Últimas Notícias
Brasil

Cacoal é o primeiro município de Rondônia a receber tecnologia com drones para combater a dengue

Tecnologia com drones para combate à dengue chega a Cacoal, em Rondônia. Solução baseada em inteligência territorial chega ao estado para mapear áreas de risco e orientar ações preventivas contra o Aedes aegypti...


Cacoal será o primeiro município de Rondônia a receber uma operação de mapeamento e tratamento contra o Aedes aegypti com uso de drones e análise territorial. 

O programa Techdengue chega ao estado para ampliar o uso de tecnologia no enfrentamento às arboviroses na região Norte.


Realizada com drones equipados com câmeras de alta resolução, a operação é capaz de mapear áreas urbanas e identificar pontos com potencial para acúmulo de água parada, principal fator para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Segundo Renato Mafra, diretor de operações do Techdengue, a proposta é fortalecer a atuação dos municípios com base em dados. “O uso da tecnologia permite que a gestão pública deixe de atuar apenas de forma reativa e passe a antecipar riscos com mais precisão”, afirma.


As imagens captadas são processadas por sistemas de inteligência artificial e transformadas em mapas de risco, que orientam a atuação das equipes de campo. “A partir desses dados, conseguimos direcionar as ações exatamente onde o problema está ou tem maior probabilidade de surgir”, explica o executivo.

Tecnologia já utilizada em centenas de cidades

O Techdengue já apoia ações de combate às arboviroses em mais de 630 municípios brasileiros, alcançando cerca de 13 milhões de pessoas. Os dados coletados no mapeamento são utilizados para direcionar ações preventivas, substituindo modelos baseados exclusivamente no aumento de casos por estratégias orientadas por evidências.

A leitura territorial permite identificar áreas críticas antes do agravamento do cenário epidemiológico. Renato destaca que esse é um dos principais diferenciais da operação. “Quando o município consegue agir antes do aumento de casos, o impacto é menor e a resposta se torna mais eficiente”, diz.


Mapeamento detalhado e atuação direcionada

O processo começa com o mapeamento aéreo de áreas urbanas, incluindo locais de difícil acesso, como telhados, terrenos fechados e estruturas elevadas. A partir das imagens captadas, algoritmos identificam padrões associados à formação de criadouros.

As informações são integradas a plataformas de geoprocessamento, que geram indicadores operacionais e mapas de risco. “As imagens trazem um nível de detalhamento que não seria possível em inspeções tradicionais. Isso amplia o alcance das equipes e melhora a qualidade das decisões”, explica Renato. Com isso, equipes de vigilância conseguem priorizar áreas mais críticas, otimizar recursos e aumentar a efetividade das ações em campo.

Além do monitoramento, a tecnologia também permite o tratamento direcionado dos pontos identificados, com aplicação precisa de larvicida, reduzindo a necessidade de ações amplas e pouco eficientes. O programa utiliza larvicida 100% orgânico e biodegradável, reforçando práticas sustentáveis na saúde urbana.

Impacto na gestão pública

A atuação preventiva baseada em dados contribui para reduzir custos operacionais e minimizar a sobrecarga dos serviços de saúde. Dados operacionais indicam que, para cada R$ 1 investido, é possível economizar até R$ 28,60 em custos do sistema público de saúde, considerando internações, medicamentos e agravamentos evitados. “A prevenção muda a lógica do gasto público. O município investe antes e evita custos muito maiores durante uma crise sanitária”, afirma Renato.

FONTE - ASSESSORIA.

Mercado vive turbulência com infraestrutura petrolífera sob ataque

Barril chegou a US$ 119 dólares na manhã desta quinta, mas recuou... 

FILE PHOTO: QatarEnergy's liquefied natural gas (LNG) production facilities, amid the U.S.-Israeli conflict with Iran, in Ras Laffan Industrial City, Qatar March 2, 2026. REUTERS/Stringer/File Photo
© Reuters/Stringer/Arquivo/Proibida reprodução

Os recentes ataques de Israel e do Irã a instalações e infraestruturas de extração de petróleo e de gás natural do Oriente Médio fizeram com que os preços do barril do tipo Brent disparassem, chegando a US$ 119 na manhã desta quinta-feira (19).

