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Comitê define protocolos para atendimento a vítimas de violência

Integração entre serviços aprimora acolhimento e reduz danos durante o acompanhamento...


Com participação da prefeitura, a formação do comitê responsável pela construção de fluxos e protocolos de atendimento a crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência acontece nos dias 30 e 31 de março. A iniciativa reúne instituições que integram o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente.

A iniciativa reúne instituições que integram o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente e tem como objetivo padronizar procedimentos, fortalecer a atuação em rede e evitar a revitimização durante o atendimento.

De acordo com a coordenadora de Vigilância das Violências da Semusa, Itaci Ferreira, a criação do comitê está fundamentada na Lei nº 13.431/2017, que estabelece diretrizes para a escuta protegida e o atendimento humanizado.

“Todas as instituições que fazem parte do sistema devem atuar de forma integrada para garantir que essa criança não seja revitimizada. O atendimento precisa ser integral, humanizado e respeitar o protagonismo da criança, especialmente nos casos de revelação espontânea, sem interferências ou julgamentos”.

Com a finalização desta etapa, o município avança na implementação de um modelo integrado e interdisciplinar

Durante a formação, estão sendo definidos fluxos específicos para cada nível de atenção à saúde da atenção primária à alta complexidade assegurando que o atendimento ocorra de forma organizada, ágil e acolhedora em toda a rede municipal.

Ainda segundo Itaci, a proposta é que a criança ou adolescente relate a situação apenas uma vez, evitando repetições desnecessárias que possam causar sofrimento adicional. “A escuta deve ser especializada e realizada de forma sensível, priorizando sempre o bem-estar da vítima”, reforçou.

O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, ressaltou o compromisso da gestão com a qualificação dos serviços. “Estamos fortalecendo a rede para garantir um atendimento mais humano, seguro e eficiente às nossas crianças e adolescentes”.

A secretária adjunta de Saúde, Mariana Prado, destacou a importância da participação da Semusa na construção coletiva dos protocolos.

Segundo Itaci, a proposta é que a criança ou adolescente relate a situação apenas uma vez, evitando repetições desnecessárias

“Esse é um momento fundamental para consolidarmos um atendimento mais eficiente e humanizado. A Semusa está comprometida em fortalecer a rede de cuidado, garantindo que crianças e adolescentes vítimas de violência sejam acolhidos com respeito, agilidade e proteção em todos os pontos de atenção à saúde”.

O prefeito Léo Moraes reforçou a prioridade da gestão na proteção da infância. “Cuidar das nossas crianças é um compromisso inegociável. Estamos trabalhando para garantir atendimento digno e proteção em todos os níveis”.

A formação conta com o apoio da organização Childhood Brasil, em parceria com a empresa Cargill, que ao longo de três anos contribuíram para a construção dos protocolos e do plano decenal de atendimento.

Com a finalização desta etapa, o município avança na implementação de um modelo integrado e interdisciplinar, que visa garantir um atendimento mais qualificado e seguro às vítimas, fortalecendo a rede de proteção e assegurando direitos.

Texto: Gabriel Moreira e Gian Souza
Edição: Secom
Foto: Gabriel Moreira e Gian Souza

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)



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