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Três pescadores são multados em R$ 15 mil por mutilar tubarão em PE; veja

Vídeo que viralizou nas redes sociais mostrou pescadores cortando as barbatanas de um tubarão-cabeça-chata na Praia do Paiva, no litoral sul de Pernambuco

Os três pescadores que capturaram ilegalmente um tubarão-cabeça-chata (Carcharhinus leucas) e mutilaram o animal na Praia do Paiva, no Cabo de Santo Agostinho (PE), foram autuados pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) na última terça-feira (31).



O grupo recebeu multas que somam R$ 15 mil.


O caso ocorreu no dia 29 de março e ganhou repercussão após a circulação de vídeos nas redes sociais. As imagens mostram dois homens cortando as barbatanas do tubarão com facas, enquanto um terceiro sobe no animal para tirar fotos. Veja o vídeo:


Segundo a Associação da Reserva do Paiva, o tubarão foi capturado em rede de pesca em alto-mar, a aproximadamente dois quilômetros da costa. A divulgação do conteúdo motivou a apuração imediata pelos agentes do Ibama.


Após identificar os responsáveis, cada pescador recebeu multa de R$ 5 mil, totalizando R$ 15 mil, com base no Artigo 24 do Decreto 6.514/2008, que trata das infrações administrativas contra o meio ambiente. Os três foram autuados por caçar e matar um animal silvestre ameaçado de extinção. Além das sanções financeiras, eles podem responder criminalmente caso o Ministério Público aceite a denúncia do Ibama.



O tubarão-cabeça-chata é uma espécie costeira de grande porte, comum em ambientes tropicais e subtropicais. No Brasil, está presente do Amapá ao Rio Grande do Sul, incluindo o rio Amazonas. Sua baixa fecundidade, maturação tardia, alta longevidade e abundância naturalmente reduzida tornam a espécie especialmente vulnerável à pesca predatória. (CNN)

Hugo diz que governo não enviará urgência e escala 6x1 tramitará por PEC

Projeto de interesse da base do presidente Lula deve passar por uma comissão temática e mais critérios de votação em plenário



O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta terça-feira (7) que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desistiu de enviar um projeto de lei que encerra a escala 6x1 em regime de urgência, como havia ventilado a ex-ministra Gleisi Hoffman. 

Segundo o presidente da Casa, o Planalto  optou por apoiar a tramitação da proposta por meio de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição). (CNN)


Avião sai da pista durante tentativa de decolagem no interior do Amazonas; veja

Amazonas — Um avião bimotor da empresa Apuí Táxi Aéreo sofreu um incidente na manhã desta terça-feira (7), no aeroporto de Manicoré, município localizado a 332 quilômetros de Manaus.



De acordo com informações preliminares, a aeronave não conseguiu atingir a velocidade necessária para a decolagem e acabou saindo da pista, parando em uma área de vegetação lateral.


Apesar do susto, não há registro de feridos entre os ocupantes. Imagens que circulam mostram a aeronave com danos aparentes na estrutura, já fora da pista.


Equipes de solo do aeroporto foram acionadas imediatamente para prestar assistência e realizar o isolamento da área, evitando riscos e garantindo a segurança no local.


O caso deve ser comunicado ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), órgão responsável por investigar ocorrências desse tipo e identificar possíveis falhas técnicas ou operacionais.


Até o momento, as operações no aeroporto de Manicoré seguem sob avaliação. A empresa Apuí Táxi Aéreo trabalha na remoção da aeronave. (CM7)


Veja vídeo:



Foragido por homicídio é preso pela FICCO durante ação em Porto Velho

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) prendeu, nesta terça-feira (7), um homem considerado foragido da Justiça durante uma operação realizada em Porto Velho. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Porto Velho, em decorrência de investigação relacionada a homicídio.


De acordo com as informações divulgadas, as diligências tiveram início após denúncias sobre uma suposta comercialização ilegal de drogas na capital. Durante o trabalho de investigação e inteligência, as equipes identificaram que um dos alvos possuía mandado de prisão em aberto, sendo realizada a captura.

