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Plateias jovens dançam ao som emocionante de Royalty, música eletrônica rondoniense - por Montezuma Cruz

foto - divulgação

O músico Iuri Brasil do Nascimento, 30 anos, não esperava que o seu sucesso pop fosse além das festas que anima em Porto Velho.  Em junho ele viu a nova versão de Royalty tocada sucessivas vezes aqui e no Exterior.  Até a semana passada, sua música completa obteve 324 mil visualizações em redes sociais – um fenômeno na mídia digital. Agora, a meta é alcançar o rádio e a TV.

Ele e a esposa, a DJ Flávia Aquarela, comemoram o êxito. No ambiente musical da Capital de Rondônia não se fala em outro assunto. O replique ao vídeo postado por Felipe “flanelinha” usando colete de trabalho foi surpreendente.

Aquarela é conhecidíssima em Porto Velho, unindo carisma e competência para difundir a música. A noite musical em Porto Velho possui diversidade de ritmos, e o eletrônico desponta.

O carisma da letra mostra superação (veja no final do texto). Ela se insere em festas notáveis e, por ter ritmo diferente, logo competirá com o tradicional.

“É uma pegada sensacional, porque temos a chance de colocar a Amazônia para seguir os passos do DJ Alok”, diz Iuri satisfeito com o resultado da experiência. Alok Achkar Peres Petrillo, um dos mais influentes produtores de música eletrônica do mundo,

Ao som de Royalty, as pesssoas dançam, pulam, e consagram uma antiga versão agora em uma pegada eletrônica focada em batidas aceleradas, letra marcante e instrumental emocional.

Praticamente reinaugurada, essa música cujo nome se traduz em “aquilo que pertence ao rei”) renasceu em outro estilo acessível. Já foi tocada em Berlim, na Alemanha.

Com a fama que começa a extrapolar os limites rondonienses e nacionais, Iuri vem recebendo convites para tocar em outros estados. Em algumas academias, onde compareceu a pedido de fãs, ouviu sensibilizado sublimes depoimentos: “Contam que, ao ouvir Royalty, mesmo aqueles que não frequentam festas se dispõem a frequentá-las, pois a emoção é certa; alguns extravasam emoções.”.



Realeza

Diga que sou insensível
Mas estou apenas começando
Tenho meus olhos no alvo

Agora, agora
Uh, uh, uh

Até que as batalhas sejam vencidas
Até a vinda do reino

Uh, uh, uh
Eu nunca vou correr

 

Melhor ser leal a mim
Porque estou conquistando o mundo, você verá

Eles estarão me chamando, me chamando
Estarão me chamando de realeza

 

Melhor ser leal a mim
Porque estou conquistando o mundo, você verá

Eles estarão me chamando, me chamando
Estarão me chamando de realeza
Estarão me chamando de realeza

 

Dizem que sou perigoso, porque eu
Quebrei todas as jaulas
Não, eu não vou me sentar e aceitar

Agora, agora

Eles me deixaram para morrer, acho que eles nunca vão aprender

Cada vez que me quebro, há apenas mais dor para queimar
Eles nunca, nunca, nunca aprenderão

Uh, uh, uh

Até que as batalhas sejam vencidas
Até a vinda do reino

Uh, uh, uh
Eu nunca vou correr

Melhor ser leal a mim
Porque estou conquistando o mundo, você verá

Eles estarão me chamando, me chamando
Estarão me chamando de realeza

Melhor ser leal a mim
Porque estou conquistando o mundo, você verá

Eles estarão me chamando, me chamando
Estarão me chamando de realeza

Estarão me chamando de realeza
Estarão me chamando de realeza

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*Chegou a Rondônia em 1976. Em dois períodos profissionais esteve no Acre, norte mato-grossense, Amazonas, Pará e Roraima, a serviço da Folha de S. Paulo, O Globo e Jornal do Brasil. Acompanhou a instalação do Centro de Triagem de Migrantes em Vilhena e a chegada dos recursos financeiros da Sudam, Polamazônia e Polonoroeste durante a elevação do antigo território federal a estado. Deu ênfase à distribuição de terras pelo Incra, ao desmatamento e às produções agropecuária e mineral. Cobriu Mato Grosso antes da divisão do estado (1974 a 1977); populações indígenas em Manaus (AM); o nascimento do Mercosul (1991) em Foz do Iguaçu, na fronteira brasileira com o Paraguai e Argentina; portos, minérios e situação fundiária no Maranhão; cidades e urbanismo em Brasília (DF).


