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VÍDEO - Delegado da PF fala sobre investigação de médicas suspeitas de sequestro, cárcere privado e t*rtura em Guajará-Mirim

A Polícia Federal investiga duas médicas suspeitas de envolvimento em crimes graves ocorridos em Guajará-Mirim, na fronteira com a Bolívia. As apurações apontam indícios da prática de sequestro, cárcere privado e tortura, delitos que, segundo a PF, teriam sido cometidos de forma reiterada contra uma mulher de nacionalidade boliviana.


De acordo com trechos da investigação, as vítimas teriam sido submetidas a agressões físicas com o uso de diferentes materiais, além de atos humilhantes, como o corte forçado de cabelo, caracterizando violência extrema e tratamento degradante. 

Os fatos são analisados no âmbito de um inquérito conduzido pela Polícia Federal, que segue reunindo provas e depoimentos.

O delegado da Polícia Federal Francisco Ney informou que o caso ultrapassou os limites regionais e passou a ter repercussão nacional e internacional, em razão da gravidade das acusações e do contexto em que os crimes teriam ocorrido. 

Conforme as investigações avançam, a PF trabalha para esclarecer a dinâmica dos fatos e a participação individual das investigadas.

Ainda segundo as apurações preliminares, o episódio é tratado como um crime de natureza passional, o que reforça a complexidade do caso e a necessidade de aprofundamento das diligências. 

Vídeos gravados recentemente, relacionados à investigação, também passaram a integrar o conjunto de elementos analisados pelos investigadores.

A Polícia Federal segue à frente do caso e informa que novas medidas poderão ser adotadas no decorrer das investigações, à medida que o material probatório for consolidado.

Créditos do vídeo -  comunicação social da polícia federal em Rondônia.


Texto - R1 Rondônia.



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