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Paula Fernandes assume romance com piloto de avião. Saiba quem é

Discreto e reservado, novo namorado de Paula Fernandes é piloto de avião e já posou com celebridades nacionais

Paula Fernandes está embarcando em um novo relacionamento. A veículos da imprensa, a assessoria da cantora sertaneja confirmou nesta quarta-feira (20) que ela está “conhecendo melhor” um piloto de avião.



“Sempre acreditei no amor e isso faz parte de quem eu sou e do que eu canto. Estamos nos conhecendo melhor, de forma leve e natural. Ainda é tudo muito recente. Como qualquer pessoa, estou vivendo esse momento e buscando ser feliz“, afirmou à Quem.


Saiba quem é o novo romance de Paula Fernandes

Profissional de elite da aviação executiva, o novo namorado de Paula Fernandes é o piloto Daniel Ferreira. Discreto, o perfil dele é fechado, com cerca de 77 mil seguidores, entre eles famosos como Gusttavo Lima, Ana Paula Siebert, Daniela Albuquerque e Carol Castelo Branco



Segundo a revista, entre os registros compartilhados por Daniel estão fotos ao lado do Embaixador em pistas de decolagem. Confira as fotos:


Este é o primeiro relacionamento que Paula Fernandes assume desde o término com Rony Cecconello, em 2023. A cantora e o empresário gaúcho ficaram juntos por cerca de quatro anos. (Metrópoles)


Servidor faz buraco em parede para gravar mulheres em banheiro; veja

A denúncia foi registrada por funcionárias da empresa, nesta terça-feira (20/5)

Ao menos três funcionárias de um consórcio denunciaram, nesta quarta-feira (20/5), um técnico de piscicultura que teria feito um buraco na parede de um banheiro feminino para observar e filmar colegas de trabalho em momento de privacidade. O caso ocorreu dentro do escritório da instituição, em Nova Lacerda, no interior de Mato Grosso.



No boletim de ocorrência ao qual a coluna teve acesso, a ocorrência foi registrada como importunação sexual, assédio sexual e crime relacionado à exposição ou ao registro não autorizado de intimidade sexual.


Uma das vítimas relatou que o suspeito costumava permanecer próximo ao banheiro feminino e chegou a ser visto agachado ao lado da parede onde o buraco teria sido feito. Imagens obtidas pela coluna mostram a ação do técnico nas proximidades do local.

Além das denúncias, as vítimas relataram episódios de assédio verbal dentro do ambiente de trabalho. Conforme o documento, servidor fazia comentários considerados constrangedores, incluindo convites para que as funcionárias dormissem em sua casa, além de observações sobre sua aparência física.


O suspeito também teria feito piadas relacionadas à frequência com que as funcionárias utilizavam o banheiro.


Uma das funcionárias afirmou estar psicologicamente abalada diante da situação e relatou possuir histórico de violência doméstica. (Metrópoles)

Câmara aprova PL que barra uso de embargos em fiscalizações ambientais

Texto é defendido pela bancada ruralista e contraria deputados alinhados à pauta ambientalista, que reclama de prejuízo nas fiscalizações

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (20/5), o Projeto de Lei 2.564/2025, que altera a Lei de Crimes Ambientais para estabelecer regras para a aplicação de medidas administrativas cautelares em processos de fiscalização ambiental. O PL é demanda da bancada ruralista e contraria a ambiental.



A proposta busca diferenciar medidas preventivas de sanções punitivas e reforçar as garantias de ampla defesa e contraditório aos autuados.


Deputados da bancada ambientalista alegam que a proposta enfraquece a legislação ambiental e dificulta ações contra como desmatamento, garimpo ilegal e invasões de áreas protegidas.


O projeto, de autoria dos deputados federais Lucio Mosquini (MDB-RO) e Zé Adriano (PP-AC), e de relatoria da deputada federal Marussa Boldrin (MDB-GO), segue agora para análise do Senado Federal.


Pelo texto aprovado, fiscais ambientais poderão adotar medidas cautelares apenas para evitar o agravamento de danos ambientais, interromper sua ocorrência ou assegurar a recuperação da área afetada. A nova legislação determina que essas medidas não poderão ser utilizadas como forma de antecipar punições administrativas, sob pena de nulidade do processo.


