de legalidade às indicações feitas pelo dirigente partidário, que não possui autorização jurídica para dispor diretamente de verbas do Orçamento da União.

As mensagens foram extraídas do aparelho de Mariângela Fialek, conhecida como "Tuca", servidora apontada como responsável pela organização e pelo encaminhamento de emendas de comissão. O celular foi apreendido em dezembro de 2025, durante a Operação Transparência.

Menções ao “presidente Valdemar”

Uma das conversas destacadas pela PF ocorreu em agosto de 2025. Nela, Garigham Amarante Pinto, advogado e apontado como homem de confiança do presidente do PL, afirma que havia marcado uma reunião com Valdemar e pergunta se seria possível concentrar R$ 24 milhões em emendas para a área do Turismo.

“Marquei com o Valdemar amanhã 10:30. Acho que ele vai jogar no turismo os 24. Pode ser?", diz.

No dia seguinte, Garigham questiona Mariângela se havia sido fechado o valor destinado ao “Pres Valdemar”.

“GARIGHAM cobra a MARIÂNGELA: ‘Fechou o valor do Pres Valdemar?’, uma provável referência ao presidente do PL. MARIÂNGELA responde: ‘Se puder trocar tudo turismo ótimo’. Em resposta a essa mensagem, GARIGHAM diz: ‘24 milhoes tá bom’", relata a PF.

Na sequência, o servidor encaminha uma lista com municípios, CNPJs e referências ao setor de Turismo. A suspeita da PF é de que os dados estivessem relacionados aos R$ 24 milhões discutidos anteriormente.

Em outro diálogo revelado pela PF, a servidora Nara Benedetti Nicolau Brum, lotada na Liderança do PL, afirma que as indicações atribuídas a Valdemar já estavam sendo cadastradas.

“NARA BRUM envia uma planilha intitulada ‘Alteração em Turismo – VCN’. Em resposta, MARIÂNGELA FIALEK diz: “Já tenho”. Todavia, NARA explica: ‘Não, o Valdemar pediu pra trocar algumas das indicações que ele fez ontem em turismo, porque os municípios não iriam conseguir executar’".

PF identificou 21 emendas

Ao comparar as planilhas encontradas no celular de Mariângela com informações do Portal da Transparência, a Polícia Federal afirma ter identificado ao menos 21 emendas atribuídas a Valdemar que foram empenhadas ou pagas.

Os recursos somam R$ 119.216.703,15. De acordo com a investigação, aproximadamente R$ 104 milhões desse total já teriam sido efetivamente pagos.

A PF sustenta que diferentes deputados foram registrados como solicitantes das emendas, embora as indicações tivessem partido, na prática, de Valdemar.

Os investigadores apuram se esses parlamentares tinham conhecimento do procedimento, aderiram ao suposto esquema ou tiveram os nomes utilizados sem participação direta.

As suspeitas investigadas incluem os crimes de peculato, desvio e associação criminosa.

Para a PF, os servidores teriam usado suas funções e o acesso aos sistemas da Câmara para dar às verbas públicas uma destinação orientada pelos interesses de uma pessoa sem mandato parlamentar.

A CNN questionou Valdemar sobre a conclusão da Polícia Federal de que ele teria indicado emendas mesmo sem exercer mandato.

“Não [indiquei], quando temos cidades pequenas que não têm representação em Brasília, o Líder do Partido é quem faz”, afirmou.

FONTE - CNN BRASIL.

Adolescente de 15 anos é sequestrado e encontrado m*rto com sinais de t*rtura em Porto Velho

O adolescente Vitor Emanuel L. do Nascimento, de 15 anos, foi encontrado morto na quinta-feira (9) em uma área de mata nos fundos do Residencial Morar Melhor, na zona sul de Porto Velho. A vítima apresentava sinais de tortura, segundo informações repassadas à Polícia Militar.

foto - reprodução

De acordo com o boletim de ocorrência, o jovem fazia a entrega de uma geladeira acompanhado de um homem quando ambos foram abordados por criminosos armados no residencial. Os suspeitos renderam Vitor e o levaram para um local desconhecido.

Ainda conforme o registro policial, os criminosos afirmaram que matariam o adolescente por ele supostamente integrar uma facção criminosa. O outro homem que acompanhava a entrega não foi levado.

