Acompanhado por um oficial do Exército no estúdio, o jornalista participava de uma aula prática sobre como montar, carregar e manusear o armamento
Irã – Uma cena incomum chamou a atenção dos telespectadores da Ofogh TV, canal de notícias 24 horas do governo iraniano. Durante a transmissão ao vivo de um telejornal no último sábado (16), um apresentador efetuou um disparo de fuzil de dentro do estúdio de gravação. O tiro, que atingiu o teto e não deixou feridos, fazia parte de uma demonstração coreografada.
Acompanhado por um oficial do Exército no estúdio, o jornalista participava de uma aula prática sobre como montar, carregar e manusear o armamento.
De acordo com análises internacionais, a transmissão faz parte de uma campanha do regime de Teerã para incentivar o treinamento militar da população civil. A iniciativa visa preparar os cidadãos comuns para o manuseio de armas diante de uma possível escalada de tensões e conflitos na região.
Veja o momento
Os presidentes dos EUA e de Taiwan não se falam diretamente desde que Washington transferiu o reconhecimento diplomático de Taipé para Pequim, em 1979
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que falará com o presidente de Taiwan, Lai Ching-te, uma atitude sem precedentes para um líder dos EUA que poderia abalar as relações dos EUA com a China.
Os presidentes dos EUA e de Taiwan não se falam diretamente desde que Washington transferiu o reconhecimento diplomático de Taipé para Pequim, em 1979.
Pequim nunca renunciou ao uso da força para assumir o controle da ilha governada democraticamente. Ela tem se irritado com o apoio militar de longa data dos EUA a Taiwan para impedir a ação militar chinesa.
‘Falarei com ele’, disse Trump aos repórteres na Base Conjunta Andrews, em Maryland, antes de embarcar no Air Force One, quando perguntado sobre Lai. ‘Falo com todo mundo… Vamos trabalhar nisso, no problema de Taiwan.’
É a segunda vez em uma semana que Trump diz que pretende falar com Lai, dissipando a especulação inicial de que sua primeira menção ao assunto após o encontro com o líder chinês, Xi Jinping, na semana passada foi um deslize verbal.
Uma ligação entre os líderes ainda não havia sido agendada, de acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto.
A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre quando essa ligação poderia ocorrer ou o que seria discutido. A embaixada da China em Washington também não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Relacionamento ‘incrível’ com Xi
Autoridades do governo Trump observaram que Trump aprovou a venda de mais armas para Taiwan do que qualquer outro presidente dos EUA.
Mas ele também tem repetidamente elogiado seu relacionamento com Xi como ‘incrível’.
Após a viagem da semana passada a Pequim, Trump disse que ainda não decidiu se vai prosseguir com uma grande venda de armas no valor de até US$14 bilhões para Taiwan, aumentando a incerteza sobre o apoio dos EUA à ilha.
Qualquer conversa direta entre os EUA e Taiwan normalmente irritaria a China, que vê a ilha como seu próprio território.
No entanto, a linguagem de Trump tem enviado sinais contraditórios a Taipé. Embora Lai tenha recebido com satisfação a chance de falar com Trump, a referência do presidente dos EUA ao ‘problema de Taiwan’ ecoa a fraseologia de Pequim.
Lai, que é visto por Pequim como separatista, disse nesta quarta-feira que, se tivesse a oportunidade de falar com Trump, ele diria que seu governo está comprometido com a manutenção do status quo no Estreito de Taiwan e que era a China que estava prejudicando a paz com seu maciço aumento militar no Indo-Pacífico.
‘Nenhum país tem o direito de anexar Taiwan. O povo de Taiwan busca um modo de vida democrático e livre, e a democracia e a liberdade não devem ser consideradas como provocação’, disse Lai.
De acordo com a legislação norte-americana, os EUA são obrigados a fornecer a Taiwan os meios para se defender, e tanto os parlamentares republicanos quanto os democratas pediram ao governo Trump que continuasse com a venda de armas.
Ressaltando a importância estratégica de Taiwan para os EUA, a ilha de 23 milhões de habitantes é o quarto maior parceiro comercial dos EUA, atrás da China, que tem 1,4 bilhão de habitantes. Grande parte desse comércio se baseia em exportações para os EUA de semicondutores avançados, que alimentam a economia global.
