Camisa 10 do Peixe faz primeira partida pelo clube após a Copa do Mundo
Neymar está confirmado para a partida contra a Chapecoense pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O Peixe divulgou nesta sexta (24), a lista de relacionados do jogo que acontece na Vila Belmiro, às 18h30 (de Brasília). Será apenas a 16ª vez que o camisa 10 entra em campo pelo Alvinegro Praiano na temporada.
Além do retorno de Neymar, Gabigol, Willian Arão e Igor Vinícius, poupados na vitória contra a UCV, pela Copa Sul-Americana, também retornam após serem poupados.
Com isso, o Santos deve entrar em campo com: Gabriel Brazão; Igor Vinicius, Lucas Veríssimo, João Ananias e Escobar; Willian Arão, Gabriel Bontempo e Neymar; Rollheiser, Barreal e Gabigol.
O Peixe segue sem contar com o volante Gustavinho, que trata uma lesão muscular no bíceps femoral da coxa direita
Campeão mundial e medalhista olímpico, Alison dos Santos, mais conhecido como Piu, faturou sua primeira medalha de ouro em provas individuais no Troféu Brasil nesta sexta-feira (24), no Estádio do Ibirapuera, em São Paulo. Após ausência de sete anos no Troféu Brasil, Piu não só venceu a prova, como quebrou o próprio recorde da competição (44s76) estabelecido por ele na semifinal na véspera. A principal competição de atletismo do país reúne quase mil atletas e vai até domingo (26), com transmissão ao vivo no canal do Time Brasil no YouTube.
Hoje (24) o paulista de São João da Barra garantiu o topo do pódio ao liderar a prova do início ao fim, cruzando a linha de chegada em 44s60. A prata ficou com Emerson Vieira do Nascimento (45s52) e o bronze com Guilherme Orenhas (45s56).
"Tô animado, tô feliz. É muito bom por estar de volta aqui, sabe. O que eu estava falando ali antes.... de sentir entrando nessa reta final aqui com a minha família gritando, com o pessoal torcendo... Sabendo que é um monte de pessoas que me viram quando eu tinha 15 anos, 14, 17, correndo aqui no Ibirapuera, brigando pelo troféu, pela medalha de ouro. Que estavam naquele momento e estão aqui agora. Isso é maravilhoso, não tem preço. Tô muito contente com isso", disse Piu emocionado, em entrevista ao programa Stadium, da TV Brasil.
Na última quinta (23), Piu se classificou à final com o melhor tempo 44s76, derrubando o recorde do velocista santista Sanderlei Parrela (44s82) obtido há 27 anos no Troféu Brasil. Parrela segue como detentor do recorde brasileiro nos 400m, com o tempo de 44s29, estabelecido em 1999. Na América do Sul, a melhor tempo é do colombiano Anthony José Zambrano (43s92) desde 2021 e o recorde mundial segue como o sul-africano Wayde Van Niekerk (43s03) desde 2016.
Piu ainda tem chance de garantir um segundo pódio no Troféu Brasil em sua prova predileta, a dos 400m com barreira. A semifinal será neste sábado (25) e a final no domingo (26), último dia da competição.
Campeão mundial em Eugene (EUA) em 2022 e prata na Olimpíada de Tóquio, Piu coleciona dois ouros na prova de revezamento 4x400 metro do Troféu Brasil, obtidas em 2018 e 2019.
Jurados reconheceram duas qualificadoras e determinaram o cumprimento imediato da pena, fixada em 11 anos, 1 mês e 10 dias de prisão...
O Tribunal do Júri da Comarca de Ariquemes condenou Matheus Vitor Uliana do Nascimento a 11 anos, 1 mês e 10 dias de prisão, em regime inicial fechado, pelo homicídio de Nelson Alexandre Santos Mello. A sentença foi proferida nesta quinta-feira (23), com determinação para cumprimento imediato da pena.
De acordo com o processo, o crime ocorreu na noite de 26 de fevereiro de 2025, em um posto de combustíveis na Avenida Tancredo Neves, em Ariquemes. A motivação estaria relacionada a desentendimentos envolvendo o relacionamento do réu com a ex-esposa da vítima.
Segundo a denúncia, Nelson Alexandre Santos Mello foi ao encontro do acusado e caminhou em sua direção segurando uma garrafa térmica. O réu, que estava dentro de outro veículo, abaixou o vidro e efetuou os disparos. A vítima chegou a ser socorrida ao Hospital Regional, mas não resistiu aos ferimentos.
Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu que o homicídio foi cometido com recurso que dificultou a defesa da vítima e colocou terceiros em risco. Os jurados também acolheram a tese de homicídio privilegiado, aplicada quando o crime é cometido sob domínio de violenta emoção após provocação da vítima.
Na dosimetria da pena, a Justiça considerou o uso de arma de fogo sem registro, o impacto causado aos familiares da vítima, além da confissão do acusado e de sua apresentação espontânea às autoridades.
Com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal (Tema 1068), o juiz determinou o cumprimento imediato da pena e expediu a guia provisória de prisão.
O preço pago por um medicamento público não é apenas um número registrado em uma nota fiscal. Ele pode determinar quantas pessoas serão atendidas, por quanto tempo os estoques permanecerão abastecidos e se o orçamento disponível será suficiente para responder às necessidades das unidades de saúde.
Com esse foco, o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) determinou que o Município de Ji-Paraná registre e mantenha atualizadas, no Banco de Preços em Saúde, as informações relativas às futuras compras de medicamentos, bens e insumos utilizados na rede pública.
A determinação consta do Acórdão APL-TC 00059/26, relatado pelo Conselheiro Paulo Curi Neto, durante a apreciação da prestação de contas do município referente ao exercício de 2024.
IMPORTÂNCIA DO BANCO DE PREÇOS EM SAÚDE
O Banco de Preços em Saúde é uma base de dados que reúne informações sobre aquisições realizadas por diferentes órgãos públicos. Ao consultar esses registros, os gestores conseguem comparar valores, identificar diferenças significativas e utilizar referências mais seguras antes de concluir uma compra.
A atualização das informações também amplia a transparência. Além de orientar os setores responsáveis pelas licitações, a ferramenta permite que os órgãos de controle e a própria sociedade acompanhem os valores pagos por medicamentos, materiais hospitalares e outros produtos destinados ao atendimento da população.
PREÇOS MAIS JUSTOS
Na decisão, o TCE-RO destacou que a inserção dos dados deverá contribuir para orientar os processos de aquisição e evitar preços abusivos.
O impacto esperado é concreto. Quando um município compra determinado medicamento por um valor superior às referências praticadas por outros órgãos, parte do orçamento pode ser consumida sem que isso represente aumento da quantidade de produtos ou melhoria do atendimento.
Por outro lado, uma pesquisa de preços bem estruturada pode permitir que o mesmo recurso público seja utilizado para adquirir mais medicamentos e atender um número maior de pacientes.
PLANEJAR PARA REDUZIR RISCOS E EVITAR DESPERDÍCIOS
A decisão também reforça a importância do planejamento. Antes de iniciar uma compra, o município deve conhecer o consumo das unidades, avaliar os estoques existentes, identificar os produtos prioritários e verificar os preços registrados em outras contratações públicas.
Esse processo reduz o risco de compras emergenciais, desperdícios, sobrepreços e falta de medicamentos. Também contribui para que a administração faça escolhas mais eficientes, especialmente em um setor no qual atrasos e falhas podem afetar diretamente pessoas que dependem do Sistema Único de Saúde.
Para o cidadão, o funcionamento de uma base de preços pode parecer distante da rotina de uma unidade básica ou de uma farmácia pública. Mas a relação é direta: quanto melhor for a compra, maior será a possibilidade de o recurso disponível se transformar em medicamentos, materiais e atendimento.
A determinação do TCE-RO busca fazer com que a transparência dos preços deixe de ser apenas uma obrigação administrativa e funcione como instrumento de proteção ao orçamento da saúde e ao direito da população de receber serviços públicos mais eficientes.
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou nesta sexta-feira (24) recurso contra a decisão que o proibiu de receber visitas na prisão domiciliar pelo prazo de 30 dias.
Na semana passada, a medida foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente. Bolsonaro tem contra ele uma restrição que o proíbe de usar a internet, inclusive por meio de terceiros.
Na mesma decisão, Moraes acrescentou que Bolsonaro está proibido de receber visitas com finalidade político-eleitoral até o término das eleições de outubro.
O ex-presidente também não poderá divulgar manifestos político-eleitorais, inclusive por meio de terceiros, por qualquer meio de divulgação.
No recurso apresentado ao Supremo, a defesa sustenta que o ex-presidente não pode ter suas liberdades de pensamento e de manifestação de ideias restringidas em função de sua condenação.
