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MAIS CARA DO BRASIL: Foto mostra que asfalto já está esburacado na praça da Estrada de Ferro

As obras de revitalização da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, sob responsabilidade da Prefeitura de Porto Velho, começaram em 2019. Ou seja: já tem pelo menos 3 anos.



Muito dinheiro já foi gasto no local em reformas intermináveis e não é de hoje. De acordo com pesquisa feita, durante a gestão de Roberto Sobrinho (PT) foram gastos 12 milhões de reais. Agora, na administração Hildon Chaves (PSDB) são mais outros 20 milhões, remanescentes de compensações ambientais da Usina de Santo Antônio. 

Um total de R$ 32 milhões, sendo uma das praças mais caras da história do país. De lá para cá, muitas idas e vindas. Até o momento, a população da capital não tem perspectiva de ter o espaço de lazer e cultura de volta à rotina das famílias, seja para passear ou apenas contemplar a paisagem natural do Rio Madeira.

Um dos últimos problemas que a longa obra apresentou é o asfalto deteriorado que as vias do complexo já apresentam.

Vídeo que circula em aplicativo de troca de mensagens mostra o revestimento de uma das principais ruas com rachaduras e buracos. Segundo informações repassadas à reportagem, esse asfalto tem pouco mais de seis meses de uso e não aguentou o peso dos veículos usados nas obras de revitalização do local.

Respostas

Segundo a Prefeitura de Porto Velho, a revitalização do Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré está em fase final de obras e a previsão é entregar o novo espaço restaurado este ano. 

Ainda de acordo com o Executivo, as obras finais contemplam a reforma da Estação Conforto, reforma do deck em madeira da orla, pavimentação da área externa, aquisição e instalação de bancos e lixeiras, paisagismo de áreas externas e instalações elétricas e dispositivos de iluminação.

A nota ainda destaca que “além da revitalização, algumas construções foram acrescentadas ao complexo. Os galpões 1 e 2 serão destinados para as peças de museu da EFMM, onde também haverá um mezanino. O galpão 3 será reservado para instalar quatro restaurantes, com mezanino com vista para o Rio Madeira”. 

E segue: “O espaço vai ganhar 12 lojas, nos moldes de uma pequena galeria comercial e quiosques que vão comportar seis lanchonetes e exposição das locomotivas que estão na EFMM”.

Sobre o problema com o asfalto, “apesar de não estar aberto ao público, o local recebe veículos pesados que atuam, justamente, nas obras do complexo, por isso a obra de pavimentação final está sendo feita nesta fase”.

Fonte: Felipe Corona/Rondoniaovivo.



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