A proposta também disciplina o uso de informações obtidas por monitoramento remoto.


Embargos e outras medidas cautelares poderão ser fundamentados em indícios de infração ambiental identificados por imagens de satélite ou outros sistemas de detecção remota, desde que o responsável seja previamente notificado para apresentar esclarecimentos e documentos em prazo considerado razoável pela administração pública.


Segundo a relatora da matéria, a proposta contribui para dar maior equilíbrio e racionalidade à fiscalização ambiental ao separar de forma clara as medidas de caráter cautelar das sanções administrativas. O parecer aprovado também sustenta que a iniciativa fortalece a segurança jurídica dos processos e aumenta a credibilidade dos órgãos de fiscalização perante a sociedade. (Metrópoles)

Prefeitura apoia transformação do centro de Porto Velho em grande circuito de esporte, cultura e saúde

Evento reuniu centenas de participantes com atuação integrada das secretarias municipais para incentivo à ocupação saudável dos espaços públicos em Porto Velho

A Prefeitura de Porto Velho apoiou, na noite desta terça-feira (19), o movimento urbano FunPace, evento esportivo que reuniu centenas de participantes no centro da capital em uma ação voltada à promoção da saúde, incentivo ao esporte, mobilidade urbana, cultura e segurança pública.

Com concentração em frente ao Prédio do Relógio, sede administrativa da prefeitura, o evento contou com a atuação conjunta de diversas secretarias municipais, garantindo organização, segurança e suporte aos atletas e ao público presente durante todo o percurso.

O prefeito Léo Moraes destacou a importância de iniciativas que promovam qualidade de vida e ocupação positiva dos espaços públicos.

“Eventos como o FunPace mostram que Porto Velho está preparada para incentivar práticas saudáveis e fortalecer o convívio social. Nosso compromisso é apoiar ações que aproximem as pessoas da cidade, do esporte e da cultura, sempre com segurança e organização”.

A coordenação geral do movimento ficou sob responsabilidade da FunPace, que organizou toda a dinâmica da corrida e das atividades urbanas realizadas durante a noite. O fundador do evento, Lucas Rômulo, agradeceu o apoio da administração municipal.

Evento esportivo que reuniu centenas de participantes no centro da capital

“Esse apoio da Prefeitura foi essencial para que conseguíssemos entregar um evento seguro, estruturado e acessível para todos. O FunPace pioneiro no país, nasce justamente dessa proposta de conectar esporte, cidade e pessoas”.

A Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran) coordenou as interdições temporárias e o ordenamento viário nas principais vias do percurso. Segundo a pasta, a atuação integrada garantiu fluidez no trânsito e segurança aos participantes.

“O planejamento viário foi fundamental para minimizar impactos e garantir tranquilidade durante toda a programação. Trabalhamos de forma preventiva e estratégica”, destacou a equipe da Semtran.

A Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel) contribuiu com a estrutura de sonorização e apoio logístico do evento, enquanto a Fundação Cultural de Porto Velho (Funcultural) promoveu apresentações e ações de entretenimento para o público presente.

Evento encerrou a programação com ampla participação popular

“Nosso objetivo foi transformar o espaço público em um ambiente de integração e lazer para toda a família”, destacou Vanderlei Pereira da Silva, presidente da Funcultural,.

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) disponibilizou equipes de apoio médico, orientações preventivas e atendimento de primeiros socorros ao longo da programação.

“A presença das equipes de saúde em eventos esportivos é essencial para garantir atendimento rápido e conscientização da população sobre cuidados preventivos”, informou a Semusa.

A segurança, também foi reforçada com apoio da Atividade Delegada, que posicionou agentes em pontos estratégicos da região central para assegurar tranquilidade aos participantes e ao público.

O evento encerrou a programação com ampla participação popular, reforçando o incentivo às práticas esportivas e à ocupação saudável dos espaços urbanos em Porto Velho.