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Nota de responsabilidade

As opiniões expressas neste texto são de inteira responsabilidade do autor e não refletem, necessariamente, a posição editorial deste jornal.

Número de mortos após terremotos na Venezuela sobe para 3.889

Tremores também deixaram ao menos 16.740 feridos e 17.907 desalojados, informou o governo venezuelano nesta quinta-feira (9)...


O número de mortos decorrentes dos dois terremotos na Venezuela subiu para 3.889, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (9) pelo governo venezuelano.

A contagem mais recente situa em 16.740 o número de feridos nos terremotos de 24 de junho, e em 17.907 o número de desabrigados.

Em atualização - fonte - CNN BRASIL.

MPRO obtém condenação de policial por h*micídio qualificado de amigo e colega de profissão

O Ministério Público de Rondônia (MPRO) obteve, nesta quarta-feira (8/7), a condenação de um policial militar a 21 anos de prisão pelo homicídio qualificado de um amigo, julgado pelo Tribunal do Júri de Porto Velho. O Conselho de Sentença acolheu a denúncia apresentada pelo MPRO e reconheceu que o crime foi cometido por motivo fútil e mediante traição.


Segundo a denúncia, o homicídio ocorreu na madrugada de 18 de janeiro de 2023, pouco antes das 4 horas, na Avenida Pinheiro Machado, entre as ruas Marechal Deodoro e Joaquim Nabuco, na capital.

De acordo com o promotor de Justiça Marcus Alexandre de Oliveira Rodrigues, responsável pelo caso, o réu e a vítima eram policiais militares, trabalhavam na mesma corporação e mantinham uma amizade de longa data. “A relação de confiança entre ambos foi utilizada pelo condenado para surpreender a vítima e cometer o homicídio”, explicou.

Crime

De acordo com as investigações presididas pelo delegado Cicero Cavalcante, da Delegacia de Homicídios, a vítima trabalhava na segurança de um empresário e estava em um estabelecimento comercial consumindo bebida alcoólica. O denunciado foi convidado pela vítima, com quem mantinha amizade de longa data, para participar do encontro.

Ao fim da confraternização, ambos deixaram o local em uma caminhonete. A vítima dirigia o veículo, enquanto o réu ocupava o banco traseiro, atrás do motorista, embriagado.

Quando o veículo cruzava o semáforo da Avenida Pinheiro Machado com a Rua Marechal Deodoro, o réu sacou uma pistola calibre .40 e efetuou dois disparos contra a vítima, atingindo a região da nuca e a parte posterior da cabeça. Após ser baleada, a vítima perdeu o controle do veículo, que colidiu contra um automóvel estacionado.

Motivação

A denúncia apontou que o crime teve origem em um desentendimento ocorrido durante uma festa realizada em 25 de dezembro de 2022. Na ocasião, a vítima repreendeu o denunciado por seu comportamento. Segundo depoimentos reunidos na investigação, após o episódio, o acusado afirmou às testemunhas que mataria a vítima.

Para o MPRO, o homicídio foi praticado por motivo fútil, decorrente dessa discussão originária. Também foi reconhecida a qualificadora da traição, pois o condenado aproveitou a posição em que estava dentro do veículo e a relação de confiança mantida com a vítima para surpreendê-la, sem possibilidade de defesa.

A família do policial morto acompanhou todo o julgamento e saiu satisfeita com o resultado. Segundo a irmã, “esse resultado é um refrigério para a nossa alma. A justiça foi feita.”

fonte - MPRO.

PF mira empresário suspeito de intimidar jornalistas no caso Master

Décima fase da Operação Compliance foi deflagrada nesta quinta...

Cerimônia de inauguração da nova sede da Polícia Federal, em Brasília.
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (9) a 10ª fase da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master.