"Decisão termina por impor restrição que não decorre da sentença, da lei ou da Constituição, além de representar sensível ampliação do alcance tradicionalmente atribuído às limitações próprias da execução penal, convertendo-a em instrumento de limitação ideológica, resultado incompatível com o regime constitucional das liberdades públicas", afirmou a defesa.
No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar. O ex-presidente se recupera de uma pneumonia bacteriana.
As novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos vão atingir US$ 6,6 bilhões em produtos brasileiros exportados ao mercado norte-americano, informou nesta sexta-feira (24) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).
Segundo a pasta, a sobretaxa acumulada de 37,5% alcança 16,5% das exportações brasileiras para os EUA.
A medida resulta da combinação de uma tarifa adicional de 25%, anunciada anteriormente pelo governo do presidente Donald Trump, com uma nova sobretaxa de 12,5%, divulgada nesta quinta-feira. Quando as duas incidem sobre o mesmo produto, a alíquota chega a 37,5%.
Entre os itens atingidos estão máquinas e equipamentos, diferentes tipos de madeira, gorduras e óleos, calçados, móveis e confecções.
Quanto será afetado
Segundo o governo brasileiro, as novas medidas tarifárias alcançam 23,1% das exportações destinadas aos Estados Unidos.
Distribuição das exportações:
• 52,7% (US$ 21,3 bilhões) permanecem fora das novas sobretaxas;
• 24,2% (US$ 9,8 bilhões) continuam com tarifas setoriais já existentes dos Estados Unidos (Seção 232);
• 16,5% (US$ 6,6 bilhões) recebem tarifa acumulada de 37,5%;
• 4,7% (US$ 1,9 bilhão) são tributados apenas em 12,5%;
• 1,9% (US$ 800 milhões) pagam somente a sobretaxa de 25%.
Entre os produtos que seguem sem as novas sobretaxas estão café, carnes, aeronaves, suco de laranja, frutas, ferro fundido, grande parte da celulose e diversos produtos químicos.
O que é a Seção 301?
Grande parte das novas medidas foi adotada com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos (Trade Act de 1974).
Esse dispositivo autoriza o governo norte-americano a investigar práticas comerciais de outros países consideradas injustas ou prejudiciais aos interesses dos Estados Unidos. Caso conclua que há violação ou prática considerada discriminatória, Washington pode impor medidas de retaliação, como tarifas adicionais sobre produtos importados.
No caso brasileiro, os Estados Unidos abriram duas investigações com base na Seção 301.
A primeira é específica contra o Brasil e resultou na sobretaxa adicional de 25% para determinados produtos brasileiros, embora uma lista de exceções tenha sido ampliada na decisão final.
A segunda investigação trata de políticas relacionadas ao combate ao trabalho forçado nas cadeias globais de suprimentos. Nessa apuração, o governo norte-americano aplicou tarifas de 10% ou 12,5% aos seus 60 principais parceiros comerciais. O Brasil ficou entre as 41 economias que receberam a alíquota de 12,5%.
O que é a Seção 232?
Já a Seção 232 da Lei de Expansão Comercial dos Estados Unidos (Trade Expansion Act de 1962) tem um objetivo diferente.
Ela permite que o governo norte-americano imponha restrições às importações quando conclui que determinado produto representa risco à segurança nacional. Diferentemente da Seção 301, que investiga práticas comerciais de países específicos, a Seção 232 normalmente estabelece tarifas para setores inteiros, aplicadas a praticamente todos os parceiros comerciais.
Foi esse mecanismo que serviu de base, por exemplo, para as tarifas sobre aço, alumínio e outros produtos industriais.
Segundo o Mdic, os produtos sujeitos às tarifas da Seção 232 não acumulam as novas sobretaxas impostas pela Seção 301.
Como ficam as tarifas
De acordo com o governo brasileiro, quando um produto está enquadrado nas duas investigações da Seção 301, as alíquotas se somam.
Na prática:
• 25% da investigação específica sobre o Brasil;
• 12,5% da investigação sobre trabalho forçado;
• 37,5% de tarifa total quando ambas incidem sobre o mesmo produto.
As medidas passaram a vigorar em julho de 2026, com exceção para mercadorias já embarcadas antes da entrada em vigor das novas regras e que chegaram aos Estados Unidos dentro do prazo estabelecido pelo governo norte-americano.
