Últimas Notícias
Brasil

Deslizamento no Nepal destrói montanha; país tem mortos por chuvas; veja

O deslizamento aconteceu depois de três dias seguidos de chuva forte que castigam o país

Um vídeo impressionante registrou o momento exato em que um trecho enorme de uma montanha desabou e atingiu em cheio o rio Kali Gandaki, no Nepal. As imagens foram feitas por turistas que passavam pela região de Lete, no distrito de Mustang, neste fim de semana.



Na gravação, dá para ver a encosta começando a rachar e, em questão de segundos, toneladas de terra, pedras e árvores descem montanha abaixo enquanto as pessoas gritam e correm para se afastar.


O volume de terra foi tão grande que chegou a represar o rio Kali Gandaki. O rio ficou bloqueado por alguns minutos até que a força da água conseguiu abrir caminho no meio dos escombros e voltar a correr.


O deslizamento aconteceu depois de três dias seguidos de chuva forte que castigam o país. O nível do Kali Gandaki subiu muito, causando erosão nas margens, destruindo casas, estradas e pontes.


Segundo as autoridades nepalesas, a sequência de temporais, enchentes e deslizamentos já deixou pelo menos 24 mortos e 14 pessoas desaparecidas. Os distritos mais afetados são Manang, Myagdi, Baglung, Parbat e Palpa.


Somente na região de Gandaki, cerca de 1.500 pessoas precisaram sair de casa. O balanço aponta 143 casas totalmente destruídas, outras 51 com danos e seis pontes que desabaram.


Duas pontes ficaram parcialmente danificadas e centenas de famílias ainda estão em áreas de risco. A cheia também afetou o fornecimento de energia. A usina hidrelétrica Kali Gandaki A, de 144 MW, precisou parar de gerar energia após a abertura das três comportas da barragem de Mirmi. Linhas de transmissão foram danificadas.

É fake: Flávio Bolsonaro não propôs retirar título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida

Projeto citado nas redes sociais é de 2007, foi apresentado pelo então deputado Victório Galli e está arquivado desde 2008; candidato acusou integrantes da CNBB de participação na disseminação do boato, e entidade negou...


É falsa a informação que circula nas redes sociais associando Flávio Bolsonaro (PL) a uma proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. O projeto usado como base para as publicações foi apresentado em 2007 pelo então deputado federal Professor Victório Galli (PMDB-MT) e está arquivado desde agosto de 2008.

O Projeto de Lei nº 2.623/2007 pretendia alterar a Lei nº 6.802/1980 para substituir a expressão “Padroeira do Brasil” por “Padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”. A proposta foi rejeitada pela Comissão de Educação e Cultura e posteriormente arquivada. Os registros oficiais da Câmara não apontam Flávio Bolsonaro como autor do projeto.

A informação voltou a circular durante a campanha eleitoral de 2026, com publicações relacionando Flávio Bolsonaro e políticos de direita à suposta intenção de promover a mudança. O candidato negou que exista qualquer iniciativa nesse sentido.

Neste domingo (27), Flávio Bolsonaro afirmou que o PT teria contribuído para espalhar a informação falsa e acusou “gente de dentro” da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) de ajudar na disseminação do conteúdo.

A CNBB negou a acusação. Em nota, declarou que não produziu, autorizou ou participou da elaboração ou divulgação de informações falsas relacionadas ao processo eleitoral. A entidade também afirmou que atribuir à instituição participação na disseminação de desinformação sem fatos e provas a atinge injustamente. “A mentira não se combate com outra mentira”, declarou.

A própria Câmara dos Deputados mantém disponível o histórico do PL nº 2.623/2007. O registro oficial informa que a proposta foi apresentada por Victório Galli em 12 de dezembro de 2007 e arquivada em 22 de agosto de 2008.

LEIA MAIS - Funcionário do Planalto estimula fake news sobre Nossa Senhora Aparecida

Senado abre consulta sobre proibição das bets; veja como participar

Votação no e-Cidadania reúne mais de 218 mil manifestações, com 69,1% de apoio à medida; resultado não obriga parlamentares a seguir a maioria...

Consulta sobre bets fica aberta durante a tramitação da medida no Senado.