Discreto e reservado, novo namorado de Paula Fernandes é piloto de avião e já posou com celebridades nacionais
Paula Fernandes está embarcando em um novo relacionamento. A veículos da imprensa, a assessoria da cantora sertaneja confirmou nesta quarta-feira (20) que ela está “conhecendo melhor” um piloto de avião.
“Sempre acreditei no amor e isso faz parte de quem eu sou e do que eu canto. Estamos nos conhecendo melhor, de forma leve e natural. Ainda é tudo muito recente. Como qualquer pessoa, estou vivendo esse momento e buscando ser feliz“, afirmou à Quem.
Saiba quem é o novo romance de Paula Fernandes
Profissional de elite da aviação executiva, o novo namorado de Paula Fernandes é o piloto Daniel Ferreira. Discreto, o perfil dele é fechado, com cerca de 77 mil seguidores, entre eles famosos como Gusttavo Lima, Ana Paula Siebert, Daniela Albuquerque e Carol Castelo Branco
Segundo a revista, entre os registros compartilhados por Daniel estão fotos ao lado do Embaixador em pistas de decolagem. Confira as fotos:
Este é o primeiro relacionamento que Paula Fernandes assume desde o término com Rony Cecconello, em 2023. A cantora e o empresário gaúcho ficaram juntos por cerca de quatro anos. (Metrópoles)
A denúncia foi registrada por funcionárias da empresa, nesta terça-feira (20/5)
Ao menos três funcionárias de um consórcio denunciaram, nesta quarta-feira (20/5), um técnico de piscicultura que teria feito um buraco na parede de um banheiro feminino para observar e filmar colegas de trabalho em momento de privacidade. O caso ocorreu dentro do escritório da instituição, em Nova Lacerda, no interior de Mato Grosso.
No boletim de ocorrência ao qual a coluna teve acesso, a ocorrência foi registrada como importunação sexual, assédio sexual e crime relacionado à exposição ou ao registro não autorizado de intimidade sexual.
Uma das vítimas relatou que o suspeito costumava permanecer próximo ao banheiro feminino e chegou a ser visto agachado ao lado da parede onde o buraco teria sido feito. Imagens obtidas pela coluna mostram a ação do técnico nas proximidades do local.
Além das denúncias, as vítimas relataram episódios de assédio verbal dentro do ambiente de trabalho. Conforme o documento, servidor fazia comentários considerados constrangedores, incluindo convites para que as funcionárias dormissem em sua casa, além de observações sobre sua aparência física.
O suspeito também teria feito piadas relacionadas à frequência com que as funcionárias utilizavam o banheiro.
Uma das funcionárias afirmou estar psicologicamente abalada diante da situação e relatou possuir histórico de violência doméstica. (Metrópoles)
Texto é defendido pela bancada ruralista e contraria deputados alinhados à pauta ambientalista, que reclama de prejuízo nas fiscalizações
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (20/5), o Projeto de Lei 2.564/2025, que altera a Lei de Crimes Ambientais para estabelecer regras para a aplicação de medidas administrativas cautelares em processos de fiscalização ambiental. O PL é demanda da bancada ruralista e contraria a ambiental.
A proposta busca diferenciar medidas preventivas de sanções punitivas e reforçar as garantias de ampla defesa e contraditório aos autuados.
Deputados da bancada ambientalista alegam que a proposta enfraquece a legislação ambiental e dificulta ações contra como desmatamento, garimpo ilegal e invasões de áreas protegidas.
O projeto, de autoria dos deputados federais Lucio Mosquini (MDB-RO) e Zé Adriano (PP-AC), e de relatoria da deputada federal Marussa Boldrin (MDB-GO), segue agora para análise do Senado Federal.
Pelo texto aprovado, fiscais ambientais poderão adotar medidas cautelares apenas para evitar o agravamento de danos ambientais, interromper sua ocorrência ou assegurar a recuperação da área afetada. A nova legislação determina que essas medidas não poderão ser utilizadas como forma de antecipar punições administrativas, sob pena de nulidade do processo.