Diante da escalada de preços, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, acenou com a possibilidade de autorizar a comercialização do petróleo iraniano que se encontra armazenado em navios na região.

A estratégia para conter a alta de preços foi apresentada durante entrevista ao programa Mornings with Maria, da Fox Business. Com isso, a cotação do barril recuou para US$ 108.

A alta recente do barril tipo Brent, que é a referência de preços para o mercado internacional, foi impulsionada após Israel ter atacado, na quarta-feira (18), o campo de gás Pars, que o Irã divide com o Catar no Golfo Pérsico.

Em resposta, o Irã atacou, ainda na quarta-feira, a refinaria de Ras Laffan. Já na madrugada desta quinta-feira, os alvos foram instalações de gás natural no Catar, depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter ameaçado destruir a totalidade do campo de gás iraniano de South Pars, o maior do mundo.

Entenda o conflito no Oriente Médio

Pela segunda vez, desde junho de 2025, Israel e os Estados Unidos lançaram ataques contra o Irã em meio às negociações sobre o programa nuclear e balístico do país persa.

A ofensiva mais recente teve início em 28 de fevereiro, quando EUA e Israel bombardearam a capital, Teerã. O líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, morreu neste ataque, além de outras autoridades. O filho do aiatolá, Mojtaba Khamenei, foi escolhido novo líder do país.

O Irã, por sua vez, disparou mísseis contra países árabes do Golfo com presença militar dos Estados Unidos, como Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos e Jordânia.

Os países envolvidos no conflito estão entre os maiores produtores e exportadores de petróleo do mundo, e parte importante dessa produção passa pelo Estreito de Ormuz, que foi bloqueado pelo Irã.

As incertezas sobre a oferta fizeram disparar o preço dos combustíveis no mercado internacional, e o petróleo já superou os US$ 100 o barril.

FONTE - Pedro Peduzzi - repórter da Agência Brasil.

Distribuidoras alertam governo sobre riscos ao abastecimento de combustível

Sindicom afirma que suas distribuidoras têm observado um aumento relevante da demanda por produtos, porém relatam cortes nas cotas de fornecimento...

FOTO - REPRODUÇÃO

O Sindicom, que representa as principais distribuidoras de combustíveis no Brasil, enviou ofício ao governo federal apontando riscos ao abastecimento nacional de combustíveis e pedindo que sejam tomadas providências para que a Petrobras retome os leilões de diesel e gasolina, que foram cancelados nesta semana.

No documento, datado da véspera e visto pela Reuters nesta quinta-feira (19), o Sindicom afirmou que as suas distribuidoras têm observado um aumento relevante da demanda por produtos, porém relatam cortes nas cotas de fornecimento e negativa de pedidos adicionais nos meses de março e abril por parte da Petrobras.

A situação "estressa o fluxo regular de produtos", segundo o sindicato, que representa empresas como Vibra, Ipiranga e Raízen.

"O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos", afirmou o Sindicom em nota.

"No plano doméstico, a ausência de diretrizes claras na política de preços e a incerteza no atendimento integral dos pedidos pela Petrobras — somadas à instabilidade no calendário de leilões e ao cancelamento intempestivo de certames — comprometem severamente a previsibilidade operacional e o planejamento estratégico dos agentes de distribuição", afirmou o documento.

Procurada, a Petrobras não respondeu imediatamente a pedidos de comentários.

fonte - Marta Nogueira, da Reuters - CNN BRASIL.

84% rejeitam Erika Hilton na Comissão da Mulher, diz pesquisa RealTime

61% também dizem concordar com fala de Ratinho do SBT sobre Erika Hilton na presidência da Comissão da Mulher...

FOTO - Reprodução

Um levantamento da Real Time Big Data indica que a maioria dos brasileiros rejeita a indicação da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. Segundo a pesquisa, 84% dos brasileiros são contra a gestão dela no colegiado.