Comércio desacelera
O endurecimento das tarifas ocorre em meio à perda de ritmo do comércio entre os dois países.
Após atingir o recorde de US$ 40,4 bilhões em exportações para os Estados Unidos em 2024, as vendas brasileiras recuaram para US$ 37,7 bilhões em 2025 e continuaram em queda ao longo de 2026.
No primeiro semestre deste ano, as exportações brasileiras para o mercado norte-americano somaram US$ 17,4 bilhões, retração de 13% em comparação com igual período do ano passado.
Os principais recuos ocorreram em:
• petróleo bruto (-30,4%);
• produtos semiacabados de ferro e aço (-21,7%).
Como consequência, a participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras caiu de 12,1% para 9,4% entre os primeiros semestres de 2025 e 2026. Na comparação anual, a fatia norte-americana passou de 12% das exportações brasileiras em 2024 para 10,8% em 2025.
As importações brasileiras de produtos dos Estados Unidos também diminuíram no primeiro semestre, levando a uma retração de 12,8% na corrente de comércio bilateral.
Cenário
Na avaliação do Mdic, o aumento das tarifas reforça o ambiente de incerteza no comércio entre Brasil e Estados Unidos, marcado pela ampliação do uso de instrumentos tarifários por Washington e por mudanças frequentes nas condições de acesso ao mercado norte-americano.
Apesar disso, 52,7% das exportações brasileiras permanecem fora das novas sobretaxas específicas impostas com base na Seção 301, sujeitas apenas às tarifas ordinárias de importação dos Estados Unidos.
A prevalência dos principais tipos de HPV caiu quase à metade no Brasil após a vacinação, aponta o maior estudo sobre a eficácia do imunizante já realizado na América Latina.
Dados coletados em 2016 e 2017 mostram que 14,98% dos participantes já tinham sido infectados por pelo menos um dos quatro tipos cobertos pela vacina. Já nas amostras coletadas entre 2020 e 2023, essa proporção ficou em 7,95%.
A pesquisa Pop-Brasil foi realizada pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde. Na primeira fase, foram analisadas amostras de 6.388 participantes não vacinados de ambos os sexos. Já na segunda fase, foram mais de 10 mil participantes, vacinados e não vacinados. As amostras foram coletadas em unidades de saúde.
Nos dois períodos, o foco foram os jovens de 16 a 25 anos, como explica a médica epidemiologista e líder da pesquisa Eliana Wendland:
"Essa faixa etária é a que tem a maior prevalência de HPV, porque é o início da atividade sexual. Essa faixa etária também foi escolhida porque todo mundo ali já deveria ter sido vacinado"
Infelizmente, não foi isso o que aconteceu. Entre as meninas e mulheres da pesquisa, apenas 61,8% estavam vacinadas, e a proporção foi ainda menor entre os participantes do sexo masculino: 31,1%. A taxa de cobertura ideal é de 90%.
Ainda assim, a vacina comprovou o seu potencial. Entre as meninas e mulheres, a prevalência dos tipos de HPV cobertos pelo imunizante foi de 15,6% na primeira fase, quando apenas pessoas não vacinadas participaram da pesquisa. Já na segunda fase, a detecção do vírus entre as participantes vacinadas caiu para 3,1%.
De acordo com Eliana, a pesquisa verificou ainda que o imunizante já foi capaz de produzir um certo "efeito rebanho":
"Nós também percebemos nas meninas um efeito populacional da vacinação. Mesmo entre aquelas que não foram vacinadas, nós tivemos uma diminuição da prevalência de HPV."
Isso acontece porque a vacinação em altas coberturas diminui a circulação dos agentes causadores de doença, protegendo indiretamente toda a população. Na parcela de meninas e mulheres não vacinadas, a prevalência dos quatro tipos de HPV combatidos pela vacina foi de 10,5% na segunda fase da pesquisa.
Já entre os homens, a prevalência desses subtipos do vírus caiu de 13,8% para 4,6% entre os vacinados, mas não houve mudança estatisticamente significativa entre os participantes não vacinados da segunda fase. De acordo com Eliana, a explicação é a baixa cobertura vacinal desse público.
"Esse achado não é inesperado, uma vez que os meninos costumam receber menos incentivo à vacinação contra o HPV do que as meninas, em parte porque o vírus ainda é amplamente percebido como uma causa predominantemente do câncer do colo do útero", destaca a prévia do artigo que será publicado na revista npj Vaccines com os resultados da pesquisa.