A proposta também disciplina o uso de informações obtidas por monitoramento remoto.
Embargos e outras medidas cautelares poderão ser fundamentados em indícios de infração ambiental identificados por imagens de satélite ou outros sistemas de detecção remota, desde que o responsável seja previamente notificado para apresentar esclarecimentos e documentos em prazo considerado razoável pela administração pública.
Segundo a relatora da matéria, a proposta contribui para dar maior equilíbrio e racionalidade à fiscalização ambiental ao separar de forma clara as medidas de caráter cautelar das sanções administrativas. O parecer aprovado também sustenta que a iniciativa fortalece a segurança jurídica dos processos e aumenta a credibilidade dos órgãos de fiscalização perante a sociedade. (Metrópoles)
Evento reuniu centenas de participantes com atuação integrada das secretarias municipais para incentivo à ocupação saudável dos espaços públicos em Porto Velho
Com concentração em frente ao Prédio do Relógio, sede administrativa da prefeitura, o evento contou com a atuação conjunta de diversas secretarias municipais, garantindo organização, segurança e suporte aos atletas e ao público presente durante todo o percurso.
O prefeito Léo Moraes destacou a importância de iniciativas que promovam qualidade de vida e ocupação positiva dos espaços públicos.
“Eventos como o FunPace mostram que Porto Velho está preparada para incentivar práticas saudáveis e fortalecer o convívio social. Nosso compromisso é apoiar ações que aproximem as pessoas da cidade, do esporte e da cultura, sempre com segurança e organização”.
A coordenação geral do movimento ficou sob responsabilidade da FunPace, que organizou toda a dinâmica da corrida e das atividades urbanas realizadas durante a noite. O fundador do evento, Lucas Rômulo, agradeceu o apoio da administração municipal.

“Esse apoio da Prefeitura foi essencial para que conseguíssemos entregar um evento seguro, estruturado e acessível para todos. O FunPace pioneiro no país, nasce justamente dessa proposta de conectar esporte, cidade e pessoas”.
A Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran) coordenou as interdições temporárias e o ordenamento viário nas principais vias do percurso. Segundo a pasta, a atuação integrada garantiu fluidez no trânsito e segurança aos participantes.
“O planejamento viário foi fundamental para minimizar impactos e garantir tranquilidade durante toda a programação. Trabalhamos de forma preventiva e estratégica”, destacou a equipe da Semtran.
A Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel) contribuiu com a estrutura de sonorização e apoio logístico do evento, enquanto a Fundação Cultural de Porto Velho (Funcultural) promoveu apresentações e ações de entretenimento para o público presente.
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“Nosso objetivo foi transformar o espaço público em um ambiente de integração e lazer para toda a família”, destacou Vanderlei Pereira da Silva, presidente da Funcultural,.
A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) disponibilizou equipes de apoio médico, orientações preventivas e atendimento de primeiros socorros ao longo da programação.
“A presença das equipes de saúde em eventos esportivos é essencial para garantir atendimento rápido e conscientização da população sobre cuidados preventivos”, informou a Semusa.
A segurança, também foi reforçada com apoio da Atividade Delegada, que posicionou agentes em pontos estratégicos da região central para assegurar tranquilidade aos participantes e ao público.
O evento encerrou a programação com ampla participação popular, reforçando o incentivo às práticas esportivas e à ocupação saudável dos espaços urbanos em Porto Velho.
Texto: Secom
Foto: Arquivo Secom
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Levantamento da NordVPN e NordStellar analisou mais de 70 mil anúncios em marketplaces clandestinos entre 2025 e 2026
Um cartão de pagamento brasileiro roubado pode ser vendido por cerca de US$ 13, enquanto um pacote completo de identidade custa US$ 40 na dark web, segundo dados analisados pela empresa de cibersegurança NordVPN, que avaliou mais de 70 mil anúncios em marketplaces clandestinos entre janeiro de 2025 e fevereiro de 2026.
O estudo examinou cerca de 75 mil anúncios em marketplaces da dark web e apontou que os dados pessoais de cidadãos brasileiros estão entre os principais alvos da economia clandestina digital.