O estudo também mostra que apenas 16% concordam com a indicação da parlamentar, enquanto 84% discordam. O nível de conhecimento sobre o caso é elevado: 82% dos entrevistados afirmaram já ter tomado conhecimento da nomeação, contra 18% que disseram não conhecer o tema.

Leia aqui a íntegra da pesquisa.

O levantamento ouviu 1.200 eleitores em todo o país, entre os dias 17 e 18 de março de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Quando segmentado por perfil, o apoio à deputada é maior entre os mais jovens: 25% das pessoas de 16 a 34 anos concordam com a indicação, ante 14% entre 35 e 59 anos e apenas 8% entre os com mais de 60 anos. Entre homens, 20% apoiam a indicação, enquanto entre mulheres o índice é de 12%.

Nesta quarta-feira (19), Erika Hilton presidiu sua primeira reunião da Comissão das Mulheres. A sessão foi marcada por conflitos com deputadas de direita.

Por renda, o maior apoio aparece entre os que recebem mais de cinco salários mínimos (27%), contra 15% entre os que ganham até dois salários mínimos e 11% na faixa de dois a cinco salários mínimos. Já no recorte religioso, 23% dos católicos concordam com a indicação, ante apenas 5% dos evangélicos.

A pesquisa também mediu a repercussão da fala do apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho, sobre o caso. Para 61% dos entrevistados, a declaração foi correta e eles afirmam que diriam o mesmo. Outros 20% consideram que a fala foi correta, mas exagerada, enquanto 19% avaliam que foi preconceituosa.

“Ela é trans. Para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias. Eu sou contra. Eu acho que deveria deixar uma mulher”, disse Ratinho, ao vivo em seu programa no SBT.

fonte - Andre Shalders/ METRÓPOLES.

Militares da Marinha são presos sob suspeita de negociar armas com facção criminosa em Porto Velho

Cinco homens foram presos na noite de quarta-feira em Porto Velho, suspeitos de envolvimento em negociação ilegal de armas de fogo. Entre os detidos estão dois militares da Marinha, o que chamou a atenção das autoridades e motivou a abertura de procedimento interno pela corporação.

IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA

A prisão ocorreu durante patrulhamento de rotina na zona Leste da capital, quando policiais militares identificaram dois veículos entrando em uma rua sem saída. Diante da situação suspeita, as equipes realizaram a abordagem e encontraram armas e munições dentro dos carros.

De acordo com o registro policial, todos os envolvidos foram detidos por suspeita de porte ilegal de arma de fogo e possível associação criminosa. Um dos homens, que se apresentou como suboficial da Marinha, possui antecedentes criminais por associação criminosa no Rio de Janeiro.

Em nota, a Marinha informou que tomou conhecimento do caso, que irá instaurar procedimento para apuração e que não houve extravio de armamentos pertencentes à União. 

Os suspeitos foram encaminhados à Central de Flagrantes, juntamente com armas, munições e valores em dinheiro apreendidos.

O caso segue sob investigação das autoridades competentes.

Após dias sem contato, mulher desaparecida é encontrada m*rta em apartamento na zona Leste da capital

Uma mulher que estava desaparecida desde o início da semana foi encontrada morta na manhã desta quinta-feira em um apartamento localizado no bairro Agenor de Carvalho, em Porto Velho. O caso foi descoberto após moradores da vila estranharem a ausência da vítima e acionarem a polícia.

Segundo as informações apuradas, vizinhos perceberam um forte odor vindo do imóvel e decidiram comunicar a Polícia Militar. Ao chegar ao local, a equipe confirmou a situação e encontrou a mulher já sem vida dentro do apartamento.

A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnica, e o corpo foi removido ao Instituto Médico Legal, onde passará por exames que devem esclarecer a causa da morte. 

A vítima estava desaparecida desde a última segunda-feira, o que aumentou a preocupação dos moradores.

O caso foi registrado e segue sob investigação, que irá apurar as circunstâncias da morte e verificar a possível existência de crime.

Mulher é encontrada m*rta, amarrada e vendada dentro de casa em Machadinho D’Oeste

Uma mulher de 31 anos, identificada como Poliana Santos Gonçalves, foi encontrada morta dentro da própria residência na terça-feira 17/3, em Machadinho D’Oeste. 


