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Demora do IML em acidente na avenida Guaporé causa revolta e indignação em Porto Velho

Demora do IML após acidente na avenida Guaporé provoca revolta e críticas ao governador de Rondônia... 

FOTO - meramente ilustrativa - Edição R1 Rondônia

A morte do jovem Douglas Ferreira Silva, de 28 anos, em um grave acidente de trânsito na Avenida Guaporé, nas proximidades do Cemetron, em Porto Velho, provocou forte revolta e indignação na noite dessa terça (20). O corpo da vítima permaneceu por mais de seis horas no local à espera do Instituto Médico Legal (IML), o que agravou o sofrimento dos familiares e gerou comoção entre moradores e populares que acompanharam a ocorrência.

Mesmo após a confirmação do óbito, não havia rabecão disponível para realizar a remoção do corpo. A Polícia Militar precisou isolar parte da via para preservar o local até a chegada da equipe do IML, o que causou transtornos no trânsito e aumentou a tensão entre os presentes.

Segundo informações do próprio instituto, atualmente há apenas um veículo do IML para atender simultaneamente Porto Velho, Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste. No momento do acidente, o rabecão estava no distrito de Nova Dimensão, a cerca de 340 quilômetros da capital, o que explica a longa demora, mas não diminui a indignação causada pela situação.

Diante da situação, a demora no atendimento foi classificada como um grave descaso por quem acompanhava a ocorrência. 

A falta de estrutura, logística e suporte do Instituto Médico Legal para atender casos de grande complexidade foi duramente criticada, sobretudo por agravar o sofrimento de uma família que já vivia um momento de dor e luto.

As falhas no serviço reacenderam críticas à gestão estadual, com questionamentos sobre a ausência de investimentos em áreas essenciais. 

A precariedade do atendimento do IML, segundo manifestações nas redes sociais, afeta diretamente a população e expõe problemas estruturais que se repetem em ocorrências semelhantes.

Familiares da vítima cobram providências imediatas, mais respeito e agilidade no atendimento, destacando que a longa espera tornou o episódio ainda mais traumático. Até o momento, o Governo de Rondônia não se pronunciou sobre o caso. 

O ocorrido volta a levantar debates sobre a necessidade urgente de melhorias no funcionamento do IML, a fim de garantir dignidade à população em situações de extrema vulnerabilidade.



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