Após fiscalização de órgãos de vigilância sanitária, universidade reformou rede de distribuição e laudos técnicos confirmam que água está própria para consumo...
A investigação do MPF teve início em outubro de 2025, após notícias veiculadas por veículos de comunicação locais dando conta da contaminação da água consumida por alunos e servidores. Na época, exames apontaram a presença da bactéria Escherichia coli (E. coli), o que levou à suspensão temporária das atividades acadêmicas e motivou a abertura de procedimento pelo MPF para garantir a segurança sanitária no campus.
Melhorias estruturais – Durante o acompanhamento das medidas corretivas, o MPF verificou que, embora a água fornecida pela Caerd estivesse dentro dos padrões, o problema residia no sistema de armazenamento e distribuição interna da universidade. Diante da atuação dos órgãos de vigilância sanitária, a Unir promoveu reformas e protocolos de manutenção, incluindo:
- instalação de melhorias estruturais nos reservatórios e na rede de distribuição;
- realização de novos procedimentos de limpeza e desinfecção; e
- neutralização de focos de contaminação residual identificados anteriormente.
Segurança garantida – A eficácia das ações foi confirmada por meio de laudos técnicos da Vigilância Sanitária Municipal, órgão responsável por aferir a segurança biológica e química da água. Os exames recentes comprovam que as medidas adotadas pela Unir foram suficientes para neutralizar os riscos e garantir que a água fornecida atenda a todos os requisitos de potabilidade.
Com as melhorias consolidadas e o aval dos órgãos fiscalizadores, o MPF reforça que a atuação foi fundamental para restabelecer um ambiente seguro para o ensino e o trabalho, protegendo a saúde de milhares de pessoas que compõem a comunidade acadêmica da universidade.
FONTE - Assessoria de Comunicação - Ministério Público Federal em Rondônia.






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