O Senado abriu uma consulta pública sobre a Medida Provisória (MP) 1.394/2026, que proíbe a exploração e a publicidade de apostas de quota fixa no Brasil. Até as 8h07 desta segunda-feira (28), a votação no portal e-Cidadania registrava 218.246 manifestações, com maioria favorável ao texto apresentado pelo Governo Federal.

Do total, 150.849 participantes apoiavam a medida, o equivalente a 69,1%, enquanto 67.397 eram contrários, ou 30,9%. Os números são parciais e podem mudar enquanto a consulta estiver aberta.

A participação é espontânea e o resultado não representa uma pesquisa de opinião com amostra da população brasileira.

A consulta também não obriga os senadores a votar de acordo com a posição majoritária. Segundo o Senado, o mecanismo busca contribuir para a formação da opinião dos parlamentares.

Proibição alcança apostas esportivas e cassinos on-line

Assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sexta-feira (25), a medida provisória proíbe a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas de quota fixa em todo o território nacional.

A restrição abrange apostas esportivas e jogos on-line, inclusive os oferecidos por empresas sediadas no exterior a pessoas localizadas no Brasil.

O texto também alcança operações autorizadas pelos Estados e pelo Distrito Federal. As demais modalidades lotéricas permitidas por lei ficam fora da proibição.

A medida estabelece um período de transição para o encerramento das atividades, com regras para a retirada de publicidade, a indisponibilização das plataformas e a restituição dos valores devidos aos apostadores.

A entrada de novos recursos nas contas das empresas fica vedada, ressalvadas as exceções previstas para o cumprimento das obrigações de devolução.

Como participar

Os interessados podem acessar a página da consulta no e-Cidadania, entrar no sistema e escolher entre as opções "sim" e "não" à pergunta sobre o apoio à proposição.

Cada usuário pode votar uma única vez. Depois da confirmação, não é possível alterar ou retirar a manifestação. A consulta permanece disponível enquanto a matéria tramita no Senado, sem uma data de encerramento previamente definida.

As manifestações são públicas e comunicadas periodicamente aos gabinetes. A abertura de consultas faz parte da rotina do portal e abrange todas as proposições em tramitação na Casa.

O que prevê a MP

Assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sexta-feira (25), a medida proíbe a oferta, a exploração, a intermediação e a publicidade de apostas de quota fixa em meios físicos e digitais. A restrição abrange apostas esportivas e jogos on-line, inclusive os oferecidos por empresas sediadas no exterior a pessoas no Brasil.

As demais modalidades de loteria autorizadas por lei ficam fora da proibição. O texto também alcança operações autorizadas por estados e pelo Distrito Federal.

A MP estabelece regras para o encerramento das atividades, a retirada de publicidade e a devolução dos valores devidos aos apostadores. Também veda a entrada de novos recursos nas contas das plataformas, ressalvadas as exceções destinadas ao cumprimento das obrigações de restituição.

Com força de lei desde a publicação, a medida precisa ser aprovada pelo Congresso para se tornar permanente. O prazo de análise pode chegar a 120 dias.

A votação no e-Cidadania não substitui a deliberação parlamentar.

Leia a íntegra da medida provisória.

fonte - Congresso em Foco.


Funcionário do Planalto estimula fake news sobre Nossa Senhora Aparecida

George Marques, da Secretaria de Comunicação de Lula, repostou texto que pedia para “deixar boato rolar” sobre Flávio Bolsonaro ser contra o título de padroeira para Nossa Senhora Aparecida; post foi apagado horas depois...

foto - reprodução

O coordenador geral de Estratégia e Informação da Secom (Secretaria de Comunicação Social) do Palácio do Planalto, George Marques, incentivou, na tarde desta 6ª feira (25.set.2026), o PODER360 25.set.2026 (sexta-feira) - 21h29 atualizado: 26.set.2026 (sábado) - 12h45 Priorize o Poder no Google O post repostado por George Marques citava a notícia falsa de que há um projeto apoiado pelo PL e por Flávio Bolsonaro Pod ASSINE O PODER DRIVE MENU compartilhamento de informações falsas sobre o candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro, principal adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O endosso foi apagado horas depois.