A vítima apresentava sinais de violência, sendo encontrada com mãos e pernas amarradas, olhos vendados e com perfurações pelo corpo causadas por objeto cortante. O caso está sob investigação das autoridades policiais.

De acordo com as informações registradas, a vítima foi localizada pelo próprio irmão após colegas de trabalho informarem que ela não havia comparecido ao plantão e não dava notícias. Ao ir até o imóvel, situado na região central da cidade, ele encontrou a porta dos fundos aberta e, ao entrar, se deparou com a irmã já sem vida no quarto.

A polícia foi acionada e, durante a análise no local, constatou que alguns pertences da vítima não estavam na residência, incluindo a motocicleta e o celular. 

O caso foi registrado e encaminhado à Polícia Civil, que ficará responsável por apurar as circunstâncias do crime e identificar possíveis envolvidos.

Poliana trabalhava no Hospital Municipal de Machadinho D’Oeste, que divulgou nota lamentando a morte da servidora. 



No comunicado, a instituição destacou a trajetória da profissional e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho diante da perda.

Prefeitura apoia caminhada pela inclusão em Porto Velho

Ação marca o Dia da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março...


O Departamento de Acessibilidade, Inclusão e Desenvolvimento Humano (DAIDH), da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), da Prefeitura de Porto Velho, firmou parceria com o grupo Tesouros 21, para a realização da “Caminhada da Conscientização sobre a Inclusão”, que acontecerá no próximo sábado, dia 21 de março, a partir das 16h, no Espaço Alternativo, em Porto Velho, em alusão ao Dia Internacional da Síndrome de Down, que é celebrado dia 21 de março.

O Tesouros 21 é um grupo atuante em Porto Velho, formado por familiares, apoiadores e pessoas engajadas na causa da Síndrome de Down, que promove ações de conscientização, inclusão e defesa dos direitos das pessoas com a trissomia do cromossomo 21, incentivando a valorização, o respeito e a participação plena na sociedade.

A Síndrome de Down (SD), ou trissomia do cromossomo 21, é uma condição humana geneticamente determinada, caracterizada como a alteração cromossômica mais comum na população e uma das principais causas de deficiência intelectual. No Brasil, a Lei nº 14.306/2022 institui o dia 21 de março como o Dia Nacional da Síndrome de Down, reforçando a importância da conscientização e da promoção dos direitos das pessoas com a síndrome.

Evento acontecerá no Espaço Alternativo, em Porto Velho

“No dia 21 de março, celebramos o amor, a inclusão e a importância de construir uma sociedade mais acolhedora para todos. Neste ano, a campanha mundial traz um tema mais que especial: ‘Xô, Solidão!’ com foco na amizade, acolhimento e inclusão. Reforçando que pessoas com Síndrome de Down precisam, acima de tudo, de oportunidades, convivência, respeito e participação ativa na sociedade. Combater a solidão, envolve ações com presença, informação, inclusão e afeto”, observou a diretora de Inclusão da Semias, Lidiane Silva.

“Esse dia é uma data especial para celebrar conquistas, promover a inclusão e ampliar a conscientização sobre os desafios enfrentados por pessoas com síndrome de Down. Mais do que uma comemoração, é um momento de reflexão e apoio às famílias, profissionais e comunidades, incentivando o acesso à informação, o respeito às diferenças e a construção de uma sociedade mais acolhedora e igualitária”, disse a presidente do grupo Tesouro 21, Helcia Ramalho.

A Prefeitura, como parceira do grupo Tesouro 21, convida você e sua família para participarem da ‘Caminhada’ em prol da conscientização e inclusão das pessoas com deficiência. O evento acontecerá no Espaço Alternativo, em Porto Velho. “Vamos juntos levantar essa bandeira, espalhar conscientização e mostrar que ninguém deve caminhar sozinho”, destacou a diretora do Departamento de Inclusão da Semias.

Texto: Adaides Batista
Fotos: Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Zona Sul de Porto Velho vai se livrando das alagações e moradores relatam melhorias

Mais de 50 mil pessoas vivem na região...


