Um torcedor morreu após ser atropelado por um veículo da tropa de choque da Polícia Militar, na noite deste domingo (25), em Itaquera, no estacionamento da Neo Química Arena, estádio do Corinthians.
O homem de 37 anos foi atropelado quando o policial movimentava o veículo blindado em frente a um dos portões da arena corintiana, que recebeu a partida entre Santos e Bragantino em mais uma rodada do Campeonato Paulista.
O caso foi registrado no 24º Distrito Policial (Ponte Rasa) como homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e segue sob investigação.
Em nota, a secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que "lamenta a morte" e que foram solicitados exames aos institutos de Criminalística e Médico Legal. Após a conclusão serão tomadas as devidas providências, segundo o órgão.
Começam nesta segunda-feira (26) as inscrições do processo seletivo para o primeiro semestre de 2026 do Programa Universidade para Todos (Prouni). O processo é gratuito e deve ser feito exclusivamente pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, até a próxima quinta-feira (29).
Para se inscrever no processo seletivo é necessário que o estudante tenha completado o ensino médio; participado de edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2024 e/ou 2025; obtido, no mínimo, 450 pontos na média das cinco provas do exame; e não tenha zerado a prova da redação do Enem.
O edital do Prouni também veda a inscrição para quem declarou ter participado do Enem na condição de treineiro ou para autoavaliação, antes de concluir o ensino médio. Para fins de classificação e eventual pré-seleção no processo seletivo, será utilizada a edição do Enem em que o estudante obteve a melhor média.
Ainda de acordo com o Ministério da Educação, os candidatos precisam atender a pelo menos uma das seguintes condições:
- ter feito o ensino médio integralmente em escola da rede pública;
- ter feito o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição;
- ter feito o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição;
- ter feito o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista parcial da respectiva instituição;
- ter feito o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista;
- ser uma pessoa com deficiência na forma prevista na legislação;
- ser professor da rede pública de ensino, exclusivamente para concorrer aos cursos de licenciatura e pedagogia, destinados à formação do magistério da educação básica. Nesse último caso, não é aplicado o limite de renda exigido aos demais candidatos.
No momento da inscrição, o candidato deve optar por concorrer às bolsas destinadas à ampla concorrência ou àquelas destinadas à implementação de políticas afirmativas referentes a pessoas com deficiência e autodeclaradas indígenas, pardas ou pretas.
“No caso da escolha das bolsas integrais, é necessário que a renda familiar bruta mensal por pessoa não exceda o valor de 1,5 salário mínimo. Já para escolher bolsas parciais, é preciso que a renda familiar bruta mensal por pessoa não exceda o valor de 3 salários mínimos”, destacou a pasta.
Réus foram condenados, em júri federal popular, por homicídio tentado e organização criminosa armada; penas ultrapassam 12 anos de prisão...
O Ministério Público Federal (MPF) obteve, nesta quinta-feira (22), a condenação de seis integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) em Rondônia. Eles foram levados a júri popular, iniciado na segunda-feira (19), por terem tentado matar uma pessoa que acreditavam ser um agente penal federal em junho de 2020 na capital Porto Velho.
A ação penal foi apresentada contra dez pessoas. Nesta semana, foram julgados cinco homens e uma mulher.
Eles foram condenados por homicídio tentado e organização criminosa armada, com exceção da mulher, que foi absolvida, por clemência, do homicídio tentado, mas condenada pela quadrilha armada.
Os cinco homens foram condenados a penas de prisão que variam de 10 anos e meio a 12 anos e 3 meses de prisão. A mulher, condenada apenas por organização criminosa, teve pena definida em 3 anos e 6 meses de prisão. Ainda cabe recurso contra o veredicto. Os quatro acusados restantes devem ser julgados em abril deste ano.
Representaram o MPF no julgamento o procuradores da República Reginaldo Trindade, titular do caso, e os procuradores da República Alfredo Carlos Gonzaga Falcão Junior, Bruno Silva Domingos e Roberto Moreira de Almeida, que fazem parte do Grupo de Apoio ao Tribunal do Júri do MPF, equipe preparada e organizada especificamente para dar suporte em julgamentos mais complexos.