Vacinação eficaz
Outro dado reforça o poder e a importância da vacina é que, entre as duas fases da pesquisa, a prevalência geral de HPV na população, considerando todos os subtipos existentes, subiu de 46,7% para 56,6%, ao contrário do que aconteceu com os quatro subtipos combatidos pelo imunizante.
A pesquisa também encontrou evidências de que o esquema atual oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de apenas uma dose, é eficaz, porque não encontrou diferença na prevalência do vírus comparando pessoas vacinadas com uma, duas ou três doses.
A vacinação contra o HPV pelo Sistema Único de Saúde começou em 2014, apenas com meninas, mas passou a englobar também os meninos a partir de 2017, com algumas mudanças na faixa etária ao longo dos anos. Em 2024, o esquema básico mudou de duas doses para uma.
Hoje, o público-alvo são todas as crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, além de alguns públicos adultos vulneráveis, como imunossuprimidos, vítimas de violência sexual, usuários de profilaxia pré-exposição para prevenção do HPV e pessoas que já tiveram lesões precursoras no colo do útero.
O HPV, sigla para papilomavírus humano, é o principal causador do câncer do colo do útero, mas também pode provocar a doença em outros órgãos como pênis, ânus e garganta. Nem todo subtipo do vírus têm potencial cancerígeno, mas a vacina disponível no sistema público protege contra os quatro principais tipos oncogênicos.
Estoques dos tipos sanguíneos mais utilizados em transfusões estão em nível crítico; unidades de hemoterapia reforçam o chamado à população...
A Hemorrede Estadual de Rondônia emitiu um alerta sobre a situação crítica dos estoques de sangue, especialmente dos tipos O positivo (O+) e O negativo (O-), considerados essenciais para o atendimento de pacientes em hospitais de todo o estado.
Segundo a rede, o sangue O+ é o mais utilizado em transfusões por atender a maioria dos pacientes com fator Rh positivo. Já o O- é conhecido como doador universal para hemácias e é indispensável em atendimentos de urgência e emergência, quando não há tempo para identificar o tipo sanguíneo do paciente.
Diante da baixa nos estoques, a Hemorrede reforça o pedido para que doadores compareçam às unidades de coleta e contribuam para garantir o abastecimento e a continuidade dos atendimentos.
Para doar sangue é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos (menores de idade devem estar acompanhados do responsável legal), pesar no mínimo 50 quilos, apresentar documento oficial com foto e seguir as orientações sobre alimentação antes da doação.
As coletas são realizadas nas unidades de Porto Velho, Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná, Rolim de Moura, Vilhena e Guajará-Mirim, em horários específicos de atendimento.
Em Porto Velho, o Hemocentro Coordenador funciona de segunda a sexta-feira, das 7h15 às 18h, e aos sábados, das 7h15 às 12h, na Avenida Governador Jorge Teixeira, nº 3.766, bairro Industrial. Informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (69) 99387-2804.
HEMOCENTRO COORDENADOR DE PORTO VELHO Avenida Governador Jorge Teixeira, nº 3766 – Industrial – Porto Velho/RO.
Telefone: (69) 99387- 2804 (Whatsapp).
Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h15 às 18h, e aos sábados, das 7h15 às 12h.
ARIQUEMES
Rua: Cassiterita, nº 3613 – Centro
Telefone: (69) 99216-2238 (Whatsapp)
Segunda a sexta das 07h às 12h
CACOAL
Av. Malaquita, s/nº – Bairro Josino Brito. Ao lado do Hospital Regional
DHPP afirma que diligências seguem em andamento e que ainda não há informações oficiais que possam ser divulgadas sem comprometer a investigação...
A Polícia Civil de Rondônia divulgou uma nota oficial informando que a morte do médico Lucas Macedo Martins segue sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Segundo a instituição, equipes estão em diligências de campo, realizando coleta de informações, levantamentos técnicos e demais procedimentos investigativos necessários para o esclarecimento do caso.
A corporação informou ainda que, devido ao estágio inicial das investigações, não existem informações oficiais que possam ser divulgadas neste momento nem justificativa para a realização de entrevista coletiva.
Na nota, a Polícia Civil reforça que todas as linhas investigativas pertinentes estão sendo analisadas e que novas informações serão divulgadas oportunamente, quando houver elementos técnicos e jurídicos que permitam a publicidade dos fatos sem comprometer o andamento das investigações.