O tuíte compartilhado por Marques dizia: “Parem de divulgar retratação. Deixem o assunto rolar. Eles [bolsonaristas] fizeram isso em outras eleições e quase nos ferram. Inclusive com ajuda de uma TV (Jovem Pan). Continuem compartilhando que nossa senhora foi atacada, precisa chegar no interior do Nordeste, no interior do Norte”.

A seguir, a repostagem de George Marques cujo conteúdo estimula a publicação de notícia falsa:

foto - reprodução

Ao Poder360, o coordenador geral disse que não concorda com a declaração, mas não negou ter compartilhado a publicação. Segundo ele, seu perfil no X é “pessoal, de política e humor”.

Marques confirmou ter lido pela manhã a publicação que incentivava a divulgação da fake news sobre Nossa Senhora Aparecida, mas declarou que isso “não significa” que ele concorde.

“Lembro de tê-lo lido, mas isso não significa que eu compartilhe este pensamento. Registro que, como jornalista, defendo que os fatos sejam claros e . Mesmo se eu tivesse dado RT não concordo com esse pensamento”, declarou a este jornal digital.

“Não me lembro de ter dado RT nesse tuíte. Eu retuitei outras coisas em sequência e, se esse acabou entrando no meio, foi por engano. Não penso isso e essa afirmação não representa minha posição. Se houve o compartilhamento, foi um erro involuntário”, disse ao Poder360.

No sábado (26.set), a Secom do Palácio do Planalto entrou em contato com este jornal digital e enviou a nota abaixo, reproduzida na íntegra:

“A manifestação citada foi feita em perfil pessoal e não representa a posição da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

“A Secom considera inadequado o uso de perfis pessoais de seus integrantes de forma que possa gerar confusão com manifestações institucionais. A Secretaria reafirma que sua comunicação oficial observa a legislação eleitoral e as decisões da Justiça”.

Os boatos com notícias falsas sobre Nossa Senhora Aparecida apareceram em perfis de redes sociais simpáticos a políticos de esquerda.

A TV a cabo de notícias GloboNews, do Grupo Globo, precisos chegou a dar como verdade que havia um projeto que poderia resultar em perda de votos para Flávio Bolsonaro e mais votos para Lula. Depois, a emissora se retratou e pediu desculpas.

Apesar da correção da GloboNews, a afirmação errada passou a circular nas redes sociais. A notícia falsa animou lulistas a surfar no episódio. Vários aliados do presidente da República postaram vídeos e declarações a favor de manter a padroeira do Brasil. A primeiradama, Janja Lula da Silva, postou uma foto do marido segurando uma imagem de Nossa Senhora.

QUEM É GEORGE MARQUES?

George Marques da Silva e Silva é jornalista e analista político. Atua na Secom da Presidência da República, onde ocupa desde setembro de 2025 o cargo de coordenador geral de Estratégia e Informação. Começou a trabalhar no Planalto em janeiro de 2023, quando Lula iniciou o 3º mandato.

foto - reprodução

Ao longo de sua passagem pela administração pública federal, assumiu posições estratégicas na gestão da comunicação governamental.

Marques tem um perfil ativo no X. Faz críticas a opositores do presidente Lula, como Flávio Bolsonaro, e ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano).

ENTENDA O CASO

A história falsa resgatou o projeto de lei 2.623 de 2007, apresentado pelo então deputado federal Professor Victório Galli (PMDB-MT). O congressista pretendia alterar a lei 6.802 de 1980, que estabeleceu 12 de outubro como feriado nacional em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, como “padroeira do Brasil”.

O texto de Victório Galli queria substituir a expressão “padroeira do Brasil” por “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”.

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara rejeitou a proposta em julho de 2008. A Mesa Diretora abriu prazo para recurso, que terminou sem manifestação. O arquivamento ocorreu em 22 de agosto de 2008, conforme a ficha de tramitação da Câmara, que também registra a apresentação do projeto em 12 de dezembro de 2007.

Em vídeo publicado em seu perfil no X nesta 6ª feira (25.set), Flávio disse que respeita “todas as religiões e quem não tem religião” e negou que pretenda alterar o título de Nossa Senhora Aparecida. Declarou que a história foi inventada pelo PT.

