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Polícia conclui investigação e indicia jovem que gravou vídeo após m*tar idoso e ocultar c*rp0 em poço

Inquérito aponta que suspeito de 21 anos agiu sozinho, matou a vítima por desavença afetiva e responderá por homicídio qualificado...

foto - reprodução

A Polícia Civil de Rondônia concluiu o inquérito que investigou a morte de José Calixto de Souza, de 65 anos, encontrado dentro de um poço no bairro Novo Horizonte, em Ji-Paraná. O principal suspeito, Pedro Gabriel Lima dos Santos, de 21 anos, foi indiciado por homicídio qualificado após a investigação apontar que ele agiu sozinho e gravou um vídeo logo depois de cometer o crime.

O caso foi conduzido pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que reuniu provas para esclarecer as circunstâncias do assassinato. Entre os elementos anexados ao inquérito está um vídeo gravado pelo próprio investigado após a morte da vítima. Segundo a Polícia Civil, o conteúdo não será divulgado por conter imagens sensíveis.

Conforme as investigações, o homicídio foi motivado por uma desavença de natureza afetiva. A polícia também descartou a participação de outras pessoas no crime, embora um dos vídeos tenha sido enviado a um terceiro, que foi ouvido durante a apuração e teve o celular apreendido para análise. 

Após as diligências, os investigadores concluíram que essa pessoa não teve envolvimento na execução do homicídio.

O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público, que agora analisará o caso e decidirá sobre o oferecimento da denúncia à Justiça.

foto - reprodução redes sociais

O crime ocorreu no início de junho e causou grande repercussão em Ji-Paraná. José Calixto estava desaparecido quando seu corpo foi localizado dentro de um poço no dia 16 de junho. 

Segundo a Polícia Civil, a vítima foi esquartejada antes de ter os restos mortais ocultados. Parte do corpo foi lançada no poço e outra parte descartada em uma área de mata próxima à residência do suspeito.

Pedro Gabriel foi preso em flagrante no mesmo dia, após policiais localizarem a bicicleta e o celular da vítima em sua casa. 

Inicialmente, ele negou participação no desaparecimento, mas acabou confessando o assassinato ao ser confrontado com as evidências encontradas durante as buscas.



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