O procurador Reginaldo Trindade destacou a articulação da instituição para atuar em casos como esse. “Foi uma honra servir ao lado de colegas tão virtuosos e competentes numa das funções mais desafiadoras do MPF, que é o júri. Aliás, o MPF inteiro aparelha-se, cada vez mais, para fazer frente à maior e mais perigosa organização criminosa do país; contando com aparato e servidores da melhor espécie, alguns dos quais ajudaram, e muito, no êxito alcançado”, declarou.
Entenda o caso – No primeiro semestre de 2020, continuando a onda de terror iniciada vários anos antes, membros do PCC tentaram executar uma pessoa que acreditavam ser um agente da Penitenciária Federal de Porto Velho.
O homem foi atraído por meio de um perfil falso nas redes sociais e, após conversas íntimas, foi marcado um encontro amoroso. Na noite de 4 de junho de 2020, o homem aguardava no local previamente combinado, em sua motocicleta, quando os acusados, que estavam em três veículos (um Fiat Siena, uma Chevrolet Astra e uma motocicleta não identificada), surpreenderam-no, disparando diversos tiros de pistola contra ele, que não chegaram a atingi-lo.
Na ação penal apresentada à Justiça, o MPF demonstrou que alguns dos acusados vieram do Paraná para organizar e executar o crime.
Em Porto Velho, com ajuda de membros locais do PCC, alugaram uma casa para servir de base e compraram celulares, armas, veículos, coletes e todos os demais materiais necessários. Depois, identificaram placas de vários veículos pertencentes a agentes integrantes do sistema prisional.
Segundo depoimento de um dos acusados, a ideia era matar ao menos um dentre quatro agentes. O atentado foi mais um dentre outros já promovidos pelo PCC, antes e depois, em Rondônia e em outros estados.
O procurador Reginaldo Trindade apontou a importância da participação dos defensores e do júri para que o julgamento fosse realizado. “Os advogados e defensores públicos, competentes e muito habilidosos, de tudo fizeram para que suas teses fossem acolhidas pelo Conselho de Sentença e, assim, acabaram por elevar, ainda mais, o sucesso obtido pelo MPF. A grandeza do oponente confere ainda mais significado e reverência à conquista e, no caso, a vitória foi a realização da Justiça. E, se já não fosse o bastante, o Conselho de Sentença foi composto por pessoas do mais alto quilate, que participaram ativamente do julgamento, seja formulando perguntas, o que demonstrou que estavam bem atentos e cientes de sua sublime missão de julgar, seja, sobretudo, fazendo anotações, coisa que eu nunca vi em quase 30 anos de Ministério Público”, afirmou.Para ele, a relevância do julgamento se torna ainda maior em razão da violência praticada pelo grupo criminoso. “A facção criminosa vem crescendo e tentando acuar, cada vez mais, o Estado brasileiro. O PCC irá até onde encontrar limites. Assim, é imprescindível que as instituições e a sociedade cumpram o seu papel na luta por país mais seguro e, por que não dizer, menos refém da alta criminalidade. O julgamento ora finalizado é um alento na parceria Estado-Sociedade em prol de um país melhor para todos – um tijolinho nesta guerra formada por batalhas, nem sempre gloriosas e de final feliz, contra o PCC”, finalizou Reginaldo Trindade.
Um homem identificado como Adeildo Gonçalves Calheiro, de 43 anos, morreu durante uma operação policial realizada na sexta-feira (23) no município de Alto Paraguai, no Mato Grosso. Ele era considerado foragido da Justiça e tinha dois mandados de prisão em aberto.
Conhecido pelo apelido de “Flecha”, Adeildo era apontado como uma das lideranças do movimento Liga dos Camponeses Pobres (LCP). A ação foi desencadeada após trabalho de inteligência e contou com atuação integrada de equipes especializadas, incluindo o Batalhão de Operações Policiais Especiais.
De acordo com o registro da ocorrência, o alvo estava escondido em uma propriedade rural localizada no Assentamento Pary.
Por volta das 6h18, as equipes realizaram o cerco ao imóvel para o cumprimento da ordem judicial. Durante a abordagem, Adeildo teria apresentado comportamento agressivo e desobedecido às determinações policiais para que largasse a arma.
Ainda conforme o relato oficial, ele retornou para o interior da residência, rompeu uma grade de ferro, saiu por uma janela e passou a apontar uma arma de fogo em direção aos policiais.
Diante da situação, houve reação por parte da equipe, e o homem foi atingido.
Adeildo chegou a ser socorrido e encaminhado ao hospital do município, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele, foi apreendida uma pistola calibre 9 milímetros, com numeração suprimida, municiada, além de dezenas de munições armazenadas em uma mochila.