Texto: Secom
Foto: Arquivo Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Criminosos vendem identidade de brasileiros por US$ 40

Levantamento da NordVPN e NordStellar analisou mais de 70 mil anúncios em marketplaces clandestinos entre 2025 e 2026

Um cartão de pagamento brasileiro roubado pode ser vendido por cerca de US$ 13, enquanto um pacote completo de identidade custa US$ 40 na dark web, segundo dados analisados pela empresa de cibersegurança NordVPN, que avaliou mais de 70 mil anúncios em marketplaces clandestinos entre janeiro de 2025 e fevereiro de 2026. 



O estudo examinou cerca de 75 mil anúncios em marketplaces da dark web e apontou que os dados pessoais de cidadãos brasileiros estão entre os principais alvos da economia clandestina digital. 


A companhia criou uma calculadora interativa para demonstrar a facilidade com que os dados podem ser roubados. O projeto permite que os usuários vejam quanto valem contas e documentos comercializados na dark web. 


Segundo a pesquisa, mais de 70% dos anúncios de cartões de pagamento roubados são de cidadãos norte-americanos. 


Em relação aos brasileiros, os valores identificados foram: um cartão de pagamento roubado vendido por cerca de US$ 13; um pacote completo de identidade, contendo CPF, endereço e data de nascimento, custando US$ 40; e uma conta da Netflix comercializada por menos de US$ 5. 


O cartão de pagamento brasileiro roubado está entre os mais baratos disponíveis. Já contas brasileiras roubadas do Office 365, por exemplo, são comercializadas por um preço médio de US$ 26,50. 


Contas de exchanges de criptomoedas estão entre os itens mais caros da dark web. Entre as recomendações feitas pelas empresas estão: usar senhas únicas para cada conta, limitar o compartilhamento de dados pessoais, revisar extratos bancários e ativar notificações de movimentações financeiras. 


As informações foram coletadas em plataformas indexadas, como BidenCash, Russian Market, Exodus Market e Styx Market, além de quatro marketplaces emergentes não indexados e do xLeet, especializado em credenciais corporativas.  (CNN)

PROGRESSO - Porto Velho é a 8ª capital do Brasil que mais avançou em qualidade de vida

Os dados são do Índice de Progresso Social (IPS)...

foto - edição R1 Rondônia

Amplamente divulgado pela imprensa local nesta terça-feira (20), o estudo do Índice de Progresso Social (IPS), que mais uma vez colocou Porto Velho na última posição entre as capitais brasileiras em qualidade de vida, apresentou um dado que acabou passando despercebido, mas que pode indicar um importante passo para a mudança desse cenário.

No quesito evolução da qualidade de vida da população, Porto Velho apareceu como a 8ª capital brasileira que mais avançou no último levantamento, um resultado considerado impensável até poucos anos atrás.

Em números reais, a capital rondoniense saiu de um IPS de 57,25 na avaliação anterior para 58,59 neste ano. O crescimento de 1,34 ponto colocou Porto Velho entre as dez capitais que mais evoluíram no país em qualidade de vida.

Mesmo parecendo tímido, o avanço é significativo, principalmente quando comparado a outras capitais brasileiras. São Paulo, por exemplo, liderou o ranking nacional de crescimento com aumento de 1,76 ponto. Na Região Norte, apenas Belém (PA) ficou à frente de Porto Velho nesse indicador, ocupando a terceira colocação nacional, com crescimento de 1,57.


Carregando historicamente problemas relacionados à falta de saneamento básico e infraestrutura urbana, Porto Velho ainda enfrenta desafios estruturais que impactam diretamente nos índices sociais da cidade.

A atual gestão do prefeito Léo Moraes já declarou que uma das prioridades da administração é justamente retirar a capital da última colocação no IPS.

“São problemas de muitas décadas, onde não houve planejamento para o crescimento da cidade. Estamos trabalhando justamente para construir uma Porto Velho mais digna. Temos consciência dos desafios, mas nosso trabalho já demonstra avanços significativos”, afirmou o prefeito em declaração recente nas redes sociais.


A grande aposta para acelerar essa transformação são os mais de R$ 200 milhões já garantidos pelo Governo Federal para investimentos em projetos de infraestrutura dentro do perímetro urbano da capital.

Mantendo o atual ritmo de crescimento, Porto Velho poderá deixar as últimas posições do IPS nos próximos anos e iniciar um novo ciclo de desenvolvimento social e urbano.

