Conforme as autoridades, os animais estavam sem Guia de Transporte Animal (GTA), documentação sanitária e autorização de importação. A suspeita é de que as lhamas tenham vindo da Bolívia ou do Peru...
| foto - Divulgação Polícia Federal |
A apreensão ocorreu na última quarta-feira (20), após um caminhão boiadeiro ser interceptado por equipes da Polícia Militar e da Polícia Federal. Conforme as autoridades, os animais estavam sem Guia de Transporte Animal (GTA), documentação sanitária e autorização de importação. A suspeita é de que as lhamas tenham vindo da Bolívia ou do Peru.
Em entrevista, Wellington afirmou que os animais estavam no Acre para divulgação e venda, mas retornariam para Rondônia após ele conseguir espaço na Rondônia Rural Show. Segundo ele, as lhamas participariam da feira agropecuária em Ji-Paraná.
O empresário admitiu que os animais estavam sem GTA, mas contestou a apreensão e afirmou possuir documentação que comprova a origem legal dos bichos. Ele disse ainda que parte das lhamas apreendidas nasceu em seu rancho, localizado em Alvorada do Oeste, enquanto outras fazem parte de uma importação realizada legalmente no ano passado.
Wellington também relembrou um episódio semelhante ocorrido em 2025, quando alpacas e lhamas importadas do Peru ficaram retidas em Assis Brasil, no Acre, por falta de documentação. Na época, os animais foram liberados após decisão judicial.
| FOTO - Arquivo pessoal/Vanessa Fagundes |
As lhamas seguem abrigadas em uma propriedade rural na Estrada de Porto Acre sob cuidados da ONG Patinha Carente.
O caso continua sendo investigado pela Polícia Federal, enquanto a Justiça Federal e órgãos agropecuários acompanham a situação.






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