Após denúncias, equipes da Polícia Militar realizaram buscas na região e localizaram o corpo da vítima entre os blocos das ruas 3 e 4 do residencial.

A Perícia Técnico-Científica (Politec) foi acionada para realizar os trabalhos no local. O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML), e a Polícia Civil instaurou inquérito para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime.

2° Bera Spark: Evento segue programação nesta sexta-feira (10)

Maratona de Inovação Rural busca impulsionar o fortalecimento do setor produtivo da capital...



A Prefeitura de Porto Velho segue fortalecendo a inovação por meio da realização do 2º Béra Spark – Maratona de Inovação, que nesta sexta-feira (10) dá continuidade à programação com atividades voltadas ao desenvolvimento de soluções para os desafios do agronegócio.

O evento reúne empreendedores, estudantes, pesquisadores, startups, instituições de ensino, empresas e parceiros estratégicos em uma grande rede de colaboração, incentivando a criação de projetos inovadores que possam contribuir para o fortalecimento do setor produtivo da capital e de toda a região.

Ao longo do dia, os participantes passam por uma intensa programação que inclui alinhamento e briefing das equipes, Workshop de Pitch (apresentação rápida e direta usada para vender uma ideia, produto ou negócio), Pitch Clinic com mentores especializados, pré-pitch para ajustes das apresentações, apresentação da banca avaliadora, abertura oficial do Demo Day e, por fim, a apresentação das propostas desenvolvidas pelas equipes.

A proposta da maratona é aproximar diferentes setores da sociedade, promovendo conexões entre o poder público, universidades, instituições de pesquisa, empresas e o setor produtivo. Essa integração amplia as oportunidades de desenvolvimento de soluções tecnológicas com potencial para gerar impacto econômico e social.

Evento reúne empreendedores, estudantes, pesquisadores, startups, instituições de ensino, empresas e parceiros estratégicos

Para o prefeito Léo Moraes, a união entre os diversos parceiros demonstra que o desenvolvimento da capital passa pela inovação e pelo trabalho colaborativo.

"Porto Velho está construindo um ambiente cada vez mais favorável à inovação. Quando reunimos empresas, instituições e empreendedores em torno de um mesmo objetivo, todos ganham. O Béra Spark mostra que, por meio das parcerias, conseguimos transformar boas ideias em soluções que fortalecem o agronegócio, geram oportunidades e impulsionam o desenvolvimento da nossa cidade".

O encerramento da programação acontece com o Demo Day, momento em que as equipes apresentam suas propostas à banca avaliadora, compartilhando soluções desenvolvidas durante a maratona. A expectativa é que as ideias apresentadas possam se transformar em projetos com potencial de aplicação prática, reforçando Porto Velho como referência em inovação e desenvolvimento sustentável.

Texto: Letícia Regis

Edição: Secom

Foto: Hellon Luiz 

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Prefeitura implanta posto do Cadastro Único na Praça CEU e amplia acesso aos serviços sociais na zona Leste

O atendimento ao público no posto do Cadastro Único na Praça CEU começa na segunda-feira (13), das 8h às 13h30...


A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), instalou, na quinta-feira (9), um posto de atendimento do Cadastro Único (CadÚnico) na Praça CEU (Centro de Artes e Esportes Unificados), à rua Antônio Fraga Moreira, nº 1706, bairro Juscelino Kubitschek (JK), localizada na zona Leste da capital. Os atendimentos ao público terão início na segunda-feira, 10 de julho, das 8h às 13h30, com o objetivo de facilitar o acesso da população aos serviços socioassistenciais, aproximando o atendimento das famílias que vivem em uma das regiões mais populosas do município.

O novo posto representa um importante avanço na descentralização dos serviços públicos, oferecendo mais comodidade, agilidade e economia de tempo para os cidadãos que precisam realizar inscrição, atualização cadastral, transferência de município ou obter orientações sobre o Cadastro Único.

O CadÚnico é a principal ferramenta de identificação e caracterização socioeconômica das famílias de baixa renda no Brasil. É por meio dele que os cidadãos podem acessar diversos programas e benefícios sociais dos governos federal, estadual e municipal, desde que atendam aos critérios estabelecidos para cada política pública.

