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Justiça mantém condenação de banco por fraude em empréstimo e garante indenização a aposentada

Os julgadores da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) mantiveram a sentença do juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de Rolim de Moura, que condenou uma instituição bancária por um empréstimo consignado fraudulento aplicado a uma aposentada.


A idosa, que é aposentada por idade e pensionista, realizou um empréstimo vinculado à sua aposentadoria no dia 20 de agosto de 2020, no valor de R$13.374,00, parcelado em 84 vezes. Porém, logo após, foi surpreendida com um novo contrato, de mesmo valor e número de parcelas, incidindo sobre a sua pensão. Para reverter a situação, ela ingressou com um processo na Justiça.

Com relação a essa fraude, a sentença judicial declarou a inexistência do segundo contrato e condenou o banco ao pagamento de 5 mil por danos morais, além da devolução em dobro dos valores descontados da pensão, a ser apurada na liquidação da sentença.

Decisão da 1ª Câmara Cível

Embora a defesa do banco tenha argumentado que a operação foi legal e regular, contando com a assinatura da aposentada, os argumentos não convenceram os julgadores da 1ª Câmara Cível diante das provas colhidas no processo.

Segundo o voto do relator, desembargador Rowilson Teixeira, o empréstimo foi comprovadamente fraudulento, visto que o banco não demonstrou que a aposentada tenha, de fato, realizado os dois contratos. Por isso, foi mantido o ressarcimento em dobro dos descontos efetuados sobre a pensão, somado à indenização por danos morais.

Consta nos autos que, à época, a aposentada recebia mensalmente R$1.412,00. Sobre esta quantia, eram descontados R$313,50 por cada parcela, o que correspondia a 22% de sua renda.

O recurso de Apelação Cível (n. 7005256-43.2024.8.22.0010) foi julgado durante a sessão eletrônica, realizada entre os dias 16 e 20 de março de 2026. Fizeram parte do julgamento, os desembargadores Rowilson Teixeira (relator da apelação), Raduan Miguel e Antonio Robles.

FONTE - TJRO.

Saiba como acionar atendimento em casos de risco de queda de árvores, em Porto Velho

Canal recebe solicitações durante períodos de chuva e queda de árvores...


A Prefeitura de Porto Velho orienta a população sobre como solicitar atendimento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema) em situações de risco, especialmente durante períodos de chuvas intensas.

Sema destaca que o acionamento correto do serviço contribui para respostas mais rápidas

Casos como queda de árvores, galhos ou outros danos devem ser comunicados pelo e-mail dpca.sema@portovelho.ro.gov.br, canal oficial do Departamento de Proteção e Conservação Ambiental.

Segundo o prefeito Léo Moraes, a gestão está trabalhando para garantir respostas rápidas e eficientes à população, principalmente em situações de risco. “É fundamental que a comunidade utilize os canais oficiais para que possamos agir com agilidade. Nosso compromisso é com a segurança e o bem-estar de todos.”

Orientação foi reforçada após ocorrências registradas no último domingo (22)

A recomendação é que o cidadão informe o endereço completo, descreva a situação e, se possível, envie fotos para agilizar a análise e o atendimento das equipes.

A orientação foi reforçada após ocorrências registradas no último domingo (22), quando fortes chuvas e ventos provocaram queda de árvores em diferentes pontos da cidade, incluindo a Avenida Governador Jorge Teixeira, onde a via foi liberada após atuação da equipe.

O secretário da Sema, Vinicius Miguel, orienta que a população é parte essencial de uma gestão eficiente. “Com os canais corretos, conseguimos organizar melhor o atendimento e agir com mais rapidez.”

A Sema destaca que o acionamento correto do serviço contribui para respostas mais rápidas e para a segurança da população.

Texto: Sema
Fotos: Sema

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Olimpíadas Madeirão inicia com celebração e integração entre servidores

Abertura no Ginásio Dudu reúne mais de mil participantes e marca o início de uma programação esportiva e recreativa até o dia 29 de março...


