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Ações de desocupação de parque estadual é prorrogada por seis meses

Retirada de invasores que desmataram área de proteção em Guajará-Mirim começou no dia 14 de agosto

Nesta semana, as forças de segurança de segurança pública, que atuam desde o dia 14 de agosto no Parque Estadual de Guajará-Mirim, anunciaram que vão prorrogar a Operação Mapinguari por mais seis meses. As atividades tinham previsão de ser encerradas no início deste mês de setembro.



O parque tem cerca de 200 mil hectares e vinha sendo alvo de desmatamentos e invasões. Segundo a justiça, a maioria dos invasores do parque são do distrito de Jacinópolis.


 


Por causa das invasões e danos ambientais na área de preservação, o Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente, Habitação, Urbanismo, Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico (Gaema), do Ministério Público Estadual, iniciou a retirar as pessoas que vivem ilegalmente na área.


 



Após o início das ações, pelo menos 25 famílias deixaram o parque de forma voluntária, e durante os 28 dias de operação, foram aplicadas multas, prisões, apreensões de veículos e outras penalidades.


 


De acordo com as forças de segurança pública, a prorrogação da operação por mais seis meses foi necessária para garantir a total retirada de invasores da região.




Até agora, o balanço parcial é:


 


- R$ 26 milhões em multas aplicadas


 


- Retirada de 1,5 mil cabeças de gado com GTA


 


- 11 invasores presos


 


- 4 veículos apreendidos


 


- 5 armas


 


- Quase 1 mil abordagens em 28 dias


 


- Quase 150 barracos destruídos


 


A retirada dos invasores do Parque Guajará-Mirim tem o auxílio de vários órgãos, como MPE, Polícias Civil, Militar e Ambiental (BPA), Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), Secretaria de Ação Social (SEAS), Departamento de Estradas de Rodagens (DER), Bombeiros, Exército Brasileiro, servidores da Secretaria de Assistência Social e Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO).



Pecuária ilegal



Em um sobrevoo na semana passada, houve o flagrante de dezenas de hectares desmatados e cabeças de gado circulando de forma livre no Parque Estadual de Guajará-Mirim.



As imagens mostraram várias clareiras e a destruição da natureza. Em uma das áreas é possível ver toras de madeira que não foram totalmente destruídas após a ação das queimadas. (Rondoniaovivo)

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