Macas e equipamentos não são devolvidos e paralisam serviço...
Acontece que as equipes do Samu são obrigadas a esperar por horas a fio nas dependências do pronto-socorro João Paulo II para poder retornar à base. O motivo é que o paciente socorrido é levado na maca da ambulância, que simplesmente não é devolvida logo após a entrada do paciente no hospital.
Essa situação coloca em risco a vida dos cidadãos que vivem na capital de Rondônia, que podem ficar impedidos de receber um socorro rápido do Samu porque a equipe permanece aguardando que a maca levada para dentro da unidade de saúde estadual seja devolvida.
Segundo relato do socorrista André Luiz, desde a última quinta-feira (2), uma equipe do Samu tenta recuperar a maca que foi utilizada para atender um cidadão que havia sido esfaqueado durante uma tentativa de assalto.
"Nós viemos mais cedo, retornamos depois e, desde ontem, a maca não foi devolvida pela administração do João Paulo II. Estamos parados desde ontem", disse.
A situação é grave e precisa ser fiscalizada pelos órgãos de controle, já que, dessa maneira, o Estado deixa a sociedade desguarnecida e compromete a capacidade de resposta de um serviço essencial para salvar vidas.
Texto: Redação.





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