A operação contou com apoio integrado de forças estaduais, incluindo a Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado (FTICCO), o Comando Regional de Policiamento 1 (CRP-1), o Centro de Inteligência e o Comando Policial Especializado (CPE).

A FICCO em Rondônia reúne agentes da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), atuando de forma conjunta no enfrentamento ao crime organizado no estado.

Irã ameaça Oriente Médio com "escuridão total" se EUA atacarem usinas

Segundo autoridade iraniana, que falou à agência de notícias Reuters, países da região foram avisados pelo Catar sobre possível retaliação de Teerã...


Uma autoridade sênior do Irã disse à agência de notícias Reuters nesta terça-feira (7) que se os Estados Unidos atacarem as usinas de energia do país, "toda a região e a Arábia Saudita mergulharão na escuridão total".

A fonte iraniana, que pediu para não ser identificada, afirmou que o Catar transmitiu na segunda-feira (6) a mensagem de Teerã aos Estados Unidos e aos países da região de que, se Washington atacar as usinas nucleares do Irã, "toda a região e a Arábia Saudita ficarão completamente às escuras com os ataques retaliatórios do Irã".

Ele também alertou que "se a situação sair do controle, os aliados do Irã também fecharão o Estreito de Bab el-Mandeb".

Na mesma fala, a autoridade declarou que Teerã e Washington continuam trocando mensagens por meio do Paquistão, mas o Irã não demonstrará flexibilidade enquanto os Estados Unidos continuarem exigindo sua "rendição sob pressão".

"Não há negociações com os EUA, que querem que o Irã se renda sob pressão", expressou a fonte.


Prazo para acordo

O prazo final estabelecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que o Irã feche um acordo e abra o Estreito de Ormuz — ou será fortemente bombardeado e enfrentará o “inferno” — está se esgotando.

Trump definiu as 20h (horário do leste dos EUA), 21h em Brasília, desta terça-feira (7) (3h30 da manhã de quarta-feira (8), horário de Teerã) como o prazo final para um acordo.

O presidente estabeleceu o prazo em uma publicação na rede Truth Social no domingo (5), após divulgar uma mensagem repleta de palavrões, renovando as ameaças de bombardear infraestruturas iranianas importantes caso Teerã não abra o Estreito de Ormuz – um ponto de estrangulamento crucial no comércio global de energia.

Falando novamente na segunda-feira (6), Trump afirmou que os EUA têm um plano segundo o qual todas as pontes e usinas de energia do Irã poderiam ser destruídas até a meia-noite desta terça-feira. "Quero dizer, demolição completa até meia-noite", disse o líder americano.

Ele já havia ameaçado atingir outras infraestruturas iranianas, incluindo poços de petróleo e usinas de dessalinização de água.


Ameaça de Trump seria um crime de guerra?

Atacar infraestruturas civis críticas pode ser considerado um crime de guerra. Objetos indispensáveis ​​à sobrevivência de uma população – incluindo estações de tratamento de água – são proibidos como alvos militares pelas Convenções de Genebra.

A infraestrutura poderia ser considerada um alvo válido se tivesse dupla utilização pelas forças armadas do Irã. Mas Trump ameaçou não apenas explodir algumas usinas de energia do Irã; ele ameaçou explodir todas elas.

“Há muitos ex-advogados militares e juristas que têm hesitado em afirmar que qualquer bombardeio contra infraestrutura civil constitui um crime de guerra, porque existem casos em que isso é permitido. Mas a retórica do presidente neste fim de semana, para mim e acredito que para muitos outros, mudou nossa opinião sobre isso”, disse Margaret Donovan, ex-advogada do Corpo Jurídico do Exército dos EUA.

“Estamos testemunhando basicamente uma ameaça direta a algo que sabemos que será catastrófico para os civis.”

Diversos países entraram em contato com o governo Trump em caráter privado para alertá-los sobre tais ataques, mas a maioria até agora evitou repreender publicamente o presidente americano.

