10 deputados e 9 senadores foram decisivos para rejeitar o relatório da CPI do INSS que listava Fábio Luís Lula da Silva e outras 215 pessoas para serem investigadas por possíveis fraudes contra a Previdência...
Ao todo, 19 congressistas votaram contra o texto apresentado pelo relator Alfredo Gaspar (PL-AL). Outros 12 senadores e deputados votaram a favor, a maioria do PL e do Novo.
Eis como votaram:
CONTRA
- Soraya Thronicke (Podemos-MS);
- Randolfe Rodrigues (PT-AP);
- Jaques Wagner (PT-BA);
- Eliziane Gama (PSD-MA);
- Humberto Costa (PT-PE);
- Jussara Lima (PSD-PI);
- Rogério Carvalho (PT-SE);
- Augusta Brito (PT-CE);
- Teresa Leitão (PT-PE);
- Meire Serafim (União Brasil-AC);
- Átila Lira (PP-PI);
- Orlando Silva (PC do B-SP);
- Rogério Correia (PT-MG);
- Ricardo Ayres (Republicanos-TO);
- Alencar Santana (PT-SP);
- Paulo Pimenta (PT-RS);
- Lindbergh Farias (PT-RJ);
- Neto Carletto (PP-BA);
- Dorinaldo Malafaia (PDT-AP).
A FAVOR:
- Magno Malta (PL-ES);
- Marcio Bittar (PL-AC);
- Izalci Lucas (PL-DF);
- Eduardo Girão (Novo-CE);
- Rogério Marinho (PL-RN);
- Damares Alves (Republicanos-DF);
- Coronel Fernanda (PL-MT);
- Coronel Chrisóstomo (PL-RO);
- Marcel Van Hattem (Novo-RS);
- Alfredo Gaspar (PL-AL);
- Adriana Ventura (Novo-SP);
- Bia Kicis (PL-DF).
A derrota da oposição foi consolidada por uma articulação do Palácio do Planalto, que mobilizou líderes de PT, PSD e partidos de centro, como o PP e o Republicanos.
O relatório original apontava indícios de tráfico de influência, irregularidades em contratos no INSS e indiciava dois ex-ministros da Previdência.
A base do governo argumentou que o texto era inepto e havia sido construído como ferramenta política. Com a rejeição do relatório, a CPI foi encerrada sem qualquer recomendação de indiciamento ao Ministério Público.
16 horas de discussão
O dia foi marcado por conflitos entre oposição e governistas, que chegaram a apresentar um texto paralelo para substituir o oficial.
Houve também a apresentação da Notícia de Fato do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) contra Gaspar por estupro de vulnerável, o que foi negado pelo relator.
A leitura do relatório foi iniciada por Gaspar no dia seguinte à decisão do Supremo Tribunal Federal que impediu a extensão do prazo da CPMI. A maioria dos ministros entendeu que a prerrogativa para prorrogar a comissão é exclusiva do presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Fraudes no INSS
A CPMI foi instalada para investigar fraudes no INSS, com foco em descontos associativos e consignados. Ao longo dos trabalhos, realizou interrogatórios, analisou documentos e aprovou quebras de sigilo.
Segundo as investigações, os aposentados, especialmente os de baixa renda, foram os principais prejudicados, com descontos realizados sem consentimento e, em muitos casos, sem conhecimento do motivo.
A comissão realizou 38 reuniões, entre sessões deliberativas e oitivas de testemunhas e investigados. Congressistas também aprovaram convocações, requerimentos de informação e compartilhamento de dados com órgãos de controle.
EIS O BALANÇO DOS TRABALHOS DA COMISSÃO:
FONTE - PORTAL 360.






Nenhum comentário
Postar um comentário
- Seu comentário é sempre bem-vindo!
- Comente, opine, se expresse! este espaço é seu!
- Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário!
- Se quiser fazer contato por e-mail, utilize o redacaor1rondonia@gmail.com