Também foram encontrados equipamentos, roupas e alimentos, indicando possível planejamento para fuga pela mata.
Um veículo foi apreendido durante a operação. Duas mulheres que estavam no local no momento da ação foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos.
Presidente reforçará discurso em defesa de investigação contra poderosos e não tentará impedir instalação de CPI
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta evitar que o episódio envolvendo o Banco Master desgaste a imagem do governo federal.
A avaliação hoje no Palácio do Planalto é de que o principal afetado pelo escândalo tem sido, até agora, o STF (Supremo Tribunal Federal).
E que não cabe uma eventual defesa à postura, por exemplo, do ministro José Dias Toffoli, criticado nos bastidores até mesmo pelo governo petista.
A ideia do presidente é, portanto, blindar o governo federal, mantendo-o afastado do escândalo financeiro e reforçar o papel da Polícia Federal na investigação.
Além disso, salientar que o combate a fraudes não tem classe social e que empresários e banqueiros também devem pagar por eventuais irregularidades.
O petista não deve ainda mobilizar a base aliada a evitar uma CPI do Master no Congresso Nacional. O discurso tem sido o de que comissão parlamentar é uma prerrogativa do Poder Legislativo.
Lula se reuniu no ano passado com o relator do caso, Dias Toffoli, e a expectativa é de que tenham um novo encontro. Nos bastidores, o presidente tem sido crítico à postura de Toffoli.
A avaliação ainda de assessores do governo é de que o tom da nota divulgada pelo presidente da Suprema Corte, Edson Fachin, não ajudou a distensionar a crise. (CNN)
Com a batida, os ocupantes da moto foram lançados para a pista contrária e acabaram sendo atingidos por uma carreta que seguia no sentido oposto
Uma colisão entre três veículos provocou a morte de um homem e deixou uma mulher ferida em estado grave na tarde deste domingo (25), na BR-364, em Cacoal, no interior de Rondônia. O acidente ocorreu no trecho urbano da rodovia, nas imediações do Instituto Federal de Rondônia (Ifro), e foi registrado pelo repórter Diego Maia, que divulgou as informações em suas redes sociais.
Conforme dados iniciais da Polícia Rodoviária Federal (PRF), um Fiat Uno trafegava no sentido Riozinho–Cacoal quando foi atingido na traseira por uma motocicleta ocupada por um casal. As causas da colisão ainda estão sob apuração.
Com a batida, os ocupantes da moto foram lançados para a pista contrária e acabaram sendo atingidos por uma carreta que seguia no sentido oposto, de Cacoal para Riozinho. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram a motocicleta caída na rodovia, o automóvel danificado e a carreta parada às margens da via, além da atuação de agentes da PRF no local.
O condutor da motocicleta, Arvelino Souza Rosa, não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local do acidente. Ele trabalhava em uma loja de móveis em Cacoal.
A passageira, Ilza Alves de Lima, de 37 anos, foi socorrida com ferimentos graves e encaminhada para atendimento médico. Até o fechamento desta reportagem, não havia atualização oficial sobre seu estado de saúde.
Em depoimento gravado pelo repórter, um cunhado das vítimas relatou que o casal seguia para Cacoal. Segundo ele, após uma breve parada para abastecimento, o grupo retomou o trajeto. Pouco depois, ao reduzir a velocidade em um quebra-molas, ouviu o impacto da colisão. “Quando voltei para ajudar, ela ainda pedia socorro. Ele já estava morto”, afirmou, emocionado.
O familiar também ressaltou o abalo causado pela tragédia e lembrou que o mesmo ponto da BR-364 já havia registrado outro acidente fatal envolvendo um parente da família, anos atrás.
Uma família foi mantida refém durante assalto ocorrido na noite de sábado (24) em uma residência no ramal Mendes Junior, distrito de Vista Alegre do Abunã, na capital de Rondônia.
Foto: Ilustrativa
Um bandido armado rendeu todos na casa, obrigou o proprietário a fazer transferência Pix de R$ 7.800,00, roubou cinco celulares, uma espingarda e outros objetos, além de uma moto Crosser.
Após a fuga do ladrão, a população se reuniu e conseguiu encontrar o veículo abandonado ja no distrito de Nova Califórnia.