Moradora há mais de 25 anos do bairro Aeroclube, na zona Sul da capital rondoniense, a comerciante Katiuse Lima de Almeida está entre os beneficiados pelas ações do programa Cidade Limpa, que reúne serviços integrados como limpeza urbana, asfaltamento e abertura de bueiros, entre outras iniciativas.

Katiuse Lima de Almeida está entre os beneficiados pelas ações do programa Cidade Limp

Segundo Katiuse, durante décadas ela, familiares e vizinhos enfrentaram alagações que comprometem significativamente o bem-estar da comunidade, devido à ausência de serviços contínuos do poder público na região.

Ela relata que, desde o início deste ano, acompanha com entusiasmo o trabalho das equipes da Prefeitura de Porto Velho em frente à sua residência e comércio, localizados na rua Luziana, nas proximidades da praça do bairro.

“Antes, qualquer chuvinha já era suficiente para alagar toda a nossa rua. Quando eu cheguei aqui, a água chegava na perna da gente. Depois que a equipe da prefeitura veio, limpou tudo, arrumou os bueiros e retirou a sujeira, isso amenizou muito o nosso sofrimento”, afirmou.

Zona Sul

A limpeza de bueiros contribui para um escoamento mais rápido e eficiente das águas da chuva

Importante região do município de Porto Velho, que por muitos anos teve sua infraestrutura negligenciada, a zona Sul passa por uma transformação significativa em seu aspecto urbano e na qualidade das moradias.

Um exemplo são as ruas Munique e Bruxelas, no bairro Novo Horizonte, que receberam serviços de asfaltamento, meio-fio e limpeza, proporcionando uma nova perspectiva de qualidade de vida aos moradores.

A reportagem esteve no local na manhã desta terça-feira (17) e constatou que, mesmo após uma madrugada chuvosa, não houve acúmulo de água nas vias, cenário que antes era recorrente.

De acordo com o prefeito Léo Moraes, as ações na zona Sul garantem melhores condições de vida para a população da região, onde vivem aproximadamente 50 mil pessoas, conforme dados do último Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“A zona Sul de Porto Velho é uma região próspera e merece ser bem cuidada. Por isso, a prefeitura está presente, limpando, cuidando e saneando. Vale ressaltar que são problemas de décadas que agora estão sendo tratados. Com o apoio da população e a dedicação dos nossos servidores, vamos transformar essa realidade”, destacou.

Considerado um dos maiores programas de zeladoria da história de Porto Velho, o Cidade Limpa segue com uma intensa agenda de ações, não apenas na zona Sul, mas em todo o território do município.

Texto: João Paulo Prudêncio
Imagens: Helon Luiz

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Moradores comemoram fim dos alagamentos após obras de drenagem na zona Leste

Ações da prefeitura priorizam bairros historicamente atingidos pelas chuvas intensas...


A transformação vivida por moradores da zona Leste de Porto Velho já pode ser percebida nas ruas e, principalmente, nos relatos de quem conviveu por anos com alagamentos e dificuldades no período chuvoso. Morador do bairro Jardim Santana há cinco anos, o autônomo Marrocos de Azevedo conta que a realidade da rua Iporã era bem diferente antes das obras.

Marrocos de Azevedo conta que a realidade da rua Iporã era bem diferente antes das obras

“Antes, aqui era só barro e não existia asfalto. Bastava chover para a situação ficar complicada. A rua alagava completamente e, muitas vezes, os bueiros chegavam a transbordar, causando transtornos para todos. Hoje, a realidade é outra, melhorou 100%. Depois da instalação das bocas de lobo, a drenagem ficou ainda mais eficiente, trazendo mais tranquilidade para quem mora e precisa circular pelo local”, disse o morador.

Tranquilidade

A aposentada Cantuária de Belém, de 78 anos, mora na rua Raimundo Cantuária no bairro Jardim Santana há mais de 30 anos e acompanhou de perto todas as transformações na região. Segundo ela, a realidade antiga era marcada por dificuldades, com ruas cheias de buracos, muita lama e acúmulo de água, principalmente durante o período chuvoso. “Aqui era muito feio, tinha muito buraco, água e lama. Quando chovia, era só alagamento e a gente sofria bastante”, relembra.