José de Arruda, de 62 anos, servidor da Semad, chegou ao ginásio com um sorriso no rosto e disposição de quem estava pronto para entrar em quadra. Animado com as atividades esportivas entre os servidores, ele já sabe em qual modalidade vai competir: a queimada. Para ele, o momento é de reencontro, alegria e participação. “Eu agradeço ao prefeito e ao Paulo Moraes por voltar para nós. Só tinha na época do Chiquilito, há muitos anos atrás. Voltou agora, nós estamos animados com essa nova modalidade”, contou.

A energia de José se misturou à de outros servidores que lotaram o Ginásio Poliesportivo Eduardo Lima e Silva (Dudu), na noite desta quarta-feira (25), durante a cerimônia de abertura das Olimpíadas Madeirão dos Servidores Municipais 2026. O evento marcou o início de uma programação que segue até o dia 29 de março, reunindo esporte, lazer e integração.

José de Arruda chegou animado com as atividades esportivas entre os servidores

Promovidas pela Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel), as Olimpíadas foram pensadas para aproximar os servidores de diferentes setores da administração municipal, incentivando a prática de atividades físicas e criando um ambiente de confraternização e espírito de equipe.

O secretário da Semtel, Paulo Moraes Júnior, destacou o significado do momento para os servidores e para a gestão municipal. “Hoje a gente dá início a um projeto que foi pensado junto com o prefeito Léo, trazendo um momento de integração e disputa saudável entre os servidores. Não existia uma competição esportiva voltada para o município como essa, e agora conseguimos organizar uma programação com mais de 15 modalidades, envolvendo todas as secretarias. É um momento de confraternização, de Fair Play e de espírito esportivo, para que todos possam fazer uma grande festa nesses dias.”

 Paulo Moraes Júnior destacou o significado do momento para os servidores e para a gestão municipal

Ao todo, 1.189 participantes estão inscritos nas Olimpíadas Madeirão 2026, envolvendo 21 órgãos e secretarias municipais. As competições acontecem no Centro de Esporte e Lazer (CESOF), reunindo modalidades esportivas e atividades recreativas para todos os perfis.

Entre as disputas estão futebol society (adulto e master), vôlei de praia 4x4, basquete 3x3, cabo de guerra, queimada, beach tênis, futevôlei, mini maratona, natação, tênis de mesa e sinuca. A programação também inclui atividades como truco, dama, dominó e karaokê, ampliando as possibilidades de participação.

Gerente de transporte da Semed, Leandro Sales também entrou no clima da competição e já se prepara para disputar o futebol society. Para ele, o evento vai além das partidas. “A expectativa é muito grande, a gente quer fazer dessas olimpíadas algo marcante. Eu também vou participar do futebol society. É muito importante ter essa proximidade entre todos os servidores, de todas as secretarias, todo mundo junto se divertindo e brincando.”

Leandro Sales entrou no clima da competição e já se prepara para disputar o futebol society

“É uma alegria ver nossos servidores reunidos em um momento como esse, de integração, saúde e valorização. As Olimpíadas Madeirão representam esse encontro entre pessoas que fazem a cidade acontecer todos os dias, agora também compartilhando esporte, amizade e espírito de equipe.” disse o prefeito Léo Moraes.

As Olimpíadas Madeirão trazem para o dia a dia dos servidores um momento de pausa na rotina, incentivo à saúde e valorização de quem contribui diariamente com o funcionamento da cidade. A premiação da competição será com Medalha, troféus e dinheiro.

Texto: Jhon Silva
Fotos: José Carlos/ Leandro Morais

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Aprovado por unanimidade no Senado, PL da misoginia divide Câmara

Projeto que trata ódio às mulheres como crime de racismo prevê penas de 2 a 5 anos e provoca reações opostas entre governistas e oposição...


O Senado aprovou na última terça-feira (24) o projeto que equipara a misoginia ao racismo e o enviou à Câmara. Embora ainda não tenha começado a tramitar entre os deputados, a proposta já provoca debates acalorados entre parlamentares nas redes sociais.

O texto foi aprovado de forma unânime entre os senadores, unindo votos da esquerda, direita e centro. Mas agora na Câmara, o projeto deve enfrentar maior resistência por parte da oposição.