Texto: Redação.

Homem é preso após denúncia revelar c*rpo em imóvel abandonado na zona Leste de Porto Velho

Um homem foi preso pela Polícia Militar após confessar ter deixado um corpo dentro de um imóvel abandonado no bairro Jardim Santana, na zona Leste de Porto Velho. O caso foi registrado nesta terça-feira (19) durante uma operação realizada pelo 5º BPM.


As equipes policiais foram acionadas após denúncias de moradores informando sobre a presença de um cadáver em uma residência aparentemente abandonada. No local, os militares encontraram a vítima caída ao solo, sem sinais vitais e com graves lesões na região da cabeça, indicando possível homicídio.

A vítima era conhecida apenas pelo apelido de “Gustavinho” e ainda não havia sido oficialmente identificada até a divulgação da ocorrência.

Durante os trabalhos no local, a proprietária do terreno relatou aos policiais que um homem conhecido como “Neguinho” havia informado horas antes que teria deixado um corpo dentro do imóvel.

Com base nas informações repassadas, os policiais iniciaram diligências e localizaram o suspeito, que acabou preso em seguida.

A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnica, com atuação de equipes do SAMU, POLITEC, IML e da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (2ª DHPP), que seguirá com as investigações para esclarecer a dinâmica e a motivação do crime.

MPF vai à Justiça para obrigar Unir a reservar cotas em vagas de medicina e impedir “turismo de vagas” em Rondônia

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública para obrigar a Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir) e a União a aplicarem a reserva de vagas prevista na Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012) em todas as modalidades de ingresso. A medida foca na ocupação de vagas ociosas, reingresso e transferência facultativa, inclusive para o curso de medicina. A ação tramita na Justiça Federal.


A partir de denúncias, o MPF apurou que vagas originariamente destinadas a cotistas não foram preenchidas e acabaram direcionadas para a ampla concorrência, sob a justificativa de falta de tempo hábil da Unir. 

O processo seletivo permitia que candidatos de outros estados, matriculados em faculdades particulares, inscrevessem-se pela internet e prejudicassem a lista de classificação. Como a maioria não tinha real interesse em se mudar para Rondônia, as vagas terminavam permanentemente ociosas, excluindo pessoas hipossuficientes, negros, indígenas e pessoas com deficiência da região.

O MPF expediu recomendação para que a Unir aplicasse a reserva de vagas e implementasse mecanismos contra desistências, como a confirmação presencial. No entanto, a universidade não acatou a orientação, alegando, com base na Portaria Normativa nº 18/2012 do Ministério da Educação (MEC), que as vagas ociosas seriam "provimento derivado" e que a extensão automática da política de cotas exigiria previsão legal específica. 

Ao ser questionado sobre a adequação das normas e imposição de sanções para inibir o esvaziamento das vagas, o MEC defendeu a vigência da portaria e a autonomia universitária.

Na ação, o MPF esclarece que a recente alteração na Lei de Cotas (Lei nº 14.723/2023) estabelece que o não preenchimento de vagas obriga a destinação prioritária a autodeclarados pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. O órgão ressalta que atos infralegais, como uma portaria ministerial, não podem restringir o alcance de uma lei federal que visa à igualdade material.

Para o MPF, a autonomia universitária não é um princípio absoluto e não isenta a instituição de ensino superior de seguir a lei. O órgão destaca que o investimento público deve resultar na formação de profissionais que atendam às carências da região amazônica, e não na manutenção de vagas ociosas que favorecem o "turismo de vagas".

Pedidos – O MPF requer na ação, em caráter de tutela de urgência, que a Unir implemente a reserva de vagas nos próximos editais e nos processos em curso para preenchimento de vagas ociosas, remanescentes, transferência e reingresso, sob pena de multa diária. Também foi pedido que, ao final do processo, a universidade seja condenada a aplicar a Lei de Cotas em todas as modalidades de ingresso e que a União seja obrigada a adequar a portaria normativa à legislação atual.

Ação Civil Pública nº 1010514-38.2026.4.01.4100

Consulta Processual.

fonte - MPF/RO.