Por fim, a instituição reafirmou o compromisso com a apuração rigorosa do caso e informou que manterá a imprensa e a sociedade atualizadas por meio de seus canais oficiais, à medida que a investigação avançar.
Lucas Macedo Martins, de 32 anos, estava desaparecido desde terça-feira; Polícia Civil investiga o homicídio e tenta identificar o autor do crime...
FOTO - ARQUIVO PESSOAL
O médico residente Lucas Macedo Martins, de 32 anos, foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira (24) dentro de um túmulo no Cemitério Santo Antônio, em Porto Velho. Ele estava desaparecido desde a última terça-feira (21), e o caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio.
O corpo foi localizado por funcionários do cemitério, que perceberam sinais de violação em uma sepultura. Ao verificarem o local, encontraram o cadáver e acionaram a Polícia Civil e a Perícia Criminal.
Segundo as primeiras informações da investigação, Lucas foi encontrado seminu e apresentava diversos sinais de violência, incluindo uma lesão no lado esquerdo do crânio, afundamento na região do rosto e um grave ferimento no olho direito.
A principal linha investigativa aponta que o médico teria ido ao cemitério acompanhado de outra pessoa e que, após um possível encontro íntimo, teria ocorrido uma discussão seguida de agressões. No local, os policiais encontraram pedaços de tijolo com manchas de sangue e fios de cabelo, que serão submetidos à perícia.
A Polícia Civil também apura a informação de que o veículo da vítima teria sido levado para a Bolívia e trabalha para identificar a pessoa que estava com Lucas antes do crime.
Em nota oficial divulgada nesta sexta-feira, a Polícia Civil informou que o caso está sob responsabilidade do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e que, devido ao estágio inicial das investigações, ainda não divulgará novos detalhes para não comprometer a apuração.
Investigado por invadir a casa do dono de um restaurante em Porto Velho descumpriu medidas cautelares poucas horas após deixar a prisão, segundo decisão da Justiça...
A Justiça de Rondônia decretou a prisão preventiva de Luiz Henrique Nogueira Monteiro, ex-funcionário preso por invadir a residência do empresário Daniel Moraes da Silva, conhecido como Daniel Pitbull, em Porto Velho. A decisão foi tomada após o investigado descumprir as medidas cautelares impostas durante a audiência de custódia, realizada um dia após a prisão em flagrante.
Conforme a decisão judicial, Luiz Henrique havia obtido liberdade provisória mediante uso de tornozeleira eletrônica, proibição de se aproximar da vítima e do restaurante, além de outras restrições. No entanto, logo após deixar a prisão, ele teria retornado à residência do empresário e feito novas ameaças de morte, repetindo a conduta em outras oportunidades, conforme imagens do sistema de monitoramento anexadas ao processo.
Ao analisar o caso, a magistrada entendeu que o investigado desrespeitou justamente a principal medida imposta pela Justiça, demonstrando que as cautelares não foram suficientes para proteger a vítima. Diante disso, revogou a liberdade provisória e decretou sua prisão preventiva.
O caso teve início na quarta-feira (22), quando Luiz Henrique, demitido dias antes após trabalhar por apenas cinco dias no restaurante, invadiu a residência do empresário em busca de objetos de valor.
Ele foi contido por um funcionário, preso em flagrante pela Polícia Militar e parte dos bens furtados foi recuperada. Durante a audiência de custódia, a defesa alegou que o investigado sofreu um "surto psíquico", argumento que não impediu a decretação da prisão preventiva após o descumprimento das determinações judiciais.
O titular da Seduc, Massud Badra, ressaltou que a modalidade desempenha um papel importante na redução das desigualdades educacionais. “A EJA possibilita que jovens e adultos retomem a trajetória escolar com qualidade e apoio pedagógico adequado, fortalecendo a formação cidadã e ampliando as perspectivas de inserção no mercado de trabalho e continuidade dos estudos’’, destacou.
A Educação de Jovens e Adultos é destinada a pessoas que não concluíram a educação básica na idade regular e desejam finalizar a escolaridade.
Na Escola Barão do Solimões, as aulas são ofertadas no período noturno, possibilitando que trabalhadores, pais de família e demais estudantes conciliem os estudos com outras atividades do dia a dia.
As matrículas podem ser realizadas na secretaria da unidade mediante apresentação dos documentos exigidos.