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, determinou nesta 6ª feira (25.set) que X, Facebook, Instagram, TikTok e YouTube removam publicações que afirmem que Flávio ou sua família pretendem retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.

O ministro considerou “notoriamente inverídica” a afirmação de que Flávio ou integrantes de sua família propuseram, articularam, apoiaram ou pretendem promover a retirada do título.

A ordem também alcança conteúdos que reproduzam a mesma informação com texto, imagem, áudio, vídeo ou meme diferentes.

Segundo informações apresentadas ao TSE pela defesa de Flávio, um levantamento identificou 2.086 publicações de 1.674 contas, com mais de 21 milhões de visualizações, cerca de 1,49 milhão de curtidas e 312 mil compartilhamentos.

fonte e fotos - PORTAL 360.

A seis dias da eleição, Flávio e Lula têm empate técnico no 2º turno, aponta Quaest

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (28) ouviu 2.004 eleitores e mostra Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 34% na disputa de primeiro turno...


A seis dias das eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem com 42% das intenções de voto cada em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República. Os dados são da pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (28).

Na rodada anterior, divulgada em 21 de setembro, Flávio registrava 42%, enquanto Lula tinha 41%.

No primeiro turno, Lula registra 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 34%. Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD) têm 4% cada, Renan Santos (Missão) aparece com 3% e Romeu Zema (Novo), com 1%.

Samara Martins (UP), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata) e Leonardo Avalanche (PRTB) aparecem com 0%. Os indecisos somam 5%, enquanto 10% afirmaram que votarão em branco, anularão o voto ou não irão votar.

A Quaest também simulou outros cenários de segundo turno. Lula aparece com 43% contra 40% de Ronaldo Caiado. Diante de Augusto Cury, o resultado é de 42% a 33%. Contra Renan Santos, Lula tem 42% e o candidato do Missão, 39%. No cenário com Romeu Zema, os percentuais são de 46% a 30%.

O levantamento entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 24 e 27 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número BR-06520/2026.

Dino envia ao plenário decisão que liberou postagem sobre Nossa Senhora

Caberá ao presidente do STF, Edson Fachin, marcar data para julgamento da decisão que derrubou a ordem de André Mendonça para remoção de publicações...

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), enviou ao plenário da Corte nesta segunda-feira (28) a decisão que liberou uma publicação do humorista Antonio Tabet sobre um suposto ataque a Nossa Senhora Aparecida.

Em atualização.

Estudantes de Direito da UNIR assistem a julgamento no TRE-RO e conversam com magistrados

Turma acompanhou sessão com oito processos e tirou dúvidas com juízes e procurador regional eleitoral...

foto - divulgação

Estudantes de Direito da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) acompanharam, na tarde de 25 de setembro, a 9ª sessão extraordinária de julgamento do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO). A visita foi coordenada pelo professor Marcelo Xavier.

Oito processos foram julgados na sessão. Entre eles, casos sobre propaganda eleitoral em aplicativos de mensagens, desinformação sobre a integridade do processo eleitoral e propaganda antecipada, além de questões das eleições municipais de 2024. A pauta trazia ainda um recurso criminal sobre inscrição eleitoral fraudulenta e um pedido de autorização para campanhas de utilidade pública do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

foto - divulgação

Depois da sessão, os alunos conversaram com magistrados e com o procurador regional eleitoral, fizeram perguntas e ouviram explicações sobre o trabalho da Justiça Eleitoral.

Para a estudante Catarina Vitória, ver os julgamentos de perto ajuda a entender o que se aprende em sala de aula. "Foi uma experiência muito boa, muito gratificante. Ajuda muito a construir essa ideia que a gente tem do meio jurídico, do meio eleitoral", disse.

O juiz eleitoral Guilherme Baldan afirmou que os alunos puderam ver como os julgamentos acontecem e depois esclarecer dúvidas. "Hoje foram julgados oito processos nessa sessão. Eles puderam ver como ocorreram esses julgamentos e, depois, ficamos conversando um pouquinho e tirando as dúvidas", relatou.

foto - divulgação

Segundo o professor Marcelo Xavier, o fato de os magistrados explicarem seus votos ajudou no aprendizado da turma. "Ao final, houve um diálogo aberto, uma aula entre os magistrados, o procurador regional eleitoral e os alunos. A universidade se engrandece com essa oportunidade de aproximação da academia com a Justiça Eleitoral", afirmou.