Entre eles, estão algumas nações do Golfo que agora temem que o Irã possa atacar sua infraestrutura civil em retaliação, segundo fontes regionais.

O governo Trump minimizou essas preocupações, com a Casa Branca afirmando na semana passada que os EUA "sempre" seguiriam o direito internacional.

Questionado sobre o assunto na segunda-feira (6), Trump disse que não estava preocupado e que o verdadeiro crime de guerra era "permitir que o Irã tivesse uma arma nuclear".

Teerã já acusou os Estados Unidos e Israel de atacarem infraestrutura civil, com o bombardeio da importante ponte B1, nos arredores da capital iraniana, na sexta-feira (3), e a usina nuclear de Bushehr, no Irã, sendo atingida por projéteis diversas vezes nas últimas semanas.


Como estão as negociações?

Trump afirmou na segunda-feira que o Irã é um "participante ativo e disposto" nas negociações para um possível fim da guerra e que as conversas com os intermediários estão "indo bem".

A CNN noticiou anteriormente, também na segunda-feira, que Paquistão, Egito e Turquia têm atuado como mediadores entre os EUA e o Irã, mas que as negociações indiretas foram interrompidas na semana passada e que os esforços para um encontro presencial parecem ter chegado ao fim.

Mas os esforços diplomáticos encontraram um grande obstáculo na segunda-feira, depois que nenhum dos lados concordou com uma proposta de última hora para um cessar-fogo de 45 dias e a reabertura do Estreito de Ormuz, elaborada por países que trabalham para pôr fim à guerra.

Trump chamou a proposta de um “passo significativo”, mas disse que “não é suficiente”, acrescentando que ele é a única pessoa que pode determinar se haverá um cessar-fogo.

Enquanto isso, o Irã rejeitou a proposta, afirmando que uma pausa nos combates permitiria que os adversários se preparassem para a continuação do conflito.

Segundo a mídia estatal iraniana, Teerã enviou uma resposta de dez pontos, pedindo o fim permanente da guerra “de acordo com as considerações do Irã”.

FONTE - CNN.

Condutores com bom histórico no trânsito podem ter CNH digital renovada automaticamente; entenda as regras

Para a renovação automática da CNH digital, não pode ter cometido infrações nos últimos 12 meses, entre outros requisitos...

Condutores com bom histórico no trânsito poderão ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) renovada automaticamente em formato digital. No entanto, é preciso cumprir todas as exigências previstas e ter feito a adesão no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO) destaca que a renovação da CNH digital ocorre de forma automática até 30 dias após a data de vencimento dentro do aplicativo CNH do Brasil. As medidas seguem as diretrizes da Medida Provisória nº 1.327/2025.

Desde que foi implementada no começo do ano, mais de 8 mil motoristas tiveram a CNH digital renovada automaticamente em Rondônia. O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que a iniciativa valoriza o comportamento responsável nas vias públicas. “Motoristas que respeitam as regras acabam influenciando positivamente os demais, estimulando comportamentos seguros, e salvando vidas.”

A diretora Técnica de Habilitação do Detran-RO, Aline Lima Pinto, reforça que é fundamental que a população entenda corretamente como funciona o serviço. “A renovação automática da CNH Digital para bons condutores não deve ser confundida com programas sociais, como a CNH Social, nem com o próprio aplicativo CNH do Brasil. O aplicativo é a plataforma onde a renovação automática da CNH Digital aparece para motoristas que cumprem com todos os requisitos”, explicou.

REGRAS

Para ter direito à renovação automática da CNH digital, o condutor precisa atender aos requisitos:

  • Não ter cometido infrações de trânsito nos últimos 12 meses;
  • Estar cadastrado no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC);
  • Possuir CNH Digital ativa dentro do aplicativo CNH do Brasil;
  • Se o condutor tiver entre 50 e 69 anos, poderá utilizar o benefício apenas uma vez;
  • Pessoas até 49 anos podem ter a renovação mais de uma vez.

