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Flávio pede para STF declarar Moraes suspeito para julgar Vorcaro e Master

Advogados citam contrato de Viviane Barci de Moraes para argumentar que ministro não tem condições julgar caso relacionado a financiamento do filme sobre Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que declare o ministro Alexandre de Moraes suspeito para analisar um requerimento que envolve o empresário Daniel Vorcaro e o Banco Master.



A petição foi protocolada na segunda-feira (1º) e tem como alvo um pedido apresentado pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), que busca ampliar o escopo do inquérito envolvendo o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para também incluir Flávio e Jair Bolsonaro na apuração.


Em seu pedido, Lindbergh argumenta que há indícios de ligação entre a atuação internacional de Eduardo, a campanha por sanções contra autoridades brasileiras e a negociação de recursos para o financiamento do filme “Dark Horse”, inspirada na trajetória política do ex-presidente.


Os advogados do Flávio argumentam que Moraes não teria a imparcialidade necessária para analisar questões relacionadas a Vorcaro e ao Banco Master. A defesa cita a contratação do escritório de advocacia da esposa do ministro pelo banco e mensagens atribuídas ao ministro encontradas no celular de Vorcaro.


Segundo a defesa, esses elementos seriam suficientes para comprometer a imparcialidade exigida para a condução do caso.


"De toda forma, o que se aponta aqui é que existe uma relação contratual estabelecida entre o Banco Master e o escritório da esposa do Exmo. Min. Alexandre de Moraes, fato que concretiza proximidade entre Sua Excelência, o Banco Master e Daniel Vorcaro. Essa proximidade pode retirar do magistrado a equidistância que deve manter em relação às partes”, diz.


Flávio pede que Moraes seja declarado suspeito para analisar o requerimento apresentado por Lindbergh e que o caso seja redistribuído ao ministro André Mendonça, relator de investigações envolvendo o Banco Master.


Moraes encaminhou um ofício à PGR (Procuradoria-Geral da República) determinando que o órgão se manifestasse sobre a possível inclusão de Flávio e Jair Bolsonaro no inquérito. (CNN)


Henry Borel: "Monique deixou filho ser torturado", diz promotor

Fábio Vieira, em entrevista ao Live CNN, revelou bastidores da condenação de Jairinho e perdão judicial de Monique Medeiros pela morte de menino de quatro anos

O promotor de Justiça Fábio Vieira do MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), afirmou à CNN Brasil que Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, menino morto aos quatro anos, deixou o filho ser torturado.



Em entrevista ao Live CNN desta sexta-feira (5), Vieira ainda informou que já foi apresentado recurso para que o julgamento seja anulado, já que segundo ele, foram constatadas nulidades no processo.


O promotor também disse que ficou espantado com a comemoração de algumas pessoas e da defesa de Monique, mesmo após ela ter sido condenada por omissão por tortura.


Ela foi condenada. Se o julgamento não for anulado e se a questão como está hoje for mantida, o que nós temos? Nós temos uma sociedade que olhou para Monique e disse: 'você é responsável pela tortura que seu filho sofreu e essa condenação para você é dolosa. Então, você deixou seu filho ser torturado e a sociedade te condenou por isso.'

Fábio Vieira, promotor de Justiça do RJ


Sobre o perdão judicial concedido à Monique, Fábio analisa que a juíza cometou um "duplo equívoco jurídico". Ele afirma que os jurados já haviam sido perguntados se eles absolvem Monique depois de já dizerem que ela foi omissa.


Ainda segundo ele, no caso da Monique houve negligência aos cuidados do filho, logo é contraditório conceder perdão "a uma mulher que submeteu o filho a essa situação".


Para Vieira, a comemoração de Monique se justifica apenas pelo fato de ela estar livre, e não por ter sido considerada vítima ou injustiçada. Por fim, o promotor destacou que toda a análise é jurídica e se baseia nos fatos que foram comprovados dentro do processo judicial.


Condenações no caso Henry Borel

Dr. Jairinho, como é conhecido Jairo Souza Santos Júnior, foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pela morte de Henry Borel.


