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Casos confirmados de Mpox em Porto Velho envolvem homens de 20 a 40 anos sem viagens recentes

Quatro casos de Mpox foram confirmados em Porto Velho, todos em homens com idades entre 20 e 40 anos, sem histórico recente de viagens. A informação foi divulgada nesta sexta-feira durante coletiva com representantes da Secretaria de Estado da Saúde e da Agência Estadual de Vigilância em Saúde. Das seis notificações registradas na capital, quatro tiveram resultado positivo e duas foram descartadas após análise laboratorial.


As autoridades orientam que, diante de sintomas suspeitos, a população procure inicialmente uma Unidade Básica de Saúde ou uma Unidade de Pronto Atendimento, seguindo rigorosamente as recomendações médicas para evitar a transmissão do vírus.

Entre os casos investigados, houve ainda a notificação de um paciente atendido no Hospital Infantil Cosme e Damião, que teve resultado negativo para Mpox, sendo confirmado diagnóstico de varicela. 

Os pacientes com confirmação da infecção foram atendidos no Centro de Medicina Tropical de Rondônia, onde passaram por avaliação clínica, receberam orientações e permanecem em isolamento conforme os protocolos de vigilância.

Segundo a secretária adjunta da Saúde, Mariana Bragança, o estado está estruturado para enfrentar a situação. Ela afirmou que os pacientes seguem sob acompanhamento das equipes de saúde, com monitoramento clínico e epidemiológico contínuo.

No cenário nacional, o Brasil soma 47 casos de Mpox em 2026, com predominância de quadros leves e moderados, sem registro de mortes. Dados do Ministério da Saúde indicam que, entre janeiro e fevereiro de 2025, foram contabilizados 260 casos da doença no país.

A Mpox é causada por vírus do gênero Orthopoxvirus, o mesmo grupo relacionado à antiga varíola humana. Embora geralmente apresente evolução controlada, a infecção requer atenção devido ao risco de disseminação por contato físico direto e prolongado. 

Não se trata de doença transmitida pelo ar a longas distâncias, mas ambientes com aglomeração e proximidade aumentam o risco de contágio.

Os sintomas iniciais mais comuns são febre, mal-estar, dor de cabeça e dores musculares. Após alguns dias, podem surgir lesões na pele características da doença. 

O tratamento consiste em medidas de suporte, como controle da dor, hidratação e acompanhamento médico, sendo que a maioria dos pacientes apresenta recuperação satisfatória quando há diagnóstico precoce e isolamento temporário.



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