ADESÃO AO RNPC

Se você se enquadra nos requisitos, veja como proceder:

  • De qualquer celular, acesse o aplicativo CNH do Brasil;
  • Vá na aba “Condutor” e selecione “Cadastro Positivo”;
  • Clique para autorizar sua participação, concordando com os termos;
  • O sistema verificará se você cumpre os requisitos (sem multas nos últimos 12 meses).

O diretor-geral do Detran-RO, Sandro Rocha, destacou que “o selo de “Bom Condutor” é disponibilizado partir do momento em que o condutor autoriza isso dentro do aplicativo, caso ele não tenha infrações de trânsito nos últimos 12 meses.”

QUANDO RENOVAÇÃO AUTOMÁTICA NÃO É PERMITIDA?

A renovação automática não se aplica a todos os casos. O Detran-RO ressalta que alguns condutores precisam, obrigatoriamente, passar por avaliações médicas ou acompanhamento periódico.

Não estão aptos ao benefício:

  • Condutores com 70 anos ou mais;
  • Motoristas cuja CNH tenha prazo de validade reduzido por recomendação médica;
  • Casos que exigem acompanhamento médico periódico ou avaliação presencial.

SOLICITAÇÃO DA VERSÃO FÍSICA DA CNH

O Detran-RO ressalta que a renovação automática da CNH para bons motoristas se dá apenas de forma digital. Para ter o documento impresso, é preciso pagar pela taxa do serviço, e solicitar a segunda via da habilitação no site do Detran-RO.

Passo a passo:

  • Clicar em “Carteira de Habilitação”;
  • Inserir login e senha;
  • Em “Minha habilitação”, localizar “Serviços disponíveis”;
  • Clicar em “Abrir serviço/processo”;
  • Selecionar “Segunda via”;
  • Escolher a Ciretran de atendimento;
  • Confirmar para dar abertura do processo.
FONTE - SECOM RO.

Casa Branca tenta conter especulações sobre uso de armas nucleares no Irã

Governo americano rejeita publicações online sobre falas do vice-presidente JD Vance que indicariam a possibilidade de uma escalada nuclear...


A Casa Branca tentou minimizar as especulações de que o governo poderia usar uma arma nuclear contra o Irã, nesta terça-feira (7), rejeitando uma publicação nas redes sociais que alegava que o vice-presidente JD Vance havia insinuado essa possibilidade.

“Temos ferramentas à nossa disposição que ainda não decidimos usar. O presidente dos Estados Unidos pode decidir usá-las. E ele decidirá usá-las se os iranianos não mudarem sua conduta”, declarou Vance a repórteres na Hungria na manhã desta terça-feira.

Esse comentário — juntamente com o alerta do presidente Donald Trump no Truth Social de que “toda uma civilização morrerá esta noite” — gerou especulações online de que Vance estaria se referindo ao uso de armas nucleares.

A conta Rapid Response X da Casa Branca respondeu a uma publicação de uma conta administrada por agentes democratas que afirmava que Vance “insinua que Trump poderia usar armas nucleares”, escrevendo: “Literalmente nada do que o @VP disse aqui ‘insinua’ isso, seus completos idiotas.”

Mas as conversas online — que também surgiram em alguns setores da direita — ressaltam a ansiedade antes do prazo final de Trump, 20h (horário do leste dos EUA), 21h em Brasília, e 3h30 da manhã de quarta-feira (8), no Irã, para que Teerã feche um acordo ou corra o risco de sofrer grandes ataques à sua infraestrutura crítica.

A CNN entrou em contato com a Casa Branca para obter mais esclarecimentos sobre os comentários de Vance e de Trump.

LEIA MAIS - Novo calendário do concurso da Seduc RO é divulgado com próximas etapas até maio

FONTE - Betsy Klein, da CNN.

Novo calendário do concurso da Seduc RO é divulgado com próximas etapas até maio

O processo seletivo já ultrapassou a marca de 100 mil inscritos...

foto - reprodução

O Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade), banca responsável pelo concurso da Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc), divulgou um novo cronograma com as próximas fases do certame, que oferta 4.392 vagas para os cargos de Professor Classe C e Técnico Educacional. O processo seletivo já ultrapassou a marca de 100 mil inscritos.