Cantuária de Belém acompanhou de perto todas as transformações na região

Hoje, ela comemora as melhorias conquistadas com as obras de drenagem e infraestrutura. “Agora melhorou bastante. Consigo chegar em casa sem sujar o pé de lama, o transporte passa bem aqui perto e, quando chove, a água já escorre rápido, não fica mais acumulada. Fica tudo sequinho", destaca, satisfeita com a nova realidade do bairro.

Quem também destaca a mudança é o cantor Edson Souza, morador da região há mais de 20 anos. “A situação era crítica, rua cheia de buraco, ruim até para o trânsito e para a gente se locomover. Depois dessas obras, melhorou muito. O povo está feliz com o asfalto e a drenagem. Agora a gente espera também pelos ecobueiros, porque infelizmente ainda tem gente que joga lixo e acaba entupindo os bueiros novos”, concluiu o cantor.

Realidade transformada

No bairro JK, também localizado na zona Leste da capital, o aposentado Dário da Silva destaca avanços significativos após as intervenções realizadas pela Prefeitura de Porto Velho. Morador da rua Teotônio Vilela desde 2012, ele vive em frente a um córrego que passou por melhorias na estrutura de drenagem. Segundo ele, antes existia apenas uma manilha pequena, insuficiente para suportar o volume de água no período chuvoso.

“Agora foi implantado um tubo Armco bem maior, que aumentou bastante a capacidade de escoamento. Isso fez toda a diferença aqui na região. Hoje, a água flui melhor e não temos mais problemas com alagamentos como antes”, disse o aposentado.

Mudança histórica

Resultados já visíveis no dia a dia e os moradores da zona Leste agora enfrentam as chuvas com mais tranquilidade

Esses depoimentos refletem o impacto direto das obras de drenagem executadas pela Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), especialmente na zona Leste. Os serviços são fundamentais para garantir o escoamento adequado da água da chuva, reduzindo riscos de prejuízos materiais, danos à infraestrutura urbana e problemas de saúde pública. Além disso, contribuem para a melhoria da mobilidade, evitando o bloqueio de vias e proporcionando mais segurança para moradores e condutores.

De acordo com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, as ações fazem parte de um planejamento contínuo voltado à solução de problemas históricos de alagamentos. “Nosso objetivo é sempre promover mais qualidade de vida de quem vive nessa região. Garantindo segurança e dignidade à população, principalmente nas regiões mais vulneráveis durante o período chuvoso. São resultados já visíveis no dia a dia e os moradores da zona Leste agora enfrentam as chuvas com mais tranquilidade. E tenho a certeza de que investir em drenagem urbana é investir no bem-estar para transformar a nossa Porto Velho”, finaliza o prefeito.

Texto: André Oliveira
Edição: Secom
Fotos: Hellon Luiz

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Prefeitura implementa técnicas de preservação para asfalto no período chuvoso

Medidas técnicas consideram solo, umidade e drenagem para aumentar a durabilidade do pavimento em Porto Velho...

Porto Velho vem adotando um método técnico na preparação das vias que vão receber pavimentação definitiva, tão logo garantindo mais resistência e durabilidade ao asfalto, inclusive durante o período chuvoso.

Modelo leva em conta com diversos fatores, evitando problemas futuros e aumentando a vida útil do pavimento

Na rua Pernambuco, no bairro 3 Marias, os serviços já executados fazem parte dessa estratégia. Atualmente, as equipes atuam na preparação da base, com correção do solo e imprimação da base em caráter inicial, uma fase essencial para estabilizar o terreno antes do asfalto definitivo.

O modelo leva em conta fatores como umidade, nível do lençol freático e escoamento da água da chuva, evitando problemas futuros e aumentando a vida útil do pavimento.

Segundo Thiago Cantanhede, o processo segue o planejamento

A mesma técnica foi aplicada em outras regiões, como na Estrada dos Japoneses e no Ramal Brasil, demonstrando o avanço das frentes de trabalho e a padronização dos serviços.