Funcionário impede embarque de 15 kg de maconha em ônibus e passageiro acaba preso em Vilhena

Um passageiro de 24 anos foi preso em flagrante após ser flagrado transportando mais de 15 quilos de maconha em duas malas no terminal rodoviário de Vilhena, na noite desta terça-feira (19). A droga seria levada para Cuiabá (MT).

A prisão aconteceu após um funcionário da empresa de transporte desconfiar do peso excessivo e do formato incomum das bagagens enquanto organizava as malas que seguiriam viagem. Ao abrir parcialmente o zíper de uma delas, ele encontrou vários tabletes de maconha escondidos no interior das malas.

Após a descoberta, o trabalhador comunicou imediatamente a situação e conseguiu impedir que o suspeito deixasse o local antes da chegada da Polícia Militar. O ônibus também foi impedido de sair da rodoviária até a conclusão da ocorrência.

Durante a verificação, os policiais identificaram as malas pertencentes ao passageiro e localizaram diversos invólucros de maconha, totalizando aproximadamente 15,29 quilos do entorpecente.

Segundo a PM, a droga estava embalada em plástico e coberta por uma fina camada de graxa, método utilizado para tentar mascarar o cheiro e dificultar a identificação por cães farejadores.

O suspeito foi encaminhado para a Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), junto com o material apreendido. Em depoimento, ele confessou que embarcou a droga em Presidente Médici e faria a entrega em Cuiabá, mas alegou não conhecer o destinatário do carregamento.

Com informações do Folha do Sul.

Idosa reage a invasão e coloca trio de ladrões para fugir aos gritos em Vilhena; veja

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que três criminosos tentam invadir a residência de uma idosa no bairro 5º BEC, em Vilhena, durante a madrugada desta quarta-feira (20). Com os rostos cobertos, os suspeitos chegaram a pular a grade de ferro do imóvel na tentativa de cometer o crime.



Segundo informações, um dos envolvidos é do Acre e possui várias passagens pela polícia em Vilhena. Apesar da ação ousada do grupo, a moradora conseguiu espantar os invasores apenas gritando por socorro, fazendo com que os três fugissem rapidamente do local.


A polícia conseguiu prender apenas um dos suspeitos. Os outros dois envolvidos também já foram identificados, mas seguem foragidos. (Com informaões da Folha do Sul)






AVANÇANDO - Porto Velho apresenta evolução em indicadores de qualidade de vida, mas ainda enfrenta desafios históricos

Investimentos em saneamento e infraestrutura devem impulsionar próximos índices...


Mesmo diante de desafios históricos relacionados à baixa cobertura de saneamento básico, acesso ao tratamento de água e esgoto e outros problemas estruturais acumulados ao longo de décadas,o município de Porto Velho vem apresentando evolução em seu Índice de Progresso Social (IPS).

Em comparação com a última medição apresentada em 2024, a cidade registrou crescimento de mais de 2%. A pontuação do município, que era de 57,10% em 2024, passou para 58,59% em 2026, demonstrando evolução gradual em indicadores ligados à qualidade de vida da população.

Os dados também apontaram melhora em componentes relacionados ao acesso à informação e comunicação, direitos individuais, educação, saúde, meio ambiente e saneamento.

Porém, nem mesmo o trabalho intensificado desenvolvido nos últimos dois anos foi capaz, ainda, de sanar questões que exigem medidas de longo prazo, como é o caso do saneamento básico, problema que começou a ser enfrentado de forma mais efetiva após a garantia de mais de R$ 200 milhões em investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A projeção da prefeitura é que, até a próxima medição do IPS, a capital rondoniense continue avançando de forma constante, mantendo ações de zeladoria urbana e investimentos em grandes obras de infraestrutura.

De acordo com o prefeito Léo Moraes, o compromisso assumido com a população de entregar uma cidade que ofereça dignidade e oportunidades aos cidadãos é o combustível para um trabalho contínuo voltado à melhoria da qualidade de vida.

“Sabíamos que o desafio era árduo desde o primeiro dia de gestão. Porém, a nossa dedicação ao povo porto-velhense nos motivou a dar início a um processo acelerado de trabalho que revisitou negligências históricas e resgatou o sentimento de pertencimento. Seguiremos avançando, dia após dia, sem hesitar, até que a nossa população possa dizer que vive em uma cidade limpa, bonita e organizada”.