Calendário das próximas fases do concurso da Seduc RO:

Dia 10/04

• Respostas aos recursos e resultado final da Prova Objetiva
• Resultado preliminar da Prova de Títulos
• Resultado preliminar da análise da comprovação da capacitação em Língua Brasileira de Sinais – Libras
• Convocação para o procedimento de heteroidentificação

Dias 13/04 e 14/04

• Pedido de revisão contra o resultado preliminar da Prova de Títulos
• Pedido de revisão contra a análise da comprovação da capacitação em Língua Brasileira de Sinais – Libras
• Envio das fotos para a realização do procedimento de heteroidentificação

Dia 24/04

• Resultado preliminar do procedimento de heteroidentificação
• Convocação para procedimento de heteroidentificação complementar

Dias 25/04 e 26/04

• Realização do procedimento de heteroidentificação complementar

Dia 28/04

• Resultado do procedimento de heteroidentificação após análise complementar

Dias 29/04 e 30/04

• Pedido de revisão contra o resultado preliminar do procedimento de heteroidentificação

Dia 05/05

• Respostas aos pedidos de revisão e resultado final da Prova de Títulos
• Respostas aos pedidos de revisão e resultado final da análise da comprovação da capacitação em Língua Brasileira de Sinais – Libras
• Respostas aos pedidos de revisão e resultado final do procedimento de heteroidentificação

Dia 06/05

• Classificação preliminar do Concurso Público

Dias 07/05 e 08/05

• Pedido de revisão contra a classificação preliminar do Concurso Público

Até dia 13/05

• Respostas aos pedidos de revisão e resultado final do Concurso Público.


LEIA MAIS - Sai o resultado preliminar do concurso da Seduc para professores em Rondônia; confira

MPF firma mais um acordo com transportadora para evitar excesso de carga e destinar R$ 97 mil à PRF em Rondônia

Chapada Transportes obedecerá limites de peso e repassará equipamentos à PRF como reparação por danos às rodovias...


A imagem retrata uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em uma rodovia brasileira sob a luz do dia. Em primeiro plano, vemos um policial de costas, vestindo o uniforme azul-marinho com um colete tático ostentando a sigla "PRF" em letras amarelas, estendendo o braço esquerdo para sinalizar a parada de veículos. Ao fundo, um grande caminhão Scania branco se aproxima, seguido por outros caminhões de carga, indicando um ponto de controle de tráfego. O cenário é composto por uma pista asfáltica bem iluminada, vegetação nas laterais e um céu azul com poucas nuvens, transmitindo a ideia de uma operação de rotina para garantir a segurança viária ou fiscalizar o excesso de peso.

O Ministério Público Federal (MPF) firmou um acordo com a empresa Chapada Transportes Ltda para coibir danos às rodovias federais em Rondônia causados pelo excesso de carga. A transportadora se comprometeu a não dar saída a veículos de seus estabelecimentos, ou de terceiros contratados, com peso acima do permitido, além de observar o fiel cumprimento da legislação de trânsito. O acordo também estabelece que a empresa deve informar, no corpo da nota fiscal, o valor exato do peso líquido da carga, a tara do veículo e as respectivas placas.

Como reparação, a empresa deverá repassar mais de R$ 97 mil em equipamentos à Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia. O montante poderá ser parcelado em até cinco vezes. A PRF indicará ao MPF a lista de bens ou serviços necessários, que será encaminhada à empresa para aquisição. Caso haja descumprimento do acordo, a transportadora deverá pagar multa de R$ 2,5 mil para cada vez que trafegar com excesso de carga.

O acordo, formalizado por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), é um instrumento extrajudicial utilizado pelo MPF para regularizar situações de dano a interesses coletivos de forma célere, sem a necessidade de uma ação judicial. Por meio do ajuste, o infrator compromete-se a adequar sua conduta e reparar danos. O TAC possui força de título executivo extrajudicial, o que permite sua execução direta na Justiça em caso de descumprimento das cláusulas pactuadas.

