A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o caso de envenenamento registrado em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, e apontou a namorada da vítima, como responsável por colocar veneno de rato em um açaí consumido por Adenilson Ferreira Parente no início de fevereiro.
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O laudo toxicológico confirmou a presença de veneno no açaí, reforçando a linha de investigação adotada pelos policiais. Com base nas provas reunidas, ela foi indiciada por tentativa de homicídio qualificado, e a Polícia Civil solicitou sua prisão.
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A defesa da suspeita contesta a conclusão do inquérito. Em nota, a advogada Jéssica Nozé afirmou que a investigação foi conduzida de forma "precipitada e prematura" e que outras possibilidades não foram devidamente analisadas. Segundo ela, "em momento nenhum foi cogitado pela polícia que a Larissa não fosse culpada".
A defesa também destacou que a própria vítima afirmou, em depoimento, que o açaí estava intacto ao ser entregue. "Adenilson informou que o produto estava ‘montadinho como ele é de fábrica’", disse a advogada.
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Outro ponto levantado é a existência de um vídeo que mostraria Larissa colocando algo sobre o alimento, mas que, segundo a defesa, não explica a presença da substância em diferentes camadas do açaí, inclusive no fundo do recipiente.
Os advogados afirmam que a suspeita está colaborando com a Justiça e defendem que o caso pode ser reavaliado diante de lacunas apontadas na investigação.
FONTE - Notícias ao Minuto.






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