Brasília – DF – 09/07/2026  Empresário Thiago Miranda. Foto: Instagram/thiagomiranda__
Empresário Thiago Miranda é alvo da Operação Compliance Zero- Instagram/thiagomiranda__

O alvo desta fase é o empresário Thiago Miranda, acusado de ter ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro e atuar para intimidar jornalistas e servidores do Banco Central pelas redes sociais.

As buscas da PF foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso.

De acordo com as investigações da PF, recursos do esquema de fraudes no Master foram usados por Vorcaro para promover campanhas de desinformação na mídia tradicional e na digital. O trabalho era realizado por influenciadores contratados.

Segundo a PF, Vorcaro estruturou uma "organização criminosa" para blindar os atos ilícitos da gestão dele no Master.

Conforme a decisão do ministro, Thiago Miranda, ex-sócio do Portal Léo Dias, foi responsável pelo monitoramento da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo. A profissional publicou grande parte dos furos jornalísticos envolvendo as fraudes no banco de Vorcaro.

"Os elementos analisados apontam que Thiago Miranda desempenhava papel central nessas iniciativas, sendo o principal responsável por realizar pesquisas e levantamentos acerca da vida privada da jornalista em questão", afirmou.

Itaú

De acordo com a apuração, Thiago Miranda também teria participado do trabalho de levantamento de informações sigilosas contra Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú.

"Nos diálogos identificados, Daniel Vorcaro envia as seguintes mensagens à Thiago Mirante: Estou precisando fazer um levantamento do Milton Maluhy. Está me causando muito problema. Me ajuda nisso? No minuto seguinte, Thiago responde: Deixa comigo", diz trecho da investigação.

Outro lado

Em nota à Agência Brasil, o advogado Rafael Martins disse que Thiago Miranda não cometeu qualquer irregularidade e acrescentou que o empresário está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários.

"Thiago Miranda sempre pautou sua atuação profissional pela legalidade, pela transparência e pelo respeito às instituições e pelo livre exercício da liberdade de expressão, não tendo praticado qualquer ato criminoso, tampouco participado de conduta destinada a intimidar, coagir, constranger ou violar direitos de terceiros", afirmou. 

Matéria atualizada às 18h15 para acrescentar posicionamento de Thiago Miranda.

fonte - AGENCIA BRASIL.

Justiça condena sete integrantes de facção investigados na Operação Red Ignis em Rondônia

Condenados receberam penas de até 8 anos de prisão por integrar organização criminosa ligada aos ataques registrados no estado em 2025...

Foto - reprodução

A Justiça de Rondônia condenou sete denunciados na Operação Red Ignis, investigação conduzida pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em parceria com a Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/RO). As penas variam de 5 anos e 4 meses a 8 anos, 3 meses e 16 dias de reclusão.

Segundo o MPRO, a investigação desarticulou uma organização criminosa apontada como responsável por coordenar ataques contra a segurança pública e o patrimônio em diversos municípios de Rondônia. A operação contou com apoio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), além de equipes especializadas das Polícias Civil e Militar.

FOTO - MPRO

As investigações tiveram início após os ataques registrados em janeiro de 2025, quando ônibus foram incendiados, bens públicos destruídos e agentes de segurança passaram a ser alvo de ameaças.

De acordo com a sentença da 4ª Vara Criminal de Porto Velho, os investigados utilizavam um grupo de mensagens para compartilhar informações, transmitir ordens e fortalecer a atuação da organização criminosa. 

As provas incluíram relatórios técnicos, extração de dados telemáticos autorizada pela Justiça, depoimentos de testemunhas e outros elementos produzidos durante a instrução processual.

Os sete réus foram condenados pelo crime de integrar organização criminosa, com aplicação das causas de aumento previstas na Lei nº 12.850/2013. 

A Justiça fixou regimes inicial semiaberto e fechado, manteve a prisão dos condenados que já estavam custodiados e negou o direito de recorrer em liberdade nos casos em que permaneceram os fundamentos da prisão preventiva.

Propaganda intrapartidária já está permitida; entenda as regras

Período é voltado apenas aos partidos e pré-candidatos. Pedido de voto ao público continua proibido e pode ser denunciado à Justiça Eleitoral...

