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Quem são os técnicos presos acusados de m*tar pacientes no DF

Os técnicos de enfermagem presos sob acusação de matar ao menos três pacientes dentro da Unidade de Terapia Intensivo (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), são Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva.


O Metrópoles apurou que o trio, detido pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), teria matado João Clemente Pereira, 63 anos, servidor da Caesb; Marcos Moreira, 33 anos, servidor dos Correios; Miranilde Pereira da Silva, professora aposentada, de 75 anos. 

A motivação do crime ainda é investigada.

O caso foi denunciado às autoridades pelo próprio hospital, após observar circunstâncias atípicas relacionadas aos três na UTI. “O hospital instaurou investigação, por iniciativa própria”, afirmou a instituição em nota.

O delegado responsável pelo caso, Wisllei Salomão, explicou como os suspeitos atuavam e detalhou que, em um caso específico, o técnico de enfermagem administrou um produto químico de limpeza no paciente.

“Em um dos casos, ele sugou um desinfetante no quarto de um paciente com a seringa e aplicou ao menos 10 vezes no paciente”, afirmou o delegado.


Inicialmente, os presos tentaram negar os crimes dizendo que apenas aplicavam os medicamentos que eram indicados pelos médicos. No entanto, ao serem confrontados com as provas dos crimes, os investigados não apresentaram arrependimento e demonstraram frieza total, segundo o delegado. Ao confessar o crime, o grupo não explicou a motivação.


A investigação deverá indiciar os suspeitos pelo crime de homicídio doloso qualificado com impossibilidade de defesa da vítima.


Confira a nota enviada pelo Coren-DF:

“O Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) informa que tomou conhecimento dos fatos noticiados pela imprensa envolvendo mortes suspeitas de pacientes em uma unidade hospitalar do Distrito Federal.

Diante da gravidade das informações divulgadas, o Coren-DF esclarece que está acompanhando o caso e instaurou procedimento de apuração para verificar eventuais implicações éticas relacionadas à conduta de profissionais de enfermagem possivelmente envolvidos, adotando as providências cabíveis no âmbito de sua competência legal.

Ressalta-se que o caso também está sob investigação das autoridades competentes e tramita na esfera judicial. Dessa forma, neste momento, não é possível emitir juízo de valor ou qualquer conclusão definitiva, devendo ser respeitados o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa dos envolvidos.

O Coren-DF reforça que, caso as investigações confirmem a ocorrência de conduta ilícita ou infração ética, o profissional será devidamente responsabilizado, nos termos do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.

O Conselho segue comprometido com a segurança do paciente, a ética profissional e a defesa de uma enfermagem qualificada, responsável e comprometida com a vida.”

fonte - Metropóles.



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