A escolha da Praça CEU para sediar o novo posto reforça a vocação do espaço como um centro de cidadania, inclusão e desenvolvimento social. Além de atividades culturais, esportivas, educacionais e de qualificação profissional, o equipamento público passa a concentrar mais um serviço essencial para a população da zona Leste, fortalecendo a rede de proteção social do município.

Com a implantação do posto, milhares de famílias da região passam a contar com atendimento mais próximo de suas residências, reduzindo deslocamentos até outras unidades da cidade e garantindo maior facilidade no acesso aos serviços da assistência social.

Rotina de serviços

No novo posto do Cadastro Único, os usuários terão acesso aos seguintes serviços: realização de inscrição no Cadastro Único; atualização e revisão cadastral; transferência de cadastro de outros municípios; inclusão ou exclusão de integrantes da composição familiar; emissão de comprovante de cadastramento; consulta ao Número de Identificação Social (NIS); orientações sobre programas sociais vinculados ao CadÚnico; averiguação e regularização cadastral; e atendimento para esclarecimento de dúvidas sobre benefícios sociais.

Para Paulo Afonso, a descentralização do Cadastro Único é uma das prioridades da Semias

A Semias reforça que o cadastramento de famílias unipessoais continuará sendo realizado exclusivamente nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), de acordo com o território de residência de cada usuário, em conformidade com as diretrizes vigentes do Cadastro Único.

A Prefeitura de Porto Velho segue investindo na ampliação e descentralização dos serviços públicos, levando cidadania, inclusão e atendimento humanizado para mais perto da população e fortalecendo o compromisso com a melhoria da qualidade de vida dos porto-velhenses.

"O nosso compromisso é fazer com que os serviços públicos estejam cada vez mais próximos da população. A implantação do posto do Cadastro Único na Praça CEU fortalece a cidadania, facilita o acesso aos programas sociais e garante mais dignidade às famílias da zona Leste, que agora passam a contar com esse atendimento mais perto de casa”, disse o prefeito Léo Moraes.

Para o secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, “a descentralização do Cadastro Único é uma das prioridades da Semias, devido a importância desse serviço para milhares de famílias. Ao levar esse atendimento para a Praça CEU, ampliamos o acesso da população aos programas sociais e reforçamos a Praça como um espaço de inclusão, cidadania e acolhimento para toda a comunidade da zona Leste."

FONTE - SMC.

Carretas explodem após colisão frontal e incêndio fecha trecho da BR-364

Duas carretas colidiram de frente, pegaram fogo e explodiram na manhã desta sexta-feira (10) na BR-364, entre os municípios de Ariquemes e Jaru. Apesar da violência do impacto e das chamas, não houve registro de mortes.

Segundo informações preliminares, uma das carretas transportava bois e a outra estava carregada com açúcar. As circunstâncias que provocaram a colisão ainda serão apuradas pelas autoridades.

Vídeos gravados por pessoas que passavam pelo local mostram o momento em que populares abrem os compartimentos da carreta para retirar os animais antes que o incêndio atingisse toda a carga.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa de Ariquemes, algumas pessoas ficaram feridas, mas nenhuma delas sofreu lesões graves. 

O acidente provocou interdição e congestionamento na rodovia enquanto equipes de resgate e combate ao incêndio atuavam no local.

PF investiga possível vazamento da Operação Reduto após afastamento de 11 servidores da ALE-RO e prisões

A confirmação foi feita pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO) nesta sexta-feira (10)...



A Polícia Federal abriu investigação para apurar um possível vazamento de informações da Operação Reduto, deflagrada na última quarta-feira (9), que teria ocorrido um dia antes do cumprimento dos mandados judiciais. A confirmação foi feita pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO) nesta sexta-feira (10).

A operação investiga um suposto esquema de fraude em licitações, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, peculato, associação criminosa e prática de rachadinha. Durante a ação, dois investigados foram presos, 11 servidores da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) foram afastados de suas funções e a Justiça determinou o bloqueio de bens, ativos financeiros e criptoativos de até R$ 9 milhões.


Ao todo, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, sendo nove em Ariquemes, oito em Porto Velho e dois em Manaus. Na capital rondoniense, a operação teve como alvo a Assembleia Legislativa, onde agentes apreenderam documentos, equipamentos eletrônicos e outros materiais que passarão por perícia. Os nomes dos investigados não foram divulgados.