Já Monique Medeiros, recebeu perdão judicial, instituto jurídico que afasta a aplicação da pena mesmo após o reconhecimento do crime. No caso da mulher, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade de Monique por tortura por omissão e desclassificou a acusação de homicídio doloso para homicídio culposo.


Após a decisão, Monique deixou, na tarde desta quinta-feira (4), a Penitenciária Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó em Bangu, na zona Oeste do Rio de Janeiro.


O que diz o pai de Henry

Em entrevista ao Bastidores CNN nesta quinta-feira (4), Leniel Borel, pai de Henry Borel, afirmou que a sentença final envolvendo Monique Medeiros no julgamento pela morte do menino representou uma "grande aberração jurídica".


Na decisão, proferida ainda na madrugada desta quinta, Monique, mãe da criança, recebeu perdão judicial, instituto jurídico que afasta a aplicação da pena mesmo após o reconhecimento do crime.


Caso Henry Borel: "Mataram meu filho pela terceira vez", diz pai


"Ontem ficou muito claro, não só para mim, quanto para o Brasil inteiro, dessa 'parcialidade tendenciosa'. Nós vamos recorrer [...] Monique, no mínimo, foi omissa.[...] Esquecem ali que a Monique é a mãe. A garantidora. Ela é, no mínimo, a responsável pela vida do filho. E ela não o protegeu", afirmou Leniel.


Durante a entrevista, o pai de Henry ainda chegou a questionar o perdão judicial concedido à Monique. "Ela foi condenada no homicídio culposo, e ter perdão judicial por crime doloso contra a vida? Um crime doloso contra a vida pode ter um perdão judicial?", perguntou ele.


Leniel relatou que, ao longo dos cinco anos do processo, observou diversas decisões da magistrada que, em sua avaliação, beneficiaram Monique de forma injustificada, inclusive soltando a ré em situações que, segundo ele, contrariavam decisões do Supremo Tribunal Federal.


O que diz a defesa de Monique

Em nota, divulgada nesta quinta, a defesa de Monique afirmou que recebeu a decisão "com respeito". Leia na íntegra:


"Os advogados Florence Rosa e Hugo dos Santos Novais, que atuam na defesa de Monique Medeiros da Costa e Silva, recebem com respeito a decisão proferida pelo Conselho de Sentença, ressaltando que o Tribunal do Júri constitui uma das mais importantes garantias constitucionais do Estado Democrático de Direito, sendo a soberania dos veredictos um princípio expressamente assegurado pela Constituição da República de 1988.


Destacam ainda que o julgamento realizado foi pautado pela análise das provas produzidas na instrução processual, dentro das regras que regem o procedimento do Júri Popular. Ao longo de todo o processo, a defesa de Monique sustentou que ela não praticou qualquer agressão contra seu filho e que seu maior erro foi não conseguir perceber, a tempo, a violência que ela e seu filho sofriam. A morte de Henry representa uma tragédia irreparável para todos os envolvidos neste caso.


O processo também convida a sociedade à reflexão sobre a necessidade de evolução da compreensão dos fenômenos relacionados à violência doméstica, psicológica, de gênero, às relações abusivas e a exposição desmedida da mulher como vítima, pois nem sempre a vítima consegue identificar imediatamente os sinais da violência a que está submetida, especialmente quando inserida em ciclos complexos de manipulação emocional e dependência afetiva. Por fim, reiteram seu absoluto respeito à memória de Henry Borel Medeiros, às famílias envolvidas, às instituições democráticas e ao Tribunal do Júri, reconhecendo a importância constitucional da soberania dos veredictos como expressão da participação popular na administração da Justiça." (CNN)

Versão paga do Instagram chega ao Brasil; veja preço e novidades

Meta anunciou que suas outras redes sociais também terão versões com assinaturas premium

O Instagram Plus, versão paga da rede social, foi lançado no Brasil nesta quinta-feira (4) pela Meta. A assinatura permite que os usuários premium tenham recursos adicionais de personalização e acesso a mais métricas do que as contas gratuitas.



