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Número de alunos matriculados no EJA cai mais de 45% em Porto Velho desde o início da pandemia

Em 2020 haviam 1.568 jovens e adultos matriculados na rede municipal de ensino da capital. Este ano, a prefeitura revelou que há 843 inscritos e mais de mil vagas abertas.

O número de alunos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA) em Porto Velho caiu 46,2% desde o início da pandemia da Covid-19 em Rondônia, em 2020, segundo dados do Educacenso. As unidades municipais de ensino da capital receberam 843 inscrições este ano, contra 1.568 em 2020.

Número de alunos matriculados no EJA cai mais de 45% em Porto Velho, desde o início da pandemia


O Educacenso é a plataforma usada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira do Ministério da Educação (Inep), do Ministério da Educação, para coletar dados da educação básica e assim, identificar a situação atual de ensino de forma individual.


O levantamento mostrou que as matrículas aumentaram de 2019 para 2020, mas caiu após o início da pandemia no estado. O menor número de alunos matriculados foi registrado em 2021, em comparação aos últimos quatro anos em Porto Velho .

Fonte: Educacenso/INEP/MEC

Segundo a prefeitura de Porto Velho, ainda existem 1.165 vagas abertas no EJA em escolas municipais. As unidades que ofertam a Educação de Jovens e Adultos na capital são:


Urbanas


E.M.E.F. Joaquim Vicente Rondon

E.M.E.F. Antônio Ferreira da Silva

E.M.E.F. Manoel Aparício Nunes de Almeida

E.M.E.F. Maria Izaura

E.M.E.F. Ulisses Soares Ferreira

E.M.E.F. Senador Darcy Ribeiro

Rural


E.M.E.F. Cora Coralina

Impactos da pandemia


A queda no número de jovens e adultos matriculados em escolas pode ser associada aos impactos da pandemia da Covid-19, em relação a diminuição de renda e empregos, o medo da contaminação e as mudanças na estrutura da sociedade.


Para a coordenadora da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Catarina de Almeida Santos, a queda nas matrículas no EJA vem de anos anteriores, e a tendência é que diminuam ainda mais no próximo Censo, já que o Brasil não aprovou nenhuma política pública de estado para esta parte da educação. (G1RO)



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