As investigações tiveram início em 2024, após relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificarem movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo uma empresa de Manaus contratada pelo poder público em Rondônia. Segundo a Polícia Federal, as apurações apontaram movimentações superiores a R$ 9 milhões incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos investigados.

De acordo com a PF, o grupo investigado atuava em duas frentes. A primeira seria responsável por fraudar licitações e direcionar contratos públicos no município de Ariquemes. A segunda envolveria o desvio de recursos públicos por meio de contas de servidores comissionados da Assembleia Legislativa, em um esquema caracterizado como rachadinha.

Além das medidas cautelares já cumpridas, dinheiro em espécie também foi apreendido durante as diligências realizadas em Manaus. A Polícia Federal informou que esta fase da Operação Reduto busca reunir novas provas e aprofundar as investigações, incluindo a apuração sobre o possível vazamento das informações antes da deflagração da operação.

Em nota, a Prefeitura de Ariquemes informou que está colaborando integralmente com as autoridades e fornecendo toda a documentação solicitada. A administração municipal destacou que, até o momento, não há conclusão sobre eventual irregularidade envolvendo a prefeitura e que os serviços públicos seguem funcionando normalmente.

Já a Assembleia Legislativa de Rondônia afirmou que acompanha a operação e permanece à disposição das autoridades. A Casa reforçou que adota mecanismos de controle e fiscalização em seus processos de contratação e reiterou o compromisso com a transparência e a legalidade.

LEIA MAIS - PF mira suposta rachadinha na Assembleia de RO em operação com 2 presos e 11 servidores afastados

Virginia induziu público a aposta improvável em jogo de Cabo Verde, diz MP

Ministério Público aponta que influenciadora teria usado linguagem emocional para induzir os seguidores a apostarem na vitória da seleção africana...

O MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) apontou que a influenciadora Virginia Fonseca teria participado de um modelo "estruturado de captação de apostadores", comandado pela plataforma de apostas Blaze, durante os jogos da Copa do Mundo deste ano.

Segundo o documento do MP, obtido pela CNN Brasil, Virginia teria adotado estratégias para captar os apostadores na partida entre Argentina e Cabo Verde. Na ocasião, a influenciadora, com mais de 56 milhões de seguidores nas redes sociais, teria estimulado o público a apostar na vitória da seleção africana.

Para o Ministério Público, além da aposta ser "de baixa probabilidade e alto retorno potencial", a influenciadora ainda teria usado linguagem emocional para induzir os seguidores a apostarem. Nos vídeos divulgados por Virginia, a influenciadora afirmou que estava "esperançosa" com a vitória de Cabo Verde.

O MP ainda argumentou que as gravações não tinham sinalização para avisar ao público que o conteúdo tinha indícios de publicidade. "Virginia operou sobre um viés cognitivo documentado, intensificando a percepção de atratividade de um resultado objetivamente improvável sem qualquer menção às probabilidades reais", diz o documento.

"Como esperado pelo senso médio, a seleção da Argentina venceu a partida (3 a 2), impondo perda integral aos consumidores que seguiram a recomendação [...] Tal cenário transparece ser uma estrutura voltada à maximização do volume de apostas em detrimento absoluto da proteção do consumidor", afirmou o Ministério Público.

Segundo o documento, além de Virginia, a plataforma de apostas também adotou uma estratégia coordenada de intensificação publicitária coincidente com as partidas do campeonato, explorando uma "alta exposição emocional e o engajamento coletivo do torneio para induzir o consumo impulsivo".

Nesta quinta-feira (8), o Ministério Público ajuizou uma ação que sustenta que a empresa de apostas usou estratégias de marketing capazes de induzir o público ao jogo por meio da promessa de ganhos fáceis, publicidade considerada enganosa e uso de influenciadores digitais de grande alcance para estimular as apostas.

A investigação aponta que, enquanto simulava "esperança" no resultado da disputa entre as seleções, a influenciadora poderia receber 30% de comissão sobre as perdas de quem seguia as recomendações de aposta.

Relembre ação do Ministério Público

O Ministério Público pediu a condenação solidária da Blaze e da influenciadora ao pagamento de indenização por danos morais coletivos de R$ 120 milhões.