A estudante Júlia Hurtado disse que a visita a fez refletir sobre o papel de cada cidadão nas eleições e sobre "o poder do voto" e seus efeitos na realidade do país.

fonte - assessoria.

Operação investiga tortura na cúpula de torcida organizada do Bahia; veja

Nove pessoas foram presas em Salvador e entre os investigados está um PM; a ação criminosa teria durado horas e envolvido o uso de tacos de beisebol, martelo, faca, além de sufocamento e afogamento



Integrantes da presidência e da diretoria da torcida organizada do Bahia são alvos de uma operação deflagrada nesta segunda-feira (28), em Salvador, que investiga casos de tortura física e psicológica dentro da sede da Bamor. Nove pessoas foram presas. Entre os investigados está um policial militar.


A ação é realizada pelo MPBA (Ministério Público da Bahia), por meio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), em conjunto com a Secretaria da Segurança Pública e as polícias Civil e Militar. São cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão na capital baiana.


Segundo as investigações, pelo menos duas pessoas teriam sido torturadas dentro da sede da torcida, em julho deste ano. As vítimas teriam sido obrigadas a confessar supostas irregularidades.


Ainda de acordo com as apurações, elas teriam sido agredidas e ameaçadas, além de sofrerem sufocamento e afogamento. A tortura teria durado horas e envolvido o uso de tacos de beisebol, martelo e faca.


Além da suspeita de tortura, a investigação apura possíveis crimes de roubo, extorsão, ameaça e associação criminosa.


A operação conta com equipes do Deic (Departamento Especializado de Investigações Criminais), do Denarc (Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico) e da Force (Força Correcional Especial Integrada), da Corregedoria-Geral da SSP. Também participam unidades especializadas da Polícia Militar e a Corregedoria da corporação.


A Bamor ainda não se manifestou sobre a operação. O espaço segue aberto para posicionamento. (CNN)

Duas pessoas morrem após caminhão despencar de ponte na BR-290 no RS

Polícia Rodoviária Federal isolou o local para perícia e apura as causas da ocorrência em Porto Alegre

Duas pessoas morreram em um acidente de trânsito que envolveu dois veículos na BR-290, na entrada de Porto Alegre (RS), na tarde deste domingo (27).


Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), por volta das 15h, um caminhão-trator e um semirreboque trafegavam pela BR-290 quando o semirreboque despencou da ponte.


O caminhão-trator ficou retido em um acesso ainda em obras, enquanto o semirreboque tombou sobre três faixas da Freeway, no sentido litoral. O Corpo de Bombeiros confirmou no local a morte dos dois ocupantes do caminhão: o condutor, de 61 anos, e o passageiro, de 38 anos. Ambos estavam sem o cinto de segurança.


O local permaneceu isolado e sinalizado pela PRF para a realização da perícia e a retirada do veículo. O trânsito ficou totalmente interrompido das 15h às 18h50, com desvio realizado no local.


Conforme verificação do disco do tacógrafo, que registra a velocidade do veículo antes do acidente, o caminhão trafegava a mais de 80 km/h no momento do sinistro, em um trecho com velocidade máxima de 50 km/h. As causas da ocorrência estão sendo apuradas. (CNN)


Operação mira desvio de armas para facções em quatro estados

Segundo as investigações, grupo adquiria armas a partir de documentos fraudentos; mandados são cumpridos na Bahia, no Rio de Janeiro, no Ceará e no Rio Grande do Sul

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta segunda (28), uma operação que mira uma organização criminosa investigada por adquirir e comercializar armas de fogo para organizações criminosas, além de utilizar documentos fraudulentos para obter registro de posse de armamento. Até o momento, quatro pessoas foram presas, duas no Rio de Janeiro e uma na Bahia.



As equipes cumprem mais de 25 mandados judiciais na Bahia (municípios de Salvador e Lauro de Freitas), no Rio de Janeiro (capital e Niterói), no Ceará (Fortaleza e Icapuí) e no Rio Grande do Sul (Santa Maria).