A ferramenta chega ao país com o valor de R$ 10 por mês e é a primeira rede social da empresa a ganhar variante por assinatura. Está previsto que o Facebook e o WhatsApp recebam atualizações semelhantes em breve.


As ferramentas estavam em testes nas plataformas e, de acordo com uma nota enviada à CNN Brasil anteriormente, "os testes foram positivos, por isso a Meta está animada para começar a lançar o Instagram Plus, Facebook Plus e WhatsApp Plus, que estarão disponíveis globalmente em breve".


Conheça as novidades do Instagram Plus

Na versão para assinantes, o foco é dar mais controle dos Stories e a customização do perfil.


Os usuários terão a possibilidade de visualizar as fotos temporárias de outras pessoas de forma anônima, ter acesso às estatísticas de suas publicações para descobrir quem assistiu novamente seus conteúdos; aumentar a duração dos Stories para além das 24 horas tradicionais; e criar listas de audiência personalizadas que vão além do limite do "Amigos Próximos".


No perfil, assinantes Plus podem adicionar fontes personalizadas para a biografia, novos ícones para o aplicativo, reações exclusivas de "Super Corações" e possibilidade de fixar mais de três posts no topo do perfil.


A Meta afirmou que os usuários da versão gratuita não terão nenhum prejuízo com o lançamento da nova versão. (CNN)

Defesa de Robinho contesta ao STF hediondez aplicada à pena por estupro

Advogados alegam que a Justiça brasileira atribuiu efeitos de crime hediondo a uma condenação italiana e sustentam que a medida agravou a execução penal de forma indevida

A defesa do ex-jogador Robinho apresentou ao STF (Supremo Tribunal Federal) memoriais no habeas corpus para afastar a natureza hedionda da execução da pena de estupro que ele cumpre no Brasil.



Os autos foram encaminhados para decisão do relator ministro Luiz Fux. Segundo o documento que a CNN Brasil obteve acesso, os advogados sustentam que a condenação proferida pela Justiça italiana não prevê a classificação de crime hediondo e argumentam que a aplicação dessa condição pelo Judiciário brasileiro agravou indevidamente os efeitos da sentença estrangeira.


Condenado pela Justiça italiana a nove anos de prisão por participação em um estupro coletivo em 2013, Robinho passou a cumprir pena no Brasil após o STJ (Superior Tribunal de Justiça) homologar a sentença estrangeira.


O ex-jogador do Santos e da Seleção Brasileira está preso desde março de 2024, primeiramente na Penitenciária 2 de Tremembé, e agora no Centro de Ressocialização de Limeira, interior de São Paulo


A defesa do condenado cita que o Estado Brasileiro, apesar de afirmar que não pode interferir nas decisões acatadas pela Justiça da Itália, deferiu uma categoria penal-material inexistente na atual sentença homologada, uma vez que a Itália não possui uma classificação de "crimes hediondos" na execução penal compatível à Lei nº 8.072/90 no Brasil.


"A classificação hedionda interfere diretamente no conteúdo material da pena e não pode ser acrescida supervenientemente ao título estrangeiro homologado em prejuízo do paciente", escreveu o advogado Bruno Dias Cândido no pedido.


Para os advogados, a adição de "hediondez" do título brasileiro na jurisdição italiana não é compatível à teoria do direito, que entende que cada país possui um regime jurídico e, portanto, não prevê legalidade na combinação das leis penais.


Assim, a defesa alega que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) teria extrapolado o direito de agravar a pena sem que tivesse autoridade diante do caso.


O pedido também discorda do princípio de isometria aplicado pelo Brasil para justificar o agravamento da pena, com o fundamento de que ele não estaria na mesma posição jurídica de quem foi julgado originalmente em território brasileiro.


Aplicar a hediondez no país de origem de Robinho se configuraria, para a defesa, uma dupla valoração negativa do mesmo fato. O ponto central declarado da defesa é que Robinho cumpra a pena no Brasil com as mesmas atribuições impostas pela Justiça italiana.