Segundo a ação, o valor foi calculado com base em uma estimativa conservadora de que a Blaze movimentaria cerca de R$ 600 milhões por ano em receita bruta de jogos.

O MPDFT aplicou, por analogia, um percentual de 20% sobre esse montante, chegando aos R$ 120 milhões, quantia que considera suficiente para punir e desestimular a repetição das condutas apontadas na ação.

Segundo o MPDFT, a investigação teve início após o recebimento de denúncias de consumidores que relataram retenção de valores, bloqueio de contas e dificuldades para sacar recursos depositados na plataforma.

Além disso, um relatório técnico reuniu mais de 42 mil reclamações contra a Blaze, indicando, segundo o órgão, um padrão recorrente de possíveis violações aos direitos do consumidor, incluindo a oferta de bônus condicionados a exigências consideradas abusivas.

Em relação à influenciadora Virginia Fonseca, o promotor Paulo Binicheski afirma que ela publicou, durante a Copa do Mundo de 2026, conteúdos incentivando seguidores a realizar apostas na plataforma Blaze sem deixar claro o caráter publicitário da divulgação, especialmente no jogo de Cabo Verde.

A ação aponta ainda que a influenciadora teria apresentado uma aposta como se fosse uma recomendação espontânea e cita informações de investigações que indicam a existência de remuneração vinculada às perdas dos apostadores captados, circunstância que, segundo o órgão, agrava o conflito de interesses e aumenta o risco de prejuízo aos consumidores.

A ação também destaca que a Blaze teria mantido uma estratégia contínua de publicidade com celebridades para ampliar o alcance das campanhas e usa a frase “A aposta te vende a fantasia do dinheiro fácil. A única aposta garantida é a da casa. E a casa contratou justamente quem você admira para te convencer a jogar”.

De acordo com o Ministério Público, a utilização de personalidades conhecidas reforçaria a falsa percepção de oportunidade de lucro fácil, especialmente entre consumidores em situação de vulnerabilidade econômica, ampliando o potencial de danos financeiros em larga escala.

Na ação, o Ministério Público pede que a Justiça determine a interrupção imediata das campanhas publicitárias consideradas irregulares e adote medidas para impedir novas práticas que, segundo o órgão, violam o Código de Defesa do Consumidor e a regulamentação das apostas esportivas.

O que diz a Blaze

"A Foggo Entertainment Ltda, detentora da marca e Operação Blaze no Brasil, esclarece que, até o presente momento, não foi formalmente intimada a respeito do referido procedimento do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT). A Foggo se mantém comprometida com a transparência e conformidade com a legislação e as regulamentações em vigor no país. Nossas operações e parcerias são sempre pautadas pelas melhores práticas de mercado, com foco absoluto na segurança de nossos usuários, seguindo princípios legais e normas aplicáveis, assim como com base nas diretrizes de Jogo Responsável. Assim que formalmente notificada, a Foggo prestará todos os esclarecimentos necessários às autoridades competentes e a quem mais se fizer necessário."

O que diz a defesa de Virginia

"A defesa de Virginia Fonseca tomou conhecimento, por meio da imprensa, nesta quinta-feira (9), da Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). As alegações serão respondidas tecnicamente nos autos.

Contudo, cabe destacar que a própria petição inicial reconhece a existência de diligências ainda pendentes, incluindo a requisição de contratos e outras informações relevantes. Esses documentos são essenciais para o completo esclarecimento dos fatos, especialmente quanto à natureza do vínculo, à forma de remuneração e aos limites da atuação publicitária de Virginia Fonseca.

A defesa entende que o MPDFT poderia ter aguardado a conclusão das apurações instauradas pelo próprio órgão, o que certamente daria outro rumo à demanda. A defesa refuta as alegações manifestadas na ação, especialmente qualquer afirmação de conluio, atuação predatória ou intenção de causar prejuízo aos consumidores. A responsabilização civil deve estar amparada em provas concretas, e não em presunções ou ilações decorrentes da condição de pessoa pública da influenciadora. A defesa reafirma sua confiança nas instituições e no Poder Judiciário e prestará todos os esclarecimentos nos autos, oportunidade em que demonstrará, de forma técnica e documentada, a improcedência dos pedidos formulados contra Virginia Fonseca."

fonte - Julia Farias e Elijonas Maia, da CNN Brasil, em São Paulo e em Brasília.

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