Senador rebate publicações de adversários e promete ampliar o Farmácia Popular com entrega de medicamentos em domicílio
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, negou nesta sexta-feira (9/10) que pretenda privatizar a Petrobras caso seja eleito. Ele classificou as informações como "boataria do PT" e também rebateu rumores de que vai acabar com o programa Farmácia Popular.
"Não, boataria [sobre privatizar a Petrobras]. O PT jogou uma boataria atrás da outra. E disseram que eu acabar com Farmácia Popular é mentira. Eu jamais faria isso. Eu vou melhorar o Farmácia Popular", declarou.
Flávio afirmou que pretende modernizar o programa, com a entrega de medicamentos nas casas dos beneficiários e o envio de mensagens de celular para lembrar os pacientes dos horários de tomar os remédios.
"Você não apenas vai receber o remédio, você vai receber um SMS avisando a hora que você tem que tomar o seu remédio, para você não esquecer", disse. Ao final, o senador pediu que apoiadores ajudem a combater o que classificou como notícias falsas disseminadas pelo PT.
A declaração ocorre após publicações de adversários associarem a candidatura de Flávio à privatização da Petrobras.
Na quinta-feira (8/10), o vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro André Mendonça, determinou a remoção de publicações dos deputados federais André Janones (Rede-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) que atribuíam ao senador propostas como a privatização da estatal, o aumento da idade mínima para aposentadoria e a adoção da escala de trabalho 7×0.
A campanha de Flávio acionou a Justiça Eleitoral, argumentando que as medidas não constavam no plano de governo do candidato. Na mesma semana, o coordenador econômico da campanha, Adolfo Sachsida, também descartou a privatização da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Fonte: metrópoles






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