Enquanto deputados de esquerda classificam a proposta como avanço civilizatório e fundamental para proteger mulheres de ataques e violência, os oposicionistas dizem que o texto é exagerado e ideologicamente enviesado, questionam a punição mais severa e alertam para o risco de uso político da lei para silenciar ou perseguir pessoas.

A proposta altera a Lei do Racismo para tipificar a misoginia como crime de discriminação, com penas variando entre 2 e 5 anos de reclusão, acrescidos de multa. Define a misoginia como "conduta que manifeste ódio ou aversão às mulheres, baseada na crença da supremacia do gênero masculino".

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), apesar de ter votado “sim”, manifestou preocupação em relação ao mérito do projeto.

"Daqui a pouco vão colocar o etarismo na lei. Estou preocupada com os rumos que queremos dar a uma lei tão preciosa. Não sei se o movimento negro participou desse debate. [...] Acreditava que na CCJ haveria essa correção. Devemos sim tipificar a misoginia, mas não na Lei de Racismo", afirmou a senadora.

Em entrevista à CNN, a relatora do texto no Senado, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), explicou que a legislação visa incluir a injúria misógina na Lei 7.716 de 1989, que já trata de crimes relacionados a raça, cor, etnia, religião e procedência nacional. "Estamos tipificando a misoginia num âmbito coletivo, diante do fato de estarmos nos deparando com grupos na internet disseminando uma cultura de ódio contra as mulheres", afirmou.

Segundo Thronicke, a misoginia representa o nascedouro da violência contra a mulher, começando pelas palavras antes de evoluir para agressões físicas e, em casos extremos, feminicídio.

Deputados

Logo que o senado aprovou a matéria, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) foi às redes sociais dizer que vai trabalhar para derrubar o projeto. "Inacreditável é a palavra…Amanhã começa o trabalho pra derrubar essa aberração que foi aprovada hoje no Senado", escreveu o parlamentar em sua página pessoal na rede social X.

O parlamentar também publicou um vídeo com quase 14 minutos no qual afirma que a proposta ameaça a liberdade de expressão e pode restringir o direito de mulheres cisgênero de se manifestarem.

A deputada Erika Hilton (PSOL-SP), por sua vez, usou a mesma plataforma para dizer que vai lutar para que a lei "seja aprovada sem nenhuma alteração" na Câmara. "É inaceitável que mulheres sejam atacadas, ameaçadas, desumanizadas e violentadas todos os dias, nas redes e nas ruas, simplesmente por serem mulheres", escreveu.

Érika, que é presidente da Comissão das Mulheres na Câmara, ainda destacou a necessidade de analisar o tema com urgência. "O tema é urgente, e qualquer mudança no texto faria o projeto ter que ser aprovado no Senado novamente. A vida e a segurança das mulheres não pode esperar!", escreveu.

Já a deputada Júlia Zanatta (PL-SC) afirmou que "esse tipo de lei será usado por quem se veste de mulher para atacar e calar mulheres". Na avaliação da parlamentar, o texto não deixa claro o que é misoginia. "Além de ser censura, o tipo penal fica muito aberto e a critério dos julgadores", disse a deputada catarinense.

A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) celebrou a aprovação do projeto no Senado e destacou a "união" entre senadores de polos opostos. "Foram 67 votos a favor, uma ampla maioria, que uniu esquerda e direita. Sem radicalismo, sem casca de banana", disse Tabata no X.

FONTE - Davi Alencar, da CNN Brasil  - *Sob supervisão de Leandro Bisa.

Mãe que m*tou e cortou órgão genital do companheiro após flagrar ab*so da filha é absolvida; veja vídeo

Defensoria Pública sustentou a absolvição por legítima defesa; mãe disse que agiu após ter ouvido gritos da filha durante a madrugada...


