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Gasolina chega a R$ 8,15 em Rondônia em nova alta dos combustíveis, diz ANP

Pesquisa divulgada neste sábado (25) mostra preço da gasolina em algumas cidades de RO. Ji-Paraná tem o litro mais caro da gasolina, entre as cidades pesquisadas.

O preço do litro da gasolina comum no interior de Rondônia chegou a R$ 8,15 nesta semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados neste sábado (25).

Gasolina chega a R$ 8,15 em Rondônia em nova alta dos combustíveis, diz ANP
Preço da gasolina subiu nas cidades após reajustes da Petrobras 


A pesquisa da ANP foi feita entre os dias 19 e 25 de junho em 70 postos diferentes e reflete o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias em 17 de junho, quando a estatal anunciou uma alta de 5,18% na gasolina e de 14,26% no diesel.


Nesta penúltima semana do mês de junho, entre os municípios pesquisados pela ANP, a gasolina mais cara continua sendo encontrada em Ji-Paraná. Na segunda maior cidade do estado tem posto vendendo o litro por R$ 8,15


Até 18 de junho, o litro mais caro em Ji-Paraná custava R$ 7,80. Ou seja, a cidade teve uma alta de 4,40%no valor da gasolina em um período de sete dias.


A segunda cidade que chega a ter a gasolina mais cara é Pimenta Bueno, onde o litro já chega a R$ 7,98 (veja os valores nas cidades na tabela abaixo).


Preço mínimo e máximo da gasolina em cidades de RO


Cidade Mínimo Máximo

Ariquemes R$ 7,29 R$ 7,56

Cacoal R$ 7,78 R$ 7,79

Ji-Paraná R$ 7,63 R$ 8,15

Pimenta Bueno R$ 7,75 R$ 7,98

Porto Velho R$ 6,99 R$ 7,59

Vilhena R$ 7,59 R$ 7,71


Fonte: ANP


A cidade com a gasolina mais barata é Porto Velho. O preço mínimo do litro custa R$ 6,99, mas registra alta em relação a semana anterior, quando era R$ 6,48. O posto mais caro da capital vende a gasolina por R$ 7,39.


Disparada de preços

A disparada dos preços dos combustíveis ocorre em meio à forte alta nos preços internacionais do petróleo após a Rússia ter invadido a Ucrânia, impactados pela oferta limitada frente a demanda mundial por energia.


Desde 2016, a Petrobras adotou o chamado PPI (Preço de Paridade de Importação), após anos praticando preços controlados, sobretudo no governo Dilma Rousseff. O controle de preços era uma forma de mitigar a inflação, mas causou grandes prejuízos à petroleira.


Pela política de preços atual, os preços cobrados nas refinarias se orientam pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e do câmbio. (g1ro)



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