Existe uma candidatura de direita com chances reais de vitória fora das bolhas polarizadas? O PT acha que não e é o que também acredita a direita bolsonarista
Tem uma velha sabedoria na política que diz o seguinte: é melhor às vezes marchar separados e bater juntos. Isso vale aqui no Brasil para a direita?
Pois o que se combinou nesta quarta-feira (28) foi isso mesmo, candidaturas separadas no espectro da oposição ao governo Lula e ao PT.
Já tem uma anunciada, a do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e outra sairá da escolha dentro do PSD entre três governadores: Ratinho Jr. do Paraná, Ronaldo Caiado de Goiás e Eduardo Leite do Rio Grande do Sul.
Virão outras mais, de outros partidos, ou seja, é uma direita formalmente fragmentada que vai para a campanha enfrentar Lula.
Isso repete o que um líder de oposição chamou de modelo chileno, país no qual recentemente o candidato do governo de esquerda venceu no primeiro turno uma oposição de direita fragmentada, que se juntou no segundo para derrotá-lo com grande facilidade.
Ocorre que, no Brasil, o cenário tem diferenças importantes: Lula é competitivo, apesar de números preocupantes, tem a máquina de gastança do governo, coisa forte mesmo diante de temas, como segurança pública, nos quais leva desvantagem junto ao eleitorado.
O problema é quem da direita passaria para um segundo turno, já que nem todos são iguais em termos de rejeição. Portanto, teriam chances diferentes no embate direto com o atual presidente.
Em outras palavras, existe uma candidatura de direita com chances reais de vitória fora das bolhas polarizadas?
O curioso é que o PT acha que não, que não existe tal tipo de candidatura. É o que também acha a direita bolsonarista. (CNN)






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