Com políticas estruturantes, investimentos em infraestrutura e fortalecimento do planejamento técnico, Porto Velho caminha para um futuro diferente de sua realidade histórica.

Texto: João Paulo Prudêncio

Edição: Secom

Fotos: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom).

Alvo do FBI: brasileira é acusada de desviar R$ 100 milhões em joias de luxo na Flórida; veja

Mundo – O mercado de alto luxo é erguido, fundamentalmente, sobre a base da confiança. Quando diamantes e peças exclusivas circulam entre revendedores e clientes, a palavra de um negociante costuma valer tanto quanto o quilate da mercadoria. Foi aproveitando-se dessa regra de ouro que a paranaense Camila Briotti, portadora de dupla cidadania (brasileira e americana), supostamente orquestrou um dos esquemas de estelionato mais audaciosos dos últimos tempos.



Hoje, Camila é o alvo central de uma força-tarefa que envolve o FBI e a Polícia Federal brasileira. A acusação? Desviar centenas de joias de clientes e fornecedores nos Estados Unidos, deixando um rastro de prejuízos que, segundo as autoridades, já ultrapassa a marca dos R$ 100 milhões.


A Anatomia do Golpe


O modus operandi da brasileira era, acima de tudo, paciente e sofisticado. Trafegando com desenvoltura na ponte aérea entre Brasil e Estados Unidos, Camila construiu uma sólida reputação no competitivo nicho de joias consignadas.


A estratégia para cooptar as vítimas seguia um roteiro metódico:


Aproximação e Credibilidade: Camila iniciava as transações pegando pequenos volumes de joias em consignação.

Fidelização: Os primeiros repasses financeiros eram pagos rigorosamente em dia, consolidando a confiança cega dos joalheiros.

A Escalada: Com o crédito estabelecido, ela aumentava progressivamente o volume e o valor das peças que recebia para revenda.

O Desaparecimento: No ápice da confiança, quando detinha maletas repletas de alta joalheria, Camila simplesmente cessava os pagamentos e não devolvia as mercadorias.

O Epicentro da Fraude


A maior parte do drama vivido pelos joalheiros desenrola-se no ensolarado sul da Flórida. As cidades de Miami, Boca Raton e Palm Beach — conhecidas pelo altíssimo poder aquisitivo e consumo de luxo — são os principais cenários registrados nas investigações.


Os relatos são impressionantes. Em um dos registros mais graves do inquérito, uma única vítima afirma ter sofrido um baque de mais de US$ 1,6 milhão (cerca de R$ 8 milhões), somando peças não devolvidas e o dinheiro de vendas que nunca chegou às suas mãos.


O Destino Inesperado das Joias


Se a sofisticação marcava o início do golpe, o destino das peças roubadas revelou uma face quase desesperada da operação. Durante as investigações, agentes federais rastrearam o paradeiro de algumas das pedras e colares exclusivos, encontrando-os em locais improváveis: balcões de casas de penhor.


Peças de altíssimo valor agregado eram “queimadas” por frações minúsculas de sua avaliação real. O caso mais emblemático descoberto até agora é o de um colar avaliado em US$ 120 mil, que foi deixado como garantia em uma casa de penhor por irrisórios US$ 6 mil.


Múltiplas Frentes de Investigação


A dor de cabeça da empresária, no entanto, não se restringe à jurisdição americana. Paralelamente à caçada do FBI pelas joias perdidas, Camila Briotti enfrenta o escrutínio das autoridades no Brasil. Ela responde a um inquérito totalmente separado, mas com um modus operandi familiar, que envolve o sumiço e a negociação irregular de bolsas de grife de altíssimo luxo.



A Defesa


Apesar do volume de denúncias e do avanço das investigações internacionais, a defesa de Camila Briotti mantém uma postura categórica. Os advogados da paranaense negam veementemente todas as acusações e afirmam que, até o momento, não há provas concretas de irregularidades em suas transações comerciais.


Enquanto a batalha jurídica se desenha, dezenas de joalheiros na Flórida amargam o prejuízo de terem acreditado que, no mercado de luxo, todo o brilho era sinônimo de ouro.(CM7)

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