A Polícia Covi segue no caso para identificar e prender o ladrão. (Rondoniaovivo)
Dentre os ouvidos estão sócios do Banco Master, diretor financeiro do BRB e um diretor de empresa ligada ao esquema
A PF (Polícia Federal) começa a colher na próxima segunda-feira (26) os depoimentos do inquérito que investiga as fraudes do Banco Master.
As datas foram autorizadas pelo ministro relator do caso, Dias Toffoli. Ao todo, oito executivos devem depor. Parte deles irá presencialmente ao STF (Supremo Tribunal Federal), outra parte falará por videoconferência.
Dentre os ouvidos estão sócios do Banco Master, executivos do BRB e um diretor de empresa ligada ao esquema. As oitivas se estenderão até a próxima terça-feira (27).
Veja abaixo quem deve depor ao STF
26 de janeiro
Dário Oswaldo Garcia Junior, diretor financeiro do BRB (Banco de Brasília) – videoconferência
André Felipe de Oliveira Seixas Maia, diretor de uma empresa investigada no esquema – videoconferência
Henrique Souza e Silva Peretto, empresário – videoconferência
Alberto Felix de Oliveira, superintendente-executivo de tesouraria do Banco Master – videoconferência
27 de janeiro
Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de operações financeiras do BRB – presencial
Luiz Antonio Bull, diretor de riscos, compliance, RH e tecnologia do Banco Master – presencial
Angelo Antonio Ribeiro da Silva, sócio do Banco Master – videoconferência
Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Master – presencial
Os depoimentos serão colhidos em apenas dois dias, após Toffoli reduzir o prazo pedido pela PF. Essa decisão representou um novo desgaste na relação institucional com a corporação. O ministro tem demonstrado desconfiança com a atuação da PF no âmbito da investigação.
A perícia do material apreendido na mais recente fase da Operação Compliance Zero, por exemplo, será realizada pela PGR (Procuradoria-Geral da República). Quatro peritos da PF foram designados por Toffoli para acompanhar o processo. Os nomes não foram sugeridos pela corporação, mas escolhidos de forma independente pelo ministro.
Os depoimentos fazem parte da investigação da Polícia Federal que, no prazo de 60 dias, se não houver pedido de adiamento, deverá entregar um relatório com as provas colhidas e nomes indiciados.
Conforme mostrou a CNN, Toffoli já avalia devolver a investigação para a primeira instância da Justiça, onde o caso tramitava até o final do ano passado. O processo só chegou ao STF e às mãos do ministro por causa do suposto envolvimento do deputado nas fraudes, já que ele possui foro privilegiado.
Desde dezembro, ordens do ministro têm gerado incômodo na Polícia Federal e nos próprios integrantes do STF, que passaram a discutir nos bastidores maneiras de evitar maiores desgastes à imagem da Corte.
Criminosos foram detidos com perucas e armas de fogo enquanto saíam do cofre da agência; outros dois conseguiram fugir em um carro roubado
Um assalto a uma agência do Banco Safra terminou com dois presos em flagrante após um tiroteio seguido de perseguição no Bom Retiro, na região central de São Paulo, no fim da noite deste sábado (24). Outros dois suspeitos conseguiram fugir.
A central de monitoramento do banco acionou a PM (Polícia Militar) após identificar a presença de quatro pessoas no interior da sala de cofres do estabelecimento.
Ao chegarem no local, os policiais avistaram um Audi A3 cinza estacionado em frente a agência. Neste momento, um indivíduo saiu rapidamente de dentro do banco e correu em direção ao veículo.
De acordo com o boletim de ocorrência, o rapaz entrou no banco de trás com a arma em mãos, além de outros objetos que não era possível identificar.
Os policiais, então, efetuaram cerca de 25 disparos em direção ao veículo, que era blindado, por isso nenhum dos suspeitos foi atingido. Em depoimento à Polícia Civil, os agentes não souberam informar se os assaltantes dispararam de volta pois, segundo eles, a ação foi muito rápida.
Os dois conseguiram fugir e o veículo, que estava com a placa adulterada, foi abandonado na Alameda Ribeiro da Silva.
No interior da agência, os policiais localizaram os outros dois rapazes que continuavam dentro do cofre. Eles foram detidos já no corredor da agência com armas, coletes e munições dos seguranças da agência.
Além disso, também foram localizados com eles uma peruca, furadeira, martelo, alicate e brocas. As armas dos vigilantes ficavam em um armário que também estava arrombado.
