A decisão foi tomada nesta quinta-feira (11), após a Corte rejeitar uma ação apresentada pelo PSD, partido ligado ao prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, que questionava a validade do levantamento...
A decisão foi tomada nesta quinta-feira (11), após a Corte rejeitar uma ação apresentada pelo PSD, partido ligado ao prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, que questionava a validade do levantamento.
Segundo a pesquisa, realizada entre os dias 4 e 8 de maio, Marcos Rogério aparece com 42,5% das intenções de voto. Adailton Fúria registra 22,2%, enquanto o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, soma 21,7%.
O julgamento seguiu o voto da relatora, juíza Letícia Botelho, que considerou improcedentes os argumentos apresentados pelo PSD. A Procuradoria Regional Eleitoral também se manifestou contra a suspensão da pesquisa.
Na ação, o partido apontava supostas irregularidades relacionadas ao período de coleta, metodologia utilizada, distribuição da amostra, perguntas do questionário e comprovação do autofinanciamento do levantamento.
Ao analisar o caso, a magistrada destacou que a Justiça Eleitoral exerce controle principalmente formal sobre as pesquisas, garantindo transparência e possibilidade de fiscalização, sem interferir nos critérios estatísticos adotados pelos institutos.
Segundo a decisão, não foram apresentadas provas capazes de demonstrar fraude, manipulação dos dados ou falhas técnicas graves que justificassem a manutenção da suspensão.
A relatora também concluiu que não houve comprovação de prejuízo à fiscalização da pesquisa nem evidências de indução de respostas ou irregularidades financeiras relevantes.
Com a decisão, fica liberada a divulgação integral do levantamento registrado sob o número RO-02673/2026.
A pesquisa ouviu 1.220 eleitores, possui margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.





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