A companhia criou uma calculadora interativa para demonstrar a facilidade com que os dados podem ser roubados. O projeto permite que os usuários vejam quanto valem contas e documentos comercializados na dark web.
Segundo a pesquisa, mais de 70% dos anúncios de cartões de pagamento roubados são de cidadãos norte-americanos.
Em relação aos brasileiros, os valores identificados foram: um cartão de pagamento roubado vendido por cerca de US$ 13; um pacote completo de identidade, contendo CPF, endereço e data de nascimento, custando US$ 40; e uma conta da Netflix comercializada por menos de US$ 5.
O cartão de pagamento brasileiro roubado está entre os mais baratos disponíveis. Já contas brasileiras roubadas do Office 365, por exemplo, são comercializadas por um preço médio de US$ 26,50.
Contas de exchanges de criptomoedas estão entre os itens mais caros da dark web. Entre as recomendações feitas pelas empresas estão: usar senhas únicas para cada conta, limitar o compartilhamento de dados pessoais, revisar extratos bancários e ativar notificações de movimentações financeiras.
As informações foram coletadas em plataformas indexadas, como BidenCash, Russian Market, Exodus Market e Styx Market, além de quatro marketplaces emergentes não indexados e do xLeet, especializado em credenciais corporativas. (CNN)
Os dados são do Índice de Progresso Social (IPS)...
| foto - edição R1 Rondônia |
No quesito evolução da qualidade de vida da população, Porto Velho apareceu como a 8ª capital brasileira que mais avançou no último levantamento, um resultado considerado impensável até poucos anos atrás.
Em números reais, a capital rondoniense saiu de um IPS de 57,25 na avaliação anterior para 58,59 neste ano. O crescimento de 1,34 ponto colocou Porto Velho entre as dez capitais que mais evoluíram no país em qualidade de vida.
Mesmo parecendo tímido, o avanço é significativo, principalmente quando comparado a outras capitais brasileiras. São Paulo, por exemplo, liderou o ranking nacional de crescimento com aumento de 1,76 ponto. Na Região Norte, apenas Belém (PA) ficou à frente de Porto Velho nesse indicador, ocupando a terceira colocação nacional, com crescimento de 1,57.
Carregando historicamente problemas relacionados à falta de saneamento básico e infraestrutura urbana, Porto Velho ainda enfrenta desafios estruturais que impactam diretamente nos índices sociais da cidade.
A atual gestão do prefeito Léo Moraes já declarou que uma das prioridades da administração é justamente retirar a capital da última colocação no IPS.
“São problemas de muitas décadas, onde não houve planejamento para o crescimento da cidade. Estamos trabalhando justamente para construir uma Porto Velho mais digna. Temos consciência dos desafios, mas nosso trabalho já demonstra avanços significativos”, afirmou o prefeito em declaração recente nas redes sociais.
Mantendo o atual ritmo de crescimento, Porto Velho poderá deixar as últimas posições do IPS nos próximos anos e iniciar um novo ciclo de desenvolvimento social e urbano.
Texto: Redação.
Um homem foi preso pela Polícia Militar após confessar ter deixado um corpo dentro de um imóvel abandonado no bairro Jardim Santana, na zona Leste de Porto Velho. O caso foi registrado nesta terça-feira (19) durante uma operação realizada pelo 5º BPM.
As equipes policiais foram acionadas após denúncias de moradores informando sobre a presença de um cadáver em uma residência aparentemente abandonada. No local, os militares encontraram a vítima caída ao solo, sem sinais vitais e com graves lesões na região da cabeça, indicando possível homicídio.
A vítima era conhecida apenas pelo apelido de “Gustavinho” e ainda não havia sido oficialmente identificada até a divulgação da ocorrência.
Durante os trabalhos no local, a proprietária do terreno relatou aos policiais que um homem conhecido como “Neguinho” havia informado horas antes que teria deixado um corpo dentro do imóvel.
Com base nas informações repassadas, os policiais iniciaram diligências e localizaram o suspeito, que acabou preso em seguida.