Após o período de estabilização e análise do solo, as vias seguem para a etapa final, com a aplicação do asfalto definitivo. Quando necessário, são realizados ajustes técnicos para garantir a qualidade da obra antes da conclusão.

Segundo o secretário municipal de Infraestrutura, Thiago Cantanhede, o processo segue o planejamento. “Estamos trabalhando com etapas que garantem um resultado final mais duradouro e seguro para a população”.

Com o avanço das obras, a expectativa é melhorar as condições de trafegabilidade e mobilidade em diferentes regiões da cidade.

Texto: Jhon Silva
Fotos: Arquivo Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom).

Argentina está disposta a mandar militares para guerra se EUA pedirem

Em mais uma demonstração de alinhamento automático com Washington e Tel Aviv, o governo da Argentina informou que enviaria militares para a guerra no Oriente Médio caso os Estados Unidos (EUA) solicitassem.



"Se os Estados Unidos solicitarem, sim. Qualquer assistência que eles considerem necessária será fornecida", disse o porta-voz do governo argentino, Javier Lanari, em entrevista ao jornal espanhol El Mundo, nessa quarta-feira (18). Lanari completou que não sabe se os EUA pediram ajuda.

Desde que assumiu a presidência argentina, Javier Milei tem adotado postura de apoio irrestrito à Israel e aos Estados Unidos (EUA), imitando políticas de Washington, como a saída da Organização Mundial da Saúde (OMS), e prometendo transferir a embaixada do país de Tel Aviv para Jerusalém, medida que simboliza apoio irrestrito à Israel, uma vez que o status da cidade é disputada com os palestinos, que defendem Jerusalém Oriental como sua futura capital.

Além de apoiar a agressão contra o Irã, Milei chegou a afirmar que o país seria um “inimigo” e voltou a acusar Teerã pelo atentado a bomba contra a Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), em 1994. O Irã sempre negou participação do episódio.

As falas duras de Milei a favor da guerra contra o Irã fez o Tehran Times, importante jornal iraniano, publicar um editorial defendendo que o governo iraniano não pode permanecer indiferente às posições hostis do atual governo argentino.

“Parece que Milei, com essa postura e ao cruzar a linha vermelha da segurança nacional iraniana, busca sacrificar os interesses e a conveniência nacionais no altar dos EUA e do regime de apartheid israelense”, diz coluna do Terah Times assinada por Saleh Abidi Maleki.

Caso $Libra

A disposição da Argentina de enviar militares ao Oriente Médio foi tornada pública em meio as denúncias de corrupção que atingem o presidente argentino no caso da criptomoeda Libra, promovida nas redes sociais pelo Milei e que geraram perdas milionárias para investidores.

O jornal argentino El Destape revelou, no último sábado (14), que uma análise de peritos judiciais do celular do empresário Mauricio Novelli revelaria um suposto acordo de US$ 5 milhões de dólares envolvendo o presidente argentino e sua irmã Karina dias antes de Milei publicar uma mensagem divulgando a Libra nas redes sociais, em fevereiro de 2025. 

O presidente argentino ainda não comentou as novas denúncias. O ministro da Justiça, Juan Bautista Mahiques, disse que seria “imprudente” acusar Milei. Deputados da oposição usam a nova denúncia para tentar abrir uma investigação no Parlamento.

Guerras da Argentina

Essa não seria a primeira vez que a Argentina participaria dos esforços de guerra dos EUA no Oriente Médio. Em 1991, o presidente argentino Carlos Menem enviou navios de guerra para auxiliar do bloqueio naval durante a Guerra do Golfo, quando o Iraque invadiu o Kuwait.

Quase dez anos antes, a Argentina se envolveu em outro conflito, a Guerra das Malvinas, em 1982, quando a ditadura militar do país vizinho tentou tomar o arquipélago controlado pelo Reino Unido no extremo sul da América do Sul, chamado pelos ingleses de ilhas Falklands.

Na época, os EUA apoiaram o Reino Unido contra a Argentina na guerra que custou a vida de 649 argentinos e 255 britânicos.

fonte - Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil.
Publicidade