Uma mãe acusada de matar, mutilar e esconder o corpo do companheiro após flagrá-lo abusando da filha dela, de 11 anos, foi absolvida pelo Tribunal do Júri de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

A decisão foi tomada nesta terça-feira (24), após julgamento no 2º Tribunal do Júri. Por maioria de votos, o conselho de sentença afastou todas as acusações contra a ré, e a juíza Maria Beatriz Fonseca Biasutti declarou a absolvição.

Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra Erica Pereira da Silveira Vicente comemorando a decisão e sendo amparada por advogadas. Uma das advogadas que a defendeu comemorou a absolvição: “Obrigada, meu Deus!”

A mulher respondia por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e corrupção de menor, crimes atribuídos à morte do companheiro, ocorrida em março de 2025, no bairro Taquaril, na região Leste da capital mineira.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, a ré teria dopado o homem com medicamento, atacado a vítima com golpes de faca e madeira, cortado o órgão genital e, depois, ateado fogo no corpo, com ajuda de um adolescente.

Durante o julgamento, a defesa apresentou uma versão diferente. A mulher afirmou que conhecia o homem desde a infância e que ele frequentava a casa da família. Segundo ela, semanas antes do crime, descobriu que ele enviava mensagens de cunho sexual para a filha.

Mãe corta órgão genital do companheiro

Na madrugada do dia 11 de março de 2025, conforme o depoimento, ela acordou com gritos da criança e encontrou o companheiro sobre a menina, com a calça abaixada, tentando silenciá-la.

A mulher afirmou que reagiu ao flagrante, atacando o homem com uma faca. Em seguida, a mãe cortou o órgão genital do companheiro. Depois, com a ajuda de um jovem que entrou na casa ao ouvir a confusão, levou o corpo até uma área de mata próxima, onde houve a queima.

A Defensoria Pública sustentou a absolvição por legítima defesa da filha ou, alternativamente, por violenta emoção. Os jurados acolheram a tese e decidiram pela absolvição.

Com a decisão, a mãe, que estava presa desde a época do crime, deve ser colocada em liberdade.

FONTE - BANDA B.

Trump sugere que não está disposto a fechar acordo de paz com Irã

O presidente Donald Trump lançou dúvidas nesta quinta-feira (26) sobre a possibilidade de um acordo de paz com o Irã. O republicano alertou que pode desistir de buscar um pacto em breve.


"Eles estão implorando para chegar a um acordo", disse Trump. "Não sei se seremos capazes de fazer isso. Não sei se estamos dispostos a fazer isso."

No início de uma reunião de gabinete na Casa Branca, Trump criticou duramente as notícias de que estaria ansioso por uma solução diplomática para a guerra, insistindo que foram os líderes iranianos que buscaram retomar as negociações.

"Eles não são tolos. Na verdade, são muito inteligentes, de certa forma", disse Trump, caracterizando os iranianos como "grandes negociadores".

Mas Trump sugeriu que agora pode ser tarde demais para chegar a um acordo. "Eles deveriam ter feito isso há quatro semanas", disse Trump.

"Veremos se eles querem fazer isso", disse ele. “Enquanto isso, vamos continuar a derrotá-los sem qualquer impedimento.”

O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel estão em guerra com o Irã. O conflito teve início no dia 28 de fevereiro, quando um ataque coordenado entre os dois países matou o líder supremo do país, Ali Khamenei, em Teerã.

Diversas autoridades do alto escalão do regime iraniano também foram mortas. Além disso, os EUA alegam ter destruído dezenas de navios do país, assim como sistemas de defesa aérea, aviões e outros alvos militares.

Em retaliação, o regime dos aiatolás fez ataques contra diversos países da região, como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã.  As autoridades iranianas dizem que têm como alvo apenas interesses dos Estados Unidos e Israel nessas nações.

Mais de 1.750 civis morreram no Irã desde o início da guerra, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, que tem sede nos EUA. A Casa Branca, por sua vez, registrou ao menos 13 mortes de soldados americanos em relação direta aos ataques iranianos.

O conflito também se expandiu para o Líbano. O Hezbollah, um grupo armado apoiado pelo Irã, atacou o território israelense em retaliação à morte de Ali Khamenei. Com isso, Israel tem realizado ofensivas aéreas contra o que diz ser alvo do Hezbollah no país vizinho. Centenas de pessoas morreram no território libanês desde então.

