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TSE é acionado para impedir circulação do Dark Horse em período eleitoral

Deputado do PT e dois advogados pedem que TSE proíba circulação do filme em período eleitoral. Pedido ainda será analisado

Um deputado federal do PT e dois advogados acionaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o filme Dark Horse. Na petição, protocolada nesta terça-feira (19/5), os assinantes argumentaram que “permitir a exibição no período eleitoral pode criar vantagem comunicacional incompatível com a igualdade de chances”.



O documento é assinado pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG), pelo Coordenador do Grupo Prerrogativas, Marco Aurélio de Carvalho e pelo advogado Reinaldo Santos de Almeida.


Eles pedem que o TSE proíba, em caráter de urgência, “a exibição, distribuição, pré-estreia, publicidade, impulsionamento, veiculação de trailers patrocinados, eventos promocionais e circulação coordenada do filme Dark Horse durante o período eleitoral de 2026, abrangendo a pré-campanha, a campanha, o primeiro turno e eventual segundo turno, ou ao menos até o esclarecimento integral da cadeia financeira e comunicacional da obra”.


“A eleição presidencial de 2026 exige proteção firme contra estruturas paralelas de financiamento e comunicação política. A circulação de uma superprodução sobre Jair Bolsonaro, financiada por valores milionários de origem controvertida, articulada por familiares e aliados políticos, estruturada por empresas e fundos estrangeiros e lançada às vésperas do pleito, pode funcionar como campanha paralela em favor de um grupo político“, completaram na petição.


O pedido ainda será analisado pelo TSE.


O filme Dark Horse conta a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. O trailer foi divulgado nesta terça-feira (19/5), em meio à polêmica sobre o financiamento da produção, que contou com R$ 61 milhões do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.


Veja o trailer:


Nesta terça-feira, a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, revelou que o senador e pré-candidato a presidente da República, Flávio Bolsonaro (PL), esteve com Vorcaro após o banqueiro deixar a prisão.


“Fui sim até o encontro dele. Ele estava restrito e não podia sair do estado de São Paulo, então fui até ele. (…) Eu fui sim ao encontro dele para botar um ponto final nessa história. Dizer que, se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de outro investido há muito mais tempo e o filme não correria risco”, afirmou o senador. (Metrópoles)



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