A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnica, com atuação de equipes do SAMU, POLITEC, IML e da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (2ª DHPP), que seguirá com as investigações para esclarecer a dinâmica e a motivação do crime.
O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública para obrigar a Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir) e a União a aplicarem a reserva de vagas prevista na Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012) em todas as modalidades de ingresso. A medida foca na ocupação de vagas ociosas, reingresso e transferência facultativa, inclusive para o curso de medicina. A ação tramita na Justiça Federal.
A partir de denúncias, o MPF apurou que vagas originariamente destinadas a cotistas não foram preenchidas e acabaram direcionadas para a ampla concorrência, sob a justificativa de falta de tempo hábil da Unir.
O processo seletivo permitia que candidatos de outros estados, matriculados em faculdades particulares, inscrevessem-se pela internet e prejudicassem a lista de classificação. Como a maioria não tinha real interesse em se mudar para Rondônia, as vagas terminavam permanentemente ociosas, excluindo pessoas hipossuficientes, negros, indígenas e pessoas com deficiência da região.
O MPF expediu recomendação para que a Unir aplicasse a reserva de vagas e implementasse mecanismos contra desistências, como a confirmação presencial. No entanto, a universidade não acatou a orientação, alegando, com base na Portaria Normativa nº 18/2012 do Ministério da Educação (MEC), que as vagas ociosas seriam "provimento derivado" e que a extensão automática da política de cotas exigiria previsão legal específica.
Ao ser questionado sobre a adequação das normas e imposição de sanções para inibir o esvaziamento das vagas, o MEC defendeu a vigência da portaria e a autonomia universitária.
Na ação, o MPF esclarece que a recente alteração na Lei de Cotas (Lei nº 14.723/2023) estabelece que o não preenchimento de vagas obriga a destinação prioritária a autodeclarados pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. O órgão ressalta que atos infralegais, como uma portaria ministerial, não podem restringir o alcance de uma lei federal que visa à igualdade material.
Para o MPF, a autonomia universitária não é um princípio absoluto e não isenta a instituição de ensino superior de seguir a lei. O órgão destaca que o investimento público deve resultar na formação de profissionais que atendam às carências da região amazônica, e não na manutenção de vagas ociosas que favorecem o "turismo de vagas".
Pedidos – O MPF requer na ação, em caráter de tutela de urgência, que a Unir implemente a reserva de vagas nos próximos editais e nos processos em curso para preenchimento de vagas ociosas, remanescentes, transferência e reingresso, sob pena de multa diária. Também foi pedido que, ao final do processo, a universidade seja condenada a aplicar a Lei de Cotas em todas as modalidades de ingresso e que a União seja obrigada a adequar a portaria normativa à legislação atual.
Ação Civil Pública nº 1010514-38.2026.4.01.4100
fonte - MPF/RO.
Um passageiro de 24 anos foi preso em flagrante após ser flagrado transportando mais de 15 quilos de maconha em duas malas no terminal rodoviário de Vilhena, na noite desta terça-feira (19). A droga seria levada para Cuiabá (MT).
A prisão aconteceu após um funcionário da empresa de transporte desconfiar do peso excessivo e do formato incomum das bagagens enquanto organizava as malas que seguiriam viagem. Ao abrir parcialmente o zíper de uma delas, ele encontrou vários tabletes de maconha escondidos no interior das malas.
Após a descoberta, o trabalhador comunicou imediatamente a situação e conseguiu impedir que o suspeito deixasse o local antes da chegada da Polícia Militar. O ônibus também foi impedido de sair da rodoviária até a conclusão da ocorrência.
Durante a verificação, os policiais identificaram as malas pertencentes ao passageiro e localizaram diversos invólucros de maconha, totalizando aproximadamente 15,29 quilos do entorpecente.
Segundo a PM, a droga estava embalada em plástico e coberta por uma fina camada de graxa, método utilizado para tentar mascarar o cheiro e dificultar a identificação por cães farejadores.
O suspeito foi encaminhado para a Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), junto com o material apreendido. Em depoimento, ele confessou que embarcou a droga em Presidente Médici e faria a entrega em Cuiabá, mas alegou não conhecer o destinatário do carregamento.
Com informações do Folha do Sul.
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