Últimas Notícias
Brasil

Irmão resgata corpo de homem morto a tiros em reserva indígena e o leva até delegacia em RO

Crime ocorreu na Reserva Indígena Roosevelt, em Espigão d'Oeste. Polícia Militar afirmou que viaturas não chegam ao local devido ao difícil acesso e familiares precisaram resgatar o corpo.

Um homem de 51 anos, identificado como Marinaldo Farias de Oliveira, foi encontrado morto com marcas de tiros dentro da Reserva Indígena Roosevelt, a cerca de 150 km de Espigão d'Oeste (RO). Devido à dificuldade de acesso ao local, o irmão da vítima precisou resgatar o corpo por conta própria e levá-lo até a delegacia na segunda-feira (2) para registrar o crime.



De acordo com o boletim de ocorrência, a suspeita é de que Marinaldo tenha sido morto no fim da tarde de sábado (31). O irmão relatou à polícia que só soube do caso por volta do meio-dia de domingo (1º), após uma testemunha caminhar vários quilômetros para avisar sobre o ocorrido.


Um homem foi apontado pelos denunciantes como possível autor do crime. Ele algou que Marinaldo caiu em uma armadilha de caça e apontou para os familiares onde o corpo estava.


Após percorrerem cerca de 15 quilômetros, os familiares encontraram a vítima sem vida às margens de uma estrada, com marcas de tiro na cabeça e na parte superior do corpo. O corpo foi colocado em um veículo e levado à delegacia de Polícia Civil de Espigão d'Oeste, junto com o suspeito.

Marinaldo Farias de Oliveira, encontrado morto em reserva — Foto: Reprodução/Redes Sociais


Na delegacia, o homem foi ouvido pelo delegado plantonista, que decidiu não realizar a prisão em flagrante. Uma espingarda foi apreendida, e a Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar as circunstâncias da morte.


Dificuldade de acesso

O irmão da vítima relatou que, antes de fazer o resgate, procurou a Polícia Militar (PM), mas foi orientado a buscar o corpo com a ajuda de parentes devido à falta de acesso para as equipes policiais.


Questionada pela Rede Amazônica, a Polícia Militar informou, em nota, que a área é de difícil acesso e impossibilita o tráfego de viaturas.

Por Fernanda Bonilha, Rede Amazônica



« VOLTAR
AVANÇAR »

Nenhum comentário

- Seu comentário é sempre bem-vindo!
- Comente, opine, se expresse! este espaço é seu!
- Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário!

- Se quiser fazer contato por e-mail, utilize o redacaor1rondonia@gmail.com

Publicidade