Entenda a condenação de Robinho

Ídolo do Santos com passagens por Seleção Brasileira, Atlético, Real Madrid, Manchester City e Milan, Robinho foi condenado por participação no estupro coletivo de uma mulher de 23 anos. O crime ocorreu em uma boate italiana, em 2013. À época, Robinho atuava pelo Milan, da Itália.


Durante as investigações, a Justiça italiana interceptou uma série de ligações telefônicas entre o ex-atleta e amigos, também acusados e condenados pelo mesmo estupro. Nas gravações, Robinho e amigos teriam feito piada da situação, acreditando que estariam livres da punição.


Segundo as investigações, Robinho e amigos estavam em uma boate em Milão, comemorando o aniversário de um deles, quando conheceram a vítima. Em uma das interceptações, Robinho diz que os amigos “rangaram” a vítima, em ato considerado pela justiça como estupro coletivo.


Como o crime ocorreu na Itália, Robinho foi processado e condenado pela Justiça italiana. Após o trânsito em julgado da condenação, autoridades do país europeu solicitaram a cooperação do Brasil para o cumprimento da pena.


Como a Constituição Federal proíbe a extradição de brasileiros natos, o STJ homologou a sentença estrangeira e autorizou a transferência da execução da pena para o território brasileiro.


Ao longo dos anos, a defesa de Robinho tem solicitado diversospedidos de habeas corpus.  (CNN)

Homem m@ta dois vizinhos após discussão envolvendo a esposa e acaba preso

Brasil - Um homem de 30 anos foi preso após matar dois vizinhos a tiros durante uma confusão ocorrida na madrugada desta sexta-feira (5), no bairro Taquarussu, em Campo Grande. Segundo a polícia, o suspeito alegou ter agido para defender a esposa durante uma ameaça sofrida por ela.



De acordo com o relato da mulher, o desentendimento com as vítimas era antigo e já havia motivado um registro policial por ameaça. Na manhã do crime, ela teria sido abordada de forma agressiva pelos dois homens, sendo que um portava um pedaço de madeira enquanto o outro teria ameaçado buscar uma faca.


Ao ouvir os gritos, o marido saiu de casa armado. Conforme sua versão, um dos homens avançou contra ele com o pedaço de madeira e foi atingido por disparos. Em seguida, o segundo envolvido também teria se aproximado com uma faca e acabou baleado. Os dois morreram no local.


Após o crime, o suspeito fugiu em uma motocicleta, mas foi localizado horas depois por equipes da Polícia Civil escondido na residência da sogra. Ele se entregou sem resistência e afirmou ter agido em legítima defesa. O caso segue sob investigação.

Operação destrói escavadeiras, acampamentos e pontes usadas por invasores em terras indígenas de Rondônia

Uma força-tarefa integrada realizada entre os dias 1º e 3 de junho resultou na apreensão e destruição de equipamentos utilizados em atividades ilegais dentro das Terras Indígenas Roosevelt e Parque do Aripuanã, localizadas no sul de Rondônia.



A Operação Sentinela Amazônica foi coordenada pela Polícia Federal, com apoio do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (CCPI/Amazônia), IBAMA, Polícia Militar de Rondônia e Força Nacional de Segurança Pública. O objetivo foi combater o garimpo ilegal e a exploração clandestina de madeira em áreas protegidas.


Durante a ação, equipes terrestres e aéreas localizaram estruturas utilizadas por invasores para a prática dos crimes ambientais. Foram apreendidos e inutilizados motores estacionários, escavadeiras hidráulicas, veículos, motocicletas e acampamentos clandestinos instalados no interior das terras indígenas.


Os agentes também destruíram pontes que serviam como rota de acesso irregular às áreas protegidas, além de apreenderem aparelhos celulares e equipamentos de comunicação via satélite utilizados pelos suspeitos.


Segundo a Polícia Federal, todo o material recolhido durante a operação será utilizado para reforçar as investigações que buscam identificar os responsáveis pelas atividades ilícitas e os financiadores dos crimes ambientais praticados na região.