Período é voltado apenas aos partidos e pré-candidatos. Pedido de voto ao público continua proib...

A Justiça Eleitoral de Rondônia informa que, desde domingo (5), está permitida a realização de propaganda intrapartidária para quem pretende disputar as Eleições Gerais de 2026. Essa fase faz parte do calendário eleitoral e tem regras específicas. A propaganda eleitoral para o público em geral, só será permitida a partir de 16 agosto.

Em 2026, as convenções serão realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto. É nesse período que partidos e federações escolhem oficialmente seus candidatos e definem outras decisões relacionadas às eleições.

O que é propaganda partidária?

É uma divulgação voltada exclusivamente para filiados e participantes das convenções partidárias. Ela serve para que uma pré-candidata ou pré-candidato peça apoio dentro do partido, na disputa pela indicação para concorrer às eleições.

Durante esse período, podem ser utilizados materiais como faixas, cartazes, banners e outros meios próximos ao local da convenção. Todo esse material deve ser retirado logo após o encerramento do evento.

O que pode?

Alguns exemplos de propaganda intrapartidária permitida:

- Apresentar o nome de um pré-candidata ou de um pré-candidato aos filiados do partido;

- Distribuir material informativo aos participantes da convenção;

- Colocar faixas ou cartazes nas proximidades do local onde será realizada a convenção partidária.

O que NÃO pode?

Esse é um dos pontos que mais gera dúvidas.

A propaganda intrapartidária não pode ser direcionada ao eleitorado em geral. Isso significa que ainda não é permitido pedir votos nem fazer campanha para o público.

Por exemplo:

- Pode: “Apoie meu nome na convenção do partido”.

- Não pode: “Vote em mim para deputado nas eleições de outubro”.

Também é proibido utilizar:

- Rádio, televisão, outdoors e propaganda política paga para divulgar a pré-candidatura.

Se houver pedido de voto ao público ou divulgação fora das regras, a situação pode caracterizar propaganda eleitoral antecipada, sujeita às penalidades previstas na legislação.

E nas redes sociais?

Esse ano, houve uma mudança importante na Resolução TSE nº23.610/2019, que passou a tratar expressamente da propaganda intrapartidária na internet.

Na prática, significa que não existe uma proibição absoluta de uso das redes sociais durante esse período. Porém, o uso continua sujeito a limites bastante claros.

Entenda de forma simples:

- Até 15 de agosto: o pré-candidato pode falar de ideias, participar de debates e, durante a propaganda intrapartidária, buscar apoio dentro do próprio partido. O que continua proibido é pedir voto ao eleitor.

- A partir de 16 de agosto: começa oficialmente a campanha eleitoral, quando o pedido de voto passa a ser permitido dentro das regras da legislação eleitoral.

Quais regras devem ser observadas?

A legislação veda a utilização de rádio, televisão e outdoor para a propaganda intrapartidária, inclusive de propaganda política paga, conforme a Lei nº 9.504/1997, artigo 36, parágrafo 1º, e a Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.610/2019.

Em caso de descumprimento, os responsáveis pela divulgação da propaganda e os respectivos beneficiários podem pagar multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil ou no valor equivalente ao custo da propaganda.

Como denunciar propaganda irregular?

Se qualquer cidadã ou cidadão identificar pedido de voto antes do período permitido ou outra propaganda em desacordo com a legislação, poderá comunicar o fato à Justiça Eleitoral.

- Pelo telefone: 0800 148 0148 (ligação gratuita)

- WhatsApp do TRE-RO: (69) 3211-2148 (Ouvidoria)

- Pelo site: Denúncia 148 (Formulário de denúncia eleitoral em Rondônia)

Acesse: www.tre-ro.jus.br, segue para Eleições e clica na coluna (denúncia 148). Preenche o formulário, onde pode até enviar imagem, áudio ou vídeo.

IMPORTANTE: Todas as denúncias são tratadas como sigilosas, assegurando a confidencialidade da denunciante ou denunciante.

Eleições 2026: 6 votos e um futuro. No dia 4 de outubro, faça sua escolha consciente.

FONTE - TRE/RO.

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