Atendimento humanizado garante acolhimento, orientação e oportunidades reais de recomeço para pessoas em situação de vulnerabilidade...
Entre chegadas marcadas pela incerteza e histórias que pedem um novo começo, a Casa de Passagem Esperança tem se tornado um ponto de apoio essencial para quem precisa de acolhimento imediato. O espaço promove cuidado, orientação e a chance de reconstruir trajetórias com dignidade.

Voltada principalmente para pessoas em situação de vulnerabilidade, incluindo migrantes que chegam à cidade sem referência ou apoio, a unidade atua dentro da política de assistência social de alta complexidade, garantindo proteção integral e atendimento humanizado desde o primeiro contato.
Acolhimento
Com capacidade para atender até 50 pessoas, e atualmente com mais 16 vagas, a Casa de Passagem funciona como porta de entrada para quem precisa de suporte imediato. O atendimento é realizado em articulação com o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), fortalecendo a rede de proteção.

Logo na chegada, cada pessoa passa por um acolhimento individualizado, onde são identificadas suas necessidades e construída uma estratégia de acompanhamento. O espaço conta com estrutura adequada, oferecendo alimentação, local para descanso, higiene e convivência.
Cuidado que orienta
Além do acolhimento, o trabalho desenvolvido envolve acompanhamento psicossocial e encaminhamentos que ajudam na reorganização da vida dessas pessoas. Entre os serviços estão orientação social, acesso à documentação, encaminhamento para oportunidades de emprego e inclusão em políticas públicas.
Durante apresentação das ações, a secretária adjunta da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semas), Tércia Marília, explicou o funcionamento do serviço: “A Casa de Passagem Esperança é um equipamento de alta complexidade da assistência social. Lá ficam acolhidas pessoas que chegam de outros países, principalmente migrantes, que não têm onde ficar. É um trabalho realizado em parceria com a Associação Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), com apoio do município, garantindo acolhimento temporário para até 50 pessoas”.

Ela também detalhou como funciona o atendimento no local: “Essas pessoas recebem três refeições por dia, têm acesso a quartos adequados, espaços de higiene e convivência. A partir da chegada, é construído um plano de atendimento individual, com acompanhamento psicossocial e encaminhamentos para documentação, emprego, habitação e outros serviços necessários”.
Recomeços
A atuação da rede de assistência social tem contribuído para que muitas dessas pessoas consigam reorganizar suas vidas, acessar direitos e permanecer na cidade com mais estabilidade.
Segundo Tércia Marília, o trabalho vai além do acolhimento emergencial: “O objetivo não é apenas oferecer abrigo, mas dar condições para que essas pessoas possam seguir suas vidas com autonomia. Muitas conseguem emprego, matriculam os filhos na escola e passam a construir uma nova história, integradas à sociedade”.
Com ações integradas, ampliação de vagas e estratégias emergenciais para atender a demanda crescente, o serviço se consolida como um instrumento importante para evitar que pessoas em vulnerabilidade permaneçam expostas a riscos, promovendo dignidade e inclusão social.
Texto: Jhon Silva
Fotos: Hellon Luiz
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)






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