PF prende cinco pessoas e apreende quase 2 mil litros de combustível contrabandeado na fronteira com a Bolívia; veja

Uma operação da Polícia Federal resultou na prisão em flagrante de cinco pessoas e na apreensão de 1.900 litros de combustível contrabandeado na região de fronteira entre Brasil e Bolívia, em Guajará-Mirim, nesta quinta-feira (4).



A ação teve início durante patrulhamento aéreo, quando equipes identificaram embarcações transportando galões de combustível em um ponto clandestino localizado às margens do Rio Mamoré. Ao chegarem ao local, os agentes constataram que o produto havia sido introduzido ilegalmente em território brasileiro, sem documentação fiscal e sem qualquer controle aduaneiro.


Todo o combustível apreendido foi encaminhado à Receita Federal para os procedimentos cabíveis. Os cinco suspeitos foram presos em flagrante e poderão responder pelo crime de contrabando.



As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no esquema criminoso, além de esclarecer a origem e o destino da carga apreendida.


A operação contou com apoio do Grupo Integrado de Segurança de Fronteira (GISF), da Gerência de Aviação do Estado (GAVE/SESDEC), da Polícia Militar de Rondônia e da Polícia Civil de Rondônia. A ação integra a Operação Brasil Contra o Crime Organizado, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.


Menino de 7 anos acha arma do padrasto, dispara e é ferido em Goiás

Criança teria atingido próprio lado esquerdo do rosto após localizar arma em um armário dentro da própria casa, no município de Uruaçu

Uma criança, de 7 anos, teve o rosto atingido por um disparo de arma de fogo dentro da própria casa na cidade de Uruaçu, em Goiás. Segundo apurações iniciais da Polícia Civil, o acidente ocorreu após o menino encontrar uma arma pertencente ao seu padrasto.



De acordo com o delegado responsável pelo caso, o menino teria subido em um armário, localizado a arma que estava dentro do móvel, e naquela posição efetuado o disparo que atingiu a parte esquerda do seu rosto, a porta do roupeiro e acabou na parede.


No momento do disparo, ele estava apenas com uma outra criança, sem supervisão dos pais, segundo o delegado. 


Após o ocorrido, o padrasto prestou socorro e levou o menino ao hospital. Durante um trajeto para Goiânia — onde estaria indo visitar a unidade para qual a criança foi transferida —, ele foi abordado pela Polícia Militar e preso em flagrante pelos crimes de omissão de cautela e lesão corporal culposa.


O homem admitiu que a arma era dele, mas que não imaginava que as crianças pudessem supor o local em que o armamento estava guardado.


Em relação ao estado de saúde da criança, o delegado informou que o menino reagiu bem aos tratamentos do hospital e deve se recuperar em breve.


Ainda segundo o delegado, as diligências seguem em andamento para saber se outra criança que estava na casa teve alguma participação no evento.


Além disso, eles apuram se modificações na cena tiveram o intuito de levar a erro a investigação, caso em que pode haver crime de fraude processual. (CNN)

Motorista ultrapassa sinal vermelho e atropela família, arrasta bebê no capô do veículo em Campina Grande; veja

Foram divulgadas nesta quinta-feira as imagens das câmeras de segurança que mostram o exato momento do grave atropelamento de quatro pessoas de uma mesma família (uma grávida e um bebê) no dia 22 de dezembro de 2025, na Rua Severino Ribeiro Cruz, no Centro, às margens do Açude Velho, em Campina Grande.



No vídeo, é possível ver que a motorista do carro atropela as vítimas que estavam passando pela faixa de pedestre e ainda arrasta por vários metros um bebê no capô do carro.


Durante o acidente, a mãe sofreu fratura em uma das pernas. Uma bebê que estava com a família chegou a ser arrastada por cerca de 500 metros sobre o capô do veículo. Após o atropelamento, a condutora do carro fugiu do local sem prestar socorro às vítimas.


A mãe e a criança foram atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e encaminhadas para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Devido à gravidade do caso, a mãe e a avó do bebê realizam acompanhamento médico e psicológico.


Horas depois, a motorista foi localizada e presa pela Polícia Civil.


À Polícia Militar, ela teria admitido que se envolveu no acidente. Na época, ela pagou fiança de R$ 13 mil e responde sobre o caso em liberdade.


