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Mãe e padrasto são condenados por estupro de menina de 3 anos

Caso veio à tona após denúncia feita por um homem com quem a mãe da vítima mantinha relações extraconjugais

A Justiça de São Paulo condenou a mãe e o padrasto de uma criança de três anos por estupro de vulnerável em Ribeiro Preto, no interior de São Paulo. Leilane Vitória Oliva Coelho, de 22 anos, e o marido, Andrey Gabriel Zancarli, de 23, passaram por audiência de instrução e julgamento na última segunda-feira (18/05).



As penas não foram divulgadas, já que o processo corre em segredo de justiça. A prisão do casal foi mantida.


O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou mãe e padrasto por seis crimes. São eles: estupro de vulnerável, produção de pornografia infantil, divulgação de pornografia infantil, posse de pornografia infantil, aliciamento de criança e fornecimento de bebida alcoólica a menor.


Leilane Coelho e Andrey Zancarli foram presos no dia 10 de dezembro de 2025, após uma denúncia feita por um homem com quem a mãe da vítima mantinha relações extraconjugais. Segundo a investigação da Polícia Civil, Leiliane e Andrey mantinham imagens de abuso nos celulares pessoais.


O casal foi preso em flagrante, e a prisão foi convertida em preventiva. A vítima foi levada para a casa do pai, na cidade de Paranapanema, também no interior paulista, no dia 31 de dezembro, véspera do Ano Novo.


O que aconteceu

Um casal foi preso em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, na noite de 10 de dezembro suspeito de estuprar e filmar uma criança de 3 anos.

Segundo informações da Polícia Civil, Leiliane Vitória Coelho, de 22 anos é mãe da criança e foi denunciada por um outro homem com quem mantinha relações extraconjugais.

Ele encontrou imagens de abuso e mensagens no celular dela.

Os agentes foram ate a residência do casal e lá prenderam o padrasto, Andrey Gabriel Zancarli, de 23 anos.

Já a mãe da menina foi presa no trabalho.

Nos celulares do casal foram encontrados vídeos dos crimes cometidos.

O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher de Ribeirão Preto como estupro de vulnerável e armazenamento de material infantil. (Metrópoles)



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