Com a morte de grande parte de sua liderança, um conselho do Irã elegeu um novo líder supremo: Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei. Especialistas apontam que ele não fará mudanças estruturais e representa continuidade da repressão.

Donald Trump mostrou descontentamento com essa escolha, a classificando como um "grande erro". Ele havia dito que precisaria estar envolvido no processo e pontuou que Mojtaba seria "inaceitável" para a liderança do Irã.

FONTE - Da CNN.

Trump diz que Maduro enfrentará novas acusações nos EUA

Presidente americano acusou Maduro de “ter matado muitas pessoas” e de “esvaziar suas prisões e enviar detentos para nosso país”...


Pouco antes da segunda audiência de Nicolás Maduro em um tribunal de Nova York, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em uma reunião do Gabinete na Casa Branca que o ditador venezuelano vai enfrentar novas acusações nos Estados Unidos.

“Imagino que novos julgamentos virão, porque até agora ele foi acusado apenas de uma fração do que realmente fez”, disse Trump, referindo‑se a Maduro.

“Como vocês provavelmente sabem, ele vai enfrentar novas acusações.”

Atualmente, Maduro enfrenta acusações de narcoterrorismo, tráfico de drogas e porte de armas, e se declarou inocente nos Estados Unidos.

Na Casa Branca, Trump destacou a captura de Maduro, chamando-a de “uma grande operação militar”.

Ele ainda acusou Maduro de ter “matado muitas pessoas” e de “esvaziado suas prisões e enviado os detentos para o nosso país”.

fonte - CNN BRASIL.

Presidente da CBF veta "Brasa" em uniforme principal: "Tranquilizo a nação"

Samir Xaud comentou a polêmica em torno do uso do termo e destacou identidade cultural brasileira...


Samir Xaud, presidente da CBF, "tranquilizou a nação" brasileira e vetou o uso do termo "Brasa" no uniforme principal da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026.

O debate ganhou força durante a semana, após Rachel Denti, designer da Nike, explicar o conceito por trás de algumas escolhas para o uniforme amarelo do Brasil, lançado oficialmente no dia 21 de março.

O uso do termo no meião do uniforme principal foi imediatamente rejeitado pela grande maioria dos torcedores na internet. Em entrevista à ESPN Brasil, nesta quinta-feira (26), Samir Xaud disse que foi pego de surpresa e explicou porque vetou o uso do termo uniforme de jogo.

"Fui pego um pouco de surpresa, né? O que me foi apresentado quando estava, não tinha 'Brasa', mas nós sabíamos que tinha uma campanha publicitária que iria ser feita ali pré-Copa em relação a isso", afirmou.

Mas de antemão, pelo respeito que eu tenho com a Seleção Brasileira não tem 'Brasa' no nosso uniforme principal. Isso foi feito em relação a Nike para essa campanha publicitária isoladamente, mas deixo claro que o nosso uniforme é o nosso manto e é o verde e o amarelo, sempre deixo claro isso e não vai ter essa questão de brasa. (...) Tranquilizar todo toda a nação brasileira, que isso não confere e não vai ter 'Brasa' no nosso uniforme.

Samir Xaud, presidente da CBF

"Até porque isso é respeito, eu falo muito em respeito em relação ao nosso uniforme, em relação à nossa bandeira e o nosso nome é Brasil. Então, vai ter Brasil no nosso meião e não brasa", concluiu o mandatário.

Uniformes do Brasil

Os dois uniformes da Seleção Brasileira já foram divulgados pela Nike, fornecedora oficial de material esportivo. Ao contrário da camisa alternativa, o uniforme principal não terá o logo da Air Jordan.

Vinicius Júnior, Estevão, Lucas Paquetá e Richarlison foram os escolhidos para estrelar a campanha "Alegria que Apavora". Os dois últimos, porém, não foram convocados por Ancelotti para os amistosos de março deste mês contra França e Croácia.