De acordo com as investigações, os criminosos conseguiam adquirir o armamento por meio do Certificado de Registro de CAC (Colecionador, Atirador e Caçador), que era obtido por meio de documentações fraudadas. Durante as apurações, conclui-se que na fase de obter o material, o grupo utilizava de laudos psicológicos, comprovantes de residência e vínculos de trabalho, todos falsos.


A organização praticava lavagem de dinheiro com a venda das armas e também utilizava as munições em ações de tráfico de drogas e outros crimes violentos, segundo a polícia. Foi identificada também uma divisão de tarefas do grupo, desde a aquisição dos materiais até a comercialização clandestina.


As armas, entre elas fuzis, carabinas e pistolas de diferentes calibres, foram localizadas com integrantes de organizações criminosas como CV (Comando Vermelho) e BDM (Bonde do Maluco).


A polícia também localizou empresas envolvidas no crime a partir de movimentações suspeitas acima de R$ 100 milhões.


Um dos principais articuladores da organização seria morador da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. De acordo com as autoridades, eles comandava e coordenava toda a estrutura criminosa.


Além de comercio ilegal de armas e munições, os suspeitos são investigados por falsificação documental, fraudes na obtenção de registros e lavagem de dinheiro.


A Operação Mercador é realizada pela Desarme (Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos), vinculada ao Draco (Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado), com apoio do Denarc (Departamento de Repressão e Combate ao Narcotráfico), do Deic (Departamento Especializado de Investigações Criminais), do Dip (Departamento de Inteligência Policial) e do Depom (Departamento de Polícia Metropolitana). (CNN)


"Fake news, né, presidente?": Lula é contestado sobre Nossa Senhora; veja

Presidente foi questionado em entrevista à Band em relação à notícia falsa que está circulando sobre santa católica

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi questionado, em entrevista à Band, sobre a notícia falsa de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) poderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.



"Esse negócio de mexer com Nossa Senhora Aparecida não é aceitável, não é aceitável, não dá. Já teve gente da religião evangélica que um dia chutou Nossa Senhora Aparecida", disse. "Mas foi uma fake news, né, presidente?", contestou a jornalista Adriana Araújo. "Eu não sei se foi fake news", disse Lula. A entrevista ocorreu no programa Canal Livre, veículada no último domingo (27).


"O dado concreto é que isso está na rede social muito forte, como já tenho a experiência de terem chutado, não é a primeira vez, a Nossa Senhora Aparecida, e dizer que ela não vai ser padroeira do Brasil, eu quero dizer o seguinte, ela vai ser padroeira do Brasil porque o povo brasileiro quer e tem fé", completou o presidente.


Entenda a polêmica

O entrave relacionado à Nossa Senhora Aparecida começou na noite de 23 de setembro, quando passou a circular nas redes sociais a afirmação de que Flávio Bolsonaro, se eleito presidente, retiraria de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.


Os conteúdos publicados nas redes sociais utilizaram falas de Flávio Bolsonaro feitas em agosto, em que afirmou que "quando eu for presidente, um dos meus primeiros atos será decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo". A declaração foi feita em um vídeo em que o presidenciável explicava a ausência no primeiro debate presidencial realizado pela TV Band.


A informação foi desmentida pelo candidato em suas redes sociais na última quinta-feira (24). Na publicação, o senador garantiu não haver nenhuma possibilidade de existir alguma proposta do tipo. A autoria das postagens foi atribuída pelo senador à "milícia do PT".


Já na última sexta-feira (25), na condição de ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), André Mendonça determinou que plataformas digitais removessem todas as publicações relacionadas ao conteúdo por considerá-los "notoriamente inverídicos".


Uma das pessoas afetadas pela medida foi o humorista Antonio Tabet. Em um post no X, ele escreveu: "A família miliciana odeia tanto mulher preta que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!". Após a remoção, Tabet recorreu a um processo já existente no STF (Supremo Tribunal Federal), no qual o ministro Flávio Dino havia cassado uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná para restabelecer um vídeo sobre a inelegibilidade de Deltan Dallagnol.


Na ação, o humorista pediu a Dino que o resultado daquele caso fosse estendido a ele. O magistrado acolheu o pedido e derrubou a decisão de Mendonça, para o ministro, a determinação do colega produziu censura prévia. (CNN)

Publicidade