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Cerco da PM impede fuga e recupera celular furtado em Porto Velho

Uma ação rápida da Polícia Militar resultou na recuperação de um celular furtado e na prisão de um suspeito que tentava embarcar para o distrito de Calama, em Porto Velho.



Após receber informações sobre o paradeiro do aparelho, equipes do 1º Batalhão realizaram monitoramento no porto e aguardaram a chegada da embarcação para realizar a abordagem com segurança.

Durante a revista, os policiais encontraram o celular furtado em posse do suspeito. Também foram apreendidas porções de uma substância semelhante à maconha e um objeto com aparência de arma de fogo, que será periciado.

Os militares ainda constataram que o homem utilizava tornozeleira eletrônica. Diante da situação, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à delegacia para os procedimentos cabíveis.

Segundo a Polícia Militar, a ação impediu a tentativa de fuga do suspeito, garantiu a recuperação do bem da vítima e contribuiu para o avanço das investigações.

Escavadeira é apreendida durante operação contra desmatamento irregular em RO

Uma escavadeira hidráulica utilizada em desmatamento irregular foi apreendida pela Polícia Militar Ambiental durante fiscalização da Operação Brasil Contra o Crime Organizado – BIOMAS 2026, em uma propriedade rural de São Miguel do Guaporé.

Foto: Montagem


A ação ocorreu após o monitoramento por imagens de satélite indicar possível supressão ilegal de vegetação. Durante a vistoria, os policiais constataram que parte da área possuía autorização para limpeza de pastagem, porém foram identificadas intervenções em vegetação nativa fora dos limites permitidos pela licença ambiental.


Diante da irregularidade, a área foi embargada e o maquinário apreendido. Também foram lavrados autos de infração e adotadas medidas administrativas e criminais contra os responsáveis, que responderão pelo caso conforme a legislação ambiental.


A escavadeira foi removida sob escolta da Polícia Militar Ambiental e permanece à disposição das autoridades competentes. A operação integra uma estratégia nacional de combate aos crimes ambientais e à exploração ilegal dos recursos naturais.

Homem mantido refém dentro de carro é resgatado pela PM em Guarulhos; veja

Vítima relatou que trabalhava como motorista de um micro-ônibus quando foi abordada pelos assaltantes

Um homem de 62 anos que era mantido refém dentro de um carro durante um roubo foi resgatado pela Polícia Militar na madrugada desta quinta-feira (4), no Jardim Monte Alegre, em Guarulhos.



Dois suspeitos, de 18 e 30 anos, foram presos em flagrante. A PM foi informada sobre um roubo com restrição da liberdade da vítima em andamento. Com base nas características repassadas, os policiais localizaram e interceptaram o veículo utilizado pelos criminosos.


Dentro do carro, os agentes encontraram a vítima sob o poder de dois suspeitos, que ocupavam a condução e o banco do passageiro. Em imagens obtidas pela CNN Brasil, é possível ver o momento em que o veículo dos criminosos estacionam em um posto de combustíveis. Neste momento, a viatura da Polícia Militar já atuava. A equipe rende os criminosos e resgata o homem que estava no porta-malas.


Veja momento do resgate:



A vítima relatou que trabalhava como motorista de um micro-ônibus quando foi abordada pelos assaltantes. Durante a ação, os criminosos anunciaram o roubo e o ameaçaram. Em seguida, teve o rosto coberto com uma touca e o colocaram à força no veículo usado na fuga, onde permaneceu até ser localizado pela PM.


Além do veículo conduzido pela vítima, os suspeitos e comparsas que participaram da ação levaram um celular, um carregador e uma mochila.


Durante a ocorrência, os policiais constataram que o veículo utilizado pelos criminosos circulava com placas adulteradas. Após consulta ao chassi, foi verificado que o automóvel possuía outra identificação e constava como produto de roubo.


Os suspeitos foram detidos e encaminhados ao 4º Distrito Policial de Guarulhos, onde o caso foi registrado como roubo, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e localização/apreensão e entrega de veículo. (CNN)

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