A segunda camisa, que causou polêmica, marca a primeira vez que o logo Jumpman aparece em um uniforme de uma seleção nacional e faz parte de uma parceria entre as duas marcas. Além do uniforme, a colaboração inclui uma coleção de streetwear e produtos de treino inspirados nas cores da Seleção. A linha também conta com modelos de calçados e chuteiras desenvolvidos para dialogar com o novo uniforme reserva do Brasil.

FONTE - Cris Schwambach, da CNN Brasil.

Polícia revela identidade de trio procurado por ex*cução de fazendeiro em Porto Velho

A Polícia Civil divulgou as imagens de três suspeitos apontados como participantes da morte do fazendeiro João Paulino, conhecido como João Sucuri, ocorrida em maio de 2025 no distrito de Nova Califórnia, em Porto Velho. Segundo as investigações, o crime foi planejado e executado mediante pagamento, após desentendimentos antigos na região.


De acordo com o inquérito, cinco pessoas tiveram envolvimento direto no assassinato. Duas já foram presas, incluindo o homem indicado como mandante e uma mulher que teria atuado na ação. Os outros três suspeitos, identificados como Jaime Vilchez de Souza, Kenas de Carvalho Ferreira e Elves de Carvalho Ferreira, continuam foragidos.

A vítima foi surpreendida em uma emboscada dentro da própria propriedade rural. Um vaqueiro que estava com ele também foi atingido, mas conseguiu escapar com vida. A polícia pede apoio da população para localizar os envolvidos e reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima.

Um avanço importante nas investigações ocorreu em dezembro de 2025, durante uma operação no município de Plácido de Castro, no Acre, quando foram apreendidos materiais considerados essenciais para o esclarecimento do caso. 

As apurações seguem em andamento para identificar possíveis desdobramentos e outros envolvidos.

Seleção Brasileira estreia uniforme em amistoso contra a França; veja qual

Nova coleção gerou polêmica nas redes sociais...


Brasil e França se enfrentam em amistoso nesta quinta-feira (26), às 17h (de Brasília), no Gillette Stadium, em Foxborough, nos Estados Unidos. O duelo conta com uma novidade importante pelo lado brasileiro: a estreia do novo uniforme.

Para o amistoso contra a França, a Seleção Brasileira vai utilizar a nova camisa azul.

O modelo atribuído à Jordan apresenta dois tons de azul mais fechados que os utilizados nos últimos ciclos, um deles próximo ao preto, além de detalhes em amarelo e azul turquesa. O escudo da CBF surge centralizado no peito, e o logotipo amarelo da Jordan substitui o tradicional símbolo da Nike na camisa reserva.

A camisa amarela também será usada pela primeira vez nesta Data Fifa, no amistoso contra a Croácia.

Uniforme 2 azul

O modelo foi desenvolvido com a tecnologia Aero-FIT, voltada para ventilação e controle de temperatura durante as partidas. Produzido a partir de resíduos têxteis, o material busca ampliar a circulação de ar entre pele e tecido, além de reduzir o peso da camisa.

A presidente da Jordan Brand, Sarah Mensah, afirmou que a parceria com a Seleção Brasileira representa mais do que uma colaboração comercial e celebra a criatividade, a grandeza e a energia do futebol global, com o Brasil no centro dessa relação.

“Hoje, a Jordan acende algo verdadeiramente extraordinário. A parceria com a Seleção Brasileira é mais do que uma colaboração; é uma celebração da grandeza, da criatividade e da energia elétrica do futebol global, com o Brasil em seu núcleo vibrante. Onde há grandeza, confiança e o pulso da competição, a Jordan prospera. Não é simplesmente um encontro de mundos; é uma fusão dinâmica em que performance e expressão impulsionam uma à outra”, afirma.

FONTE - CNN BRASIL.

Erro do PowerPoint na GloboNews gera reuniões tensas e medo de dano à imagem de apresentadora

Na sexta-feira (20), o erro. No fim de semana, a repercussão negativa nas redes sociais e em parte da imprensa. Na segunda (23), um comunicado admitindo a falha e um pedido de desculpas.


