Existem diversos benefícios com a prática, além do custo-benefício e encaixar os estudos nos horários disponíveis
Saber falar inglês é um dos pré-requisitos em diversas seleções de emprego. Porém, o aprendizado esbarra em fatores socioeconômicos relevantes para sociedade, como a falta de dinheiro e de tempo para se dedicar aos estudos. Mas existem meios para garantir que os jovens conquistem a fluência que desejam, pagando pouco e ajustando os horários de estudos.
O operador de telemarketing Hebert Sena, de 23 anos, aprendeu por meio de música, séries e filmes o pouco que sabe ler e entender em uma conversa em inglês. A sua estratégia em 2022 foi focar em uma área que garanta retorno profissional de modo mais rápido. Como ganha pouco, optou por uma bolsa de estudo do Educa Mais Brasil para o curso técnico em enfermagem.
Para ele, a qualificação é o pontapé
para firmar carreira na área de saúde. Conquistada essa etapa e melhorando a
sua renda, Hebert quer ampliar seus conhecimentos em inglês através de um
curso. “Acredito que, atualmente, o inglês nem é mais um diferencial em uma
entrevista de emprego como era antes. Hoje já é um pré-requisito básico até
mesmo para enviar o currículo. Gostaria muito de ter esse destaque e dominar
uma nova língua”, explica.
Hebert olha com desconfiança as
promessas milagrosas anunciadas na internet de fluência em poucos meses,
técnicas para quem quer aprender sozinho e, até mesmo, cursos muito baratos. O
jovem acredita que uma formação desse tipo exige investimento e necessita de
acompanhamento profissional especializado. “Confesso que sou um pouco
desconfiado de cursos muito, muito baratos ou de instituições de que nunca ouvi
falar. Isso é mais porque tenho a ideia de que o curso em uma escola de línguas
tradicional não é realmente barato”, diz.
Com experiência em ensino de inglês
on-line, o professor Alessandro Vasconcelos entende o receio de Hebert e,
também, acredita que é preciso cautela frente às promessas de ensino rápido
demais. Para ele, o aprendizado é algo constante e cair nessa ideia de adquirir
fluência em pouquíssimo tempo pode trazer prejuízos e frustrações para o aluno.
“Dizer que partimos do zero para um resultado avançado em três meses é cruzar a
linha de partida certo de que não vai chegar ao final no tempo que estabeleceu,
e isso vai gerar frustração. Essa expectativa não correspondida é uma das
principais causas pela qual o aluno tem travas e desenvolve crenças que limitam
seu aprendizado”, destaca o professor on-line do CNA Go.
Vasconcelos acredita que inúmeras
promessas de aprendizado rápido, sem metodologia comprovada ou qualidade nos
materiais didáticos, no fim, são frutos de projetos que tenham pouco
compromisso com o aluno. Ele menciona uma frase do sociólogo polonês Zygmunt
Bauman de que ‘tudo é mais fácil na vida virtual, mas perdemos a arte das
relações sociais e da amizade’. “Atrevo-me a dizer que essa promessa falsa de
facilidade e rapidez seria algo que Bauman chamaria de “inglês líquido”, no
qual existe pouco compromisso com o aprendizado. De maneira geral, é oferecido
o “rapidinho” em detrimento do sólido, eficiente e duradouro”, explica o
professor.
Como começar a aprender outra língua pagando pouco?
A 57ª Pesquisa Salarial da Catho,
empresa que funciona como um classificado virtual de empregos, apontou que a
remuneração de um funcionário fluente em inglês, em cargo de gerência, é até
70% maior em relação a um profissional do mesmo nível hierárquico, mas sem a
fluência no idioma.
Chegar nessa posição demanda esforços
e investimentos, como observa o professor Alessandro. Para ele, a primeira e
mais valiosa dica para começar a aprender o inglês ou qualquer outra língua é
quebrar justamente crenças limitantes que existem no senso comum. “É bastante
recorrente a quantidade de alunos que inicia um curso de inglês (seja
presencial, híbrido ou on-line), com a ideia de que falar vai ser difícil, de
que a pronúncia da língua inglesa é complicada, de que em inglês se escreve
tudo ao contrário. Sem desconstruir essas máximas, não existe uma real
liberdade para permitir que o processo de aprendizagem aconteça”, considera o
professor.
O segundo passo, claro, é entender
que o aprendizado é um processo. Exige tempo e investimento - não só financeiro,
mas, também, pessoal. Uma dica para quem quer começar: procure opções que sejam
coerentes com sua renda. “Entender que inglês é investimento, e não um gasto, é
igualmente importante uma vez que, ao primeiro sinal de crise, é preciso
fazermos cortes. Um ponto importante é fazer investimentos em nossa carreira
que sejam condizentes com nosso ganho. Aqui entra a escolha do tipo de curso a
fazer. É essencial que o valor do investimento caiba no orçamento sem
comprometê-lo em áreas essenciais”, aconselha o professor Alessandro.
Inglês acessível e confiável
Conhecer não só a metodologia dos
cursos, como também a instituição que oferece a formação é o terceiro passo
apontado pelo especialista para quem quer aprender inglês sem cair em falsas
promessas. Na internet, as opções são inúmeras e com um simples clique é
possível saber um pouco mais sobre a qualidade dos cursos. Existem opções
totalmente on-line, como o CNA Go, que faz parte do CNA, uma das maiores redes
de escolas de idiomas do Brasil.
No CNA Go, os planos possuem valores
acessíveis com mensalidades entre R$65 e R$200. Para tornar o valor ainda mais
acessível, a empresa possui parceria com o Educa Mais Brasil, programa de
incentivo estudantil. Juntos, ambos disponibilizam até 35% de desconto em
bolsas de estudo de inglês, possibilitando uma economia final, durante todo o
curso, de mais de R$ 700.
Apesar de ser 100% virtual, o aluno
não sente que está aprendendo sozinho, um dos receios do estudante Hebert. No
CNA Go, há aulas de conversação ao vivo. As de superclasses abordam temas
atuais em tempo real e com a condução de um professor. “Tivemos recentemente
uma aula de Natal que foi o maior sucesso! O bacana dessas aulas (gravadas e ao
vivo) é que o aluno pode assistir a conteúdos novos sobre temas diferentes ou
optar por rever para entender melhor, quantas vezes quiser, sem limitação de
vezes”, ressalta o professor Alessandro, um dos docentes responsáveis pelas
aulas do CNA Go.
Entre os pontos positivos da
metodologia do curso está trabalhar as dificuldades dos estudantes para além do
“você errou, tente novamente”. “Os exercícios têm como objetivo formar esse
aluno, oferecendo uma explicação sobre o conteúdo que vai auxiliá-lo a atingir
o resultado correto na atividade”, explica Alessandro.
O professor ressalta, ainda, que com
intuito de garantir a aprendizagem mais ampla, o aluno é amparado por
exercícios dentro do próprio aplicativo que treinam as quatro habilidades -
ouvir, ler, escrever e falar -, além de videoaulas, possibilidade de esclarecer
dúvidas pelo aplicativo que serão respondidas pelo professor on-line e
materiais de apoio em PDF para download.
Fonte: Agência Educa Mais Brasil.






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