Aos policiais, os suspeitos detidos, identificados como Mario Sergio do Nascimento Meneguetti e Wilton Pereira Teixeira, informaram que foram contratados para roubar o cofre e as armas.
Suspeitos deverão passar por audiência de custódia • Reproduçã
Em depoimento, Mario relatou que estava com Wilton, quando encontraram, dois colegas conhecidos como Magrão e Zóio, próximo à estação Tatuapé do metrô, que disseram ter um “trabalho” para ele, que seria um roubo a banco.
Ele afirma que os quatro foram ao local e um deles abriu a porta de vidro com a chave de fenda. Eles entraram para abrir os cofres, mas não conseguiram, quando foram surpreendidos pela PM.
Mario ainda afirma que não sabe o que Magrão e Zóio levaram do local e que não ouviu os disparos. Ele conta também que não sabe de quem seria o carro roubado e que as armas dos seguranças não estavam nem com ele, nem com Wilton.
Já Wilton confirmou a versão de seu amigo e disse que os quatro iriam dividir os valores em partes iguais. Ele já tem passagem criminal por roubo e tentativa de homicídio.
A representante do banco informou aos policiais que ainda não contabilizou o que foi roubado, apenas as duas armas de fogo, que pertenciam a empresa para uso dos vigilantes. Ela conta ainda que as imagens das câmeras de segurança estão disponíveis para análise.
O caso foi registrado como associação criminosa e tentativa de roubo no 2º Distrito Policial, do Bom Retiro. Os outros dois suspeitos ainda não foram localizados. (CNN)
Apoiadores que estavam na Praça do Cruzeira foram atendidos pelo Corpo de Bombeiros; ainda não há informação sobre número de feridos
Um raio atingiu as proximidades da Praça do Cruzeiro, em Brasília, onde está previsto o encerramento do ato organizado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), neste domingo (25).
Apoiadores que estavam no local foram atendidos pelo Corpo de Bombeiros. Ainda não há informação de quantas pessoas foram atingidas.
Ação foi resultado de um trabalho de inteligência da Polícia Militar de Rondônia
Adeildo Gonçalves Calheiro, 43 anos, foi morto durante uma ação da Polícia Militar de Rondônia na sexta-feira (23.01), no município de Alto Paraguai no Mato Grosso, a 217 quilômetros de Cuiabá, após reagir à abordagem policial durante o cumprimento de ordem judicial. Ele era conhecido como "Flecha", um dos líderes do movimento Liga dos Camponeses Pobres (LCP). Contra ele, pesavam dois mandados de prisão em aberto, além de investigações por três homicídios consumados, tentativas de homicídio e estupro.
A ação foi resultado de um trabalho de inteligência da Polícia Militar de Rondônia e contou com apoio integrado do BOPE de Rondônia e BOPE do Mato Grosso. De acordo com o boletim de ocorrência, "Flecha" estava escondido no Sitio Quatro Irmãos, localizado no Assentamento Pary. Por volta das 06h18, as equipes policiais realizaram o cerco à residência para cumprir a ordem judicial. Durante a abordagem, o suspeito apresentou comportamento exaltado e não obedeceu às ordens para largar a arma. Ainda de acordo com o registro, ele retornou para o interior da residência e, em seguida, rompeu uma grade de ferro, saltou por uma janela e passou a apontar uma arma de fogo em direção aos policiais que realizavam o cerco.
Diante da ameaça, os policiais efetuaram disparos para conter a agressão. Adeildo foi atingido na região axilar esquerda. O socorro foi acionado imediatamente, e ele foi encaminhado ao Hospital de Alto Paraguai, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Com o suspeito, foi apreendida uma pistola Glock calibre 9 mm, com numeração raspada, municiada com 16 cartuchos. Em uma mochila camuflada, os policiais encontraram outras 56 munições do mesmo calibre, além de roupas, equipamentos e alimentos para passar várias dias na mata em caso de fuga. Um veículo Toyota Hilux também foi apreendido e ficou à disposição da autoridade competente. As duas mulheres que estavam na residência no momento da ação foram conduzidas para a delegacia para prestar esclarecimentos.
LCP
A organização LCP, da qual Adeildo seria líder, é conhecida pelo elevado grau de organização e violência em disputas agrárias. Em operações anteriores, já haviam sido apreendidos armamentos de grosso calibre como fuzil e metralhadora, coletes balísticos e rádios comunicadores vinculados ao grupo. (Rondoniaovivo)