Inquérito Civil nº 1.31.000.001102/2022-34

fonte - MPF/RO.

Dia Mundial de Combate ao Câncer: cera de ouvido indica a presença da doença

A Dra. Kátia Virgínia explica sobre a técnica inovadora que, a partir da análise do cerume, possibilita a identificação precoce de tumores malignos no organismo...
 


O Dia Mundial de Combate ao Câncer, celebrado em 8 de abril, busca aumentar a conscientização sobre a doença que provoca aproximadamente 9,5 milhões de mortes por ano no mundo. O dado é da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), agência especializada da Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com a entidade, no Brasil o câncer é a segunda patologia que mais causa óbitos, superada apenas pelas doenças cardiovasculares.
 

O diagnóstico precoce é fundamental e uma técnica inovadora desenvolvida na Universidade Federal de Goiás (UFG) deverá ajudar a reduzir o número de mortes no futuro e a elevar as chances de cura dos pacientes. Os pesquisadores brasileiros utilizaram o cerume (cera do ouvido) como marcador biológico para diagnosticar, prever o risco e monitorar a doença no organismo. Trata-se de um rastreamento oncológico de baixo preço, alta precisão e não invasivo, capaz de descobrir o câncer de forma antecipada.
 

A Dra. Kátia Virgínia, otorrinolaringologista do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE), explica que “a cera do ouvido é composta por lipídios e proteínas formados pelas glândulas sebáceas e ceruminosas. Ela funciona como depósito de informações do metabolismo, refletindo nosso estado fisiológico. Ao analisar a composição do cerume, os cientistas da UFG contam com o auxílio da Inteligência Artificial para identificar padrões imperceptíveis ao olho humano e, dessa forma, detectar assinaturas químicas associadas a tumores malignos”.
 

“A pesquisa abrange um número variado de tumores, de diversas origens, e auxilia principalmente na detecção precoce de carcinomas, tipo mais comum de câncer que surge quando as células do corpo começam a crescer de forma descontrolada e anormal. Entre os tipos de carcinoma estão os cânceres de mama, próstata, pulmão, cólon e reto, linfomas e leucemia. Ao pesquisar as reações químicas no cerume, o exame também possui potencial para mapear outras condições clínicas como diabetes ou hepatotoxicidade (danos ao fígado)”, complementa a médica.
 

O resultado do estudo da UFG foi publicado na ScientificReports, uma das mais importantes revistas científicas do mundo, com sede no Reino Unido. De acordo com a Dra. Kátia Virgínia, “já sabemos que a cera do ouvido é um arquivo de impressão digital da nossa condição de saúde, que possibilita detectar estágios anteriores ao câncer. Isso deverá facilitar muito o tratamento e a prevenção da doença, impactando positivamente no prognóstico dos pacientes”.
 

Vale lembrar que o cerume é extremamente importante para a proteção, lubrificação e limpeza do canal auditivo. A nova tecnologia, que identifica tumores malignos a partir da substância produzida naturalmente pelo corpo, está em transição da fase de pesquisa acadêmica para a regulação e validação junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ainda não existe uma previsão de lançamento comercial ou de uso clínico de rotina.


fonte - assessoria.

Artemis II: Nasa divulga primeira foto já feita do lado oculto da Lua

A Nasa divulgou na manhã desta terça-feira (7) novas fotos da missão Artemis II, a viagem de quatro astronautas à Lua que já ocorre há seis dias. 


A mais recente imagem mostra o momento chamado de "pôr da Terra", a primeira foto vista do lado oculto da Lua.  

Veja vídeo abaixo:

A missão Artemis II entrou em uma nova fase após concluir o histórico sobrevoo da Lua. A cápsula Orion já iniciou a trajetória de retorno à Terra e deve deixar oficialmente a esfera de influência lunar nesta terça-feira (7), consolidando mais um marco na primeira missão tripulada ao redor do satélite desde 1972.

