As apurações tiveram início após a prisão em flagrante de seis suspeitos, em 30 de julho de 2025, acusados de sequestro e cárcere privado de duas vítimas na chamada linha vermelha.
A partir desse caso, os investigadores identificaram uma estrutura organizada, com funções divididas, comunicação restrita entre os membros e atuação em crimes como tráfico de drogas, sequestro e lavagem de dinheiro.
De acordo com a Polícia Civil, o grupo também utilizava estabelecimentos comerciais para ocultar recursos de origem ilícita. Posteriormente, os valores eram transferidos por PIX para integrantes da cúpula da organização, inclusive para outros estados, como Rio de Janeiro e Mato Grosso.
Além das prisões, as equipes cumpriram mandados em residências, veículos e até unidades prisionais.
A operação mobilizou cerca de 150 policiais civis e contou com apoio das delegacias regionais de Cacoal, Vilhena, Rolim de Moura, Alvorada do Oeste e Ji-Paraná, além da CORE, Polícia Militar, SESDEC e Ministério Público, por meio do GAECO e do GAEMA.
A ofensiva reforça o combate ao crime organizado no interior do estado e busca desarticular a atuação de facções que ameaçam a ordem pública em Rondônia.
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