O caso do PowerPoint no programa ‘Estúdio i’, em que se forçou uma ligação imprópria entre Lula e o PT e o banqueiro Daniel Vorcaro, fez a GloboNews viver um de seus maiores constrangimentos em quase 30 anos no ar.

Em outros tempos, quando as emissoras da família Marinho gozavam de poder quase hegemônico, o canal de notícias poderia ignorar as críticas. Mas estamos em outro momento da história.

Seria suicídio de credibilidade não responder aos questionamentos da internet, da mídia e até de ex-repórteres globais indignados com a arte exibida (confira post em destaque).

A coluna apurou que aconteceram reuniões de emergência, por videochamadas e presenciais, para definir como administrar a crise. A direção de jornalismo da GloboNews e da Globo atuaram diretamente.


Além do impacto nocivo do erro, houve preocupação em evitar prejuízo à imagem da apresentadora do ‘Estúdio i’, Andréia Sadi, uma das jornalistas de TV mais bem-avaliadas do país, respeitada da direita à esquerda. Ela também ancora, em plantões de sábado, o 'Jornal Hoje'.

Por sua atuação considerada imparcial e fiel aos fatos, ela tem fontes no 1º escalão do governo lulista e também na cúpula da oposição. Seria danosa, argumentaram nos bastidores, a desconfiança de que seu programa atacou sem provas um lado do espectro político e beneficiou — intencionalmente ou não — o outro.

Coube à própria Sadi ler ao vivo o comunicado oficial (chamado de “registro”) informando que o “material estava errado e incompleto” e “em desacordo” com os “princípios editoriais” da Globo. “A gente pede desculpas”, finalizou.

O episódio deve suscitar efeito colateral: um olhar ainda mais atencioso dos telespectadores, de políticos e das redes sociais à cobertura das eleições deste ano pela Globo e GloboNews.

O jornalismo do clã Marinho já foi rotulado de anti-Lula, pró-Bolsonaro e anti-Bolsonaro. Algumas equipes de reportagem chegaram a ser agredidas nas ruas e âncoras como William Bonner foram ameaçados.

Está em jogo um capital de valor imensurável: o compromisso com a isenção dos canais de maior audiência do telejornalismo na TV aberta e na TV paga.

fonte - TERRA.

STF decide se mantém decisão que determina prorrogação da CPMI do INSS

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir nesta quinta-feira (26) se mantém a decisão do ministro André Mendonça que determinou a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A sessão está prevista para começar às 14h.


Na última segunda-feira (23), o ministro, que é relator do caso, deu prazo de 48 horas para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União - AP), faça a leitura do requerimento de prorrogação dos trabalhos da CPI.

Se o plenário da Corte derrubar a decisão do relator, Alcolumbre não será obrigado a prorrogar a CPMI, que será encerrada no dia 28 deste mês.

Mendonça atendeu ao pedido de liminar feito pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG). Segundo o senador, há omissão de Alcolumbre e da Mesa Diretora ao não receberem o requerimento de prorrogação. 

Na decisão, o relator disse que o pedido de prorrogação preenche os requisitos legais e não pode ser ignorado por Alcolumbre.

“Preenchidos os requisitos constitucionais e regimentais aplicáveis, a Mesa Diretora e a presidência do Congresso não dispõem de margem política para obstar o regular processamento do requerimento de prorrogação de uma CPMI, inclusive seu recebimento, leitura e publicação”, afirmou.

CPMI

A CPMI iniciou os trabalhos em agosto do ano passado e passou a investigar os descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. 

No decorrer das sessões, a comissão também passou a apurar as supostas ligações do Banco Master com a concessão irregular de empréstimos consignados a aposentados.

Nas últimas semanas, a CPMI foi acusada de vazar conversas pessoais do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master. Os dados estavam em celulares que foram apreendidos pela Polícia Federal e repassados à comissão após autorização do ministro André Mendonça, relator do caso no STF.

Nos bastidores do Congresso, não há intenção de prorrogar a CPI para evitar a exposição de políticos que mantinham contato com Vorcaro.

fonte - André Richter - Repórter da Agência Brasil.
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