De acordo com a agência espacial, a saída do domínio gravitacional da Lua está prevista para ocorrer por volta das 14h25, no horário de Brasília, quando a nave estará a cerca de 66 mil quilômetros do satélite. A partir desse ponto, a gravidade da Terra volta a ser predominante, guiando a espaçonave no caminho de volta.

Antes de iniciar o retorno, a tripulação protagonizou uma série de feitos inéditos. A Orion atingiu a maior distância já registrada por humanos em relação à Terra, chegando a 406,7 mil quilômetros, superando o recorde da missão Apollo 13.

No ponto de maior aproximação da Lua, a espaçonave passou a cerca de 6.545 quilômetros da superfície, enquanto viajava a aproximadamente 98 mil km/h em relação à Terra.

Durante o sobrevoo, os astronautas também enfrentaram um período de blackout de comunicação de cerca de 40 minutos ao passarem pelo lado oculto da Lua, evento previsto em missões desse tipo.

Ao longo de cerca de sete horas de observação lunar, a tripulação realizou análises detalhadas da superfície do satélite. Foram registradas imagens de crateras, fluxos de lava e formações geológicas que ajudam a entender a evolução da Lua.

Os astronautas também relataram diferenças de cor e brilho no solo lunar, informações que podem indicar composição mineral e idade das estruturas.

Esses registros devem auxiliar cientistas a compreender melhor tanto o ambiente lunar quanto possíveis riscos para futuras missões.

Com duração total estimada de dez dias, a Artemis II segue agora em trajetória de retorno livre, utilizando a própria gravidade lunar para garantir o caminho de volta sem necessidade de manobras complexas.

A amerissagem está prevista para sexta-feira (10), no Oceano Pacífico, na costa de San Diego, nos Estados Unidos, por volta das 20h07 (horário de Brasília).

Após o pouso no mar, equipes de resgate devem retirar os astronautas com helicópteros e levá-los ao porta-aviões USS John P. Murtha, onde passarão por avaliações médicas iniciais antes de seguirem para Houston.

A Artemis II não prevê pouso na superfície da Lua, mas é considerada uma etapa fundamental para validar sistemas de navegação, suporte à vida e comunicação em missões tripuladas no espaço profundo.

fonte - Vitor Bonets, colaboração para a CNN Brasil, em São Paulo.

"Uma civilização inteira morr&rá esta noite", diz Trump sobre Irã

Declaração ocorre enquanto prazo final para Teerã fechar acordo com Washington se aproxima...


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (7) que "uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada", referindo-se ao Irã, à medida que o prazo final para o país fechar um acordo com os EUA e reabrir o Estreito de Ormuz se aproxima.

"Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada. Eu não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá. [...] Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim. Deus abençoe o grande povo do Irã!", escreveu ele na rede Truth Social.

O prazo final estabelecido por Trump, para que o Irã feche um acordo e abra o Estreito de Ormuz — ou será fortemente bombardeado e enfrentará o “inferno” — está se esgotando.

O presidente americano definiu as 20h (horário do leste dos EUA), 21h em Brasília, desta terça-feira (7), (3h30 da manhã de quarta-feira (8), horário de Teerã), como o prazo final para um acordo.

No entanto, ele já fez ultimatos semelhantes em diversas ocasiões nas últimas semanas, adiando o prazo a cada vez. E a ameaça é altamente controversa, com muitos apontando que atacar infraestrutura civil configura crime de guerra.


Relembre o que Trump disse

O presidente estabeleceu o prazo em uma publicação na rede Truth Social no domingo (5), após divulgar uma mensagem repleta de palavrões, renovando as ameaças de bombardear infraestruturas iranianas importantes caso Teerã não abra o Estreito de Ormuz – um ponto de estrangulamento crucial no comércio global de energia.

Falando novamente na segunda-feira (6), Trump afirmou que os EUA têm um plano segundo o qual todas as pontes e usinas de energia do Irã poderiam ser destruídas até a meia-noite desta terça-feira. "Quero dizer, demolição completa até meia-noite", disse o líder americano.

Ele já havia ameaçado atingir outras infraestruturas iranianas, incluindo poços de petróleo e usinas de dessalinização de água.

Resposta do Irã

Até o momento, Teerã respondeu publicamente com desafio, com um comandante militar classificando as ameaças de Trump como “infundadas” e “delirantes” nesta terça-feira.

“Se os ataques contra alvos não civis se repetirem, nossa resposta retaliatória será muito mais enérgica e em uma escala muito maior”, alertou Ebrahim Zolfaqari, porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, utilizado pelas forças armadas iranianas.

Na segunda-feira, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã instou os americanos a responsabilizarem seu governo pelo que descreveu como uma "guerra injusta e agressiva" contra o Irã.

Ameaça de Trump seria um crime de guerra?

Atacar infraestruturas civis críticas pode ser considerado um crime de guerra. Objetos indispensáveis ​​à sobrevivência de uma população – incluindo estações de tratamento de água – são proibidos como alvos militares pelas Convenções de Genebra.

A infraestrutura poderia ser considerada um alvo válido se tivesse dupla utilização pelas forças armadas do Irã. Mas Trump ameaçou não apenas explodir algumas usinas de energia do Irã; ele ameaçou explodir todas elas.

“Há muitos ex-advogados militares e juristas que têm hesitado em afirmar que qualquer bombardeio contra infraestrutura civil constitui um crime de guerra, porque existem casos em que isso é permitido. Mas a retórica do presidente neste fim de semana, para mim e acredito que para muitos outros, mudou nossa opinião sobre isso”, disse Margaret Donovan, ex-advogada do Corpo Jurídico do Exército dos EUA.

“Estamos testemunhando basicamente uma ameaça direta a algo que sabemos que será catastrófico para os civis.”

Diversos países entraram em contato com o governo Trump em caráter privado para alertá-los sobre tais ataques, mas a maioria até agora evitou repreender publicamente o presidente americano.

Entre eles, estão algumas nações do Golfo que agora temem que o Irã possa atacar sua infraestrutura civil em retaliação, segundo fontes regionais.

O governo Trump minimizou essas preocupações, com a Casa Branca afirmando na semana passada que os EUA "sempre" seguiriam o direito internacional.

Questionado sobre o assunto na segunda-feira (6), Trump disse que não estava preocupado e que o verdadeiro crime de guerra era "permitir que o Irã tivesse uma arma nuclear".

Teerã já acusou os Estados Unidos e Israel de atacarem infraestrutura civil, com o bombardeio da importante ponte B1, nos arredores da capital iraniana, na sexta-feira (3), e a usina nuclear de Bushehr, no Irã, sendo atingida por projéteis diversas vezes nas últimas semanas.

Como estão as negociações?

Trump afirmou na segunda-feira que o Irã é um "participante ativo e disposto" nas negociações para um possível fim da guerra e que as conversas com os intermediários estão "indo bem".

A CNN noticiou anteriormente, também na segunda-feira, que Paquistão, Egito e Turquia têm atuado como mediadores entre os EUA e o Irã, mas que as negociações indiretas foram interrompidas na semana passada e que os esforços para um encontro presencial parecem ter chegado ao fim.

Mas os esforços diplomáticos encontraram um grande obstáculo na segunda-feira, depois que nenhum dos lados concordou com uma proposta de última hora para um cessar-fogo de 45 dias e a reabertura do Estreito de Ormuz, elaborada por países que trabalham para pôr fim à guerra.

Trump chamou a proposta de um “passo significativo”, mas disse que “não é suficiente”, acrescentando que ele é a única pessoa que pode determinar se haverá um cessar-fogo.

Enquanto isso, o Irã rejeitou a proposta, afirmando que uma pausa nos combates permitiria que os adversários se preparassem para a continuação do conflito.

Segundo a mídia estatal iraniana, Teerã enviou uma resposta de dez pontos, pedindo o fim permanente da guerra “de acordo com as considerações do Irã”.

fonte - Da CNN Brasil.

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